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Prova UFMA - 2016 - UFMA - Técnico em Enfermagem


ID
1934266
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Em Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de institui-la como o sujeito da comunicação, os termos grifados poderiam ser substituídos, sem prejuízo do sentido, por:


I. não apenas; e assim

II. não unicamente; assim

III. não somente; como também

IV. não somente; mas também


Alternativas
Comentários
  • Conjunções aditivas:

     

    e,   nem,     não só........mas também,        não somente.........mas também,         tanto........como

                      não só........como também,      não somente.........como também

     

    Bons estudos.

       

  • GABARITO C

     

    CONJUNÇÕES COORDENDAS

     

    Aditivas:  e, nem, também, que, não só...mas também, não só...como, tanto...como, assim...como. 


ID
1934272
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O enunciado que respeita o padrão culto escrito é: 

Alternativas
Comentários
  • "quer...quer" se trata de um vocábulo que cumpre valor conjuntivo indicando alternância, como ora...ora, já...já, quer...quer, seja...seja, bem...bem. Eles devem ser duplos e iniciar cada uma das orações alternativas. Não é de rigor, mas o uso da vírgula se fortalece por bons autores separando orações cujo conectivo é repetido. 

  • Qual é o erro da "D"? Fiquei em duvida entre a "D" e a "B"

  • Damião, acredito que o erro da B seja o ponto e vírgula, visto que não são sujeitos diferentes. Vamos indicar para comentário.


  • a) O “erro” linguístico, do ponto de vista sociológico e antropológico, se baseia numa avaliação negativa
    que nada têm de linguística: é uma avaliação baseada apenas no valor social atribuído ao falante. - Tem com acento circunflexo é utilizando na 3° pessoa.
    b) A leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma plena, coletivamente, na
    experiência com os outros. 
    c) Um texto, para ser coerente, precisa apresentar certa lógica afim de que atinja seu objetivo. - Afim" é um adjetivo e significa igualsemelhanteparecido.
    fim" faz parte da locução "a fim de", que significa paracom o propósitocom o intuito e indica finalidade:
    d) É a entonação um recurso estilístico, que permite distinguir uma declaração de uma interrogação; um
    enunciado que revele surpresa de outro que não passe de simples enumeração - Vírgula separando sujeito do predicado na primeiro oração.
    e) A palavra híbrido é de origem grega, onde significa ultraje, afronta, porque para os gregos qualquer
    miscigenação era violação às leis naturais. - A única explicação que achei foi que onde só pode ser um adjunto adnominal de LUGAR.

     

  • acredito que o erro na letra A é a colocação pronominal, não se tem próclise após uma pausa (vírgula). Como está escrito em:

    (...) antropológico, se baseia numa avaliação negativa(...).

    Já o erro da letra D, eu acredito que seja paralelismo de tempo verbal (não sei se essa é a denominação certa na gramática), então, veja:

    os verbos revele e passe estão no presente do subjuntivo, o que não é muito coerente com o restante da frase que está no presente do indicativo. 

    Na letra E, eu vejo erro de regência, pos o termo onde tem valor equivalente a em que. O verbo significar não exige  essa preposição em.

    O que acham ?

     

  • Nao entendi o erro da "D"...alguem poderia falar sobre? marquei para comentario do professor

  • Na norma diz que " onde " é pronome relativo referente a lugar físico. no caso da alternativa E , o pronome relativo retoma à palavra híbrido. Tem que ser usado outro pronome relativo. obrigado e Deus nos abencoe.


ID
1934275
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Marque a opção em que a crase foi empregada inadequadamente:

Alternativas
Comentários
  • Letra B.

    Caso proibido: palavra plural com "a" singular.

  • Antes de palavra masculina não tem crase! 

     

    Frase correta: Procon/MA vai as ruas para informar aos pais de alunos sobre listas escolares abusivas.  

     

  • Justificatia da Letra C

    À moda de

    À maneira de 

  • proibitivo ter crase Antes de palavra masculina

  • até doeu o olho de ler uma frase dessas. kkk

  • O examinador ajudou tanto que o erro da frase chega a ser grotesco. 

  • - Deve-se dar especial destaque às locuções adverbiais de tempo, que especificam o momento de um evento, com o núcleo expresso com o substantivo hora(s), o qual recebe o artigo definido “a”, “as”. Ex. À meia-noite, à uma hora às duas horas às três e quarenta. Então, haverá crase nas locuções adverbiais femininas de modo oi tempo. 

  • MOLEZA!

  • Essa só precisa ler até a B

    PALAVRA NO PLURAL, A NO SINGULAR CRASE NÃO HÁ

  • aline, sua frase continua errada. que vai, vai A.

    correta: vai ÀS ruas para informar...

  • GABARITO: B

     

    Uma explicação sobre a "C":

     

    Gente, sempre usamos crase diante de "à moda de". Na frase da questão está subentendido, mas mesmo assim é obrigatório.

     

    Exemplo vide questão:

     Minha mãe adorava sapatos com salto à moda de Luís XV.

     Minha mãe adorava sapatos com salto à Luís XV.

     

    Por isso há crase, sendo ela obrigatória.

     

     

    Bons estudos e não se esqueçam:

    Concurso é igual fila do SUS, demora a chegar sua vez, mas chega!!!

  • Alguém pode me explicar o porque da letra A está correta a crase depois do verbo chegar?

  • Alexsander,

    O verbo CHEGAR na frase é transitivo indireto = Quem chega, chega a (preposição) algum lugar. Desta forma, a crase é a contração da preposição a + o artigo a que precede o vocábulo feira.

  • GABARITO: LETRA B

    Tudo o que você precisa para acertar qualquer questão de CRASE:

    I - CASOS PROIBIDOS: (são 15)

    1→ Antes de palavra masculina

    2→ Antes artigo indefinido (Um(ns)/Uma(s))

    3→ Entre expressões c/ palavras repetidas

    4→ Antes de verbos

    5→ Prep. + Palavra plural

    6→ Antes de numeral cardinal (*horas)

    7→ Nome feminino completo

    8→ Antes de Prep. (*Até)

    9→ Em sujeito

    10→ Obj. Direito

    11→ Antes de Dona + Nome próprio (*posse/*figurado)

    12→ Antes pronome pessoalmente

    13→ Antes pronome de tratamento (*senhora/senhorita/própria/outra)

    14→ Antes pronome indefinido

    15→ Antes Pronome demonstrativo(*Aquele/aquela/aquilo)

    II - CASOS ESPECIAIS: (são7)

    1→ Casa/Terra/Distância – C/ especificador – Crase

    2→ Antes de QUE e DE → qnd “A” = Aquela ou Palavra Feminina

    3→ à qual/ às quais → Consequente → Prep. (a)

    4→ Topônimos (gosto de/da_____)

    a) Feminino – C/ crase

    b) Neutro – S/ Crase

    c) Neutro Especificado – C/ Crase

    5→ Paralelismo

    6→ Mudança de sentido (saiu a(`) francesa)

    7→ Loc. Adverbiais de Instrumento (em geral c/ crase)

    III – CASOS FACULTATIVOS (são 3):

    1→ Pron. Possessivo Feminino Sing. + Ñ subentender/substituir palavra feminina

    2→ Após Até

    3→ Antes de nome feminino s/ especificador

    IV – CASOS OBRIGATÓRIOS (são 5):

    1→ Prep. “A” + Artigo “a”

    2→ Prep. + Aquele/Aquela/Aquilo

    3→ Loc. Adverbiais Feminina

    4→ Antes de horas (pode está subentendida)

    5→ A moda de / A maneira de (pode está subentendida)

    FONTE: Português Descomplicado. Professora Flávia Rita

  • Quem vai, vai às ruas . Não ?

ID
1934287
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Uma das formas de provimento de cargos público é:

Alternativas
Comentários
  • Formas de Provimento:

    - nomeação (única originária);

    - aproveitamento;

    - promoção;

    - readaptação;

    - recondução;

    - reintegração;

    - reversão

  • - NOMEAÇÃO (PROVIMENTO)

    - PROMOÇÃO ( PROVIMENTO E VACÂNCIA)

    - REEADAPTAÇÃO (PROVIMENTO E VACÂNCIA)

    - REVERSÃO (PROVIMENTO)

    - APROVEITAMENTO (PROVIMENTO)

    - REINTEGRAÇÃO (PROVIMENTO)

    - RECONDUÇÃO (PROVIMENTO)

  • Readmissão, pode, pela jurisprudência, em vez da recondução, ser considerada provimento caso o servidor não seja estável. infelizmente não lembro onde li. :/

  • O "Funk do Provimento" da prof Tatiana da Casa do Concurseiro chega esguelar nessas horas! uhehe

  • Eu decorei com o minemônico:

    "NomPromo Rea! ReveRei RecApro."

    Nomeação, Promoção, Readaptação, Reversão, Reintegração, Recondução e Aproveitamento.

  • ART. 8º SÃO FORMAS DE PROVIMENTO DE CARGO PÚBLICO:

    I - NOMAÇÃO;

    II - PROMOÇÃO;

    V - READAPTAÇÃO;

    VI - REVERSÃO;

    VII - APROVEITAMENTO;

    VIII - REINTEGRAÇAO;

    IX - RECONDUÇÃO.

  • Lei 8.112/90

    Art. 8º São formas de provimento de cargo público:

    I nomeação

    II promoção

    V readaptação

    VI reversão

    VII aproveitamento

    VIII reintegração

    IX recondução

  • GABARITO: A

    FORMAS DE PROVIMENTO

    REI REPARE  NO  RECO

    REItegração

    REversão

    Promoção

    Aproveitamento

    REadapação

    NOmeação

    RECOndução

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a alternativa CORRETA. Para resolvê-la, exige-se do candidato conhecimento acerca dos agentes públicos, em especial acerca da Lei 8.112/1990. Vejamos:

    Art. 8º, Lei 8.112/90. São formas de provimento de cargo público:

    I - nomeação;

    II - promoção;

    V - readaptação;

    VI - reversão;

    VII - aproveitamento;

    VIII - reintegração;

    IX - recondução.

    MACETE:

    Eu aproveito o disponível.

    Eu reintegro o servidor que sofreu demissão (Demissão de servidor estável invalidada por sentença judicial.

    Eu readapto o incapacitado.

    Eu reverto o aposentado.

    Eu reconduzo a inabilitado e o ocupante do cargo do reintegrado.

    Além disso:

    A ascensão não existe mais no Direito Administrativo brasileiro, tendo sido revogada pela lei 9.527/1997. Tratava-se de uma mudança de cargo, da passagem de uma carreira para outra, sem concurso.

    A transferência caracterizava-se por ser a passagem de um servidor de um quadro para outro dentro de um mesmo poder, sendo uma forma de vacância e de provimento. Ela implicava em uma mudança de um quadro para outro, ferindo uma norma constitucional. (Revogada pela Lei nº 9.527, de 10.12.97).

    Assim:

    A. CERTO. O aproveitamento.

    Art. 30, Lei 8.112/90. O retorno à atividade de servidor em disponibilidade far-se-á mediante aproveitamento obrigatório em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado.

    B. ERRADO. O acesso.

    Não tem previsão legal.

    C. ERRADO. A readmissão.

    Não tem previsão legal.

    D. ERRADO. A disponibilidade.

    Art. 28, Lei 8.112/90. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

    § 1º Na hipótese de o cargo ter sido extinto, o servidor ficará em disponibilidade, observado o disposto nos arts. 30 e 31.

    E. ERRADO. Ascenção.

    A ascensão não existe mais no Direito Administrativo brasileiro, tendo sido revogada pela lei 9.527/1997. Tratava-se de uma mudança de cargo, da passagem de uma carreira para outra, sem concurso.

    GABARITO: ALTERNATIVA A.


ID
1934290
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Quando o servidor não satisfaz as condições do estágio probatório ensejará a:

Alternativas
Comentários
  • Gab. E ?????

     

    Sem sombras de dúvidas essa questão será anulada, pois quando o servidor não satisfaz as condições do estágio probatório, pode acontecer duas coisas com ele:

     

    1º - Se ele já era estável no cargo anterior, ele será RECONDUZIDO.

     

    2º - Mas se ele não era estável, será EXONERADO.

     

     

    Mas por que ele não pode ser demitido?

     

    -> Porque a DEMISSÃO constitui forma de punição.  

     

     

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Lei 8.112/90. Art. 20. § 2º O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou, se estável, reconduzido ao cargo anteriormente ocupado, observado o disposto no parágrafo único do art. 29.

    --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Lei 8.112/90. Art. 127. São penalidades disciplinares:III – demissão

    --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

  • Lixo de banca.

    Não sabe nem a diferença entre demissão e exoneração.

    Obrigatoriamente, terá que ser anulada essa questão.

  • Se foi ou nao anulada ainda nao sei, mas já passou da hora.

  • A resposta correta para a questão "Quando o servidor não satisfaz as condições do estágio probatório ensejará a: " seria exoneração.

  • Demissão ? Sei ! O caso e a exoneração!

  • Essas questões deveriam ser analisadas pelo QC antes de vir para o banco de dados. Sem cabimento!!!

  • Exoneração e não demissão, às vezes penso que as bancas põem estagiários ou universitários para fazer as questões, só pode!.... Gabarito podre!

     

  • Questão foi anulada

  • Demissão é punição

  • Lei 8.112/90

    Art. 20.

    § 2   O servidor não aprovado no estágio probatório será exonerado ou, se estável, reconduzido ao cargo anteriormente ocupado, observado o disposto no parágrafo único do art. 29.


ID
1934293
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Os direitos e garantias fundamentais

Alternativas
Comentários
  • São características dos direitos e garantias fundamentais: universalidade, historicidade, indivisibilidade, inalienabilidade, imprescritibilidade, irrenunciabilidade, relatividade, complementariedade, concorrência, efetividade e proibição ao retrocesso.

    Uma observação interessante diz respeito a letra E, pois os direitos e garantias fundamentais podem sim sofrer limitações, mas desde que não atinjam seu núcleo essencial, em vista da teoria dos limites dos limites.

  • a) Estão taxativamente previstos na Constituição de 1988.--> o rol é meramente exemplificativo 

    art 5 § 2º CF " Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte."

     

     b) De caráter prestacional não são exigíveis do Estado. são exigíveis sim!

     

     c) Não se aplicam às relações privadas. --> "Segundo a teoria da eficácia indireta cabe ao legislador mediar a aplicação dos direitos fundamentais aos particulares, sem descuidar da tutela da autonomia da vontade, de modo a estabelecer uma disciplina das relações privadas que se revele compatível com os valores constitucionais." fonte: http://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/990895/eficacia-dos-direitos-fundamentais-simone-de-alcantara-savazzoni

     

     d) São inalienáveis e indisponíveis.--> CORRETA   esses direitos, por não possuírem conteúdo econômico-patrimonial, são intransferíveis, inegociáveis e indisponíveis, estando fora do comércio, limitando o princípio da autonomia privada.Tal inalienabilidade resulta da dignidade da pessoa humana, sendo que o homem jamais poderá deixar de ser homem, tendo sempre os direitos fundamentais como alicerce para garantia de tal condição. fonte http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11749

     

     e) Podem sofrer limitações que atinjam seu núcleo essencial.--> restrições sim, mas que não atinjam seu núcleo essencial ex.: Constituição de 1988, podemos nos referir aos direitos de liberdade de expressão religiosa e ao direito à reunião e livre manifestação de pensamento. Nos próprios dispositivos em que tais direitos estão consagrados, existem certas limitações/restrições ao exercício dos mesmos. Logo, pode o cidadão expressar suas convicções religiosas, filosóficas e morais, desde que não as use sob o pretexto de eximir-se de obrigação legal; pode reunir-se pacificamente, mas sem armas; e pode manifestar livremente seu pensamento, desde que não o faça de modo anônimo.

    Fé em Deus! =)

  • d)São

    Inalienáveis - Não podem ser transferidos para outras pessoas

    Indisponíveis - Não podem ser renunciados, salvo nos casos em que a lei permitir.
    Segundo Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino, podem ser renunciados algumas vezes em casos concretos específicos. Por exemplo, no BBB, em que os participantes renunciam temporariamente ao seu direito à privacidade.

     

  • GABARITO : LETRA D

     

    Os direitos fundamentais possuem as seguintes características, dentre outas:

     

    a) Universalidade:  os direitos fundamentais são comuns a todos.

     

    b)  Historicidade: os direitos fundamentais não resultam de um 
    acontecimento histórico determinado, mas de todo um processo de afirmação.

     

    c)  Indivisibilidade:  os direitos fundamentais são indivisíveis, pois
    formam parte de um sistema harmônico .

     

     

    d)  Inalienabilidade: os direitos fundamentais são  intransferíveis e 
    inegociáveis.

     

     

    e) Imprescritibilidade: os direitos fundamentais não se perdem com o tempo, sendo sempre exigíveis. 

     

     

    f)  Irrenunciabilidade: o titular dos direitos fundamentais não pode 
    deles dispor, embora possa deixar de exercê-los.  

     

    g ) Indisponibilidade : Geralmente, os direitos fundamentais são indisponíveis. Não se pode fazer com 
    eles o que bem se quer, pois eles possuem eficácia objetiva, isto é, importam não apenas 
    ao próprio titular, mas sim interessam a toda a coletividade. ​

     

    Fontes: Estratégia Concursos

    http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11749

    www.stf.jus.br/.../cms/.../joao_trindadade__teoria_geral_dos_direitos_fundamentais.p...

  • Questão semelhante: Q463775

  • A questão exige conhecimento acerca da teoria dos direitos fundamentais. Vejamos as alternativas comentadas a seguir, lembrando que a questão pede a Correta:

    a) Incorreta. Os direitos fundamentais expressos na constituição não são um rol taxativo, não excluindo aqueles de outros tratados internacionais adotados. (art. 5°, §2°, CF)

    “art. 5°. [...] § 2º Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.”

    b) Incorreta. São exigíveis do Estado por se tratarem de direitos mínimos atrelados ao princípio da dignidade da pessoa humana.

    c) Incorreta. Se aplicam tanto nas relações verticais (Administração - administrado) como nas relações horizontais (administrado - administrado).

    d) Correta. Os direitos e garantias fundamentais não apenas são inalienáveis (não há possibilidade de transferência a outrem) e indisponíveis (pois são irrenunciáveis), como também são imprescritíveis (não desaparecem com o decurso do tempo) e complementares (devem ser interpretados em conjunto, nunca isoladamente).

    e) Incorreta. As cláusulas pétreas são insuscetíveis de abolição, sob pena de ruptura com a ordem constitucional vigente (CF/88). Tendo em vista que os direitos e garantias fundamentais são cláusula pétrea, não podem ser abolidos. (art. 60, §4°, IV, CF)

    “Art. 60. [...] § 4º Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir:

    [...] IV - os direitos e garantias individuais.”

    GABARITO DA MONITORA: LETRA “D”


ID
1986307
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os meios de comunicação como exercício de poder

Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.

Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.

No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.

A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.

A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.

Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.

Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.

Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 

Assinale a opção sobre a ideia que se confirma no texto:

(I) O exercício do poder pelos meios de comunicação de massa se exerce, exclusivamente, pelo aspecto econômico e ideológico.

(II) No Brasil, o privilégio de que se beneficiam parlamentares e lobbies privados ocorre em conformidade com a isonomia e a isegoria.

(III) O especialista competente é aquele profissional capacitado para nos dar orientações sobre como devemos conduzir nossa vida.

(IV) A manipulação e a intimidação social e cultural são manifestações do exercício do poder do especialista, do formador de opinião e do comunicador sobre nós.

Alternativas
Comentários
  • 1° Linha : Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais (não únicos): o econômico e o ideológico.

     

    LETRA E

  • Será  que só eu cansei de vê o tamanho do texto ..¬¬

  • gabarito letra E

    Penúltimo paragrafo do texto

    Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.


ID
1986310
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os meios de comunicação como exercício de poder

Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.

Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.

No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.

A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.

A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.

Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.

Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.

Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 

Sobre o período abaixo, responda a questão:

Responda a afirmativa correta:

No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação:

Alternativas
Comentários
  • C) O termo isto é é um elemento remissivo que promove uma referência anafórica a coronelismo eletrônico 

    O gabarito está equivocado.

    Referência anafórica:  estabelece uma referência dependente com um termo antecedente. O termo anafórico retoma um termo anterior, total ou parcialmente, de modo que, para compreendê-lo dependemos do termo antecedente.

    Referência catafórica: estabelece referência a um termo subsequente, estabelecendo com ele uma relação não autônoma, portanto, dependente. Para compreender um termo catafórico é necessário interpretar o termo ao qual faz referência.

  •  d)

    O termo isto é é um elemento remissivo que promove uma referência catafórica a coronelismo eletrônico.

  • Concordo com Nicole, o gabarito não pode ser a letra d, uma vez que não ha´catáfora e sim remissão anafórica.

     

  • Anáfora - retoma por meio de referência um termo anterior.

    Catáfora - termo usado para fazer referência a um outro termo posterior.

    Logo o Gabarito mais adequado é Letra C.

  • Anáfora: processo pelo qual um termo gramatical retoma a referência de um sintagma anteriormente us. na mesma frase (p.ex.: Comeram, beberam, conversaram e a noite ficou nisso ) 

    Catáfora: uso de um termo ou locução ao final de uma frase para especificar o sentido de outro termo ou locução anteriormente expresso (p.ex.: A noite resumiu-se nisto: comer, beber e conversar )

    D

  • acho que o gabirtico correto é a letra C

  •  a) Catáfora – dizemos que há catáfora, quando um termo se refere a outro que vem à frente e lhe dá, a partir deste, o seu sentido estricto, rigoroso. Dois exemplos:
       1. – Esta foi sempre a minha doutrina: tudo que há de bom e útil no mundo, se consegue procedendo por amor ao próximo.
       2. – Está na sala familiar, e entre todos nós, aquele irmão amigo que todos conhecemos e muito estimamos.
       Conclusão: referência catafórica pode ser uma referência em que haja uma catáfora. Ou uma referência semelhante a uma catáfora.
       b) Anáfora – consiste na repetição de uma ou mais palavras no princípio de enunciados sucessivos, em que sobressai com ênfase o elemento repetido. Um exemplo:
       Passou muito tempo... passou um tempo infinito de anos e anos, um tempo de sacrifício que me parecia eterno, até conseguir aquele bem que todos conheceis e experimentais.

    LETRA D

  • analisando a questão e as definições sobre anafórico e catafórico, acredito que a resposta correta seria a letra C, pois Isto remete ao termo anterior e não posterior para ser catafórico.

  • ISTO, ESTA, ESTE (e demais contrações) -> CATAFÓRICOS

    ISSO, ESSA, ESSE (e demais contrações) -> ANAFÓRICOS

  • Gabarito errado, letra correta C, pois o coronelismo eletrônico está antes do termo "isto é".

  • Compreendo que a resposta correta é a C.

    Partindo do entendimento que: Anafórico, retoma por meio de referência um termo anterior. Catafórico, é usado para fazer referência a um outro termo seguinte.

  • Acredito que o gabarito tido como correto está equivocado. Embora a expressão "isto é" realmente fosse catafórica, no trecho em que foi empregada, ela retoma "coronelismo eletrônico". Logo, não é possível se falar em catáfora e, sim, em anáfora!

  • (...)o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é (?)a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados(!)(...)

    D) O termo "isto é" é um elemento remissivo que promove uma referência catafórica a coronelismo eletrônico.

    Traduzindo para meu português

    O termo ISTO É se refere a algo que AINDA SERÁ DITO sobre o CORONELISMO ELETRÔNICO

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------

    Ø Elemento remissivo: que se refere ou faz alusão

    Ø ENDOfórica: Relaciona TERMOS DE DENTRO DO TEXTO (elipse).

    •  ANAfórica – faz referência a algo JÁ DITO ANTERIORMENTE no texto.

    EX: Matei o presidente. Aquele homem governava com sangue.

    • CATAfórica – faz referência a algo que AINDA SERÁ DITO no texto.

    EX: Nossa meta é esta (isto - este): ganhar dinheiro;

    Ø ELIPSE - OMISSÃO de um ou mais TERMOS numa oração que PODEM ser facilmente IDENTIFICADOS.

    EX: 1) A cada um o que é seu. (Deve se dar a cada um o que é seu.)

    • ZEUGMA: É uma forma de elipse.

    EX: Ele gosta de geografia; EU, de português.

     

    Ø EXOfórica: Relaciona TERMOS DE FORA DO TEXTO para dentro. Algo externo, que não está no texto

    • Dêitica – localiza alguma coisa no espaço/tempo;

    EX: Ali será amarelo.

    Ø Partícula expletiva (ou de realce):

    Nunca exerce função sintática. Pode ser retirada da frase sem prejuízo sintático ou semântico.

    EX: Às vezes é ela quem diz” >>>>>> Às vezes ela diz”>>>> QUEM DIZ? ELA

  • ANÁFORICA - REFERÊNCIA A TERMO QUE VEM ANTES

    CATAFÓRICA - REFERÊNCIA A TERMO QUE VEM DEPOIS


ID
1986316
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os meios de comunicação como exercício de poder

Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.

Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.

No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.

A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.

A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.

Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.

Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.

Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 

No enunciado: “ ... e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.” Tomando como exemplo racionalidade técnico-científica, podemos afirmar que a regra para o uso do hífen na expressão em destaque é, respectivamente, a mesma em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO    B

     

     

    HÍFEN

     

    >>> Emprega-se o hífen no Novo Acordo Ortográfico quando:

     

    1. O 2º elemento começar por h. Exemplos: anti-higiênico, pan-helenismo. Com exceção das palavras que já são pronunciadas sem considerar o h, como: desumano, desumidificar, inábil, inumano;

    2. O 2º elemento começar pela mesma vogal com que termina o prefixo ou pseudo prefixo. Exemplos: supra-articular, arqui-irmandade, auto-observação, eletro-ótica, micro-onda, semi-interno;

    3. O 1º elemento terminar em r e o segundo começar com a mesma consoante. Exemplos: hiper-requintado, super-religioso;

    4. Com prefixos como: ex, sota, soto, vice, vizo, além, aquém, recém, sem. Exemplos: ex-diretor, sota-piloto, além-mar, recém-nascido;

    5. No caso do prefixo sub, quando vem seguida por palavra iniciada em b, h ou r. Exemplos: sub-base, sub-reino, sub-humano;

    6. Palavras indígenas sempre levam hífen, como: amoré-graçu, anajá-mirim, andá-açu, capim-açu, Ceará-Mirim;

    7. No caso dos prefixos pan e circum, quando vem seguida por palavra iniciada em vogal, h, m ou n. Exemplos: circum-murado, pan-negritude, pan-americano;

    8. Em palavras compostas por justaposição (ou seja, colocadas uma do lado da outra, sem mudar nenhuma das duas palavras) que não contêm formas de ligação, cujos elementos formam unidade de sentido diferente quando juntas e que mantêm acento próprio. Por exemplo, ano significa uma coisa; luz significa outra. Quando justapostos, anos e luz têm um terceiro significado: ano-luz (e, portanto, emprega-se hífen). Exemplos: ano-luz, arco-íris, decreto-lei, tio-avô, guarda-noturno, afro-asiático, azul-escuro, conta-gotas, guarda-chuva;

    9. Em palavras que designam espécies botânicas ou zoológicas. Exemplos: couve-flor, erva-doce, feijão-verde, erva-do-chá, ervilha-de-cheiro, bem-me-quer, andorinha-do-mar, cobra-d’água, bem-te-vi;

    10. Em locuções consagradas pelo uso, como: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa. (Não levam hífen palavras como: fim de semana, dona de cada, fim de século).

  • Escolhi a opção "a", alguém poderia esclarecer melhor porque o gabarito é a "b"? Não entendi...

  • tbm não entendi a questão..

     

  • De cordo com o novo acordo, usa-se hífen em palavras compostas por justaposição (ou seja, colocadas uma do lado da outra, sem mudar nenhuma das duas palavras) que não contêm formas de ligação, cujos elementos formam unidade de sentido diferente quando juntas e que mantêm acento próprio. Por exemplo, ano significa uma coisa; luz significa outra. Quando justapostos, anos e luz têm um terceiro significado: ano-luz (e, portanto, emprega-se hífen). Exemplos: ano-luz, arco-íris, decreto-lei, tio-avô, guarda-noturno, afro-asiático, azul-escuro, conta-gotas, guarda-chuva;

    Gabarito B

  • 5) Em compostos homogêneos (contendo dois adjetivos, dois verbos ou elementos repetidos).

    Exemplos:

    técnico-científico, luso-brasileiro; quebra-quebra, corre-corre, reco-reco, blá-blá-blá, etc. 

  • Técnico-científico (Valor de adjetivo)

     

     a) Macro-história(Macro = adjetivo), carro-bomba, (Dois substantivos) político-social =>

     b) Azul-claro(dois adjetivos), mini-hotel(mini=adjetivo), macro-história(macro=adjetivo)

    Acho que a opção "b" seria menos errada, pois as demais ou tem erro de colocação do hífen ou tem opção sem adjetivo. 

  • Mas qual o erro da E?

  • Por que a E está errada?

    Dicionário Aurélio: arranha-céu;

    http://www.linguabrasil.com.br/acordo.php: decreto-lei;

    http://www.recantodasletras.com.br/gramatica/1366121: ultra-humano.

  • Então da uma olhada na Q422261 e me responde.

  • Azul-claro, mini-hotel, macro-história

     

    [Gab. B]

     

    bons estudos!

  • alguem pode me explicar essa questão não entendi.
    Pois a questão fala que queria saber qual das questões tinha a mesma regra do emprego do hífen da palavras destacada que seria " tecnico-científica", sendo que a regra para o emprego do hífen dessa questão é "usa-se hífen nas palávras compostas que não apresentão elementos de conjunção".  Podem observa que a regra da palavra azul-claro é a mesma regra da técnico-científica; agora a palavra mini-hotel e macro-história se enquadra na regra que fala "usa-se hífen em palavras iniciada por h".

    Alguem poderia me explicar não sei se meu raciocínio está errado.

  • técnico-científico-Usa-se hífen em compostos homogêneos, ou seja, que são formados por dois adjetivos ou dois substantivos. 

     macro-história- 

    om prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h.

    Exemplos:

    anti-higiênico

    anti-histórico

    co-herdeiro

    macro-história

    mini-hotel

    proto-história

    sobre-humano

    super-homem

    ultra-humano

    azul-claro. Usa-se hífen em compostos homogêneos, ou seja, que possuem adjetivos ou substantivos.

  • alguém pode me ajudar nesta questão ? Eu pensei que fosse a letra A, mas gostaria de entender pq nao é. 

  • Questão deve ser ANULADA pessoal. Vejamos:

    a) Macro-história - hifeniza por causa do prefixo macro + palavra iniciada por H ---> fora!!

    b) Mini-hotel - hifeniza por causa do prefixo mini + palavra iniciada por H ----> fora!!!

    c) Ultra-humano - hifeniza porque prefixo ultra + palavra iniciada por ----> fora de novo!!!

    d) Mesma coisa da letra "a" (macro-história) -----> fora mais uma!!!

    e) Mesma coisa da letra "c" (ultra-humano) -----> fora tb!!!

     

    SEM RESPOSTA!!

  • Pelo que entendi, a letra E está errada por que não são palavras que não funcionam todas como adjetivo, conforme a palavra técnico-científica do enunciado da questão. A questão, na minha opinião, pediu mais que as regras de uso do hífen, mas também o valor da união das palavras.

    "Adjetivo composto é aquele formado por dois ou mais elementos. Normalmente, esses elementos são ligados por hífen.

    Por exemplo: a palavra rosa é originalmente um substantivo, porém, se estiver qualificando um elemento, funcionará como adjetivo. Caso se ligue a outra palavra por hífen, formará um adjetivo composto; como é um substantivo adjetivado, o adjetivo composto inteiro ficará invariável.

    Por exemplo:

    Camisas rosa-claro.

    Ternos rosa-claro.

    Olhos verde-claros.

    Calças azul-escuras e camisas verde-mar.

    Telhados marrom-café e paredes verde-claras."

    Fonte: http://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf37.php

     

  • o uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elementos de ligação e constituem unidades sintagmática e semântica, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas.

    beija-flor, ano-luz, conta-gotas, mal-me-quer, tenente-coronel, etc.

    português decomplicado - Flávia Rita

     

  • Creio que aqui podemos usar a regra de justaposição:

     

    Nos compostos por justaposição, sem elemento de ligação, quando o primeiro termo está representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou verbal, usa-se o hífen.

  • Pessoal, como surgiram muitas dúvidas, sugiro que indiquemos para comentário!

  • Muitos que comentaram aqui são assinantes, então vamos parar de bater cabeça e indicar  a questão pra cometário do professor!

  • Gabarito C

    Passem "técnico-científica" para o plural ------> Técnico-científicas

    A única assertiva  que apenas o segundo elemento varia é a "c".--------> Azul-claros, mini-hotéis, macro-histórias.

  • Galera, essa questão está com um nível de acertos muito baixo. Vamos indicar para que o professor do QC esclareça. Valeu, bons estudos!

  • A alternativa correta é a letra "b", pois em todas as palavras são utilizadas as mesmas regras de aplicação do hífen, segundo a qual se emprega o hífen nas palavras compostas por justaposição*, sem elemento de ligação, quando O PRIMEIRO TERMO ESTÁ REPRESENTADO POR FORMA SUBSTANTIVA, ADJETIVA, NUMERAL OU VERBAL.

    No caso da palavra técnico-científica, observe que a palavra técnico é um adjetivo que caracteriza o substantivo científica, conferindo-lhe uma qualidade. O mesmo ocorre com as palavras macro-história e mini-hotel (embora o hífen também possa ser aplicado pela regra da formação em que o segundo termo é iniciado por "h") e, ainda, com a palavra composta "azul-claro".

    Espero ter ajudado a todos!!

     

    *Lembrando que nas palavras compostas por justaposição não há alteração das palavras formadoras. Ocorre apenas a junção de duas ou mais palavras simples ou radicais, que mantêm a mesma ortográfica e acentuação que apresentavam antes do processo de composição. Ex: arco-íris.

    Diferentemente, nas palavras compostas por agutinação, a grafia se altera. Ex: água+ardente = aguardente (observe que houve supressão de fonemas, o que se nota, no momento em que a palavra é pronunciada).

  •  técnico-científico (palavra composta)

     a) Macro-história (pseudoprefixação*) carro-bomba (palavra composta**), político-social (palavra composta)

     b) Azul-claro (palavra composta), mini-hotel (pseudoprefixação), macro-história (pseudoprefixação)

     c) Ultra-humano (prefixação), zigue-zague (palavra composta), médico-cirurgião (palavra composta)

     d) Porto-alegrense (palavra composta), primeiro-ministro (palavra composta), macro-história (pseudoprefixação)

     e) Arranha-céu (palavra composta), decreto-lei (palavra composta), ultra-humano (prefixação)

    *prefixação e pseudoprefixação são casos de formaçao de palavras por derivação.

    **As palavras compostas, como o nome já indica, são palavras formadas por composição.

     

    Não há alternativa correta.

     

    O que na verdade a questão queria saber era a alternativa que tem a mesma formação do plural: tecnico-científica = técnico-científicas.

    Letra B: Azul-Claros, Mini-Hotéis, Macro-histórias. (somente o segundo elemento vai para o plural)

    QUESTÃO DEVERIA SER ANULADA!

  • Questão altamente mal formulada!

  • A questão foi anulada!

    http://www.concursos.ufma.br/gabarito/GABARITO_OFICIAL_FINAL_UFMA_2016.pdf


ID
1986331
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A opção em que o termo grifado não está acentuado graficamente quanto às novas normas em vigor é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C

    Certo é acentuar pré-histórico. 

    O resto das questões está tudo bem.

  • a) acento diferencial - Pôde = passado  pode=presente

    b) para - não tem acento diferencial

    c) Pós/ pré = só são hífenizadas se vierem acentuadas --- pré-histórico

    ex: posterior  ---- pré-natal

          pressentimento ----- pós-graduação  

    d) vem = singular   vêm = plural

    e) ideia perdeu o acento 

     

    Gabarito C

  • USAHUSAHUS fiquei procurando o erro das alternativas e tava tudo certo WTF DAÍ EU VEJO QUE ESTÁ FALTANDO O ACENTO EM PRÉ-HISTÓRICO.

  • Ao ver PRE sem acento, marque-a. haha

  • PÃO PÃO QUEIJO QUEIJO

  • PRÉ-HISTÓRIA.

  • Quando li "...não está acentuado graficamente quanto às novas normas..." entendi que

    era pra marcar o termo que não estava acentuado de acordo com as novas regras. Daí idea

    se encaixou perfeitamente já que os outros termos estão corretos com exceção de pre-história.

    Da próxima, quando ver apenas uma questão errada, vou marcá-la.

    Valeu pelos comentários.

  • o elaborador fez um rodeio doido... pré - história, ora!

     

  • por que a D esta correta pessoal ????????????

  • PRÉ-HISTÓRIA.

  • Flavia Souza, os verbos "ter" e "vir", quando na terceira pessoa do plural, levam acento circunflexo ("Eles têm" e "Eles vêm"). Então, a alternativa D está correta.

  • a) Acento diferencial mantido - Pode (presente indicativo) x Pôde (Pret perf indicativo)

    b) Acento diferencial retirado - PARA/ pelo / pela / pera / polo

    c) Hífen - palavras com prefixo PRÉ separam-se por hífen ( ERRO DA QUESTÃO FOI NÃO TER ACENTUADO O PREFIXO PRÉ)

    d) Acentuação Gráfica - as palavras TEM E VEM - são monossílabos tônicos não são acentuados, só é acentuado para marcar o PLURAL (caso da questão: VÊM concorda com Eles (Sujeito))

    e) Acentuação Gráfica - i / dei/a - paroxítona com ditongo (ei) não se acentuam. Acentuam-se Oxítonas com ditongos abertos - éu/ éi / ói

  • PRÉ-HISTÓRIA.

  • Pré - histórico

  • Cley Randal, cometi seu mesmo erro; eu entendi q estava querendo q indicasse a palavra q deixou de receber acento em razão da reforma ortográfica e fui seco em IDEIA; às vezes, a pensar demais acaba-se errando.

  • pôde - pretérito do verbo poder= é acentuado

    para - preposição = não é acentuada

    pre-historia: PRÉ > monossilabo terminado em E = é acentuado; história> proparoxítona = é acentuada.

    vêm- verbo vir na 3ª pessoa do plural= é acentuado

    ideia- paroxítona terminada em A = não é acentuada.

  • Item A está correto, O Acordo Ortográfico de 2008 manteve, de modo taxativo, o acento circunflexo diferencial em pôde (terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo de poder) para diferenciá-la de pode (terceira pessoa do singular do presente do indicativo de poder).

    Item B está correto. "Para", nesse caso, é preposição. 

    Item C está incorreto, porque faltou o acento em "pré".

    Item D está correto. "vêm" no plural tem acento.

    Item E está correto. "ideia" não tem mais acento, pois apresenta ditongo aberto "ei" em posição paroxítona. Se fosse ditongo aberto em posição oxítona teria acento (Ex: Herói). 

    Gabarito: letra C.


ID
1986334
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a opção em que os termos grifados obedecem ao bom uso da regência:

I – Ela estava muito feliz por ter sido aprovada no concurso para servir na Marinha brasileira.

II – Seu pai serviu a pátria com orgulho.

II – Prefiro ficar em casa ouvindo uma boa música a ir para a folia de carnaval.

IV – Ele percebeu uma quantia considerável de seu tio.

Alternativas
Comentários
  • Acho que a II pede crase, não?

  • Luciane, segue explicação abaixo. (fonte: gramática do Pestana)

    Servir (= "trabalhar como servo", "fazer de criado" "prestar serviço ou trabalhar como empregado") pode ser intransitivo, transitivo direto ou transitivo indirero (a)

    -O militar estava ali para servir

    O militar serve no Exercito Brasileiro

    O militar servia a Pátria com todo carinho

    O militar servia à Pátria há anos

  • Luciane, a II está apresentando ideia de servir algo ou alguma coisa. Vamos perguntar ao verbo:

    O que seu pai serviu ?

    R= a pátria com orgulho. 

    Destarte, não há crase devido ao verbo ser VTD.

  • Questão anulada pela banca!

    Segue o link: http://www.concursos.ufma.br/gabarito/GABARITO_OFICIAL_FINAL_UFMA_2016.pdf

  • O verbo servir tem as seguintes transitividades :

    Intransitivo: no sentido de prestação serviço militar

    Transitivo direito : ''serviu o quê''?

    Transitivo direto e indireto: pede os dois complementos, direto e indireto (serviu o quê? a quem?)


ID
1986337
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considerando o processo licitatório marque a resposta CORRETA:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

     

    a) ERRADO - pode ser utilizada a modalidade Concorrência para valores inferiores ao seu limite

     

    b) ERRADO - Art. 22. Parágrafo 3o. Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação da proposta.

     

    c) GABARITO - Art. 22 Parágrafo 8o. É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

     

    d) ERRADO - O prazo para o cadastramento na Tomada de Preços é até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas.

     

    e) ERRADO - Art. 22 Parágrafo 4o. Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.

  • " b) A licitação na modalidade de convite apenas podem participar os interessados previamente cadastrados e convidados."

    Erro sutil na letra B. Podem participar, na verdade, TANTO intressados previamente  cadastrados QUANTO os convidados. A questão dá a entender, da forma como está redigida, que só podem participar os interessados CADASTRADOS E CONVIDADOS .

  • Tomada tem T de Três 

  • Art. 22 Parágrafo 8o. É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

  • Eu li, não é impossível. affs

  • GABARITO: LETRA C

    Art. 22.  São modalidades de licitação:

    § 8   É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação das referidas neste artigo.

    FONTE:  LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993.  


ID
1986349
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

O serviço de educação oferecido pelas Universidades e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia é um exemplo de serviço;

Alternativas
Comentários
  • Sim. nobre colega Mozart, nessa questão o examinador provavelmente partiu da premissa que o poder constituinte originário é, dentre outras características, AUTÔNOMO, ou seja, pode tratar de qualquer assunto livremente, poderia, por exemplo, instituir coisas banais como a pena de morte pra quem roubasse e etc. INCONDICIONADO (qnt a forma), e JURIDICAMENTE ILIMITADO (eu digo juridicamente por que podem haver limites históricos, sociológicos ou outros que não vêm ao caso)
  • O gabarito está errado. As universidades e institutos são autarquias, portanto, fazem parte da adm indireta, que é fruto do processo de descentralização administrativa.

  • Exatamente isso que o Walterisio abordou.

    Universidades e IF's são autarquias, ou seja, administração indireta descentralizada. Logo, gabarito letra (B).
    LEI Nº 11.892, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008.
    Art. 1o  Fica instituída, no âmbito do sistema federal de ensino, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, vinculada ao Ministério da Educação e constituída pelas seguintes instituições:
    Parágrafo único.  As instituições mencionadas nos incisos I, II, III e V do caput possuem natureza jurídica de autarquia, detentoras de autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar. (Redação dada pela Lei nº 12.677, de 2012).

  • Não consigo entender esse gabarito(D).

     

    Questão idêntica a esta caiu no concurso do IF-GO (Q389938), logo veio aquele "déjà vu", pois já havia discordado com este gabarito.

     

    Replicando o comentário que fiz na Q389938:

     

    1º -> "O serviço de educação" - Esse serviço configura-se como serviço público não exclusivo de Estado, o qual o Estado presta e o particular também o faz, sem a necessidade de delegação, tem-se, dentre outros, como exemplos os serviços de saúde, educação e previdência que são prestados pelo particular, somente mediante fiscalização do Estado e também serão prestados pelo Estado obrigatoriamente. Agumas doutrinas dizem que esses serviços são todos os serviços públicos sociais (Art.6º CF/88). Nesse caso, o Estado apenas supervisiona, regulamenta e acompanha a execução desses serviços.

     

    2º -> "oferecido pelas Universidades e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia" - Tem-se aqui entes da Administração Pública Indireta (Universidades Federais e Institutos Federais são Autarquias) realizando a prestação de serviços públicos, ou seja, uma prestação de serviço público de forma indireta, ou melhor, descentralizada. A esse respeito, vejamos o que diz o Professor Matheus Carvalho:

     

    " A prestação do serviço público é feita pelo Estado que, no entanto, pode efetivar esta execução de foma direta ou mediante descentralização. Com efeito, a prestação direta ocorre pela prestação efeivada pelos próprios entes federativos, ou seja, União, estados, municípios e Distrito Federal, de foma centralizada. 

     

    Ocorre que, para uma maior eficiência e visando à especialização na execução da atividade administrativa, o ente estatal descentraliza a prestação de determinados serviços públicos para entes da administração indireta, quais sejam as autarquias, fudações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista, previstas no texto constitucional e criadas mediante lei específia, sob o controle da entidade centralizada; ou transfere a particulares, mediante contratos administrativos de concessão e permissão".
     

    Resumindo, "O serviço de educação oferecido pelas Universidades e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia é um exemplo de serviço descentralizado e oferecido pela administração pública indireta". (alternativa B)

     

    Minha maior dificuldade em aceitar esse gabarito está no fato de a alternativa "D" afirmar: "oferecido por QUALQUER organização do governo", (qualquer?????), pois apesar de o serviço de educação ser um serviço público não exclusivo de estado, ele não deve, ou ao menos não deveria, ser prestado por qualquer organização do governo. Imagine o Banco do Brasil prestando um serviço de educação ou o INSS?! Pois um dos principais motivos da descentralização de serviços por outorga é a prestação de serviço com maior eficiência e a busca pela maior especialização na execução da atividade administrativa

     

     

  • Ã?! Oferecido por qualquer instituição do governo?

    Se é uma autarquia...

    Alguém sabe se o gabarito foi realmente mantido?

  • Aquela típica questão feita por um asno

  • O gabarito final, de acordo com a instituição UFMA é letra D!

    Tenso!!!

  • LDB

    Da Educação

    Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.

  • LEI 11892

    Parágrafo único.  As instituições mencionadas nos incisos I, II, III e V  do caput possuem natureza jurídica de autarquia, detentoras de autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar.

    A saber os incisos:

    I - Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia - Institutos Federais;

    II - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR;

    III - Centros Federais de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET-RJ e de Minas Gerais - CEFET-MG;

    V - Colégio Pedro II

     SÃO ENTIDADES DESCENTRALIZADAS, POSSUINDO NATUREZA JURÍDICA DE AUTARQUIA INTEGRANDO A ADMINISTRAÇÃO INDIRETA.

    DISCORDO DO GABARITO.

  • Concordo com vocês, também acho que o gabarito está errado. Fico com medo dessa questão cair no concurso do IF-SE, marcar a D e depois resolverem considerar a B..rs

     

  • QC, por gentileza, manisfeste-se a respeito desta questão!!!

     

    O gabarito é uma afronta ao Direito Administrativo!!!

  • Essa questão exigia do candidato muita atenção. Veja que foi perguntado sobre o serviço prestado pelas Universidades e Institutos Federais. Sabemos que essas organizações são autarquias e pertencem a administração indireta, levando assim o candidato de imediato marcar a letra B.

        

    Porém, o serviço que essas organizações oferecem é educação e não é uma atividade exclusiva do Estado. Pela reforma administrativa, educação é um serviço que pode ser prestado tanto por organizações da administração formal, quanto pela inciativa privada em parceria com o Estado, como exemplo: Organizações Sociais e OSCIP ­ Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público.

      

    Ainda, a forma de execução desses serviços é por descentralização, tanto pelas organizações do governo quanto pela inciativa privada. De cara, já eliminamos as letras A e C. Como comentamos logo no início, a letra E também não é o gabarito, nos restando a resposta correta a letra D. Referências: ­ Mazza, Alexandre. Manual de direito administrativo / Alexandre Mazza. – 6. ed. – São Paulo: Saraiva, 2016. Gabarito: D

     

    Fonte: https://www.tecconcursos.com.br/conteudo/questoes/298205 - Comentário do Professor Melzac

     

    Obs.: Realizando pesquisa na internet encontrei  essa questão igualzinha cobrada para o Cargo Administrador do IF GOIANO - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano, realiazdo pela Banca - Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás no ​Ano 2014 com o comentário do professor. Ressalto que só fiz adaptação em relação as alternativas, pois a referida questão no TEC Concursos tem alternativas em posições diferentes. 

     

  • Como assim!!! Ela é uma autarquia ,portanto, da administração indireta que gabarito é esse?

  • Os intitutos Federais são da União, como Estados e Municípios tem a ver em relação a eles? FEDERAL, FEDERAL, FEDERAL.... Desse jeito desisto de fazer concursos. 

  • À felicidade: 

     

    O QC só trasncreve as questões. Quem formula e aplica a prova é a banca. 

  • ótimo comentário de nosso  colega......Por_Enquanto_Concurseira MCS.

  • Concordo que o servico de educação não é uma atividade exclusiva do Estado. Porém o enunciado não fala de qualquer serviço de educação, mas sim do serviço de educação oferecido pelas Universidades e Institutos Federais de Educação fazendo com que a alternativa B seja a correta e não a D como a banca considerou

  • Concordo, Francisco

  • eu tb concordo com o Francisco Freitas

  • Questão muito dúbia.

  • Ah... mas a banca é soberana, tem muitos poderes, são semideusas... é por essa e por outras que questões subjetivas continuam atrapalhando a preparação, que já é sofrida por si mesma!

  • Quem errou acertou e quem acertou errou

  • Em 11/11/21 às 17:18, você respondeu a opção B.Você errou!

    Em 22/01/19 às 08:51, você respondeu a opção B. Você errou!

    Em 15/10/18 às 14:26, você respondeu a opção B. Você errou!

    Eu arrei essa questão pela terceira vez em 3 anos!!!!!

  • Pessoal, particularmente, entendo que a banca não deixou claro alguns termos na questão, motivo esse que acabou trazendo uma certa confusão. Vamos analisar a mesma, começando pelo seguinte dispositivo da Lei 11.892/2008:

     Art. 1o Fica instituída, no âmbito do sistema federal de ensino, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, vinculada ao Ministério da Educação e constituída pelas seguintes instituições:

    I - Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia - Institutos Federais;
    II - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR;
    (...)

    Parágrafo único. As instituições mencionadas nos incisos I, II, III e V do caput possuem natureza jurídica de autarquia, detentoras de autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar.

    Após termos visto o texto acima, algo fica bem claro para nós: o serviço de educação das  Universidades e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, previstos nos mencionados incisos I e II, é um exemplo de serviço descentralizado. E por quê? Porque as referidas instituições possuem natureza jurídica de autarquia, ou seja, fazem parte da Administração Pública Indireta, que presta serviço de maneira descentralizada. É fácil notar aqui que uma coisa está relacionada com a outra, ou seja, o serviço descentralizado com administração pública indireta. Logo, eu marcaria tranquilamente a alternativa “B" e não a “D". Observe que a letra “B" é bem específica, pois não fala de qualquer organização do governo, mas sim da Administração Pública Indireta, que é o caso da questão.

    Sendo assim, o serviço de educação oferecido pelas Universidades e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia é um exemplo de serviço:

    A) Incorreta - Centralizado e oferecido pela administração pública direta

    O serviço é descentralizado e não centralizado. As instituições mencionadas na questão fazem parte da Administração Pública Indireta.

    B) Correta para o Professor - Descentralizado e oferecido pela administração pública indireta

    A alternativa é a resposta do Professor, conforme já explicado.

    C) Incorreta - Centralizado e oferecido por autarquias e fundações do governo

    O serviço é descentralizado e não centralizado. O serviço é oferecido por autarquias. Cabe dizer que fundações autárquicas é sinônimo de autarquia fundacional, um tipo de autarquia, mas dizer simplesmente “fundação do governo" não significa que seja uma autarquia.

    D) Correta para a Banca - Descentralizado e oferecido por qualquer organização do governo

    Realmente o serviço é descentralizado. Não é possível dizer, conforme entendimento do Professor, que o serviço é oferecido por qualquer organização do governo, mas sim especificamente pela Administração Pública Indireta. Vale lembrar que esta alternativa é a resposta da banca.

    E) Incorreta - Descentralizado e oferecido pela administração pública direta

    Realmente o serviço é descentralizado. As instituições mencionadas na questão fazem parte da Administração Pública Indireta.

    Resposta da Banca: D

    Resposta do Professor: B






ID
2071816
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os meios de comunicação como exercício de poder 
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica. A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural. Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 

Indique a opção em que o emprego do que tem a mesma função empregada no período abaixo:
O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.

Alternativas
Comentários
  • Pronome relativo = sujeito

  • Gabarito Letra A (que - com função de pronome relativo).

  • trata-se de pronome relativo,como sei?é só fazer a substituição por O QUAL,AQUAL,OS QUAIS E AS QUAIS.

  • O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que (A QUAL )  explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que (A QUAL) devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.

     

    QUE = A / O qual  = PRONOME REALTIVO

     

    Letra A

    A coesão é um recurso linguístico, de natureza sintático-semântica, que (A QUAL)  assegura a continuidade, a sequência e a unidade do texto.

  •  

    "é aquele que explica ".. Quem explica? "aquele", portanto, pronome relativo.

    "aquele que devassa,".. Quem devassa? "aquele", portanto, pronome relativo

     

     

    a)

    "A coesão é um recurso linguístico, de natureza sintático-semântica, que assegura a continuidade, a sequência e a unidade do texto"

    . O que que assegura? A coesão...(Pronome Relativo)

    b) Partícula de realce

    c) Conjunção integrante

    d) Conjução integrante

    e)Conjunção consecutiva

    Me corrigam se estiver enganada..

  •  

    MACETE!

    Que= conjunção integrante

    Introduz oração subordinada substantiva

    Equivale a isso; seu antecedente é um verbo

    Que= pronome relativo

    Introduz oração subordinada adjetiva

    equivale o qual; seu antecedente é um substantivo

  • GABARITO: LETRA A

    Pronome relativo é uma classe de pronomes que substituem um termo da oração anterior e estabelecem relação entre duas orações.

    Não conhecemos o alunoO aluno saiu.

    Não conhecemos o aluno que saiu.

    Como se pode perceber, o que, nessa frase está substituindo o termo aluno e está relacionando a segunda oração com a primeira.

    Os pronomes relativos são os seguintes:

    Variáveis

    O qual, a qual

    Os quais, as quais

    Cujo, cuja

    Cujos, cujas

    Quanto, quanta

    Quantos, quantas

    Invariáveis

    Que (quando equivale a o qual e flexões)

    Quem (quando equivale a o qual e flexões)

    Onde (quando equivale a no qual e flexões)

    FONTE: BRASILESCOLA.UOL.COM.BR


ID
2250097
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os meios de comunicação como exercício de poder

Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.

Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.

No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.

A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.

A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.

Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.

Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.

Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 

Em de tal maneira que e para são operadores argumentativos que introduzem, respectivamente, uma:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA 

    E

  • "de tal maneira que" - a oração consecutiva indica fatos não absolutamente reais.

    A expressão de tal maneira pertence à oração subordinante. É uma expressão a que se liga a oração subordinada por meio da conjunção que.


ID
2250136
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre o reprocessamento de materiais e esterilização, considere as afirmativas seguintes:

( I ) O monitoramento biológico por meio de indicadores biológicos (IB) é exclusivo aos métodos físicos de esterilização.

( II ) O método de esterilização por óxido de etileno permite reprocessamento de materiais termossensíveis.

( III ) No material a ser reprocessado/esterilizado, deve ser fixado externamente ao invólucro junto à identificação do mesmo o indicador químico conhecido como ``fita zebrada``.

( IV ) A terceirização dos serviços de esterilização é proibida, sendo esse serviço exclusivamente hospitalar.


Marque a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Itens corretos:


    ( II ) O método de esterilização por óxido de etileno permite reprocessamento de materiais termossensíveis.

    ( III ) No material a ser reprocessado/esterilizado, deve ser fixado externamente ao invólucro junto à identificação do mesmo o indicador químico conhecido como ``fita zebrada``


ID
2250139
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Quando um profissional executa um procedimento sem conhecimento técnico científico, está expondo o paciente a danos de:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra C.

     

    NEGLIGÊNCIA – Palavra chave “deixa de fazer“ ( Conduta omissiva )

    Deixa de executar uma ação que era esperada a realização.

    Deixa de apresentar uma conduta ou atitude que era esperada para a situação.

    Descuido, desatenção e sem a devida precaução.

     

    Exemplos:
    - Flebite pela não troca do acesso venoso.

    - Passa do horário para fazer a medicação ou procedimento ocasionando dano ao paciente.”

    - Não trocar o curativo do paciente diariamente, conforme prescrição de cuidados e , com isso agravar a lesão.

     

     

    IMPRUDÊNCIA – A palavra chave aqui é correr riscos!

    Ação precipitada e sem a devida cautela.

    Realizada atitude diversa da esperada.

     

    Exemplos:

    -Transportar paciente em maca sem proteção lateral.

    - Realizar punção venosa sem a utilização de luvas.

     

     

     

    IMPERÍCIA– A palavra chave é “NÃO SABE FAZER, FALTA DE CONHECIMENTO

    Não tem aptidão, devida qualificação técnica, não tem a teoria ou a devida prática ou  conhecimento para a realização de um fato.

     

    Exemplos:

    - Seccionar nervo ciático após injeção intramuscular devido não saber o posicionamento anatômico.

    - Desconhece as etapas para a realização da passagem de sonda nasoenteral.

    - Administrar medicação de via enteral na parenteral.

  • “Negligência:

    Na negligência, alguém deixa de tomar uma atitude ou apresentar conduta que era esperada para a situação. Age com descuido, indiferença ou desatenção, não tomando as devidas precauções.


    Imprudência: 

    A imprudência, por sua vez, pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A pessoa não deixa de fazer algo, não é uma conduta omissiva como a negligência. Na imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da esperada.


    Imperícia: 

    Para que seja configurada a imperícia é necessário constatar a inaptidão, ignorância, falta de qualificação técnica, teórica ou prática, ou ausência de conhecimentos elementares e básicos da profissão. Um médico sem habilitação em cirurgia plástica que realize uma operação e cause deformidade em alguém pode ser acusado de imperícia.


    Resumindo:

    1) negligência: desleixo, descuido, desatenção, menosprezo, indolência, omissão ou inobservância do dever, em realizar determinado procedimento, com as precauções necessárias;

    2) imprudência: falta de cautela, de cuidado, é mais que falta de atenção, é a imprevidência a cerca do mal, que se deveria prever, porém, não previu”.

    3) imperícia: falta de técnica necessária para realização de certa atividade;


ID
2250142
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Durante o transporte do paciente, o técnico em enfermagem não utilizou as medidas de segurança cabíveis, então este foi:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra C.

     

    NEGLIGÊNCIA – Palavra chave “deixa de fazer“ ( Conduta omissiva )

    Deixa de executar uma ação que era esperada a realização.

    Deixa de apresentar uma conduta ou atitude que era esperada para a situação.

    Descuido, desatenção e sem a devida precaução.

     

    Exemplos:
    - Flebite pela não troca do acesso venoso.

    - Passa do horário para fazer a medicação ou procedimento ocasionando dano ao paciente.”

    - Não trocar o curativo do paciente diariamente, conforme prescrição de cuidados e , com isso agravar a lesão.

     

     

    IMPRUDÊNCIA – A palavra chave aqui é correr riscos!

    Ação precipitada e sem a devida cautela.

    Realizada atitude diversa da esperada.

     

    Exemplos:

    -Transportar paciente em maca sem proteção lateral.

    - Realizar punção venosa sem a utilização de luvas.

     

     

     

    IMPERÍCIA– A palavra chave é “NÃO SABE FAZER, FALTA DE CONHECIMENTO

    Não tem aptidão, devida qualificação técnica, não tem a teoria ou a devida prática ou  conhecimento para a realização de um fato.

     

    Exemplos:

    - Seccionar nervo ciático após injeção intramuscular devido não saber o posicionamento anatômico.

    - Desconhece as etapas para a realização da passagem de sonda nasoenteral.

    - Administrar medicação de via enteral na parenteral.

  • “Negligência:

    Na negligência, alguém deixa de tomar uma atitude ou apresentar conduta que era esperada para a situação. Age com descuido, indiferença ou desatenção, não tomando as devidas precauções.


    Imprudência: 

    A imprudência, por sua vez, pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A pessoa não deixa de fazer algo, não é uma conduta omissiva como a negligência. Na imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da esperada.


    Imperícia: 

    Para que seja configurada a imperícia é necessário constatar a inaptidão, ignorância, falta de qualificação técnica, teórica ou prática, ou ausência de conhecimentos elementares e básicos da profissão. Um médico sem habilitação em cirurgia plástica que realize uma operação e cause deformidade em alguém pode ser acusado de imperícia.


    Resumindo:

    1) negligência: desleixo, descuido, desatenção, menosprezo, indolência, omissão ou inobservância do dever, em realizar determinado procedimento, com as precauções necessárias;

    2) imprudência: falta de cautela, de cuidado, é mais que falta de atenção, é a imprevidência a cerca do mal, que se deveria prever, porém, não previu”.

    3) imperícia: falta de técnica necessária para realização de certa atividade;

  • Gabarito: Letra C.


    Complementando

    Outra questão agora da banca UFAL que nos ajuda a responder sobre a temática, vejam:


    Q750522 Ano: 2016 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: UFAL Prova: 2016 - UFAL - Auxiliar de Enfermagem

    Em uma situação assistencial onde o auxiliar de enfermagem, no exercício laboral, abandona o paciente, deixa de executar os cuidados de enfermagem prescritos naquele turno, deixa de realizar a visita de enfermagem para o levantamento de necessidades do paciente e não faz nenhum tipo de registro, responderá por qual ocorrência ética?

    c) Negligência.


  • O gabarito diz IMPRUDÊNCIA, mas é negligência!


ID
2250145
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A síntese cirúrgica é a união de tecidos realizada, na maioria das vezes, por meio de fios cirúrgicos de sutura e instrumentais especializados. Sobre esse aspecto, assinale a alternativa verdadeira.

Alternativas
Comentários
  • D) As agulhas cirúrgicas, quanto à ponta, são classificadas em cilíndricas (não-cortantes), espatuladas, rombas ou triangulares.


ID
2250148
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A definição de remédio é:

Alternativas
Comentários
  • Questão confusa, mas o gabarito é B.

  • Com certeza a resposta correta é a letra B, e não a letra C como consta


ID
2250151
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A sequência correta para a higiene no leito é

Alternativas

ID
2250154
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

São doenças de notificação compulsória:

Alternativas
Comentários
  • c)

    Malária, leptospirose, tétano e leishmaniose visceral

  • https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/legislacao/index.php?p=6297

  • Malária, leptospirose, tétano e leishmaniose visceral

    GABARITO- C


ID
2250157
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A úlcera por pressão (UPP) constitui uma das principais lesões da pele que acomete pessoas vulneráveis internadas nos hospitais, seja em ambiente de clínica ou em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em relação à UPP, julgue as afirmativas seguintes:

( 1 ) Os fatores comumente associados ao desenvolvimento de UP,P em pacientes de unidade de terapia intensiva, são imobilidade no leito, nutrição alterada e idade avançada.
( 2 ) A UPP é definida como área que sofre morte celular, desenvolvendo-se quando um tecido mole é comprimido entre uma proeminência óssea e uma superfície dura, por tempo prolongado.
( 3 ) UPP estágio I é aquela que se caracteriza por hiperemia localizada, geralmente sobre uma proeminência óssea. Todavia, a pele permanece íntegra, podendo apresentar-se a área dolorosa.
( 4 ) UPP estágio III é caracterizada por perda total do tecido com exposição óssea, de músculo ou tendão. Pode haver presença de esfacelo em algumas partes do leito da ferida.

A sentença adequada após o julgamento das afirmativas acima é:

Alternativas
Comentários
  • UPP estágio IV é caracterizada por perda total do tecido com exposição óssea, de músculo ou tendão. Pode haver presença de esfacelo em algumas partes do leito da ferida.


ID
2250160
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre a hanseníase, julgue as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Não entendi, acho que as alternativas D e E estão corretas!

  •                                                                                                GAB. Letra D

     

    a) O agente causador da hanseníase tem ALTA Infectividade e BAIXA Patogenicidade, isto é, infecta MUITAS pessoas, no entanto POUCAS adoecem.

     

    b) O diagnóstico precoce da hanseníase e seu tratamento adequado evitam a evolução da doença, consequentemente, impedem a instalação das incapacidades físicas por ela provocadas. A hanseníase é uma doença curável.

     

    c) Dentre as pessoas que adoecem, algumas apresentam resistência ao agente causador da hanseníase, constituindo os casos PAUCIBACILARES (PB), que não são considerados importantes fontes de infecção da doença, devido à sua baixa carga bacilar.

     

    d) CORRETA. A hanseníase é uma doença bacteriana infectocontagiosa de evolução lenta que se manifesta principalmente por sinais e sintomas dermatoneurológicos: lesões na pele e nos nervos periféricos.

     

    e) Logo no início do tratamento, a transmissão da doença é interrompida e, se o tratamento é realizado de forma completa e correta, a cura é garantida.

     

     

    - Guia de Vigilância em Saúde, MS, 2016.

  • letra d

    OBS: 

     e)

    Quando uma pessoa doente inicia o tratamento quimioterápico para hanseníase, ela deixa de ser transmissora da doença APÓS 24HORAS (1DIA) da primeira dose da medicação.

  • Erro da letra E está na palavra quimioterapia....o tratamento de hanseníase é poliquimioterapia( PQT). Conforme citado no Guia de Hanseníase do MS. "O tratamento da hanseníase é realizado através da associação de medicamentos 
    (poliquimioterapia – PQT) conhecidos como Rifampicina, Dapsona e Clofazimina. 
    Deve-se iniciar o tratamento já na primeira consulta, após a definição do diagnóstico.

  • Correta: D

    Letra E, está errada, o tratamento é poliquimioterápico (PQT), e não quimioterápico, como mencionado na questão.

  • A D e a E estão corretas. O paciente após a primeira dose tem mais de 90% dos bacilos eliminados e passa a não transmitir mais a doença


ID
2250163
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

O técnico em enfermagem que não administrar um medicamento, conforme prescrição médica, ocasionando óbito ao paciente, constituirá caso de:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra A.

     

     

    NEGLIGÊNCIA – Palavra chave “deixa de fazer“ ( Conduta omissiva )

    Deixa de executar uma ação que era esperada a realização.

    Deixa de apresentar uma conduta ou atitude que era esperada para a situação.

    Descuido, desatenção e sem a devida precaução.

     

    Exemplos:
    - Flebite pela não troca do acesso venoso.

    - Passa do horário para fazer a medicação ou procedimento ocasionando dano ao paciente.”

    - Não trocar o curativo do paciente diariamente, conforme prescrição de cuidados e , com isso agravar a lesão.

     

     

    IMPRUDÊNCIA – A palavra chave aqui é correr riscos!

    Ação precipitada e sem a devida cautela.

    Realizada atitude diversa da esperada.

     

    Exemplos:

    -Transportar paciente em maca sem proteção lateral.

    - Realizar punção venosa sem a utilização de luvas.

     

     

     

    IMPERÍCIA– A palavra chave é “NÃO SABE FAZER, FALTA DE CONHECIMENTO

    Não tem aptidão, devida qualificação técnica, não tem a teoria ou a devida prática ou  conhecimento para a realização de um fato.

     

    Exemplos:

    - Seccionar nervo ciático após injeção intramuscular devido não saber o posicionamento anatômico.

    - Desconhece as etapas para a realização da passagem de sonda nasoenteral.

    - Administrar medicação de via enteral na parenteral.

  • não concordo com a resposta, pois o caso não é de impericia e sim de indolencia, que é o mesmo que negligencia, o técnico tem a pericia, mas não fez a medicação.


ID
2250166
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Na unidade do paciente, a cama fechada é:

Alternativas

ID
2250169
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre o nitroprussiato de sódio, podemos afirmar que é uma droga:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra A.

     

    De acordo com a Revista Brasileira de Cardiologia.

     

    Nitroprussiato de Sódio

     

    Cabe ressaltar a importância do nitroprussiato de sódio e da nitroglicerina, que são vasodilatadores ( vasopressora ) potentes de ação direta com início de ação imediato e meia-vida curta.

     

    O mecanismo de ação em nível celular consiste na decomposição de sua molécula em um metabólico ativo, óxido nítrico (NO), que estimula a guanilato-ciclase presente no músculo liso vascular, aumentando os níveis de GMP cíclico, que exerce ação vasodilatadora.

     

    O nitroprussiato de sódio, que apresenta ação balanceada, promove uma diminuição da pré e pós-cargas e aumento do débito cardíaco na insuficiência cardíaca severa, e também provoca queda do consumo miocárdico de oxigênio no infarto agudo do miocárdio.

     

    Portanto, o nitroprussiato de sódio pode ser útil no tratamento do choque cardiogênico, pois determina redução das pressões de enchimento ventricular, e aumento do débito cardíaco, desde que associado a agente inotrópico positivo, tendo como fator limitante, a hipotensão arterial.

  • VASOPRESSORA


ID
2250172
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Entende-se por cuidados de enfermagem:

Alternativas
Comentários
  • Ação planejada.


ID
2250175
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Uma prescrição médica apresentava Ringer Lactato 720 ml, infundir 60 gotas/min. Quantos ml devem ser administrados por hora?

Alternativas
Comentários
  • ** 1 ml = 20 gotas (pela literatura)  

    Prescrição: Ringer Lactato 720 ml, infundir 60 gotas/min. Quantos ml** devem ser administrados por hora (1h = 60min)

    20gts = 1ml                    1minuto ---- 3ml                      1x = 180       x = 180/1 = 180ml/ h

    60gts = 3ml                    60 minutos ---- X

     

     


ID
2250178
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre a coleta de escarro para exame bacteriológico de diagnóstico da tuberculose, assinale a alternativa verdadeira.

Alternativas
Comentários
  • As amostras devem ser coletadas em local aberto, de preferência ao ar livre ou em sala bem arejada.

  • D: PREFERENCIALMENTE EM JEJUM, MAS SEM SER OBRIGADO.

  • D: PREFERENCIALMENTE EM JEJUM, MAS SEM SER OBRIGADO.

  • Gabarito: Letra E.

     

     

    De acordo com Tratamento Diretamente Observado (TDO) da Tuberculose na Atenção Básica.Protocolo de Enfermagem.Brasília-DF.2011

     

     

    a) Errada.

    Não deve ser exposta diretamente à luz solar , uma vez que a tuberculina desnaturaliza com essa exposição.

     

    b) Errada.

    Considerações gerais para a conservação e o armazenamento das amostras clínicas

    Em relação à conservação da amostra do escarro, elas poderão ficar em temperatura ambiente e ao abrigo da luz solar por um período máximo de 24 horas.

     

    c) Errada.

    Considerações gerais para a conservação e o armazenamento das amostras clínicas

    Se a demora para o envio ao laboratório for superior a um dia, as amostras deverão ser mantidas refrigeradas entre 2°C e 8°C, para que não deteriorem e se evite a ocorrência de resultados falso-negativos.

    Conforme a Organização Mundial de Saúde, essas amostras podem ficar refrigeradas de cinco a sete dias, no máximo, em locais de difícil acesso a um laboratório. Depois disso, devem ser imediatamente processadas.

     

    d) Errada.

    Preferencialmente em jejum, ou seja, o paciente não necessita se encontrar em jejum.

     

    e) Correta.


ID
2250181
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

São sintomas da dengue:

Alternativas
Comentários
  • Febre alta (39 a 40 graus) de início abrupto, dor atrás dos olhos, dores no corpo e articulações e dor de cabeça; 

  • GABARITO A.

    VALE LEMBRAR QUE UMA MESMA PESSOA PODE TER CONTATO COM 4 SOROTIPOS DA DENGUE (DENV 1,2,3,4)

    TEMOS TAMBEM COMO SINTOMA VÔMITOS. DOR ATRÁS DOS OLHOS, DOR MUSCULAR INTENSA.

    DIAGNÓSTICO.

    FAZEMOS O ELISA = APÓS 5 DIA.

    PODEMOS REALIZAR A PROVA DO LAÇO, DESENHA UM QUADRO NO ANTEBRAÇO DE 2,5CM X 2,5CM .

    MAS ANTES VERIFICA A PA E SOMA A PAS E PAD E DIVIDE POR 2, QUE VAI DAR O VALOR MÉDIO.

    E LOGO EM SEGUIDA PEGA E INSUFLA ATÉ AO VALOR MÉDIA E DEIXA POR 5 MINUTOS.

    APARECEU MAIS DE 20 PETÉQUIAS  PARA ADULTO E 10 PETÉQUIAS PARA CRIANÇAS. POSITIVO PARA DENGUE;

    NÃO PODE DAR AAS PARA PACIENTE COM DENGUE.

    APENAS MEDICAMENTO PARA DOR E UMA INGESTA DE LIQUIDOS E ALIMENTOS.

     


ID
2250184
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Assinale a sentença que diz respeito somente a doenças sexualmente transmissíveis

Alternativas
Comentários
  • Sífilis, hepatite B, herpes simples e papiloma vírus humano 

  • Fiquem atentos! Só de saber que a filariose e a esquistossomose não são doenças sexualmente transmissíveis dá para eliminar as alternativas A,B,D e E, ou seja, o gabarito só pode ser D!

    Bons estudos!


ID
2250187
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre produtos saneantes, julgue as sentenças abaixo:


( I ) Os álcoois etílico e isopropílico são os principais desinfetantes utilizados em serviços de saúde e não possuem característica esporicida.

( II ) Compostos liberadores de cloro como hipoclorito de sódio apresentam ação bactericida e esporicida, a depender da concentração de uso, porém não possuem ação virucida.

( III ) O ácido peracético é um desinfetante sem efetividade na presença de matéria orgânica.


Assinale a afirmativa verdadeira.

Alternativas
Comentários
  • ( I ) Os álcoois etílico e isopropílico são os principais desinfetantes utilizados em serviços de saúde e não possuem característica esporicida.

  • O ácido peracético é um desinfetante MENOS efetivo na presença de matéria orgânica.


ID
2250190
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Uma vítima foi picada por uma serpente conhecida como jararaca em terço distal do membro inferior esquerdo. Uma conduta geral a ser feita no local do acidente é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra B.

     

     

     

    De acordo com o Manual de Diagnôstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos.FUNASA.Brsaília-DF.2001

     

     

     

    6.2. Tratamento geral Medidas gerais devem ser tomadas como:

     

    a) Manter elevado e estendido o segmento picado;

     

    b) Emprego de analgésicos para alívio da dor;

     

    c) Hidratação: manter o paciente hidratado, com diurese entre 30 a 40 ml/hora no adulto, e 1 a 2 ml/kg/hora na criança;

     

    d) Antibioticoterapia: o uso de antibióticos deverá ser indicado quando houver evidência de infecção. As bactérias isoladas de material proveniente de lesões são principalmente Morganella morganii, Escherichia coli, Providentia sp e Streptococo do grupo D, geralmente sensíveis ao cloranfenicol. Dependendo da evolução clínica, poderá ser indicada a associação de clindamicina com aminoglicosídeo.

  • COMPLETANDO: ESTENDER MEMBRO E COMPRIMIR NO COMPARTIMENTO DA PICADA.


ID
2250193
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A principal pneumoconiose no Brasil é a:

Alternativas
Comentários
  • Resumindo: Pneumoconiose é como se fosse o coletivo de "todas" as doenças ocupacionais ligada ao pulmão. Embora quase todas as alternativas seja de alguma anormalidade ligada a esse órgão, note que o enunciado pede A PRINCIPAL doença no Brasil.


ID
2250196
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Foi prescrito 0,5 g de Cefalotina® endovenosa de 6/6h. Na clínica, tenho frascos com 25 mg/ml. Quanto devo administrar?

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra D.

     

    Cefalotina sódica é um antibactericida, de uso injetável conhecido comercialmente como Keflin. Cefalotina sódica é indicada para o tratamento de infecções graves causadas por cepas suscetíveis dos micro-organismos.

     

                                                         Prescrição                                                                           Disponível

                                   0,5 g de Cefalotina® endovenosa de 6/6h.                                 Cefalotina® frascos com 25 mg/ml.    

     

     

    Obs: Sabendo que 1g = 1000 mg, então:                         1g --------------------------------- 1000 mg  

                                                                                          0,5 g ---------------------------------   x                           x= 500 mg

     

     

    25 mg ---------------------------------------------- 1 ml

    500 mg---------------------------------------------- X ml            25 X= 500     X= 20 ml.

     


ID
2250199
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A sintomatologia clássica de um choque cardiogênico é:

Alternativas
Comentários
  • Alguma alma caridosa sabe me dizer qual a justificativa desse gabarito ser C em vez de E???

  • Não entendi esse gabarito....

  • É ou não é, sem noção?

  • O choque cardiogênico é aquele em que a má perfusão tecidual é resultado do baixo débito cardíaco oriundo de uma patologia cardíaca propriamente dita. A causa mais comum é o infarto agudo do miocárdio (IAM), também há causas mecânicas, como doenças valvares (valvopatias). O diagnóstico clínico de choque cardiogênico é feito na presença de hipotensão arterial (pressão arterial sistólica (PAS) <90mmHg ou 30mmHg abaixo do valor basal), evidências de hipoperfusão tissular, tais como, oligúria, cianose, extremidades frias e alteração nos níveis da consciência. A persistência do estado de choque, após a correção de fatores miocárdicos e extracardíacos, que contribuem para a redução da perfusão tecidual, como hipovolemia, arritmias, hipóxia, distúrbios metabólicos e do equilíbrio ácido-básico. Os sintomas e sinais do choque cardiogênico são: Pressão arterial baixa; Palidez; Sonolência, fraqueza; Redução da quantidade de urina. Confusão mental e ansiedade devido à diminuição da perfusão cerebral; Extremidades frias e sudorese, devido à diminuição da pressão arterial e do débito cardíaco; Taquicardia (frequência cardíaca rápida, mas fraca); Oligúria (baixa produção de urina), devido à diminuição do fluxo sanguíneo para os rins; Fadiga devido à hiperventilação enquanto os pulmões tentam corrigir o acúmulo de ácido no sangue; Logo, a sintomatologia clássica é pulso fraco, hipotensão e diurese reduzida e não pulso rápido e fraco, convulsão, hipotensão, já que a convulsão não é um sintoma que caracteriza o choque cardiogênico.

    Reposta da Banca C

    Resposta do Professor E


    Bibliografia Brunner LS, Suddarth DS. Tratado de Enfermagem: Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Knobel E. Choque cardiogênico. Arq Bras Cardiol volume 72, (nº 4), 1999. Mourao-Junior CA. Fisiopatologia do choque. HU Revista, Juiz de Fora, v. 40, n. 1 e 2, p. 75-80, jan./jun. 2014
  • Erraram o gabarito ...

     

    na C fala sobre convulsao o certo seria confusao da letra E e o que esta mais completo

  • eu acertei E por q em momento nenhum fala de convulsão como sintomas do choque cardiogenico .....

  • Então a letra é também está certa!!!

  • RESPOSTA DA PROFESSORA:


    ''O choque cardiogênico é aquele em que a má perfusão tecidual é resultado do baixo débito cardíaco oriundo de uma patologia cardíaca propriamente dita. A causa mais comum é o infarto agudo do miocárdio (IAM), também há causas mecânicas, como doenças valvares (valvopatias). O diagnóstico clínico de choque cardiogênico é feito na presença de hipotensão arterial (pressão arterial sistólica (PAS) <90mmHg ou 30mmHg abaixo do valor basal), evidências de hipoperfusão tissular, tais como, oligúria, cianose, extremidades frias e alteração nos níveis da consciência. A persistência do estado de choque, após a correção de fatores miocárdicos e extracardíacos, que contribuem para a redução da perfusão tecidual, como hipovolemia, arritmias, hipóxia, distúrbios metabólicos e do equilíbrio ácido-básico. Os sintomas e sinais do choque cardiogênico são: Pressão arterial baixa; Palidez; Sonolência, fraqueza; Redução da quantidade de urina. Confusão mental e ansiedade devido à diminuição da perfusão cerebral; Extremidades frias e sudorese, devido à diminuição da pressão arterial e do débito cardíaco; Taquicardia (frequência cardíaca rápida, mas fraca); Oligúria (baixa produção de urina), devido à diminuição do fluxo sanguíneo para os rins; Fadiga devido à hiperventilação enquanto os pulmões tentam corrigir o acúmulo de ácido no sangue; Logo, a sintomatologia clássica é pulso fraco, hipotensão e diurese reduzida e não pulso rápido e fraco, convulsão, hipotensão, já que a convulsão não é um sintoma que caracteriza o choque cardiogênico. 


    Reposta da Banca C 


    Resposta do Professor E 



    Bibliografia Brunner LS, Suddarth DS. Tratado de Enfermagem: Médico-Cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Knobel E. Choque cardiogênico. Arq Bras Cardiol volume 72, (nº 4), 1999. Mourao-Junior CA. Fisiopatologia do choque. HU Revista, Juiz de Fora, v. 40, n. 1 e 2, p. 75-80, jan./jun. 2014''


ID
2250202
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

O agente causador da siderose é:

Alternativas
Comentários
  • O agente causador da siderose é:a poeira de ferro.


ID
2250205
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A ergonomia tem como objetivo principal:

Alternativas
Comentários
  • Chamada também de pulmão de soldador, é uma intoxicação caracterizada por depósitos de poeira de ferro nos tecidos humanos. Geralmente se refere a doença pulmonar causada pela inalação de óxido de ferro em trabalhadores de siderúrgicas, por isso o apelido "pulmão de soldador".

  • letra D


ID
2250208
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre a infecção pelo HIV, julgue as afirmativas abaixo:

( I ) A infecção aguda é definida como o período das primeiras semanas de infecção pelo HIV. Essa fase é acompanhada por um conjunto de manifestações clínicas,denominado Síndrome Retroviral Aguda (SRA), cujos principais achados clínicos incluem: febre, adenopatia, faringite, exantema, mialgia e cefaleia.

( II ) A SRA é autolimitada e a maior parte dos sinais e sintomas desaparece em torno de três a quatro semanas. A sorologia para a infecção pelo HIV é geralmente negativa nessa fase.

( III ) O aparecimento de infecções oportunistas e neoplasias é definidor da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Entre as infecções oportunistas, destacam-se: pneumocistose, neurotoxoplasmose, tuberculose pulmonar atípica ou disseminada, meningite criptocócica e retinite por citomegalovírus.


Assinale a sentença correta. 

Alternativas
Comentários
  • A infecção pelo HIV pode ser divida em quatro fases clínicas: 1) Infecção Aguda; 2) Fase assintomática ou latência clínica; 3) Fase sintomática inicial; 4) AIDS.

  • GABARITO INCORRETO

    Infecção aguda

    Esta fase da doença é também chamada de SRA ou infecção primária, e se manifesta clinicamente

    em pelo menos 50% dos pacientes. O diagnóstico é pouco realizado, devido ao baixo índice de suspeição, sendo, em sua maioria, retrospectivo. Existem evidências de que a imunidade celular desempenha papel

    fundamental no controle da viremia. A infecção aguda caracteriza-se tanto por viremia elevada, quanto

    por resposta imune intensa e queda rápida na contagem de linfócitos T CD4+ de caráter transitório. [...] A SRA é autolimitada e a maior parte dos sinais e sintomas desaparece em 3 a 4 semanas. Linfadenopatia, letargia e astenia podem persistir por vários meses.

    REFERÊNCIA: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_3ed.pdf


ID
2250211
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

O choque hipovolêmico apresenta o seguinte quadro clínico:

Alternativas
Comentários
  • Sintomas e sinais do choque:


    • Pulso rápido, porém fraco (110 por minuto ou mais);
    • Respiração rápida e curta (30 ou mais respirações por minuto);
    • Pressão arterial baixa (sistólica - a maior - igual ou menor do que 80 mm Hg);
    • Palidez (especialmente da mucosa das pálpebras, palmas das mãos ou à volta da boca);
    • Cianose (arroxeamento) de extremidades, orelhas, lábios e pontas dos dedos;
    • Transpiração ou pele úmida e fria (principalmente testa e palmas das mãos);
    • Pupilas dilatadas;
    • Taquicardia;
    • Sede excessiva (pedido de água);
    • Visão nublada;
    • Ansiedade, confusão ou inconsciência;
    • Expressão de ansiedade ou olhar indiferente profundo;
    • Perda total ou parcial de consciência.

  • QUESTÃO  MUITO MAL ELABORADA.

  • QUESTÃO ANULADA SEM DÚVIDA!!

  • Choque hipovolêmico é condição clínica ou cirúrgica na qual ocorre perda rápida de fluídos que resulta no fracasso de múltiplos órgãos devido a perfusão inadequada. A maior parte dos choque hipovolêmico é secundária a perda rápida de sangue (choque hemorrágico). Assim a hipovolemia leva a uma hipoperfusão tecidual , com desequilíbrio no aporte de Oxigênio e substratos energéticos que podem causar sofrimento dos tecidos até a morte. Deste modo, o choque caracteriza-se clinicamente pela combinação de hipotensão (PAM<60 mmHg), taquicardia, taquipneia, hipersudorese e sinais de hipoperfusão periférica como sejam a palidez, a cianose, extremidades frias e úmidas, oligúria (redução da diurese), acidose metabólica, alterações sensoriais e do estado de consciência.

    Portanto o choque hipovolêmico apresenta redução do volume urinário(oliguria), hipotensão arterial, hipotermia, taquicardia, palidez e sudorese.

    Gabarito do Porfessor: LetraB


    Bibliografia


    Swearingen PL, Keen JH. Manual de Enfermagem no Cuidado Crítico: Intervenções de Enfermagem e Problemas Colaborativos. 4º edição, ed. Artmed, Porto Alegre, 2007.

    Guyton, A. C. e Hall, J.E. Tratado de Fisiologia Médica, 12ª Edição. Editora Elsevier, 2011.
  • Questão mal elaborada e que deveria ser anulada. 


ID
2250214
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

São sinais e sintomas mais característicos de um infarto agudo do miocárdio (IAM):

Alternativas
Comentários
  • Torpor · Ausência ou escassez de energia; ausência de desejo para atuar ou agir; indolência;

  • A dor torácica pode se irradiar para o braço esquerdo, base do pescoço ou epigástrio, ser acompanhada de náuseas e vômitos, sudorese, falta de ar, palpitações e até síncopes.


ID
2250217
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A assistência de enfermagem perioperatória compreende cuidados de enfermagem ao paciente, desde sua admissão no hospital para realizar procedimento cirúrgico, até o momento da alta hospitalar. Dentro desse amplo período assistencial, que inclui a clínica cirúrgica e o centro cirúrgico, são cuidados do técnico de enfermagem:

( I ) Obter informações do paciente sobre algum tipo de alergia, seja ela de qualquer natureza, registrar em prontuário e informar ao enfermeiro plantonista.

( II ) Recomendar ao paciente que, no dia da cirurgia, o mesmo deve realizar higiene íntima e pessoal antes de ser conduzido ao centro cirúrgico, desde que não molhe os cabelos e o couro cabeludo.

( III ) Quanto aos adornos, joias e prótese dentária o paciente deve ser informado pelo técnico de enfermagem para retirá-las apenas na sala de cirurgia, para não correr o risco de perdê-las. A circulante de sala operatória do centro cirúrgico fica responsável pela guarda de todos os adornos do paciente em segurança.

( IV ) Na sala de recuperação pós-anestésica, o técnico de enfermagem deve estar atento aos sinais vitais do paciente continuamente, comunicando ao enfermeiro do setor sobre qualquer alteração e registrar em prontuário.

( V ) Estando o paciente na clínica cirúrgica em pós-operatório, o técnico de enfermagem tem autonomia para retirar sonda vesical de demora do paciente, quando este referir intenso desconforto, desde que deixe registrada sua conduta no prontuário. É correto o que consta em:

Alternativas
Comentários
  • ( I ) Obter informações do paciente sobre algum tipo de alergia, seja ela de qualquer natureza, registrar em prontuário e informar ao enfermeiro plantonista.

    ( II ) Recomendar ao paciente que, no dia da cirurgia, o mesmo deve realizar higiene íntima e pessoal antes de ser conduzido ao centro cirúrgico, desde que não molhe os cabelos e o couro cabeludo.

    ( IV ) Na sala de recuperação pós-anestésica, o técnico de enfermagem deve estar atento aos sinais vitais do paciente continuamente, comunicando ao enfermeiro do setor sobre qualquer alteração e registrar em prontuário.

  • ATRIBUIÇÕES DO TÉCNICO

    A - obter informações do paciente sobre algum tipo de alergia, seja ela de qualquer natureza, registrar em prontuário e informar ao enfermeiro plantonista

    B - Recomendar ao paciente que, no dia da cirurgia, o mesmo deve realizar higiene íntima e pessoal antes de ser conduzido ao centro cirúrgico, desde que não molhe os cabelos e o couro cabeludo

    C - Quanto aos adornos, joias e prótese dentária o paciente deve ser informado pelo técnico de enfermagem para retirá-las ANTES DO ENCAMINHAMENTO PARA A SALA DE OPERAÇÃO

    D - Na sala de recuperação pós-anestésica, o técnico de enfermagem deve estar atento aos sinais vitais do paciente continuamente, comunicando ao enfermeiro do setor sobre qualquer alteração e registrar em prontuário

    E - Estando o paciente na clínica cirúrgica em pós-operatório, o técnico de enfermagem NÃO tem autonomia para retirar sonda vesical de demora do paciente (PROCEDIMENTO PRIVATIVO DO ENFERMEIRO)


ID
2250220
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Segundo o Ministério da Saúde (2014), são características clínicas que levantam suspeita de Diabetes Mellitus:

Alternativas
Comentários
  • 4P´S DA DIABETES

  • Poliúria, polifagia, proteinúria e polidipsia


    na verdade são 5 P.


    perca de peso.

  • Gabarito incorreto. Segundo caderno de atenção básica 36, Pagina 30:

    Os sinais e sintomas característicos que levantam a suspeita de diabetes são os “quatro P’s”:

    poliúria, polidipsia, polifagia e perda inexplicada de peso. Embora possam estar presentes no

    DM tipo 2, esses sinais são mais agudos no tipo 1, podendo progredir para cetose, desidratação e

    acidose metabólica, especialmente na presença de estresse agudo. Sintomas mais vagos também

    podem estar presentes, como prurido, visão turva e fadiga.

    Proteinuria não se classifica como caracteristica clinica para suspeição de DM, e sim como Complicações crônicas/doenças intercorrentes.

    Logo, questão sem gabarito correto. Passível de anulação.


ID
2250223
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre pós-operatório imediato, marque V para sentenças verdadeiras e F para sentenças falsas.

( ) Devido a prejuízo momentâneo da consciência provocado pela anestesia geral devem-se manter as grades do leito sempre elevadas, garantindo segurança do paciente.

( ) Devido à sondagem vesical de demora e dificuldade de mobilidade relacionada com a dor em ferida operatória e sonda recomendase banho no leito no pós-operatório imediato.

( ) Devido a risco de broncoaspiração, todo paciente em pós-operatório imediato deve permanecer em posição de decúbito ventral com cabeça lateralizada.

( ) Devido à presença de tubos, cateteres e drenos, deve-se verificar o funcionamento adequado dos mesmos, garantindo conforto e segurança ao paciente.

Assinale a alternativa que contém a sequência correta.

Alternativas

ID
2250226
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

O calendário vacinal do adolescente tem a vacina contra o HPV e deve obedecer ao seguinte esquema:

Alternativas
Comentários
  • ATUALIZAÇÃO

    • Meninas de 9 a 14 anos podem tomar a vacina gratuitamente no SUS

    • Meninos de 11 a 14 anos podem tomar a vacina gratuitamente no SUS.

    • Para os que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica.

    REFERÊNCIA: INCA - https://www.inca.gov.br/perguntas-frequentes/quem-pode-ser-vacinado-contra-o-hpv#:~:text=Meninas%20de%209%20a%2014,%2C%202%20e%206%20meses).


ID
2250229
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre os períodos da experiência cirúrgica, associe as afirmativas a seguir.  

( 1 ) Período de 24 horas antes do procedimento anestésico-cirúrgico estendendo-se até o encaminhamento do paciente ao Centro Cirúrgico

( 2 ) Começa no início do procedimento anestésico-cirúrgico e vai até o seu término

( 3 ) Compreende as primeiras 24 horas após a intervenção anestésico-cirúrgica

( 4 ) Compreende a chegada do paciente da sala de operação até sua alta para a unidade de origem

( 5 ) Inicia-se após as primeiras 24 horas que seguem à cirurgia e se estende até alta do paciente ou mesmo após seu retorno ao domicílio. 

( ) Pós-operatório imediato

( ) Pré-operatório imediato

( ) Recuperação pós-anestésica

( ) Pós-operatório mediato

( ) Intraoperatório

Assinale a alternativa que representa a sequência correta.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra A ( 3, 1, 4, 5, 2 ).

     



     

    ( 3 ) Pós-operatório imediato

    Compreende as primeiras 24 horas após a intervenção anestésico-cirúrgica.

     

    ( 1 ) Pré-operatório imediato

    Período de 24 horas antes do procedimento anestésico-cirúrgico estendendo-se até o encaminhamento do paciente ao Centro Cirúrgico.

     

    ( 4 ) Recuperação pós-anestésica

    Compreende a chegada do paciente da sala de operação até sua alta para a unidade de origem.

     

    ( 5 ) Pós-operatório mediato

    Inicia-se após as primeiras 24 horas que seguem à cirurgia e se estende até alta do paciente ou mesmo após seu retorno ao domicílio. 

     

    ( 2 ) Intraoperatório

    Começa no início do procedimento anestésico-cirúrgico e vai até o seu término
     


ID
2250232
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Marque a alternativa que apresenta somente desconfortos na recuperação pós-anestésica.

Alternativas

ID
2250235
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Sobre os tipos de limpeza de sala de operação (SO), julgue as sentenças abaixo com ( V ) para sentenças verdadeiras e ( F ) para sentenças falsas.

( ) Limpeza preparatória é feita pelo circulante de sala e profissional do serviço de higienização, cerca de uma hora antes do início da primeira cirurgia do dia.

( ) Limpeza concorrente é realizada pelo circulante de sala e profissional do serviço de higienização, ao término da cirurgia, entre dois procedimentos na mesma SO.

( ) Limpeza operatória é realizada exclusivamente pelo circulante de sala durante o procedimento cirúrgico, para remover a matéria orgânica dos locais onde houve contaminação.

( ) Limpeza terminal é feita pelo circulante de sala e pelo instrumentador, envolvendo lavagem completa de toda unidade do centrocirúrgico e das SO, incluindo tetos e paredes. Esse tipo de limpeza é feita mensalmente

A sequência correta é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra D.

     

     

    De acordo com Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies.ANVISA.Brasília-DF.2012

     

     

    São atribuições do serviço de enfermagem a limpeza de todos os equipamentos, foco, mesa cirúrgica, mobiliários e bancadas.

     

    É atribuição do Serviço de Limpeza e Desinfecção em Serviços de Saúde o recolhimento do lixo, limpeza das lixeiras, do teto, paredes e piso.

     

    Quadro 4 – Frequência de Limpeza Terminal Programada.

     

    CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS                                              FREQUÊNCIA

     

    Áreas críticas                                             Semanal (data, horário, dia da semana preestabelecido).

    Áreas não-críticas                                       Mensal (data, horário, dia da semana preestabelecido).

    Áreas semicríticas                                      Quinzenal (data, horário, dia da semana preestabelecido).

    Áreas comuns                                                  (Data, horário, dia da semana preestabelecido).


ID
2250238
Banca
UFMA
Órgão
UFMA
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Marque a alternativa verdadeira em relação ao aleitamento materno.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra C.

     

     

     

    De acordo com o CAB nº 23 SAÚDE DA CRIANÇA Aleitamento Materno e Alimentação Complementar.Brasília-DF.2015

     

     

     

    a) Errada.

     

    A OMS, endossada pelo Ministério da Saúde do Brasil, recomenda aleitamento materno por 2 anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros 6 meses.

    Não há vantagens em se iniciar os alimentos complementares antes dos seis meses, podendo, inclusive, haver prejuízos à saúde da criança, pois a introdução precoce de outros alimentos está associada a:

    Maior número de episódios de diarréia;

     

    b)Errada.

     

    Há evidências de que o aleitamento materno contribui para um melhor desenvolvimento cognitivo (HORTA, 2007).

    A maioria dos estudos conclui que as crianças amamentadas apresentam vantagem nesse aspecto quando comparadas com as não amamentadas, principalmente as com baixo peso de nascimento.

     

    c)Correta.

     

    d) Errada.

     

     Nos primeiros dias, o leite materno é chamado colostro, que contém + (mais) proteínas e - (menos) gorduras do que o leite maduro, ou seja, o leite secretado a partir do 7 ao 10 dia pós-parto.

     

    e) Errada.

     

    Existe um posicionamento adequado para amamentação.