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Prova CONSULPLAN - 2015 - Prefeitura de Patos de Minas - MG - Agente de Administração


ID
3420697
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

De acordo com o texto, qual o interesse da Europa em abrigar os migrantes que atravessam o mar Mediterrâneo?

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? Segundo o texto: Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão?de?obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a ?população europeia se tornará cada vez mais grisalha?.

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
3420700
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

O objetivo do texto é

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? Segundo o título do texto: Refugiados: enfim, a Europa se curva, No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  
    O desafio agora é como integrá?los à sociedade

    ? Ou seja, ele apresentará uma nova posição do continente europeu acerca da crise migratória.

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
3420703
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

De acordo com as informações trazidas no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) Os mulçumanos sofrem preconceito religioso por alguns países europeus.

( ) O primeiro país que os estrangeiros chegaram foi na Alemanha.

( ) O abrigo aos estrangeiros pode trazer uma mistura de raças para a Europa.

( ) O auxílio aos estrangeiros não se justifica apenas em ações humanitárias por parte das autoridades europeias.


A sequência está correta em

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? O primeiro país que os estrangeiros chegaram foi na Alemanha (=falso, visto que o texto não traz essa informação especificamente, ele diz que chegam a estes países: Alemanha, França e Espanha).

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  • (V) Os mulçumanos sofrem preconceito religioso por alguns países europeus.

    "...e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais."

    (F) O primeiro país que os estrangeiros chegaram foi na Alemanha.

    "A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram."

    (V) O abrigo aos estrangeiros pode trazer uma mistura de raças para a Europa.

    " Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância..."

    (V) O auxílio aos estrangeiros não se justifica apenas em ações humanitárias por parte das autoridades europeias.

    "  Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática."


ID
3420706
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros. O desafio agora é como integrá‐los à sociedade”. De acordo com o exposto, é correto afirmar que o referido desafio justifica‐se em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? Segundo o texto: Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração

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  • Engraçado que grande parte dos extremistas muçulmanos são ricos. Ele tentar atribuir o extremismo à situação de pobreza é uma grandessíssima desonestidade intelectual. Normal, entre os esquerdistas, afinal.


ID
3420709
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

Em “‘A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos, disse.” (1º §), o uso de aspas justifica‐se por:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. ?A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos?, disse.

    ? As aspas estão marcando um discurso direto, uma citação direta, marcam a fala de Umberto Eco.

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  • Letra A - são típicas funções das aspas


ID
3420712
Banca
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Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
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Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

“... o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso.” (1º§) O termo sublinhado será substituído sem alteração de sentido por:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? ?... o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso.? (1º§) 

    ? O adjetivo em destaque significa algo "exato", algo com valor mais certo, mais definido.

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  • gab A sem enrolação


ID
3420715
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana.” (1º§) Neste trecho, o acento grave indicador de crase está empregado corretamente. Assinale a alternativa em que o emprego da crase está INCORRETO.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? Os migrantes serão acolhidos por vários países europeus à partir da decisão tomada entre os líderes da União Europeia (=crase empregada incoprretamente antes de verbo, o correto é somente o uso da preposição "a").

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Antes de verbos no infinitivo a CRASE é proibida!

  • Para complementar:

    A alternativa A está correta, pois traz um caso de crase facultativa antes destes nomes: Europa, África, Ásia, Espanha, França, Inglaterra, Holanda e Escócia.

    A alternativa C está correta, porque a crase ocorre em locuções conjuntivas femininas ( à proporção que, à medida que).

    Fonte: Português Descomplicado. Prof. Henrique Nuno


ID
3420718
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce,...” (2º§). “Onde” está empregado corretamente no trecho anterior. Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao seu emprego.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    ? A Europa vive um período onde a solidariedade está em evidência (=emprego incorreto, visto que deve ser empregado para se referir a um lugar, aqui está retomando algo com valor temporal).

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  • O vocábulo “onde” corresponde a “em algum lugar”, ou seja, indica permanência de algo ou alguém em determinado local físico.

    https://www.estudopratico.com.br/o-emprego-correto-de-onde-aonde-donde-no-qual-do-qual-e-em-que/

  • Nesse caso eu não posso usar o pronome onde, Onde está se referindo à palavra período e não pode, período não é lugar fixo.

    Aqui eu posso usar em que, na qual.

  • Onde se refere à palavra "período", o pronome relativo "onde" só pode ser referir a lugares.o

  • O pronome "onde" deve retoma lugares, o que não acontece na alternativa C.

  • Onde retoma apenas lugares

  • Como dito anteriormente, onde costuma ser utilizado como  de lugar ou como . Essa palavra possui noção de lugar, mas sempre no sentido estático, permanente, isto é, sem movimento.

  • Arthur Carvalho

    exelente explicação :)

  • Assertiva c

    A Europa vive um período onde a solidariedade está em evidência.

  • GABARITO C

    ONDE é usado apenas para indicar LUGARES e pode ser substituído SEMPRE por EM QUE.

    bons estudos

  • PESSOAL O CORRETO SERIA QUANDO NO LUGAR DE ONDE NA ALTERNATIVA C DE CONCURSEIRO

    ; )

  • C de Covid

  • Gabarito: letra C

    O correto seria trocar a palavra "onde" por "no qual" ou "em que".

  • AONDE QUE NA ALTERNATIVA (A) E (D) SE REFERIU A LUGAR?, EM RELAÇÃO AO SENTIDO DADO A RESPOSTA CERTA (C), ALGUÉM ME TIRA ESSA DÚVIDA, PRA MIM AS 3 SÃO A MESMA COISA.

  • @Alex dos Santos; na letra A o pronome "onde" faz referência a "Austrália", que traz uma ideia de lugar, já na letra D é a "Europa", pelo menos foi isso que eu entendi

  • Soliedariedade não é um lugar físico, logo o emprego deveria ser "aonde". GAB: C

  • A Europa vive um período cuja solidariedade está em evidência.


ID
3420721
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

“A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram.” (3º§) Os termos sublinhados, de acordo com a classe gramatical de palavras, são classificados, respectivamente, como

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? ?A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram.? (3º§)

    ? Respectivamente, temos um pronome relativo, um pronome demonstrativo e um advérbio que indica um valor locativo (=lugar).

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Na versão Mobile do QC não está aparecendo os quesitos sublinhados!
  • Fica complicado responder uma questão se os comandos do enunciado estão incompletos!!!

    Brincadeira hein CQ!

  • estranho, pelo que eu entendo, "ONDE" é um pronome.

  • AONDE

    advérbio -ao lugar que (em que direção); para o lugar que (para que direção); para "quer saber a. pode ir"


ID
3420724
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Refugiados: enfim, a Europa se curva

No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros.  

O desafio agora é como integrá‐los à sociedade.


      Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará muito sangue.” Diante da atual crise de migrantes e refugiados pela qual passa o continente, que recebeu 350 mil estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos de diversos países receberam os refugiados com mensagens de boas vindas, alimentos e roupas, as autoridades da União Europeia se curvaram à gravidade da situação, e decidiram abrir as fronteiras para acolher 160 mil pessoas e dividi‐las entre os 22 países do bloco. A maioria vai para Alemanha, França e Espanha. O processo continua sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida.

      Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O mesmo relatório concluiu que, nos próximos anos, a “população europeia se tornará cada vez mais grisalha”. Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes.

      A recente onda de solidariedade começou em Berlim, que suspendeu a Convenção de Dublin e permitiu que refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 bilhões de euros nessa crise.

      Enquanto a Europa desperta para a nova realidade, em que a miscigenação ganha importância, a religião permanece como um dos principais entraves para a integração. Ainda que não existam dados consolidados sobre o tema, as nações que mais exportam migrantes, Síria e Afeganistão, são de maioria muçulmana e representantes de países como Hungria, Bulgária e Chipre já disseram preferir os cristãos aos muçulmanos com o argumento de que aqueles se adaptariam melhor aos costumes locais. Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria foi além. Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país. Os muçulmanos de lá tiveram seus feriados religiosos reconhecidos, mas só podem realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os contrários à lei, o resultado é justamente o oposto. “Por que um muçulmano se torna fundamentalista na França?”, pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?”

(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_ REFUGIADOS+ ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)

Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país.” (4º§) O trecho sublinhado exprime a ideia de:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? ?Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país.? ? temos o pronome relativo "que" dando início a uma oração subordinada adjetiva explicativa (=entre pontuação).

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ID
3420727
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

João desenhou uma figura de 18 lados, que considerando a ordem crescente do tamanho dos lados, cada um era 5 mm maior que o anterior. Sabendo que essa figura tem 98,1 cm de perímetro, então o tamanho do menor lado, em centímetros, é:

Alternativas
Comentários
  • segue o vídeo para a resolução da questão:

    https://www.youtube.com/watch?v=HiXdbdwDMsk

  • Rusticamente:

    O primeiro lado valerá x, o segundo, x+n, o terceiro, x+2n, x+3n, ..., x+17n (último lado). O n vale 5 mm.

    P = 18x + n(17+16+15+...+1) - deixei em evidência o n.

    98,1 = 18x + 0,5.153

    98,1 = 18x + 76,5

    98,1 - 76,5 = 18x

    21,6 =18x

    21,6 / 18 = x = 1,2 cm.

  • Soma dos termos de uma P.A. = Perímetro

    Sn = n . (a1 + an) / 2

    Sn --> valor do perímetro = 98,1

    n --> número de elementos (lados) = 18

    r --> razão = 5 mm, ou seja, 0,5 cm

    a1 --> primeiro lado = X (desconhecido)

    an --> termo geral da P.A. = an = a1 + (n - 1) . r ==> a18 = X + (18 - 1) . 0,5 ==> a18 = X + 8,5

    Encontrado o termo an, após aplicar o termo geral da P.A., aplicar o valor obtido na Soma dos termos de uma P.A.

    Sn = n . (a1 + an) / 2

    98,1 = 18 . (X + X + 8,5) / 2

    98,1 = 18X + 76,5

    18X = 21,6

    X = 1,2 cm

    Logo, o menor lado dessa figura será 1,2 cm.


ID
3420730
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Não definido

Considere a sequência a seguir:


x , x + 3 , 2x + 6, 2x + 9 . . .


Sabendo que o valor do sétimo termo é igual a 74 , então o valor de x é:

Alternativas

ID
3420733
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em uma fábrica de pijamas um trabalhador trabalhando oito horas por dia consegue tecer 90 pijamas em seis dias. O número de dias necessários para esse trabalhador tecer 150 peças trabalhando quatro horas por dia é:

Alternativas
Comentários
  • Horas\dia---------- pijamas------------ dias

    8------------------------- 90----------------- 6

    4---------------- --------150--------- --------X

    Quero saber o X. Eu particularmente vejo se as grandezas são diretamente ou inversamente proporcionais usando setas pra cima ou pra baixo.

    A análise da grandeza não deve ser feita em 'dupla". Você pega a coluna da incógnita(dias) e a analisa junto com os pijamas, depois a analisa novamente com horas\dias

    Análise: Quanto mais dias eu trabalhar, menos horas\dia estarei trabalhando(se você demora mais dias pra concluir o trabalho, está trabalhando menos do que deveria). portanto, os dias são inversamente proporcionais a horas\dia.

    Análise 2: Quanto mais dias eu trabalhar, mais pijamas farei. Os dias são diretamente proporcionais ao número de pijamas

    Aplicando isso ao esquema ficará assim:

    Horas\dia(seta pra baixo) -----------pijamas(seta pra cima)------------- dias(seta pra cima)

    4 -----------------------------------------------------90--------------------------------- 6

    8---------------------------------------------------- 150 ----------------------------------X

    Montagem da conta:

    6\x = 90\150 . 4\8

    6\x = 9\15 . 2\4

    6\x = 3\5 . 2\4

    6\x = 6\20

    6x = 120

    x = 120\6

    x = 20

    Não deve ter ficado tão claro, mas já é alguma coisa

  • 8 x 150 x 6 = 4 x 90 x X

    7.200 = 360x

    x=7200/ 360

    x= 20


ID
3420736
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Analise as expressões a seguir:


x + x + x + y + y + z + z = 37

x + y + y + y + z = 21


A alternativa que apresenta a expressão que tem o resultado igual a 32 é:

Alternativas
Comentários
  • x + x + x + y + y + z + z = 37

    x + y + y + y + z = 21

    **************************

    3X+2Y+2Z=37

    X+3Y+Z=21

    -------------------- subtraindo

    2X-Y+Z=37-21=16

    16*2=32

    assim

    2(2X-Y+Z)=32

    é uma solução( 4X-2Y+2Z=32)

    ~~~~> (X+X+X+X+Z+Z-Y-Y=32


ID
3420739
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

João participou de uma corrida em um circuito circular de 4π m, porém só conseguiu correr parte dele. Se correu 3,2 π m do percurso, então o ângulo central do arco formado pelo trajeto percorrido por João é igual a:

Alternativas
Comentários
  • 4 ------- 360°

    3,2 ----- x

    4x = 3,2.360

    4x = 1152

    x = 288°

    Gabarito Letra C

  • Quem quiser fazer epla fórmula do ângulo central:

    beta=alfa/2

  • 4pi equivale a 360º conforme essa questão, por isso se faz a regra de 3 e descobre qnt ele andou. Pi corta pi depois e fica só 4 e 3,2.

    4 ------- 360°

    3,2 ----- x

    4x = 3,2.360

    4x = 1152

    x = 288°

    ou

    beta=alfa/2

    beta=3,2pi/2 (simplifica= 3,2/2)

    beta=1,6pi

    180º-pi (valor universal)

    x-1,6pi

    x=288º

    veja: https://blog.professorferretto.com.br/wp-content/uploads/2019/01/formula-que-relaciona-angulo-inscrito-e-angulo-central.png

    calculamos a parte preta q ele percorreu. beta equivale a alfa conforme a fórmula. questão quer alfa central.

  • Este Pi que embananou!!!


ID
3420742
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

As organizações estão em todos os lugares. A sociedade moderna jamais teria alcançado o nível atual de estruturação, sem a contribuição da ciência da administração no desenvolvimento das empresas, seja nas áreas industrial, comercial, educacional ou agrícola. De fato, a vida das pessoas depende direta ou indiretamente das organizações, desde o dia em que nascem até o dia em que morrem. Sobre o conceito mais amplo de “administração”, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Letra D

    Significa a condução racional das atividades organizacionais e trata de planejamento, direção e controle das atividades da organização. CERTO.

    A Administração é um processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos a fim de alcançar objetivos organizacionais.

    O Conceito do estudo da Administração varia de acordo com a teoria ou a escola considerada.

  • Administração é a ciência social voltada para as práticas administrativas de uma organização, ou seja, o gerenciamento de recursos financeiros e humanos para atingir objetivos da empresa. Dirigir, planejar, organizar e controlar 

  • GABARITO D

    Link com a justificativa do profº Marcelo Soares:<https://drive.google.com/file/d/1rQY0w0yn1bdaofqCBOx_mdb4O3KMJhgs/view>

    Espero auxiliar os colegas!


ID
3420745
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

A direção é conhecida como a terceira função administrativa, sendo considerada por muitos a mais importante. Isto acontece, porque é esta a etapa responsável por fazer com que as funções administrativas anteriores – planejamento e organização – de fato aconteçam. Assinale a seguir a alternativa que apresenta de forma correta o conjunto de ações que compõe o processo administrativo “direção”.

Alternativas
Comentários
  • O sucesso do bom administrador está em saber utilizar todos esses meios de direção.

    Para dirigir os subordinados, o administrador deve dar ordens ou instruções, para que estes saibam o que devem fazer e quando fazer.

    Tanto a ordem quanto a instrução servem para fazer iniciar, modificar e cessar uma tarefa ou atividade. 

    A ordem se refere ao que fazer e quando, enquanto que a instrução se refere ao como fazer alguma tarefa ou atividade.

    Enquanto a ordem é um imperativo de fazer algo, a instrução é uma orientação sobre a maneira de fazer algo. 

    Comunicação é o processo de transmissão de informação e compreensão de uma pessoa para outra. 

    Toda comunicação envolve sempre duas ou mais pessoas, pois é um processo de interação de pessoas.

    A comunicação realiza uma ponte de significados entre duas ou mais pessoas. 

    Comunicar não é somente transmitir uma mensagem. É sobretudo, fazer com que a mensagem seja compreendida pela outra pessoa.

    Se não houver essa compreensão do significado, não há comunicação. 

    Se uma pessoa transmitir uma mensagem e esta não for compreendida pela outra pessoa, a comunicação não se efetiva.

    A Motivação é um poderoso instrumento de Direção.

    Um MOTIVO é qualquer coisa que leva uma pessoa a praticar uma ação. 

    Um motivo é a causa, a razão de algum comportamento.

    Como as pessoas são diferentes entre si e reagem individualmente a uma mesma situação, a Direção deve levar em conta essas diferenças individuais e tratar as pessoas adequadamente. 

    A motivação pode ser obtida através dos fatores de Motivação.

    Para dirigir as pessoas, não basta apenas dar ordens e instruções, comunicar e motivar. É preciso ainda, Liderar.

    E aí está outro desafio para o Administrador. 

    Liderança é a capacidade de influenciar as pessoas. 

    Para dirigir pessoas, deve-se influenciar os seus comportamentos. 

    Coordenar significa unir e harmonizar todas as atividades e esforços de diferentes pessoas ou órgãos da Empresa, tendo em vista um objetivo comum.

  • Gabarito: B

    Direção = motivar, liderar e comunicar

  • gab- B

    Conduzir, comunicar, liderar, motivar e orientar.


ID
3420748
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

Para que as organizações tenham condições de alcançar os seus objetivos, seja na produção de bens ou de serviços, é necessário que elas tenham internamente uma estrutura capaz de sustentar o funcionamento eficiente de seus diversos processos departamentais. Nesta estrutura devem estar inseridas desde questões relacionadas à divisão de tarefas e processos até a divisão da empresa em níveis administrativos, que serão os responsáveis pela direção e execução das tarefas e operações. Com relação aos níveis administrativos e seus componentes, assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Não existe nível empresarial.

    O que temos é:

    Institucional/Estratégico

    Tático

    Operacional

  • LETRA C

  • Para que a questão em exame seja respondida corretamente, é necessário que tenhamos conhecimentos sobre os níveis administrativos de uma organização. Neste caso, assinalemos corretamente a alternativa que atende ao comando da questão.

    A - correta. Nível intermediário: é o nível do meio, composto pelos gerentes.

    B - correta. Nível institucional: é composto pelo presidente e os diretores da organização.

    C - incorreta. Nível empresarial: é composto por outras pessoas jurídicas, como fornecedores, clientes, parceiros, governo etc.

    • Não existe nível empresarial, apenas ESTRATÉGICO, TÁTICO E OPERACIONAL

    D - correta. Nível operacional: é composto pelos supervisores responsáveis pela execução das tarefas e operações da empresa.

    Logo, a alternativa "C" é a que atende ao comando da questão.

    GABARITO: C


ID
3420751
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Tendo em vista que é humanamente impossível que uma pessoa execute sozinha várias rotinas administrativas ao mesmo tempo, ou ainda, que seja responsável por uma quantidade de tarefas além da sua capacidade produtiva, a delegação de autoridade e de responsabilidade constitui‐se como um processo fundamental para o correto funcionamento das organizações. Sobre as principais técnicas de delegação de autoridade, assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Delegar a tarefa inteira – O gerente deve delegar a tarefa inteira a uma pessoa ao invés de subdividí-la entre várias pessoas. Isso dá a cada indivíduo a responsabilidade completa e aumenta sua inciativa enquanto proporciona ao gerente melhor controle sobre os resultados.

    Delegar à pessoa certa – Nem todas as pessoas têm as mesmas capacidades e motivações. O gerente deve conciliar o talento da pessoa com a tarefa para que a delegação seja eficazDeve identificar os subordinados que são independentes em suas decisões e que demonstram desejo de assumir responsabilidades.

    Delegar responsabilidade e autoridade – Designar apenas tarefas não constitui uma delegação completa. O indivíduo deve ter responsabilidade para realizar a tarefa e a autoridade para desempenhar a tarefa da maneira que julgar melhor.

    Proporcionar informação adequada – A delegação bem-sucedida inclui informação sobre o quê, por que, quando, onde, quem e como. O subordinado deve compreender a tarefa e os resultados esperados, as provisões e os recursos necessários e para quem e quando os resultados deverão ser apresentados.

    Manter retroação – Retroação significa linhas abertas de comunicação com o subordinado para responder questões e proporcionar orientação, mas sem exercer controle. A retroação dá ao subordinado a pista certa, e as linhas abertas de comunicação aumentam a autoconfiança.

    Avaliar e recompensar o desempenho – Quando a tarefa é executada, o gerente deve avaliar os resultados e não os métodos. Quando os resultados não alcançam as expectativas, o gerente deve montar os erros e as consequências Quando alcançam ou ultrapassam as expectativas, o gerente deve recompensar o trabalho bem feito com orgulho, recompensas financeiras e delegação de novas atividades.

    Fonte: sobreadministracao.com

  • É sabido que exercer pressão nas pessoas acarreta uma desmotivação. Assim, o desempenho nas tarefas irá ser prejudicado.


ID
3420754
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

As organizações podem se diferenciar uma das outras tendo em vista o nível hierárquico em que as decisões são tomadas. Nesse sentido, estas organizações podem ser consideradas como centralizadas ou descentralizadas. Com relação às vantagens ou desvantagens de uma organização descentralizada, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Gab. A

    Uma organização descentralizada tem como:

    A) Vantagem: aumenta a eficiência e a motivação.

    B) Desvantagem: falta de uniformidade nas decisões

    C) Vantagem: os gerentes ficam próximos do ponto em que se devem tomar as decisões.

    D) Vantagem: permite a formação de executivos locais ou regionais mais motivados e mais conscientes dos seus resultados. (isso demanda custo).

  • LETRA A

  • GABARITO: LETRA A

    VANTAGENS:

    Maior autonomia para os gerentes

    Facilidade de avaliar os gerentes

    Competição positiva entre unidades

    Criatividade na busca de soluções

    Agilidade na tomada de decisões

    DESVANTAGENS:

    Maior heterogeneidade das operações

    Tendência ao desperdício e duplicação

    Comunicação menos eficiente

    Dificuldade de localizar responsáveis

    Dificuldade de controle e avaliação

    WIKIPÉDIA.

  • Para que a questão em apreço seja respondida corretamente, é preciso que tenhamos conhecimentos sobre as vantagens e desvantagens da centralização e descentralização. Marquemos a alternativa que apresenta corretamente uma vantagem da descentralização.

    De acordo com Chiavenato (2014), centralização e descentralização se referem ao nível hierárquico onde as decisões devem ser tomadas.

    Centralização: significa que a autoridade para tomar decisões está alocada próximo ao topo da organização.

    A seguir, poderemos verificar as vantagens e as desvantagens da centralização, segundo Chiavenato (2014, p.169).

    Vantagens:

    • As decisões são tomadas por administradores que têm visão global da empresa.
    • Os tomadores de decisão no topo são mais bem treinados e preparados do que os que estão nos níveis mais baixos.
    • As decisões, por serem tomadas pela cúpula, são uniformes e, até por isso, facilitam o controle.
    • As decisões são mais consistentes com os objetivos empresariais globais.
    • A centralização elimina esforços duplicados de vários tomadores de decisão e reduz custos operacionais.
    • Certas funções permitem maior especialização e vantagens com a centralização. 

    Desvantagens:

    • As decisões são tomadas na cúpula, que está distanciada de fatos e circunstâncias.
    • Os tomadores de decisão no topo têm pouco contato com as pessoas e as situações envolvidas.
    • As linhas de comunicação ao longo da cadeia escalar provocam demora e maior custo operacional.
    • As decisões passam pela cadeia escalar, envolvendo pessoas intermediárias e possibilitando distorções e erros pessoais no processo de comunicação das decisões.

    Descentralização: significa que a autoridade de tomar decisões é deslocada para os níveis mais baixos da organização. 

    Vantagens:

    • Os gerentes ficam mais próximos do ponto em que se devem tomar decisões.
    • Aumenta a eficiência e a motivação, aproveitando melhor o tempo e a aptidão dos funcionários, evitando que fujam à responsabilidade, por ser mais fácil recorrer à matriz ou ao chefe.
    • Melhora a qualidade das decisões à medida que seu volume e complexidade se reduzem, aliviando os chefes principais do excesso de trabalho decisório.
    • Reduz a quantidade de papelório do pessoal dos escritórios centrais e os gastos respectivos.
    • Os gastos de coordenação podem ser reduzidos graças à maior autonomia para tomar decisões.
    • Permite a formação de executivos locais ou regionais mais motivados e conscientes dos seus resultados operacionais.

    Desvantagens:

    • Falta de uniformidade nas decisões: a padronização e a uniformidade (típicas da centralização) favorecem a redução de custos operacionais. A descentralização provoca perda de uniformidade nas decisões.
    • Insuficiente aproveitamento dos especialistas: em geral, os maiores especialistas de staf estão concentrados nos escritórios centrais.
    • Falta de equipe apropriada no campo de atividades.

    Tendo visto os pontos acima, podemos concluir que a alternativa "A" é a correta.

    GABARITO: A

    Fonte:

    CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 9. ed. Barueri, SP: Manole, 2014.


ID
3420757
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Entre os diversos dispositivos elencados na Constituição Federal de 1988, os direitos e garantias fundamentais estão entre os mais importantes. São direitos que visam, em um primeiro momento, proteger os interesses coletivos, individuais, sociais, entre outros, frente ao poder estatal. Entre os direitos sociais, em conformidade com o Art. 6º da Constituição Federal de 1988 estão, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • PARA OS NÃO ASSINANTES

    GABARITO D

  •   Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.  

    EXCETO - GABARITO D

  • Independência nacional e defesa da paz estão enumerados no artigo 4º, dos princípios de relações internacionais:

     Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

    I - independência nacional;

    II - prevalência dos direitos humanos;

    III - autodeterminação dos povos;

    IV - não-intervenção;

    V - igualdade entre os Estados;

    VI - defesa da paz;

    VII - solução pacífica dos conflitos;

    VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

    IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

    X - concessão de asilo político.

  • o   Gabarito: D.

    .

    Para decorar os direitos sociais:

    Edu mora lá, Saú trabalha ali. Assis prossegue transportando preso.

    o   Edu: educação.

    o   Mora: moradia.

    o   Lá: lazer.

    o   Saú: saúde.

    o   Trabalha: trabalho.

    o   Ali: alimentação.

    o   Assis: assistência aos desamparados.

    o   Pros: proteção à maternidade e à infância.

    o   segue: segurança.

    o   Transportando: transporte.

    o   Preso: previdência social.

  • GABARITO: LETRA D

    CAPÍTULO II

    DOS DIREITOS SOCIAIS

    Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. 

    Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

    I - independência nacional;

    II - prevalência dos direitos humanos;

    III - autodeterminação dos povos;

    IV - não-intervenção;

    V - igualdade entre os Estados;

    VI - defesa da paz;

    VII - solução pacífica dos conflitos;

    VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

    IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

    X - concessão de asilo político.

    Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.

    FONTE: CF 1988

  • Independência nacional e defesa da paz, são princípios que a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais.

  • Saú mora ali, Edu trabalha lá, Assis prossegue preso P/ transportar.

    Saú: Saúde

    Mora: Moradia

    Ali: Alimentação

    Edu: Educação

    Trabalha: Trabalho

    : Lazer

    Assis: Assistência aos desamparados

    Pro / Seg Proteção à maternidade e à infância. / Segurança

    Pre So: Previdência Social

    Para 

    Transportar: Transporte

    Direitos sociais são direitos prestacionais, que o estado deve agir para poder concretizar.

    Monster Concursos

  • A questão exige conhecimento acerca dos direitos sociais, nos termos do art. 6º da Constituição Federal. Assim, vejamos o que este dispõe:

    Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.            

    Vejamos as alternativas comentadas, lembrando que a questão pede a INCORRETA:

    a) CORRETA. Educação e saúde constam como direitos sociais, nos termos do art. 6º da Constituição Federal.

    b) CORRETA. Alimentação, trabalho e moradia constam como direitos sociais, nos termos do art. 6º da Constituição Federal.

    c) CORRETA. Lazer, segurança e previdência social constam como direitos sociais, nos termos do art. 6º da Constituição Federal. 

    d) INCORRETA. A independência nacional e a defesa da paz são princípios que regem as relações internacionais. (art. 4º, I, VI, CF)

    Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

    I - independência nacional;

    [...]VI - defesa da paz;

    GABARITO: LETRA “D”

  • Vejamos o que dispõe o art. 6º da Constituição Federal de 1988: “são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição”. A única alternativa que não está incluída entre os direitos sociais é a ‘d’ – sendo, portanto, o nosso gabarito. 


ID
3420760
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Para que as organizações tenham condições de realizar os seus processos de forma eficiente, é necessário que haja uma comunicação eficiente entre os diversos setores e níveis que compõem o ambiente interno da empresa, bem como os componentes do ambiente organizacional externo, como fornecedores, clientes, parceiros etc. Sobre a atividade administrativa de comunicação nas empresas, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Conceituando comunicação: transferência e compreensão de mensagens. O dado precisa ser entendido.

    Logo a alternativa "C" está correta. "A comunicação tem como objetivo proporcionar informação (emissor) e compreensão (receptor) necessárias para que as pessoas possam desempenhar melhor as suas tarefas."

  • a) por serem consideradas um sistema fechado, as organizações não realizam nenhum processo de comunicação com o ambiente externo. Incorreto. Desde a Abordagem Sistêmica da Administração, as organizações são consideradas sistemas abertos e dinâmicos, isto é, amplamente influenciáveis pelo ambiente externo e muito mutáveis. Além disso, num mundo dinâmico como o nosso, onde a informação viaja o mundo em segundos, é praticamente impossível que uma organização fique isolada ou mesmo se isole — isso a levaria à falência.

    b) no nível operacional da organização, o processo de comunicação é ineficaz, pois este é composto apenas por pessoas que realizam atividades de execução. Incorreto. A comunicação nesse nível pode ser ineficaz, mas não necessariamente.

    c) a comunicação tem como objetivo proporcionar informação e compreensão necessárias para que as pessoas possam desempenhar melhor as suas tarefas. Correto.

    d) o processo de comunicação é importante apenas no nível gerencial da organização, pois é somente neste que ocorre o processo de troca de informações entre os demais níveis organizacionais. Incorreto. O processo de comunicação é importante em todas as esferas da organização, sem isso a organização ficaria descoordenada, os empregados dos níveis ficariam confusos quanto aos seus deveres.


ID
3420763
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Nos últimos anos, as organizações têm se preocupado cada vez mais com o bem‐estar geral e a saúde do trabalhador no desempenho de suas tarefas. Atualmente, o conceito de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) envolve tanto os aspectos físicos e ambientais, quanto os aspectos psicológicos do local de trabalho. Com relação a alguns dos fatores que são considerados componentes de QVT, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

    Para melhorar a qualidade de vida no trabalho, é preciso interferir na causa: nas condições de trabalho, na organização de trabalho e nas relações sociais de trabalho.

    Condições de trabalho

    • Ambiente físico, como sinalização, espaço, ar, luz, temperatura, som; instrumentos, ferramentas, máquinas, documentação; equipamentos materiais arquitetônicos, aparelhagem e mobiliário; a matéria-prima e informacional; o suporte organizacional como informações, suplementos e tecnologias; e a política de remuneração, desenvolvimento de pessoal e benefícios.

    Organização do trabalho

    • Divisão hierárquica, técnica e social do trabalho, metas, qualidade e quantidade de produção esperada; as regras formais, missão, normas e procedimentos; a duração da jornada, pausas e turnos; ritmos, prazos e tipos de pressão; controles como supervisão, fiscalização e disciplina; a natureza, conteúdo e características das tarefas.

    Relações sociais

    • Interações hierárquicas, interações coletivas intra e intergrupos e interações externas com clientes, usuários, consumidores, representantes institucionais e fornecedores.

    FONTE: GESTÃO DE PESSOAS - PROFª KÁTIA LIMA - GRANCURSOS ONLINE

  • De acordo com Chiavenato, a QVT envolve uma série de componentes:

    → A satisfação com o trabalho executado.

    → As possibilidades de futuro na organização.

    → O reconhecimento pelos resultados alcançados.

    → O salário percebido.

    → Os benefícios auferidos.

    → O ambiente psicológico e físico do trabalho.

    → A liberdade e responsabilidade de tomar decisões.

    → As possibilidades de participar.

  • LETRA C


ID
3420766
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

A maior parte da vida do trabalhador se passa dentro do ambiente organizacional, desta forma, é necessário que as empresas aprimorem, continuamente, os componentes físicos, psicológicos e sociais que afetam diretamente as condições de trabalho das pessoas. As pessoas precisam se sentir seguras, protegidas, motivadas e satisfeitas para que possam trabalhar com qualidade, ajudando, assim, as organizações a atingirem os seus objetivos. Com relação aos fatores que afetam o ambiente físico do trabalho, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • As alternativas A,B e C tratam de componentes físicos( Luminosidade, temperatura e ruídos) do ambiente de trabalho, já a alternativa D trata da própria relação do servidor relacionamento interpessoal.

    Gabarito: D


ID
3420769
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

De acordo com o Art. 1º da Constituição Federal de 1988, são fundamentos da República Federativa do Brasil, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • PARA OS NÃO ASSINANTES

    GABARITO D

  •  Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

    II - a cidadania;

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;        

    V - o pluralismo político.

    SO CI DI VA PLU

    EXCETO - GABARITO D.

  • o   Gabarito: D.

    .

    Fundamentos da República = SOCIDIVAPLU = soberania, cidadania, dignidade da pessoa humana, valores do trabalho e da livre iniciativa, pluralismo político.

  • Plenitude da defesa tá no art 5°, XXXVI e é assegurado ao juri.

  • GABARITO: LETRA D

    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

    II - a cidadania

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;          

    V - o pluralismo político.

    Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

    Art. 5º XXXVIII - é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados:

    a) a plenitude de defesa;

    b) o sigilo das votações;

    c) a soberania dos veredictos;

    d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida;

    FONTE: CF 1988

  • Questão exige do candidato conhecimento sobre Princípios Fundamentais da República, preconizados na Constituição Federal de 1988 (CF 88).

    Passemos a analise das afirmativas:

    A) CORRETA.

    Alternativa correta, a cidadania constitui um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, nos moldes do art. 1º, I da CF 88.

    B) CORRETA.

    Alternativa correta, a soberania constitui um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, nos moldes do art. 1º, I da CF 88.

    C) CORRETA.

    Alternativa correta, o pluralismo político é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, nos moldes do art. 1º, V, da CF 88.

    D) INCORRETA.

    Alternativa incorreta, a plenitude de defesa não constitui um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, nos moldes do art. 1º da CF 88. A plenitude de defesa é uma das regras válidas para o Tribunal Do Júri, que permite ao acusado se defender do crime do qual é acusado com todos os meios lícitos.

    Fonte: CF 88.

    Gabarito da questão: D.

  • LETRA D

  • A plenitude de defesa aparece no Art 5º XXXVIII CF/88, na instituição do juri, sendo a eles assegurados:

    a)a plenitude de defesa;

    b)sigilo das votações;

    c)soberania dos veredictos;

    d)competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida.

  • Socidivaplu soberania, cidadania, dignidade da pessoa humana, valores do trabalho e da livre iniciariva e pluralismo político.

  • CONSTITUIÇÃO FEDERAL

    GABARITO: D

    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

    II - a cidadania;

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; 

    V - o pluralismo político.

  • O art. 1º da Constituição Federal de 1988 tem a seguinte redação: “a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I – a soberania; II – a cidadania; III – a dignidade da pessoa humana; IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V – o pluralismo político”. Desta forma, vamos assinalar a assertiva ‘d’ como sendo nosso gabarito. 

  • A famosa questão pra não zerarem a prova.


ID
3420772
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

“Antes de mais nada, é importante esclarecer que não existe uma solução puramente econômica para se sair da atual crise. Essa é uma visão tecnocrática e economicista. Qualquer alternativa, seja ela de conteúdo de esquerda ou de direita, necessariamente tem que se viabilizar politicamente.”

(Disponível em: redesustentabilidade.org.br.)


Coerente com a afirmativa anterior, para o País sair da crise atual, o governo deve

Alternativas

ID
3420775
Banca
CONSULPLAN
Órgão
Prefeitura de Patos de Minas - MG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

“A aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) trouxe importantes instrumentos para que municípios de todo o Brasil iniciassem o enfrentamento aos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.”               

                                                                           (Disponível em: www.mma.gov.br.)


O manejo adequado dos resíduos sólidos, consequentemente,

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA D

    O manejo adequado dos resíduos sólidos, consequentemente:

    D - Dará valor de mercado aos resíduos na forma de novas matérias‐primas e insumos.

  • gAB d

    a-aumento

    b-diminui

    c-não pode misturar

    d - dar o destino correto é fazer a moeda circular, pois resíduo é dinheiro.