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Prova FUNCAB - 2015 - FUNASG - Nutricionista


ID
1563517
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                            133. “Não pensar mais em si" 


      Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensam os, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao cham ar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

               NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo;Escala,2007.p .104 -105.


O A empregado na frase “quando nos entregamos a ATOS de compaixão.”, imediatamente depois de entregamos, deverá receber o sinal indicativo de crase caso o segmento destacado seja substituído por:

Alternativas
Comentários
  • Gabatito letra A

     

    (...) quando nos entregamos à atitude de compaixão.

    Verbo pede preposição a + atitude aceita artigo feminino a (a+a = à)

     

  • ENTREGAMOS À ATITUDE.

  • GABARITO A


    “quando nos entregamos a ATITUDE de compaixão.”

    Quem entrega, entrega ALGO (nos) A ALGUÉM (a atitude de compaixão).

    Logo a regência pede a crase.

    ________________________________________________________________________________


    CASOS FACULTATIVOS DE CRASE

    - Diante de nomes próprios femininos:

    Entreguei o cartão Paula.

    Entreguei o cartão à Paula.

    - Diante de pronome possessivo feminino:

    Cedi o lugar minha avó.

    Cedi o lugar à minha avó.

    - Depois da preposição até:

    Fui até a praia.

    Fui até à praia.


    bons estudos


ID
2119264
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Sobre o texto analise as afirmativas a seguir.

I. A tragédia alheia pode tocar as pessoas de muitos modos, e confirma-se a motivação pessoal da compaixão.

II. Há uma reformulação do pensamento, oposta à ideia de que a compaixão é um ato altruísta de esquecimento de si mesmo.

III. As motivações pessoais da com paixão impossibilitam a crítica social.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

Alternativas
Comentários
  • Funcab não dá "vida fácil" nas interpretações de textos!

     

    I. A tragédia alheia(distante) pode tocar as pessoas de muitos modos, e confirma-se a motivação pessoal da compaixão.  Correto

    Linha 1-2:  Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. [...]

     

     

     

    II. Há uma reformulação do pensamento, oposta à ideia de que a compaixão é um ato altruísta de esquecimento de si mesmo.  Correto

     

    Linha 4-5: .[..] A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão [...] . Correto

     

     

     

     

    III. As motivações pessoais da com paixão impossibilitam a crítica social.  Errado

     

    A própria autora durante boa parte do texto faz critica a motivações pessoais da compaixão!

     

    Um exemplo:

    Linha 13 - 14:  Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento [...]

     

    * Texto que requer o uso da inferência


ID
2119267
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

O texto de Friedrich Nietzsche faz uma crítica à:

Alternativas
Comentários
  • A resposta está na útlima linha :

    [...] Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal  quando nos entregamos a atos de compaixão. [...]

    R: Ideia de compaixão aceita pelo senso comum.  Porque para a autora, apenas mediante a situações de perigo, como afogamento, uma pessoa cospindo sangue etc, que despertamos o sentimento de compaixão.

     

     

     

    * Texto chato demais! que requer o uso da inferência!

  • Acertei, mas tive que ler 17 vezes o texto, que, diga-se, é muito chato!


ID
2119270
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

No trecho “...EMBORA não tenhamos por ele qualquer simpatia particular?” a palavra em destaque expressa, no contexto, o sentido de:

Alternativas
Comentários
  • CONCESSIVAS= embora, ainda que, conquanto, dado que, posto que, em que, quando mesmo, mesmo que, por menos que, por pouco que, apesar de que.


ID
2119273
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Analise as afirmativas a seguir sobre o fragmento: “O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência...”
I. NOS e NOSSA são pronomes adjetivos.
II. Os verbos tocar e fazer estão flexionados no presente do indicativo e no futuro do pretérito, respectivamente.
III. A palavra OUTRO, no contexto, é um substantivo.
Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

Alternativas
Comentários
  • Nossa é pronome possessivo e se refere a impotência: é pronome adjetivo. "Nos" é pronome substantivo, pois substitui sujeito.

  • Pronome Adjetivo x Pronome Substantivo

    Pronomes adjetivos - acompanham o substantivo numa frase

    OBS: não deixa de ser possessivo, demonstrativo, ... etc.

    Exemplos:

    Minha prima chega hoje da Europa.

    (O pronome adjetivo minha determina o substantivo comum prima.)

    Suas dúvidas serão respondidas pela professora.

    (O pronome adjetivo suas determina o substantivo comum dúvidas.)

    Aqueles estudantes passaram no exame com distinção.

    (O pronome adjetivo aqueles determina o substantivo comum estudantes.)

    Pronomes substantivos - substituem o substantivo

    Exemplo:

    Luana fala francês.

    Ela fala francês.

    (O pronome substantivo ela substitui o substantivo próprio Luana.)

    ----------------------------------------------

    NA QUESTÃO

    Nos = pronome substantivo (substitui a gente, nós)

    Nossa = pronome adjetivo (determina o substantivo impotência)


ID
2119276
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Conforme as regras de colocação e uso dos pronomes, a reescrita da frase “... porque saltamos à água para socorrer ALGUÉM”, substituindo a palavra em destaque por um pronome oblíquo átono, seria:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra B.

     

     

    Os pronomes o, os, a, as assumem formas especiais depois de certas terminações verbais. Quando o verbo termina em -z, -s ou -r, o pronome assume a forma lo, los, la ou las, ao mesmo tempo que a terminação verbal é suprimida.

    Por exemplo:

     

    fiz + o = fi-lo

    fazeis + o = fazei-lo

    dizer + a = dizê-la

     

    --------------------------------------------------------------------

    Quando o verbo termina em som nasal, o pronome assume as formas no, nos, na, nas.

    Por exemplo:

     

    viram + o: viram-no

    repõe + os = repõe-nos

    retém + a: retém-na

    tem + as = tem-nas 

  • Quem socorre,socorre alguém,VTD,logo se usa objeto direto:o,a,lo,la,los,las,no,nas,nos

  • A banca vai querer saber quando coloca o O, A, OS, AS / LHE (S) ... aí terá de analisar o verbo.

    O.I – LHE

    O.D - o (s), a (s).

    EXERCEM FUNÇÃO DE OBJETO DIRETO E INDIRETO: ME, TE, NOS, VOS.

    EXERCEM FUNÇÃO DE OBJETO DIRETO: O, A, OS, AS

    EXERCEM FUNÇÃO DE OBJETO INDIRETO: LHE

     OBS: os pronomes O, A, OS, AS podem sofrer adaptação fonética:

    diante de verbos terminados em S, T, R = LO, LA, LOS, LAS.

    diante de verbos terminados em sons nasais ( m/~) = NO, NA, NOS, NAS.

  • porque saltamos à água para socorrê-lo


ID
2119279
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Em “... TAL COMO o dele diz respeito a ele.”, os elementos em destaque atribuem à oração ideia de:

Alternativas
Comentários
  • TAL COMO  - De acordo com o contexto , está com ideia de comparação

  • Orações Subordinadas adverbias Comparativas ----> Indicam comparação.

    POSSUEM NEXOS: Como, Tal qual, Mais do que, Menos do que, Tão ... como, Tanto... quanto....

    Ex: João é estudioso COMO o irmão...

    Miguel é mais tranquilo que o irmão.

    Miguel é mais tranquilo DO que o irmão.

    O nexo ( mais DO que, menos DO que) a expressão DO é opcional.

    Não há resistência que supere a persistência!!!!!


ID
2119282
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

O mecanismo de uso anafórico dos pronomes contribui para a coesão e para a compreensão dos textos, porque evita repetições e garante a manutenção dos sentidos referidos. Exemplo inadequado a essa definição pode ser identificado no uso do pronome destacado em:

Alternativas
Comentários
  • b) “para socorrer ALGUÉM que está se afogando

     

    São chamados de pronomes ANAFÓRICOS aqueles que estabelecem uma referência dependente com um termo ANtecedente

     

  • ALGUÉM - PRONOME INDEFINIDO, não é utilizado para retomada.

  • Dentre todas as opções a mais "errada" seria a D, pois temos uma referência catafórica (por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando) sendo inserida por um pronome anafórico (ISSO) que está sendo usado inadequadamente em uma catáfora. Questão estranha.

  • JK vc está equivocado; de onde tirou q o indefinido não pode exercer função anafórica? Veja, Muitas pessoas presenciaram o acidente, tomara q ALGUÉM venha nos ajudar. Alguém dos tantos q presenciaram...está retomando o q foi anteriormente dito.

  • Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando


ID
2119285
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

A opção em que a palavra destacada encontra-se em sentido figurado ou conotativo é:

Alternativas
Comentários
  • Tocar no sentido conotativo, pois não tem como um acidente tocar (atingir os sentimentos de uma pessoa) no sentido real (denotativo).

  • “O acidente do outro nos TOCA”

    O sentido conotativo/figurado é aquele em que a palavra encontra significado a partir do contexto em que é empregada,é o sentido figurado

    O sentido denotativo é o mesmo que encontramos no dicionário, o emprego original e literal da palavra.

     

    Não há resistência que supere a persistência!


ID
2119288
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Como ficará a forma verbal do fragmento “Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa”, passando-a para a voz passiva analítica?

Alternativas
Comentários
  • Rechaçamos  - está no presente do indicativo

    Voz passiva analítica = Verbo Ser + verbo no particípio

    É rechaçado

  •  “Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa”

    De ofensa e de miséria esse tipo é rechaçado.


ID
2119291
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

A oração destacada no fragmento “A verdade é QUE NA COMPAIXÃO — quero dizer, no que costumamos chamar erra da mente com paixão — NÃO PENSAMOS CERTAMENTE EM NÓS DE MODO CONSCIENTE” é subordinada:

Alternativas
Comentários
  • MACETE!

    Quando temos um verbo de ligação junto com a conjunção, temos uma predicação. Função de predicativo.

    A verdade É + QUE na compaixão.

  • a) estado permanente: ser, viver. Por Exemplo:

    Sandra é alegre.

    Sandra vive alegre.

    b) estado transitório: estar, andar, achar-se, encontrar-se. Por exemplo:

    Mamãe está bem.

    Mamãe encontra-se bem.

    c) estado mutatório: ficar, virar, tornar-se, fazer-se. Por exemplo:

    Júlia ficou brava. Júlia fez-se brava.

    d) continuidade de estado: continuar, permanecer. Por exemplo:

    Renato continua mal. 

    Renato permanece mal.

    e) estado aparente: parecer. Por exemplo:

    Marta parece melhor.


    Fonte:https://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint11_3.php

  • substantiva predicativa

  • www.youtube.com/watch?v=_kzTFOzf-_w

    O video explica toas as orações substantivas

  • Orações Subordinadas Substantivas

    Predicativa

    Verbo de ligação + que/se (isso) + O.S.S.Predicativa

    Ex: A tendência do mercado editorial é que os livros digitais superem e substituam os impressos.

    Subjetiva

    Verbo de ligação + predicativo do sujeito + O.S.S.Subjetiva

    Ex: É necessário que faças a cirurgia urgentemente.


ID
2119294
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Assinale a alternativa que contém afirmação correta, considerando a acentuação das palavras EQUILÍBRIO, INDÍClO e IMPOTÊNCIA.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

     

    Todas são ditongos crescentes:

    EQUILÍBRIO (i = semivogal / o = vogal)

    INDÍClO (i = semivogal / o = vogal)

    IMPOTÊNCIA (i = semivogal / a = vogal)

     

  • Gabarito letra D

     

    A fundamentação da banca procede,mas deve-se saber que há autores que consideram as palavras mencionadas como proparoxítonas. Por isso é importante fazer questões da banca para saber seu estilo de cobrança. Está correta também a separação Abaixo:

     

    E- QU I- LÍ- BRI - O, IN - DÍ- Cl - O e IM- PO - TÊN - CI - A.

  • paroxítonas

  • Acentua-se as Paroxítonas Terminadas em (L-I-N-U-R-X-ÃO UM PS) ou Ditongo crescente

  • GABARITO: LETRA D

    Regra de Acentuação para Paroxítonas

    Acentuam-se as terminadas em ditongo crescente ou decrescente (seguido ou não de s), -ão(s) e -ã(s), tritongo e qualquer outra terminação (l, n, um, r, ns, x, i, is, us, ps), exceto as terminadas em -a(s), -e(s), -o(s), -em(-ens).

    Ex.: história, cáries, jóquei(s); órgão(s), órfã, ímãs; águam, enxáguem;

    fácil, glúten, fórum, caráter, prótons, tórax, júri, lápis, vírus, fórceps.

    FONTE: A GRAMÁTICA PARA CONCURSOS PÚBLICOS 3ª EDIÇÃO FERNANDO PESTANA.


ID
2119297
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Sobre os elementos da oração “diz-nos respeito a nós”, pode-se afirmar corretamente que há nela:

Alternativas
Comentários
  • Objeto indireto pleonástico é representado por um pronome átono para enfatizar um objeto indireto que já existe na frase.

    Ex: A mim não me agrada esse cantor.

     

    Objeto direto pleonástico é representado por um pronome oblíquo átono para retornar um objeto direto que já existe e que vem no ínicio da oração ( facultativamente separado por vírgula ).

    Ex: Este carro, comprei- o hoje.

     

    Fonte: Gramática do Fernando Pestana.

    Bons estudos,Força e FÉ.

     

     

     

  • Somando aos colegas:


    objeto indireto pleonástico ocorre quando a ideia expressa pelo objeto indireto (complemento verbal intermediado pela preposição) é repetida (pleonasmo). Busca-se, por meio do referido recurso linguístico, a ênfase da ideia contida no objeto, repetindo-a na sequência. Ele se faz constantemente presente na Literatura, atendendo a finalidades artísticas e estilísticas diversas. 


    ~A mim ensinou-me tudo.~

    #Não desista!

  • PMSC

  • É o mesmo que "nos diga a respeitos de nós" OB IND

    VTI


ID
2119300
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Em “um aviso do perigo que também nos espia”, a figura de linguagem presente é:

Alternativas
Comentários
  • Prosopopeia ou  Personificação
    Prosopopeia  ou  Personificação  é  a  atribuição  de  qualidades  e  sentimentos humanos a seres  irracionais e  inanimados.

    Ex.: As árvores são imbecis: se despem justamente quando começa o inverno.
    Dorme, ruazinha, é tudo escuro. (Mário Quintana)

     

    Fonte: Nossa gramática Completa  2010 - Sacconi

  •  Personificação

    Avante PM/SC

  • Personificação ou prosopopeia

    "um aviso do perigo que também nos espia"

  • GABARITO B

    Perigo não espia ninguém.

  • Rumo à PMSC!


ID
2119306
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.

133. “Não pensar mais em si”

Seria necessário refletir sobre isso seriamente: por que saltamos à água para socorrer alguém que está se afogando, embora não tenhamos por ele qualquer simpatia particular? Por compaixão: só pensamos no próximo — responde o irrefletido. Por que sentimos a dor e o mal-estar daquele que cospe sangue, embora na realidade não lhe queiramos bem? Por compaixão: nesse momento não pensamos mais em nós — responde o mesmo irrefletido. A verdade é que na compaixão — quero dizer, no que costumamos chamar erradamente compaixão — não pensamos certamente em nós de modo consciente, mas inconscientemente pensamos e pensamos muito, da mesma maneira que, quando escorregamos, executamos inconscientemente os movimentos contrários que restabelecem o equilíbrio, pondo nisso todo o nosso bom senso. O acidente do outro nos toca e faria sentir nossa impotência, talvez nossa covardia, se não o socorrêssemos. Ou então traz consigo mesmo uma diminuição de nossa honra perante os outros ou diante de nós mesmos. Ou ainda vemos nos acidentes e no sofrimento dos outros um aviso do perigo que também nos espia; mesmo que fosse como simples indício da incerteza e da fragilidade humanas que pode produzir em nós um efeito penoso. Rechaçamos esse tipo de miséria e de ofensa e respondemos com um ato de compaixão que pode encerrar uma sutil defesa ou até uma vingança. Podemos imaginar que no fundo é em nós que pensamos, considerando a decisão que tomamos em todos os casos em que podemos evitar o espetáculo daqueles que sofrem, gemem e estão na miséria: decidimos não deixar de evitar, sempre que podemos vir a desempenhar o papel de homens fortes e salvadores, certos da aprovação, sempre que queremos experimentar o inverso de nossa felicidade ou mesmo quando esperamos nos divertir com nosso aborrecimento. Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo e que pode ser de natureza muito variada, pois em todos os casos é um sofrimento de que está isento aquele que sofre diante de nós: diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele. Ora, só nos libertamos desse sofrimento pessoal quando nos entregamos a atos de compaixão. [...] 

NIETZSCHE, Friedrich. Aurora. Trad. Antonio Carlos Braga. São Paulo: Escala, 2007. p. 104-105.

Sem prejuízo para a correção e a lógica, uma vírgula poderia ser colocada imediatamente depois de:
I. CERTAMENTE, na frase “não pensamos certamente em nós de modo consciente”
II. NÓS, na frase “diz-nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele.”
III. QUE, na frase “Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo...”
Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

Alternativas
Comentários
  • Vamos a analise:

     

    I. CERTAMENTE, na frase “não pensamos certamente em nós de modo consciente”  . Errado

    Porém se estivesse assim estaria correto: I. “não pensamos , certamente, em nós de modo consciente”

     

     

    III. QUE, na frase “Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que, nos causa um tal espetáculo...”    Errado

    Porém se estivesse assim estaria correto: Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento , que nos causa um tal espetáculo.

    Dando uma ideia de oração subordinada adjetiva explicativa

  • Na boa, graças a Deus essa banca não existe mais. E a IBADE, que veio em seu local, não é tão incompetente.

  • Efraim, existe sim! agora se chama INCAB

  • Efraim só mudou de nome como o Cespe agora se chama cebraspe

  • A questão é sobre o uso da vírgula e temos que informar qual situação apresentada poderíamos colocar uma vírgula após a palavra apresentada. Vejamos:

    I. CERTAMENTE, na frase “não pensamos certamente em nós de modo consciente”

    Incorreta. Para está certo deveria colocar dupla vírgula, pois se trata de um adjunto adverbial deslocado e nesse caso deve isolar por completo.

    Não pensamos,certamente , em nós de modo... (assim estaria correta).

    II. NÓS, na frase “diz- nos respeito a nós tal como o dele diz respeito a ele.”

    Correta. A informação posterior está acrescentando uma suplementação de forma independente sintaticamente e dessa forma pode ser separada pela vírgula.

    III. QUE, na frase “Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento que nos causa um tal espetáculo...”

    Incorreta. A vírgula poderia ser colocada antes e não após, pois não se separa a partícula "que" com uma vírgula posposta, sendo conjunção causal, explicativa ou pronome relativo.

    Fazemos confusão ao chamar compaixão ao sofrimento, que nos causa um tal espetáculo...

    Somente a assertiva II está correta.

    GABARITO: B


ID
2119312
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Leia o texto.

“Para reduzir o aquecimento global, cada país teria de fazer investimentos equivalentes a 0,06% de seu PIB. É pouquíssimo, em especial se for considerada a gravidade das mudanças climáticas e suas consequências. Todo o mundo será afetado pelo aquecimento global, em especial as nações mais pobres, e poderá haver graves riscos à segurança alimentar, além do surgimento de novos bolsões de miséria.

Os alertas feitos na recente apresentação do relatório-síntese do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), na Dinamarca [...] O entendimento e a adoção de providências são impreteríveis, pois o fenômeno, se não for controlado logo, aumentará a probabilidade de impactos severos, invasivos e sem volta para os ecossistemas.”

(Adaptado do jornal Folha de S. Paulo, 14.nov.2014).

A partir do texto é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Para reduzir o aquecimento global, cada país teria de fazer investimentos equivalentes a 0,06% de seu PIB.

    Já mata  a questão,   pois com pouco investimento (apenas 0,06%) as nações do mundo podem reduzir o aquecimento global e evitar uma crise mundial de abastecimento.

     

    Levando em consideração as fragilidades das demais alternativas , que estão cheias de restrições!


ID
2119315
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Em matéria divulgada pela imprensa no dia 22/10/2014, a Comissão Nacional da Verdade (CNV) concluiu que 200 pessoas foram presas e torturadas [...] em São Gonçalo, no Rio, entre 1969 e 1971 [...] Segundo as testemunhas, sessões de tortura eram acompanhadas por um médico, conhecido entre os presos como Dr. Coutinho, que avaliava a condição de saúde do torturado e autorizava a continuidade da sessão.

O local em São Gonçalo no qual aconteciam as sessões de tortura, segundo a Comissão Nacional da Verdade, era:

Alternativas
Comentários
  • Base de Fuzileiros Navais da Ilha das Flores.

     

    É uma pena que esse episódio ocorreu em minha cidade - São Gonçalo - RJ e ainda por cima fica aproximadamente uns 30 minutos de minha residência!


ID
2119321
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Leia o texto.

“O presidente russo, Vladimir Putin, denunciou, no dia 14/11/2014, as sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos e União Europeia (UE) contra o país, classificando-as como ilegais, afirmando que enfraquecem as relações econômicas mundiais [...] Os países ocidentais impuseram punições à Rússia pela sua influência (na nação) vizinha (do leste europeu), acusando o país de ajudar os separatistas [...] com armas e tropas, o que Moscou nega.”
(Adaptado do jornal Folha de S. Paulo, Mundo, 15.nov.2014.)

O texto se refere às sanções aplicadas à Rússia por auxiliar os separatistas de(da): 

Alternativas
Comentários
  • O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse hoje (14) que as sanções econômicas impostas ao seu país como represália por seu posicionamento em relação ao conflito na Ucrânia são contrárias aos princípios do G20, fórum que reúne as 20 maiores economias do mundo e que se reúne neste sábado em Brisbane, na Austrália.

     

    A fonte pode ser também essa - http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2014-11/putin-sancoes-russia-em-funcao-da-ucrania-sao-contra-ideais-do-g20


ID
2119324
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Em 1987 foram criados os Sistemas Unificados e Descentralizados de Saúde (SUDS). A respeito desses sistemas analise as afirmativas a seguir.
I. É possível localizar nos SUDS os antecedentes mais imediatos da criação do Sistema Único de Saúde.
II. O SUDS teve como principais objetivos a unificação dos sistemas com consequente universalização da cobertura e a descentralização.
III. Um dos pontos negativos do SUDS foi a pouca importância dada à equidade no acesso aos serviços de saúde.
Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

Alternativas

ID
2119327
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Marque a alternativa que corresponde a uma atribuição comum de todas as esferas de governo na gestão do SUS.

Alternativas

ID
2119330
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

São competências dos Conselhos de Saúde, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Gab: E

     

    Art. 32.  As Comissões Intergestores pactuarão

     

    Parágrafo único.  Serão de competência exclusiva da CIT a pactuação:

     

    II - dos critérios para o planejamento integrado das ações e serviços de saúde da Região de Saúde, em razão do compartilhamento da gestão; e

     

  • COMPETÊNCIAS DOS CONSELHOS DE SAÚDE

    A ) DISCUTIR, elaborar e aprovar proposta de operacionalização das diretrizes aprovadas pelas conferências de saúde .

    B ) IMPLEMENTAR a mobilização e articulação contínuas da sociedade, na defesa dos princípios que fundamentam o SUS.

    C ) AVALIAR , explicitando os critérios utilizados, a organização e o funcionamento do Sistema Único de Saúde – SUS.

    D ) FISCALIZAR e controlar gastos e deliberar sobre critérios de movimentação de recursos da Saúde.

    QUESTÃO :

    COMPETÊNCIAS DOS CONSELHOS DE SAÚDE EXCETO :

    GABARITO : E ) : Pois é ação dos GESTORES ( PACTO ENTRE OS GESTORES ) e ñ é competência do conselho de saúde como pede a questão .

    PACTUAR os critérios para PLANEJAR integrado das ações e serviços de saúde da REGIÃO DE SAÚDE .

    PLANO DE SAÚDE ( PACTO PELOS GESTORES ) :

    ENTRE os gestores dos municípios de uma mesma região de saúde .

    OBS :

    GESTORES :

    As Comissões Inter/gestores Bi/partite e Tri/partite são : foros de negociação e pactuação .

    Fixar diretrizes sobre :

    Regiões de saúde, distrito sanitário, integração de territórios, referência e contrarreferência e demais aspectos vinculados à integração das ações e serviços de saúde entre os entes federados .    

     


ID
2119333
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Relacione os instrumentos de planejamento no SUS apresentados a seguir com suas respectivas características.

(1) Plano de saúde
(2) Programação pactuada integrada
(3) Programação anual de saúde
(4) Relatório anual de gestão

( ) operacionaliza as intenções expressas no plano de saúde.
( ) norteia todas as medidas e iniciativas em cada esfera de gestão.
( ) deve conter o resultado da apuração dos indicadores e as recomendações julgadas necessárias.
( ) fornece subsídios para os processos de regulação do acesso aos serviços de saúde.

A sequência correta é:

Alternativas

ID
2119336
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Considerando as disposições do Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde acerca do acesso ordenado às ações e serviços na rede de atenção à saúde, analise as afirmativas a seguir.
I. A atenção básica é a ordenadora do sistema e, portanto, deve ser resolutiva na região de saúde.
II. A participação complementar do setor privado no SUS só poderá acontecer mediante contratos, não sendo mais permitido estabelecer convênios.
III. A identificação do usuário nos serviços de saúde se dará mediante o Cartão Nacional de Saúde.
Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

Alternativas

ID
2119339
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

A pactuação das diretrizes gerais sobre regiões de saúde, integração de limites geográficos, referência e contrarreferência é uma atribuição das(os):

Alternativas
Comentários
  • Muito bom !

  • Por que cargas D'água começou do pressuposto de que Marta e da área de Informática? Realmente não entendi e to buscando um raciocínio fácil pra essa questão, mas tá difícil


ID
2119342
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Um determinado município registrou 100 novos casos de tuberculose no ano de 2013. Com base nesse dado pode-se afirmar que nesse município:

Alternativas
Comentários
  • houve uma incidência de 100 casos de tuberculose.

  • Incidência só cita casos novos

  • continuei sem entender

  • continuei sem entender

  • continuei sem entender


ID
2119345
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição

Os sistemas de informação do Ministério da Saúde geram indicadores que auxiliam na gestão e monitoramento de várias situações de saúde.

Marque a alternativa que corresponde a um indicador que pode ser gerado a partir do Sistema de Nascidos Vivos-SINASC.

Alternativas

ID
2119348
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

O Decreto n° 7.508/2011 institui novos elementos à gestão compartilhada do SUS dentre os quais estão as regiões de saúde. De acordo com esse decreto, a finalidade de uma região de saúde é:

Alternativas

ID
2119351
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

As alterações inusitadas na incidência das doenças, diferente do que seria esperado, denominam-se variações:

Alternativas

ID
2119354
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Certos alimentos da dieta podem servir de “adubo” para possíveis patologias, outros ao contrário guardam preciosas moléculas inibidoras de doença. No caso do câncer de mama estrógeno-positivo, sabe-se da eficácia da soja e também do seguinte alimento:

Alternativas

ID
2119357
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Dentre os exames obrigatórios solicitados para controle de saúde do manipulador de alimentos e bebidas tem-se o:

Alternativas

ID
2119360
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Quando o paciente obeso apresenta gordura distribuída predominantemente na região abdominal, intolerância à glicose, hipertensão arterial, hipertrigliceridemia, baixo HDL colesterol, pode-se diagnosticá-lo com:

Alternativas
Comentários
  • A síndrome metabólica compreende na sua definição, doenças crônicas como a hipertensão arterial, diabetes mellitus e dislipidemia (DIRETRIZ DE SÍNDROME METABÓLICA, 2005). 

  • kkkkk pq q o Delegado de Polícia chega mais cedo?


ID
2119363
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Nos idosos, não portadores de doenças crônicas, a perda de peso e de massa muscular pode ser resultado de:

Alternativas
Comentários
  • hipoalbuminemia

  • Hipoalbuminemia é a baixa concentração de albumina no corpo.

    Hipertrigliceridemia é um tipo de hiperlipidemia causada por níveis séricos (sanguíneos) dos triglicerídeos (triacilgliceróis) acima de 150ml/dL em adultos.

    O albumina alta É medicamente conhecida como hiperalbuminemia, e significa excesso ou alta concentração de albumina no sangue.

    hiperuricemia é a presença de níveis altos de ácido úrico no sangue. O limite normal para homens é de 400 µmol/L (6,8 mg/dL), e 360 µmol/L (6 mg/dL) para mulheres. O ácido úrico é o produto final do metabolismo de purinas em humanos, pois não produzimos a urato oxidase, enzima que degrada o ácido úrico.


ID
2119366
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

O hormônio peptídio produzido pelo gene ob, que é secretado predominantemente pelo tecido adiposo, e exerce papel essencial na regulação da homeostase energética, inibindo, no hipotálamo os fatores orexígenos, chama-se:

Alternativas
Comentários
  • Leptina é um hormônio anorexígeno, sintetizado pelas céls. adiposas


ID
2119369
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

No jantar de um hospital será utilizado o alimento chuchu em uma preparação do cardápio. Sabe-se que o per capita deste alimento é 50 g, que 130 comensais jantarão no hospital e que seu fator de correção é 2. Quantos quilos de chuchu serão adquiridos?

Alternativas
Comentários
  • Na verdade eu acho 1kg de chuchu pra cada pessoa muita coisa, mas tamo junto


ID
2119372
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Pode-se afirmar que o azeite de oliva é uma boa fonte de:

Alternativas
Comentários
  • O gabarito marca letra C)

    O engraçado é que na questão q.9.3.0.8.4.9 afirma-se que o azeite de olive é "mono"insaturado.

    Vai entender... As respostas são contraditórias...

  • AZEITE DE OLIVA MONO INSATURADO


ID
2119375
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Paciente do sexo feminino, 42 anos de idade, altura de 162 cm, peso de 116 kg possui o seguinte índice de massa corporal:

Alternativas

ID
2119378
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

A rancificação do leite é causada pela presença de:

Alternativas
Comentários
  • Bactérias envolvidas na rancificação: Pseudomonas, Alcaligenes, Bacillus, Proteus, Clostridium, bolores e leveduras.


ID
2119381
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

O tecido fibroso e tendinoso retrai-se pela cocção prolongada em calor seco e hidrolisa-se sob calor úmido, produzindo a seguinte substância:

Alternativas

ID
2119384
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

A conversão da enzima fenilalanina em tirosina causa a seguinte patologia:

Alternativas
Comentários
  • ERROS INATOS DO METABOLISMO, distúrbio do metabolismo dos aminoácidos.

     

  • Questão mal redigida!

  • Acho que a questão queria pedir qual era a doença que IMPEDE a conversão da fenilalanina em tirosina. Pois a enzima que converte fenilalanina em tirosina é a fenilalanina hidroxilase... Questão bem mal elaborada mesmo.


ID
2119387
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

A deficiência de um determinado mineral pode ser uma das causas da ocorrência de esofagite na parte superior do estômago. Seu nome é:

Alternativas
Comentários
  • O ferro ferroso pode ser oxidado a Fe3+ na luz intestinal gerando radicais livres capazes de provocar a peroxidação lipídica de proteínas da membrana do enterócito, ocasionando dano celular o que favorece o aparecimento de lesões inflamatórias como esofagite, gastrite, duodenite e úlceras. Os sintomas gastrotintestinais mais comuns por conta dele são náusea, vômito, gosto metálico, escurecimento do esmalte dentário, diarréia, desconforto abdominal e obstipação. Esses sintomas tem relação direta com a dose administrada e por isso a necessidade de um médico analisar essa balança entre as vantagens e desvantagens desse tratamento para o paciente.

    Referência:

    CANÇADO, R.D.; LOBO, C.; FREIDRICH, J.R. Tratamento da anemia ferropriva com ferro via oral. Rev Bras Hematol Hemoter, v.32, supl.2, p.114-120, 2010.

    NÃO SERIA A DEFICIÊNCIA E SIM EFEITOS COLATERAIS NA SUPLEMENTAÇÃO.


ID
2119390
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

O hormônio que estimula a secreção de GH pela glândula pituitária exercendo outras atividades neuroendócrinas chama-se:

Alternativas
Comentários
  • Grelina é um hormônio orexígeno, produzido pelo estômago, com ação oposta à Leptina. E também estimula a síntese de Gh


ID
2119393
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Para separar o óleo da água, utiliza-se a seguinte técnica:

Alternativas
Comentários
  • b) centrifugar.

  • b) Centrifugar


ID
2119396
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Considerando os componentes e as propriedades dos alimentos funcionais, correlacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª coluna.


Coluna I

1. carboidratos não digeríveis

2. ácidos graxos insaturados

3. aminoácidose peptídios

4. antioxidantes

5. excitantes e tranquilizantes


Coluna II

( ) atuam frente aos radicais livres

( ) agem sobre o sistema nervoso

( ) reduzem o colesterol total

( ) favorecem o trato intestinal

( ) estimulam o sistema imunológico


A sequência correta é:

Alternativas

ID
2119399
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Um paciente cardiopata descompensado deve ingerir por dia a seguinte quantidade de proteína:

Alternativas

ID
2119402
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Os dois processos básicos de cocção são calor úmido e calor seco. São técnicas utilizadas no calor seco:

Alternativas

ID
2119405
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

Os lipídios denominados estruturais constituem cerca de 60% do cérebro humano, seus principais componentes são os ácidos docosaexaenoico e o:

Alternativas
Comentários
  • gab. E

     

    O ácido araquidônico está intimamente ligado ao desenvolvimento de fetos e bebês. Quando a mulher está grávida, ela fornece esse ácido através da placenta, e após o nascimento do bebê, ela continua a fornecê-lo através do leite.

    Nos adultos, o ácido araquidônico é produzido através da ingestão de ômega-6 (ácido linoleico). Exemplo de alimento rico em ômega-6: óleo extraído de sementes (óleo de girassol).

     

     

    O ácido graxo essencial da família Ômega-3,  ácido docosahexaenóico ou DHA, é encontrado em grande quantidade nos peixes de águas frias. Devido à sua alimentação, tais peixes, desenvolvem camadas de tecido adiposo, ricas em ácidos graxos poliinsaturados essenciais, o que os protege do frio excessivo e é considerado um nutriente que melhora a inteligência e aumenta a capacidade de aprendizado. Está presente no cérebro e é um dos poucos componentes que podem penetrar na célula cerebral.

  • Ácido pantotênico - Vitamina B5

    Ácido linoléico - ômega 6

    Ácido clorídrico - HCl - componente que confere a acidez do estômago

    Ácido fólico - Vitamina B9 - Folatos


ID
2119408
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

O nutricionista se faz imprescindível nas atividades relacionadas à alimentação e nutrição humana como a seguinte:

Alternativas

ID
2119411
Banca
FUNCAB
Órgão
FUNASG
Ano
2015
Provas
Disciplina
Nutrição
Assuntos

O nutricionista de uma UAN planejou um cardápio em que a batata inglesa era um dos ingredientes. Sabedor que o almoço será para 300 comensais, o fator de correção desse alimento é de 1,06 e que seu per capita é 60 g, pergunta-se quantos quilos de batata inglesa serão adquiridos?

Alternativas