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Prova UFRR - 2017 - UFRR - Vestibular


ID
3800503
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

   "Após encontrar um abrigo seguro sob uma copa de maçaranduba caída, ainda ofegante, e com dores fortes em sua pata esquerda e coxa direita, começou a averiguar o que aquele estrondo havia lhe causado. A pata estava completamente dilacerada, com sangramento. As duas garras da região esquerda tinham sido arrancadas. Observou a mutilação. Em sua memória automática, associava o ferimento ao barulho alto e aterrorizante.

   Pelo instinto, a onça vislumbrou que, geralmente antes e durante as chuvas torrenciais, estrondos ecoavam pela floresta. Não eram parecidos com os dois que acabara de ouvir, mas às vezes, quando acontecia, isso a assustava como se a floresta estivesse sendo engolida por um animal maior e mais forte. Olhou novamente para a pata, e diante de sua imponência, iniciou uma tentativa de escoamento do sangramento com sua língua, o que logo pressentiu ser inútil.

   Ao passar do tempo, a coxa direita latejava cada vez mais. Tentou levantar da toca provisória com o intuito de chegar até sua caverna próxima à cachoeira. Constatou ser impossível conseguir se apoiar sem firmar o corpo com as regiões atingidas. O sangramento da pata diminuiu de intensidade. Iniciou sua peregrinação arrastando-se pela floresta. Sentiu a pele de seu peito sendo esfolada pelas folhas, galhos e ouriços de castanha da Amazônia.

   Um rastro de sangue era visível ao longo da tentativa exaustiva de chegar à sua toca. Ao se deparar com um igarapé, vacilou várias vezes até entrar n‘água. Mas não tinha alternativa. Na situação em que se encontrava, não teria como se equilibrar nos troncos das árvores caídas que serviam de ponte e eram facilmente transpassados.

   Entrando no igarapé, a onça sentiu um alívio em sua pata flagelada. De súbito, deitou-se na água e aliviou a coxa atingida pelo impacto desconhecido. Aproveitou e tomou longos goles do líquido. O ferimento na coxa não sangrava mais como antes, porém, a pata dianteira manchava o igarapé atraindo pequenos peixes que mordiscavam seu pelo e a carne dilacerada do ferimento. No movimento de afastar os peixes, enterrou a pata na lama do fundo do igarapé e o sangue parou de manchar a água. Logo a onça afundou mais a pata, e aos poucos a dor foi diminuindo."


DANTAS, Ricardo. Meia Pata. São Paulo: Kazuá, 2013. p. 20-21

O texto I diz respeito a um momento pungente da narrativa de Meia Pata, de Ricardo Dantas, e que é fundamental para o desenrolar da obra. Trata-se de quando:

Alternativas

ID
3800506
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

   "Após encontrar um abrigo seguro sob uma copa de maçaranduba caída, ainda ofegante, e com dores fortes em sua pata esquerda e coxa direita, começou a averiguar o que aquele estrondo havia lhe causado. A pata estava completamente dilacerada, com sangramento. As duas garras da região esquerda tinham sido arrancadas. Observou a mutilação. Em sua memória automática, associava o ferimento ao barulho alto e aterrorizante.

   Pelo instinto, a onça vislumbrou que, geralmente antes e durante as chuvas torrenciais, estrondos ecoavam pela floresta. Não eram parecidos com os dois que acabara de ouvir, mas às vezes, quando acontecia, isso a assustava como se a floresta estivesse sendo engolida por um animal maior e mais forte. Olhou novamente para a pata, e diante de sua imponência, iniciou uma tentativa de escoamento do sangramento com sua língua, o que logo pressentiu ser inútil.

   Ao passar do tempo, a coxa direita latejava cada vez mais. Tentou levantar da toca provisória com o intuito de chegar até sua caverna próxima à cachoeira. Constatou ser impossível conseguir se apoiar sem firmar o corpo com as regiões atingidas. O sangramento da pata diminuiu de intensidade. Iniciou sua peregrinação arrastando-se pela floresta. Sentiu a pele de seu peito sendo esfolada pelas folhas, galhos e ouriços de castanha da Amazônia.

   Um rastro de sangue era visível ao longo da tentativa exaustiva de chegar à sua toca. Ao se deparar com um igarapé, vacilou várias vezes até entrar n‘água. Mas não tinha alternativa. Na situação em que se encontrava, não teria como se equilibrar nos troncos das árvores caídas que serviam de ponte e eram facilmente transpassados.

   Entrando no igarapé, a onça sentiu um alívio em sua pata flagelada. De súbito, deitou-se na água e aliviou a coxa atingida pelo impacto desconhecido. Aproveitou e tomou longos goles do líquido. O ferimento na coxa não sangrava mais como antes, porém, a pata dianteira manchava o igarapé atraindo pequenos peixes que mordiscavam seu pelo e a carne dilacerada do ferimento. No movimento de afastar os peixes, enterrou a pata na lama do fundo do igarapé e o sangue parou de manchar a água. Logo a onça afundou mais a pata, e aos poucos a dor foi diminuindo."


DANTAS, Ricardo. Meia Pata. São Paulo: Kazuá, 2013. p. 20-21

Assinale a alternativa em que 'porque", 'por que", "porquê" e "por quê" estão todos empregados CORRETAMENTE.

Alternativas

ID
3800509
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o poema de Tomás Antônio Gonzaga, transcrito a seguir, e marque a alternativa que aponta três características do Arcadismo brasileiro que nele podem ser observadas.

            Lira I

            Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
           Que viva de guardar alheio gado;
           De tosco trato, d’expressões grosseiro,
           Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
           Tenho próprio casal, e nele assisto;
           Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
           Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
           E mais as finas lãs, de que me visto.

           Graças, Marília bela,
           Graças à minha Estrela! 

Alternativas

ID
3800512
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto abaixo e responda a questão.


TEXTO II

UM APÓLOGO


   Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
     — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
     — Deixe-me, senhora.
    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
     — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
     — Mas você é orgulhosa.
     — Decerto que sou.
     — Mas por quê?
    — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
     — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
    — Também os batedores vão adiante do imperador.
    — Você é imperador?
    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
   Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
    — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
   A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
   Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
     — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
   Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
   Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
     — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.

A narrativa traz seres inanimados e personagens humanos desempenhando, paralelamente, comportamentos sociais semelhantes. Sobre essa analogia só NÃO se pode afirmar que:

Alternativas

ID
3800515
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto abaixo e responda a questão.


TEXTO II

UM APÓLOGO


   Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
     — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
     — Deixe-me, senhora.
    — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
     — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
     — Mas você é orgulhosa.
     — Decerto que sou.
     — Mas por quê?
    — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
     — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
    — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
    — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
    — Também os batedores vão adiante do imperador.
    — Você é imperador?
    — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
   Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
    — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
   A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
   Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
     — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
   Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
   Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
     — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.

No trecho: "Esta agora é melhor.", e no trecho "... um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência...", as palavras destacadas são adjetivos expressos na gradação ou grau:

Alternativas

ID
3800518
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    ''Caía então luz de chapa sobre ela, iluminando-lhe o rosto, parte do colo e da cabeça, coberta por um lenço vermelho atado por trás da nuca.

     Apesar de bastante descorada e um tanto magra, era Inocência de beleza deslumbrante. 

     Do seu rosto irradiava singela expressão de encantadora ingenuidade, realçada pela meiguice do olhar sereno que, a custo, parecia coar por entre os cílios sedosos a franjar-lhe as pálpebras, e compridos a ponto de projetarem sombras nas mimosas faces.

     Era o nariz fino, um bocadinho arqueado; a boca pequena, e o queixo admiravelmente torneado.

     Ao erguer a cabeça para tirar o braço de sob o lençol, descera um nada a camisinha de crivo que vestia, deixando nu um colo de fascinadora alvura, em que ressaltava um ou outro sinal de nascença.''


TAUNAY, Visconde de. Inocência. São Paulo: DCL, 2013.

Sobre a figura feminina na visão do Romantismo, e sobre o enredo do romance Inocência, só NÃO se pode afirmar que:

Alternativas

ID
3800521
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português

Sobre a obra de Raquel de Queiroz – O Quinze – é INCORRETO afirmar que:

Alternativas

ID
3800524
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o trecho da entrevista "A Filosofia é pop", feita com o filósofo Mario Sergio Cortella, publicada em maio de 2013, para responder à questão:

Apesar de interessante, a filosofia costuma parecer chata. Além do seu dom de oratória, como transformou a matéria em algo instigante?
Agradeço o elogio, mas quero fazer um reparo filosófico. Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora. Ocorre que Deus não me escolheu e disse "você vai ser o cara". Tudo bem, sei que não foi isso que você quis dizer. Mas eu diria que tenho a prática, a intenção e o gosto. Minha intenção é fazer com que a filosofia seja simples sem ser simplória. Em outras palavras, que seja compreensível sem ser banalizável. Por exemplo, na semana da Rio+20, eu participei de um programa especial da Xuxa sobre sustentabilidade. Antes de entrar no ar, uma pessoa da produção me pediu para não usar o termo "biocídio" [eliminação de variadas formas de vida, inclusive a humana], porque não ia ser entendido. Então eu disse: "Lamento, não ajo dessa forma. Vou usar e explicar". Se eu recuso o uso, furto das pessoas o acesso a um conceito importante. Se uso sem explicar, estou dando uma demonstração tola de sabedoria. Mas, se uso e traduzo, estou partilhando. Eu quero que a filosofia seja compreensível.

Fonte: http://www.revistaplaneta.com.br/a-filosofia-pop/ acessado em 17/08/2017


Em conformidade com as regras gramaticais, todas as orações destacadas são subordinadas adverbiais, ou seja, elas indicam circunstâncias de tempo, condição, comparação, proporcionalidade entre outras. Como base nessa informação, analise as proposições a seguir:

I. "porque dom é algo" / "porque não ia ser entendido" - são orações que indicam a causa do que se declara na oração principal;
II. "Quando você diz" - a oração exprime ideia de tempo e essa circunstância foi estabelecida pela conjunção quando;
III. "se eu recuso o uso" / "se uso" / "se uso" - as três orações exprimem a condição do fato expresso pela oração principal.
IV. Transformando as orações adverbiais desenvolvidas, tais como: "Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora." em orações reduzidas, teremos: "Ao dizer que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, por ser o dom algo que se recebe de fora."

Podemos afirmar que:

Alternativas

ID
3800527
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia os versos do poema ''Os estatutos do homem'' de Tiago Melo para responder à questão:


"O homem confiará no homem como um menino confia em outro"

(...)

"e saber que é a água

que dá à planta o milagre da flor"

(...)

"Fica proibido o uso da palavra liberdade,

a qual será suprimida dos dicionários"


Observe a análise sintática dos termos a seguir:

I. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (objeto indireto)

II. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (adjunto adverbial)

III. A expressão "o milagre da flor" - (objeto direto e indireto, respectivamente)

IV. A expressão "em outro" - (objeto indireto do verbo confiar)


Estão corretas:

Alternativas

ID
3800536
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Seja a função f (x) : A B, em que A é o domínio, A = D(f), e B é o contradomínio, assinale a alternativa ERRADA.

Alternativas

ID
3800539
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A identidade trigonométrica sec² x + tg² x é equivalente a:

Alternativas

ID
3800542
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A quantidade de anagramas possíveis com a palavra RORAIMA, fixando-se o primeiro "R", no início, é:

Alternativas

ID
3800548
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Sabendo-se que a distância entre os pontos A (4,y) e B (1,2) é igual a 5, os valores de y são:

Alternativas

ID
3800554
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

O número complexo i238 + i239 + i240 é igual a:

Alternativas

ID
3800557
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

As hemácias são as células do sangue responsáveis pelo transporte de oxigênio para os tecidos. Elas são produzidas a partir de células-tronco na medula óssea. Ao final de sua diferenciação, antes de entrarem na corrente sanguínea, perdem o núcleo e as mitocôndrias, transformando-se em um "saco" membranoso cheio de enzimas e hemoglobina.
Devido à ausência de núcleo e de mitocôndrias, dos processos a seguir, o único realizado pela hemácia é:

Alternativas

ID
3800560
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

A membrana plasmática é composta por fosfolipídios organizados como uma camada dupla contínua e fluida, cujo interior é hidrofóbico e exterior hidrofílico. Nessa bicamada lipídica se inserem proteínas e outras moléculas que desempenham diversas funções na célula. Essa estrutura e a composição da membrana permitem que a célula mantenha um ambiente interno relativamente constante, uma vez que a difusão de moléculas através da membrana depende da afinidade dessas moléculas pelo interior hidrofóbico da bicamada.

Com relação à passagem de moléculas através da membrana plasmática é INCORRETO afirmar que:

Alternativas

ID
3800563
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

Considerando os eventos relativos à meiose, apresentados a seguir:

I. Permutação cromossômica na primeira divisão da meiose.
II. Disposição ao acaso dos cromossomos homólogos emparelhados no equador da célula na primeira divisão da meiose.
III. Alinhamento dos cromossomos nas placas equatoriais de cada célula na segunda divisão da meiose.

É CORRETO afirmar que:

Alternativas

ID
3800569
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

Ao longo do processo evolutivo, os animais desenvolveram diversos mecanismos para regular o processo osmótico a que estão sujeitos. Esses mecanismos constituem o que se denomina osmorregulação. Os peixes teleósteos marinhos vivem em um ambiente hipertônico e estão em constante risco de perder água para o meio e, por isso, apresentam os mecanismos de osmorregulação bem desenvolvidos. Sobre esses mecanismos nos telósteos é CORRETO afirmar que:

Alternativas

ID
3800572
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

''Diversas inovações contribuíram para a capacidade de uma linhagem de tetrapodos explorar uma ampla gama de habitats terrestres. Os animais que desenvolveram essas características de conservação de água são chamados amniotas.''

(Sadava, David et al. Vida: a ciência da biologia – vol II: Evolução, diversidade e ecologia 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009, pág. 730)


Assinale a alternativa que contém duas das inovações a que se refere o texto.

Alternativas

ID
3800581
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

A acromatopsia congênita é uma doença de herança autossômica recessiva, caracterizada por cegueira total às cores, miopia e catarata. Essa doença ocorre em uma frequência muito mais alta (entre 4 e 10%) em duas ilhas no Oceano Pacífico, do que em outras populações mundiais (frequência entre 1/20.000 e 1/50.000). A população atual dessas ilhas é descendente de cerca de 20 sobreviventes que restaram após sua devastação por um tufão por volta de 1780. Entre os sobreviventes, havia um indivíduo portador do gene para a acromatopsia.

(adaptado de Borges-Osorio, M. R. & Robinson, W. M.. Genética Humana 3ª edição Porto Alegre: Artmed, 2013).

Assinale a alternativa que explica corretamente a alta incidência de acromatopsia na população dessas ilhas.

Alternativas

ID
3800584
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Na questão a seguir considere g = 10 m/s²

Um corpo de massa M está em equilíbrio sobre uma superfície horizontal. Considerando a situação descrita, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas

ID
3800587
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Na questão a seguir considere g = 10 m/s²

Um alpinista sofre um acidente durante uma escalada e precisa ser carregado por um socorrista de volta ao acampamento-base, situado 1000 m abaixo do ponto onde estão. Eles percorrem uma trilha sinuosa de 1500 m, até o acampamento. Considerando essas informações, o trabalho realizado pela força peso sobre o alpinista ferido, durante o trajeto da descida é de?
Dados: massa do alpinista ferido = 70 kg, massa do socorrista = 90 kg

Alternativas

ID
3800590
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Na questão a seguir considere g = 10 m/s²

Quando você caminha descalço sobre uma superfície horizontal de um ponto A para um ponto B, qual é a orientação da força de atrito entre seus pés e a superfície?

Alternativas

ID
3800593
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Na questão a seguir considere g = 10 m/s²

Considere dois fios F1 e F2 constituídos de materiais diferentes, porém, com o mesmo comprimento e à mesma temperatura inicial Ti . Quando expostos ao calor, suas temperaturas aumentam para Tf e o comprimento de F1 aumenta 4% e de F2 8%. Assinale a alternativa que mostra a razão entre os coeficientes de dilatação linear dos fios.

Alternativas

ID
3800596
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Na questão a seguir considere g = 10 m/s²

Uma corda de violão de 80 cm de comprimento e massa igual a 4g está submetida a uma tensão igual a 3,125 N. A velocidade de propagação de um pulso nesta corda equivale a:

Alternativas

ID
3800599
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Na questão a seguir considere g = 10 m/s²

O índice de refração de um meio pode ser obtido pela razão entre a velocidade da luz no vácuo (c) e a velocidade da luz nesse meio (v). Um feixe de luz monocromática vindo de um meio com índice de refração ηi incide obliquamente sobre uma superfície translúcida e penetra em outro meio de índice de refração ηR é o dobro de ηi, a relação entre a velocidade da luz refratada (vR) e a velocidade da luz incidente (vi), bem como a relação entre a frequência da onda incidente fi e a frequência da onda refratada fR são, respectivamente:

Alternativas

ID
3800611
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

As formas de relevo de baixas altitudes, como as planícies, também estão presentes na paisagem amazônica.
Sobre as planícies fluviais existentes na Amazônia, podese destacar CORRETAMENTE que:

Alternativas

ID
3800614
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Enfrentando crise, Polo Industrial de Manaus faz 50 anos e busca caminhos

O Polo Industrial de Manaus completou 50 anos em 28 de fevereiro de 2017. Esse modelo ainda é a principal mola da economia do Amazonas. Desde sua criação como zona franca, ele teve seu período de apogeu e hoje enfrenta os desafios e impactos de uma crise econômica nacional.

Fonte: adaptado de http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2017/02/enfrentando-crisepolo-industrial-de-manaus-faz-50-anos-e-busca-caminhos.html

Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Comentários
  • Queda de emprego e queda de faturamento logicamente não impulsionam a economia


ID
3800617
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

O vasto território brasileiro é fortemente marcado pela presença de diferentes tipos climáticos. Embora a nomenclatura e a classificação desses tipos climáticos possam variar em razão de diferentes autores e bibliografias, podemos destacar que os climas presentes na maior parte do interior do Nordeste (i) e na maior parte da região Norte do Brasil (ii), respectivamente, possuem às seguintes características:

Alternativas

ID
3800620
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

A partir dos anos 70, impõe-se um movimento de desconcentração da produção industrial, uma das manifestações do desdobramento da divisão territorial do trabalho no Brasil. (...) A produção industrial torna-se mais complexa, estendendo-se sobretudo para novas áreas do sul e para alguns pontos do Centro-Oeste, do Nordeste e do Norte (Manaus). Paralelamente, as áreas industriais já consolidadas ganham dinamismos diferentes dos que definiram a industrialização em períodos anteriores.

Fonte: SANTOS, M. & SILVEIRA; M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 16ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2012, p.106.


Sobre a distribuição espacial da atividade industrial no Brasil, o texto aponta para a seguinte conclusão:

Alternativas

ID
3800623
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

População brasileira cresce 0,8% e chega a 206 milhões em 2016

   

    São Paulo é o Estado mais populoso do País com 44,75 milhões de habitantes; Roraima é o menos populoso com apenas 514,2 mil.

   O Brasil tem 206,08 milhões de habitantes, segundo dados divulgados, nesta terça-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estimativas indicam que o País tinha, em 1º de julho deste ano, 206.081.432 habitantes. No ano passado, a população era de 204.450.649.

   São Paulo, o Estado mais populoso do País, tem 44,75 milhões de habitantes. Mais cinco Estados têm populações que superam os 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (21 milhões), Rio de Janeiro (16,63 milhões), Bahia (15,28 milhões), Rio Grande do Sul (11,29 milhões) e Paraná (11,24 milhões).

   Além disso, três Estados têm populações menores do que 1 milhão: Roraima (514,2 mil), Amapá (782,3 mil) e Acre (816,7 mil).

   A cidade de São Paulo, a mais populosa do Brasil, tem população de 12,04 milhões (5,8% do total nacional). A capital paulista é seguida por Rio de Janeiro (6,5 milhões), Distrito Federal (2,98 milhões), Salvador (2,94 milhões), Fortaleza (2,61 milhões), Belo Horizonte (2,51 milhões) e Manaus (2,09 milhões).


Fonte: adaptado de

http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2016/08/populacao-brasileiracresce-0-8-e-chega-a-206-milhoes 


Sobre algumas características que envolvem a distribuição espacial da população do Brasil, assinale a alternativa INCORRETA:


Alternativas

ID
3800626
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

(...) O Estado participa generosamente do financiamento necessário à criação de novos sistemas de engenharia e de novos sistemas de movimento. É uma produção de alimentos que se dá a grandes distâncias, hoje franqueáveis, sob a demanda das firmas globais com sede nas áreas mais ricas do Brasil, mesmo que os mecanismos de comando sejam pouco visíveis. Foi o caso, por exemplo, da expansão da soja para os cerrados.

Fonte: Adaptado de SANTOS, M. & SILVEIRA; M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 16ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2012, p.120.


A partir dos elementos mencionados no texto, pode-se destacar que a expansão da soja para os cerrados

Alternativas

ID
3800629
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

A geografia de Roraima é extremamente rica. Além de ser o estado mais ao norte do Brasil e ter a maior parte do seu território formada por terrenos planos, o estado possui 1.932 quilômetros de fronteiras, estando a maior parte ocupada por terras indígenas. Entretanto, fisicamente o que mais caracteriza a diversidade fisiográfica do estado, é a existência de duas paisagens bem distintas compostas pela presença da floresta tropical latifoliada densa e pelos campos abertos de cerrado, regionalmente conhecidos como "lavrados".
Uma das diferenças físicas existentes entre as duas paisagens da geografia de Roraima é, em relação:

Alternativas

ID
3800632
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Uma nova ordem mundial (ou internacional), ainda que essa definição privilegie uma estruturação no nível político, aparece intimamente articulada a uma nova divisão internacional do trabalho, que abrange a reestruturação econômica do espaço mundial.

Adaptado de: HAESBAERT, R; PORTO-GONÇALVES, C. W. A nova desordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 31.

Assinale a alternativa que indica corretamente uma das principais questões relativas à nova ordem econômica mundial.

Alternativas

ID
3800638
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

O exercício da leitura e escrita entre jovens nas escolas brasileiras é um desafio diário. No Antigo Egito, a prática da leitura e escrita envolvia muitas etapas, como mostra o fragmento do texto, abaixo.

"Os aprendizes da escrita, que ingressavam na escola […] por volta dos cinco anos […] deveriam aprender a escrever, a ler e a realizar pequenos cálculos. O treinamento era aplicado por professores, escribas profissionais e sacerdotes que não se encontravam a serviço do culto templário. Incentivava-se a cópia de textos […] úteis para instruí-los sobre sua conduta e o modo de vida […]. Como suporte para essas cópias os jovens estudantes empregavam lascas de calcário ou fragmentos de cerâmica […], raramente teriam como praticar a escrita em um papiro […], visto que se tratava de um material caro e de difícil confecção. Este só era destinado àqueles que possuíam a experiência e o conhecimento necessário com o pleno domínio das regras de sintaxe e da ortografia".

(SANTOS, M. Elias. A Formação dos escribas entre os egípcios antigos. Philía. Jornal Informativo de História Antiga. Rio de Janeiro, ano XIII, n.38, abr./maio/jun.2001).


Sobre a escrita desenvolvida no Antigo Egito, pode-se afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: B


ID
3800641
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

O Inglês William Shakespeare (1564-1616), na obra Hamlet, expressa a concepção sobre o ser humano afirmando:

"Que obra-prima, o homem! Quão nobre pela razão! Quão infinito pelas faculdades! Como é significativo e admirável na forma e nos movimentos! Nos atos, quão semelhantes aos anjos! Na apreensão como se aproxima aos deuses, adorno do mundo, modelo das criaturas!".

(SHAKESPEARE, William. A trágica história de Hamlet. Disponível em . Acesso em 10 ago. 2017).


Sobre o retorno ao conhecimento da Antiguidade clássica, chamado de Renascimento, pode-se afirmar:

Alternativas

ID
3800644
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Assinale a alternativa que corresponde às características do homem no Paleolítico:

Alternativas
Comentários
  • Paleolítico ou idade da pedra lascada, surgimento dos ancestrais dos seres humanos. Povos nômades, não possui domínio da agricultura, atividades baseadas em coleta e caça. Comunicação feita através de pinturas rupestres à homens das cavernas.


ID
3800647
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Durante o período colonial, algumas atividades econômicas foram responsáveis por um processo de interiorização que alargou os domínios portugueses na América para além do Tratado de Tordesilhas. Assinale a alternativa que se refere CORRETAMENTE a essas atividades.

Alternativas

ID
3800650
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Leia o trecho da reportagem abaixo e assinale a alternativa CORRETA:


"O senador Romero Jucá disse, em vídeo publicado em suas redes sociais, que marcou posição pela expulsão da Venezuela do Mercosul e fechamento da fronteira: ‗Semana que vem, vou com a prefeita Teresa Surita na Casa Civil falar sobre nossa posição‘. A Folha procurou a assessoria de Jucá, que informou que o senador fará, nesta quinta-feira, 17, um pronunciamento em seus perfis das redes sociais esclarecendo os pontos dessa proposta."

FOLHAWEB. Telmário é contra proposta de Jucá de fechamento da fronteira”. 17/08/2017. Disponível em <

http://www.folhabv.com.br/noticia/Telmario-e-contra-proposta-de-Jucade-fechamento-da-fronteira/31376>

Alternativas

ID
3800653
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

É correto afirmar sobre o Bolivarismo e a Doutrina Monroe:

Alternativas

ID
3800656
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Segundo pesquisa divulgada em 26/06/2017 pelo Centro Levada, Josej Stálin foi a figura pública mais notável da história mundial para os russos.

 (fonte: Folha de S. Paulo, 26/06/2017, disponível em
<http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2017/06/1896114-para-russosstalin-e-a-figura-mais-notavel-da-historia-mundial.shtml>. Acesso em 08/08/2017) 

Figura emblemática do século XX, Stálin tornou-se importante historicamente em função de sua atuação:

Alternativas

ID
3800659
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

"Os chanceleres do Mercosul decidiram no dia 05/08/2017, por consenso, suspender a Venezuela do bloco – formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai – por ruptura da ordem democrática. A sanção foi aplicada com base nas cláusulas do Protocolo de Ushuaia, assinado em 1998. Entre as exigências para que a questão seja revista estão a ‗libertação dos presos políticos, a restauração das competências do Poder Legislativo, a retomada do calendário eleitoral e anulação da convocação da Assembleia Constituinte‘, diz o documento assinado durante o encontro".

(Disponível em <http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/mercosulsuspende-novamente-venezuela-por-ruptura-da-ordem-democratica/>

Sobre o processo de formação do Mercosul, é CORRETO afirmar que:

Alternativas

ID
3800662
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

"[...] política e a ação devem ser privilégio de uma minoria: as grandes deliberações nascidas de liberdades democráticas levam necessariamente o país a agitações e ao aproveitamento da situação por um grupo muitas vezes o menos capaz. À minoria deliberativa no plano federal deve corresponder outra minoria deliberativa dos Estados. Esta representação aristocrática é o cerne de seu pensamento. Consequentemente, o problema apresentase como a garantia de estabilização das atuais oligarquias no poder".

(Carone, E. A Primeira República – 1889-1930. Rio de Janeiro, Difel. 1976, p. 103)

O fragmento acima descreve uma das características mais marcantes da Primeira República, que é

Alternativas
Comentários
  • talvez a redação do texto deixe o candidato um pouco confuso, mas dá p matar o exercício com uma frase do texto " Consequentemente, o problema apresentase como a garantia de estabilização das atuais oligarquias no poder".

    gabalevels: d

    pacto oligárquico era simplesmente a politica do café com leite, o revezamento entre os estados de mg e sp no poder federal da época .

    bons estudos!

  • POPULISMO: 46 a 64


ID
3800665
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Química
Assuntos

Sabendo que o CO2 é um dos produtos da reação de combustão de compostos orgânicos, o número de moléculas de CO2 produzidas quando da combustão de 116g de butano (C4H10) é aproximadamente:

Alternativas

ID
3800668
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Química
Assuntos

Londres já foi considerada uma das cidades de maior poluição ambiental da Europa. Além do ozônio (O3), a capital britânica era assolada por poluentes como partículas de fuligem e dióxido de nitrogênio (NO2), cujas concentrações eram consideradas as piores entre todas as capitais na União Europeia. Mas este quadro é parte do passado. Atualmente, a poluição do ar em Londres apresenta uma taxa de 15 microgramas e se aproxima cada vez mais do patamar desejado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Londres é um exemplo a ser seguido pela cidade de São Paulo, que apresentava no ano passado, índices de poluição duas vezes superiores ao teto estabelecido pela OMS.

Texto adaptado de
http://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,poluicao-do-arem-sao-paulo-e-duas-vezes-o-limite-da-oms,10000050538 Acesso em 23 de agosto de 2017. 

Acerca dos compostos mencionados no fragmento de texto acima, é possível afirmar que: 

Alternativas

ID
3800671
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Química
Assuntos

Neste ano, Vinícius de Moraes completaria 104 anos de vida. Sua vasta obra e riqueza poética, reconhecida mundialmente, possui um tema recorrente – a mulher. 

Química orgânica

   Há mulheres altas e mulheres baixas; mulheres bonitas e mulheres feias; mulheres gordas e mulheres magras; mulheres caseiras e mulheres rueiras; mulheres fecundas e mulheres estéreis; (...) Mas, do que pouca gente sabe é que há duas categorias antagônicas de mulheres cujo conhecimento é da maior utilidade, de vez que pode ser determinante na relação desses dois sexos que eu, num dia feliz, chamei de "inimigos inseparáveis". São as mulheres "ácidas" e as mulheres "básicas", qualificação esta tirada à designação coletiva de compostos químicos que, no primeiro caso, são hidrogenados, de sabor azedo; e no segundo, resultam da união dos óxidos com a água e devolvem à tintura do tornassol, previamente avermelhada pelos ácidos, sua primitiva cor azul.

Texto retirado de http://www.viniciusdemoraes.com.br/ptbr/prosa/quimica-organica Acesso em 23 de agosto de 2017.

O texto cita um indicador que muda de coloração de acordo com a característica ácido-básica do meio em que é colocado. A partir das colorações que o indicador pode adquirir, a alternativa que indica um composto que é responsável por deixar azul o papel de tornassol, é:

Alternativas
Comentários
  • Papel de tornassol:

    Se ficar azul é base.

    Se ficar vermelho é ácido.

    Diferente da Fnolftaleína que:

    Se ficar rosa é base.

    Se ficar incolor é ácido.


ID
3800674
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Química
Assuntos

Considere uma pilha de combustível no qual o funcionamento é baseado nas semi-reações abaixo, cada uma delas representada com o respectivo potencial padrão de redução:

2 H2O + 2 e-H2 + 2 OH- E° = - 0,828 V
½ O2 + H2O + 2 e- → OH- E° = + 0,401 V

Levando-se em conta essas informações e as assertivas a seguir,

I. A reação global da pilha de combustível é H2 + ½ O2 → H2O
II. O hidrogênio sofre oxidação no processo.
III. A diferença de potencial da pilha de combustível, em condição padrão, é igual a 1,229 V.
IV. O gás oxigênio (O2) é o agente redutor.

Pode-se afirmar que estão CORRETAS apenas:

Alternativas

ID
3800677
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Química
Assuntos

   Para estudar os efeitos da cafeína na execução de exercícios físicos, um grupo de estudantes de Ciências do Esporte da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, decidiu fazer um experimento: dois voluntários deveriam ingerir, cada um, 0,3 g de cafeína. No entanto, o estudo quase se transformou em tragédia quando um erro de cálculo na dosagem da substância levou os dois estudantes ao hospital.
   Para calcular a dosagem para cada estudante, funcionários da universidade utilizaram a calculadora de um telefone celular, mas erraram ao digitar as casas decimais. Cada estudante ingeriu 30 g de cafeína dissolvidos em suco de laranja - o equivalente a 300 xícaras de café.
   Os dois jovens sofreram violentos efeitos colaterais. Ambos precisaram fazer tratamento de diálise, mas se recuperaram. Segundo a universidade, o experimento foi realizado sem a supervisão adequada.

Texto adaptado de http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/erro-decalculo-em-experimento-deixa-2-estudantes-de-ciencia-na-uti-porexcesso-de-cafeina.ghtml Acesso em 15 de abril de 2017.


Sabendo que a massa de cafeína (C8H10O2N4) foi dissolvida em 100 mL de suco de laranja, a concentração de cafeína ingerida por cada estudante foi aproximadamente de

Alternativas

ID
3800680
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Química
Assuntos

O ácido acetilsalicílico (AAS), componente principal da aspirina, é um medicamento tomado por milhões de pessoas, e geralmente sem prescrição médica, para aliviar as dores. Por ser um ácido, a aspirina sofre ionização em meio aquoso, estabelecendo o seguinte equilíbrio químico:

AAS (s) + H2O (l) ⇄ AAS (aq) + H3O+ (aq)

Assim, quando se toma um medicamento que contém o AAS com um pouco de água, a maior parte do medicamento encontra-se na forma ionizada (AAS‾ ) e nesta forma ela não atravessa a camada protetora das paredes do estômago. A forma neutra (AAS) pode atravessar as paredes do estômago causando hemorragia em algumas pessoas ou outras complicações médicas.

Sobre o equilíbrio químico do AAS em nosso organismo, é CORRETO afirmar que:

Alternativas

ID
3800683
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Química
Assuntos

A borracha de butadieno estireno, SBR, é sem dúvida a borracha sintética mais difundida no mundo. Foi elaborada primeiro na Alemanha, na década de 1930, com o nome de Buna-S. Durante a 2ª Guerra Mundial, foi estudada pelos Estados Unidos com a denominação de GRS (Government Rubber-Styrene), sendo posteriormente substituída por SBR. O SBR ou Buna-S é usado principalmente nas bandas de rodagem de pneus, solados e cabos de isolamento e sintetizado a partir dos monômeros but-1,3-dieno e estireno (fenil-eteno).

Considere as seguintes afirmativas:

I. O but-1,3-dieno apresenta cadeia aberta e insaturada.
II. Ambos os monômeros são hidrocarbonetos.
III. O but-1,3-dieno pode apresentar isômeros planos de posição, como o but-1,4-dieno.
IV. O fenil-eteno apresenta isômeros de posição.

Nesse contexto, é possível afirmar que estão CORRETAS as afirmativas:

Alternativas

ID
3800692
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

TEXT I

The Amazon Rainforest: The World's Largest Rainforest

  The Amazon River Basin is home to the largest rainforest on Earth. The basin – roughly the size of the forty-eight contiguous United States – covers some 40 percent of the South American continent and includes parts of eight South American countries: Brazil, Bolivia, Peru, Ecuador, Colombia, Venezuela, Guyana, and Suriname, as well as French Guiana, a department of France.
  Reflecting environmental conditions as well as past human influence, the Amazon is made up of a mosaic of ecosystems and vegetation types including rainforests, seasonal forests, deciduous forests, flooded forests, and savannas. The basin is drained by the Amazon River, the world's largest river in terms of discharge, and the second longest river in the world after the Nile. The river is made up of over 1,100 tributaries, 17 of which are longer than 1000 miles, and two of which (the Negro and the Madeira) are larger, in terms of volume, than the Congo (formerly the Zaire) river. The river system is the lifeline of the forest and its history plays an important part in the development of its rainforests. […]

Disponível em: http://rainforests.mongabay.com/amazon/. Acesso em: 07 ago. 2017.  

Descrita no texto como a maior do mundo, a floresta tropical Amazônica está localizada em uma bacia hidrográfica cujo tamanho pode ser comparado

Alternativas

ID
3800707
Banca
UFRR
Órgão
UFRR
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

TEXT V 

They call it ‘tourism-phobia’ but that’s not what’s happening in Barcelona

Jordi Rabassa, Barcelona en Comú District Councilor for the

Old City in Barcelona


   There‘s a new word that‘s taken over the local political debate in Barcelona: tourism-phobia. For months now, political and media personalities have been using accusations of tourism-phobia to attack the social movements and political parties that are questioning the so-called ‗tourism industry‘ and its repercussions on the right to the city.

   The use of ―tourism-phobia‖ seeks to criminalize this criticism, painting it as a form of racism against people who visit the city in the popular imagination. But this attempt to compare, even at a subconscious level, ―tourism-phobia‖ and racism is not just irresponsible, it‘s a sign of defeat by those who have invented the word. Because these are the same people who warned us that regulating tourism would paralyze economic activity and employment in the city. This argument, based on the supposedly unquestionable logic of the productive economy, hasn‘t gone anywhere; it‘s the same old neoliberal discourse that tourism is a harmless and friendly activity. They‘ve just pushed it aside temporarily to make room for the related idea of tourism-phobia, which aims to appeal to people‘s emotions.

   They call it tourism-phobia but they probably don‘t know what they really want to say. They use the concept of tourism-phobia to camouflage their support for business interests that are putting the right to the city of the people of Barcelona at risk. They call it tourism-phobia to weaken the city government, to criminalize the most active and radical social movements, and to patronize unorganized citizens. They call it tourism-phobia to inject a meme that can be launched on social media and vomited up on TV and the radio.

   Those of us in Barcelona who criticize, problematize or reject an economic model based on the liberalization of the tourism industry are not filled with hate. We‘re defending human rights, principally the right to housing and the right to the city.

  Those who criticize the hegemony of tourism as an economic model are calling for a fair and inclusive city, a city with neighborhoods where people can live. We‘re demanding rent caps and denouncing speculation with commercial premises and licenses. We‘re condemning the black market of tourist apartments that is pushing low-income families out of their homes. We‘re saying, loud and clear, that we want public, affordable housing. We‘re working to make sure that our streets and squares aren‘t overwhelmed by visitors. We‘re grieving for the men and women who‘ve been expelled from our neighborhoods.

   They call it tourism-phobia but that‘s not what it is: it‘s a conscious demand for the right to the city.


Translation of an article published in eldiario.es on 27/06/2017

Disponível em: https://medium.com/@BComuGlobal/they-call-ittourism-phobia-but-that-s-not-what-s-happening-in-barcelonacb56b02da97b Acesso em: 07 ago. 2017.

O trecho do texto V que constrói e enfatiza a ideia de que a turismofobia vem circulando há algum tempo e continua assim no presente é:

Alternativas