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Prova Instituto Consulplan - 2020 - Câmara de Arcos - MG - Auxiliar de Contabilidade


ID
5051923
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Observe as seguintes palavras constituídas por dígrafo que representa vogal nasal:

I. “históricos” (1º§)

II. “espanto” (2º§)

III. “significados” (3º§)

Está correto o que se afirma apenas em

Alternativas
Comentários
  • DÍGRAFOS VOCÁLICOS: VOGAL + N / VOGAL + M

    M e N SÃO MARCAS DE NASALIZAÇÃO.

    Letra A: espanto

  • A vogal é nasalizada por um m ou n que venha na sequência ( am, an, em, en, im, in, om, on, um, un)

    Exemplos: Andar, Sendo, Limpo, Tento, Chumbo

  • GABARITO: A

    DÍGRAFOS VOCÁLICOS: ( NASAL )

    AM, AN, EM, EN, IM, IN, OM, ON, UM, UN. ( SÓ CONSTITUIRÁ DÍGRAFO SE ESTINVER NA MESMA SÍLABA [ EX: COM-PLE-XO ] ).

    DÍGRAFOS CONSONANTAIS:

    LH, NH, CH, RR, SS ( ESSES SEMPRE SERÃO DÍGRAFOS CONSONANTAIS )

    GU, QU ( SEGUIDO DE E OU DE I [ EX: DEN-GU/ MÁ-QUI-NA )

    SC, SÇ, XC, XS ( PODEM SER CONFUNDIDOS CoM OS ENCONTROS CONSONANTAIS )

  • [GABARITO: LETRA A]

    DÍGRAFO: Agrupamento de duas letras com apenas um fonema. E podem ser CONSONANTAIS ou VOCÁLICOS.

    CONSONANTAL: RR, SS, SC, SÇ, XC, XS, LH, NH, CH, QU, GU.

    QU e GUSó serão dígrafos se estiverem seguidos de ou I.

    VOCÁLICO: É o encontro de uma vogal com M ou N na mesma sílaba: AM, AN, EM EN, IM, IN, OM, ON, UM, UN.

    A função do N é indicar a vogal nasal. Não representam outro som.

    FONTE: MEUS RESUMOS.

  • Usei a técnica do pré de tapar o nariz hahahaha

  • A questão é de fonologia e quer que identifiquemos qual das palavras abaixo é constituída por dígrafo que representa vogal nasal. Vejamos:

     .

    Dígrafo é o grupo de duas letras representando um só fonema (som). Na palavra "chave", por exemplo, que se pronuncia "xávi", ocorre o dígrafo "ch". 

    Dígrafos consonantais: (dígrafos que representam consoantes) lh, ch, nh, rr, ss, qu, gu, sc, sç, xc, xs. 

    Dígrafos vocálicos: (dígrafos que representam vogais nasais) am, em, im, om, um, an, en, in, on, un.

      .

    I. “históricos”:

    Errado. Em "his-tó-ri-cos" não há dígrafo.

     .

    II. “espanto”:

    Certo. Em "es-pan-to", há o dígrafo vocálico "an".

     .

    III. “significados”:

    Errado. Em "sig-ni-fi-ca-dos" não há dígrafo.

     .

    Gabarito: Letra A


ID
5051926
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

São consideradas palavras classificadas como trissílabas:

I. “conceito” (1º§)

II. “primeira” (1º§)

III. “infância” (4º§)

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Para mim que IN-FÂN-CI-A é polissílaba.
  •  con-cei-to;

    pri-mei-ra

    A forma correta de separar a palavra infância no Brasil é: in-fân-cia (trissílaba);

    Em Portugal a separação é feita in-fân-ci-a

    Fonte: separaremsilabas.com

  • GABARITO: A

    • CON-CEI-TO
    • PRI-MEI-RA
    • IN-FÂN-CIA ( CIA = DITONGO CRESCENTE [ SV + V ]

    OBS: PALAVRAS QUE CONTÊM DITONGO CRESCENTE, TAMBÉM PODEM SER CONDIDERADAS COMO PROPAROXÍTONA EVENTUAL, OU SEJA, A BANCA CONSIDEROU A PALAVRA "INFÂNCIA" COMO DITONTO CRESCENTE QUE É SUA REAL CLASSIFICAÇÃO.

    OBS:  ALGUMAS  BANCAS CONSIDERAM PALAVRAS COMO DITONGO CRESCENTE E OUTRAS COMO PROPAROXÍTONA EVENTUAL. ( SÓ ESTUDANDO A BANCA PARA SABER QUAL REGRA ELA ACEITA. )

    EXEMPLOS:

    DITONGO CRESCENTE: HIS-TÓ-RIA

    PROPAROXÍTONA EVENTUAL: HIS-TÓ-RI-A

    DITONGO CRESCENTE: ME-MÓ-RIA

    PROPAROXÍTONA EVENTUAL: ME-MÓ-RI-A

    DITONGO CRESCENTE: RE-SI-DÊN-CIA

    PROPAROXÍTONA EVENTUAL: RE-SI-DÊN-CI-A

     

  • Só separaria INFÂNCIA se tivesse 3 voais no final segundo a regra do " i " (ce-rei-a)


ID
5051929
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Considerando a grafia de palavras situadas no texto, analise as afirmativas a seguir.

I. “erotizado” (5º§) está escrita corretamente.

II. “internalisamos” (6º§) está escrita incorretamente, pois o correto é escrever “internalizamos”.

III. “prazerosa” (7º§) está escrita incorretamente, pois o correto é escrever “prazeirosa”.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Emprego do s

    Emprega-se a letra s:

    - nos sufixos -ês, -esa e –isa, usados na formação de palavras que indicam nacionalidade, profissão, estado social, títulos honoríficos.

    Chinês, chinesa, burguês, burguesa, poetisa.

    - nos sufixos –oso e –osa (qua significa “cheio de”), usados na formação de adjetivos.

         delicioso, gelatinosa.

    - depois de ditongos.

       coisa, maisena, Neusa.

    - nas formas dos verbos pôr e querer e seus compostos.

       puser, repusesse, quis, quisemos.

    - nas palavras derivadas de uma primitiva grafada com s.

        análise: analisar, analisado

        pesquisa: pesquisar, pesquisado.

    Emprego do z

    Emprega-se a letra z nos seguintes casos:

    - nos sufixos -ez e -eza, usados para formar substantivos abstratos derivados de adjetivos.

      rigidez (rígido), riqueza (rico).

    - nas palavras derivadas de uma primitiva grafada com z.

        cruz: cruzeiro, cruzada.

       deslize: deslizar, deslizante.

    Emprego dos sufixos –ar e –izar.

    Emprega-se o sufixo –ar nos verbos derivados de palavras cujo radical contém –s, caso contrário, emprega-se –izar.

       análise – analisar                              eterno – eternizar

    Fonte:

  • gaba b

    I. “erotizado” (5º§) está escrita corretamente. (correto)

    II. “internalisamos” (6º§) está escrita incorretamente, pois o correto é escrever “internalizamos”. (certo)

    III. “prazerosa” (7º§) está escrita incorretamente, pois o correto é escrever “prazeirosa”. (errado)

    pertencelemos!

  • GABARITO - B

    Pode ajudar na resolução:

    Quando a palavra de origem tem " s" repetimos o " s".

    Análise - Analisar

    Improviso - Improvisar

    Se a palavra de origem não possui " s" usamos " z".

    Internalizar - Internalizamos

    economia - economizar

    III. “prazerosa”.


ID
5051932
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Considere as seguintes palavras encontradas no texto e seus respectivos significados:

I. “ribeirinhas” (2º§) – estrangeiras

II. “entranha” (6º§) – esfacela

III. “recalcou” (8º§) – reprimiu

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Resposta: alternativa d

    Ribeirinho = situado às margens de um rio.

    Entranha = geralmente usado para vísceras

  • Esfacelar

    causar ou sofrer dano, destruição; arruinar(-se).

    "a batida esfacelou o carro"


ID
5051935
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Levando-se em consideração exclusivamente o que é expresso pelo texto, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • B)

    " Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças... "


ID
5051938
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

No excerto “(...) meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.” (5º§), se o fragmento “meninos e meninas” fosse substituído por “uma criança”, quantas outras palavras (ou seja, sem incluir na contagem as duas que fazem parte da alteração proposta pelo enunciado) precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo- -nominal?

Alternativas
Comentários
  • Essa frase ficou muito errada kkkk

  • GABARITO OFICIAL - B

    Tem - Singular

    Têm - Plural

    ---------------------------

    Excerto : “(...) meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Ele deseja trocar o sujeito composto " Meninos e meninas " por um sujeito simples :

    " uma criança" e sem contar " meninos e meninas.. pelo menos foi isso que eu entendi. kkk

    Assim:

    “(...) Uma criança tem prazer com seu próprio corpo, tem um corpo que se experimenta.

  • entendi nada
  • Questão mal formulada! Credo!

  • Entendi que ao mudar o sujeito composto para o simples as orações ficaram no singular.Sendo assim trocando somente o TÊM pelo TEM.


ID
5051941
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Da oração “A infância foi inventada pela sociedade ocidental (...)” (4º§), o conteúdo sublinhado é seu:

Alternativas
Comentários
  •  “A infância foi inventada pela sociedade ocidental (...)”

    → Temos uma voz passiva analítica, o termo em destaque está praticando ação expressa pelo verbo inventar, tratasse do agente da passiva.

    GABARITO. C

  • gabarito c

    pratica a ação, mas não é o sujeito

  • alguém poderia me explicar o por que não se enquadraria como objeto direto? o pela substituiu a preposição por? ou estou enganado ?

  • Estrutura do Agente da Passiva:

    Sujeito Paciente + Verbo Auxiliar + Particípio + Preposição + Agente da Passiva.

  • Yuri, objeto completa o sentido de verbo.
  • GABARITO - C

     “A infância ( foi inventada ) pela sociedade ocidental (...)” (4º§)

    Perceba a presença do verbo auxiliar ser + Principal no particípio Uma das características da voz passiva analítica

    o termo grifado é agente da passiva.

    Passando para ativa:

    A sociedade ocidental inventou a infância.

    1. Agente da passiva

    Pratica a ação, mas não é o sujeito da oração

    percebam, A infância foi inventada pela sociedade ocidental , o que foi inventada pela sociedade ocidental?

    A INFÂNCIA= SUJEITO , MAS QUEM INVENTOU? A SOCIEDADE OCIDENTAL---> OLHA AÍ O AGENTE DA PASSIVA

  • A sociedade feudal não foi inventada pela infância.

    "A sociedade feudal" funciona como um agente da passiva.

  • AGENTE DA PASIVA:

    É o termo que indica quem ou o que executa a ação de um verbo na voz passiva. Este termo vem sempre depois da preposição.

    A infância foi inventada ( voz passiva) pela sociedade ocidental (agente da passiva)

  • iii

    Para acertar a questão de modo facilitado é necessário ter o conhecimento que o agente da passiva é iniciado pelas preposições por ou de e que a oração precisa está na voz passiva.

    AGENTE DA PASIVA:

    É o termo que indica quem ou o que executa a ação de um verbo na voz passiva. Este termo vem sempre depois da preposição.

    A infância foi inventada ( voz passiva) pela sociedade ocidental (agente da passiva)

    1. Agente da passiva

    Pratica a ação, mas não é o sujeito da oração

    percebam, A infância foi inventada pela sociedade ocidental , o que foi inventada pela sociedade ocidental?

    A INFÂNCIA= SUJEITO , MAS QUEM INVENTOU? A SOCIEDADE OCIDENTAL---> OLHA AÍ O AGENTE DA PASSIVA


ID
5051944
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

No excerto “Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam.” (2º§), quantas orações coordenadas assindéticas podem ser identificadas?

Alternativas
Comentários
  • Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam.”

    → Orações coordenadas assindéticas são as orações que não apresentam síndeto, ou seja, conjunção em sua estrutura. Temos quatro orações no período.

    GABARITO. C

  • A ultima é Sindética... " caçam e pescam." ligada pela conjunção aditiva "e".

  • Nadam sozinhas no rio, (primeira oração) escalam árvores altas, (segunda oração) cozinham, (terceira oração) caçam e pescam. (quarta oração)”

    Cuidado pois você pode colocar "pescam" como sendo oração assindéticas.

    No caso em tela ele esta associado ao verbo caçam por meio de uma oração coordenada sindética aditiva colocando a noção de soma, de adição, de acrescentar acontecimentos ou fatos.

  • ORAÇÃO é uma frase que tenha um verbo.

    GAB. C

  • Nadam sozinhas no rio, (primeira oração) escalam árvores altas, (segunda oração) cozinham, (terceira oração) caçam (quarta oração)”

    Creio que a maioria errou por pensar que "caçam e pescam" fosse uma oração SINDÉTICA por possuir o conectivo "e".

    Na verdade estariam certos se "caçam e pescam" fosse uma oração, porém é um PERÍODO composto por duas orações..... caçam(primeira oração) e e pescam(segunda oração). Devemos fazer a seguinte pergunta para o conectivo, "quem ele uniu?" , a resposta foi o "pescam" , logo consideramos uma oração coordenada ligada por um conectivo, assim sendo SINDÉTICA.


ID
5051947
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Considerando os seguintes adjetivos presentes no 7º§ parágrafo do texto, marque V para os verdadeiros e F para os falsos.

( ) Problema.

( ) Ideológica.

( ) Sexualidade.

( ) Saudáveis.

A sequência está correta em

Alternativas
Comentários
  • não conseguir entender a questão. alguém poderia ajudar?

  • A questão pede só o que é adjetivo ("característica do substantivo") na frase.

  • ( D )

     Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    ( F ) Problema - Substantivo

    ( V ) Ideológica. - Adjetivo = Uma escolha tão ideológica.

    ( F ) Sexualidade - Substantivo

    ( V ) Saudáveis. - Adjetivo = Filhos ( Tão ) saudáveis

  • Vamos identificar os substantivos e os adjetivos? Vamos à questão.

    (F) Tanto Problema.

    (V) Tão Ideológica.

    (F) Tanta Sexualidade.

    (V) Tão Saudáveis. Use o Tão e o Tanto(a) para identificar os adjetivos e os substantivos respectivamente. (Gab D)

  • O problema - Substantivo.

    A sexualidade - Substantivo.

  • Não entendi essa regra do tão e do tanto.

  • Segundo a professora Adriana Figueiredo

    Substantivo é o que eu tenho: as crianças têm sexualidade.

    Adjetivo é o que eu sou: as crianças são sexuadas.


ID
5051950
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    Como é sabido, a infância não é algo que tenha existido desde sempre. Crianças sempre existiram, obviamente, mas o que entendemos por infância é um conceito recente em termos históricos. Basta lembrar que muitos de nós tiveram avós que trabalhavam na roça desde cedo e que se casavam aos 12, 13 anos. E só não se casavam antes porque o ato de casar estava ligado ao ato de engravidar. Assim, era necessário esperar a primeira menstruação não da menina, mas da mulher.

    É comum pessoas que visitam povos indígenas ou comunidades ribeirinhas da Amazônia se espantarem com a diferença do que é ser uma criança para esses povos e comunidades. O primeiro espanto costuma ser o fato de que meninos e meninas mexem com facas, em geral bem grandes, no cotidiano. Fazem quase tudo o que um adulto faz. Nadam sozinhas no rio, escalam árvores altas, cozinham, caçam e pescam. Aprendem com os adultos e com as crianças mais velhas.

    Não é que não se tenha cuidado com as crianças, mas o cuidado tem outras expressões e significados, obedece a outro entendimento da vida, variando de povo a povo. Dias atrás um amigo estava numa aldeia indígena e viu um menino pequeno ligando um motor de barco. Ele de imediato avisou ao pai que o filho estava mexendo com algo que poderia ser perigoso. O pai limitou-se a dizer, devolvendo o espanto: “Mas este é o motor dele”.

    É possível concluir que, nesta aldeia, para este povo, assim como para outras comunidades que vivem uma experiência diversa de ser e de estar no mundo, ser criança é outra coisa. O que quero sublinhar aqui é que nada é dado e determinado no campo da cultura. A infância foi inventada pela sociedade ocidental e continua sendo inventada dia após dia. Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.

    Nesta época, na sociedade ocidental, a criança deve ser protegida de tudo. Mas não só. Há um esforço de apagamento de que a criança tem um corpo. Não um corpo para o sexo. Mas um corpo erotizado, no sentido de que meninos e meninas têm prazer com seu próprio corpo, têm um corpo que se experimenta.

    Esse apagamento do corpo da criança se entranha na vida cotidiana e também na linguagem. Eu mesma costumava escrever nos meus textos: “homens, mulheres e crianças fizeram tal coisa ou estão sofrendo tal coisa”, ou qualquer outro verbo. Até que uma amiga me chamou a atenção de que crianças têm sexo, e eu as estava castrando no meu texto. Então, passei a escrever: “homens e mulheres, adultos e crianças...”. Conto isso apenas para mostrar que rapidamente internalisamos uma percepção geral como se fosse um dado da natureza e, na medida que a assumimos como fato, paramos de questioná-la.

    Quando os adultos tentam apagar o corpo das crianças, criam um grande problema para as crianças. E para si mesmos. É um fato que as crianças têm sexualidade. Não é uma escolha ideológica. Essa experiência é parte da nossa espécie e de várias outras. Qualquer pessoa que tenha filhos saudáveis ou acompanhe crianças pequenas próximas sabe que elas se tocam e descobrem que seus pequenos corpos podem lhes dar prazer. E esta já se mostrou uma experiência fundamental para uma vida adulta responsável e prazerosa no campo da sexualidade, que respeite o corpo e o desejo do outro, assim como o próprio corpo e o próprio desejo.

    Qualquer adulto que não recalcou sua memória destas experiências com o corpo se vai lembrar delas se for honesto consigo mesmo. Quem tem corpo, tem sexualidade. O que não pode ter é violência contra esses corpos.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/12/opinion/1520873905_5719 40.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Considere as seguintes propostas de substituição para os travessões situados no excerto “Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade – e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência – sobre o que é ser uma criança.” (4º§) que NÃO modificam semântica e sintaticamente o teor original da mensagem.

I. Parênteses.

II. Pontos de interrogação.

III. Vírgulas.

Está correto o que se afirma apenas em

Alternativas
Comentários
  • Usos do Travessão:

     

    - No discurso direto, para indicar a fala da personagem ou a mudança de interlocutor nos diálogos.

     

    - Para separar expressões ou frases explicativas, intercaladas.

     

    - Para destacar algum elemento no interior da frase, servindo muitas vezes para realçar o aposto.

     

    - Para substituir o uso de parênteses, vírgulas e dois-pontos, em alguns casos.

  • gaba D

    No bigodinho chinês pode mexer

    (-,,-)

    pertencelemos!

  • A questão quer saber por quais sinais de pontuação é possível substituir os travessões do enunciado. A resposta correta é a letra C. Tanto faz usar um ou outro, não vai baixar o dólar.

    "Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade, e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência, sobre o que é ser uma criança.”

    "Não existe nenhuma determinação acima da experiência de uma sociedade (e dos vários conflitos e interesses que determinam essa experiência) sobre o que é ser uma criança.”


ID
5051953
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

No Windows 10, Configuração Local, Idioma Português- -Brasil, por padrão, o Menu Iniciar exibe somente dois itens, sendo necessário ativar quaisquer outras pastas ou janelas específicas desejadas; assinale-os.

Alternativas
Comentários
  • GAB. D

  • Alguém pode explicar? Nem com o Menu Iniciar aberto eu consegui resolver a questão

  • Da pra tentar resolver por lógica/eliminação, mas essa questão não faz sentido algum! Desde quando o Menu Iniciar do W10 padrão só exibe dois itens?

    Além do item de Configurações e Explorador, há o de Ligar/Desligar como padrão, o item para mostrar Todos os Aplicativos, além dos mais utilizados, que são mostrados automaticamente... Enfim, segue o jogo!

    Gabarito: D

  • Essa é o caso do bandona...bandona essa questão.

  • Que enunciado confuso!

    entendi foi nada!

  • GAB. D

    Explorador de Arquivos; Configurações.

  • Quando clicamos no botão do Menu Iniciar, no lado esquerdo, tem tipo uma coluna com algumas opções, como o botão de desligar, etc.. Fora este, vêm duas opções de forma nativa, que são as configurações e o explorador de arquivos, eu sabia das configurações, mas fiquei entre documentos e explorador de arquivos e chutei errado.

  • Mano, o examinador só levou em conta o próprio computador, não é possível.

  • O único jeito de resolver foi por eliminação, já que a questão veio toda torta. Examinadores bêbados não deveriam elaborar questões.

  • Estranho no meu dispositivo aparecem as opções CONFIGURAÇÕES E DOCUMENTOS, além de desligar/ligar, usuário e imagens.

  • brincadeiraa essa questão kkkk.. odioo
  • puts meu parça no meu pc por padrão aparece no menu iniciar do Windows, configurações, (documentos e imagens) Windows Explorer
  • No meu tem "documentos" e "configurações", mas não tem explorador de arquivos. Acertei somente porque em todo canto, bem dizer, tem explorador de arquivos. Mas enfim, esse "padrão" está meio diferente do padrão. kkkk

    GRAÇA E PAZ!

  • Vamos pedir a explicação do professor!

  • Não entendi se pediu oq aparece ou oq era pra ativar !!!!

  • vejo no meu computador as opçoes:1 ligar e desligar, 2 configurações,3 imagens, 4 Documentos. Deveria ser a letra (A), Alguém aí concorda?

  • aaaaah, CONSULPLAN, taca a mãe pra ver se quica...

  • Aqui no Windows 10 Pro é possível colocar diversas opções Imagen, Rede, Pasta Pessoal, Vídeos, Musica, Download, Documentos e Configurações...

    Menu Iniciar > No canto inferior (onde fica o botão de desligar) pressione com o botão direito em cima do botão de configuração > Personalizar Lista > vai aparecer os aplicativos que mencionei e não apenas os dois citados pela banca.

  • GENTE ESSA QUESTÃO ESTÁ DESATUALIZADA, ATUALMENTE EXISTEM MAIS COMANDOS, OK?

  • Peçam comentário do prof

  • O meu menu iniciar possui Ligar/Desligar, Documentos, Imagens, Configurações e Usuário. A questão deve ser de alguma outra versão do Windows 10, só pode.

  • Questão pra quem comprou o gabarito \(^o^)/
  • Gente, os enunciadas dessa banca são muitos confusos .

  • As questões de Windows 10 dessa banca são impossíveis de acertar.

    E parece que o examinador tá com uma versão pirata do Windows 10!kkkkkkk

  • Alguém pode me explicar configuração-local, idioma ?? Não consigo entender


ID
5051956
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

No Windows 10, Configuração Local, Idioma Português- -Brasil, o conteúdo da Tela Inicial é exibido no formato de blocos, onde cada bloco é um atalho para algo, que geralmente é um aplicativo, mas pode estar vinculado a demais elementos. Esses blocos podem ser quadrados ou retangulares e de vários tamanhos. A quantidade de tamanhos desses blocos é:

Alternativas
Comentários
  • Gab. B

    Pequeno, Médio, Largo e Grande.

  • Eu até entendo o gabarito, mas acho que essa questão não tem um "gabarito"...

    Por quê? Dependendo do aplicativo, não há suporte aos quatro tipos de tamanho que o Adailton citou, até mesmo aplicativos já instalados com o Windows, como o Microsoft Edge, bloco de notas e outros aplicativos que permitem apenas dois tamanhos (em regra)

  • :0

  • Kkkkkk ta fods

  • Mas que questão inútil ..

  • Estranho, aqui no meu windows tem 3 telas . sei lá . kkkkk

  • Confesso que eu nem entendi a pergunta

  • Muito útil mesmo para qualquer operador de um sistema operacional saber disso. Pelamor...
  • Acertei na sorte,mas nem entendi a pergunta.kkkkkkkkkkkkkk

  • Não entendi. Acertei no chute.

  • Entendi NADAAAAA

  • Eu acho que ele fala de icones que podem ser pequenos , médios etc

  • Que falta de criatividade para elaborar uma questão.

  • Questão difícil, o que a questão pergunta é quantos tamanhos de quadrados podem ser representados dentro da tela Inicial.

    Muita gente boa não fechou essa prova de Informática.

    Vou passar essa Informação "Inútil" para o meu material, vai que o CEBRASPE ou a IDIB resolvam se inspirar.

  • Nessa questão, nem o professor de informática se arriscou em dar comentário!

  • Quando eu estava lendo a questão eu não entendi nada. Agora, parece que ainda estou lendo.

  • nunca nem tinha reparado nisso, Senhorrrrrrrrrrrrrrrr

  • No meu entendimento, o comando está perguntando sobre as possibilidades de tamanhos dos blocos dinâmicos do "menu iniciar".

  • Não seria a quantidade MÁXIMA de tamanhos que alguns blocos podem se redimensionar?

    Nem todos os apps podem ser redimensionados até 4 tamanhos.

    Anula ai tio.

  • No início Configurações > personalização > **** local, há uma opção para Mostrar mais blocos. O layout de bloco padrão para blocos Start é 3 colunas de blocos de tamanho médio. Mostrar mais blocos habilita 4 colunas. Para configurar o layout de 4 colunas quando você personalizar e exportar um layout iniciar, a ligue configuração Mostrar mais blocos e organize seus blocos.

    https://docs.microsoft.com/pt-br/windows/configuration/windows-10-start-layout-options-and-policies

  • Que ótima questão para definir o futuro de um candidato à vaga.

  • qual sentido de uma questão assim ?

  • ás vezes me aparece uma pérola dessas

  • Q telas sao essas, 100or????

  • Wtf, não entendi nada

  • No meu bloco dinâmico só tem 2 tamanhos diferentes

  • Gabarito: B.

    Tá certo, pessoal. Os tamanhos disponíveis para redimensionar os blocos são 4: Pequeno, Médio, Largo e Grande.

    Vale a pena conferir isso na imagem do link abaixo:

    https://freeimage.host/i/5Qdqy7

  • Área de trabalho- EXIBIR- ícones- PEQUENO, MÉDIO E GRANDE, Sò tem esses três no meu pc, aceito ajuda kkk

  • Gabarito: B

    Questão INÚTIL, mas boralá:

    Menu Iniciar - Produtividade (lado direito) - Botão direito do Rato em um Ícone - Redimensionar - Pequeno, Médio, Largo, Grande.

    Bons estudos!


ID
5051959
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

No Sistema Operacional MS-DOS, há um comando que exibe o menu para criar, ativar, deletar e exibir partições; assinale-o.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: C

    Na linha de comandos do MS-DOS, o comando fdisk exibe o menu para criar, ativar, deletar e exibir partições.

    OBS.: Este comando foi removido no Windows XP e seguintes (Vista, 7).

    Fonte: https://pt.wikibooks.org/wiki/MS-DOS/Lista_de_comandos#:~:text=Na%20linha%20de%20comandos%20do,ativar%2C%20deletar%20e%20exibir%20parti%C3%A7%C3%B5es.


ID
5051962
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

“Podemos definir ____________ como entidades que transmitem significado ou informações. _____________ são representações elétricas ou eletromagnéticas dos dados.” Considerando a comunicação de dados, assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • Direto ao ponto!

    “Podemos definir DADOS como entidades que transmitem significado ou informações. SINAIS são representações elétricas ou eletromagnéticas dos dados.” Considerando a comunicação de dados, assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

    Conceito de dados e sinais a própria questão já nos deu:

    Dados = é a informação

    Sinais = meio de transporte.

    GABARITO: A) Dados / Sinais

    Olá, estou corrigindo redações para concurso, para mais informações envie email para fuvio10@outlook.com ou chame aqui! Experiência comprovada, por meio de provas corrigidas por bancas.

  • GAB. A)

    dados / Sinais

  • O que contém informações? Os Dados

  • Os comentários são toops. Eu, sou feliz só lendo comentários não tem trem melhor, viu.

  • ( A)

     dados:  referem-se a uma recolha de informações organizadas, normalmente o resultado da experiência ou observação de outras informações dentro de um sistema de computador, ou um conjunto de instalações.

    OBSERVAÇÃO:

    Os dados podem consistir em números, palavras ou imagens, as medições e observações de um conjunto de variáveis.

    Sinais: representações elétricas ou eletromagnéticas dos dados.

  • DADOS/SINAIS

  • Se parar para analisar a questão, ela mesma se responde, se referindo aos "dados" no final do enunciado.

  • Acertei a questão. Mas é possível dizer que dados são entidades?

  • Ficar atento com o português também ajuda nesse tipo de questão.

    Únicas palavras no plural são DADOS e SINAIS.

  • @Ricardo M, a resposta é sim que podemos entender as entidades como um conjunto de informações.

    Podemos assimilar como uma caixa grande que armazena dados. Em banco de dados, a aplicação é similar, pois entidade é uma representação de um conjunto de informações sobre determinado conceito do sistema.

    Obs.: Veja uma questão similar - Q1164085


ID
5051965
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

“Barramento que, além de ser serial, é também ponto a ponto, em que cada periférico possui um canal exclusivo de comunicação com o chipset.” Trata-se do barramento:

Alternativas
Comentários
  • Letra D

    PCI Express é considerado um barramento

  • Gabarito: D

    PCI Express é o nome dado a barramentos da placa-mãe que servem como entradas para placas de expansão (como placas de vídeo, som e rede) e realizam a transmissão de dados para o computador.

    Fonte: https://www.tecmundo.com.br/hardware/1130-o-que-e-pci-express-.htm

  • O PCI Express é um barramento ponto a ponto, onde cada periférico possui um canal exclusivo e bidirecional de comunicação com o chipset. Isto contrasta fortemente com o padrão PCI, que é um barramento em que todos os dispositivos compartilham a mesma comunicação, de 32 bits (ou 64 bits), num caminho paralelo.

  • quem já botou uma placa de vídeo PCI Express pra rodar os jogos acertou

  • GABARITO -D

    PCI-Express (ou PCIe) é o nome dado ao barramento encontrado em placas-mãe, usado como entrada para placas de expansão gráfica, de som e rede. Agora, contaremos um pouco sobre como surgiu o PCI-Express e seus diferentes modelos.

  • noções diziam eles

  • Noção de informática??? "Çei" !!!!

  • Informática é uma matéria que chega a dar desespero no ser humano. Misericórdia!

    Por mais que você estude, esses examinadores desalmados encontram alguma coisa que ngm conhece para cobrar.

  • GABARITO: D

    PCI-Express é o nome dado ao barramento encontrado em placas-mãe, usado como entrada para placas de vídeo, de som e rede.

    AGP ( Accelerated Graphics Port ) ou porta gráfica aceleradora foi criada pela Intel para resolver os problemas de desempenho das placas de vídeo, que utilizam o barramento PCI (Antigo)

  • Os contadores que lutem se um dia quiserem passar num concurso pra TI... ops era pra AUXILIAR de Contabilidade... = /

  • Esses examinadores devem ler os materiais dos cursos preparatórios e jogar algum termo ou assunto que não conste nos PDFs.

  • GABARITO D

    PCI (Peripheral Component Interconnect): Barramento que substitui o barramento ISA para placas de expansão. Utilizado para conexão de placas de modem, rede, som e vídeo.

    Incorporou a tecnologia Plug and Play (capacidade do sistema em reconhecer automaticamente o componente de hardware conectado) Taxa de transferência: 133 MBs.

    AGP (Accelerated Graphics Port): Barramento usados exclusivamente para placas de vídeo. Taxa de transferência: 266 MBs a 2133 MBs.

    PCI Express: utilizado para conexão de placas de vídeo, rede, som, etc. Taxa de transferência 250 MBs a 4000 MBs.

  • Chipset: o chipset desempenha um papel essencial para a placa-mãe, auxiliando no controle de tráfego que passa por ela. Via de regra, são dois estes controladores. 

    O chipset ponte norte controla o tráfego que ocorre entre o processador, a placa de vídeo e a memória RAM, além de fornecer canal para a comunicação com o chipset ponte sul. É componente essencial para a performance do computador, uma vez que liga os dispositivos que exigem maior velocidade de comunicação.

    O chipset ponte sul controla o acesso ao disco rígido, aos componentes onboard da placa-mãe e aos demais dispositivos conectados nos slots da placa. Este chipset não determina o desempenho da máquina, mas dirá qual é a sua capacidade de conexão (nº de portas USB, conexões SATA, PCI, etc...)


ID
5051968
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Para geração da energia elétrica são utilizadas fontes renováveis, como a força das águas, dos ventos, recursos fósseis e a energia do sol. Através de turbinas e geradores é possível transformar outras formas de energia, como a mecânica e a química, em eletricidade. “É a forma de geração de energia que consiste no aproveitamento da luz do sol, transformando-a em energia elétrica, através de painéis.” Essa definição se refere à fonte de energia:

Alternativas
Comentários
  • Para geração da energia elétrica são utilizadas fontes renováveis, como a força das águas, dos ventos, recursos fósseis e a energia do sol. Através de turbinas e geradores é possível transformar outras formas de energia, como a mecânica e a química, em eletricidade. “É a forma de geração de energia que consiste no aproveitamento da luz do sol, transformando-a em energia elétrica, através de painéis.” Essa definição se refere à fonte de energia:

    A energia fotovoltaica é obtida quando a luz solar se converte em eletricidade, utilizando uma tecnologia baseada no efeito fotoelétrico. Trata-se de um tipo de energia renovável, inesgotável e não poluente, que pode ser gerada em instalações que vão desde os pequenos geradores para autoconsumo até as grandes usinas fotovoltaicas. 

    (B) Fotovoltaica

    GAB. B

  • gabarito letra B

    A) Eólica ➡ vento

    B) Fotovoltaica ➡ sol

    C) Hidroelétrica ➡ energia potencial da água

    D) Termoelétrica ➡ opera com o aquecimento da água para a produção de vapor, que aciona o gerador elétrico por meio de turbinas. Os principais combustíveis utilizados nas usinas termoelétricas são o carvão mineral, a nafta, o petróleo, o gás natural e, em alguns casos, a biomassa.

    bons estudos

  • Não lembrava que Fotovoltaica era nome dado a energia solar , porém sabia as outras opções

    Gab B

    Pra Cima!!!


ID
5051971
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

“Trata-se de um conglomerado de redes de computadores que utilizam um conjunto de protocolos para servir e conectar vários usuários no mundo inteiro. É formada por diversas redes, que consistem em empresas privadas, públicas, acadêmicas e do governo, tornando o seu alcance global, e ligada a uma ampla variedade de tecnologias de rede eletrônica, sem fio e ópticas.” A definição citada anteriormente se refere a:

Alternativas

ID
5051974
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Roberto Schaeffer, professor titular de Economia da Energia do Programa de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, doutor em política energética e especialista em modelos de avaliação integrada em energia, uso do solo e mudanças climáticas, explica como foram simulados os cenários do estudo que discute um novo modelo econômico para o país. ‘Há diferentes maneiras de sair dessa ou de outras crises, mas uma saída de baixo carbono se mostra a estratégia mais inteligente’.”

(Disponível em: https://wribrasil.org.br/pt/blog/roberto-schaefferexplica-modelagens-economicas-vantagens-retomada-verde.)

O gás carbônico, o dióxido de carbono, ou o famoso CO2, é um composto químico gasoso, sendo um dos gases que pode desequilibrar o efeito estufa além de impactar na economia. Quanto ao CO2, está INCORRETO o que se afirma em:

Alternativas

ID
5051977
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

“A Polícia Federal recuperou uma escultura roubada em 1974, que constava na lista de bens procurados pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) desde 2016. A imagem representa Betsabá, que figura, na Bíblia, como esposa do rei Davi e mãe do rei Salomão, sendo retirada do acervo da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Duque de Caxias, no Rio.”

(Disponível em: https://veja.abril.com.br/blog/radar/imagem-roubadaha-50-anos-e-recuperada-e-devolvida-a-igreja-no-rio/.)

É responsável por proteger e promover os bens culturais do País, assegurando sua permanência e usufruto para as gerações presentes e futuras:

Alternativas

ID
5051980
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
História
Assuntos

O Brasil é o maior exportador de café no mercado mundial e ocupa a segunda posição entre os países consumidores da bebida. Corresponde por um terço da produção mundial de café, o que o coloca como maior produtor mundial, posto que detém há mais de 150 anos. Durante toda a República Velha (1889-1930) ocorreu o acordo nacional, político e econômico conhecido como “A Política do Café com Leite”, que funcionava entre as oligarquias estaduais e o governo federal para manter o poder nas mãos das elites de grandes proprietários de terras do Brasil. Os estados que faziam parte da “Política do Café com Leite” são:

Alternativas
Comentários
  • O Brasil é o maior exportador de café no mercado mundial e ocupa a segunda posição entre os países consumidores da bebida. Corresponde por um terço da produção mundial de café, o que o coloca como maior produtor mundial, posto que detém há mais de 150 anos. Durante toda a República Velha (1889-1930) ocorreu o acordo nacional, político e econômico conhecido como “A Política do Café com Leite”, que funcionava entre as oligarquias estaduais e o governo federal para manter o poder nas mãos das elites de grandes proprietários de terras do Brasil. Os estados que faziam parte da “Política do Café com Leite” são:

    OBS.: A política do café com leite foi uma estrutura de poder empregado no Brasil durante a República Velha (1889-1930), que consistiu no predomínio político dos cafeicultores de São Paulo e dos fazendeiros de Minas Gerais, que se revezavam ocupando a presidência do país.

    (A) São Paulo e Minas Gerais.

  • GAB A- São Paulo e Minas Gerais.

    Campos Salles (1898/1902) estabeleceu a política café com leite 

    A política "Café com Leite" expressa a parceria existente entre as oligarquias de SP (Café) e MG (Leite) para a eleição do governo federal. Garantindo, dessa forma, que as medidas tomadas estariam de acordo com os interesses oligárquicos. Vale lembrar que ela não era absoluta, havendo uma quebra na eleição de Hermes da Fonseca (apoiado por RS) na oposição ao candidato paulista Rui Barbosa. 

  • O fato de São Paulo e Minas ocuparem tantas vezes a presidência fez com que alguns historiadores partissem do pressuposto de que havia um revezamento entre ambos no poder, denominando a relação entre eles de política do café com leite. O “café” seria São Paulo, o maior produtor do grão no período, enquanto o “leite” seria Minas, que além de grande estado cafeicultor, também se destacava na produção de laticínios. Contudo, nem todos os presidentes eram mineiros ou paulistas, e nem sempre os dois estados apoiaram o mesmo candidato.

  • A política do café com leite foi uma estrutura de alternância de poder empregado no Brasil durante a República Velha (1889-1930), que consistiu no predomínio político dos cafeicultores de São Paulo e dos fazendeiros de Minas Gerais, que se revezavam ocupando a presidência da república.

    Gabarito letra (A)

  • Minas Gerais e São Paulo dominam o governo federal a fim de instalar uma política conhecida como CAFÉ-COM-LEITE. De um lado, SP, partido republicano paulista e de outro, MG , partido republicano mineiro.

    APMBB

  • Campos Sales > Política café com leite > Minas Gerais e São Paulo.

  • Gab: A

    Um adendo, uns dos fatores para o fim da Política café com leite foi a Revolução de 1930, que foi o movimento armado, liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, que culminou com o golpe de Estado, o Golpe de 1930, que depôs o presidente da República Washington Luís em 24 de outubro de 1930, impediu a posse do presidente eleito Júlio Prestes e pôs fim à República Velha ...

    Bons estudos

  • Questão cafezinho com leite !

  • Primeiramente, se chama "café com leite" pelos produtos principais dos estados.

    São Paulo tinha muita gente rica e poderosa.

    Minas Gerais tinha um eleitorado muito grande


ID
5051983
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Regimento Interno
Assuntos

Sobre a realização das reuniões da Câmara Municipal, conforme previsto no Regimento Interno da Câmara Municipal de Arcos – Resolução nº 884/2018, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Solenes.

2. Especiais.

3. Ordinárias.

4. Extraordinárias.


( ) Realizadas em dias úteis e independem de convocação.

( ) Realizadas em razão de comemorações e homenagens.

( ) Realizadas para instalação e encerramento de sessão legislativa.

( ) Realizadas em dias diversos e serão convocadas com antecedência mínima de dois dias.

A sequência está correta em

Alternativas
Comentários
  • GAB.B

    Basta saber a ORDINÁRIA e já acha a resposta.


ID
5051986
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

A Lei Orgânica do Município de Arcos poderá ser emendada mediante proposta, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • gab b

    difícil a lei orgânica q fala de vice para fazer proposta de emenda à lei orgânica municipal.


ID
5051989
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Regimento Interno
Assuntos

Sobre o processo de cassação do mandato do prefeito, vice-prefeito ou vereadores da Câmara, com rito previsto no Regimento Interno da Câmara Municipal de Arcos – Resolução nº 884/2018 é correto afirmar que, EXCETO:

Alternativas

ID
5051992
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Regimento Interno
Assuntos

O Regimento Interno da Câmara Municipal de Arcos – Resolução nº 884/2018, prevê que o vereador poderá licenciar-se por prazo determinado, mediante requerimento dirigido ao Presidente da Câmara. Sobre estas licenças, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O vereador poderá licenciar-se para tratamento de saúde, mediante apresentação de atestado médico.

( ) Poderá licenciar-se sem remuneração, o vereador, para tratar de interesse particular por até cento e cinquenta dias por sessão legislativa.

( ) O vereador poderá licenciar-se para assumir o cargo de secretário municipal.

( ) O vereador que, por decisão judicial, estiver impedido de comparecer às reuniões, considerar-se-á licenciado, sem prejuízo de sua remuneração.

A sequência está correta em

Alternativas

ID
5051995
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Não definido

De acordo com a Resolução nº 889, o acesso à informação pública produzida pelo Poder Legislativo observará os seguintes princípios, EXCETO:

Alternativas

ID
5052001
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Os princípios orçamentários são regras básicas, as quais o orçamento dos entes federativos deve seguir, previsto na Constituição Federal desde 1964; funciona como forma de padronizar e garantir que o dinheiro público seja usado de maneira correta. Tendo em vista os Princípios Orçamentários, especificamente sobre o Princípio da Unidade ou Totalidade, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Trata-se do conhecimento sobre Princípios Orçamentários conforme o MCASP 8º.

    Resolução: Tendo em vista os Princípios Orçamentários, especificamente sobre o Princípio da Unidade ou Totalidade, é correto afirmar que:

    A- Incorreto- Trata-se da definição de Princípio do Orçamento Bruto.

    B- Correto- A definição se refere ao Princípio da Unidade ou Totalidade.

    C- Incorreto- Trata-se da definição do Princípio da Exclusividade.

    D- Incorreto- Trata-se da definição do Princípio da Universalidade.

    Gabarito: Letra B.

  • Unidade: apenas um orçamento.

    Totalidade: permite a coexistência dos 3 orçamentos da LOA (Fiscal, Seguridade Social e Investimentos das Estatais), que deverão ser consolidados.

  • UNIDADE OU TOTALIDADE:

    De acordo com este princípio, o orçamento deve ser uno, ou seja, cada ente governamental deve elaborar um único orçamento. Este princípio é mencionado no caput do art. 2º da Lei nº 4.320, de 1964, e visa evitar múltiplos orçamentos dentro da mesma pessoa política.

    Dessa forma, todas as receitas previstas e despesas fixadas, em cada exercício financeiro, devem integrar um único documento legal dentro de cada nível federativo: LOA.

    Cada ente da Federação elaborará a sua própria LOA. 

    MTO 2020

  • Questão sobre princípios orçamentários.

    Conforme o Manual Técnico do Orçamento, os princípios orçamentários visam estabelecer regras básicas, a fim de conferir racionalidade, eficiência e transparência aos processos de elaboração, execução e controle do orçamento público. Válidos para todos os Poderes e para todos os entes federativos - União, Estados, Distrito Federal e Municípios -, são estabelecidos e disciplinados tanto por normas constitucionais e infraconstitucionais quanto pela doutrina e são consolidados nos manuais técnicos.

    Dica! Um bom mnemônico para decorar os princípios orçamentários mais importantes é: Para EUA Para União Europeia PECUS!

    Programação
    Exclusividade
    Universalidade
    Anualidade
    Participação
    Unidade
    Equilíbrio
    Publicidade
    Especificação
    Clareza
    Uniformidade
    Simplicidade

    Feita a revisão, vamos analisar cada uma das alternativas, de acordo com os princípios orçamentários correspondentes, utilizando o MCASP como referência:

    A) Errado, essa alternativa descreve o princípio do orçamento bruto, conforme MCASP:

    "2.5. ORÇAMENTO BRUTO

    Previsto pelo art. 6º da Lei n.º 4.320/ 1964, obriga registrarem-se receitas e despesas na LOA pelo valor total e bruto, vedadas quaisquer deduções."

    B) Certo, a alternativa descreve corretamente o princípio da unidade ou totalidade, conforme MCASP:

    "2.1. UNIDADE OU TOTALIDADE

    Previsto, de forma expressa, pelo caput do art. 2º da Lei n.º 4.320/1964, determina existência de orçamento único para cada um dos entes federados – União, estados, Distrito Federal e municípios – com a finalidade de se evitarem múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política."

    C) Errado, essa alternativa descreve o princípio da exclusividade, conforme MCASP:

    "2.4. EXCLUSIVIDADE 

    Previsto no § 8º do art. 165 da Constituição Federal, estabelece que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de crédito suplementar e a contratação de operações de crédito, nos termos da lei."

    D) Errado, essa alternativa descreve o princípio da universalidade, conforme MCASP:

    "2.2. UNIVERSALIDADE

    Estabelecido, de forma expressa, pelo caput do art. 2º da Lei n.º 4.320/ 1964, recepcionado e normatizado pelo § 5º do art. 165 da Constituição Federal, determina que a LOA de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público."


    Gabarito do Professor: Letra B.
  • Gab: B

    Princípio da Unidade ou Totalidade

    Determina existência de orçamento único para cada um dos entes federados – União, estados, Distrito Federal e municípios – com a finalidade de se evitarem múltiplos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política.

    Todas as receitas previstas e despesas fixadas, em cada exercício financeiro, devem

    integrar um único documento legal dentro de cada esfera federativa: a Lei Orçamentária Anual (LOA).

    Fonte: MCASP, 8ª Ed.

  • GAB B

    PRINCÍPIO DA UNIDADE OU TOTALIDADE

    1. O ORÇAMENTO DEVE SER UNO PARA CADA ENTE DA FEDERAÇÃO.
    2. PRINCÍPIO DA UNIDADE:  Uma ÚNICA LOA (Lei Orçamentária Anual) por ente federativo. A LOA compreende três tipos de orçamentos para a composição (orçamento fiscal, de investimento das estatais e da seguridade social).
    3. O orçamento deve ser UNO, ou seja, cada unidade governamental deve possuir apenas um orçamento.
    4. A Lei n.º 4.320/1964 estabelece que cada esfera de governo deve possuir apenas um orçamento, fundamentado em uma única política orçamentária e estruturado uniformemente.
    5. O Princípio da Unidade significa que o orçamento deve ser uno, ou seja, cada esfera do Governo (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) devem possuir apenas um orçamento, tendo como fundamentação uma única política orçamentária e uma estrutura uniforme.

    FONTE: MEUS RESUMOS

    OBS: VENDO MEUS RESUMOS (Whatsapp: 87996271319)


ID
5052004
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A empresa Regime S/A efetuou as seguintes transações em fevereiro/2020:

1. Vendeu mercadorias a prazo no valor de R$ 10.000,00.

2. Recebeu R$ 15.000,00 de vendas realizadas nos meses de dezembro/2019 e janeiro/2020.

3. Incorreu em despesas no valor de R$ 7.600,00 que foram provisionadas para pagamento no próximo mês.

4. Pagou despesas incorridas em janeiro/2020 no valor de R$ 9.800,00.

Considerando exclusivamente os dados apresentados, o resultado da empresa em fevereiro de 2020 pelo regime de competência e pelo regime de caixa serão, respectivamente, de:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    Mês de Fevereiro

    • Regime compentência -------------------------------------------------------- Regime Caixa

    Receita--------------------------- Despesa------------------------------------------------ Receita---------------------- Despesa

    10000 - - -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------15000 -------------------------------

    -----------------------------------------7600 -----------------------------------------------------------------------------------------------

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------9800

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Total : 10000-7600= 2400( receita)---------------------------------------------------- 15000 - 9800= 5200 (receita)

  • Trata-se da diferença entre o regime de caixa e de competência.

    ✓ Segundo o regime de competência, os efeitos das transações e outros eventos devem ser reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento.

    ✓ De acordo com o regime de caixa, a confrontação das receitas com as despesas deve ser realizada considerando as entradas e as saídas de caixa no período.

    ➤Resolução: Levantamento do resultado da empresa em fevereiro de 2020.

    Regime de competência:

    (+) Vendeu mercadorias a prazo: R$ 10.000

    (-) Incorreu em despesas provisionadas para pagamento no próximo mês: R$ 7.600

    (=) Resultado: R$ 2.400

    Regime de caixa:

    (+) Recebeu de vendas realizadas nos meses de dezembro/2019 e janeiro/2020: R$ 15.000

    (-) Pagou despesas incorridas em janeiro/2020: R$ 9.800

    (=) Resultado: R$ 5.200

    Gabarito: Letra B.

  • 1. Vendeu mercadorias a prazo no valor de R$ 10.000,00.

    Regime de competência Regime de caixa

    + D - Duplicatas a receber ___10.000 # não contabiliza nada !

    + C- Receitas com vedas

    2. Recebeu R$ 15.000,00 de vendas realizadas nos meses de dezembro/2019 e janeiro/2020.

    Regime de competência Regime de caixa

    + D- Caixa_____15.0000 D - Caixa ______________15.000

    - C - Duplicata a receber __15.000 C - Receita com vendas ___15.000

    3. Incorreu em despesas no valor de R$ 7.600,00 que foram provisionadas para pagamento no próximo mês.

    Regime de competência Regime de caixa

    D - Despesas incorrida _____7.600 ( resultado - despesa ) Não registra nada !

    C- Despesas a pagar _______7.600 ( passivo circulante )

    4. Pagou despesas incorridas em janeiro/2020 no valor de R$ 9.800,00.

    Regime de competência Regime de caixa

    - C - Caixa C - Caixa __________________9.800

    -D - Despesas a pagar 9.800 D - Depesas incorridas ________9.800

    Apuração do rédito

    10000 de receitas - 7.600 de despesas = 2.400 de receita pelo regime de competência

    15.000 de receitas - 9.800 de despesas = 5.200 de receita pelo regime de caixa


ID
5052010
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

“Segundo o manual de contabilidade Aplicada ao Setor Público, a classificação __________________ reflete a estrutura de alocação dos créditos orçamentários e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária. Constitui unidade orçamentária o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias. Os órgãos orçamentários, por sua vez, correspondem a agrupamentos de unidades orçamentárias. As dotações são consignadas às unidades orçamentárias, responsáveis pela realização das ações.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • MCASP - gabarito letra B

    A classificação institucional reflete a estrutura de alocação dos créditos orçamentários e está estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade orçamentária. Constitui unidade orçamentária o agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias (art. 14 da Lei nº 4.320/1964). Os órgãos orçamentários, por sua vez, correspondem a agrupamentos de unidades orçamentárias. As dotações são consignadas às unidades orçamentárias, responsáveis pela realização das ações.


ID
5052013
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A proposta orçamentária se materializa com o Projeto de Lei Orçamentária encaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso, contendo a estimativa da receita e a fixação da despesa para determinado exercício financeiro. Conforme prevê a Lei nº 4.320/64, em seu art. 32, se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado nas Constituições ou nas Leis Orgânicas dos Municípios, o Poder Legislativo considerará como proposta a Lei de Orçamento vigente. Não se admitirão emendas ao Projeto de Lei de Orçamento que visem a, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Lei 4320,

    Art. 33: não se admitirão Emendas ao projeto de Lei de Orçamento que visem a:

    a) alterar a dotação solicitada para despesa de custeio, SALVO quando provada, nesse ponto, a inexatidão da proposta

  • [GABARITO: LETRA C]

    Da elaboração da Lei de Orçamento

    Art. 33. Não se admitirão emendas ao projeto de Lei de Orçamento que visem a:

    a) alterar a dotação solicitada para despesa de custeio, salvo quando provada, nesse ponto a inexatidão da proposta;

    b) conceder dotação para o início de obra cujo projeto não esteja aprovado pelos órgãos competentes;

    c) conceder dotação para instalação ou funcionamento de serviço que não esteja anteriormente criado;

    d) conceder dotação superior aos quantitativos previamente fixados em resolução do Poder Legislativo para concessão de auxílios e subvenções.

    FONTE: LEI Nº 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

  • O enunciado da questão cita o artigo 32 da Lei n.º 4.320/64. A título de curiosidade, aqui está ele:

    “Art. 32. Se não receber a proposta orçamentária no prazo fixado nas Constituições ou nas Leis Orgânicas dos Municípios, o Poder Legislativo considerará como proposta a Lei de Orçamento vigente."

    Mas a resposta da questão está é no artigo 33 dessa lei. Olha só:

    “Art. 33. Não se admitirão emendas ao projeto de Lei de Orçamento que visem a:

    a) alterar a dotação solicitada para despesa de custeio, salvo quando provada, nesse ponto a inexatidão da proposta;
    b) conceder dotação para o início de obra cujo projeto não esteja aprovado pelos órgãos competentes;
    c) conceder dotação para instalação ou funcionamento de serviço que não esteja anteriormente criado;
    d) conceder dotação superior aos quantitativos previamente fixados em resolução do Poder Legislativo para concessão de auxílios e subvenções."

    De acordo com a alínea “a", do art. 33, da Lei n.º 4.320/64, não se admitirão emendas ao PLOA que visem a alterar a dotação solicitada para despesa de custeio. Mas há uma exceção: quando provada, nesse ponto a inexatidão da proposta, aí a dotação poderá ser alterada.

    Isso vai de encontro ao que a alternativa C da questão nos diz. Repare que a banca somente substituiu a expressa “salvo quando", por “ainda quando", tornando a alternativa errada.


    Gabarito do Professor: Letra C.

ID
5052016
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Direito Financeiro
Assuntos

De acordo com Silva (2013), a administração pública pode utilizar algumas técnicas orçamentárias, as quais contemplam as origens e as aplicações dos recursos, cada qual com suas respectivas peculiaridades. Em relação às referidas técnicas, analise as afirmativas a seguir.

I. Orçamento clássico ou tradicional: é aquele no qual se prevê a receita e fixa a despesa, tomando-se certos cuidados quanto à orientação das despesas por objeto de gastos; isto evidencia a maior ênfase que se dá ao que se compra. Esta técnica não antevê as reais necessidades da coletividade, renuncia os aspectos econômicos e sociais.

II. Orçamento por desempenho: é aquele no qual se observa as realizações do governo, relacionando os objetos de gasto aos objetivos específicos com que age o governo. Apesar de identificar os objetivos não vincula ao processo de planejamento.

III. Orçamento programa: é aquele que integra o planejamento com o orçamento através de programas de governo, onde é identificado o conjunto de ações e recursos necessários à execução.

IV. Orçamento base zero: é aquele em que cada administrador deve detalhar os recursos solicitados, o que justificará cada uma das despesas e torna o planejamento e orçamento possíveis.

V. Orçamento participativo: é aquele em que se utiliza o mecanismo governamental de democracia participativa em que permite a participação da sociedade na discussão e decisão sobre o orçamento público.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Comentários
  • Trata-se de uma questão sobre orçamentos.

    Vamos analisar as assertivas.

    I. CORRETO. O orçamento tradicional é aquele que é apenas quantitativo (projeta receitas e despesas). Logo, realmente, o orçamento clássico ou tradicional é aquele no qual se prevê a receita e fixa a despesa, tomando-se certos cuidados quanto à orientação das despesas por objeto de gastos.

    II. CORRETO. O orçamento de desempenho que apresenta os propósitos para os quais a Administração solicita os recursos necessários sem, no entanto, identificar os custos dos programas propostos para alcançar tais objetivos, e os dados quantitativos que medem as realizações e o trabalho realizado dentro de cada programa. O orçamento de desempenho é aquele que foca tanto no equilíbrio financeiro quanto na eficácia dos gastos. Além disso, ele se caracteriza por ter um programa de trabalho que apresenta as ações que serão implementadas. É um avanço em relação ao orçamento tradicional, que era apenas quantitativo (receitas e despesas).

    III. CORRETO. O orçamento-programa é aquele que foca no planejamento e se estrutura com base nos objetivos que dado governo pretende atingir. Ele se caracteriza por organizar as ações governamentais em programas. Nele, são estabelecidos, entre outros, objetivos e metas governamentais, integrando o planejamento ao orçamento.

    IV. CORRETO. O orçamento base zero é aquele em que, anualmente, “zera-se o orçamento". Ou seja, cada item do orçamento vai ser analisado quando à sua necessidade.

    V. CORRETO. O orçamento participativo é aquele em que a participação da sociedade civil é determinante na sua construção.

    Logo, estão corretas as afirmativas “I, II, III, IV e V".

     

    GABARITO DO PROFESSOR: ALTERNATIVA “B".

ID
5052019
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Direito Financeiro
Assuntos

A Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. Em relação ao referido instituto legal, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Art. 1 Esta Lei Complementar estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, com amparo no .

    § 1 A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas e a obediência a limites e condições no que tange a renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, da seguridade social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscrição em Restos a Pagar.

    Dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, Estados e Municípios.

    Competência Tributária

    Art. 6º A atribuição constitucional de competência tributária compreende a competência legislativa plena, ressalvadas as limitações contidas na Constituição Federal, nas Constituições dos Estados e nas Leis Orgânicas do Distrito Federal e dos Municípios, e observado o disposto nesta Lei.

    Parágrafo único. Os tributos cuja receita seja distribuída, no todo ou em parte, a outras pessoas jurídicas de direito público pertencerá à competência legislativa daquela a que tenham sido atribuídos.

    Art. 7º A competência tributária é indelegável, salvo atribuição das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos, ou de executar leis, serviços, atos ou decisões administrativas em matéria tributária, conferida por uma pessoa jurídica de direito público a outra, nos termos do .

    § 1º A atribuição compreende as garantias e os privilégios processuais que competem à pessoa jurídica de direito público que a conferir.

    § 2º A atribuição pode ser revogada, a qualquer tempo, por ato unilateral da pessoa jurídica de direito público que a tenha conferido.

    § 3º Não constitui delegação de competência o cometimento, a pessoas de direito privado, do encargo ou da função de arrecadar tributos.

    Art. 8º O não-exercício da competência tributária não a defere a pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.

  • Esta questão exige conhecimentos sobre disposições da Lei de Responsabilidade fiscal (LRF)

     

    RESOLVENDO A QUESTÃO:

    Sobre as disposições da LRF, vamos analisar cada uma das alternativas para identificarmos a INCORRETA.

     

    A) Estabeleceu a exigência de que se passasse a realizar a consolidação nacional das contas públicas.

    Certa! Esta afirmativa possui fundamento no art. 51 da LRF, que informa que “o Poder Executivo da União promoverá, até o dia trinta de junho, a CONSOLIDAÇÃO, NACIONAL e por esfera de governo, das contas dos entes da Federação relativas ao exercício anterior, e a sua divulgação, inclusive por meio eletrônico de acesso público". Perceba, portanto, que a alternativa está em consonância com as disposições da LRF.

     

    B) Tem como intuito propiciar o equilíbrio das finanças públicas e instituir instrumentos de transparência da gestão fiscal.

    Certa! Esta afirmativa também se encontra em consonância com os termos da LRF. O § 1.º do art. 1.º informa que “a responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas". Ademais, o art. 48 prevê que “são instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público: os planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses documentos". Perceba, portanto, que está correta a presente afirmativa.

     

    C) Tem como intuito nortear a competência tributária, bem como as modificações de alíquotas e base de cálculos de tributos já instituídos.

    Errada! A LRF possui a incumbência de estabelecer normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, e NÃO o intuito de nortear competência tributária e modificação de alíquotas e base de cálculo de tributos.

     

    D) Estabeleceu para toda a federação, direta ou indiretamente, limites da dívida consolidada, garantias, operações de crédito, restos a pagar, despesas de pessoal, dentre outros.

    Certa! A LRF dispõe sobre o Relatório de Gestão Fiscal (RGF), o qual conterá, entre outras informações: comparativo com os LIMITES de que trata a LRF, dos seguintes montantes: a) despesa total com pessoal, distinguindo a com inativos e pensionistas; b) dívidas consolidada e mobiliária; c) concessão de garantias; d) operações de crédito, inclusive por antecipação de receita. Além disso, o RGF conterá indicação das medidas corretivas adotadas ou a adotar, se ultrapassado qualquer dos LIMITES; e demonstrativos, no último quadrimestre: a) do montante das disponibilidades de caixa em trinta e um de dezembro; b) da inscrição em Restos a Pagar". Portanto, afirmativa correta.

     


    GABARITO DO PROFESSOR: ALTERNATIVA “C"

ID
5052022
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

“Para fins contábeis, a despesa orçamentária pode ser classificada quanto ao impacto na situação patrimonial líquida em despesa orçamentária efetiva e despesa orçamentária não efetiva.”

(Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, 2018.)

Constitui-se em uma despesa orçamentária não efetiva:

Alternativas
Comentários
  • Trata-se da classificação entre despesa efetiva e não efetiva.

    Segundo o MCASP 8ª, pág. 71, "Para fins contábeis, a despesa orçamentária pode ser classificada quanto ao impacto na situação patrimonial líquida em:

    a. Despesa Orçamentária Efetiva - aquela que, no momento de sua realização, reduz a situação líquida patrimonial da entidade. Constitui fato contábil modificativo diminutivo.

    b. Despesa Orçamentária Não Efetiva –aquela que, no momento da sua realização, não reduz a situação líquida patrimonial da entidade. Constitui fato contábil permutativo.

    Em geral, a despesa orçamentária efetiva é despesa corrente. [...] A despesa não efetiva normalmente se enquadra como despesa de capital. Entretanto, há despesa de capital que é efetiva como, por exemplo, as transferências de capital, que causam variação patrimonial diminutiva e, por isso, classificam-se como despesa efetiva.".

    ➤ Resolução: Constitui-se em uma despesa orçamentária não efetiva a despesa com aquisição de materiais para estoque (letra C). As letras A, B e D são despesas efetivas, pois impactam o patrimônio líquido de forma negativa.

    Gabarito: Letra C.

  • GAB: LETRA C

    Complementando!

    CLASSIFICAÇÃO POR NATUREZA DA DESPESA 

    #Programação Orçamentária

    • Tem como  propósito  de  atender  às exigências de informação demandadas por todos os interessados nas questões de finanças públicas.

    Q942038 ⇒ Os objetivos da estrutura de programação orçamentária incluem atender às necessidades de informação das organizações privadas, da sociedade em geral e de outros interessados. (CERTO)

    #LEI N° 4.320 

    Art. 12. A despesa será classificada nas seguintes categorias econômicas: 

    DESPESAS CORRENTES

    • Despesas de Custeio
    • Transferências Correntes

    DESPESAS DE CAPITAL

    • Investimentos
    • Inversões Financeiras
    • Transferências de Capital

    Analisando por partes as despesas de capital

    1 - INVESTIMENTOS: É uma obra,  ou construção ou um bem novo (nunca usado).

    Q862608 ⇒ Se determinado órgão público precisar adquirir equipamentos novos necessários à execução de determinada obra, a despesa correspondente será classificada como investimento. (CERTO)

    Q776742 ⇒ Inversão financeira corresponde ao gasto público utilizado para a execução de obras.(ERRADO)

    Q287027 ⇒ A despesa com a aquisição de um lote para a construção da sede de uma autarquia é classificada como inversão financeira, enquanto as despesas com a construção da sede são classificadas como investimento. (ERRADO)

    2 - INVERSÃO FINANCEIRA:

    2.1 - Aquisição de um bem(Imóveis) JÁ EM UTILIZAÇÃO PELA ADMINISTRAÇÃO

    2.2 - Participação em Constituição ou Aumento de Capital de Empresas ou Entidades Comerciais ou Financeiras

    Q79843 ⇒ Caso o governo federal, durante crise financeira, destine parte de uma dotação orçamentária para o aumento de capital de instituição financeira, essa despesa será considerada inversão financeira. (CERTO)

    Q274873 ⇒ A criação de empresa pública, por determinado governo estadual, para a comercialização de gêneros agropecuários constitui exemplo de inversão financeira. (CERTO)

    2.3 - Aquisição de Títulos Representativos de Capital de Empresa em Funcionamento

    Q823783 ⇒ Nos termos da Lei n.º 4.320/1964, a aquisição de ações no mercado secundário constitui, para o ente público, uma inversão financeira.(CERTO)

    # A classificação da despesa (tbm serve pra receita) orçamentária é OBRIGATÓRIA, no entanto seu desdobramento é FACULTATIVO

    Q893263 ⇒ Independentemente do ente federativo, para fins de escrituração contábil e controle da execução orçamentária, é obrigatório o desdobramento dos elementos de despesa em níveis menores de classificação.

    # Amortização da dívida - Despesa de Capital

    # juros e encargos da dívida - Despesa Corrente

    Q1126470 ⇒ Os juros e Encargos da dívida, assim como a amortização do principal da dívida, são classificados na categoria econômica Despesas de Capital. (ERRADO)

    Q255981 ⇒ A amortização da dívida é classificada na categoria econômica despesa de capital, enquanto os juros são classificados como despesas correntes.(CERTO)

  • Segundo o MCASP 8ª, pág. 71, "Para fins contábeis, a despesa orçamentária pode ser classificada quanto ao impacto na situação patrimonial líquida em:

    a. Despesa Orçamentária Efetiva - aquela que, no momento de sua realização, reduz a situação líquida patrimonial da entidade. Constitui fato contábil modificativo diminutivo.

    b. Despesa Orçamentária Não Efetiva –aquela que, no momento da sua realização, não reduz a situação líquida patrimonial da entidade. Constitui fato contábil permutativo.

    muitos estudam esse conceito decorando, como assim?

    dizendo que despesa de capital é sempre não efetiva e despesa corrente é efetiva, mas por essa questão fica provado que nem sempre isso é verdade, pode ser que uma despesa corrente também pode ser não efetiva como foi o caso desta questão.

    conforme narra o MCASP o bizu está na alteração do PL.

    a) Transferência de capital. ( uma despesa de capital que reduz o PL)

    b)Despesa com juros e encargos de dívidas. ( uma despesa corrente que reduz o PL)

    c) Despesa com aquisição de materiais para estoque. ( é uma despesa corrente que não reduz o o PL, trata-se de um fato PERMUTATIVO, vai reduzir o PL quando for utilizado o material que foi comprado, ou seja, quando de fato ocorrer o fato gerador do consumo do material no estoque) (GABARITO)

    d) Despesa com folha de pagamento de funcionários. ( despesa corrente que reduz o PL, ocorreu o fato gerador e a despesa aqui foi paga)

    gabarito letra "D"

  • Fato Permutativo.

    Move o dinheiro que tava no banco que corresponde a 10 reais para comprar estoque equivalente em 10 reais.

    Não altera nada!

    Portanto , não efetivo em alterar a situação patrimonial. Já que antes a entidade tinha 10 reais no banco, agora tem o mesmo 10 reais mas em estoque. Não perdeu os 10 reais, só modificou sua forma: de dinheiro para estoque.

    Despesa não efetiva em alterar a situação patrimonial.

    Gabarito letra C


ID
5052025
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Arquivo é o conjunto de documentos recebidos e/ou produzidos, que devem ser preservados pelas instituições públicas ou privadas, a fim de organização ou consulta. Devem ser organizados de forma que os documentos sejam armazenados com segurança, precisão e simplicidade. Considerando as características do arquivo, relacione adequadamente os conceitos apresentados a seguir.

1. Precisão.

2. Segurança.

3. Simplicidade.


( ) Os documentos deverão ser arquivados de forma que possam ser localizados com facilidade.

( ) O arquivo é uma fonte de informação que tem como pretensão atender a todos que dele precisem e não apenas se resume a uma guarda de documentos; portanto, deve ser compreendido por todos.

( ) Os documentos arquivados são importantes e devem ser tomados cuidados contra incêndio, roubo, extravio, deterioração etc.

A sequência está correta em

Alternativas
Comentários
  • Todo arquivo precisa ser organizado de forma que proporcione condições de segurança, precisão, simplicidade, flexibilidade e acesso.

    (1) Os documentos deverão ser arquivados de forma que possam ser localizados com facilidade. PRECISÃO

    (3) O arquivo é uma fonte de informação que tem como pretensão atender a todos que dele precisem e não apenas se resume a uma guarda de documentos; portanto, deve ser compreendido por todos. SIMPLICIDADE

    (2) Os documentos arquivados são importantes e devem ser tomados cuidados contra incêndio, roubo, extravio, deterioração etc. SEGURANÇA

    gab. C

  • A questão trata dos termos precisão, simplicidade e segurança, que são essenciais para o acesso e a proteção da documentação. 
    (1) Os documentos deverão ser arquivados de forma que possam ser localizados com facilidade.

    A precisão, nesse caso, está relacionada com a escolha do método de arquivamento. Essa escolha deve levar em consideração o fato de que os documentos devem ser localizados com o máximo de eficiência possível.
    Exemplo: se um conjunto documental composto de 20.000 dossiês funcionais, por exemplo, utilizar o método alfabético de arquivamento, provavelmente a localização da documentação será comprometida, uma vez que 20.000 dossiês funcionais terão uma quantidade elevada de letras iguais. Nesse sentido, o melhor é buscar um método de arquivamento que ofereça uma variação menor do elemento principal, como o número de matrícula.  

    (3) O arquivo é uma fonte de informação que tem como pretensão atender a todos que dele precisem e não apenas se resume a uma guarda de documentos; portanto, deve ser compreendido por todos.

    A Simplicidade é uma característica que dita que as ações empreendidas no conjunto documental devem levar em consideração o fato de que o acesso é para todos, portanto, é importante não rebuscar mecanismos de acesso, por exemplo, pois isso constitui um entrave para o acesso. Se o método de arquivamento alfabético, que é considerado de simples aplicação, for adequado, não é preciso escolher outro método que torne o processo dificultoso. 

    (2) Os documentos arquivados são importantes e devem ser tomados cuidados contra incêndio, roubo, extravio, deterioração etc.

    O conjunto documental deve estar protegido de quaisquer intervenções que coloquem em risco a segurança das informações registradas nos suportes documentais. Nesse sentido, é importante que se crie políticas que visem evitar os danos e, além disso, que possuam direcionamentos práticos, caso os danos venham a ocorrer. 

    Gabarito do Professor: Letra C.
  • Complementando....

    Segurança: O arquivo deve apresentar condições mínimas de segurança, incluindo-se medidas de prevenção contra incêndio, extravio, roubo e deterioração. Dependendo da natureza do arquivo, é importante cuidar do sigilo, impedindo ou dificultando o livre acesso a documentos confidenciais.

    Precisão: O arquivo deve oferecer garantia de precisão na consulta a documentos e assegurar a localização de qualquer documento arquivado, ou de qualquer documento que tenha sido dele retirado.

    Simplicidade: O arquivo precisa ser simples e de fácil compreensão. As possibilidades de erros são reduzidas em arquivos simples e funcionais. O número e a variedade de documentos não exigem necessariamente um arquivo complexo e de difícil entendimento.

  • Qual é a fonte dessa questão?


ID
5052031
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

“São cinco as modalidades da licitação previstas na Lei nº 8.666/93, quais sejam, concorrência, tomada de preços, convite, concurso, leilão.” Tendo em vista a modalidade de licitação “convite”, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até vinte e quatro horas da apresentação das propostas.

( ) A modalidade de licitação convite ocorre entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de quarenta e cinco dias.

( ) Quando, por limitações do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, for impossível a obtenção do número mínimo de licitantes exigidos, qual seja, três, essas circunstâncias deverão ser devidamente justificadas no processo, sob pena de repetição do convite.

( ) Na modalidade convite, existindo na praça mais de três possíveis interessados, a cada novo convite, realizado para objeto idêntico ou assemelhado, é obrigatório o convite a, no mínimo, mais um interessado, enquanto existirem cadastrados não convidados nas últimas licitações.

A sequência está correta em

Alternativas
Comentários
  • GAB: C

    Art. 22,

    § 3Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas.

    § 4o Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.

    § 7Quando, por limitações do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, for impossível a obtenção do número mínimo de licitantes exigidos no § 3 deste artigo, essas circunstâncias deverão ser devidamente justificadas no processo, sob pena de repetição do convite.

    § 6Na hipótese do § 3deste artigo, existindo na praça mais de 3 (três) possíveis interessados, a cada novo convite, realizado para objeto idêntico ou assemelhado, é obrigatório o convite a, no mínimo, mais um interessado, enquanto existirem cadastrados não convidados nas últimas licitações.  

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a alternativa CORRETA, após a análise de quatro itens. Para resolvê-la, exige-se do candidato conhecimento acerca do conteúdo da Lei 8.666/1993.

    (V) Art. 22, §3º, Lei 8.666/93 – Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas.

    (F) Art. 22, §3º, Lei 8.666/93 – Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas.

    Art. 22, §4º, Lei 8.666/93 Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 dias.

    (V) Art. 22, §7º, Lei 8.666/93 – Quando, por limitações do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados, for impossível a obtenção do número mínimo de licitantes exigidos no § 3o deste artigo, essas circunstâncias deverão ser devidamente justificadas no processo, sob pena de repetição do convite.

    (V) Art. 22, §6º, Lei 8.666/93 – Na hipótese do § 3º deste artigo, existindo na praça mais de 3 (três) possíveis interessados, a cada novo convite, realizado para objeto idêntico ou assemelhado, é obrigatório o convite a, no mínimo, mais um interessado, enquanto existirem cadastrados não convidados nas últimas licitações.

    Assim, a sequência está correta em:

    C. V, F, V, V.

    GABARITO: ALTERNATIVA C.


ID
5052034
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A licitação é um procedimento administrativo disciplinado por lei e por um ato administrativo prévio, que determina critérios objetivos visando à seleção da proposta de contratação mais vantajosa e à promoção do desenvolvimento nacional sustentável, com observância de princípios específicos. Podemos afirmar que o objetivo básico da licitação, em conformidade com a legislação vigente, é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    Seção I

    Dos Princípios

    Art. 3  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.

    FONTE: LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993. 

  • A Lei nº 8.666/93 destina-se a estabelecer normas especiais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, não incluídos os de publicidade, no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios = INCLUSIVE DE PUBLICIDADE (art 1°, lei 8666)

  • GABARITO: D

    L. 8.666/93

    Assertiva A. Incorreta. Art. 3º, §1º. É vedado aos agentes públicos: I - admitir, prever, incluir ou tolerar, nos atos de convocação, cláusulas ou condições que comprometam, restrinjam ou frustrem o seu caráter competitivo, inclusive nos casos de sociedades cooperativas, e estabeleçam preferências ou distinções em razão da naturalidade, da sede ou domicílio dos licitantes ou de qualquer outra circunstância impertinente ou irrelevante para o específico objeto do contrato, ressalvado o disposto nos §§ 5 a 12 deste artigo e no art. 3 da Lei n 8.248, de 23 de outubro de 1991; (...)  

    Assertiva B. Incorreta. Art. 1º. Esta Lei estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

    Assertiva C. Incorreta. Art. 2, parágrafo único. Para os fins desta Lei, considera-se contrato todo e qualquer ajuste entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, em que haja um acordo de vontades para a formação de vínculo e a estipulação de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizada.

    Assertiva D. Correta. Art. 3º. A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.  

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a alternativa CORRETA. Para resolvê-la, exige-se do candidato conhecimento acerca do conteúdo da Lei 8.666/1993.

    A. ERRADO.

    Art. 3º, § 1º, Lei 8.666/93. É vedado aos agentes públicos:

    I - admitir, prever, incluir ou tolerar, nos atos de convocação, cláusulas ou condições que comprometam, restrinjam ou frustrem o seu caráter competitivo, inclusive nos casos de sociedades cooperativas, e estabeleçam preferências ou distinções em razão da naturalidade, da sede ou domicílio dos licitantes ou de qualquer outra circunstância impertinente ou irrelevante para o específico objeto do contrato, ressalvado o disposto nos §§ 5º a 12 deste artigo e no art. 3º da Lei no 8.248, de 23 de outubro de 1991.      

    B. ERRADO.

    Art. 1º, Lei 8.666/93. Esta Lei estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

    C. ERRADO.

    Art. 2º, Lei 8.666/93. As obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, concessões, permissões e locações da Administração Pública, quando contratadas com terceiros, serão necessariamente precedidas de licitação, ressalvadas as hipóteses previstas nesta Lei.

    Parágrafo único. Para os fins desta Lei, considera-se contrato todo e qualquer ajuste entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, em que haja um acordo de vontades para a formação de vínculo e a estipulação de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizada.

    D. CERTO.

    Art. 3º, Lei 8.666/93. A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. 

    GABARITO: ALTERNATIVA D.

  • Assertiva B. Incorreta. Art. 1º. Esta Lei estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.


ID
5052037
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Classificam-se como transferências correntes as dotações para despesas as quais não corresponda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções destinadas a atender à manifestação de outras entidades de direito público ou privado. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. Fundamentalmente e nos limites das possibilidades financeiras a concessão de subvenções sociais visará a prestação de serviços essenciais de assistência social, médica e educacional, sempre que a suplementação de recursos de origem privada, aplicados a esses objetivos, revelar-se mais econômica.

II. A cobertura dos déficits de manutenção das empresas públicas, de natureza autárquica ou não, far-se-á mediante subvenções econômicas expressamente incluídas nas despesas correntes do orçamento da União, do Estado, do Município ou do Distrito Federal.

III. Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa, poderão ser custeadas por dotações globais.

É correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Trata-se de regras orçamentárias exigidas pela Lei 4.320/64.

    I- Correto- Segundo o art. 16 da Lei 4.320/64, "Fundamentalmente e nos limites das possibilidades financeiras a concessão de subvenções sociais visará a prestação de serviços essenciais de assistência social, médica e educacional, sempre que a suplementação de recursos de origem privada aplicados a esses objetivos, revelar-se mais econômica". Refere-se a Transferências Correntes.

    II- Correto- Segundo o art. 16 da Lei 4.320/64, "A cobertura dos déficits de manutenção das emprêsas públicas, de natureza autárquica ou não, far-se-á mediante subvenções econômicas expressamente incluídas nas despesas correntes do orçamento da União, do Estado, do Município ou do Distrito Federal". Refere-se a Transferências Correntes.

    III- Correto- Segundo o art. 20, parágrafo único, da Lei 4.320/64, "Os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa poderão ser custeadas por dotações globais, classificadas entre as Despesas de Capital". Refere-se a Despesas de Capital (Investimentos).

    Resolução: É correto afirmar que:

    A- Incorreto- A afirmativa I se refere a Transferências Correntes (e não a investimentos).

    B- Incorreto- A afirmativa I se refere a Transferências Correntes (e não a inversões financeiras).

    C- Correto- As afirmativa I e II se referem a transferências correntes.

    D- Incorreto- Vide explicação das assertivas acima.

    Gabarito: Letra C.

  • 4320/64

    Das Transferências Correntes

    I) Das Subvenções Sociais

    Art. 16. Fundamentalmente e nos limites das possibilidades financeiras a concessão de subvenções sociais visará a prestação de serviços essenciais de assistência social, médica e educacional, sempre que a suplementação de recursos de origem privada aplicados a esses objetivos, revelar-se mais econômica.

    Parágrafo único. O valor das subvenções, sempre que possível, será calculado com base em unidades de serviços efetivamente prestados ou postos à disposição dos interessados obedecidos os padrões mínimos de eficiência previamente fixados.

    Art. 17. Somente à instituição cujas condições de funcionamento forem julgadas satisfatórias pelos órgãos oficiais de fiscalização serão concedidas subvenções.

    II) Das Subvenções Econômicas

    Art. 18. A cobertura dos déficits de manutenção das empresas públicas, de natureza autárquica ou não, far-se-á mediante subvenções econômicas expressamente incluídas nas despesas correntes do orçamento da União, do Estado, do Município ou do Distrito Federal.

    Parágrafo único. Consideram-se, igualmente, como subvenções econômicas:

    a) as dotações destinadas a cobrir a diferença entre os preços de mercado e os preços de revenda, pelo Governo, de gêneros alimentícios ou outros materiais;

    b) as dotações destinadas ao pagamento de bonificações a produtores de determinados gêneros ou materiais.

    Art. 19. A Lei de Orçamento não consignará ajuda financeira, a qualquer título, a empresa de fins lucrativos, salvo quando se tratar de subvenções cuja concessão tenha sido expressamente autorizada em lei especial.


ID
5052040
Banca
Instituto Consulplan
Órgão
Câmara de Arcos - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Dispensa e inexigibilidade de licitação são maneiras diretas de contratação, sem a necessidade do processo convencional de uma licitação. A dispensa de licitação está prevista na Lei nº 8.666/93, art. 24, enquanto a inexigibilidade é citada no artigo 25, da mesma Lei. Analise as hipóteses relacionadas.

I. Quando não acudirem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração, mantidas, neste caso, todas as condições preestabelecidas.

II. Quando para a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia.

III. Quando para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

Assinale a alternativa correspondente em que a licitação seja dispensável e inexigível.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    I. Dispensável - Art. 24. É dispensável a licitação: V - quando não acudirem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração, mantidas, neste caso, todas as condições preestabelecidas;

    II. Dispensável - Art. 24. É dispensável a licitação: X - para a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia; 

    III. Inexigível - Art. 25.  É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:

    III - para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

    FONTE: LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993. 

  • inexigibilidade:

    -Fornecedor exclusivo

    -Profissão de notória especialização para serviço técnico, de natureza singular

    -Artista consagrado

    O resto é dispensa

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a alternativa CORRETA, após a análise de três itens. Para resolvê-la, exige-se do candidato conhecimento acerca do conteúdo da Lei 8.666/1993.

    Observa-se que apesar de a regra geral que disciplina as contratações públicas possuir como premissa a exigência da realização de licitação para a obtenção de bens e para a execução de serviços e obras, há, na própria Lei de Licitações exceções.

    Na licitação dispensável, rol taxativo presente no art. 24 da Lei 8.666/93, há para o administrador uma faculdade, que poderá realizar o processo licitatório ou não, dependendo das particularidades do caso concreto (ato discricionário).

    A licitação dispensada, rol taxativo presente no art. 17 da Lei 8.666/93, por sua vez, está relacionada às alienações de bens públicos tanto móveis quanto imóveis, não cabendo ao administrador nenhum tipo de juízo de valor, pois há na lei uma imposição (ato vinculado) da contratação direta.

    Por fim, a inexigibilidade de licitação, rol exemplificativo presente no art. 25 da Lei 8.666/93, faz referência aos casos em que o administrador também não tem a faculdade para licitar, porém, aqui o motivo é a ausência/inviabilidade de competição em relação ao objeto a ser contratado, condição indispensável para um procedimento licitatório. Tornando, assim, a licitação impossível.

    Agora, vejamos:

    I. Dispensável.

    Art. 24, Lei 8.666/93. É dispensável a licitação:

    V - quando não acudirem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração, mantidas, neste caso, todas as condições preestabelecidas.

    II. Dispensável.

    Art. 24. É dispensável a licitação:

    X - para a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia.

    III. Inexigível.

    Art. 25, Lei 8.666/93. É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:

    III - para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada o pela opinião pública.

    Assim:

    B. I. Dispensável II. Dispensável III. Inexigível.

    GABARITO: ALTERNATIVA B.

  • GABARITO -B

    INEXIBILIDADE DE LICITAÇÃO = ARTISTA EXNObe

    ARTISTA consagrado pela crítica;

    EXclusivo representante comercial;

    NOtória especialização (profissionais ou empresas - serviços técnicos).

    ou

    bizu de um chapa ...PENSA

    Produtor

    Exclusivo

    Natureza

    Singular

    Artista consagrado

    Bons estudos!

  • GABARITO: LETRA B

    I - DISPENSÁVEL

    II- DISPENSÁVEL

    III - INEXIGÍVEL

  • 1) Licitação dispensada (Art. 17) = Elenco /Rol taxativo (EXAUSTIVA) alienação de bens + não pode haver a licitação (ato vinculado). 

    2) Licitação dispensável (Art. 24) =Elenco/ Rol taxativo (EXAUSTIVA)/ aquisição de bens e contratação de serviços + pode haver ou não a licitação →ainda que  exista viabilidade jurídica de competição (ato discricionário).→ a lei autoriza a contratação direta. 

    3) Licitação ineXigivel (Art. 25) = Elenco /Rol eXemplificativo / inviabilidade de competição + não há como realizar a licitação.

  • bandeirinha correu pro meio do campo, var não chamou, é gol

  • bandeirinha correu pro meio do campo, var não chamou, é gol

  • Questao desatualizada! Com a L14.133/21 a hipótese de da assertiva II passou a ser caso de inexigibilidade: Art. 74 É inexigível a licitação quando inviável a competição, em especial nos casos de: V - aquisição ou locação de imóvel cujas características de instalações e de localização tornem necessária sua escolha.