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Prova UEG - 2013 - PC-GO - Agente de Polícia Civil - Curso de Formação - 2ª Prova


ID
4903270
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Criminalística
Assuntos

Sobre as providências tomadas em local de crime de homicídio, tem-se que

Alternativas
Comentários
  • Sinal de mordedura na vítima deve ser identificado e analisado visando a uma possível extração de DNA depositado em saliva pelo suspeito.

    Letra B.

  • Quanto á letra a: A obrigação fere o direito Fundamental do indiciado/acusado de não fornecer provas contra si.

    Quanto á letra B: A equipe de investigação pode coletar materiais genéticos já abandonados pelo investigado, como em copos, talheres e até fluidos encontrados no corpo da vítima sem que isso viole o direito fundamental supracitado.

    Com a lei 12.654/12, tornou-se possível a identificação criminal por meio da coleta de material biológico para a obtenção do perfil genético do agente, se a identificação for essencial às investigações policiais por despacho da autoridade judiciária de ofício ou mediante representação da autoridade policial, do Ministério Público ou da defesa.

    Note que a diferença está na localização do material genético, o indiciado não pode ser obrigado a fornecer provas contra si, essa vedação é prevista constitucionalmente e inclui o fornecimento de materiais genéticos. Por outro lado, a equipe de investigação poderá colher os materiais genéticos localizados em objetos já descartados como em copos, talheres utilizados e inclusive em fluídos deixados no corpo da vítima sem que esse ato configure extração de provas ilícitas ou venha a ferir o direito de não autoincriminação do indivíduo.

    Há um caso de uma famosa cantora internacional que esteve presa no Brasil, tendo engravidado dentro da cela e acusado o Delegado da Policia Federal do local em que estava detida de estupro e o STF autorizou a coleta do material de DNA extraído da placenta da suposta vítima e com isso se constatou que o delegado não era genitor da criança. Segue trecho:

    Quanto à realização do exame de DNA, por maioria de votos, os ministros resolveram autorizar o juiz da 10ª Vara Federal do Distrito Federal a recolher a placenta para a coleta do material genético, com o intuito de se conhecer o pai da criança.

    Os ministros defenderam que o interesse público se sobrepõe aos interesses individuais da extraditanda (Glória Trevi).“O interesse público prevaleceu sobre a elucidação do enigma da gravidez”, disse Marco Aurélio.

    “Opondo-se aos direitos fundamentais da reclamante existem os direitos fundamentais dos 60 agentes que têm seus direitos também afetados porque estão sob suspeita”, salientou o ministro Maurício Corrêa.

    “Imagem e honra da Polícia Federal estariam abaladas com as declarações feitas pela cantora Glória Trevi, sem falar da exposição a que ficaram submetidas todas as instituições nacionais e o próprio país”, destacou o ministro Carlos Velloso, que defendeu ainda o direito da criança de saber a verdadeira identidade de seu pai biológico.

    Os ministros entenderam que os interesses pessoais dos policiais suspeitos do crime de estupro se sobrepõem ao de Glória Trevi.

  • Àqueles que, como eu, ficaram em dúvida quanto ao erro da alternativa C, segue a lição do livro "Criminalística", de Luiz Eduardo Carvalho Dorea, Victor Paulo Stumvoll e Victor Quintela:

    "(...) quando verificarmos a presença de manchas de sangue num local de crime, dois aspectos podem ser caracterizados:

    • o sangue se encontra em estado líquido;
    • o sangue já se apresenta seco, sob forma de crostas.

    No primeiro caso, recolhe-se o que for possível, por meio de um conta-gotas ou de outro instrumento, e coloca-se num tubo de ensaio ou frasco, adicionando-se soro fisiológico e encaminhando-se para o laboratório.

    Quando se tratar de sangue seco, remove-se cuidadosamente a crosta, colocando-a em recipiente plástico ou de vidro, como saco, caixa, etc., podendo, se necessário, solubilizá-lo com soro fisiológico".

    No caso da alternativa C da questão acima, como a amostra de sangue estava úmida, o ideal seria a extração da amostra do sangue para análise. Somente no caso de o sangue estar seco é que a crosta seria acondicionada em saco plástico ou recipiente análogo.

  • Para os que ficaram em dúvida na C: acho bem válido dar uma olhada nos procedimentos operacionais. Esse documento trata de qualquer tipo de perícia (no caso da questão, olhar na página 69).

    • "Entendem-se como vestígios úmidos aqueles suportes/objetos contendo amostras de fluidos biológicos úmidos tais como sangue, sêmen, urina e outras secreções. Da mesma forma, para material coletado no local de crime como peças anatômicas tais como dentes, ossos, tecidos moles, dentre outros e aqueles impregnados em swabs.

    • Havendo condições apropriadas, os vestígios úmidos deverão ser secos à temperatura ambiente e ao abrigo da luz solar, em condições que evitem contaminação. Uma vez secos, deverão ser embalados conforme os demais vestígios secos (vide item 4.2.2)."

    http://politec.mt.gov.br/arquivos/File/institucional/manual/procedimento_operacional_padrao-pericia_criminal.pdf


ID
4903279
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Criminalística
Assuntos

Sobre os tipos de vestígio e a diferença entre vestígio e evidência pericial, considera-se que

Alternativas
Comentários
  • GAB: LETRA D

    No conceito da criminalística, evidência significa qualquer material, objeto ou informação que esteja relacionado com a ocorrência do fato. Assim, evidência é o vestígio analisado e depurado, tornando-se uma prova por si só ou em conjunto, para ser utilizada no esclarecimento dos fatos.

    Vestígio forjado: todo elemento encontrado no local do crime, cujo autor teve a intenção de produzi-lo, com o objetivo de modificar o conjunto dos elementos originais produzidos pelos atores da infração.

    Vestígio verdadeiro: é uma depuração total dos elementos encontrados no local do crime, pois somente o são aqueles produzidos diretamente pelos atores da infração e, ainda, que sejam produto direto das ações do cometimento do delito em si.

  • GABARITO LETRA D - CORRETA

    "Evidência é o resultado da análise pericial revelando a ligação do material examinado pelos peritos com o fato investigado".

    Evidência - o que já foi recolhido, relacionado com o crime e filtrado para análise.

    Vestígio coletado em local de crime será qualificado como uma evidência após a competente análise pericial e a constatação de sua relação com o fato delituoso.

    Fonte: QC

  • GAB :LETRA D

    Para fins conceituais a evidência será qualquer objeto direto ou indireto que tenha ligação com o fato delituoso ou seja e necessário que a perícia tenha exaurido todos os procedimentos de analise para que se possa chegar na mesma.No mesmo sentido se caminha para uma eventual fixação probatória no processo penal.

    Vestígio Forjado: elementos encontrados no local do crime que tenham sidos deixados com a intenção de modificar o local .exemplo;duvidas,confusão,engano ,assim com o intuito de confundir o trabalho da perícia no sentido literal de forjar.

    Vestígio verdadeiro:elemento encontrado no local do crime ,propriamente uma evidência que fora produzida devido ações criminosas .

  • A) Vestígio é o material constatado e recolhido em local de crime para posterior análise na sessão competente do Instituto de Criminalística.

    B) Vestígio verdadeiro aquele encontrado em local de homicídio, sem que tenha sido produzido com a intenção de induzir alguém a erro e que fora produzida devido ações criminosas.

    C) Vestígio forjado é aquele produzido com propósito antecipado de ludibriar os investigadores em busca de esclarecimento do fato.

    D) Correto

  • Vestígio - Material encontrado no local;

    Evidência - Vestígio analisado após exames complementares;

    Indícios - Circunstância, conhecida e provada que tenha relação com o fato.

  • LETRA E

    VESTÍGIO - É todo objeto ou material bruto, VISÍVEL OU LATENTE, constatado ou recolhido, que se relaciona à infração penal (Art. 158-A, CPP).

    EVIDÊNCIA - é o resultado da análise pericial revelando a ligação do material examinado pelos peritos com o fato investigado.

    INDÍCIO - Circunstância conhecida e provada que, tendo relação com o fato, autorize, por indução, concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias (Art. 239, CPP). 

  • VESTÍGIO - É todo objeto ou material bruto, VISÍVEL OU LATENTEconstatado ou recolhido, que se relaciona à infração penal (Art. 158-A, CPP).

    EVIDÊNCIA - é o resultado da análise pericial revelando a ligação do material examinado pelos peritos com o fato investigado.

    INDÍCIO - Circunstância conhecida e provada que, tendo relação com o fato, autorize, por indução, concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias (Art. 239, CPP). 

  • Ordem dos fatos:  lembra do VEI.

    Vestígio

    Evidência

    Indício


ID
4903282
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

Acerca da investigação de crime de homicídio, verifica-se que

Alternativas

ID
4903423
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Criminalística
Assuntos

Manchas de sangue resultantes de um grande sangramento, e consequente embebimento de peças, como vestuário, toalhas, panos etc., encontrados no local do crime, são denominadas:

Alternativas
Comentários
  • Manchas por impregnação.

    Letra D.

  • Letra D.

    Manchas por escorrimento - caracteriza-se quando o sangue se apresenta sob a forma de poças, harco ou filetes decorrentes de grande perda de sangue.

    Manchas por contato - são originárias do contato de uma parte do corpo ou de um objeto com o sangue, e posterior fixação em outro local em decorrência de novo contato, podendo deixar moldes de impressões digitais nas áreas de fixação.

    Machas por gotejamento - quando cai em pequenas quantidades e de certa altura, permitindo ao perito realizar a análise.

    Manchas por impregnação - quando um tecido ou papel entra em contato com o sangue e são absorvidas, produzindo manchas características

  • Gab. D

    MANCHAS POR PROJEÇÃO - subdivide-se em:

    1. GOTAS
    2. SALPICOS

    MANCHAS POR ESCORRIMENTO - Caracteriza-se quando o sangue se apresenta sob a forma de poças, harco ou filetes decorrentes de grande perda de sangue. A origem do sangue pode ser dos ferimentos ou das cavidades naturais, estando a vítima imóvel.

    MANCHAS POR CONTATO - Quando a vítima ou criminoso apresentam as mãos, pés ou calçados ensanguentados, ao contatarem com diversos tipos de suportes, vão produzindo impressões as quais são úteis para uma análise da dinâmica do fato.

    MANCHAS POR IMPREGNAÇÃO - Geralmente, quando há grande sangramento, peças do vestuário, toalhas, panos, etc., ficam embebidas de sangue, o que permite uma pesquisa mais minuciosa do crime.

    MANCHAS POR LIMPEZA - Quando se procura limpar uma mancha de sangue, comumente não se consegue excluir todos os vestígios, mas a olho nu a mancha parece ter desaparecido. Nesses casos, com a ajuda de luz forense, estas manchas podem ser observadas, e podem indicar a tentativa de ocultar provas de um crime.

  • Tá impregnado de sangue.

  • MANCHAS POR PROJEÇÃO

    • Pequena altura = forma circular
    • altura de 40cm = forma estrelada com bordas irregulares
    • altura superior a 125cm = forma estrelada com bordas denteadas
    • superior a 2m = gotículas


ID
4903426
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

De acordo com a interpretação corrente, uma morte violenta:

Alternativas
Comentários
  • Gab. C

    O SVO é o Serviço de Verificação de Óbito, tem por finalidade esclarecer as causas de morte natural sem assistência médica ou quando não há definição de causa mesmo quando o caso é acompanhado por serviço de saúde.

    O IML é o Instituto Médico Legal, tem por finalidade realizar necropsias e laudos cadavéricos, autópsia, além de outras atribuições como exame toxicológico, lesão corporal, dentre outros.

  • MORTE NATURAL DE PESSOA NÃO IDENTIFICADA VAI PARA O IML

  • MORTE VIOLENTA, que pode ser por:

    ·        Acidente

    ·        Suicídio

    ·        Crime

    Mas tal classificação esbarra em dificuldades quando de sua aplicação aos casos concretos. Algumas vezes, a dificuldade reside no aspecto inesperado ou súbito da morte. Um individuo encontrado morto no banheiro de sua casa, com a porta fechada por dentro, tanto pode ter morrido por uma doença de evolução aguda como pode ter cometido suicídio. Enquanto não feita a necropsia, a morte deve ser considerada SUSPEITA.

    Quando não se conseguir chegar à causa jurídica da morte, será denominada causa jurídica INDETERMINADA. Por exemplo, é o que ocorre quando um corpo é encontrado em estado de esqueletização no meio do mato, mas não se percebem sinais de fraturas ou outras formas de violência. Tanto pode ter sido morte natural, como morte violenta. Nesse caso, o médico-legista não pode dar a causa médica, nem as autoridades podem chegar à sua causa jurídica.

    Outra dificuldade existe quando se sabe que a morte não foi natural, mas não é possível classificar qual das 3 formas de morte violenta ocorreu. É o que acontece em casos de pessoas acostumadas ao uso de remédios para dormir, que são encontradas mortas. Se o exame toxicológico confirmar um teor alto do hipnótico no sangue, não será possível distinguir entre acidente ou suicídio quando não houver outros indícios.

    EXAME DE LOCAL DE MORTE VIOLENTA OU SUSPEITA (PERINECROSCOPIA)

    Devem ser procuradas manchas de sangue. Tais manchas podem dar uma idéia do deslocamento do corpo ou por seus próprios meios, o que produz marcas distintas. 

    O ARRASTAMENTO produz faixas e estrias paralelas.

    Os MOVIMENTOS DA VITIMA deixam marcas das mãos nos pontos de apoio.

    RESPINGOS DE SANGUE deixam marcas características conforme caiam perpendicularmente ou se projetem em movimento.

    No caso de caírem PERPENDICULARMENTE, apresentam aspecto radiado em toda a sua circunferência.

    Mas quando em MOVIMENTO, assumem forma mais alongada, lembrando uma pêra, com aspecto radiado menor e um escorrimento na direção do deslocamento da vitima.

    MORTE VIOLENTA

     Proveniente de causas externas, como homicídio, suicídio,

    acidente, etc.

     São as causas jurídicas da morte.

     O médico legista do IML quem vai fornecer a declaração de óbito

    (Art. 3º da RES. 1.779/06).

  • Morte violenta: Suicídio, Homicídio e acidente.

  • Gab: C

    > A causa jurídica da enquanto morte natural resulta de uma patologia, pois é natural que um dia se morra, já morte violenta é consequência de ato praticado por outra pessoa, ou por si mesma, ou em razão de acidentes, sempre existindo responsabilidade penal a ser apurada.

  • GABARITO: C

    JUSTIFICATIVA:

    Morte violenta, conforme Wilson Palermo, é aquela oriunda de HOMICÍDIO, SUICÍDIO ou ACIDENTE.

    Percebe-se que a letra C coincide com tal afirmativa, em especial quando cita os traumatismos (comuns em acidentes, homicídios e suicídios).

    No que se refere a diferenciação entre SVO e IML, a grosso modo, o primeiro verifica mortes não violentas, já o segundo mortes violentas.

  • GABARITO - C

    Complemento...

    MORTE VIOLENTA: Procedente de causas externas e pode ser causada por:

    1. ACIDENTE

    2. SUICIDIO ou

    3. CRIME

    OBS: Lembrando que a MORTE VIOLENTA encontra - se nas classificações de MORTE SUSPEITA.

    morte suspeita pode ser NATURAL ou VIOLENTA. Há casos em que a origem violenta só pode ser afastada depois de um exame cuidadoso no local.

  • morte violenta==="oriunda de causas externas", decorrente de acidente, suicídio ou homicídio, o corpo vai para o IML.

  • Em relação a letra "B"

    MORTE VIOLENTA/SUSPEITA: causa externa

    "Finalidade da necropsia forense (realizada pelo IML - instituto médico legal, por médico legista; em mortes violentas ou suspeitas)

    ✓ Materializar o delito; 

    ✓ Identificar o corpo; 

    Contribuir para a identificação da causa jurídica da morte: Homicídio, Suicídio ou Acidente"

    Manual caseiro de Medicina Legal, págs 152-154.


ID
4903429
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Os instrumentos mais comuns envolvidos na produção de ferimentos contusos são:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

  • D

     Lesões contundentes

    São causadas por instrumentos de saliência obtusa (martelo), (obtusa: que não é agudo, arredondado) e de superfície dura que se chocam com violência contra o corpo humano. Podem ser causadas de três formas: ativa: o objeto (agente lesivo) se move em direção ao corpo (vítima); passivo: o corpo (vítima) se projeta em direção do instrumento contundente (quedas); mista, ou biconvergentes, vítima e corpo estão em movimento.

     Tipos de lesões encontradas nas contusões superficiais

    Rubefação, edema traumático, bossas sanguíneas, hematoma, equimose e escoriações e feridas contusas.

     Lesões encontradas nas contusões profundas

    Entorse, luxação, fratura, rotura visceral e esmagamento.

  • GABARITO D

    INSTRUMENTO CONTUNDENTE - lesão contusa

    Entre os agentes mecânicos, os instrumentos contundentes são os maiores causadores de dano. Sua ação é quase sempre produzida por um corpo de superfície, e suas lesões mais comuns se verificam externamente, embora possam repercutir na profundidade. Agem por pressão, explosão, deslizamento, percussão, compressão, descompressão, distensão, torção, fricção, por contragolpe ou de forma mista. São meios ou instrumentos geralmente com uma superfície plana, a qual atua sobre o corpo humano, produzindo as mais diversas modalidades de lesões.

    bons estudos

  • FERIDA CONTUSA=== bordas escoriadas e irregulares, forma quase sempre estrelada ou sinuosa, mas não há impedimento de que tenha forma retilíena.

  • LESÕES POR ARMA DE FOGO= Perfurocontusas.


ID
4903432
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Criminalística
Assuntos

Nas mortes por precipitação, a distância entre o ponto de repouso do cadáver e o perfil da edificação (face da qual a vítima caiu) recebe especial atenção quando das análises realizadas pelos peritos criminais. Nesse contexto, a maior distância entre o corpo e o prédio normalmente

Alternativas
Comentários
  • Indica a ocorrência de um suicídio.

    Letra B

  • GAB: LETRA B.

    Regra geral: se o corpo caiu nas proximidades das paredes e pilares, provavelmente é acidente, quando a distância é intermediária, indica homicídio, quando há uma maior distância entre o corpo e os pilares e paredes, indica suícídio.

    PERTO: ACIDENTE

    INTERMEDIÁRIO: HOMICÍDIO

    LONGE: SUICÍDIO

  • GABARITO: LETRA B

    Nos casos de queda acidental, o corpo sofrerá precipitação em sentido quase que perpendicular, em relação ao ponto final de repouso, ficando ambos os pontos (inicial e de repouso) pouco distanciados.

    Por outro lado, nas quedas voluntárias ou criminosas, haverá um impulso inicial, o qual, na maioria das vezes, se diferenciará, sendo o voluntário mais acentuado que o criminoso. A trajetória será sempre oblíqua.

    Fonte: Livro de Criminalística (Victor Paulo Stumvoll)

  • se um individuo quer se matar, ele " se joga" desta forma , ao atingir o solo a distancia entre o prédio será , em tese, maior do que seria , por exemplo no caso de ele cair sem querer...desta forma ... falam em suicidio.

  • Precipitação = Queda

  • Segundo ep de CSI

  • S   longe

    H  meio

    A  próximo

  • Porque não um homicídio? Se o sujeito tem a intenção de matar alguém próximo a borda de um edifício, por exemplo, o empurrará ou jogará para fora, para ser efetivo, visto que é uma reação natural da vítima impedir o movimento do agressor.

  • A - H - S ( Acidente, Homicídio, Suicídio)

  • Indica suicídio, em razão do impulso, em regra, dado pelo suicida. Logo: Suicídio -----> Salto----> maior distância entre prédio e local da morte. Abçs.


ID
4903435
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Criminalística
Assuntos

O isolamento e a preservação dos locais de crimes:

Alternativas
Comentários
  • Resultam em um item obrigatório a ser inserido nos laudos periciais de exame de local, conforme previsão expressa do Código de Processo Penal.

    Letra A.

  • GAB.: A

    Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial DEVERÁ (OBRIGATÓRIO) dirigir-se ao local, providenciando para que NÃO se alterem o ESTADO (ISOLAMENTO) e CONSERVAÇÃO das COISAS (PRESERVAÇÃO), até a chegada dos peritos criminais (art. 6, I, do CPP)

    A CADEIA DE CUSTÓDIA compreende o rastreamento do vestígio nas seguintes etapas: ISOLAMENTO - ato de EVITAR que se ALTERE o ESTADO das COISAS, DEVENDO (OBRIGATÓRIO) ISOLAR e PRESERVAR o ambiente imediato, mediato e relacionado aos vestígios e local de crime (art. 158-B, II, do CPP)

  • A letra B foi engraçada demais!

    kkkkk

  • A letra B deveria ser colocada no museu. Foi épica demais.

  • essa nao precisa nem de estudo pra responder. quem colocou a B ? kkk

  • "sendo raríssimos os episódios" kkkkkk

  • GABARITO A

    II - isolamento: ato de evitar que se altere o estado das coisas, devendo isolar e preservar o ambiente imediato, mediato e relacionado aos vestígios e local de crime;            

  • Letra A: A preservação e o isolamento do local de crime devem ser inseridos no laudo pericial seguindo o

    Art.169. Os peritos registrarão, no laudo, as alterações do estado das coisas e discutirão, no relatório, as consequências dessas alterações na dinâmica dos fatos.


ID
4903438
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Os direitos à intimidade e à vida privada possuem conteúdo de direito fundamental, pois são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. No Brasil, o preceito que expressa um dos direitos e deveres individuais e coletivos se encontra na esfera

Alternativas
Comentários
  • GAB A

    Os direitos fundamentais estão previstos no Título II, da Constituição Federal de 1988. O Título II, conhecido como “catálogo dos direitos fundamentais”, vai do art. 5º até o art. 17

    Divide os direitos fundamentais em 5 (cinco) diferentes categorias:

    a) Direitos e Deveres Individuais e Coletivos (art. 5º)

    b) Direitos Sociais (art. 6º - art. 11)

    c) Direitos de Nacionalidade (art. 12 - art. 13)

    d) Direitos Políticos (art. 14 - art. 16)

    e) Direitos relacionados à existência, organização e participação em partidos políticos.

  • Assertiva A

    o preceito que expressa um dos direitos e deveres individuais e coletivos se encontra na esfera constitucional.

  • GABARITO A

    TÍTULO II

    DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

    CAPÍTULO I

    DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

    Trata-se de preceito CONSTITUCIONAL Art. 5º, X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

    Não esquecer a diferença entre direitos fundamentais e direitos humanos

    Os direitos humanos são aqueles previstos em tratados internacionais e considerados "indispensáveis para uma existência humana digna, como, por exemplo, a saúde, a liberdade, a igualdade, a moradia, a educação, a intimidade"

    Já os os direitos fundamentais, assim, são os direitos humanos incorporados, positivados, em regra, na ordem constitucional de um Estado.

    Bons estudos!

  • essa é piada.

  • Existe um debate doutrinário com relação aos partidos políticos, pois existe uma ação, pendente de julgamento, no STF sobre a possibilidade da candidatura avulsa!

  • essa é pra não zerar a prova


ID
4903441
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

O Brasil é um dos países signatários das Convenções de Genebra, de Haia e da Carta da ONU. Além disso, com a promulgação da Constituição Federal de 1988, fica constitucionalmente assegurado o respeito aos tratamentos internacionais que expressam os direitos e as garantias relativas aos indivíduos. Assim sendo, ao proteger todas as pessoas contra atos ilegais,

Alternativas
Comentários
  • Gaba: B

    Os agentes públicos só podem fazer o que determina a lei.

    “Na Administração Pública não há liberdade nem vontade pessoal. Enquanto na administração particular é lícito fazer tudo que a lei não proíbe, na Administração Pública só é permitido fazer o que a lei autoriza. (Meirelles. 2000, p. 82).

    Bons estudos!!

  • GABARITO - B

    Os órgãos de segurança pública devem ser os principais "promotores " dos direitos humanos. Além disso,

    usando o que prega a DUDH:

    Artigo VII Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

  • os profissionais responsáveis pelo cumprimento da lei devem, durante todo o tempo, cumprir o dever que lhes é imposto pela lei.

    fazer somente o que a lei determina.

  • Gab. "B"

    Princípio da Legalidade.

  • Polícia militar

    Preventiva e ostensiva

    Polícia civil

    Polícia judiciária

    Investigar as infrações penais na elucidação da autoria, materialidade e das circunstâncias do fato criminoso

    Princípio da legalidade para o servidor

    Só pode fazer aquilo que a lei permite e conforme a lei dispõe

    Princípio da legalidade para o particular

    Pode fazer tudo aquilo que a lei não proíbe

  • o estado só poderá fazer aquilo que a lei permite e conforme a lei dispõe

  • alguém tira essas questões de curso de formação pqp

  • LETRA B

    É seguir a legalidade total, obedece quem tem juízo kkkkkk

    RUMO A PMCE 2021

  • Os agentes públicos só podem fazer o que a LEI determina.


ID
4903444
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direitos Humanos

Como uma das práticas de medidas humanitárias e de moderação, permite-se o uso de armas de fogo por policiais nas situações

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D

    instituto da legitima defesa

  • O agente usará arma de fogo em legítima defesa em cumprimento do dever legal e tbm estado de necessidade , resguardando sua vida em primeiro lugar e tbm a vida de terceiros.


ID
4903447
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

O operador de segurança pública deve fazer uso da força em relação à pessoa presa

Alternativas

ID
4903450
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

A Declaração Universal dos Direitos Humanos reconhece, por meio de seus trinta artigos, a dignidade como inerente a todos os membros da família humana e seus direitos iguais e inalienáveis. É um ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as Nações, sendo que um desses artigos prescreve que

Alternativas
Comentários
  • GABARITO B

    B ) “Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.”

    Artigo 9:Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

    A) Artigo III Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoa

    ----------------------------------------------------

    C) Artigo XI 1. Todo ser humano acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa. 

    ------------------------------------------------

    D) Artigo V Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante

    ----------------------------------------------

    Bons estudos!

  • Assertiva B

     É um ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as Nações, sendo que um desses artigos prescreve que Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

  • Gabarito:"B"

    DUDH, art. 9º. "Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado”

     Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH)

  • Atenção à pegadinha:

    Ninguém será preso detido ou exilado .

    () certo (x) errado

    Artigo 9:Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

  • artigo 9 da DUDH==="Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado".

  • NORMAS INTERNACIONAIS DE PROTEÇÃO DA LIBERDADE FISICA

    Com base no artigo 9º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, reiterando e tornando mais específica a proclamação de que “ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado”, seguiram-se vários instrumentos normativos internacionais, com a natureza de compromissos jurídicos, que se incorporaram ao direito positivo dos Estados signatários.

    O Pacto de Direitos Civis e Políticos, aprovado pela ONU em 1966, formalmente integrado ao direito positivo brasileiro pelo Decreto n.º 592, de 6 de julho de 1992, dedica ao tema da liberdade e segurança pessoais o seu artigo 9º, que compreende vários itens.

    Além da reafirmação de que ninguém poderá ser preso ou detido arbitrariamente, ali se estabelecem algumas re­gras de grande importância, que podem ser assim sintetizadas: ninguém poderá ser privado da liberdade a não ser com base em lei previamente existente e obedecidos os procedimentos legalmente estabelecidos; toda pessoa detida ou presa deverá ser informada imediatamente das razões da restrição à liberdade; a pessoa presa ou encarcerada sob acusação ou suspeita de infração penal deverá ser imediatamente apresentada a um juiz; toda pessoa detida ou presa deverá ter o direito de recorrer a um juiz ou tribunal para que este decida quanto à legalidade da restrição à liberdade e determine a imediata soltura se houver ilegalidade; qualquer pessoa vítima de prisão ou encarceramento ilegal terá direito á reparação.

    Na mesma linha dispôs a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de San José da Costa Rica), de 1969, incorporada ao direito positivo brasileiro pelo Decreto n.º 678, de 6 de novembro de 1992.

    Q artigo 7º dessa Convenção praticamente reproduz as disposições do artigo 9º do Pacto de Direitos Civis e Políticos, há pouco referido. Assim, portanto, por meio desses dois instrumentos normativos internacionais de direitos humanos, dá-se eficácia jurídica, no Brasil, à proibição de prisão, detenção ou exílio arbitrários contida na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    Fonte:

    http://www.dhnet.org.br/direitos/deconu/coment/09.htm#:~:text=Coment%C3%A1rio%20ao%20Artigo%209%C2%BA,arbitrariamente%20preso%2C%20detido%20ou%20exilado.&text=A%20pessoa%20que%20n%C3%A3o%20tiver,inerentes%20%C3%A0%20sua%20condi%C3%A7%C3%A3o%20humana.

  • DUDH

    Artigo 3

    Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

    Artigo 5

    Ninguém será submetido a tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.

    Artigo 9

    Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

    Artigo 11

    Princípio da presunção de inocência ou não-culpabilidade

    I) Todo ser humano acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias a sua defesa.

    II) Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituiam delito perante o direito nacional ou internacional. Também não será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso.

  • Sobre a letra c)

    PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA

    CF

    LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;

    DUDH

    Artigo XI 1. Todo ser humano acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa

  • Sobre a letra c)

    PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA

    CF

    LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;

    DUDH

    Artigo XI 1. Todo ser humano acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa

  • GABARITO B

    arbitrariamente: injustamente ou de modo parcial

  • arbitrariamente é um termo chave, nada poderá ser feito arbitrariamente

  • Corte dessa prova deve ter sido alto...

  • Ninguém será culpado, até que se prove o contrário.


ID
4903453
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

Além da Declaração Universal dos Direitos Humanos, há o destaque de outras legislações que promovem o respeito aos direitos e liberdades da pessoa humana com reconhecimento internacional. Dentre essas legislações, destacam-se o Pacto Internacional para Direitos Civis e Políticos, a Convenção Americana de Direitos Humanos e

Alternativas
Comentários
  • GABARITO A

    A Convenção Americana de direitos Humanos + Pacto de Direitos Civis e Políticos + Pacto de Direitos Sociais Econômicos e Culturais Formam o que conhecemos

    por " Carta Internacional dos Direitos".

    " Carta Internacional dos Direitos do Homem é constituída pela Declaração Universal dos Direitos do Homem, pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos Sociais e Culturais e pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos e seu Protocolo Facultativo. " 93.

    Deus nos abençoe Hoje e sempre!

  • Gabarito:"A"

    Carta Internacional dos Direitos =

    Convenção Americana de direitos Humanos +

    Pacto de Direitos Civis e Políticos +

    Pacto de Direitos Sociais Econômicos e Culturais.

  • Os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais encontram-se protegidos no Protocolo de San Salvador de 1988.

  • C) Lei das XII Tábuas.

    SEMPRE

    KKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • A Carta Internacional dos Direitos do Homem é constituída pela Declaração Universal dos Direitos do Homem (DIFERE DE Convenção Americana de direitos Humanos, SJCR) , pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos e seu Protocolo Facultativo.

  • A questão faz menção ao Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC) é um tratado multilateral a NÍVEL GLOBAL/UNIVERSAL adotado pela Assembléia geral das Nações Unidas (ONU) em 16 de dezembro de 1966 e em vigor desde 3 de janeiro de 1976. 

    O PIDESC é parte da Carta internacional dos Direitos Humanos, juntamente com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) e o Pacto internacional dos Direitos Civis e políticos(PIDCP).

    No entanto tais direitos foram "reforçados/reafirmados" nas Américas a NÍVEL REGIONAL, por meio do Protocolo adicional à convenção Americana sobre Direitos Humanos em Matéria de Direitos Econômicos, sociais e culturais, "Protocolo de San Salvador".

    Preâmbulo[...]

    " Levando em conta que, embora os direitos econômicos, sociais e culturais fundamentais tenham sido reconhecidos em instrumentos internacionais anteriores, tanto de âmbito universal como regional, é muito importante que esses direitos sejam reafirmados, desenvolvidos, aperfeiçoados e protegidos, a fim de consolidar na América, com base no respeito pleno dos direitos da pessoa, o regime democrático representativo de governo"[...]

    Abraços e bons estudos

  • (A)

    DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS (1948)

    1) pós guerra - 1948 (ONU)

    2) Direito Natural (Jusnaturalismo) = UNIVERSALISAÇÃO e GENERALIZAÇÃO dos DH

    3) é uma RESOLUÇÃO (não obriga)

    4) Mas, por se tratar de CONSENSO UNIVERSAL é fonte de INTERPRETAÇÃO SOFT LAW

    (VINCULA)

    5) Nela é previsto o princípio da PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA (lembrar que esse principio se encontra na

    DUDH e no Pacto Internacional de Direitos CIVIS e POLITICOS, mas não é previsto na CIDH (da OEA)

    6) a DUDH não prevê direitos de 3ª geração (apenas direitos de 1ª e 2ª geração).

    7) Os 02 Pactos, oriundos da DUDH, ampliaram os direitos que constam na DUDH.

    Quais pactos são esses?

    PIDCP: Pacto Internacional dos Direitos Civis e Politicos

    PIDESC: Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais


ID
4903456
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

O que importa são os resultados, não os princípios, ou a intenção. Para um servidor público, fazer o bem é agir em função do resultado, que pode ser tanto a melhor promoção do bem comum, quanto a melhor promoção do bem pessoal do próprio servidor, ou então ambos os resultados. É a visão abordada

Alternativas
Comentários
  • Alternativa D.

    Ética da responsabilidade: ensina que devemos

    ter em conta as consequências previsíveis da própria

    ação. Nesta perspectiva, o que importa são os

    resultados, não os princípios, ou a intenção. Para um

    servidor público, fazer o bem é agir em função do

    resultado, que pode ser tanto a melhor promoção do

    bem comum, quanto a melhor promoção do bem

    pessoal do próprio servidor, ou então ambos os

    resultados. Esta ética parece ser a única ética possível

    e desejável no campo da política, na qual deveria ser

    descartada a ética da convicção. Também a ética

    utilitarista, a que já nos referimos, é uma ética da

    responsabilidade. E, se houver uma ética na economia,

    esta seria a única ética compatível com o lucro.

    Fonte: Repositório institucional da ENAP

  • Segundo Max Weber, em sua obra Política como Vocação, aquele que se dedica à vida pública pode agir de acordo com duas éticas, a saber:

    Ética da Convicção: ênfase nos valores que nortearam a ação. O agente é movido por valores que considera importante, tais como: moralidade, probidade etc., sendo que os resultados de sua ação são colocados em segundo plano. "O que vale é a intenção"

    Ética da Responsabilidade: ênfase no resultado da ação. O agente é inteiramente responsável pelos resultados que produziu, uma vez que "bons motivos não justificam o fracasso".

  • A) ERRADO no Princípio da Inviolabilidade - Do Lar, de Correspondência - São princípios de respeito ao próximo.

    B) ERRADO na Ética da Convicção - É agir com mais ênfase na busca pelo resultado dos valores éticos na ação. Exemplos grosseiros: Drogas - O Usuário não faz mal a ninguém; Papel Reciclado - Melhorar meio ambiente.

    C) ERRADO no Princípio da Isonomia - Seria conseguir ser isento de intenções, para poder avaliar os fatos e "julgá-los".

    D) CORRETO na Ética da Responsabilidade - É agir com mais ênfase na busca pelo resultado dos Objetivos. Exemplo grosseiro: Drogas - Usar é crime; Papel Reciclado - Dificulta Leitura.

    De uma forma mais lúdica, espero que tenha ajudado!

    Boa sorte pessoal!!! Força!!!


ID
4903459
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Filosofia do Direito
Assuntos

“Qualquer ação eticamente orientada pode ajustar-se a duas máximas, fundamentalmente diferentes entre si e irremediavelmente opostas: pode orientar-se de acordo com a "ética da convicção‟ ou de acordo com a 'ética da responsabilidade‟” (WEBER, 1979, p. 85). Assim, tem-se o seguinte exemplo:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva B

    Ética da Convicção – Kant: “virtuoso não é quem alcança a felicidade, mas quem é digno de ser feliz, por ter cumprido a lei [...] não ser realmente feliz”.

  • Chama-se ética da convicção as ações morais individuais, praticadas independentemente dos resultados a serem alcançados. Ou seja, é o "dever pelo dever", no dizer de Immanuel Kant. ... Na ética da responsabilidade, o que valida um ato é o resultado, e não a intenção.

  • Misericórdia
  • A questão em comento demanda conhecimento basilar de Weber e a ética.

    Para Weber, a ética da convicção se traduz no conjunto de normas e valores que indicam o comportamento do político na sua esfera privada. Traduzindo isto, é a ética da intenção de fins mais altruísticos, independente de resultados benéficos para quem assim se porta, buscando, portanto, o bem comum sem fins egoísticos.

    Por outro giro, a ética da responsabilidade simboliza o espectro de normas e valores que orientam a decisão do político do ponto de vista, por exemplo, da condição de governante ou legislador. É, portanto, um parâmetro ético que leva em conta os ditames de causa e efeito, caminhando, portanto, para o pragmatismo político.

    Feitas tais considerações, nos cabe comentar as alternativas da questão.

    LETRA A- INCORRETA. Não é uma frase atrelada à ética da responsabilidade, mas sim à ética da convicção. Para Platão, viver bem não é necessariamente fazer o bem para si e colher os resultados deste bem. Platão, com tal pensar, está ligado à ética da convicção, de índole mais altruísta.

    LETRA B- CORRETA. É um pensar de ordem altruísta, inerente, com efeito, à ética da convicção. Virtuoso e digno da felicidade é quem proporciona a felicidade alheia, e não quem labora apenas para a própria felicidade, resumindo, de  maneira simplória, o pensar de Kant. Digno da felicidade é quem agiu de acordo com a lei universal, e não quem, de forma egoística, sem recíproca, apenas se valeu do agir virtuoso alheio. A ética da convicção está firme na doutrina de Kant.

    LETRA C- INCORRETA. Temos um pensar típico da ética da responsabilidade, do pensar estratégico, do pensar dos governantes, do pensar focado em pragmatismos, algo que reina firme na doutrina de Maquiável.

    LETRA D- INCORRETA. A passagem do homem que não pode se vanglorizar das esmolas dadas é típica da ética da convicção, do agir em prol do bem comum sem o regozijo próprio, e não da ética da responsabilidade.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA B

  • DISCORDO


ID
4903462
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Filosofia do Direito
Assuntos

A crise ética depende em boa parcela da crise da ética, ou seja, da perplexidade e da incerteza em que estamos imersos atualmente. Um sinal disso é a ausência de clareza a respeito do nosso futuro como espécie, e por isso, a respeito do sentido da nossa existência mesma. Dessa forma, verifica-se que

Alternativas
Comentários
  • Tem algumas questões doidas, sem nexo. Li e reli, não compreendi.

  • Crise ética - ausência de cumprimento de normas morais.

     Crise da ética – ausência de clareza racional sobre a identidade dos princípios morais a sustentar.

    A crise ética depende em boa parcela da crise da ética,ou seja, da perplexidade em que estamos imersos atualmente.

  • A questão em comento fala em crise ética.

    A crise ética é marca da contemporaneidade.

    Vivemos tempos fluídos, voláteis, da impermanência, da constante mutação, da insegurança, da imprevisibilidade.

    Não sabemos se amanhã teremos saúde, emprego, felicidade, vida.

    Os sonhos de certeza e estabilidade da Modernidade se tornaram líquidos, se esvaíram.

    Em um cenário destes, onde até o futuro como espécie é ameaçado, e nossa existência é colocada em debate, a pergunta que mais emerge é: POR QUE OBEDECER NORMAS? QUAL O SENTIDO DE OBEDECER NORMAS SE NÃO SABEMOS SE ESTAS NORMAS VÃO NOS GARANTIR O AMANHÃ? NORMAS REGULAM VIDA ESTÁVEIS E PREVISÍVEIS, E COMO OBEDECER NORMAS SE NÃO TEMOS SEQUER CERTEZA PERENE DA PERSISTÊNCIA DA ESPÉCIE?

    Feitas estas ponderações, cabe comentar as alternativas da questão.

    LETRA A- CORRETA. Com base em um imperativo lógico, se o futuro da espécie humana é colocado em dúvida, é natural que a obediência à normas que regulam a vida humana seja questionada.

    LETRA B- INCORRETA. Normas para convivência humana já estão estabelecidas e a crise ética, levada ao extremo, quando fica em evidência a inexistência de garantias do futuro da espécie, nos chama atenção, em verdade, para a obediência da norma em si.

    LETRA C- INCORRETA. A crise ética não perpassa a lógica dos direitos humanos e sua pretensão de universalidade, mas sim a garantia do futuro da espécie e, por conseguinte, a necessidade de obedecer normas como um todo.

    LETRA D- INCORRETA. A crise ética não está limitada apenas ao questionamento de obedecer leis, mas sim evoca o sentido de obedecer toda e qualquer norma tendo por base a inexistência de garantias seguras de futuro da espécie.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A

  • Bicho, tá falando árabe ):


ID
4903465
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Filosofia do Direito
Assuntos

“Comer, beber, urinar, defecar, dormir, fazer amor, falar, ouvir [...] impedir alguém de se deitar à noite ou obrigá-lo a viver com a cabeça abaixada é uma forma intolerável de tortura. Impedir outras pessoas de se movimentarem ou falarem é igualmente intolerável”. (ECO, 1994, p. 7). Umberto Eco defendeu que a ética mínima universal deveria ter como princípio

Alternativas
Comentários
  • Gabarito:"C"

    Umberto Eco (1932-2016) foi um escritor, professor, filósofo e crítico literário italiano. Autor do best-seller “O Nome da Rosa”, exerceu grande influencia nos círculos intelectuais de todo o mundo, nas décadas de 60 e 70, por sua teoria da “obra aberta” e outras pesquisas na área da estética e da semiótica.

  • Mera interpretação.

  • A questão em comento demanda conhecimento da obra de Humberto Eco e interpretação do texto que serve como enunciado na questão.

    O que o texto quer dizer é que a liberdade do homem se expressar e determinar o que fazer com seu corpo deve ser respeitada e não sufocada, castrada, oprimida. A ética mínima universal que aparece nesta questão veda qualquer comportamento que seja degradante, que configure sofrimento, dor, tortura e cerceamento do livre agir, do ir e vir e da liberdade do indivíduo gerir seu corpo e sua vida.

    Feitas tais considerações, vamos comentar as alternativas da questão.

    LETRA A- INCORRETA. O texto demanda interpretação. Humberto Eco não falou no texto de algo adstrito simplesmente ao livre pensamento, mas sim da liberdade do homem não ser agredido, violado.

    LETRA B- INCORRETA. O texto demanda interpretação. Humberto Eco não falou no texto da Polícia ou de eventual arbitrariedade.

    LETRA C- CORRETA. De fato, reproduz o escopo do texto destacado de Humberto Eco.

    LETRA D- INCORRETA. O texto demanda interpretação. Humberto Eco não falou no texto no amor de mãe e seu caráter incondicional.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA C


ID
4903468
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

O Direito Penal dispõe o seguinte:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO D

    D)

    Homicídio > Eliminação da vida extrauterina

    / Aborto > Eliminação da vida Intraulterina

    -------------------------------

    A) o homicídio por motivo de relevante valor moral é aquele segundo o interesse coletivo.

    Relevante valor social - interesse da coletividade. 

    Relevante valor moral - interesse particular

    -----------------------------------------------

    B) o assassinato intencional, mediante estrangulamento, configura hipótese de homicídio simples.

    O estrangulamento é uma das formas de Asfixia ( Modo de execução ) = Homicídio qualificado

     III - com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum;

    -----------------------------------------------------------------------

    C) configura hipótese de homicídio qualificado aquele em que o autor age sob o domínio de violenta emoção, logo após injusta provocação da vítima.

    Trata-se de Homicídio privilegiado.

    Art. 121, § 1º Se o agente comete o crime impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima, o juiz pode reduzir a pena de um sexto a um terço.

    ---------------------------------------------------------

    R. Sanches C.

  • O infanticídio vendo essa resposta :[[[[[

  • Início da vida extrauterina:

    *parto normal: início das contrações expulsivas;

    *cesárea: incisão abdominal;

    Cuidado! eliminação da vida do recém-nascido praticado por mãe com histórico pretérito de doença mental é considerado homicídio, e não infanticídio.

  • Não acho correto afirmar que o homicídio irá se perpetuar a partir do momento em que se inicia o PARTO. Tendo em vista, que após o inicio do parto, ou seja, doutrinariamente, após a DILATAÇÃO DO COLO DO ÚTERO, poderá ocorrer INFANCTICÍDIO seja na modalidade de AUTORIA ou PARTICIPAÇÃO.

    O homicídio seria possível após o nascimento da criança e realizado por terceiro. Uma vez que após o nascimento da criança, presume-se o estado puerperal da MÃE - logo, se ela mata o filho durante o parto ou LOGO após HAVERÁ infanticídio do mesmo jeito.

  • D) o crime de homicídio ocorre a partir do início do parto, quando começa a vida extrauterina.

    Não necessariamente. podemos estar diante de um infanticídio

    O gabarito no entanto é esta alternativa, visto que as demais são aberrações

  • Sobre o GABARITO DIZ O STJ:

    Iniciado o trabalho de parto, não há crime de aborto, mas sim homicídio ou infanticídio conforme o caso. Para configurar o crime de homicídio ou infanticídio, não é necessário que o nascituro tenha respirado, notadamente quando, iniciado o parto, existem outros elementos para demonstrar a vida do ser nascente, por exemplo, os batimentos cardíacos. STJ / 5ª Turma / HC 228998

  • Logo em seguida a injusta provocação da vítima, o juiz pode reduzir a pena de um sexto a um terço. E não logo após.

  • Rapaz, pensei que, por vias das dúvidas, fosse infanticídio essa D. Porém, pra ser infanticídio, deve ser executado pela mãe ,sob a influência do estado puerperal, o próprio filho durante o parto ou logo após.

    Na verdade, não consegui entender bem ao certo o que essa D quis dizer.

    ''o crime de homicídio ocorre a partir do início do parto, quando começa a vida extrauterina.''

    Como que irá ocorrer homicídio se está ocorrendo o inicio de uma vida, ou melhor, apenas uma etapa de uma vida que ja se iniciou dentro do útero materno?

    Faltou dados nessas alternativas, sem pé nem cabeça.

    Abraço!

  • Achei a alternativa muito mal formulada! Seria homicídio se um terceiro matasse a criança APÓS o parto, não?

  • O certo seria: o crime de homicídio ocorre logo após o parto, quando começa a vida extrauterina.

  • se você nunca leu ou estudou que o crime de homicídio tem como agente passivo qualquer pessoa logo após o nascimento, ou seja, da vida extrauterina, provavelmente você tenha errado

    por isso que é importante assistir vídeo aulas também...

  • Apenas para fixar:

    Homicídio > Eliminação da vida extrauterina

    / Aborto > Eliminação da vida Intraulterina

  • Pensei que era infanticídio, mas a ajuda dos amigos, esclareceu a mente. obrigado!
  • Questão mal formulada. Pq se é a mãe que mata é infanticídio. Ficou meio confuso esse ponto.
  • Infanticídio - forma especial de homicídio, onde se afigura o homicídio sob influência do estado puerperal do próprio filho durante o parto ou logo após.

    Aborto - interrupção da vida intrauterina durante a gravidez. A conduta do agente, para fins de caracterização do crime de aborto, deve ocorrer ante do início do trabalho de parto, pois, a partir de então, a morte da criança caracterizará homicídio ou infanticídio.

    Como não houve especificação quem era o autor do crime, se a mãe ou outro agente, optei por considerar a questão correta E, que corresponde ao gabarito.

  • Meu professor falou que era a partir do corte do cordão umbilical, por isso achei que estava errado.

  • Na verdade o correto seria dizer que: O homicídio PODE ocorrer a partir do inicio do parto.

    Engraçado é o examinador que tenta confundir com redação ruim.

  • Motivo de relevante valor moral

    atinge o interesse individual do agente

    Motivo de relevante valor social

    atinge o interesse coletivo

    Homicídio qualificado

    § 2° Se o homicídio é cometido:

    III - com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum

    Homicidio privilegiado

    § 1º Se o agente comete o crime impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima, o juiz pode reduzir a pena de um sexto a um terço.

    Homicídio

    Eliminação da vida extrauterina

    Aborto

    Eliminação da vida intrauterina

         

  • Inicio do parto....fala sério

  • A vida humana é protegida pelo ordenamento jurídico desde o instante da concepção. Enquanto está em fase intrauterina, trata-se de aborto matar o ser humano em gestação. Quando a vida fora do útero materno principia, é natural tratar-se de homicídio – ou infanticídio, conforme a situação.

  • O bem jurídico tutelado pelo crime de homicídio é justamente a vida extrauterina.

    Se tutela a vida intrauterina, teríamos o aborto.

  • GABARITO D

     

    a) homicídio por relevante valor moral liga-se aos interesses individuais, particulares do agente, entre eles o sentimento de piedade e misericórdia.

    b) estrangulamento configura homicídio qualificado.

    c) homicídio cometido mediante violenta emoção, logo após a injusta provocação da vítima é privilegiado.

    d) intrauterina - aborto

    Extrauterina - homicídio

  • Para parte da doutrina, o infanticídio nada mais é que um homicídio privilegiado.

    Cumpre registrar que a doutrina majoritária afirma que, apesar de ser um crime tipificado de modo formalmente autônomo, nada mais é do que uma espécie de homicídio privilegiado que sanciona de modo mais brando a morte da criança recém-nascida, logo após o parto, pela mãe que está sob a influência do estado puerperal.

    Fonte: Material Eduardo Belizário.

    _______

    Iniciado o trabalho de parto, não há falar mais em aborto, mas em homicídio ou infanticídio, conforme o caso, pois não se mostra necessário que o nascituro tenha respirado para configurar o crime de homicídio, notadamente quando existem nos autos outros elementos para demonstrar a vida do ser nascente.

    STJ. 5ª Turma. HC 228998-MG, Rel. Min. Marco Aurélio Bellizze, julgado em 23/10/2012.

    Qual é a diferença entre os crimes de homicídio e de aborto?

    Homicídio: consiste em ceifar uma vida EXTRAUTERINA.

    Aborto: consiste em ceifar uma vida INTRAUTERINA.

    Se, após iniciado o trabalho de parto, o agente mata o feto, haverá aborto?

    NÃO. Segundo decidiu o STJ, iniciado o trabalho de parto, não há mais que se falar em aborto, mas em homicídio ou infanticídio, conforme o caso concreto, pois não se mostra necessário que o nascituro tenha respirado para configurar o crime de homicídio, notadamente quando existem nos autos outros elementos para demonstrar a vida do ser nascente.

    Esse entendimento do STJ encontra respaldo na doutrina. Veja:

    A vida começa com o início do parto, com o rompimento do saco amniótico; é suficiente a vida, sendo indiferente a capacidade de viver. Antes do início do parto, o crime será de aborto. Assim, a simples destruição de vida biológica de feto, no início do parto, já constitui o crime de homicídio.” (BITENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de Direito Penal. Parte Especial. Vol. 2, 11ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011, p. 48)

     

    “(...) iniciado o parto (normal ou cesárea), comprovada a vitaliciedade do nascente, ou seja, aquele que está nascendo, ou do neonato, isto é, o que acabou de nascer, já podemos pensar, em termos de crimes contra a vida, no delito de homicídio, ou, caso tenha sido praticado pela gestante, sob influência do estado puerperal, no crime de infanticídio.” (GRECO, Rogério. Curso de Direito Penal: parte especial. Vol. II, 8ª ed., Niterói: Impetus, 2011, p. 134-135)

    Segundo pontuou o Min. Marco Aurélio Bellizze, se iniciado o trabalho de parto, não se mostra necessário que o nascituro tenha respirado para configurar o crime de homicídio, notadamente quando existem nos autos outros elementos para demonstrar a vida do ser nascente (HC 228.998-MG).

    CAVALCANTE, Márcio André Lopes. Ceifar a vida do feto após iniciado o trabalho de parto. Buscador Dizer o Direito, Manaus. Disponível em: <https://www.buscadordizerodireito.com.br/jurisprudencia/detalhes/68a83eeb494a308fe5295da69428a507>. Acesso em: 04/02/2021

  • Não se pode falar em homicídio sem antes o ser nascer COM VIDA.

    Afirmar que a vida extrauterina começa no início do parto é forçar a barra.

  • 1) Relevante valor social: Um fato que atinge a sociedade como um todo.

    2) Relevante valor moral: um fato pessoal 

  • GAB D

    Relevante valor moral= Meu

    Relevante valor social= Sociedade (nosso)

  • Errei a questão. No meu entendimento foi mal formulada porque por exemplo a mãe que mata o filho estando no estado puerperal responde por infanticídio nos termos do artigo 123 CP. No caso em tela esta de forma genérica. Pode ser que estou fazendo confusão também , pois comecei a estudar a disciplina penal depois das atualização das leis por agora.

  • Segundo CAPEZ, o infanticídio "trata-se de uma espécie de homicídio doloso privilegiado, cujo privilegium é concedido em virtude da “influência do estado puerperal” sob o qual se encontra a parturiente."

    Logo, a primeira análise a ser feita é sobre a vida ser extra ou intrauterina.

    Só após isso há de se verificar quem cometeu e sob quais circunstâncias.

    Espero ter ajudado!

    Trinca os dentes e arrocha o nó.

  • Quem quiser uma explicação TOP, vá direto nos comentários da colega Raquel Rubim.

  • "o crime de homicídio ocorre a partir do início do parto". Traduzindo: iniciou o parto, está iniciando o homicídio kkk

    Questão mal formulada

  • SAIBAMOS O SEGUINTE:

    PARA EFEITOS PENAIS, A VIDA HUMANA PODE SER INTRAUTERINA OU EXTRAUTERINA.

    PORÉM;

    • PARA HOMICÍDIO APENAS EXTRAUTERINA
    • PORQUE NA INTRAUTERINA JÁ EXISTE O ABORTO.

    GABARITO ''D''

  • Acredito que o texto da assertiva correspondente ao gabarito está mal redigido. Não necessariamente será um homicídio após estar fora do ventre materno. Pode muito bem ser caso de infanticídio.

  • Relevante valor Social - Sociedade, interesse da coletividade. 

    Relevante valor Moral - Meu, interesse particular

  • No meu entendimento, a partir do "inicio do parto", quer dizer que a mãe está em trabalho de parto e não foi finalizado o nascimento... A formulação da pergunta poderia ser "após o trabalho de parto" ou "após o parto e não no "início do parto".

  • e o infanticídio?

  • A vida extrauterina começa à partir do rompimento da bolsa.

  • É viste atrás de eita.

  •  Iniciado o trabalho de parto, não há falar mais em aborto, mas em homicídio ou infanticídio, conforme o caso, pois não se mostra necessário que o nascituro tenha respirado para configurar o crime de homicídio, notadamente quando existem nos autos outros elementos para demonstrar a vida do ser nascente, razão pela qual não se vislumbra a existência do alegado constrangimento ilegal que justifique o encerramento prematuro da persecução penal.(HC 228.998/MG, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, QUINTA TURMA, julgado em 23/10/2012, DJe 30/10/2012)

  • segundo a doutrina o infanticídio é uma forma especial do crime de homicídio, tem em vista a condição da mulher no estado puerperal. Portanto, a letra E está correta.

  • Gab: Letra E

    Realmente é homicidio, não infanticidio. Seria infanticídio caso houvesse o estado puerperal da mulher

  • O infanticídio está incluso, já que é um tipo de homicídio privilegiado

  • A opção tida como correta deixa dúvida entre homicídio e infanticídio. Porque a banca utiliza a frase "... a partir do início do parto...". como se sabe, no início do parto pode haver infanticídio.

  • Para a doutrina majoritária, a vida extrauterina começa com o rompimento do saco amniótico. Alternativa correta letra D.

  • Letra D - Correta

    O crime de homicídio ocorre a partir do início do parto, quando começa a vida extrauterina. A partir dessa vida extrauterina ( nascimento ) pode haver o homicídio

    Caso houvesse o " estado puerperal " seria o crime de infanticídio.

  • GABARITO D)

    Assume relevante importância sabermos identificar o início da vida, pois, no homicídio, é protegida a vida humana extrauterina. Logo que o feto se desprende do útero materno, há vida humana que o Direito Penal tutela por meio da incriminação do homicídio.

    FONTE: https://franciscodirceubarros.jusbrasil.com.br/artigos/140550936/homicidio-intrauterino


ID
4903471
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No crime de homicídio, configuram-se modos que dificultam ou impossibilitam a defesa do ofendido:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO OFICIAL DA BANCA (B )

    Devo asseverar que os Modos de execução ( Qualificadora Objetiva ) São: 

    IV - à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido;

    A banca se apoiou em entendimento doutrinário, uma vez que a doutrina nos diz que a surpresa

    é um "(meio genérico que dificulta a defesa do ofendido)."

    Assim prescreve C. Masson: E também não será cabível essa qualificadora na hipótese de ataque frontal e de repentino, que poderá caracterizar a surpresa (meio genérico que dificulta a defesa do ofendido).

    ---------------------------------------------------------------------------

    Fonte: C. Masson, 70.

  • se não revisa, erra uma questão fácil dessas na hora da prova é de matar

  • as qualificadoras do homicídio trazem cláusulas abertas, a surpresa se enquadra na do inciso IV: "ou outro recurso de dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido.

    lembrando que a premeditção não qualifica por si só o homicídio, podendo integrar a emboscada, ou ser considerada nas circunstancias do art. 59 do cp.

  • Homicídio qualificado 

    § 2° Se o homicídio é cometido: 

    I - mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe; 

     II - por motivo futil; 

    III - com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que possa resultar perigo comum; 

    IV - à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossivel a defesa do ofendido; 

    V - para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime:

    VI - contra a mulher por razões da condição de sexo feminino:      VII – contra autoridade ou agente descrito nos arts 142 e 144 CF integrantes do sistema prisional e da Força Nacional de Segurança Pública, no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até terceiro grau, em razão dessa condição

    Pena - reclusão, de doze a trinta anos

    Qualificadora de natureza objetiva

    modos e meios de execução do crime

    Qualificadora de natureza subjetiva

    motivos determinante do crime

  • Ter atenção é fundamental. A pessoa com a mente cansada erra uma questão fácil dessa e depois quer a morte
  • artigo 121, parágrafo segundo do CP===

    inciso IV==="à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossivel a defesa do ofendido"

  • Gabarito: B

    Art. 121, §2º, IV, CP: à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido.

  • A - ERRADO - emboscada, dissimulação, motivo f̶ú̶t̶i̶l̶.

    B - CORRETO - traição, emboscada, surpresa.

    C - ERRADO - surpresa, v̶i̶n̶g̶a̶n̶ç̶a̶, traição.

    D - ERRADO - emboscada, dissimulação, p̶r̶e̶m̶e̶d̶i̶t̶a̶ç̶ã̶o̶.

    GABARITO ''B''


ID
4903474
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Na investigação de crimes de homicídio, quanto ao motivo ou à circunstância, verifica-se que

Alternativas
Comentários
  • GABARITO A

    a) homicídio mercenário é aquele cujo autor age motivado pela paga ou promessa de recompensa de natureza econômica.

    Correto !

    o homicídio mercenário ou homicídio por mandato remunerado, motivado pela cupidez, isto é, pela ambição desmedida, pelo desejo imoderado de riquezas. O indivíduo pratica o Homicídio mediante paga ou promessa de recompensa.

    Art. 121, § 2° Se o homicídio é cometido:

    I - mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe;

    -----------------------------------------------

    B) homicídio ocasional é aquele movido por interesse material.

    Trata-se de uma criação doutrinária. a doutrina criou a figura da conexão ocasional, que estaria configurada quando um crime é cometido em face da ocasião proporcionada pela prática de outro delito. Exemplo: depois de furtar uma loja, o agente decide matar seu proprietário, em razão de desavenças que tiveram no passado. A conexão ocasional não qualifica o homicídio, pois não foi prevista em lei. Raciocínio contrário ofenderia o princípio da reserva legal. Opera-se unicamente o concurso material entre o homicídio e o outro crime.

    -----------------------------------------------

    C)) homicídio passional é aquele cometido por disputa pelo poder público.

    Entende-se por homicídio passional o crime cometido em decorrência da paixão lato sensu, na qual o agente elimina a vida de outrem em decorrência da sua paixão pela mesma, desde que o agente e a vítima possuam relacionamento amoroso ou sexual.

    ---------------------------------------------------

    d) homicídio político é aquele praticado para assegurar execução, ocultação, impunidade ou vantagem de outro crime.

    Homicídio qualificado pela conexão.

    Art. 121, V - para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime:

     Pena - reclusão, de doze a trinta anos.

    -----------------------------------------------------

    Fontes

    C. Masson

    https://jus.com.br/artigos/34079/homicidio-passional

    Bons estudos!

  • GABARITO A, INCLUSIVE UMA QUALIFICADORA.

  • GABARITO A, TODAVIA O HOMICÍDIO MERCENÁRIO NÃO PRECISA SER NECESSARIAMENTE POR DINHEIRO OU VALOR ECONÔMICO, PODE SER GANHO MORAL OU OUTROS. É UMA QUALIFICADORA SUBJETIVA DE CONCURSO NECESSARIO.

  • Homicídio mercenário é qualificadora (Art. 121, parágrafo 2°, inciso I do CP).

  • Lembrei do filme ! OS MERCENÁRIOS.

    Os soldados que lutam objetivando o pagamento ou a divisão dos despojos, sem ideais ou fidelidade a um estado ou nação.

    Bons Estudos !

    #SEREISERVIDORPUBLICO2021

  • Assertiva A

    homicídio mercenário é aquele cujo autor age motivado pela paga ou promessa de recompensa de natureza econômica.

  • Embora alguns doutrinadores como Rogério Sanches entendam ser pacífica a posição de que a recompensa deve ter natureza econômica, ainda há alguns doutrinadores que divergem, tais como Rogério Greco e Cleber Masson.

    Fonte: GranCursos.

    Acredito que a posição majoritária seja pela recompensa ser de natureza econômica.

  • gaba ERRADO

    apenas para complementar, vale ressaltar que a qualificadora não se estende para quem paga, somente ao executor.

    pertencelemos!

  •  Só complementando:

    A jurisprudência do STJ é divergente no tocante à comunicabilidade ou não da qualificadora: ( PAGA OU PROMESSA DE RECOMPENSA )

    “3. A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp 1.415.502/MG (Rel. Ministro FELIX FISCHER, DJe 17/2/2017), firmou compreensão no sentido de que a qualificadora da paga ou promessa de recompensa não é elementar do crime de homicídio e, em consequência, possuindo caráter pessoal, não se comunica aos mandantes. Ressalva de entendimento pessoal do Relator. 4. Hipótese em que a qualificadora prevista no art. 121, § 2º, inciso I, do Código Penal - homicídio tentado cometido mediante paga ou promessa de recompensa - foi utilizada como agravante (art. 62, inciso IV, do CP) em desfavor dos pacientes, por terem atuado como mandantes do crime em exame.” HC 403.263/SP - julgado em 13/11/2018 – 5ª Turma

    “PROCESSUAL PENAL E PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO

    ESPECIAL. HOMICÍDIO QUALIFICADO. VÍCIO NA QUESITAÇÃO. NULIDADE RELATIVA.PRECLUSÃO. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 83/STJ. COMUNICAÇÃO DA QUALIFICADORA DE PROMESSA DE PAGA AO AUTOR INTELECTUAL DO DELITO. POSSIBILIDADE. (...) 3. No homicídio mercenário, a qualificadora da paga ou promessa de recompensa é elementar do tipo qualificado, comunicando-se ao mandante do delito.” AgInt no REsp 1681816/GO, julgado em 03/05/2018, 6ª Turma 

  • Vale o detalhe, amigos : Há uma divergência doutrinária sobre a real necessidade de natureza econômica

    quando o assunto é Homicídio mercenário. As duas posições doutrinárias:

    Cleber Masson:

    " O pagamento, em ambos os casos, pode ser em dinheiro ou qualquer outra espécie de bem, tal como uma joia ou um automóvel. E, por se tratar de crime contra a vida, e não contra o patrimônio, a vantagem não precisa obrigatoriamente ser econômica, como é o caso da prestação de favores sexuais, promessa de casamento etc."

    Doutrina majoritária:

    Predomina, no entanto, o entendimento segundo o qual a recompensa deve ter natureza econômica.

    Fonte: R. Sanches , Material de Aula.

  • Acredito que há erro na assertiva, pois a vantagem não necessariamente precisa ter natureza economica.
  • Complementando:

    Sobre o Homicídio Mercenário:

    I) Crime de concurso necessário

    II) Há divergência sobre os motivos do mandante estenderem-se ao executor.

    III) Há divergência sobre a natureza da vantagem:

    Predomina, o entendimento segundo o qual a recompensa deve ter natureza econômica.  

    Sanches.

  • Homicídio mercenário - é aquele cujo autor age motivado pela paga ou promessa de recompensa de natureza econômica.

  • quase que erro, pois a NATUREZA NÃO PRECISA SER ECONÔMICA! PODE SER QUALQUER TIPO DE NATUREZA. acertei por eliminação.

  • Obrigado pelas contribuições Matheus Oliveira! Sempre com respostas precisas e de fácil compreensão!
  • GABARITO A)

    O autor intelectual pode ser aquele a exemplo de alguém que, por desavença, manda matar outra ou outras pessoas, por meio de um "matador de alguel". O mandante do crime, portanto, será coautor do crime juntamente com o matador (autor direto do crime de homicídio).

    ''CRIME HEDIONDO''.


ID
4903477
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

Segundo o estudioso de criminalística Edmond Locard, o tempo consome os vestígios, as evidências e dificulta a busca da verdade. Esse pensamento resume um princípio aplicável às investigações de homicídios, qual seja:

Alternativas
Comentários
  • gabarito C: princípio da oportunidade

  • É um princípio meio off-label da doutrina comum, mas ele existe.

    Princípio da oportunidade: significa que a equipe de investigação, com plano breve e seguro, deverá conceber o momento mais favorável, mais conveniente para iniciar o processo de busca dos elementos objetivos e subjetivos.


ID
4903483
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Criminalística
Assuntos

É elemento de convicção considerado prova técnica:

Alternativas
Comentários
  • GAB: LETRA B.

    Entre as opções apresentadas, o único que necessita de alguma expertise técnica é o laudo cadavérico, nas demais alternativas poderá ser prestado por qualquer pessoa, sem nenhuma qualidade especial.

  • Lembrem-se: "O cadáver nunca mente!"

  • CLASSIFICAÇÃO DAS PROVAS:

    MATERIAL :DERIVADA DE OBJETOS / COISAS

    DOCUMENTAL: DOCUMENTO PÚBLICO OU PARTICULAR

    TESTEMUNHAL: PESSOAS

  • CLASSIFICAÇÃO DAS PROVAS:

    QUANTO AO OBJETO:

    • DIRETA: DESTINA-SE A COMPROVAR A ALEGAÇÃO DE UM FATO.
    • INDIRETA: DESTINA-SE A DEMONSTRAR FATOS SECUNDÁRIOS OU CIRCUNSTANCIAIS (INDÍCIOS), POR MEIO DOS QUAIS O JUIZ, EM RACIOCÍNIO DEDUTIVO. PRESUME COMO VERDADEIRO FATO PRINCIPAL.

    QUANTO À FONTE:

    • PESSOAIS: DECORRE DE DECLARAÇÃO DE UMA PESSOA.
    • REAIS: É CONSTITUÍDA POR MEIO DE OBJETOS E COISAS.

    QUANTO À FORMA:

    • MATERIAL: É A PERÍCIA E A INSPEÇÃO JUDICIAL
    • DOCUMENTAL: DOCUMENTO PÚBLICO OU PARTICULAR, ESCRITO OU GRAVADO.
    • TESTEMUNHAL: CONSTITUIDA DE FORMA ORAL POR UMA PESSOA.

    QUANTO À PREPARAÇÃO:

    • CAUSAIS: É A PRODUZIDA DENTRO DO PRÓPRIO PROCESSO.
    • PRÉ-CONSTITUÍDAS: É AQUELA FORMADA FORA DO PROCESSO.

  • REVISANDO - Fonte:projeto_192

    É elemento de convicção considerado prova técnica: (B) o laudo cadavérico.

    #A prova técnica 

    • É a que se faz mediante exame por peritos ou técnicos,
    • o juiz não é obrigado a deter todo tipo de conhecimento necessário para dar decisão em um processo. LOGO, A PROVA TECNICA SERVE PARA AUXILIAR NO ENTENDIMENTO DOS FATOS OCORRIDOS

    #ART. 155: O JUIZ

    • FORMARÁ SUA CONVICÇÃO PELA LIVRE APRECIAÇÃO DA PROVA PRODUZIDA EM CONTRADITÓRIO JUDICIAL,
    • PODE USAR AS PROVAS OBTIDAS NO INQUÉRITO POLICIAL PARA FUNDAMENTAR SUA DECISÃO. 
    • NÃO PODE FUNDAMENTAR SUA DECISÃO SOMENTE E EXCLUSIVAMENTE COM ELEMENTOS OBTIDOS DURANTE O IP. RESSALVADAS AS PROVAS CAUTELARES, NÃO REPETÍVEIS E ANTECIPADAS.
    • Art. 470. Incumbe ao juiz: I - indeferir quesitos impertinentes.


ID
4903486
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Criminalística
Assuntos

Sobre a investigação de homicídio, verifica-se que

Alternativas
Comentários
  • GAB. E

    A investigação de homicídio fundamenta-se na trilogia motivo, meio e oportunidade.

  • Jamais o policial que altere algum vestígio em cena de crime pode restaurar o cenário que ele modificou. No máximo, ele vai somente relatar o que aconteceu, caso tenha modificado algum vestígio. Abração

  • Letra C - o policial que altera local de crime, ele não tem que restaurar o que modificou, mas sim, ser preso por fraude processual e atrapalhar as investigações.

    A primeira equipe de policial que chegar no local (maioria das vezes são PMs) é dever deles isolar o local até a chegada da Perícia.

  • calma, meu garoto, o policial militar não precisa ser preso, só basta relatar que ocorreu.

  • Se o policial adentrar na cena do crime é recomendado que volte pelo mesmo trajeto, nesse caso irá comunicar ao perito o ocorrido. Além disso, é também recomendado ao perito que utilize o mesmo trajeto pelo qual o policial adentrou no local.

  • sugestão de novo filtro: EXCLUIR QUESTÕES DE CURSO DE FORMAÇÃO

  • sugestão de novo filtro: EXCLUIR QUESTÕES DE CURSO DE FORMAÇÃO

  • Gabarito: D) a investigação de homicídio fundamenta-se na trilogia motivo, meio e oportunidade.

  • Não há previsão legal da alternativa C. Isso é puramente protocolo operacional padrão. Tipo de questão que não cai em concurso.

  • REVISNADO - Fonte:projeto_1902

    o primeiro policial a adentrar o local de crime, caso o altere, deve restaurar o cenário do delito e comunicar sua conduta aos peritos criminais. (ERRADO)

    ATENÇÃO!!!

    1) No caso hipotético apresentado, cabe ao policial não mais restaurar os objetos ou tocá-los, visto que tudo se trata de vestígio.

    • VESTÍGIOS (OBJETO DA CRIMINALISTICA): CPP, ART. 158-A, § 3º: TODO OBJETO OU MATERIAL BRUTO, VISÍVEL OU LATENTE, CONSTATADO OU RECOLHIDO, QUE SE RELACIONA À INFRAÇÃO PENAL.

    2) O policial DEVERÁ relatar ao perito o fato ocorrido "a alteração de algum objeto de sua posição ou local"

    • Art. 169, CPP. Os peritos registrarão, no laudo, as alterações do estado das coisas e discutirão, no relatório, as consequências dessas alterações na dinâmica dos fatos.
    • Portanto, mesmo o local de crime se encontrando inidôneo, o exame de corpo de delito ainda precisa ser realizado pelos peritos!
    • As alterações e suas consequências devem ser registradas no laudo pericial.

    3) FRAUDE PROCESSUAL

    • ALTERAR O LOCAL DE CRIME --> DOLOSAMENTE <-- É CRIME CONTRA A ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA!
    • MEXER NO CORPO PARA VERIFICAR SE A SINAIS VITAIS NÃO É FRAUDE PROCESSUAL
    • Art. 347 - Inovar artificiosamente, na pendência de processo civil ou administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de induzir a erro o juiz ou o perito: Pena - detenção, de três meses a dois anos, e multa.
    • Parágrafo único - Se a inovação se destina a produzir efeito em processo penal, ainda que não iniciado, as penas aplicam-se em dobro.


ID
4903495
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

O prazo de prisão temporária durante a investigação do crime de homicídio será de

Alternativas
Comentários
  • REGRA: 5 + 5

    C. HEDIONDO: 30 + 30

  • GABARITO: A

    Fundamento: arts. 1º, I, e 2º, § 4º, ambos da Lei nº 8.072/90.

    Art. 1 São considerados hediondos os seguintes crimes, todos tipificados no , consumados ou tentados:                     

    I - homicídio (art. 121), quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente, e homicídio qualificado (art. 121, § 2º, incisos I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII);    

    Art. 2º Os crimes hediondos, a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e o terrorismo são insuscetíveis de:                 

    [...]

    § 4 A prisão temporária, sobre a qual dispõe a , nos crimes previstos neste artigo, terá o prazo de 30 (trinta) dias, prorrogável por igual período em caso de extrema e comprovada necessidade.                   

  • GABARITO A

    Prisão temporária =

    Crime comum = 5 dias + 5 dias

    Crime Hediondo = 30 + 30

    ---xxxxx----- xxxx----

    A ) motivo fútil = qualificado.

    -----------

    B) Veneno = qualificado .

    -----------

    C) emboscada = qualificado

    ----------

    D )

    Em tese, homicídio simples não é hediondo.

    5 dias

  • Prisão temporária

    crimes comuns

    5 + 5 dias

    crimes hediondos

    30 + 30 dias

  • GABARITO A

    Crime comum: 5 dias + 5.

    Crime hediondo ou equiparado: 30 dias + 30.

    * A prisão preventiva não comporta prazo determinado, porém, deve agora, ser reanalisada a cada 90 dias.

  • GAB A

    5 + 5 = crimes simples

    30 + 30 = hediondos

    Homicídio por motivo Fútil é homicídio qualificado e Homicídio Qualificado é considerado Hediondo.

    Audaces Fortuna Juvat

  • O prazo previsto para prisão temporária de 5 +5 dias está previsto na lei da prisão temporária ( lei 7.960/89) e o prazo de 30+30 dias está previsto na lei dos crimes hediondos (lei 8.072/90).

  • Crime comum:cinco dias podendo ser prorrogável por mais cinco Crime hediondo:trinta dias podendo ser prorrogável por igual período em caso de extrema necessidade...
  • Na questão, o candidato deveria ter conhecimento da lei 8072/90 (lei de crimes hediondos):

    Relevante para essa questão;

    O homicídio é qualificado quando:

    Homicídio simples~>em atividade de grupo de extermínio

    Homicídio qualificado~>todos

  • a) motivo fútil: homicídio qualificado (crime hediondo, prazo 30x30).

  • Homicídio simples não é hediondo, portanto o prazo seria 5 dias, com igual prorrogação, já no caso de qualquer homicídio qualificado, este será tratado como hediondo, jogando o prazo para 30 dias com igual prorrogação,

  • prisão temporária===

    crime hediondo=== 30 + 30 dias

    demais crimes=== 5+ 5 dias.

  • CRIME HEDIONDO = HOMICIDIO QUALIFICADO = 30+30

  • gabarito errado... Na questão não diz se é Hediondo o Homicídio... Acho q tinha um texto algo parecido.... Homicídio simples, culposo e atenuado não é motivo de hediondez.... SE ERROU VC TA INDO BEM!!!
  • LEI DOS CRIMES HEDIONDOS- I - homicídio (art. 121), quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente, e homicídio qualificado (art. 121, § 2º, incisos I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII);   

    VCS TÊM QUE TER EM MENTE QUE TD HOMICÍDIO QUALIFICADO SERÁ HEDIONDO - ENTÃO P ESSE TIPO DE CRIME CABE TEMPORÁRIA COM BASE NA LEI DE HEDIONDOS, OU SEJA, 30 +30 DIAS

  • Crimes comuns:

    º Em regra, o prazo máximo é de 5 dias.

    º Pode ser prorrogado por + 5 dias, havendo necessidade e desde que autorizado pelo juiz

    Crimes hediondos e equiparados:

    º Em regra, prazo máximo é de 30 dias.

    º Podendo ser prorrogado por +30 dias, havendo necessidade e desde que autorizado pelo juiz.

    --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    O crime de genocídio está no rol de crimes hediondos

    GAB A

    FONTE DO COLEGA DO QC= PEDRO TROVADOR

  • GABARITO A

    Prisão temporária =

    Crime comum = 5 dias + 5 dias

    Crime Hediondo = 30 + 30

    ---xxxxx----- xxxx----

    A ) motivo fútil = qualificado.

    -----------

    B) Veneno = qualificado .

    -----------

    C) emboscada = qualificado

    ----------

    D )

    Em tese, homicídio simples não é hediondo.

    5 dias

  • HOM QUALIFICADO-HEDIONDO

    HEDIONDOS-TEMPORÁRIA=30+30D

  • uai, a questão parece estar incompleta pra mim. "Homicídio de..."
  • Homicídio qualificado (hediondo) = 30 + 30 na TEMP.

    LETRA A


ID
4903498
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

Na execução de uma entrevista com um suspeito, durante a investigação policial, o investigador deverá, na fase inicial,

Alternativas
Comentários
  • Letra: D

    permitir uma narração espontânea, esclarecendo depois os pontos obscuros com perguntas.


ID
4903501
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

Na formulação de quesitos da entrevista, durante a investigação policial, o investigador tem a opção de elaborar a entrevista com perguntas ou itens predeterminados. Trata-se da entrevista

Alternativas
Comentários
  • Que que tem de processo penal nisso? QC tá mal, em...

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  • Letra: A

    estruturada.


ID
4903504
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

Durante a investigação policial, a figura do informante é fundamental para a obtenção de informações sobre o fato investigado. Um dos critérios no trato com o informante é o seguinte:

Alternativas
Comentários
  • Gaba: B

    Tratar com respeito e dignidade qualquer pessoa é pilar fundamental de um Estado Democrático. Logo, ao informante caberá tratá-lo com respeito a fim de ser colhido qualquer informação relacionada ao fato criminoso, apuração de autoria e materialidade delitiva.

    DUDH:

    Artigo 1

    Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.

    Artigo 6

    Todo homem tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.

    Bons estudos!!

  • Passa as informações da investigação ao informante, forneça-o seu distintivo, esfregue-se sexualmente com ele. Sendo prova do curso de formação, com certeza é uma indireta para você não o fazer na prática.

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ID
4903507
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

Na investigação policial, a técnica de investigar um mesmo ponto de mais de uma maneira é chamado de:

Alternativas
Comentários
  • Eu também...entendi que ela seria considerada supralegal, mesmo que aprovada.

  • Letra: C

    Triangulação

  • A técnica de investigar um mesmo ponto de mais de uma maneira é chamado de: Triangulação


ID
4903510
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

Na investigação policial, o "modus operandi" ou modo de fazer, envolve:

Alternativas
Comentários
  • Letra: B

    os meios e modos aplicados pelo infrator na prática do delito.


ID
4903513
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Para a admissão da interceptação de comunicações telefônicas, é necessário que o fato investigado seja punido com pena de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

    É necessário pena de Reclusão

    Lei 9296/96

    Art. 2° Não será admitida a interceptação de comunicações telefônicas quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:

    I - não houver indícios razoáveis da autoria ou participação em infração penal;

    II - a prova puder ser feita por outros meios disponíveis;

    III - o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção.

  • Gab C

    A Lei 9296/96 é uma lei chamada de condutas negativas... "não pode ser"

    para autorizar interceptação o crime NÃO PODE SER de detenção. Ou seja, somente reclusão.

    Audaces Fortuna Juvat

  • O mais engraçado que a lei não menciona entre as hipóteses de deferimento, uma pena de reclusão e sim DETENÇÃO .

    Art. 2° Não será admitida a interceptação de comunicações telefônicas quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:

    III - o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção.

  • ATENÇÃO

    Para a interceptação telefônica se exige que o crime seja punido com reclusão, apenas.

    Ocorre que o pacote anticrime adicionou o art. 8°-A à lei 9296 que possibilita a interceptação/captação ambiental, esta sim, exige que o crime seja punido com pena superior a 4 anos, mas não exige o regime (detenção ou reclusão), ou seja, pode ser detenção ou reclusão ou que haja infrações conexas àquelas com esses requisitos. Desse modo, para a interceptação/captação AMBIENTAL, basta a pena do crime investigado ser superior a 4 anos, veja:

    Art. 8º-A. Para investigação ou instrução criminal, poderá ser autorizada pelo juiz, a requerimento da autoridade policial ou do Ministério Público, a captação ambiental de sinais eletromagnéticos, ópticos ou acústicos, quando:

    II - houver elementos probatórios razoáveis de autoria e participação em infrações criminais cujas penas máximas sejam superiores a 4 (quatro) anos ou em infrações penais conexas. 

  • Correta, C

    Complementando: A prova obtida por força de interceptação telefônica judicialmente autorizada poderá, a título de prova emprestada, subsidiar denúncia em outro feito que investigue crime apenado com detenção.

  • GABARITO C

    A interceptação telefônica é meio de obtenção de prova de natureza cautelar.

    Têm como requisitos: indícios de autoria e participação, imprescindibilidade da medida cautelar e crimes apenados com pena de reclusão.

  •  Reclusão

    Lei 9296/96

    Art. 2° Não será admitida a interceptação de comunicações telefônicas quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:

    I - não houver indícios razoáveis da autoria ou participação em infração penal;

    II - a prova puder ser feita por outros meios disponíveis;

    III - o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção.

  • Gabarito: C

    Lei nº 9296/96 - Art. 2° Não será admitida a interceptação de comunicações telefônicas quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:

    III - o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção.

  • Lei de interceptação telefônica

    Art. 2° Não será admitida a interceptação de comunicações telefônicas quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:

    I - não houver indícios razoáveis da autoria ou participação em infração penal

    II - a prova puder ser feita por outros meios disponíveis

    III - o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção

    Parágrafo único. Em qualquer hipótese deve ser descrita com clareza a situação objeto da investigação, inclusive com a indicação e qualificação dos investigados, salvo impossibilidade manifesta, devidamente justificada.

  • Art. 2° - Não será admitida a interceptação de comunicações telefônicas quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:

    I - não houver indícios razoáveis da autoria ou participação em infração penal;

    II - a prova puder ser feita por outros meios disponíveis;

    III - o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção.

    O artigo 2º. estabeleceu de forma inversa as condições necessárias para a interceptação telefônica, embora seja certo que a regra é o sigilo e a exceção a interceptação. 

    III - o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção. No inc. III, o legislador excluiu da possibilidade de interceptação em crimes que cominem apenas pena de detenção bem como em caso de contravenções penais, cuja pena máxima é de prisão simples. Em outros termos, a interceptação somente é admissível na hipótese de crime apenado com reclusão.

  • Art. 2º Não será admitida a interceptação de comunicações telefônicas quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:

    I - não houver indícios razoáveis da autoria ou participação em infração penal;

    II - a prova puder ser feita por outros meios disponíveis;

    III - o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção. 

  • Complemento - Atualizações:

    Captação ambiental -

    Requisitos :

    I - a prova não puder ser feita por outros meios disponíveis e igualmente eficazes;

    II- houver elementos probatórios razoáveis de autoria e participação em infrações criminais cujas penas máximas sejam superiores a 4 (quatro) anos ou em infrações penais conexas. 

    PRAZO:

    A captação ambiental não poderá exceder o prazo de 15 (quinze) dias, renovável por decisão judicial por iguais períodos, se comprovada a indispensabilidade do meio de prova e quando presente atividade criminal permanente, habitual ou continuada. 

    Juiz não pode decretar de ofício

    ________________________________

    INTERCEPTAÇÃO -

    Requisitos:

     indícios razoáveis da autoria ou participação em infração penal;

    a prova não puder ser feita por outros meios disponíveis;

    crime punido com reclusão

    Juiz pode decretar de ofício

    Pra cima deles!

  • Lei 9296/96

    Artigo 2º. Não será admitida a interceptação de comunicação telefônica quando ocorrer qualquer das seguintes hipóteses:

    I- não houver indícios razoáveis da autoridade ou participação em infração penal;

    II- a prova puder ser feita por outros meios disponíveis;

    III- o fato investigado constituir infração penal punida, no máximo, com pena de detenção.

  • Fala galera, lembrem-se que a REDAÇÃO REPROVA também. Se você está desesperado e pensando em contar com a sorte, então você precisa do PROJETO DESESPERADOS. Esse curso é completo com temas, esqueleto, redações prontas, resumos em áudio, tudo em um só lugar.

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  • Gab. Letra C

    • Interceptação telefônica >> Pena de reclusão (art. 2º, III)
    • Captação ambiental >> Pena máxima superior a 4 anos (art. 8º-A, II)

ID
4903516
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

São características básicas do investigador:

Alternativas
Comentários
  • Letra: A

    ser paciente e curioso.

  • O agente precisa ter paciência usando todas as informações possíveis o que seu inquérito seja com sucesso


ID
4903519
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

O planejamento operacional

Alternativas
Comentários
  • Letra: D

    descreve os passos necessários para atingir os objetivos da investigação.


ID
4903522
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados. A apensação aos autos do inquérito policial somente poderá ocorrer:

Alternativas
Comentários
  • Art. 8° A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados, apensados aos autos do inquérito policial ou do processo criminal, preservando-se o sigilo das diligências, gravações e transcrições respectivas.

    Parágrafo único. A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial  ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho decorrente do disposto ....

  • GABARITO B Art. 8° A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados, apensados aos autos do inquérito policial ou do processo criminal, preservando-se o sigilo das diligências, gravações e transcrições respectivas.

    Parágrafo único. A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial  ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho decorrente do disposto nos

  • Cuidado! Se tem um detalhe, nessa lei, que pode te pegar, é esse, pois pouca gente dá atenção a ele, vide alta porcentagem de erros na questão. Portanto, grave:

    O material colhido na interceptação telefônica, caso seja autorizada, terá de ser autuado em apartado e apensado de forma sigilosa ao inquérito policial, anteriormente ao relatório da autoridade policial.

  • Ok, errei a questão, mas "imediatamente antes" é diferente de "imediatamente, antes".

  • Quem quiser entrar no grupo Concurseiros do Qc no Wpp manda uma msg!

  • boa tarde, eu gostaria de fazer parte do grupo. se possível me add, eu agradeço. (18) 996414541

  • Olá, boa tarde!! (65)9 9253-1802
  • Lei n° :9296/1996 ART 8° -PARÁGRA ÚNICO - A apensão somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial .......

    GAB: B

  • Oi, boa tarde (88) 996953381
  • 54 981548992, Feliz ano novo.

  • Eu quero fazer parte do grupo me adicione. 91-98522-3784

  • Ola 69 993130779

  • Eu tb quero fazer parte do grupo (92)99243-0470

  • me add por favor 91 9 8876 5198
  • 7996269108 me add

  • quero fazer parte do grupo 42998415394

  • Gabarito: B

    Lei nº 9296/96 - Art. 8º, § único.

  • artigo 8º, parágrafo único da Lei 9296==="A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho decorrente do disposto nos artigos 407, 502 ou 538 do CPP".

  • 82991027000 me adc

  • Lei de interceptação telefônica

    Art. 8° A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados, apensados aos autos do inquérito policial ou do processo criminal, preservando-se o sigilo das diligências, gravações e transcrições respectivas.

    Parágrafo único. A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho..

  • (62) 99862- 9684
  • Gostaria de fazer parte do grupo (88) 9 98554664

  • (13) 99142-1793, por favor

  • Assertiva B art8

    imediatamente, antes do relatório da autoridade policial.

  • Art 8, § unico da lei 9296/96

  • B) imediatamente, antes do relatório da autoridade policial.

     

    Art. 8°. A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados, apensados aos autos do inquérito policial ou do processo criminal, preservando-se o sigilo das diligências, gravações e transcrições respectivas.

    Parágrafo único. A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial  ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho decorrente do disposto nos ,  ou 

  • 91 991732010 favor adicionar
  • eu quero fazer parte do grupo 69 999473754
  • Gabarito: B

    Art.8º, § único, da Lei nº 9296/96: A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho (...)

  • Lei 9296 - Art. 8° A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados, apensados aos autos do inquérito policial ou do processo criminal, preservando-se o sigilo das diligências, gravações e transcrições respectivas.

    Parágrafo único. A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial (art. 10, §1º, CPP) ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho decorrente do disposto nos art. 407, 502 ou 538 do CPP.

  • Apensação: ato ou efeito de apensar; anexação, apensão.

  • INF. 811 STF

    Ausencia de Autos Apartados configura Mera Irregularidade.que nao viola os elementos essenciais a validade da interceptacao.

  • Art.8º, § único, da Lei nº 9296/96: A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de IP ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho

  • INFORMATIVO 811 STF

    INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA Ausência de autos apartados configura mera irregularidade

    Segundo o art. 8º da Lei 9.296/96, o procedimento de interceptação telefônica (requerimento, decisão, transcrição dos diálogos etc.) deverá ser instrumentalizado em autos apartados. Haverá nulidade caso a interceptação não seja formalizada em autos apartados?

    NÃO. Preenchidas as exigências previstas na Lei nº 9.296/96 (ex: autorização judicial, prazo etc.), não deve ser considerada ilícita a interceptação telefônica pela simples ausência de autuação. A ausência de autos apartados configura mera irregularidade que não viola os elementos essenciais à validade da interceptação. STF. 1ª Turma. HC 128102/SP, Rel. Min. Marco Aurélio, julgado em 9/12/2015 (Info 811).

    Segundo a Lei nº 9.296/96, o procedimento de interceptação telefônica (requerimento, decisão, transcrição dos diálogos etc.) deverá ser instrumentalizado em autos apartados: Art. 8º A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados, apensados aos autos do inquérito policial ou do processo criminal, preservando-se o sigilo das diligências, gravações e transcrições respectivas.

    Haverá nulidade caso a interceptação não seja formalizada em autos apartados? NÃO. Preenchidas as exigências previstas na Lei nº 9.296/96 (ex: autorização judicial, prazo etc.), não deve ser considerada ilícita a interceptação telefônica pela simples ausência de autuação. A ausência de autos apartados configura mera irregularidade que não viola os elementos essenciais à validade da interceptação.

    Fonte: Dizer o direito.

  • De acordo com a lei 9.296 em seu artigo 8º, Parágrafo único. A apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho decorrente.

  • imediatamente, antes do relatório da autoridade policial.

  • Gab. Letra B

    Art. 8° A interceptação de comunicação telefônica, de qualquer natureza, ocorrerá em autos apartados, apensados aos autos do inquérito policial ou do processo criminal, preservando-se o sigilo das diligências, gravações e transcrições respectivas.

    Parágrafo único. A apensação somente poderá ser realizada IMEDIATAMENTE antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial  ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho decorrente do disposto nos arts.....

    OBS --> A questão não exigiu, mas vale compartilhar a decisão do STF de o apensamento ser meramente irregularidade.

    Informativo 811 STF = Preenchidas as exigências previstas na Lei nº 9.296/96 (ex: autorização judicial, prazo etc.), não deve ser considerada ilícita a interceptação telefônica pela simples ausência de autuação. A ausência de autos apartados configura mera irregularidade que não viola os elementos essenciais à validade da interceptação

  • artigo 8º, parágrafo único da lei 9296==="a apensação somente poderá ser realizada imediatamente antes do relatório da autoridade, quando se tratar de inquérito policial ou na conclusão do processo ao juiz para o despacho decorrente do disposto nos arts. 407, 502 ou 538 do CPP".


ID
4903525
Banca
UEG
Órgão
PC-GO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Metodologia da Investigação Policial
Assuntos

O investigador policial deve agir de forma instantânea para tomar a decisão que irá desencadear o processo investigativo. Esta frase expressa o princípio

Alternativas
Comentários
  • Assertiva C

    Esta frase expressa o princípio do imediatismo.

  • Imediatismo, até por quê o agente precisa ter todas as informações para que o inquérito seja repassado ao poder judiciário p assim decretar a sentença ou prisão caso esteja o indivíduo a solta.