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Prova FCC - 2018 - FCRIA-AP - Educador Social - Arte Educador


ID
4165591
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

A propósito do texto, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • marquei a letra D por causa desta parte no texto:" A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre." Aff!

    Gabarito correto: B

  • O entrevistador utiliza a fala de Lessa para dizer que o cronista escreve muito sobre sua própria vida, mas, logo em seguida, na outra pergunta, ele diz que Veríssimo, ao contrário do argumento de Lessa, não fala muito sobre sua própria vida nas crônicas.

    Para fechar, Veríssimo diz que fala sim, mas de forma mais sútil, porque, no fim das contas, escrever uma crônica é sempre falar sobre si, mesmo que isso não fique tão explícito.

    Quando o entrevistador usa o "na verdade" ele está usando a expressão para marcar essa contraposição entre o que Lessa disse e o que ele (o entrevistador) supõe sobre as crônicas de Veríssimo (e ele supõe que Veríssimo não fala muito de si nas crônicas).

  • Questão para matar um...

  • Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... (opinião de Lessa no 2º parágrafo).

    Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. (contraponto do entrevistador entre Luis Fernando Verissimo e a opinião de Ivan Lessa).

  • Demorei uns 7 minutos só para entender as alternativas kkkkk mas deu bom. Questãozinha pra fazer você gastar seu tempo que não tem.

    Gabarito Letra B

  •  A despeito de é sinônimo de: apesar de, ainda que, independentemente de, embora.

  • Fiquei entre a B e D, e marquei a D.. mesmo sabendo que a resposta é a B, nao consigo encontrar o que esta errado na letra D

    =(


ID
4165594
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

Em Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo, pode-se substituir o verbo sublinhado, mantendo-se a correção e um sentido adequado ao contexto, por

Alternativas
Comentários
  • ideia de contraste

    "[...] não é nostálgico, mas reflexivo [...]

  • GABARITO C

    Mas = conjunção adversativa que estabelece ideia de oposição, contraste.

  • Neste caso, ao ler o contexto é como se ele estivesse criando uma ideia de adversidade.

    Isso não é isso, mas aquilo.   

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

  • Assim foi minha interpretação:

    Em "Seu intimismo não é nostálgico, (mas) é nostálgico" a adversidade estava implícita.

    Agora, em "Seu intimismo não é nostálgico, mas (é) nostálgico" o verbo "é" está implícito.


ID
4165597
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. (1° parágrafo) ... pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. (2° parágrafo)

Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. (5° parágrafo)


Os termos sublinhados acima referem-se respectivamente a: 

Alternativas
Comentários
  • A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular... 

    → O pronome relativo que retoma alguns autores e introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva (sem vírgula.)

    Pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público.

    O pronome relativo que retoma bons cronistas e introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa (com vírgula).

    Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas.

    → O pronome relativo que retoma século e introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva (sem vírgula).

    GABARITO. D

  • GAB [D] AOS NÃO ASSINANTES .

    #ESTABILIDADESIM.

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA.

    ''OS QUE PODENDO SE OMITIREM , SERÃO CÚMPLICES DA BARBÁRIE.''

  • GABARITO -D

    Olho de águia , meu parceiro... se liga:

     pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. (2° parágrafo)

    Perceba uma coisa; Podemos trocar esse "que" por qual (ais) ... ele é um pronome relativo..

    Está exercendo a função de sujeito e tem como referente Bons cronistas..

    Se liga só no verbo no plural : Conquistaram ...

    Quem conquistou o público ?

    Bons cronistas conquistaram...

    Bons estudos!

  • só n entendi o "em que"

    mas a resposta já tava óbvia.

  • PC-PR 2021

  • GABARITO -D

    Olho de águia , meu parceiro... se liga:

     pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. (2° parágrafo)

    Perceba uma coisa; Podemos trocar esse "que" por qual (ais) ... ele é um pronome relativo..

    Está exercendo a função de sujeito e tem como referente Bons cronistas..

    Se liga só no verbo no plural : Conquistaram ...

    Quem conquistou o público ?

    Bons cronistas conquistaram...

    Bons estudos!


ID
4165600
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

Há noção de causa no segmento sublinhado que se encontra em:

Alternativas
Comentários
  • D) ...a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas... 

    Pelo fato (causa) de aparecerem bons cronista, fez com que a crônica pegasse no brasil (consequência).

    GABARITO. D

  • Será causa quando um fato tiver ocorrido antes.

    Ex.: A rua está molhada porque choveu.

    Chover aconteceu antes ou depois da rua estar molhada? Antes, então esse "porque" é causal.

    Décio Terror.

  • pessoal, qual o erro da alternativa E ??

  • .a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas... (2° parágrafo)

    Técnica para resolver rápido

    O fato de ....... fez com que .....

    o fato de aparecerem bons cronistas pelo acidente fez com que a crônica pegasse no Brasil

    Causa Consequência

  • GABARITO D

    D ) ...a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas... (2° parágrafo).

    A noção é de Causa .

  • letra E da uma ideia de consequência, ne?
  • Obrigado professor Girafales, CAUSA MOTIVO RAZÂO...

  • Carlos pra que essa semântica toda pra identificar causa? Só tenta trocar pela conjunção mais fácil e diferencia de consequência quando existir intensificador, tipo tão que...

  • A Causa é o fato que gera uma consequência. Letra D
  • Causa = o motivo


ID
4165603
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

Mantendo-se um sentido adequado ao contexto, o gerúndio presente em ... revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos... (1° parágrafo) pode ser substituído por:

Alternativas
Comentários
  • gab: A

    ...de maneira que revela

    Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados.

    Bons estudos.

  • Gerúndio -> o verbo representa uma ação em curso. Termina em -ndo

    Ex: Trabalhando, correndo, esperando.

    Substituindo uma a uma é possível perceber que o sentido da frase é mantido.

    Gab: Letra A

    Boa sorte.

  • GABARITO- A

    Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país,

    B) porém revele

    Expressa uma ideia adversativa o que não se encaixa na construção apresentada.

    ---------------------------------------

    C) a despeito de revelar

    Expressa sentido concessivo e não encaixa-se na construção.

    ----------------------------------------------

    D) uma vez que revelam

    Expressa sentido causa.

    ---------------------------------------

    E) a fim de que se revelem

    Locução prepositiva = Expressa finalidade e não se encaixa...

    -------------------------------------

    Bons estudos!

  • mais...do que (or sub adj comparativa).

    de maneira que

  • Apesar dos bons comentários dos colegas, até então nenhum explicou ao certo a justificativa da "A" ser o gabarito.

    Dessa forma, acredito que se trata de uma conjunção adverbial causal, pois, ao fazer a troca por outra causal, o sentido permanece, vejam:

    Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, [posto que revela / já que revela / porque revela / visto que] mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país...

    Portanto, nesse entendimento, a "D" está errada não por ser uma conjunção causal, que, como visto se encaixa perfeitamente, mas está errada por sua concordância verbal estar errada: D) uma vez que revelam (revela)

    Não tenho certeza, mas foi isso que compreendi, caso discordem ou esteja errado meu comentário, por favor me avisem...

    BONS ESTUDOS!!!

  • de maneira que revela - revelando

    GAb: A

  • A - de maneira que revela -> Consecutivos(Tão (tamanho, tanto, tal)...que, de modo que, de maneira que)

    B- porém revele -> Adversativos (mas, porém, contudo, todavia, no entanto, entretanto, e, não obstante)

    C- a despeito de revelar-> Concessivos ( Embora, conquanto, não obstante, ainda que, mesmo que, se bem que, posto que, por mais que, por pior que, apesar de que, a despeito de, malgrado, em que pese

    D- uma vez que revelam -> Causais (Pois, Porque, visto que, como, uma vez que, na medida em que, porquanto, haja vista que, já que)

    E - a fim de que se revelem -> Para, para que, a fim de que, de modo que, de forma que, de sorte que, porque

    Gabarito: A

    Fonte: folha de conectivos do Professor Elias Santana

  • as outras estavam erradas kkkk

    A)

  • Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, DE MANEIRA QUE REVELA mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados.

    gabarito A

  • Gab: A

    O fato com que Ele tem grande percepção para o comportamento social... faz com que revele mais sobre a atual classe média brasileira...

    Relação de causa e consequência. A conjunção está no lado da consequência, portanto, fiz a troca por uma conjunção consecutiva "de maneira que".

    Oração subordinada adverbial consecutiva reduzida de gerúndio

  • sempre leiam o período todo.

  • Para saber o sentido, tem que voltar ao texto e ler o período, procurar o verbo no qual o gerúndio se remete.

    "Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados."

    "O fato de" ter grande percepção, "fez com que" se revele....

    a) de maneira que revela - traz ideia de consequência.

    b) porém revele - tem ideia adversativa.

    c) a despeito de revelar - concessiva

    d) uma vez que revelam - causa

    e) a fim de que se revelem - finalidade.


ID
4165606
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado. (2° parágrafo)


Uma nova redação para a frase acima, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido, encontra-se em:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva E

    Uma enigmática inclinação do público em relação à crônica não é a causa de existirem tantos cronistas; ao contrário, penso que os bons cronistas é que desenvolveram o mercado.

  • alguém sabe o erro da letra A?
  • A oração é uma sub adv concessiva: contradição...apesar de muitos gostarem, haviam poucos.

    Alternativa E é a única que contempla contradição.

    A) pois - causal

    B) uma vez que - consecutiva

    C) como - comparativa

    D) a fim de que - finalidade

  • Caiu na A né?,calma,acho que foi a diferença de sentido entre inclinação(Tendênca) com predisposição(sentido já pré-definido).

  • nas primeiras palavras da A já descartei e ai só sobrou a E

    aliás aí descobri que o autor não explica, ele "acha" e constata que não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica -MAS- (...)

  • A questão "A" afirma que o fato de não haver tantos cronistas é devido a "uma inclinação inexplicável do público pela crônica".

    Porém, a frase principal afirma exatamente o contrário: Que o fato de existirem tantos cronistas não é devido a uma predisposição do público pela crônica, e sim devido aos bons cronistas que criaram o mercado.

    Acredito que a vírgula antes do "pois" mudou todo o sentido na questão "A", atribuindo a não existência de muitos cronistas a uma inclinação inexplicável do público pela crônica.

  • um jeito de interpretar a frase é saber o uso dos ''porquês''.

  • Sentido de contradição!

    Acho que a letra A está errada porque tem sentido de explicação.


ID
4165609
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

As frases abaixo referem-se à pontuação do texto.


I. Em ... chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga... (1° parágrafo), o ponto final pode ser substituído por dois-pontos, uma vez que se elencam exemplos do que foi dito anteriormente.

II. Em Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir (1° parágrafo), as vírgulas podem ser substituídas por travessões, uma vez que isolam um aposto.

III. Com as devidas alterações, o ponto final em ...depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre (3° parágrafo) pode ser substituído por vírgula, sem prejuízo para o sentido e a correção.


Está correto o que consta APENAS de

Alternativas
Comentários
  • Gab.: A

    Visto que, as vírgulas não isolam um aposto e sim dividem uma enumeração.

  • Assertiva A

    I e III.

    I. Em ... chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga... (1° parágrafo), o ponto final pode ser substituído por dois-pontos, uma vez que se elencam exemplos do que foi dito anteriormente.

    III. Com as devidas alterações, o ponto final em ...depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre (3° parágrafo) pode ser substituído por vírgula, sem prejuízo para o sentido e a correção

  • GABARITO -A

    Conforme as lições de Pestana:

    I. Em ... chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga... (1° parágrafo), o ponto final pode ser substituído por dois-pontos, uma vez que se elencam exemplos do que foi dito anteriormente.

    chegaram ao sucesso popular: João do Rio, Rubem Braga.

    Usamos dois pontos para introduzir explicações , enumerações

    um aposto explicativo, enumerativo, distributivo ou uma oração subordinada substantiva apositiva. – Amanda tinha conseguido finalmente realizar seu maior propósito: seduzir Pedro, que, por sua vez, amara três pessoas: Magda, Luana e, principalmente, a si mesmo. – Em nosso meio, há bons profissionais: professores, jornalistas, médicos.

    Nesse caso, sendo possível a substituição por dois pontos.

    ------------------------------------------------------------------------------------------

    II. Em Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir (1° parágrafo), as vírgulas podem ser substituídas por travessões, uma vez que isolam um aposto.

    Na verdade, as vírgulas estão separando termos em enumeração.

    Como no exemplo: Saiu para comprar banana, maçã e pera.

    -------------------------------------------------------------------------------------

    III. Com as devidas alterações, o ponto final em ...depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre (3° parágrafo) pode ser substituído por vírgula, sem prejuízo para o sentido e a correção.

    Podemos substituir o ponto final , porque estamos diante de uma conjunção. É aconselhável a utilização de vírgula.

    ---------------------------------------------------------------------------------------

    Fonte: Pestana , Material complementar.

  • GABA a)

    II - Sobre suas influências, métodos e assuntos (enumerações)

  • I e III

    II não é aposto

  •  1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. 

    Discordo do gabarito, uma vez que os termos destacados não podem fazer parte da primeira oração por serem uma outra oração. portanto não cabe dois pontos aí.


ID
4165612
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

O verbo em destaque deve sua flexão ao termo sublinhado em:

Alternativas
Comentários
  • Correção!

    a) Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros.

    b) Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo.

    c)  uma mescla de artigo e crônica nos seus textos... (verbo impessoal)

    d) ... ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada... [isto] é percebido - Sujeito oracional passivo (Verbo sempre no singular) Não deve a flexão a ninguém.

    e) Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas...

    Pertenceremos!

  • O GABARITO É A LETRA ( B )

    Este tipo é clássico na FCC.

    1º localize o sujeito e após veja a relação com o verbo...

    a) Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros.

    Quem vai ser o menos confessional ?

    Você !

    O menos confessional é predicativo

    ----------------------------------------------------------

    b) Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo.

    Quem nunca vai buscá-las muito fundo?

    Um cronista

    -------------------------------------------------------------

    c) Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos...

    Verbo haver no sentido de existir = Impessoal

    O que vem após é Objeto direto

    -----------------------------------------------------------------------

    d) ..ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada...

    Cuidado aqui!

    /Para que se perceba / Isso

    O sujeito deste verbo é oracional. Consoante as lições do Mestre Pestana:

    Existem 3 tipos de sujeito oracional. Em geral, você pode substituí-los por ISSO.

    1) Iniciado pelas conjunções integrantes “que” ou “se”. Esse sujeito oracional também é chamado de oração subordinada substantiva subjetiva.

    – Seria bom SE VOCÊ ESTUDASSE. (ISSO seria bom.)

    – Vê-se QUE TODOS ESTUDAM. (ISSO se vê.)

    2) Constituído de verbo(s) no infinitivo. Esse sujeito oracional também é chamado de oração subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo.

    – PRATICAR EXERCÍCIOS E SE ALIMENTAR BEM torna seu corpo são. (ISSO torna seu

    corpo são.)

    3) Iniciado pelos advérbios interrogativos “onde”, “como”, “quando”, “por que” ou pelos pronomes interrogativos “que”, “quem”, “qual”, “quanto”. Esse sujeito oracional também é chamado de oração subordinada substantiva subjetiva justaposta.

    – Está decidido ONDE VAMOS ESTUDAR. (ISSO está decidido.)

    -----------------------------------------------------------------------------------------------

    e) Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas...

    a concordância é estabelecida assim: Bons cronistas aparecerem

    -----------------------------------------------------------------------

    Viu algum equívoco? Mande msg.. Forte abraço, força na caminhada!

    ----------------------------------------------------------------------------

    Fontes: F. Pestana.

    Spadoto, FTD.

    PASQUALE CIPRO NETO

  • Assertiva B

    A definição da chave primária de uma tabela criada no banco de dados pode ser feita com a combinação de vários campos.

  • QUESTÃO SOMBRIA ENTENDI NADA !

  • O cara esta na questão de informática, banco de dados... aqui é português ainda... hauhuahau

  • RESUMINDO ESTE TIPO DE QUESTÃO DA FCC: QUER SABER SE, O QUE ESTÁ SUBLINHADO, É O SUJEITO.

  • Só mudar o termo sublinhado para o plural/singular, e se o verbo destacado concordar é por que a flexão concorda com esse termo.

  • Sem comentário dos professores fica difícil, usuário escrever besteira nos comentários é fácil..

  • Gabarito B)

    as outras estão erradas.

  • a FCC está perguntando: o verbo está flexionado por esse termo sublinhado???? ou por outro?

    a) Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. VOCÊ SEJA, O SEJA ESTÁ RELACIONADO AO VOCÊ

    b) Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. (UM CRONISTA QUE NUNCA VAI BUSCÁ-LÁ) GABARITO

    c)  uma mescla de artigo e crônica nos seus textos... HAVER NO SENTIDO DE EXISTIR É IMPESSOAL NÃO FLEXIONA POR NINGUÉM

    d) ... ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada... PERCEBA NÃO ESTÁ RELACIONADO A ELE, NÃO É ELE QUE VAI PERCEBER, SÃO OUTRAS PESSOAS

    e) Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas... APARECEREM ESTÁ CONCORDANDO COM BONS CRONISTAS E NÃO ACIDENTE

  • Só apareceu o termo sublinhado para mim.. Mas deu pra chegar no gabarito mesmo assim.

    Esse estilo de questão é bem recorrente, geralmente voce encontra a resposta colocando as oraçoes na ordem direta.

  • A letra b concorda com o sujeito "EU" não?

  • https://www.youtube.com/watch?v=1WcdYJUTuUY


ID
4165615
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.

    2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros... – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.

    3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.

    4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.

    5. Você diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.) 

As normas de concordância encontram-se respeitadas em:

Alternativas
Comentários
  • A) A crônica, além de se prestarem a ser documentos da atualidade, guarda características literárias que a mantém viva. - O verbo prestar deve concordar com "crônica". O Correto seria: "A crônica, além de se prestar (...)

    B)Cada um dos cronistas brasileiros, que chegam a obterem em um sucesso, não tiveram de disputar lugar na imprensa, pois haviam lugares para todos. - Verbo haver no sentido de existir fica na 3ª pessoa do singular (havia).

    C) Embora a crônica tenha recentemente ganhado estatuto semelhante a outros gêneros literários, nem sempre foram assim, pois aqueles que a compunha eram considerados antes jornalistas que escritores. - Foram está se referindo à "crônica", logo deve concordar em número ( nem sempre a crônica foi assim).

    D) Já no fim do século XIX via-se cronistas famosos, como Machado de Assis, de quem grande parte dos textos foi publicado no jornal Gazeta de Notícias. - Partícula Apassivadora: VTD (ver) + SE , mantém a concordância nominal. -> viam-se cronistas, "cronistas eram vistos".

  • GABARITO - E

    A) A crônica, além de se prestarem a ser documentos da atualidade, guarda características literárias que a mantém viva.

    Quem se apresenta a ser documento ....

    A crônica / A crônica se apresenta a ser documento da atualidade

    -----------------------------------------------------------

    B) Cada um dos cronistas brasileiros, que chegam a obterem em um sucesso, não tiveram de disputar lugar na imprensa, pois haviam lugares para todos.

    o verbo fica no singular quando o sujeito é formado por "cada um de" seguido de expressão no plural: "Cada um dos

    Ex; Cada um dos participantes, ao inscrever-se, deverão receber as orientações necessárias

    (https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2112200602.htm )

    Haver no sentido de existir = Impessoal

    Havia lugares ( Objeto direto )

    -------------------------------------------------------------------------

    C) Embora a crônica tenha recentemente ganhado estatuto semelhante a outros gêneros literários, nem sempre foram assim, pois aqueles que a compunha eram considerados antes jornalistas que escritores.

    Nem sempre foi assim

    ------------------------------------------------------------------------------

    D) Já no fim do século XIX via-se cronistas famosos, como Machado de Assis, de quem grande parte dos textos foi publicado no jornal Gazeta de Notícias.

    Via-se algo...

    VTD + SE = partícula apassivador

    Viam -se cronistas famosos

    Cronistas famosos eram vistos.

    -------------------------------------------------------

    E) A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas, costuma acrescentar nuanças pessoais a seus textos.

    A maioria dos cronistas se põe a escrever

    A maioria dos cronistas se põem a escrever

    A maioria dos cronistas costuma acrescentar ...

    A maioria dos cronistas costumam acrescentar ..

    -----------------------------------------------------------------

    Fontes: PASQUALE CIPRO NETO

    P & SPADOTO, FTD.

  • Bem estranha a alternativa E. É verdade que temos a opção de concordar com o partitivo, mas é preciso manter o paralelismo. No caso, o verbo "costuma" deveria estar no plural também.

  • não seria caso de crase na letra E ?? "referência a quê"
  • Quando a expressão de quantidade (maioria, parte) não vier seguida de substantivo no plural (pessoas, funcionários, alunos, professores, etc.), o verbo fica no singular: A maioria é formada! Boa parte não tem estudo!

    Chamamos de sujeito “coletivo partitivo” o termo no plural (pessoas, indivíduos, crianças, condôminos, empresários, funcionários, etc.) em associação com o núcleo do sujeito no singular que expressa quantidade (parte, maioria).

    Quando isso ocorre, a concordância pode ser feita tanto com o núcleo do sujeito e, então, ficará no singular quanto com o substantivo após o núcleo e, portanto, ficará no plural.

    E) A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas, costuma acrescentar nuanças pessoais a seus textos.

    E) A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas, costuma acrescentar nuanças pessoais a seus textos.

  • COMO O COLEGA VINÍCIUS DISSE, NA LETRA "E", FALTOU PARALELISMO.

  • Expressão partitiva: "Maioria de" pode concordar com plural ou singular que no caso é: custuma/custumam

  • Assertiva E

    A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas, costuma acrescentar nuanças pessoais a seus textos.

    Faça ou não faça. A tentativa não existe -mestre yoda.

  • Faltou o paralelismo na letra E, mas é a "menos errada".

  • Para melhor compreensão: paralelismo não é regra.

  • Amigo Vinícius, quanto ao paralelismo, ele não é obrigatório em todas as situações. Podemos abrir mão do paralelismo, por exemplo, para se imprimir um estilo próprio à escrita, deixando o texto com um aspecto mais peculiar do escritor. No entanto, para a norma culta e seu uso em contratos, documentos, artigos e outros, é necessário o uso de paralelismo.

    Com relação ao termo "a maioria de", que é expressão partitiva, pode haver duas concordâncias, por exemplo:

    A maioria dos eleitores vota/votam mal.

    Uma junta de médicos deu/deram alta ao paciente.

    Gabarito: letra E.

  • Letra E é a menos errada.

  • E) A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas.

    Não teria que ser referência as questões ?

  • A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas, costuma acrescentar nuanças pessoais a seus textos.

    se põem concorda com cronistas

    costuma concorda com a maioria

  • Alternativa correta é a letra E

    A alternativa D me derrubou, achei que era sujeito indeterminado, mas era voz passiva, não prestei atenção que tratava-se de um VTD, enfim, apesar de não concordar com a forma que foi usada na alternativa E, não há erro nela.

  • Pois é, Zé! A alternativa E está errada também, mas é claro que é a alternativa que a banca quer que marquemos. Não briguemos, pois, com ela. Vez que nosso objetivo é ser nomeado, e não ficar de picuinha com as bancas.

  • (A) A crônica, além de se prestarem (prestar) a ser documentos da atualidade, guarda características literárias que a mantém (mantêm) viva.

    Regra:

    1) Via de regra, o verbo concorda com o núcleo do sujeito, exceto nos casos das concordâncias especiais, o que não é o caso.

    2) O que marca o singular ou plural do verbo "tem" e seus derivados (detém, mantém etc.) é o sinal diferencial (mantém - singular, mantém - plural), o "que" desempenha função de sujeito (pronome relativo) retoma "características literárias" (que está no plural), portanto, o verbo fica no plural.

    (B) Cada um dos cronistas brasileiros, que chegam a obterem em um sucesso, não tiveram (teve) de disputar lugar na imprensa, pois haviam (havia) lugares para todos.

    Regra:

    1) No sujeito "Cada um dos cronistas brasileiros" o núcleo do sujeito é o pronome indefinido "um" (lembre que o núcleo do sujeito é a palavra mais importante e nunca é preposicionada), portanto, o verbo fica no singular.

    2) O verbo "haver", quando for equivalente a existir, é impessoal, isto é, não admite sujeito e fica obrigatoriamente na 3ª pessoa do singular.

    (C) Embora a crônica tenha recentemente ganhado estatuto semelhante a outros gêneros literários, nem sempre foram (foi) assim, pois aqueles que a compunha eram considerados antes jornalistas que escritores.

    Regra:

    "[Ela] (a crônica) nem sempre foi considerada assim..."

    (D) Já no fim do século XIX via-se cronistas famosos, como Machado de Assis, de quem grande parte dos textos foi publicado (foi publicada) no jornal Gazeta de Notícias.

    Regra:

    1) Concordância especial: quando o sujeito for uma expressão partitiva (a maioria de, grande parte de, uma parte de) o verbo pode concordar com o núcleo (maioria, parte) ficando no singular ou com o especificante do núcleo (ex.: a maioria dos trabalhadores, pode concordar com trabalhadores e ficar no plural).

    (E) A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas, costuma acrescentar nuanças pessoais a seus textos.

  • A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas, costuma acrescentar nuanças pessoais a seus textos.

    No caso, concorda com "põem" e o "a escrever é objeto indireto ai n vem em plural?? Alguem tira essa duvida pfv?

  • d) Já no fim do século XIX via-se cronistas famosos, como Machado de Assis, de quem grande parte dos textos foi publicado no jornal Gazeta de Notícias.

    Oi, colegas!

    Só consegui enxergar esse erro dá alternativa D. O correto p mim seria viam -se (os cronistas famosos são vistos) e sobre o Foi acredito que esteja correto pq concorda com grande parte.

    Caso esteja falando besteira, por favor me corrijam.


ID
4165618
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

  Alguns anos vivi em Itabira.                                                             

Principalmente nasci em Itabira.                                                    

Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.                                         

Noventa por cento de ferro nas calçadas.                                     

Oitenta por cento de ferro nas almas.                                            

E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.


 A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,                              

           vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.

E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,                                       

é doce herança itabirana.                                                                  


De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:                    

  este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;                          

este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;                

 este orgulho, esta cabeça baixa...                                                     


 Tive ouro, tive gado, tive fazendas.                                                    

 Hoje sou funcionário público.                                                              

Itabira é apenas uma fotografia na parede.                                      

Mas como dói!                                                                                    

As frases abaixo referem-se ao poema.


I. O segmento sublinhado em Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro resume a dura composição da alma do poeta, feita com o mesmo material das calçadas da cidade.

II. Ao dizer que Itabira é apenas uma fotografia na parede, o poeta, por contraposição, intensifica a memória e a importância que sua cidade natal tem para si mesmo.

III. O poeta, com tratar das posses e dos hábitos que tinha em sua cidade natal, refere-se a sua decadência financeira e ao estado de tristeza dela decorrente.


Está correto o que consta APENAS de

Alternativas
Comentários
  • Assertiva A

    I. O segmento sublinhado em Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro resume a dura composição da alma do poeta, feita com o mesmo material das calçadas da cidade.

    II. Ao dizer que Itabira é apenas uma fotografia na parede, o poeta, por contraposição, intensifica a memória e a importância que sua cidade natal tem para si mesmo.

  • Acertei por eliminação, porém o item I gerou dúvidas. Mal redigido o item.

  • Assertiva A

    I-Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.

    Noventa por cento de ferro nas calçadas.

    R-O mesmo ferro das calçadas.V

    II-Hoje sou funcionário público.

    Itabira é apenas uma fotografia na parede.

    Mas como dói!   

    R- As fotografias servem para que os bons momentos durem mais,ninguém guarda uma fotografia de quem detesta não é verdade?

    II- Tive ouro, tive gado, tive fazendasV

    R-Ele era rico.F

  • como assim?! achei que a I fosse uma metáfora, né... alguém pode explicar melhor, por favor?
  • GABARITO A

    III. O poeta, com tratar das posses e dos hábitos que tinha em sua cidade natal, refere-se a sua decadência financeira e ao estado de tristeza dela decorrente.

    Tive ouro, tive gado, tive fazendas. Hoje sou funcionário público. (O texto não retrata decadência financeira.) Alternativa lll - Incorreta.

  • ERREI por eliminação! Eliminei a certa que é a A

  • Cadê a contraposição na II? Não entendi

  • Interpretar poemas é o auge da sacanagem de uma banca.

  • nunca entendo esses poemas...será que maconha ajuda???? só estando muito doidão pra escrever e entender esses negócios....

  • gab: A

    Confidência do Itabirano, de Carlos Drummond de Andrade.

    Bons estudos.

  • a unica forma de saber as respostas corretas de um poema é perguntar pra quem fez.. pqp


ID
4165621
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

  Alguns anos vivi em Itabira.                                                             

Principalmente nasci em Itabira.                                                    

Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.                                         

Noventa por cento de ferro nas calçadas.                                     

Oitenta por cento de ferro nas almas.                                            

E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.


 A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,                              

           vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.

E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,                                       

é doce herança itabirana.                                                                  


De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:                    

  este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;                          

este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;                

 este orgulho, esta cabeça baixa...                                                     


 Tive ouro, tive gado, tive fazendas.                                                    

 Hoje sou funcionário público.                                                              

Itabira é apenas uma fotografia na parede.                                      

Mas como dói!                                                                                    

Transpondo-se para a voz passiva a oração sublinhada em De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço, a forma verbal resultante é:

Alternativas
Comentários
  • De Itabira trouxe prendas diversas que ora são oferecidas a ti.

    Estou certa?

  • Usei a função do Pronome relativo, no caso troquei por "As quais''. logo fui nas alternativas procurar alguma que estivesse no plural concordando com o termo antecedente, tanto em gênero como em numero.

    gabarito: B

  • De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço, -->> voz passiva: De Itabira trouxe prendas diversas que ora são oferecidas a ti.

    Gabarito letra B!

  • O GABARITO É A LETRA ( B)

    O decoreba mais uma vez ajuda:

    Dentro da estrutura de uma voz passiva analítica temos as seguintes modificações:

    1º O sujeito da voz ativa passa a ser o agente da passiva.

    2º O Objeto direito passa a ser o sujeito paciente

    3º Há a inclusão do verbo auxiliar "ser" + o verbo principal no particípio.

    Dentro da construção apresentada pela questão:

    trouxe prendas diversas que ora te ofereço

    Eu ofereço algo / Diversas prendas ( OD ) a ALGUÉM = OI ( TE)

    O que é pronome relativo e está funcionando como objeto direito.

    Lembra-se de que eu falei do decoreba?

    2º O Objeto direito passa a ser o sujeito paciente

    Diversas prendas são oferecidas...

    Abraços!

  • O gabarito é B.

    Segue a razão:

    De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço.

    A transposição deve acompanhar o mesmo tempo, modo verbal e número. Na alternativa A, o verbo ser encontra-se no presente e no singular, razão pela qual se torna incorreta. Acompanhe a alternativa B: O verbo ser encontra-se no plural, acompanhando o sujeito: prendas diversas. Assim a construção correta, na voz passiva analítica seria: Prendas diversas são oferecidas.

    Acompanhem, no instagram, dicas rápidas do português cotidiano em 30 segundos

    @seliganos.30

  • Simplificando a nossa vida de concurseiro rsrs

    é so pegar o objeto direto e transformar em sujeito paciente

    prendas diversas é objeto direto que passa para sujeito paciente

    prendas diversas são oferecidas

    obs;somente da para passar para voz passiva quando há objeto direto

  • Questão muito boa para reforçar o conteúdo.

  • Voz passiva: verbo ser + particípio + sujeito paciente

  • Voz passiva = sujeito sofre a ação. Então apenas colocar o sujeito sofrendo a ação.

    "São oferecidas prendas diversas de Itabira".

    Com isso, Letra B é a correta.

    Se minha linha de pensamento estiver equivocada por favor deixem correção nos comentários.

    Força Foco e Fé.

  • Eu te ofereço prendas. [ativa]

    Prendas são oferecidas a ti por mim. [passiva]

  • De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço

    são oferecidas,prendas diversas que trouxe de Itabira

    #estuda guerreiro

    fé no pai que sua aprovação sai !

  • De Itabira trouxe prendas diversas que te ofereço

    EU te ofereço prendas diversas de Itabira

    Eu = sujeito

    Ofereço= VTD

    Prendas diversas= complemento

    voz passiva = Prendas diversas são oferecidas por mim

  • Prendas diversas são oferecidas

  • PEDRAS DIVERSAS SÃO OFERECIDAS


ID
4165624
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

  Alguns anos vivi em Itabira.                                                             

Principalmente nasci em Itabira.                                                    

Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.                                         

Noventa por cento de ferro nas calçadas.                                     

Oitenta por cento de ferro nas almas.                                            

E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.


 A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,                              

           vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.

E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,                                       

é doce herança itabirana.                                                                  


De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:                    

  este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;                          

este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;                

 este orgulho, esta cabeça baixa...                                                     


 Tive ouro, tive gado, tive fazendas.                                                    

 Hoje sou funcionário público.                                                              

Itabira é apenas uma fotografia na parede.                                      

Mas como dói!                                                                                    

E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,

é doce herança itabirana.


Caso se atribua sentido hipotético aos versos acima, os verbos sublinhados deverão adotar a seguinte forma:

Alternativas
Comentários
  • Futuro do pretérito do indicativo:

    Divertiria - (Poderia me divertir se tivesse essa oportunidade)

    Seria (Poderia ser se tivesse essa oportunidade)

    Indica uma ação que poderia ter acontecido após uma situação passada.

    "É o hábito de sofrer, que tanto me divertiria" - > Após sofrer, eu poderia me divertir.

  • GABARITO - D

    Não sou fã do decoreba, mas algumas coisas ajudam na resolução:

    futuro do pretérito do indicativo se refere a um fato que poderia ter acontecido posteriormente a uma situação passada. 

    Ex. para memorizar : Se tivesse estudado bastante hoje seria promotor de Justiça.

    2º Não confundir com o valor expresso pelo pretérito imperfeito do subjuntivo ( terminação SSE)

    Indica um fato dependente de outro fato passado.

    exemplo citado : Se tivesse estudado bastante hoje seria promotor de Justiça.

    ----------------------------------------------------------------

    Fonte : P & Spadoto, FTD, 105.

  • Assertiva d

    os verbos sublinhados deverão adotar a seguinte forma: divertiria − seria

  • Por que n a letra c?

  • Mais alguém ficou em dúvida da A e da C? kkk

  • Hipotético é aquilo que se pauta em hipóteses ou suposições, que não se pode saber com toda a certeza; o que é incerto. Toda previsão sobre o futuro é hipotética

    Gab. D

  • A alternativa C sugere algo que já aconteceu. "Divertia" já ocorreu. A questão solicita uma hipótese, ou seja, algo que pode acontecer.

  • Modo subjuntivo, forma simples.

  • por que não a letra A?

  • Nossa! Eu tinha a certeza que era a A :(

  • Hipótese é modo subjuntivo.Fui na letra A .

  • Jurava que a certa era a letra A?

  • Volta e meia erro esse tive de questão que pede a situação hipotética, pois automaticamente lembro do subjuntivo. Alguém pode me explicar por quê não pode ser a alternativa A?

  • Gabarito D

    Futuro do pretérito = hipótese

  • Futuro do presente- (eu estudarei)Ações que vão acontecer

    Futuro do pretérito- (eu estudaria)Ações que poderiam acontecer

  • Fui seco na A KKKK lembrando daquele velho bizú: se eu pudeSSE eu faRIA.

  • Futuro do pretérito do indicativo:

    Divertiria - (Poderia me divertir se tivesse essa oportunidade)

    Seria (Poderia ser se tivesse essa oportunidade)

    Indica uma ação que poderia ter acontecido após uma situação passada.

    "É o hábito de sofrer, que tanto me divertiria" - > Após sofrer, eu poderia me divertir.

  • Futuro do pretérito do indicativo:

    Divertiria - (Poderia me divertir se tivesse essa oportunidade)

    Seria (Poderia ser se tivesse essa oportunidade)

    Indica uma ação que poderia ter acontecido após uma situação passada.

    "É o hábito de sofrer, que tanto me divertiria" - > Após sofrer, eu poderia me divertir.

  • Futuro do pretérito do indicativo:

    Divertiria - (Poderia me divertir se tivesse essa oportunidade)

    Seria (Poderia ser se tivesse essa oportunidade)

    Indica uma ação que poderia ter acontecido após uma situação passada.

    "É o hábito de sofrer, que tanto me divertiria" - > Após sofrer, eu poderia me divertir.

  • Sentido hipotético = Futuro do pretérito do indicativo, também conhecido como condicional, se forma com o infinitivo mais o sufixo apropriado. Exemplo: Verbo partir: partir > eu partir(+ia).


ID
4165627
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em uma pesquisa 60% dos entrevistados preferem suco de graviola e 50% suco de açaí. Se 15% dos entrevistados gostam dos dois sabores, então, a porcentagem de entrevistados que não gostam de nenhum dos dois é de

Alternativas
Comentários
  • se montar os círculos fica mais fácil de entender o 15% e a intersecção entre 65% e 50%

    15% gostam dos 2 sucos

    65% suco graviola 65-15 = 45

    50% suco de açaí 50-15 = 35

    soma 45+35+15= 95

    resultado 5% não gostam de nem um

  • 60 % graviola 50% açaí 15% Os dois A soma de tudo da 110. 110-15 =95 A diferença é 5%
  • GAB E

    RESOLUÇÃO: http://sketchtoy.com/69381079

  • Se já tem 15% para os dois, e são 60% que gostam de graviola , eu devo completar com mais 45%.

    Se eu já tenho 15% para os dois, e são 50% que gostam de açaí, eu devo completar com mais 35%.

    Para encontrar os que não gostam de nenhum dos sabores, eu só subtraio: 45%-35%-15%= -5%. E o resultado é 5%.

    Alternativa: Letra E

  • simples

    50% não gosta do suco de açaí

    40% não gosta do suco de graviola

    50% = 0,5 e 40% = 0,4

    0,5 * 0,4 = 0,2* 100 = 20%

    ainda temos o grupo que não gosta de nenhum dos dois que equivalem a 15%

    fazemos 20%-15% = 5%

    gabarito E

  • uma simples questão de conjuntos..

    gab:e

  • GABA LETRA E

    Eu lidei com números mesmo para não me confundir. Peguei 120 como base de entrevistados.

    ficou:

    72 ---> graviola

    60 ---> açai

    18 ---> açai e graviola

    Fazendo os conjuntos ficou

    54 ---> somente graviola

    42 ---> somente açai

    18----> graviola e açaí

    ___________

    total: 114.

    restam 6 que não gostam de nenhum.

    6 equivale a 5% de 120.

    pertencelemos!

  • 60%+50%-15%

    110%-15%=5%

    gab:E

  • bem simples total da porcentagem quando não fala no enunciado vamos supor 100%

    60% gosta de graviola

    50% de açaì

    15% dos dois

    VAMOS SUBTRAIR 15% DE CADA UM, POIS ASSIM SOBRA SOMENTE QUEM GOSTA DE GRAVIOLA E SOMENTE QUEM GOSTA DE AÇAÍ

    ficando assim:

    45% graviola

    35% açaí

    15% os dois

    total: 95%

    total porcentagem geral 100% - 95%= 5%

  • Gabarito:E

    Principais Dicas:

    • Simples: Separa as duas variáveis e faz uma análise de quem é diretamente (quando uma sobe, a outra sobe na mesma proporcionalidade) ou inversa (quando uma sobe, a outra decresce na mesma proporcionalidade). Se for direta = meio pelos extremos e se for inversa multiplica em forma de linha.
    • Composta: Separa as três variáveis ou mais. Fez isso? Coloca a variável que possui o "X" de um lado e depois separa por uma igualdade e coloca o símbolo de multiplicação. Posteriormente, toda a análise é feita com base nela e aplica a regra da setinha. Quer descobrir mais? Ver a dica abaixo.

     

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação juntos !!

  • Resolvi essa questão no vídeo:

    https://youtu.be/jnxczNLt5m4

  • fiz direto pelo diagrama de venn e somei tudo , o que sobrou foi 5

ID
4165630
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

A negação da afirmação “ Chove e faz frio “ é:

Alternativas
Comentários
  • apesar de não haver outra alternativa não concordo 100% com o gabarito, pode existir um meio termo entre frio e calor

  • A negação de faz frio é "não faz frio" e não faz calor.

  • se não está fazendo frio, então obrigatoriamente está fazendo calor?

  • Se a temperatura for de 20 graus: calor ou frio?

  • Aqui no nordeste 25 graus já é frio...kkk

  • Negação do "e".

    Troca pelo "ou" e nega tudo.

    Gabarito: B

    Não chove ou faz calor.

    Faz frio: negação --> faz calor

  • Falar que negação de frio é calor em uma questão de raciocínio lógico é o mesmo que dizer que a negação de ser alto é ser baixo.

  • Cara, anos estudando e sempre aprendi que negação de: faz frio não é: faz calor, mas sim: "não faz frio". Aí vem uma dessa...

  • Primeira lei de De Morgan. Para negar uma proposição composta pelo conectivo “ou”, você deve negar as duas proposições simples que a compõe e TROCAR O CONECTIVO “OU” PELO “E”. **

    Ex. “Vou à festa ou não me chamo Guilherme”.

    Afirmação - Vou à festa ou não me chamo Guilherme.

    Negação - Não vou à festa e me chamo Guilherme.

  • Não sei se concordo com o gabarito.

    Pois, para mim, calor e frio não são antônimos absolutos :/

  • Ainda há quem defenda a questão. Foi mal formulada e pronto. Contudo, é totalmente possível respondê-la, então não gerou problemas.

  • Tem que tomar cuidado com esse tipo de negação ''ao contrário''... isso daí mais atrapalha do que ajuda quem estuda kk

  •  Resposta: B

  • A negação da proposição é "não chove ou não faz frio".

    Você nega o "chove" com o "não".

    Você nega o "faz frio" com o "não".

    Você troca o "e" pelo "ou".

    A banca ERROU. A questão deveria ter sido anulada e qualquer professor ou pessoa que estude o assunto vai confirmar.

  • questão mal formulada, pois se não faz frio, não necessariamente faz calor, pode estar em temperatura agradavel, nem frio nem calor.

  • A negação da conjunção "e" é a disjunção "ou". Nega as proposições que representam essa conjunção: " Não chove ou faz calor. "

  • Comentário: Brunno Lima, Guilherme Neves - Estratégia

    Para negar uma proposição composta pelo conectivo “e”, devemos negar os dois componentes e trocar o

    conectivo por “ou”.

    Afirmação Chove e faz frio.

    Negação Não chove ou não faz frio.

    A negação CORRETA da proposição dada é “Não chove ou não faz frio”. A banca cometeu um abuso ao

    substituir “não faz frio” por “faz calor”. Defendo que a questão deveria ter sido anulada.

    Gabarito: B

  • B por eliminação, mas a rigor ela está errada também, não é porque não faz frio que não faz calor.

  • Em termos lógicos a resposta não condiz. Mudar a termologia pelo fato de termos a noção do que é frio ou calor, em lógica, é termos mais uma variante, podendo ser o p, q e "s" para calor

  • QUESTÃO HORRÍVEL E MAL FORMULADA

  • Não foi anulada? Absurdo!

  • que papelão FCC!!!!

  • Cespe consideraria como extrapolação.

  • Essa questão foi feita justamente para nós aqui do amapá kkk , foi tipo uma brincadeira que só quem é amapaense ou mora aqui muito tempo sabe kkk o calor aqui é grande por isso .. o sol parece que está aqui no teto da casa .

  • Para chegarmos ao gabarito, devemos considerar que "faz calor" é a negação de "faz frio". Trata-se de uma

    negação utilizando um antônimo. Esse tipo de negação deve ser evitado, pois "faz calor" não

    necessariamente é a negação de "faz frio". Isso porque a temperatura pode ser amena, por exemplo. O

    correto seria negar com "não faz frio", pois essa forma abarca todas as possibilidades de se negar "faz frio".

    Utilizando o entendimento da banca para essa questão, a negação requerida é:

    ~e∨~f: “[Não chove] ou [faz calor].”

  • pode ser usado o antônimo. Primeiro a gente procura nas alternativas o usual de costume , caso não tenha vá para essa opção,que no caso é a mais correta
  • Questão muito mal feita; apesar de ser a única opção coerente a letra B, ainda passível de anulação.

  • Questao estranha parece mas com uma contigencia

  • Resolução em Vídeo passo a passo!

    https://youtu.be/F0Cs8TFMWIE

  • Não se pode negar dessa maneira... é a que sobrou, mas creio que deve ter sido anulada na época

  • Digamos que o gabarito é a menos errada, segue o jogo.

  • Na época de escola meu professor falava que não existe frio, e sim falta de calor.

    Assim como não existe escuridão, e sim ausência de luz.

    Então a banca já sabia disso ???

  • Gabarito B. Mas Caberia recurso aí, como sempre a FCC inventando moda.

    A negação do E e do OU basta trocar um pelo outro e negar tudo.

    Porém ali ao invés de eles eles negarem normalmente como deveria ser feito, mudaram o sentido da frase.

    O certo seria: Não chove ou NAO FAZ FRIO


ID
4165633
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Suponha que agora um relógio de ponteiros indique 3h exatamente e que o relógio esteja funcionando normalmente. Depois de certo tempo, se o ponteiro das horas (o menor) avançar 75° (setenta e cinco graus), então, o novo horário que o relógio irá marcar será

Alternativas
Comentários
  • 3h ---90º

    x-----90º+75º

    x=165*3 /90

    x=5,5

    .: 5h 30min

  • Regra de três simples; se for feito um desenho, veremos que o ponteiro maior dos minutos parado em 00 horas com o ponteiro menor das horas em 03 hs formam um angulo reto = 90º. Assim de 00 a 03, temos 3 horas, 90/3 = 30, cada hora equivale a 30 graus e, além dos 90º, o ponteiro andou mais 75º + 90º = 165º.

    1h ---------- 30º

    x-- --------- 165º

    x = 5,5 = 5 horas e 30 minutos.

  • Gabarito: Letra C

  • 360° dividido por 4=90 graus cada "parte"

    do ponteiro maior(minutos) onde esá no 12 do relógio ao menor(horas) são três horas.

    assim, 90/3=30° por hora.

    entao, andando 60° dará duas horas.

    e 15° são 30 minutos, ja que 30° são uma hora.

    somando os 60° +15° dará as duas horas e 30 minutos, somando-se as 3horas: 5h e 30min.


ID
4165636
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Considere as afirmações abaixo sobre a colonização europeia da região do Amapá.


I. No século XVI, parte da região onde se situa Macapá pertenceu a um navegante espanhol, Francisco de Orellana.

II. O delta do rio Amazonas, durante o período colonial, foi alvo de tentativas de ocupação por parte de espanhóis, portugueses, ingleses e holandeses, vulnerabilidade que motivou a construção de fortes.

III. Para povoar a região do Amapá, os portugueses dividiram as terras em lotes que foram presenteados a capitães donatários, que efetivaram o povoamento fundando vilas que originaram as principais cidades do Amapá.

IV. Durante o período colonial, a abundância de indígenas na região tornou desnecessário o trabalho escravo, principalmente de afrodescendentes, fato que explica a ausência dessa população na região.


Está correto o que consta APENAS de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra A

    III. Para povoar a região do Amapá, os portugueses dividiram as terras em lotes que foram presenteados a capitães donatários, que efetivaram o povoamento fundando vilas que originaram as principais cidades do Amapá.

    (Essa divisão não abrangeu a região do Amapá e sim o litoral do Brasil)

    IV. Durante o período colonial, a abundância de indígenas na região tornou desnecessário o trabalho escravo, principalmente de afrodescendentes, fato que explica a ausência dessa população na região.

    (mais é nunca no Brasil, hahahahaha)

  • O tratado de Tordesilhas determinava que as terras do Amazonas estariam sob o domínio dos espanhóis. Em 1500 o navegador Vicente Pinzon chegou no Nordeste brasileiro e à Foz do rio Amazonas. Francisco de Orellana foi o primeiro homem europeu a chegar no delta do Rio Amazonas e foi derrotado pelas índias guerreiras. Em 1561, o Rei Carlos V enviou novos exploradores e, apesar de terem dominado o território, muitas nações europeias tentaram explorar a madeira local, especiarias e as drogas do sertão.
    Quando o tratado de Madrid foi assinado a Espanha foi retirada do território amazonense. Os portugueses construíram fortes para evitar a invasão estrangeira e assim o território amazônico passa a fazer parte do Estado do Pará.
    Para que seja possível responder corretamente à questão é preciso o conhecimento acerca do período colonial do Brasil, particularmente no que se refere à ocupação das regiões Norte e Nordeste.
    I – VERDADEIRA - O Adelantado de Nueva Andaluzia, atual território do Amapá, foi uma concessão dada a Francisco de Orellana pelo rei espanhol Carlos V em 1544.
    II- VERDADEIRA - O navegador espanhol Francisco Orellana relatou ao rei de Espanha Carlos V as riquezas naturais do Amapá e da Amazônia. Sabendo do êxito espanhol, outras nações europeias invadiram o território da Amazônia para extrair especiarias, as drogas do Sertão e madeira.
    III- FALSA - A capitania do Cabo do Norte (atual estado do Amapá) foi concedida a Bento Maciel Parente como Capitania Hereditária e mesmo ocupada não cessaram as invasões do território.
    IV – FALSA - A existência do quilombo do Curiaú evidencia a presença de escravos negros africanos no estado do Amapá e também nos documentos da Companhia do Grão Pará que registram a chegada e a venda de negros originários da África. 

    A) CORRETA – As afirmativas I e II são verdadeiras. 
    B) INCORRETA – As afirmativas III e IV são falsas.
      C) INCORRETA – As afirmativas I e II são verdadeiras e a IV é falsa. 
    D) INCORRETA – A afirmativa II é verdadeira e a IV não é. 
    E) INCORRETA – A afirmativa I é verdadeira e a III é falsa.

    Gabarito do Professor: Letra A.
  • Só ir por eliminação.

  • Ingleses?


ID
4165639
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Considere o texto abaixo.


Em 1900, reuniram-se em Berna, na Suíça, as delegações brasileiras e francesas para finalmente estabelecer a soberania entre o rio Araguari e o rio Oiapoque. Do lado brasileiro, a estrela de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco. Do lado francês, o então promissor geógrafo Vidal de la Blache, que confeccionou alguns mapas para a ocasião (...).

(Adaptado de: CAVLAK, Iuri. Introdução à História da Guiana Francesa. Rio de Janeiro: Editora da Unifap/Autografia, 2017, p. 48)


A reunião a que o texto se refere definiu

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B

    "Desde o século XVI pode-se detectar os registros de conflitos, trocas comerciais e disputas de soberania nessa região extrema. Em 1713, pelo Tratado de Utrecht, normatizou-se uma longa faixa de terra entre o Oiapoque e o rio Araguari, naquele momento em disputa pelos franceses e portugueses. A localização inexata dos limites deu vazão a incertezas posteriores. Em 1809, depois da chegada da família real portuguesa ao Brasil, fugida da invasão francesa, uma tropa formada de luso-paraenses, com auxílio da marinha inglesa, subiu a região contestada e invadiu a Guiana Francesa, tomando posse do lugar até a devolução em 1817. Em 1841, com o recrudescimento da disputa, o “Contestado” foi declarado neutro, uma vez que nem o jovem império brasileiro, entrando na fase da regência, e nem a monarquia francesa, sob o novo domínio dos Orleans, possuíam força internacional para naquele momento decretar com assertividade a posse dessas terras. Espaço que atraiu então desertores, quilombolas e proscritos de todas as formas que se queriam livres da jurisdição franco-brasileira. Uma disposição que se agravou com a descoberta de ouro na região de Calçoene e a proclamação da República do Cunani, nessa linde neutralizada, em 1884. A situação chegou ao paroxismo de uma refrega armada com mortos e feridos em 1895, até a expedição do laudo suíço e a confirmação da soberania brasileira a partir de 1900. " (disponível em https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:-eGbCODb0FAJ:https://periodicos.unb.br/index.php/repam/article/download/14881/13202/+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br)


ID
4165642
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Dentre as principais atividades econômicas vigentes no Amapá, e existentes desde meados do século XX , destaca-se

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E

    Principais atividades:

    Século XIX:

    • Ciclo do Ouro - 1954
    • Ciclo da Borracha - final do século XIX.

    Século XX:

    • Projetos de mineração
    • Manganês - 1945 (foi encontrada uma grande reserva de manganês em Serra do Navio) / 1957 (iniciou a exploração, Caulin e Granito
    • Madeira, pesca, Camarão-rosa, Castanha-do-Pará e Palmito

    Fonte: PDF História do Amapá - Gran Cursos

  • Pqp..


ID
4165645
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Situado em área de baixas latitudes e com predomínio de baixas altitudes, o estado do Amapá apresenta um clima equatorial que tem como uma de suas características a

Alternativas
Comentários
  • Letra A: maior concentração de chuvas no norte e no litoral do estado enquanto que as porções oeste e sudoeste (Serra do Tumucumaque e Jari) apresentam menores quantidades anuais de chuvas.

    "O início do período chuvoso no Amapá ocorre durante os meses do verão (DJF), com o aumento significativo nos volumes de precipitação, entre 500 e 1.000 mm, em praticamente todo o Estado. As regiões contendo máximos de chuva no verão, acima de 900 mm, situam-se preferencialmente ao longo da faixa litorânea do estado (região norte e nordeste do estado), incluindo ainda a região de Oiapoque no norte Amapaense." (disponivel em file:///C:/Users/acfs7/Downloads/admin,+Artigo+11.pdf)


ID
4165648
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, a população do Amapá é de 829.494 habitantes. Dentre as características da população amapaense pode-se citar

Alternativas
Comentários
  • Letra D. A população do Estado do Amapá é predominantemente adulta

ID
4165651
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

A Arte Kusiwa é um sistema de representação próprio dos povos indígenas Wajãpi, do Amapá que sintetiza seu modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo.


A respeito dessa manifestação é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • A Arte Kusiwa – Pintura Corporal e Arte Gráfica dos índios Wajãpi, no Amapá, é o primeiro bem de natureza imaterial a ter o título de Patrimônio Cultural do Brasil revalidado.A Arte Kusiwa é um sistema de representação gráfica próprio dos povos indígenas Wajãpi, do Amapá, que sintetiza seu modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo. 


ID
4165654
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Apesar de sermos todos regidos pela mesma constituição mecânica, nos movimentamos de um modo muito particular. O homem tem essa capacidade de individualizar e personalizar seus padrões de movimento, tornando-se um ser único. Cada indivíduo forma, assim, um universo à parte, com seu próprio desenho corporal e sua história. Nosso corpo, independente de estar vinculado a fatores culturais e étnicos, tem a sua trajetória e sua carga histórica. E essas características devem ser respeitadas. Pois o modo como nos postamos e organizamos nosso corpo para o movimento é o exercício da nossa individualização, direito conquistado por nós.


O(a) autor (a) do fragmento acima citado desenvolve suas coreografias a partir de seu próprio método de ensino no qual a inclusão social é um dos pilares fundamentais.

O nome do(a) autor(a)/coreógrafo(a) citado(a) e da obra que sintetiza seu método de trabalho é, respectivamente:

Alternativas
Comentários
  • Eu também!

  • Ivaldo Bertazzo


ID
4165657
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

No ano de 1968 um artista brasileiro criou sua obra utilizando o estandarte como suporte expressivo e forma de estabelecer relações entre a arte brasileira e o cotidiano social das grandes cidades, de forma a incorporar em seus trabalhos uma série de elementos e representações da violência.


O texto refere-se, respectivamente, ao artista e obra:

Alternativas

ID
4165660
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

O documentário Lixo Extraordinário registra o processo de criação do artista Vik Muniz para sua série com resíduos recicláveis no aterro sanitário de Jardim Gramacho em Duque de Caxias, RJ. A técnica dos trabalhos utilizada pelo artista para exposição em museus e galerias que viabilizou a formalização do processo realizado anteriormente no aterro é

Alternativas
Comentários
  • Técnica de trabalho fotografia, material sucata.


ID
4165663
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

O lugar é a concreta manifestação do habitar humano.


Consideradas sinônimos, as palavras espaço e lugar, apesar de estarem diretamente relacionadas, possuem características particulares quando se trata das relações entre ensino e aprendizagem. É correto afirmar que

Alternativas

ID
4165666
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

A peça teatral Dois perdidos numa noite suja, de autoria de Plínio Marcos (1935,1999), trata da vida de dois personagens que dividem um quarto de hospedagem. De acordo com a crítica “o texto impressiona pelo jorro de autenticidade nascido de duas figuras que se estraçalham mutuamente em uma luta sem tréguas.”


Essa e outras obras do autor contribuíram para o surgimento de uma nova dramaturgia nacional por

Alternativas

ID
4165669
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Segundo Dewey, sobre a relação do espectador com a obra de arte é correto afirmar que não existe na percepção do objeto artístico um ver ou um ouvir “acrescido” da emoção. Tal afirmação é reiterada no pressuposto:

Alternativas

ID
4165672
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

De acordo com Phillipe Perrenoud uma avaliação a serviço da seleção seria a avaliação tradicionalmente associada à criação de hierarquias de excelência nas quais Os alunos são comparados e depois classificados em virtude de uma norma de excelência, definida no absoluto ou encarnada pelo professor e pelos melhores alunos. Por outro lado, uma avaliação a serviço da aprendizagem, também denominada de “avaliação formativa” possui como objetivo

Alternativas
Comentários
  • A avaliação formativa envolve a confirmação da aprendizagem, pois é de suma importância conhecer as aprendizagens fundamentadas e algumas ainda em construção. Esse processo faz parte da avaliação, é um ponto inicial da avaliação para o educador reavaliar suas práticas docentes


ID
4165675
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

A disciplina de História da Arte, fundamentada por estruturas de saber nos modelos europeu e norte americano,

Alternativas

ID
4165678
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Os rappers podem ser considerados cronistas da modernidade por

Alternativas

ID
4165681
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

O termo Arte Sequencial refere-se à modalidade artística que usa o encadeamento de imagens em sequência para contar uma história ou transmitir uma informação graficamente. Consta entre as modalidades que podem ser consideradas arte sequencial o cinema e a história em quadrinhos.


Considerando as duas modalidades acima citadas é correto afirmar que ambas utilizam em suas narrativas

Alternativas

ID
4165684
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Educação Artística
Assuntos

A deficiência exige, muitas vezes, adaptações. E dentro delas há inúmeras possibilidades. Em relação ao fazer musical, podemos promover adaptações de instrumentos musicais (...). Outra possibilidade são as adaptações de objetivo e de conteúdo, isto é, alterações no currículo para que o aluno possa acompanhar melhor a aula.

(Adaptado de: LOURO, Viviane S., A formação docente musical diante da inclusão, 2006)


Dentre os abaixo, NÃO se refere à adaptação de material didático visando a inclusão de pessoas com deficiência no processo de ensino-aprendizagem que tem a música como conteúdo:

Alternativas

ID
4165687
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Em uma atividade de criação artística que se utiliza de ferramentas e técnicas da marcenaria, uma estudante pretende fazer um desenho em baixo relevo em uma placa de madeira. Antes precisa retirar dela alguns pregos e deixá-la plana para depois iniciar o trabalho de entalhe propriamente dito. Ela usará, nesta ordem, as seguintes ferramentas:

Alternativas

ID
4165690
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Senti um deslumbramento diante das decorações populares das casas de moradia de São João Del Rei, Tiradentes, Mariana, Congonhas do Campo, Sabará, Ouro Preto e outras pequenas cidades de Minas, cheias de poesia popular. Retorno à tradição, à simplicidade, escreveu Tarsila do Amaral sobre a viagem dos modernistas à Minas Gerais, feita em 1924. Sobre essa viagem, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • A Boba é uma obra de Anita Malfatti.

    (D)


ID
4165693
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

De um ponto de vista mental, a colagem é uma atividade de análise e síntese, não somente uma função lógica, mas semelhante ao tipo do processo que se realiza na linguagem, transformando as palavras em letras e em sílabas cujo sentido desaparece no momento onde se encontram uma posição em uma nova composição, com um outro sentido.

(PAÏN; JARREAU, 2001, p.190)


Esse excerto propõe o uso da técnica de colagem como possibilidade para o trabalho no âmbito pedagógico na medida em que se relaciona ao processo de desenvolvimento

Alternativas

ID
4165696
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

O termo abaixo que NÃO corresponde a um tipo de perspectiva enquanto representação bidimensional do espaço tridimensional é:

Alternativas

ID
4165699
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

A Dra Nise da Silveira, fundadora do Museu do Inconsciente, rejeitava, em relação aos internos dos hospitais psiquiátricos, a palavra paciente: “Paciente! Que coisa ruim. Paciente é uma coisa passiva. Que se trabalha em cima. Não chamo ninguém de paciente. Considero o maior insulto do mundo”. Como alternativa a este termo, ela determinava o uso da palavra:

Alternativas
Comentários
  • Nise da Silveira rejeitava a palavra paciente em relação aos internos dos hospitais psiquiátricos. Ela determinava o uso de clientes para reforçar a relação de troca, mas preferia sempre se referir a eles pelos nomes. Cada pessoa é um universo. São muitas as histórias de reações severas da doutora quando ouvia alguém se referir a seus clientes como pacientes


ID
4165702
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Precisamos preparar o homem para indagar e resolver por si seus próprios problemas.

Nesta frase do educador Anísio Teixeira, os termos “preparar” e “resolver” correspondem, quando presentes em um planejamento pedagógico, a ações relativas, respectivamente, a

Alternativas

ID
4165705
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Um grande número de nações indígenas no Brasil empreende coletivamente uma mesma forma arquitetônica com relativamente poucas variações: a maloca. Sobre a maloca é correto afirmar:

Alternativas

ID
4165708
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

O artista uruguaio Joaquim Torres Garcia desenvolveu, a partir do conceito de juguetes transformables, (jogos transformáveis) uma série de brinquedos de madeira, compostos por peças intercambiáveis, de modo que a criança poderia desmontá-las e voltar a montá-las como quisesse. Esse trabalho, em sua potência educativa, remete ao conteúdo:

Alternativas

ID
4165711
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Observou-se que esse momento do processo é muito descontraído e propicia uma interação familiar como se fosse uma brincadeira onde as crianças experimentam, aprendem e descobrem as propriedades da argila. Conhecer a sequência inteira para realizar uma determinada forma depende de uma sucessão sutil de gestos, hábitos herdados e repetidos. A escola é um local onde também é transmitido o conhecimento das tradições dos Suruí. [...] Percebemos também neste caso que há um encontro de gerações. [...] E de fato, constatamos que todos os procedimentos para a fabricação destas cerâmicas, são extremamente elaborados e dirigidos especificamente para a obtenção de um resultado de alta qualidade funcional e estética.

(In: VIDAL, Jean-Jacques Armand. A Presença da Cerâmica nos Mitos e Ritos do Povo Paiter Suruí. UNESP)


De acordo com o texto acima, o que garante a precisão técnica da cerâmica do povo Paiter Suruí é

Alternativas

ID
4165714
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

A atividade artística a que chamamos gravura pode ser realizada em diversos materiais, meios e técnicas. O processo de gravura cuja matriz é realizada em madeira e em pedra, são chamadas, respectivamente, de

Alternativas

ID
4165717
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A escola orientada pelos princípios dos direitos humanos, evitando o autoritarismo e a visão unilateral ou preconceituosa sobre o uso de álcool e outras drogas, terá maior possibilidade de ser aceita e de levar adolescentes a refletir sobre suas decisões e, consequentemente, sobre seus comportamentos.


Nessa perspectiva, a escola tem o papel de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: A

    Assegurar proteção ao adolescente, pois a ela cabe construir um contexto de esclarecimentos e promoção da importância da saúde, envolvendo temas que favoreçam o debate sobre os fatores de risco e os de proteção.


ID
4165720
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Garantir a inclusão significa garantia de acesso de todos a todas as oportunidades, considerando as diversidades e peculiaridades de cada pessoa. São ações que buscam a inclusão social:

Alternativas

ID
4165723
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Embora as medidas socioeducativas possuam um caráter jurídico sancionatório e restritivo de direitos, na medida em que são aplicadas após a prática de um ato infracional, sendo impostas aos adolescentes, sua execução deve

Alternativas
Comentários
  • GAB.E

    -->--> As medidas socioeducativas possuem uma natureza sociopedagógica condicionada à garantia de direitos fundamentais e ao desenvolvimento de ações que visem à formação para o exercício da cidadania.

    FONTE;GRAN CURSOS

  • Gabarito E.

    “De outra parte, é consensual entre os doutrinadores da área dos direitos da criança e do adolescente que, embora o caráter da medida aplicada seja jurídico-sancionatório e restritivo de direitos, sua execução deve ter conteúdo predominantemente pedagógico. Ou seja, o fato de um adolescente estar cumprindo uma medida socioeducativa não implica que deixe de ser credor de direitos que a ele estão previstos em razão de sua condição peculiar de desenvolvimento.”

    Fonte: (COSTA, Ana Paula Motta. Parâmetros para a interpretação da Lei 12.594/12 e execução socioeducativa) Disponível em https://www.mprs.mp.br/media/areas/infancia/arquivos/revista_digital/numero_08/execucao.pdf. Consultado em 31-12-2021.


ID
4165726
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

As medidas socioeducativas podem ser consideradas como a resposta dada pelo Estado à prática do ato infracional, cuja finalidade visa favorecer à emancipação e ao protagonismo do adolescente, pessoa em condição peculiar de desenvolvimento individual e social conforme dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


Isto significa que os agentes envolvidos com o atendimento socioeducativo precisam, portanto, estimular o adolescente, em cumprimento de medida socioeducativa, a

Alternativas
Comentários
  • GAB.B..

    As medidas socioeducativas são medidas repressivas previstas no Estatuto, aplicáveis para jovens de 12 a 18 anos que cometerem ato infracional.

    --> As medidas socioeducativas possuem uma natureza sociopedagógica condicionada à garantia de direitos fundamentais e ao desenvolvimento de ações que visem à formação para o exercício da cidadania.

    -->O ECA é uma lei extremamente abrangente, de cunho mais garantista do que punitivista, sendo aplicável para jovens de até 18 anos. Essa importante lei veio substituir o ultrapassado e punitivista CÓDIGO DE MENORES...

  • Gabarito B.

    “Neste contexto, as medidas socioeducativas podem ser consideradas como a resposta dada pelo Estado à prática do ato infracional, cuja finalidade visa favorecer a emancipação e o protagonismo do adolescente, pessoa em condição peculiar de desenvolvimento individual e social conforme reza o artigo 6º do ECA. Isto significa que os agentes envolvidos com o atendimento socioeducativo precisam, portanto, estimular os adolescentes nestas circunstâncias, ou seja, em cumprimento de medida socioeducativa, a organizar um projeto de vida, definindo objetivos e metas alcançáveis, tendo em vista a transformação de valores e atitudes, matéria-prima da prática socioeducativa.”

    Fonte: (Souza, Rosimere de. Caminhos para a municipalização do atendimento socioeducativo em meio aberto: liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade / Rosimere de Souza [e] Vilnia Batista de Lira. Rio de Janeiro: IBAM/DES ; Brasília: SPDCA/SEDH, 2008.). Disponível em http://www.ibam.org.br/media/arquivos/estudos/atendimento_socioeducativo_1.pdf ,consultado em 31/12/2021.


ID
4165729
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Considere os seguintes objetivos da Assistência Social:


I. A proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice.

II. O amparo às crianças e aos adolescentes carentes.

III. A promoção da integração ao mercado de trabalho.

IV. A habilidade e reabilitação das pessoas com deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências.

    Art. 2  A assistência social tem por objetivos: 

    a) a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;  

    b) o amparo às crianças e aos adolescentes carentes;  

    c) a promoção da integração ao mercado de trabalho;  

    d) a habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária; e 

    e) a garantia de 1 (um) salário-mínimo de benefício mensal à pessoa com deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família;  

  • gabarito incorreto, letra E a correta

  • Gabarito: Item "D".

    O erro do item IV está na palavra "habilidade". O correto seria habilitação.

    IV. A habilidade (erro) e reabilitação das pessoas com deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária.

  • Art. 2 A assistência social tem por objetivos:                      

    I - a proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da incidência de riscos, especialmente:                   

    a) a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;                   

    b) o amparo às crianças e aos adolescentes carentes;                 

    c) a promoção da integração ao mercado de trabalho;                   

    d) a habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária; e                  

    e) a garantia de 1 (um) salário-mínimo de benefício mensal à pessoa com deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família;                 

    II - a vigilância socioassistencial, que visa a analisar territorialmente a capacidade protetiva das famílias e nela a ocorrência de vulnerabilidades, de ameaças, de vitimizações e danos;                  

    III - a defesa de direitos, que visa a garantir o pleno acesso aos direitos no conjunto das provisões socioassistenciais.                 

    Parágrafo único. Para o enfrentamento da pobreza, a assistência social realiza-se de forma integrada às políticas setoriais, garantindo mínimos sociais e provimento de condições para atender contingências sociais e promovendo a universalização dos direitos sociais.                 

    Fonte> http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm

  • H.A.B.I.L.I.D.A.D.E , ahhhhh desgrama de pegadinha.


ID
4165732
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a verificação do rendimento escolar nos níveis fundamental e médio, será organizada com as seguintes regras, entre outras:


I. Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos (...)

II. Possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar.

III. Obrigatoriedade de estudos de recuperação ao final do ano letivo e exame de verificação de aprendizagem no último mês letivo.

IV. Possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado.

V. Realização de provas nacionais, sendo obrigatório seu preenchimento por todos os alunos.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • C

    I, II e IV, apenas

  • LDB -ARTIGO 24:

    V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:

    a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;

    b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar;

    c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado;

    d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito;

    e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos;

    ALTERNATIVA CORRETA: C

  • ART.24, V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:

    a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;

    b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar;

    c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado;

    d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito;

    e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar , a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos;

  • Para responder a esta questão, exige-se conhecimento sobre a verificação do rendimento escolar nos níveis fundamental e médio conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9394/1996. O candidato deve indicar a veracidade de cada assertiva. Vejamos:

    I. Correta.

    "Art. 24 (...) V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; (...)

    II. Correta.

    "Art. 24 (...) V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:(...) c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado; (...)"

    III. Incorreta.

    O erro foi dizer que o estudo de recuperação se fez no último mês letivo. Vejam:

    "Art. 24 (...) V- a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:(...) e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar , a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos;

    IV. Correta.

    "Art. 24 (...) V- a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:(...) c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado; (...)"

    V. Incorreta.

    Não há nenhuma passagem falando sobre a realização de provas nacionais, sendo obrigatório seu preenchimento por todos os alunos.

    Portanto, somente as assertivas I, II e IV estão corretas.

    Gabarito: C


ID
4165735
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Considerando-se o processo histórico de configuração dos quilombos no Brasil e a realidade vivida, hoje, pelas comunidades quilombolas, é possível afirmar que a história dessa parcela da população tem sido construída por meio de várias e distintas estratégias de luta, dentre elas,

Alternativas
Comentários
  • pela terra e território, pelo respeito à diversidade sociocultural e contra o racismo.

  • Considerando-se o processo histórico de configuração dos quilombos no Brasil e a realidade vivida, hoje, pelas comunidades quilombolas, é possível afirmar que a história dessa parcela da população tem sido construída por meio de várias e distintas estratégias de luta, a saber: contra o racismo; pela terra e território, pela vida, pelo respeito à diversidade sociocultural, pela garantia do direito à cidadania, pelo desenvolvimento de políticas públicas que reconheçam, reparem e garantam o direito destas comunidades à saúde, à moradia, ao trabalho e à educação.

    Fonte: http://etnicoracial.mec.gov.br/educacao-escolar-quilombola


ID
4165738
Banca
FCC
Órgão
FCRIA-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

No que diz respeito à Educação Escolar Indígena, a LDB determina que a União, em colaboração com as agências de fomento à cultura e de assistência aos índios, deverá

Alternativas
Comentários
  • desenvolver programas integrados de ensino e pesquisa para a oferta de educação escolar bilíngue e intercultural aos povos indígenas.

  • Art. 78. O Sistema de Ensino da União, com a colaboração das agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilingüe e intercultural aos povos indígenas, com os seguintes objetivos:

  • Art. 78. O Sistema de Ensino da União, com a colaboração das agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilingüe e intercultural aos povos indígenas, com os seguintes objetivos:

    I - proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades étnicas; a valorização de suas línguas e ciências;

    II - garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não-índias.

  • Para responder esta questão, exige-se conhecimento da literalidade do artigo 78,  que versa sobre a educação para o povo indígenas conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) 9394/1996. O candidato deve indicar a assertiva correta. Analisemos:

    "Art. 78. O Sistema de Ensino da União, com a colaboração das agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilingüe e intercultural aos povos indígenas, com os seguintes objetivos:

    I - proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades étnicas; a valorização de suas línguas e ciências;

    II - garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não-índias."

    Portanto, somente a assertiva "C" traz em seu texto uma redação correta do artigo 78 que versa sobre a educação indígena, porque as demais assertivas trouxeram textos que não verdadeiras.

    Gabarito do monitor: C