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Prova FCC - 2010 - MPE-RN - Analista de Tecnologia da Informação - Engenharia de Software


ID
153880
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

A expressão É um clássico caso de copo meio cheio ou meio vazio é utilizada, no contexto do primeiro parágrafo, para figurar a

Alternativas
Comentários
  • CORRETA LETRA C.

    De acordo com o texto, nós fomos condicionados por paradigmas, na qual Jacque Rousseau foi de suma importância,  que criança é naturalmente "pura". Daí que surge a nossa dificuldade de reconhecer. 
    Uma célebre frase do nosso dia a dia é dizer que criança não mente.
  • LETRA C.

    No 1º parágrafo está a resposta: "Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
    crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ? quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio ou meio vazio."

ID
153883
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

No 2º parágrafo, afirma-se que os adultos,

Alternativas
Comentários
  • O segundo parágrafo pode ser "reescrito": Os adultos ignoram o lado mau das crianças. 1ª resposta:devido ao lado biológico 2ª resposta: porque os fatores culturais reforçam o lado biológico (predisposição genética) criando uma ideologia.
  • CORRETA LETRA DNa frase "por que tanta gente deixa seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar o mito da infância angelical?" --> Naturalmente o que não convêm, não interessa. Protecionismo é de forma geral interesse particular. Geralmente esta palavra está associada aos interesses de um Estado em aumentar as taxas de importação de um produto proveniente de outro Estado (é o que os EUA fazia em relação ao algodão brasileiro). 
    Na frase "Parte da resposta está na biologia" --> Se está na biologia é algo inerente ao ser ou seja instinto.Logo justifica o uso da sentença Instinto Protecionista.
  • Por que "em razão de seus instintos protecionistas" ?    porque o texto diz "Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos de cuidadores.", do que podemos inferir  PROTEÇÃO. Ao sermos cuidadosos com as crianças), estamos protegendo-as. É neste sentido que se fala de protecionismo.

    e por que "enxergam nas crianças apenas o que a eles convém" ?   porque o texto diz "por que tanta gente deixa
    seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm ..."    o que é o mesmo que dizer  que vêem  apenas o que lhes convêm.

ID
153886
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

Atente para as seguintes afirmações:

I. No 3º parágrafo, considera-se que há razões de ordem biológica para que os adultos deixem de transformar em ideologia a idealização que promovem da infância.

II. No 4º parágrafo, a convicção de Rousseau é referida em reforço da tese de que a criança não deve ser vista como um ser naturalmente puro.

III. No 4º parágrafo, afirma-se que um novo conceito de infância, proposto por Rosseau, dizia respeito a novas práticas de educação.

Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • I-As razões biológicas são proposta como argumentação para afirmação posterior de que a partir da sociedade burguesa houve a melhora das condições de saúde resultando na possibilidade de investir em filhos únicos. Logo, não há nada que fale sobre ideologias. Falsa.II-A convicção de Rousseau é "Jovens não deveriam ser apenas ensinados, mas educados", logo não há ligação com bem ou mau.III-A resposta anterior infirma esta.

ID
153889
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:

Alternativas
Comentários
  • Na opção A (a qual eu marquei), em alguns dicionários online "pureza" é sinônimo de "inocência", bem como "primordial" de "primitiva". Por isso entendo que as expressões são completamente equivalentes.
    Na opção B, a qual o gabarito afirma ser a correta, "vieses sensórios" equivale em sentido à obliquidade da nossa sensibilidade, das nossas sensações (que é explorada pelas características das crianças, segundo o texto). Porém, a meu ver, a referida expressão não tem relação com "elucubrações oblíquas", pois elucubrar siginifica maturar, pensar, conjecturar.

    Não consegui encontrar coerência nesta questão.
  • Concordo com você.Não vejo como a alternativa A estar errada.
  • Letra A:

    Pureza = inocência (no sentido de pureza de sentimentos)
    Primordial = que se originou primeiro, ou seja, primitivo. Arriscaria até a fazer uma análise etimológica leiga: primo + ordinal = primeiro na ordem.

    Portanto, Pureza Primordial, no contexto, pode significar inocência primitiva, sim.

    Letra B:

    viés = linha, tendência ou natureza
    sensório = relativo a sensação

    vieses sensórios = tendências sensoriais (no texto, tendência a proteger crianças, pelos seus traços meigos)

    Compare com:

    elucubrações = meditação profunda ou especulação
    oblíquas = evasivas, imprecisas, destituídas de objetividade.

    Logo elucubrações oblíquas = especulação sem fundamento, ou algo similar.

    Conclui-se que a letra B NÃO deveria ser a resposta correta, pois, denota ou conotativamente, as expressões não se aproximam.

    Conclusão: acredito que a questão deva/deveria ser anulada. Sigo convicto da minha resposta (A).
  • A questão, apesar de muito esquizita, não foi modificada pela FCC e o concurso já foi Homologado...

  • primordial não tem esse aspecto, cronológico como foi colocado acima. Primitivo o tem. Eu acho que primordial tem mais relação com uma coisa essencial, básica, que vem da origem....
  • Concordo com a Melody... tambem acho que é a "a"
  • Concordo com os colegas sobre a letra A e ainda gostaria de saber qual o erro da C.  

  • b-

    viés -
    direção oblíqua
    ao viés ou de viés: de modo oblíquo, em diagonal, de esguelha.

     

    sensório -
    relativo a sensibilidade.
    2. próprio para as transmissões das sensações.

     

    lu.cu.bra.ção, 1-meditação; cogitação profunda, especialmente, tarde da noite

    2- esforço mental para conceber e realizar trabalho intelectual

  • A primeira que risquei era o gabarito kkk


ID
153892
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:

Alternativas
Comentários
  • B - Não se ESPERA das crianças...C - O índice ATINGIAD - A imagem que se ATRIBUIAE - ESTÁ ...o impulso
  • a) CORRETA

    b) ERRADA - Sujeito oracional. Quando o sujeito é uma oração subordinada, o verbo da oração principal fica na 3ª pessoa do singular. Não se espere das crianças … ISSO

    c) ERRADA - O índice de mortalidade dos bebês atingiam atingia... ( para concordar com índice)

    d) ERRADA- inocência que se atribuíam atribuía às crianças. Atribuía-se a inocência (objeto direto) às crianças (objeto indireto). Sujeito indeterminado. O pronome se como índice de indeterminação do sujeito, o verbo fica obrigatoriamente no singular.
     
    e) ERRADA - Estão Está em nossos instintos de adultos o impulso para que consideremos, em princípio, frágeis e indefesas todas as crianças. “Esta” para concordar com “o impulso” que esta no singular. Ordem direta: O impulso está em nossos instintos de adultos
  • Comentário objetivo:

    a) Não basta ensinar conteúdos às crianças, pensava Rousseau; impõe-se educá-las, mas de modo que não as deforme a sociedade.   PERFEITO!  

    b) Não se esperem
    ESPERE das crianças que sejam puras ou angelicais, pois elas já nasceriam com os instintos da agressão e da crueldade.

    c) Houve tempos em que o índice de mortalidade dos bebês atingiam
    ATINGIA um patamar que hoje suscitariam sérias sindicâncias.

    d) A genialidade de Walt Disney teria reforçado, nos traços dos desenhos, a imagem de inocência que se atribuíam
    ATRIBUÍA às crianças.

    e) Estão
    ESTÁ em nossos instintos de adultos o impulso para que consideremos, em princípio, frágeis e indefesas todas as crianças.

  • a)ok

    b)que sejam puras não se espere das crianças

    c) Houve tempos em que o índice atingia

    d) A imagem que se atribuía

    e) o impulso estã em nossos instintos


ID
153895
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

Está plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:

Alternativas
Comentários
  • B - Gozariam ...RECONHECERÍAMOS
    C - Se for...passam...DEFENDEMOS
    D - Forem...IRÃO desfrutar
    E - fosse...SERIA

    • a) Por que tanta gente deixaria de ver os fatos que não lhe conviessem, para sustentar, assim, o mito da infância angelical? Correta, pois obedece a seguinte regra: pretérito imperfeito do indicativo + mais-que-perfeito composto do subjuntivo
    • b) Essas criaturinhas gozariam gozam de um prestígio que só reconhecêssemos reconhecemos nela em virtude dos nossos vieses sensórios. Verbos devem ficar no presente do indicativo, pois tratam de fatos que acontecem no momento do discurso..
    • c) Se for essa a base biológica do nosso amor às crianças, passam a operar passarão a operar sobre ela os valores culturais que defendêssemos defendemos. Segue a regrafuturo do subjuntivo + futuro do presente composto do indicativo. O verbo defender ficará no presente do indicativo em razão de ser um fato permanente.
    • d) Para Rousseau, as crianças que não forem desviadas de seu caminho natural teriam terão desfrutado de pleno equilíbrio vital. Segue a regra: futuro do subjuntivo + futuro do presente composto do indicativo
    • e) Não fosse a estilização dos traços das crianças, nos desenhos de Walt Disney, a imagem da pureza infantil não terá sido teria sido tão forte. Segue a regra: pretérito imperfeito do subjuntivo + futuro do pretérito do indicativo
  • A - Futuro do Pretérito - Pretérito Imperfeito Subjuntivo  gabarito

    B - Futuro do Pretérito - Pretérito Imperfeito do Subjuntivo

    C - Futuro do Subjuntivo - Pretérito Imperfeito do Subjuntivo

    D - Futuro do Subjuntivo - Futuro do Pretérito

    E - Pretérito Imperfeito do Subjuntivo - Futuro do Presente

  • GABARITO LETRA A 

     

    CORRELAÇÃO VERBAL 

     

    FUTURO DO PRETÉRITO DO INDICATIVO + PRETÉRITO IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO 


ID
153898
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

Estava aberto o caminho para que o amor paterno pudesse prosperar.

A afirmação acima tem nova redação, igualmente correta e de sentido equivalente, em:

Alternativas
Comentários
  • Esquema:

    "Estava aberto o caminho" <-- passiva // "para que o amor paterno pudesse prosperar" <-- sub. final

    b) "Abria-se o caminho" <-- passiva // "que ao amor paterno possibilitaria prosperar." <-- sub. final
  • b-

    basta observar os tempos verbais das opcoes. A que usa preterito imperfeito indicativo esta correta devido á relacao tempo/modo


ID
153901
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

No contexto do 3º parágrafo, constituem uma causa e seu efeito, nessa ordem, os seguintes fatos:

Alternativas
Comentários
  • LETRA C! 

    Questões de Causa e Efeito é só colocar a palavra DEVIDO, PELO FATO DE  entre uma sentença e outra.

    As coisas começaram a mudar DEVIDO ao surgimento da família burguesa, a partir do século 16. (FAZ SENTIDO)


  • Causa: Com o surgimento da família burguesa, a partir do século 16 (ocorre cronologicamente antes)

    Consequência:  as coisas começaram a mudar (ocorre depois, é provocado pela causa)

  • letra c)
    surgimento= causa

    mudança= consequência

    Jesus seja louvado! E nos ajude a sermos classificados!

ID
153904
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

É preciso corrigir a pontuação da frase:

Alternativas
Comentários
  • é preciso corrigir a...

    e) Deve-se à aparência meiga das crianças , boa parte da crença de que elas são seres angelicais , e por isso, incapazes de cometer crueldades.

    A vírgula antes de "boa" é indevida, pois está separando o objeto direto do resto da oração. Não se pode colocar vírgula entre os seguintes elementos da oração: Sujeito + verbo + complementos verbais (objeto direto e indireto)

    "-se" = índice de indeterminação do sujeito
    Deve = verbo transitivo DIRETO e INDIRETO
    "boa parte da crença de que elas são seres angelicais" = objeto DIRETO
    "à aparência meiga das crianças" = objeto INDIRETO

    "que elas são seres angelicais e incapazes de cometer crueldades" = oração subordinada substantiva, na qual:
    são = verbo de ligação
    seres angelicais = predicativo do sujeito
    incapazes de cometer crueldade = outro predicativo do mesmo sujeito, razão pela qual a vírgula antes do "e" está incorreta. (essa vírgula estaria correta se estivesse depois do "e", somente pra isolar o aposto "por isso")

  • DISCORDO DA COLEGA ABAIXO

     

    POR ISSO NAO É APOSTO EXPLICATIVO E SIM EXPRESSAO DE CARÁTER EXPLICATIVO

     

    PARA SER APOSTO,TEMOS QUE TER COMO NÚCLEO UM SUBSTANTIVO

     

    onde está o subtantivo em POR ISSO,se alguem achar por favor me diga hahhahahahhahahahahah

  • "Onde está o substantivo em 'por isso'"?

    O que te parece que é o "isso", caro colega?

    .........................................................

  • Gabarito: alternativa "e"

     

    1-Entre sujeito e verbo não pode haver vírgula: "boa parte da crença de que elas são seres angelicais" é sujeito e "Deve-se" é verbo;

     

    2- Em relação ao "por isso", esclareço que é uma expressão com valor de conjunção conclusiva. E a regra é clara: é obrigatório isolar conjunção coordenativa adversativa ou conclusiva deslocada; 

     

    3-Não se separa por vírgula termos coordenados pela conjunção "e";

     

    O trecho deveria estar assim:

     

    "Deve-se à aparência meiga das crianças boa parte da crença de que elas são seres angelicais e, por isso, incapazes de cometer crueldades.

  • e)

    Deve-se à aparência meiga das crianças boa parte da crença de que elas são seres angelicais e, por isso, incapazes de cometer crueldades.


ID
153907
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os bons selvagens mirins

Garotos podem ser maus? Embora a visão romantizada
da infância sugira a existência de uma pureza primordial,
crianças, como qualquer outro animal social, são capazes tanto
de atitudes do mais profundo egoísmo ? de crueldade mesmo ?
quanto de gestos altruístas. É um clássico caso de copo meio
cheio ou meio vazio.
E a pergunta interessante é: por que tanta gente deixa
seletivamente de ver os fatos que não lhe convêm para sustentar
o mito da infância angelical? Parte da resposta está na
biologia. Bebês e crianças comovem e mobilizam nossos instintos
de cuidadores. Estes serezinhos foram "desenhados" com
características que exploram nossos vieses sensórios. Tais traços
são há décadas conhecidos de artistas como Walt Disney.
E, se essa é a base biológica do "amor às crianças",
sobre ela passaram a operar poderosos fatores culturais, que
reforçaram essa predisposição natural até torná-la uma ideologia.
Enquanto bebês nasciam aos borbotões e morriam em proporções
parecidas ? o que ocorreu durante 99,9% da história ?,
víamos o óbito de filhos como algo, se não natural, ao menos
esperado. Evitávamos investir tudo num único rebento. Com o
surgimento da família burguesa, a partir do século 16, as coisas
começaram a mudar. Ter um bebê e vê-lo chegar à idade adulta
deixou de ser uma aposta temerária. Estava aberto o caminho
para que o amor paterno pudesse prosperar.
Foi nesse contexto que surgiram, no século 18, pedagogos
como Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que criou
um novo conceito de infância. Jovens não deveriam ser apenas
ensinados, mas educados, respeitando-se as especificidades de
seu desenvolvimento natural. O problema é que essa ideia bastante
plausível de Rousseau veio misturada com outras, menos
razoáveis, como a balela de que o homem é originalmente bom,
mas a sociedade o corrompe. Não foi preciso muito para que
crianças virassem bons selvagens mirins, a encarnação da bondade
primeva. O fato de Rousseau ter se tornado o filósofo mais
influente da história, especialmente no pensamento de esquerda,
só aumentou o vigor do mito e o tamanho do estrago
provocado.

(Hélio Schwartzman, Folha de S. Paulo)

Caso um opositor das teses de Rosseau a ele se dirigisse formalmente, uma redação correta seria:

Alternativas
Comentários
  • Prezados colegas:

    o gabarito está equivocado. Na verdade, não achei resposta para essa questão. Mas, definitivamente, a opção "E" é equívoca. Se não, vejamos:

    "quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é "Vossa Excelência está atarefado", "Vossa Senhoria deve estar satisfeito"; se for mulher, "Vossa Excelência está atarefada", "Vossa Senhoria deve estar satisfeita"." (Manual de Redação da Presidência da República, http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm, item 2.1.2. Concordância com os Pronomes de Tratamento)

    Vê-se, de acordo com a explicação trazida, que, está incorreta a flexão do adjetivo "equivocada", pois, segundo a lição, o mesmo deveria concordar com o interlocutor, no caso, do sexo masculino, o pedagogo Jean Rosseau.

    Questão, s.m.j., anulável.

ID
153910
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Durante a União Ibérica, a Capitania do Rio Grande do Norte passou a fazer parte do interesse expansionista de Filipe II da Espanha, tendo em vista

Alternativas
Comentários
  • Fonte: http://professorallysonhistoria.blogspot.com.br/2012/08/historia-do-rio-grande-do-norte-alguns.html
  • a) o sucesso da economia de subsistência praticada pelos índios potiguares no interior da capitania, cuja produção poderia fornecer altos lucros no mercado consumidor deprodutos tropicais.
    - Na época, não tinha os portugueses interesse em produtos tropicais, o principal interesse era garantir o território e a extração de pau-brasil.
    b) a constante invasão de povos estrangeiros na capitania, particularmente de holandeses, que estabeleciam fortes laços de aliança com os indígenas da tribo potiguar no sertão nordestino.
    - A alternativa trocou franceses por holandeses.
    c) a posição geográfica da capitania, que possibilitava acesso estratégico à colônia e exploração de todas as terras da costa brasileira, especificamente da região nordestina.
    - Alternativa correta. RG é uma das regiões mais próximas da Europa.
    d) a necessidade de expansão da colonização e a implantação de núcleos de povoamento, a organização e a criação de órgãos administrativos capazes de promover a expulsão dos franceses da capitania.
    - invés de órgãos administrativo, órgãos militares.
    e) o fracasso do sistema de capitanias hereditárias que favorecia incursões estrangeiras, principalmente francesas, na capitania que colocavam em risco o domínio espanhol em terras brasileiras.
    - O elaborador fez alguns trocadilhos na questão com relação duas épocas. O fracasso das capitanias hereditárias foi no inicio do século XVI (1.534) e interesse expansionista de Filipe II no fim século XVII (1.599 – fundação de natal)
  • Letra C,  aposição geográfica da capitania, que dava acesso estrategico a colônia

  • Durante o século XVII, o Rei Felipe II, da Espanha, apossou-se da coroa de Portugal e unificou as duas regiões na chamada União Ibérica.

    A Espanha dominava os chamados Países Baixos. Estes, após conquistarem independência, passaram a se chamar Holanda e romperam laços com os espanhóis.

    A Holanda lucrava com o comércio do açúcar brasileiro, obtido por intermédio de Portugal. Quando o Felipe II conquistou Portugal, ele acabou com essa abertura e impôs uma barreira comercial.

    Aos Holandeses (chamados de Batavos) restou invadir o Nordeste brasileiro. Não conseguiram na Bahia, porém conquistaram Pernambuco e Natal.

    Pernambuco desfrutou de melhorias urbanas, porém Natal sofreu com a violência e a exploração dos invasores.

    Os mais marcante foi o Massacre de Uruaçu, que se deu com a invasão e luta do Engenho Ferreiro Torto. Morreram Francisco Coelho, proprietário do engenho, sua mulher, cinco filhos e sessenta pessoas que estavam.

    Os Holandeses também realizaram uma carnificina na Capela de Nossa Senhora das Candeias do Cunhaú, em Canguaretama.

    A matança no engenho marcou o inicio da insurreição pernambucana contra a presença holandesa, somente posta encerrada em janeiro de 1654.

  • Apesar da resposta correta ter sido a letra "C", eu não vi erro na letra "E", pois o interesse de Felipe II no Rio Grande (3° tentativa de colonização) se deu após as duas tentativas fracassadas de colonização de Portugal pelo sistema das Capitanias Hereditárias.

     

    1° tentativa de colonização (1535): sob o comando de Aires da Cunha e os filhos de João de Barros. Fracassou devido à resistência indígena, aliados aos franceses, os quais contrabandeavam pau-brasil.

     

    2° tentativa (1555): comandada pelos filhos de João de Barros. Também fracassou devido à resistência indígena. IMPORTANTE!! Após  fracasso das duas tentativas de colonização , e coma a morte de João de Barros, em 1571, a posse da capitania do Rio Grande reverteu à Coroa (o Rio Grande passou à condição de Capitania Real ou da Coroa)

     

    3° tentativa (1597): o contexto que a mesma está inserido é o da União das Coroas Ibéricas. A expedição teve origens nas Cartas Régias de 1596 e 1597, de Felipe II, ao Governador Geral do Brasil, Dom Francisco de Souza, com ordens de construir um forte, fundar uma cidade e expulsar os franceses.

     

    Se eu estiver errada, corrijam-me por favor. Bons estudos!!!!! Só não passa que desiste!!!!

  • GABARITO: "C"
    A Capitania do Rio Grande, durante o processo de ocupação, foi invadida por estrangeiros, entre eles os holandeses. Estes tinham interesse no território
    do Rio Grande, uma vez que era bem localizado, tinha uma grande projeção para o Oceano Atlântico (é o estado brasileiro que tem a maior), possibilitava acesso estratégico à colônia e ao litoral, sobretudo o nordestino. (Resposta retirada do material do curso Estratégia).

     

  • b) ERRADA - naquela época eram os franceses e ingleses que contrabandeavam pau-brasil devido ao abandono do Rio Grande.

    c) CORRETA - A posição geográfica da capitania era plataforma de lançamento para a conquista do Norte (posto de sentinela avançada da colonização)

    e) ERRADA - O fracasso das capitanias hereditárias se deu no reinado de D. João III 

     

    OBS: Achei essa questão passível de anulação, pois no livro relata que Felipe II, tomando conhecimento da atuação francesa, devido ao fracasso das capitanias hereditárias (a segunda tentativa se deu em 1555), em 1581, através de Carta Régia, autorizou a conquista do RN e construção do Forte dos Reis Magos.

    Por conseguinte, a colonização e povoamento iniciava-se dali pela posição estratégica do RN. 

    Então os motivos reais, de acordo com o que sei, seria a constante invasão de povos estrangeiros. Mas não é a letra B, pelos motivos já citados.

    Me corrijam se entendi mal.

     

  • )

    a posição geográfica da capitania, que possibilitava acesso estratégico à colônia e exploração de todas as terras da costa brasileira, especificamente da região nordestina.

  • Para quem ficou em dúvida na letra (E), é simples. Apesar da gente ter uma falsa ideia de que as capitanias hereditarias falhou  o que ao modo grosso falando de fato não funcionaram bem, porem, houve 2 capitanias que deram certas, foram elas: A capitania de Pernambuco e São vincente, e o fim de fato das capitanias no Brasil acontece um ano antes da indepedência do Brasil, ou seja, em 1821. Logo a alternativa (C) é a correta.

    Sim, você é capaz, sim é dificil, mas quando temos fé, o que não somos capaz, Deus nos capacita !!! 


ID
153913
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Quando o golpe já estava deflagrado, Aluízio Alves publicou nota no jornal Tribuna do Norte, intitulada Ao Povo, na qual informava lamentar:

...que o presidente João Goulart, a quem reconhece e sempre há de proclamar inestimáveis serviços ao Rio Grande do Norte (...) não tenha podido impedir a radicalização das posições ideológicas e políticas, conduzindo o país a um impasse intolerável, que só pode ser solucionado com o respeito às tradições das forças armadas".
(Tribuna do Norte, 02/04/64). (In: http://www.cerescaico.ufrn.br/rnnaweb/historia/republica/ politica_1964.htm. Acessado em 27/04/2010)

O texto e o conhecimento histórico permitem inferir que o governador Aluízio Alves, com a publicação em 1964,

Alternativas
Comentários
  • Fonte: http://blogdoprimo.com.br/artigos/golpe-de-64-no-rn/
  • Muito bom o texto Izaac!!! obrigada por todos seus comentários esclarecedores!!
    Fiquei feliz de ver a FCC mostrar o lado ditador de Aluizio, visto que na maioria das vezes é enaltecido seu lado populista...
  • Letra  E,  ele se une  aos golpistas, integrando -se  ao movimento militar.

  • Quando no final da citação ele diz: "que só pode ser solucionado com o respeito às tradições das forças armadas", com isso aí já mata a questão. Ele se aliou.

  • Siltes relacionados com a temática:

    http://www.mineiropt.com.br/o-golpe-militar-no-rn-1964-nunca-mais/

    https://www.youtube.com/watch?v=ALOGF1SzHNI

    http://blogdoprimo.com.br/noticias/ha-50-anos-o-golpe-militar-de-1964-movimentou-o-rn/

  • Na época, o único oligarca que era contra o golpe foi Djalma Maranhão, com a edição do AI-5, o qual foi exilado e morreu no Uruguai em 1971.

  • e)

    define uma posição favorável aos golpistas, passando a integrar-se ao movimento, assumindo com os militares a defesa da Ditadura Militar no Estado.

  • http://portal.ifrn.edu.br/pesquisa/editora/livros-em-pdf/historia-do-rio-grande-do-norte.

    Perfeito!

  • Se ele se aliou, porquê ele perde os direitos políticos depois?


ID
153916
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Ao longo de sua história, a economia do Rio Grande do Norte caracterizou-se pela produção e comercialização de produtos

Alternativas
Comentários
  • A economia do Rio Grande do Norte  sempre esteve ligada a agricultura e a criação de gado, tendo como destaque na sua produção: o algodão,sal marinho, sisal, cana de açúcar, milho, feijão, banana, batata doce, etc.

    Fonte:  http://historiarn.blogspot.co.id/2012/09/historia-do-rio-grande-do-norte-um.html

  • Letra  C  características com baixa intensidade tecnologica.

  •  

     c)

    com baixa intensidade tecnológica.


ID
153919
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Considere as seguintes afirmações sobre a produção mineral do Rio Grande do Norte:

I. Na década de 1940, teve início a exploração da scheelita no estado, elevando-o à condição de maior produtor desse minério no Brasil; a região do Seridó era o principal polo de produção.

II. Diferente do que ocorre com outros estados brasileiros onde há extração de petróleo, o Rio Grande do Norte não recebe royalties da Petrobras.

III. A exploração de sal no litoral norte do estado foi ampliada a partir da necessidade de concorrer com a produção chinesa, que pratica preços mais elevados no mercado internacional.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  •  Na década de 1940, teve início a exploração da scheelita no estado, elevando-o à condição de maior produtor desse minério no Brasil; a região do Seridó era o principal polo de produção. Resposta correta  alternativa  A  I

  • A resposta correta é a alternativa A.

    Todavia, caso alguém aceite responder, eu quero saber uma explicação melhor sobre o ítem 3.

  • Gustavo Mota, III - ERRADA: além da questão do preço demonstrar o erro da questão, essa situação de crise pela concorrência da China foi com relação à schelita, e não ao sal.

  • No Brasil a maior concentração de scheelita encontra-se no estado Rio Grande do Norte, nos municípios de Bodó, Lajes e Santana do Matos e alguns municípios da região do Seridó, tal qual Currais Novos (Mina Brejuí), onde Já existe uma atividade econômica sobre a exploração do mineral com destino principal o mercado exterior. Essa valorização do mineral deve-se a retirada do tungstênio do mercado,feita pela China(maior produtor), a qual redirecionou boa parte da suas riquezas naturais para produtos de alto valor agregado.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Scheelita

  • Gabarito: A

     

    I - CERTA. A produção de xelita no RN começou na década de 1940, de fato, mais especificamente no período da Segunda Guerra Mundial. Com o conflito, os EUA vieram suas reservas de tugstênio caírem, ao mesmo tempo ficava sem suas fontes de minérios na Europa e na Ásia. Voltou-se ao Estado potiguar, onde, fazia poucos anos, a xelita havia sido descoberta no Seridó.

     

    II - ERRADA. Estados também recebem suas parcelas nos royalties.

     

    III - ERRADA. Os chineses praticam preços mais baixos na venda internacional do sal (como, ademais, em praticamente todos os produtos), porque dispõem de mão de obra farta e barata.

     

    Bons estudos.

  • III.

    https://tokdehistoria.com.br/2013/01/01/o-sal-no-rio-grande-do-norte/

  • Obrigado, Victor Hugo. Ótimo texto

  •  a)

    I.

  • Gustavo Mota, o erro da questão é com relação ao valor que o sal era vendido pelos chineses: o valor era mais baixo.


ID
153922
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Sobre a carcinicultura potiguar são feitas as seguintes afirmações:

I. A atividade é importante criadora de emprego e renda para a população do estado.

II. A produção do Rio Grande do Norte é a terceira do país, sendo suplantada pelo Ceará e Paraíba.

III. A sustentabilidade da atividade é questionada a longo prazo devido aos efeitos negativos sobre o meio ambiente, sobretudo nos manguezais do estado.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • O Projeto Camarão deu-se na década de 70, no intuito de empregar os salineiros que haviam sido prejudicados pela mecanização. 

    De início, a carcinicultura foi muito rentável, todavia, com o passar do tempo, alguns impactos ambientais foram sendo observados, tais como a degradação das áreas dos mangues, a redução do número de peixes e caranguejos e a contaminação do solo e de cursos d'água.

  • Gente, coloquem a fonte por favor!


  • I  A atividade é importante criadora de emprego e renda para a população do estado. 



     II  II. A produção do Rio Grande do Norte é a terceira do país, sendo suplantada pelo Ceará e Paraíba.  LETRA  B


     

  • letra c.

     

  • O RN é o maior produtor e exportador de camarão do Brasil.

  • Segundo pesquisas na internet o Ceará já ultraassou o RN. O ceará é o maior produtor de camarão no Brsil. Vai saber qual será a fonte ou o entendimento da banca.

    http://g1.globo.com/ceara/noticia/2013/07/ceara-e-o-maior-produtor-de-camarao-em-cativeiro-do-brasil.html

  • RN é o segundo maior produtor do país.

    Camarão A produção de camarão chegou a 69,86 mil toneladas em 2015, representando um aumento de 7,4% em relação a 2014. A Região Nordeste foi responsável pela quase totalidade da produção nacional (99,3%), sendo os Estados do Ceará e Rio Grande do Norte os maiores produtores. O Ceará continuou na liderança nacional, respondendo por 58,3% da produção, seguido pelo Rio Grande do Norte com 25,5%. Juntos, os dois estados responderam por 83,8% do total nacional. O destaque municipal é Aracati (CE), que produziu 12,56 mil toneladas de camarão, significando um aumento de 42,4% em relação ao ano anterior. Os cinco primeiros municípios do ranking foram cearenses: Aracati, Acaraú, Jaguaruana, Beberibe e Camocim. Mossoró e Canguaretama, ambos do Rio Grande do Norte, ficaram na sexta e na sétima posição.

    (fonte: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/84/ppm_2015_v43_br.pdf)

     

     

  •  

    Gabarito: C

    I-Correto. A carcinicultura é uma atividade importante para a economia do Estados, gerando emprego e renda. 
    II. Incorreto. O Rio Grande do Norte é o segundo maior produtor de camarão do Brasil, atrás do Ceará. 
    III- Correto.A carcinicultura demanda instalação de piscinas artificiais, com a consequente supressão da vegetação nativa dos manguezais. O impacto imediato é sentido em curto, médio e longo prazos, afetando o equilíbrio biótico das demais espécies habitantes e causando extinções, como a de peixes e crustáceos.  

    Fonte: História e Aspectos Geoeconômicos do RN para MP-RN   Prof. Leandro Signori - Estrátergia Concursos
     

  • c)

    I e III.


ID
192790
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

A ação civil para a decretação da perda do cargo de Membro do Ministério Público será proposta pelo

Alternativas
Comentários
  • LONMP = Lei 8625 de 1993 = Lei Organica Nacional do MP


    Art. 38. § 2º A ação civil para a decretação da perda do cargo será proposta pelo Procurador-Geral de Justiça perante o Tribunal de Justiça local, após autorização do Colégio de Procuradores, na forma da Lei Orgânica.

  • LC 141 - RN

     

    Art. 27. Compete ao Colégio de Procuradores de Justiça:

    X - deliberar, por iniciativa de um quarto dos seus integrantes ou do Procurador-Geral de Justiça,

    que este ajuíze ação cível de decretação de perda do cargo de membro vitalício do Ministério

    Público nos casos previstos em lei;



  • Art. 145, §2°, LC 141/1996.


ID
192793
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

O Corregedor-Geral do Ministério Público será eleito pelo

Alternativas
Comentários
  • LONMP = Lei 8625 de 1993 = Lei Organica Nacional do MP


    Art. 16. O Corregedor-Geral do Ministério Público será eleito pelo Colégio de Procuradores, dentre os Procuradores de Justiça, para mandato de 2 anos, permitida uma recondução, observado o mesmo procedimento.

  • LC 141 - RN

    Art. 33. O Corregedor Geral do Ministério Público e o Corregedor Geral Adjunto serão eleitos pelo

    Colégio de Procuradores, dentre os Procuradores de Justiça, para mandato de dois anos, permitida

    uma recondução, observado o mesmo procedimento

  • GAB. C

     

    A LOMPRN foi alterada em 2012, mas não houve mudança nesse sentido. 

     

    "Art. 33. O Corregedor-Geral do Ministério Público será eleito pelo Colégio de Procuradores, dentre os Procuradores de Justiça, para mandato de dois anos, permitida uma recondução, observado o mesmo procedimento. (Redação dada pela Lei Complementar nº 466, de 19 de abril de 2012)"

  • CORREGEDOR GERAL DO MP

    - eleito pelo Colégio de procuradores

    - dentro dos procuradores de justiça

    - mandato de 2 anos

    - 1 recondução

     

    GABARITO ''C''

  • O Colégio de Procuradores ELEGE e DESTITUI o Corregedor Geral do MP

  • LC n°141/1996:

    Art. 33. O Corregedor-Geral do Ministério Público será eleito pelo Colégio de Procuradores, dentre os Procuradores de Justiça, para mandato de dois anos, permitida uma recondução, observado o mesmo procedimento. (Redação dada pela Lei Complementar nº 466, de 19 de abril de 2012).

  • Art. 33. O Corregedor-Geral do Ministério Público será eleito pelo Colégio de Procuradores, dentre os Procuradores de Justiça, para mandato de dois anos, permitida uma recondução, observado o mesmo procedimento. § 1° O Corregedor-Geral do Ministério Público é membro nato do Colégio de Procuradores de Justiça e do Conselho Superior do Ministério Público.

ID
192796
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Quanto às férias dos membros do Ministério Público do Rio Grande do Norte, é correto que


Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra A.
    Não conheço o estatuto dos membros do MPE-RN, mas pelo estatuto dos membros do MPE-RS, Lei 6536 de 1973.


    Art. 91 - O Procurador-Geral poderá, por necessidade do serviço, interromper as férias de membro do Ministério Público.

    Parágrafo único - As férias interrompidas poderão ser gozadas em outra oportunidade ou adicionadas às do exercício seguinte vedada a acumulação por mais de um período.

  • Lei Complementar RN nº 141

    Art. 177...
    § 2° As férias não poderão ser fracionadas em períodos inferiores a 30 (trinta) dias, e somente

    podem acumular-se por imperiosa necessidade do serviço pelo máximo de dois períodos.

    § 3º Em caso de exoneração, será devida ao membro do Ministério Público do Estado indenização

    relativa ao período de férias a que tiver direito, na proporção de um doze avos por mês de efetivo

    exercício, ou fração superior a quatorze dias, calculada com base na remuneração do mês em que

    for publicado o ato exoneratório.

    (Incluído pela Lei Complementar nº 309, de 27 de outubro de

    2005)

    Art. 178. No interesse do serviço, o Procurador-Geral de Justiça, ouvido o Conselho Superior do

    Ministério Público, poderá adiar o período de férias, ou determinar que qualquer membro do

    Ministério Público reassuma imediatamente o exercício de seu cargo.

    § 1° As férias interrompidas poderão ser gozadas em outra oportunidade ou adicionadas às do

    exercício seguinte, vedada a acumulação por mais de um período.

    § 2° As férias que, por necessidade do serviço ou qualquer outro motivo justo devidamente

    comprovado tiverem seu gozo indeferido, serão ressalvadas para fruição oportuna, a requerimento

    do interessado.



  • LC n° 141/1996:

    Art. 177, § 2° As férias não poderão ser fracionadas em períodos inferiores a 30 (trinta) dias, e somente podem acumular-se por imperiosa necessidade do serviço pelo máximo de dois períodos.

  • Art 178. No interesse do serviço, o Procurador-Geral de Justiça, ouvido o Conselho Superior do Ministério Público, poderá adiar o período de férias, ou determinar que qualquer membro do Ministério Público reassuma imediatamente o exercício de seu cargo. § 1° As férias interrompidas poderão ser gozadas em outra oportunidade ou adicionadas às do exercício seguinte, vedada a acumulação por mais de um período.
  • Correto letra A

     a)as férias interrompidas poderão ser gozadas em outra oportunidade ou adicionadas às do exercício seguinte, vedada a acumulação por mais de um período. CORRETA: Art. 178.§ 1°

    b) não poderão ser adiadas ou interrompidas, ainda que no interesse do serviço. ERRADA:Art. 178. No interesse do serviço, o Procurador-Geral de Justiça, ouvido o Conselho Superior do Ministério Público, poderá adiar o período de férias, ou determinar que qualquer membro do Ministério Público reassuma imediatamente o exercício de seu cargo.

    c) não será devida em caso de exoneração, indenização relativa ao período de férias a que tinha direito na atividade.ERRADA:§ 3º Em caso de exoneração, será devida ao membro do Ministério Público do Estado indenização relativa ao período de férias a que tiver direito, na proporção de um doze avos por mês de efetivo exercício, ou fração superior a quatorze dias, calculada com base na remuneração do mês em que for publicado o ato exoneratório. (Incluído pela Lei Complementar nº 309, de 27 de outubro de 2005)

     d)poderão ser fracionadas em períodos inferiores a trinta dias.ERRADA: § 2° As férias não poderão ser fracionadas em períodos inferiores a 30 (trinta) dias, e somente podem acumular-se por imperiosa necessidade do serviço pelo máximo de dois períodos.

     

    e) o direito à férias será adquirido após o segundo ano de exercício. ERRADA: Art. 180. O direito a férias será adquirido após o primeiro ano de exercício.

     

     

     

     


ID
192799
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Sobre o direito de petição, considere:

I. O pedido de reconsideração deve ser decidido em trinta dias, contados do seu registro no protocolo, importando denegação o silêncio da autoridade nesse prazo.

II. Não cabe recurso do indeferimento do pedido de reconsideração.

III. O recurso é dirigido à autoridade que tiver expedido o ato ou proferido a decisão.

IV. O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de trinta dias, a contar da publicação ou da ciência pessoal, pelo interessado, da decisão recorrida.

V. O direito de requerer prescreve em cinco anos, quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade, ou que afetem interesse patrimonial ou créditos resultantes das relações de trabalho.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Olá amigos concurseiros a alternativa B é a correta!
    Como é de costume a FCC sempre colocando letra da lei. Pois bem, analisemos item por item:

    I.Art. 118, §1º, LC 122/94 O requerimento e o pedido de reconsideração, de que tratam os artigos anteriores, devem ser despachados no prazo de 05 (cinco) dias, e decididos no de 30 (trinta) dias, contados no seu registro no protocolo. CORRETO

     

    II. Art. 121, LC 122/94  Cabe recurso:
    I - do indeferimento do pedido de reconsideração;
    II - das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos. ERRADO

     

    III. Art. 121, § 1º, LC 122/94. O recurso é dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão, e, sucessivamente, em escala ascendente, às demais autoridades. ERRADO
     

    IV. Art. 122, LC. 122/94 o prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de 30 (trinta) dias, a contar da publicação ou da ciência pessoal, pelo interessado, da decisão recorrida. CORRETO


    V. Art. 124,  LC. 122/94 O direito de requerer prescreve: 
    I - Em 
    em 05 (cinco) anos, quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou disponibilidade, ou que afetem interesse patrimonial ou créditos resultantes das relações de trabalho; CORRETO


ID
192802
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

É VEDADO o exercício de atividade remunerada durante a licença

Alternativas
Comentários
  • art. 88 § 3º É vedado o exercício de atividade remunerada durante a licença prevista nos incisos I e II, a, b
    e c.

    I - para tratamento de saúde;
    II - por motivo de:
    a) acidente em serviço ou doença profissional;
    b) gestação, adoção ou guarda judicial;
    c) doença em pessoa da família;

  • Art. 88 Podem ser concedidas ao servidor as seguintes licenças:
    I - para tratamento de saúde;
    II - por motivo de:
    a) acidente em serviço ou doença profissional;
    b) gestação, adoção ou guarda judicial;
    c) doença em pessoa da família;
    d) afastamento de cônjuge ou companheiro.
    III - para fins de:
    a) serviço militar;
    b) atividade política;
    c) desempenho de mandato classista.
    IV - prêmio por assiduidade;
    V - para tratar de interesses particulares.
    § 1º. São concedidas com a remuneração do cargo as licenças previstas nos incisos I, II, a, b, e c,
    III, c, e IV, observadas as disposições que lhes são específicas.
    § 2º. O servidor não pode permanecer em licença da mesma espécie por tempo superior a 24
    (vinte e quatro) meses, salvo nos casos dos incisos II, “d”, III, “a”, “b” e “c” e V, deste artigo,
    observado o disposto no artigo 199, § 2º. (Redação dada pela Lei Complementar nº 137,
    de 16 de outubro de 1995)
    § 3º. É vedado o exercício de atividade remunerada durante a licença prevista nos incisos I e II, a, b e c.
     

  • NÃO poderá exercer atividade remunerada

     

    Art. 88 Podem ser concedidas ao servidor as seguintes licenças:
    I - para tratamento de saúde;


    II - por motivo de:
    a) acidente em serviço ou doença profissional;
    b) gestação, adoção ou guarda judicial;
    c) doença em pessoa da família;

     

  • LICENÇAS ( lei 122 RN)

    COM REMUNERAÇÃO

    I - para tratamento de saúde;
    II - por motivo de:
    a) acidente em serviço ou doença profissional;
    b) gestação, adoção ou guarda judicial;
    c) doença em pessoa da família;

    IV - prêmio por assiduidade

     

    VEDADA ATIVIDADE REMUNERADA:

    I - para tratamento de saúde;
    II - por motivo de:
    a) acidente em serviço ou doença profissional;
    b) gestação, adoção ou guarda judicial;
    c) doença em pessoa da família;

     

    SEM REMUNERAÇÃO

    para fins de:
    a) serviço militar;
    b) atividade política;

    V - para tratar de interesses particulares.

    d) afastamento de cônjuge ou companheiro.

     

    Poucas semanas pro MP RN. Boraaaaaaaaa gente: ler muito texto de lei agora.

    GABARITO ''D''

  • Na 8112, doença pessoa da família (único explícito)

    Na LC122, tratamento saúde do servidor e família, gestante, adotante e guarda judicial.

  • Art. 88

    Podem ser concedidas ao servidor as seguintes licenças:

    I - para tratamento de saúde;

    II - por motivo de:

    a)acidente em serviço ou doença profissional;

    b)gestação, adoção ou guarda judicial;

    c)doença em pessoa da família;

    d)afastamento de cônjuge ou companheiro.

    III - para fins de:

    a)serviço militar;

    b)atividade política;

    c)desempenho de mandato classista.

    IV - prêmio por assiduidade;

    V - para tratar de interesses particulares.

    § 1º.

    São concedidas com a remuneração do cargo as licenças previstas nos incisos I, II, a, b, e c,

    III, c, e IV, observadas as disposições que lhes são específicas.

    § 2º.

    O servidor não pode permanecer em licença da mesma espécie por tempo superior a 24

    (vinte e quatro) meses, salvo nos casos dos incisos II, “d”, III, “a”, “b” e “c” e V, deste artigo,

    observado o disposto no artigo 199, § 2º.

    (Redação dada pela Lei Complementar nº 137,

    de 16 de outubro de 1995)

    § 3º.É vedado o exercício de atividade remunerada durante a licença prevista nos incisos I e II, a, b e c.

  • Art. 88 Podem ser concedidas ao servidor as seguintes licenças:

    I - para tratamento de saúde;

    II - por motivo de:

    a) acidente em serviço ou doença profissional;

    b) gestação, adoção ou guarda judicial;

    c) doença em pessoa da família;

    § 3º. É vedado o exercício de atividade remunerada durante a licença prevista nos incisos I e II, a, b e c.


ID
192805
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A despesa total com pessoal dos Estados, em cada período de apuração, NÃO poderá ser superior ao percentual da Receita Corrente Líquida equivalente a

Alternativas
Comentários
  • Alternativa E

    A LRF entende como despesa total com pessoal o somatório dos gastos do ente da Federação com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, civis, militares e de membros de Poder, com quaisquer espécies remuneratórias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos da aposentadoria, reformas e pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência.

    Os limites da despesa total com pessoal são (em percentual da receita corrente líquida):

    União: 50%;
    Estados: 60%;
    Municípios: 60%.

  • Resposta : Letra e )

    De acordo com a Lei Complementar 101

    Seção II

    Das Despesas com Pessoal

    Art. 19. Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constituição, a despesa total com pessoal, em
    cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita
    corrente líquida, a seguir discriminados:
    I - União: 50% (cinqüenta por cento);
    II - Estados: 60% (sessenta por cento);
    III - Municípios: 60% (sessenta por cento).

  • É sempre bom ter essa tabelinha em mãos! Conforme LRF, Art. 19, temos:

    Ente                  | União | Estados | Municípios
    Despesa total pessoal |   50% |     60% |        60%
    ----------------------+-------+---------+-----------
    Poder Legislativo     |  2,5% |    * 3% |         6%
    Poder Judiciário      |    6% |      6% |          -
    Poder Executivo       | 40,9% |   * 49% |        54%
    MP                    |  0,6% |      2% |          -

    * § 4o Nos Estados em que houver Tribunal de Contas dos Municípios, os percentuais definidos nas alíneas a (Poder Legislativo) e c (Poder Executivo) do inciso II do caput serão, respectivamente, acrescidos e reduzidos em 0,4% (quatro décimos por cento).

     

  • Uma maneira de memorizar

    União = 5 letras = 50%
    Demais = 6 letras = 60%


ID
192808
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Na verificação do atendimento dos limites da despesa total com pessoal, definidos no artigo 19 da Lei Complementar no 101/2000, NÃO serão computadas as despesas

Alternativas
Comentários
  • Alternativa C

    Na verificação desses limites não serão computadas as despesas:

    de indenização por demissão de servidores ou empregados; relativas a incentivos à demissão voluntária; derivadas da convocação extraordinária do Congresso Nacional; decorrentes de decisão judicial e da competência de período anterior ao da apuração; com pessoal, do Distrito Federal e dos Estados do Amapá e Roraima, custeadas com recursos transferidos pela União; com inativos, ainda que por intermédio de fundo específico, custeadas por recursos provenientes:da arrecadação de contribuições dos segurados; da compensação financeira entre diferentes sistemas de previdência; demais receitas diretamente arrecadadas por fundo vinculado a tal finalidade, inclusive o produto da alienação de bens, direitos e ativos, bem como seu superávit financeiro.
     

     

  •  É o que dispõe a LC 101/2000 em seu:

    art. 19, § 1o Na verificação do atendimento dos limites definidos neste artigo, não serão computadas as despesas:

    I - de indenização por demissão de servidores ou empregados;

    II - relativas a incentivos à demissão voluntária;

    III - derivadas da aplicação do disposto no inciso II do § 6o do art. 57 da Constituição;

    IV - decorrentes de decisão judicial e da competência de período anterior ao da apuração a que se refere o § 2o do art. 18;

    V - com pessoal, do Distrito Federal e dos Estados do Amapá e Roraima, custeadas com recursos transferidos pela União na forma dos incisos XIII e XIV do art. 21 da Constituição e do art. 31 da Emenda Constitucional no 19;

    VI - com inativos, ainda que por intermédio de fundo específico, custeadas por recursos provenientes:

    a) da arrecadação de contribuições dos segurados;

    b) da compensação financeira de que trata o § 9o do art. 201 da Constituição;

    c) das demais receitas diretamente arrecadadas por fundo vinculado a tal finalidade, inclusive o produto da alienação de bens, direitos e ativos, bem como seu superávit financeiro.

  • OBJETIVAMENTE,

             NÂO SÂO COMPUTADAS AS DESPESAS PONTUAIS, PAGAS DE UMA SÓ VEZ.

            SÂO COMPUTADAS TODAS AS DESPESAS DE PESSOAL QUE SÂO CONTINUAS

ID
192811
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Se a despesa total com pessoal, do Ministério Público, ultrapassar os limites definidos na Lei Complementar no 101/2000, sem prejuízo das medidas previstas no art. 22 deste dispositivo legal, o percentual excedente deverá de ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes, sendo que no primeiro, a redução deverá ser de

Alternativas
Comentários
  • Alternativa A

    LCP 101 Art. 23. Se a despesa total com pessoal, do Poder ou órgão referido no art. 20, ultrapassar os limites definidos no mesmo artigo, sem prejuízo das medidas previstas no art. 22, o percentual excedente terá de ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes, sendo pelo menos um terço no primeiro, adotando-se, entre outras, as providências previstas nos §§ 3o e 4o do art. 169 da Constituição.

    Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar.

    § 3º Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo, durante o prazo fixado na lei complementar referida no caput, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios adotarão as seguintes providências: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    I - redução em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comissão e funções de confiança;

    II - exoneração dos servidores não estáveis
    § 4º Se as medidas adotadas com base no parágrafo anterior não forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo, o servidor estável poderá perder o cargo, desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional, o órgão ou unidade administrativa objeto da redução de pessoal.

  • Importante observar que a LRF também define condições para recondução ao limite máximo para a dívida consolidada do ente, caso ele tenha sido ultrapassado (LRF, Art. 31). Então para não confundir temos:

    Excesso com despesa de pessoal: em 2 quadrimestres, sendo a redução no primeiro de no mínimo 1/3;
    Excesso com dívida consolidada: em 3 quadrimestres, sendo a redução no primeiro de, no mínimo, 25%.

    Vi uma dica muito interessante aqui neste sítio (peço licença ao autor para incluir a dica dele aqui!):

    213 pessoas = dívida de 325!

    Bons estudos!

     


ID
192814
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Se a dívida consolidada de um ente da Federação ultrapassar o respectivo limite ao final de um quadrimestre, deverá ser a ele reconduzida até o término dos três subsequentes, sendo que, no primeiro a redução do excedente deverá ser de pelo menos

Alternativas
Comentários
  • Alternativa D

    LCP 101 Art. 31. Se a dívida consolidada de um ente da Federação ultrapassar o respectivo limite ao final de um quadrimestre, deverá ser a ele reconduzida até o término dos três subseqüentes, reduzindo o excedente em pelo menos 25% (vinte e cinco por cento) no primeiro

  • Importante observar que a LRF também define condições para recondução ao limite máximo para despesa de pessoal do ente e poder, caso ele tenha sido ultrapassado (LRF, Art. 23). Então para não confundir temos:

    Excesso com despesa de pessoal: em 2 quadrimestres, sendo a redução no primeiro de, no mínimo, 1/3;
    Excesso com dívida consolidada: em 3 quadrimestres, sendo a redução no primeiro de, no mínimo, 25%.

    Vi uma dica muito interessante aqui neste sítio (peço licença ao autor para incluir a dica dele aqui!):

    213 pessoas = dívida de 325!

    Bons estudos!

     

  • Se no fim do quadrimestre a DÍVIDA CONSOLIDADA passou do limite, deverá ser RECONDUZIDA até o fim dos 3 quadrimestres seguintes. Sendo que o primeiro dos 3 tem que reduzir PELO MENOS 25%. 

     

    Pelo art 31° da LRF fica meio estranha a interpretação, mas colocando no papel fica mais fácil de entender. 

     

    GABARITO: LETRA D

  • Art. 31 da LRF.


ID
192817
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Ao final do seu mandato, é vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20 da Lei Complementar no 101/2000, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito, nos últimos

Alternativas
Comentários
  • Alternativa E

    LCP 101 Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito

  • Os restos a pagar não processados, são aqueles em que foi empenhada a despesa mais a mesma não foi liquidada, ou seja, possui saldo a nota de empenho, aguardando a sua liquidação para zerar esse saldo. Os restos a pagar processados, são aqueles em que já se passou da fase do empenho, a despesa foi liquidada, ficou zerado o saldo do empenho aguardando, porém, o seu pagamento. Sobre isso, a legislação mais recente contemplou matéria sobre os restos a pagar, a Lei 101/2000, Lei de Responsabilidade Fiscal em seu art. 42 ensina: “È vedado ao titular de poder ou órgão referido no art. 20 desta norma, nos últimos dois quadrimestres de seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte, sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para esse efeito”.


ID
192820
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

É um dos domínios do COBIT. Define as questões operacionais ligadas ao uso da TI para atendimento aos serviços para os clientes, manutenção e garantias ligadas a estes serviços. Os processos a ele pertencentes tratam da definição dos níveis de serviço, entre outros. Trata-se

Alternativas
Comentários
  • COBIT

    Entregar e Dar Suporte

    O domínio Entregar e Dar Suporte foca aspectos de entrega de tecnologia da informação. Cobre a execução de aplicações dentro do sistema de TI e seus resultados, assim como o suporte dos processos que habilitam a execução de forma eficiente e efetiva. Esses processos de suporte também incluem questões de segurança e treinamento. A seguir, a tabela com os objetivos de controle de alto nível desse domínio.
     

    OBJETIVOS DE CONTROLE DE ALTO NÍVEL
    Entregar e Dar Suporte
    DS1 Definir e Gerenciar Níveis de Serviço
    DS2 Gerenciar Serviços de Terceiros
    DS3 Gerenciar Capacidade e Desempenho
    DS4 Assegurar Continuidade de Serviços
    DS5 Assegurar a Segurança dos Serviços
    DS6 Identificar e Alocar Custos
    DS7 Educar e Treinar Usuários
    DS8 Gerenciar a Central de Serviço e os Incidentes
    DS9 Gerenciar a Configuração
    DS10 Gerenciar os Problemas
    DS11 Gerenciar os Dados
    DS12 Gerenciar o Ambiente Físico
    DS13 Gerenciar as Operações

    Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/CobiT#Entregar_e_Dar_Suporte

  •  Em se tratando de Cobit: Operacional = "Entrega e Suporte"


ID
192823
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

Identificar Soluções Automatizadas e Avaliar e Gerenciar os Riscos de TI são objetivos de controle de alto nível pertencentes, respectivamente, aos domínios COBIT

Alternativas
Comentários
  • OBJETIVOS DE CONTROLE DE ALTO NÍVEL
    Adquirir e Implementar
    AI1 Identificar Soluções Automatizadas
    AI2 Adquirir e Manter Software Aplicativo
    AI3 Adquirir e Manter Infraestrutura de Tecnologia
    AI4 Habilitar Operação e Uso
    AI5 Adquirir Recursos de TI
    AI6 Gerenciar Mudanças
    AI7 Instalar e Homologar Soluções e Mudanças

     

    OBJETIVOS DE CONTROLE DE ALTO NÍVEL
    Planejar e Organizar
    PO1 Definir um Plano Estratégico de TI
    PO2 Definir a Arquitetura de Informação
    PO3 Determinar o Direcionamento Tecnológico
    PO4 Definir os Processos, Organização e Relacionamentos de TI
    PO5 Gerenciar o Investimento em TI
    PO6 Comunicar as Diretrizes e Expectativas da Diretoria
    PO7 Gerenciar os Recursos Humanos de TI
    PO8 Gerenciar a Qualidade
    PO9 Avaliar e Gerenciar os Riscos de TI
    PO10 Gerenciar Projetos

     

    Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/CobiT

  • Essa você acerta só por saber o "Identificar Soluções Automatizadas", que é do Domínio "Aquisição e Implementação".

ID
192826
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

No ITIL, pertencem respectivamente ao Suporte de Serviços e Entrega de Serviços, o Gerenciamento de

Alternativas
Comentários
  •  Suporte de Serviços e Entrega de Serviços

    DS1- Definir Niveis de Servico
    DS2 - Gerenciar Servicos de Terceiros
    DS3- Gerenciar Performance e Capacidade
    DS4- Garantir Continuidade de Servicos
    DS5- Garantir Seguranca dos Sistemas
    DS6- Identificar e alocar custos
    DS7- Educar e treinar usuarios
    DS8- Gerenciar Service Desk e Incidentes
    DS9- Gerenciar a Configuracao
    DS10- Gerenciar Problemas
    DS11- Gerenciar Dados
    DS12- Gerenciar Ambientes Fisicos
    DS13- Gerenciar Operacoes

  • [REVISADO] Questão muito estranha por citar o ITIL e perguntar pelos processos(de gerenciamento) de Suporte e Entrega os quais formam um dos domínios do COBIT e o gabarito não condiz com processos deste domínio. Alguém pode explicar?

    Até a primeira vez que resolvi essa questão eu não tinha conhecimento técnico sobre o ITIL v2, o que ocasionou no comentário acima. Bem agora posso dizer que entrega e suporte, são livros pertencentes ao ITIL v2 mais precisamente do grupo de Gerenciamento de Serviços. Estes por sua vez são formados pelos seguintes processos:

    Entrega de Serviços

    - Gerência de nível de serviço
    - Gerência financeira
    - Gerência de disponibilidade
    - Gerência de capacidade
    - Gerência de Continuidade

    Suporte de Serviços

    - Service desk(função)
    - Gerência de incidentes
    - Gerência de problemas
    - Gerência de mudanças
    - Gerência de liberação
    - Gerência de configuração

  •  Não vi o edital desse concurso mas acredito que essa questão deve fazer referência a ITIL v2, correto?

    Na ITIL v3 a conotação da questão, bem como das alternativas não se encaixam visto que a entrega e o suporte ao serviço estão localizados no mesmo grupo de processos, Operação de Serviço.

  • Importante frisar que a fcc normalmente não especifica qual versão da Itil é cobrada, por tanto é necessario estudar as duas.

  • Claro, existe a primeira versão da Itil, porém nunca vi sendo cobrada.

  • Esse lance de não especificar a versão de um assunto/tecnologia é uma palhaçada. Imagine se no edital tiver "Windows", você tem que estudar desde o Windows 3.11? Ou senão o Itil cujas versões têm desde a 1.0. E as outras matérias? Tudo isso em menos de 60 dias.

ID
192829
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

Planejar a recuperação de crises que necessitam que o trabalho seja executado em um sistema alternativo mediante estabelecimento de um plano com as medidas a serem tomadas é objetivo do processo ITIL definido como Gerenciamento de

Alternativas
Comentários
  • Ger. Nível de serviço [Desenho e Serviço]
    - Negocia e estabelece acordos e documenta as metas de negócio a serem alcançadas.

    Ger. de Continuidade dos Serviços de TI [Desenho e Serviço]
    - Mantém a continuamente a capacidade apropriada para recuperação dos serviços de TI

    Ger. Configuração [Transação de Serviço]
    - Suporta o negócio por meio do provimento de informações precisas e controle sobre os ativos de relacionamentos que formam a infra-estrutura da organização.

    Ger. Problemas [Operação de Serviço]
    - Objetivos: Prevenir a ocorrência de problemas e incidentes.

    Ger. de Incidentes [Operação de Serviço]
    - Objetivos: Restaurar o serviço normal o mais rápido possível. Minimizar o impacto negativo sobre as operações de negócio

  • Baseado no ITIL v2 seguem as seguintes considerações:

    a) Nível de Serviço: este é um processo do livro de Service Delivery responsável pela definição do SLA assim como planejamento, monitoramento e revisão do próprio SLA. Tudo isso é feito com o objetivo de manter e aprimorar a qualidade dos serviços.

    b) Continuidade dos Serviços de TI: este processo também pertence ao livro de Service Delivery e é responsável por assegurar que os serviços e a própria infra-estrutura possa se recuperar dentro dos prazos estabelecidos. Esse processo está focado em três principais aspectos: plano de prevenção de desastres, plano de contingência e plano de recuperação de desastres.

    c) Gerência de Configuração: este processo pertence ao livro de Service Suport e mantém um controle sobre os ativos de TI necessários aos serviços de TI da organização. Este também serve de base para todos os outros processos deste livro, o de incidentes, de problemas, de mudanças e de liberação.

    d) Ger?ncia de Problemas; este processo também pertence ao livro de Service Suport e como principal objetivo tenta encontrar as possíveis causas dos incidentes e iniciar ações para contornar ou corrigí-los. Podem ser reativos ou proativos e objetivam prevenir incidentes recorrentes relacionados a um problema.

    e) Gerência de Incidentes: esse processo também pertence ao livro de Service Suport e possui como objetivo principal a recuperação, o mais rápida possível, de um serviço que foi interrompido por um incidente. 

  • Desenvolver planos de recuperação e procedimentos;

  • Sabendo isso dá para resolver várias questões:

    Com crise/contigência/desgraça/desastre/interrupção => Gerenciamento de Continuidade.

    O gerenciamento de disponibilidade é muito similar ( nas questões de concursos ), mas não lida com situações desse tipo.
  • IT Service Continuity Management(ITSCM) has to support business continuity
    by ensuring that the required IT facilities (computer systems, networks, etc.) can be
    resumed within the agreed timeframe.

    que é diferente de:

    The incident management process handles all incidents. These may be failures, faults or
    bugs that are reported by users (generally via a call to the service desk) or technical staff,
    or that are automatically detected and reported by monitoring tools.
     
    Fonte: ITIL V3 Foundation Exam – Study Guide.pdf

ID
192832
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

É objetivo do controle de alto nível do COBIT, pertencente ao domínio Planejamento e Organização:

Alternativas
Comentários
  •  Planejar e Organizar

    • PO1 Definir um Plano Estratégico de TI
    • PO2 Definir a Arquitetura da Informação
    • PO3 Determinar as Diretrizes de Tecnologia
    • PO4 Definir os Processos, a Organização e os Relacionamentos de TI
    • PO5 Gerenciar o Investimento de TI
    • PO6 Comunicar Metas e Diretrizes Gerenciais
    • PO7 Gerenciar os Recursos Humanos de TI
    • PO8 Gerenciar a Qualidade
    • PO9 Avaliar e Gerenciar os Riscos de TI
    • PO10 Gerenciar Projetos
  • Definir a Arquitetura da Informação é um PROCESSO do domínio PLANEJAR E ORGANIZAR. Não é um OBJETIVO DE CONTROLE. Para mim essa questão foi mal formulada.

  • Concordo plenamente !
    Mas a questão fala de uma coisa que dá indício de que o autor tirou isso de algum lugar , pois fala de um objetivo de controle genérico. Ou seja ele interpretou os processos como objetivos de controle gerais, já que nao existe isso !
  • Questão mal elaborada. Como podem confundir objetivos de controle com processos? brincadeira!!!!!
  • Eu aprendi depois de errar umas 5 questões. Pelo que eu entendi:

    - Objetivo de Controle é Objetivo de Controle;
    - Objetivo de Controle de "Alto Nível" é o mesmo que Processo.
  • Enriquecendo o comentário da Simone:

    The latest version of CobiT (Version 4.1) is split into four sections:

    • Executive Overview – provides key information on the key concepts and principles of CobiT.  Also, there is a full overview of other key areas of the framework;
    • The Framework – defines the CobiT framework.  Also provides an overview of the core components, processes, controls and relationships among processes, goals, and metrics.
    • Core Content (Control Objectives, Management Guidelines, and Maturity Models)– The core content of the CobiT manual is divided according to the 34 IT processes.  Each process is covered by 4 pages of individual in-depth information.  The contents of each of these pages is as follows:
      • Page one - covers the high-level control objective for the process – process description, objectives, goals, metrics, practices, & mapping of the process to process domains, information criteria, IT resources and IT focus areas.
      • Page two – detailed control objectives for the process.
      • Page three – management guidelines, process inputs / outputs, a RACI (Responsible, Accountable, Consulted and/or Informed) chart, goal and metrics, and
      • Page four - The maturity model for the process.
    • Appendices - mappings and cross references, additional maturity model information, reference material, a project description and a glossary.
    http://www.itgovernance.co.uk/cobit.aspx

    1.2 Linkage to COBIT

    1.2.1 High-level control objectives AI2 (acquire and maintain application software) states, ‘Control over the IT process of acquiring and maintaining application software that satisfies the business requirement to provide automated functions that effectively support the business process is enabled by the definition of specific statements of functional and operational requirements, and a phased implementation with clear deliverables and takes into consideration:

    http://www.isaca.org/Knowledge-Center/Standards/Pages/IS-Auditing-Procedure-P10-Business-Application-Change-Control.aspx

    Perceba que a própria ISACA diz que processo e controle de objetivo de alto-nível são a mesma coisa.

ID
192835
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

No modelo de desenvolvimento de software em espiral, cada loop na espiral representa

Alternativas
Comentários
  • Perfeitamente correta.

    O modelo espiral é representado por um espiral. O primeiro circuito em torno da espiral poderia resultar no desenvolvimento da especificação de um produto (que é o término de uma fase); passagens subseqüentes em torno da espiral poderiam ser usadas pra desenvolver um protótipo e depois, progressivamente, versões mais sofisticadas do software. Cada passagem pela região de planejamento resulta em ajustes do plano do projeto. O custo e cronograma são ajustados com base no feedback derivado do cliente após a entrega. Alem disso, o gerente do projeto  ajusta o numero planejado de iterações para completar o software.

  • Cada loop na espiral representa uma fase do processo: loop mais interno pode representar a viabilidade; o seguinte o planejamento e assim por diante.
  • GABARITO D

    Modelo espiral de Boehm

    Framework de processo de software dirigido a riscos.

    O processo de software é representado como uma espiral. Cada volta na espiral representa uma fase do processo de software.

    FONTE: SOMMERVILLE


ID
192838
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

O modelo em espiral difere principalmente dos outros modelos de processo de software por

Alternativas
Comentários
  • O Modelo em espiral é um processo de desenvolvimento de software que combina elementos de projeto prototipação-em-etapas, em um esforço para combinar as vantagens dos conceitos de top-down e bottom-up, acrescentando um novo elemento, a análise de riscos que falta a esses paradigmas.

  • Modelo Espiral:
    O processo ocorre em ciclo contendo as fases de :
    1. Planejamento: è determinado objetivos, soluções alternativas e restrições.

    2. Análise de Risco: Deve ser analisados os riscos das decisões da fase de planejamento. Durante esse estágio pode ser costruido protópipo ou realiza simulações de software.

    3. Engenharia: Consiste ns fases de desenvolvimento, incluindo: designer, especificações, codificação e verificações.

    4. Avaliação do cliente: Compreende  a revisão das etapas anteriores e o planejamento das próximas etapas.
  • Resposta em SOMMERVILLE Pag. 48

    "Cada loop na espiral está dividida em 4 setores:
    -Definição de objetivos
    -Avaliação e redução de riscos
    -Desenvolvimento e validação
    -Planejamento"
  • Não sei se vcs perceberam mas quando fala de RISCO é bem provavel que a resposta seja ESPIRAL e quando tem espiral a resposta é RISCO. Nunca faia.

  • b-

    Espiral é um modelo evolutivo criado por Barry Boehm com base nos modelos de prototipo e waterfall. Sua principal caracteristica é orientacao a risco


ID
192841
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Na engenharia de software, etnografia é

Alternativas
Comentários
  • Os estudos etnográficos são uma técnica, proveniente das disciplinas de Antropologia Social, que consiste no estudo de um objecto por vivência directa da realidade onde este se insere. Permitindo analisar a componente social das tarefas desempenhadas numa dada organização tornam-se, no âmbito da Engenharia de Requisitos, extremamente uteis para ultrapassar a dificuldade que existe na recolha dos requisitos derivados de formas rotineiras e tácitas de trabalhar:

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Estudo_etnogr%C3%A1fico

  • A etnografia é uma técnica de observação que pode ser utilizada para compreender os requisitos sociais e organizacionais, ou seja, entender a política organizacional bem como a cultura de trabalho com objetivo de familiarizar-se com o sistema e sua história.
  • Etnografia é particularmente eficaz na descoberta de dois tipos de requisitos:

    1. Os requisitos derivados da maneira como as pessoas realmente trabalham, em vez da maneira pelas quais as definições de processo dizem como elas deveriam trabalhar;

    2. Os requisitos derivados da cooperação e conscientização das atividades de outras pessoas.
  • c-

    etnografia (éthnos - pessoas estranhas; graphé - escrita) é um metodo sistematico de descrever um meio por vivencia regular no proprio campo de pesquisa, ganhando conhecimento por observacoes compartihadas com os participantes da comunidade observada.

  • Etnografia:

    "técnica observacional que pode ser utilizada na elicitação e análise de requisitos. O etnógrafo mergulha no ambiente do usuário e observa seus hábitos de trabalho diários. Requisitos para apoio do software podem ser inferidos a partir dessas observações" (SOMMERVILLE, 2019, p. 725).


ID
192844
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

As políticas de rastreabilidade de requisitos são decididas durante o estágio de

Alternativas
Comentários
  • Segundo Somerville (Edição 6, pág 118)

    "O gerenciamento de requisitos é o processo de compreender e controlar as mudanças nos requisitos de sistemas. O processo de gerenciamento de requisitos é realizado em conjunto com outros processos de engenharia de requisitos. O planejamento se inicia ao mesmo tempo que o levantamento inicial de requisitos, e o gerenciamento ativo dos requisitos deve começar assim que um esboço da versão do documento de requisitos estiver disponível."

    No gerenciamento de requisitos são definidas também as Políticas de Facilidade de Rastreamento, que definem as relações entre os requisitos do projeto.
  • Rastreabilidade é a capacidade de mensurar o impacto causado na mudança de um requisito.
  • Durante o estágio de gereciamento de requisitos, deve-se decidir sobre?
    identificação de requisitos
    processo de gerenciamento de mudanças
    políticas de rastreabilidade
    ferramenta de apoio
  • 2015

    O gerenciamento de requisitos em grandes sistemas envolve o processamento de grandes volumes de informações sobre requisitos, o que exige o uso de apoio automatizado. As ferramentas de software para esse gerenciamento devem ser escolhidas durante a fase de planejamento de gerenciamento de requisitos. As ferramentas de apoio são usadas, principalmente, para

     a) identificação de requisitos, classificação de requisitos e gerenciamento de mudanças.

     b) classificação de requisitos, armazenamento de requisitos, validação de requisitos e gerenciamento de rastreabilidade.

     c) armazenamento de requisitos, gerenciamento de mudanças e gerenciamento de rastreabilidade.

     d) classificação de requisitos, validação de requisitos e armazenamento de requisitos.

     e) identificação de requisitos, armazenamento de requisitos, classificação de requisitos e gerenciamento de mudanças.


     

    2012

    A gestão de requisitos é um conjunto de atividades que tem como principal objetivo ajudar a equipe de projeto a

     a) utilizar ferramentas de engenharia de software para modelar os requisitos do sistema, através da UML.

     b) identificar, controlar e rastrear requisitos e modificações de requisitos em qualquer época, à medida que o projeto prossegue.

     c) construir um modelo técnico refinado de funções, características e restrições do software.

     d) negociar com os clientes os conflitos de prioridade de requisitos e identificar e analisar os riscos associados a cada requisito.

     e) avaliar os requisitos quanto à qualidade, garantindo que ambiguidades, inconsistências, omissões e erros tenham sido detectados e corrigidos.

     

  • e-

    gerenciamento de requisitos é uma sub-area da engenharia de requisitos para desenvolvimento eficiente e de qualidade de sistemas complexos. Outras disciplinas que participa, deste processo sao elicitacao de requisitos e validacao de requisitos, enquanto que ger. req usa como regra controle, direcao e administracao de requisitos, assim como gerenciamento de risco e implementacao.


ID
192847
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Para decidir sobre os limites do sistema, ou seja, distinguir o que é o sistema e o que é o ambiente do sistema, um trabalho é feito em conjunto com os stakeholders em um estágio inicial de elicitação e análise de requisitos. Esse trabalho culmina, em primeira instância, com um modelo

Alternativas
Comentários
  • Não encontrei até o presente momento o modelo afirmado pela banca desta questão. O que podemos fazer para responder a esta questão é utilizar de analogia.

    A elicitação de requisitos é a fase, dentro do processo de Engenharia de Requisitos, que possui o desafio de entender os desejos e necessidades do cliente.
    A grande questão que envolve o processo de elicitaçãode requisitos é a dificuldade de obtenção de uma visão real do que deve ser o sistema. Sommerville [13].

    Devido a esta dificuldade de definição e realizadas estas técnicas para elicitação dos requisitos.


    Desta forma, várias técnicas de elicitação sãoutilizadas visando minimizar estes problemas, comosugere Kasse [12]: Diálogos; Cenários; Demonstração detecnologias; Modelos; Simulações; Protótipos;Brainstorming; Observação de sistemas existentes  e Extrações de documentos.

    Baseado nestas informações temos a definição do Modelo de contexto.

    Modelos de contexto procuram identificar os “contornos” do sistema em termos de outras entidades de hardware e software com os quais o sistema interagirá.58

    Na elicitação de requisitos temos a dificuldade de definirmos os limites do sistema e com um artefato de modelo de contexto conseguimos identificar estes limites do sistema relacionados a hardware e software.

    Nesta fonte temos uma figura que exemplifica o modelo de contexto: http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:bmc2bxRO2v8J:143.106.50.145:8080/Cursos/EA976/02-08/EA976-Modelos.pdf+modelo+de+contexto&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESjzwfAIf21DvZQMYm6Up3tTNKzGDk_F_3tP5zvgIaXG2lO2r0PNU0S8AUWUxPtPaUeZlj2Z7Q-XSrGedOCIJfxiPC4FKP9nMPKIWPPa4_0EUB0oKiHadn8VzBvwAiQdtegZ_pyy&sig=AHIEtbSNS9gbdqFHW3GCsU2xD9gXsUEQ4A

    fonte: http://pt.scribd.com/doc/52620385/Elicitacao-de-Requisitos-e-Design-Participativo-atraves-de-Prototipos-de-Baixa-Fidelidade-%E2%80%93-Um-Estudo-de-Caso

     


     

    .
     .

  • A resposta sobre essa questão encontra-se no livro Engenharia de Software do Ian Sommerville, dependendo da edição, no tópico 5.1 (9ª edição) ou 8.1 (8ª edição), que trata de Modelos de Contexto.

    Transcrevo o início do tópico:

    "Em um estágio inicial da especificação de um sistema, você deve decidir os limites do sistema. Isso envolve trabalhar com os stakeholders para decidir qual funcionalidade deve ser incluída no sistema e o que é fornecido pelo ambiente do sistema."

  • Diagrama de Casos de Uso = Diagrama de Contexto

    se a questão pede um trabalho que é feito com os stakeholders em um estagio inicial de ELICITAÇÃO de requisitos e análise, logo como principal ferramente é o caso de uso que no final das contas é o documento que vai ser gerado. 

    letra A

  • E um sinomio a DFD-Diarama de Fluxo de Dados que especifica o Diarama de Contexto. Que mapeia as etidades internas (pertencentes ao sistema) e entidades externas ao sistema.

  • E um sinonimo a DFD-Diarama de Fluxo de Dados que especifica o Diarama de Contexto. Que mapeia as etidades internas (pertencentes ao sistema) e entidades externas ao sistema.- Obs.:Estou com problema no teclado


ID
192850
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Na especificação dirigida a riscos, a compreensão da probabilidade de ocorrência de um risco e das consequências potenciais, se um acidente ou incidente, associado com este risco, ocorrer, é da competência do processo de

Alternativas
Comentários
  •  Gabarito: E

    O processo de análise e classificação de riscos liga-se principalmente com a compreensão da probabilidade de ocorrência de um risco e das consequências potenciais, se um acidente ou incidente, associado com este risco, ocorrer. Precisamos fazer essa análise para compreender se um risco é uma ameaça séria ao sistema ou ao ambiente, e para fornecer uma base para decidir os recursos que devem ser usados para gerenciar o risco.

     

    fonte: livro engenharia de software sommervile página 130

  • E' tao obvia que da ate' medo de marcar e se estrepar em outra pegadinha...rsrsrs
  • Bem dessa... quando é muito fácil vc, além perder tempo procurando pegadinhas, não acredita que seja tão fácil.
  • O que essa questão tem de "Análise de Requisitos"?

ID
192853
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Um protótipo de software pode ser usado em um processo de desenvolvimento de software para:

I. Ajudar na descoberta e validação dos requisitos do sistema, durante a engenharia de requisitos.

II. Explorar soluções específicas de software e apoiar o projeto de interface com o usuário, durante o projeto do sistema.

III. Realizar testes completos com o sistema que será entregue para o cliente, durante o processo de teste.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Com relação à última opção (III)

    Resposta de um TiMasters:

    "O problema é que a versão em português (livro do Sommerville) traduziu "back-to-back" pra
    "completo". Na versão em inglês do Sommerville, tem isso aí, só que no lugar
    de "testes completos" tem "back-to-back tests". Mais na frente Sommerville
    explica um teste back-to-back:

    The same test cases are submitted to the prototype and to the system under
    test. If both systems give the same result, the test case has probably not
    detected a fault. If the results differ, it may mean that there is a system
    fault and the reasons for the difference should be investigated.

    Ou seja, um teste back-to-back é um teste de comparação. Coloca os mesmos
    inputs no sistema a ser testado e no protótipo, e compara a saída dos dois."

    FCC, como sempre pegando rodapé de página, lascou isso na prova!

  •  Gabarito: A

    Segundo Sommerville:
    Um protótipo de software pode ser usado em um processo de desenvolvimento de software de várias maneiras:
    1- No processo de engenharia de requisitos, em protótipo pode ajudra na descoberta e validação dos requisitos do sistema.
    2- No processo de projeto de sistema, um protótipo pode ser usado para explorar soluções específicas de software e apoiar o projeto de interface com o usuário.
    3- No processo de teste, um protótipo pode ser usado para realizar teste completos com sistema que será entregue para o cliente.

     

    fonte: engenharia de software sommervile página 271 8º edição

  • Um protótipo de software pode ser usado nas seguintes situações:
    * No processo de engenharia de requisitos, um protótipo pode ajudar na elicitação e validação de requisitos de sistema.
    * No processo de projeto de sistema, um protótipo pode ser usado para estudar soluções específicas do software e para apoiar o projeto de interface de usuário.
    * Enquanto o sistema está em projeto, um protótipo do sistema pode ser usado para a realização de experimentos de projeto visando à verificação da viabilidade da proposta.
    Obs: O mesmo protótipo não pode cumprir todos os objetivos.

    Sommerville, 9ª edição, página 30
  • Só não consegui aceitar a ideia de que o protótipo pode ser usado para realizar testes completos com o sistema que será entregue para o cliente, durante o processo de teste. Inclusive a parte final, durante o processo de teste, deveria nos remeter à ideia de que o sistema já foi, pelo menos, parcialmente codificado. O protótipo, a essa altura, já poderia ter sido descartado e, ainda que fosse utilizado para testes com o intuito de validar o sistema, não penso que os testes seriam completos.

  • Incrível que essa afirmação III passou como verdadeira, lamentável...

  • Questão muito louca.

    Esse termo "completo" da assertiva III deveria ser anulado.

  • a-

    prototipoe geralmente é para levantamento de requisitos. mas tb pode ser usado em outras fases do processo. inclusive no final

  • Item III correto ? Ridículo ! Onde que dá p/ fazer teste completo do sistema em um protótipo ?


ID
192856
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Sobre requisito funcional, considere:

I. O sistema deve fornecer telas apropriadas para o usuário ler os documentos no repositório de documentos.

II. O usuário deve ser capaz de fazer uma busca em todo o conjunto inicial de banco de dados.


III. O sistema deve atender aos requisitos de confiabilidade, usabilidade e portabilidade.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Segundo Sommerville

    Requisitos funcionais são declarações de servicos que o sistema deve fornecer, como o sistema deve reagir a entrada específicas e como o sistema deve se comportar em determinadas situacoes. Em alguns casos, os requisitos funcionais podem também estabelecer explicitamente o que o sistema não deve fazer

    Requisitos nao funcionais: sao restrições sobre os serviços ou as funçoes oferecidos pelo sistema. Eles incluem restrições de timming, restricoes sobre o processo de desenvolvimento e padrões. Os requisitos não funcinais aplicam-se frequentemente, ao sistema como um todo. Em geral eles não se aplicam às características ou serviçõs individuais de sistema.

     

    Portanto, como  "confiabilidade, usabilidade e portabilidade" se aplica a todo o sistema e impõe restrições sobre funões oferecidas, trata-se de um requisito não funcional.

     

  • I. O sistema deve fornecer telas apropriadas para o usuário ler os documentos no repositório de documentos.

    "Telas apropriadas" não é relativo a usabilidade?

  • O item 1  sem dúvida é o que separa os homens de meninos. Quando ele diz:  "O sistema deve fornecer telas apropriadas para o usuário ler os documentos no repositório de documentos." significa que o usuário poderá ler os documentos no próprio sistema, mais especificamente dentro do repositório. Logo isso é uma funcionalidade que o sistema deve se comprometer a realizar. 

    No item não se deve dar uma importância maior para "telas apropriadas" e sim para toda a frase. O objetivo maior seria que: o usuário poderá ler os documentos no repositório de documentos a partir de telas apropriadas no sistema. E isso é um requisito funcional. Sabendo o que significa RF e RNF o item se torna uma questão de interpretação.

  • Primeiro que "tela apropriada" nem requisito é. Se o é, está muito mal documentado. Seria a mesma coisa que "o sistema deve ser rápido"...o que é apropriado? e o que é rápido? Quais os critérios de aceitação? o cara que cria uma questão dessa merece um tiro!
  • "O sistema deve fornecer telas apropriadas" pode ser substituído por "O sistema deve fornecer telas"
    A questão quis confundir com um requisito não-funcional de usabilidade. 

  • A alternativa I foi tirada do exemplo de algum livro (O sistema LIBSYS), uma rapida procura no google (http://ivansowa.blogspot.com/2011/04/requisitos-de-software.html) me levou a um conjunto de requisitos funcionais desse sistema.

    Exemplos de requisitos funcionais
    O usuário deve ser capaz de pesquisar em todo o conjunto inicial de banco de dados ou selecionar um subconjunto a partir dele.
    Para todo pedido deve ser alocado um identificador único (ORDER_ID) que o usuário possa copiar para a área de armazenamento permanente da sua conta.
    O sistema deve fornecer telas apropriadas para o usuário ler os documentos no repositório de documentos.


    Ou seja, a FCC apenas copiou a frase de algum lugar, nao elaborou nada complexo.
  • Realmente o item I separa os homens dos meninos e é por isso que mantenho minha opinião que é um requisito não-funcional de usabilidade.

    O foco principal no período é: "Deve haver telas apropriadas para algum fim.".  Não importa que esse fim seja um requisito funcional.  Todos, inclusive a banca, devem prestar atenção no idioma Português e semântica em períodos.  Na minha opinião, a resposta correta é letra "b" e se fosse comigo, eu entraria com recurso.
  • Esqueçam o "apropriada". Ou então leiam apropriada como "com a finalidade de".

    Leiam: O sistema deve fornecer telas para o usuário ler os documentos no repositório de documentos.

    Isso num é um requisito funcional não? Ter a função de ler documentos de um repositório?
  • Ainda acho que vale o que está escrito... Como diz o Arnaldo: "A regra é clara!"
    Do modo como está escrito, também entendo como um requisito não-funcional...
  • Pessoal,
    Trabalho com requisitos há 5 anos e também errei a questão, marquei a letra B, interpretei o item 1 como Requisito Não-Funcional. Agora por quê? Porque o requisito foi mal definido, esse requisito não ficou claro. “Requisitos ambíguos podem ser interpretados de maneira diferentes pelos desenvolvedores e usuário” assim explica o autor do artigo onde a FCC copiou a questão. (http://ivansowa.blogspot.com.br/2011/04/requisitos-de-software.html). O autor utilizar o item 1 dessa questão, para descrever que problemas surgem quando os requisitos não são bem definidos. A FCC copiou um item mal elaborado e utilizou na questão, o examinador não teve a capacidade de ler o artigo por completo. Em minha opinião, essa questão deveria ser anulada.
  • Questão maliciosa sim e de dúbio sentido, com certeza nem de longe isso é um requisito funcional e nem de longe não funcional... telas adequadas??? o que são? como testar se são adequadas? ainda que fosse usabilidade também teria sério problema de clareza. Mas também não acho que seja funcional.. ficou em cima do muro..em ambas situações, esse requisito está mal escrito. Essa palavra adequada é relativa assim como palavras: (Rápido
    Flexível, Adaptável, Intuitivo)
    uma boa prática é :  "Garanta que cada requisito seja verificável ou testável" Um requisito é verificável se e somente se existir  algum processo efetivo ao qual uma pessoa ou máquina possa checar que o produto de software é semelhante ao requisito. No geral qualquer requisito ambíguo não é verificável.
    Recomendo leitura da norma IEEE STD 830. Recommended Practice for Software Requirements Specifications, 1998.

  • O Item III representa o requisitos não-funcionais do sistema: Confiabilidade, usabilidade e portabilidade. Eles são alcançados através da definição de uma arquitetura de software que considerem esses requisitos. Requisitos funcionais estão ligados ao que o sistema deverá realizar, que atividades e serviços o sistema deverá fornecer.

    Marquei o item B, a príncipio, discordo desse gabarito.

ID
192859
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Considere:

I. Métrica de confiabilidade.
II. Atributo de usabilidade.

Associe correta e respectivamente com as lacunas

1 - Probabilidade de falha sob demanda × ...... .

2 - Velocidade de operação × ...... .

3 - Facilidade de aprendizado × ...... .

4 - Disponibilidade x ..... .


Alternativas
Comentários
  • Basta voce associar a alternativa 3. "É facil de aprender esse software?", isto é, "é facil de USAR esse software?". Sabendo essa voce responde a questao por eliminacao.

    ou pelo item 4. Disponibilidade: "o software estará disponivel quando eu precisar?". Preciso ter CONFIANÇA nessa hora.

  • b-

    usabilidade é facilidade para usar o sistema, o que enseja aprendizado rapido e opera-lo de modo eficiente


ID
192862
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Refactoring, programação em pares e Stand-up Meeting são características das práticas do

Alternativas
Comentários
  • Jogo de Planejamento (Planning Game):
    Pequenas Versões (Small Releases):
    Metáfora (Metaphor):
    Projeto Simples
    Time Coeso (Whole Team):
    Testes de Aceitação (Customer Tests):
    Ritmo Sustentável (Sustainable Pace):
    Reuniões em pé (Stand-up Meeting):
    Posse Coletiva (Collective Ownership):
    Programação em Pares (Pair Programming):
    Padrões de Codificação (Coding Standards):
    Desenvolvimento Orientado a Testes (Test Driven Development):
    Refatoração (Refactoring):
    Integração Contínua
     

  • Me surgiu uma dúvida. O SCRUM também não possui essas características não?
  • O Scrum não tem programação em pares.
  • c) Extreme programming.
  • "O Scrum não tem programação em pares."

    Na teoria não tem, mas na prática o SCRUM pode adotar as boas práticas do XP e utilizar a técnica de programação em pares.

  • Refactoring é um conceito praticamente criado pelo XP

  •  c)Extreme programming.

    o que define XP: 4 valores- comunicação, simplicidade, respeito, coragem, feedback-, programação a 2, stand-up meeting, criação de testes antes de programação

  • Que explicação! Eu também cheguei a essa conclusão antes de vir aos comentários


ID
192865
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

São respectivamente disciplina (Core Process Workflow) e fase (Phase) do RUP:

Alternativas
Comentários
  •  Para uma maior clareza na resposta da questão, podemos enumerar as disciplinas do RUP como segue:

    Disciplinas de Engenharia(1 a 6) e disciplinas de infra-estrutura(7 a 9)

    1 - Modelagem de negócio
    2 - Requisitos
    3 - Análise e Design
    4 - Implementação
    5 - Teste
    6 - Implantação
    7 - Gerenciamento de configuração e mudanças
    8 - Gerenciamento de Projetos
    9 - Ambiente

    Ressaltando que uma passagem pelas disciplinas é definido como uma iteração e uma passagem nas fases como um ciclo de desenvolvimento completo, sendo que as fases do RUP são divididas da seguinte forma:

    1 - Concepção/Iniciação: marco definido pelo plano de escopo do projeto
    2 - Elaboração: marco definido pela estabilização da arquitetura do ciclo de vida
    3 - Construção:  marco definido pela capacidade operacional inicial(espinha dorsal)
    4 - Transição: marco definido pela definição de um release do produto

     

  • só pra complementar de forma ilustrativa:
  • b-

    elaboracao é a fase que detalha arquitetura e descricao dos casos de uso elaborados. o planejamento para a fase de construcao é parte desta fase, cujo milestone é a arquitetura do ciclo de vida.


ID
192868
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

No RUP, a ênfase no escopo do sistema está na fase de

Alternativas
Comentários
  • a) Concepção: é uma das fases do RUP que possui grande parte do esforço no planejamento e definição do escopo do sistema. Também é definida uma arquitetura proposta que será consolidada na fase seguinte(elaboração)

    b) Implementação: é uma das disciplinas do RUP que está presente desde a primeira fase(concepção) até a última(transição), sendo que sua maior participação é na fase de construção(terceira fase do RUP)

    c) Elaboração: segunda fase do RUP, onde é empenhado um maior esforço em definir uma arquitetura consolidada para o sistema e implementação dos casos de uso mais críticos

    d) Transição: última fase do RUP marcada pela entrega de um release do produto final e pelo planejamento de um novo ciclo de vida de desenvolvimento iniciado pelo início de uma nova concepção

    e) Construção: terceira fase do RUP marcada por uma grande ênfase na implementação do sistema, paralelismo de desenvolvimento e entrega final da capacidade operacional inicial

     

  • Descordo do gabarito. Acredito que a fase da Elaboração fica com " ênfase no escopo do sistema"

  • Gabarito: A.

     

    O gabarito está correto.

     

    Fase - Ênfase

     

    Concepção - Escopo

    Elaboração - Arquitetura

    Construção - Desenvolvimento

    Transição - Implantação


ID
192871
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

No RUP, a ênfase em arquitetura está na fase de

Alternativas
Comentários
  • a) Transição: é a quarta fase do RUP responsável pela entrega de um release do projeto

    b) Modelagem de Negócio: é a primeira disciplina( de engenharia) do RUP responsável por definir a necessidade do negócio para o qual a organização irá desenvolver um sistema

    c) Implantação: disciplina de engenharia responsável por implantar o software e treinar os usuários finais

    d) Implementação: disciplina de engenharia responsável pela codificação do software

    e) Elaboração: segunda fase do RUP responsável por consolidadar arquitetura do sistema

  • Elaboração
     
    A Segunda Fase do RUP cuja finalidade principal é criar uma baseline para a arquitetura do sistema e fornecer uma base estável para o esforço em massa do design e implemnetação na próxima fase
  • O RUP divide o projeto em quatro fases:

     

    1. Iniciação ou Concepção: ênfase no escopo do sistema;

    2. Elaboração: ênfase na arquitetura;

    3. Construção: ênfase no desenvolvimento;

    4. Transição: ênfase na implantação.

     

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_Rational_Unified_Process#Fases

  • Como a colega ja disse:

    fases do RUP:

    Iniciação ou Concepção: ênfase no escopo do sistema
    Elaboração: " na arquitetura
    Construção: " no desenvolvimento
    Transição: " na implantação

    Wikipedia coloca os processos como disciplinas, enquanto que alguns autores classificam-os como diagramas(6 de engenharia & 3 suporte):

    suporte:

    1-administração de projeto

    2- gestao de configuração de mudança

    3-configuração de ambiente

    engenharia:

    1-modelagem de negocio

    2-requisitos

    3-analise & projeto 

    4-implementação

    5-teste

    6-distribuiçao

    Notem que as disciplinas de suporte sao topicos típicos de governança em TI (gerencia de prj é coisa do PMBOK, enquanto que change configuration management é um conceito do ITIL). As disciplinas de engenharia sao processos de software.


ID
192874
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

No RUP, Project Management e Environment são

Alternativas
Comentários
  •  Existem 3 disciplinas de suporte ou infra-estrutura:

    1 - Gerenciamento de configuração e mudança
    2 - Gerenciamento de projetos
    3 - Ambiente

    No RUP as disciplinas por se tratarem de como é para ser feita uma determinada atividade também são denonimadas de fluxos de trabalho ou workflows. Então podemos chamar as disciplinas de suporte de Supporting Workflows.

  • Concordo que a letra D é "mais completa", mas a questão possui duas respostas.

    Todas as 9 disciplinas são core process workflows, e os core process workflows são divididos em 6 core engineering workflows e 3 core supporting workflows.

    Portanto, Project Management e Environment são Core Process Workflows (letra B) e Core Supporting Workflows (letra D).

     

  • Rodrigo Pacheco, esse tipo de questão ai é daquelas que tem-se que procurar a mais certa ou a menos errada. Já ouvi e vi comentários sobre ela antes. Na veradade dá para matar fácil pelo fato da letra D) ser bem mais completa, visto que o enunciado fala de duas das três disciplinas de Suporte.

    Temos de ter cuidado nessas questões, as vezes perdemos pontos preciosos nelas....
  • Essa questão não tem nada de "+ completa ou - errada". Só tem 1 resposta mesmo! Project Management e Environment são DISCIPLINAS do RUP

    Vejam os comentários
    • a) Phases. (as Fases são IECT - Iniciacao, Elaboracao, Construcao e transicao)
    • b) Core Process Workflows. (Os CPW Sao as 6 primeiras DISCIPLINAS do RUP, que sao na ordem: Modelagem de Negocios, REquisitos, Analise e design, implantacao, teste e implementacao). Logo, as Core Supporting WOrkFlows sao as outras 3 (gerencia de Config. e mudança, gerencia de projetos e AMbiente)
    • c) Metrics. (me corrijam se eu estiver errado, mas não encontrei nada relacionado a métrica no RUP).
    • d) Core Supporting Workflows. (resposta correta)
    • e) Analysis & Design Process. (Nao sao processos, mas sim DISCIPLINAS),.
    QUem tiver com dúvida, basta ver a figura clássica do RUP

  • O colega Roberto está equivocado.
    Core  workflows 
    There are nine core process workflows in the Rational Unified Process, which represent a partitioning of all workers and activities into logical groupings.
    The core process workflows are divided into six core “engineering” workflows
    1.  Business modeling workflow 
    2.  Requirements workflow 
    3.  Analysis & Design workflow 
    4.  Implementation workflow 
    5.  Test workflow 
    6.  Deployment workflow 
    And three core “supporting” workflows
    1.  Project Management workflow 
    2.  Configuration and Change Management workflow 
    3.  Environment workflow
    http://www.ibm.com/developerworks/rational/library/content/03July/1000/1251/1251_bestpractices_TP026B.pdf

    Saliento que a partir da versão 2001A.04.00 o termo "Core Workflow" foi substituído por "Discipline"

    http://www.ts.mah.se/RUP/RationalUnifiedProcess/manuals/intro/im_diff.htm
  • Seis Disciplinas Principais de Engenharia de Software (core business):

     

    1. Disciplina de Modelagem de Negócios[editar | editar código-fonte]

    2. Disciplina de Requisitos

    3. Disciplina de Análise e Projeto ("Design")

    4. Disciplina de Implementação

    5. Disciplina de Teste

    6. Disciplina de Implantação

     

    Três Disciplinas de Apoio/Suporte (Core Supporting Workflows)

     

    1. Disciplina de Ambiente

    2. Disciplina de Configuração e Gerência de Mudança

    3. Disciplina de Gerência de Projeto[editar | editar código-fonte]

     

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_Rational_Unified_Process#Disciplinas

  •  d)Core Supporting Workflows.

    core supporting workflows: 1-gerencia de projeto2- gerencia de configuração de mudança; 3- gerencia de mabiente

    core processo workflows: 1- modelagem de negocios 2- requisitos 3- analise e projeto 4- implementação 5- testes 6- distribuição

    Para lembrar, é so lembrar que o primeiro contato deve tratar do entendimento do ambiente de negocios do cliente e como o mapeamento de processos pode agregar valor ao seu negocio. Daí a modelagem de negocio e de processos. Assim que houver um modelo de negocio bem definido, deve-se listar os requisitos (backlog em scrum). Com os requisitos e processos modelados, fazem-se analise e projeto do software. Apos é a parte mais interna da coisa, implementação (codigo do sistema e arquitetura por componentes, o que é tipico do RUP) e testes. Aí sim a distribuição


ID
192877
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

A Declaração do trabalho do contrato é elaborada (saída) primariamente em

Alternativas
Comentários
  • Item correto: letra C
    Planejar cmopras e aquisições: É o processo de identificar que necessidades do projeto que podem ser melhor atendidas por meio da compra ou aquisição de produtos, serviços ou resultados externos à organização.
    Saídas
    .Plano de gerenciamento das aquisições
    .Declarações do trabalho das aquisições
    .Decisões de fazer ou comprar
    .Documentos de aquisição
    .Critérios para seleção de fontes
    .Solicitações de mudanças

    Fonte: PMBoK 4º versão.
  • Segundo o PMBOK 4ª edição, os processos de Gerenciamento de Compras. São quatro:

    01 - Planejar as aquisições;
    02 - Conduzir as aquisições;
    03 - Administrar as aquisições;
    04 - Encerrar as aquisições.
  • 12.1- Planejar as Aquisições– Documentação das decisões de compras do projeto, especificando a abordagem e identificando fornecedores em potencial.
    Entrada Ferramentas Saídas
    1. Linha de Base do Escopo (EAP)
    2. Documentação dos Requisitos
    3. Acordos de Cooperação
    4. Registro dos Riscos
    5. Decisões Contratuais Relacionadas a Riscos
    6. Requisitos de Recursos das Atividades
    7. Cronograma do Projeto
    8. Estimativas dos Custos das Atividades
    9. Linha de Base do Desempenho de Custos
    10. Fatores Ambientais da Empresa
    11. Ativos de Processos Ambientais
    1. Análise de fazer ou comprar
    2. Opinião Especializada
    3. Tipos de Contratos
     
    1. Plano de Gerenciamento das Aquisições
    2. Declaração do Trabalho das Aquisições (DT)
    3. Decisões de Fazer ou Comprar
    4. Documentos de Aquisição
    5. Critérios para seleção de fontes
    6. Solicitação de Mudanças
  • Questão do PMBOK 3° ed.

    Na Quatra Edição os processos Planejar compras e aquisições e Solicitar respostas de fornecedores foram fundidos no processo "Conduzir aquisições", do grupo de Execução. Nos termos do PMBOK este é responsável pela obtenção de respostas de fornecedores e abjudição de contratos.

    Não confundir com o processo "Administrar aquisições" do grupo de Monitoramento e Controle. Este, por sua vez, cuida do gerenciamento das relações de aquisição e monitoramento dos contratos firmados, propondo mudanças e correções se necessário.

ID
192880
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Um plano aprovado para o trabalho do projeto em relação à qual é comparada a execução do projeto e onde são medidos os desvios para o controle do gerenciamento. Trata-se de

Alternativas
Comentários
  •  Gabarito: E


    Linhade base da medição de desempenho / Performance Measurement Baseline. Um plano
    aprovado para o trabalho do projeto em relação ao qual é comparada a execução do projeto e são
    medidos os desvios para o controle do gerenciamento.A linha de base da medição de desempenho
    normalmente integra parâmetros de escopo, cronograma e custo de um projeto, mas também pode
    incluir parâmetros técnicos e de qualidade.

    fonte: pmbok 3ºedição

  • Devido ao uso de "à" em vez de "ao" tive que ler umas 4x a questão para entender.. Vê se pode ??
  • Erica, eu também! kkkk!


ID
192883
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Avalia a prioridade dos riscos identificados usando a probabilidade deles ocorrerem, o impacto correspondente nos objetivos do projeto se os riscos realmente ocorrerem, além de outros fatores, como o prazo e tolerância a risco das restrições de custo, cronograma, escopo e qualidade do projeto. Trata-se de Análise

Alternativas
Comentários
  •  De acordo com o guia PMBOK 4ed:

    Análise qualitativa dos riscos, é o processo para análise ou ação adicional através da avaliação e combinação da sua probabilidade de ocorrência e impacto.

    Análise quantitativa dos riscos, é o processo de analisar numericamente o efeito dos riscos identificados nos objetivos gerais do projeto. 

    Caminho crítico, é definido no grupo de processos Tempo, no item 6.5 - Desenvolver o cronograma. Na definição têm-se que caminho crítico calcula as datas de início e término mais cedo e início e término mais tarde, para todas as atividades, sem se considerar quaisquer limitações de recursos, executando a análise de ida e volta através da rede do cronograma.  

  • Na Análise Qualitativa é feita a priorização dos riscos identificados, na Quantitativa é atribuída uma classificação numérica para estes riscos. Portanto o enunciado fala da Qualitativa.

    []s Bons Estudos
    Marcelo
  • Lembrete para facilitar a decorar:

    Análise qualitativa: Probabilidade de impacto
    Análise quantitativa: Analisar numericamente.

    Bons estudos.

    Abraços,

    Samara



  • É só lembrar da norma NBR ISO/IEC 27005, segue o mesmo raciocínio:   Análise qualitativa: Priorização de riscos com base na Probabilidade de Ocorrência x Impacto Análise quantitativa: Analisar numericamente os riscos priorizados na análise qualitativa. Mais eficiente na tomada de decisões.
  • Saiba diferenciar!

    Análise qualitativa: avalia a prioridade dos riscos identificados usando a probabilidade deles ocorrerem, o impacto correspondente nos objetivos do projeto se os riscos realmente ocorrerem, além de outros fatores, como o prazo e tolerância a risco das restrições de custo, cronograma, escopo e qualidade do projeto. Nessa análise, queremos saber quais são os riscos, em PRIORIDADE.

    Análise quantitativa: analisa o efeito dos principais eventos de riscos identificados na análise qualitativa de riscos e pode ser usada para atribuir uma classificação numérica a esses riscos individualmente ou para avaliar o efeito agregado de todos os riscos que afetam o projeto. Neste caso, o objetivo é medir o ESTRAGO de cada risco.

    Resposta certa, alternativa a).

  • Resposta correta: A - qualitativa de riscos.


ID
192886
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

No Processo Unificado (UP), o fluxo de trabalho Análise, tem forte concentração na fase de

Alternativas
Comentários
  • Análise e o Desenho também (uma única disciplina no UP) ocorrem em sua maior parte na fase da elaboração.

  • Gabarito: B

    A maior parte do processo de Análise ocorre na segunda fase, chamada de Elaboração. (ver figura: http://dn.codegear.com/article/images/33319/RUP.JPG )

    O Processo Unificado organiza suas iterações em quatro fases principais:

    1. Concepção: o objetivo desta fase é levantar, de forma genérica e pouco precisa, o escopo do projeto. Não deve existir aqui a pretensão de especificar de forma detalhada requisitos, a idéia é ter uma visão inicial do problema, estimar de forma vaga esforço e prazos e determinar se o projeto é viável e merece uma análise mais profunda.
    2. Elaboração: na fase de elaboração todos (ou a grande maioria dos requisitos) são levantados em detalhes. Numa primeira iteração um ou dois requisitos, os de maior risco e valor arquitetural, são especificados em detalhes. Estes são implementados e servem como base de avaliação junto ao usuário e desenvolvedores para o planejamento da próxima iteração. Em cada nova iteração na fase de elaboração pode haver um seminário de requisitos, onde requisitos antigos são melhor esclarecidos e novos são detalhados. Ao fim da fase, 90% dos requisitos foram levantados em detalhes, o núcleo do sistema foi implementado com alta qualidade, os principais riscos foram tratados e pode-se então fazer estimativas mais realistas.
    3. Construção: implementação iterativa dos elementos restantes de menor risco e mais fáceis e preparação para a implantação.
    4. Transição: testes finais e implantação.
    Fonte:http://www.devmedia.com.br/post-3931-Introducao-ao-Processo-Unificado.html
  • Basta lembrar da clássica Figura "DISCIPLINAS e FASES" do RUP. Reparem que a disciplina "análise e design" apresenta maior parte em "elaboração"

    http://engenhariarequisitos.files.wordpress.com/2011/05/img_grafico_rup2.jpg



  • Fases do RUP

    Concepção: envolve a atividade de comunicação com o cliente e o planejamento.

    Elaboração: desenvolve uma compreensão do problema, estabelece um framework da arquitetura para o sistema, desenvolve o plano do projeto e identifica os maiores riscos do projeto.

    Construção: envolve projeto, programação e teste do sistema. É a etapa mais longa e que tem a maior investimento de recursos.

    Transição: é a transferência do sistema de desenvolvimento para a os usuários e em seu funcionamento em um ambiente real.

    Alternativa: B


ID
192889
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Considere:

I. Dirigido por caso de uso.
II. Orientado por quatro workflows.
III. Centrado em arquitetura.
IV. Distribuído em cinco fases.
V. Iterativo e incremental.

São características do Processo Unificado (UP) o que consta APENAS em

Alternativas
Comentários
  • I. Correto. Os casos de uso são predominantemente criados nas fases de Concepção e elaboração;

    II. Não é orientado por fluxo, pois é iterativo.

    III. Correto. Centrado na arquitetura, por isso as disciplinas de Modelagem de negócios, requisitos e análise e desenho.

    IV. Errado. São quatro fases: Concepção, elaboração, construção e transição.

    V. Correto. É uma característica do RUP.

  • Gabarito: C

    O processo unificado (UP) de desenvolvimento de software é o conjunto de atividades necessárias para transformar requisitos do usuário em um sistema de software. O UP de desenvolvimento de sistemas combina os ciclos iterativo e incremental para a construção de softwares. É fundamental na visão de que o avanço de um projeto deve estar baseado na construção de artefatos de software, e não apenas em documentação.

    Os aspectos que distinguem o processo unificado são três conceitos chave, a saber:

    • direcionado a casos de uso;
    • centrado na arquitetura;
    • iterativo e incremental.
    Fonte: Wikipédia
  • II-errada.

    são nove workflows, tambem conhecidos como disciplinas, e não quatro. Quatro são as fases.
    disciplinas são as partes estáticas do RUP/UP.

    ex de workflow: analise e design, gerenciamento de projeto, ambiente, implementação, teste, implantação, etc.
  • O processo é formado:

     5 workflows:

    1- Requesitos
    2-Análise
    3-Projeto
    4- Implementação
    5- Teste

    4 Fases:

    Concepção
    Elaboração
    Construção
    Transição
  • DANIEL,

    São 9 "workflow's" (ou disciplinas) e não 5. CUIDADO.

    Veja em: http://www.wthreex.com/rup/portugues/manuals/intro/im_keymc.htm#Software%20Engineering%20Process
  • Pessoal, o Daniel está correto. A questão faz referência ao Unified Process (UP) e não ao Rational Unified Process (RUP) que é uma instância do mesmo.
  • UP:
    5 fluxos:

    RUP:
    9 disciplinas:
     3- 
  • Mata eliminação, é dirigido por caso de uso e iterativo e incremental, só tem 1 alternativa (C) que engloba os 2.

  • Rational Unified Process (RUP)

    - É um processo de engenharia de software;

    - Seu objetivo é garantir a produção de software de alta qualidade que atenda aos requisitos do usuário em um prazo e orçamento previsíveis.

    -  É derivado de trabalhos sobre a UML;

    -  É Iterativo (feito em ciclos) e incremental (planejado em incrementos);

    -  Guiado por casos de uso;

    -  Centrado em uma arquitetura;

    -  Baseado em modelos;

    Alternativa: C


ID
192892
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Caso particular de associação binária utilizado para expressar um relacionamento todo-parte. Entretanto, a parte pode não ser exclusiva de um único todo. No diagrama de classes é uma

Alternativas
Comentários
  • Ambos descrevem relações entre objetos, porém com uma diferença simples.

    Agregação

    * Um objeto contém uma lista de outros objetos.
    * Os objetos contidos podem existir sem serem parte do objeto que os contém.
    * Exemplo: Carro -> Rodas. Você pode tirar as rodas do carro antes de destruí-lo e elas podem ser colocadas em outro carro.

    Composição

    * Um objeto contém uma lista de outros objetos.
    * Os objetos contidos não fazem sentido fora do contexto do objeto que os contém.
    * Exemplo: Pedido -> Itens. Se você destruir o pedido, os itens são destruidos junto, eles não tem sentido fora do pedido.
    Fonte: www.ericksasse.com.br/agregao-x-composio/


ID
192895
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

A UML dispõe de regras semânticas para Visibilidade, Nomes, Escopo, Integridade e Execução. Como os nomes podem ser vistos e utilizados, trata-se de

Alternativas
Comentários
  • Nomes - Quais nomes podem ser atribuídos a itens, relacionamentos e diagramas.
    Escopo - O contexto que determina um significado específico para um nome.
    Visibilidade - Como esses nomes pode ser vistos e utilizados pelos outros.
    Integridade - Como os itens se relacionam entre si de forma adequada e consistente.
    Execução - O que significa executar ou simular um modelo dinâmico.

    Fonte: BOOCH, el all. UML: Guia do Usuário


ID
192898
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Uma declaração de atributo de classe na UML pode ser, por exemplo, name : String [0..1], que indica a presença APENAS de

Alternativas
Comentários
  • Formato completo da notação de atributo:
    visibilidade nome: tipo de multiplicidade = default [propriedade da string]

    A UML permite que qualquer outra sintaxe de  linguagem de programação seja utilizada para a declaraçaõ de atributo, desde que o leitor e a ferramenta seja notificado.

ID
192901
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Na taxonomia dos diagramas de estrutura (S) e de comportamento (C) da UML, os diagramas de Pacote, Classe, Sequência e Objeto são, respectivamente, de

Alternativas
Comentários
  • UML 2.0


    Estruturais: pacotes, instalação ou implantação, classes, componentes, estrutura composta, objetos e profile diagram(uml 2.2)

     

    Comportamentais: máquina de estados, sequência , atividades, tempo, casos de uso, comunicação e interação geral
     


ID
192904
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Os relacionamentos presentes nos diagramas de casos de uso podem ser de

I. Agregação.
II. Generalização.
III. Dependência.
IV. Associação.

Está correto o que consta em

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

    Casos de uso - Relacionamentos permitidos:
    Associação:
    Generalização
    Dependência: Extensão e Inclusão

    Relacionamento de associação
    * Indica que há uma interação (comunicação) entre um caso de uso e um ator;
    * Um ator pode se comunicar com vários casos de uso;

    Relacionamento de generalização
    Atores:
    * Quando dois ou mais atores podem se comunicar com o mesmo conjunto de casos de uso;
    * Um filho (herdeiro) pode se comunicar com todos os casos de uso que seu pai se comunica.
    Casos de Uso:
    * O caso de uso filho herda o comportamento e o significado do caso de uso pai;
    * O caso de uso filho pode incluir ou sobrescrever o comportamento do caso de uso pai;
    * O caso de uso filho pode substituir o caso de uso pai em qualquer lugar que ele apareça;

    Relacionamento de dependência:
        Extensão:
    * Representa uma variação/extensão do comportamento do caso de uso base
    * O caso de uso estendido só é executado sob certas circunstâncias
    * Separa partes obrigatórias de partes opcionais
    * Partes obrigatórias: caso de uso base
    * Partes opcionais: caso de uso estendido
    * Fatorar comportamentos variantes do sistema (podendo reusar este comportamento em outros casos de uso)
       Inclusão:
    * Evita repetição ao fatorar uma atividade comum a dois ou mais casos de uso
    * Um caso de uso pode incluir vários casos de uso

    Fonte: http://wiki.les.inf.puc-rio.br/uploads/0/0b/Aula01-diagrama_casos_uso.ppt

  • Relacionamentos permitidos em Diagrama de Casos de Uso:

    - Entre  casos de uso: inclusão (dependência), extensão (dependência), generalização

    - Entre atores: generalização

    - Entre caso de uso e ator: associação (comunicação)

    Fonte: UML Guia do Usuário - Booch, Rumbaugh, Jacobson
  • Como não foi falado nos comentários acima o erro da questão.A incorreção se deve ao fato que agregação é uma das formas de associação e não um novo relacionamento, ou seja, agregação está contida já na opção IV.Associação por isso o erro da alternativa I.

     


ID
192907
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Na UML, um relacionamento entre superclasses (classesmãe) e subclasses (classes-filha), é uma

Alternativas
Comentários
  • Resposta : letra E
    • A generalização é um relacionamento entre um elemento geral e um outro mais específico. O elemento mais específico possui todas as características do elemento geral e contém ainda mais particularidades. Um objeto mais específico pode ser usado como uma instância do elemento mais geral. A generalização, também chamada de herança, permite a criação de elementos especializados em outros.
  • GENERALIZAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO

    O objetivo dessa associação é representar a ocorrência de herança entre as classes, identificando a classe mãe (ou superclasse),
    chamadas gerais, e classes-filhas (ou subclasses), chamadas especializadas, demonstrando a hierarquia entre as classes e
    possivelmente métodos polimórficos nas classes especializadas. 
  • É a popular herança, utilizada na programação orientada a objetos.


ID
192910
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Na UML, um pacote pode conter, entre outros elementos,

Alternativas
Comentários
  • Uma vez que representa um agrupamento, um pacote é, em geral, dono de diversos elementos:
    • Classes;
    • Interfaces;
    • Componentes;
    • Nós;
    • Colaborações;
    • Casos de uso.
  • Os pacotes proporcionam uma maneira de agrupar elementos UML relacionados criando, assim, um escopo dos seus nomes. Os diagramas de pacotes proporcionam uma ótima maneira para se visualizar dependências entre partes do sistema. Quase todos os elementos UML podem ser agrupados em pacotes, incluindo os próprios pacotes.

ID
192913
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Uma operação pode ter implementações diferentes em diversos pontos da hierarquia de classes, desde que mantenham a mesma assinatura. Na orientação a objetos, este é o conceito que embasa

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

    Polimorfismo é o princípio pelo qual duas ou mais classes derivadas de uma mesma superclasse podem invocar métodos que têm a mesma identificação (assinatura) mas comportamentos distintos, especializados para cada classe derivada, usando para tanto uma referência a um objeto do tipo da superclasse. A decisão sobre qual o método que deve ser selecionado, de acordo com o tipo da classe derivada, é tomada em tempo de execução, através do mecanismo de ligação tardia.

    No caso de polimorfismo, é necessário que os métodos tenham exatamente a mesma identificação, sendo utilizado o mecanismo de redefinição de métodos. Esse mecanismo de redefinição não deve ser confundido com o mecanismo de sobrecarga de métodos.

    Fonte: http://www.dca.fee.unicamp.br/cursos/PooJava/polimorf/index.html

     

  • Polimorfismo por sobrescrita (late binding)


ID
192916
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

Os nomes dos níveis de maturidade na representação por estágios do CMMI diferem dos nomes dos níveis de capacidade na representação contínua, nos níveis

Alternativas
Comentários
  • A representação "contínua" contém um nível 0 enquanto a "por estágios" já começa com o nível 1. Na "contínua" existem 6 nívels (do 0 ao 5) e na "por estágios" existem 5 níveis (do 1 ao 5)

    Representações

    O CMMI possui duas representações: "contínua" ou "por estágios". Estas representações permitem à organização utilizar diferentes caminhos para a melhoria de acordo com seu interesse.

    Representação Continua

    Possibilita à organização utilizar a ordem de melhoria que melhor atende os objetivos de negócio da empresa. É caracterizado por Níveis de Capacidade (Capability Levels):

    * Nível 0: Incompleto (Ad-hoc)
    * Nível 1: Executado (Definido)
    * Nível 2: Gerenciado / Gerido
    * Nível 3: Definido
    * Nível 4: Quantitativamente gerenciado / Gerido quantitativamente
    * Nível 5: Em otimização (ou Optimizado)

    Representação Por Estágios

    Disponibiliza uma seqüência pré-determinada para melhoria baseada em estágios que não deve ser desconsiderada, pois cada estágio serve de base para o próximo. É caracterizado por Níveis de Maturidade (Maturity Levels):

    * Nível 1: Inicial (Ad-hoc)
    * Nível 2: Gerenciado / Gerido
    * Nível 3: Definido
    * Nível 4: Quantitativamente gerenciado / Gerido quantitativamente
    * Nível 5: Em otimização
    Referência: pt.wikipedia.org/wiki/CMMI

  • Apenas um acréscimo ao ótimo comentário anterior.

    A representação contínua é para cada área de processo, ou seja, verifica se o gerenciamento de requisitos é incompleto ou executado por exemplo.

    Já a representação por estágios leva em consideração uma série de áreas de processo para cada estágio, no nivel 2 por exemplo a organização deve possuir 7 áreas de processo, dentre elas podemos citar a gerência de requisitos, planejamento de projeto, controle e monitoramento do projeto, contratação e gestão de fornecedores e etc.
  • Abordagem Contínua Abordagem por Estágios
    0 – Incompleto ------
    1. Realizado/Executado 1. Inicial
    2. Gerenciado 2. Gerenciado
    3. Definido 3. Definido
    4. Quantitativamente gerenciado 4. Quantitativamente gerenciado
    5. Em otimização 5. Em Otimização
    Níveis 0 e 1 existem diferenças. Não existe Zero na abordagem por estágios.
    No resto é tudo igual. Ou seja, o vermelho é o diferente (0 e 1).
  • Questão mal feita.

    Como a abordagem contínua vai ter um nome diferente do nome da abordagem por estágios no nível 0, uma vez que a abordagem por estágios não possui o nível 0? Só há como comparar os nomes e avaliar se são iguais ou diferentes se ambas as abordagens possuírem tal nível. Sendo assim, somente o nível 1 possui nomes distintos ao se compararem as duas abordagens.

    A gente acaba marcando a alternativa que querem que marquemos, pois já acostumamos com questões fabricadas sem rigor, mas essa questão não tem resposta correta.

    João tem um carro verde, uma moto branca e uma casa amarela. Maria tem uma moto azul e uma casa amarela.

    Para a FCC, João e Maria possuem carros e motos de cores diferentes.

    mauriciorochabastos@gmail.com


ID
192919
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

No CMMI, o segundo e terceiro níveis de maturidade (representação por estágio) são, respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • Disponibiliza uma seqüência pré-determinada para melhoria baseada em estágios que não deve ser desconsiderada, pois cada estágio serve de base para o próximo. É caracterizado por Níveis de Maturidade (Maturity Levels):

    * Nível 1: Inicial (Ad-hoc)
    * Nível 2: Gerenciado / Gerido
    * Nível 3: Definido

    * Nível 4: Quantitativamente gerenciado / Gerido quantitativamente
    * Nível 5: Em otimização


    Referência: pt.wikipedia.org/wiki/CMMI


ID
192922
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Arquitetura de Software
Assuntos

Protocolo leve para a troca de documentos XML por meio de uma conexão básica de transporte. Aceita transações sobre objetos distribuídos em um ambiente baseado na Web, definindo como as RPCs e as respostas podem ser representadas dentro de mensagens. Trata-se de

Alternativas
Comentários
  • Os itens que poderiam gerar dúvidas seria:

    a) WSDL

    Service-Oriented Architecture (SOA), pode ser traduzido como arquitetura orientada a serviços, e é um estilo de arquitetura de software cujo princípio fundamental prega que as funcionalidades implementadas pelas aplicações devem ser disponibilizadas na forma de serviços.

    SOA

    Service-Oriented Architecture (SOA), pode ser traduzido como arquitetura orientada a serviços, e é um estilo de arquitetura de software cujo princípio fundamental prega que as funcionalidades implementadas pelas aplicações devem ser disponibilizadas na forma de serviços.


    c) SOAP

    Originado do acrônimo inglês Simple Object Access Protocol, e em português Protocolo Simples de Acesso a Objetos, é um protocolo para troca de informações estruturadas em uma plataforma descentralizada e distribuída. Ele se baseia na Linguagem de Marcação Extensível (XML) para seu formato de mensagem, e normalmente baseia-se em outros protocolos da Camada de aplicação, mais notavelmente em Chamada
    de Procedimento Remoto (RPC) e Protocolo de Transferência de Hipertexto (HTTP), para negociação e transmissão de mensagens.

    d) UDDI

    UDDI (originado do acrônimo inglês Universal Description, Discovery and Integration) é um protocolo aprovado como padrão pela OASIS e especifica um método para publicar e descobrir diretórios de serviços em uma arquitetura orientada a serviços (SOA).


    Fonte: Wikipedia
  • Gabarito: C

    Só complementando a resposta do colega acima:

    A)WSDL
    O Web Services Description Language (WSDL) é uma linguagem baseada em XML utilizada para descrever Web Services funcionando como um contrato do serviço. Trata-se de um documento escrito em XML que além de descrever o serviço, especifica como acessá-lo e quais as operações ou métodos disponíveis.

    Fonte: Wikipédia

ID
192925
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Arquitetura de Software
Assuntos

No padrão de projeto de arquitetura MVC, dentre as tarefas de controle, destaca-se:

I. Encapsular funcionalidade.
II. Gerar requisições do usuário.
III. Encapsular objetos de conteúdo.
IV. Preparar dados do modelo.
V. Selecionar resposta de visão.

Está correto o que consta APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Questão deveria ter sido anulada.

    Segundo Pressman, p. 443, o modelo MVC é estruturado da seguinte forma:

    Controlador:
    • Gera requisições do usuário;
    • Seleciona comportamento do modelo;
    • Seleciona resposta de visão.
    Modelo:
    • Encapsula funcionalidade;
    • Encapsula objetos de conteúdo;
    • Incorpora todos os estados da WebApp.
    Visão:
    • Prepara dados do modelo;
    • requer atualizações do modelo;
    • Apresenta visão selecionada pelo controlador.

    Isto é, nenhuma das alternativas contempla a resposta correta, que seria as afirmativas II e V.

    Bons estudos!


  • Essa questão foi anulada.


ID
192928
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Algoritmos e Estrutura de Dados
Assuntos

São métodos (algoritmos) de busca em cadeias

Alternativas
Comentários
  • Resposta: Letra A: Boyer-Moore e Knuth-Morris-Pratt.

    Dica de livro completo sobre algoritmos:  http://www.gladsonroberto.com.br/posts/Algoritmos_teoria_e_Pratica.pdf

    Na página 730 tem algumas informações sobre Knuth-Morris-Pratt.

  • O algoritmo de Knuth–Morris–Pratt procura a ocorrência de uma "palavra" W dentro de uma "string de texto" S empregando a simples técnica de que quando aparece uma diferença, a palavra tem em si a informação necessária para determinar onde começar a próxima comparação.

    The Boyer–Moore string search algorithm is a particularly efficient string searching algorithm, and it has been the standard benchmark for the practical string search literature.[1] It was developed by Bob Boyer and J Strother Moore in 1977. The algorithm preprocesses the target string (key) that is being searched for, but not the string being searched in (unlike some algorithms that preprocess the string to be searched and can then amortize the expense of the preprocessing by searching repeatedly). The execution time of the Boyer-Moore algorithm can be sub-linear: it doesn't need to check every character of the string to be searched, but rather skips over some of them. Generally the algorithm gets faster as the key being searched for becomes longer. Its efficiency derives from the fact that with each unsuccessful attempt to find a match between the search string and the text it's searching, it uses the information gained from that attempt to rule out as many positions of the text as possible where the string cannot match.


ID
192931
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Algoritmos e Estrutura de Dados
Assuntos

Último dado armazenado é o primeiro a ser recuperado caracteriza a estrutura de dados do tipo

Alternativas
Comentários
  • * a) árvore:  Uma árvore é uma estrutura de dados em que cada elemento tem um ou mais elementos associados, podendo definir-se uma árvore recursivamente como:

    1. uma estrutura (uma árvore);
    2. um nó (designado por raiz), que contém a informação a armazenar e um conjunto finito de árvores (as sub-árvores).
    3. Não Existe árvores vazias, no minímo haverá um nó raiz(que não possui pai)

    Cada árvore tem apenas uma raiz. Além disso, os elementos associados a cada nó são habitualmente chamados de filhos desses nós. Os nós sem filhos de uma árvore são chamados de folhas.

    * b) pilha:  As pilhas são estruturas baseadas no princípio LIFO (last in, first out), na qual os dados que foram inseridos por último na pilha serão os primeiros a serem removidos. Existem duas funções que se aplicam a todas as pilhas: PUSH, que insere um dado no topo da pilha, e PULL, que remove o item no topo da pilha. Correta!

    * c) string: Não é uma estrutura de dados propriamente dita. Está mais para um tipo de dado. Geralmente os dados desse tipo são armazenados em estruturas de dados do tipo vetor (ou array).

    * d) fila: As filas são estruturas baseadas no princípio FIFO (first in, first out), em que os elementos que foram inseridos no início são os primeiros a serem removidos. Uma fila possui duas funções básicas: ENQUEUE, que adiciona um elemento ao final da fila, e DEQUEUE, que remove o elemento no início da fila. A operação DEQUEUE só pode ser aplicado se a fila não estiver vazia, causando um erro de underflow ou fila vazia se esta operação for realizada nesta situação.

    * e) boolean: Não é uma estrutura de dados propriamente dita. Está mais para um tipo de dado.
     

  • Só uma pequena correção... podem existir árvores vazias sim:

    Árvore binária é uma estrutura de dados caracterizada por:

    • Ou não tem elemento algum (árvore vazia).
    • Ou tem um elemento distinto, denominado raiz, com dois apontamentos para duas estruturas diferentes, denominadas sub-árvore esquerda e sub-árvore direita.

    http://pt.wikibooks.org/wiki/Algoritmos_e_Estruturas_de_Dados/%C3%81rvores_Bin%C3%A1rias


ID
192934
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

A linguagem Java 6 permite a declaração de uma classe aninhada que se trata de uma classe

Alternativas
Comentários
  • Classe Aninhada

    No Java existe a possibilidade de se definir classe dentro de outra classe, como se fossem atributos ou métodos.

  • Para saber mais procure por: Classes internas(Inner Class)
  • As Inner Classses são classes  membros de outras classes, ou seja, classes que são definidas dentro do escopo de uma outra classe.O compilador gera o código necessário para que a inner class acesse os dados da enclosing class.

    As inner classes tem as seguintes propriedades:
    •  O nome da inner class tem que ser diferente do nome da enclosing classe (classe o qual está dentro).
    •  A inner classe pode usar variáveis e métodos da enclosing classe.
    •  A inner classe pode ser definida como abstract.
    •  A inner classe pode ser uma interface implementada por outra inner classe.
    • Outras classes, que não a enclosing classe, não enxergam inner classe.
    •  Inner classes podem acessar variáveis private da enclosiing class.
    • Se uma inner classe for declarada como static, ela se torna uma top-level classe e perde a capacidade de acessar variáveis da enclosing class.
    • Inner classes não podem possuir variáveis membros static.
    • Se a inner classe precisa usar uma variável static, essa variável deve ser declarada na enclosing class.
    •  A enclosing class pode acessar livremente os dados da inner class, mesmo os privados (private).

ID
192937
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Em JavaScript, o operador que retorna true se as variáveis envolvidas não possuírem o mesmo valor e/ou não forem do mesmo tipo de dado, caso contrário, retorna false, é

Alternativas
Comentários
  • Comparison Operators
    Comparison operators are used in logical statements to determine equality or difference between variables or values.

    Given that x=5, the table below explains the comparison operators:

    Operator Description Example
    == (is equal to) x==8, is false
    === (is exactly equal to (value and type)) x===5, is true; x==="5" is false
    != (is not equal) x!=8, is true
    > (is greater than) x>8, is false
    < (is less than) x<8, is true
    >= (is greater than or equal to) x>=8, is false
    <= (is less than or equal to) x<=8, is true

    --------------------------------------------------------------------------------
    fonte: http://www.w3schools.com/js/js_comparisons.asp

     

  • ===
    This is the strict equal operator and only returns a Boolean true if both the operands are equal and of the same type.


    ! ==
    This is the strict not equal operator and only returns a value of true if both the operands are not equal and/or not of the same type.



    fonte: http://www.devguru.com/technologies/ecmascript/quickref/comparison_operators.html

ID
192940
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Na linguagem PHP 5, a função fputs

Alternativas
Comentários
  • B)

    php.net/manual/pt_BR/function.fputs.php


    Descrição

    Esta função é um apelido para: fwrite().

    fwrite — Escrita binary-safe em arquivos
    Descrição
    int fwrite ( resource $handle , string $string [, int $length ] )

    fwrite() escreve o conteúdo da string para o stream de arquivo apontado por handle.
     

  • a) . Fnmatchbusca por um padrão em um nome de arquivo. b) fputs : é um nome alternativo para a função fwrite. c) fscanf : interpreta o conteúdo de um arquivo de acordo com um determinado formato.   d) link :cria um link físico. e) fseek :posiciona o ponteiro em um arquivo.
  • B.

     


ID
192943
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Redução do escopo dos dados em análise, além de mudar a ordem das dimensões, mudando desta forma a orientação segundo a qual os dados são visualizados. Trata-se de uma operação OLAP de

Alternativas
Comentários
  •  Drill Down: é a possibilidade de poder obter dados mais detalhados a partir de dados de mais alto nível, através de diferentes dimensões. Em outras palavras, drill down nada mais é do que aumentar o nível de detalhes de uma consulta ou relatório, adicionando-lhes novas linhas de cabeçalho provenientes de tabelas dimensão. Por exemplo, uma tela de um computador pode mostrar um mapa com figuras de Estados. Clicando com o mouse sobre um determinado Estado, poderia ser apresentado às vendas em cada região e clicando-se sobre uma determinada região seria possível verificar o desempenho dos vendedores.

    Drill up ou roll up: é o inverso de drill down, ou seja, é apresentar os dados em um nível mais elevado a partir de um nível mais detalhado

    Slice: compreende a extração de informações sumarizadas de um cubo de dados, a partir do valor de uma dimensão.

    Dice: é a extração de um "subcubo" ou a interseção de vários slices.

    Pivot: é o ângulo pelo qual os dados são vistos ou trocados. Na prática corresponde a modificação da posição das dimensões em um gráfico ou troca de linhas por colunas em uma tabela.

    • Drill across
      • ocorre quando o usuário pula um nível intermediário dentro de uma mesma dimensão
      • por exemplo: em uma dimensão com ano, mês e dia, ele pula do ano para o dia.
    • Drill Throught
      • ocorre quando o usuário passa de uma informação contida em uma dimensão para outra dimensão
  • Questão confusa, a parte "além de mudar a ordem das dimensões, mudando desta forma a orientação segundo a qual os dados são visualizados." dá a entender que se refere ao pivoteamento, conforme bibliografia e o próprio entendimento da FCC em outras questões como, por exemplo:

    (FCC / TCE-SP - 2010) A mudança de uma hierarquia (orientação) dimensional para outra tem sua realização facilitada em um cubo de dados por meio de uma técnica chamada:

    a) roteamento.

    b) pivoteamento.

    c) ROLAP.

    d) OLTP.

    e) MOLAP.

    Gab. B

    Logo, sob essa ótica, na minha humilde opinião (não sou especialista na área e to estudando a matéria pela primeira vez kkk), caberia tranquilo a resposta B ("pivot"). No entanto, o que eu acho que explica o posicionamento da banca para assinalar a alternativa A ("slice and dice"") é o começo do enunciado "Redução do escopo dos dados em análise". Ora, a técnica de pivoteamento consiste em mudar a orientação segundo o qual os dados são visualizados (como trocar linhas por colunas), sendo que ele não implica diretamente em uma redução de escopo. Já a técnica de slice and dice, por outro lado, consiste em diminuir o escopo, pois ela realiza uma seleção em uma dimensão do cubo ou a extração de subcubos.

    Espero ter ajudado alguém que tenha ficado em dúvida em relação ao gabarito, abraços.

  • A Drill Through capability allows users to view relational transactions that make up a multidimensional point in an OLAP Cube. The Drill-Through therefore brings to light data in the Cube constituted from the Data Source, which often is within an RDBMS.

    https://en.wikipedia.org/wiki/Online_analytical_processing


ID
192946
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Na normalização, a eliminação dos atributos multivalorados ocorre durante a aplicação da

Alternativas
Comentários
  • Uma relação está na 1FN se não contem tabelas alinhadas (grupo repetido ou colunas multivaloradas ou colunas não atomicas)
    Todos os atributos são atêmicos e divisíveis.
  • Para quem marcou 4FN: não confundir atributo multivalorado com dependência multivalorada.

  • 1 FN

    Não contém tabelas aninhadas.

    Contém estrutura com maior redundância.

     

    Garante que um atributo composto seja convertido para atributos individuais.

     

    São valores atômicos (ou indivisíveis). Ou seja, não contenham repetições dentro de um campo.

     

    Não Possui atributos multivalorados. Um atributo multivalorado é um atributo de uma entidade que pode, para cada instância possuir mais de um valor.

     

    Segundo C. J. Date: Uma variável de relação está em 1FN se e somente se, em todo valor válido dessa variável de relação, cada tupla contém exatamente um valor para cada atributo.


ID
192949
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

No endereçamento IPv4, o início da faixa de endereços privados reservada para a classe B é

Alternativas
Comentários
  • De acordo com a RFC 1918 (http://tools.ietf.org/html/rfc1918), a faixa de endereços privados para as classes de rede A, B e C são

    Classe A:      10.0.0.0 - 10.255.255.255 (10/8 prefix)
    Classe B:    172.16.0.0 - 172.31.255.255 (172.16/12 prefix)
    Classe C:    192.168.0.0 - 192.168.255.255 (192.168/16 prefix)


ID
192952
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

NÃO se trata de um sistema operacional utilizável em redes de computadores:

Alternativas
Comentários
  • bem tranquila:

    São SO:

     

    Linux,

    Windows NT

    Unix

    Novell Netware

     

  • Essa FCC faz cada questão besta. Aquela do Honeycomb foi mundial.
  • Kra, básico da FCC e de outras, sempre tem umas questões pra que você não zere e desista.


ID
192955
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

No modelo TCP/IP (4 camadas, tal como na RFC 1122 ou em Tanenbaum), a camada

Alternativas
Comentários
  • Esta imagem poderá ajudar a entender a questão:

    http://screencast.com/t/YTM4MjJjY

  • tcp-ip+&+OSI.bmp.jpg
     

  • Camada 1(Rede), corresponde as camadas 1(Física) e 2(Enlace) da camada OSI. 

    Camada 2(Internet) corresponde a camada 3(Rede) da camada OSI.

    Resposta correta letra C.

  • Tentei esquematizar para ajudar.

    Modelo OSI                                            Modelo  Internet ou TCP/IP

    7 - Aplicação                                         4 - Aplicação

    6 - Apresentação                                   4 - Aplicação

    5 - Sessão                                             4 - Aplicação

    4 - Transporte                                       3 - Transporte

    3 - Rede                                                2 - Internet

    2 - Enlace                                             1 - Rede

    1 - Física                                              1 - Rede 

  • Questao mal formulada, como o próprio enunciado diz: No modelo TCP/IP (4 camadas, tal como na RFC 1122). Essa RFC trata apenas das camadas Enlace, Rede e Transporte.

    Summary
    This is one RFC of a pair that defines and discusses the requirements for Internet host software.  This RFC covers the communications
    protocol layers: link layer, IP layer, and transport layer; its companion RFC-1123 covers the application and support protocols.

    https://tools.ietf.org/html/rfc1122

    Nao existe a camada FÍSICA na arquitetura TCP/IP, mais quando o examinador falar - OU em Tanenbaum - no livro da 4o edição do Tanenbaum ele cria um modelo híbrido de 5 camadas que ai sim, existe essa opcao. Complicado O_o

  • Alessando. Obviamente que a RFC vai tratar apenas das 3 camadas mais baixas porque, não é ela quem define como uma aplicação deve funcionar. A codificação de uma aplicação(ex: HTTP em relações de servidores web e browsers ou IRC para bate papo online) é uma codificação a parte do universo de redes. Imagina se para cada aplicação criada na terra tivesse que existir uma RFC?

    Outra: A RFC fala em exemplos onde o UDP/TCP devem prestar serviços(lembre-se do conceito de prestar serviço: uma camada presta serviços para uma camada imediatamente acima...) a exemplo da página 79- https://tools.ietf.org/html/rfc1122#page-79 - 4.1.4 UDP/APPLICATION LAYER INTERFACE

  • Letra C.

    Fazendo um adendo aos comentários:

    As camadas abaixo são defendidas por Tanenbaum e definidas nas RFCs 1122 e 1123.

    Aplicação
    Transporte
    Internet
    Enlace


    Mnemônico: EITA

    * A RFC 1122 diz que a camada de aplicação do modelo TCP engloba a aplicação e a apresentação do modelo OSI. Não leve isso para a prova, a não ser que especifique a RFC.

    "The application layer of the Internet suite essentially combines the functions of the top two layers -- Presentation and Application -- of the OSI reference model."

     

     

  • letra C

    bizu para lembrar cama OSI = AASTREF TCP/IP ATIR ou 3ATI2R

    agora cópia doJeferson

    Modelo OSI                                            Modelo  Internet ou TCP/IP

    7 - Aplicação                                         4 - Aplicação

    6 - Apresentação                                   4 - Aplicação

    5 - Sessão                                             4 - Aplicação

    4 - Transporte                                       3 - Transporte

    3 - Rede                                                2 - Internet

    2 - Enlace                                             1 - Rede

    1 - Física                                              1 - Rede 

  • Eu entendi que a camada 4 do modelo tcp/ip corresponde a camada 5 do osi na opção b. Isso ta errado ?


ID
192958
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

No modelo TCP/IP (4 camadas, tal como na RFC 1122 ou em Tanenbaum), os protocolos FTP, TCP e IP são respectivamente pertencentes às camadas

Alternativas
Comentários
  • TCP/IP

    4- Aplicação: (FTP)

    3- Transporte: (TCP)

    2- Inter-Rede: (IP)

    1- Host-Rede

  • Pessoal, quem estiver estudando pelo Kurose, fique atento:

    Kurose - TCP/IP

    5- Aplicação: (FTP)

    4- Transporte: (TCP)

    3- Inter-Rede: (IP)

    2 - Enlace

    1 - Física

  • Segundo Tanenbaum temos a seguinte imagem:

    pastedGraphic.pdf
     

    FTP: FTP significa File Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Arquivos), e é uma forma bastante rápida e versátil de transferir arquivos (também conhecidos como ficheiros), sendo uma das mais usadas na Internet. O FTP (RFC 959) é baseado no TCP, mas é anterior à pilha de protocolos TCP/IP, sendo posteriormente adaptado para o TCP/IP. É o padrão da pilha TCP/IP para transferir arquivos, é um protocolo genérico independente de hardware e do sistema operacional e transfere arquivos por livre arbítrio, tendo em conta restrições de acesso e propriedades dos mesmos. É um protocolo da camada de aplicação.
     

    Protocolo TCP: O TCP (acrônimo para o inglês Transmission Control Protocol) é um dos protocolos sob os quais assenta o núcleo da Internet. A versatilidade e robustez deste protocolo tornou-o adequado a redes globais, já que este verifica se os dados são enviados de forma correta, na sequência apropriada e sem erros, pela rede. O TCP, situado na camada de transporte do modelo OSI, foi projetado especificamente para oferecer um fluxo de bytes fim a fim confiável em uma inter-rede não confiável. Além disso o TCP administra os timers e executa retransmissões sempre que necessário, garantindo a entrega dos datagramas de forma apropriada. Também é sua função reordenar os datagramas enviados fora de ordem.

    Protocolo de Internet (em inglêsInternet Protocol, ou o acrónimo IP) é um protocolo de comunicação usado entre duas ou mais máquinas em rede para encaminhamento dos dados.

    Segue um resumo:



    pastedGraphic.pdf
  • Letra B.

     

    Apenas para reforçar, a famosa EITA:

    A RFC 1122 trata das camadas: link layer (Enlace), IP layer (Internet), and transport layer (Transporte), bem como, de maneira superficial, trata da camada de Aplicação;
    E a RFC RFC1123 aborda com maiores detalhes sobre a camada de Aplicação.

    Essas camadas tbém são as mesmas defendidas pelo Tanenbaum.

    Forouzan, Soares e Stallings defendem outras camadas.


ID
192961
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

O IPsec (processo de criptografia descrito na RFC 2406) determina que as implementações precisam pelo menos oferecer suporte ao algoritmo

Alternativas
Comentários
  • A compliant ESP implementation MUST support the following mandatory-to-implement algorithms:

    - DES in CBC mode [MD97]
    - HMAC with MD5 [MG97a]
    - HMAC with SHA-1 [MG97b]
    - NULL Authentication algorithm
    - NULL Encryption algorithm

    Fonte: http://www.ietf.org/rfc/rfc2406.txt

  • Na antiga RFC que vai da 2401 à 2412 era conhecido como "antigo IP-Sec" ou "IP-Sec v2" o suporte padrão era o MD5 e o DES.

    A partir de 2005 a arquitetura IPsec foi novamente renovada e expandida em uma terceira geração de RFCs (RFC 4301, 4302 e 4306, dentre outras), o que se convencionou chamar "IPsec-v3", ou "novo IPsec". Atualmente, o HMAC-SHA-1 e o AES-CBC de 128 bits são os algoritmos padrões para garantia de autenticidade, integridade e confidencialidade no IPsec, em substituição ao MD5 e ao DES.

    fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ipsec
  • Pegadinha da banca usando os números das RFCs...sacanagem pura...
  • Cryptographic algorithms


    HMAC-SHA1 for integrity protection and authenticity.

    TripleDES-CBC for confidentiality

    AES-CBC for confidentiality.

ID
192964
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

O padrão criptográfico AES foi projetado para

Alternativas
Comentários
  • Em Criptografia, o Advanced Encryption Standard (AES, ou Padrão de Criptografia Avançada, em português), também conhecido por Rijndael, é uma cifra de bloco adotada como padrão de criptografia pelo governo dos Estados Unidos. Espera-se que seja utilizado em todo o mundo e analisada extensivamente, assim como foi seu predecessor, o Data Encryption Standard (DES).

     

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Advanced_Encryption_Standard

  • O DES é composto por uma chave de 56 bits.Ele na época parecia ser invencível, porém com o o aumento no poder de processamento o DES foi considera vencível muitas vezes. A partir disso, surgiu o 3DES para solucionar a vulnerabilidade do DES. Esse novo padrão tinha 3 chaves de 56 bits, tendo uma força total de 168 bits. Mas o 3DES também foi vencido e um novo algoritmo surgiu o Advanced Encryption Standard (AES), o qual possuia chaves com tamanho variando entre 128, 192 ou 256 bits.

    RESPOSTA: D
  • DES

    • Composto por uma chave de 56 bits

    • Chave simétrica

    • Utiliza

      • Deslocamento de bits

      • Substituição de bits

    3DES

    • Evolução do DES

    • 3 chaves de 56 bits

    AES

    • Advanced Encryption Standard

    • Surgiu para substituir o DES e o 3DES

    • Possui chaves com tamanhos de 128, 192 ou 256 bits


    http://dropsti.blogspot.com/2014/05/criptografia.html


ID
192967
Banca
FCC
Órgão
MPE-RN
Ano
2010
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

O IPsec fornece a capacidade de proteger comunicações. Seu uso tem como exemplos:

I. O estabelecimento de conectividade de extranet e intranet com parceiros.

II. A melhoria da segurança no comércio eletrônico.

III. O acesso remoto seguro por meio da Internet.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • o que eh q IPSEC tem a ver com comercio eletronico? nada a ver....

    só é usado pra VPN....

  • Eu errei também.
    Mas pensando bem, a questão foi colocada de forma muito genérica.
    Para o item I, pode-se imaginar um cenário em que os parceiros utilizam uma VPN dedicada para acessar serviços internos (extranet ou intranet).
    Para o item II (esse é mais difícil), pode-se imaginar um cenário em que o protocolo IPSec é utilizado entre servidores internos (BD, aplicação) e o servidor WEB. Assim, a sua conexão com o sítio de comércio eletrônico é protegida por TLS/SSL, mas o IPSec é usado internamente, e pode sim ocasionar a "melhoria da segurança no comércio eletrônico".
    Como foi colocado de forma muito genérica, fica difícil estar errado mesmo.

  • A melhor idéia de uso do IPSEC com comercio eletrônico seria imaginar o protocolo no IPv6 (onde ele é nativo). Mas até onde eu sei o SSL/TLS é o padrão de fato para o comércio eletrônico.

  • Ao meu ver, o que faz ligação com parceiros é a extranet, por isso discordo do gabarito....