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Prova UEG - 2006 - TJ-GO - Técnico Judiciário - Arquivologia


ID
1278016
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O MENINO QUE MORREU AFOGADO (fragmento)

Bernardo Élis

Já tinha um horror de gente na beira do rio quando o delegado chegou. O corpo nu do menino estendia-se na areia. Frio. Empazinado.

O delegado sentenciou que estava morto. Embora todos já soubessem disso, o espanto foi geral. E houve um silêncio mau, sarcasticamente cheio de reflexões. Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.”

Agora o cadaverzinho estava estendido na praia. O delegado esbravejou contra essas mulheres que botam filhos no mundo e não lhes dão educação, não cuidam deles.

- Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada!
- Ah, é?!

Começaram a calçar no menino a calcinha suja e remendada.

Aqueles meninos da rua da Beira do Rio viviam dentro dágua o que dava o dia. O rio era a escola deles. Sua diversão, seu mundo enfim. As águas claras e mansas davam-lhes o carinho que o trabalho não deixava as mães lhes dar. Davam-lhes brinquedos que a falta de cobre negava. Para os meninos ricos, havia Papai Noel. Para os da rua da beira do Rio, enchente.

Eles ficavam imaginando uma cheia que cobrisse as casas da rua de Baixo. Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados. Naquela noite de fim de dezembro, o rio roncou feito um danado. De manhã, a luz morta do dia punha reflexos idiotas nos redemoinhos traiçoeiros das águas barrentas. No meio, a correnteza se encrespava em saltos selvagens, em saracoteios lúbricos, numa volúpia diabólica de destruição.

O menino enfincou um pauzinho na areia da praia, marcando a orla das águas. Com pouco, sumiu tudo.

- Capaz do rio passar pro riba da ponte.

Depois foram nadar na vargem. Mas o rio estava enfezado, trombudo, cheio de instintos criminosos e arrebatou o menino.

- Quem morreu, descansou. Vamos cuidar dos vivos - disse o delegado. E o povo riu, porque a presença incômoda da morte rondava friamente a criança arroxeada.

ÉLIS, Bernardo. Seleta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 19-20.

No segundo parágrafo, a seqüência de períodos e orações iniciados pelo termo “que” justificam-se pelo fato de o narrador

Alternativas
Comentários
  • gabarito letra D.

    Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.” 

  • Que, aqui na questão refere-se aos discursos de vários personagens


ID
1278019
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O MENINO QUE MORREU AFOGADO (fragmento)

Bernardo Élis

Já tinha um horror de gente na beira do rio quando o delegado chegou. O corpo nu do menino estendia-se na areia. Frio. Empazinado.

O delegado sentenciou que estava morto. Embora todos já soubessem disso, o espanto foi geral. E houve um silêncio mau, sarcasticamente cheio de reflexões. Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.”

Agora o cadaverzinho estava estendido na praia. O delegado esbravejou contra essas mulheres que botam filhos no mundo e não lhes dão educação, não cuidam deles.

- Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada!
- Ah, é?!

Começaram a calçar no menino a calcinha suja e remendada.

Aqueles meninos da rua da Beira do Rio viviam dentro dágua o que dava o dia. O rio era a escola deles. Sua diversão, seu mundo enfim. As águas claras e mansas davam-lhes o carinho que o trabalho não deixava as mães lhes dar. Davam-lhes brinquedos que a falta de cobre negava. Para os meninos ricos, havia Papai Noel. Para os da rua da beira do Rio, enchente.

Eles ficavam imaginando uma cheia que cobrisse as casas da rua de Baixo. Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados. Naquela noite de fim de dezembro, o rio roncou feito um danado. De manhã, a luz morta do dia punha reflexos idiotas nos redemoinhos traiçoeiros das águas barrentas. No meio, a correnteza se encrespava em saltos selvagens, em saracoteios lúbricos, numa volúpia diabólica de destruição.

O menino enfincou um pauzinho na areia da praia, marcando a orla das águas. Com pouco, sumiu tudo.

- Capaz do rio passar pro riba da ponte.

Depois foram nadar na vargem. Mas o rio estava enfezado, trombudo, cheio de instintos criminosos e arrebatou o menino.

- Quem morreu, descansou. Vamos cuidar dos vivos - disse o delegado. E o povo riu, porque a presença incômoda da morte rondava friamente a criança arroxeada.

ÉLIS, Bernardo. Seleta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 19-20.

No diálogo “ — Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada”, está pressuposto que

Alternativas
Comentários
  • gabarito letra C.

     Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada

  • IGNORAVA no sentido de nem sabia de nada.


ID
1278022
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O MENINO QUE MORREU AFOGADO (fragmento)

Bernardo Élis

Já tinha um horror de gente na beira do rio quando o delegado chegou. O corpo nu do menino estendia-se na areia. Frio. Empazinado.

O delegado sentenciou que estava morto. Embora todos já soubessem disso, o espanto foi geral. E houve um silêncio mau, sarcasticamente cheio de reflexões. Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.”

Agora o cadaverzinho estava estendido na praia. O delegado esbravejou contra essas mulheres que botam filhos no mundo e não lhes dão educação, não cuidam deles.

- Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada!
- Ah, é?!

Começaram a calçar no menino a calcinha suja e remendada.

Aqueles meninos da rua da Beira do Rio viviam dentro dágua o que dava o dia. O rio era a escola deles. Sua diversão, seu mundo enfim. As águas claras e mansas davam-lhes o carinho que o trabalho não deixava as mães lhes dar. Davam-lhes brinquedos que a falta de cobre negava. Para os meninos ricos, havia Papai Noel. Para os da rua da beira do Rio, enchente.

Eles ficavam imaginando uma cheia que cobrisse as casas da rua de Baixo. Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados. Naquela noite de fim de dezembro, o rio roncou feito um danado. De manhã, a luz morta do dia punha reflexos idiotas nos redemoinhos traiçoeiros das águas barrentas. No meio, a correnteza se encrespava em saltos selvagens, em saracoteios lúbricos, numa volúpia diabólica de destruição.

O menino enfincou um pauzinho na areia da praia, marcando a orla das águas. Com pouco, sumiu tudo.

- Capaz do rio passar pro riba da ponte.

Depois foram nadar na vargem. Mas o rio estava enfezado, trombudo, cheio de instintos criminosos e arrebatou o menino.

- Quem morreu, descansou. Vamos cuidar dos vivos - disse o delegado. E o povo riu, porque a presença incômoda da morte rondava friamente a criança arroxeada.

ÉLIS, Bernardo. Seleta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 19-20.

Assinale a alternativa em que NÃO há a presença do sentido figurado nos trechos transcritos:

Alternativas
Comentários
  • “Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados.


ID
1278025
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O MENINO QUE MORREU AFOGADO (fragmento)

Bernardo Élis

Já tinha um horror de gente na beira do rio quando o delegado chegou. O corpo nu do menino estendia-se na areia. Frio. Empazinado.

O delegado sentenciou que estava morto. Embora todos já soubessem disso, o espanto foi geral. E houve um silêncio mau, sarcasticamente cheio de reflexões. Logo, porém, vieram comentários: “que o menino estava vadiando no rio cheio e deu um de-ponta. Que demorou a voltar à tona. Os outros meninos gritaram, berraram. Que o vendeiro veio correndo, mergulhou também. Chegaram mais pessoas. Depois meia hora o corpo passava na passagem e um velho o tirou. Que isso, que aquilo, que era sucuri que tinha ali.”

Agora o cadaverzinho estava estendido na praia. O delegado esbravejou contra essas mulheres que botam filhos no mundo e não lhes dão educação, não cuidam deles.

- Mas a mãe dele era a cozinheira da pensão e nem sabia de nada!
- Ah, é?!

Começaram a calçar no menino a calcinha suja e remendada.

Aqueles meninos da rua da Beira do Rio viviam dentro dágua o que dava o dia. O rio era a escola deles. Sua diversão, seu mundo enfim. As águas claras e mansas davam-lhes o carinho que o trabalho não deixava as mães lhes dar. Davam-lhes brinquedos que a falta de cobre negava. Para os meninos ricos, havia Papai Noel. Para os da rua da beira do Rio, enchente.

Eles ficavam imaginando uma cheia que cobrisse as casas da rua de Baixo. Então só os telhados ficariam de fora. Poderiam dar de-pontas da torre da igreja, ir nadando de casa em casa, fazer barquinhos e sair remando por entre os telhados. Naquela noite de fim de dezembro, o rio roncou feito um danado. De manhã, a luz morta do dia punha reflexos idiotas nos redemoinhos traiçoeiros das águas barrentas. No meio, a correnteza se encrespava em saltos selvagens, em saracoteios lúbricos, numa volúpia diabólica de destruição.

O menino enfincou um pauzinho na areia da praia, marcando a orla das águas. Com pouco, sumiu tudo.

- Capaz do rio passar pro riba da ponte.

Depois foram nadar na vargem. Mas o rio estava enfezado, trombudo, cheio de instintos criminosos e arrebatou o menino.

- Quem morreu, descansou. Vamos cuidar dos vivos - disse o delegado. E o povo riu, porque a presença incômoda da morte rondava friamente a criança arroxeada.

ÉLIS, Bernardo. Seleta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 19-20.

Em relação ao verbo “sentenciar”, na passagem “O delegado sentenciou que estava morto”, pode-se afirmar principalmente que

Alternativas

ID
1278028
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

São órgãos integrantes do Poder Judiciário:

Alternativas
Comentários
  • Art. 92 CF.

  • Gabarito letra d).

     

    CF, Art. 92. São órgãos do Poder Judiciário:

     

    I - o Supremo Tribunal Federal;

     

    I-A o Conselho Nacional de Justiça; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) (SEM FUNÇÃO JURISDICIONAL)

     

    II - o Superior Tribunal de Justiça;

     

    II-A - o Tribunal Superior do Trabalho; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 92, de 2016). ATENÇÃO: ADICIONADO ANO PASSADO.

     

    III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais;

     

    IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho;

     

    V - os Tribunais e Juízes Eleitorais;

     

    VI - os Tribunais e Juízes Militares;

     

    VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios.

     

     

    *OBS. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Tribunal Marítimo e o Tribunal de Contas da União, dos Estados, do Município e dos Municípios não são orgãos do Poder Judiciário, apesar de seus respctivos nomes.

     

     

    ** Ministério Público (Art. 127), Advocacia Pública (Art. 131), Advocacia (Bancas usam a expressão Advocacia Privada e também está correto. Art. 133) e Defensoria Pública (Art. 134) = FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA.

     

    DICA: RESOLVER A Q339131

     

     

     

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  • A questão exige conhecimento acerca da organização constitucional do Poder Judiciário. Conforme a CF/88, temos que:

    Art. 92. São órgãos do Poder Judiciário: I - o Supremo Tribunal Federal; I-A o Conselho Nacional de Justiça; II - o Superior Tribunal de Justiça; II-A - o Tribunal Superior do Trabalho;  III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais; IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho; V - os Tribunais e Juízes Eleitorais; VI - os Tribunais e Juízes Militares; VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios.

    Diante do diploma constitucional sobredito, não são órgãos do Poder Judiciário:

    Tribunal de Contas da União;

    Superior Tribunal de Justiça Desportiva;

    Tribunal arbitral;

    Ministério Público Federal;

    Ministério Público da União;

    Advocacia Geral da União;

    Defensoria Pública da União;

    Conselho Nacional do Ministério Público;

    Conselho Federal de Justiça.

    Diante do diploma constitucional sobredito, a alternativa que recruta corretamente órgãos do Poder Judiciário é a “D”.

    GABARITO DA QUESTÃO: D.


ID
1278031
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ
Assuntos

Sobre o Conselho Nacional de Justiça, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Alternativa (b)


    Constituição Federal

    Art. 103-B. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros com mandato de 2 (dois) anos, admitida 1 (uma) recondução, sendo: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 61, de 2009)

    XIII dois cidadãos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)


ID
1278034
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Nos termos da Constituição Estadual, são órgãos do Poder Judiciário Estadual:

Alternativas
Comentários
  • Artigo 41 da Constituição do Estado de Goiás,(Do Poder Judiciário)
      Os juízes de direito, os Conselhos de Justiça Militar e o Tribunal de Justiça Militar


  • Questão muito antiga e desatualizada!


    Art. 41 - São órgãos do Poder Judiciário Estadual:

    I - o Tribunal de Justiça;

    II - os Juízes de Direito;

    III - o Tribunal de Justiça Militar;

    IV - os Conselhos de Justiça Militar;

    V – os Juizados Especiais e as Turmas Recursais dos Juizados Especiais;
    - Redação dada pela Emenda Constitucional nº 46, de 09-09-2010, D.A. de 09-09-2010.- Vide Leis nºs 12.832, de 15-1-96. (DO. de 22-1-96), e 13.111, de 16-7-97, (DO. de 22-7-97)

    V - os Juizados Especiais; 
    - Redação original

    VI - a Justiça de Paz;

    VII - os tribunais inferiores. 
    - Revogado pela Emenda Constitucional nº 46, de 09-09-2010, D.A. de 09-09-2010, art. 5º, V.

    VIII – os Tribunais do Júri.
    - Acrescido pela Emenda Constitucional nº 46, de 09-09-2010, D.A. de 09-09-2010.


  • Erro crasso cometido por quem fez o regulamento e a questão. Não existe Poder Judiciário Estadual ou Federal. Poder Judiciário é uno e indivisível, o que se pode conceituar é Justiça Estadual e Justiça Federal. Poder Judiciário é, no máximo, nacional, não federal ou estadual.

  • GABARITO A

    Os órgãos são:

    -Tribunal de Justiça

    -Os juízes de direito

    -Tribunal de Justiça Militar

    -Conselhos da Justiça Militar

    -Juizados Especiais e as Turmas recursais dos JEs

    -Juízes de Paz

    -Tribunais do Juri

  • GABARITO A

    Os órgãos são:

    1-Tribunal de Justiça

    2-Os juízes de Direito

    3-Tribunal de Justiça Militar

    4-Conselhos da Justiça Militar

    5-Juizados Especiais e as Turmas recursais dos JEs

    6-Juízes de Paz

    7-Tribunais do Juri

  • Vale lembrar:

    Lei 9.129/81:

    Art.12 - O Poder Judiciário é exercido pelos seguintes órgãos: I - Tribunal de Justiça; II - Juízes de Direito; III - Juízes Substitutos; III – Juízes de Paz; IV - Juízes Militares.

    e

    Const. do Estado de GO:

    Art. 41 - São órgãos do Poder Judiciário Estadual:

    I - o Tribunal de Justiça;

    II - os Juízes de Direito;

    III - o Tribunal de Justiça Militar;

    IV - os Conselhos de Justiça Militar;

    V os Juizados Especiais e as Turmas Recursais dos Juizados Especiais;

    VI - a Justiça de Paz;

    VIII os Tribunais do Júri.

  • Cuidado pra não confundirem Órgãos do Poder Judiciário (Lei 9.129), com Órgãos do Poder Judiciário Estadual (Constituição do Estado de Goiás), com Órgãos Integrantes do Tribunal de Justiça (Lei 9.129)

    - Órgãos do Poder Judiciário (Lei 9.129)

    • Tribunal de Justiça
    • Juízes de Direito
    • Juízes Substitutos
    • Juízes Militares

    - Órgãos do Poder Judiciário Estadual (Constituição do Estado de Goiás)

    • Tribunal de Justiça
    • Juízes de Direito
    • Tribunal de Justiça Militar
    • Conselhos de Justiça Militar
    • Juizados Especiais e as Turmas Recursais dos Juizados Especiais
    • Justiça de Paz
    • Tribunais do Júri

    - Órgãos Integrantes do Tribunal de Justiça (Lei 9.129)

    • Tribunal Pleno (42 desembargadores)
    • Órgão Especial (NÃO ESTÁ NO COJ ANTIGO) [19 desembargadores + Presidente + Vice-Presidente + Corregedor-Geral de Justiça]
    • Câmaras Cíveis Reunidas (atuais Seções Cíveis, são 2, compostas por 15 desembargadores cada uma)
    • Câmaras Criminais Reunidas (atuais Seções Criminais, é apenas 1, composta por 10 desembargadores)
    • Câmaras Cíveis Isoladas (atuais Câmaras Cíveis, são 6, compostas por 5 desembargadores cada uma)
    • Câmaras Criminais Isoladas (atuais Câmaras Criminais, são 2, compostas por 5 desembargadores cada uma)
    • Presidência (mandato de 2 anosproibida a reeleição / terá 4 Juízes Auxiliares (3 da entrância final e 1 da entrância inicial/intermediária)
    • Vice Presidência (mandato de 2 anosproibida a reeleição)
    • Conselho de Magistratura (Conselho Superior de Magistratura, são 7 desembargadores + Presidente + Vice-Presidente + Corregedor-Geral de Justiça)
    • Corregedoria de Justiça (Corregedoria Geral de Justiça, terá 3 Juízes Auxiliares da entrância final)
    • Comissões Permanentes (Seleção e Treinamento - 7 desembargadores; Jurisprudência e Documentação - 7 desembargadores; Distribuição e Coordenação - 3 desembargadores; Informatização - 7 desembargadores; Regimento e Organização - 7 desembargadores)

    GABARITO: A)


ID
1278037
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Em conformidade com a Constituição Estadual, a condição para um Município ser erigido à sede de comarca é atingir população estimada em

Alternativas
Comentários
  • Art. 42 - Todo Município, ao atingir população estimada em seis mil habitantes, será

    erigido à condição de sede de comarca, cabendo ao Tribunal de Justiça promover sua instalação no

    prazo de dois anos ( Constiuição do Estado de Goiás)


ID
1278040
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre os denominados writs constitucionais, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  •  a) Conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de comunicação, por ilegalidade, abuso de poder ou censura. errada não é comunicação é locomoção.5º, LXVIII CR  b) Conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, amparável por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público. errada não é amparável e não amparada. art 5º, LXIX CR  c) As ações de habeas corpus e habeas data dependem do recolhimento antecipado de custas e outras despesas judiciais, na forma da lei. errada são gratuitos.art. 5º, LXXVII CR. d) Conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e das liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania. correta, art. 5º, LXXI CR.

  • Quando estudamos fica tão facil...

    kkkk

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a alternativa CORRETA. Para resolvê-la, exige-se do candidato conhecimento acerca dos denominados writs constitucionais. Vejamos:

    A. ERRADO.

    Art. 5, LXVIII, CF. Conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder.

    B. ERRADO.

    Art. 5, LXIX, CF. Conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público.

    C. ERRADO.

    Art. 5º, LXXVII, CF. São gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data, e, na forma da lei, os atos necessários ao exercício da cidadania.

    D. CERTO.

    Art. 5, LXXI, CF. Conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania.

    GABARITO: ALTERNATIVA D.

  • Sobre a alternativa A, o correto seria por

    "por ilegalidade ou abuso de poder"

    "Conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de comunicação, por ilegalidade, abuso de poder ou censura."

    Gabarito D

    Qualquer erro, corrijam-me.


ID
1278043
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Nos termos da Constituição Federal de 1988, à União, aos Estados e ao Distrito Federal compete legislar concorrentemente sobre:

Alternativas
Comentários
  • Nossa, aqui a banca foi leviana. Colocou incisos parecidos e cobrou a literalidade da lei: competência concorrente.  Ele não quer saber competência comum. Quem marcou a D, pode perceber isso.

    Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

    VII - preservar as florestas, a fauna e a flora;

    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

    X - criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas


    OBS: Quando se trata de competências, é pouco frequente o inciso X. Os primeiros incisos são mais recorrentes.

    ATENÇÃO É TUDO. 

  • PRESERVAR AS FLORESTAS, A FAUNA E A FLORA - COMPETÊNCIA COMUM 

     

    LEGISLAR SOBRE FLORESTAS, CAÇA, PESCA, FAUNA - COMPETÊNCIA CONCORRENTE

     

     


ID
1278046
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

São garantias constitucionais dadas aos juízes, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Art.95. Os juízes gozam das seguintes garantias:

    I � vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

    II � inamovibilidade, salvo por motivo de interesse público, na forma do art.93, VIII;

    III � irredutibilidade de subsídio, ressalvado o disposto nos arts. 37, X e XI, 39, § 4º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)


    Bons estudos.

  • GABARITO: C

    Art. 95. Os juízes gozam das seguintes garantias:

    I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

    II - inamovibilidade, salvo por motivo de interesse público, na forma do art. 93, VIII;

    III - irredutibilidade de subsídio, ressalvado o disposto nos arts. 37, X e XI, 39, § 4º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I. 

  • Livre convencimento motivado. O juiz é soberano na análise das provas produzidas nos autos. Deve decidir de acordo com o seu convencimento. Cumpre ao magistrado dar as razões de seu convencimento. Decisão sem fundamentação é nula pleno jure (CF 93 IX). Não pode utilizar-se de fórmulas genéricas que nada dizem. Não basta que o juiz, ao decidir, afirme que defere ou indefere o pedido por falta de amparo legal; é preciso que diga qual o dispositivo de lei que veda a pretensão da parte ou interessado e porque é aplicável no caso concreto. (NERY JÚNIOR, 2004, p. 519).

    https://jus.com.br/artigos/48356/o-principio-da-motivacao-das-decisoes-judiciais-e-o-respeito-a-cidadania

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a alternativa certa. Para resolvê-la, exige-se do aluno conhecimento acerca do Poder Judiciário. Vejamos:

    Art. 95, CF. Os juízes gozam das seguintes garantias:

    I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

    II - inamovibilidade, salvo por motivo de interesse público, na forma do art. 93, VIII;

    III - irredutibilidade de subsídio, ressalvado o disposto nos arts. 37, X e XI, 39, § 4º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I. 

    Assim:

    A. ERRADO.

    Vitaliciedade é a garantia adquirida em primeiro grau somente após dois anos de efetivo exercício do cargo ou no instante da posse aos membros nos tribunais, mesmo àqueles que tenham ingressado na carreira através do quinto constitucional.

    B. ERRADO.

    O subsídio dos magistrados não pode sofrer reduções. O Supremo Tribunal Federal entende que essa irredutibilidade se refere ao valor nominal do subsídio e não ao real.

    C. CERTO.

    Não se trata de garantia constitucional dada aos juízes. O Ordenamento Jurídico brasileiro é regido pelo princípio da obrigatoriedade da motivação das decisões judiciais que determina que o juiz deve expor as razões de seu convencimento pautado em aspectos racionais.

    Um ato discricionário, por sua vez, oferece determinada margem de liberdade ao administrador, que poderá, dado certo caso concreto, analisar e optar, dentre duas ou mais alternativas, pela aquela que for mais conveniente e oportuna.

    Esta escolha, porém, será sempre feita dentro dos limites da lei e do interesse público. Existindo, inclusive, princípios limitadores dos atos discricionários, tais como a indisponibilidade do interesse público, a legalidade, proporcionalidade e razoabilidade.

    D. ERRADO.

    A inamovibilidade é a garantia que assegura ao juiz a impossibilidade de remoção, sem a sua anuência, a qualquer título, do cargo que ocupa, salvo por motivo de interesse público, após deliberação do tribunal ao qual se encontra vinculado ou do Conselho Nacional de Justiça, pelo voto da maioria absoluta, assegurada ampla defesa.

    Art. 93, III, CF. O ato de remoção ou de disponibilidade do magistrado, por interesse público, fundar-se-á em decisão por voto da maioria absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça, assegurada ampla defesa.

    Gabarito: ALTERNATIVA C.


ID
1278049
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considera-se entidade da Administração Pública com personalidade jurídica própria de direito público:

Alternativas
Comentários
  •  Art. 5º Para os fins desta lei, considera-se:

     I - Autarquia - o serviço autônomo, criado por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada.


    Gabarito A.


  • AUTARQUIA

    FUNDAÇÃO PÚBLICA

    EMPRESA PÚBLICA

    SOC. ECON.

    MISTA

    Atividade

    Típica Estado

    Serv. Público

    Atípica Estado

    Serv. Público

    (área social)

    Atípica Estado

    Serv. Público ou

    atividade

    econômica

    Atípica Estado

    Serv. Público ou

    atividade

    econômica

    Exemplo

    INSS, Bacen

    IBGE, Ipea

    CEF,

    Correios

    Petrobras, BB

    Fim lucrativo

    NÃO

    NÃO

    PODE

    PODE

    Personalidade

    jurídica

    Direito Público

    Direito Público

    ou Direito

    Privado

    Direito Privado

    Direito Privado

    Pessoal

    Servidor Público

    Empregado

    Público

    Servidor Público

    Empregado

    Público

    Empregado

    Público

    Empregado

    Público

    Regime Jurídico

    Estatutário

    CLT

    Estatutário

    CLT

    CLT

    CLT

    Capital

    100% público

    >50% público

    Tipo de sociedade

    Qualquer tipo

  • Autarquia

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a alternativa CORRETA. Para resolvê-la, exige-se do candidato conhecimento acerca da Administração Pública. Vejamos:

    A. CERTO. Autarquia.

    São pessoas jurídicas de Direito Público interno, criadas por lei específica (Art. 37, XIX, CF), às quais é atribuída, para seu melhor funcionamento, autonomia administrativa, econômica e financeira para o exercício de algum serviço público típico do Estado. E: INSS, IBAMA, INCRA, FUNAI etc.

    B. ERRADO. Secretaria de Estado.

    Trata-se de órgão público da Administração direta. Pergunta-se, qual a diferença entre pessoas e órgãos?

    As pessoas, também denominadas de entidades, possuem personalidade jurídica, e, portanto, são titulares de direitos e obrigações. Já os órgãos, por sua vez, são entes despersonalizados, não possuindo personalidade jurídica, logo, não podendo ser sujeitos de direitos e obrigações. Vejamos o que a lei do processo administrativo federal afirma:

    Art. 1º Esta Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

    § 2º Para os fins desta Lei, consideram-se:

    I - órgão - a unidade de atuação integrante da estrutura da Administração direta e da estrutura da Administração indireta;

    II - entidade - a unidade de atuação dotada de personalidade jurídica;

    Assim, temos como exemplo de pessoa jurídica a União, e como órgão, o Ministério das Relações Exteriores. Assim, o Ministério das Relações Exteriores é uma pessoa diferente da União? Evidente que não. Trata-se, na verdade, de um órgão da União. Assim, tudo que for realizado pelo Ministro das Relações Exteriores será considerado como realizado pela própria União, pois é ela a detentora da personalidade e titular de direitos e obrigações.

    Dito isso, entende-se como órgão público da Administração direta, as unidades de atuação integrante da estrutura da Administração direta, como os ministérios e as secretarias.

    C. ERRADO. Empresa pública.

    São pessoas jurídicas de Direito Privado, constituída com capital exclusivamente público, cuja criação é autorizada por lei, sob qualquer forma jurídica admitida que objetivam a prestação de serviços públicos ou a exploração de atividade econômica (art. 3º, Lei 13.303/16). Ex: Infraero.

    D. ERRADO. Gabinete Civil da Governadoria.

    Trata-se de órgão público da Administração direta. Explicação supra.

    GABARITO: ALTERNATIVA E.

    Fonte: Pavione, Lucas. Direito Administrativo. Coleção Resumos Para Concursos. Organizações Frederico Amado, Lucas Pavione. Salvador: Ed. JusPodivm, 2018.


ID
1278055
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

A Região Metropolitana de Goiânia foi criada pela Lei Complementar n. 27, de 30 de dezembro de 1999. Entre seus objetivos estão aqueles de pensar políticas governamentais para os municípios que se encontram integrados social e economicamente a Goiânia. Sobre a Região Metropolitana de Goiânia, é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • As políticas de uso e regulação do solo urbano na Região Metropolitana de Goiânia são definidas e executas em comum acordo com todos os municípios.  letra D

     

  • que comentário relevante uau

  • A Letra D está errada. Não há acordo comum entre todos os municípios para regulamentação do uso do solo urbano- ambos são independentes neste sentido e fazem suas respectivas LEIS e Regulamentos. Um bom artigo a se estudar sobre a questão está neste link: www.meioambiente.go.gov.br/noticias/690-planejamento-nos-municipios-da-regiao-metropolitana-de-goiania.html

    Gabarito Letra D)


ID
1278058
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

A partir dos anos 1980, incorpora-se cada vez mais na sociedade goiana a consciência da importância da proteção ambiental e do resgate das tradições históricas. Qual das alternativas abaixo NÃO está relacionada a essa mudança de mentalidade?

Alternativas
Comentários
  • GABARITO B

     

    existe uma extrama incoerencia no item: um shoping centers está extremamente ligado ao cosumismo capitalista.

  • Se apega ao enunciado da questão !!!


  • (desvinculada do consumismo capitalista)

    GABARITO B.

    PMGO.

  • GAB / B

    ..

    ERRO da 'B"

    (desvinculada do consumismo capitalista)

  • sabe aquela questão, nada haver?

  • Questão que exige do candidato mera interpretação de texto.

    O avaliador nesta questão questiona qual atitude não condiz com uma maior conscientização ambiental e de resgaste das tradições históricas.

    Ora, das alternativas apresentadas, apenas aquela que trata sobre shopping centers não está alinhada com o pensamento suscitado.

    A construção de um shopping center não se relaciona com a preservação do meio ambiente, muito pelo contrário, e também não é um resgate das raízes culturais, já que esse tipo de estabelecimento não faz parte da nossa formação cultural histórica.

    Resposta: B

  • Desvinculado ao consumismo capitalista? Oi? kk

    Por eliminação, dá pra marcar a letra B.

    Mas é extremamente incoerente a afirmação exposta na alternativa B.


ID
1278061
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

No ano de 2001, a Cidade de Goiás foi reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Todas as alternativas a seguir foram importantes para escolha do título, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • A cidade de Goiás é muito bonita, mas não tem nada de luxuosa como as cidades mineiras, pelo contrário é bem simples. Letra C.

  • Ouro Preto e Vila Rica sao a mesma cidade! Vila Rica era o antigo nome de Ouro Preto-MG.

  • Gabarito: c) A imponência e o luxo de sua arquitetura colonial, idêntica à das cidades históricas mineiras, como Ouro Preto e Vila Rica.

     

    "Ninguém precisa acreditar em você além de você mesmo."

  • Questões de bancas não tradicionais, um pouco perigosas. Pelo fato de a alternativa E caminhar para estar correta também, tendo em vista que não é um dos pilares para ser reconhecida pela UNESCO o alto investimento, de qualquer património histórico. Dessa forma escolha a menos errada!

  • A imponência e o luxo de sua arquitetura colonial, idêntica à das cidades históricas mineiras, como Ouro Preto e Vila Rica.

    GABARITO C

    PMGO.

  • Arquitetura da Cidade de Goiás é Barroca

  • A questão faz referência ao título concedido pela Unesco, em dezembro de 2001, à cidade de Goiás (conhecida como Goiás Velho) de Patrimônio Histórico da Humanidade.

    Na ocasião, houve o reconhecimento de que a memória, a cultura e a arquitetura da cidade constituem características únicas representativas do passado colonial, bem como são testemunha das experiências coletivas e individuais partilhadas por uma mesma cultura.

    O único item, portanto, que não condiz com o título é a informação de que a imponência e o luxo de sua arquitetura colonial é idêntica à das cidades históricas mineiras, como Ouro Preto e Vila Rica.

    Gabarito: C.


ID
1278064
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Digitando no Microsoft Word 2003, em sua configuração padrão, o texto “Ela exerce a função de secretaria e também a de gerencia da obra”, percebe-se que, mesmo marcando o idioma como português e solicitando a correção ortográfica, o software não é capaz de informar a necessidade de acentuação nas palavras “secretária” e “gerência”. Isso ocorre porque

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: C. O word não corrige, pois as palavras secretaria e gerencia são verbos, portanto já existem no dicionário.

    ps: Sílaba tônica nesse caso está em negrito


ID
1278070
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

A utilização dos recursos de automação tornou-se atualmente uma realidade para grande parte das organizações. Contudo, a estrutura de computação disponível é subutilizada, pois grande parte dos processos de trabalho da organização está apenas parcialmente apoiada pela automação e outras partes não são ainda apoiadas pela informática. De acordo com essa situação, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Que questão tosca. 

  • ???

    Fiquei na dúvida entre a a letra C e D. Onde está o erro da letra D?


ID
1278073
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Muitos sites da Internet usam janelas pop-up para exibir mensagens de marketing, convites diversos etc. Em alguns casos, esse “assédio” incomoda o internauta a ponto de ser necessário o bloqueio do aparecimento de tais janelas. Para proceder o bloqueio de janelas pop-up, utilizando Internet Explorer em sua última versão (Windows XP), deve-se fazer o seguinte:

Alternativas

ID
1280122
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Os arquivos, desde o princípio, foram constituídos para responder às demandas específicas de cada época e refletem, nos dias atuais, as atividades desenvolvidas por essas sociedades. Dentro deste princípio, os povos que se destacaram em organização de arquivos na antiguidade foram:

Alternativas

ID
1280125
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

O primeiro país a adotar a concepção de arquivo como instrumento da administração do governo, no século XVI, foi

Alternativas

ID
1280128
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A adoção da teoria das três idades, a partir da segunda metade do século XX, revolucionou as técnicas arquivísticas e, em conseqüência, a arquivologia e o uso dos arquivos. Segundo essa teoria, os arquivos passam por três estágios distintos de arquivamento de acordo com o uso que se faz do documento:

Alternativas
Comentários
  • Classificação

     

    Entidade mantenedora: público, privado, familiar.

    Natureza dos documentos: especial ou especializado

    Natureza do assunto dos documentos: ostensivo ou sgiloso

    Estágios de evolução: corrente, intermediário e permanente (foi o que a questão chamou de "estágios de arquivamento")

    Extensão de atuação: setoriais ou gerais

  • corrente → corre → tramita (consulta frequente)


    intermediário → transitoriedade (consulta não frequente)


    permanente → preservados sempre (matéria-prima da história


ID
1280131
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

O procedimento arquivístico que deve preceder à organização de arquivos para que ela seja considerada pertencente à metodologia científica de tratamento dos arquivos é a elaboração de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B.

    De posse dos dados coletados, o especialista estará habilitado a analisar objetivamente a real situação dos serviços de arquivo e a fazer seu diagnóstico para formular e propor as alterações e medidas mais indicadas, em cada caso, a serem adotadas no sistema a ser implantado. O diagnóstico seria, portanto, uma constatação dos pontos de atrito, de falhas ou lacunas existentes no complexo administrativo; enfim, das razões que impedem o funcionamento eficiente do arquivo.

                Fonte: Paes (2005, p. 36)


  • Diagnóstico de arquivos: Análise das informações básicas (quantidade, localização, estado físico, condições de armazenamento, grau de crescimento, freqüência de consulta) sobre arquivos, a fim de implantar sistemas e estabelecer programas de transferência, recolhimento, microfilmagem, conservação e demais atividades.

     

    GABARITO B

    BONS ESTUDOS


ID
1280134
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

O diagnóstico arquivístico deve contemplar o levantamento administrativo da organização, sendo imprescindível, para a atividade de classificação dos documentos, o conhecimento

Alternativas
Comentários
  • Na arquivística, assim como em muitas áreas do conhecimento humano, antes de qualquer intervenção técnico-administrativa é necessário que seja realizado um exame da situação presente para que seja planejada e implementada a ação futura. Assim, por exemplo, é quando o médico examina o paciente, com a finalidade de identificar sintomas e assim prescrever-lhes o melhor caminho. Diagnóstico, desse modo, é definido como a análise detalhada dos vários aspectos relacionados à estrutura e ao funcionamento do arquivo, considerando segundo Lopes (2009) a possibilidade de construir, por meio desse instrumento a “imagem do concreto”

    http://www.ccsa.ufpb.br/arqv/contents/documentos/089SimoneFranciscodaSilva.pdf


ID
1280137
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Classificação é a operação técnica destinada a organizar a documentação

Alternativas
Comentários
  • Classificação é atividade de protocolo ao receber o documento.


ID
1280140
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A gestão da informação arquivística aplicada a processos judiciais deve prever

Alternativas
Comentários
  • Como assim docs sigilosos sao registrados?


ID
1280143
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

O departamento de pessoal do Tribunal de Justiça do Estado possui cerca de 5.000 dossiês de funcionários ordenados de acordo com o método de arquivamento alfabético e deve adotar, no momento da transferência dos dossiês, o procedimento de

Alternativas

ID
1280146
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Os procedimentos de tramitação de documentos estão relacionados com o controle

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B.


    Workflow

        É a gestão dos fluxos de trabalho. É a tecnologia que permite gerenciar de forma proativa qualquer processo de negócio das empresas. Garante o acompanhamento constante de todas as atividades e um aumento de produtividade com objetividade e segurança. O workflow também atua como um integrador de vários sistemas e tecnologias específicas.


    Fonte: Arquivologia Facilitada, 2ª Edição, pág. 90.


ID
1280149
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Os sistemas de autuação e controle de documentos de primeira idade devem proporcionar a recuperação da informação pelo

Alternativas
Comentários
  • número do registro, nome do interessado e assunto do documento.


ID
1280152
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A atividade de avaliação de documentos é intelectual e tem como produto a tabela de temporalidade. Esta atividade deve ser precedida pela

Alternativas
Comentários
  • primeiro classifica, depois avalia.


ID
1280155
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A tabela de temporalidade é um instrumento da gestão de documentos e tem como característica ser

Alternativas
Comentários
  •  

     

  • Que houve com essa A e B ein?!

  • kkkk até li duas vezes a A e a B! deve ter sido erro do QC ao transpor as questões para o site.


ID
1280158
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

O estudo da tipologia documental em arquivologia tem como objeto

Alternativas
Comentários
  • Tipo Documental: "é a configuração que assume a espécie documental de acordo com a atividade que a gerou". (BELLOTTO, 2004)

  • Tipologia Documental é o estudo que tem como objeto os tipos documentais, e entendidos como a configuração que assume a espécie documental de acordo com a atividade que a gerou, a natureza do conteúdo, ou técnica de registro. TIPO DOCUMENTAL = ESPÉCIE + FUNÇÃO Exemplos de tipologia documental:

    Ata de reunião da CIPA

    Contrato de locação de imóvel

    Contrato de prestação de serviço

    Contrato de trabalho

    Fonte: BELLOTTO.

  • O estudo da tipologia documental em arquivologia tem como objeto

    B) a lógica orgânica dos conjuntos documentais.


ID
1280161
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Conforme suas características de forma e conteúdo, os documentos podem ser classificados segundo o

Alternativas

ID
1280164
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A operação de arranjo é a ordenação dos conjuntos documentais remanescentes das eliminações ditadas pelas tabelas de temporalidade. Para tanto, deve-se observar a

Alternativas

ID
1280167
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

O arranjo é uma atividade intelectual e prática que se baseia, principalmente, em um princípio da arquivologia, a saber:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D.

    O princípio de respeito aos fundos ou princípio da proveniência é aquele segundo o qual os arquivos originários de uma instituição ou de uma pessoa devem manter sua individualidade, não sendo misturados aos de origem diversa.

    É o princípio teórico-metodológico fundamental da teoria arquivística. De acordo com esse princípio, os arquivos devem ser organizados por fundos de documentos, de modo a se respeitar a origem dos documentos. Também chamado de princípio do respeito aos fundos. Estes não podem ser misturados a outros fundos, isto é, devem ser organizados pela origem dos arquivos. A partir desse princípio básico, tem-se a ideia de pertinência territorial, segundo a qual os arquivos devem ficar custodiados em seu território de produção.


    Fonte: João Tiago e Leonardo Reis

  • "Em Arquivologia entende-se por arranjo a ordenação dos documentos em fundos, a ordenação das séries dentro dos fundos e, se necessário, dos itens documentais dentro das séries". (PAES, 2004, p.122)


ID
1280170
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A terceira idade dos arquivos refere-se a documentos de valor secundário, cujo significado é:

Alternativas
Comentários
  • Acho que (A) está incorreta:


    Os valores inerentes aos documentos públicos são de duas categorias: valores primários, para a própria entidade onde se originaram os documentos, e valores secundários, para outras entidades e utilizadores privados. Os documentos nascem do cumprimento dos objetivos para os quais um órgão foi criado – administrativos, fiscais, legais e executivos. Esses usos são, é lógico, de primeira importância. Mas os documentos oficiais são preservados em arquivos por apresentarem valores que persistirão por muito tempo ainda depois de cessado seu uso corrente e porque os seus valores serão de interesse para outros que não os utilizadores iniciais.

                Fonte: Schellenberg (2006, p. 180)


    Segundo João Tiago e Leonardo Reis —   Valor Secundário ou Histórico

        Qualidade informativa que um documento pode possuir depois de esgotada sua utilização primária (vigência administrativa). O mesmo que valor mediato do documento. São documentos de valor mediato e de guarda permanente aqueles que devem ser preservados por força das informações neles contidas, como fonte de pesquisa para a história e memória de uma instituição.


ID
1280173
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Os instrumentos da descrição arquivística auxiliam o pesquisador porque

Alternativas

ID
1280176
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A norma internacional de descrição arquivística – ISAD (G), elaborada pelo Conselho Internacional de Arquivos, propõe padronizar a descrição arquivística a partir de uma estruturação

Alternativas

ID
1280179
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Como centro de custódia de documentos que podem testemunhar as relações passadas entre o Estado e o cidadão, um arquivo público define sua posição na estrutura administrativa e assegura seu papel no contexto social que integra, realizando as atividades de

Alternativas

ID
1280182
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A atividade educativa é inerente aos arquivos públicos, mas aflora circunstancialmente na atualidade. Dentro deste contexto, é primordial o desenvolvimento das seguintes ações:

Alternativas

ID
1280185
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A lei que dispõe sobre a política nacional dos arquivos públicos e privados no Brasil é a

Alternativas
Comentários
  • Saber o número E O ANO da lei é importante! Outra banca questionou também recentemente o número da Lei, vide questão abaixo:

     

    Ano: 2016

    Banca: IF-TO

    Órgão: IF-TO

    Prova: Técnico em Arquivo

    Assinale a alternativa que corresponde à lei que define a Política Nacional de Arquivos no Brasil.

     a) Lei nº 8.195/1991

     b) Lei nº 8.191/1991

     c) Lei nº 8.159/1991

     d) Lei nº 8.159/1990

     e) Lei nº 8.195/1990

  • c) Lei nº 8.159/1991


ID
1280188
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

O Decreto n. 1.173, de 29 de junho de 1994, e o n. 1.461, de 25 de abril de 1995, revogados pelo Decreto n. 4.073, de 3 de janeiro de 2002, regulamentam o Conselho Nacional de Arquivos – Conarq. Entre suas competências destaca-se a de definir

Alternativas

ID
1280191
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A salvaguarda dos documentos de arquivo, bem como a classificação em categoria de documentos públicos e sigilosos é regulamentada pelo

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ID
1280194
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A Lei n. 5.433, de 8 de maio de 1968, regulamentada pelo Decreto n. 1.799, de 30 de janeiro de 1996, dispõe sobre a

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Comentários
  • LEI Nº 5.433, DE 8 DE MAIO DE 1968.

    RegulamentoRegula a microfilmagem de documentos oficiais e dá outras providências.

  •  microfilmagem de documentos.

  • microfilmagem de documentos.

  • GABARITO: LETRA C

    LEI Nº 5.433, DE 8 DE MAIO DE 1968.

    Regula a microfilmagem de documentos oficiais e dá outras providências.


ID
1280197
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A microfilmagem e a digitalização são procedimentos arquivísticos utilizados pela quase totalidade dos países membros da ONU. Dentro desta perspectiva, o Conselho Internacional de Arquivos – CIA define que

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ID
1280200
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A partir de 1990, com o impacto das novas tecnologias, o mercado exige uma atuação mais direta dos profissionais de arquivo. No entanto, vale ressaltar que

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  • "Tudo muda o tempo todo"


ID
1280203
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A conservação engloba um conjunto de procedimentos adotados para otimizar a preservação do acervo e a adequação do seu local de guarda. Para a construção de um arquivo, deve-se observar:

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ID
1280206
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A diferença básica entre conservação e restauração de documentos consiste em que a primeira é

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  • Gabarito A. Vamos entender?


    Nesse sentido, a conservação é um conjunto de ações estabilizadoras que visam a desacelerar o processo de degradação de documentos por meio de controle ambiental e de tratamentos específicos. A conservação busca, assim, estender a vida útil do documento, procurando mantê-lo o mais próximo possível do estado físico em que foi criado.

        A restauração, por sua vez, deve ser entendida como um conjunto de medidas que objetivam a estabilização ou a reversão de danos físicos ou químicos adquiridos pelo documento ao longo do tempo e do uso, intervindo de modo a não comprometer sua integridade e seu caráter histórico



ID
1280209
Banca
UEG
Órgão
TJ-GO
Ano
2006
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Nos países de clima tropical, a temperatura e a umidade relativa do ar recomendadas para áreas de guarda do acervo são, respectivamente, de:

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  • Gabarito D.


    De acordo com os autores João Tiago e Leonardo Reis — "temperatura e umidade: temperaturas muito altas ou baixas aceleram a degradação dos documentos. Por isso, tanto a umidade relativa do ar quanto a temperatura devem ser controladas. Todos os materiais encontrados nos acervos são higroscópicos, isto é, absorvem e liberam umidade muito facilmente e, portanto, expandem-se e contraem-se com as variações de temperatura e umidade relativa do ar. Essas variações dimensionais aceleram o processo de deterioração e provocam danos visíveis aos documentos, ocasionando o craquelamento de tintas, ondulações nos papéis e nos materiais de revestimento de livros, danos nas emulsões de fotos etc. O mais recomendado é manter a temperatura o mais próximo possível de 22°C e a umidade relativa de 45% a 55%, evitando-se de todas as formas as oscilações de temperatura e umidade relativa do ar. A medição da temperatura se faz com uso de termômetro, a da umidade ocorre por meio de higrômetro, podendo-se utilizar também o termo-higrômetro (aparelho medidor da umidade e temperatura simultaneamente). O termo-higrômetro é também chamado de termo-higrógrafo".