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Prova Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ - 2015 - Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ - Assistente Social


ID
1741945
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

Entre os argumentos empregados pelo autor para fundamentar seu ponto de vista, pode-se incluir:

Alternativas

ID
1741948
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

De acordo com o texto de Frei Betto, pode-se afirmar corretamente que:

Alternativas

ID
1741951
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

“como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença" – último parágrafo. De acordo com as normas referentes à língua padrão escrita, há inadequação no emprego do pronome relativo destacado em:

Alternativas
Comentários
  • Só se usa ONDE em referência a local.
  • Onde: O advérbio onde indica o lugar em que algo ou alguém está e deve ser utilizado para expressar ideia de lugar. 

    Aonde: Assim como o advérbio onde, também é usado para indicar lugar em que algo ou alguém está, contudo, deve-se observar se o verbo com o qual ele se relaciona exige a preposição “a”. Caso haja a necessidade da preposição, ela deve ser agregada à palavra onde para formar o vocábulo aonde. O advérbioaonde transmite a ideia de lugar para o qual se vai, ou seja, destino ou movimento. 


ID
1741954
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

A palavra pesticidas é empregada várias vezes no texto: um radical presente nessa palavra tem o sentido de “matar". Há erro na indicação do significado de:

Alternativas
Comentários
  • Fratricida: aquele que mata o próprio irmão ou irmã.


ID
1741957
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

“O modelo monocultor [...] não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial" – 6º parágrafo. A conjunção em destaque estabelece entre as orações a relação lógica de:

Alternativas
Comentários
  • Nem = e não


    Conectores mais comuns das orações coordenadas aditivas são:

    e, nem, e não, mas também, como também, outrossim...

  • Aditivas: ligam orações ou palavras, expressando ideia de acrescentamento ou adição.

     

    São elas: e, nem (= e não), não só... mas também, não só... como também, bem como, não só... mas ainda.


ID
1741960
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

Muitos agricultores ____ que venenos e adubos químicos ____ tudo. Por isso, uma parte deles ____ doses maiores que o recomendado e _____ épocas de colheita. Além disso, cada vez se torna mais frequente que ____ a enxada e os métodos tradicionais de cultivo.

As lacunas dessa frase são preenchidas corretamente, tendo em vista a concordância, pelas seguintes formas verbais: 

Alternativas
Comentários
  • Não se emprega mais o  acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados".

    Desse modo, as formas corretas passaram a ser creem, deem, leem e veem.



ID
1741963
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

O acento gráfico torna-se necessário em razão da mesma regra de acentuação nas palavras agrupadas em:

Alternativas
Comentários
  • Aos colegas que não têm acesso: OPÇÃO C

    Importância e Equilíbrio são paroxítonas e são acentuadas por terminarem em ditongo crescente.

  • câncer - saúde : paroxítona terminada em 'r' / paroxítona acentuada devido a regra do hiato 

    consórcio - prejuízos: paroxítona terminada em ditongo / paroxítona acentuada deviado a regra do hiato

    importância - equilíbrio: paroxítona terminada em ditongo / paroxítona terminada em ditongo (ambas iguais -> correta)

    agrotóxicos - incalculáveis: proparoxítona / paroxítona terminada em ditongo 

  • GABARITO: LETRA C

    Regra de Acentuação para Paroxítonas

    Acentuam-se as terminadas em ditongo crescente ou decrescente (seguido ou não de s), -ão(s) e -ã(s), tritongo e qualquer outra terminação (l, n, um, r, ns, x, i, is, us, ps), exceto as terminadas em -a(s), -e(s), -o(s), -em(-ens).

    Ex.: história, cáries, jóquei(s); órgão(s), órfã, ímãs; águam, enxáguem;

    fácil, glúten, fórum, caráter, prótons, tórax, júri, lápis, vírus, fórceps.

    FONTE: A GRAMÁTICA PARA CONCURSOS PÚBLICOS 3ª EDIÇÃO FERNANDO PESTANA.


ID
1741966
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

O hífen é necessário em má-formação – 2º parágrafo e em bem-sucedidas – 12º parágrafo. Assim como nessas palavras, o uso do hífen está correto em:

Alternativas
Comentários
  • ----------------------------------------------------------------------------

    Prefixo "extra": correto é extrauterino

    Obs.: O mesmo ocorre com o prefixo "contra". O correto é contraindicação.

    Apenas em dois casos se usa o hífen: os dois casos estão no âmbito das normas gerais

    a) quando o elemento seguinte se inicia pela mesma vogal que termina o prefixo: extra-alcance,extra-amazônico, extra-atmosférico;

    b) quando o elemento seguinte se inicia por hextra-hispânico, extra-hospitalar, extra-humano.

    ----------------------------------------------------------------------------

    Prefixo "não": o correto é "não fumante" Com o novo acordo ortográfico, o prefixo "não" perdeu o hífen em todas as situações, mantendo as palavras separadas.

    ----------------------------------------------------------------------------

    Prefixo "recém": gabarito

    Os prefixos oxítonos terminados em "-em", graficamente acentuados, sempre são presos por hífen ao termo subsequente. É o que justifica grafias como "além-mar", "além-túmulo", "além-fronteiras", "aquém-mar", recém-nascido, recém-inaugurado etc.

    Note que o hífen nesses casos independe da letra inicial do segundo termo. Ele ocorre em qualquer situação. Essa regra não sofreu alteração com a reforma ortográfica.

    ----------------------------------------------------------------------------

    RESUMO:

    Prefixo "extra" >> depende, leva hífen se a palavra seguinte começar com "h" ou com a vogal que terminar o prefixo

    Prefixo "contra" >> depende, leva hífen se a palavra seguinte começar com "h" ou com a vogal que terminar o prefixo

    Prefixo "não" >> nunca leva hífen e as palavras ficam separadas

    Prefixo "recém" >> sempre leva hífen

  • RECÉM-NASCIDO.

  • SEMPRE TEM HÍFEN:
    Prefixos: Ex, sem, além, aquém, recém, vice, pré, pró, pós (estes 3 últimos quando tônicos)

    Ex: pré-histórico, vice-presidente, auquém-mar, além-tumulo, sem-terra, pós-graduado, ex-aluno.

  • NÃO SE USA O HÍFEN COM AS PALAVRAS NÃO E QUASE, ao possuir FUNÇÃO PREFIXAL. EX.: NÃO VIOLÊNCIA, NÃO AGRESSÃO, QUASE DELITO.

  • O hífen é necessário em má-formação – 2º parágrafo e em bem-sucedidas – 12º parágrafo. Assim como nessas palavras, o uso do hífen está correto em:


    MALFORMAÇÃO E MÁ-FORMAÇÃO, ambas estão corretas. Já a palavra "máformação" ( sem hífen ) não existe a uma porque sim, decora e pronto; a dois porque é ilógico palavra acentuada anterior a terceira sílaba de trás para frente, isso não existe na língua portuguesa.


    "BEM-SUCEDIDAS" com a semântica de sucesso, é com hífen. Além, aquém, bem, ex, super, pós, pré, pró, recém, sem, sota, soto, vice e vizo sempre exigem hífen, como em recém-formado e além-túmulo.



    A) extra-uterino.

    INCORRETO. Os prefixos AUTO, CONTRA, EXTRA, INFRA, INTRA, NEO, PROTO, PSEUDO, SEMI, SUPRA, ULTRA, ANTE, ANTI, ARQUI e SOBRE passaram a exigir hífen diante de palavras iniciadas pela consoante H ou por vogal idêntica à do prefixo. Exemplos: Auto-hipnose / contra-hegemonia / extra-atividade / proto-história / arqui-inimigo / sobre-humano / sobreaviso.


    Portanto, a correta escrita da palavra é EXTRAUTERINO. Extrauterino não tem hífen após o prefixo extra devido ao fato de que uterino nem começa com H e nem começa com A ( que é a letra que termina o prefixo extra).



    @juniortelesoficial

  • B) não-fumante.

    INCORRETO. Após a reforma ortográfica o uso do prefixo NÃO passou a ser usado sem hífen. Portanto, o correto é "NÃO FUMANTE". Outros exemplos: Não verbal, não concluído, não poluente.



    @juniortelesoficial

  • C) recém-nascido.

    CORRETO. ALÉM, AQUÉM, BEM, EX, SUPER, PÓS, PRÉ, PRÓ, RECÉM, SEM, SOTA, SOTO, VICE e VIZO sempre exigem hífen. Exemplos: Recém-formado / além-túmulo / super-homem / ex-namorado / vice-diretor.



    @juniortelesoficial

  • D) contra-indicação.

    INCORRETO. Os prefixos AUTO, CONTRA, EXTRA, INFRA, INTRA, NEO, PROTO, PSEUDO, SEMI, SUPRA, ULTRA, ANTE, ANTI, ARQUI e SOBRE passaram a exigir hífen diante de palavras iniciadas pela consoante H ou por vogal idêntica à do prefixo. Exemplos: Auto-hipnose / contra-hegemonia / extra-atividade / proto-história / arqui-inimigo / sobre-humano / sobreaviso.



    Portanto, o correto é CONTRAINDICAÇÃO.




    @juniortelesoficial

  • recém-nascido

  • Letras diferentes não tem hífen e são juntas: neoliberalismo, extraoficial

    Letras iguais atraem o hífen: anti-inflamatório, arqui-inimigo


ID
1741969
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

Considerando o contexto, a afirmativa correta acerca do uso de sinais de pontuação é:

Alternativas
Comentários
  • Penso da seguinte maneira:


    Letra a) - Está correto dizer que não pode haver separação com virgula entre o sujeito e o verbo da frase. Entretanto, a vígula não poderia vir após a palavra 'nós' e não 'conta', como diz a alternativa.


    Letra b) - Gabarito.


    Letra c) - não haveria nenhum problema em colocar os dois pontos após a palavra 'setor'. Seu uso não prejudicaria a inteligibilidade do segmento subsequente.


    Letra d) - A expressão 'ou seja' deve SEMPRE vir entre vírgulas. 


ID
1741972
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

            Texto: Insustentabilidade dos agrotóxicos

      O Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos no cultivo de alimentos. Cerca de 20% dos pesticidas fabricados no mundo são despejados em nosso país. Um bilhão de litros ao ano: 5,2 litros por brasileiro! Ao recorde quantitativo soma-se o drama de autorizarmos o uso das substâncias mais perigosas, já proibidas na maior parte do mundo por causarem danos sociais, econômicos e ambientais.

      Pesquisas científicas comprovam os impactos dessas substâncias nas vidas de trabalhadores rurais, consumidores e demais seres vivos, revelando como desencadeiam doenças como câncer, disfunções neurológicas e má-formação fetal, entre outras. [...]

      O poder das transnacionais que produzem agrotóxicos (uma dúzia delas controla 90% do que é ofertado no mundo) permite que o setor garanta a autorização desses produtos danosos nos países menos desenvolvidos, mesmo já tendo sido proibidos em seus países de origem.

      As pesquisas para a emissão de autorizações analisam somente os efeitos de cada pesticida isoladamente. Não há estudos que verifiquem a combinação desses venenos que se misturam no ambiente e em nossos organismos ao longo dos anos.

      É insustentável a afirmação de que a produção de alimentos, baseada no uso de agrotóxicos, é mais barata. Ao contrário, os custos sociais e ambientais são incalculáveis. Somente em tratamentos de saúde há estimativas de que, para cada real gasto com a aquisição de pesticidas, o poder público desembolsa R$1,28 para os cuidados médicos necessários. Essa conta todos nós pagamos sem perceber.

      O modelo monocultor, baseado em grandes propriedades e utilização de agroquímicos, não resolveu nem irá resolver a questão da fome mundial (872 milhões de desnutridos, segundo a FAO).

      Esse sistema se perpetua com a expansão das fronteiras de cultivo, já que ignora a importância da biodiversidade para o equilíbrio do solo e do clima, fazendo com que as áreas utilizadas se degradem ao longo do tempo. Ele cresce enquanto há novas áreas a serem incorporadas, aumentando a destruição ambiental e o êxodo rural.

      Em um planeta finito, assolado por desequilíbrios crescentes, a terra fértil e saudável é cada vez mais preciosa para garantir a sobrevivência dos bilhões de seres humanos.

      Infelizmente não há meio termo nesse setor. É impossível garantir a qualidade, a segurança e o volume da produção de alimentos dentro desse modelo degradante. Não há como incentivar o uso correto de pesticidas. Isso não é viável em um país tropical como o Brasil, em que o calor faz roupas e equipamentos de segurança, necessários para as aplicações, virarem uma tortura para os trabalhadores.

      Há que buscar solução na transição agroecológica, ou seja, na gradual e crescente mudança do sistema atual para um novo modelo baseado no cultivo orgânico, mantendo o equilíbrio do solo e a biodiversidade, e redistribuindo a terra em propriedades menores.

      Isso facilita a rotatividade e o consórcio de culturas, o combate natural às pragas e o resgate das relações entre os seres humanos e a natureza, valorizando o clima e as espécies locais.

     Existem muitas experiências bem-sucedidas em nosso país e em todo o mundo, que comprovam a viabilidade desse novo modelo. Até em assentamentos da reforma agrária há exemplos de como promover a qualidade de vida, a justiça social e o desenvolvimento sustentável. [...]

     A outra opção é seguir nos iludindo com os falsos custos dos alimentos, envenenando nossa terra, reduzindo a biodiversidade, promovendo a concentração de renda, a socialização dos prejuízos e a criação de hospitais especializados no tratamento de câncer, como ocorre em Unaí (MG), onde se multiplicam os casos dessa gravíssima doença, devido ao cultivo tóxico de feijão.

Frei Betto. Disponível em: http://www.freibetto.org/index.php/ artigos/14-artigos/33-

                                        insustentabilidade-dos-agrotoxicos. Acesso em 8/05/2015.

Na página 13 do Manual de Redação Oficial da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, lê-se:

A escolha das palavras e das estruturas determina, portanto, a expressão do pensamento e garante a inteligibilidade da mensagem. Assim, é inadmissível que a Redação Oficial apresente incorreções, coloquialismos, gírias, expressões regionais e “burocratês", tipo de linguagem administrativa, constituída de formas arcaicas, inadequadas ao contexto contemporâneo.

Essa recomendação é observada na escrita da seguinte frase:

Alternativas
Comentários
  • a) "há muitos anos atrás" = redundância, pleonasmo

    b) excesso de conectivos e sem conexão clara das ideias

    c) "rogou-se aos responsáveis repensar e que considerassem..." = deveria ser "rogou-se aos responsáveis que repensassem e que considerassem..."


ID
1741975
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Segundo o Código Penal Brasileiro, a conduta de acusar-se, perante a autoridade, de crime inexistente ou praticado por outrem caracteriza crime de:

Alternativas
Comentários
  • a) fraude processual:

     Art. 347 - Inovar artificiosamente, na pendência de processo civil ou administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de induzir a erro o juiz ou o perito:

      Pena - detenção, de três meses a dois anos, e multa.

     b) autoacusação falsa: 

      Art. 341 - Acusar-se, perante a autoridade, de crime inexistente ou praticado por outrem:

      Pena - detenção, de três meses a dois anos, ou multa.

    c) favorecimento pessoal:

    Art. 348 - Auxiliar a subtrair-se à ação de autoridade pública autor de crime a que é cominada pena de reclusão:

      Pena - detenção, de um a seis meses, e multa.

    d) denunciação caluniosa:

     Art. 339. Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente:

      Pena - reclusão, de dois a oito anos, e multa.


  • GABARITO B

     

    A resposta já se encontra no enunciado, ao citar a conduta exigida no tipo penal: "auto acusar-se..."  

     

    Autoacusação falsa 

    É para CRIME, o tipo penal não cita contravenção penal. 

     

  •  b) autoacusação falsa: 

     Art. 341 - Acusar-se, perante a autoridade, de crime inexistente ou praticado por outrem:

     Pena - detenção, de três meses a dois anos, ou multa.

    #PMGO

  • A) Fraude Processual

    CP Art. 347 - Inovar artificiosamente, na pendência de processo civil ou administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de induzir a erro o juiz ou o perito:

    Pena - detenção, de três meses a dois anos, e multa.

    Parágrafo único - Se a inovação se destina a produzir efeito em processo penal, ainda que não iniciado, as penas aplicam-se em dobro.

    -----------------

     B) Autoacusação Falsa 

     CP Art. 341 - Acusar-se, perante a autoridade, de crime inexistente ou praticado por outrem:

     Pena - detenção, de três meses a dois anos, ou multa. [Gabarito]

    -----------------

    C) Favorecimento Pessoal Art. 348

    -----------------

    .

    D) Denunciação Caluniosa

    CP Art. 339. Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente:

    Pena - reclusão, de dois a oito anos, e multa.

    § 1º - A pena é aumentada de sexta parte, se o agente se serve de anonimato ou de nome suposto.

    § 2º - A pena é diminuída de metade, se a imputação é de prática de contravenção.

  • A questão exige conhecimento dos delitos previstos na Parte Especial do Código Penal (CP).

    Analisando as alternativas.

    Letra A: incorreta. O delito de fraude processual traz conduta diversa, como nos mostra o art. 347, do CP: “Art. 347 - Inovar artificiosamente, na pendência de processo civil ou administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de induzir a erro o juiz ou o perito”.

    Letra B: correta. A conduta narrada amolda-se perfeitamente ao delito de autoacusação falsa, previsto no art. 341, do CP, confira-se: “Art. 341 - Acusar-se, perante a autoridade, de crime inexistente ou praticado por outrem”.

    Letra C: incorreta. O delito de favorecimento pessoal traz conduta diversa, como nos mostra o art. 348, do CP: “Art. 348 - Auxiliar a subtrair-se à ação de autoridade pública autor de crime a que é cominada pena de reclusão”.

    Letra D: incorreta. O delito de denunciação caluniosa traz conduta diversa, como nos mostra o art. 339, do CP: “Art. 339. Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente”.

    Gabarito: Letra B.

  • Com vistas a responder à questão, devem ser analisadas as alternativas constantes dos seus itens a fim de verificar qual delas corresponde ao delito mencionado no enunciado. 
    Item (A) -  O crime de fraude processual está tipificado no artigo 347 do Código Penal que tem a seguinte redação: "Inovar artificiosamente, na pendência de processo civil ou administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de induzir a erro o juiz ou o perito". A conduta  descrita no enunciado da questão, com toda a evidência não corresponde ao tipo penal mencionado neste item, sendo a presente alternativa falsa.
    Item (B) - O delito de autoacusação falsa encontra-se tipificado no artigo 341 do Código Penal, que assim dispõe: "acusar-se, perante a autoridade, de crime inexistente ou praticado por outrem." A conduta descrita no enunciado da questão enquadra-se de modo perfeito na conduta típica que configura o delito de autoacusação falsa, sendo a assertiva contida neste item correta.
    Item (C) - O crime de favorecimento pessoal está tipificado no artigo 348 do Código Penal, que conta com a seguinte redação: "auxiliar a subtrair-se à ação de autoridade pública autor de crime a que é cominada pena de reclusão". Com toda a evidência, a conduta descrita no enunciado da questão não se subsome ao tipo penal atinente ao crime de favorecimento pessoal. Assim sendo, a alternativa constante deste item é falsa.
    Item (D) - O crime de denunciação caluniosa está previsto no artigo 339, do Código Penal, que tem a seguinte redação: "dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente". A conduta descrita no enunciado da questão não configura, por óbvio, o crime de denunciação caluniosa, sendo a presente alternativa falsa.


    Gabarito do professor: (B)
  • GABARITO - B

    Acrescentando- O delito de autoacusação falsa não incide sobre contravenções

    diferente dos crimes de Denunciação caluniosa e da comunicação falsa de crime.

    Bons estuds!


ID
1741978
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Segundo o Código Penal Brasileiro, a conduta de ordenar, autorizar ou promover a oferta pública ou a colocação no mercado financeiro de títulos da dívida pública sem que tenham sido criados por lei ou sem que estejam registrados em sistema centralizado de liquidação e de custódia caracteriza o seguinte crime:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra C: crime de oferta pública ou colocação de títulos no mercado: 

    Art. 359-H. Ordenar, autorizar ou promover a oferta pública ou a colocação no mercado financeiro de títulos da dívida pública sem que tenham sido criados por lei ou sem que estejam registrados em sistema centralizado de liquidação e de custódia: 

      Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.

  • GABARITO C

     

    Todos os crimes contra as Finanças Pùblicas exigem o DOLO.

  • Contratação de operação de crédito: Ordenar, autorizar ou realizar operação de crédito, interno ou externo, SEM prévia autorização legislativa.

    Inscrição de despesas não empenhadas em restos a pagar: Ordenar ou autorizar a inscrição em restos a pagar, de despesa que não tenha sido previamente empenhada ou que exceda limite estabelecido em lei.

    Assunção de obrigação no último ano do mandato ou legislatura: Ordenar ou autorizar a assunção de obrigação, nos dois últimos quadrimestres do último ano do mandato ou legislatura, cuja despesa não possa ser paga no mesmo exercício financeiro ou, caso reste parcela a ser paga no exercício seguinte, que não tenha contrapartida suficiente de disponibilidade de caixa.

    Ordenação de despesa não autorizada: Ordenar despesa não autorizada por lei.

    Prestação de garantia graciosa: Prestar garantia em operação de crédito sem que tenha sido constituída contragarantia em valor igual ou superior ao valor da garantia prestada, na forma da lei.

    Não cancelamento de restos a pagar: Deixar de ordenar, de autorizar ou de promover o cancelamento do montante de restos a pagar inscrito em valor superior ao permitido em lei.

    Aumento de despesa total com pessoal no último ano do mandato ou legislatura: Ordenar, autorizar ou executar ato que acarrete aumento de despesa total com pessoal, nos 180 dias anteriores ao final do mandato ou da legislatura.

    Oferta pública ou colocação de títulos no mercado: Ordenar, autorizar ou promover a oferta pública ou a colocação no mercado financeiro de títulos da dívida pública sem que tenham sido criados por lei ou sem que estejam registrados em sistema centralizado de liquidação e de custódia.




  • A questão versa sobre os delitos previstos na Parte Especial do Código Penal (CP), pedindo a correta tipificação da conduta descrita no comando.

    Analisando as alternativas.

    Letra A: incorreta. Inexiste o mencionado delito. O termo apresentado assemelha-se com o delito de oferta pública ou colocação de títulos no mercado (art. 359-H, do CP) e com o delito de inscrição de despesas não empenhadas em restos a pagar (art. 359-B, do CP).

    Letra B: incorreta. O delito de ordenação de despesa não autorizada apresenta conduta diversa, como nos mostra o art. 359-D, do CP: “Art. 359-D. Ordenar despesa não autorizada por lei”.

    Letra C: correta. A conduta narrada no comando amolda-se perfeitamente àquela prevista no delito de oferta pública ou colocação de títulos no mercado, previsto no art. 359-H, do CP.

    Letra D: incorreta. Inexiste tal delito. Trata-se de um termo aleatório inspirado nos delitos previstos no Título XI (Dos Crimes Contra a Administração Pública), Capítulo IV (Dos Crimes Contra as Finanças Públicas), do CP.

    Gabarito: Letra C.

  • Para responder à questão, é preciso identificar qual das alternativas constantes dos seus itens corresponde à conduta descrita no seu enunciado.
    A conduta descrita no enunciado da questão configura o delito de "oferta pública ou colocação de títulos no mercado" tipificado no artigo 359-H do Código Penal e que tem a seguinte redação "ordenar, autorizar ou promover a oferta pública ou a colocação no mercado financeiro de títulos da dívida pública sem que tenham sido criados por lei ou sem que estejam registrados em sistema centralizado de liquidação e de custódia".
    Com efeito, a alternativa correta é a constante do item (C) da questão.

    Gabarito do professor: (C)



  • Para responder à questão, é preciso identificar qual das alternativas constantes dos seus itens corresponde à conduta descrita no seu enunciado.
    A conduta descrita no enunciado da questão configura o delito de "oferta pública ou colocação de títulos no mercado" tipificado no artigo 359-H do Código Penal e que tem a seguinte redação "ordenar, autorizar ou promover a oferta pública ou a colocação no mercado financeiro de títulos da dívida pública sem que tenham sido criados por lei ou sem que estejam registrados em sistema centralizado de liquidação e de custódia".
    Com efeito, a alternativa correta é a constante do item (C) da questão.

    Gabarito do professor: (C)



  • Segundo o art. 359-H do Código Penal, constitui crime de oferta pública ou colocação de títulos no mercado, ordenar, autorizar ou promover a oferta pública ou a colocação no mercado financeiro de títulos da dívida pública sem que tenham sido criados por lei ou sem que estejam registrados em sistema centralizado de liquidação e de custódia. Vamos comentar todas as alternativas.

    a) Errado. A oferta pública sem restos a pagar não constitui crime. A banca misturou oferta pública ou colocação de títulos no mercado com o crime de inscrição de despesas não empenhadas em restos a pagar (art. 359-B)

    b) Errado. Esse crime está previsto no art. 359-D:

     Art. 359-D. Ordenar despesa não autorizada por lei: 

    Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos. 

    c) Certo. Conforme já comentamos.

    d) Errado. Mais uma vez a banca tentou confundir o candidato misturando o conceito de crime de ordenação de despesa não autorizada com o crime de oferta pública de títulos no mercado.


ID
1741981
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Segundo o Código Penal Brasileiro, a pena é aumentada de um terço, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional no seguinte crime:

Alternativas
Comentários
  • gabarito letra B: corrupção ativa.

    Assim como na Corrupção Passiva, na corrupção ativa, a pena também é aumentada de um terço, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional. §único, Art. 333, CP

  • Não prestei atenção no que a questão queria e errei. A questão quer saber qual é o crime no cp que tem esse texto de lei art 333 p.úninco: - A pena é aumentada de um terço, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional. E não o crime que o funcionário publico cometeu. R: corrupção ativa.

  • gab b corrupção ativa, e válido para passiva tb

    § 1º - A pena é aumentada de um terço, se, em conseqüência da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional.

  • B) Corrupção ativa 

    Art. 333 - Oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício:

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.

    Parágrafo único - A pena é aumentada de um terço, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional. [Gabarito]

  • Gab B

     Art. 333 - Oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício:

    Pena – reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa.

    Parágrafo único - A pena é aumentada de um terço, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional.

  • A questão versa sobre os delitos previstos no Código Penal (CP), em especial àquele que contém a causa de aumento de pena citada no enunciado.

    Analisando as alternativas.

    Letra A: incorreta. O delito de tráfico de influência está previsto no art. 332, do CP, e traz a seguinte causa de aumento de pena: “Art. 332 (...) Parágrafo único - A pena é aumentada da metade, se o agente alega ou insinua que a vantagem é também destinada ao funcionário”. 

    Letra B: correta. O delito de corrupção ativa está previsto no art. 333, do CP, e traz a causa de aumento de pena narrada no enunciado: “Art. 333 (...) Parágrafo único - A pena é aumentada de um terço, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional”.

    Letra C: incorreta. O delito de prevaricação está previsto no art. 319, do CP, não apresentando causa específica de aumento de pena.

    Letra D: incorreta. O delito de peculato está previsto no art. 312, do CP, não apresentando causa específica de aumento de pena.

    Gabarito: Letra B.

  • A fim de responder à questão, há de se verificar qual das alternativas corresponde ao tipo penal que diz respeito à conduta descrita no seu enunciado. 
    Item (A) - O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, que tem a seguinte redação, senão vejamos: "solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função". A circunstância descrita no enunciado da questão não se aplica ao tipo penal mencionado neste item. A presente alternativa é, portanto, falsa. 
    Item (B) - O crime de corrupção ativa encontra-se tipificado no artigo 333 do Código Penal, que tem a seguinte redação, senão vejamos: "oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício". O parágrafo único do referido artigo, por sua vez, assim dispõe: "A pena é aumentada de um terço, se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional".
    Do confronto entre a circunstância descrita no enunciado da questão e o teor do artigo 333, parágrafo único do Código Penal, extrai-se que corresponde a uma causa de aumento de pena em relação ao crime de corrução ativa. A alternativa contida neste item é, com efeito, verdadeira.
    Item (C) - O crime de prevaricação está tipificado no artigo 319 do Código Penal, que tem a seguinte a redação: "retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal". A circunstância  descrita no enunciado não se aplica ao delito de prevaricação, sendo a presente alternativa incorreta.
    Item (D) - O crime de peculato está previsto no artigo 312 do Código Penal, que tem a seguinte redação: “apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio". A circunstância descrita no enunciado da questão não tem consonância com o delito mencionado neste item, sendo a presente alternativa falsa.


    Gabarito do professor: (B)
  • GABARITO: B)

    CORRUPÇÃO ATIVA/PASSIVA > AUMENTA 1/3 se, em razão da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou omite ato de ofício, ou o pratica infringindo dever funcional.

    TRÁFICO DE INFLUÊNCIA > AUMENTA DA METADE, se o agente alega ou insinua que a vantagem é também destinada ao funcionário. 

  • Q1173715 - VUNESP - 2018 - TJ-SC - Juiz Leigo

    A respeito dos crimes praticados em detrimento da administração pública, assinale a alternativa correta.

    D - No crime de corrupção ativa, incidirá causa de aumento da pena ao sujeito ativo, na hipótese de o funcionário omitir ou retardar ato de ofício. CERTO


ID
1741984
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal do Rio de Janeiro prevê expressamente que é vedado ao servidor público:

Alternativas

ID
1741987
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal do Rio de Janeiro prevê expressamente que:

Alternativas

ID
1741990
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/92), prevê expressamente que constitui ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário:

Alternativas
Comentários
  • art 10, XII

  • Lei 8429/92
    Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei, e notadamente:


    XII - permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriqueça ilicitamente;

    Gabarito D.
  • GABARITO: LETRA D

    Art. 10.  Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente:

    XII - permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriqueça ilicitamente;

    FONTE:  LEI Nº 8.429, DE 02 DE JUNHO DE 1992.

  • ENRIQUECIMENTO ILÍCITO = FICA PRA VOCÊ

    PREJUÍZO AO ERÁRIO= FAZ PARA O OUTRO

    ATENTAM CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ADM PÚB.= NÃO FAZ PRA NINGUÉM


ID
1741993
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Segundo a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/92), independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública sujeito às seguintes cominações:

Alternativas
Comentários
  • art 12, III

  • ressarcimento integral do dano, se houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

  • Grande a questão ? Não

     

    Se vc for pelo prazo de Suspensão dos Direitos Político poderá responder essa questão em no máximo 30s

     

    Suspensão dos Direitos Político para os atos de improbidade que atentem contra os princípios da AP é de 3 -5 anos. A única opção que tem esse przo é a letra D.

     

    Bons estudos.

  • GABARITO: LETRA D

    Das Penas

    Art. 12. Independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato: 

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

     III - na hipótese do art. 11, ressarcimento integral do dano, se houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

    FONTE:  LEI Nº 8.429, DE 02 DE JUNHO DE 1992.

  • Essa questão se acertava pelo prazo de suspensão de direitos políticos


ID
1741996
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/92) prevê expressamente que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - "A" (letra da lei)

    LIA, art. 8° O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito às cominações desta lei até o limite do valor da herança.

  • GABARITO LETRA "A" 

     

    LEI Nº 8429/1992

     

      Art. 8° O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito às cominações desta lei até o limite do valor da herança.

  • Já que você insiste... "À VONTADE PARA ME CORRIGIR".

    Forte abraço!

  • Já que você insiste... "À VONTADE PARA ME CORRIGIR".

    Forte abraço!

  • A questão exigiu conhecimento acerca do art. 8º da Lei 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa):

    Art. 8°. “O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito às cominações desta lei até o limite do valor da herança.

    A- Correta. Assertiva em consonância com o art. 8º da Lei 8.429/92.

    B- Incorreta. Não se exige o ressarcimento integral do dano, salvo se este for atingido considerando os limites do valor da herança, nos termos do dispositivo transcrito.

    C- Incorreta. Não se respeita o limite da meação, e sim os limites do valor da herança, nos termos do dispositivo transcrito. 

    D- Incorreta. O princípio da intranscendência ou intransmissibilidade da pena citado na assertiva significa que somente quem praticou o crime deverá ser responsabilizado por este. Por isso mesmo, o sucessor do infrator só está sujeito às cominações da lei até o limite do valor da herança, nos termos do art. 8º da Lei 8.429/92. Logo, concluímos que o sucessor está sim sujeito às cominações da lei, respeitados tais limites.

    GABARITO DA MONITORA: “A”


ID
1741999
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A Lei de Licitações e Contratos da Administração Pública (Lei nº 8.666/93), prevê pena de detenção de 03 (três) a 5 (cinco) anos e multa para aquele que:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C


    Lei 8.666/93 artigos 89 a 99.


    a) afastar ou procurar afastar licitante, por meio de violência, grave ameaça, fraude ou oferecimento de vantagem indevida de qualquer tipo - Pena: detenção de 2 a 4 anos, e multa, além da pena correspondente à violência.


    b) devassar o sigilo de proposta apresentada em regular procedimento licitatório, ou proporcionar a parente ou qualquer terceiro o ensejo de devassá-lo - Pena: detenção de 2 a 3 anos, e multa.


    c) dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inelegibilidade - Pena: detenção de 3 a 5 anos, e multa.


    d) obstar ou dificultar, injustamente, a inscrição de interessado nos registros cadastrais ou promover indevidamente a alteração de registro do inscrito - Pena: detenção de 6 meses a 2 anos, e multa.

ID
1742002
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Segundo a Lei de Licitações e Contratos da Administração Pública (Lei nº 8.666/93), pela inexecução total ou parcial do contrato, a Administração poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções, dentre outras:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B


    Lei 8.666 Art. 87 - Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções:
    I - advertência;
    II - multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato;
    III - suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a 2 anos;
    IV - declaração de idoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos resultantes e após decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso anterior.

ID
1742005
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Nas relações internacionais estabelecidas pelo Estado brasileiro, o repúdio ao racismo é considerado, conforme a Constituição Federal de 1988, como:

Alternativas
Comentários
  • A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

            I - independência nacional;

            II - prevalência dos direitos humanos;

            III - autodeterminação dos povos;

            IV - não-intervenção;

            V - igualdade entre os Estados;

            VI - defesa da paz;

            VII - solução pacífica dos conflitos;

            VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

            IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

            X - concessão de asilo político.

        Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.


ID
1742008
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Ao dependente do trabalhador segurado é devido o seguinte benefício do Regime Geral da Previdência Social:

Alternativas

ID
1742011
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Nos termos do Decreto nº 3.298/1999, uma diretriz da Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência é:

Alternativas
Comentários

  • Decreto nº 3.298/1999

    CAPÍTULO III

    Das Diretrizes

    Art. 6o São diretrizes da Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência:

    I - estabelecer mecanismos que acelerem e favoreçam a inclusão social da pessoa portadora de deficiência;

    II - adotar estratégias de articulação com órgãos e entidades públicos e privados, bem assim com organismos internacionais e estrangeiros para a implantação desta Política;

    III - incluir a pessoa portadora de deficiência, respeitadas as suas peculiaridades, em todas as iniciativas governamentais relacionadas à educação, à saúde, ao trabalho, à edificação pública, à previdência social, à assistência social, ao transporte, à habitação, à cultura, ao esporte e ao lazer;

    IV - viabilizar a participação da pessoa portadora de deficiência em todas as fases de implementação dessa Política, por intermédio de suas entidades representativas;

    V - ampliar as alternativas de inserção econômica da pessoa portadora de deficiência, proporcionando a ela qualificação profissional e incorporação no mercado de trabalho; e

    VI - garantir o efetivo atendimento das necessidades da pessoa portadora de deficiência, sem o cunho assistencialista.

  • GABARITO LETRA D

     

     

    Art. 6o São diretrizes da Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência:
    I - estabelecer mecanismos que acelerem e favoreçam a inclusão social da pessoa portadora de deficiência;
    II - adotar estratégias de articulação com órgãos e entidades públicos e privados, bem assim com organismos internacionais e estrangeiros para a implantação desta Política; (letra c)
    III - incluir a pessoa portadora de deficiência, respeitadas as suas peculiaridades, em todas as iniciativas governamentais relacionadas à educação, à saúde, ao trabalho, à edificação pública, à previdência social, à assistência social, ao transporte, à habitação, à cultura, ao esporte e ao lazer;
    IV - viabilizar a participação da pessoa portadora de deficiência em todas as fases de implementação dessa Política, por intermédio de suas entidades representativas;
    V - ampliar as alternativas de inserção econômica da pessoa portadora de deficiência, proporcionando a ela qualificação profissional e incorporação no mercado de trabalho; e
    VI - garantir o efetivo atendimento das necessidades da pessoa portadora de deficiência, sem o cunho assistencialista.

     

    a)  Muito pelo contrário, já que a Política prevê justamente o contrário no art. 6° inciso VI “garantir o efetivo atendimento das necessidades da pessoa portadora de deficiência, sem o cunho assistencialista”.

    A Lei de Cotas, define que todas as empresas privadas com mais de 100 funcionários devem preencher entre 2 e 5% de suas vagas com trabalhadores que tenham algum tipo de deficiência. As empresas que possuem de 100 a 200 funcionários devem reservar, obrigatoriamente, 2% de suas vagas para pessoas com deficiência; entre 201 e 500 funcionários, 3%; entre 501 e 1000 funcionários, 4%; empresas com mais de 1001 funcionários, 5% das suas vagas. 

     

    b) Uma das diretrizes é garantir o atendimento das necessidades da pessoa portadora de deficiência, nada alegando sobre ações solidárias.

     

    c) A lei aduz que a diretriz da Política é adotar estratégias de articulação com organismos internacionais para implantar a política.

     

     

  • Macete do colega Lucas Ferreira:

    PRINCÍPIOSRED

    Respeito às pessoas portadoras de deficiência...

    Estabelecimento de mecanismos e instrumentos legais e operacionais​..

    Desenvolvimento de ação conjunta do Estado e da sociedade civil.. 

     

    DIRETRIZESVIADIN GAE

    VIabilizar a participação da pessoa portadora de deficiência em todas as fases..

    ADotar estratégias de articulação com órgãos e entidades públicos e privados..

    INcluir a pessoa portadora de deficiência, respeitadas as suas peculiaridades, em todas as iniciativas governamentais..

    Garantir o efetivo atendimento das necessidades da pessoa portadora de deficiência, sem o cunho assistencialista..

    Ampliar as alternativas de inserção econômica da pessoa portadora de deficiência, proporcionando a ela qualificação..

    Estabelecer mecanismos que acelerem e favoreçam a inclusão social da pessoa portadora de def...

     

    INSTRUMENTOSFAFFA

    Fiscalização do cumprimento da legislação pertinente..

    Aarticulação entre entidades governamentais e não-governamentais que tenham responsabilidades...

    Fomento à formação de recursos humanos para adequado e eficiente atendimento..

    Fomento da tecnologia de bioengenharia voltada para a pessoa portadora de deficiência..

    Aplicação da legislação específica que disciplina a reserva de mercado de trabalho


ID
1742014
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Com base na Lei nº 10.741/2003, os órgãos de saúde devem proporcionar as condições adequadas para a permanência em tempo integral de um acompanhante do idoso internado ou em observação. Nesse marco legal, a ideia do acompanhamento caracteriza-se como:

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 10.741/2003

    Art. 16. Ao idoso internado ou em observação é assegurado o direito a acompanhante , devendo o órgão de saúde proporciona condições adequadas para sua permanência em tempo integral, segundo o critério médico .

ID
1742017
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Tendo como referência a Lei nº 8.069/1990, propiciar apoio alimentar à gestante e à nutriz que dele necessitem é competência:

Alternativas
Comentários
  • LEI N 8.069, DE 13-07-1990

    Art.9. O poder público, as instituições e os empregadores propiciarão condições adequadas ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de mães submetidas a medida privativa de liberdade .

  • Olha a pegadinha aí.


ID
1742020
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

De acordo com a Lei nº 8.742/1993, um dos objetivos da assistência social é:

Alternativas
Comentários
  • LEI ORGÂNICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - LOAS  Lei 8742, de 07.12.1993

    Art. 2º A assistência social tem por objetivos:  I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;  II - o amparo às crianças e adolescentes carentes;  III - a promoção da integração ao mercado de trabalho;  IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;  V - a garantia de 1 (um) salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família.  Parágrafo único. A assistência social realiza-se de forma integrada às políticas setoriais, visando ao enfrentamento da pobreza, à garantia dos mínimos sociais, ao provimento de condições para atender contingências sociais e à universalização dos direitos sociais. 

ID
1742023
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Considera-se como uma das diretrizes da política pública que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, a:

Alternativas

ID
1742026
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Nos processos de tratamento de saúde, a decisão de comunicar ou não o estado de saúde aos familiares e acompanhantes de um usuário é competência:

Alternativas

ID
1742029
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A concepção presente na Lei nº 8.080/1990 introduz na política pública brasileira a lógica da determinação social do processo saúde-doença. Um dos determinantes sociais de saúde presentes nessa perspectiva de análise é a:

Alternativas
Comentários
  • A questão referente a lei 8080/90 de polítincas do SUS está incorreta, póis, no título V, Capitulo IV do Art 43 " promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação" Assim a letra D também está correta.

    É preciso prestar atenção nas questões publicadas, isso pode comprometer o belo trabalho da Questões de Concurso.

  • MARCO GOMES: A palavra "comunicação" (leta D) sequer aparece na lei 8080/90. O artigo 43 que vc mencionou é da lei nº 9.394 de 20 de Dezembro de 1996, Lei de diretrizes e bases da educação nacional. É preciso prestar atenção sim, conforme vc mencionou, principalmente antes de formular um comentário repreensor.

     

    Gabarito A, conforme lei 8080/90, Art. 3o:  Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.  

  • Art. 3o  Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a RENDA, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.         (Redação dada pela Lei nº 12.864, de 2013)

    Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.


ID
1742032
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

. De acordo com a Lei nº 8.142/1990, a gestão do Sistema Único de Saúde deve contar, em cada esfera de governo, com as seguintes instâncias colegiadas:

Alternativas
Comentários
  • Art. 1° O Sistema Único de Saúde (SUS), de que trata a Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas:

    I - a Conferência de Saúde; e

    II - o Conselho de Saúde.


ID
1742035
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Os mecanismos que viabilizavam a assistência médica, no período compreendido entre o século XVIII e o início do século XX, eram caracterizados por:

Alternativas
Comentários
  • No Brasil, a intervenção estatal só vai ocorrer no Século XX, mais efetivamente na década de 1930. Anteriormente, no século XVIII, a assistência médica era pautada na filantropia e na prática liberal.

    Fonte: “UMA ANÁLISE SOBRE A POLÍTICA PÚBLICA DE SAÚDE NO BRASIL ENFATIZANDO O CONTEXTO NEOLIBERAL” de Kênia Raisse Borges Lima, Juliana Alexandre da Silva e Lucilene Alves Pereira.

     


ID
1742038
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

O modelo de medicina previdenciária que surgiu no Brasil nos anos 1930 pretendeu estender os seus benefícios a um número maior de categorias de assalariados urbanos, como forma de antecipar suas reivindicações e, não, de viabilizar uma cobertura mais ampla. As instituições que materializaram tal modelo são denominadas:

Alternativas

ID
1742041
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

As ações desenvolvidas pelo Serviço Social na área da saúde, denominado, no período da emergência da profissão, como Serviço Social Médico, foram:

Alternativas

ID
1742044
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A mobilização de profissionais progressistas da saúde pública, iniciada em meados da década de 1970, que posteriormente se somou ao movimento popular, denomina-se:

Alternativas
Comentários
  • O movimento da Reforma Sanitária nasceu no contexto da luta contra a ditadura, no início da década de 1970. A expressão foi usada para se referir ao conjunto de ideias que se tinha em relação às mudanças e transformações necessárias na área da saúde. Essas mudanças não abarcavam apenas o sistema, mas todo o setor saúde, em busca da melhoria das condições de vida da população.

     

    Grupos de médicos e outros profissionais preocupados com a saúde pública desenvolveram teses e integraram discussões políticas. Este processo teve como marco institucional a 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986. Entre os políticos que se dedicaram a esta luta está o sanitarista Sergio Arouca.

     

    As propostas da Reforma Sanitária resultaram, finalmente, na universalidade do direito à saúde, oficializado com a Constituição Federal de 1988 e a criação do Sistema Único de Saúde (SUS).

     

    http://pensesus.fiocruz.br/reforma-sanitaria


ID
1742047
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

No Brasil, a inserção do Serviço Social nos órgãos da assistência médica previdenciária foi regulamentada em 1967. À época, as ações individuais realizadas pelo assistente social nessas instituições tinham o seguinte caráter:

Alternativas

ID
1742050
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Segundo Boschetti, os benefícios disponibilizados pelo modelo alemão de proteção social, no início do século XX, objetivavam:

Alternativas

ID
1742053
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Na compreensão do Conselho Federal de Serviço Social, as ações que devem predominar no atendimento direto aos usuários da política de saúde são aquelas caracterizadas como:

Alternativas

ID
1742056
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A construção do SUS significou o reordenamento do modelo assistencial de atendimento às necessidades de saúde da população brasileira. Nessa proposta, o trabalho profissional dos assistentes sociais adquire maior centralidade, atribuindo à profissão um novo estatuto no campo da saúde. Essa compreensão justifica-se pelo seguinte fato:

Alternativas

ID
1742059
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A assistência integral à saúde e reabilitação da pessoa com deficiência conta com a dispensação de alguns elementos que aumentam as possibilidades de independência desses usuários e complementam a prestação do atendimento especializado. A denominação correta desses elementos é:

Alternativas
Comentários
  • De acordo com o artigo 19 do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, que regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989 e dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência:

     

    Art. 19.  Consideram-se ajudas técnicas, para os efeitos deste Decreto, os elementos que permitem compensar uma ou mais limitações funcionais motoras, sensoriais ou mentais da pessoa portadora de deficiência, com o objetivo de permitir-lhe superar as barreiras da comunicação e da  mobilidade e de possibilitar sua plena inclusão social.

    Parágrafo único. São ajudas técnicas:

    I - próteses auditivas, visuais e físicas;

    II - órteses que favoreçam a adequação funcional;

    III - equipamentos e elementos necessários à terapia e reabilitação da pessoa portadora de deficiência;

    IV - equipamentos, maquinarias e utensílios de trabalho especialmente desenhados ou adaptados para uso por pessoa portadora de deficiência;

    V - elementos de mobilidade, cuidado e higiene pessoal necessários para facilitar a autonomia e a segurança da pessoa portadora de deficiência;

    VI - elementos especiais para facilitar a comunicação, a informação e a sinalização para pessoa portadora de deficiência;

    VII - equipamentos e material pedagógico especial para educação, capacitação e recreação da pessoa portadora de deficiência;

    VIII - adaptações ambientais e outras que garantam o acesso, a melhoria funcional e a autonomia pessoal; e

    IX - bolsas coletoras para os portadores de ostomia.

     

    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d3298.htm


ID
1742062
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A unidade pública de abrangência e gestão municipal, estadual ou regional, destinada à prestação de serviços a indivíduos e famílias que se encontram em situação de risco pessoal ou social, por violação de direitos ou contingência, que demandam intervenções especializadas da proteção social especial denomina-se:

Alternativas

ID
1742065
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Com base na resolução CFESS nº 533/2008, a responsabilidade ética e técnica da supervisão direta de estágio é competência dos seguintes sujeitos envolvidos no processo de formação profissional do assistente social:

Alternativas
Comentários
  • RESPOSTA B

    Art. 8º. A responsabilidade ética e técnica da supervisão direta é tanto do supervisor de campo, quanto do supervisor acadêmico


ID
1742068
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Matos (2013), ao se apropriar das reflexões feitas por Costa (2000), afirma que o modelo médico hegemônico secundariza e desqualifica as ações e atividades profissionais que não se constituem objeto de práticas privilegiadas pelo referido modelo. Daí decorre a realização, nos serviços de saúde, de atendimentos profissionais que carecem do princípio identificado como:

Alternativas

ID
1742071
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Um homem de 42 anos de idade, cuja ocupação era encarregado de obras, encontra-se desempregado há 11 meses. Atualmente, foi diagnosticado, após investigação e acompanhamento da situação de saúde, com um quadro de nefropatia grave. Seu vínculo como segurado da previdência social foi estabelecido no ano 2003. Tal situação garante a esse usuário o seguinte benefício:

Alternativas

ID
1742074
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Constitui-se como uma categoria histórica e como valor central do Código de Ética dos Assistentes Sociais brasileiros:

Alternativas
Comentários
  • tipo pra não zera ...

  • GABARITO: LETRA A

    → Princípios fundamentais do código de ética de 1993:

    I. Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas políticas a ela inerentes - autonomia, emancipação e plena expansão dos indivíduos sociais.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻


ID
1742077
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Inspirada no modelo inglês e totalmente diversa da experiência brasileira, a concepção marshalliana de cidadania possui uma forte marca:

Alternativas
Comentários
  • De fato, é possível encontrar ao longo dos Princípios de Economia e de inúmeros outros textos do autor uma defesa quase sistemática do sistema de 'livre-iniciativa e indústria', e críticas bastante contundentes a propostas de transformação radical de sua sociedade. No entanto, argumenta-se que seria inadequado considerá-lo um defensor dogmático do capitalismo liberal. 

    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-06182011000300007


ID
1742080
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Considera-se como marco histórico, tanto do rompimento do Serviço Social brasileiro com o conservadorismo profissional como do surgimento do projeto ético-político da profissão comprometido com os interesses da classe trabalhadora, o seguinte evento:

Alternativas
Comentários
  • Gooooooool da Alemanha kkkkk super animada a noite ta só começando e eu aqui fazendo gol kkkkkkkkkk !

  • O Congresso da Virada foi um marco fundamental para sedimentar a posição de ruptura com o Serviço Social conservador, mas se tratava de uma tendência de ruptura que já vinha se expressando desde meados dos anos 1950 e 1960, principalmente com o Movimento de Reconceituação de Serviço Social em 1965. Infelizmente, este movimento no Brasil foi interrompido em 1964, pela ditadura do grande capital. 

    Conselho Federal de Serviço Social. Seminário nacional: 30 anos do Congresso da Virada / Conselho Federal de Serviço Social. – Brasília : CFESS, 2012. 


    Dessa forma, o Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais, mais conhecido como "Congresso da Virada" representou:

    -> Um marco fundamental no processo de ruptura com o S.S conservador;


    -> Marco do compromisso da categoria com as classes trabalhadoras, despontando como valor ético-político central;


    -> Marco ético e político no processo de reformulação do código de ética de 1986 (o primeiro a romper com o histórico conservadorismo dos código de ética brasileiros). 


ID
1742083
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Com base no artigo de Trindade (2013, In: SANTOS et. al., 2013), responda a questão: 

Uma das históricas requisições institucionais ao assistente social, o plantão social, em geral, demanda dos profissionais ações rotineiras e burocratizadas, caracterizadas pela seguinte lógica: 


Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    Ao categorizar as ações, instrumentos os procedimentos interventivos de caráter individual, Trindade diz que "Historicamente, o Plantão Social demanda dos assistentes sociais atividades rotineiras e burocratizadas, tomadas apenas como prestação de ajuda e auxílio material. Entretanto, o Plntão Social pode constituir uma possibilidade concreta de viabilização do acesso da população aos serviços sociais" p.76


ID
1742086
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Com base no artigo de Trindade (2013, In: SANTOS et. al., 2013), responda a questão: 

Dentre os procedimentos de caráter coletivo realizados pelos assistentes sociais, aquele que possibilita a convivência entre pessoas que possuem necessidades e situações de vida semelhantes é tipificado como: 


Alternativas

ID
1742089
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

No debate sobre as particularidades do trabalho profissional do assistente social, Iamamoto (2007), a partir da análise da literatura especializada, identifica diferentes teses. A que se refere à identidade alienada é sustentada pelo seguinte autor:

Alternativas
Comentários
  • Serviço social: identidade e alienação

    Livro por Maria Lúcia Martinelli

  • GABARITO: D.

    Muitas questões agora cobram as teses. Então memorize o nome delas e de quem elas são, conforme o resumo a seguir:

     

    TESE DO SINCRETISMO DA PRÁTICA INDIFERENCIADA- José Paulo Neto

    TESE DA IDENTIDADE ALIENADA-Maria Lúcia Martinelli

    TESE DA CORRELAÇÃO DE FORÇAS-Vicente de Paula Faleiros

    TESE DA ASSISTÊNCIA SOCIAL-Maria Carmelita Yazbek

    TESE DA PROTEÇÃO SOCIAL-Sueli Gomes Costa

    TESE DA FUNÇÃO PEDAGÓGICA DO ASSISTENTE SOCIAL-Marina Abreu

     

     

    Espero que esse comentário te ajude.

     

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ID
1742092
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Com base em dados do IBGE sobre a realidade das famílias brasileiras, Nogueira e Monteiro (2013) apontam que famílias chefiadas por mulheres, famílias estendidas e famílias homoafetivas caracterizam o que, em 1997, Mioto denominou de:

Alternativas

ID
1742095
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Mioto e Nogueira (2006) compreendem que, com a superação do paradigma mecanicista, o sistema de saúde brasileiro passa a conceber as necessidades de saúde como:

Alternativas
Comentários
  • A partir da Constituição de 1988, postula-se que não é possível compreender ou definir as necessidades de saúde sem levar em conta que elas são produtos das relações sociais e destas com o meio físico, social e cultural. Dentre os diversos fatores determinantes das condições de saúde incluem-se os condicionantes biológicos (idade, sexo, características herdadas pela herança genética), o meio físico (que inclui condições geográficas, características da ocupação humana, disponibilidade e qualidade de alimento, condições de habitação), assim como os meios socioeconômicos e culturais, que expressam os níveis de ocupação, renda, acesso à educação formal e ao lazer, os graus de liberdade, a possibilidade de acesso a serviços e outros. (MOTA et al, 2007, p.229)


ID
1742098
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

“Diz respeito às profissões reguladas juridicamente, que supõem uma formação teórica e/ou técnico-interventiva, elegendo os valores, objetivos, funções, requisitos, normas e balizas para a atuação profissional [...]; tem vinculação com um determinado projeto societário atento às desigualdades de classe, gênero e raça/etnia que se propõe à construção de uma nova ordem social, à defesa intransigente dos direitos humanos e à recusa do arbítrio e dos preconceitos." (VELOSO, 2014). Esse conjunto de características conforma a seguinte referência profissional:

Alternativas
Comentários
  •  c)

    Projeto Ético-Político Profissional do Serviço Social


ID
1742101
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Para o CFESS (2010), a compreensão dos determinantes sociais, econômicos e culturais do processo saúde-doença e a busca de estratégias para o enfrentamento dessas questões conforma o:

Alternativas

ID
1742104
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Historicamente colocadas como demandas ao Serviço Social na saúde, as situações de óbito requisitam desses profissionais uma importante articulação com as equipes de saúde. Nesses atendimentos, compete ao assistente social na sua relação com a família:

Alternativas
Comentários
  • [...] Destacam-se como ações de articulação dos assistentes sociais na equipe de saúde [entre outras]:

    • realizar em conjunto com a equipe de saúde (médico, psicólogo e/ou outros), o atendimento à família e/ou responsáveis em caso de óbito, cabendo ao assistente social esclarecer a respeito dos benefícios e direitos referentes à situação, previstos no aparato normativo e legal vigente tais como, os relacionados à previdência social, ao mundo do trabalho (licença) e aos seguros sociais (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores por via Terrestre – DPVAT), bem como informações e encaminhamentos necessários, em articulação com a rede de serviços sobre sepultamento gratuito, translado (com relação a usuários de outras localidades), entre outras garantias de direitos. (CFESS, 2010, p. 52-53).

    Fonte: http://www.cfess.org.br/arquivos/Parametros_para_a_Atuacao_de_Assistentes_Sociais_na_Saude.pdf

    Gabarito: C


ID
1742107
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Considerar a seguinte situação em acompanhamento pelo Serviço Social:

Criança de 4 meses de vida, nasceu com uma cardiopatia grave e deficiência visual. Sua mãe vive com outros 3 filhos adolescentes do primeiro casamento, com idades entre 12 e 17 anos. Encontra-se desempregada há 1 ano. Essa família tem como única renda o benefício assistencial da LOAS do filho mais velho, que também possui deficiência visual.

Após o estudo dessa situação, o Serviço Social indica que essa criança tem direito ao seguinte benefício: 

Alternativas
Comentários
  • Questão passível de anulação. Se a mãe esta desempregada há um ano pode entrar no critério para receber salário maternidade se estiver no tempo de graça. (120 contribuições; resgitro em órgão próprio do Ministério do Trabalho e Emprego; recebido seguro desemprego).

  • Mas o loas desse filho entraria na renda per capita e ficaria maior que 1/4 DO salário. 

  • Valdezia acredito que mediante a outras questões que fiz o benefício não entra no calculo!

  • E o limite de 1/4 salário do bpc?

  • Dois deficientes podem receber o bpc na mesma família??


ID
1742110
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

De acordo com os “Parâmetros para a atuação de assistentes sociais na política de saúde", as ações socioeducativas em saúde devem ter como referência o conceito de consciência sanitária, fundamental para a consolidação da Reforma Sanitária, e que foi formulado por:

Alternativas
Comentários
  • "Para Belinguer (1978), consciência sanitária é concebida como a tomada de consciência de que a saúde é um direito da pessoa e um direito da comunidade. Como esse direito é sufocado e esse interesse decuidado, consciência sanitária é a ação individual e coletiva para alcançar esse objetivo." Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde (2010, p. 53)

    "Consiência sanitária é um conceito estratégico utilizado por Belinguer, principal autor da Reforma Sanitária  italiana e que foi uma das referências para os formuladores da Reforma Sanitária no Brasil".  Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde (2010, p. 53)

     

  • Sério que pediram de quem era a citação?


ID
1742113
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Em tempos neoliberais, segundo Iamamoto (2007), a lógica que passa a presidir a política social é:

Alternativas
Comentários
  • Fiquei em dúvida entre a letra "C" e "A" 

    Alguém pode explicar?

  • Também fiquei com dúvida1

  • Não sei o que eu faço com esta questão!!!

    Em 11/02/19 às 20:36, você respondeu a opção A.

    Você errou!

    Em 03/11/18 às 08:50, você respondeu a opção C.

    Você acertou!

    Em 17/10/18 às 16:36, você respondeu a opção A.

    Você errou!

  • Que tal indicar para comentario do professor?

  • A resposta para essa questão é a letra C.

    Iamamoto em seu Livro "Serviço Social em Tempo de Capital Fetiche" no tópico "Questão Social no Brasil Contemporâneo" diz:

    " A lógica que passa a presidir a política social é a da privatização seletiva dos serviços sociais, verificando-se um trânsito da noção de seguridade social, uma estratégia keynesiana implementada após a II Guerra mundial, para a lógica do seguro social."

  • acho que a "refilantropizaçao da assistência social" é uma categoria tratada por Yasbeck, e não IAMAMOTO. alguém ajuda...rs

ID
1742116
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A concepção ampliada de saúde aprovada na 8ª Conferência Nacional de Saúde, em 1986, é introduzida no país com a Constituição Federal de 1988 e com a Lei Orgânica da saúde, de 1990. Supera-se a compreensão de que saúde não é apenas ausência de doenças, mas sim um conjunto de bens e serviços disponíveis na sociedade, socialmente produzidos, mas apropriados de forma privada. Desse modo, essa nova concepção desvela a intrínseca relação da saúde com:

Alternativas

ID
1742119
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A dimensão do exercício profissional que permite desvendar a realidade social, elaborar o conhecimento dos modos de vida e da cultura da população usuária e que deve ocupar lugar privilegiado no trabalho profissional é tipificada como:

Alternativas
Comentários
  •  "a investigação é inerente à natureza de grande parte das competências profissionais: compreender o significado social da profissão e de seu desenvolvimento sócio-histórico, identificar as demandas presentes na sociedade, realizar pesquisas que subsidiem a formulação de políticas e ações profissionais, realizar visitas, perícias técnicas, laudos, informações e pareceres sobre matéria de Serviço Social, identificar recursos. Essas competências referem-se diretamente ao ato de investigar, de modo que, de postura a ser construída pela via da formação e capacitação profissional permanente (cuja importância é inquestionável), a investigação para o Serviço Social ganha o estatuto de elemento constitutivo da própria intervenção profissional".




    GUERRA, Yolanda. A dimensão investigativa no exercício profissional. In: Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009.


ID
1742122
Banca
Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ
Órgão
Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ
Ano
2015
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Trindade (2013) considera que, nas ações individuais realizadas pelo Serviço Social, são utilizados dois tipos de documentos: o de caráter técnico e o de caráter burocrático-administrativo. Um exemplo de documento técnico utilizado pelos assistentes sociais é:

Alternativas
Comentários
  • RESOLUÇÃO CFESS Nº 556/2009 de 15 de setembro de 2009


    Art.  4º  –  Entende-se  por  material técnico  o  conjunto  de  instrumentos  produzidos  para  o  exercício profissional  nos  espaços  sócio-ocupacionais,  de  caráter  não  sigiloso,  que  viabiliza  a  continuidade do  Serviço  Social  e  a  defesa  dos interesses  dos  usuários,  como: 

    relatórios  de  gestão,  relatórios técnicos,  pesquisas,  projetos,  planos,  programas  sociais,  fichas  cadastrais,  roteiros  de  entrevistas, estudos sociais e outros procedimentos operativos.