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Prova VUNESP - 2018 - Prefeitura de Barretos - SP - Professor I


ID
2673544
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

Segundo as informações do texto, a afirmação de que parte dos consumidores agem como se desejassem ser enganados é

Alternativas
Comentários
  • Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

     

    GABARITO -> [B]

  • "Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira."

    "...Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”."

     

    B) justificável, já que ficou comprovado que alguns consumidores não resistem ao prazer experimentado nessas situações de desconto aparente.

     

    Black fraude. Tudo pela metade do dobro!

  • O erro na alternativa A é que a palavra contestável no inicio da frase está errada, pois foi realizado o teste de remarcações de preços.

     

    Então a alternativa B é o gabarito correto.

  • ALTERNATIVA A – ERRADO – O texto não considera o cliente uma vítima, pois ele voluntariamente se deixa enganar.

    ALTERNATIVA B – CERTO – De fato! O experimento evidenciou de forma bem clara que os clientes se sentem atraídos por descontos “irresistíveis”. E uma prova disso é que o faturamento da loja alvo do experimento despencou quando se resolveu praticar uma política justa de preços.

    ALTERNATIVA C – ERRADO – Justamente o oposto. Quando o desconto é “irresistível”, o cliente se sente atraído pela aparente promoção.

    ALTERNATIVA D – ERRADO – A prática de preços justos é que fez o faturamento despencar.

    ALTERNATIVA E – ERRADO – O experimento mostrou justamente o contrário.


ID
2673547
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

O termo destacado na frase do terceiro parágrafo – ... em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido. – refere-se à

Alternativas
Comentários
  • No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadasvoluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    Ludibriar: Ato ou efeito de enganar, lograr(verbo transitivo direto); zombaria, desdém, escarnio (verbo transitivo indireto).
     

    GABARITO -> [E]

  • Correta, E

    O termo em destaque - ISSO - retoma a expressão anterior, qual seja:

    "...pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente..."

  • Relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente

    Letra (E)


ID
2673550
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

Considere os seguintes trechos do texto:


•  ... boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações... (1o parágrafo)

•  ... para depois oferecer descontos “irresistíveis”. (4o parágrafo)


As aspas são empregadas nas palavras em destaque, nesse contexto, com a finalidade de

Alternativas
Comentários
  • A) relativizar o sentido dessas palavras, indicando que a ideia de descontos irresistíveis é questionável.

  • É.. mas cria sim um elo de ironia, já que os descontos são manipulados.

    B não está errada '-'

  • Ironia

  • Questionável é o gabarito!!

  • Gente, mais uma questão de duas acertativas com ideias proximas, nossa como a vunesp adora fazer assim. Confundi a gente com sentidos muitos proximos. Porque para mim a B também está certa, mas segue a jornada, rumo a aprovação... um dia chegamos lá!

    GAb A

  • WTF, cabe perfeitamente a "B" aqui. '-

  • SERIA ACEITÁVEL A B TB, MAS SEGUE O JOGO.   BOA: A

  • questionável...é duvidoso.

  • Pra quem não entendeu o erro da letra B é o seguinte:

     

    B - ironizar o resultado do estudo em que se defende que alguns descontos são apenas aparentes.

    O texto fala: Boa parte, ou seja, podemos considerar que a maioria dos descontos são falsos e não apenas alguns. 

  • Pessoal, acredito que o erro da assertiva B seja o seguinte:

    b) ironizar o resultado do estudo em que se defende que alguns descontos são apenas aparentes.

    O objetivo não é ironizar o resultado do estudo feito pela Folha. Acredito que o autor do texto não encontrou problema no estudo em si, e sim buscou ironizar a atitude das empresas, de oferecerem descontos inexistentes. Logo, por eliminação, a alternativa A parece a mais correta.

  • VUVU malandrops!

    O comentário do Kenji Inafune ajuda a sanar a dúvida quanto à B.
    Faz sentido!

    Se a Vuvu aplicou a pegadinha tão bem aplicada, que fiquemos atentos em 2018.

  • A  O   GABARITO

     

  • Acredito que o problema da B possa ser algo mais fácil de ser encontrado lendo o texto:


    B - ironizar o resultado do estudo em que se defende que alguns descontos são apenas aparentes.


    Em relação ao primeiro trecho estaria ok, visto que o termo "desconto" refere-se ao estudo - o levantamento da Folha.

    ... boa parte dos “descontos” oferecidos...


    ______


    ... para depois oferecer descontos “irresistíveis”

    Não refere-se ao estudo. É uma afirmação do autor. Nem fica claro que o autor leu isso no livro que ele cita no paragrafo anterior.


    ______


    Dica: Leia o texto completo antes. Errei várias questões por tentar ler só o trecho exato que foi pedido.

  • Esse é o tipo de questão boa para permitir cartas marcadas.

  • Vocês não entenderam o sentido da frase:

    "ironizar o resultado do estudo em que se defende que alguns descontos são apenas aparentes." significa que o próprio autor está ironizando a pesquisa que ele mesmo fez e ele defende o contrário do que as pesquisas que ele fez demonstraram, ou seja, totalmente ao contrário daquilo que ele quer dizer.

    A letra A é o gabarito.

  • Excelente questão.

    Os mais bem preparados respondem rápido.

    Gabarito A

  • Gabarito: A

    Relativizar: Descrever algo relacionando uma coisa com outra.

  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO CORRETA. As aspas se devem exatamente à relativização que o texto dá aos famosos “descontos” que, na verdade, não são descontos, pois as lojas, primeiro, aumentam os preços, para, ao depois, baixarem esses mesmos preços anunciando como promocionais ou com “descontos”; o que se reforça com o adjetivo “irresistíveis”, que potencializa o embuste desse sobe-desce de preços, que leva os consumidores a se sentirem beneficiados, quando, de fato, são enganados, mas se sentem bem por “acharem” que estão comprando com “descontos”.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO INCORRETA. Não há ironia. Ao contrário, o texto afirma objetivamente quando usa o vocábulo “manipulações”.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO INCORRETA. O texto trata exatamente da falta de critério dos consumidores e da sua ausência de resistência, pois eles se deixam levar ou mesmo se sentem beneficiados com esse “jogo” de subir e de baixar preços para simbolizar política de descontos.

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO INCORRETA. Não qualquer indicativo ou marca informativa textual que embasem serem essas informações extraídas do estudo de que o texto trata.

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. Não qualquer indicativo ou marca informativa textual que embasem serem esses vocábulos citações do jornal que fez o levantamento e do autor do experimento, respectivamente.

    Resposta: A

  • Mds quem ta falando que a B está certa, não leu o texto.

    Só pegou as definições de usos de aspas e aplicou sem critério nenhum nas opções.

    O item B fala: "ironizar o resultado do estudo". Ele não fez isso em nenhum momento .

    O autor concorda com estudo.

  • Não existe maneira da B estar certa. Ela é totalmente o oposto da ideia do autor. Não comentem aqui que para vcs a B tbm está certa sem ter lido o texto.
  • Questãozinha maldosa, feita para pegar apressadinhos como eu, que não prestei atenção e fui logo marcando a letra B.

  • Se fosse ironizar os supostos descontos, poderia até haver questionamentos quanto à letra B, mas ironizar os estudos é totalmente incorreto, uma vez que o autor corrobora os estudos, e não os ironiza.

    Letra A correta.

    #TJSP


ID
2673553
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses substitui, sem prejuízo de sentido ao texto, o termo em destaque no trecho.

Alternativas
Comentários
  • D) A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou... (notabilizou)

     

    Imprecar:
     bitransitivo 
    1    pedir (a Deus ou às potestades celestes) [males ou bens]
    Ex.: imprecava aos céus que mandassem uma benfazeja chuva
     transitivo direto e bitransitivo 
    2    Estatística: pouco usado.
    pedir, rogar com insistência
    Ex.:
     transitivo direto, transitivo indireto e intransitivo 
    3    rogar pragas a; praguejar
    Ex.: <“que os raios te fulminem>

     

    Recôndito

    n adjetivo 
    1    que se escondeu; encoberto, oculto, retirado
    2    que se conhece pouco ou nada; desconhecido, ignorado
    3    que tem origem ou que existe no âmago de uma pessoa; íntimo, profundo
    n substantivo masculino 
    4    parte oculta; escaninho
    5    parte central, interior de alguém ou algo; âmago

    Fonte: Houaiss
     

  • Imprecar: expressar o desejo de que recaiam sobre alguém males (ou bens).
    ludibriadas: enganadas.
    recôndito: que não se conhece bem; que se mantém ignorado; desconhecido.
    celebrizar: notabilizar.
     

    GABARITO -> [D]

  • NOTABILIZOU =  vem de ''Notável''. A empresa se notabilizou, se tornou notável por meio de tal conduta.

  • Celebrizou vem do verbo celebrizar. O mesmo que: afamou.

    Tornar célebre.

    Tornar-se célebre, notabilizar-se.


ID
2673556
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão empregada em sentido figurado.

Alternativas
Comentários
  • C)... se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos...

     

    Só se o Elon Musk ajudar! Sentido figurado.

  • C) se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos...

    sentido figurado, pois nínguém consegue jogar nada na lua.

  • Trata-se de uma hipérbole, que se dá pela ênfase expressiva resultante do exagero da significação linguística; auxese, exageração (p.ex.: morrer de medoestourar de rir ).

    Gabarito: C de coragem!

  • na black friday os preços caem (#sqn) e no natal vão pra lua (isso sim) kkk

  • Sintia Sousa Ferreira Falcão você está ENGANADA!


    A Nasa já jogou um foguete lá!



    HUE

  • gb/C

    PMGO

  • GABARITO: LETRA C

    COMPLEMENTANDO:

    DENOTAÇÃO:

    Quando a linguagem está no sentido denotativo, significa que ela está sendo utilizada em seu sentido literal, ou seja, o sentido que carrega o significado básico das palavras, expressões e enunciados de uma língua. Em outras palavras, o sentido denotativo é o sentido realdicionarizado das palavras.

    De maneira geral, o sentido denotativo é utilizado na produção de textos que tenham função referencial

    CONOTAÇÃO:

    Quando a linguagem está no sentido conotativo, significa que ela está sendo utilizada em seu sentido figurado, ou seja, aquele cujas palavras, expressões ou enunciados ganham um novo significado em situações e contextos particulares de uso.

    De maneira geral, é possível encontrarmos o uso da linguagem conotativa nos gêneros discursivos textuais primários, ou seja, nos diálogos informais do cotidiano.

    FONTE: https://portugues.uol.com.br/redacao/denotacao-conotacao.html


ID
2673559
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a forma verbal em destaque no trecho expressa a ideia de possibilidade de que um fato ou evento se realize.

Alternativas
Comentários
  • A) E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

     

    Presente do subjuntivo. Tipo: talvez ele queira.

     

  • QUERER (E) - (A)

    SUBJUNTIVO (HIPÓTESE)
    Presente: Anuncia uma ação vinculada a outra numa circunstância atual. Exprime dúvida, possibilidade e suposição. (QUE)


    que eu QUEIRA
    que tu QUEIRAS
    que ele QUEIRA
    que nós QUEIRAMOS
    que vós QUEIRAIS
    que eles QUEIRAM

    GABARITO - [A]

  • Para saber se é subjuntivo coloque o advérbio "talvez" antes do verbo.

  • Modo subjuntivo indica possibilidade " que uma parte queira."

  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO CORRETA. O Presente do Subjuntivo indica exatamente possibilidade, hipótese, chance: (...) acreditar que uma parte deles QUEIRA. Ou seja, não há convicção, certeza de que uma parte deles quererá, há só a possibilidade.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO INCORRETA. O Pretérito Imperfeito do Indicativo (ESTAVAM) indica ideia ou sentido do que ocorria ou existia em duração no passado, mas com certeza, com convicção.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO INCORRETA. O Pretérito Perfeito do Indicativo (RESOLVEU) indica ideia ou sentido do que ocorreu, findou (ação, fato concluído) no passado, com certeza, com convicção.

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO INCORRETA. O Pretérito Mais Que Perfeito do Indicativo (PERDERA) indica ideia ou sentido do que ocorreu num passado mais distante em relação, mas com certeza, com convicção, em relação a outro fato ou evento também no passado.

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. O Presente do Indicativo (TEM) indica ideia ou sentido do que ocorre ou existe no momento da fala, e com certeza, com convicção.

  • Talvez eu queira


ID
2673562
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

Considere o seguinte trecho para responder a questão abaixo.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.

Assinale a alternativa em que a frase reescrita está correta quanto ao emprego da vírgula, conforme a norma-padrão da língua.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

  • OLHE  COM   ATENÇÃO   CADA  ALTERNATIVA  ELIMINE  AS  SITUAÇÕES COMUNS :  VIRGULA  SEPARANDO  SUJEITO  DO  VERBO E VERBO DO OBJETO  ,  POR  ELIMINAÇÃO  VOCE  MATA  FACIL  

     

    GABARITO   D

  • Ao comentarmos a alternativa (D), que é a correta, observamos os motivos de as demais estarem erradas.

    O adjunto adverbial “num mundo” é inicialmente de pequena extensão. Porém, ele é estendido pela oração subordinada adjetiva restritiva “ . Assim, a dupla vírgula antes de “num” e após “razão” marca a intercalação do adjunto adverbial de grande extensão.

    A oração “mesmo que p é subordinada adverbial concessiva, por isso está separada por vírgula.

    Não é tão espantoso que, num mundo em que o cliente sempre tem razão, empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que dese a usar, mesmo que possam ser desmascaradas...



  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: a vírgula depois de “mundo”, pois a oração, nesse caso, é restritiva e não permite o uso da vírgula.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: vírgula depois de “cliente” (sujeito), pois separa o sujeito do verbo “tem”.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: vírgula depois de “vender-lhe”, pois separa verbo (vender-lhe) de seu complemento (as fantasias).

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO CORRETA. Todas as vírgulas estão perfeitamente empregadas: a 1ª intercala uma adjunto adverbial de lugar; a 2ª completa a marca da intercalação precitada; a 3ª marca a oração subordinada adverbial concessiva que fecha o período.

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. ERROS: 1º - a vírgula depois do “que”, pois o pronome relativo está na ordem direta e deve ser seguido do sujeito da oração sem interrupção de pontuação; 2º - vírgula depois de “vender-lhe”, pois separa verbo (vender-lhe) de seu complemento (as fantasias). 

    Resposta: D

  • Para responder a esta questão, você precisa:
    (I) saber que as razões para uso da vírgula são sintáticas. Isso significa que, para analisar esse tipo de pontuação, devemos prestar atenção nos termos de uma oração (período simples) e nas orações de um período (período composto). Logo, o emprego da vírgula depende da identificação de estruturas sintáticas variadas, como sujeito, complementos, adjuntos adverbiais, orações coordenadas e subordinadas, por exemplo.

    (II) No interior de orações, termos subordinados não devem ser marcados por vírgula, justamente porque esta pode separá-los, desfazer a relação de dependência (subordinação) que existe entre eles.

    (III) No interior dos períodos, as orações subordinadas adverbiais em ordem direta, isto é, posicionadas depois da oração principal, poderão ter vírgula, pois, nesse caso, a pontuação é opcional. Caso contrário, se a oração subordinada adverbial estiver antes da principal, a vírgula será obrigatória, para sinalizar a antecipação dessa oração em relação a que deveria estar na frente.

    (IV) Termos e orações subordinadas podem ser posicionadas no meio do período, isto é, podem ficar intercaladas para que o seu conteúdo seja enfatizado em relação ao conteúdo das outras orações. Quando isso acontece, a estrutura intercalada precisa ser isolada por vírgulas para sinalizar a ênfase.

    Com base nessas informações, examinemos cada uma das opções:

    A) Não é tão espantoso que, num mundo, em que o cliente sempre tem razão, empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas...
    ERRADA.
    Note que, no interior da oração “num mundo em que o cliente tem razão", o termo “num mundo" é um adjunto adverbial de lugar que está especificado por uma oração introduzida pelo pronome relativo EM QUE, pois não se trata de qualquer mundo, mas do mundo EM QUE O CLIENTE TEM RAZÃO. Sabemos que uma oração introduzida por um relativo e que especifica termos anterior é classificada como subordinada adjetiva restritiva. Ora, se ela se subordina ao adjunto “num mundo", não deveria haver vírgula entre esse termo de circunstância e a oração adjetiva. Essa incorreção invalida a letra A como resposta, embora a vírgula antes de “mesmo que" seja aceitável, pois esta antecede uma oração subordinada adverbial concessiva em ordem direta, ou seja, depois da oração principal (“empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias"). Para finalizar o comentário da letra A, observe que as vírgulas que antes de “num mundo" e depois de “razão" também estão corretas, pois destacam essa construção subordinada como intercalada, ou seja, no meio do período, para dar efeito de ênfase ao conteúdo que ela carrega (o fato de o cliente ter razão).

    B) Não é tão espantoso que, num mundo em que o cliente, sempre tem razão, empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas...
    ERRADA.
    Mais uma vez, reconhecemos como acertadas as vírgulas para isolar a intercalação da estrutura subordinada (“num mundo em que o cliente, sempre tem razão") e para marcar a oração subordinada adverbial em ordem direta (“mesmo que possam ser desmascaradas..."), no entanto dentro do fragmento subordinado, há uma vírgula entre “cliente" e “sempre tem razão", que também são dependentes entre si, porque “cliente" é sujeito do verbo “tem". Essa relação de forte dependência não pode ser quebrada pela presença da vírgula. Ou ainda, em outras palavras, não podemos separar sujeito de verbo por vírgula, “desmontar" a subordinação que existe entre esses termos no interior de uma oração.

    C) Não é tão espantoso que, num mundo em que o cliente sempre tem razão, empresas se dediquem a vender-lhe, as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas...
    ERRADA.
    Mesmo que as duas primeiras vírgulas marquem a construção subordinada intercalada e a última, antes de “mesmo que", sinalize a presença de uma oração subordinada adverbial em ordem direta, sendo analisadas como corretas, a vírgula entre “lhe" e “as fantasias" está errada. Isso porque “vender" é um verbo transitivo direto e indireto, o que significa afirmar que a ele se subordinam dois complementos, um com preposição, ou o objeto indireto (Lhe) e outro sem preposição, ou o seu objeto direto (“as fantasias"). Como não podemos separar vírgulas de estruturas subordinadas do período simples, como sujeito de verbo e verbo de complementos, a letra C não poderia ser considerada a resposta da questão.

    D) Não é tão espantoso que, num mundo em que o cliente sempre tem razão, empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas...
    CORRETA.
    Por tudo o que se explicou nas opções anteriores, as vírgulas estão corretas por marcar um fragmento subordinado intercalado e sinalizar que a oração subordinada adverbial concessiva está em ordem direta, depois da principal.


    E) Não é tão espantoso que num mundo em que, o cliente sempre tem razão, empresas se dediquem a vender-lhe, as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas...
    ERRADA.
    Também por razões já conhecidas, sabemos que a vírgula antes de “o cliente" interrompe a ligação entre estruturas subordinadas da oração adjetiva, separando o pronome relativo do restante dessa oração; além disso, antes de “num mundo" faltou a primeira vírgula do par de vírgulas que deve intercalar o fragmento subordinado para provocar efeito de ênfase.

    Resposta: D

ID
2673565
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

Considere o seguinte trecho para responder a questão abaixo.

Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.

Considerando a relação de concessão estabelecida pela expressão destacada em – ... mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador. –, assinale a alternativa cuja expressão destacada estabelece a mesma relação de sentido.

Alternativas
Comentários
  • D) ... ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

     

    Concessivas(contraste): ainda que, apesar de que, embora, posto que, mesmo que, quando mesmo, conquanto, nem que, se bem que, ainda quando, sem que, a despeito de, não obstante, posto que, por mais que, por pior que, malgrado, em que pese, etc.

     

    "Embora" é o representante mais ilustre das concessivas. Agora, "malgrado" é de chutar os bago! kkk

     

  • Mesmo que, Ainda que = Concessiva

  • A locução conjuntiva “mesmo que” é subordinativa adverbial concessiva. O mesmo ocorre com a locução conjuntiva “ainda que”. Assim, a alternativa (D) é a correta.

  • Primeiramente, é imperioso ressaltar que a locução indicada no trecho do enunciado (mesmo que) tem valor concessivo, ideia-valor de oposição, mas que não anula a informação contida na outra oração.

    ALTERNATIVA A: OPÇÃO INCORRETA. “Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas...” – conjunção coordenativa adversativa, que tem valor-ideia de oposição, que anula o que se informa na outra oração, bem como as equivalentes MAS, CONTUDO, TODAVIA etc.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO INCORRETA. “.... jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. – preposição essencial com valor-ideia de finalidade, tendo como equivalentes as expressões A FIM DE QUE, COM A FINALIDADE DE etc.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO INCORRETA.mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação...” – conjunção coordenativa adversativa, que tem valor-ideia de oposição, que anula o que se informa na outra oração, bem como as equivalentes PORÉM, CONTUDO, TODAVIA etc.

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO CORRETA.ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.” – locução conjuntiva com valor-ideia de concessão, de caráter opositivo, mas que não anula a informação contida na outra oração, assim como as equivalentes: MESMO QUE, CONQUANTO, EMBORA etc.

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA.Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras...” –  COMO, conjunção subordinativa conformativa, que expressa ideia-valor de CONFORMIDADE, assim como as equivalentes: CONFORME, CONSOANTE etc.

  • GABARITO: LETRA D

    Concessivas: introduzem uma oração que expressa ideia contrária à da principal, sem, no entanto, impedir sua realização. São elas: embora, ainda que, apesar de que, se bem que, mesmo que, por mais que, posto que, conquanto, etc. Por exemplo:

    Embora fosse tarde, fomos visitá-lo.
    Eu não desistirei desse plano mesmo que todos me abandonem.

    FONTE: https://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf86.php


ID
2673568
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

O termo destacado na frase – ... é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua... – forma uma expressão com sentido de

Alternativas
Comentários
  • A loja se celebrizou por causa do preços que foram jogados na lua.

     

    B) causa

  • Questão que ajuda..

     

    Ano: 2017

    Banca: VUNESP

    Órgão: Câmara de Barretos - SP

    Prova: Advogado

    O termo destacado na frase “Ninguém deixa de falar comigo por falta de telefone.” forma uma expressão com sentido de

     a) finalidade.

     b) origem.

     c) modo.

     d) meio.

     e) causa.

     

     

  • é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por( causa de) jogar seus preços na lua...

    Gab. B- CAUSA

  • LETRA B.

     

    POR+INFINITIVO= CAUSA

    A+INFINITIVO= CONDIÇÃO.

    AO+INFINITIVO= TEMPO

    PARA+INFINITIVO= FINALIDADE

    APESAR DE+INFINITIVO= CONCESSÃO.

  • A oração “por jogar seus preços na lua” é subordinada adverbial causal reduzida de infinitivo, tendo em vista o valor semântico da preposição “por”. Assim, a alternativa correta é a (B).



  • LENDO UM POUCA ANTES E SUBSTITUIR A PALAVRA >> POR CAUSA DISSO JÁ MATA A QUESTÃO SEM MUITA TEORIA

    >> TENTE SUBSTITUIR OU DÁ SENTIDO NAS OUTRAS OPÇÕES FICA BIZARRO

     

     

     No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

     

    >>> RESPOSTA >> CAUSA

     

        A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar ( POR CAUSA DISSO ) seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”.

  • Observemos que a oração iniciada pela preposição POR é uma adverbial causal reduzida de infinitivo: que se celebrizou POR jogar seus preços na lua (ou PORQUE – CAUSA – jogou seus preços na lua). Daí, celebrizou-se POR isso (POR CAUSA DISSO).

  • GAB. B

    causa.


ID
2673571
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


    Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.

    Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.

    No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.

    A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.

    Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.

    Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.

    Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.


*Jornal Folha de São Paulo


(‘Caveat emptor’. Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/helioschwartsman/2017/11/1937658-caveat-emptor.shtml 24.11.2017. Adaptado)

Na frase – ... um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente... –, o termo voluntariamente, em destaque, expressa circunstância de

Alternativas
Comentários
  • E) modo, e pode ser corretamente substituído pela expressão “de maneira espontânea”.

     

    Voluntário 

    n adjetivo 
    1    que não é forçado, que depende da vontade ou é controlado por ela; espontâneo
    Ex.: movimento v.
    2    que se pode optar por fazer ou não
    Ex.: demissão v.
    3    que age apenas segundo sua própria vontade; caprichoso, voluntarioso
    Ex.: crianças v.
    4    Regionalismo: Rio Grande do Sul.
    que não precisa ser fustigado, que anda com facilidade (diz-se de cavalo)
    n substantivo masculino 
    5    (sXV) 
    aquele que ingressa no serviço militar sem ser obrigado
    6    aquele que ingressa livremente num exército para lutar por suas idéias ou crenças, numa guerra ou luta civil
    7    estudante que é admitido num curso em condições diferentes daquelas que se aplicam aos estudantes regulares
    8    aquele que se dedica a um trabalho sem vínculo empregatício, prestando ajuda quando necessário
    Ex.: bombeiro v.

    Fonte: Houaiss

  • um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente... –, o termo voluntariamente,

     Foi o MODO como as pessoas optaram, "voluntariamente". 

    e) modo, e pode ser corretamente substituído pela expressão “de maneira espontânea”. 

  • Gab. E

     

    "um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente"

    - De que modo as pessoas podem optar por ser “ludibriadas"?  → Voluntariamente.

     

    Sinônimos de voluntário: espontâneo, automático, impensado, inconsciente, instintivo, irrefletido, maquinal, mecânico, natural.

    Fonte: https://www.sinonimos.com.br/voluntario/

     

     

    Abraço e bons estudos.


  • um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente...


    Voluntariamente= MODO


    De modo que sozinhas, por si só 

  • Lembrem-se que, no Direito Penal, voluntariamente é diferente de espontâneamente. Isso só é valido para a prova de português!

  • COMENTÁRIOS: Em “pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente, o vocábulo-advérbio carrega ideia ou valor de modo, com o sentido de “espontaneamente, de modo espontâneo”, o que se confirma com a pergunta e com a resposta respectivas: COMO? ASSIM, desse modo. Ressalte-se que não há qualquer valor de “às pressas”, como indica a opção A.

  • GABARITO: LETRA E

    Significado de Voluntariamente:

    adv.
    1. De maneira voluntária; de modo espontâneo ou opcionalmente; de modo arbitrário ou altruisticamente.
    (Etm. voluntária + mente)

    FONTE: https://www.lexico.pt/voluntariamente/


ID
2673580
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


Novo Analfabetismo


    O Instituto de Estatísticas da Unesco alerta, em informe recente, que grande parte dos jovens da América Latina não alcança níveis apropriados de proficiência em leitura. São 19 milhões de adolescentes que concluem o ensino fundamental sem conseguir ler parágrafos simples e deles extrair informações, num fenômeno que Silvia Montoya, dirigente do instituto, chama de “nova definição do analfabetismo”.
    A preocupação da diretora procede, pois a falta de competência leitora fragiliza a cidadania. Afinal, quem não consegue ler jornais ou livros depende do que a televisão lhe recomenda como condutas corretas e não consegue formular seus próprios juízos.
    Além disso, em tempos em que o mundo do trabalho extermina postos baseados em tarefas rotineiras, que não demandam capacidade de concepção, as chances de sucesso profissional e de realização pessoal de quem tem letramento insuficiente se tornam muito limitadas.
    Aqui, só 30% dos alunos saem do 9o ano com aprendizado adequado em leitura e interpretação, de acordo com dados do Inep. É menos que a média da América Latina, que tanto chocara Silvia Montoya.
   Ora, num país de elites não leitoras, o fato de tantos jovens não estarem aptos a ler livros talvez não choque.
  Não é mais suficiente ter um nível mínimo de alfabetização. Não ter competência leitora traz obstáculos para a vida em sociedade, especialmente no tocante à dificuldade em compreender os próprios direitos e deveres como cidadão, ainda mais num mundo em turbulência como o que vivemos.

(Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 27.10.2017. Adaptado)

Conforme o texto, o frágil e insuficiente desenvolvimento da competência leitora dos jovens que concluem o ensino fundamental na América Latina impacta diretamente

Alternativas
Comentários
  • "A preocupação da diretora procede, pois a falta de competência leitora fragiliza a cidadania. Afinal, quem não consegue ler jornais ou livros depende do que a televisão lhe recomenda como condutas corretas e não consegue formular seus próprios juízos."

     

    Muito GTA, muito funk, muito fluxo. O povo tá ficando tudo sem juízo. kkk Vão ler um gibi do Chico Bento de vez em quando pra ampliar os horizontes.

     

    C) na formação desses leitores enquanto cidadãos, já que a proficiência em leitura é fundamental para a formação da capacidade de julgamento.

  • ALTERNATIVA A – ERRADO – Não é a UNESCO a principal afetada, e sim os próprios países onde o nível de letramento é pífio. Neles, a população não consegue exercer plenamente sua cidadania, além de ser facilmente descartada no competitivo mercado de trabalho.

    ALTERNATIVA B – ERRADO – Segundo o texto, não é a evasão escolar o problema principal decorrente da frágil e insuficiente competência leitora. É sim a incapacidade de as pessoas exercerem plenamente sua cidadania e se adaptarem ao mercado de trabalho o principal impacto.

    ALTERNATIVA C – CERTO – Exato! Sem a proficiência leitora, as pessoas não conseguem emitir juízos próprios e não são capazes, assim, de exercer a cidadania.

    ALTERNATIVA D – ERRADO – O que ocorre, segundo o texto, é que, como os jovens não conseguem emitir juízos próprios, passam a seguir o que a TV indica como conduta.

    ALTERNATIVA E – ERRADO – Em nenhum momento, o texto fala que livros e jornais estão tendo de adaptar suas linguagens. O foco do texto está na dificuldade de as pessoas assimilarem os conteúdos, pois carecem de uma proficiência leitora.


ID
2673583
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


Novo Analfabetismo


    O Instituto de Estatísticas da Unesco alerta, em informe recente, que grande parte dos jovens da América Latina não alcança níveis apropriados de proficiência em leitura. São 19 milhões de adolescentes que concluem o ensino fundamental sem conseguir ler parágrafos simples e deles extrair informações, num fenômeno que Silvia Montoya, dirigente do instituto, chama de “nova definição do analfabetismo”.
    A preocupação da diretora procede, pois a falta de competência leitora fragiliza a cidadania. Afinal, quem não consegue ler jornais ou livros depende do que a televisão lhe recomenda como condutas corretas e não consegue formular seus próprios juízos.
    Além disso, em tempos em que o mundo do trabalho extermina postos baseados em tarefas rotineiras, que não demandam capacidade de concepção, as chances de sucesso profissional e de realização pessoal de quem tem letramento insuficiente se tornam muito limitadas.
    Aqui, só 30% dos alunos saem do 9o ano com aprendizado adequado em leitura e interpretação, de acordo com dados do Inep. É menos que a média da América Latina, que tanto chocara Silvia Montoya.
   Ora, num país de elites não leitoras, o fato de tantos jovens não estarem aptos a ler livros talvez não choque.
  Não é mais suficiente ter um nível mínimo de alfabetização. Não ter competência leitora traz obstáculos para a vida em sociedade, especialmente no tocante à dificuldade em compreender os próprios direitos e deveres como cidadão, ainda mais num mundo em turbulência como o que vivemos.

(Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 27.10.2017. Adaptado)

Conforme a autora do texto,

Alternativas
Comentários
  • b) a passividade ante um número tão alto de leitores inaptos pode ser justificada pelo desinteresse pela leitura inclusive dos que estão no topo da sociedade.

     

    Joesley que o diga.

  • "Ora, num país de elites não leitoras, o fato de tantos jovens não estarem aptos a ler livros talvez não choque."

    Resposta : B

  • Texto interessante....como diz um sábio mestre da portuguesa , chamado, Alexandre SOARES... Muito se ensina nas escola o Plural de Manga Espada e pouco se ensina ao aluno interpretar as entrelinhas .....

  • ALTERNATIVA A – ERRADO – A empregabilidade é a principal afetada pela pífia proficiência leitora. As pessoas se tornam mais descartáveis no competitivo mercado de trabalho.

    ALTERNATIVA B –  CERTO – Isso fica bem evidente no seguinte trecho: “Ora, num país de elites não leitoras, o fato de tantos jovens não estarem aptos a ler livros talvez não choque.”. Como os que estão no topo também leem pouco, não há uma preocupação ou senso de urgência no que diz respeito à pífia proficiência leitora de grande parte da população.

    ALTERNATIVA C – ERRADO – É exatamente o oposto. Com a mudança no perfil de profissional buscado hoje no mercado de trabalho, aqueles cuja capacidade leitora é insuficiente são diretamente afetados.

    ALTERNATIVA D – ERRADO – Em nenhum momento o texto afirma isso. São na verdade as pessoas com proficiência leitora deficiente que estão sendo descartadas no mercado de trabalho.

    ALTERNATIVA E – ERRADO – Chega sim, pois as pessoas não são capazes de exercer plenamente sua cidadania, emitindo juízos próprios.


ID
2673586
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão abaixo.


Novo Analfabetismo


    O Instituto de Estatísticas da Unesco alerta, em informe recente, que grande parte dos jovens da América Latina não alcança níveis apropriados de proficiência em leitura. São 19 milhões de adolescentes que concluem o ensino fundamental sem conseguir ler parágrafos simples e deles extrair informações, num fenômeno que Silvia Montoya, dirigente do instituto, chama de “nova definição do analfabetismo”.
    A preocupação da diretora procede, pois a falta de competência leitora fragiliza a cidadania. Afinal, quem não consegue ler jornais ou livros depende do que a televisão lhe recomenda como condutas corretas e não consegue formular seus próprios juízos.
    Além disso, em tempos em que o mundo do trabalho extermina postos baseados em tarefas rotineiras, que não demandam capacidade de concepção, as chances de sucesso profissional e de realização pessoal de quem tem letramento insuficiente se tornam muito limitadas.
    Aqui, só 30% dos alunos saem do 9o ano com aprendizado adequado em leitura e interpretação, de acordo com dados do Inep. É menos que a média da América Latina, que tanto chocara Silvia Montoya.
   Ora, num país de elites não leitoras, o fato de tantos jovens não estarem aptos a ler livros talvez não choque.
  Não é mais suficiente ter um nível mínimo de alfabetização. Não ter competência leitora traz obstáculos para a vida em sociedade, especialmente no tocante à dificuldade em compreender os próprios direitos e deveres como cidadão, ainda mais num mundo em turbulência como o que vivemos.

(Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 27.10.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, no trecho reescrito a partir do texto que completa a frase a seguir, o acento indicativo da crase está empregado corretamente, de acordo com a norma-padrão da língua.

Uma competência leitora insuficiente acaba criando obstáculos para a vida em sociedade, especialmente quanto

Alternativas
Comentários
  •  a)à algumas atividades requeridas por novas formas de trabalho.

    NÃO SE USA CRASE ANTES DE PALAVRA NO PLURAL .

     b)à ser capaz de praticar a leitura eficiente de livros e de jornais.

    NÃO SE USA CRASE ANTES DE VERBO.

     c)à compreensão eficiente de responsabilidades e de direitos sociais.

    GABARITO.

     d)à novas exigências praticadas no mercado de trabalho atual. 

    NÃO SE USA CRASE ANTES DE PALAVRA NO PLURAL .

    e)à uma aprendizagem escolar rica e plenamente satisfatória.

    NÃO SE USA CRASE ANTES DE ARTIGO INDEFINIDO.

  • Artigo a está no singular e a palavra seguinte no plural, não usa crase. Não usa crase diante de verbos e nem de pronomes indefinidos, como esse, aquele, isto, um, uma... (só se referir a hora, uma hora...)

    Gab C

  • ERRADA: a) à algumas atividades (...) = Não se usa crase antes de pronomes indefinidos (Algumas).

    ERRADAb) à ser capaz (...) = Não se usa crase antes de verbo (Ser).

    CORRETA: c) à compreensão eficiente (...).

    ERRADA: d) à novas exigências (...) = Não se usa crase quando está sozinha antes de palavras no plura (novas).

    ERRADA: e) à uma aprendizagem (...) = Não se usa crase antes de pronomes indefinidos (uma).

  • Todos nós sabemos que a "C" está correta,contudo, queremos a explicação do gabarito. Alguém para explicar?!

  • É tão bom quando você acerta uma questão por eliminação .. hahaha

  • Para mim, comprrenção era verbo! :/

     

     

  • a) à algumas atividades requeridas por novas formas de trabalho.       NÃO SE UTILIZA CRASE ANTES DE PRONOME INDEFINIDO!

     

    b) à ser capaz de praticar a leitura eficiente de livros e de jornais.       NÃO SE UTILIZA CRASE ANTES DE VERBO.

     

    c) à compreensão eficiente de responsabilidades e de direitos sociais.      GABARITO

     

    d) à novas exigências praticadas no mercado de trabalho atual.        Crase é a junção do artigo "a" + preposição "a". Como "novas" está                                                                                                    no PLURAL, o artigo também deveria estar, então o correto seria "às novas".

     

    e) à uma aprendizagem escolar rica e plenamente satisfatória.      NÃO HÁ CRASE ANTES DE ARTIGO INDEFINIDO!

     

     
  • Eu também achei que compreensão fosse um verbo... peguei essa informação no Dicio:

    Definição de Compreensão:

    Classe gramatical: substantivo feminino

  • a crase, na maioria das vezes, deve acompanhar um substantivo. Uma, alguma, quem, ser... não são substantivos. E mesmo se for, deve ser um substantivo no singular e no gênero feminino.

  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO INCORRETA. Não ocorre crase em um A no singular antes de palavras pluralizadas, pois teríamos um artigo no singular relacionando-se com um nome no plural (a – ARTIGO – algumas atividades),” à algumas atividades requeridas por novas formas de trabalho”, destacando-se ainda a impossibilidade de crase antes do pronome indefinido “algumas”, que não aceita artigo precedente.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO INCORRETA. Não ocorre crase antes verbo: “à ser capaz de praticar a leitura eficiente de livros e de jornais.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO CORRETA. Uso correto da crase, pois o termo “quanto exige a preposição A e o substantivo “compreensão” vem antecedido do artigo “a”: “quanto à compreensão eficiente de responsabilidades e de direitos sociais.” Por analogia, “quanto AO entendimento”.

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO INCORRETA. Não ocorre crase em um A no singular antes de palavras pluralizadas, pois teríamos um artigo no singular relacionando-se com um nome no plural (a – ARTIGO – novas exigências).

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. Não ocorre crase antes de artigo indefinido (UMA), pois esse artigo repele, obviamente, o artigo definido A(S).

    Resposta: C

  • GABARITO: LETRA C

    ACRESCENTANDO:

    Tudo o que você precisa para acertar qualquer questão de CRASE:

    I - CASOS PROIBIDOS: (são 15)

    1→ Antes de palavra masculina

    2→ Antes artigo indefinido (Um(ns)/Uma(s))

    3→ Entre expressões c/ palavras repetidas

    4→ Antes de verbos

    5→ Prep. + Palavra plural

    6→ Antes de numeral cardinal (*horas)

    7→ Nome feminino completo

    8→ Antes de Prep. (*Até)

    9→ Em sujeito

    10→ Obj. Direito

    11→ Antes de Dona + Nome próprio (*posse/*figurado)

    12→ Antes pronome pessoalmente

    13→ Antes pronome de tratamento (*senhora/senhorita/própria/outra)

    14→ Antes pronome indefinido

    15→ Antes Pronome demonstrativo(*Aquele/aquela/aquilo)

    II - CASOS ESPECIAIS: (são7)

    1→ Casa/Terra/Distância – C/ especificador – Crase

    2→ Antes de QUE e DE → qnd “A” = Aquela ou Palavra Feminina

    3→ à qual/ às quais → Consequente → Prep. (a)

    4→ Topônimos (gosto de/da_____)

    a) Feminino – C/ crase

    b) Neutro – S/ Crase

    c) Neutro Especificado – C/ Crase

    5→ Paralelismo

    6→ Mudança de sentido (saiu a(`) francesa)

    7→ Loc. Adverbiais de Instrumento (em geral c/ crase)

    III – CASOS FACULTATIVOS (são 3):

    1→ Pron. Possessivo Feminino Sing. + Ñ subentender/substituir palavra feminina

    2→ Após Até

    3→ Antes de nome feminino s/ especificador

    IV – CASOS OBRIGATÓRIOS (são 5):

    1→ Prep. “A” + Artigo “a”

    2→ Prep. + Aquele/Aquela/Aquilo

    3→ Loc. Adverbiais Feminina

    4→ Antes de horas (pode está subentendida)

    5→ A moda de / A maneira de (pode está subentendida)

    FONTE: Português Descomplicado. Professora Flávia Rita

  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO INCORRETA. Não ocorre crase em um A no singular antes de palavras pluralizadas, pois teríamos um artigo no singular relacionando-se com um nome no plural (a – ARTIGO – algumas atividades),” à algumas atividades requeridas por novas formas de trabalho”, destacando-se ainda a impossibilidade de crase antes do pronome indefinido “algumas”, que não aceita artigo precedente.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO INCORRETA. Não ocorre crase antes verbo: “à ser capaz de praticar a leitura eficiente de livros e de jornais.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO CORRETA. Uso correto da crase, pois o termo “quanto exige a preposição A e o substantivo “compreensão” vem antecedido do artigo “a”: “quanto à compreensão eficiente de responsabilidades e de direitos sociais.” Por analogia, “quanto AO entendimento”.

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO INCORRETA. Não ocorre crase em um A no singular antes de palavras pluralizadas, pois teríamos um artigo no singular relacionando-se com um nome no plural (a – ARTIGO – novas exigências).

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. Não ocorre crase antes de artigo indefinido (UMA), pois esse artigo repele, obviamente, o artigo definido A(S).

    Resposta: C


ID
2673589
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Anita fez uma prova de matemática, cuja duração máxima determinada era de duas horas. Sabe-se que na primeira hora, ela resolveu 3/ 5 do número total de questões da prova, e que na segunda hora, ela resolveu 3/ 5 das questões restantes. Se para Anita restaram 4 questões não resolvidas, então o número total de questões que ela resolveu na primeira hora de prova foi igual a

Alternativas
Comentários
  • Não tenho acesso ao gabarito, pois atingi o limite diário, mas deixo o resultado aqui (na esperança de que o gabarito oficial não me desminta).

    Total de questões = x

    Primeira hora: resolveu 3/5 do total = 3x/5.  Então o número de questões que falta para ser resolvido é o total menos o que já foi resolvido, isto é: x - 3x/5 = 2x/5

    Segunda hora: o enunciado diz que foi resolvido 3/5 do que faltava, isto é, 3/5 . 2x/5 = 6x/25

     

    Agora calcula-se o total resolvido, que é igual ao total resolvido na primeira hora (3x/5) mais o total resolvido na segunda hora (6x/25):

    3x/5 + 6x/25 = 21x/25

    O enunciado diz que que depois dela ter resolvido todas essas questões ainda faltaram 4, então:

    21x/25 + 4 = x (lembrando que x corresponde ao total de questões, então aqui estou dizendo que o total de questões é igual a tudo o que foi resolvido na primeira e segunda hora mais 4).

    Resolvendo esta equação temos que x = 25

    Porém a questão não quer saber o número total de questões, mas sim quantas foram resolvidas na primeira hora.

    Na primeira hora foram resolvidas 3x/5 questões. Substituindo x por 25 temos: 3 . 25 / 5 = 15

     

    Gabarito C

  • Resolvi assim, pois nos leva a ser ágil na prova:

    3/5 na primeira hora

    3/5 de 2/5 = 6/25

    3/5 + 6/25 = 21/25, ou seja, foram as que ela realizou sendo a diferença de 4/25 as que ela deixou em branco.

    3/5 de 25 questões equivalem a 15

  • T = total de questões

    X = resolveu na primeira hora

    Y = Restou na primeira hora

     

    X = 3/5.T             (3º Pegue o resultado de T e substitua)

    Y = 2/5.T             (2º Pegue o resultado de Y e substitua)

    4 = 2/5.Y             (1º Primeiro resolva esta)

     

    Este é o jeito correto. É só resolver e ir substituindo as variáveis, no final X = 15.

     

     

  • porque 3x/5 + 6x/ 25 é igual 21/ 25???

  • Resolvi assim:

    1ºHora = 3/5X
    2º Hora =2/5X (falta ela resolver) => 2/5X=3/5(ela conseguiu resolver) + 2/5(faltou ela resolver).

    Se faltou ela resolver 4 questões (2/5), logo a cada 1/5 corresponde a 2 questões. Então 3*2=6, e 2*4=4

    2/5X=6+4 => 2/5X=10 => X=50/2 =25. Substituir na 1ºhora e encontra o que o enunciado nos pede.

    1ºHora = 3/5.25=15

    C)15

  • 1ªhora = 3/5 = 0,6 = 60% de questões resolvidas, ou seja, restam 0,4 ou 40 % para serem resolvidas.
    2ºhora = Qrestantes (0,4) x Qresolvidas na 2ºhora (0,6) = 0,24 ou 24%
    Total Resolvido = 0,6+0,24=0,84 ou 84%
    4 - 16% (falta resolver)
    x  - 60% (resolvido 1ª hora)
     
    x = 15 questões
     

  • valor total de questões  X

     

    1° hora 3x / 5

    2° hora restante primeira 2/5 * 3/5 = 6x/25

    4 questões não resolvidas

     

    x = 3x / 5 + 6 / 25 + 4  (mmc)

     

    25x = 15x +6x + 100

     

    25x - 21x = 100

     

    4x = 100

     

    x = 25 => total de questões

     

    1° hora  25 de 3 / 5 = 15 questões    letra C

  • Após resolver a questão vi que os métodos que outros fizeram eram diferentes. Acho que pode ser mais fácil de entender para quem tem dificuldade.

     

    T=Total=1 prova

    1º hora Fez 3/5 T ----> sobrou 2/5 de T

    2º hora Fez 3/5 de 2/5 de T ---> Fez 6/25 de T

     

    Quanto faltou é 1 menos o que foi feito = 1 - 3/5 - 6/25 = 4/25 de T

    Logo 4T/25  são as 4 questões que faltaram ---> 4T= 25 x 4  ---> T=25

     

    Quanto resolveu na primeira hora da prova? = 25 x 3/5   = 15    Gabarito  C

  • 1ªhora= 3/5 (sobrou 2/5)

    2º hora= 3/5 do restante (2/5)3/5 x 2/5= 6/25 

    Restaram 4 questões

    3/5+6/25= 21/25

    total de questões = 25

    1ª hora igual a 3/5 do total (25) = 15 perguntas.

  • Outra maneira é  resolver  por meio da porcentagem . 

     

    3/5 = representa  60%   ( na 1 hora ) 

     

    resto 2/5 ( foi o que restou da 1 hora ) 

     

    2/5 . 3/5 = 6/25  ( na 2 hora ) 

     

    6/25 =  representa 24 %  ( na 2  hora ) 

     

    60% + 24% = 84% ----> 1 e 2 hora 

     

    100% - 84% = 16 %  resto 

     

    Esse resto de 4 questões representa 16% 

     

    Para achar o total de questões vamos fazer regra de 3 

     

    16% --------> 4 

    100% -------x = 25 

     

    Ele quer saber a quantidade de questões feita na 1 hora 

     

    100%-----------> 25

    60%-------------x=  15 

     

    x= 15 

  • 1º) SE TEMOS FRAÇÕES MULTIPLICAMOS O SEUS DENOMINADORES QUE CHAMAMOS DE PARTES: 5*5= 25P (TOTAL DE PARTES);

    2º) DEPOIS ACHAMOS QTAS PARTES FORAM NA PRIMEIRA HORA: 3/5 de 25P = 15P; restando 10P

    3º) DEPOIS ACHAMOS QTAS PARTES FORAM NA SEGUNDA HORA: 3/5 das 10P restantes = 6P; restando 4P

    4º) FORAM DEIXADAS 4 QUESTÕES: ENTÃO 4Q EQUIVALEM A 4P

    4Q = 4P

    1P = 1Q

    ENTÃO NA 1ª HORA FORAM 15P = 15 QUESTÕES RESPONDIDAS.


ID
2673595
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Levantamento efetuado pela Secretaria de Educação de certo município mostrou que atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetitivos (bullying), estiveram envolvidos em cinco de cada oito desavenças entre alunos ocorridas em determinado período. Com base nessas informações, é correto afirmar que as desavenças não motivadas por bullying representam, do número total de desavenças ocorridas nesse período,

Alternativas
Comentários
  • GABARITO D

     

    correto afirmar que as desavenças não motivadas por bullying representam, do número total de desavenças ocorridas nesse período.."

    Se as Motivadadas por bullying = 5/8  ( 62,5%)

    Não Motivadadas por bullying = 3/8 (37,5%)

  • Resolvi assim:

    8----100%

    3-----X

    8X=300

    X=300:8

    X=37,5

  • Rascunho do problema:

    Total: 8 Partes

    Bullying: 5 Partes

     

    Bullying + Não Bullying = Total

    5P +____= 8P

    5P + 3P = 8P

     

    Se 8P = 100% dos seres humanos

    Cada parte vale 12,50

     

    Como quer saber o Não bullying 3 x P = 3 x 12,50 = 37.50

  • Gabarito: D

     

     

    5 / 8 --> bullying

    3 / 8 --> não bullying

     

    8 --- 100%

    3 --- x

    x = 37,5

  • 5/8 representa = 62,5%

     

    100%- 62,5%= 37,5 % 

  • 5 - 8 = 3

    8 - 100

    3 - x

    8X=300

    X=300:8

    X=37,5

  • 3/8*100 = 300/8 = 37,5


ID
2673598
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Beto precisava comprar um tipo específico de caderno. Fez um levantamento e encontrou três fornecedores diferentes para o produto procurado. Verificou que, usando totalmente a quantia de que dispunha para esse fim, seria possível comprar 3 unidades do fornecedor A, mais 2 unidades do fornecedor B, ou 7 unidades do fornecedor C, cujo preço unitário era de R$ 21,00. Sendo o preço unitário do fornecedor B menos o preço unitário do fornecedor A igual a R$ 11,00, é correto afirmar que o preço unitário do fornecedor A era igual a

Alternativas
Comentários
  • Ganarito E

    x = total de dinheiro do Beto

    A = preço do produto A

    B = preço do produto B

    C = preço do produto C

    - O enunciado diz que o dinheiro dele (x) pode comprar 3 unidades do produto A (3A) e 2 unidades do produto B (2B).

    Isto é: x = 3A + 2B

    - O enunciado diz que o dinheiro de Beto (x) pode comprar 7 unidades de C (7C)

    x = 7C

    - Enunciado também diz que a unidade de C custa 21, logo C = 21

    - Substituindo C por 21 na equação x = 7C temos que x = 7 . 21 ----- x = 147

    - Por fim, o enunciado diz que o preço da unidade B menos o preço da unidade A é igual a 11, isto é: B - A = 11

    Se isolarmos o B temos que B = 11 + A

    - Agora podemos substituir o x por 147 e o B por 11 + A na equação x = 3A + 2B:

    147 = 3A + 2 (11 + A)  ------  147 = 3A + 22 + 2A ----- 5A = 147 - 22 ------ 5A = 125  ----- A = 125/5 ------- A = 25

  • da  hora  sua  interpretação obrigado

  • 3A+2B=7C

    C=21   (21.7=147)

    B-A=11    (B=11+A)

     

    3A+2B=147

    3A+2.(11+A)=147

    3A+22+2A=147

    3A+2A=147-22

    5A=125

    A=125/5

    A=25

     

    Alternativa "E"


ID
2673607
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Doze máquinas iguais, de mesmo rendimento, funcionando de forma simultânea durante 6 horas ininterruptas por dia, produzem determinada quantidade de certa peça em 5 dias. Para produzir a mesma quantidade da mesma peça em 4 dias, as doze máquinas deverão trabalhar, por dia, durante

Alternativas
Comentários
  •  c)

    7h 30min.

  • 12 maq      6h/dia   5 dias 

    12 maq       x        4  dias 

     

    6  = 12.4 

    x  = 12 . 5 

     

    6x = 4/5

    4x = 30

    x=30/4 = 7;5

  • MAQUINAS      HORAS      DIAS

    12                      6                  5

    12                      X                 4

    4X = 30

    X = 7,5             0,5X 60= 30             7H E 30 MINUTOS

  • nao entendi

     

  • Dias  horas/dias

    5         6

    4         x 

     

    Sempre que for dias x horas é inversa

     

    X=5*6/4

    X= 30/2*2

    X= 15/2

    X= 7,5 

     

    GABARITO C

  • ESQUEMA DOS DADOS

    Maquinas              horas      qtde peças            dias

    12                           6             x                             5

    12                           x              x                             4         

    Neste caso elimina as variáveis que são iguais no esquema ( maquinas e quantidade de peças)  

    Quando a regra de três é inversa (caso da questão) multiplicamos lado a lado, por isso regra LALA

    6x5 = 4x

    X= 30/4 = 7,5

    Se tiver dificuldade no modo Lala, faça assim (eliminando a qtde de peças que é igual):

    12 = 6x5

    12 = 4x

    12.30 = 12.4x

    48x = 360

    X=7,5

     

  • Fazendo o "causa e consequência", vemos que a consequência é igual em ambas as situações, isto é, uma quantidade "Tal" de peças. Então não cruzamos.


    Causa 12M.6H.5D => Consequência: peças

    Causa 12M.xH.4D=> Consequência: peças


    Então..

    12.6.5=12.x.4 => cancela o 12 dos dois lados

    6.5=4x

    4x=30

    x=30/4

    x=7,5 H => 7 horas e 30 minutos (C)


  • gostei

  • até que enfim uma coisa fácil do meu nível de intélecto

  • 12 06 05

    12 x 04

    6 = 12 . 4

    x 12 5

    6 . 48

    x 60

    48x = 360

    x=360/48

    7,5 (sete horas e meia)

  • Gabarito:C

    Principais Dicas:

    • Simples: Separa as duas variáveis e faz uma análise de quem é diretamente (quando uma sobe, a outra sobe na mesma proporcionalidade) ou inversa (quando uma sobe, a outra decresce na mesma proporcionalidade). Se for direta = meio pelos extremos e se for inversa multiplica em forma de linha.
    • Composta: Separa as três variáveis ou mais. Fez isso? Coloca a variável que possui o "X" de um lado e depois separa por uma igualdade e coloca o símbolo de multiplicação. Posteriormente, toda a análise é feita com base nela e aplica a regra da setinha. Quer descobrir mais? Ver a dica abaixo.

     

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação juntos !!


ID
2673610
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma professora de matemática verificou a quantidade de folhas quadriculadas disponíveis para uma atividade prática, e constatou que se ela distribuísse 10 folhas para cada grupo formado na classe, restariam 5 folhas. Entretanto, se fossem distribuídas 12 folhas para cada grupo, faltariam 3 folhas. Para usar todas as folhas disponíveis, sem faltar ou restar nenhuma, decidiu remanejar os alunos e criar mais um grupo. Nessas condições, cada grupo recebeu um número de folhas igual a

Alternativas
Comentários
  • Não tenho acesso ao gabarito, pois expirou meu limite diário, mas vamos a resolução (espero que esteja conforme o gabarito).

     

    número de grupos = x

    número de folhas = y

    se todas as folhas (y) fossem distribuídas para os grupos (x), sendo que cada um recebesse 10, ainda sobrariam 5. Isso pode ser expressado pela seguinte equação:

    y = 10x + 5 (10x porque são dez folhas por grupo e + 5 porque sobram cinco folhas).

    Se fossem 12 folhas por grupo faltariam 3, a equação que expressa esta afirmação é:

    y = 12x - 3

     

    Agora substiuímos o y da segunda equação por 10x + 5. Temos que:

    10x + 5 = 12x -3 ----  2x = 8 ----- x = 4

    Substituímos x por 4 na primeira equação (também poderia ser na primeira) para descobrirmos y:

    y = 10x + 5 ----- y = 10 . 4 + 5 ------  y = 45

     

    Se criasse mais um grupo além dos 4 que já tinha, ficariam 5 grupos para receber 45. Então cada grupo receberia 45/5 = 9.

     

    Gabarito D

  • naõ tem outra forma mais facil

  • De uma forma mais sucinta, assim fiz: 

    Sendo X o nª de grupos, temos 10X + 5 = 12X - 3, já q multiplicando o nº de folhas pelo d grupos, temos o total de folhas. {1}

    Feito isso, chegamos à equação dada, já q 10X + 5 = F (folhas), e 12X - 3 = F (folhas).{2}

    Resolvendo a equação {1}, chegamos ao valor de X, q é 4. 

    substituindo X em {2}, temos em ambas as equações o nº total d folhas, q é 45.

    Como foi criado mais um grupo, então temos 4 (numero anterior de grupos) mais 1 q foi criado, daí, nº total de folhas (45) dividido por pelo nº atualizado de grupos (5), temos 9, gabarito D

  • número de grupos = x

    total de folhas = y

    1ª) 10x= y - 5 ( 10 vezes o número de grupos é igual o total, menos 5 que restam)

    2ª) 12x= y + 3 ( 12 vezes o número de grupos é igual o total mais 3 que faltam)

    multiplicando a primeira equação por -1 e somando as duas fica

    2x= 8

    x=4

    y=45

    como a professora aumentou 1 grupo, irá ficar 45 dividido por 5 = 9


ID
2673616
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma professora possui 2 fios de arame, um com 1,5 m de comprimento e o outro, com 1,2 m de comprimento, e quer dividi-los totalmente em pedaços iguais, do maior comprimento possível. Nessas condições, o número máximo de pedaços obtidos será igual a

Alternativas
Comentários
  • MDC de 120 e 120= 30 (comprimento máximo de cada fio) 

    agora basta somar 120+150 e dividir por 30= 9

    Gabarito C . 

  • MDC 120 e 150* = 30

  • Múltipliquei 1,5 x 1,2 = 18,0 e dividi por 2= 9

  • M.D.C (15,12)

    12,15 I 3

    04,05 I (NÃO É POSSÍVEL DIVIDIR AMBOS)

    Agora é só dividir : 12 por 3 = 4

                                   15 por 3 = 5

    Somando... 9 (Alternativa C)   

     

  • MDC das medidas aumentando uma casa para facilitar o cálculo. No casoo 1,5 em 15 e 1,2 em 12, cujo MDC é 3.

    15,12    2

    15,06    2

    15,03    3

    05,01    5

    01,01

    Depois basta fazer a divisão das medidas e somar o resultado

    15/3= 05  e 12/3= 04

    05+04= 09

     

  • MMC multiplica todos os fatores primos, já o MDC multiplica apenas os fatores primos que dividiram a linha inteira simultaneamente!

    ---> Obs.: 1,5m e 1,2m foram convertidos para centímetros, tornando-se 150 e 120 centímetros!

    K ----- H ----- DAM ----- M ----- DC ----- CM ----- MM


    150  120  | 2*                          150 / 30 = 5 Pedaços.

     75   60   | 2                           120 / 30 = 4 Pedaços.

     75   30  | 2                            4 + 5 = ----> 9 Pedaços Iguais <----

     75   15  | 3* 

     25    5 | 5*   

      5    1 | 5                

       1       2.3.5 = 30 MDC      

     

    Alternativa "C"

     

  • Resolvi através de MDC e deu certo!

    Primeiramente, converti metros para centímetros. A resolução ficou da seguinte forma:

     

    150, 120   /2

    75, 60      /3

    25, 20     /5

    5, 4

     

    Soma-se 5 + 4 (que é a quantidade de pedaços iguais) = 9 pedaços iguais.

     

    Ps.: Se cometi alguma falha, me avisem.

     

    "Um passo de cada vez e toda uma estrada é percorrida!"

     

     

     

     

  • Pessoal! Desculpem corrigi-los, mas é uma resolução de MMC, nesta resolução tanto faz transformar pra decímetro ou centímetro , logo em decímetro:

    15,12 | 2

    15, 6 | 2

    15, 3 | 3

     5,  1 | 5,   temos: 2*2*3*5 = 60 =>  para arames de 15 , temos: 60/15 = 4  e para 12 , temos: 60/12= 5. , total : 4+5= 9

  • A questão nao foi clara. Entendi que todos os pedaços deveriam ser iguais, por isso não encontrei a resposta. entendo que a resposta seja 9, da forma como foi resolvida,mas ainda acho que a questão ficou nublada no que pediu.

  •  

    Gabarito: C

     

    "e quer dividi-los totalmente em pedaços iguais, do maior comprimento possível (MDC)..."

    Pessoal, fiz por mdc mas mmc (com algumas adaptações) também resolve o problema. 

     

    -Convertendo para centímetros:

    1,5 m = 150 cm

    1,2 m = 120 cm

     

    150, 120 / 2

    75, 60 / 5

    15, 12 / 3

    5, 4 / <-- 5 + 4 = 9

     

     

     

    -Espero ter ajudado.

  • 1,5 m x 100 = 150 M

    1,2 m x 100 = 120 M

    MDC de 150, 120 = 5 , 4 (soma-se os restos)

    Nessas condições, o número máximo de pedaços obtidos será igual a 9.

  • gab. C

    http://sketchtoy.com/70074147


ID
2673619
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Assinale a alternativa que apresenta corretamente um documento com as características suportadas pelo Bloco de Notas, usando o Microsoft Windows 7, em sua configuração original.

Alternativas
Comentários
  • O Bloco de Notas é um programa de edição de texto bastante simples, que vem pré-instalado com o sistema operacional Windows. Ele é muito útil para quem quer redigir documentos curtos e salvá-los como textos sem formatação. O bloco tem algumas outras funções das quais você pode tirar proveito. No entanto, como ele é apenas um editor de textos, não suporta imagens.

     

    Gabarito C

  • Questão criativa!

  • Bloco de notas = txt

  • Vunesp dando um show nas questões de informática. Questões práticas e pouca decoreba.

  • Show de bola de questão.

     

    Avante pra Agetel-PC/SP!!!

  • Comentário do Olayr é o melhor, Show!!!!

  • O examinador é um bom editor de imagens kkkk

  • Chegamos ao Windows 10 e o bloco de notas tá lá com sua fonte courier... 

  • Bloco de notas: possue apenas fonte e quebra automática de linha.

    recurso simples!

  • Se fosse por eliminação ficaria só com as alternativas "A" e a "C". As outras foram inseridas alguns itens. Se obervar no menu, nem existe a opção inserir...

  • só procurar o mais simples, bloco de notas é sem formatação.

  • Bloco de notas = txt

  • O bloco de notas do Windows é desprovido de recursos de formatação. O único “recurso” possível é a Quebra automática de linha, que é apenas um recurso visual para o usuário visualizar a quebra do texto na tela do computador.

  • o bloco de notas é o programa editor de texto mais simples que existe no Windows, nele é possível inserir apenas textos, e realizar pouquíssimas formatações, dentre elas temos a mudança da fonte.

    Ajuda: abram o programa descrito na questão, usem-no, escrevam também e assim exercitem aquilo aprendido nas aulas teórias e questões de informática.

    GAB. C


ID
2673622
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

No Microsoft Word 2010, em sua configuração original, um usuário criou um documento com 18 páginas. Posicionado na página 8, ele percebeu que precisava incluir um cabeçalho e o fez, clicando em Cabeçalho, no grupo Cabeçalho e Rodapé, guia Inserir. Assinale a alternativa que indica quais páginas ficaram com o cabeçalho.

Alternativas
Comentários
  • Gab: E)

  • Todas as páginas. Para cabeçalho em um intervalo específico, utiliza-se a quebra de seção.

  • Quando tiver a palavra "apenas",na alternativa, DUVIDE!.

  • ele precisaria ter colocado quebra de pagina pra nao ter colocado em todas as paginas

  • O certo é "quebrar seção" e, posteriormente, desvicular os cabeçalhos.

  • Os cabeçalhos o ajudam a repetir conteúdo na parte superior de cada página. Eles são úteis para apresentar informações, como título autor e número de página. Os rodapés o ajudam a repetir conteúdo na parte inferior de cada página.

    Conforme vimos em aula, ao inserir o cabeçalho ou o rodapé em uma página, eles serão inseridos em todas as páginas de uma mesma seção.

    Gabarito: Letra E

  • Como não houve nenhuma quebra de seção, em todas as páginas constarão cabeçalho.

  • Gabarito E

    Independente da página em que adicionar um cabeçalho, ele será adicionado a todas as páginas do documento.

    Para que isso não aconteça é necessário fazer uma quebra de seção. (CTRL + SHIFT + ENTER)


ID
2673628
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

No modo de exibição de apresentação de slides do Microsoft PowerPoint 2010, em sua configuração original, um usuário posicionou o ponteiro do mouse no centro do slide e, com a tecla CTRL pressionada, clicou com o botão principal do mouse. Assinale a alternativa que indica o resultado correto dessa ação.

Alternativas
Comentários
  • B)

    https://support.office.com/pt-br/article/usar-atalhos-de-teclado-para-criar-apresenta%C3%A7%C3%B5es-do-powerpoint-ebb3d20e-dcd4-444f-a38e-bb5c5ed180f4#ID0EAADAAA=2010

  • Acertei  a questão por eliminação, mas não conhecia a função. 

  • É a técnica Jedi

  • Meu, pq tem gente colocando gabarito errado? Cuidado pessoal tem gente que se não faz por desatenção , é por maldade . Gabarito B - O PONTEIRO DO MOUSE TRANSFORMOU-SE EM UM CÍRCULO VERMELHO....

  • Pessoal, quando virem comentários desrespeitosos, ofensivos, ideológicos, poemas, entre os vários que temos visto por aqui, cliquem em reportar abuso para denunciar para o QC. Uso o QC há uns três anos aproximadamente e a parte de comentários está cada vez pior, quem sabe denunciando ajuda.

    Fora as típicas briguinhas, poemas e textos motivacionais esses dias vi uma colega que estava xingando a galera porque não colocavam os artigos nos comentários. "Oi amiga? Alguém é obrigada a dar aula para você? Não né" Legal colocar, mas ninguém é obrigado a colocar artigos, escrever texto pequeno ou texto grande, de um jeito ou de outro que fique bom especificamente para você, quem escreve aqui faz para ajudar, o que não ajuda é #lulalivre #bolsonaro2018, comentários desrespeitosos, ofensivos, ideológicos, poemas, e esse textão que acabei de fazer rsrs. Mas em fim, foi só para dar um toque, por favor cliquem no botão reportar abuso, nos comentários sem noção que virem por ai, já vi o QC apagar alguns. Obrigada :)

  • Alguns dos principais atalhos que já vi sendo cobrado pela Vunesp:

    Alt + F5 = Modo de exibição do Apresentador

    Shift + F5 = inicia apresentação de slides do slide atual

    F5= Inicia apresentação de slides do começo

    End: "pula" para o último slide

    Ctrl + M : Insere um novo slide

  • No modo de exibição de apresentação de slides do Microsoft PowerPoint 2010

    CTRL + BOTÃO PRINCIPAL DO MOUSE = O ponteiro do mouse transformou-se em um CÍRCULO VERMELHO, simulando um apontador laser.  

  • Qual é o botão principal do mouse, não falou em que tipo de configuração.

  • Durante a apresentação de slides, segurar a tecla Ctrl e pressionar o botão principal ( geralmente o esquerdo ) do mouse exibirá um 'laser pointer' apresentação.


    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    A título de informação, durante a apresentação de slides, pressionar a letra C ou vírgula deixará a tela em branco;

    pressionar a E ou ponto final, deixará a tela preta.


  • Por fim, imaginem que vocês querem fazer uma apresentação utilizando um apontador de laser. Para tal, você deve ir em Exibir > Modo de Exibição de Leitura ou Modo de Apresentação de Slides. Em seguida, pressione e mantenha pressionada a tecla CTRL e, em seguida, clique e arraste o botão esquerdo do mouse para apontar para o conteúdo do slide que você deseja chamar a atenção. Isso já caiu em prova!


ID
2673631
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Um professor preparou uma mensagem de correio eletrônico para ser enviada para 40 alunos. Mas, ele deseja evitar que os alunos comecem a responder para todos, gerando assim uma quantidade muito grande de e-mails para todos. Para evitar isso, de forma a que cada destinatário responda apenas para o professor, usando o botão Responder ou Responder a todos, o professor deve colocar a lista de destinatários na mensagem original no seguinte campo:

Alternativas
Comentários
  • Cópia Carbono Oculta (Cco)

    Essa abreviação significa "Cópia carbono oculta” que vem do inglês "Blind Carbon Copy (BCC – tipo uma cópia carbono cego), onde o destinatário não consegue saber quem além dele recebeu o e-mail que você enviou.

     

    Gabarito B

  • Puta enunciado confuso!

  • Só o enunciado que te faz ficar confuso, mesmo sabendo a resposta. 

  • Gabarito letra B

     

    Para: se enviar um e-mail para mais de um destinatário, inserindo os endereços no campo “Para” , todos os destinatários receberão a mensagem e saberão quem, além de você, recebeu o e-mail.

     

    CC: envia cópia para os e-mails da lista, ou seja, todos os usuários terão acesso aos outros endereços.

     

    CCo: envia cópia oculta para os e-mails da lista. Os endereços das outras pessoas não aparecerão para o destinatário indicado no campo “Para”.

     

    http://bloginformaticamicrocamp.com.br/office/e-mail-diferenca-entre-para-cc-e-cco/

  • O "X" da questão é que caso um dos indicados no campo "Cco" opte por "Responder a todos", apenas a pessoa que lhe enviou o e-mail receberá a resposta.

  • Gabarito letra B

  • Minha professora da faculdade deveria adotar esse esquema, pois na época meu email bombava. :/

  • Para (to): Preenchido com o destinatário da mensagem

    Cc: Recebe cópia da mensagem. Em termos práticos, tem o mesmo efeito do campo para.

    Bcc ou CCo: Recebe cópia oculta da mensagem. Os demais destinatários não sabem que esta pessoa recebeu a mensagem. É usado para esconder endereço de e-mail de um destinatário.

    GAB - B

  • Cco= DETETIVE QUE NINGUÉM VÊ E SÓ PODE RESPONDER AO REMETENTE.

  • Quando o CCO clica em RESPONDER A TODOS, ele "entrega" a sua presença. Quem estiver em PARA e CC também receberão a resposta e saberão que ele está ali.

    Quem não recebe a resposta do CCO é quem também está em CCO.

    Cópia oculta não recebe mensagem de outro cópia oculta.

  • Comentários do prof. Diego do Estratégia (@professordiegocarvalho):

    (a) Errado. O para é a lista convencional dos destinatários da mensagem.

    (b) Correto. No Cópia Oculta os destinatários não terão conhecimento dos demais destinatários. Permanecendo anônimos, quando responderem a mensagem, ela será encaminhada somente para o professor – remetente.

    (c) Errada. Nessa opção, todos os destinatários podem se identificar.

    (d) e (e) Erradas. Como vimos na aula, esses campos não servem para essa utilidade.

    Gabarito: Letra B


ID
2673634
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Nos contextos urbano-industriais, a educação escolar é indispensável para todos os aspectos da vida social e tem como seu lócus privilegiado, a escola, a qual, segundo Arêas, pode ser entendida como espaço de garantia de direitos e compromissada com a formação do cidadão.

O direito à educação, na legislação brasileira, consta no art. 205 da Constituição Federal (1988) e no art. 2o da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN no 9.394/96, estendendo-se a todos e tendo por objetivo

Alternativas
Comentários
  • GAB

    C

  •  

    A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

     

     

    Gabarito letra C

  • Letra C.

    Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

  • Gab. C

    Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

  • Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

  • Decoreba do artigo.

    LETRA C

  • Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.


ID
2673637
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Georgina, professora I, ingressou recentemente no magistério e atua em escola de Ensino Fundamental. Ela pretende ter participação ativa na construção e no desenvolvimento do projeto político-pedagógico da escola e, para isso, recorreu à Resolução CNE/CEB no 4/2010 e ao trabalho de Aguiar (2006). Conforme o art. 43 dessa Resolução, verificou que o projeto político-pedagógico representa um dos meios de viabilizar a escola democrática. A partir dos estudos de Aguiar, Georgina concluiu, corretamente que, como professora, é participante do Conselho Escolar, e que este

Alternativas
Comentários
  •  correta e completa é a letra a)

  • a) pode contribuir para a construção e implementação do projeto político-pedagógico da escola e para o alargamento do horizonte cultural dos estudantes.

  • Conselho escolar

    Participam os professores, equipe pedagógica, pais de alunos e os alunos. Delibera sobre ações a serem tomadas, questões político-pedagógicas, administrativo e financeiro. Ocorre mensalmente.

    #rumoa2020!

  • "O Conselho Escolar pode exercer um papel relevante na gestão escolar (pedagógico-administrativa) contribuindo para a construção e implementação do projeto político-pedagógico da escola e para o alargamento do horizonte cultural dos estudantes". (Aguiar. Conselho Escolar e a relação entre a escola e o desenvolvimento com igualdade, p.45)

ID
2673640
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Ivete, professora das séries iniciais do Ensino Fundamental, participou de um ciclo de debates apoiado no artigo de Teresa Mauri, In: Coll (1999) e orientado pelas questões: o que seria uma escola de qualidade para todos? Como garantir que todos aprendam? O que significa, concretamente, tomar o aluno como centro da organização da escola, de seu trabalho educativo? Ao final dos debates, Ivete compreendeu corretamente que, de acordo com Mauri, organizar a escola tomando o aluno como centro significa fazer dela um contexto planejado para favorecer que, em relação aos conteúdos escolares, os estudantes

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B 

     b) construam conhecimento, vivendo um processo de elaboração pessoal, culturalmente mediado, com intensa atividade mental, estabelecendo relações não arbitrárias, mas pertinentes e valiosas, entre o que conhecem e o que pretendem aprender.


ID
2673643
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Historicamente o conceito de cuidar era específico ao trabalho desenvolvido na Educação Infantil cuja finalidade era atender às necessidades primárias das crianças. Mas, atualmente, a Resolução CNE/CEB no 04/2010 destaca que a Educação Básica precisa considerar as dimensões do educar e do cuidar, em sua inseparabilidade, pois a sua centralidade está no educando, pessoa em formação na sua essência humana. Portanto, o educar e o cuidar são ações que precisam ser planejadas, sistematizadas, organizadas e compartilhadas entre crianças, professores, educadores, pais, sendo que cada um possui diferentes culturas e diferentes concepções de cuidar.

Diante do exposto, faz-se necessário que a escola estabeleça projetos voltados à interação escola-família como propõem Castro e Regattieri (2009), pois é preciso que essa interação ocorra

Alternativas
Comentários
  • e - numa perspectiva processual.


ID
2673646
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Um grupo de professores de uma escola pública de Ensino Fundamental, anos iniciais, decidiu fazer um estudo sobre o projeto político-pedagógico, no horário de trabalho coletivo. Recorreram à Resolução CNE/CEB no 4/2010, de acordo com a qual aquele projeto é instância de construção coletiva que respeita os sujeitos das aprendizagens, entendidos como cidadãos com direitos à proteção e à participação social. A seguir, consultaram o trabalho de Pimenta, 1990, a partir do qual, também, puderam concluir que a construção do projeto pedagógico pelo coletivo dos educadores objetiva a democratização do ensino e se dá pela participação dos professores na organização da escola, nos conteúdos a serem ensinados e nas suas formas de administração. Portanto, essa construção do projeto fará a escola mais democrática na medida em que os docentes

Alternativas
Comentários
  • alternativa D

     

  • "A participação dos professores na organização da escola, nos
    conteúdos a serem ensinados, nas suas formas de administração, será tão mais efetivamente
    democrática na medida em que estes dominarem os conteúdos e as metodologias dos seus campos
    específicos, bem como o seu significado social, pois só quem domina as suas especificidades numa
    perspectiva de totalidade (significado social da prática de cada um) é capaz de exercer a autonomia na
    reorganização da escola, a fim de melhor propiciar a sua finalidade: democratização da sociedade pela
    democratização do saber."

     


ID
2673649
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A escola de Ensino Fundamental “Mundo Novo” ao estruturar o seu projeto político-pedagógico buscou parcerias na comunidade local, visando ao estudo sobre sustentabilidade e meio ambiente. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (2000), volume 1, o meio ambiente é considerado um tema transversal que perpassa todas as disciplinas que compõem o currículo. A transversalidade e a interdisciplinaridade, segundo Garcia (s.d.), são modos de se trabalhar o conhecimento buscando uma reintegração de aspectos que ficaram isolados uns dos outros pelo tratamento disciplinar. Elas possibilitam ao estudante ter uma visão mais ampla e adequada da realidade, que tantas vezes aparece fragmentada pelos meios de que dispõe para conhecê-la e não porque o seja em si mesma. Nessa perspectiva, Dowbor (2007) ressalta que esse tipo de abordagem permite aos alunos a compreensão da sua região, prepara-os para a cidadania e eles poderão

Alternativas
Comentários
  • "É natural que esse ensino, que permite às crianças a compreensão
    da sua região, das dificuldades dos seus próprios pais nas diversas esferas profissionais, estimule as
    crianças e prepare cidadãos que verão a educação como instrumento de transformação da própria
    realidade."

  • Gab.

    a) ver a educação como instrumento de transformação da própria realidade. 

  • O enunciado é grannndeeee..... citou uma Normativa(PCN), citou dooois autores, citou conceitos/elementos técnicos da área da educação ( transvers e intedisci..)....

    E o foco da questão era o aluno e sua relação com mundo escola.... ok, beleza...

    Ou seja, do enunciado, bastava ler do "prepara-os para a cidadania e eles poderão".em diante, ou nem ler nada do enunciado, e sim , dá pra responder só pelas alternativas, pois .... tem 4 asneiras e 1 só que não fala besteira.

    Espero ter ajudado analisar a questão.


ID
2673652
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Rosilene leciona em uma escola municipal de Ensino Fundamental. Conversando com seu colega Jean, queixou-se do desconforto que sofria por ter que trabalhar de modo “fatiado” os conteúdos das diferentes disciplinas, principalmente quando se tratava do ensino de ciências. Jean lembrou-lhe de que tal sentimento é abordado por Dowbor no texto “Educação e apropriação da realidade local” (2007), quando ele diz que “esse universo fatiado corresponde pouco à motivação dos alunos”, visto que “um dos paradoxos que enfrentamos é o contraste entre

Alternativas
Comentários
  • "O impacto das tecnologias3
    É impressionante a solidão do professor ante a sua turma, com os seus cinqüenta minutos e uma fatia
    de conhecimento predefinida a transmitir. Alguns serão melhores, outros piores, para enfrentar esse
    processo, mas no conjunto esse universo fatiado corresponde pouco à motivação dos alunos, e tornouse
    muito difícil para o professor, individualmente, modificar os procedimentos. Isso levou a uma situação
    interessante, de um grande número de pessoas na área educacional querendo introduzir modificações,
    ao mesmo tempo que pouco muda.
    É um tipo de impotência institucional, em que uma engrenagem tem dificuldade de alterar algo, na
    medida em que depende de outras engrenagens. A mudança sistêmica é sempre difícil. E sobretudo, as
    soluções individuais não bastam.
    Um dos paradoxos que enfrentamos é o contraste entre a profundidade das mudanças das tecnologias
    do conhecimento e o pouco que mudaram os procedimentos pedagógicos. A maleabilidade dos
    conhecimentos foi e está sendo profundamente revolucionada."

  • Alternativa Correta : D

  • Por que a alternativa A está errada?

  • Dawbor vai defender a ciência como método para resolver os problemas locais de uma comunidade. Nesse sentido, ele diz que as tecnologias do conhecimento evoluíram rapidamente enquanto que o modelo pedagógico de escola não. Sem a escola acompanhar a profundidade das mudanças das tecnologias do conhecimento , a realidade local nunca poderá ser mudada.

    Em suma há uma defasagem entre esses dois fenômenos, por um lado uma sociedade cuja tecnologia avança rapidamente e de outro um ensino pautado pelo tradicionalismo que impede desse conhecimento ser ensinado e compartilhado pela escola.

    Gabarito D


ID
2673655
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Sandra, candidata ao concurso público de professor, estudou o trabalho de Queiroz e Moita (2007) sobre as tendências pedagógicas que marcaram a educação brasileira: as de cunho liberal (a tradicional, a renovada e a tecnicista) e as progressistas (a libertadora, a libertária e a crítico-social dos conteúdos). Ela também estudou os Parâmetros Curriculares Nacionais, PCNs (2000), e compreendeu que a partir dos anos 70 há tendências pedagógicas com um viés mais psicológico, outras com um mais sociológico e político, e que, a partir dos anos 80, há um movimento de integração entre essas abordagens, tendo como preocupação o domínio de conhecimentos formais pelos alunos, com vistas à participação crítica na sociedade, fazendo-se necessária, porém, uma adequação pedagógica às características dos alunos como sujeitos que pensam. Nesse momento, segundo os PCNs, o enfoque da educação está centrado no caráter social do processo de ensino e aprendizagem e é influenciado pela

Alternativas
Comentários
  • Gab. 

    c) psicologia genética.

  • Psicologia Genética. Esta mais preocupada com os processos particulares de um sujeito psicológico, do que com as grandes categorias do pensamento.

  •  Segundo os PCNs, o enfoque da educação está centrado no caráter social do processo de ensino e aprendizagem e é influenciado pela PSICOLÓGIA GENÉTICA.

  • Não entendi

  • No final dos anos 70, pode-se dizer que havia no Brasil, entre as tendências didáticas de vanguarda, aquelas que tinham um viés mais psicológico e outras cujo viés era mais sociológico e político; a partir dos anos 80 surge com maior evidência um movimento que pretende a integração entre essas abordagens. Se por um lado não é mais possível deixar de se ter preocupações com o domínio de conhecimentos formais para a participação crítica na sociedade, considera-se também que é necessária uma adequação pedagógica às características de um aluno que pensa, de um professor que sabe e aos conteúdos de valor social e formativo. Esse momento se caracteriza pelo enfoque centrado no caráter social do processo de ensino e aprendizagem e é marcado pela influência da psicologia genética. (p.32 PCN introdução)

  • oxeeeeee confusãoooooooo

  • ...vamos pedir cometário, amigos, a queatão tem um alto índice de erro.


ID
2673658
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Albano, coordenador pedagógico de uma escola pública de Ensino Fundamental, anos iniciais, propôs aos professores I, como um dos temas de formação continuada, o estudo do currículo com foco na valorização das diferenças individuais, de gênero, étnicas e socioculturais e no combate à desigualdade. Para isso, eles recorreram ao exame do art. 26A, § 2o , da Lei no 9.394/96 (LDBEN), de acordo com o qual os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e a dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo, em especial nas áreas de educação artística, literatura e história. A seguir, buscando ampliar sua pesquisa, os docentes recorreram, ainda, à análise de Resende, (In: Veiga, 1998), sobre a perspectiva multicultural no projeto político-pedagógico, verificando que as duas fontes se complementavam. Assim, conforme Resende, concluíram que, para não cair em condutas reducionistas, é preciso que a incorporação do multiculturalismo ao currículo se dê

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E

    e) de forma que sua transversalidade possa perpassar os conteúdos tratados no cotidiano do processo de aprendizagem.

  • O multiculturalismo é a convivência pacífica de várias culturas em um mesmo ambiente. É um fenômeno social diretamente relacionado com a globalização e as sociedades pós-modernas.

    Gab : E


ID
2673661
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

No volume 1 dos Parâmetros Curriculares Nacionais – Introdução, no item “Orientações Didáticas”, quando se aborda a “diversidade”, alerta-se que as adaptações curriculares, necessárias para atender à diversidade existente no país, “não dão conta da diversidade no plano dos indivíduos em uma sala de aula” e adverte-se que “a escola, ao considerar a diversidade, tem como valor máximo o respeito às diferenças – não o elogio à desigualdade. As diferenças não são obstáculos para o cumprimento da ação educativa; podem e devem ser fator de enriquecimento”. Essa ideia é corroborada por Mantoan (2001), no artigo “Abrindo as escolas às diferenças”, quando, ao analisar o exercício do trabalho coletivo e diversificado em sala de aula, afirma que ele desenvolve

Alternativas
Comentários
  •  b)

    a cooperação, o reconhecimento das diferenças e a diversidade dos talentos humanos e a valorização do desempenho de cada pessoa para a consecução de metas comuns de um mesmo grupo. 


ID
2673664
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Marisa participou de um seminário sobre “Currículo: a valorização das diferenças individuais, de gênero, étnicas e socioculturais e o combate à desigualdade”. Logo nas primeiras abordagens, emergiu a questão da intolerância pela qual passamos nos dias de hoje. Foram lembradas as injúrias que frequentemente são registradas nas redes sociais, seja por causa de racismo, seja por diferenças religiosas ou de gênero, étnicas ou socioculturais. Um dos presentes comentou que, em parte, a escola colabora para que isso ocorra, pois, ao trabalhar os currículos à maneira tradicional, leva os alunos a se alienarem da realidade, podendo com isso aceitar falsos valores. Sugeriu, então, que os currículos deveriam se pautar na visão construtivista que, segundo Vasconcellos (2002), implica que o ensino parta da realidade concreta, pois o ato de conhecimento, a par de ser um ato psicológico, é primordialmente

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A

    a) um ato histórico e social.


ID
2673667
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Lerner (2002) afirma que os lemas educativos “‘aprende-se a ler, lendo’ e ‘aprende-se a escrever, escrevendo’ expressam o propósito de instalar as práticas de leitura e de escrita como objeto de ensino”. Acrescenta que, apesar de estarem, hoje, muito difundidos, sua concretização na atividade cotidiana da sala de aula ainda é pouco frequente e que essa distância entre o que se tenta fazer e o que efetivamente se faz se deve, entre outras razões, a uma que é fundamental:

Alternativas
Comentários
  • d)

    não há clareza sobre o que é que se aprende quando se lê ou se escreve em aula, quais são os conteúdos que estão sendo ensinados e aprendidos ao ler ou ao escrever e, esclarecer isso é imprescindível ao papel docente.


ID
2673670
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Inês leciona para o quarto ano de uma EMEF e observou que parte de seus alunos não relaciona os cálculos que realiza em sua vida cotidiana com as regras da matemática ensinadas na escola. Buscando compreender esse fato, leu o livro A matemática na escola: aqui e agora, de Lerner (1995). Ao lê-lo, verificou que não poucas crianças se referem a ela como a disciplina que menos gostam e, para muitas, ela causa temor. Quanto aos professores, a maioria disse que, para não confundir as crianças, ensinam a matemática trabalhando itens separados, por exemplo: primeiro a adição, depois a subtração. Essa forma de ensinar precisa ser mudada, porque, como diz Lerner, “Se na escola nós assumirmos, tanto ao ensinar como ao avaliar, que fazer matemática é mais do que fazer contas, não só poderíamos conseguir que as crianças adquirissem conhecimentos mais sólidos como também ofereceríamos a oportunidade de que elas

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E 

     e) se apaixonassem por essa invenção humana que é a matemática”.

  • Se apaixonar? kkkkk MENOS.

  • "Se apaixonassem"? Oi?

    Achei a palavra desapropriada para esse contexto.

  • Se apaixonar ? Como assim ?
  • VUNESP FAZENDO UMA QUESTÃO DESSA FORMA É TOTALMENTE FORA...

    UMA BANCA COMO A VUNESP COSTUMA ELABORAR RESPOSTAS MAIS INTELIGENTES E BEM FORMULADAS.

  • QUESTÃO PORCA DE DECOREBA!!

  • A resposta dessa questão esta em seu próprio corpo, não precisa decorar tão menos conhecer a opinião do autor, interpretando o texto você consegue responder.

    Gabarito E

  • Segue meu raciocíno quanto à esta questão...

    O trecho do texto " observou que parte dos seus alunos não relacionam cálculos... " já nos diz que Inês é professora de MATEMÁTICA! FATO !! No livro que ela leu do autor Lerner trouxe um informação para o leitor que muitas crianças sentem TEMOR pela matemáica....

    Por issos optei pela resposta na letra B, mas na minha opinião a opção da letra E tbm estaria correta ! Vejam bem essa conclusão encaixando tanto a letra B quanto a letra E na conclusçao do texto....

    Essa forma de ensinar precia ser mudada ( porque como diz Lerner ) Se na escola nós assumirmos, tanto ao ensinar como avaliar, que fazer matemática é mais do que fazer contas, não só poderíamos conseguir que as crianças adquirissem conhecimentos mais sólidos como também ofereceríamos a oportunidade de que elas PERDESSEM BOA PARTE DO MEDO QUE ESSA DISCIPLINA LHES CAUSA e SE APAIXONASSEM POR ESSA INVENÇÃO HUMANA QUE É A MATEMÁTIICA !

    CONCLUSÃO:

    O livro traz um tema que é o temor que grande parte das crianças sentem pela disciplina matemática ! Por isso escolhi a opção B lembrando que a opção E tbm poderia ser a correta..


ID
2673673
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Luiza, aluna de Pedagogia, participou de uma aula de Metodologia do Ensino de Ciências, na qual a professora da disciplina trabalhou o papel da Educação em Ciências Naturais no Ensino Fundamental I. Fez isso, explicitando aos alunos um modelo metodológico que possibilita aos indivíduos atuarem de modo ativo e crítico diante dos fenômenos naturais. Tal modelo, que foi apresentado por Delizoicov e Angotti (1994), propõe três momentos pedagógicos para o desenvolvimento de uma atividade educativa: problematização inicial, organização do conhecimento e aplicação do conhecimento. Esses momentos oportunizam espaço ao trabalho coletivo, para o surgimento de conflitos/ confrontos de ideias, bem como, para a busca de soluções para eles, com vistas à (re)construção de saberes sistematizados por parte dos alunos. Segundo os autores, no primeiro momento, cabe ao professor

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B

     b) ouvir o que o aluno tem a dizer sobre o assunto: tanto sua maneira de entender o conteúdo, como também a sua experiência de vida.

  • Lembrem de conhecimentos prévios, ao tratar do ensino de ciências.

  • Momentos para o ensino de ciencias segundo Deikizoicov:

    1o...Problematização

    2o....Organização

    3o...Aplicação

    Problematizar é , também, dar momento aos conhecimentos prévios dos alunos.


ID
2673676
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A presença de conteúdos de história e de geografia no currículo do ensino fundamental, desde seus anos iniciais, justifica-se pelos objetivos da educação nacional propostos na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases e considerados pelas diretrizes curriculares nacionais, os quais implicam, de acordo com Penteado (2011), que a escola assegure a cada ano “um conhecimento significativo, ainda que introdutório, que possa ser utilizado pelo estudante ao longo de sua vida, na convivência com seus semelhantes, como um instrumento que lhe possibilite pensar sua realidade e melhor conhecê-la, para melhor atuar nela e se apossar dela, em vez de ser por ela engolido”. A autora argumenta que as relações sociais serão abordadas por meio dos conceitos de natureza, cultura, espaço e tempo, num trabalho escolar que tem o professor como mediador das condições internas e externas de aprendizagem e que se desenvolve

Alternativas
Comentários
  • c)

    em três diferentes níveis de realização: o exploratório, o específico da série e o da ampliação de conhecimentos.

  • Letra C

    A) seguindo o interesse natural das crianças pelas questões de espaço e de tempo que permeiam suas vidas. Errado o aprendizado não deve se prender na naturalização e nem na espontaneidade deve ter intencionalidade educativa.

    B) em situações de aprendizagem intra e extraclasse, sequenciando conteúdos dos mais simples para os mais complexos. Errado o professor deve partir dos conhecimentos prévios do aluno de acordo com a série

    C) em três diferentes níveis de realização: o exploratório, o específico da série e o da ampliação de conhecimentos. Certo o professor começa fazendo um diagnóstico, em seguida segue os conhecimentos específicos da série e depois amplia os conhecimentos

    D) por meio de projetos ancorados no avanço da alfabetização para abordar, com a leitura de textos, os conceitos-chave. Errado o professor primeiro deve fazer um diagnóstico dos conhecimentos prévios do estudante.

    E) com uma sequência lógica que parte do vivencial lúdico e avança para o estímulo da curiosidade e da pesquisa. Errado o professor deve privilegiar o lúdico porém avanço para o estudo dos conhecimentos da série


ID
2673679
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Eduardo é especialista em arte e coordenou um encontro com professores I de uma escola pública de um município paulista sobre a importância do ensino de arte nessas séries iniciais em que eles atuavam, explorando conteúdos dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte para esse segmento do Ensino Fundamental. Ele destacou a contribuição desse documento, na explicitação de que a educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana. Solicitou, então, que em pequenos grupos, os professores consultassem o PCN de Arte, discutissem e respondessem como esse documento indica que o aluno desenvolva sua sensibilidade, percepção e imaginação em arte. Ao final do trabalho dos grupos, Eduardo coordenou a exposição das respostas e confirmou que o aluno as desenvolve ao

Alternativas
Comentários
  • Gabarito E 

    e) realizar formas artísticas; ao apreciar e conhecer formas produzidas por ele, por colegas, pela natureza e nas diferentes culturas.

  • A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico, que caracteriza um modo particular de dar sentido às experiências das pessoas: por meio dele, o aluno amplia a sensibilidade, a percepção, a reflexão e a imaginação. Aprender arte envolve, basicamente, fazer trabalhos artísticos, apreciar e refletir sobre eles. Envolve, também, conhecer, apreciar e refletir sobre as formas da natureza e sobre as produções artísticas individuais e coletivas de distintas culturas e épocas.

    A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana: o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao realizar formas artísticas quanto na ação de apreciar e conhecer as formas produzidas por ele e pelos colegas, pela natureza e nas diferentes culturas.

    Letra E


ID
2673682
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Na reunião de planejamento no início do ano letivo, Patrícia, a coordenadora pedagógica da escola, apresentou, aos professores dos anos iniciais, a proposta de elaboração de um projeto de ensino e aprendizagem, apoiado na “pedagogia de projetos”, o qual vinham estudando desde o semestre anterior, com a obra de Moura (2010). A ideia era tomar como eixo articulador o estudo da cultura local, devido a sua relevância social, permitindo assim, o resgate histórico, uma maior interação entre a escola e a comunidade, bem como o encontro de gerações. As professoras de arte e de educação física sugeriram abordar as danças, em especial, aquelas que estão desaparecendo e que as gerações mais novas não conhecem. Com isso, pretendem buscar essas informações com as pessoas mais idosas da comunidade, conhecer as origens e significados dessas danças e, também, ensiná-las às crianças. Outros professores sugeriram integrar conteúdos das diferentes áreas e finalizar esse trabalho no mês do folclore em agosto, numa mostra cultural. De acordo com Moura, esse tipo de trabalho, pautado na pedagogia de projetos, contribui, para a formação integral do educando, criando condições de desenvolvimento cognitivo e social, ao proporcionar

Alternativas
Comentários
  • uma aprendizagem significativa. 

  • "Essa postura em se trabalhar com
    Projetos contribui de forma efetiva na formação integral do educando, criando condições de
    desenvolvimento cognitivo e social. Nessa postura, aprende-se participando, tomando decisões,
    discutindo problemas, trazendo uma nova perspectiva para entendermos o processo de ensino e
    aprendizagem e tornando-o mais democrático. Aprender deixa de ser um simples ato de memorização e
    ensinar não significa mais repassar simplesmente conteúdos prontos. No trabalho por Projetos o sujeito
    educando constrói seu processo de aquisição do conhecimento com a mediação do educador, assim,
    educandos e educadores têm a oportunidade de transformar a ação educativa, tornando-a prazerosa e
    mais significativa. Essa postura em se trabalhar com Projetos contribui de forma efetiva na formação
    integral do educando, criando condições de desenvolvimento cognitivo e social."


ID
2673685
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Iracema é concluinte de Pedagogia e inscreveu-se para a seleção de Professor I no município de Barretos. Da bibliografia para o concurso, selecionou dois textos que tratam da prática avaliativa: o de Hoffmann, Revista Ideias nº 22, e o cap. 7 da obra de Weiz. Observou que as duas autoras têm concepções semelhantes. Esta última autora, analisando a prática do ditado, utilizado com diferentes propósitos, destaca que, numa ótica construtivista, há necessidade da avaliação intencional, inserida na própria relação entre o ensinar e o aprender, pois saber o que o aluno já sabe é importante para construir situações de aprendizagem adequadas e para fazer intervenções pertinentes no sentido de desafiar e apoiar o avanço na construção de conhecimento. Hoffmann, por sua vez, conceitua a avaliação como

Alternativas
Comentários
  • "De acordo com a teoria construtivista o erro pode ser visto de forma positiva, mais produtiva e fecunda
    do que um acerto imediato, pois o aluno vai criando estratégias de ação para alcançar um resultado.
    Porém nem todos os erros são passiveis de descoberta, Cartorina (1988) aponta que há erros
    sistemáticos que um aluno consegue e não consegue fazer, erros que aparecem em um processo de
    descoberta onde os alunos criam hipóteses, num primeiro momento e gradativamente vão sendo
    reformulado por meio de observação dos fenômenos em suas relações.
    Essas hipóteses no processo de conhecimento são os erros construtivos. Nesse contexto a
    intervenção do professor deve ser desafiador, propondo perguntas ou novas tarefas a fim de confrontar
    o aluno com outras respostas para defenderem suas opiniões pelo momento do educando."

  • Letra C. A resposta está praticamente dada, mesmo que você conheça pouca sobre Hoffman é fácil de saber que é esta questão porque sempre que você faz um estudo, nem que seja bem curto, vai ver a autora sempre relatando a questão do FeedBack (conversa entre professor e aluno) na busca de troca de informações que sempre desafiem ambos, mas principalmente o aluno, de modo a aprender conteúdos novos. Sempre que forem estudar para concursos é importante conhecerem alguns autores: Hoffman, Luckesci, Paulo Freire, Vigotsky e Skynner são autores que sempre estão presentes em questões de concursos. Boa sorte galera!


ID
2673688
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Aline, estudando para prestar concurso de Professor I no município onde mora, leu as obras de Fontana (1996) e de La Taille et al (1992). Seu interesse era aprofundar-se no tema “A mediação do professor, dialogal e problematizadora, no processo de aprendizagem e desenvolvimento do aluno”. Em Fontana, Aline verificou que essa autora, apoiando-se no pensamento de Vygotsky e Bakthin, mostra a importância social da escola e do trabalho pedagógico que, por meio de situações de aprendizagem em sala de aula, possibilitam processos interativos mediadores da aprendizagem dos alunos. Já na obra de La Taille, ela constatou que, para Vygotsky, o desenvolvimento humano como processo sócio-histórico ocorre por meio da mediação, pois enquanto sujeito de conhecimento, o homem não tem acesso direto aos objetos, mas um acesso mediado, isto é, feito por intermédio

Alternativas
Comentários
  • dos recortes do real operados pelos sistemas simbólicos de que dispõe. 

  • GAB: D

    Seu acesso se dá através do outro. Ao conhecer um objeto, o sujeito o faz através de um recorte real que o outro fez.

    Educar é transferir toda a experiência acumulada ao outro através da informação.

  • "Há uma forte ligação entre os processos psicológicos e a inserção do indivíduo num contexto sóciohistórico
    específico. Instrumentos e símbolos construídos socialmente é que definem quais possibilidades
    de funcionamento cerebral serão concretizadas. Vygotsky apresenta a ideia de mediação: a relação do
    homem com os objetos é mediada pelos sistemas simbólicos (representações dos objetos e situações do
    mundo real no universo psicológico do indivíduo), que lhe possibilita planejar o futuro, imaginar coisas,
    etc.
    Em resumo: operar com sistemas simbólicos permite o desenvolvimento da abstração e da
    generalização e define o salto para os processos psicológicos superiores, tipicamente humanos. Estes
    têm origem social, isto é, é a cultura que fornece ao indivíduo o universo de significados (representações)
    da realidade. As funções mentais superiores baseiam-se na operação com sistemas simbólicos e são
    construídas de fora para dentro num processo de internalização."

  • ALTERNATIVA CORRETA D

  • Letra D a medição provoca avanços que não ocorrem espontaneamente, ocorre nos processos mentais superiores na interação com vários interlocutores

    A) de atividades mentais que são controladas externamente pelo ensinante. Errada as atividades mentais são mediadas pelo ensinante

    B) de atividades virtuais que expandem as possibilidades de aprendizagem. Errada são atividades de estudo pré - escolar

    C) da linguagem, que é algo complementar na formação do conhecimento. Errado pela mediação

    D) dos recortes do real operados pelos sistemas simbólicos de que dispõe. Correta zona de desenvolvimento proximal em que o professor atua real+ potencial

    E) de perguntas postas ao sujeito, conduzindo-o ao saber que já está nele. Errado o saber que já está no sujeito configura o construtivismo em que ele aprende com o que já possui


ID
2673691
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Conforme a Lei Complementar no 300/2016, do município de Barretos, encontra-se em seu art. 31 e parágrafos, que um terço da jornada docente remunerada, de efetivos e temporários, será constituída por horas destinadas ao trabalho pedagógico: “coletivo”; “de estudo, planejamento e avaliação”; e, “em local de livre escolha”. As duas primeiras podem ser articuladas, possibilitando um programa municipal de capacitação sob a orientação dos profissionais da classe de suporte pedagógico, ilustrando uma das questões curriculares e institucionais que Delia Lerner (2002) aborda ao discutir o que é necessário para “ler e escrever na escola”. Essa autora aponta a capacitação dos professores como condição necessária, mas não suficiente para transformar o ensino, e, também, como uma ferramenta importante, cuja utilização envolve múltiplos aspectos, entre eles a conciliação entre profundidade e extensão. A esse respeito, ela afirma que, em sua experiência, uma alternativa mais produtiva foi

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B

     b) combinar uma situação de oficina, a qual abarca quantidade considerável de professores, com uma instância de acompanhamento da tarefa de sala de aula, que permite alcançar uma profundidade bem maior com um número menor de professores.

  • É importante considerar que o saber didático, como qualquer outro objeto de conhecimento, é construído através da interação do sujeito com o objeto, ele se encontra, portanto, dentro da sala de aula, e não é exclu-sividade dos professores que trabalham com crianças, ele está presente também em nossas oficinas de capacitação. Então, para apropriar-se desse saber é preciso estar em sala de aula, buscando conhecer a sua realidade e as suas especificidades.

    A atividade na aula como objeto de análise

    O registro de classe apresenta-se como principal instrumento de análise do que ocorre em sala de aula. Esses registros podem ser utilizados durante a capacitação objetivando um aprofundamento do conhecimento didático, já que as situações nele apresentadas permitem uma reflexão conjunta a respeito das situações didáticas requeridas para o ensino da leitura e escrita.


    http://educacadoresemluta.blogspot.com/2009/12/lerner-delia-ler-e-escrever-na-escola-o_1697.html