SóProvas



Prova CESGRANRIO - 2012 - Transpetro - Profissional de Meio Ambiente Júnior


ID
757336
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

Já no título do texto (ficção científica, em português), anuncia-se a possibilidade de utilizar termos correlatos a “espaço sideral". É o que ocorre logo na 1a linha, com o uso da palavra marciano.
Outra palavra, empregada no texto, que apresenta relação com esse mesmo campo de significação, é

Alternativas
Comentários
  • Letra E

    Constelado é relativo a constelação (grupo de estrelas), e, portanto, está nesse mesmo campo semântico.
  • A palavra “constelado” refere-se ao campo semântico de “céu”, enquanto as palavras das outras alternativas distanciam-se.
    (E) constelado (_. 8)
    A opção correta é a letra E.
  • e-

    ele quer a opcao que tem a ver com “espaço sideral". "constelado" é unica opcao que obedece a esse requisito


ID
757339
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

O elemento em destaque está grafado de acordo com a norma-padrão em:

Alternativas
Comentários
  • Opção CORRETA, letra "C".
    Todas as demais opções contêm algum ERRO. Vejamos então quais e por quê (motivo): (grifo meu)

    a) O marciano desintegrou-se por que era necessário. ERRADO. Este POR QUE tem aplicação em três situações: interrogação direta e indireta; substituição de "pelo(s) qual(is)", "por qual", "pela(s) qual(is)"; e com a palavra "motivo" expressa antes, depois ou subtendida. Nota-se que nehum destes casos atende ao sentido da oração. O correto, aqui, seria o uso de PORQUE, como conjunção causal ou explicativa, equivalendo a "pois", "já que" ou "uma  vez que". Assim teríamos: O marciano desintegrou-se porque (pois/visto que/já que) era necessário.
    b) O marciano desintegrou-se porquê? ERRADO. Este PORQUÊ é a forma substantivada. Dá o entendimento de "motivo", "razão", mas deve ser antecedido por um artigo. Exemplo: Quero saber o porquê (motivo/razão) de sua decisão. Quero um porquê (motivo) para tudo isso. Além disso, esta empregado ao final da frase (situação de pausa), condição que exige o uso de POR QUÊ, o qual seria a forma adequada para esta oração. Ficaria portanto: O marciano desintegrou-se por quê?
    c) Não se sabe por que o marciano se desintegrou. CORRETO. Um dos usos de POR QUE é quando houver a palavra "motivo" antes, depois ou, como ocorre aqui, subentendida. Seria o equivalente a dizer: Não se sabe por que motivo (subentendido) o marciano se desintegrou.
    d) O marciano desintegrou-se, e não se sabe o porque. ERRADO. Este PORQUE é conjunção causal ou explicativa, equivalendo ao uso de "pois", "já que", "uma vez que" e, por certo, não se encaixa no nosso contexto. Não faria sentido dizer: O marciano desintegrou-se, e não se sabe o pois/já que. O adequado, nesta situação, seria o uso do POR QUÊ o qual é empregado quando a palavra "motivo" estiver subentendida e seguida de uma pausa, aqui, criada pelo ponto final. Ficaria portanto: O marciano desintegrou-se, e não se sabe o por quê.
    e) Por quê o marciano se desintegrou? ERRADO. Nota-se claramente que temos, aqui, uma frase interrogativa. Além disso, o uso de POR QUÊ, sempre deve vir seguido de uma pausa (ponto final, vírgula etc), o que não foi o caso. Nesta situação o correto é o uso de POR QUE, permitindo composição tanto de interrogação direta quanto de interrogação indireta. Ficaria portanto: Por quê o marciano se desintegrou?
  • a) Errada. O correto seria utilizar a conjunção subdordinativa causal "porque";
    b) 
    ErradaO correto seria utilizar o "por quê" no sentido de questionar a razão, acentuando-se porque está no final de frase;
    c) Alternativa correta. Não se sabe por qual razão o marciano se desintegrou;
    d) 
    ErradaComo o porquê, assim como este, tem um artigo antes de si, deve-se utilizar o "porquê", já que este é o que trabalha com substantivo;
    e) 
    ErradaO correto seria "por que". Afinal, ele está no início da frase e não em seu final.


  • A resposta dos colegas está melhor do que a da professora. Passa a impressão de estar com preguiça de responder.

  • Dicas de português

  • quiz
  • índice
  • - Usos do porquê 


    DÍLSON CATARINO
    especial para o Fovest Online 

    Na Língua Portuguesa, há quatro maneiras diferentes de se grafar o porquê:


    1) Porquê (junto, com acento): É um substantivo, portanto deverá ser usado, quando surgir, antes dele, uma palavra modificadora – artigo (o, os, um, uns), pronome adjetivo (meu, esse, quanto) ou numeral (um, dois, três, quatro). Como é um substantivo, admite plural: porquês. Exemplos:

    — Ninguém sabe o porquê de tanto desdém.
    — Quantos porquês! Pare de fazer-me perguntas.


    2) Por quê (separado, com acento): É a junção da preposição por com o substantivo quê, que só é usado em final de frase. Aliás, sempre que a palavra "que" for usada em final de frase, deverá ser acentuada, independentemente do elemento que surja antes. Exemplos:

    — Você não me telefonou ontem por quê?
    — Nem eu sei por quê.
    — Você está rindo de quê?
    — Você procurou-me para quê?

    Nota 1: A palavra "que" será acentuada, quando estiver antecedida por uma palavra modificadora, ou quando for uma interjeição que designa espanto. Exemplos:

    — Ela tem um quê de mistério.
    — Quê? Ela esteve aqui, e você não me avisou?
    Nota 2: Quando, anteriormente ao "que", surgir a palavra "o", "a", "os" ou "as", teremos pronome demonstrativo (o, a, os, as), com o mesmo valor de "aquele, aquela, aquilo", e pronome relativo (que). No caso de "a que", também pode ser a preposição "a". Exemplos:

    — Não entendi o que você falou = Não entendi aquilo que você falou.
    — Dos concorrentes, o vencedor será o que mais votos obtiver = Dos concorrentes, o vencedor será aquele que mais votos obtiver.
    — A peça a que assisti é maravilhosa. (Esse "a" é preposição)

    3) Por que (separado, sem acento): 

    a) É a junção da preposição por com o pronome interrogativo que; significa por que motivo, por qual razão. Exemplos:

    — Por que o professor faltou hoje? = Por qual razão o professor faltou?
    — Não sei por que o professor faltou hoje = Não sei por qual motivo o professor faltou hoje.
    b) É a junção da preposição por com o pronome relativo que; pode ser substituído por pelo qual, pelos quais, pela qual, pelas quais ou por qual. Exemplos:

    —O aperto por que passei foi terrível = O aperto pelo qual passei foi terrível.
    — A causa por que luto é nobilíssima = A causa pela qual luto é nobilíssima.

    4) Porque (junto, sem acento): É uma conjunção, portanto estará ligando duas orações, indicando causa (= já que), explicação (= pois) ou finalidade (= para que). Exemplos:

    — O espetáculo não ocorreu, porque o cantor estava gripado = O espetáculo não ocorreu já que o cantor estava gripado.
    — Estudem, porque consigam a aprovação = Estudem para que consigam a aprovação.
    — Pare de falar, porque está atrapalhando-me = Pare de falar, pois está atrapalhando-me.

    Até mais ver. 


    dilster@uol.com.br

    • a) O marciano desintegrou-se por que era necessário.  Errada porque (uma vez que/ visto que)
    •  b) O marciano desintegrou-se porquê? Errada por quê (fim de frase interrogativa)
    • c) Não se sabe por que o marciano se desintegrou. Correta ( Por que motivo/ por que razão)
    • d) O marciano desintegrou-se, e não se sabe o porque. Errada por quê (fim de frase interrogativa)
    • e) Por quê o marciano se desintegrou? Errada. Por que (Interrogativa direta)

  • Só para acrescentar. Por quê (separado com acento) além de ser usado em finais de frase ele também é utilizado quando vem sozinho.

    Por quê?

    Você sabe bem o por quê.

  •  

    VIDE   Q831992      Q424574    Q452366    Q555513     Q438698

     

    1-           PORQUE Conjunção     CAUSA / EXPLICAÇÃO / FINAL

     

    - CAUSAL:  POIS -  ideia de causa

     

                Ela foi elogiada porque chegou cedo

     

    - EXPLICATIVA:     JÁ QUE,  uma vez que    SIC POR causa de que )

     

               Chegou cedo, porque temos muito trabalho

     

    -   FINAL:  PARA QUE

    Siga o regulamento, porque = PARA QUE tudo FUNCIONE (VERBO SUBJUNTIVO) bem.

             Não julgues, porque = PARA QUE não te JULGEM (VERBO SUBJUNTIVO)

    ...........................

     

    2-       PORQUÊ SUBSTANTIVO Acompanhado de ARTIGO, palavras determinantes, Pronome ou Numeral 

     

             SEUS PORQUÊS, DO PORQUÊ, UM PORQUÊ, O PORQUÊ

     

             .........................

     

    3-      POR QUE Orações Interrogativas DIRETA OU INDIRETA, e como Pronome Relativo (PELO QUAL)

     

               3.1 -  Por (preposição)   Que (PRONOME INTERROGATIVO)

     

    Interrogativa INDIRETA:         POR QUE = POR QUAL RAZÃO, POR QUAL MOTIVO

     

    Desejo saber POR QUE não veio.

                                                         

    Interrogativa  Direta:   Por que faltou à reunião ?

     

     

    3.2-       Por (preposição)  QUE (PRONOME RELATIVO)

     

                       POR QUE =   PELOS QUAIS     POR QUAIS

     

                Conheço o caminho POR QUE =   PELOS QUAIS/POR QUAIS passastes

                      

     

    4-        POR QUÊ ATENÇÃO: NÃO É SÓ NO FINAL DA FRASE PODE SER JUNTO COM PONTUAÇÃO ou ao final de orações interrogativas.

     

                       Ex.  Fiz isso por quê, mormente fui obrigado...

     

     

     

     

     

     

     

     

  • POR QUÊ ---> utilizado quando junto de qualquer pontuação. 

    Por que você estuda tanto? 

    Você estuda tanto por quê?

    Por quê? 

    O quê? 

    Você gosta de quê? 

    Por que você não passou? 

    Nem seu por quê.


ID
757342
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

Num anúncio que contenha a frase “Vende-se filhotes de pedigree.", para adequá-lo à norma-padrão, será necessário redigi-lo da seguinte forma:

Alternativas
Comentários
  • Complementando o comentário do professor, em relação ao verbo "ter", ele fica no plural, pois relaciona-se com o pronome relativo "que", o qual faz referência anafórica ao termo "filhotes" no plural.
  • Essas frases têm a construção da voz passiva sintética:
    Vendem-se filhotes que têm pedigree.
    Passando-se para a voz passiva analítica, temos:
    Filhotes que têm pedigree são vendidos.
    Aqui, percebe-se que filhotes são vendidos, bem como o "que" esta sendo usado como pronome relativo de filhotes, fazendo com que o ver "ter" tenha que concordar com eles, recebendo o acento. Assim, a alternativa correta é a alternativa "d".
  • Vou dar uma explicaçao bem facinha sobre essa questão..

    Vende-se filhotes de pedigree

    Para saber como ficará o verbo é necessário olhar onde está o sujeito. Sabemos que palavras precedidas de preposição nunca são sujeitos, e na frase 'filhotes' não é regido por preposição nenhuma, por isso sabemos que o veerbo 'vender' vai concordar com 'filhotes', e e pelo fato do sujeito está no plural o verbo tbm fica no plural  (Vendem - se filhotes)

    O 'tem' tbm ficará no plural porque precisa concordar com o sujeito 'filhotes'. Por isso a frase ficou

    Vendem-se(está palavra está concordando com filhotes)filhotes que têm(está palavra tbm concorda com o sujeito filhotes) pedigree
  • Essa é a primeira vez que vejo comentário de um professor no site...milagre!

     
  • Galera, eu errei a questão porque pensava, segundo o novo acordo ortográfio, que o verbo ter na terceira pessoa do plural perde o ˆ . Ledo engano meu. O acento foi mantido.

    :P
  • Pois é, Bruno. Confunde mesmo.

    Na nova gramática, permaneceram os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como seus derivados.
    Ele tem --> Eles têm
    Ele vem --> Eles vêm
    Ele mantém --> Eles mantêm

    Os verbos que perderam o acento foram aqueles terminados em oo e ee.
    Eles crêem: mudou para --> Eles creem
    Eles dêem: mudou para --> Eles deem
    Eles vêem: mudou para --> Eles veem
    Eu abençôo: mudou para --> Eu abençoo

    Assim, como as palavras:
    vôo --> voo
    enjôo --> enjoo.

    Abs.
  • Galera.

    P.A. :  O sujeito sempre concorda com o verbo;

               O OD vira sujeito;

               Só pode para VTD e VTDI.

     

  • letra "e"-  o verbo "ter" deveria estar na 3. pessoa do plural "... os quais têm pedigree" (os cachorros)

  • Primeira análise: "se" é partícula apassivadora (PA) ou índice de indeterminação do sujeito (IIS)?

                                  Verbo "vender" é VTD ou VTDI (quem vende, vende algo...ou vende algo a alguém), portanto, o "se" é PA.

                                  Lembrete: PA = VTD ou VTDI

    Segunda análise: concordância

                                   Filhotes (plural) + têm (plural)

                                   Lembrete: os acentos diferenciadores de plural e singular foram mantidos

  • Com todo respeito a professora Verônica, mas ela deveria caprichar um pouco mais nas respostas. Os comentários dos alunos estão sendo muito mais esclarecedores.

  • novamente, essa é mais uma questão que associa a transposição correta das vozes verbais com concordância!
    o verbo ter, no plural, exige acento. :3

  • TÊM  = ELES

     

    TEM = ELE

     

  • Gabarito ----- D

  • GABARITO D

    Quem vende, vende ALGO, vende ALGUMA COISA. Logo , como temos um OBJETO DIRETO, a partícula "se" será uma PARTÍCULA APASSIVADORA.

    Quando temos PARTÍCULA APASSIVADORA, o verbo que se encontra com ela deverá flexionar concordando com seu sujeito. O que são vendidos? FILHOTES (plural). Então o verbo IRÁ obrigatoriamente para o PLURAL, ficando: VENDEM-SE FILHOTES.

    O verbo ter possui duas concordâncias:

    TEM ---> usado para sujeito no singular. ex.: A menina tem uma boneca.

    TÊM ---> usado para sujeito no plural. ex.: As meninas têm uma boneca.

    Simples assim!

    bons estudos

  • Vendem-se filhotes que têm pedigree


ID
757345
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

A forma verbal em destaque está empregada de acordo com a norma-padrão em:

Alternativas
Comentários
  • Alguém pode responder o porquê da alternativa  a  estar incorreta? vlw galera
  • RESP. Letra E

    A) O diretor foi TRAGO ao auditório para uma reunião.
    O verbo trazer possui apenas um particípio: trazido. Então essa alternativa está errada, a forma "trago" se refere ao presente do indicativo dos verbos trazer e tragar. Exemplos:
    Eu trago o livro amanhã. (verbo trazer)
    Eu trago a fumaça do cigarro. (verbo tragar).
    A forma TRAGO como particípio de trazer NÃO EXISTE.

    (B) O aluno foi SUSPENDIDO por três dias pela direção da escola.
    Está errada também. Aí vai uma regrinha para o uso de particípios nos casos em que o verbo possui dois. Na questão o verbo é o "Suspender", e ele possui dois particípios: suspendido e suspenso. Um particípio utiliza-se sempre em conjunto com um verbo auxiliar que pode ser o ser, estar, ter ou haver, então vamos a regra:
    O particípio curto deve ser utilizado quando o verbo auxiliar é ser ou estar.
    O particípio longo deve ser utilizado quando o verbo auxiliar é ter ou haver.
    O correto seria, "O aluno foi suspenso...", e não suspendido.

    (C) O réu tinha sido ISENTO da culpa, quando nova prova incriminatória o condenou.
    Talvez a "dúvida" da questão por estar "sido", (verbo ser), antes do "isento", o particípio longo. E segundo a regra dita na alternativa anterior: "O particípio longo deve ser utilizado quando o verbo auxiliar é ter ou haver.". Mas, é preciso observar que, o "sido" é o particípio do verbo ser, portanto, o "Isento" está acompanhado não de um auxiliar e sim de um outro particípio, então, este deve ser na forma longa: Isentado. "O réu tinha sido isentado..."

    (D) A autoridade havia EXTINTO a lei, quando novo crime tornou a justificar o seu uso.
    A regra dita na alternativa B deve ser aplicada aqui também: Quando o verbo auxiliar é ter ou haver usa-se o particípio longo. Então o correto seria:
    "A autoridade havia extinguido..."

    (E) Pedro já tinha PEGADO os ingressos na recepção, quando soube que o espetáculo fora cancelado
    Está correta, "pegado" é o particípio longo e está acompanhado do auxiliar "ter".

    Fonte: http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20120810125247AAWCoAL

    Abraços
  • Complementando a explicação do professor... 

    O uso é determinado pelo verbo que antecede o particípio. Com os verbos ter e haver, devemos usar o particípio regular (marcado pelas terminações -ado ou -ido).

    Por exemplo: "Ele tinha salvado o arquivo" e "Ela havia prendido o dedo".

    Já com o ser e o estar, emprega-se o irregular: "Ele foi salvo por um herói" e "Os bandidos estão presos".

    Outros verbos, como aceitar, limpar, entregar e eleger, seguem a mesma regra (aceitado e aceito, limpado e limpo, entregado e entregue e elegido e eleito). Porém, para outros, como ganhar, pagar e pegar, a tendência moderna é o uso cada vez maior do particípio irregular (ganho, pago e pego, respectivamente) seja lá qual for o verbo antecessor. Por exemplo: "Ele havia ganho muitos presentes" e "Ele tinha ganho muitos presentes".
  • a) O diretor foi trago ao auditório para uma reunião. (trazido) b) O aluno foi suspendido por três dias pela direção da escola. (suspenso) c) O réu tinha sido isento da culpa, quando nova prova incriminatória o condenou. (isentado) d) A autoridade havia extinto a lei, quando novo crime tornou a justificar o seu uso. (extinguido) e) Pedro já tinha pegado os ingressos na recepção, quando soube que o espetáculo fora cancelado. Dica: 
    verbos "ter" e "haver" = pegado
    verbos "ser" e "estar" = pego

  • O uso é determinado pelo verbo que antecede o particípio. Com os verbos ter e haver, devemos usar o particípio regular (marcado pelas terminações -ado ou -ido). Já com o ser e o estar, emprega-se o irregular: "Ele foi salvo pelo médico", por exemplo.
    (E) Pedro já tinha pegado os ingressos na recepção, quando soube que o espetáculo fora cancelado.

    A alternativa E está correta.
  • O particípio expressa ações que já foram terminadas.

    Ex: falado, cantado, pulado

    E pode ser usado na forma regular e irregular

    Regular é usado com o auxílio do verbo ter e haver. Sempre na voz ativa

    Ele deve ter corrido ontem

    Irregular é usado com o verbo ser, estar e ficar, Sempre na voz passiva

    O documento deve ser entregue no escritório 


  • e-

    Pedro já tinha pegado | Pedro foi pego


ID
757348
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

Os alunos, em uma aula de Português, receberam como tarefa passar a frase abaixo para o plural e para o passado (pretérito perfeito e imperfeito), levando-se em conta a norma-padrão da língua.

                                                     Há opinião contrária à do diretor. 
Acertaram a tarefa aqueles que escreveram:

Alternativas
Comentários
  • Verbo HAVER no sentido de "O-F-E-R-A":
    Ocorrer
    Fazer
    Existir
    Realizar-se
    Acontecer

    Será sempre impessoal, invariável e com sujeito inexistente.

    Bons estudos e avante sempre!




  • Então, quando se usa HOUVERAM e HAVIAM?
  • Houveram pode ser usado no sentido de "conseguir", "comportar-se"

    ex1: Os meninos houveram autorização para sair. (conseguir)

    ex2: Os meninos se houveram bem durante a festa. (comportar-se)
  • Olá, jamyla (:
    O verbo "haver" também é flexionado em número quando substitui tinham+ verbo no particípio. Ex: Naquele dia, eles haviam chegado tarde.

    Quanto à questão, 
    Correta a)  Houve opiniões contrárias às dos diretores / Havia opiniões contrárias às dos diretores.
    Podendo substituir  o "haver" por existir ou ocorrer é impessoal. Com relação à crase, flexiona pois o termo "opiniões" está subentendido no segundo caso: Houve opiniões contrárias às (opiniões) dos diretores. 
    Sucesso!
  • Verbo HAVER, no sentido de EXISTIR sempre terá sua ocorrência no SINGULAR e será verbo transitivo direto.

    a) Houve opiniões contrárias às dos diretores / Havia opiniões contrárias às dos diretores.
  • O verbo haver é impessoal quando significa:

    Existir

    Acontecer, suceder, realizar se

    Decorrer, fazer com referência a tempo passado

    De há muito ( desde muito tempo, há muito tempo)

    Haja vista= veja

    Transmissão de impessoalidade o verbo haver transmite a sua impessoalidade aos verbos auxiliares




  • Respondendo a pergunta, quando o haver é o que faz o papel do auxiliar e tem a equivalência de ter, será conjugado de acordo com sujeito

    Eles haviam sido visitados por todos da família 

  • não entendi o porque da presença da crase

  • Luis, acredito que a presença implícita da palavra opinião no final da oração. Assim
    Há opinião contrária à ( a opinião) do diretor, assim contrária a + a (opinião)= à

  • A galera fala, fala mas não diz a resposta correta...

    quem já superou a cota diária tem q ficar garimpando a reposta rsrs

    Gabarito A

    "Houve" / "Havia" são impessoais e têm q ficar na 3ª pessoa do singular

    se uma opinião é contrária, ela é contrária A alguma coisa, por isso a crase

  • Na frase "Há opinião contrária à do diretor" o verbo "haver" tem sentido de "existir", portanto, deve ser mantido no singular. A única alternativa que manteve este verbo no singular é a letra "A': "Houve" e "Havia".

  • opinião contrária à do diretor. (verbo haver = existir é impessoal e deve ficar sempre na 3ª pessoa do singular).

    a) Houve opiniões contrárias às (a + aquelas) dos diretores / Havia opiniões contrárias às dos diretores.

  • Luís, apesar da colega já ter respondido, vou complementar.

    A frase é "Há opinião contrária à do diretor. "
    Existem situações em que os artigos o, a, os, as podem ser considerados pronomes demonstrativos, ficando com o valor de aquele, aquela, aqueles, aquelas.

    Com isso em mente, releia a frase dessa forma:
                                   (aquela)
    Há opinião contrária a a do diretor.

    Percebe esse outro a com sentido de aquela, sendo um pronome demonstrativo?
    Com isso, temos dois "a" repetidos, um ao lado do outro, sendo a soma deles um "à".


    Grande abraço.

  • De pronto eliminam as 3 ultimas, visto que Haver no sentido de existir/ocorrer fica no singular.

    E novamente na 2º parte da letra b ele coloca novamente no plural.

    asertiva correta letra A.

  • Galera, outra observação:

    com relação à letra B, o uso do acento grave da crase também está incorreto, tendo em vista a elipse da palavra "opniões" e o adjunto adnominal  "dos diretores" no plural. 

  • Gabarito ----- A

  • Letra A.

    a) Certo. O verbo haver tem sentido de existir, podendo ficar apenas no singular. 

    Questão comentada pelo Prof. Elias Santana

  • Letra A

    O verbo haver com sentido de "ocorrer" ou "existir" é impessoal, logo não flexiona.

  • A- Houve opiniões contrárias às (opiniões) dos diretores.


ID
757351
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

A frase Compramos apostilas que nos serão úteis nos estudos está reescrita de acordo com a norma-padrão em:

Alternativas
Comentários
  • Correta utilização do pronome relativo introduzindo oração subordinada adjetiva, sem a utilização do acento grave indicativo de crase, por não haver termo que solicite preposição.
    (D) Compramos apostilas as quais nos serão úteis nos estudos.
     
  •  a) Compramos apostilas cujas nos serão úteis nos estudos.

    pronome cujo - características principais (não indica posse;  apresenta um substantivo como antecedente e como consequente; não é antecedido ou seguido de artigo; não é seguido de preposição; concorda com o substantivo seguinte).

     b) Compramos apostilas as cujas nos serão úteis nos estudos.

    não é antecedido ou seguido de artigo

     c) Compramos apostilas a qual nos serão úteis nos estudos. Não está no plural.

     d) Compramos apostilas as quais nos serão úteis nos estudos.

     e) Compramos apostilas às quais nos serão úteis nos estudos

    não vai crase, conforme explicação da professora.


  • d-

    oracao principal Compramos apostilas | oracao subordinada as quais nos serão úteis nos estudos. "as quais" esta corretamente fazendo funcao de sujeito na oracao subordnada


ID
757357
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

De acordo com a norma-padrão, há indeterminação do sujeito em:

Alternativas
Comentários
  • Tem o Verbo, tem o "se", mas não tem o "de" = tudo que vem depois do "se" é sujeito.

    verbo+se = o que vem após é sujeito

    Tem o verbo, tem o "se" e tem o "de", tudo que vem depois do "de" é objeto indireto.

    verbo+se+de = o que vem após é objeto indireto.

     
  • Tem o Verbo, tem o "se", mas não tem o "de" = tudo que vem depois do "se" é sujeito.

    verbo+se = o que vem após é sujeito

    Tem o verbo, tem o "se" e tem o "de", tudo que vem depois do "de" é objeto indireto.

    verbo+se+de = o que vem após é objeto indireto.

     

  • Cuidado Ariadne, seu comentário está incorreto.
    Há indeterminação do sujeito quando o verbo está na 3ª pessoa do plural (eles):

    exemplo:  Entregaram o lápis ao aluno. (Sujeito indeterminado) 

                   Nunca fomos àquele lugar. (1ª pessoa do plural) - (sujeito oculto)
  • (C) Trata-se de resolver questões econômicas.

    A alternativa C é a opção correta, pois indica um dos casos de sujeito indeterminado: 3ª. Pessoa do singular +índice de indeterminação do sujeito. Na alternativa A, temos pronome reflexivo recíproco; na B, pronome reflexivo; nas alternativas  D e E, pronome apassivador
  • Sujeito indeterminado

    Nunca diga: "Precisam-se" de empregados. Verbos transitivos indiretos, que exigem preposição, não podem variar nesses casos, porque o sujeito é indeterminado. O pronome "se" torna indefinido o agente da ação verbal. O correto é: precisa-se de empregados; tratase dos melhores restaurantes; conta-se com os amigos. O contrário acontece quando o verbo é transitivo direto, como em alugam-se casas e ouviram-se gritos. Nesses casos, os sujeitos das frases são os substantivos casas e gritos, logo os verbos têm que concordar com eles. Em caso de dúvida, é só colocar o sujeito na frente: casas são alugadas, gritos foram ouvidos. 

  • " O VERBO Tratar " é VTI. Logo, temos o "se" como um índice de
    indeterminação do sujeito
    e não como partícula apassivadora(VTD ou VTDI).
    Observando as alternativas vemos que o único VTI está na letra " C ", pois quem Trata, Trata de alguma coisa. Dessa forma, temos índice de indeterminação do sujeito.

  • SUJ. INDETERMINADO:


    V.I/ V.L/ V.T.I na 3 do SINGULAR + SE!!


    RESPOSTA "C".


  • Índice de indeterminação do sujeito: Essa construção ocorre com verbos que não apresentam complemento direto (verbos intransitivos, transitivos indiretos e de ligação). O verbo obrigatoriamente fica na terceira pessoa do singular.

    Exemplos:

    Vive-se melhor no campo. (Verbo Intransitivo)

    Precisa-se de técnicos em informática. (Verbo Transitivo Indireto)

    No casamento, sempre se fica nervoso. (Verbo de Ligação)

    http://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint8.php

    Bons estudos!


  • Olhando o verbo na terceira pessoa do singular, chega-se a uma conclusão.

     

     

    Trata-se(3ª pessoa do singular), quem trata, trata de alguma coisa....preposição VTI, portanto PIS. 

     

     

     

  • Se o sujeito da forma verbal OLHARAM-SE não é indeterminado, é o que então, carai?! Oculto?!

    Questão mais absurda que já vi. É a mesma coisa de "OLHARAM o acidente de longe". Ora, o sujeito aqui é indeterminado.

     

     

     

     

  • A - B )       Olharam-se com cumplicidade     /         Barbearam-se todos antes da festa.

     

     

    PRONOME RECÍPROCO:               VERBO SEMPRE NO PLURAL     =   subs. por  "UM AO OUTRO"   

    Neste caso a ação envolve dois sujeitos, em que ambos praticam a ação um sobre o outro e, portanto, também sofrem a consequência da ação praticada.

     

    “UNS AOS OUTROS”    abraçaraM-se       todos se conheceram uns aos outros

     

    Os namorados beijaram-se   

    Pedro e Maria deram-se as mãos.

    Meus pais se amam profundamente.

     

                                   UM COM OS  OUTROS       EX.         Os namorados beijaraM-se    /     RELACIONAM-SE / CUMPRIMENTAM-SE.   Criador e criatura se influenciam

     

    Os dois se olharam encantados.

     

     

     

    C)           Trata-se de resolver questões econômicas.

              -      PIS/IIS:      ALGÉM, QUALQUER UM        VTI, VI, VL (Verbo no singular)     

     

    VTI  =       PEDE PREPOSIÇÃO !!!!      PREPOSIÇÃO  DE /EM

     

                            QUEM PROTESTA, PROTESTA CONTRA ALGO OU “A” ALGUÉM    

                                     

                            Elas protestam contra os fatos da realidade, os poderes.

    QUEM PREFERE, PREFERE (VTI)     A      OUTRA

     

    **  NÃO ADMITEM TRANSPOSIÇÃO PARA A VOZ PASSIVA

     

     

    VERBOS DE LIGAÇÃO:     ser, estar, ficar, andar, parecer, continuar ...      

    VERBOS INTRANSITIVOS:    caiu, comeu, morreu, chegou, acordou ...APARECEM  (NÃO admite complementos)      

    VERBOS IMPESSOAIS:      Exemplo: haver com sentido de existir    

    VERBOS TRANSITIVOS INDIRETOS: NECESSITA,  corresponder (exceto OBEDECER   DESOBEDECER).   

      CHEGAR: VTI (EXIGE A PROPOSIÇÃO A)

     

    .........................................

     

     

    EXCEÇÃO  AO VERBO TRATAR       (querido da CESPE):        Tratar =   VTD - no sentido de  COMPORTAR-se   de certo modo: tratamos o professor com respeito.

     

          VOZ ATIVA:        Os pacotes turísticos tratam o turista como mero consumidor 

                                       Como há o OD (o turista) e NÃO há preposição, o verbo é VTD. Cabe voz passiva. 

     

                                    VOZ PASSIVA:    O Turista é tratado como mero consumidor                     

     

    Q777543

     

    Todos sabem como se tratam os negros 

     

    Todos sabem como são tratados os negros

     

     

     

     

    D  - E)

    PARTÍCULA APASSIVANTE            PRONOME APASSIVADOR  (PA)      NÃO TEM PREPOSIÇÃO   -      VOZ PASSIVA SINTÉTICA.  SOFRE, RECEBE A AÇÃO VERBAL

    Como pronome apassivador o “SE” serve para indicar que a frase está na voz passiva, ou seja, o sujeito sofre a ação praticada por outro agente.

    Chamamos de sujeito “paciente”.

    O pronome apassivador segue um VTD (verbo transitivo direto) que esteja na 3ª (terceira) pessoa.

     

                                   Ex.          A pergunta que se  (PA) acha  (VTD)

                                               A pergunta é achada

     

     

                            VIDE Q202979

            VTD      =                   QUEM COMPARTILHA, COMPARTILHA O QUÊ

                                                     QUEM CELEBRA, CELEBRA ALGO.

     

     

  • c-

    o 'se' é o famoso indice de indeterminacao do sujeito. e.g.: precisa-se de trabalhadores.

    sem preposicao, o 'se' é somente particula apassivadora - alugam-se salas

  • GAB: LETRA C

    Complementando!

    Fonte: Gabriela de Morais

    Na Língua Portuguesa, o sujeito é um dos termos mais importantes da oração, sendo normalmente responsável por sofrer ou realizar determinada ação fazer com que o verbo concorde com ele. É o sujeito quem irá guiar a conjugação verbal em pessoa e número.

    A questão versa sobre as diferentes classificações que o sujeito pode receber. Elas se dividem em: sujeito simples, sujeito composto, sujeito oculto, sujeito indeterminado e sujeito inexistente. 

    Aqui vai uma breve revisão para relembrar cada um desses tipos de sujeito:

    • Sujeito simples: aquele que possui apenas um núcleo, um termo principal. Ocorre nos casos em que o verbo se refere a uma só palavra. Exemplo: "Maria dançou".

    • Sujeito composto: possui dois ou mais núcleosExemplo: "Ele e a amiga viajaram para São Paulo".

    • Sujeito oculto: também conhecido como sujeito elíptico, este tipo de sujeito não se encontra claro na oração. Sua determinação pode se dar por meio da conjugação verbal, da indicação pelo contexto ou quando já foi apresentado em orações antecedentes.

    • Sujeito indeterminado: é aquele em que, mesmo com a conjugação verbal ou termos anteriores, não é possível identificar a quem a flexão verbal está se referindo. Sua ocorrência se dá pelo uso de verbos transitivos diretos na 3ª pessoa do plural ou por meio de verbos transitivos indiretosintransitivos ou de ligação flexionados na 3ª pessoa do singular + pronome “se”Exemplos: "Disseram que ele foi preso"; "Aluga-se esta casa".

    • Sujeito inexistente: neste caso, tratam-se de orações compostas por verbos impessoais, e por essa razão, não admitem agentes da ação, ou seja, sujeitos. Essa situação é frequente com verbos que indicam fenômenos da natureza, com o verbo haver exercendo papel de verbo existir, acontecer ou indicando tempo passado. Também pode ser encontrado em casos com os verbos ir, estar, ser, fazer, passar e haver quando estes indicam distância ou tempoExemplos: "Choveu durante a tarde", "Há muitas lojas no novo shopping center", "Era demasiado cedo".

    ===

    C - Trata-se de resolver questões econômicas. 

    • CORRETO

    • Antes de mais nada, é necessário lembrar que o sujeito indeterminado é aquele em que não é possível identificar a quem o verbo se refere. A conjugação na terceira pessoa do plural, ou do singular + se é a marca desse tipo de sujeito.

    • Em "Trata-se de resolver questões econômicas" temos o uso do verbo tratar de forma impessoal, não se sujeitando a um agente para que seja exercido, se tornando, portanto, um sujeito indeterminado.

ID
757360
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

Ao escrever frases, que deveriam estar de acordo com a norma-padrão, um funcionário se equivocou constantemente na ortografia.
Ele só NÃO se enganou em:

Alternativas
Comentários
  • belesa - beleza

    deslisou - deslizou

    êxito - hesitar

    pretenções - pretensões
  • Uma vez que há erros de grafia nas outras alternativas: na letra B, BELEZA; na letra C, DESLIZOU; na letra D, HESITAR; na letra E, PRETENSÕES.

    (A) O homem foi acusado de estuprar várias vítimas.
  • Pretensão - Palavra originária Pretender 

    Compreensão - Compreender

    Pela regra, verbos com ND no radical, usa-se "S"

  • Alternativa "A" é a correta.

    Não confundam o significado das palavras.Estrupar: vem de estrupo. Significa ruído, barulho excessivo ou estrondo. A palavra consta do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letra.

    Exemplo: O estrupo foi tamanho que todos se assustaram – o estrondo foi tamanho que todos se assustaram.

    Estuprar: é o ato de violência sexual.

    Exemplo: A mulher foi estuprada pelo bandido.

    Recapitulando: 

    Estrupo – barulho estrondoso

    Estupro – ato de violência sexual Não esqueçam, não confundam!

    Fonte: http://www.comoescreve.com/2012/12/como-escrever-estrupo-ou-estupro.html

    Bons estudos!

  • O uso do "porque" está correto na frase?

  • João Oliveira,

    o uso do PORQUE está correto sim. Substitua por "POIS", se continuar a mesma ideia, usa-se "porque" junto.

    O erro na alternativa B consta na palavra "deslisou" sendo a mesma com Z --> "deslizou"

  • exitar = ter sucesso em algo.

    hesito = mostrar dúvida .... O correto seria essa colocação na frase, já que as crianças correram para os brinquedos sem sombra de dúvida.

  • a- ok

    b- beleza

    c- deslizou

    d- hesitar

    e- pretensao


ID
757363
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

The main purpose of the text is to

Alternativas
Comentários
  • e) encourage the cooperation of all employees so as to prevent dangers in the workplace.

    It's stated in the text that all are chainlinks in the corporate environment and it's mainly their inclination to establish a safe work place and understanding thereof that will achieve real safety while hard at work.

    OSHA (the occupational safety and health administration) é um tipo de CIPA e o objetivo deles é evitar acidentes no trabalho, cujos riscos de lesão diminuem com a colaboração de todos.


ID
757366
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

'Until I'm blue in the face' in the fragment “I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face." (lines 1-3) is substituted, without change in meaning, by 'until I

Alternativas
Comentários
  • Until you are blue in the face:

     
    If you say or shout something until you are blue in the face, you are wasting your efforts because you will get no results:
    You can tell her to tidy her room until you are blue in the face, but she won't do it.

    http://dictionary.cambridge.org/dictionary/british/until-you-are-blue-in-the-face
  •  d) get exhausted and speechless’.

    He can talk about working safely until he gets blue in teh face. Going blue is an effect achieved by the lack of a steady influx of oxygen to a certain organ or tissue, in the case at hand it denotes prattling nonstop about a topic to the point of not breathing in between pauses, which would nonetheless lead to some strain on the speaker.

    "blue in the face" significa que ele ficaria cansado de tanto martelar na mesma tecla de "working safely".

ID
757369
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

The fragment 'all of you have to come together on this issue, or we're in trouble.' (lines 18-19) is understood as a(n)

Alternativas
Comentários
  •  b) call to action

    The passage poses some kind of scenario and as it is here, the working staff needs to tend to their duties according to the statement else the whole work place might suffer a major cave-in.

    call to action ,no contexto, significa que todos têm que se ajudar para resolver o problema e que se não o fizerem haverá problemas.

ID
757372
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

The expressions “Complying with" and “follow through" in the fragments “Complying with OSHA regulations isn't always easy," (lines 10-11) and “Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained." (lines 23-24) may, respectively, be substituted, without change in meaning, by

Alternativas
Comentários
  •       comply:
         to act according to an order, set of rules, or request:
    He's been ordered to have the dog destroyed because it's dangerous, but he refuses to comply.There are serious penalties for failure to comply with the regulations.

    follow through
    to complete the movement of hitting, kicking, or throwing a ball by continuing to move your arm or leg in the same direction:You need to follow through more on your backhand.
  • e) obeying & conclude. To follow through on a task might be taken as concluding it teh same way that complying with something implies obeying to some degree.

    comply- abide by, follow agreement or instructions
    accede, accord, acquiesce, adhere to, agree to, cave in, come around, conform to, consent to, cry uncle, defer, discharge, ditto, don't make waves, don't rock the boat, fit in, fold, fulfill, give in, give out, give up, go along with, go with the flow, keep, knuckle to, knuckle under, mind, obey, observe, perform, play ball, play the game, put out, quit, respect, roll over and play dead, satisfy, shape up, stay in line, straighten up, submit, throw in towel, toss it in, yes one, yield.

    follow through - bring to a conclusion.
    complete, conclude, consummate, pursue.

ID
757375
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

The pronoun “those" in the sentence “Our hopes are that you won't find too many of those around here." (lines 32-33) refers to

Alternativas
Comentários
  • c) extreme hazards (line 31)

    Those refers to extreme hazards, as the phrase is used in the prior sentence and is recalled straight after in reference contained within "those".


    Dêixis é uma noção linguística a qual faz denominação às coisas com referência a um foco no discurso. É um meio de conferir a seu referente uma sequência linguística, a qual intervém na compreensão das partes de um eununciado presente em uma informação contextual. Uma palavra ou expressão é uma dêixis se a sua interpretação varia em função do contexto, como é o caso dos pronomes, por exemplo. Dêixis com pronomes demonstrativos (this, that, these, those// este(a), aquele(a), estes (as), aqueles (as) pode ser anafórica ( referência ao que foi dito antes) ou catafórica ( referência ao que vai ser dito). O tópico da passagem é hazards. Extreme hazards aparece no período anterior ao pronome do período na questão, o qual, por coerência, retorna "Extreme hazards".

ID
757378
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

According to the text, employees have several safety responsibilities at work, EXCEPT

Alternativas
Comentários
  •     d) eliminating the use of all flammable materials.

    This kind of information can easily lead to the correct answer by applying logic and common sense to the reading of the text at hand. It's not feasible to stop using any combustile material altogether as it might turn out to be necessary now and then. What the text does propose is that any hazardous material be handled with utmost care, including so-mentioned "flammable materials".

    Informação inexistente no texto. Além disso, o texto fala de estar atento aos riscos, e não de descartar material que possa ser perigoso, como por exemplo "flammable materials".
  • Exatamente!


ID
757381
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

The modal auxiliary in boldface conveys the idea of obligation in the fragment:

Alternativas
Comentários
  • d) “you must first understand what constitutes a hazard.” (lines 30-31)

    The bromidic approach of sticking labels onto auxiliary verbs and requiring through some halfwit question a foolproof way of pinpointing them. Modal verbs are used play an auxiliary role in a text when the main understanding of the passage entails strong compliance, suggestion, duties, looming possibility etc. Must is often tied brassbound to the idea of "obligation", maintaining the wording used in teh question.

    Consoante o contexto:
    may - possibilidade.
    can - habilidade para realizar algo. Geralmente traduzido para "poder", mas é poder no sentido de "ser capaz".
    will - indica futuro.
    must - obrigação.
    could - futuro do pretérito de can.

ID
757384
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

Based on the meanings in the text, it is clear that

Alternativas
Comentários
  • Sobre a E:

     the probability (= how likely it is) that a particular thing will or will not happen:If you drive a car all your life, the odds are that you'll have an accident at some point.There are heavy odds against people succeeding in such a bad economic climate.What are the odds on him being (= do you think he will be) re-elected?The odds are stacked against a woman succeeding (= it is not likely that a woman will succeed) in the business.in gambling (= the activity of risking money guessing the result of something), aprobability expressed as a number:The odds against my horse winning (= that it will not win)/on my horse winning (= that it will win) are a hundred to one.The odds that the US entrant will win the race are ten to one.
  • Sole tem o mesmo significado de only, single, etc.

    Exemplo: The sole survivor of the accident was found in the water after six hours.

  • A - Sole e Only expressam ideias parecidas → Sole = único, Só; Only = só, somente - CERTO

    B - Injured e hurt são antonimos → Injured = ferido, prejudicado; Hurt= ferido, prejudicado.- ERRADO

    C- Ensure e Guarantee expressam ideais contraditórias → Ensures = garantir, assegurar; Guarantee = garantir. - ERRADO

    D- Subtle e Obvious são sinônimos → Subtle = sutil, misterioso; Obvious= óbvio, evidente - ERRADO

    E- Odds e Probabilities não tem significado equivalente → Odds = possibilidade, probabilidade; Probabilites= probabilidade, possibilidade -ERRADO

  • Com base nos significados do texto, é evidente que
    A) "sole"- exclusivo, único (linha 9) e exclusivo expressam ideias semelhantes.
    B) "ferido" (linha 15) e ferido são antônimos.
    C) "garantir" (linha 21) e garantir  expressam ideias contraditórias.
    D) "sutil" (linha 41) e óbvio são sinônimos.
    E) "probabilidades" (linha 77) e probabilidades não têm significados equivalentes.
    Podemos afirmar que "sole"- único e "only"- exclusivo, expressam ideias semelhantes. Alternativa A.


ID
757387
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

The expression in boldface introduces the idea of consequence in the fragment:

Alternativas
Comentários
  • Yet: contudo, embora, todavia.
    In order to: "a fim de"
    As result of: como resultado de
    However: contudo, embora, todavia
    While: enquanto

  • Yet: idéia de contraste

    In order to: idéia de finalidade

    As result of: idéia de consequência

    However: idéia de contraste

    While: idéia de contraste


  • Letra C.

    a. But = yet: opposition

    b. In order to: purpose

    c. As a result of: consequence

    d. However: opposition

    e. While: opposition / contrast

     

    Questão comentada pelo Prof.   Alexandre Hartmann

     


ID
757390
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                   Safety Meeting Presentation

  Today's meeting is really about you. I can stand in front of you and talk about working safely and what procedures to follow until I'm blue in the face. But until you understand the need for working safely, until you are willing to be responsible for your safety, it doesn't mean a whole lot.
   Some of you may be familiar with OSHA - the Occupational Safety & Health Administration. The sole purpose of this agency is to keep American workers safe. Complying with OSHA regulations isn't always easy, but if we work together, we can do it. Yet, complying with regulations is not the real reason for working safely. Our real motive is simple. We care about each and every one of you and will do what is necessary to prevent you from being injured.
   However, keeping our workplace safe takes input from everyone. Management, supervisor, and all of you have to come together on this issue, or we're in trouble. For example, upper management has to approve the purchase of safe equipment. Supervisors, including myself, have to ensure that each of you knows how to use that equipment safely. Then it's up to you to follow through the task and use the equipment as you were trained. If any one part of this chain fails, accidents are going to happen and people are going to get hurt.

Responsibility Number One - Recognize Hazards
   At the core of your safety responsibilities lies the task of recognizing safety and health hazards. In order to do that, you must first understand what constitutes a hazard. Extreme hazards are often obvious. Our hopes are that you won't find too many of those around here.
   There are, however, more subtle hazards that won't jump up and bite you. As a result of your safety training and meetings like these, some things may come to mind. For example, a machine may not be easy to lock out. Common practice may be to use a tag. This is a potential hazard and should be discussed. Maybe something can be changed to make it easier to use a lock. Other subtle hazards include such things as frayed electrical cords, a loose machine guard, a cluttered aisle, or maybe something that just doesn't look right.

Responsibility Number Two - Report Hazards
    A big part of recognizing hazards is using your instincts. Nobody knows your job as well as you do, so we're counting on you to let us know about possible problems. Beyond recognizing hazards, you have to correct them or report them to someone who can. This too, is a judgement call. For example, if something spills in your work area you can probably clean it up yourself. However, if there is an unlabeled chemical container and you have no idea what it is, you should report it to your supervisor.

Additional Employee Responsibilities
   Good housekeeping is a major part of keeping your work area safe. For example, you should take a few minutes each day to ensure that aisles, hallways, and stairways in your work area are not obstructed. If boxes, equipment, or anything else is left to pile up, you have a tripping hazard on your hands. Those obstructions could keep you from exiting the building quickly and safely should you face an emergency situation.
   Also watch out for spills. These can lead to slips and falls. Flammable materials are another thing to be aware of. Make sure they are disposed of properly.
   Keep Thinking. Even if you're doing your job safely and you are avoiding hazards, there are often even better ways to work safely. If you have ideas for improving the safety of your job or that of co-workers, share them.

   Concluding Remarks
  While nothing we do can completely eliminate the threat of an incident, we can work together to improve our odds. As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.

  Available at: <http://www.ncsu.edu/ehs/www99/right/training/meeting/emplores.html>.Retrieved on: April 1st, 2012. Adapted.

According to the text, it is clear that the author

Alternativas
Comentários
  • expects to be kept informed of potential situations that may be dangerous, espera estar informado de situações de risco.

  • a) believes that labor risks cannot be reduced by team efforts and commitment.

    Incorrect. It is the opposite. He actually bealives that labor risks CAN be reduced by team efforts and commitment. Last parag.

    b) expects to be kept informed of potential situations that may be dangerous.

    Correct. Last paragraph.

    c) considers the cooperation of workers an irrelevant measure to improve safety at work.

    Incorrect. Last paragraph.

    d) defends that corporate management is accountable for all issues regarding safety at work.

    Incorrect. Line 16.

    e) feels that co-workers' suggestions are useless in identifying hazards in the work environment.

    Incorrect. Last paragraph.

  • b-

    As I said, this must be a real team effort and I'm counting on input from all of you. Let's keep communicating and continue to improve safety.


ID
788596
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 

A palavra a, na língua portuguesa, pode ser grafada de três formas distintas entre si, sem que a pronúncia se altere: a, à, há. No entanto, significado e classe gramatical dessas palavras variam.

A frase abaixo deverá sofrer algumas alterações nas palavras em destaque para adequar-se à norma-padrão.

A muito tempo não vejo a parte da minha família a qual foi deixada de herança a fazenda a que todos devotavam grande afeto.

De acordo com a norma-padrão, a correção implicaria, respectivamente, esta sequência de palavras:

Alternativas
Comentários
  • Professor, ou alguém, a regência de qual verbo fez ocorrer a crase? expliquem melhor, vlw, obrigado.
  • Amigo Alexandre, vamos trocar "minha família" para algo no masculono para ver se muda alguma coisa...
                A muito tempo não vejo a parte da minha família a qual foi deixada...
                HÁ muito tempo não vejo o meu irmão AO qual foi deixada...
    Lembra do macete? devemos mentalmente substituir a palavra feminina por outra masculina; se a partícula “a” se alterar em ao, usa-se o acento grave indicativo de crase; se não se alterar, trata-se da preposição a, que deve permanecer sem acento; se for substituída por o(s) trata-se de artigo definido, que também não comporta acento.
  • Como saber quando o A é artigo quando é preposição. Por exemplo, na frese do exercício: "... Não vejo A pare da minha família..." Como eu sei que esse A é artigo?
  • Note: Foi deixada de herança a fazenda para a família, ou, foi deixada de herança a fazenda à família. 
    É "foi deixada de herança" quem rege  "à qual" pois ele remete à família herdeira da fazenda.
    Aparentemente é complicado, pois os deslocamentos de termos muitas vezes dificultam entendermos a ordem direta dos períodos, principalmente, dificultam compreendermos as relações de regências nominais e verbais. É preciso muita atenção, e junto com a análise do que está certo, perceber o que está totalmente errado.
    Bons estudos!

  • Mandamentos da crase
    Os sete mandamentos da crase:

    1 - Usarás crase, sobretudo, na indicação de horas.
    2 - NÃO aplicarás crase antes de palavra masculina.
    3 - Usarás crase diante de expressões femininas.
    4 - NUNCA cometerás o erro de usar crase antes de verbo.
    5 - NUNCA aplicarás a crase antes de "um" e "uma".
    6 - Usarás a crase em "aquele (a/s)" e "aquilo" quando na construção da frase couber "a" antes desses pronomes.
    7 - NÃO usarás crase diante de pronomes pessoais (reto, oblíquo e de tratamento).
    *******************************************************************
    Dicas:
    Se couber "para a" antes da palavra feminina, GRANDE chance de haver crase.
    Bons estudos!  
  • Essa historia de mandamento nao da certo, é melhor aprender de verdade..
  • Vamos resolver passo a passo:

    " A muito tempo não vejo..." Vamos trocar o primeiro A conforme a regra. " FAZ muito tempo não vejo..." O verbo HAVER é impessoal quando significa existir, acontecer ou fazer ( nas orações que dão ideia de tempo). usa-se em substituição a FAZ.

    Portanto: "... muito tempo não vejo..."

    "... A parte da minha família..." Não se usa crase antes de substantivo feminino tomado em sentido genérico ou indeterminado.

    Portanto: "... a parte da minha família..."

    "... A qual foi deixada de herança..." Diante dos pronomes relativos a qual e as quais haverá crase quando o verbo que estiver imediatamente após eles exigir a preposição A.  Quem vai, vai a algum lugar....

    Portanto: "..à qual foi deixada de herança..."

    "... A que todos devotavam grande afeto." Diante do pronome relativo QUE somente ocorrerá a crase quando houver antes dele a preposição A ou AS que podem ser substituídos por outro pronome demonstrativo, como quele, aquela, este, esta, isto, esse, essa, isso. Se, portanto, puder substituir-se a que por a este, a esta, a isto, etc... haverá o acento indicador de crase. À.

    " A este todos devotavam grande afeto." 

    Portanto: "...a que todos devotavam grande afeto."

    ALTERNATIVA "C".

    Um abraço a todos, bons estudos!!!!!!!!! 

  • analisando esta questão tem algo que me deixou um pouco confuso, em relação ao pronome relativo feminino (a qual) pois: diante de pronome não se pode usar a crase de forma alguma, gostaria de saber se existe alguma exceção diante dessa regra ?  

  • Tô com o Elvis, (a qual) tem crase?

  • Jamyla, na frase "...não vejo a parte de minha família...", a letra "a" é apenas artigo pois o verbo anterior, no caso "ver", não exige preposição.Espero ter ajudado.


    Bons estudos.

  • Caros colegas!! Infelizmente não há milagres, nem facilidades para nós concurseiros!!

    Para saber onde existe crase, inicialmente devemos saber se há na frase a preposição "A".

     Para tanto, o primeiro passo é estudar REGÊNCIA VERBAL, onde iremos identificar os verbos que requerem preposição.

    O sentido de cada verbo determinará a exigência ou não da preposição "A". 

    Depois disso ficará muito mais fácil, pois será necessário identificar as palavras que requerem artigo A, ou seja, as palavras femininas, sendo que deveremos tomar o devido cuidado com as exceções.

    A crase se trata de uma indicação ( ` ) da junção de A + A, ou seja, Artigo + preposição.



  • O comentário dessa professora de nada adiantou. Os estudantes, ainda que concorrentes, têm mais boa vontade...

  • Elvis, Antes dos pronomes relativos qual e quais ocorrerá crase se o masculino correspondente for ao qual, aos quais.

    Ex.:Esta é a festa à qual me referi.

         Este é o filme ao qual me referi.

  • A professora disse em seu comentário que "a qual" fica com crase por causa da regência nominal, mas que nome exatamente está pedindo essa preposição? Ainda não consegui identificar.


  • Vamos dividir as orações pra ficar mais fácil de interpretar.

    Há muito tempo não vejo a parte da minha família.
      
    1) O verbo haver está no sentido de tempo decorrido, logo não pode usar o "A" nesse caso.
    2) O verbo ver é VTD, não exige preposição, logo não tem crase.

    à qual foi deixada de herança a fazenda a que todos devotavam grande afeto.

    3) verbo deixar é VTDI = o que foi deixada? a fazenda = OD sem crase ;  a quem? à minha família = OI (como o termo "a qual" retoma "a minha família", deveria ter crase, porém estamos diante  de um pronome possessivo feminino que está acompanhando um substantivo feminino e ambos estão no singular, sendo assim, a crase é facultativa, pode-se usar (a / à); 

    4) a que = "que" = pronome relativo, retoma "a fazenda" e não se usa crase antes de pronome relativo. 

  • Gilson, tu tirou onda com essa professora mano! Tu é o cara!!!! hehehe.

  • Letra C-  Há - a - à - a - a

    A muito tempo não vejo a parte da minha família a qual foi deixada de herança fazenda a que todos devotavam grande afeto. 

        Há=Faz                             o pedaço                             à                                                  o sítio        a
  • Pessoal, a letra "e" não pode ser correta, pois não existe crase nesse último "que". Nesse caso o "a" é apenas preposição exigida pelo verbo devotar.

  • não se usa crase diante de pronomes, exceto: pronome possessivo, demonstrativo e relativo. "à qual" recebeu crase pois é pronome relativo e "a que" não recebeu crase pois é pronome e não se encaixa nas exceções.

  • Ainda não consegui classificar estas regras... Simone tem como dar uma forcinha?
  • Usa-se há para indicar tempo passado: Há muito tempo/ Faz muito tempo.

    não vejo a parte/ Vejo é VTD: vejo alguém. Então esse a é somente artigo.

    A fazenda foi deixada a quem? a família à qual. Esse a é preposição + o artigo a que acompanha o pron. relativo qual. Usa-se crase.

    Foi deixada de herança a fazenda. Pergunte para o verbo: foi deixada o quê? a fazenda. Esse a é artigo, pois o verbo é VTD.

    Antes do pronome relativo que não se usa crase.

     

    Espero ter ajudado.

    Bom estudo!

     

  • É preciso saber que...

    Enquanto o pronome relativo "a qual" vem com artigo, o pronome "que" vem sem artigo; por isso, quando, na oração, o verbo exige a preposição "a", o pronome "a qual" ficará "a (prep.) + a ("artigo") qual = à qual", enquanto o pronome "que" ficará "a (prep.) que". 

  • Comentário fantástico do Professor Alexandre, assim fica fácil, pão pão, queijo queijo kkkk. 

  • Para saber se a qual nesta situação admite crase, basta trocar a palavra feminina por um equivalente masculino. Se na reescritura da frase couber "ao qual", então a qual admite crase.

     

    Vejamos:

     

    A muito tempo não vejo a parte da minha família a qual foi deixada de herança fazenda a que todos devotavam grande afeto.

     

    Há muito tempo não vejo o subrupo​ da minha família ao qual foi deixada a herança a que todos devotavam grande afeto.

     

    Neste caso, a qual admite crase.

     

  • GABARITO = C - EXPLICAÇÃO DO PROFESSOR ALEXANDRE SOARES

     

    A (SE É PASSADO, AQUI É O "HÁ" DO VERBO HAVER) muito tempo não vejo a (QUEM NÃO VÊ, NÃO VÊ ALGUMA COISA...VERBO "VER" É TRANSITIVO DIRETO = NÃO PEDE PREPOSIÇÃO. ENTÃO O "A" AQUI É SÓ PREPOSIÇÃO = A) parte da minha família a qual (A FAZENDA FOI DEIXADA DE HERANÇA À FAMÍLIA. ESSA "FAMÍLIA" ESTÁ SENDO REPRESENTADA PELO PRONOME RELATIVO "A QUAL". QUEM DEIXA, DEIXA ALGO A ALGUÉM + O ARTIGO REFERENTE A FAMÍLIA = À QUAL - QUE CONCORDA EM GÊNERO E NÚMERO COM A PALAVRA A QUAL SE REFERE = FAMÍLIA) foi deixada de herança a fazenda a que (QUE DEVOTA, DEVOTA ALGO A ALGUÉM. NO ENTANTO DEPOIS VEM O PRONOME RELATIVO "QUE" = NÃO TEM ARTIGO. ENTÃO AQUI É SÓ UMA PREPOSIÇÃO = A) todos devotavam grande afeto.

  • VIDE      Q398407    Q730778  Q629439

     

    ÀQUELE =           A ESTE

    ÀQUELA =          A ESTA

     

    ÀQUELES =       A ESTES 

    ÀQUELAS =     A ESTAS

     

     

                                   À   QUAL    =   AO QUAL

    Ex.:   A obra À QUAL fiz referência.

     

    ATENÇÃO

    Esta flor é semelhante   À  QUE   me deste.

    Nos referimos À que me deste

    A obra À QUAL fiz referência

     

     

     

    ÀQUILO =  A ISTO

    À QUAL = AO QUAL

    A obra      À QUAL     =     AO QUAL fiz referência.

    Ex.:    Àquela Senhora =       A    ESTA

    O livro está sobre AQUELA (sem indicativo) =  ESTA mesa, NÃO É “A ESTE” mesa (sic)

  • GABARITO: LETRA C

    ACRESCENTANDO:

    Tudo o que você precisa para acertar qualquer questão de CRASE:

    I - CASOS PROIBIDOS: (são 15)

    1→ Antes de palavra masculina

    2→ Antes artigo indefinido (Um(ns)/Uma(s))

    3→ Entre expressões c/ palavras repetidas

    4→ Antes de verbos

    5→ Prep. + Palavra plural

    6→ Antes de numeral cardinal (*horas)

    7→ Nome feminino completo

    8→ Antes de Prep. (*Até)

    9→ Em sujeito

    10→ Obj. Direito

    11→ Antes de Dona + Nome próprio (*posse/*figurado)

    12→ Antes pronome pessoal

    13→ Antes pronome de tratamento (*senhora/senhorita/própria/outra)

    14→ Antes pronome indefinido

    15→ Antes Pronome demonstrativo(*Aquele/aquela/aquilo)

    II - CASOS ESPECIAIS: (são7)

    1→ Casa/Terra/Distância – C/ especificador – Crase

    2→ Antes de QUE e DE → qnd “A” = Aquela ou Palavra Feminina

    3→ à qual/ às quais → Consequente → Prep. (a)

    4→ Topônimos (gosto de/da_____)

    a) Feminino – C/ crase

    b) Neutro – S/ Crase

    c) Neutro Especificado – C/ Crase

    5→ Paralelismo

    6→ Mudança de sentido (saiu a(`) francesa)

    7→ Loc. Adverbiais de Instrumento (em geral c/ crase)

    III – CASOS FACULTATIVOS (são 3):

    1→ Pron. Possessivo Feminino Sing. + Ñ subentender/substituir palavra feminina

    2→ Após Até

    3→ Antes de nome feminino s/ especificador

    IV – CASOS OBRIGATÓRIOS (são 5):

    1→ Prep. “A” + Artigo “a”

    2→ Prep. + Aquele/Aquela/Aquilo

    3→ Loc. Adverbiais Feminina

    4→ Antes de horas (pode está subentendida)

    5→ A moda de / A maneira de (pode está subentendida)

    FONTE: Português Descomplicado. Professora Flávia Rita

     


ID
1368370
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Um decanto-digestor, ou fossa séptica, é uma solução de tratamento individual usada em áreas rurais. A NBR 13969/97 normatiza as unidades de tratamento complementar e a disposição final dos efluentes líquidos de fossas sépticas.

Segundo essa NBR, são dois tipos de tratamento complementar de efluentes de decanto-disgestores o(a)

Alternativas
Comentários
  • Basicamente são os listados no capítulo 4 da NBR 13969: Tratamento complementar dos efluentes de tanque séptico

     

    São eles: 

    Filtro anaeróbio de leito fixo com fluxo ascendente;

    Filtro aeróbio submerso;

    Valas de filtração e filtros de areia;

    Lodo ativado por batelada (LAB);

    Lagoa com plantas aquáticas;

    Cloração.

     

    a) canteiro de infiltração (Não) e de evapotranspiração e o reúso local (Não)

     b) sumidouro (Não) e o reator compacto de lodo ativado por batelada (LAB) (Sim)

     c) filtro anaeróbio de leito fixo com fluxo ascendente (Sim) e a galeria de águas pluviais (Não)

     d) vala de filtração (Sim) e o filtro aeróbio submerso (Sim)

     e) vala de infiltração (Não) e a lagoa com plantas aquáticas (Sim)

    Letra D.

  • Tratamento complementar dos efluentes de tanque séptico, são eles:

    1) Filtro anaeróbio de leito fixo com fluxo ascendente

    2) Filtro aeróbio submerso

    3) Filtro de areia

    4) Vala de filtração

    5) Lodo ativado por batelada (LAB)

    6) Cloração

    Disposição final dos efluentes de tanque séptico, são eles:

    1) Vala de infiltração

    2) Canteiro de infiltração e de evapotranspiração

    3) Sumidouro

    4) Galeria de águas pluviais

    5) Águas superficiais

    6) Reuso local

    Gabarito: D

    Fonte: NBR 13969/1997 (adaptado)


ID
1368376
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A Resolução Conama nº 430, de 13/05/2011, dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes. Segundo essa resolução,

Alternativas
Comentários
  • a) Art. 2º A disposição de efluentes no solo, mesmo tratados, não está sujeita aos parâmetros e padrões de lançamento dispostos nesta Resolução, não podendo, todavia, causar poluição ou contaminação das águas superficiais e subterrâneas.

    b) Art. 3º Os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados diretamente nos corpos receptores após o devido tratamento e desde que obedeçam às condições, padrões e exigências dispostos nesta Resolução e em outras normas aplicáveis.

    c) art. 4º: XII - Parâmetro de qualidade do efluente: substâncias ou outros indicadores representativos dos contaminantes toxicologicamente e ambientalmente relevantes do efluente;

    d) Art. 11. Nas águas de classe especial é vedado o lançamento de efluentes ou disposição de resíduos domésticos, agropecuários, de aquicultura, industriais e de quaisquer outras fontes poluentes, mesmo que tratados.

    e) Art. 9º No controle das condições de lançamento, é vedada, para fins de diluição antes do seu lançamento, a mistura de efluentes com águas de melhor qualidade, tais como as águas de abastecimento, do mar e de sistemas abertos de refrigeração sem recirculação.

  • Gabarito C

  • GABARITO: LETRA C

    LEGENDA:

    Em vermelho (Erros)

    Em azul (Correções)

    a) A disposição de efluentes no solo, mesmo tratados, está (não está) sujeita aos mesmos parâmetros e padrões de lançamento dispostos na Resolução. ( Art. 2º)

    b) os efluentes de qualquer fonte poluidora não poderão (poderão) ser lançados diretamente nos corpos receptores, pois, mesmo após o devido tratamento, eles devem ser lançados indiretamente(após o devido tratamento e desde que obedeçam às condições, padrões e exigências dispostos nesta Resolução e em outras normas aplicáveis). Art. 3º)

    c) CORRETO (Art. 4º: XII )

    d) nas águas de classe especial será permitido (vedado) o lançamento de efluentes ou disposição de resíduos domésticos, agropecuários, de aquicultura, industriais e de quaisquer outras fontes poluentes desde que tratados (mesmo que tratados) - (Art. 11)

    e) no controle das condições de lançamento, é permitida(vedado), para fins de diluição antes do seu lançamento, a mistura de efluentes com águas de melhor qualidade, tais como as águas de abastecimento, do mar e de sistemas abertos de refrigeração sem recirculação (Art. 9º).

    "Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje."


ID
1368379
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A atenuação natural é a resposta de sistemas hidrológicos à contaminação, através de processos, os quais, sem a intervenção humana, reduzem toxidade, mobilidade, volume ou concentração de contaminantes no solo.

Considera-se que, dentre os processos de atenuação natural,

Alternativas
Comentários
  • Destrutivos: biodegradação

    As demais técnicas transferem ou retêm os contaminastes, porém não os destrói 

  • Resposta: Alternativa E:

    existem os que podem ser classificados como destrutivos e não destrutivos.


ID
1368382
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

O chorume e os gases são provenientes da degradação de resíduos sólidos urbanos dentro de um aterro de resíduos.

Em um aterro sanitário

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: c.

    O chorume, também chamado por líquido percolado ou lixiviado, era inicialmente apenas a substância gordurosa expelida pelo tecido adiposo da gordura de um animal peludo. Posteriormente, o significado da palavra foi ampliado e passou a significar o líquido poluente, de cor escura e odor nauseante, originado de processos biológicos, químicos e físicos da decomposição de resíduos orgânicos. Esses processos, somados com a ação da água das chuvas, se encarregam de lixiviar compostos orgânicos presentes nos lixões para o meio ambiente.

    Chorume também é uma mistura de água e resíduos da decomposição do lixo. Pode infiltrar-se no solo dos lixões e contaminar a água subterrânea. O chorume possui alta concentração de Demanda biológica de oxigênio (DBO).

    Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.


  • a) não há geração de chorume e de gases, pois há controle da degradação dos resíduos.

    b) a emissão de gás dentro do aterro é anulada pelos sistemas de controle de gás.

    c) o chorume é o líquido gerado pela decomposição da massa de resíduos. (CERTO)

    d) a biodegradação ocorre somente de forma aeróbica.

    e)a biodegradação ocorre somente de forma anaeróbica.

     

     

     

  • Questão inconsistente - Chorume não é a decomposição da MASSA DE REJEITOS, visto que existem rejeito que não podem ser decompostos. Vidro não sofre decomposição, e é um rejeito que pode ser encontrado nos aterros, visto que o tipo de massa referido na questão não foi especificado.

    Estaria correto se a questão tivesse afirmado que se trata da biomassa.


ID
1368385
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A Resolução Conama nº 398/2008, de 11/06/2008, dispõe sobre o conteúdo mínimo do Plano de Emergência Individual (PEI) para incidentes de poluição por óleo em águas sob jurisdição nacional, originados, entre outros, em dutos, refinarias e plataformas.

De acordo com essa Resolução,

Alternativas
Comentários
  • "A apresentação do PEI ocorre por ocasião do licenciamento ambiental e sua aprovação quando da concessão da Licença de Operação (LO), da Licença Prévia de Perfuração (LPper) e da Licença Prévia de Produção para Pesquisa (LPpro), quando couber. Os planos são avaliados pelos órgãos estaduais de meio ambiente e pelo Ibama no âmbito dos empreendimentos por eles licenciados."

  • a) os PEI de instalações portuárias, de um mesmo empreendedor, situadas numa mesma área geográfica, não poderão dispor de estrutura organizacional, recursos e procedimentos compartilhados pelo conjunto dessas instalações, para as ações de combate a derramamento de óleo no mar.

     b) os incidentes de poluição por óleo, originados de navios, ocorridos nas áreas de fundeio, prevista sem cartas náuticas, não serão tratados nos planos de área.

     c) a apresentação do PEI se dará por ocasião do licenciamento ambiental e sua aprovação quando da concessão da Licença de Instalação (LI).

     d) as marinas, clubes náuticos, pequenos atracadouros e instalações portuárias públicas de pequeno porte que armazenem óleo ou que abasteçam embarcações em seus cais ficam dispensados de possuir qualquer PEI.

     e) no caso de instalações situadas em áreas próximas a áreas ecologicamente sensíveis poderão ser agregados requisitos especiais ao PEI a critério do órgão ambiental competente.


ID
1368388
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A Resolução Conama nº 23, de 7/12/1994, instituiu procedimentos específicos para o licenciamento de atividades relacionadas à exploração e lavra de jazidas de combustíveis líquidos e gás natural.

Essa resolução estabelece como documentos necessários para a solicitação da Licença Prévia para Perfuração (LPper) e Licença Prévia de Produção para Pesquisa (LPpro), respectivamente,

Alternativas
Comentários
  •  Art. 5º Os Órgãos Estaduais de Meio Ambiente e o IBAMA, quando couber, no exercício de suas atribuições de controle das atividades descritas no artigo 2º, expedirão as seguintes licenças:


     I - LICENÇA PRÉVIA PARA PERFURAÇÃO - LPper, autorizando a atividade de perfuração e apresentando, o empreendedor, para a concessão deste ato, Relatório de Controle Ambiental - RCA, das atividades e a delimitação da área de atuação pretendida;


     II - LICENÇA PRÉVIA DE PRODUÇÃO PARA PESQUISA - LPpro, autorizando a produção para pesquisa da viabilidade econômica da jazida, apresentando, o empreendedor, para a concessão deste ato, o Estudo de Viabilidade Ambiental - EVA;


     III - LICENÇA DE INSTALAÇÃO - LI, autorizando, após a aprovação do EIA ou RAA e contemplando outros estudos ambientais existentes na área de interesse, a instalação das unidades e sistemas necessários à produção e ao escoamento;


     IV - LICENÇA DE OPERAÇÃO - LO, autorizando, após a aprovação do Projeto de Controle Ambiental - PCA, o início da operação do empreendimento ou das unidades, instalações e sistemas integrantes da atividade, na área de interesse.

  • LICENÇA PRÉVIA PARA PERFURAÇÃO - LPper - RCA Relatório de Controle Ambiental 

    LICENÇA PRÉVIA DE PRODUÇÃO PARA PESQUISA - LPpro - EVA o Estudo de Viabilidade Ambiental

    LICENÇA DE INSTALAÇÃO - LI - EIA ou RAA 

    LICENÇA DE OPERAÇÃO - LO - PCA Projeto de Controle Ambiental 

     


ID
1368391
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A Resolução Conama nº 269, de 14/09/2000, estabelece que a produção, importação, comercialização e uso de dispersantes químicos para as ações de combate aos derrames de petróleo e seus derivados no mar, somente poderão ser efetivadas após a obtenção do registro do produto junto à(ao)

Alternativas
Comentários
  • Art. 1º A produção, importação, comercialização e uso de dispersantes químicos para as ações de combate aos derrames de petróleo e seus derivados no mar somente poderão ser efetivados após a obtenção do registro do produto junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA. 

    Parágrafo único. O IBAMA estabelecerá, por meio de Instrução Normativa, os procedimentos e exigências necessários para a obtenção do registro dos dispersantes químicos. 

  • Resolução CONAMA Nº 269/2000 - "Regulamenta o uso de dispersantes químicos em derrames de óleo no mar." - Data da legislação: 14/09/2000 - Publicação DOU nº 009, de 12/01/2001, págs. 58-61 
    Status: Revogada pela Resolução CONAMA nº 472, de 27 de novembro de 2015. 

  • A Resolução CONAMA nº 472, de 2015 diz o mesmo:

    Art. 3º A produção, importação, comercialização e uso de dispersantes químicos em ações de resposta aos incidentes de poluição por óleo no mar somente poderão ser efetivados após a obtenção do registro do produto junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA


ID
1368394
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Diversas atividades industriais e antrópicas emitem substâncias poluentes no ar que, em concentrações elevadas, podem causar danos em seres humanos, em animais e em vegetais. Sobre o assunto, uma atividade ou ação passível de causar a poluição do ar por asbestos é a (o)

Alternativas
Comentários
  •  asbesto ou amianto 

  • Gabarito A


ID
1368397
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

O instrumento de flexibilização mundial, criado particularmente para auxiliar o processo de redução das emissões de gases que contribuem para o chamado “efeito estufa”, é conhecido como

Alternativas
Comentários
  • Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) é um dos mecanismos de flexibilização criados pelo Protocolo de Kyoto para auxiliar o processo de redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) ou de captura de carbono (ou sequestro de carbono)

  • Agenda 21 pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.

    Carta da Terra: Preâmbulo -  Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. ..., é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.

    Tratado de Tlatelolco - Tratado de Proscrição de Armas Nucleares na América Latina e no Caribe.

    Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) é um instrumento para planejar e ordenar o território brasileiro, harmonizando as relações econômicas, sociais e ambientais que nele acontecem. É ponto central na discussão (sociedade civil)  das questões fundamentais para o futuro do Brasil como, por exemplo, a questão da Amazônia, do Cerrado, do Semi-árido Brasileiro, dos Bio-combustíveis e das Mudanças Climáticas.

    Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) é um dos mecanismos de flexibilização criados pelo Protocolo de Kyoto para auxiliar o processo de redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) ou de captura de carbono (ou sequestro de carbono)

     


ID
1368400
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

O equipamento para controle da poluição do ar, utilizado para remoção de material particulado, e cujo funcionamento se baseia na passagem dos gases por filtros ou sacos de tecidos especiais, é denominado

Alternativas
Comentários
  • Lavador de gases é um equipamento utilizado no controle de poluição do ar, cujo objetivo é a remoção do material particulado de um fluxo de gás, pela colisão destas partículas com gotas de um meio de lavagem (geralmente água).

    Filtro de mangas é um equipamento que junto com um exaustor e dutos formam um sistema que tem por objetivo exaurir o ar contaminado proveniente das operações industriais poluidoras atendidas e separar o material particulado por meio de mangas em tecido próprios para filtragem do ar, obtendo-se um processo não poluente.

    Separador ciclônico (ou ciclones) são equipamentos utilizados para extrair partículas sólidas em suspensão num escoamento de gases.

    Conversor catalítico é um dispositivo catalisador usado para reduzir a toxicidade das emissões dos gases de escape de um motor de combustão interna.

    Precipitador eletrostático, também conhecido como um filtro de ar eletrostático, é um equipamento de muito controle de poluição em fábricas que emitem gases e partículas poluidoras à atmosfera. Este dispositivo mecânico ou elétrico captura os poluentes e libera o gás limpo para a atmosfera.

     


ID
1368403
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Uma das formas de reduzir a emissão de poluentes por veículos automotores é a melhoria da qualidade dos combustíveis automotivos, conforme diretriz do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).

Considerando a necessidade de atendimento à nova fase desse Programa, o teor de enxofre máximo do óleo diesel adicionado de biodiesel, de uso rodoviário, para fins de comercialização, em mg/kg, a partir de 1º de janeiro de 2014, deverá ser de

Alternativas
Comentários
  • A redução da concentração de enxofre presente no combustível constituía condição sine qua non para o atendimento dos limites estabelecidos na fase P-6, vez que a formação de compostos de enxofre na combustão contribui para o denominado "envenenamento" do catalisador, não propiciando o bom funcionamento do mesmo na redução das emissões de NOx e HC. Desta forma, procedeu-se em 2005 à especificação do diesel em 2.000 ppm (partes por milhão) de enxofre como limite máximo para este combustível a ser comercializado no interior (denominado "diesel S 2000") e de 500 ppm de enxofre para o diesel comercializado nas regiões metropolitanas (denominado "diesel S 500").Isso propiciou uma redução expressiva das emissões de enxofre nestes últimos anos, com a concentração de enxofre no diesel passando de 13.000 ppm para 500 ppm.

  • Mas 500 ppm não é diferente de 500 mg/kg?

  • revisão da Resolução ANP n° 65/2011. A Resolução faz parte da implantação das fases P-7 e L-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – Proconve (que abrange veículos pesados e utilitários movidos a diesel produzidos a partir de 2012), previstas desde 2008.

    A revisão suprime as referências ao diesel S-50 (já fora do mercado) e ao diesel S-1800, que deixa de ser comercializado em 1º de janeiro de 2014. A partir desta data, apenas dois tipos de óleo diesel estarão disponíveis: o S-500 e o S-10, para uso rodoviário.

    Res. 65 revogada a partir de 01/01/2014. Valendo Resolução ANP Nº 50 DE 23/12/2013: 

    Art. 4 º É obrigatória a comercialização dos óleos diesel A e B com teor de enxofre de até 500 mg/kg em todo território nacional, salvo nos casos previstos nos incisos I e II do Art. 5º. 


ID
1368406
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

De acordo com o preconizado pela Norma Regulamen- tadora NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, do Ministério do Trabalho e Emprego –, a etapa do reconhecimento dos riscos ambientais no ambiente de trabalho de uma organização ou empresa deverá conter os seguintes itens, quando aplicáveis, EXCETO a(o)

Alternativas
Comentários
  • LETRA E

     O estabelecimento de prioridades e as metas de avaliação e controle está incluida nas etapas do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

     

     O reconhecimento dos riscos ambientais deverá conter os seguintes itens, quando aplicáveis:
    a) a sua identificação; 
    b) a determinação e localização das possíveis fontes geradoras;
    c) a identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho; 
    d) a identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos; 
    e) a caracterização das atividades e do tipo da exposição;
    f) a obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho; 
    h) a descrição das medidas de controle já existentes


ID
1368409
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A avaliação dos impactos ambientais corresponde a uma etapa importante no planejamento e projeto de uma atividade ou empreendimento potencialmente poluidor, podendo ser realizada por diversos métodos ou técnicas.

Sobre o assunto, associe as características com os respectivos nomes dos métodos ou técnicas de avaliação de impactos ambientais apresentados a seguir.

I - Baseia-se na reunião de especialistas e técnicos que tenham conhecimentos teóricos e práticos em setores relacionados às características do empreendimento em análise.
II - Trata-se de uma listagem ponderal cuja importância relativa de cada um dos parâmetros ambientais, em relação à soma dos impactos do projeto, é dada pela atribuição dos pesos.
III - Corresponde a uma evolução das listagens de controle, que relaciona os fatores ambientais com as ações decorrentes de um projeto, atribuindo valores à magnitude e à importância do impacto ambiental para cada um dos relacionamentos.

P - Método de Battelle
Q - Método Ad-Hoc
R - Rede de Sorensen
S - Matriz de Leopold

As associações corretas são:

Alternativas
Comentários
  • O Método Battelle é um método hierarquizado, constituído de quatro categorias ambientais que se desdobram em 18 componentes ; estes, por sua vez, subdividem-se em 78 parâmetros. A determinação do grau de impacto líquido para cada parâmetro ambiental é dada pela expressão:

     

    UIA = UIP x QA

     

    Onde:UIA = unidade de impacto ambiental

    UIP = unidade de importância

    QA = índice de qualidade ambiental

     

    A contabilização final é feita através do cálculo de um índice global de impacto, dado pela diferença entre a unidade de impacto ambiental total com a realização do projeto e a unidade de impacto ambiental sem a realização do projeto, ou seja:

    UIA com projeto - UIA sem projeto = UIA por projeto

    Esta técnica prevê ainda um sistema de alerta para identificar os impactos mais significativos que deverão ser submetidos a uma análise qualitativa mais detalhada

  • O princípio básico da Matriz de Leopold consiste em, primeiramente, assinalar todas as possíveis interações entre as ações e os fatores, para em seguida estabelecer, em uma escala que varia de 1 a 10, a magnitude e a importância de cada impacto, identificando se o mesmo é positivo ou negativo.

    Enquanto a valoração da magnitude é relativamente objetiva ou empírica, pois refere-se ao grau de alteração provocado pela ação sobre o fato ambiental, a pontuação da importância é subjetiva ou normativa uma vez que envolve atribuição de peso relativo ao fator afetado no âmbito do projeto. O estabelecimento destes pesos constitui um dos pontos mais críticos, não só das técnicas matriciais, mas também dos demais métodos quantitativos

  • Gabarito B


ID
1368412
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Entre os poluentes tóxicos que oferecem maior risco ao meio ambiente e à saúde pública estão os chamados Poluentes Orgânicos Persistentes (POP), que são compostos altamente estáveis decorrentes de diversas atividades industriais e que resistem à degradação no meio ambiente.

Sobre o assunto, o esvaziamento de óleo de transformadores e condensadores antigos oferece risco de lançamento no meio ambiente de qual tipo de POP?

Alternativas
Comentários
  • Mais  exemplos ..

    A lista inclui 8 pesticidas (aldrina, clordano, DDT, dieldrina,endrina, heptacloro, mirex e toxafeno), 2 químicos industriais (PCBs e hexaclorobenzeno, este também usado como pesticida) e 2 subprodutos involuntários de processos industriais de combustão (dioxinas e furanos).

  • As Bifenilas Policloradas (PCBs) devido às suas características de não biodegradabilidade, bacteriostaticidade e bioacumulação, são classificadas internacionalmente como “Poluentes Orgânicos Persistentes” (POPs). 

    Na década de 30, a regulamentação pública nos EUA sobre instalações elétricas passou a exigir que os transformadores em subestações prediais ou naquelas onde houvesse o risco de incêndio em áreas próximas, fossem fabricados com líquido isolante não inflamável e não propagador de chama. A partir de então, foram desenvolvidas várias formulações de óleos isolantes para transformadores baseadas nas PCBs, devido à sua característica de não flamabilidade.

  • Popularmente conhecido como ascarel


ID
1368415
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A respeito da Avaliação de Impactos Ambientais (AIA) no Brasil, analise as afirmações a seguir.

I - A AIA é um dos instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente.
II - A elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima), para o licenciamento de empreendimentos considerados potencialmente causadoras de degradação ambiental, dispensa a AIA.
III - Na AIA devem ser avaliados não só os impactos negativos, como também, os impactos positivos do empreendimento ou atividade que se deseja implementar.
IV - A AIA é obrigatória para analisar os impactos da fase de implantação de uma atividade ou empreendimento modi?cador do meio ambiente, sendo facultativa para a fase de operação deste.

São corretas APENAS as afirmações

Alternativas
Comentários
  • Alternativa A

    IV - A AIA é obrigatória para analisar os impactos na fase de implantação  e operação de uma atividade ou empreendimento modificador do meio ambiente


ID
1368418
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A estimativa da valoração dos danos ambientais resultantes da implantação de uma atividade ou empreendimento pode ser realizada por diversas técnicas ou métodos que expressam, por vezes, a preferência dos usuários dos recursos ambientais.

Nesse sentido, a técnica ou método apropriado para os casos da valoração dos recursos ambientais recreativos, como parques, áreas de lazer e de proteção ambiental, é denominado

Alternativas
Comentários
  • Método Custos de Viagem (MCV) O MCV se propõe a estabelecer o valor dos recursos ambientais através do levantamento dos custos associados à utilização de um sítio natural, para fins de visitação e/ou recreação.

     

    De acordo com Maia e Romeiro (2008), o método define o valor atribuído pela população ao sítio natural a partir dos gastos efetivos realizados por conta de sua visitação, incluindo o deslocamento, taxas de ingresso, alimentação, hospedagem, entre outros gastos.

     

    Fonte: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/122633/325628.pdf?sequence=1&isAllowed=y

  • Custo de reposição - custo estimado para repor ou recuperar o recurso degradado, com a qualidade ambiental inicial

    Custo de viagem - análise dos gastos dos visitantes ao local. O dano é estimado pelo aumento da demanda de recreação. GABARITO

    Valor da propriedade - ou preço hedônico/avaliação hedonista. Análise do preço implícito em outros bens. ex: variação do preço de uma casa a beira-mar após a degradação da orla

    Diferencial de salário -

    Mercados de bens substitutos - quando o ativo natural não foi precificado nos mercados tradicionais, a valoração é feita com um bem substituto, sem prejuízo ao bem estar do consumidor. Ex: é degradado um lago fonte de pesca de subsistência. Se as espécies de peixes não forem comuns no mercado tradicional, é calculado o valor que as famílias irão utilizar para comprar outro tio de peixe


ID
1368421
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

As diferentes velocidades de propagação das ondas ao longo das camadas da Terra comprovam a heterogeneidade dos materiais que as compõem. A Terra é composta por 3 grandes camadas concêntricas distintas: crosta, manto e núcleo.

A respeito de suas características,

Alternativas
Comentários
  • Litosfera do grego "lithos" pedra é a camada exterior sólida da superfície da Terra, que inclui a crosta e a parte superior do manto terrestre, e à qual se atribui uma espessura de 50 km a 200 km. No caso da Terra, é formada pela crosta terrestre e por parte do manto superior.

    Atenosfera camada frágil da parte superior do manto terrestre, muito plástica, localizada logo abaixo da litosfera.

    Descontinuidade de Wiechert-Gutenberg é uma zona de separação das camadas da Terra, separando o manto do núcleo, encontra-se entre a Mesosfera (Parte inferior do Manto) e o Núcleo Exterior.

    Descontinuidade de Mohorovičić, também chamada Moho, ou simplesmente Descontinuidade M, é a fronteira entre a crosta (Litosfera) e o manto terrestre. Como o próprio nome indica, esta fronteira é descontínua, variando em espessura e distância da superfícievaria entre 5 km a 10 km no fundo dos oceanos a cerca de 35–40 km abaixo dos continentes, podendo atingir 60 km sob as cordilheiras e montanhas mais elevadas. Já a espessura varia de 0,1 km até alguns quilômetros.

    Todas camadas da Terra têm suas próprias características de densidade, estado físico, temperatura, pressão e espessura

     


ID
1368424
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Os solos são formados a partir da decomposição das rochas através da atuação de agentes físicos e químicos.

Sobre esse processo de formação, tem-se que

Alternativas
Comentários
  • Solo coluvionar - São solos transportados por ação da gravidade

    Solo aluvionar - São solos transportados por ação da água

    Solo Saprolítico - Mantém a estrutura original da rocha-mãe, inclusive veios intrusivos, fissuras e xistosidade. Heterogêneas e sucetíveis à erosão.

    Solo residual - Solo que permanece no mesmso local em que é formado. São formados junto à rocha de origem.

  • Erosão é o desgaste da superfície terrestre pela ação mecânica e química da água corrente, das intempéries ou de outros agentes geológicos.

    Manto de intemperismo ou Regolito é o capeamento natural das rochas, inconsolidado, composto por fragmentos de rocha e solo, incluindo solo transportado, solo autóctone e depósitos residuais.

    Solo coluvionar são formados pela ação da gravidade, com grande variedade de tamanhos.

    Solos aluvionares ou aluviais são solos provenientes de deposições sucessivas de materiais transportados e depositados pelos cursos de água. São compostos por diversas camadas de sedimentos de granulometria variada, que, em função das diversas origens, não têm relação pedogenética entre si.

    Solos residuais são aqueles provenientes da decomposição e alteração das rochas “in situ”. Sua composição depende do tipo e da composição mineralógica da rocha original que lhe deu origem. Todos os tipos de rocha formam solo residual. Para que isso ocorra é necessário que a velocidade de decomposição da rocha seja maior do que a velocidade de remoção por agentes externos.

    Solos saprolíticos (sapro, do grego: podre) são aqueles que resultam da decomposição e/ou desagregação in situ da rocha matriz pela ação das intempéries (chuvas, insolação, geadas) e mantêm, de maneira nítida, a estrutura da rocha que lhe deu origem. São genuinamente residuais, isto é, derivam de uma rocha matriz, e as partículas que o constituem permanecem no mesmo lugar em que se encontravam em estado pétreo.

    Solos sedimentares são os que sofrem a ação de agentes transpostadores, podendo ser aluvionares, eólicos, coluvionares e glaciares.

    Solos de formação orgânica são os de origem essencialmente orgânica, seja de naturaza vegetal (plantas, raízes), seja animal (conchas).


ID
1368427
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Para a fração fina dos solos, são determinados os índices de consistência por meio de ensaios de laboratório.

A partir dos resultados desses ensaios, considera-se que o

Alternativas
Comentários
  • ÍNDICE DE PLASTICIDADE - Ajuda a definir a plasticidade de um solo; é a diferença entre os limites de liquidez e de plasticidade. É expresso em porcentagem e pode ser interpretado, em função da massa de uma amostra, como a quantidade máxima de água que pode lhe ser adicionada, a partir do seu limite de plasticidade, de modo que o solo mantenha a sua consistência plástica. 

    IP = LL - LP


ID
1368433
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A Lei nº 6.938, de 31/08/1981, dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente no Brasil, a qual tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando a assegurar, no país, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana, tendo como um de seus instrumentos o(a)

Alternativas
Comentários
  • Lei 6938/1981

    Art 9º - São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente:

    II - o zoneamento ambiental;

    Letra A


  • Lei 6.390/1981 PNMA Art 9º - São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente: II -  O zoneamento ambiental;

    Fundo Nacional do Meio Ambiente - FNMA é uma unidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA), criado pela Lei nº 7.797 de 10 de julho de 1989. Tem a missão de contribuir, como agente financiador, por meio da participação social, para a implementação da Política Nacional do Meio Ambiente - PNMA.

    Programa Nacional de Conservação dos Solos - Decreto Nº 76.470,de 16 de Outubro de 1975; P.N.C.S., sob a supervisão do Ministério da Agricultura, com o objetivo de promover, em todo o território nacional, a adoção das práticas de conservação do solo, assim entendidos a manutenção e o melhoramento da sua capacidade produtiva.

    Plano Naacional de Gerenciamento Costeiro foi constituído pela Lei 7.661, de 16/05/88, cujos detalhamentos e operacionalização foram objeto da Resolução no 01/90 da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), de 21/11/90, aprovada após audiência do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).

    Política Nacional de Recursos Hídricos - Lei Nº 9.433, de 8 de Janeiro de 1997.


ID
1368436
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

O Inventário Nacional de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa não controlados pelo Protocolo de Montreal é parte da Comunicação Nacional à Convenção Quadro da ONU sobre Mudança do Clima. Essa Comunicação Nacional é um dos principais compromissos de todos os países signatários da Convenção da Mudança do Clima.
No Brasil, entre os setores inventariados, o fator que mais contribui para a emissão de dióxido de carbono (CO2 ) é o seguinte:

Alternativas
Comentários
  • Questao estranha!

  • De fato, a principal atividade emissora de CO2 é o desmatamento e as queimadas.

    Porém, o que a banca quis dizer com MUDANÇA do uso?? 

    Mudança pode ser pra melhor também...

     

    Questão muitíssimo mal formulada.

  • MUDANÇA NO USO DA TERRA E FLORESTAS

    Emissões e remoções resultantes das variações da quantidade de carbono, seja da biomassa vegetal, seja do solo, considerandose todas as transições possíveis entre diversos usos, além das emissões de CO2 por aplicação de calcário em solos agrícolas e das emissões de CH4 e N2O pela queima de biomassa nos solos. O crescimento da vegetação, em áreas consideradas manejadas, gera remoções de CO2.

    Fonte: http://sirene.mcti.gov.br/documents/1686653/1706227/Estimativas+2ed.pdf/0abe2683-e0a8-4563-b2cb-4c5cc536c336

  • Segundo a Convenção de 2016 o setor de energia emite mais CO2 que mudança de uso da terra! 

  • Na Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, divulgada em 2016, mostra-se que para as emissões de gases de efeito estufa no Brasil, em 2012, os setores que mais contribuíram com a emissão líquida de dióxido de carbono, em ordem decrescente de importância, foram: Energia – agropecuária – Uso da terra e florestas – processos industriais – tratamento de resíduos.



    CONTRA OS OUTROS É FÁCIL, DIFÍCIL É CONTRA VOCÊ.



ID
1368442
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Uma determinada bacia hidrográfica de 2,00 km² tem urbanizados 30% de sua área, com coeficiente de Runoff C1 = 0,90; 40% com vegetação, C2 = 0,20; e o restante com solo sem vegetação, C3 = 0,30.
No caso de uma precipitação intensa uniforme de 72 mm/h, qual o escoamento superficial máximo esperado, em m³ /s?

Alternativas
Comentários
  • escoamento supercial 

    Q(max)= CiA/360

    em que,

    Qmax = vazão máxima de escoamento superficial, m3 .s-1;

    C = coeficiente de escoamento superficial, adimensional;

    i= intensidade máxima média de precipitação para uma duração igual ao tempo de concentração, mm.h-1; e

    A = área da bacia de drenagem, ha.

    Q= i*(C1*A1+C2*A2+C3*A3)/360       **1km² = 100ha

    Q= 72*((0,9*200*30%)+(0,2*200*40%)+(0,3*200*30%))/360

    Q=17,60

     

     


ID
1368457
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Na avaliação da exposição ocupacional, a atividade de divisão da população total dos funcionários de uma empresa, eventualmente expostos, em grupos homogêneos em relação ao risco que se pretende avaliar, formando os denominados Grupos Homogêneos de Risco (GHR), é parte integrante da fase de

Alternativas

ID
1368463
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Atendendo às instruções da gestão integrada do meio ambiente, saúde e segurança sabe-se que todo óleo lubrificante usado ou contaminado deve ser recolhido, coletado e ter destinação final, de modo que não afete negativamente o meio ambiente.
Nesse sentido, qual é a destinação adequada do óleo lubrificante usado ou contaminado, conforme determinam as Resoluções Conama nº 9, de 31/08/1993, e Conama nº 362, de 23/06/2005?

Alternativas
Comentários
  • Conama nº 9 de 31/08/1993: Art. 7º Todo o óleo lubrificante usado deverá ser destinado à reciclagem. § 1º A reciclagem do óleo lubrificante usado ou contaminado regenerável deverá ser efetuada através do rerrefino.

    Conama nº 362 de 23/06/2005: Art. 3o Todo o óleo lubrificante usado ou contaminado coletado deverá ser destinado à reciclagem por meio do processo de rerrefino.


ID
1368466
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Em uma fazenda de pecuária em que se planta somente capim-guatemala, existem 150 bois, 1.200 saúvas, 600 carrapatos e 300 gafanhotos.
Nessa região, estão presentes

Alternativas
Comentários
  • As populações são: capim-guatemala, bois, saúvas, carrapatos e gafanhotos, portanto 5 populações.

  • São 5 populações pois, a população nada mais é do que um conjunto de indivíduos da mesma espécie que habitam determinado local


ID
1368469
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Os principais produtores da cadeia biológica existente nos oceanos são os(as)

Alternativas
Comentários
  • Os organismos bentônicos são compostos por macroalgas, microalgas e plantas aquáticas (fitobentos); animais e muitos protistas (zoobentos). O zoobentos abrange os organismos que pertencem ao Reino Animal, incluindo desde animais microscópicos até aqueles visíveis a olho nu, e ao Reino Protista. Dentro do zoobentos, destacam-se alguns grupos mais abundantes como as esponjas, os poliquetas, os moluscose os crustáceos, cada qual com sua morfologia e adaptações diferentes ao ambiente bentônico.

    Em biologia marinha e limnologia chama-se zooplâncton ao conjunto dos organismos aquáticos que não têm capacidade fotossintética(heterotróficos ou heterótrofos) e que vivem dispersos na coluna de água, apresentando pouca capacidade de locomoção (são, em grande parte, arrastados pelas correntes oceânicas ou pelas águas de um rio). Fazem parte deste grupo muitos animais, entre os quais os mais abundantes são crustáceos, principalmente os copépodes, e outros seres tradicionalmente considerados e estudados como tal, mas atualmente classificados em várias clades dos Protistas.

     

    resposta: microalgas e cianobacterias

    as cianobacterias sao as "algas azuis" 

    cianobactérias são procariontes, inclui organismos aquáticos, unicelulares, coloniais ou filamentosos fotossintéticos. Possuem forma de cocos, bastonetes, filamentos ou pseudofilamentos, apresentando coloração azul em condições ótimas, mas são frequentemente encontradas apresentando coloração de verde oliva a verde-azulado.


ID
1368472
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Os organoclorados formam um grupo de pesticidas artificiais desenvolvidos principalmente para controlar as populações de insetos em uma lavoura. Sua origem remonta à criação do DDT (diclorodifeniltricloroetano) em 1943. A partir dessa data, por muitas décadas, o DDT foi uma arma importante para o controle do mosquito Anopheles transmissor da malária. Posteriormente, o DDT foi proibido, pois é um defensivo de grande meia-vida e, a determinadas concentrações, possui efeito carcinogênico.
A soja da cadeia alimentar abaixo foi tratada com DDT.

soja → gafanhoto → bem-te-vi → cobra → gavião

A maior concentração de DDT por quilo de organismo é encontrada no(na)

Alternativas
Comentários
  • Fenômeno da Magnificação Trófica, veja;

     

    Magnificação trófica é um fenômeno que ocorre quando há acúmulo progressivamente maior de uma substância tóxica de um nível trófico para outro ao longo da cadeia alimentarpor causa da redução da biomassa. Desse modo os consumidores apresentam maior concentração dos produtos tóxicos que os produtores.

    Portanto, biomagnificação trófica ou magnificação trófica, é o acúmulo progressivo ao longo da cadeia alimentar , de substâncias não biodegradáveis ( como por exemplo o mercúrio, os inseticidas e os agrotóxicos). Vale ressaltar que quanto MAIOR o nível trófico na cadeia alimentar, MAIOR será a concentração da substância não biodegradável.

     

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Magnifica%C3%A7%C3%A3o_tr%C3%B3fica


ID
1368475
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Segundo a NBR ISO 14001, a etapa do Sistema de Gestão Ambiental na qual é avaliado o atendimento a requisitos ambientais legais ou estabelecidos pela própria organização é a de

Alternativas
Comentários
  • ISO 14001/2004 - 4.5.1

  • O SGA é baseado na metodologia PDCA (plan, do, check, act) ou Planejar, Fazer, Verificar, Agir.

    Planejar está realcionado com a Politica ambiental definda pela diretoria e as diretrizes ambientais da empresa.

    Fazer são as ações para implantar o SGA.

    Verificar são as auditorias rotiteinaras para verifcar as conformidades e não conformidades ao SGA

    Agir são as correçoes e melhorias ao SGA, retornano ao início do ciclo.


ID
1368478
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Segundo a NBR ISO 14.001, na implantação de uma SGA, um dos requisitos de planejamento é o estabelecimento, a implementação e a manutenção de procedimento(s) para identificar e ter acesso a requisitos legais aplicáveis e a outros requisitos subscritos pela organização.

Dois exemplos de requisitos subscritos pela organização são estes:

Alternativas
Comentários
  • "Requisitos subscritos" presume voluntariedade.

  • LETRA A

    vamo la

    a politica ambiental deve incluir um comprometimento em atender aos requisitos legais aplicáveis e outros requisitos subscritos pela organização que se relacionem a seus aspectos ambientais. 

    todos as alternativas falam sobre requisitos legais (conama 357, licenciamento, crimes amb). 

  • Lembrando que hoje a norma mais atual, portanto substitui as anteriores, é a ISO 14001/2015

    A.3 Esclarecimento de conceitos

    A expressão “obrigações de cumprimento” substitui a expressão “requisitos legais e outros requisitos subscritos pela organização”, usada nas edições anteriores desta Norma. Essa nova expressão não difere daquela da edição anterior.

    NOTA BRASILEIRA. Para os efeitos desta Norma, no Brasil, o termo adotado é “requisitos legais e outros requisitos”, o qual é utilizado ao longo deste texto. 


ID
1368481
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A NBR ISO 14031 inclui exemplos de indicadores ambientais de desempenho da gestão, de desempenho operacional e de condição ambiental.

Um exemplo de indicador de desempenho operacional é a(o)

Alternativas
Comentários
  • a - temperatura média global - ICA

    b - tempo de resposta para incidentes ambientais - IDG

    c - número de programas ambientais implementados - IDG

    d - tamanho da população de peixes no corpo receptor - ICA

    e - retorno do investimento em projetos de melhoria ambiental - IDG


    Sinceramente não entendi o gabarito. Na ISO 14.031, um dos IDGs de "Conformidade" é o "tempo para responder ou corrigir os incidentes ambientais" e portanto julgo erroneo o gabarito.


ID
1368484
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

O plano diretor, aprovado por lei municipal, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana, e é parte integrante do processo de planejamento municipal.

Segundo a Lei nº 10.257, de 10/07/2001, que estabelece diretrizes gerais da política urbana, o plano diretor NÃO poderá

Alternativas
Comentários
  • RESPOSTA- E

     

  • Gab. E

    LEI N 10.257, DE 10 DE JULHO DE 2001.

    Art. 29.   O plano diretor poderá fixar áreas nas quais poderá ser permitida alteração de uso do solo, MEDIANTE CONTRAPARTIDA a ser prestada pelo BENEFICIÁRIO.


ID
1368487
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Exemplos de instrumentos de planejamento ambiental são: zoneamento, planos de bacias hidrográficas, planos diretores ambientais, planos de manejo e áreas de proteção ambiental. O Plano Nacional de Reforma Agrária (PNRA) é centrado na definição de áreas reformadas que orientem o reordenamento do espaço territorial do país, via o zoneamento econômico e agroecológico.

O PNRA prevê

Alternativas

ID
1368490
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A Resolução Conama nº 420, de 28/12/2009, dispõe sobre critérios e valores orientadores de qualidade do solo. A esse respeito, considere as afirmações a seguir.

I - Remediação é uma das ações de intervenção para reabilitação de área contaminada e consiste em aplicação de técnicas, visando a remoção, contenção ou redução das concentrações de contaminantes.
II - Reabilitação é o conjunto de ações de intervenção realizadas em uma área contaminada, visando a atingir um risco tolerável para o uso declarado ou futuro da área.
III - Valor Orientador é a concentração de determinada substância que define a qualidade natural do solo, sendo tal determinação baseada em interpretação estatística de análises físico-químicas de amostras de diversos tipos de solos.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Valores Orientadores: são concentrações de substâncias químicas que fornecem orientação sobre a qualidade e as alterações do solo e da água subterrânea.

  • XVII - Remediação: uma das ações de intervenção para reabilitação de área contaminada, que consiste em aplicação de técnicas, visando a remoção, contenção ou redução das concentrações de contaminantes;

    XVIII - Reabilitação: ações de intervenção realizadas em uma área contaminada visando atingir um risco tolerável, para o uso declarado ou futuro da área;

    XXI - Valores Orientadores: são concentrações de substâncias químicas que fornecem orientação sobre a qualidade e as alterações do solo e da água subterrânea;

  • A afirmação III traz a definição de VQR:

     

    Valor de Referência de Qualidade-VRQ: é a concentração de determinada substância que define a qualidade natural do solo, sendo determinado com base em interpretação estatística de análises físico-químicas de amostras de diversos tipos de solos;

  • Pra lembrar mais facilmente:

    Valores Orientadores: concentrações que orientam sobre a qualidade do solo

    Valor de Referência de Qualidade (VRQ): concentração que define a qualidade natural do solo


ID
1368493
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A recuperação de uma Área de Preservação Permanente (APP) poderá ser feita pelos seguintes métodos: condução da regeneração natural de espécies nativas; plantio de espécies nativas; e plantio de espécies nativas conjugado com a condução da regeneração natural de espécies nativas.
Para a recuperação de uma APP mediante plantio de espécies nativas ou mediante plantio de espécies nativas conjugado com a condução da regeneração natural de espécies nativas, a Resolução Conama nº 429 prevê o seguinte:

Alternativas
Comentários
  • Art. 5º A recuperação de APP mediante plantio de espécies nativas ou mediante plantio de espécies nativas conjugado com a condução da regeneração natural de espécies nativas, deve observar, no mínimo, os seguintes requisitos e procedimentos:

    I - manutenção dos indivíduos de espécies nativas estabelecidos, plantados ou germinados, pelo tempo necessário, sendo no mínimo dois anos, mediante coroamento, controle de plantas daninhas, de formigas cortadeiras, adubação quando necessário e outras;

    II - adoção de medidas de prevenção e controle do fogo;

    III - adoção de medidas de controle e erradicação de espécies vegetais ruderais e exóticas invasoras, de modo a não comprometer a área em recuperação;

    IV - proteção, quando necessário, das espécies vegetais nativas mediante isolamento ou cercamento da área a ser recuperada, em casos especiais e tecnicamente justificados;

    V – preparo do solo e controle da erosão, quando necessário;

    VI - prevenção e controle do acesso de animais domésticos;

    VII - adoção de medidas para conservação e atração de animais nativos dispersores de sementes;

     VIII - plantio de espécies nativas conforme previsto nos §§ 1º e 2º deste artigo.


ID
1368496
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Como ferramentas de auxílio à gestão ambiental, os governantes podem fazer uso de instrumentos econômicos e de comando e controle.
Exemplos de instrumento econômicos são as(os)

Alternativas
Comentários
  • Os instrumentos econômicos (IE) de gestão ambiental buscam alcançar metas ambientais através de incentivos e desincentivos via sistema de preços. Os instrumentos mais utilizados são: Taxas/Impostos/Multas; Subsídios; Licenças Comercializáveis de Poluição; Depósitos Reembolsáveis.

    Os instrumentos de comando e controle (CC) são aqueles que se apoiam na regulamentação direta, acompanhada de fiscalização e sanção para o não-cumprimento das normas e padrões estabelecidos. Os instrumentos mais usuais de CC são: Estudos de Impacto Ambiental (EIA); Licenciamentos (LIC); Zoneamento (ZON); Controles Diretos (CD).

  • Questão muito interessante, vocês não acham?

  • Os instrumentos de comando e controle são aqueles que fixam normas, regras, procedimentos e padrões determinados para as atividades econômicas a fim de assegurar o cumprimento dos objetivos da política em questão e o não cumprimento acarreta em sanções de cunho penal e administrativo (LUSTOSA e YOUNG, 2002, p.578).

    Existem quatro grandes grupos de instrumentos de comando e controle: padrões, estudos de impacto ambiental, licenciamentos e zoneamento. Os exemplos mais comuns de instrumentos de comando e controle são as normas de controle de poluição atmosférica e da água através dos padrões; as normas de zoneamento, que estabelecem restrições para a utilização de áreas protegidas; e procedimentos como o licenciamento e estudo ambiental para implantação de com projetos com potencial de serem altamente degradadores (NUSDEO, 2006, p.364).

    Instrumentos econômicos atuam no sentido de alterar o preço, ou seja, o custo de utilização de um recurso, internalizando as externalidades e, portanto, afetando seu nível de utilização, ou seja, a demanda pelo bem. Segundo Ogawa (2010) os instrumentos econômicos são baseados nos controles próprios do mercado, alterando os preços e custos relativos, para que, dessa forma, incentive os poluidores a produzir suas atividades em níveis ambientalmente desejáveis.Existem quatro grandes grupos de instrumentos econômicos: as Taxas (também chamadas de Tributo Ambiental e que também incluem impostos e multas), os Subsídios, as Licenças Negociáveis e os Depósitos Reembolsáveis. Podem ser 19 aplicados nos mais diversos setores ambientais, como na poluição das águas, na qualidade do ar, no tratamento do lixo, no uso de fertilizantes, carros, baterias, entre outros


ID
1368499
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Segundo a economia do meio ambiente, qualquer recurso ambiental possui valores associados aos seus atributos, comumente chamados “valores sociais” e que, para fins didáticos, são separados em alguns componentes ou parcelas.
A mobilização da opinião pública mundial pelo salvamento, por exemplo, de baleias ou em favor da ararajuba, para preservação de sua existência, decorre da parcela dos valores sociais dos recursos ambientais conhecida como valor de

Alternativas
Comentários
  • nao entendi direito isso....se alguem souber, agradeço!

     

  • Amanda,

    Pq o método de valoração de contingente é o único capaz de captar o valor de existência.

     

     


ID
1368502
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Os acordos ou tratados internacionais são importantes instrumentos que visam a criar novos direitos, princípios e compromissos aplicáveis aos países signatários, causando impactos socioambientais relevantes.

Sobre esse assunto, associe os objetivos com os respectivos nomes dos protocolos internacionais apresentados a seguir.

I - Estabelece metas para redução da emissão e proibição da fabricação de gases e substâncias que degradam a camada de ozônio.
II - Estabelece metas para reduzir emissões de gases de efeito estufa dos países industrializados e para garantir o desenvolvimento sustentável em países emergentes ou em desenvolvimento.
III - Acordo relacionado com a Convenção sobre Diversidade Biológica, com o objetivo de garantir a proteção e a segurança no manejo, uso e movimento transfronteiriço de organismos vivos modificados.

P - Protocolo de Cartagena
Q - Protocolo de Genebra
R - Protocolo de Kyoto
S - Protocolo de Montreal

As associações corretas são:

Alternativas
Comentários
  • Protocolo para a proibição do uso em uma guerra de asfixiantes, venenos ou outros gases, e de métodos bacteriológicos geralmente chamado de Protocolo de Genebra foi um tratado proibindo o uso de armas químicas e bacteriológicas, assinado em 17 de junho de 1925 e entrou em vigor em 8 de fevereiro de 1928.   

  • Gabarito E


ID
1368505
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A realização de conferências internacionais para discutir os problemas ambientais gera importantes documentos que propõem iniciativas ou fornecem diretrizes para o tratamento da questão ambiental, em nível mundial.
Sobre o assunto, um dos documentos produzidos pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1992, no Rio de Janeiro, foi a(o)

Alternativas
Comentários
  • Documentos produzidos pela ECO 92 (Cúpula da Terra, Cimeira do Verão, Conferência do Rio de Janeiro e Rio 92)

    A Carta da Terra;

    Três convenções:

    - A Convenção sobre Diversidade Biológica, tratando da proteção da biodiversidade;

    - A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, tratando da redução da Desertificação; e

    - A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, tratando das Mudanças climáticas globais;

    A Declaração de Princípios sobre Florestas;

    A Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento; e a

    A Agenda 21.


ID
1368508
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2012
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

No Brasil, os povos e as comunidades tradicionais correspondem aos grupos culturalmente diferenciados, que possuem formas próprias de organização social e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica.
As populações tradicionais, cujo estilo de vida é baseado em atividades de pesca, na faixa litorânea do sudeste e sul do Brasil, compostas principalmente por mestiços de indígenas e colonizadores europeus, são denominadas

Alternativas