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Prova FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Auditor


ID
2751187
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

De acordo com o texto, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Achei díficil a questão, porque o texto expressa sim que a cultura manifestada em determinada sociedade influencia a arte (como no caso dos homens nas cavernas e da Grécia antiga). Esforçando-me para compreender o gabarito, acredito que a passagem que compara os extremos das artes representadas, por um lado, nas pinturas rupestres e, por outro, nas figuras humanas da Grécia antiga, justificam a alternativa B. 

     

    "Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza."

     

    Ou seja a arte,em razão de seus limites amplos, incorpora (e não é moldada/fixada) diferentes estéticas presentes em diferentes sociedades, de diferentes épocas. 

    -------------------------

    E por que a D está errada?

    "d) A arte sempre tem como objetivo despertar nas pessoas a busca pelos ideais de beleza, mesmo que isso seja feito por meio daquilo que não é belo."

    despertar nas pessoas a busca pelos ideais de beleza: essa foi característica citada fazendo referência à arte da Grécia antiga.

    "(...) o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente. O corpo Uesteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas.

    [Repare que as ocorrências do advérbio 'sempre' estão associadas ao 'corpo', e não aos ideias de beleza]

  • Quem conseguir acertar as questões de compreensão e interpretação desta banca com certeza são capazes de responder a qualquer outra.

  • Bem surpreso com o gabarito também.

    Até mesmo por consider o próprio título como um resumo do exposto no texto: "As anatomias do belo".

    Ao longo do mesmo pudemos perceber esse contrate de opiniões como formadores da arte.

    Enfim, brigar com banca após gabarito é como brigar com faca afiada, e sempre veremos isso em interpretação de textos.

  • PESSOAL VAMOS INDICAR ESSA QUESTÃO PRA COMENTÁRIO.....ESSE GABARITO NÃO PODE ESTAR CERTO

  • O parágrafo 1 responde. A arte não é SÓ pinturas rupestres, nem SÓ estética grega, ou seja, ela tem limites amplos o bastante para não se prender a um tempo determinado da história.


    GABARITO B

  • Meio ambígua a letra B, mas ok. A arte, de forma geral, não se restringe a um só povo em uma só época, prova disso é que existem diferentes formas de arte, como: arte grega, arte rupestre, arte como forma de protesto.


    Ao mesmo tempo, o erro da letra C é dizer que a arte não interfere na realidade. Ora, a arte como forma de protesto serve justamente pra isso, mudar a realidade. É o caso rapaz que recebe um tiro citado no texto.


    Gab B

  • GABARITO: B

    A) A arte é feita para ser admirada de forma contemplativa, sem interação dos espectadores. Por isso no momento do tiro (e em outros da arte), as pessoas não interromperam o atirador.

    B) Os limites da arte são amplos o bastante para que ela não seja moldada por uma determinada estética presente em uma sociedade em uma determinada época.

    C) Mesmo que nasça daquilo que não é belo ou do que choca, a arte impõe a seu espectador uma atitude que conforma o olhar do público, sem interferir na realidade.

    D)A arte sempre tem como objetivo despertar nas pessoas a busca pelos ideais de beleza, mesmo que isso seja feito por meio daquilo que não é belo.

  • Marquei letra D. Fiquei na dúvida entre B e D. Não sei porque a letra D está errada.

  • a) A arte é feita para ser admirada de forma contemplativa, sem interação dos espectadores. Por isso no momento do tiro (e em outros da arte), as pessoas não interromperam o atirador.

    Erro: "Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio."

    b) Os limites da arte são amplos o bastante para que ela não seja moldada por uma determinada estética presente em uma sociedade em uma determinada época.

    Justificativa: "Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente." "[...] não existiam pretensões estéticas [...]"

    c) Mesmo que nasça daquilo que não é belo ou do que choca, a arte impõe a seu espectador uma atitude que conforma o olhar do público, sem interferir na realidade.

    Erro: "[...] questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas."

    d) A arte sempre tem como objetivo despertar nas pessoas a busca pelos ideais de beleza, mesmo que isso seja feito por meio daquilo que não é belo.

    Erro: "Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente."


ID
2751190
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir.

I. A vida e a arte, algumas vezes, possuem limites sutis que as separam.
II. A arte pode ser utilizada como crítica.
III. A cultura de uma sociedade, de modo geral, influencia a arte.

Estão corretas, de acordo com o texto, as afirmativas:

Alternativas
Comentários
  • Todas estão corretas, gab. D.

     

    I. A vida e a arte, algumas vezes, possuem limites sutis que as separam.

    ("Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas.)

    II. A arte pode ser utilizada como crítica.

    ("Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norteamericanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã")

    III. A cultura de uma sociedade, de modo geral, influencia a arte.

    (Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. [...]. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, ...).

  • A questão será resolvida com a relação da palavra "sutil" com "limites entre vida e a arte".

  • I - A justificativa está no primeiro parágrafo. Tanto os homens das pinturas rupestres quanto os gregos – alegadamente – representavam sua vida na arte e, por isso, o limite para eles era sutil. A vida dos gregos era voltada às preocupações estéticas e assim também era sua arte. Ao mesmo tempo, a vida dos cavernosos era a caça, a qual eles também representavam nas pinturas.

  • Não entendi como os limites entre a arte e a vida foram considerados como "sutis" no texto.


ID
2751193
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua.”

Em relação a essa frase, analise as afirmativas a seguir.

I. A conjunção utilizada nesse trecho indica que o que é dito na segunda oração é uma ressalva do que é dito na primeira.
II. O advérbio e a locução adverbial presentes na frase conferem a ela um aspecto comparativo.
III. Os sujeitos das orações são compostos.

Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Comentários
  • GAB. A

     

    I. A conjunção utilizada nesse trecho indica que o que é dito na segunda oração é uma ressalva do que é dito na primeira. (conjunção mas: ideia de ressalva, adversidade, oposição, contraste) 

    II. O advérbio e a locução adverbial presentes na frase conferem a ela um aspecto comparativo. (naquela época vs hoje: loc adv e adv que expressam relação de tempo). 

    III. Os sujeitos das orações são compostos. (sujeito simples)

  • Primeira oração: não existiam pretensões estéticas- pretensões  (sujeito simples) não existiam.

    Segunda oração: hoje (nós - sujeito simples, oculto ) somos capazes de ver equilibrio.... 

  • SUJ COMPOSTO POSSUI DOIS NÚCLEOS

  • Moisés, então a frase "Os professores vieram para a aula", seria um caso de sujeito composto ao invés de simples?


    Sinceramente, ao meu ver o gabarito teria apenas os itens I e II como corretos.

  • Matheus de Melo, o Moisés está certo. Os sujeitos compostos possuem mais de um núcleo. Mas você vê claramente, porque há a presença de mais de uma palavra. Na frase que você sugeriu, por exemplo, o núcleo é apenas "professores" (logo, sujeito simples).


    Sujeito composto - é representado por mais de um núcleo, como vimos acima. Lembre-se que o sujeito sempre está ligado à ação praticada:


    a) Ana e Leo gostam um do outro. (núcleos: Ana e Leo)

    b) As novelas e propagandas não acrescentam nada à vida. (núcleos: novelas e propagandas)

    c) Eu e ele não queremos você chorando mais! (núcleos: eu e ele)

    d) As uvas, os morangos e os mamões estão maduros demais! (núcleos: uvas, morangos e mamões)

  • Questão mal formulada:

    Deveria ter a alternativa de apenas a letra a) estar correta.

    Vejamos:

    Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua.

    II - O advérbio e a locução adverbial presentes na frase conferem a ela um aspecto comparativo. 

    Naquela época: em (preposição) + A (artigo) + época (substantivo) = locução adverbial de tempo.

    NÃO = advérbio de negação.

    Hoje = advérbio de tempo.

    III - Os sujeitos das orações são compostos.

    Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua.

    Vamos identificar os verbos:

    Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua.

    O que não existe?

    Pretensões estéticas (sujeito simples)

    Pretensões = núcleo do sujeito (substantivo).

    Estéticas = adjunto adnominal (adjetivo).


ID
2751196
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais.”

A palavra destacada indica que as imagens são:

Alternativas
Comentários
  • Arte rupestre é o conjunto das representações gráficas (desenhos e pinturas, principalmente) feitas pelos seres humanos pré-históricos nas rochas. Estima-se que os mais antigos registros da arte rupestre datem de 40 mil anos a.C, durante o período Paleolítico Superior.

    Fonte: https://www.significados.com.br/arte-rupestre/

  • Significado de Rupestre

    adjetivoQue cresce nos rochedos: arbustos rupestres.Gravado na rocha: inscrições rupestres.Arte rupestre, desenhos e pinturas das cavernas pré-históricas.Túmulo rupestre, túmulo cavado numa rocha.

     

    FONTE: https://www.dicio.com.br/rupestre/

  • no meu ponto de vista deveria ser antigas e gravadas em pedras

    só gravadas em pedras não parece correto

  • LETRA C = gravadas em pedras

  • Eric, se foram gravadas em pedras é por que são antigas.


ID
2751199
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente”

Em relação ao uso da estrutura “seja...seja...”, analise as afirmativas a seguir.

I. Em contextos como esse, podem aparecer sem estar separadas por vírgula.
II. Nesse contexto, indica ideias incompatíveis entre si, isto é, se uma delas acontece, a outra, necessariamente, não.
III. Nesse caso, pode ser substituída por estruturas similares como “quer...quer” ou “ora...ora”.

De acordo com o trecho e com a norma padrão, estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Comentários
  • Orações Alternativas - use a vírgula para separar as alternativas: ou, ou... ou, ora...ora, já...já, quer...quer, seja... seja: Façam mais gols, ouperderemos o jogo.


    ●   O professor ora brinca, ora fala sério.


    FONTE: https://www.recantodasletras.com.br/gramatica/111732

  • As alternativas sempre vêm em pares, exceto no caso de OU que pode dir sozinho.

    Fonte: Professor Carlos Zambeli

  • Só não entendi o item II "Nesse contexto, indica ideias incompatíveis entre si, isto é, se uma delas acontece, a outra, necessariamente, não."

    Esse (necessariamente) ficou mto pesado na justificativa. Não entendi!

    Se alguém puder me ajudar a compreender... =)

  • Alane Sousa creio que o item II esteja correto porque ou a representação do corpo na arte está a serviço do padrão de beleza, ou está quebrando esses padrões radicalmente, não dá pra acontecer as duas coisas ao mesmo tempo.

  • Alane, pelo que eu entendi, uma mesma obra de arte não pode estar a serviço do padrão de beleza e desconstruí-lo ao mesmo tempo.

  • Alane, creio que independente do contexto usar conjunções alternativas nem sempre as duas orações serão verdadeiras


ID
2751202
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.”

A respeito da pontuação utilizada nesse trecho, analise as afirmativas a seguir.

I. Os travessões utilizados podem ser substituídos por parênteses.
II. As vírgulas que separam o advérbio superlativo podem ser suprimidas.
III. O dois-pontos foi utilizado para indicar uma enumeração explicativa.

De acordo com o trecho e com a norma padrão, estão corretas as afirmativas:

Alternativas

ID
2751205
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Embora seja predominantemente um artigo de opinião, há ocorrência de outros gêneros no texto.

Esse recurso é conhecido como:

Alternativas
Comentários
  • intergenericidade, também conhecida como intertextualidade intergêneros, mistura diferentes gêneros com o propósito de melhorar a comunicação oral .

  • Os gêneros textuais são classificados conforme as características comuns que os textos apresentam em relação à linguagem e ao conteúdo.Existem muitos gêneros textuais, os quais promovem uma interação entre os interlocutores (emissor e receptor) de determinado discurso. São exemplos resenha crítica jornalística, publicidade, receita de bolo, menu do restaurante, bilhete ou lista de supermercado.É importante considerar seu contexto, função e finalidade, pois o gênero textual pode conter mais de um tipo textual. Isso, por exemplo, quer dizer que uma receita de bolo apresenta a lista de ingredientes necessários (texto descritivo) e o modo de preparo (texto injuntivo).

     

    Sobre alguns gêneros de textos:

    Artigo de opinião é um tipo de texto dissertativo-argumentativo em que o autor tem a finalidade de apresentar determinado tema e seu ponto de vista, e por isso recebe esse nome.

    Notícia é qualquer tipo de informação que apresenta um acontecimento novo e recente ou que divulga uma novidade sobre uma situação já existente.

    Editorial é um tipo de texto utilizado na imprensa, especialmente em jornais e revistas, que tem por objetivo informar, mas sem obrigação de ser neutro, indiferente.

    Artigo científico é o trabalho acadêmico que apresenta resultados sucintos de uma pesquisa realizada de acordo com o método científico aceito por uma comunidade de pesquisadores.

     

  • NÃO CONFUNDIR TIPO TEXTUAL (que se relaciona com intertextualidade) COM GÊNERO TEXTUAL (que se relaciona com intergenericidade)

     

    Texto Narrativo: apresentam ações de personagens no tempo e no espaço. A estrutura da narração é dividida em: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho. Alguns exemplos de gêneros textuais narrativos: Romance, Novela, Crônica, Contos de Fada, Fábula, Lendas. (Obs.: nas narrativas normalmente é possível notar a presença dos verbos no pretérito perfeito)

    Texto Descritivo: se ocupam de relatar e expor determinada pessoa, objeto, lugar, acontecimento. Dessa forma, são textos repletos de adjetivos, os quais descrevem ou apresentam imagens a partir das percepções sensoriais do locutor (emissor). São exemplos de gêneros textuais descritivos: Diário, Relatos (viagens, históricos, etc.), Biografia e autobiografia, Notícia, Currículo, Lista de compras, Cardápio, Anúncios de classificados. (Obs.: descrições no passdo podem se confundir com a narrativa, neste caso a descrição trará os verbos no pretérito imperfeito - ideia de estado ou ação que se prolonga).

    Texto Dissertativo-Argumentativo: são aqueles encarregados de expor um tema ou assunto por meio de argumentações. São marcados pela defesa de um ponto de vista, ao mesmo tempo que tentam persuadir o leitor. Sua estrutura textual é dividida em três partes: tese (apresentação), antítese (desenvolvimento), nova tese (conclusão). Exemplos de gêneros textuais dissertativos: Editorial Jornalístico, Carta de opinião, Resenha, Artigo, Ensaio, Monografia, dissertação de mestrado e tese de doutorado. 

    Texto Expositivo: possuem a função de expor determinada ideia, por meio de recursos como: definição, conceituação, informação, descrição e comparação. Alguns exemplos de gêneros textuais expositivos: Seminários, Palestras, Conferências, Entrevistas, Trabalhos acadêmicos, Enciclopédia, Verbetes de dicionários. 

    Texto Injuntivo: também chamado de texto instrucional, é aquele que indica uma ordem, de modo que o locutor (emissor) objetiva orientar e persuadir o interlocutor (receptor). Por isso, apresentam, na maioria dos casos, verbos no imperativo. Alguns exemplos de gêneros textuais injuntivos: Propaganda, Receita culinária, Bula de remédio, Manual de instruções, Regulamento, Textos prescritivos. 

     

    Fonte: https://www.todamateria.com.br/generos-textuais/ 

  • Encontre o gêneros textuais (DNDEI - DescriçãoNarraçãoDissertaçãoExposiçãoInjução) presentes em cada parágrafo e descobrirá a INTERGENERICIDADE. 

    1º parágrafo: Expositivo

    2º parágrafo: Dissertativo

    3º parágrafo: Narrativo

    4º parágrafo: Descritivo

  • A - Intertextualidade entende-se a criação de um texto a partir de outro pré-existente. A intertextualidade pode apresentar funções diferentes, as quais dependem muito dos textos/contextos em que ela é inserida, ou seja, dependendo da situação.

    B - A paráfrase pretende esclarecer as várias dimensões de uma mensagem. Para tal, faz uma espécie de imitação do discurso original, ainda que recorrendo a uma linguagem diferente.Exemplo: “A irrupção de Febo deixou a nossa morada iluminada” é uma expressão que pode dar origem a uma paráfrase como “A saída do Sol iluminou a nossa ”.

    C- INTERGENERICIDADE - DNDEI - Descrição Narração Dissertação Exposição Injução

    D - Metáfora é uma figura de linguagem que produz sentidos figurados por meio de comparações. Também é um recurso expressivo. Amor é fogo que arde sem se ver. — Vi sorrir o amor que tu me deste

  • Intergenericidade: hibridização do gênero dos textos. Por exemplo, publicidade e tirinhas.

    No caso do enunciado, temos um texto de opinião e dentro dele um texto narrativo.

    Intertextualidade: criação de um texto a partir de outro já existente.

  • RESPOSTA: C) INTERGENERECIDADE


ID
2751208
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir.

I. A relação corpo / arte foi e continua sendo polêmica na história cultural humana.
II. A arte se desloca tranquila e fluidamente na expressão do que é ou não belo em sua concepção por meio do corpo humano.
III. A estética da arte pode advir até de si mesma.

Estão corretas, de acordo com o texto, as afirmativas:

Alternativas
Comentários
  • GAB. B

    Senteça II está incorreta: "Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano"

  • A setença  II está incorreta:II. A arte se desloca tranquila e fluidamente na expressão do que é ou não belo em sua concepção por meio do corpo humano.

    " Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte".

  • Segundo a autora, a arte se desloca de maneira até mesmo truculenta entre violência e harmonia, mas não de maneira tranquila. Incorreto o item II.

  • "Entre a violência de um e a harmonia de outro" [...] "variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte".

    Se a arte trafegasse fluída e tranquila não haveria nenhuma discussão, nenhuma polêmica.

  • valeu Rogério


ID
2751211
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Assinale a alternativa em que a ideia entre colchetes não está presente no respectivo trecho.

Alternativas
Comentários
  •  a) “[...] mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua.” [INTERPRETAÇÃO: entendimento, compreensão das pinturas rupestres.]

     b) “[...] a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano.” [PERSPECTIVA: forma ou aparência sob a qual algo (no caso, a beleza) se apresenta.]

     c) “O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época [...]” [ATEMPORALIDADE: mesmo que intemporalidade, o que não é afetado pelo tempo? o fato de que o corpo sempre esteve presente na arte]

     d) “Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio.” [ROTINA: ideia de dia a dia. Suponho que o melhor termo aqui seria: Previsibilidade, como característica daquilo que se pode prever; esperável]

  • Valeu Pamela


ID
2751214
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento.”

Assinale a alternativa que indica a forma verbal resultante da transposição desse trecho para a voz passiva.

Alternativas
Comentários
  • Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento - Voz Ativa


    O atirador a qualquer momento poderia ser interrompido pelos espectadores - Voz passiva

  • Voz passiva = verbo "ser" + participio + agente

    O atirador a qualquer momento PODIA ser interrompido.

    Gabarito letra c.

  • Voz passiva

    Marca principal da voz passiva analítica: verbo ser/estar/ficar + particípio. Ex.: A opinião é generalizada.

    Marca principal da voz passiva sintética: presença do pronome apassivador se. Ex.: Generaliza-se a opinião. 

  • A voz passiva analítica sempre terá o acréscimo do verbo SER

  • Voz passiva SEMPRE tem 2 verbos

  • interromper o atirador (ativa)

    o atirador podia ser interrompido (passiva)


ID
2751217
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Analise os excertos a seguir.

I. “[...] uma sociedade otimista [...]”
II. “[...] uma revolução filosófica [...]”
III. “Nas pinturas rupestres [...]”

São adjetivos considerados de relação os que aparecem nos excertos:

Alternativas
Comentários
  • Por definição, um adjetivo de relação é aquele que

    a) tem valor semântico objetivo, ou seja, não expressa subjetividade ou ponto de vista;

    b) é derivado por sufixação de um substantivo;

    c) vem colocado após o substantivo;

    d) não varia em grau superlativo, ou seja, não pode ser intensificado.


    Para a FGV, o que mais costuma pesar em questões assim é a sua capacidade de interpretar se um adjetivo tem valor semântico objetivo (adjetivo de relação/classificador) ou subjetivo (adjetivo qualificador/modalizador).


    http://materiais.portuguescompestana.com.br/voce-sabe-o-que-e-um-adjetivo-de-relacao/

  • Qual é o substantivo que dá origem à palavra "rupestre"? Rupes???

  • Outras classificações para Adjetivos:

    Simples # Compostos: Visão social # Visão socioeconômica

    Primitivo # Derivado: sorriso amarelo # sorriso amarelado

    Restrito # Explicativo: carro azul (poderia ser outra cor, expressa sentido não inerente) # O homem, mortal, age como se fosse imortal (obrigatório uso de vírgula, pois informa característica inerente, própria do ser. Do contrário seria: O homem mortal age ... (dá a entender que existe outro homem, o não mortal). 

    Pátrio/Gentílico: polaco, latino-americano (nome menor na frente), anglo-francês (mesmo tamanho, então ordem alfabética)

    Relacional: é aquele que é derivado de um substantivo por derivação sufixal, tem valor semântico objetivo, vem normalmente depois de um substantivo e não varia em grau. "O vinho chileno (subst.: do Chile) é ótimo "A plataforma petrolífera (subst.: de petróleo)  foi fechada.

     

    Fonte: A Gramática (Pestana)

  • uma sociedade otimista , como assim não é adjetivo ?/?

    otimista não está caracterizando a sociedade ?

  • A banca FGV tem adotado esse tipo de classificação em suas provas recentes.

    Cuidado.

  • Nayanne Guterres, é um adjetivo, mas não de relação. Adjetivo de relação não cabe subjetividade. "Otimista" é uma interpretação do autor.

  • Mas "otimista" não caracteriza "sociedade"? Não é uma sociedade qq. É uma "otimista".

  • rupestre=rocha

  • Adjetivo de relação: valor semântico objetivo, derivado por sufixação de um substantivo, colocado após substantivos, não pode ser intensificado.

    I. “[...] uma sociedade muito otimista [...]” = pode ser intensificado

    II. “[...] uma revolução muito filosófica [...]” =  não pode ser intensificado

    III. “Nas pinturas muito rupestres [...]”= não pode ser intensificado 

  • Ótimo, após substantivo, aspecto subjetivo

    filosófica, após substantivo, derivação sufixal

    rupestre, após substantivo, aspecto objetivo


    Explicação - Adjetivo de relação:


    - aspecto objetivo, não há marca de subjetividade, não há juízo de valor;

    - colocado após o substantivo, nunca será colocado antes do substantivo;

    - é derivado de um substantivo, derivação por sufixação;

    - não admite variação de grau, não se pode por exemplo colocar o "íssimo".


    Exemplos:


    1 - presidente americano (vem do substantivo america), presidente americaníssimo?????????????  

    2 - casa paterna (vem do substantivo pai), casa paterníssima??????????????

    3 - plataforma pretolífera (vem de petróleo), petroliferíssima???????

    4 - recurso mundial (vem de mundo), mundialíssimo????????


    https://www.youtube.com/watch?v=Vz8LJPUOVvE

  • O Adjetivo Relacional (ou de relação) é aquele que:

    a) é derivado de um substantivo por derivação sufixal;

    b) tem valor semântico objetivo;

    c) vem normalmente depois de um substantivo

    c) não varia em grau (intensidade)

    Obs: Rupestre tem origem na palavra "rocha".

  • Iria morrer sem saber essa miséria.

  • Gabarito: C

  • ADJETIVO

    I- QUALIDADE: Adjetivo com valor SUBJETIVO Isto é, indica uma OPINIÃO . Suco gostoso Sujeito desprezível

     

    II- CARACTERÍSTICA: Adjetivo com valor OBJETIVO Isto é, indica um FATO Povo brasileiro Indicadores sociais Problemas gástricos Pintura antiga Parede descascada Pele manchada

    III- RELAÇÃO I- Tem aspecto objetivo, ou seja, não é opinativo Futebol brasileiro, Projeto mundial, Leite materno II- Vem após o substantivo III- Deriva (sufixal) de um substantivo IV- Ñ admite variação de grau BIZU PRA RESOLVER QUESTÕES DESSE TIPO: Colocar "muito" na frase, se ñ couber então é de RELAÇÃO Artista famoso Artista "muito" famoso Coube, Roupa importada Roupa "muito" importada Ñ coube

    IV- ORIGEM: Indica de onde veio Presunto francês

    V- UNIFORME: NÃO muda de forma p/ indicar gêneros diferentes Inteligente Elegante Simples 

    Estou comercializando meus mapas mentais! São materiais feitos com os melhores materiais do Estratégia + lei seca + 29 mil questões resolvidas.

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    Dou consultoria de estuda focada no concurso que estão estudando.

  • Atenção ao seguinte ponto: UM ADJETIVO DE RELAÇÃO NÃO EXPRESSA SUBJETIVIDADE.

    "Juntos vamos mais longe!"


ID
2751220
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


As anatomias do belo


Ainda polêmico, o corpo livre sempre foi um dos elementos centrais para a produção artística, seja a serviço de padrões de beleza, seja para quebrá-los radicalmente


O corpo sempre esteve presente na arte, durante muito tempo por meio de representações que dizem bastante sobre a cultura de cada época e, também, sobre a maneira como enxergamos cada uma delas. Nas pinturas rupestres, por exemplo, as imagens ilustravam basicamente homens em lutas com animais. Eram quase dicas de sobrevivência. Naquela época, não existiam pretensões estéticas, mas hoje somos capazes de ver equilíbrio nos traços duros de uma realidade crua. Também aprendemos a apreciar as figuras humanas angulosas da Grécia antiga, reflexos de uma sociedade otimista, voltada para uma revolução filosófica e, aí sim, em busca de ideais de beleza.

Entre a violência de um e a harmonia de outro, a história da arte foi construindo o que seria a percepção da beleza através do corpo humano. Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa: variações entre esses dois extremos estão no centro da discussão, atualíssima, de como o corpo pode expressar – ou não – o belo na arte.

Ato 1: No dia 19 de novembro de 1971, o artista norte-americano Chris Burden entrou na pequena galeria F Space, em Santa Ana, Califórnia, e se posicionou em frente a uma parede. A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo, fazendo escorrer uma única gota de sangue. Um vermelho singelo e poético. Belo. Mas a bala acabou entrando na pele. No registro da performance, filmada em Super 8, vemos um Chris Burden assustado sair de cena.

Shoot era uma crítica aos tiroteios a que os norte-americanos assistiam diariamente na TV durante a Guerra do Vietnã. Mas foi além e garantiu ao artista um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida, e questionam a repulsa ou a atração que situações extremas causam nas pessoas. Os espectadores podiam interromper o atirador a qualquer momento. Mas, como viria a acontecer outras vezes na arte, testemunharam tudo em silêncio. A possibilidade do sangue derramado se impôs como outro tipo de estética – a de uma beleza que nasce do terrível.


KATO, Gisele. Bravo. Disponível em: <http://bravo.vc/seasons/ s03e02/>. Acesso em: 28 nov. 2017 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir.

I. No trecho “[...] que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa [...]”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os motoristas trafegam rapidamente, é transitivo indireto.
II. No trecho “[...] um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida [...]”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os cientistas exploram sobre os limites do universo, é transitivo direto.
III. No trecho “[...] seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção.”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em O cavalo disparou campo afora, é transitivo indireto.

Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Comentários
  • GAB B, MAS TODAVIA PORÉM:

    I. No trecho “[...] que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa [...]”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os motoristas trafegam rapidamente, é transitivo indireto.  O verbo trafegar só será VTI quando (MESMO QUE EM DESUSO) 

    verbo transitivo indireto e intransitivo[Antigo] Fazer negócios; comercializar, negociar: os mercadores trafegavam mercadorias; seu negócio era trafegar.​

     

    https://www.dicio.com.br/trafegar/

    vti 

     Fazer negócio ou comércio; praticar tráfego; comerciar, negociar: O fazendeiro trafega com as cidades vizinhas. Meu tio vive de trafegar.

    verbo transitivo indireto e intransitivo[Antigo] Fazer negócios; comercializar, negociar: os mercadores trafegavam mercadorias; seu negócio era trafegar.

     

    http://michaelis.uol.com.br/busca?r=0&f=0&t=0&palavra=TRAFEGAR

    III. No trecho “[...] seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção.”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em O cavalo disparou campo afora, é transitivo indireto. CORRETO: 

    verbo transitivo indireto POR EXT Sair apressadamente: “[…] à proporção que cada mulher ou cada homem recebia o pão, disparava para casa com este abraçado contra o peito” (AA1). “Ouvi um grito de susto, a luz caiu e entrevi o vulto dum homem que saía disparando” (EV).

  • Alguem poderia explicar?

    Indiquem para comentário, nao entendi nada.

  • Não concordo com o gabarito.

    a) Trafegar não está seguido de objeto indireto, e sim de adjunto adverbial. Logo o verbo é intransitivo.

    b) Explorar está seguido de um objeto direto, logo o verbo é VTD.

    c) Disparar está seguido de adjunto adverbial. VI

    Espero que os professores comentem essa questão.

  • I. "Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega". Caso esta oração fosse finalizada desta forma não haveria sentido. Sendo assim, o verbo TRAFEGA necessita de complemento que, no caso, seria: entre a barbárie e a civilização. O termo que completa o verbo neste caso é OBJETO INDIRETO por ser iniciado com preposição. Logo: CORRETO

     

    II. No trecho “[...] um lugar de destaque entre aqueles que exploram (VTD) os limites entre a arte e a vida [...]”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os cientistas exploram (VTD) sobre os limites do universo, é transitivo direto. O equívoco ocorre quando é afirmado que o verbo admite outras transitividades e no exemplo citado o verbo apresenta a mesma transitividade. Logo: ERRADO

     

    III. "A uma distância de cerca de quatro metros, seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção. O plano era que o tiro pegasse de raspão o seu braço esquerdo"Caso fosse retirado "em sua direção", a oração não faria sentido lógico, sendo necessário um complemento. Quem dispara, dispara alguma coisa em alguém ou em algum lugar. Pela análise da frase, pode-se inferir que foi disparada um bala do rifle (mencionado anteriormente) e aonde foi disparada (em sua direção) tem função de OBJETO INDIRETO por ser iniciado por preposição. Logo: CORRETO

  • acho que fui vitima de uma pegadinha! kkkk mano quando eu acho que to dominando o assunto levo um tapao!

  • Faltou atenção , pqp 

    ponto de graça!

  • Caraca! Achava q "sobre" tb era preposição. rsrsrrsrsrsrssrrsrs

  • LETRA B

    II. No trecho “[...] um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida [...]”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os cientistas exploram sobre os limites do universo, é transitivo direto. - A presença preposição quebra a explicação apresentada, fora que eu acho que essa regência do Verbo Explorar nem existe.

  • Na assertiva III, para "em sua direção" ser considerado OI, o verbo tem que ter um OD, pois "dispara ALGO (OD) EM DIREÇÃO (OI)". Desta forma, o verbo é VTDI e não VTI.


    Se alguém tiver uma explicação para me auxiliar, agradeço.

  • OFICIAL DE FA, acho que é o seguinte:

    Verbo "disparou". Quem disparou? Ele, retoma "Seu assistente" - sujeito. Disparou o quê? "Um rifle calibre 22" - objeto direto. .

  • Na frase, "o cavalo disparou campo a fora", é transitivo direto ou indireto?

  • Os motoristas trafegam rapidamente, é transitivo indireto por que e transitivo indireto, se n tem preposição?

  • II. No trecho “[...] um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites (OD) entre a arte e a vida (OI)

    Julguei o item II errado por considerá-lo como VTDI

    Mas pelos comentários ninguém considerou assim, Fica a dúvida

  • As questões de português dessa banca são sofríveis.

  • Até agora procurando entender essas transitividades...

    Solicitemos comentário ao professor!

  • Gab: B. Até baixar a prova e gabarito pós recurso eu fiz e a B continua certa. Pra mim, ela só seria certa se o comando da questão pedisse a incorreta. Mas paciência, vai que a gramática pedida fosse de meados do séc passado e o cara não soubesse nada de regência. kkk

  • A Banca tentou boicotar a interpretação do enunciado nos fazendo acreditar que a classificação quanto a regência dos verbos referia-se a 2ª frase.

    Eu compreendi da seguinte maneira:

    I- No trecho “[...] que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa [...]”, o verbo destacado é transitivo indireto. Embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os motoristas trafegam rapidamente (ITEM CORRETO)

    1ª Frase (resgatei toda a frase no texto para facilitar o entendimento):

    Trata-se de um conceito largo mesmo, que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa

    Nesse contexto trafega é VTI.

    Entre a barbárie e a civilização: Objeto Indireto

    2ª Frase:

    Os motoristas trafegam rapidamente

    trafegam: VI

    rapidamente: Adj. adv. de modo

    II- um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida [...]”, o verbo destacado é transitivo direto. Embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os cientistas exploram sobre os limites do universo. (ITEM ERRADO)

    O erro desse item está em dizer que o verbo explorar admite diferentes transitividades.

    Quando na verdade explorar é exclusivamente VTD.

    Obs: Na 2ª frase o correto seria: Os cientistas exploram os limites do universo. ( a preposição sobre foi empregada inadequadamente)

    III- seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção.”, o verbo destacado é transitivo indireto. Embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em O cavalo disparou campo afora, . (ITEM CORRETO)

    Aqui o verbo disparar admite diferentes transitividades

    1ª Frase

    Disparou em sua direção

    Disparou: VTI

    Em sua direção: Objeto Indireto

    2ª Frase

    O cavalo disparou campo afora

    Disparou: VI

    Campo afora: Adj. adv de lugar

    Fiz várias pesquisas e cheguei a essas conclusões. Caso alguém verifique algum erro, fique a vontade para corrigir.

  • O erro da II é mencionar que no exemplo apresenta uma diferente transitividade, quando, no entanto, as duas orações são VTD, não apresentam uma transitividade diferente.

  • Até agora to procurando as preposições, nunca vi OBI sem preposições...

  • Comentário do professor.

  • I. No trecho “[...] que trafega entre a barbárie e a civilização com uma facilidade enganosa [...]”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os motoristas trafegam rapidamente, é transitivo indireto.

    1. TI: trafegar (de...) (a, para...); trafegar por, em ... Int: trafegar. Andar no tráfego; transitar; passar; andar: Trafegam carros (de norte) (a sul). Trafegam de uma zona para outra. Trafegam veículos pelas (ou nas) estradas ou rodovias. “Esta linha de ônibus trafega pela zona sul" (Aurélio). //

    2. TD: trafegá-lo. Percorrer apressadamente; transitar ou passar por (estradas, terras, montes, etc.). — Cf. traficar

    ______________________________________________________________________

    II. No trecho “[...] um lugar de destaque entre aqueles que exploram os limites entre a arte e a vida [...]”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em Os cientistas exploram sobre os limites do universo, é transitivo direto.

     

    1.TD: explorá-lo. Ir ao descobrimento de; percorrer observando, procurando, pesquisando, estudando: Explorar um a região, um terreno

     

    Justificativa: ERRADA- Apesar dos vários sentidos do verbo ‘‘explorar’’, Luft atribui apenas uma transitividade ao verbo. Ou seja, a construção '' exploram sobre'' não existe na língua culta.

    ______________________________________________________________________

    III. No trecho “[...] seu assistente empunhou um rifle calibre 22 e disparou em sua direção.”, o verbo destacado, embora admita diferentes transitividades, dependendo do contexto, como em O cavalo disparou campo afora, é transitivo indireto.

     

    Verbo: Disparar

     

    1. TDI: dispará-lo (de...) (a, contra...)', disparar-lhe algo: (Da janela) disparou um a pedra ao cão. Disparou-lhe um a pedra. Disparar setas (ao alvo).

    2.TD: dispará-lo. Fazer fogo com (arma), desfechar, descarregar (pistola, revólver, fuzil, etc.). Dar (tiros).

    3. TDp ou (m. us.) Int: disparar(-se) (OBS.).

    TI: disparar em ... Descarregar-se: "A pistola disparou nele" (Jucá). D e repente o revólver disparou. — OBS. A forma pronominal é hoje desusada.

    4. TI: disparar contra... Fazer fogo, descarregar arma: "Parecia querer disparar contra mim

    5. Int ou TI: disparar (para, por...). Fugir desabaladamente, correr, desembestar: ‘’O cavalo disparou (pelo) campo afora.’’

     

    Fonte: Dicionário prático de regência verbal, Celso Luft.


ID
2751223
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Analise as frases a seguir.

I. O rapaz foi bem educado pelos avós.
II. Demorou, mas o trabalho ficou benfeito.
III. Bem comportada, a criança mereceu elogios.

Estão corretas as formações com o advérbio “bem” que constam em:

Alternativas
Comentários
  • benfeito?

  • As três opções existem na língua portuguesa e estão corretas

    Bem-feito é um adjetivo, sinônimo de caprichado.

    Exemplo: O trabalho ficou bem-feito.

    Bem feito é uma interjeição indicativa de uma satisfação maldosa.

    Exemplo: Se deu mal? Bem feito!

    Benfeito é um substantivo, sinônimo de benfeitoria. 

    Exemplo: O benfeito irá melhorar o aspecto do edifício.

  • Se alguém puder explicar por que a III não está correta, eu agradeço.

  • Tambem Não entendi o porquê da III está errada Wagner.

     

  • Em palavras compostas iniciadas pelo advérbio "bem" ou "mal", em que a segunda palavra seja iniciada por qualquer vogal ou a letra "h".

    Exemplos: bem-humorado; bem-amado; mal-afortunado; mal-estar.

    As palavras compostas que perderam o hífen acabaram virando uma única palavra, como benfeito ou benfeitor.

    Atenção! Algumas palavras que se iniciam com o advérbio "bem", quando se mantém a noção de composição não se aglutina com o segundo elemento, mantendo o hífen, como nos casos: bem-criado; bem-nascido; bem-visto.

     

    Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/entenda-as-mudancas-do-novo-acordo-ortografico-hifen/

  • No caso o item III está errado por ter falta o hífen que agora é obrigatório nessa expressões que não se juntaram, como no caso de benfeito ou benfeitor.

  • Entendi nada, indiquem para comentário pessoal. 

  • Benfeito não seria um substantivo? Na frase não está correto...

     

  • Eu aprendi que a forma adverbio bem vai ter hifen

  • I. O rapaz foi bem educado pelos avós. Com a ideia de passividade não usa hífen, o que temos é o advérbio “bem” modificando a forma verbal “educada”. 

    II. Demorou, mas o trabalho ficou benfeito (substantivo, benfeitoria) 

    III. Bem comportada, a criança mereceu elogios. Bem-comportada, a ...


  • Não concordo com o gabarito.


    Tudo bem, muitos erraram por não saber que houve a mudança nos compostos que levam a palavra "bem" (bem-vindo; bem-estar; bem-comportado(a);...), porém "benfeito" não consigo ver ,nem por decreto, como advérbio. Papel é de substântivo tendo como sinônimos "benfeitor, benfeitoria" Até ,por um período, foi aceito como ambos (substântivo e adjetivo), posteriormente sendo atualizado (conforme artigo abaixo) e voltando a ser aceito unicamente como substântivo.


    Bem feito, bem-feito e benfeito (atualizado)


    Segundo o novo acordo ortográfico, "bem" se agrega com hífen a palavras que com ele formam uma unidade semântica (adjetivo ou substantivo composto): bem-aventurado, bem-criado, bem-humorado, bem-educado, bem-nascido, bem-sucedido, bem-vindo, bem-visto (estimado).


    O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp) da Academia Brasileira de Letras, em sua quinta edição, publicada logo depois do início da vigência do novo acordo, registrava "benfeito", valendo tanto para o substantivo como para o adjetivo.


    No entanto, a Academia Brasileira de Letras voltou atrás e ressuscitou a forma "bem-feito", que é adjetivo. 


    Agora "benfeito" é apenas substantivo, o mesmo que "benefício", "benfeitoria": "O benfeito da prefeitura ajudou a comunidade". 


    Em resumo:


    "Benfeito" = substantivo: "O benfeito dele foi de grande valor para o país".


    "Bem-feito" = adjetivo: "Achei o serviço muito bem-feito".


    "bem feito" = quando "bem" é advérbio e não está agregado a "feito": "O serviço foi [bem] feito por Mariana"; e quando é uma expressão interjetiva: "Ele escorregou na gramática. Bem feito!


    http://www.portuguesnarede.com/2013/10/bem-feito-bem-feito-e-benfeito.html

  • ERREI 500 VEZES ESSA QUESTÃO AFF

  • Questão tosca que merecia anulação. Sem mais.

  • Sacanagem! Rsrsrs

    Acho que só a banca consegue enxergar "benfeito" como adverbio.

    https://duvidas.dicio.com.br/bem-feito-bem-feito-e-benfeito/


  • se alguém acertou foi no chute.

  • benfeito junto é substantivo... viajou a banca...

  • QUE DOIDEIRA. A QUESTÃO TINHA QUE SER ANULADA!

    Bem-feito é um adjetivo, sinônimo de caprichado.

    Exemplo: O trabalho ficou bem-feito.

    Bem feito é uma interjeição indicativa de uma satisfação maldosa.

    Exemplo: Se deu mal? Bem feito!

    Benfeito é um substantivo, sinônimo de benfeitoria. 

    Exemplo: O benfeito irá melhorar o aspecto do edifício.

    FONTE:https://duvidas.dicio.com.br/bem-feito-bem-feito-e-benfeito/

    A assertiva II TEM NADA A VER!

  • Sugiro a leitura do Decreto que aprovou o Acordo Ortográfico, disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm, pois ele prevê "benfeito".

  • Seria uma regra simples se o acordo não referisse que o advérbio bem pode ser autônomo, devendo ser hifenizado, mesmo quando a segunda palavra começa com outras consoantes, como bem-vindo, bem-mandado, bem-criado, bem-disposto,…

    Essa é a possível razão para a ambiguidade na escrita das palavras bem-feito e benfeito.

  • Questão mal feita é assim, vc acaba induzindo o candidato a achar que o certo está errado, achava que benfeito estava errado e que bem comportado merece um hífen, mas não tinha só a opção I. Aí quebra nós.

  • Eu errei, mas pesquisei no novo acordo ortográfico:

    4º)Emprega-se o hífen nos compostos com os advérbios  bem  e  mal , quando estes formam com o elemento que se lhes segue uma unidade sintagmática e semântica e tal elemento começa por vogal ou  h . No entanto, o advérbio  bem , ao contrário do  mal , pode não se aglutinar com palavras começadas por consoante. Eis alguns exemplos das várias situações:  bem-aventurado, bem-estar, bem-humorado mal-afortunado, mal-estar, mal-humorado bem-criado  (cf.  malcriado ),  bem-ditoso  (cf.  malditoso ),  bem-falante  (cf.  malfalante ),  bem-mandado  (cf.  malmandado ),  bem-nascido  (cf.  malnascido ),  bem-soante  (cf.  malsoante ),  bem-visto  (cf.  malvisto). 

    I. O rapaz foi bem educado pelos avós. ---> Nesta frase, a unidade semântica independe da palavra "bem", ou seja, é inaplicável o hífen.

    II. Demorou, mas o trabalho ficou benfeito. --> Benfeito é um substantivo que significa "benfeitoria", "benefício". No entanto, também não entendi sua aplicabilidade semântica na frase.Para a banca, benfeito é um substantivo.

    III. Bem comportada, a criança mereceu elogios. ---> Repare que o sentido semântico no qual a criança recebeu elogios envolve toda a unidade sintagmática "bem comportada", neste caso, possui hífen.

    Questão bem esquisita.

  • Eu gosto muito de ler comentários tipo do Gleivan Oliviera pq percebo q são manés q nunca poderão me tirar a vaga; estão sempre justificando sua incapacidade botando culpa na questão; muito bem, continuem assim, terei mais chances de conseguir minha vaga. Agora, vejam o comentário da Adriana Barilon, essa sim me preocupa, pois ela foi buscar a informação, apesar do erro ela cresceu com a questão; é esse tipo de concorrente q eu temo. Os outros? Os outros são insignificantes. Só reclamando, quando irão melhorar?

  • Em muitos compostos, o advérbio bem aparece aglutinado com o segundo elemento, quer este tenha ou não vida à parte: benfazejo, benfeito, benfeitor, benquerença, etc.  Decreto 6.583 - acordo ortográfico. Eu aprendi com o professor Felipe Lucas que o prefixo bem só não terá hífen quando o segundo elemento for um derivado de fazer ou querer.

  • Salve, galera!

    Desde 2013, a banca FGV começou a inovar em suas provas, trabalhando mais semântica e interpretação que regras gramaticais. Dentre essas novidades, surgiu uma parada chamada “adjetivo de relação” (tal assunto pode ser encontrado em duas gramáticas consagradas: na do Celso Cunha & Lindley Cintra e na do José C. Azeredo). Ainda não sabe o que é isso? Cuidado, pois pode cair na sua próxima prova, uma vez que virou modinha a banca trabalhar isso.

    Leia a questão abaixo despretensiosamente:

    FGV – SMF (PREF. NITERÓI/RJ) – CONTADOR – 2015

    – Há uma série de adjetivos em língua portuguesa, chamados adjetivos de relação, que se caracterizam, entre outras marcas, por não poderem receber variação de grau. O adjetivo abaixo que está nesse caso é:

    (A) economia mundial;

    (B) longo ciclo;

    (C) expansão acelerada;

    (D) nova paisagem;

    (E) baixas taxas.

    E aí, entendeu alguma coisa? Não?! Calma…

    Por definição, um adjetivo de relação é aquele que a) tem valor semântico objetivo, ou seja, não expressa subjetividade ou ponto de vista; b) é derivado por sufixação de um substantivo; c) vem colocado após o substantivo; d) não varia em grau superlativo, ou seja, não pode ser intensificado. Para a FGV, o que mais costuma pesar em questões assim é a sua capacidade de interpretar se um adjetivo tem valor semântico objetivo (adjetivo de relação/classificador) ou subjetivo (adjetivo qualificador/modalizador).

    Exemplos:

    – vinho do Chile: vinho chileno

    – energia do núcleo: energia nuclear

    – roteiro de Carnaval: roteiro carnavalesco

    Note que não se pode (em condições normais de temperatura e pressão, ou seja, em linguagem denotativa) variá-lo em grau: “vinho muito chileno/chileníssimo”(?), “energia muito nuclear/nuclearíssima”(?), “roteiro muito carnavalesco/carnavalesquíssimo”(?).

    Voltemos à questão da banca! O gabarito é a letra A, pois o adjetivo “mundial” preenche todos os requisitos dum adjetivo de relação, a saber: tem valor semântico objetivo (mundial = relativo ao mundo), não varia em grau (não cabe “muito mundial”) e é derivado por sufixação de um substantivo (mundo + al = mundial). Note que os demais adjetivos das demais opções não são adjetivos de relação, pois não preenchem os requisitos para isso.

    Pronto! Agora você sabe o que é um adjetivo de relação e não vai mais errar questões disso na FGV.

    Site: Português do professor Fernando Pestana.

  • benfeito = benfeitoria

  • Errei.

    Para não assisnates Gab. A

  • Essa foi a mais assassina que já vi kkkkk


ID
2751226
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia as frases a seguir.

I. O morador poderá ter direito à terra por meio da usucapião.
II. Aquele era o melhor estratagema para prender o bandido.
III. A mulher tinha muita dó dos pobres, por isso dava-lhes sua comida.

De acordo com a norma padrão, estão corretas as frases:

Alternativas
Comentários
  • A) Quem tem direito, tem direito A algo, portanto haverá crase

    B) apreender não pode ser usado com relação a pessoas. Dessa forma, prender está CERTO

    C) Conjunção é caso atrativo. Caso não esteja errado o correto seria :

    A mulher tinha muita dó dos pobres, por isso lhes dava sua comida.



  • Complementando o comentário do Alfartano Alexsander: acredito que esta questão se refere ao uso correto dos gêneros das palavras.


    I - usucapião pode ser substantivo feminino ou masculino, portanto, a usucapião está correto.

    II - estratagema é substantivo masculino, portanto, correto.

    III - muita dó. Dó é substantivo masculino, portanto, incorreto.

  • Significado de estratagema:

    [termo militar] Manobra ou plano em que são estudados os objetivos para serem colocados em prática


    https://www.dicio.com.br/estratagema/

  • O comentário da Bianca Machado está certinho. 

  • A questão A não deveria está errada?? por não se usar crase antes da palavra "terra" com sentindo de solo?

  • Nem li as outras. Fui por eliminação e ERREI. Achei que "terra" tinha que estar determinada para ter quela crase. rsrsrs

    Não desite! Te puxa! vale um emprego! Já dizia o grande Zambeli.

  • é substantivo masculino.

    Assim, é fácil responder por eliminação.

  •  (do latim: dolus) é um substantivo masculino (o ) apesar de ser amplamente usado como feminino (a ) erroneamente


    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%B3_(sentimento)

  • Pra mim a palavra terra nesse sentido não deveria ter a crase.

  • Alguém me explica essa crase na palavra terra, está correto?

  • Acho que este link explica bem a crase em "a terra":

    https://www.recantodasletras.com.br/gramatica/2253925

    Parece a mesma situação do exemplo: "O agricultor tem apego à terra".

    Na questão, penso que terra está com o sentido de terreno.

  • Interessante! A usucapião ou o usucapião.... ambos estão certos

  • GABARITO A

    Pessoal, exatamente isso, NÃO HAVERÁ crase antes de TERRA quando significar solo, chão firme E NÃO ESTIVER ESPECIFICADA. A questão pecou nessa alternativa. Se a TERRA estivesse especificada (terra dos indígenas, terra da vovó, terra das abóboras ...) HAVERIA SIM a crase.

    bons estudos

  • Significado de Estratagema

    substantivo masculino[Militar] Especialidade militar que se baseia em planejar ações de guerra.Manobra ou plano em que são estudados os objetivos para serem colocados em prática.[Por Extensão] Qualquer ação ardilosa; armadilha.

     

    Fonte: https://www.dicio.com.br/estratagema/

  • Que banquinha... recomendo amigos:

    https://www.youtube.com/watch?v=30Ep5XB6PEw

    Sucesso!

    #Nãodesista!

  •  O morador poderá ter direito à terra por meio da usucapião. (ele está especificando a terra! não é qualquer terra!É a terra que ele habita, a terra que ele reside e que por direito a terá por meio do/da usucapião.

    Ex: Os astronautas voltaram à Terra (nesse exemplo também não detalha a terra da vovó, terra do papai, terra da mamãe, como vi em alguns comentários, mas específica pela letra Maiúscula "T" que está falando do planeta Terra)

    Ex: Os marinheiros voltaram a terra. (eles podem ter voltados em qualquer canto, na terra da Europa, na terra da América do Sul...

     O morador poderá ter direito à terra por meio da usucapião (como o primeiro exemplo, não é qualquer terra, é a terra dele)

  • Gaba: A

    O terceiro comentário mais bem votado, o do colega de nome "Sonhos Custam Sacrifícios", está errado.

    Não é toda conjunção que atrai próclise, mas apenas as conjunções Subordinativas.

    A conjunção "por isso" é coordenativa conclusiva e o emprego do pronome oblíquo está correto.

     III. (...), por isso dava-lhes sua comida.

    O erro dessa alternativa III está apenas na palavra , pois ela é masculina. Vejamos o que encontrei nos sítios:

    ~> "Porém “dó”, que vem do latim dolus, é uma palavra masculina! Isso mesmo, pessoal! Mas, por que muitos a empregam no feminino? Provavelmente, porque associam o significado de “dó” ao significado de “pena”, que é uma palavra feminina! Mas, vale repetir, a palavra “dó” é masculina! Portanto: Sinto um dó quando vejo um cão abandonado!"

    Veja outros exemplos:

    Tenho muito dó daquela criança!

    Senti um dó imenso quando o vi naquele estado!

    Não sinto dó nenhum dele! Bem feito!

    (fonte: https://blogs.uai.com.br/paraentenderoportugues/2017/08/12/uma-do-ou-um-do/)

  • Gabarito letra A: I e II, apenas.

    I. O morador poderá ter direito à terra por meio da usucapião. (CERTA)

    Usucapião - substantivo feminino

    II. Aquele era o melhor estratagema para prender o bandido. (CERTA)

    Estratagema - substantivo masculino

    III. A mulher tinha muita dó dos pobres, por isso dava-lhes sua comida. (ERRADA)

    A mulher tinha muito dó dos pobres.

    Concordando com dó (substantivo masculino)

  • Respondendo as perguntas relativas á crase, o uso dela é obrigatório pela regência do substantivo "direito" sendo portanto complemento nominal.

    Quem tem direito : tem direito A algo ou A alguma coisa / CN

    Banquinha do demon

  • I. O morador poderá ter direito à terra por meio da usucapião -> CORRETO. Apesar de, por via de regra, a palavra "terra" quando vem sem especificação não admitir o uso da crase, nesse caso, é cabível seu uso, pois ela traz consigo o sentido de um "imóvel, um bem material", e não no sentido de terra/chão firme sem especificação.

    II. Aquele era o melhor estratagema para prender o bandido -> CORRETO.

    III. A mulher tinha muita dó dos pobres, por isso dava-lhes sua comida -> ERRADO. A palavra dó é masculina! Portanto, deveria ser "a mulher tinha muito dó dos pobres (...)"

  • Lembrar dos casos de próclise, Só é obrigatória em conjunções subordinativas. nesse caso, está certo:

    ...por isso dava-lhes sua comida.

    por isso é conjunção conclusiva, admite ênclise.


ID
2751229
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa em que as palavras dos pares a seguir são formadas pelo mesmo processo de formação de palavras.

Alternativas
Comentários
  • Alguém pode me explicar o porquê de a B ser a correta? Para mim, desmatar era de formação do prefixo DES + o verbo MATAR, e a palavra entristecer era formado pelo prefixo EN + radical TRIST + sufixo ECER?


    Podem me explicar por que o meu pensamento está incorreto?

  • Samuel Reis,

     

    Parassintética (ou parassíntese): consiste no acréscimo simultâneo de prefixo e sufixo ao radical. (*Obs.: se um deles for retirado da palavra, fará falta para o significado).

    Ex.: entristecer – en/trist/ecer, amanhecer – a/manh/ecer, avermelhado – a/vermelh/ado.

    Desmatar (retirar mato de algum lugar)  des/mat/ar

     

    Também errei essa questão por causa da palavra desmatar.

    Espero ter ajudado.

     

    Na Luta !!!     ;-)

     

  • Não há gabarito, raramente bancas pequenas formulam boas questões sobre o tema "formação de palavras".

    a)Desaparecer / desabamento 
    (des+aparecer  /  desabar+mento)
    b)Desmatar / entristecer
    (palavra primitiva  /  en+triste+cer) 
    c)Equidade / felicidade
    (palavra primitiva  /  feliz+dade)
    d)Abalo / badalado
    (palavra primitiva  /  badalar+ado)

  • A letra correta é a B e a justificativa está respondida por Ayra.

  • Sem gabarito

     

    A palavra desgraçado pode ser um particípio passado do verbo desgraçar ou adjectivo e, de acordo com a gramática tradicional, é formada por sufixação: verbo desgraçar + sufixo -ado.1

    O verbo desmatar pertence à 1.ª conjugação e é formado por prefixação: prefixo des- + verbo matar.

    O substantivo submarino é derivado do latim sub- + marinus (marinho).

    O  substantivo simples cadáver deriva do latim cadaver, com o significado de «corpo morto».

  • No português, os principais processos para formar palavras novas são dois: derivaçãocomposição.

    DERIVAÇÃO: é a formação de palavras a partir da anexação de afixos à palavra primitiva. O processo de derivação pode ser prefixal, sufixal, parassintético, regressivo e impróprio.
    Prefixal: desfazer, refazer
    Sufixal: alegremente, carinhoso.
    Parassintéticafaz-se pela anexação simultânea de prefixo e sufixo à palavra primitiva. Atenção: só acontece quando os dois morfemas (prefixo e sufixo) se unem ao radical simultaneamente. Exemplos: desalmado, entristecer. 

    [ETIM des- + mato + -ar  - Desmatar (retirar mato de algum lugar): não existe desmat, como não existe matar (repare não existe no mesmo sentido sentido empregado referente à mato). ETIM en- + triste + -ecer: não existe entriste, não existe tristecer]
    Regressiva: trabalho (do verbo trabalhar), choro (do verbo chorar).
    Imprópria: mudança de classe gramatical sem que a forma da primitiva seja alterada. infeliz faltou ao serviço hoje. (adjetivo torna-se substantivo). Não aceito um não como resposta. (advérbio torna-se substantivo, o artigo um substantiva o advérbio).

     

    COMPOSIÇÃO: forma palavras através da junção de dois ou mais radicais (bases). 
    Aglutinação: ocorre quando um dos radicais, ao se unirem, sofre alterações. Ex.: planalto (plano + alto), embora (em + boa + hora).
    Justaposição: ocorre quando os radicais, ao se unirem, não sofrem alterações. Exemplos: pé-de-galinha, passatempo, cachorro-quente, girassol.

    Outros processos 
    Hibridismo: formado por palavras de idiomas diferentes. Ex.: automóvel (auto= grego, móvel= latim), televisão (tele= grego, visão=latim).
    Onomatopeia: reprodução de determinados sons. Ex.: tique-taque, zunzum. 
    Redução ou Abreviação: forma novas palavras a partir da redução ou abreviação de palavras já existentes. Exemplos: pornô (pornográfico), moto (motocicleta), pneu (pneumático).
    Neologismo: É a criação de novas palavras para atender às necessidades dos falantes em contextos específicos.                                            Exemplo: Beltrano, não vai dar, deu zebra. (algo não deu certo). (Neologismo semântico - palavra já existe, mas ganha novo significado). Deletar (eliminar) (Neologismo Lexical - cria nova palavra, com novo conceito). A operação-desmonte é uma invenção política mentirosa (Neologismo sintático: resultados da organização de um novo vocábulo. Supõem a combinatória de elementos já existentes na língua como a derivação ou a composição.). 

     

    Fonte: https://www.infoescola.com/linguistica/neologismo/

  • Errei em pensar DES + MATAR kkk

    Mas vida que segue, DES + MATO + AR não esquecerei...

     

    "Certa vez Chuck Norris fez um teste num detector de mentiras. A máquina confessou tudo"

  • Ô assuntozinho chato! Tem mais pegadinhas do que questões!

    Ps: Fui de C.

    #TODODIAEULUTO

  • Entendi dessa forma:


    A) Desaparecer (Des + aparecer) - Derivação sufixal

    Desabamento (Desabar + mento) - Derivação prefixal


    B) Desmatar (Des + mata + r) - Parassíntese

    Entristecer (En + triste + r) - Parassíntese


    C) Equidade (Fiquei na dúvida, consultei o dicionário e vi que tem origem do latim Equitas) - Hibridismo

    Felicidade (Feliz + dade) - Derivação prefixal


    D) Abalo (Abalar) - Regressão

    Badalado (Badalar + do) - Derivação sufixal




    Avante, não sou cai cai !!!

  • Aaah tá! É desmatar de desmatamento. Pensei que a banca estivesse inventando palavras.

  • DESMATAR acabou me "matando". hahahha

  • Assinale a alternativa em que as palavras dos pares a seguir são formadas pelo mesmo processo de formação de palavras.


    RESPOSTA LETRA B) DESMATAR E ENTRISTECER.



    MATO >> MATA >> DESMATA >> DESMATAR



    TRISTE >> TRISTA >> ENTRISTECER



    Ambas as palavras são formadas por derivação parassintética. Importante destacar que na derivação parassintética os afixos só são tirados ou postos simultaneamente. Caso seja retirado somente um a palavra deixa de existir no mundo da língua portuguesa, passando a ser um morto de significado.


    Já na derivação prefixal-sufixal caso seja retirado um dos afixos a palavra continua a ser dotada de significado.


    @juniortelesoficial

  • Eu aceitei, mas fiquei com uma dúvida: "DESMATA" EXISTE UAI ! Então acredito que não é derivação parassintética.

    Ex: Pecuária desmata mais do que a agricultura.

    Alguém salva?!

  • Desmatar / entristecer

    mata

    des + mata + ar

    triste

    en + triste + cer

    Na derivação parassintética obrigatório ter junção do prefixo e do sufixo ao mesmo tempo ou a palavra perderá o significado

    desmatar

    matar - sem o prefixo

    desmata - sem o sufixo

  • LETRA "A"- ERRADA: desaparecer: PREFIXAL / desabamento: SUFIXAL

    LETRA "B"- CORRETA: desmatar: PARASSÍNTESE (desmata existe, mas matar não remete a mato) / entristecer: PARASSÍNTESE (entriste e tristecer não existem)

    LETRA "C"- ERRADA: equidade: HIBRIDISMO (Equi vem do latim Equitas) / felicidade: SUFIXAL 

    LETRA "D"- ERRADA: abalo: REGRESSIVA (abalar virou abalo) / badalado: SUFIXAL

  • Caracas, o povo só comenta que FCC, FGV e CESPE são bancas difíceis, mas se esquecem da FUNDEP.


ID
2751232
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O acento diferencial é utilizado para diferenciar palavras que, mesmo com significados diferentes, possuem escrita e pronúncia semelhantes.

Assinale a alternativa que indica uma palavra que pode ser acentuada por esse motivo.

Alternativas
Comentários
  •  “por” (preposição) e “pôr” (verbo).

    -Por amor, ele decidiu ficar.

    -Você pode pôr a almofada no sofá, por favor?

    -Devemos pôr os pingos nos is.

    -O bolo foi feito por mim.

  • é isso que o rapaz de cima falou


  • A distinção entre o substantivo PELO e a preposição contraída PELO não é mais feita pela acentuação mas sim pelo contexto em que as palavras ocorrem. 

  • O triste é que tanto nos casos de 'pela e pela' e, 'pôr e por', são exemplos de verbo + preposição, no primeiro não nos fazem diferenciá-los com o uso do acento, porém no segundo sim. Vai entender tal reforma  : /   

     

    Não se usa mais o acento que diferenciava os seguintes pares:

    1) Ela sempre para para assistir aos jogos do Cruzeiro. [verbo + preposição]

    *2) Ela pela as axilas só pela sexta-feira. [verbo + contração da preposição per/por + a]

    3) Os pelos eriçados do gato costumam passar pelo pé do dono. [substantivo + contração da preposição per/por + o]

    4) Os polos norte e sul são meras abstrações espaciais, por onde os polos não voão. [subst. polo norte/sul + subst. polo que é filhote de gavião]

    5) Pera é uma fruta gostosa. [pera como substantivo, e tem o pera como preposicão arcaica, ambas sem acento]

     

    Permanecem o acento diferencial: 

    1) Ontem ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode. [pretérito perfeito do indicativo + presente do indicativo, ambos variações do verbo poder]

    2) Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim. [pôr é verbo, por é preposição]

    3) Ele tem duas lanchas x Eles têm duas lanchas. Ela vem de Minas Gerais x Elas vêm de Minas de Gerais. Ele mantém sua palavra x Eles mantêm sua palavra. Ou seja, permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como suas derivações (manter, deter, conter, convir, intervir, advir, etc). 

     

    Fonte: A Gramática. (Pestana) 

     

     

  • Macete para lembrar das palavras que, segundo o novo acordo ortográfico, preservaram o acento circunflexo:

     

    VEM, PODE PÔR A FÔRMA QUE TEM !

     

    ~> Vem(3º Singular) / Vêm(3º Plural)

    ~> Pode(Presente do Indicativo) / Pôde(Pretérito Perfeito)

    ~> Por(Preposição) / Pôr(Verbo)

    ~> Forma(Verbo) / Fôrma(Substantivo. ex: fôrma de bolo)

    ~> Tem(3º Singular) / Têm(3º Plural)

     

     

    Não desista. Faça a próxima !

  • Lembrando que PELO é uma palavra homógrafa (Palavras iguais que possuem dois sentidos diferentes) .

    Substantivo PELO, Ex: O pelo de seu cão está lindo

    Preposição PELO, Ex: Você foi pelo caminho mais difícil

  • Pôr/pode

  • Porque a letra C esta errada? Alguém

  • gabarito: A

  • De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, não existe mais acento diferencial entre pelo e pêlo.

    Fonte: https://duvidas.dicio.com.br/pelo-ou-pelo/

  • valeu Pedro

  • acertei a questão por esse macete. kkkk


ID
2751235
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

De acordo com a norma ABNT NBR ISO 9001:2015, a organização deve determinar e prover recursos necessários para assegurar resultados válidos e confiáveis quando a medição for usada para verificar a conformidade de produtos. Isto requer algum conhecimento de metrologia.

A esse respeito, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Alternativa: Letra D

    O erro aleatório é uma medida da falta de repetitividade do instrumento e do operador, conhecida como erro de repetitividade e reprodutibilidade (R&R). Ele é verificado pela dispersão de resultados (medições) em torno de um valor médio, e medido em unidades de desvio-padrão. Por meio dessa análise, avalia-se a magnitude da dispersão do resultado de medição causada por erros de repetitividade e reprodutibilidade. Em seguida, deve-se comparar essa variação à variação total gerada pelo processo de produção em que o instrumento deve ser usado. A recomendação geral é que o erro do instrumento seja no máximo de 30% do erro (dispersão) do processo. Idealmente, essa relação deve ser de no máximo 10%.

    https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4656760/mod_resource/content/1/Clausula%207%20ISO9001%202015.pdf


ID
2751238
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

As normas ABNT NBR ISO 9001 e 14001 sofreram alterações recentes, em 2015, incluindo mudanças em terminologia e em requisitos. As organizações tiveram ou estão tendo de se adaptar a essas mudanças.

No que diz respeito às alterações ABNT NBR ISO 9001:2015, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

( ) Manter procedimentos, instruções, declarações e documentos gerais passou a ser “manter informação documentada”.
( ) Manter registros passou a ser “reter informação documentada”.
( ) Não há mais o requisito de definição de um único representante da direção.
( ) As organizações não podem mais decidir se um requisito da norma é ou não é aplicável.

Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C

    ( V ) Manter procedimentos, instruções, declarações e documentos gerais passou a ser “manter informação documentada”.

    ( V ) Manter registros passou a ser “reter informação documentada”.

    ( V ) Não há mais o requisito de definição de um único representante da direção.

    ( F ) As organizações não podem mais decidir se um requisito da norma é ou não é aplicável. 

    Segundo o item A5 Aplicabilidade da ABNT NBR ISO 9001:2015, uma organização pode analisar criticamente a aplicabilidade de requisitos.

    Esta Norma não se refere a “exclusões” em relação à aplicabilidade dos seus requisitos ao sistema de gestão da qualidade da organização. Todavia, uma organização pode analisar criticamente a aplicabilidade de requisitos devido ao porte ou complexidade da organização, ao modelo de gestão que ela adota, à variedade das atividades da organização e à natureza dos riscos e oportunidades que ela encontra.

    Os requisitos para aplicabilidade são abordados em 4.3, que definem condições sob as quais uma organização pode decidir que não é possível aplicar um requisito a qualquer dos processos dentro do escopo de seu sistema de gestão da qualidade. A organização pode somente decidir que um requisito não seja aplicável se sua decisão não for resultar em falha em alcançar conformidade de produtos e serviços.

  • Acertei somente pq sabia que a ultima era falsa.


ID
2751241
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

As organizações podem estar dispostas a obter as certificações ambiental (ABNT NBR ISO 14001:2005), da qualidade (ABNT NBR ISO 9001:2015) e da segurança (BS OHSAS 18001:2007) ou, pelo menos, a manter sistemas de gestão para essas áreas. Nesse caso, haveria vantagens para as organizações em implantar um único sistema de gestão, integrando os processos para atender aos requisitos de duas ou três das normas.

São benefícios potenciais da integração, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • GAB. D para os não assinantes.

  • Um sistema de gestão integrada nada mais é do que um ERP (Enterprise Resource Planning). Ele consiste em um  de uma empresa em um único sistema.

    Um sistema integrado possibilita a automação na empresa, informatizando processos e aumentando a segurança das operações. A agilidade de um sistema reduz o tempo ocupado por digitações de relatórios, impressões e retrabalhos por perda de informações.

    A integração dos sistemas geram diversas vantagens para a organização e vamos citar cinco delas aqui.

    1. Diminuição de retrabalhos e melhoria no controle dos processos; 2. Confiabilidade das informações; 3. Agilidade e otimização de processos; 4. Redução de custos e de erros e 5. Extinção de diversos programas

    Fonte: https://www.eosconsultores.com.br/sistema-de-gestao-integrada/ - Gabarito: Letra D


ID
2751244
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Segurança e Saúde no Trabalho
Assuntos

A ABNT NBR ISO 14004:2005 versão corrigida 2:2007 recomenda uma hierarquia de ações para a prevenção da poluição.

Numere as ações a seguir, considerando, potencialmente, 1 para a mais eficaz e 5 para a menos eficaz.

( ) Reutilização ou reciclagem interna
( ) Reutilização ou reciclagem externa
( ) Redução ou eliminação da fonte poluidora
( ) Recuperação e tratamento
( ) Mecanismo de controle

Assinale a sequência correta das ações.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    Ações numeradas, considerando, potencialmente, 1 para a mais eficaz e 5 para a menos eficaz. Basta considerar que a norma recomenda que tal hierarquia de ações dê preferência à prevenção da poluição na fonte,

    ( 2 ) Reutilização ou reciclagem interna

    ( 3 ) Reutilização ou reciclagem externa

    ( 1 ) Redução ou eliminação da fonte poluidora

    ( 4 ) Recuperação e tratamento

    ( 5 ) Mecanismo de controle 

    Segundo o item 4.2 Política Amnbiental da ABNT NBR ISO 14004:2005 versão corrigida 2:2007

    Recomenda-se que a organização considere utilizar uma hierarquia de abordagens para a prevenção da poluição. Recomenda-se que tal hierarquia dê preferência à prevenção da poluição na fonte, podendo ser estruturada como a seguir:

    a) redução ou eliminação na fonte poluidora (incluindo-se projeto e desenvolvimento que levem em

    consideração aspectos ambientais, substituição de material, mudanças no processo, produto ou tecnologia

    e uso eficiente e conservação de energia e recursos materiais);

    b) reutilização interna ou reciclagem (reutilização ou reciclagem de materiais dentro do processo ou instalação);

    c) reutilização externa ou reciclagem (transferência de materiais para fora do local, para reutilização ou

    reciclagem);

    d) recuperação e tratamento (recuperação de córregos de águas residuais dentro ou fora do local, tratamento

    de emissões e liberações de resíduos dentro ou fora do local, para reduzir seus impactos ambientais);

    e) mecanismos de controle, tais como incineração ou disposição controlada, onde permitido. Contudo,

    recomenda-se que a organização utilize tais métodos somente após terem sido consideradas outras opções.

  • sabendo a NR 9, conseguiria acertar essa questão.


ID
2751247
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Segurança e Saúde no Trabalho
Assuntos

De acordo com a NBR ISO 14001:2015 e sobre os objetivos ambientais, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

( ) É obrigatório que os objetivos ambientais sejam estabelecidos pela alta direção por níveis: estratégico, tático e operacional.
( ) É obrigatório que cada aspecto ambiental considerado significativo pela organização tenha atrelado seu objetivo ambiental.
( ) É obrigatório que o objetivo ambiental seja mensurável.
( ) É obrigatório que seja mantida informação documentada sobre os objetivos ambientais.

Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Para as questões de acertos, deveriam ter comentários.

  • GAB: E.

    A Alta Direção pode estabelecer objetivos ambientais ao nível estratégico, tático ou operacional.

    O requisito para “levar em consideração aspectos ambientais significativos” não significa que um objetivo ambiental tenha que ser estabelecido para cada aspecto ambiental significativo, entretanto, estes têm alta prioridade no estabelecimento dos objetivos ambientais.

    Os objetivos ambientais devem ser:  a) coerentes com a política ambiental;  b) mensuráveis (se viável);  c) monitorados;  d) comunicados;  e) atualizados, como apropriado.

    A organização deve manter informação documentada sobre os objetivos ambientais.


ID
2751250
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Sobre o nível de escolaridade que o auditor interno deve possuir para cumprir a sua função, em sistema de gestão integrado que atende, simultaneamente, as normas ABNT NBR ISO 9001:2015, ABNT NBR ISO 14001:2015 e BS OHSAS 18001:2007, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Auditor é o profissional que examina cuidadosamente com o objetivo de averiguar se as atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor estão de acordo com as disposições planejadas e ou estabelecidas previamente, se estas foram implementadas com eficácia e se estão adequadas à consecução dos objetivos.

    Atualmente, o auditor interno tem a função de avaliar os processos da organização, analisando os procedimentos para determinar quais são mais produtivos e adequados às áreas. Além disso, distribui-se em várias ramificações: auditoria de sistemas, auditoria de recursos humanos, auditoria da qualidade, auditoria de demonstrações financeiras, auditoria jurídica, auditoria contábil, auditoria tributária, auditoria operacional nas mais variadas atividades empresariais.

    Para trabalhar na área de auditoria Interna é preciso ter graduação em cursos superiores de Ciências Contábeis, Administração, Economia, Direito, Engenharia, Medicina, Enfermagem etc.

    Fonte: https://portaldeauditoria.com.br/auditoria-interna/Formacao-do-Auditor-Interno.asp

    Gabarito: Letra D

  • Para quem tiver curiosidade!

    A ABNT NBR ISO 9001:2015 é uma norma especifica de requisitos para um sistema de gestão da qualidade quando uma organização: a) necessita demonstrar sua capacidade para prover consistentemente produtos e serviços que atendam aos requisitos do cliente e aos requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis, e b) visa aumentar a satisfação do cliente por meio da aplicação eficaz do sistema, incluindo processos para melhoria do sistema e para a garantia da conformidade com os requisitos do cliente e com os requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis.

     A ABNT NBR ISO 14001 é uma norma aceita internacionalmente que define os requisitos para colocar um sistema da gestão ambiental em vigor. Ela ajuda a melhorar o desempenho das empresas por meio da utilização eficiente dos recursos e da redução da quantidade de resíduos, ganhando assim vantagem competitiva e a confiança das partes interessadas.

     BS OHSAS 18001:2007 - Cancelada em 04/05/2018  Substituída por: ISO 45001:2018 PT. Este Documento da série OHSAS de avaliação da Saúde e Segurança Ocupacional especifica os requisitos relativos a um sistema de gestão da saúde e segurança ocupacional (SSO), para permitir que uma organização controle os seus riscos para a SSO e melhore o seu desempenho da SSO. Este Documento não especifica os critérios de desempenho específicos da SSO, nem fornece especificações detalhadas para a concepção de um sistema de gestão.

     Fonte: https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=369809


ID
2751253
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Engenharia de Qualidade
Assuntos

A revisão mais recente da norma de sistemas de gestão da qualidade,ABNT NBR ISO 9001, em 2015 tornou mais evidente que a organização deve, para ser certificada, adotar uma mentalidade de riscos.

A respeito de como essa norma de sistema de gestão da qualidade lida com a mentalidade de riscos, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A

    A organização é obrigada a adotar e a cumprir os requisitos da norma ABNT NBR ISO 31000:2009: Gestão de riscos – princípios e diretrizes. INCORRETA

    Segundo o item A.4 Mentalidade de Risco, da norma ABNT NBR ISO 9001:2015:

    Apesar de 6.1 especificar que a organização deve planejar ações para abordar riscos, não há requisito para métodos formais para gestão de riscos ou um processo de gestão de risco documentado. As organizações podem decidir desenvolver ou não uma metodologia de gestão de risco mais extensiva que o requerido por esta Norma, por exemplo, através da aplicação de outras diretrizes ou normas.


ID
2751256
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Em acordo com a definição de “ação corretiva” da ABNT NBR ISO 9000:2015 e estendendo a sua aplicação às normas ABNT NBR ISO 9001:2015, ABNT NBR ISO 14001:2015 e BS OHSAS 18001:2007, analise as ações descritas a seguir.

I. A organização providencia reparo de produto fornecido por ela nas instalações do cliente.
II. A organização assegura a realização de cirurgia reparadora em empregado que durante a sua jornada de trabalho sofreu queimadura no rosto.
III. Aorganização promove alteração e treina pessoal na sua Instrução de Trabalho relativa a Registros, para evitar danos a eles como em ocorrência reportada em auditoria interna.
IV. A organização habilita novos auditores para minimizar a possibilidade de eventual comprometimento futuro do seu Plano de Auditoria decorrente do aumento previsto no escopo do sistema de gestão.
V. A organização indeniza as pessoas da comunidade afetadas por vazamento de material tóxico.

É(são) ação(ões) corretiva(s) a(s) que consta(m) em:

Alternativas
Comentários
  • Se tiver alguém que saiba explicar essa questão, porque não entendi nada.

     

  • Eu discordava do gabarito, mas lendo o conceito de "ação corretiva" na OHSAS 18.001:2007, item 3.4 (compatível com a ISO 9000:2015) percebi que realmente o gabarito é letra C.

    3.4 ação corretiva: ação para eliminar a causa de uma não-conformidade (3.11) detectada ou de outra situação indesejável.

    NOTA 1: Pode existir mais do que uma causa para a não-conformidade.

    NOTA 2: As ações corretivas têm lugar para evitar recorrências enquanto que as ações preventivas (3.18) têm como objectivo prevenir ocorrências.

    Item I --> o reparo do produto nas instalações do cliente não impede que ocorram novos erros de produção.

    Item II --> a cirurgia no empregado acidentado não impede que outros acidentes aconteçam.

    Item III --> foi evidenciada, pela auditoria interna, ocorrência de danos nos registros. Para evitar recorrência, houve treinamento de pessoal e alteração da Instrução de Trabalho. (GABARITO)

    Item IV --> "A organização habilita novos auditores para minimizar a possibilidade de eventual......" (PREVENTIVO);

    Item V --> a indenização à comunidade não elimina/reduz o risco de novos vazamentos.

  • Qual a diferença entre "evitar ocorrência" e "prevenir ocorrência"?


ID
2751259
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Segurança e Saúde no Trabalho
Assuntos

Há uma discussão no país sobre a ampliação da terceirização (subcontratação) e seu eventual impacto (potencial) sobre o sistema de gestão da segurança e saúde ocupacional (SSO).

Analise as afirmativas a seguir relativas a subcontratação e à BS OSHAS 18001:2007 e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) De acordo com a BS OSHAS 18001:2007, a organização deve implementar procedimento para consulta aos subcontratados quando existirem mudanças que possam afetar a sua SSO.
( ) De acordo com a BS OSHAS 18001:2007, a organização deve implementar procedimentos para identificação de perigos e riscos levando em consideração as atividades dos subcontratados que tenham acesso aos locais de trabalho da organização.
( ) De acordo com a BS OSHAS 18001:2007, a organização deve comunicar informação pertinente sobre requisitos legais da SSO também ao pessoal da subcontratada que trabalhe sob o controle da organização.
( ) De acordo com a BS OHSAS 18001:2007, a organização deve impedir que subcontratado conduza atividades de maior risco no ambiente de trabalho da organização.

Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Tanto subcontratados como visitantes, terão que ter essa atenção... se por acaso a banca colocasse VISISTANTE a questão continuaria correta.


    Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de medidas de controle

    atividades de todas as pessoas que tenham acesso aos locais de trabalho

    (incluindo subcontratados e visitantes);


    Comunicação, participação e consulta

    comunicação com subcontratados e outros visitantes do local de trabalho;


    Os trabalhadores devem ser informados sobre os mecanismos de participação,

    incluindo quem é(são) o (os) seu(s) representante(s) em matérias de SST.

    consulta dos subcontratados quando existam alterações que possam afetar a

    sua SST.


    Controle operacional

    controles relacionados com subcontratados e outros visitantes no local de trabalho;




ID
2751262
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Analise o seguinte caso.

Uma empresa tem seu sistema de gestão da qualidade certificado conforme a ABNT NBR ISO 9001:2015. Em um determinado momento, ela recebeu uma reclamação de cliente sobre seu produto, que não apresentou a performance esperada no seu uso habitual. Na análise da reclamação, a organização descobriu que a performance insuficiente estava ligada a uma característica de qualidade não solicitada pelo cliente na negociação do contrato relativa ao produto reclamado.

A esse respeito, avalie as afirmativas a seguir.

I. Uma vez que a característica em questão não estava especificada em contrato, a empresa deveria considerar a reclamação como improcedente, mas pode considerar aceitar a devolução para manter as boas relações com o cliente.
II. Independentemente da característica em questão estar ou não especificada em contrato, a organização deve considerar a reclamação como procedente, pois cabe à empresa assegurar que todos os requisitos de produtos sejam identificados antes de se comprometer a fornecê-los.
III. Independentemente de a característica em questão estar ou não especificada em contrato, a organização deve considerar a reclamação como procedente, pois a empresa deve assegurar que o seu produto atenda ao uso especificado ou pretendido (no caso, uso habitual).
IV. Se a reclamação for classificada como procedente, a empresa é obrigada pela norma ABNT NBR ISO 9001:2015 a analisar a causa do problema e a tomar uma ação corretiva, independentemente de normas internas e de solicitação do cliente.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

Alternativas
Comentários
  • Com base na ABNT NBR ISO 10002, Gestão da qualidade – Satisfação do cliente – Diretrizes para o tratamento de reclamações nas organizações: provê orientação sobre os processos de tratamento de reclamações pelo reconhecimento e abordagem das necessidades e expectativas dos reclamantes, e solução de qualquer reclamação recebida. 

    I. Uma vez que a característica em questão não estava especificada em contrato, a empresa deveria considerar a reclamação como improcedente, mas pode considerar aceitar a devolução para manter as boas relações com o cliente. Errada

    II. Independentemente da característica em questão estar ou não especificada em contrato, a organização deve considerar a reclamação como procedente, pois cabe à empresa assegurar que todos os requisitos de produtos sejam identificados antes de se comprometer a fornecê-los. Correta

    III. Independentemente de a característica em questão estar ou não especificada em contrato, a organização deve considerar a reclamação como procedente, pois a empresa deve assegurar que o seu produto atenda ao uso especificado ou pretendido (no caso, uso habitual). Correta

    IV. Se a reclamação for classificada como procedente, a empresa é obrigada pela norma ABNT NBR ISO 9001:2015 a analisar a causa do problema e a tomar uma ação corretiva, independentemente de normas internas e de solicitação do cliente. Errada

  • Acredito que o erro da IV também está em dizer que a ISO 9001 obriga a empresa a analisar a causa do problema....


ID
2751277
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

INSTRUCTION: Read the text and answer to the question.


Marie & Pierre Curie


Pierre & Marie Curie were both extraordinary scientists. They married in 1895 and were awarded the Nobel Prize in Physics in 1903 for their joint research on radiation. Read on for interesting facts, quotes and information about Marie & Pierre Curie.

Pierre Curie

• Pierre Curie was a French physicist who made many breakthrough discoveries in radioactivity, crystallography and magnetism.
• Some of his contributions to science include: The Curie Point – a temperature level where ferromagnetic substances lost their ferromagnetic behavior, Curie’s Law – the effect of temperature on paramagnetism, demonstrating the electric potential of crystals when compressed, designing an extremely accurate torsion balance for measuring magnetic coefficients and his combined work on radiation, isolating polonium and radium with his wife Marie Curie.

Marie Curie

• Marie Curie was a chemist and physicist famous for becoming the first person to be awarded two Nobel Prizes. She was brought up in Poland before eventually moving to France and obtaining French citizenship.
• After French physicist Henri Becquerel first discovered a strange source of energy coming from uranium (radioactivity), Marie Curie decided that this would make a good field for research. With the help of her husband and his vital electrometer, she made numerous scientific discoveries including showing that radiation did indeed come from the atom itself rather than an interaction between molecules.
• In 1911 Marie Curie was awarded another Nobel Prize, this time in Chemistry, for her discovery of radium and polonium and subsequent research.
• In 1932 Marie Curie founded the ‘Radium Institute’ in Warsaw, Poland. The name was changed after World War II to the ‘Maria Skłodowska-Curie Institute of Oncology’. The institute carries out specialized cancer research and treatment.
• Famous Marie Curie quotes include: “We must not forget that when radium was discovered no one knew that it would prove useful in hospitals. The work was one of pure science. And this is a proof that scientific work must not be considered from the point of view of the direct usefulness of it. It must be done for itself, for the beauty of science, and then there is always the chance that a scientific discovery may become, like the radium, a benefit for humanity.”

Available at: <http://www.sciencekids.co.nz/sciencefacts/ scientists/mariepierrecurie.html>.
Accessed on: Dec 7th, 2017.

Which investigation did Marie and Pierre Curie develop together?

Alternativas
Comentários
  • d-

    They married in 1895 and were awarded the Nobel Prize in Physics in 1903 for their joint research on radiation.

  • De acordo com o enunciado, devemos localizar a seguinte informação no texto:

    Which investigation did Marie and Pierre Curie develop together?

    Que investigação Marie e Pierre Curie desenvolveram juntos?

    A resposta pode ser encontrada na primeira frase do texto:

    Pierre & Marie Curie were both extraordinary scientists. They married in 1895 and were awarded the Nobel Prize in Physics in 1903 for their joint research on radiation

    Pierre e Marie Curie eram cientistas extraordinários. Eles se casaram em 1895 e receberam o Prêmio Nobel de Física em 1903 por suas pesquisas conjuntas sobre radiação

    Dessa forma:

    A) Incorreta - On cancer = no câncer

    B) Incorreta - On crystals = em cristais

    C) Incorreta - On electrometers = em eletrômeros

    D) Correta - On radiation = na radiação

    Gabarito: D


ID
2751280
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

INSTRUCTION: Read the text and answer to the question.


Marie & Pierre Curie


Pierre & Marie Curie were both extraordinary scientists. They married in 1895 and were awarded the Nobel Prize in Physics in 1903 for their joint research on radiation. Read on for interesting facts, quotes and information about Marie & Pierre Curie.

Pierre Curie

• Pierre Curie was a French physicist who made many breakthrough discoveries in radioactivity, crystallography and magnetism.
• Some of his contributions to science include: The Curie Point – a temperature level where ferromagnetic substances lost their ferromagnetic behavior, Curie’s Law – the effect of temperature on paramagnetism, demonstrating the electric potential of crystals when compressed, designing an extremely accurate torsion balance for measuring magnetic coefficients and his combined work on radiation, isolating polonium and radium with his wife Marie Curie.

Marie Curie

• Marie Curie was a chemist and physicist famous for becoming the first person to be awarded two Nobel Prizes. She was brought up in Poland before eventually moving to France and obtaining French citizenship.
• After French physicist Henri Becquerel first discovered a strange source of energy coming from uranium (radioactivity), Marie Curie decided that this would make a good field for research. With the help of her husband and his vital electrometer, she made numerous scientific discoveries including showing that radiation did indeed come from the atom itself rather than an interaction between molecules.
• In 1911 Marie Curie was awarded another Nobel Prize, this time in Chemistry, for her discovery of radium and polonium and subsequent research.
• In 1932 Marie Curie founded the ‘Radium Institute’ in Warsaw, Poland. The name was changed after World War II to the ‘Maria Skłodowska-Curie Institute of Oncology’. The institute carries out specialized cancer research and treatment.
• Famous Marie Curie quotes include: “We must not forget that when radium was discovered no one knew that it would prove useful in hospitals. The work was one of pure science. And this is a proof that scientific work must not be considered from the point of view of the direct usefulness of it. It must be done for itself, for the beauty of science, and then there is always the chance that a scientific discovery may become, like the radium, a benefit for humanity.”

Available at: <http://www.sciencekids.co.nz/sciencefacts/ scientists/mariepierrecurie.html>.
Accessed on: Dec 7th, 2017.

Write true (T) or false (F), according to the text.


( ) Marie Curie claimed that people should do research that is useful for humankind.

( ) Marie and Pierre Curie were both originally French.

( ) The institution founded by Marie Curie develops cancer research.

( ) Pierre Curie achievements include The Curie Point and Curie’s Law.


The correct sequence is:

Alternativas
Comentários
  • a-

    The institution founded by Marie Curie develops cancer research.-  In 1932 Marie Curie founded the ‘Radium Institute’ in Warsaw, Poland. The name was changed after World War II to the ‘Maria Skłodowska-Curie Institute of Oncology’.

     

     Pierre Curie achievements include The Curie Point and Curie’s Law. Some of his contributions to science include: The Curie Point – a temperature level where ferromagnetic substances lost their ferromagnetic behavior, Curie’s Law – the effect of temperature on paramagnetism, demonstrating the electric potential of crystals when compressed, designing an extremely accurate torsion balance for measuring magnetic coefficients and his combined work on radiation, isolating polonium and radium with his wife Marie Curie.

  • Escreva verdadeiro (V) ou falso (F), de acordo com o texto.

    ( ) Marie Curie afirmou que as pessoas deveriam fazer pesquisas que fossem úteis para a humanidade.

    Falso. Marie afirmou que: o trabalho científico não deve ser considerado do ponto de vista da utilidade direta. Deve ser feito por si mesmo, pela beleza da ciência.

    ( ) Marie e Pierre Curie eram ambos de origem francesa.

    Falso. Pierre Curie foi um físico francês e Ela foi criada na Polônia

    ( ) A instituição fundada por Marie Curie desenvolve pesquisas sobre o câncer.

    Verdadeiro. O instituto realiza pesquisas e tratamentos especializados em câncer.

    ( ) As conquistas de Pierre Curie incluem The Curie Point e Curie's Law.

    Verdadeiro, Algumas de suas contribuições para a ciência incluem: O Ponto de Curie – um nível de temperatura onde as substâncias ferromagnéticas perderam seu comportamento ferromagnético, a Lei de Curie...

    A sequência correta é: F F T T

    Gabarito: A


ID
2751283
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Read the sentence from the text: she made numerous scientific discoveries including showing that radiation did indeed come from the atom itself rather than an interaction between molecules.

The expression rather than means:

Alternativas
Comentários
  • c-

    rather than- in lieu of, in place of, instead of


ID
2751286
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

INSTRUCTION: Read the abstract and answer to the question.


 Abstract


Scientists know greenhouse gas emissions cause climate change, but what causes greenhouse gas emissions in the first place? We assessed how many greenhouse gases are released to support the lifestyles of people living in different parts of Europe – in other words, we figured out people’s carbon footprint. We found that different lifestyle choices resulted in very different carbon footprints. In general, people with higher incomes (_____ bought more things and traveled more) had much higher carbon footprints than people ______ lived more modestly.

Understanding how our purchases affect greenhouse gas emissions is an important step to designing policies and guidelines for cutting emissions and addressing climate change.


Available at: <http://www.sciencejournalforkids.org/ uploads/5/4/2/8/54289603/footprint_article.pdf>.

Accessed on: Dec 7th, 2017.

This abstract describes a study that investigated:

Alternativas
Comentários
  • a-

    but what causes greenhouse gas emissions in the first place?


ID
2751289
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

INSTRUCTION: Read the abstract and answer to the question.


 Abstract


Scientists know greenhouse gas emissions cause climate change, but what causes greenhouse gas emissions in the first place? We assessed how many greenhouse gases are released to support the lifestyles of people living in different parts of Europe – in other words, we figured out people’s carbon footprint. We found that different lifestyle choices resulted in very different carbon footprints. In general, people with higher incomes (_____ bought more things and traveled more) had much higher carbon footprints than people ______ lived more modestly.

Understanding how our purchases affect greenhouse gas emissions is an important step to designing policies and guidelines for cutting emissions and addressing climate change.


Available at: <http://www.sciencejournalforkids.org/ uploads/5/4/2/8/54289603/footprint_article.pdf>.

Accessed on: Dec 7th, 2017.

The correct relative pronoun to complete the blanks in the sentence: people with higher incomes (_____ bought more things and traveled more) had much higher carbon footprints than people ______ lived more modestly is:

Alternativas
Comentários
  • O pronome relativo em questão está se referindo a “people” então não pode ser WHICH. E como logo depois do pronome temos um verbo conjugado só pôde-se usar o WHO por se tratar de sujeito
  • c-

    pronome relativos:

    who - pessoas

    that - coisas, animais etc

  • Na verdade, poderia ser usado WHO ou THAT.

    No entanto, usamos who em contextos mais formais e that é usado para contextos informais.

    Nesse caso, ao meu ver poderia admitir os dois pronomes relativos.

    De qualquer forma, só disponibilizaram como alternativa who, então esse é o nosso gabarito, pois:

    Quando o antecedente for pessoa e o pronome relativo exercer a função de sujeito do verbo, deve-se usar who ou that. Fonte: SóLinguaInglesa ( editado)

    Ex.:

    The man who / that talk to you everyday is my brother. ( o homem que fala com você todos os dias é meu irmão).

    Vamos!! É possivel, é so perseverar se esforçar e confiar em Deus!


ID
2751292
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

INSTRUCTION: Read the abstract and answer to the question.


 Abstract


Scientists know greenhouse gas emissions cause climate change, but what causes greenhouse gas emissions in the first place? We assessed how many greenhouse gases are released to support the lifestyles of people living in different parts of Europe – in other words, we figured out people’s carbon footprint. We found that different lifestyle choices resulted in very different carbon footprints. In general, people with higher incomes (_____ bought more things and traveled more) had much higher carbon footprints than people ______ lived more modestly.

Understanding how our purchases affect greenhouse gas emissions is an important step to designing policies and guidelines for cutting emissions and addressing climate change.


Available at: <http://www.sciencejournalforkids.org/ uploads/5/4/2/8/54289603/footprint_article.pdf>.

Accessed on: Dec 7th, 2017.

Read the sentence: In other words, we figured out people’s carbon footprint.

The verb figure out can be replaced by:

Alternativas

ID
3311506
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Analise as seguintes afirmativas sobre os objetivos e responsabilidades do auditor independente na condução da auditoria de demonstrações contábeis e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas, tomando como base a norma contábil NBCT TA 200 (R1).


( ) Ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis, um dos objetivos gerais do auditor é obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro.

( ) O sócio de firma de auditoria que for encarregado pelos trabalhos de auditoria da firma deve delegar a responsabilidade pela qualidade dos trabalhos para os empregados auditores que coordenarem os contratos específicos de serviços de auditoria.

( ) O auditor pode ter responsabilidades de comunicação e de apresentação de relatório, perante os usuários, a administração, os responsáveis pela governança ou partes fora da entidade, a respeito dos assuntos decorrentes da auditoria.

( ) Ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis, um dos objetivos gerais do auditor é apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e comunicar-se como exigido pelas normas de auditoria, em conformidade com as constatações da equipe contábil.


Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A

    (V) Ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis, um dos objetivos gerais do auditor é obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro. 

    (F) O sócio de firma de auditoria que for encarregado pelos trabalhos de auditoria da firma deve delegar a responsabilidade pela qualidade dos trabalhos para os empregados auditores que coordenarem os contratos específicos de serviços de auditoria. 

    (V) O auditor pode ter responsabilidades de comunicação e de apresentação de relatório, perante os usuários, a administração, os responsáveis pela governança ou partes fora da entidade, a respeito dos assuntos decorrentes da auditoria. 

    (F) Ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis, um dos objetivos gerais do auditor é apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e comunicar-se como exigido pelas normas de auditoria, em conformidade com as constatações da equipe contábil. 

  • Objetivos gerais do auditor

    11. Ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis, os objetivos gerais do auditor são:

    (a) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro, possibilitando assim que o auditor expresse sua opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável; e

    (b) apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e comunicar-se como exigido pelas NBC TAs, em conformidade com as constatações do auditor.

  • De acordo com a NBC TA 200:

    11. Ao conduzir a auditoria de demonstrações contábeis, os objetivos gerais do auditor são:

    (a) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro, possibilitando assim que o auditor expresse sua opinião sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável; e

    (b) apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e comunicar-se como exigido pelas NBC TAs, em conformidade com as constatações do auditor.

    Vejamos os erros:

    Item II – o sócio encarregado é o responsável pela auditoria e sua qualidade. Poderá utilizar equipe, mas a responsabilidade não se delega.

    Item IV – Substituindo “equipe contábil” por “auditor” tornaria correta a assertiva.

    Resposta: A


ID
3311509
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Ameaças à independência do auditor podem ser criadas por ampla gama de relações e circunstâncias. Quando um relacionamento ou circunstância cria uma ameaça, esta ameaça pode comprometer, ou pode ser vista como se comprometesse, o cumprimento dos princípios fundamentais por um auditor. Uma circunstância ou relacionamento pode criar mais de uma ameaça, e uma ameaça pode afetar o cumprimento de mais de um princípio fundamental.

A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação da categoria de ameaça com sua descrição, conforme prescrito pela NBC PA 290 (R2).


COLUNA I

1. De interesse próprio

2. De defesa de interesse do cliente

3. De autorrevisão

4. De familiaridade


COLUNA II

( ) Ameaça de que o auditor promoverá a posição de seu cliente ao ponto em que a sua objetividade fique comprometida.

( ) Ameaça de que, devido ao relacionamento longo com o cliente, o auditor tornar-se-á solidário aos interesses dele ou aceitará seu trabalho sem muito questionamento.

( ) Ameaça de que interesse financeiro ou outro interesse influenciará de forma não apropriada o julgamento ou o comportamento do auditor.

( ) Ameaça de que o auditor não avaliará apropriadamente os resultados de serviço que ele já prestou, nos quais ele confiará para formar um julgamento para o serviço atual.


Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Gab D. 2-4-1-3

  • São 5 classificações de ameaças à independência:

    Ameaça de interesse próprio é a ameaça de que interesse financeiro ou outro interesse influenciará de forma não apropriada o julgamento ou o comportamento do auditor;

    Ameaça de autorrevisão é a ameaça de que o auditor não avaliará apropriadamente os resultados de julgamento dado ou serviço prestado anteriormente por ele, ou por outra pessoa da firma dele, nos quais o auditor confiará para formar um julgamento como parte da prestação do serviço atual;

    Ameaça de defesa de interesse do cliente é a ameaça de que o auditor promoverá ou defenderá a posição de seu cliente a ponto de que a sua objetividade fique comprometida;

    Ameaça de familiaridade é a ameaça de que, devido ao relacionamento longo ou próximo com o cliente, o auditor tornar-se-á solidário aos interesses dele ou aceitará seu trabalho sem muito questionamento;

    Ameaça de intimidação é a ameaça de que o auditor será dissuadido de agir objetivamente em decorrência de pressões reais ou aparentes, incluindo tentativas de exercer influência indevida sobre ele.

  • Bateu dúvida geral... o que me salvou foi o item II.

    Item II ( 4 ) Ameaça de que, devido ao relacionamento longo com o cliente... [FAMILIARIDADE]

    2, 4, 1, 3.

    Vamos pra próxima.


ID
3311512
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Com relação à responsabilidade do auditor no que se refere à documentação de auditoria e à observância de leis e regulamentos ao executar a auditoria, assinale a alternativa incorreta, tomando por base a NBC TA 230 (R1) e a NBC TA 250.

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 230 - Documentação de Auditoria

    Montagem do arquivo final de auditoria

    14. O auditor deve montar a documentação em arquivo de auditoria e completar o processo administrativo de montagem do arquivo final de auditoria tempestivamente após a data do relatório do auditor (ver itens A21 e A22).

    15. Após a montagem do arquivo final de auditoria ter sido completada, o auditor não apaga nem descarta documentação de auditoria de qualquer natureza antes do fim do seu período de guarda dessa documentação (ver item A23).

    Resposta: D

  • O período de retenção da documentação para trabalhos de auditoria geralmente não pode ser inferior a 5 anos a contar da data do relatório do auditor.

  • Gab D

    NBC TA 230 - Documentação de Auditoria

    Montagem do arquivo final de auditoria

    14. O auditor deve montar a documentação em arquivo de auditoria e completar o processo administrativo de montagem do arquivo final de auditoria tempestivamente após a data do relatório do auditor.

    15. Após a montagem do arquivo final de auditoria ter sido completada, o auditor não apaga nem descarta documentação de auditoria de qualquer natureza antes do fim do seu período de guarda dessa documentação.

    Outro item da norma muito cobrado em provas é o período de retenção da documentação de auditoria. Fiquem atentos porque as bancas costumam modificar, ou o período de retenção (não inferior a 5 anos), ou o termo inicial da contagem desse prazo (data do relatório).


ID
3311515
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

A NBC TA 610 trata da responsabilidade do auditor externo (ou auditor independente), quando ele utilizar o trabalho dos auditores internos.

A esse respeito, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 610 - Item 16: O auditor independente não deve usar o trabalho da auditoria interna se ele determinar que:

    (a) a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas políticas e procedimentos não propiciam adequada objetividade dos auditores internos; 

    (b) a função da auditoria interna não tem suficiente competência; ou

    (c) a função não aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo controle de qualidade.


ID
3311518
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

A NBC TA 265 trata da responsabilidade do auditor de comunicar apropriadamente, aos responsáveis pela governança e à administração, as deficiências de controle interno que foram identificadas na auditoria das demonstrações contábeis.

Com relação a essa responsabilidade de comunicar as deficiências identificadas no controle interno, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • A - NBC TA 365 - Item 11: O auditor deve incluir na comunicação por escrito das deficiências significativas de controle interno:

    (a) descrição das deficiências e explicação de seus possíveis efeitos; e

    (b) informações suficientes para permitir que os responsáveis pela governança e a administração entendam o contexto da comunicação.

    O auditor deve especificamente explicar que:

    (i) o objetivo da auditoria era o de expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis; 

    B - NBC TA 365 - Item 8: Se o auditor identificou uma ou mais deficiências de controle interno, o auditor deve determinar, com base no trabalho de auditoria executado, se elas constituem, individualmente ou em conjunto, deficiência significativa.

    C - NBC TA 365 - Item 9: O auditor deve comunicar tempestivamente por escrito as deficiências significativas de controle interno identificadas durante a auditoria aos responsáveis pela governança.

    D - NBC TA 365 - Item 10: O auditor também deve comunicar tempestivamente à administração no nível apropriado de responsabilidade

    (a) por escrito, as deficiências significativas de controle interno que o auditor comunicou ou pretende comunicar aos responsáveis pela governança, a menos que não seja apropriado nas circunstâncias comunicar diretamente à administração


ID
3311521
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Na execução de procedimentos de avaliação de risco e atividades relacionadas para obter entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo o controle interno da entidade, conforme exigido pela NBC TA 315, o auditor deve obter entendimento de uma série de itens para fornecer uma base para identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante nas estimativas contábeis, incluindo como a administração elabora as estimativas contábeis e o entendimento dos dados em que elas estão baseadas.

De acordo com NBC TA 540 (R1), assinale a alternativa que não se caracteriza como informação que o auditor deve buscar para entender como essas estimativas são elaboradas e para entender os dados nos quais elas são baseadas.

Alternativas
Comentários
  • Estimativas dependem de boas premissas, livres de tendenciosidade, modelos matemáticos, índices, taxas, consistência do método etc. Logo, se a entidade contrata ou não um especialista para definir estimativas não é o ponto chave, pois a responsabilidade será sempre da Administração da entidade, não importando se quem as definiu foi o contador, o gerente, o especialista etc. Não há “condições” prévias para que a entidade contrate especialista. Isso é um julgamento da Administração.

    Resposta: B


ID
3311524
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

A NBC TA 210 (R1) trata da responsabilidade do auditor independente em estabelecer os termos de um trabalho de auditoria com a administração e, quando apropriado, com os responsáveis pela governança.

Com relação às mudanças nos termos do trabalho de auditoria, de acordo com os preceitos dessa norma contábil, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • NBC TA - 210 - Gabarito letra A

    Aceitação de mudança nos termos do trabalho de auditoria

    14. O auditor não deve concordar com uma mudança nos termos do trabalho de auditoria quando não há justificativa razoável para essa mudança (ver itens A29 a A31).

    15. Se, antes de concluir o trabalho de auditoria, o auditor for solicitado a mudar o alcance para um trabalho que forneça um menor nível de asseguração, o auditor deve determinar se há justificativa razoável para essa mudança (ver itens A32 e A33).

    16. Se os termos do trabalho de auditoria são alterados, o auditor e a administração devem concordar com os novos termos do trabalho e formalizá-los na carta de contratação ou outra forma adequada de acordo por escrito.

    17. Se o auditor não concordar com a mudança dos termos do trabalho de auditoria e a administração não permitir que ele continue o trabalho de auditoria original, o auditor deve:

    (a) retirar-se do trabalho de auditoria, quando permitido por lei ou regulamento aplicável; e

    (b) determinar se há alguma obrigação, contratual ou de outra forma, de relatar as circunstâncias a outras partes, como os responsáveis pela governança, proprietários ou reguladores.


ID
3311527
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Analise as afirmativas a seguir relativas à responsabilidade do auditor em relação a fraude, tomando como base a NBC TA 240 (R1).


I. O auditor deve fazer indagações à administração e outros responsáveis da entidade, conforme apropriado, para determinar se eles têm conhecimento de quaisquer casos reais, suspeitas ou indícios de fraude, que afetem a entidade. Exemplos de outras pessoas da entidade que podem ser indagadas diretamente sobre a suspeita de fraude são os assessores jurídicos internos.

II. O auditor deve avaliar se variações inesperadas ou não usuais que foram identificadas durante a aplicação dos procedimentos de revisão analítica, inclusive aqueles relacionados com as receitas, podem indicar riscos de detecção relevante decorrente de fraude. A discussão entre os membros da equipe pode fornecer informações úteis para a mensuração de tais riscos.

III. Caso o auditor suspeite de fraude envolvendo a administração, ele deve comunicar essas suspeitas aos responsáveis pela governança e discutir com eles a natureza, época e extensão dos procedimentos necessários para concluir a auditoria. A comunicação do auditor com os responsáveis pela governança pode ser feita verbalmente ou por escrito.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 240 (R1)

    Exemplos de outras pessoas da entidade junto às quais o auditor pode fazer indagações diretas sobre a existência ou suspeita de fraude:

     Pessoal operacional sem envolvimento direto no processo de elaboração de informação contábil.

     Empregados com diferentes níveis de alçada.

     Empregados envolvidos na iniciação, processamento ou registro de operações complexas ou não usuais e os que supervisam ou monitoram esses empregados.

     Assessores jurídicos internos.

     Diretor de ética ou equivalente.

     Pessoa ou pessoas responsáveis por lidar com alegações de fraude

    O auditor deve avaliar se variações inesperadas ou não usuais que foram identificadas durante a aplicação dos procedimentos de revisão analítica, inclusive aqueles relacionados com as receitas, podem indicar riscos de distorção relevante decorrente de fraude. 

  • NBC TA 240:

    A menos que todos os responsáveis pela governança estejam envolvidos na administração da entidade, se o auditor tiver identificado ou suspeitar de fraude envolvendo:

    (a) a administração;

    b) empregados com funções significativas no controle interno;

    (c) outros, cujas fraudes gerem distorção relevante nas demonstrações contábeis, o auditor deve comunicar tempestivamente esses assuntos aos responsáveis pela governança.

    Caso o auditor suspeite de fraude envolvendo a administração, o auditor deve comunicar essas suspeitas aos responsáveis pela governança e discutir com eles a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria necessários para concluir a auditoria .

  • Item I – Certo. Previsão do item 19 da NBC TA 240. Entre as pessoas que podem ser consultadas, além dos assessores jurídicos, podemos indicar:

    -Pessoal operacional sem envolvimento direto no processo de elaboração de informação contábil.

    - Empregados com diferentes níveis de alçada.

    - Empregados envolvidos na iniciação, processamento ou registro de operações complexas ou não usuais e os que supervisam ou monitoram esses empregados.

    -Diretor de ética ou equivalente.

     -Pessoa ou pessoas responsáveis por lidar com alegações de fraude.

    Item II – Errado. Basta substituir “detecção relevante” por “distorção relevante” para tornar correta a assertiva.

    Item III – Certo. Cabe destacar, contudo, que essa comunicação deve ocorrer no caso de a fraude ter como origem  (a) a administração; (b) empregados com funções significativas no controle interno; ou (c) outros.

    A comunicação do auditor com os responsáveis pela governança pode ser feita verbalmente ou por escrito. A NBC TA 260 identifica fatores que o auditor considera ao escolher entre comunicar-se verbalmente ou por escrito. Devido à natureza e sensibilidade da fraude que envolve a alta administração, ou da fraude que resulta em distorção relevante nas demonstrações contábeis, o auditor relata tais assuntos tempestivamente e pode considerar necessário também relatá-los por escrito.

  • Qual o erro da II?
  • Qual o erro da II?

  • O erro da II foi em "risco de detecção relevante decorrente de fraude" Risco de detecção é aquele relacionado aos procedimentos do auditor durante a execução dos trabalhos(VIDE NBC TA 200 itens A36 a A45). Correto seria se falasse em RISCO DE DISTORÇÃO.

    O último trecho, também, não me parece muito correto: "A discussão entre os membros da equipe pode fornecer informações úteis para a mensuração de tais riscos."


ID
3311530
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Analise as afirmativas a seguir relativas ao planejamento da auditoria de demonstrações contábeis, tomando como base a NBC TA 300 (R1).


I. O planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e iterativo, que muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a conclusão da auditoria anterior, continuando até a conclusão do trabalho de auditoria atual. Entretanto, o planejamento inclui a consideração da época de certas atividades e procedimentos de auditoria que devem ser concluídos antes da realização de procedimentos adicionais de auditoria.

II. Uma vez definida a estratégia global de auditoria, pode ser desenvolvido plano de auditoria para tratar dos diversos temas identificados na estratégia global de auditoria, levando-se em conta a necessidade de atingir os objetivos da auditoria por meio do uso eficiente dos recursos do auditor. Estratégia e plano são necessariamente processos isolados ou sequenciais, e devem ser independentes, uma vez que as mudanças em um não podem influenciar o outro.

III. Em decorrência de mudanças na evidência de auditoria obtida na aplicação de procedimentos de auditoria, o auditor pode ter que modificar a estratégia global e o plano de auditoria e, portanto, a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria planejados, considerando a revisão dos riscos avaliados. Pode ser o caso de informação identificada pelo auditor que difere significativamente da informação disponível quando o auditor planejou os procedimentos de auditoria.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Comentários
  • A estratégia global e o plano de auditoria estão intimamente relacionados, não sendo necessariamente processos isolados.

  • GAB: B

    NBC TA 300 (Planejamento de Auditoria)

    Uma vez definida a estratégia global de auditoria, pode ser desenvolvido plano de auditoria para tratar dos diversos temas identificados na estratégia global de auditoria, levando-se em conta a necessidade de atingir os objetivos da auditoria por meio do uso eficiente dos recursos do auditor. A definição da estratégia global de auditoria e o plano de auditoria detalhado não são necessariamente processos isolados ou sequenciaisestando intimamente relacionados, uma vez que as mudanças em um podem resultar em mudanças no outro.

  • O Item II contém erro, já que o plano de auditoria é dependente da estratégia de auditoria. Assim, o segundo depende do primeiro.

    Os itens I e III estão contidos na NBC TA 300.

    Item I – Certo. Transcrição da NBC TA. O planejamento é contínuo, flexível e se conecta na auditoria anterior. Vale destacar que o planejamento é ITERATIVO ( algumas pessoas pensam que é INTERATIVO, mas não!). ITERATIVO é adjetivo que se refere à iteração: feito de novo, repetido, reiterado - realizado inúmeras vezes. Cuidado para não escorregar aqui.

    Item II – Certo. Transcrição da NBC TA. Uma característica do planejamento é ser flexível. Se as circunstâncias mudam, o planejamento também muda.


ID
3311533
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Considerando o disposto na NBC TA 250 e na NBC TA 500 (R1), analise as seguintes afirmativas sobre evidência de auditoria e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) Ao propor e executar procedimentos de auditoria, o auditor deve justificar a relevância e confiabilidade das informações a serem sugeridas como evidência de auditoria, que tem natureza não cumulativa e é obtida principalmente a partir dos procedimentos de auditoria realizados durante o curso do trabalho.

( ) A evidência de auditoria obtida com a finalidade de identificar litígios e reclamações que possam dar lugar a um risco de distorção relevante também pode fornecer evidência de auditoria com relação a outras considerações relevantes, como, por exemplo, avaliação ou medição relacionadas com litígios e reclamações.

( ) Se as informações a serem utilizadas como evidência de auditoria forem elaboradas com a utilização de um especialista da administração, o auditor deve, levando em conta a importância desse trabalho para os propósitos do auditor, avaliar a competência, habilidades e objetividade do especialista.

( ) Ao receber informações apresentadas pela entidade, o auditor deve usá-las se forem suficientemente fidedignas para os seus propósitos, deve obter evidência de auditoria sobre a exatidão e materialidade dessas informações e avaliar se elas são suficientemente claras e detalhadas para os fins da auditoria.


Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • A: NBC TA 500 - Item 7 Ao estabelecer e executar procedimentos de auditoria, o auditor deve considerar a relevância e a confiabilidade das informações a serem utilizadas como evidência de auditoria, incluindo informações obtidas de fonte de informações externa

    D: NBC TA 500 - Item 9 Ao usar informações apresentadas pela entidade, o auditor deve avaliar se as informações são suficientemente confiáveis para os seus propósitos, incluindo, como necessário nas circunstâncias:

    (a) obter evidência de auditoria sobre a exatidão e integridade das informações; e

    (b) avaliar se as informações são suficientemente precisas e detalhadas para os fins da auditoria

  • Item I – Falso. O auditor deve buscar evidências confiáveis e relevantes, mas elas são cumulativas e persuasivas.

    Item II- Verdadeiro. Se a entidade recebe reclamações em excesso, é natural que parte dessas reclamações se transformem em litígios com tempo. Por exemplo: se muitos consumidores reclamam dos produtos ou muitos empregados queixam-se quanto ao descumprimento de normas trabalhistas, em breve haverá litígios judiciais ou administrativos.

    Item III – Verdadeiro. Para confiar na informação gerada internamente, é preciso ter confiança. No caso de especialistas da Administração, é pertinente o que consta na assertiva.

    Item IV – Falso. O erro está na “materialidade”. De acordo com a norma:

    Ao usar informações apresentadas pela entidade, o auditor deve avaliar se as informações são suficientemente confiáveis para os seus propósitos, incluindo, como necessário nas circunstâncias:

    (a) obter evidência de auditoria sobre a exatidão e integridade das informações; e

    (b) avaliar se as informações são suficientemente precisas e detalhadas para os fins da auditoria

    Resposta: D

  • #Respondi errado!!!


ID
3311536
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Com base no disposto na NBC TI 01, que trata dos procedimentos de auditoria interna, são fatores relevantes que devem ser considerados na execução dos trabalhos de auditoria, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

  • GABARITO D EXCETO NBC TI 01 12.2 – NORMAS DE EXECUÇÃO DOS TRABALHOS 12.2.1 – Planejamento da Auditoria Interna 12.2.1.1 – O planejamento do trabalho da Auditoria Interna compreende os exames preliminares das áreas, atividades, produtos e processos, para definir a amplitude e a época do trabalho a ser realizado, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela administração da entidade. 12.2.1.2 – O planejamento deve considerar os fatores relevantes na execução dos trabalhos, especialmente os seguintes: a) o conhecimento detalhado da política e dos instrumentos de gestão de riscos da entidade; b) o conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos sistemas contábil e de controles internos e seu grau de confiabilidade da entidade; c) a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria interna a serem aplicados, alinhados com a política de gestão de riscos da entidade; d) a existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas que estejam no âmbito dos trabalhos da Auditoria Interna; e) o uso do trabalho de especialistas; f) os riscos de auditoria, quer pelo volume ou pela complexidade das transações e operações; g) o conhecimento do resultado e das providências tomadas em relação a trabalhos anteriores, semelhantes ou relacionados; h) as orientações e as expectativas externadas pela administração aos auditores internos; e i) o conhecimento da missão e objetivos estratégicos da entidade.
  • As "exigencias" esta o erro na D... no detalhe


ID
3311539
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Analise as seguintes afirmativas sobre procedimentos de confirmação externa para obtenção de evidência de auditoria e, com base na NBC TA 505, assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) Ao usar procedimentos de confirmação externa, o auditor deve manter o controle sobre as solicitações de confirmação externa, incluindo a determinação das informações a serem confirmadas ou solicitadas e a seleção da parte que confirma apropriada para confirmação.

( ) No caso de a administração se recusar a permitir o envio de solicitações de confirmação, o auditor deve avaliar as implicações na avaliação dos riscos significativos de distorção relevante e sobre a natureza, época e extensão de outros procedimentos de auditoria.

( ) Se o auditor concluir que a recusa em permitir o envio de solicitações de confirmação não é razoável, ou não conseguir obter evidência relevante e confiável por meio de procedimentos alternativos de auditoria, ele deve comunicar aos responsáveis pela governança.

( ) Se o auditor determinar que uma resposta a uma solicitação de confirmação positiva é necessária para obter evidência de auditoria, procedimentos alternativos também fornecem a evidência necessária, mas ele deve determinar as implicações para a sua opinião.

( ) As confirmações negativas fornecem evidência de auditoria menos persuasiva que as positivas, mas o auditor pode usar esse tipo de evidência como o único procedimento substantivo para tratar o risco de distorção relevante de afirmações.


Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 505 - Gabarito letra A

    Item IV) Se o auditor determinar que uma resposta a uma solicitação de confirmação não é confiável, o auditor deve avaliar as implicações na avaliação dos riscos significativos de distorção relevante, incluindo o risco de fraude, e sobre a natureza, época e extensão relacionada a outros procedimentos de auditoria.

    Item V) As confirmações negativas fornecem evidência de auditoria menos persuasiva que as confirmações positivas. Consequentemente, o auditor não deve usar solicitações de confirmação negativa como o único procedimento substantivo de auditoria para tratar o risco de distorção relevante avaliado no nível de afirmações, a menos que estejam presentes todos os itens a seguir ...

  • Vejamos os erros:

    Item IV- O correto seria... se o auditor determinar que uma resposta a uma solicitação de confirmação não é confiável, o auditor deve avaliar as implicações na avaliação dos riscos significativos de distorção relevante, incluindo o risco de fraude, e sobre a natureza, época e extensão relacionada a outros procedimentos de auditoria. Não é possível se afimar que “procedimentos alternativos também fornecem a evidência necessária”

    Item V – O correto seria... As confirmações negativas fornecem evidência de auditoria menos persuasiva que as confirmações positivas. Consequentemente, o auditor não deve usar solicitações de confirmação negativa como o único procedimento substantivo de auditoria  salvo condições excepcionais.

    Uma possibilidade de usar a forma negativa é quando há muitos saldos pequenos para serem confirmados, por exemplo.


ID
3311542
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Analise as seguintes afirmativas sobre avaliação de efeitos de distorções identificadas na auditoria e de distorções não corrigidas, tomando por base a NBC TA 450 (R1), e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) Se a administração se recusar a corrigir algumas das distorções reportadas pelo auditor, este deve obter o entendimento sobre as razões pelas quais a administração decidiu por não efetuar as correções e deve considerar esse entendimento ao avaliar se as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorções relevantes.

( ) O auditor deve comunicar tempestivamente ao nível apropriado da administração todas as distorções detectadas durante a auditoria, a menos que seja proibido por lei ou regulamento. Entretanto, o auditor não deve requerer que a administração corrija essas distorções, pois isso altera a essência das evidências e distorce o relatório final.

( ) O auditor independente deve solicitar representação formal da administração da entidade e, quando apropriado, dos responsáveis pela governança da entidade, sobre se eles acreditam que os efeitos de distorções não corrigidas são não relevantes, individualmente e em conjunto, para as demonstrações contábeis como um todo.

( ) O auditor independente deve verificar se as distorções não corrigidas são relevantes em conjunto e, para tanto, deve mensurar o efeito dessas distorções relacionadas a períodos anteriores sobre as classes relevantes de transações, saldos contábeis ou divulgação, e sobre as demonstrações contábeis do período atual, foco dos trabalhos de auditoria.


Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • O auditor deve requerer que a administração corrija as distorções.

    O auditor independente deve verificar se as distorções não corrigidas são relevantes em INDIVIDUALMENTE ou em conjunto (...)

    Gab: A

  • Creio que o erro da alternativa IV é dizer que o auditor DEVE mensurar os efeitos das distorções relacionadas a períodos anteriores... por favor me corrijam se estiver errada.

  • Sobre o Item II-

    O auditor deve comunicar tempestivamente ao nível apropriado da administração todas as distorções detectadas durante a auditoria, a menos que seja proibido por lei ou regulamento. O auditor deve requerer que a administração corrija essas distorções.

    Sobre o IV

    Só a parte final está incorreta (“demonstrações contábeis do período atual...”)

    O correto é: “demonstrações contábeis como um todo”

    11. O auditor deve determinar se as distorções não corrigidas são relevantes, individualmente ou em conjunto. Ao fazer essa determinação, o auditor deve considerar:

    (a) a magnitude e a natureza das distorções, tanto em relação a classes específicas de transações, saldos contábeis ou divulgação quanto às demonstrações contábeis como um todo, e as circunstâncias específicas de sua ocorrência; e

    (b) o efeito de distorções não corrigidas relacionadas a períodos anteriores sobre as classes relevantes de transações, saldos contábeis ou divulgação, e sobre as demonstrações contábeis como um todo


ID
3311545
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Analise as afirmativas a seguir relativas à auditoria de demonstrações contábeis de grupos, tomando por base a NBC TA 600 (R1).


I. Na auditoria de grupo, o risco de auditoria inclui o risco de que o auditor de componente possa não detectar uma distorção nas informações contábeis de um componente que possa causar distorção relevante nas demonstrações contábeis do grupo, e o risco de que a equipe encarregada do trabalho do grupo não detecte essa distorção.

II. Se o auditor de componente realizar a auditoria nas informações contábeis de um componente significativo, a equipe encarregada do trabalho do grupo deve estar envolvida na avaliação de riscos do auditor de componente para identificar riscos significativos de distorção relevante nas demonstrações contábeis do grupo.

III. A equipe encarregada do trabalho do grupo deve planejar e executar procedimentos adicionais de auditoria sobre o processo de consolidação para responder aos riscos avaliados de distorção relevante nas demonstrações contábeis do grupo, decorrentes desse processo. Isso abrange avaliar se todos os componentes foram incluídos nas demonstrações contábeis do grupo.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Comentários
  • Resposta Letra D – Todos itens estão corretos, conforme NBC TA 600 (R1)

    I) 6. O risco de auditoria é uma função do risco de distorção relevante das demonstrações contábeis e do risco de que o auditor não detecte tais distorções (ver item A34 da NBC TA 200. Na auditoria de grupo, isso inclui o risco de que o auditor do componente possa não detectar uma distorção nas informações contábeis do componente que possa causar distorção relevante nas demonstrações contábeis do grupo, e o risco de que a equipe encarregada do trabalho do grupo não detecte esta distorção. Esta Norma explica os assuntos que a equipe encarregada do trabalho do grupo considera ao determinar a natureza, a época e a extensão de seu envolvimento nos procedimentos de avaliação de riscos e procedimentos adicionais de auditoria executados pelos auditores de componente nas informações contábeis dos componentes. O propósito deste envolvimento é obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar a opinião de auditoria sobre as demonstrações contábeis do grupo.

    II) 30. Se o auditor do componente realizar a auditoria nas informações contábeis do componente significativo, a equipe encarregada do trabalho do grupo deve estar envolvida na avaliação deriscos do auditor do componente para identificar riscos significativos de distorção relevantenas demonstrações contábeis do grupo. A natureza, a época e a extensão desse envolvimento são afetadas pelo entendimento que a equipe encarregada do trabalho do grupo tem sobre o auditor do componente, mas no mínimo deve incluir:

    (a) discutir com o auditor do componente ou com a administração do componente as atividades de negócios do componente que são significativas para o grupo;

    (b) discutir com o auditor do componente a suscetibilidade do componente à distorção relevante das informações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro; e

    (c) rever a documentação do auditor do componente para os riscos significativos de distorções relevantes identificados nas demonstrações contábeis do grupo. Tal documentação pode assumir a forma de memorando que reflita a conclusão do auditor do componente no que se refere aos riscos significativos identificados.

    III) 33. A equipe encarregada do trabalho do grupo deve planejar e executar procedimentos adicionais de auditoria sobre o processo de consolidação para responder aos riscos avaliados de distorção relevante nas demonstrações contábeis do grupo, decorrentes desse processo. Isso abrange avaliar se todos os componentes foram incluídos nas demonstrações contábeis do grupo.


ID
3311548
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

A NBC TA 330 trata da responsabilidade do auditor ao planejar e implementar respostas aos riscos de distorção relevante, identificados e avaliados pelo auditor de acordo com a NBC TA 315 na auditoria de demonstrações contábeis.

Em relação aos procedimentos de auditoria que devem ser planejados e implementados em resposta aos riscos de distorção relevante, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação do procedimento de auditoria com as definições ou informações que lhes dizem respeito, conforme descritos na NBC TA 330.


COLUNA I

1. Procedimento substantivo

2. Teste de controle

3. Procedimento analítico

4. Teste de detalhe


COLUNA II

( ) Procedimento de auditoria planejado para avaliar a efetividade operacional dos controles na prevenção ou detecção e correção de distorções relevantes no nível de afirmações.

( ) Procedimento de auditoria planejado para detectar distorções relevantes no nível de afirmações.

( ) Inclui teste de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações.

( ) Procedimento geralmente mais aplicável a grandes volumes de transações que tendem a ser previsíveis com o tempo.


Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Teste de controle: Procedimento de auditoria planejado para avaliar a efetividade operacional dos controles na prevenção ou detecção e correção de distorções relevantes no nível de afirmações.

    Procedimento substantivo: Procedimento de auditoria planejado para detectar distorções relevantes no nível de afirmações.

    Teste de detalhe: Inclui teste de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações.

    Procedimento analítico: Procedimento geralmente mais aplicável a grandes volumes de transações que tendem a ser previsíveis com o tempo.

  • A simples organização dos itens já serve de comentário para a questão. Porém, vejamos uma ideia inicial:

    O que testa controle é teste de controle.

    O que testa a substância ( o saldo, a afirmação) é teste substantivo, que por sua vez se divide em teste de detalhes (testar a conta propriamente dita, o saldo, o valor, a existência, a ocorrência etc.) e o procedimento analítico que testa de forma superficial (responde a seguinte pergunta: é razoável este saldo/operação/conclusão?)

    Resposta: D


ID
3311551
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Com relação aos procedimentos iniciais de auditoria, incluindo evidencias sobre saldos iniciais, considerando os preceitos da NBC TA 510 (R1), assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 510 (R1)

    Para ativos e passivos correntes, alguma evidência de auditoria sobre saldos iniciais pode ser obtida como parte dos procedimentos de auditoria do período corrente. 

  • Questão complexa. De acordo com a NBC TA 510:

    A7. "Para ativos e passivos não correntes, como imobilizado, investimentos e dívida de longo prazo, alguma evidência de auditoria sobre saldos iniciais pode ser obtida examinando os registros contábeis e outras informações que suportam os saldos iniciais ..."

    Assim, a primeira parte da assertiva "A" está correta. Entretanto, mais à frente, tem-se no mesmo item:

    A7. "...Em outros casos, o auditor pode precisar executar procedimentos adicionais de auditoria."

    Creio que o erro da assertiva é falar que o auditor deve obter evidência por procedimentos adicionais, quando na verdade o correto seria falar que ele pode precisar (em alguns casos, não haveria a necessidade. Assim, ele não deveria executar sempre).


ID
3311554
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

A determinação de materialidade pelo auditor é uma questão de julgamento profissional e é afetada pela percepção do auditor das necessidades de informações financeiras dos usuários das demonstrações contábeis, conforme a NBC TA 320 (R1).

Neste contexto, segundo essa norma contábil, é razoável que o auditor assuma que os usuários apresentem as seguintes características, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 320 (R1) - MATERIALIDADE NO PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE AUDITORIA

    4.     A determinação de materialidade pelo auditor é uma questão de julgamento profissional e é afetada pela percepção do auditor das necessidades de informações financeiras dos usuários das demonstrações contábeis. Neste contexto, é razoável que o auditor assuma que os usuários:

    (a)  possuem conhecimento razoável de negócios, atividades econômicas, de contabilidade e a disposição de estudar as informações das demonstrações contábeis com razoável diligência;

    (b) entendem que as demonstrações contábeis são elaboradas, apresentadas e auditadas considerando níveis de materialidade;

    (c)  reconhecem as incertezas inerentes à mensuração de valores baseados no uso de estimativas, julgamento e a consideração sobre eventos futuros; e

    (d) tomam decisões econômicas razoáveis com base nas informações das demonstrações contábeis.

  • Auditoria na maioria das vezes é bom senso, mas quando resolvem jogar a casca de banana..... já era..

  • Decoreba.

  • Resolução: o usuário não é, necessariamente, um especialista em demonstrações contábeis. Deve ter, porém, discernimento para procurar o auxílio especializado e conhecer razoavelmente sobre.

    A questão é pura literalidade da norma. O equívoco está em B, já que o escopo de regulação das normas está restrito às DC. Ao mencionar variáveis do mercado acaba por ultrapassar a jurisdição do CFC e a especialidade do auditor.

    NBC TA 320

    4.     A determinação de materialidade pelo auditor é uma questão de julgamento profissional e é afetada pela percepção do auditor das necessidades de informações financeiras dos usuários das demonstrações contábeis. Neste contexto, é razoável que o auditor assuma que os usuários:

    (a) possuem conhecimento razoável de negócios, atividades econômicas, de contabilidade e a disposição de estudar as informações das demonstrações contábeis com razoável diligência;

    (b) entendem que as demonstrações contábeis são elaboradas, apresentadas e auditadas considerando níveis de materialidade;

    (c)  reconhecem as incertezas inerentes à mensuração de valores baseados no uso de estimativas, julgamento e a consideração sobre eventos futuros; e

    (d) tomam decisões econômicas razoáveis com base nas informações das demonstrações contábeis.

    Resposta: B


ID
3311557
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

De acordo com a NBC TA 530, assinale a alternativa que não se caracteriza como uma afirmação válida em relação à avaliação do resultado da amostragem de auditoria.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    No plano de auditoria, será defiido a Natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria planejados no nível de afirmação.

    Quanto mais o auditor confia em outros procedimentos substantivos (teste de detalhes ou procedimentos analíticos substntivos) para reduzir a um nível aceitável, o risco de detecção relacionado com um população em particular, MENOS SEGURANÇA o auditor precisa da amostragem e, portanto, MENOR pode ser o tamanho da amostra.


ID
3311560
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Analise as afirmativas a seguir relativas à emissão do relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis, tomando como base as normas CTA 18 e CTA 25.


I. Caso a entidade apresente dois conjuntos distintos de demonstrações contábeis, ou seja, as demonstrações contábeis individuais separadamente das demonstrações contábeis consolidadas, o auditor deve, também, emitir dois relatórios distintos.

II. Se, no relatório de auditoria referente às demonstrações contábeis reapresentadas do exercício anterior, a opinião do auditor independente for diferente da opinião originalmente emitida, ele deve descrever em um parágrafo de ênfase os fatos que suportam a alteração de sua opinião.

III. Se o auditor emitiu anteriormente relatório com ressalvas ou adverso sobre as demonstrações contábeis de exercício / período anterior e essas demonstrações forem reapresentadas com o objetivo de eliminar os efeitos que deram origem à ressalva ou opinião adversa, um novo relatório não pode ser emitido para indicar as correções.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas

ID
3311563
Banca
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão
INB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Considerando os preceitos da NBC TA 315 (R1) sobre a identificação e avaliação de riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, é incorreto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 315 - Gabarito letra C

    O monitoramento de controles é um processo para avaliar a efetividade do desempenho dos controles internos ao longo do tempo. Envolve avaliar a efetividade dos controles tempestivamente e tomar as necessárias ações corretivas. A administração consegue o monitoramento de controles por meio de atividades contínuas, avaliações separadas ou a combinação de ambos. As atividades de monitoramento contínuo muitas vezes estão embutidas nas atividades recorrentes normais da entidade e incluem atividades de administração e supervisão regulares. 

  • Definições Importantes:

    Risco de Negócio é o risco da administração não atingir seus objetivos.

    NBC TA 315 - 4b: Risco de negócio é o risco que resulta de condições, eventos, circunstâncias, ações ou falta de ações significativas que possam afetar adversamente a capacidade da entidade de alcançar seus objetivos e executar suas estratégias, ou do estabelecimento de objetivos ou estratégias inadequadas.

    Comentando as alternativas

    NBC TA 315 - A41: Um risco de negócio pode ter uma consequência imediata para o risco de distorção relevante em classes de transação, saldos de conta e divulgações no nível de afirmação ou no nível das demonstrações contábeis. 

    NBC TA 315 - A39: O entendimento dos riscos de negócio enfrentados pela entidade aumenta a probabilidade de identificação de riscos de distorção relevante, já que a maioria dos riscos de negócio acabará por ter consequências financeiras e, portanto, efeito nas demonstrações contábeis. Contudo, o auditor não tem responsabilidade de identificar ou avaliar todos os riscos de negócio porque nem todos os riscos de negócio dão origem a riscos de distorções relevantes.

    NBC TA 315 - A110: As atividades de monitoramento contínuo muitas vezes estão embutidas nas atividades recorrentes normais da entidade e incluem atividades de administração e supervisão regulares.

    NBC TA 315 - A111: As atividades de monitoramento da administração podem incluir o uso de informação de comunicações de partes externas, como reclamações de clientes e comentários de reguladores, que podem indicar problemas ou ressaltar áreas com necessidade de aprimoramento.

    Gab. C

  • Os riscos de negócio são os riscos que afetam qualquer entidade em relação ao negócio propriamente dito: o risco de ter prejuízo, perder reputação, não alcançar os objetivos etc. Assim, um hotel, um hospital, uma indústria têm os seus próprios riscos de negócio. Esses riscos geram pressões que, mais cedo ou tarde, acabam chegando aos relatórios financeiros. Por exemplo: o risco de ser mal vista pelos investidores, pode levar uma entidade a inflar lucros; ao dar causa a um erro médico, um hospital pode ser instado a pagar uma vultosa indenização além de perder reputação etc. Logo, cabe ao auditor avaliar os riscos do negócio envolvidos com a entidade e como a entidade reage, gerencia, detecta e corrige distorções oriundas de tais riscos. Esses riscos tem origem interna ou externa.

    O erro está em C, já que as atividades de monitoramento contínuo muitas vezes estão embutidas nas atividades recorrentes normais da entidade e incluem atividades de administração e supervisão regulares.