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Prova FCC - 2019 - Câmara de Fortaleza - CE - Engenheiro Civil


ID
3119092
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

Depreende-se corretamente do texto:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? Conforme o texto, último parágrafo: A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. 

    ? Depreendemos que Carlos Drummond de Andrade e sua geração viam seus predecessores (antepassados) como obstáculos para um processo de renovação.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
3119095
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. (4° parágrafo)


No comentário acima, Rui Barbosa e Olavo Bilac surgem como


Alternativas
Comentários
  • cadê??

  • Como o examinador chegou a essa resposta?
  • Esperando o comentário do professor para ver se compreendo essa resposta aff

  • E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções

    Tanto Machado de Assis, como Rui Barbosa e Olavo Bilac representam uma geração de escritores antigos, cuja tradição deveria ser rompida por outros escritores.

    a) herdeiros de uma cultura ultrapassada. (Errado. Os herdeiros são os outros escritores)

    b) modelos a serem seguidos. (Errado. Suas convenções deveriam ser rompidas)

    c) escritores dispostos a superar o convencional. (Errado. Outros escritores é que deveriam superar as convenções).

    d) representantes de uma tradição a ser descartada. (Correto)

    e) representantes de um sistema literário arrojado. (Errado. Arrojado é o mesmo que ousado e os escritores citados pertenciam a um estilo antigo)

    Gabarito: Letra D

  • Olavo Bilac e Rui Barbosa foram representantes de renome do movimento parnasiano, portanto, não poderiam ser herdeiros desta cultura, já que foram percursores do parnasianismo. Acho que a questão exigia um conhecimento externo ao texto para acertar, mas pelo meu raciocínio só ficaria em dúvida entre essas duas (A e D).

    A E também não poderia ser pois ARROJADO = CORAJOSO. No texto, Drummond critica duramente este movimento literário, estando longe de considerá-lo como algo positivo ou inovador.

  • Adriana Barilon, sua linda!!

  • Uma hora a FCC exige extrapolação, outra considera um erro. Fica difícil assim..

  • "Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções".

    Essa parte final demonstra uma finalidade dos escritores em romper = superar algo convencional, algo tradicional e modernizar. Marquei a letra C, mas a FCC é bem complicada. 

     

  • Muitos buscam justificar o que é injustificável.

    escritores investidos do propósito de romper com as convenções. = escritores dispostos a superar o convencional.

    Onde está a incompatibilidade?

    A FCC se vale dos justificadores e justificadoras de plantão para continuar errando, afinal de contas, se ninguém reclama, por que ela vai mudar?

  • Nao entendo! Se a maldita da questão é sobre interpretação de textos, por que essa banca gosta de ficar colocando pelo em ovo. TNR

  • O video do professor é muito bom!! Explica bem certinho e faz sentido.

    Até que um dia uma resposta do professor boa.. pq geralmente leem a pergunta e dizem qual é a alternativa

     


ID
3119098
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

Está mantido o sentido de um segmento do texto em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    A) encarnação de um passado a ser descartado = personificação a ser considerada ? os trechos em destaque apresentam sentido contrário e não semelhante.

    B) embate acerca da tradição = ação arraigada no passado ? o tema do embate é "tradição"; logo após se aponta que é localizada no passado, sentidos destintos.

    C) assimilação dificultosa = difícil incorporação ? correto; "assimilação" é sinônimo de: apropriação, fusão, percepção, incorporação, apreensão...

    D) reapropriação do legado = renovação do domínio ? respectivamente: apropriar-se novamente de algo; renovar alguma coisa; não temos o mesmo sentido.

    E) propósito de romper com as convenções = desejo de padronização das tradições ? romper com algo e padronizar algo (sentidos diferentes).

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  • Essa questões sempre são tensas.

    assimilação dificultosa = difícil incorporação

    Algo difícil de incorporar = É algo de difícil assimilação, que não é fácil de aceitar, entender, trazer para dentro de si.

    Entendi dessa forma.

    Foco na missão.


ID
3119101
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

Atente para as afirmações abaixo.


I. No 2° parágrafo, o ponto de interrogação pode ser suprimido por se tratar de pergunta a ser respondida a seguir.

II. Sem prejuízo do sentido, uma vírgula pode ser colocada imediatamente após “renovação” em foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910. (4° parágrafo)

III. Sem prejuízo do sentido, a vírgula pode ser substituída por dois-pontos em: emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. (2° parágrafo)

IV. As vírgulas isolam um segmento explicativo em Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. (4° parágrafo)


Está correto o que se afirma APENAS em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    I. No 2° parágrafo, o ponto de interrogação pode ser suprimido por se tratar de pergunta a ser respondida a seguir. ? incorreto, não poderia ser suprimido, causaria prejuízo semântico ao texto.

    II. Sem prejuízo do sentido, uma vírgula pode ser colocada imediatamente após ?renovação? em foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910. (4° parágrafo) ? incorreto, passaria de oração adjetiva restritiva (sem pontuação) para explicativa (com pontuação), sentido é alterado.

    III. Sem prejuízo do sentido, a vírgula pode ser substituída por dois-pontos em: emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o ?bruxo do Cosme Velho?. (2° parágrafo) ? correto, a pontuação continuaria anunciando um aposto explicativo, uso correto da vírgula ou os dois pontos.

    IV. As vírgulas isolam um segmento explicativo em Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. (4° parágrafo) ? incorreto, vírgula marca a separação de termos com a mesma função sintática.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Quanto mais estudo português vejo que não sei de NADA!

  • Natalia Oliveira, você não pode parar! Persevere.

  • Obrigada Arthur Carvalho.

    "Adjetiva reStritiva (Sem pontuação) para expliCativa (Com pontuação), sentido é alterado."

  • I Não pode suprimir o ponto de interrogação pois ficaria a sermantica prejudicada porque o que ele faz é uma pergunta ao leitor.
    II Identifica-se uma oração subordinada ligada por um pronome relativo (que). SUB. ADJ porque ou explica ou especifica o núcleo do suj. No caso em questão se colocarmos uma virgula tornaria explicação para este núcleo e esta parte do texto não teria seu sentido, porque o que se quer passar é o sentido de especificação do núcleo do suj, e não explica-lo
    IV respeito, admiração e amor são palavras de mesma classe, portanto o uso não tem relação com o uso de virgula nas ora. sub. adj explicativas  

    III correta: Aposto explicativo. Explica ou esclarece o substantivo referido. Aparece isolado na frase por vírgulas, travessões, dois pontos ou parênteses. A virgula poderia ser trocada por qualquer um destes

    SE EU ESTIVER ERRADO ME CORRIJAM

  • Vejo-me acertando uma questão chata como essa, retrocedo em minha lembrança há uns 3 anos mais ou menos quando eu só errava e acertar uma questão de português era quase que na sorte.

    Não desista ! O Conhecimento é um muro com vários tijolos que você vai empilhanco-os pouco a pouco.

  • Gabarito A

    o Item IV está errado pois a primeira vírgula é de enumeração e a segunda vírgula por causa da oração adverbial antecipada ''Até Drummond chegar à.... , foi um longo percurso.

  • Israel, faço das suas palavras as minhas!

  • I. No 2º parágrafo, o ponto de interrogação pode ser suprimido por se tratar de pergunta a ser respondida a seguir. - ERRADO

    O ponto de interrogação não pode ser suprimido, pois trata-se de uma pergunta direta. Não importa se essa pergunta será ou não respondida a seguir. Se é uma pergunta direta, deve haver o ponto de interrogação. Voltando ao texto para a gente conferir: O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

     

     II. Sem prejuízo do sentido, uma vírgula pode ser colocada imediatamente após “renovação” em foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910. - ERRADO

    Se essa vírgula fosse inserida, não haveria incorreção gramatical, mas haveria prejuízo de sentido. Vamos ver o período original e a proposta de reescrita:

     

     No primeiro caso, existe a ideia de que os antepassado foram vistos como obstáculos somente aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910. Existem outros desejos de renovação, mas os antepassados só foram um obstáculo especificamente àqueles desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910. Notem que há uma ideia de restrição. 

     

    Já no segundo período, temos a ideia de que todos os desejos de renovação emergiram a partir da década de 1910. Portanto, a inserção da vírgula mantém a correção gramatical, mas altera o sentido do período. 

     

     

     

  • III. Sem prejuízo do sentido, a vírgula pode ser substituída por dois-pontos em: emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. - CERTO

    Sim, isso é possível. O sinal de dois pontos é utilizado para iniciar uma citação ou uma fala e também para introduzir uma explicação ou enumeração. Notem que "o bruxo do Cosme Velho" explica o termo anterior, a saber, o epíteto que ganharia ampla circulação. O epíteto que ganharia ampla circulação chama-se bruxo do Cosme Velho (é um aposto). Fazendo a substituição para confirmarmos:

     

     

     

     

    IV. As vírgulas isolam um segmento explicativo em Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. - ERRADO

     

     Não isola um segmento explicativo. A primeira vírgula isola um adjunto adverbial de longa extensão (oração sub. adverbial temporal) que está deslocado. Já a segunda vírgula, isola termos que estão coordenados ente si. Por isso, este item está incorreto.

     

    Assim, apenas o item III está certo, o que nos fornece a letra A como gabarito. 

  • gratidão pela evolução

ID
3119104
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

O termo sublinhado pode ser substituído pelo que se encontra entre parênteses em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    A) O poema compõe-se de frases do escritor, cujo (do qual) cinquentenário de morte então se comemorava. ? nenhum termo exige a preposição "de", o correto seria somente "o qual".

    B) correspondência que (à qual) manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930. ? nenhum termo rege a preposição "a" para que se forme a crase, o correto é somente o artigo "a qual".

    C) pelo movimento que (no qual) marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor. ? não temos a exigência da preposição "em" por nenhum termo, o correto é somente o artigo definido "o qual".

    D) Harold Bloom descreve as razões que (nas quais) marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. ? novamente nenhum termo rege a preposição "em"; o correto é "as quais" (retomando o substantivo "razões").

    E) considerava o criador de Brás Cubas um ?entrave à (para a) obra de renovação da cultura geral?. ? correto, entrave a alguma coisa (preposição "a") + artigo definido "a"= crase OU entrave para alguma coisa (preposição "para" e logo após o artigo definido "a").

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  • Preposição A + artigo A = À

    Preposição PARA + artigo A = OK, pode troca.r

  • Lembrando que o pronome "cujo" não aceita substituição, portanto se a questão falar em substituição na língua portuguesa vai está errado!

  • Gabarito: E

  • Como dito pelo colega Wellington, "cujo" não aceita substituição. Tanto "do qual" como "o qual" estão incorretos. Vejamos as demais:

     

    b) correspondência a qual manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930;

    c) pelo movimento o qual marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor;

    d) Harold Bloom descreve as razões as quais marcam a relação entre escritores de diferentes gerações;

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: E

  • O comentário do Arthur no primeiro Item está equivocado, motivo: cujo não é substituível.

  • O pronome "cujo" pode ser substituído pelo pronome O QUAL ( a qual) acompanhado da preposição "De" para dar ideia de posse.

  • Bizu:

    Para a na pela da(PARA ANA PELADA) para uso da crase.

    fica dica pega visão.

  • Fácil galera! Sujeito não aceita preposição, QUE na função de sujeito em várias opções, com isso só sair cortando.

  • Importante visão do Wellington para complementar a resposta do grande Arthur Carvalho
  • A) errada porque o CUJO da ideia de POSSE, o poema é posse/pertence ao escritor... trocando pelo (Do qual) quebra essa ideia semântica, sem falar que não pode ser (DO qual) porque nenhum termo antes pede preposição.................... E) toda vez que houver crase (À) = prep. A + artigo A ... por isso podemos trocar por "para a", PARA é preposição e A é artigo
  • Se a expressão que será substituída não tem preposição, não posso trocar por uma preposicionada.

    Se todas as expressões que estão em parênteses têm preposição, só analisar qual das expressões que serão substituídas que são preposicionadas.

    Uma forma rápida de fazer a questão. Claro que na hora da prova, se estiver com tempo, vale a pena conferir uma por uma.


ID
3119107
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. (1° parágrafo)


Sem prejuízo da correção, a redação alternativa em que se contemplam as principais informações do segmento acima está em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    A) Carlos Drummond, que em 1925 era um estudante de farmácia e jovem poeta, publicou um artigo no qual afirmam-se sobre Machado de Assis que seria melhor lhe repudiar. ? quem afirmou foi Carlos Drummond, logo o correto seria "afirmou".

    B) O estudante de farmácia e jovem poeta, Carlos Drummond, publicou em 1925, a respeito de Machado de Assis, um artigo no qual afirmam-se que se deve repudiá-lo.

    C) Em 1925, Carlos Drummond, um estudante de farmácia e jovem poeta, publica um artigo do qual afirmava que repudiar Machado de Assis é o melhor a ser feito. ? uso incorreto da preposição "de", nada rege essa preposição.

    D) Em artigo publicado em 1925, Carlos Drummond, à época um estudante de farmácia e jovem poeta, afirmou que Machado de Assis deveria ser repudiado.

    E) Afirma Carlos Drummond em artigo que publicara em 1925, quando era estudante de farmácia e jovem poeta, que o melhor a fazer em relação a Machado de Assis era lhe repudiar. ? o correto seria "o repudiar"; quem repudia, repudia alguém, logo o uso do pronome "lhe" é incorreto.

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  • Assertiva D

    Ordem

    S.V.c

  • Tenho uma dúvida sobre a letra C. Alguém pode esclarecer?

    Em 1925, Carlos Drummond, um estudante de farmácia e jovem poeta, publica um artigo do qual afirmava que repudiar Machado de Assis é o melhor a ser feito.

    Pensei que o ''é'' estava errado. Por isso desconsiderei essa alternativa. Para mim o correto seria ''...repudiar Machado de Assis era o melhor...''

    O colega Arthur disse que o erro é por causa da preposição ''de''. Mas e o tempo do verbo ''é'' não está errado?

    Desde já obrigado.

  • Sobre a alternativa D, qual o termo rege a crase?

  • CONCURSANDO QC.

    amigo, não sou muito de ficae comentando aqui, mas vou ajudá-lo. A letra "E" está no tempo verbal correto, porém ela peca em trazer uma opção O.I ( objeto indireto)

    "O melhor a fazer era repudiá-lo" perceba que o objeto aqui é direto.

    "Era lhe repudiar" = é a mesma coisa que você falar: "repudiar a ele". A pronome "lhe" deixa a questão errada por trazer uma opção "OI".

    Na questão "C" tanto a preposição "de" quanto o tempo verbal estão incorretos.


ID
3119110
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação... (2° parágrafo)


O segmento sublinhado acima assinala no contexto noção de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação... (2° parágrafo)

    ? Temos a preposição "para" marcando a ideia de fim, objetivo, finalidade.

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  • Gab - B

    "emprestava palavras do próprio Machado a fim de compor um epíteto"

  • A conjunção PARA pode ser substituída pela conjunção A FIM DE QUE sem prejuízo semântico indicando assim uma idéia de FINALIDADE.

  • FAMOSO '' PARA + INFINITIVO ''

    ABRAÇOS!

  • Para quem ficou com dúvidas sobre o termo "epiteto", segue uma breve explicação. (errei uma questão que precisava saber o significado correto pra acertá-la).

    Epiteto: palavra ou expressão que se associa a um nome ou pronome para qualificá-lo.

    Esse termo já caiu nas seguintes provas:

    2010, ALSP, Agente

    2010, SERGAS, Contador

    2010, TRF4°,TJAA

    2019, Câmara de Fortaleza, Contador


ID
3119113
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. (3° parágrafo)


Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações.

    ? Temos uma voz ativa, passando para a voz passiva analítica (verbo ser/estar + particípio), tempo verbal deve ser mantido (presente do indicativo) e o sujeito passa a ser o agente da passiva e o objeto direto passa a ser o sujeito:

    ? As razões são descritas por Harold Bloom.

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  • Assertiva A

    as razões são descritas.

  • Gabarito: A

  • Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações.

    "a relação entre escritores de diferentes gerações." é o OD da voz ativa.

    para passar para a voz passiva, o OD vira o sujeito na passiva: A relação entre escritores de diferentes gerações são descritas pelo Harold Bloom.

  •  A relação entre escritores de diferentes gerações SÃO DESCRITAS por Harold Bloom!

  • Estrutura básica:

    Voz ativa:

    S+ V+ OD

    Voz passiva:

    Objeto direto passa a ser sujeito

    sujeito passa a ser agente da passiva.

    Exemplo:

    Jaris chutou a bola.

    a bola foi chutada por jaris.

    nesta estrutura para ter vc precisa garantir= objeto direto, pois sem objeto direto=não voz passiva.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Vamos ficar atentos nós tempos verbais.

  • Pegando o primeiro período: Harold Bloom descreve as razões.

    Harold Bloom: Se transforma em agente da passiva (era sujeito).

    as razões: Se transforma em sujeito paciente (era O.D)

    descreve: Se transforma na locução verbal SÃO (verbo SER flexionado no presente do indicativo, assim como o verbo principal, e no plural, para concordar com o sujeito paciente) DESCRITAS(no partícipio).

    GABARITO: A.

    Espero ter ajudado!

  • Para + verbo no infinitivo = finalidade

  • Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações.

    A relação entre escritores de diferentes gerações SÃO DESCRITAS por Harold Bloom

    Não peça permissão para voar, as asas são suas e o céu não é de ninguém.

  • RESUMÃO (para transformar na voz passiva)

    1) identifique o termo que está sofrendo a ação do verbo.

    "...descreve as razões..."

    2) faça uma estrutura, na qual ele será o sujeito. Formando assim a voz passiva( quando o sujeito sofre a ação!)

    >> Há duas estrutura para a voz passiva.

    ✓analítica: ( ser+ particípio) caso que a questão pediu.

    ✓sintética: ( VTD+SE).

    " As razões foram descritas por Harold Bloom"

  • Gabarito A

    Devemos nos atentar ao tempo verbal que está no presente do indicativo (Decreve), neste caso devemos transpor no mesmo tempo (São descritas). o Verbo auxiliar que indica o presente do indicativo nessa transposição.

  • Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações.

    As razões que marcam a relação entre escritores de diferentes geração são descritas por Harold Bloom.

  • GAB:A

    Só pra complementar as dicas dos colegas,

    Comando da questão: "Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:"

    Quando a questão pede para transpor para voz passiva, mas não especifica se quer para Analítica ou Sintética, é bom analisar as duas possibilidades.

    Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações.

    Para Voz Passiva Analítica -  Ser+ Particípio

    "As razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações são descritas por Harold Bloom."

    Para Voz Sintética- VTD (concordando com o sujeito )+SE (Pronome Apassivador, que transforma o Objeto Direto em Sujeito)

    "Descrevem-se as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações." O erro da Alternativa B foi colocar o verbo no singular, mas se estivesse no plural estaria correta.


ID
3119116
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

O segmento que traz uma opinião do autor do texto está em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    ? Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema ?A um bruxo, com amor?, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira.

    ? Temos uma ideia qualificativa subjetiva (essa é uma opinião do autor, uma característica que ele atribuiu à obra); para outros pode ser uma obra ruim, logo temos a opinião do autor.

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ID
3119119
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Em 1925, um estudante de farmácia e jovem poeta que assinava Carlos Drummond publicou um artigo afirmando que, em relação a Machado de Assis, o melhor a fazer era repudiá-lo. Cheio de ímpeto juvenil, considerava o criador de Brás Cubas um “entrave à obra de renovação da cultura geral”. Na correspondência que manteve com Mário de Andrade nas décadas de 1920 e 1930, Machado também teria papel crucial no embate acerca da tradição. Nas cartas, o escritor volta e meia surge como encarnação de um passado a ser descartado.

      Décadas mais tarde, em 1958, Drummond publicou o poema “A um bruxo, com amor”, uma das mais belas homenagens de escritor para escritor na literatura brasileira. Um único verso dá a medida do elogio: “Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro”. O poema compõe-se de frases do escritor, cujo cinquentenário de morte então se comemorava. O poeta maduro, que agora assinava Carlos Drummond de Andrade, emprestava palavras do próprio Machado para compor um epíteto que ganharia ampla circulação, o “bruxo do Cosme Velho”. O que teria se passado com Drummond para mudar tão radicalmente de posição?

      Harold Bloom descreve as razões que marcam a relação entre escritores de diferentes gerações. O processo passa pela ironia do mais jovem em relação ao seu precursor; pelo movimento que marca a construção de um sublime que se contrapõe ao do precursor; e, finalmente, pela reapropriação do legado.

      A assimilação dificultosa do passado é também um processo vivido pela geração de Drummond. Os antepassados foram vistos muitas vezes como obstáculos aos desejos de renovação que emergiram a partir da década de 1910 em vários pontos do Brasil. E tanto no âmbito individual como no geracional, Machado surge como emblema do antigo. Alguém que fora sepultado com os elogios fúnebres de Rui Barbosa e Olavo Bilac não podia deixar de ser uma pedra no caminho para escritores investidos do propósito de romper com as convenções. Até Drummond chegar à declaração de respeito, admiração e amor, foi um longo percurso. Pouco a pouco, Machado deixa de ser ameaça para se tornar uma presença imensa que ocupa a imaginação do poeta.

(Adaptado de: GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Amor nenhum dispensa uma gota de ácido. São Paulo: Três Estrelas, 2019, p. 9-30.)

Está correta a redação deste livre comentário:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    A) O ímpeto de renovação da cena cultural nacional, dificultou para toda uma geração no início do século, a assimilação de um legado. ? vírgula separando erroneamente o sujeito de seu verbo.

    B) Através de exemplos das cartas enviadas, notam-se a presença incômoda de Machado de Assis no desenvolvimento intelectual de Carlos Drummond. ? voz passiva sintética com sujeito paciente no singular, o correto é: Nota-se a presença (a presença é notada).

    C) Costuma-se considerar que, a rivalidade entre um jovem escritor e outro já consagrado deve-se a imaturidade do primeiro. ? considerar ISSO, a vírgula está separando a conjunção integrante do restante da oração subordinada substantiva objetiva direta, marcando, assim, erro.

    D) Em diversos momentos, Carlos Drummond criticou a transformação de Machado de Assis em uma celebridade literária. ? correto, adjunto adverbial deslocado marcado corretamente pela vírgula.

    E) Na maturidade, com palavras do próprio Machado de Assis, Carlos Drummond criou o epíteto ?bruxo do Cosme Velho? cujo ficou bastante notório. ? uso incorreto do pronome "cujo" (não está ligando dois substantivos), o correto seria somente o uso do pronome relativo "que".

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  • GABARITO: LETRA D

    A) O ímpeto de renovação da cena cultural nacional, dificultou para toda uma geração no início do século, a assimilação de um legado. → vírgula separando erroneamente o sujeito de seu verbo.

    B) Através de exemplos das cartas enviadas, notam-se a presença incômoda de Machado de Assis no desenvolvimento intelectual de Carlos Drummond. → voz passiva sintética com sujeito paciente no singular, o correto é: Nota-se a presença (a presença é notada).

    C) Costuma-se considerar que, a rivalidade entre um jovem escritor e outro já consagrado deve-se a imaturidade do primeiro. → considerar ISSO, a vírgula está separando a conjunção integrante do restante da oração subordinada substantiva objetiva direta, marcando, assim, erro.

    D) Em diversos momentos, Carlos Drummond criticou a transformação de Machado de Assis em uma celebridade literária. → correto, adjunto adverbial deslocado marcado corretamente pela vírgula.

    E) Na maturidade, com palavras do próprio Machado de Assis, Carlos Drummond criou o epíteto “bruxo do Cosme Velho” cujo ficou bastante notório. → uso incorreto do pronome "cujo" (não está ligando dois substantivos), o correto seria somente o uso do pronome relativo "que".

  • GABARITO LETRA=D

     adjunto adverbial deslocado.

  • Para a FCC adjunto adverbial deslocado,entre vírgulas. No caso em questão, início da frase.

  • Alguns detalhes do CUJO conforme a Professora Flávia Rita:

    Um dos principais cobrados em prova, indicam posse e aparecem relacionando dois termos: possuidor e coisa possuída. A concordância deve ser feita com o consequente.

    A empresa cuja plataforma for mais desenvolvida vencerá o torneio.

    O pronome cujo também pode vir preposicionado:

    O garoto a cuja inteligência todos se referem viajou para Londres.

    Atenção: NÃO SE DEVE USAR ARTIGO COM O PRONOME CUJO E VARIAÇÕES:

    ERRADO: Os carros cujos os defeitos são muitos estragou ontem na estrada.


ID
3119122
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Lembrei-me dele e senti saudades... Tanto tempo que a gente não se vê. Dei-me conta da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá.

      Lembrei-me de um trecho de Jean-Christophe, que li quando era jovem, e do qual nunca esqueci. Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente. Já conhecera muitas pessoas nos curtos anos de sua vida. Mas o que experimentava naquele momento era diferente de tudo o que já sentira antes.

      Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. Pela primeira vez, estando com alguém, não sentia necessidade de falar. Bastava a alegria de estarem juntos.

      “Christophe voltou sozinho dentro da noite. Nada via. Nada ouvia. Estava morto de sono e adormeceu apenas deitou-se. Mas durante a noite foi acordado duas ou três vezes, como que por uma ideia fixa. Repetia para si mesmo: ‘Tenho um amigo’, e tornava a adormecer.”

      Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade, então a pessoa com quem você está não é amiga. Porque um amigo é alguém cuja presença procuramos não por causa daquilo que se vai fazer juntos, seja bater papo ou comer. Quando a pessoa não é amiga, terminado o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio, que são insuportáveis.

      Com o amigo é diferente. Não é preciso falar. A amizade anda por caminhos que não passam por programas.

      Um amigo vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. E alegria maior não pode existir.

(Adaptado de: ALVES, Rubem. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 11-13)

Para o autor,

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    ? Conforme o texto: Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade, então a pessoa com quem você está não é amiga

    ? Ou seja, quando são verdadeiramente amigos, o silêncio não causa desconforto, ansiedade.

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ID
3119125
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Lembrei-me dele e senti saudades... Tanto tempo que a gente não se vê. Dei-me conta da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá.

      Lembrei-me de um trecho de Jean-Christophe, que li quando era jovem, e do qual nunca esqueci. Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente. Já conhecera muitas pessoas nos curtos anos de sua vida. Mas o que experimentava naquele momento era diferente de tudo o que já sentira antes.

      Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. Pela primeira vez, estando com alguém, não sentia necessidade de falar. Bastava a alegria de estarem juntos.

      “Christophe voltou sozinho dentro da noite. Nada via. Nada ouvia. Estava morto de sono e adormeceu apenas deitou-se. Mas durante a noite foi acordado duas ou três vezes, como que por uma ideia fixa. Repetia para si mesmo: ‘Tenho um amigo’, e tornava a adormecer.”

      Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade, então a pessoa com quem você está não é amiga. Porque um amigo é alguém cuja presença procuramos não por causa daquilo que se vai fazer juntos, seja bater papo ou comer. Quando a pessoa não é amiga, terminado o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio, que são insuportáveis.

      Com o amigo é diferente. Não é preciso falar. A amizade anda por caminhos que não passam por programas.

      Um amigo vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. E alegria maior não pode existir.

(Adaptado de: ALVES, Rubem. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 11-13)

Tanto tempo que a gente não se vê. (1° parágrafo)


O sentido da frase acima está mantido em discurso indireto do seguinte modo:

Ele percebeu que

Alternativas
Comentários
  • O sentido indireto faz o verbo voltar um tempo para o passado

    exemplo: direto assalta-me ( verbo presente do indicativo e pronome 2ª pessoa do singular)

    indireto assaltava-lhe (verbo preterido imperfeito e pronome 3ª pessoa do singular)

  • Gabarito letra E

    DISCURSO DIRETO (transcrição exata da fala): - Tanto tempo que a gente não se vê. (1° parágrafo)

    DISCURSO INDIRETO: Ele disse que fazia muito tempo que eles não se viam

  • O verbo VER na frase está no presente do indicativo(discuro direto)

    Para o discurso indireto ficará no Preterito inperfeito do indicativo (VIAM)

  • Para resolver esse tipo de questão, é necessário decorar uma tabela com a correspondência entre tempos e modos verbais quando da transposição do discurso direto para o indireto:

    Discurso direto - presente do indicativo (ex: "Sou feliz") ----> Discurso indireto - pretérito imperfeito do indicativo (ex: "Ele disse que era feliz")

    Discurso direto - pretérito perfeito do indicativo (ex: "Fui jovem")----> Discurso indireto - pretérito mais que perfeito do indicativo (ex: "Ele disse que fora um jovem")

    Discurso direto - futuro do presente do indicativo (ex: "Serei aprovado" ---> Discurso indireto - futuro do pretérito do indicativo (ex: "Ele disse que seria aprovado")

    Discurso direto -presente do subjuntivo (ex: "Talvez haja aula") ----> Discurso indireto - pretérito imperfeito do subjuntivo (ex: Ele disse que talvez houvesse aula")

    Discurso direto - imperativo (ex: "faça escolhas corretas"----> Discurso indireto - Infinitivo (ex: "ele disse para fazer escolhas corretas).

    Qual o tempo e o modo do verbo "ver" na frase?

    Presente do indicativo (ele vê).

    Como transpor o discurso direto em indireto nesse caso?

    Lembre da tabela! Basta flexionar o verbo "ver" para o pretérito imperfeito do indicativo (ele via).

    Tanto tempo que a gente não se vê ---->> fazia muito tempo que eles não se viam.

  • Mudança de tempos verbais na transposição de discurso direto para indireto:

    Presente do indicativo passa para pretérito imperfeito

    Pretérito perfeito passa para pretérito mais que perfeito

    Futuro do presente passa para Futuro do pretérito

    Presente do subjuntivo passa para pretérito imperfeito do subjuntivo

    Futuro do subjuntivo passa para pretérito imperfeito do subjuntivo

    Imperativo passa para pretérito imperfeito do subjuntivo

    Fonte: normaculta.com

  • Colocar sempre o termo '' ele disse que...'' às vezes automaticamente vc já fala a resposta

  • Imperativo cada um fala uma coisa: vai para o infinitivo ou Pretérito imperfeito?

  • Transposição do Discurso Direto para o Discurso Indireto

    Mudança das pessoas do discurso:

    A 1.ª pessoa no discurso direto transforma-se em 3.ª pessoa no discurso indireto.

    – Eu já terminei minhas tarefas, disse a garota. => A garota disse que ela já tinha terminado as suas tarefas /as tarefas dela.

    Mudança nos tempos verbais:

    Verbo no presente do indicativo passa a pretérito imperfeito do indicativo:

    – Não quero água – afirmou a menina. => A menina afirmou que não queria água.

    Verbo no pretérito perfeito passa a pretérito mais-que-perfeito:

    – Perdi meu diário – disse ele.=> Ele disse que tinha perdido seu diário.

    Verbo no futuro do indicativo passa a futuro do pretérito:

    – Irei à escola amanhã. => Ele afirmou que iria à escola no dia seguinte.

    Verbo no imperativo passa o pretérito imperfeito do subjuntivo:

    – Marchem! – ordenou o sargento. => O sargento ordenou que marchássemos.

    Mudança das informações temporais e espaciais (advérbios e pronomes):

    Ontem no discurso direto passa para no dia anterior no discurso indireto.

    – Perdi meu diário ontem – disse ele.=> Ele disse que tinha perdido seu diário no dia anterior.

    Hoje e agora no discurso direto passam para naquele dia e naquele momento

    – Não quero água agora – afirmou a menina. => A menina afirmou que não queria água naquele momento.

    Amanhã no discurso direto passa para no dia seguinte:

    – Irei à escola amanhã. => Ele afirmou que iria à escola no dia seguinte.

    Aqui, aí, cá no discurso direto passam para ali e lá

    – Marchem até aqui! – ordenou o sargento. => O sargento ordenou que marchássemos até lá.

    Este, esta e isto no discurso direto passam para aquele, aquela, aquilo

    – Este assunto não é difícil, afirmou o professor. => O professor afirmou que aquele assunto não era difícil.

    Prof. Margarida Moraes

    Me sigam no instagram @amy_exemplar

  • Imperativo passa para o pretérito imperfeito do subjuntivo: acréscimo de SSE.

  • 1º) Para resolver isso você deve estudar conjugação verbal e decorar as terminações de cada uma

    2º) ANOTE A SEGUINTE SEQUÊNCIA para INDICATIVO: (quando pedir do direto para o indireto pule para a opção da frente)

    PRESENTE ---> PRET IMPERFE /  PRET PERF ---> PRET +QPER / FUT PRES ---> FUT PRET

    ex: Se tiver discurso direto no presente --> no indireto o verbo deve vir no pret imperf.

    3º) PARA SUBJUNTIVO + IMPERATIVO --> o indireto sempre será no pret imperf subjuntivo!


ID
3119128
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Lembrei-me dele e senti saudades... Tanto tempo que a gente não se vê. Dei-me conta da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá.

      Lembrei-me de um trecho de Jean-Christophe, que li quando era jovem, e do qual nunca esqueci. Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente. Já conhecera muitas pessoas nos curtos anos de sua vida. Mas o que experimentava naquele momento era diferente de tudo o que já sentira antes.

      Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. Pela primeira vez, estando com alguém, não sentia necessidade de falar. Bastava a alegria de estarem juntos.

      “Christophe voltou sozinho dentro da noite. Nada via. Nada ouvia. Estava morto de sono e adormeceu apenas deitou-se. Mas durante a noite foi acordado duas ou três vezes, como que por uma ideia fixa. Repetia para si mesmo: ‘Tenho um amigo’, e tornava a adormecer.”

      Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade, então a pessoa com quem você está não é amiga. Porque um amigo é alguém cuja presença procuramos não por causa daquilo que se vai fazer juntos, seja bater papo ou comer. Quando a pessoa não é amiga, terminado o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio, que são insuportáveis.

      Com o amigo é diferente. Não é preciso falar. A amizade anda por caminhos que não passam por programas.

      Um amigo vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. E alegria maior não pode existir.

(Adaptado de: ALVES, Rubem. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 11-13)

Infere-se que a personagem Christophe (4° parágrafo) acorda durante a noite devido ao sentimento de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    ? ?Christophe voltou sozinho dentro da noite. Nada via. Nada ouvia. Estava morto de sono e adormeceu apenas deitou-se. Mas durante a noite foi acordado duas ou três vezes, como que por uma ideia fixa. Repetia para si mesmo: ?Tenho um amigo?, e tornava a adormecer.? Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar.

    ? Chistophe estava entusiasmado de ter encontrado um verdadeiro amigo; "Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente", isto é, a primeira experiência de amizade foi tão entusiasmante que não o deixou dormir direito.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Entusiasmo: alegria intensa, viva; júbilo.

    #

    Expectativa: situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento.

    "I´d made it this far and refused to give up because all my life I had always finished the race" (Louis Zamperini).

    Avante!

  • Belo ponto de vista sobre amigo.

  • crendios pai


ID
3119131
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Lembrei-me dele e senti saudades... Tanto tempo que a gente não se vê. Dei-me conta da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá.

      Lembrei-me de um trecho de Jean-Christophe, que li quando era jovem, e do qual nunca esqueci. Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente. Já conhecera muitas pessoas nos curtos anos de sua vida. Mas o que experimentava naquele momento era diferente de tudo o que já sentira antes.

      Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. Pela primeira vez, estando com alguém, não sentia necessidade de falar. Bastava a alegria de estarem juntos.

      “Christophe voltou sozinho dentro da noite. Nada via. Nada ouvia. Estava morto de sono e adormeceu apenas deitou-se. Mas durante a noite foi acordado duas ou três vezes, como que por uma ideia fixa. Repetia para si mesmo: ‘Tenho um amigo’, e tornava a adormecer.”

      Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade, então a pessoa com quem você está não é amiga. Porque um amigo é alguém cuja presença procuramos não por causa daquilo que se vai fazer juntos, seja bater papo ou comer. Quando a pessoa não é amiga, terminado o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio, que são insuportáveis.

      Com o amigo é diferente. Não é preciso falar. A amizade anda por caminhos que não passam por programas.

      Um amigo vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. E alegria maior não pode existir.

(Adaptado de: ALVES, Rubem. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 11-13)

Os verbos que se encontram nos mesmos tempo e modo estão em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    A) Mas o que experimentava naquele momento era diferente ? ambos verbos estão no pretérito imperfeito do modo indicativo.

    B) mas era como se já tivessem sido amigos a vida inteira ? respectivamente: pretérito imperfeito do indicativo e pretérito imperfeito do subjuntivo (se eles tivessem).

    C) Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. ? respectivamente: presente do indicativo e pretérito perfeito do indicativo.

    D) Repetia para si mesmo: ?tenho um amigo?. ? respectivamente: pretérito imperfeito do indicativo e presente do indicativo.

    E) Dei-me conta da coisa rara que é a amizade. ? respectivamente: pretérito perfeito do indicativo e presente do indicativo.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Antigamente eu experimentava

    Antigamente era diferente

    Letra A

  • pretérito imperfeito do indicativo................ va - ia - nha - era

    Experimentava

    Era

  • Tempos compostos do modo indicativo

    Pretérito perfeito composto do indicativo: tenho pensado

    Pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo: tinha pensado

    Futuro do presente composto do indicativo: terei pensado 

    Futuro do pretérito composto do indicativo: teria pensado

    Tempos compostos do modo subjuntivo

    Pretérito perfeito composto do subjuntivo: tenha pensado

    Pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo: tivesse pensado

    Futuro composto do subjuntivo: tiver pensado

    Formas nominais compostas

    Infinitivo composto: ter pensado

    Gerúndio composto: tendo pensado

    Fonte: Conjugação.com.br

  • Ambos verbos estão no pretérito imperfeito do modo indicativo.

    Antigamente eu experimentava

    Antigamente eu era

  • pretérito imperfeito, termina assim: VA, A, IA, INHA.

  • A questão requer conhecimentos sobre flexão verbal: tempo (presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do presente e futuro do pretérito), modo (indicativo, subjuntivo e imperativo).

    ALTERNATIVA (A) CORRETA - Os verbos “experimentava” e “era” estão flexionados no mesmo tempo (pretérito imperfeito) e no mesmo modo (indicativo).

    ALTERNATIVA (B) INCORRETA - Os verbos não estão flexionados nem no mesmo tempo nem no mesmo modo.

    “era” - pretérito imperfeito do indicativo

    “tivessem” - pretérito imperfeito do subjuntivo.

    DICA!!! Sempre que os verbos terminarem por “sse” estão no pretérito imperfeito do subjuntivo.

    ALTERNATIVA (C) INCORRETA - Os verbos não estão flexionados no mesmo tempo, só no mesmo modo.

    “é” - presente do indicativo

    “estivemos” - pretérito perfeito do indicativo

    ALTERNATIVA (D) INCORRETA - Os verbos não estão flexionados no mesmo tempo, só no mesmo modo.

    “repetia” - pretérito imperfeito do indicativo

    “tenho” - presente do indicativo

    ALTERNATIVA (E) INCORRETA - Os verbos não estão flexionados no mesmo tempo, só no mesmo modo.

    “dei” - pretérito perfeito do indicativo

    “é” - presente do indicativo

    GABARITO DA PROFESSORA: ALTERNATIVA (A)


ID
3119134
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Lembrei-me dele e senti saudades... Tanto tempo que a gente não se vê. Dei-me conta da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá.

      Lembrei-me de um trecho de Jean-Christophe, que li quando era jovem, e do qual nunca esqueci. Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente. Já conhecera muitas pessoas nos curtos anos de sua vida. Mas o que experimentava naquele momento era diferente de tudo o que já sentira antes.

      Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. Pela primeira vez, estando com alguém, não sentia necessidade de falar. Bastava a alegria de estarem juntos.

      “Christophe voltou sozinho dentro da noite. Nada via. Nada ouvia. Estava morto de sono e adormeceu apenas deitou-se. Mas durante a noite foi acordado duas ou três vezes, como que por uma ideia fixa. Repetia para si mesmo: ‘Tenho um amigo’, e tornava a adormecer.”

      Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade, então a pessoa com quem você está não é amiga. Porque um amigo é alguém cuja presença procuramos não por causa daquilo que se vai fazer juntos, seja bater papo ou comer. Quando a pessoa não é amiga, terminado o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio, que são insuportáveis.

      Com o amigo é diferente. Não é preciso falar. A amizade anda por caminhos que não passam por programas.

      Um amigo vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. E alegria maior não pode existir.

(Adaptado de: ALVES, Rubem. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 11-13)

A flexão do verbo em destaque deve-se ao elemento sublinhado em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    ? Bastava a alegria de estarem juntos.

    ? Questão típica da FCC, pedindo para que achemos o sujeito; no caso, ele está posposto ao verbo, na ordem direta: A alegria bastava (logo o verbo concorda com o sujeito, deve-lhe sua flexão).

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • a) Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo.

    Lendo o texto, percebe-se que o sujeito está oculto: (Um amigo) pode até ser útil (...)

    b) terminado o alegre e animado programavêm o silêncio e o vazio, que são insuportáveis.

    O verbo vêm concorda com "O silêncio e o vazio"

    c) Bastava a alegria de estarem juntos.

    d) A amizade anda por caminhos que não passam por programas.

    O verbo passam concorda com "caminhos"

    e) Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade

    O verbo causa concorda com "silêncio"

    **Qualquer erro, me avisem para corrigir!

  • O que pode ser útil? Um amigo

    O que vêm? Vêm o quê? O Silêncio e o vazio

    O que basta? A alegria - CORRETA

    O que não passam por programas, não passam o quê por programas ? Caminhos não passam por programas

    O que causa ansiedade? O Silêncio

  • Aqui não tem nada sublinhado ...
  • Nesse tipo de questão, como dito pelos colegas, encontre o sujeito, já que o verbo concordará com o sujeito e não com o seu complemento.

  • GAB C

    questão para achar o sujeito.

    A Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo.

    o QUE PODE até ser útil? Um amigo

    B terminado o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio, que são insuportáveis.

    O que vêm? o silêncio e o vazio

    C Bastava a alegria de estarem juntos.

    O que bastava? A alegria

    gabarito

    D A amizade anda por caminhos que não passam por programas.

    O que não passam? Caminhos

    E Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade

    O que causa? o Silêncio


ID
3119137
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Lembrei-me dele e senti saudades... Tanto tempo que a gente não se vê. Dei-me conta da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá.

      Lembrei-me de um trecho de Jean-Christophe, que li quando era jovem, e do qual nunca esqueci. Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente. Já conhecera muitas pessoas nos curtos anos de sua vida. Mas o que experimentava naquele momento era diferente de tudo o que já sentira antes.

      Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. Pela primeira vez, estando com alguém, não sentia necessidade de falar. Bastava a alegria de estarem juntos.

      “Christophe voltou sozinho dentro da noite. Nada via. Nada ouvia. Estava morto de sono e adormeceu apenas deitou-se. Mas durante a noite foi acordado duas ou três vezes, como que por uma ideia fixa. Repetia para si mesmo: ‘Tenho um amigo’, e tornava a adormecer.”

      Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Se o silêncio entre vocês lhe causa ansiedade, então a pessoa com quem você está não é amiga. Porque um amigo é alguém cuja presença procuramos não por causa daquilo que se vai fazer juntos, seja bater papo ou comer. Quando a pessoa não é amiga, terminado o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio, que são insuportáveis.

      Com o amigo é diferente. Não é preciso falar. A amizade anda por caminhos que não passam por programas.

      Um amigo vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. E alegria maior não pode existir.

(Adaptado de: ALVES, Rubem. O retorno e terno. Campinas: Papirus, 1995, p. 11-13)

E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá. (1° parágrafo)


Sem prejuízo do sentido e da correção, o trecho sublinhado acima pode ser substituído por:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá. (1° parágrafo)

    ? Temos em destaque uma conjunção coordenativa adversativa, queremos esse mesmo valor de contraposição:

    A) ao passo que ? conjunção subordinativa proporcional.

    B) porquanto ? conjunção coordenativa explicativa

    C) embora ? conjunção subordinativa concessiva, o sentido é mantido, mas o verbo deveria ser alterado, o correto é: embora seja (não "é").

    D) ainda assim ? correto, conjunção coordenativa adversativa, sentido e correção gramatical mantidos.

    E) dado que ? conjunção subordinativa causal.

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  • Cerveja e Churrasco faz mal para a saúde, engorda.. ...,ainda assim (mesmo assim, apesar disso) é a coisa mais alegre que a vida nos dá!

  • Porquanto:

    Porque, visto que.

  • Arthur, quanto ao "porquanto".. pra mim é CAUSAL.

  • Atenção - a conjunção porquanto pode ser causal ou explicativa, depende do contexto ok????

  • CUIDADO quando fala em NAO MUDAR O SENTIDO e tem trocas de adversativa por concessivas , NESSE CASO, embora a leitura e compreensão não pareça mudar , ELA MUDA SIM, e não pode ser trocada SEM ALTERAR O SENTIDO.


ID
3119155
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

De acordo com o Estatuto dos Servidores do Município de Fortaleza, é proibido ao servidor

Alternativas
Comentários
  • "Desidiosa" deriva da palavra "desídia", que tem significado semelhante a "desleixo", a "desatenção"

  • a) cometer a outro servidor atribuições estranhas às do cargo que ocupa, em quaisquer hipóteses. - SALVO EM SITUAÇÕES EMERGENCIAIS OU TRANSITÓRIAS

    b) retirar qualquer documento ou objeto da repartição, ainda que com prévia anuência de qualquer autoridade. - PODE RETIRAR, DESDE QUE COM PRÉVIA ANUÊNCIA DA AUTORIDADE SUPERIOR

    c) exercer comércio ou participar de sociedade comercial, exceto como acionista, cotista ou comandatário.

    d) filiar-se à associação profissional ou sindical, ou a partido político. - O SERVIDOR PODE FILIAR-SE TRANQUILAMENTE, O QUE ELE NÃO PODE É ALICIAR OU COMPELIR OUTRO SERVIDOR A TAL ASSOCIAÇÃO

    e) ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato, devendo sempre proceder de forma desidiosa. - SERVIDOR NÃO PODE PROCEDER DE FORMA DESIDIOSA.

  • E ai, tudo bom?

    Gabarito: C

    Bons estudos!

    -É praticando que se aprende e a prática leva á aprovação.

  • Art 168

  • Tu soy intelirrentimas


ID
3119158
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere a sequência numérica em que o primeiro termo é 1, o segundo termo é um inteiro positivo k, e os demais termos são definidos como a soma de todos os termos anteriores, isto é, an = an − 1 + ... + a1 . Se o 13° termo é 6144, o valor de k é

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    A1=1 , a2=k ,

    a3 =a1+a2 = 1 + k.

    a4=a1+a2+a3= 2+2k

    a5=a1+a2+a3+a4= 4+4k.

    Percebe-se que o termo a4 é o dobro de a3 e que a5 é o dobro de a4...e assim sucessivamente.

    a5=2*a4=4+4k.

    a6=2*a5 ...

    Então,desenvolvendo:a13=1024+1024k.

    Como a13=6144 , temos que 6144=1024+1024k.

    K=(6144-1024)/1024

    K=5.

    Editei meu comentário para detalhar para quem ficou com dúvida:

    A partir do termo a3 ,o termo seguinte é sempre o dobro do termo anterior. Por exemplo,se a4=2*a3 ; a13=2*a12 ...

    Posso escrever meu termo a13 em função de a3 sabendo que multiplicarei por 2 , 10 vezes.

    A13=(2^10)*A3 = (2^10)*(1+1k)

    2^10=1024 -> A13=1024+1024k.

    Se ainda não ficou claro,de maneira simplificada:

    A13=2*A12. Mas quem é A12? A12=2*A11

    . A13=2*(2*A11)

    Quem é A11? A11=2*A10...

    Nessa brincadeira, chegaremos até A3 ,resultando na expressão geral acima

    A13=(2^10)*A3.

  • Pensei da seguinte forma: a soma do 1° e do último(13) = 6145 que é divisível por 5.

    OU... o próximo numero divisível por 13 é o 6149 ou seja Somado +5 ao 13° termo.

    Propriedades da P.A

    Soma de termos equidistantes aos extremos é igual à soma dos extremos.

  • JÁ EU NÃO PENSEI NADA!!!!

  • Fui na soma humilde, testei o valor mais alto e depois num intermediário.

  • Desculpem, não entendi. Esse 1024? Alguém pode me dizer como surgiu? rs

  • Dá onde surgiu 1024 ?!?!!?

  • Me resta rezar para que uma maldita dessas não caia numa prova que eu for fazer

  • a1= 1

    a2= k

    a3= 1+k

    ----------------------------------

    a4= 2+2K

    a5= 4+4k = 2.2 + 2.2.k

    a6= 8+8k = 2.2.2 + 2.2.2.k

    ...

    a13= 2^10 + 2^10.k

    obs. do a4 a a13 existem 10 elementos, por isso o 2^10

    2^10 = 1024

     Se o 13° termo é 6144, o valor de k é

    1024+1024k = 6144

    k=5

  • A lógica é de sempre dobrar os número a partir da posição 3.

    O número 6144 é 2 elevado a 11 vezes 3 e ocupa a posição 13.

    A posição 12 é 2 elevado a 10 vezes 3 e ocupa a posição 12.

    Sempre vai tirando assim e vamos chegar a posição 3, que é 2 elevado a 1 vezes 3.

    Logo, a posição 3 é 6.

    Então, sabemos que o número K + 1 = 6

    Logo, K = 5.

  • PARA CHEGAR NO 1024 (que o colega Victor Matheus e o professor Thiago Nunes citam nas explicações deles)

    Se a4 = 2 + 2k

    e

    a5 = 4 + 4k

    então:

    a6 = 8 + 8k

    a7 = 16 + 16k

    a8 = 32 + 32k

    a9 = 64 + 64k

    a10 = 128 +128k

    a11 = 256 + 256k

    a12 = 512 + 512k

    a13 = 1024 +1024k (sempre dobra o valor)

    Eu fiz por dedução (alternativa por alternativa)

    1, 5 (supondo que k seria 5), 6, 12, 24, 48, 96, 192, 384, 768, 1536, 3072, 6144

    Realmente a partir da 4 posição sempre dobra o valor

    @carol.nostribunais

  • Teve que ser na raça mesmo, testando o maior e depois o intermediário, como um colega disse nos comentários.

  • há ótimos comentários, bem detalhados até. Pra quem continuou com dúvidas, sugiro tentar refazer as contas na mão, na munheca, acompanhando os comentários.

    Primeiro termo, a1= 1

    a2 = k

    A partir daqui, os próximos "a"s serão compostos pela soma dos "a"s anteriores - foi o q a questão nos disse.

    a3 = soma dos "a"s anteriores. Logo, a3 = a2 + a1

    Veja q a2 = k e a1 = 1

    a3 = k + 1

    E a4? é a soma das "s" anteriores. a4 = a3 + a2 + a1 = (k+1) + k + 1 = 2k + 2

    a5 = somas dos "a"s anteriores. a5 = (2k + 2) + (k+1) + k + 1 = 4k + 4

    A partir daqui já dá de perceber q o próximo "a" terá o "k" do "a" anterior mas multiplicado por 2

    Perceba nos valores q achamos de a5 e a5

    a5 = 4k + 4

    a4 = 2k + 2

    Se vc ainda não percebeu, olhe para o a5 da seguinte forma: a5 = 2*(k+1)

    Só coloquei o dois em evidência.

    Os próximos termos seguirão a mesma lógica, sempre o anterior multiplicado por 2

    a6 = a5*2

    a7 = a6*2

    a8 = a7*2

    .

    .

    a13 = a12*2 = (512k + 512)*2 = 1024k + 1024

    Agora, basta igualar com o valor de a13 q nos foi dado e isolar o k

    1024k + 1024 = 6144

    k = 5

  • A questão fala que o a1= 1 e o a2= k.

    Do ''a3'' para frente, todos os termos serão o resultado da soma do termos anteriores:

    a3= a1 + a2

    a3= 1 + k = 1( k + 1)

    a4= a1 + a2 + a3

    a4= 1 + k + 1( 1+k)= 2( k + 1)

    a5= a1+ a2 + a3 + a4

    a5= 1 + k + 1(1 + k) + ( 1 + k + ( 1 +k)= 4( k + 1 )

    a6= a1 + a2 + a3 + a4 + a5

    a6 = 8( k+1)

    Percebe-se que a partir do ''a3'' dobra a quantidade de ''k+1'', isto é, uma P.G de razão ''2'.

    Então, precisa-se saber quantos ''k+1'' vão ter no ''a13''.

    Como é a partir do ''a3'' que começa dobrar os ''k+1'', então é daqui que devemos considerar a quantidade de termos.

    a3-a4-a5-a6-a7-a8-a9-a10-a11-a12-a13= tem 11 termos e dobrou 10x.(a3-a4 dobrou 1; do a4-a5 dobrou 2......a12-a13 dobrou 10).

    Vamos aplicar na P.G:

    an= a1. q^n-1.

    an= termo que eu quero saber que 11º termo que é o ''a13''.

    a1= é o primeiro termo da nossa P.G que é o ''1'' do 1(k+1).

    q= é a nossa razão que é ''2'' porque dobra a quantidade de ''k+1'' a cada termo.

    11º= 1. q^11-1

    11º=1. 2^10

    11º= 1024

    então no nosso 11º termo, isto é, ''a13'', teremos 1024(k+1).

    Agora, é só substituir.

    a13= 1024(k+1)

    6144= 1024 + 1024k

    6144-1024= 1024k

    5120=1024k

    5120/1024=k

    5=k

    Galera, parece um monstrinho, mas isso é prática. Todo mundo que conseguiu resolver essa não conseguiu resolver várias até chegar a acertar.

    Deus os abençoe.

    Bons estudos.

  • Percebe-se que do A3 em diante é sempre o dobro, logo, é só pegar o valor de A13 = 6144 e ir dividindo por 2 (são divisões rápidas e simples).

    Quando chegar no resultado A3 = 6 está resolvido,

    A1 = 1

    A2 = k

    A3 = 1 + k

    Sabemos que A3 é 6, então substituindo achamos K = 5

    "Não é força, é jeito, desloca o goleiro"

  • DEUS ME LIVRE

  • Essa é aquela pra voce nao deixar em branco..

    Não, pera... 

     

  • essa é aquela que fica por último, quando você levanta pra tomar uma água, passa o gabarito... e vai roendo

  • A1=1

    A2=k

    A3=A1+A2=1+K

    A4=A1+A2+A3=2+2K

    A5= . . . = 4+4k

    A6= . . . = 8+8K

    A7= . . . = 16+16K

    A8= . . . = 32+32K

    A9= . . . = 64+64K

    A10= . . . = 128+128k

    A11= . . . = 256+256K

    A12= . . . = 512+512k

    A13= . . . = 1024+1024K

    Diminui o primeiro, pois quer o valor de "K".

    6144-1024=5120

    Divide-se o resultado por "K"

    5120/1024= 5

    Tem uma pegadinha pro caso de alguém esquecer de diminuir, colocaram como opção de resposta.

    Boa Sorte para todos nós!

  • Pessoal, acho que a dificuldade maior da questão está em entender o enunciado (pra mim pelo menos). Então, lá vai!

    Dicionário: a = número e n = posição

    an = an − 1 + ... + a1 

    Lendo isso em português: o número da posição atual (an) é igual ao número da posição atual menos uma posição (número da posição anterior) (an - 1) mais os números anteriores até chegar na primeira posição (+ ... + a1).

    Passando para a linguagem matemática e fazendo o terceiro termo: a3 (número da posição 3) = K + 1 (k = número da posição anterior; + 1 =números das posições anteriores).

    a1= 1

    a2 = K

    a3 = K+1

    a4 = (K+1)+ K + 1

    Minha dica (de quem tem muita dificuldade com matemática) é escrever "na raça" as primeiras sequências até vc perceber um padrão para conseguir chegar ao resultado de alguma forma.

    Qualquer erro, me avisem! :)


ID
3119164
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A soma de 6 números inteiros consecutivos é igual à soma dos 3 inteiros consecutivos que sucedem imediatamente o último termo da primeira soma. Essa soma vale

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? soma de 6 números inteiros e consecutivos: 2,3,4,5,6,7= 27

    ? soma dos 3 consecutivos ao último número dará o mesmo resultado: 8+9+10= 27

    ? Planejamento Completo nos estudos grátis: http://3f1c129.contato.site/plangestaoestudost2

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Segue a questão:

    www.youtube.com/watch?v=i8ejIFSlH38

  • x + (x+1) + (x+2) + (x+3) + (x+4) + (x+5) = (x+6) + (x+7) + (x+8)

    6x + 15 = 3x + 21

    3x = 6 x=2

    2+3+4+5+6+7=8+9+10

  • E ai, tudo bom?

    Gabarito: A

    Bons estudos!

    -As pessoas costumam dizer que a motivação não dura sempre. Bem, nem o efeito do banho, por isso recomenda-se diariamente. – Zig Ziglar


ID
3119170
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Aldo, Bento e Chico são donos de um imóvel em sociedade. Aldo é proprietário de 1/3 do imóvel, Bento é proprietário de 1/4 do imóvel e Chico é proprietário da fração restante. Chico decidiu sair da sociedade e vendeu sua parte aos outros dois sócios de modo que, após a venda, a proporção entre a parte do imóvel de propriedade de Aldo em relação à parte do imóvel de propriedade de Bento se mantivesse igual à mesma proporção de antes da venda. Assim, a proporção do imóvel que Chico vendeu a Aldo foi de

Alternativas
Comentários
  • Aldo tinha 1/3

    Bento tinha 1/4

    Chico tinha o restante.

    Vamos primeiro calcular qual a fração da sociedade pertencente a Chico. Para fazer isto, devemos subtrair de 1 (inteiro) as cotas de Aldo e de Bento.

    1-(1/3)-(1/4) = [Tira o MMC] fica:

    (12-4-3)/12 = 5/12 (Esta era a fração de Chico).

    Guardem esta fração e vamos calcular agora a proporção inicial da cota de Aldo em relação à cota de Bento.

    O cálculo desta proporção, nada mais é do que pôr as cotas de Aldo e de Bento uma sobra a outra. Vejamos:

    (1/3) / (1/4) - [Para dividir frações, multiplica-se a primeira pelo inverso da segunda]

    (1/3) * (4/1) = 4/3 (Esta era a proporção inicial entre as cotas de Aldo e de Bento. Esta proporção deve ser mantida após a venda da parte de Chico, segundo o enunciado).

    Ora, considerada esta proporção, se para cada 4 cotas de Aldo, Bento tinha 3, e considerado que nós devemos manter esta proporção, então Chico tem que dividir a parte dele em 7 (4+3) e multiplicar em seguida por 4, que é a proporção das cotas de Aldo. O resultado é exatamente o quanto Chico deve vender para Aldo, mantida a citada proporção.

    [(Cota de Chico)/7] * 4

    (5/12)/(7) = (5/12)*(1/7) = 5/84

    Como explicado acima, multiplique-se este resultado por 4:

    (5/84)*4 = 20/84 = 5/21

    Resposta: Alternativa B.

  • Comentário excelente do Vandejer!

  • Boa questão! Gabarito B

  • AINDA TO EM DÚVIDA QUANTO A ESTA PARTE D RESOLUÇÃO:

    Ora, considerada esta proporção, se para cada 4 cotas de Aldo, Bento tinha 3, e considerado que nós devemos manter esta proporção, então Chico tem que dividir a parte dele em 7 (4+3) e multiplicar em seguida por 4, que é a proporção das cotas de Aldo. O resultado é exatamente o quanto Chico deve vender para Aldo, mantida a citada proporção.

    [(Cota de Chico)/7] * 4

    (5/12)/(7) = (5/12)*(1/7) = 5/84

    Como explicado acima, multiplique-se este resultado por 4:

    (5/84)*4 = 20/84 = 5/21

    ALGUÉM PODERIA ME EXPLICAR DE OUTRA FORMA QUE EU CONSIGA ENTENDER?

  • Resolvi de maneira diferente dos colegas:

    Aldo - 1/3

    Bento - 1/4

    Chico - ?

    Primeiro, descobrimos a parte de Chico:

    Total - Aldo - Bento = Chico

    1 - 1/3 - 1/4

    Tira o MMC de 4 e 3 = 12

    12 - 4 - 3 /12 = 5/12

    Então:

    Aldo - 1/3 (4/12)

    Bento - 1/4 (3/12)

    Chico - 5/12

    Agora vamos descobrir a proporção entre as partes de Aldo e Bento, utilizando a regra de 3:

    4/12 --- 100%

    3/12 --- x%

    4x/12 = 300/12

    x = 300/4

    x = 75%

    Para manter essa mesma proporção na venda, temos:

    Chico = Venda p/ Aldo + Venda p/ Bento

    5/12 = 100 x + 75 x

    175x = 5/12

    2100 x = 5

    x = 5/2100

    Mas queremos a proporção do terreno que foi vendida para Aldo, ou seja, 100x:

    100x = 5/2100 x 100

    100x = 5/21

    Espero que tenha ajudado :)

  • OUTRA FORMA DE RESOLVER:

    Aldo: 1/3

    Bento: 1/4

    Chico: Sobra.: 1-(1/3)-(1/4) = 5/12

     Para descobrir a proporção entre Aldo e Bento deve-se colocar as cotas de Aldo e de Bento uma sobra a outra:

    (1/3) / (1/4) = 4/3 , ou seja, ALDO/BENTO = 4/3.

    Como a parte de Chico irá ser divido entre Aldo e Bento de forma que a proporção de 4/3 seja mantida, teremos:

    A + x / B + y = 4/3 "pois, teremos que manter a mesma proporção", onde x + y = 5/12 ( X e Y são as partes que serão tiradas de Chico para serem dividas entre Aldo e Bento).

    considerando que Y = 5/12 - x (isolamos Y para descobrir o valor X que será repassado a Aldo). Aí é só resolver a equação.

    3.(1/3 + x) / 4.(1/4 + y) = 4/3

    x = 5/21 (gabarito B)

  • Gente, resolvi o problema por regra de três.

    Aldo, Bento e Chico são donos de um imóvel em sociedade. Aldo é proprietário de 1/3 do imóvel, Bento é proprietário de 1/4 do imóvel e Chico é proprietário da fração restante. Chico decidiu sair da sociedade e vendeu sua parte aos outros dois sócios de modo que, após a venda, a proporção entre a parte do imóvel de propriedade de Aldo em relação à parte do imóvel de propriedade de Bento se mantivesse igual à mesma proporção de antes da venda. Assim, a proporção do imóvel que Chico vendeu a Aldo foi de:

    Na proporção original Aldo tem 1/3 e Bento tem 1/4, somando essas duas frações, ambos têm 7/12.

    Quando Chico resolve sair da sociedade, Aldo e Bento ficam com TUDO, então 12/12 OU 1.

    Com essas informações em mãos, podemos questionar: se com a fração de 7/12 Aldo tinha 1/3. então, com TUDO quanto ele terá?

    7/12--------- 1/3

    1--------------- X

    X= 4/7

    Aí, a gente fica meio perdido, porque a fração de 4/7 não está como uma das alternativas. Mas calma, tem uma pegadinha! O problema quer saber a proporção do imóvel que Chico vendeu a Aldo, ou seja, desses 4/7, Aldo já tinha 1/3. Então, para saber quanto Chico vendeu a Aldo basta fazer uma subtração:

    4/7-1/3= 5/21

    E aí, chegamos na resposta!

    Beijos de luz e boa sorte a todos!

  • O comentário do professor é muito bom!


ID
3119314
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Nos termos da Lei Orgânica do Município de Fortaleza, compete ao Município

Alternativas
Comentários
  • Gabarito b

  • Art. 8º.  Compete ao Município:

    V –  organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluídos o de transporte coletivo, iluminação pública e o de fornecimento de água potável, que têm caráter essencial;

    VI –  manter, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, programas de educação pré-escolar e de ensino fundamental;

    VII –  promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano;

    XXVIII –  promover o ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano, ficando dispensada a exigência de Alvará de Funcionamento para templo religioso.


ID
3119317
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Em relação às licenças, dispõe o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Fortaleza que

Alternativas
Comentários
  • a) a licença para tratamento de saúde depende unicamente de laudo do médico particular do servidor, e terá a duração que for indicada no respectivo documento. - JUNTA MÉDICA MUNICIPAL

    b) terminada a licença para tratamento de saúde, o servidor reassumirá o exercício no prazo máximo de três dias úteis. - IMEDIATAMENTE.

    c) a licença por motivo de doença em pessoa da família será concedida com a remuneração proporcional ao tempo de efetivo exercício. - INTEGRAL.

    d) a licença para acompanhar o cônjuge ou companheiro será concedida com a remuneração proporcional ao tempo de efetivo exercício.- INTEGRAL.

    e) o servidor investido em mandato de Prefeito será considerado em licença e afastado do cargo, emprego ou função, sendo- -lhe facultado optar pela sua remuneração.


ID
3119320
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Regimento Interno
Assuntos

Em relação às Comissões, o Regimento Interno da Câmara Municipal de Fortaleza dispõe que

Alternativas

ID
3119323
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Em relação à sanção e ao veto do Prefeito aos projetos de lei aprovados, a Lei Orgânica do Município de Fortaleza estatui que

Alternativas
Comentários
  • a) o veto do Prefeito só pode ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Vereadores da Casa, em votação secreta. - MAIORIA DOS PRESENTES. MAIORIA ABSOLUTA SÓ NO CASO DE LC.

    b) o Prefeito poderá vetar o projeto caso o considere contrário ao interesse público, mas se o considerar inconstitucional, ao invés de vetá-lo deverá ajuizar representação de inconstitucionalidade no Tribunal de Justiça. - TAMBÉM PODE VETAR POR INCONSTITUCIONALIDADE, QUE É O JURÍDICO.

    c) o veto será apreciado em dois turnos de discussão e votação, com o parecer da comissão pertinente. - UM TURNO SÓ, EM COMISSÃO PERTINENTE.

    d) as Comissões Técnicas deverão se manifestar no prazo máximo de quarenta e oito horas antes da sessão de votação do veto e, não havendo manifestação, o veto será discutido e votado sem parecer.

    e) o veto será apreciado pela Câmara dentro do prazo de quinze dias, contado de sua leitura em Plenário. - 20 DIAS.

  • Simples e objetivo... mto obrigada Guilherme =)

  • COMENTA Y COMENTA

  • Além disso, usei para matar a questão o seguinte:

    Para proceder novas buscas de Inquérito Policial arquivado, basta a Notícia de novas provas.

    Para oferecer DENÚNCIA, por exemplo, de inquerito policial arquivado, necessariamente precisa de novas provas.

  • E em caso de atipicidade do fato investigado.

  • Mari pereira, se o motivo do arquivamento for a materialidade não cabe reabertura, pois não houve crime!

  • Essa é a resposta que o concurseiro precisa!

  • Muito bom! Só não entendi o final em que ele disse "(só na fase judicial)". Alguém explica, por gentileza.

  • Muito bom! Só não entendi o final em que ele disse "(só na fase judicial)". Alguém explica, por gentileza.


ID
3119326
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Regimento Interno
Assuntos

No que se refere às sessões, o Regimento Interno da Câmara Municipal de Fortaleza, dispõe que

Alternativas
Comentários
  • Oi!

    Gabarito: A

    Bons estudos!

    -Quem ESTUDA tem em suas mãos o poder de TRANSFORMAR não só a própria vida, como também das pessoas que lhe cercam.


ID
3119344
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Algumas raposas estão comendo os ovos de um depósito. No primeiro dia elas comeram 1/8 dos ovos. No segundo dia elas comeram 1/5 dos ovos que sobraram e no terceiro dia comeram 1/3 dos ovos que ainda restaram. Nesses três dias nenhum ovo foi reposto ou retirado do depósito. A fração dos ovos que inicialmente estavam no depósito e que sobraram intactos é

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? Tinha 100%

    ? 1/8 comido ? 12,5% (resto= 87,5%);

    ? 1/5 de 87,5% ? 17,5% (resto= 70%)

    ? 1/3 de 70% ? 23,33% (resto= 46,66%)

    ? Letra "a"= 7/15 de 100%= 46,66% e nossa resposta.

    ? Planejamento Completo nos estudos grátis: http://3f1c129.contato.site/plangestaoestudost2

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Solução avulsa do Aprendologia:

    https://youtu.be/s_bIrQXw4Gc

  • suponha que tenha sido 120 ovos no começo

    120 . 1/8 = 15 comeu, sobra 105 . 1/5 = 21 comeu, sobrou 84 . 1/3 = 28 comeu, sobrou  56

    56 / 120 = 7/15 nosso gabarito

  • Sobrou: 7/8

    Multiplica o restante das restantes: 4/5 . 2/3 = 8/15 

    Multiplica pela fração restante do ínicio: 7/8 . 8/15 = 7/15

    Gabarito A

    De nada. Não desistam!

  • Resolução em vídeo no YouTube: https://youtu.be/uFjiyIexVS0

  • Gabarito: A

    1- Como no primeiro dia elas comeram 1/8 dos ovos, sobraram 7/8.

    2- Já no segundo dia elas comeram 1/5 dos ovos que sobraram, então sobrou 4/5 de 7/8, o que resolve-se multiplicando as frações. -> 4/5 x 7/8 = 28/40.

    3- Por fim, no terceiro dia comeram 1/3 dos ovos que ainda restaram, ou seja, sobrou 2/3 de 28/40, o que também resolve-se multiplicando as frações. -> 28/40 x 2/3 = 56/120.

    Simplificando a fração (dividindo-se por 8) temos o resultado de 7/15, ou seja, da quantidade inicial de ovos, sobraram apenas 7/15, que corresponde a alternativa A.

  • Não entendi nada.

  • Gabarito - A

    1° dia - 1/8; Sobrou 7/8

    2° dia - 1/5 de 7/8; Sobrou 4/5

    3° dia - 1/3 de 4/5; Sobrou 2/3

    Agora é só multiplicar as frações: 2/3 . 4/5 . 7/8 = 56/120

    Simplifique a fração procurando o MDC (Máximo Divisor Comum) de 56 e 120. O valor encontrado será 8, logo simplifique sua fração por 8.

    Teremos o valor 7/15

    Ai está o passo a passo para quem tem dificuldade em resolver essa questão.

  • 1 Dia - Comeram 1/8 > sobrou 7/8

    2 Dia - Comeram 1/5 > sobrou 4/5

    3 Dia - Comeram 1/3 > sobrou 2/3

    Multiplica as sobras

    7/8.4/5.2/3 = 56/120

    Simplificando = 7/15

  • no inicio o total de ovos era 120, já que ,basta multiplicar os denominadores 8*5*3=120 ovos

    agora como a questão pede a fração do total de ovos que restaram basta pegar as frações dadas de 120

    1*120= 15entao esse quinze vai ser retirado do 120 -15=105

    8

    1 *105= 21 esse vinte e um é retirado do 105-21=84

    5

    1 *84=28 é o restante ,mais como a questão pede em forma de fração basta colocar 28 =simplificando fica 7

    3 120 15

    item A

  • 1) inicialmente temos x,

    x -x/8 = 7x/8.

    2) 7x/8 -1/5(7x/8) = 7x/8 -7x/40 = 28x/40 =7x/10

    3) 7x/10 - 1/3(7x/10) = 7x/10 - 7x/30 = 14x/30 = 7x/15

    No último dia tinha 7x/15, ou seja 7/15 de x.


ID
3119350
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um cubo de arestas medindo 3 cm foi formado por 27 cubinhos brancos de arestas medindo 1 cm. Após montado, esse cubo teve todas suas faces pintadas de azul. Em seguida, o cubo foi desmontado, e restaram cubinhos com faces pintadas de branco ou azul. O total de cubinhos com exatamente duas faces pintadas de azul é

Alternativas
Comentários
  • São 9 cubinhos por cada face do cubo grande sendo que são 6 faces, em cada face quatro cubinhos são pintados duas vezes, logo, 6*4=24 dividido por 2 já que cada cubinho deste estará presente em duas faces.

    6*4/2=12

    Para achar os que serão pintados duas vezes só imaginar o cubo.

    123 123 123

    456 456 456

    789 789 789

  • 8 cubinhos terão 3 lados pintados. ( são os das pontas.)

    12 cubinhos terão 2 lados pintados.

    6 cubinhos apenas um lado.

    1 cubinho sem pitura fica dentro.

    Gabarito letra D

  • kkk Não sabia nem oque era as arestas

     

  • Comentário do professor Thiago Nunes é horrível, errou totalmente a resolução da questão.

    Muito ruim as explicações dele, infelizmente.

  • Fiz assim:

    o cubo maior tem 27 cubinho

    nas 6 faces temos os cubos das 4 pontas são pintados 3x de azul, pois é da parte da frente, a da esquerda ou direta e parte de cima ou debaixo. Logo percebemos que os ficam no meio dos da ponta são pintados 2x de azul, assim sendo 4 dados, mais 4 dados da parte de trás, e 2 de cada lado, totalizando 12.

    exemplo da face da frente do dado:

    _ _ _

    l 3 2 3 l

    l 2 1 2 l

    l 3 2 3 l

    Achei a questão boa.

  • são 3 fileiras de 9 cubos, cada fileira terá 4 cubos com 2 faces pintadas

  • Esse professor parece eu tentanto resolver as questoes sem saber a formula e criando uma formula propria

    uahuahsuhsaeuhasue

    Esses cursos so estão preocupados com descontos e pacotes, enquanto a qualidade fica em 2 ou 3 opção..

     

  • 9 cubos em cada face (6 faces)

    o do meio de cada face é pintado de um lado só = 6

    o centrão de todos não é pintado = 1

    as pontas são pintadas de 3 lados = 8

    Somando 6 + 1 + 8 = 15

    27 - 15 = 12

  • Ótima questão, um passo em falso e vc erra.

    a questão exige raciocínio apurado e IMAGINAÇÃO na parte final, para vc contar corretamente, perceberá que os cubinhos dos vértices não podem ser contados , pois ficam 3 faces pintadas de azul, a face dos cubinhos que ficam no centro da face do cubo maior também não , pois ficam com apenas 1 face pintada de azul, cada CAMADA de 9 cubinhos dará 4 cubinhos que atendem às condições, são os cubinhos que são, ao mesmo tempo, laterais e centrais, como são 3 camadas de 9 cubinhos, 3 x 4 = 12.

  • QConcursos, retire os vídeos desse professor Thiago Nunes urgentemente. Raciocínio COMPLETAMENTE equivocado.

  • Esse professor do vídeo estudou com a Nice Yamagushi !?!?!?!

  • não desista!

    Gabarito: D

    Bons estudos!

    -Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum. – Jim Rohn


ID
3119353
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Os 72 alunos de uma escola devem, nas aulas de educação física, participar de treinos em uma, duas ou três modalidades esportivas, entre futebol, atletismo e natação. Sabendo que 33 alunos treinam futebol, 34 treinam atletismo e 26 treinam natação, e que 4 alunos treinam as três modalidades, o número de alunos que treinam exatamente duas modalidades é

Alternativas
Comentários
  • o total são 72 alunos, sendo que destes:

    33 - 4 treinam futebol = 29

    34 - 4 treinam atletismo =30

    26 - 4 treinam natação = 22

    o número 4 foi subtraído pois corresponde àqueles alunos que treinam as três modalidades, de modo que, para não haver dupla contagem, os mesmos foram subtraídos das três modalidades as quais fazem parte

    como a soma é maior do que o número total (72), há alunos que treinam 2 esportes, que podem ser:

    a) natação + atletismo = x

    b) natação + futebol = y

    c) futebol + atletismo = z

    sendo assim, temos que:

    29 (futebol) + 30 (atletismo) + 22 (natação) + 4 (as três modalidades) - x - y - z (deve ser subtraído aqueles que treinam as duas modalidades) = 72

    assim temos:

    85 - x - y - z = 72

    -x - y - z = - 13 (multiplica tudo por -1)

    x + y + z = 13 (a quantidade somada dos alunos que praticam pelo menos 2 esportes)

    Gabarito letra E

  • Uma outra forma de pensar é tentando fazer o somatório:

    y = quem faz atletismo e futebol

    z = quem faz atletismo e natação

    x = quem faz futebol e natação

    Para completar os 72 alunos, temos

    Atletismo: 34 = quem só faz atletismo + y +z + 4

    Fut: 33 = quem só faz futebol +x + y + 4

    Natação: 26 = quem só faz natação + x + z + 4

    Somamos todos eles, mas temos que retirar as partes para não somarmos mais de uma vez a mesma coisa (contar duas vezes quem tá em y, por exemplo):

    34 + 33 + 26 - y -4 - z - 4 -x = 72

    -( x + y + z) = - 13

    x + y + z = 13

  • de modo mais simplificado:

    interseção: 4

    futebol: 29

    atletismo: 30

    natação: 22

    29+30+22+4= 85

    85-72= 13 devem fazer duas modalidades, pois passa o total de alunos.

  • O enunciado não fala de treinar pelo menos duas, mas sim de treinar exatamente duas modalidades. Por isso acho que a resposta deveria ser 9.

  • A U B U C = A+B+C -I2 + I3

    72= (29+30+32) - I2 + 4

    72 = 81 - I2 + 4

    I2= 13

  • http://sketchtoy.com/69324905

    Meu diagrama

  • A U B U C = n (A)+ n(B)+n(C) - n(A B C)

    72= 33 + 34 + 26 - 4

    72 = 93 - 4

    72= 89

    89 - 72 = 17

    17 - 4 = 13

  • sketchtoy.com/69324905
  • força, guerreiro!

    Gabarito: E

    Bons estudos!

    -Tentar não significa conseguir, mas quem conseguiu, com certeza tentou. E muito.

  • formula do principio da inclusao e exclusao

    A logica é , independentemente de qual seja o numero de conjuntos, pra se chegar ao numero de elementos da uniao dos conjuntos, soma -se todos os totais, se forem 2 cojuntos soma-se os 2 totais, se forem 3 conjuntos, soma-se 3 totais, se forem 4 conjuntos, soma-se os 4 totais e asim por diante. Esse é o primeiro passo. O segundo passo é subtrair desse valor as interseccoes 2 a 2. Quando se tem apenas 2 conjuntos , só terá 1 interseccao 2 a 2.. quando se tem 3 conuntos, se terá 3 interseccoes 2 a 2 (pena nao dar pra desenhar aqui, mas é bom visualizar isso de alguma forma, procura desenhar pra visualizar ou pesquisar na internet esse desenho pra ficar facil de entender). Se se tem 4 conjuntos se teria 6 interseccoes 2 a 2, etc, Entao o segundo passo é subtrair todas as interseccoes 2 a 2 nao importa o numero delas. Terceiro passo: soma-se as interseccoes 3 a 3. No caso desse exercicio que sao 3 conjuntos, só se tem 1 interseccao 3 a 3. Não ha interseccoes 4 a 4, entao paramos por aqui nesse caso. Porem caso tivesse mais conjuntos , o proximo passo seria subtrair as interseccoes 4 a 4. Depois o quinto passo seria somar as interseccoes 5 a 5 e assim por diante, é um passo que soma e um que subtrai, um soma e um subtrai, sempre assim, por isso se chama principio da inclusao e exclusao.

    72 = 33+34+ 26 (soma dos totais) - (a+4) - (b+4) - (c+4) ( que é a subtracao das interccoes 2 a 2, esse 4 é o valor da interseccao 3 a 3 que compoe a interseccao 2 a 2 e sabemos o valor, o restante do valor das intersecoes de 2 a 2 nao sabemos e podemos chamar de a , b e c cada uma das partes que nao sabemos o valor) + 4 ( que é a intersecao dos 3.]

    72 = 93 -a -4 -b -4 -c - 4 +4

    a+b+c= 93-8-72

    a+b+c =13

    Esse valor é exatamente o que a questao está pedindo: 13 que é o numero de pessoas que treinam exatamente 2 modalidades.


ID
3119359
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Se 16 máquinas produzem 7.056 metros de tecido em 18 dias, então, supondo que cada uma das máquinas produz a mesma quantidade de tecido por dia, o número de máquinas necessário para produzir 10.829 metros de tecido em 17 dias é

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? Regra de três composta, lembrando que os dias não são diretamente proporcionais, logo invertemos:

    máquinas ----------------------------- metros ----------------- dias

    16 ----------------------------------------- 7056 -------------------- 18

    x ------------------------------------------- 10829 ------------------ 17 ?

    16/x= 7056/10829*17/18

    16/x= 7056*17/10829*18

    16/x= 119952/194922

    16*194922= 119952x

    3118752= 119952x

    x= 3118752:119952

    x= 26 máquinas

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • EU RESOLVO AS REGRAS DE TRÊS DE FORMA DIFERENTE.

    ESQUEÇA ESSE NEGÓCIO DE DIRETA E INVERSA, PROCURE O OBJETIO? TÉCIDOS. COLOQUE-O NA FRENTE E INVERTA, ASSIM:

    TECIDOS----MÁQUINAS----DIAS

    10829-----------16---------------18

    7056-------------X---------------17

    AGORA MULTIPLIQUE TUDO:

    10829.16.18 = 7056 . X . 17

    3118752 = 119952.X

    X = 26 NOSSO GABARITO

     

  • Aprendi com o professor Douglas Léo, sempre que produzir inverte independe de qualquer coisa.

    16............7056 ............18 ................

    X ..........10829 ............17 ...............

    16.7056.18=X.10829.17

    X= 26

  • Lembrando que a regra de 3 composta não caí na prova de escrivão/pcdf kk

  • questão boa pra perder tempo

  • SÓ PRA CONSTAR!!!

    Regra de Três Simples

    - Diretamente proporcional - Cruzado

    - Inversamente proporcional - Lado a lado

    Regra de Três Composta

    - Diretamente proporcional - MANTEM A ORDEM

    - Inversamente proporcional - INVERTE A ORDEM

  • Muita conta apenas !!!! Usem a seta para cima ou para baixo e não erre praticamente nenhuma questão

  • Dividir 3 milhões e uns quebrados por 119mil e uns quebrados na mão foi triste.

  • Gabarito (D)

    Regra de três composta

    Máquinas ----------------------------- Metros ----------------- Dias

    16 ----------------------------------------- 7056 -------------------- 18

    x ------------------------------------------- 10829 ------------------ 17

    Agora respira e vamos a luta hihi

    Sinais diferentes = inverte a fração

    Sinais iguais = mantém a fração

    1º) Se eu aumentei meu número de metros (de 7.056 para 10.829 = sinal de +) é porque aumentei meu número de máquinas (de 16 para x = sinal de +). Portanto a primeira fração ficara assim:

    16/x = 7.056/10.829

    2º) Se eu diminui meu número de dia (de 18 para 17 = sinal de -) é porque, consequentemente, aumentei meu número de máquinas (de 16 para x = sinal de +) Portanto:

    16/x = 7.056/10.829 . 17/18

    SIMPLIFIQUE (divida) 7.056 com 18 e simplifique 10.829 com 17.

    16/x = 392/637 . 1/1

    16/x = 392/637

    Agora é só multiplica cruzado e correr para o abraço!!

    392x = 10.192

    x = 10.192/392

    x = 26

    Dica: simplifique a conta SEMPRE que der, pois facilita na hora do cálculo.

    Bons estudos!

  • Eu converti metro para quilometro e ficou mais fácil:

    x . 17dias .7km=16 maquinas. 18 dias.10,8 km

    x=16. 18.10,8/17.7

    x=3110,4/119

    x= 26,1 maquinas

    Não sei se esta totalmente certo mas cheguei no resultado.

  • Gabarito:D

    Principais Dicas:

    • Simples: Separa as duas variáveis e faz uma análise de quem é diretamente (quando uma sobe, a outra sobe na mesma proporcionalidade) ou inversa (quando uma sobe, a outra decresce na mesma proporcionalidade). Se for direta = meio pelos extremos e se for inversa multiplica em forma de linha.
    • Composta: Separa as três variáveis ou mais. Fez isso? Coloca a variável que possui o "X" de um lado e depois separa por uma igualdade e coloca o símbolo de multiplicação. Posteriormente, toda a análise é feita com base nela e aplica a regra da setinha. Quer descobrir mais? Ver a dica abaixo.

     

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação juntos !!

  • Método do PROCESSO x PRODUTO :

    • Qual é o processo feito para produzir os metros de tecido (produto)?

    PROCESSO: PRODUTO

    16 MÁQ. --- 18 DIAS-- 7056 METROS DE TECIDO

    X MÁQ ----- 17 DIAS-- 10.829 METROS DE TECIDO

    • Multiplcando:

    X . 17. 7056 = 16. 18. 10829

    119.952 X = 3.118.752

    X= 26 LETRA D

    Outra questão para exemplificar:

    Três caminhões de lixo que trabalham durante doze horas com a mesma produtividade recolhem o lixo de determinada cidade. Nesse caso, cinco desses caminhões, todos com a mesma produtividade, recolherão o lixo dessa cidade trabalhando durante :

    A) 6 horas. B) 7 horas e 12 minutos. C) 7 horas e 20 minutos. D) 8 horas. E) 4 horas e 48 minutos

    • Resolução:

    PROCESSO: PRODUTO

    3 CAMINHÕES-- 12H---LIXO

    5 CAMINHÕES--- X ----LIXO

    5. X . LIXO = 3. 12. LIXO

    5X = 36

    X= 36 / 5 ---> DICA1: PARA DIVIDIR POR 5, BASTA "DOBRAR" OS NÚMEROS!

    X= 72/10

    X= 7,2 (PERCEBA QUE SE VC DIVIDIR 36 POR 5, DARÁ 7,2 :) )

    ----> DICA 2: TRANSFORMANDO O RESULTADO EM HORAS, ESSA DICA SÓ VALE QUANDO HOUVER UMA CASA DEPOIS DA VÚRGULA!!!

    X= 7,2

    • MANTÉM O PRIMEIRO NÚMERO E MULTIPLICA O SEGUNDO POR 6:

    X= 7 HORAS 2 X 6: 12 MINUTOS

    X= 7HORAS E 12 MINUTOS

    FONTE: PROFESSOR MÁRCIO FLÁVIO- GRANCURSOS, CURSO PCDF.

  • só numero chato, pqp FCC!!! nem animei fazer regra de 3 composta, calculei quantidade diária por maquina, calculei quantidade diária dos 17 dias, depois dividi esse ultimo resultado pela quantidade diaria por maquina.... deu trabalho, mas as contas eram suavimente melhores que a de regra de 3 composta, PQP!!

  • MÁQUINAS = DIAS = TECIDO (m)

    16 = 18 = 7056

    X = 17 = 10829

    Máquinas e dias são inversamente proporcionais, então multiplicaremos em linha reta: 16*18 e X*17

    Dias e tecido são diretamente proporcionais, então multiplicaremos em x: 18*10829 e 17*7056

    Montando a equação, fica:

    X*17*7056 = 16*18*10829

    X = 16*18*10829 / 17*7056

    X = 26

  • 10MIN

  • Quero ver alguém ensinar a fazer essa divisão na mão.

  • Olá!

    Gabarito: D

    Bons estudos!

    -O sucesso é a soma de pequenos esforços repetidos dia após dia.


ID
3193954
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Uma laje maciça e quadrada de concreto armado, com lados de 5 m, destinada a suportar veículos de peso total máximo de 30 kN, foi dimensionada com a espessura mínima prevista na norma ABNT NBR 6118. Se a taxa de armadura for de 60 kg de aço por metro cúbico de concreto, a quantidade de aço, em kg, a ser utilizada nessa laje é

Alternativas
Comentários
  • 5 cm para lajes de cobertura não em balanço; • 7 cm para lajes de piso ou de cobertura em balanço; • 10 cm para lajes que suportem veículos de peso total menor ou igual a 30 kN; • 12 cm para lajes que suportem veículos de peso total maior que 30 kN; • 15 cm para lajes com protensão.

    V = 5 * 5 * 0,1 = 2,50M3 -----> Regra de Três ------> X = 2,50m3 * 60kg/m3 = 150kg.

  • NBR 6118:2014

    13.2.4 Lajes

    13.2.4.1 Lajes maciças

    Nas lajes maciças devem ser respeitados os seguintes limites mínimos para a espessura:

    a) 7 cm para cobertura não em balanço;

    b) 8 cm para lajes de piso não em balanço;

    c) 10 cm para lajes em balanço;

    d) 10 cm para lajes que suportem veículos de peso total menor ou igual a 30 kN;

    e) 12 cm para lajes que suportem veículos de peso total maior que 30 kN;

    f) 15 cm para lajes com protensão apoiadas em vigas, com o mínimo de l/42 para lajes de piso biapoiadas e l/50 para lajes de piso contínuas;

    g) 16 cm para lajes lisas e 14 cm para lajes-cogumelo, fora do capitel.

    V = 5*5*0,1 = 2,50 m³

    1 m³ ---- 60 kg

    2,5 m³ -- X

    X = 2,50m³ * 60kg/m³ = 150kg.

  • 7 cm - Cobertura sem balanço;

    8 cm - Piso sem balanço;

    10 cm - se laje em balanço h<19 cm --> aplica coef gama= 1,95-0,05*h (cm);

    - se laje para veículos a carga deve ser <= 30 KN;

    12 cm - laje para veículos >30KN;

    15 cm - lajes protendidas apoiadas em vigas*;

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre estruturas em concreto armado, especificamente sobre lajes maciças.


    O projeto de estruturas de concreto é regulado pela ABNT NBR 6118 (2014), cujo título é “Projeto de estruturas de concreto – Procedimento". Em seu item 13.2.4.1, tal norma estabelece que:


    "13.2.4.1 Lajes maciças


    Nas lajes maciças devem ser respeitados os seguintes limites mínimos para a espessura:


    a) 7 cm para cobertura não em balanço;


    b) 8 cm para lajes de piso não em balanço;


    c) 10 cm para lajes em balanço;


    d) 10 cm para lajes que suportem veículos de peso total menor ou igual a 30 kN;


    e) 12 cm para lajes que suportem veículos de peso total maior que 30 kN;


    f) 15 cm para lajes com protensão apoiadas em vigas, com o mínimo de l/42 para lajes de piso biapoiadas e l/50 para lajes de piso contínuas;


    g) 16 cm para lajes lisas e 14 cm para lajes-cogumelo, fora do capitel."


    Portanto, para lajes maciças destinadas a suportar veículos de peso máximo de 30 kN, a espessura recomendada é de 10 cm. Com isso, o volume (V) de concreto da laje é de:




    Por fim, a quantidade de aço (n), em kg, a ser utilizada nessa laje, é dada pelo produto entre a taxa de armadura e o volume de concreto da laje. Dado que a taxa de armadura é de 60 kg por metro cúbico de concreto, resulta que:




    Logo, serão utilizados 150 kg de aço na laje do problema e, desse modo, a alternativa E está correta.


    Gabarito do professor: Letra E.


ID
3193957
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Considerando o efeito estrutural em serviço, segundo a NBR 6118, o limite de deslocamento vertical total de uma laje de concreto armado, destinada à cobertura, cuja superfície deve drenar água, em relação ao seu vão (L), é

Alternativas
Comentários
  • NBR 6118/2014

    Tabela 13.3 – Limites para deslocamentos (página 95)

  • L/250

    Letra C

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre estruturas em concreto armado.


    Os deslocamentos limites consistem em valores práticos, utilizados como base para a verificação em serviço do estado-limite de deformações excessivas de alguns elementos da estrutura.


    O projeto de estruturas de concreto é regulado pela ABNT NBR 6118 (2014), cujo título é “Projeto de estruturas de concreto – Procedimento". Tal norma trata sobre deslocamentos limites em sua Tabela 13.3, estabelecendo que o deslocamento visível de elementos estruturas deve ser de, no máximo, L/250, em que L é o vão livre de restrições do elemento.


    Portanto, a alternativa C está correta.


    Gabarito do professor: Letra C.


ID
3193960
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Para revestir paredes internas de edificações com placas cerâmicas, assentadas com argamassa colante, deve-se garantir que o desvio máximo de planeza da superfície sobre a qual serão assentados os revestimentos cerâmicos, em relação a uma régua retilínea com 2 m de comprimento, seja de

Alternativas
Comentários
  • NBR 13754/1996

    4.4 Superfície de aplicação dos revestimentos cerâmicos (página 4)

  • GABARITO A

    NBR 13754

    4.4.3 O desvio de planeza da superfície sobre a qual serão assentados os revestimentos cerâmicos não deve ser maior do que 3 mm em relação a uma régua retilínea com 2 m de comprimento.  

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre revestimento cerâmico.


    A placa de revestimento cerâmico consiste em um elemento formado pela mistura de argila e outros materiais que é prensada, extrusada e queimada em elevadas temperaturas. Na sequência, o material recebe acabamento.


    Os revestimentos cerâmicos são empregados em paredes, pisos, calçadas e fachadas com o intuito um ótimo acabamento estético, isolamento térmico e acústico, estanqueidade e facilidade de limpeza, dentre outras coisas.


    Tais placas são aplicadas com argamassa colante e o acabamento é feito com argamassa de rejunte.

    Quanto ao devido de planeja tolerado por norma, a ABNT NBR 13.754 (1996), intitulada "Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante", estabelece, em seu item 4.4.3, que “o desvio de planeza da superfície sobre a qual serão assentados os revestimentos cerâmicos não deve ser maior do que 3 mm em relação a uma régua retilínea com 2 m de comprimento". Portanto, a alternativa A está correta.


    Gabarito do professor: Letra A.


ID
3193966
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Segundo a NBR 13523, as instalações de recipientes abastecidos com GLP no local somente serão permitidas se a área do teto, laje de cobertura ou terraço da edificação onde ficarão assentados os recipientes, tiver superfície plana e cercada por muretas de 0,40 m a 0,60 m de altura, com tempo de resistência ao fogo de no mínimo

Alternativas
Comentários
  • Letra C

  • 5.7.1.1 A área do teto ou laje de cobertura da edificação onde ficará(ão) assentado(s) o(s) recipiente(s)deveter superfície plana, cercada por muretas de 0,4 a 0,6m de altura, com tempo de resistência ao fogo de, no mínimo, 2h.

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre instalações de gás.


    Especificamente, devemos nos pautar na ABNT NBR 13523 (2019), intitulada “Central de gás liquefeito de petróleo — GLP". Em seu item 5.3, tal norma trata sobre a localização, instalação, separação e agrupamento dos recipientes de GLP, estabelecendo na seção 5.3.4 que:


    5.3.4 As instalações de recipientes abastecidos com GLP no local, em teto, laje de cobertura e terraço de edificações, somente serão permitidas se:


    (...)


    e) a área do teto, laje de cobertura ou terraço da edificação onde fIcará(ão) assentado(s) o(s) recipiente(s), tenha superfície plana, cercada por muretas de 0,40 m a 0,60 m de altura, com tempo de resistência ao fogo de no mínimo 2 h, formando a área de evaporação. A distância destas muretas deve ser de no mínimo 1 m do recipiente. Esta mureta deve distar no mínimo 1 m das fachadas e de outras construções ou instalações no terraço, teto ou laje de cobertura, exceto quando utilizado abrigo ou parede resistente ao fogo. A área deve possuir dispositivo para drenagem de água pluvial que permaneça sempre fechado, somente sendo aberto na ocasião de drenagem de água;


    (...)".


    Logo, para a instalação de recipientes abastecidos com GLP no local, o tempo de resistência ao fogo mínimo exigido pela NBR 13523 (2019) é de 2 h e, portanto, a alternativa C está correta.


    Gabarito do professor: Letra C.


ID
3193969
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Segundo a NBR 9077, em edificações com estrutura medianamente resistente ao fogo, mas com fácil propagação de fogo entre pavimentos e que não possuam chuveiros automáticos de proteção contra incêndio, pode ser prevista apenas uma saída de emergência no pavimento, desde que o percurso máximo seja de

Alternativas
Comentários
  • É Claro q são 20m

    :')

    Tabela 6 NBR 9077

  • Estrutura medianamente resistente a fogo, mas com fácil propagação de fogo entre os pavimentos: Grupo Y, segundo a tabela 4 da NBR 9077.

    Distâncias máximas a serem percorridas, no caso de apenas uma saída, segundo a tabela 6 da NBR 9077:

    Grupo Y, com chuveiro automático -> 35,0 m

    Grupo Y, sem chuveiro automático -> 20,0 m

    Sinceramente, acho descabido esse tipo de questão...

  • Gab. D

    tipo ~~~~grupo ~~~~~~~sem chuveiro automático~~~~~~~~~~~~ com chuveiro automático

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~1 saída /// 2 ou mais saídas ~~~~~~~~~~~1 saída /// 2 ou mais saídas

    X~~~~qualquer~~~~~~~~~~10~~~~~~ 20~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ 25~~~~~~~~ 35

    Y~~~~qualquer ~~~~~~~~~~20~~~~~~ 30~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ 35~~~~~~~~ 45

    Z ~ ~~d e f g-3 g4 g5 h l ~~~30~~~~~~ 40 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~45~~~~~~ 55

    Z~~ A B g-1 g-2 J~~~~~~~~40~~~~~~ 50~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ 55~~~~~~ 65

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre o projeto de prevenção e combate a incêndio.


    O projeto de prevenção e combate a incêndio consiste na concepção de sistemas passivos e ativos para, respectivamente, prevenir a ocorrência de incêndios e combater os que estão ocorrendo. Para tanto, o projeto especifica uma infraestrutura dotada de extintores, mangueiras, hidrantes, iluminação de emergência, detectores de fumaça, corrimãos, sinalizações, etc.


    Nesse contexto, para determinar a distância máxima a ser percorrida até uma saída de emergência é definida pela Tabela 6 da ABNT NBR 9077 (2001). Tal tabela está exposta na Figura 1.


    Figura 1: Distâncias máximas a serem percorridas.



    Fonte: ABNT NBR 9077 (2001).


    A edificação do problema não possui chuveiros automáticos e possui apenas uma saída de emergência. Além disso, a edificação em questão é de classe Y, visto que ela é medianamente resistente ao fogo. Para tais dados, de acordo com a Tabela 6, prevê-se uma distância máxima de 20 m até uma saída de emergência para tais dados. Logo, a alternativa D está correta.


    Gabarito do professor: Letra D.

  •  

    mesma questão/ mesma banca

    FCC sempre repete questões!

     

     

    Q499418

    Ano: 2015

    Banca: FCC

    Órgão: TRE-RR

    Prova: Analista Judiciário - Engenharia Civi


ID
3193972
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

No projeto de sistemas prediais de esgoto sanitário, as caixas de gordura simples e cilíndricas devem possuir diâmetro interno mínimo e capacidade mínima de retenção, respectivamente, de

Alternativas
Comentários
  • NBR 8160

    5.1.5.1.3

    b) simples (CGS), cilíndrica, com as seguintes

    dimensões mínimas:

    1) diâmetro interno: 0,40 m;

    2) parte submersa do septo: 0,20 m;

    3) capacidade de retenção: 31 L;

    4) diâmetro nominal da tubulação de saída:

    DN 75;

    Alternativa C.

  • As caixas de gordura podem ser dos seguintes tipos:

    a) pequena (CGP), cilíndrica, com as seguintes dimensões mínimas:

    - diâmetro interno: 0,30 m;

    - parte submersa do septo: 0,20 m;

    - capacidade de retenção: 18 L;

    - diâmetro nominal da tubulação de saída: DN 75;

     

    b) simples (CGS), cilíndrica, com as seguintes dimensões mínimas:

    - diâmetro interno: 0,40 m;

    - parte submersa do septo: 0,20 m;

    - capacidade de retenção: 31 L;

    - diâmetro nominal da tubulação de saída: DN 75;

     

    c) dupla (CGD), cilíndrica, com as seguintes dimensões mínimas:

    - diâmetro interno: 0,60 m;

    - parte submersa do septo: 0,35 m

    - capacidade de retenção: 120 L;

    - diâmetro nominal da tubulação de saída: DN 100;

     

    d) especial (CGE), prismática de base retangular, com as seguintes características:

    - distância mínima entre o septo e a saída: 0,20 m;

    - volume da câmara de retenção de gordura obtido pela fórmula: V = 2 N + 20, onde: N é o número de pessoas servidas pelas cozinhas que contribuem para a caixa de gordura no turno em que existe maior afluxo; V é o volume, em litros;

    - altura molhada: 0,60 m;

    - parte submersa do septo: 0,40 m;

    - diâmetro nominal mínimo da tubulação de saída: DN 100.

  • complementando...

    As caixas de gordura devem ser dimensionadas levando-se em conta o que segue:

    a) para a coleta de apenas uma cozinha, pode ser usada a caixa de gordura pequena ou a caixa de gordura simples;

    b) para a coleta de duas cozinhas, pode ser usada a caixa de gordura simples ou a caixa de gordura dupla;

    c) para a coleta de três até 12 cozinhas, deve ser usada a caixa de gordura dupla;

    d) para a coleta de mais de 12 cozinhas, ou ainda, para cozinhas de restaurantes, escolas, hospitais, quartéis, etc., devem ser previstas caixas de gordura especiais.

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre redes prediais de esgoto sanitário.


    As caixas de gordura, como o próprio nome sugere, tratam-se de caixas responsáveis por reter gorduras, graxas e óleos presentes no esgoto, evitando a obstrução da rede.


    A ABNT NBR 8160 (1999), intitulada "Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução", trata-se da norma brasileira que fixa exigências e recomendações para o projeto e execução de sistemas prediais de esgoto sanitário. Tal código normativo trata sobre o dimensionamento de caixas de gordura em seu item cilíndrica e simples em seu item 5.1.5.1.3 b), estabelecendo que:


    "5.1.5.1.3 As caixas de gordura podem ser dos seguintes tipos:


    (...)


    b) simples (CGS), cilíndrica, com as seguintes dimensões mínimas:


    1) diâmetro interno: 0,40 m;

    2) parte submersa do septo: 0,20 m;

    3) capacidade de retenção: 31 L;

    4) diâmetro nominal da tubulação de saída: DN 75;


    (...)".


    Logo, as caixas de gordura simples e cilíndricas devem possui diâmetro interno mínimo de 0,40 m e capacidade mínima de retenção de 31 L. Portanto, a alternativa C está correta.


    Gabarito do professor: Letra C.

  • Oremos, irmãos. Para que essa não caia.


ID
3193978
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Uma empreiteira foi contratada para construir uma edificação, cujo orçamento dos custos diretos é R$ 525.600,00. Se o BDI praticado pela empreiteira é 30%, o preço de venda dessa edificação, em reais, é

Alternativas
Comentários
  • Pv = CD * (1+BDI)

    525.600*1,3 = 683.280,00

  • GABARITO LETRA B

    PREÇO DE VENDA = CUSTO DIRETO X ( 1 + BDI)

    PV = 525600 x ( 1 + 0,30)

    pv = 525600 x 1,3 = 683280,00

  • A questão exigiu conhecimento a respeito do cálculo do do preço de venda em função do BDI.

    Segundo Aldo Dórea no livro como preparar orçamentos de obra:

    "Benefícios (ou Bonificação) e Despesas Indiretas (BDI) é o fator a ser aplicado ao custo direto (CD) para obtenção do preço de venda (PV)."

    Essa relação pode ser vista pela expressão a seguir. 

     

    Fazendo as substituições: 

     

    Gabarito do Professor: Alternativa B. 

    FONTE: Mattos, Aldo Dórea Como preparar orçamentos de obras: dicas para orçamentistas, estudos de caso, exemplos / Aldo Dórea Mattos. -- São Paulo: Editora Pini, 2006

  • Preço final = Custos x (1+BDI)

    Preço final = 525.600 x (1+30%)

    Preço final = 525.600 x (1,3)

    Preço final = R$ 683.280,00


ID
3193984
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Para a estimativa de custo de construção de uma residência pelo método da quantificação de custo foram utilizados os seguintes dados: o valor do CUB − custo unitário básico da região: R$ 2.000,00/m2, 10% de taxa de administração, 5% de taxa de custos financeiros e 10% de lucro. O custo unitário da construção em reais, por metro quadrado, é 

Alternativas
Comentários
  • 2000*1,1 = 2200 ,00

    2200*1,05=2310 ,00

    2310*1,1=2541 ,00

    Mas, pq?

  • O lucro não incide na tx de custos financeiros

  • Segundo NBR 14653-2 → C = é o custo unitário de construção por m² de área equivalente de construção:

    C = [ CUB + (OE +OI + (Ofe – Ofd))/S ]x(1 + A)x(1 + F)x(1 + L)

    • Sendo:

    CUB = custo unitário básico

    OE = orçamento de elevadores / OI = " " instalações especiais / OFe e Ofd = " " de fundações especiais e diretas

    S = área equivalente de construção (NBR 12721)

    A = taxa de administração da obra

    F = percentual relativo aos custos financeiros

    L = percentual correspondente ao lucro

    • Substituindo, temos:

    C = 2000x(1 + 0,1)x(1 + 0,05)x(1 + 0,1)

    C = 2000x1,1x1,05x1,1

    C = 2541,00 R$/m²

  • 2000,00 x (1,1 x 1,1 x 1,05) = 2.541,00

  • Gabarito: Letra E.

    O custo unitário da construção consiste no produto entre o CUB e o produto entre 1 mais as taxas. Pela seguinte, fórmula:

    Custo Unitário = CUB x (1 + Taxa Adm.) x (1 + Taxa Custo) x (1 + Taxa de Lucro)

    Custo Unitário = 2000 x (1 + 0,10) x (1 + 0,05) x (1 + 0,10)

    Custo Unitário = R$ 2.541,00/ m2.

  • O custo unitário (CU) da construção pode ser determinado por: 



    Em que: 
    AD é a taxa administrativa. 
    CF é a taxa de custo financeiro. 
    L é o lucro.

    Substituindo os dados:


    Gabarito do Professor: Alternativa E.


    Vale acrescentar que: 

    custo global é a multiplicação do custo unitário pela área da edificação.

    O CUB é o custo estimado do metro quadrado em função do projeto-padrão (residencial, comercial e industrial).  Ele é calculado mensalmente pelo SINDUSCON e não leva em conta o custo de: fundações especiais, contenções, elevadores, ar condicionado, recreação paisagismo, impostos, taxas, projetos arquitetônicos e estrutural, instalações, etc. 
  • GAB.: E

    __________________________________

    E-book com 320 questões comentadas:

    https://abre.ai/c938


ID
3193987
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Em um edifício necessita-se instalar um motor bifásico com tensão de 220 V, potência de 4,4 HP, cosϕ de 0,746 e rendimento de 80%. Considerando que 1 HP é igual a 746 W, a corrente nominal desse motor é

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - letra B

    1HP = 746 W >>>>> 4,4HP = 3282,4 W>>>> P = 3282,4 W

    Inom = ( P ) / (V * n * cosφ )

    I nom = ( 3282,4 ) / ( 220 * 0,8 * 0,746 )

    Inom = 25A

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Hidráulica, especificamente sobre bombas.

    Primeiramente faz-se importante definir que bombas são dispositivos cuja função é conferir energia aos fluídos, aumentando sua pressão e, como consequência, melhorando o escoamento.


    A corrente nominal de um motor bifásico é calculada pela seguinte equação:






    Dado que 1 HP (cavalo-valor) equivale a 746 W e substituindo os dados do enunciado na equação, resulta que:





    Portanto, a corrente nominal do motor do problema é de 25 A e, dessa forma, a alternativa D está correta.


    Gabarito do professor: Letra D.


ID
3193993
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Para a apresentação do resultado do ensaio de Compactação (Ensaio de Proctor) recomenda-se determinar a curva de saturação e traçá-la em conjunto com a curva de compactação. A determinação da curva de saturação considera, além das massas específicas da água e dos sólidos, a relação entre

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA B

  • Y d = S x Ys x Yw /(S x Ys + S x Yw)

    Onde:

    Y d = peso específico aparente seco (kN/m3);

    S = grau de saturação (%);

    Yw = peso específico da água (aproximadamente 10 kN/m3);

    Ys= peso específico real dos grãos;

    w = umidade (%).

  • Alternativa: B

    O ensaio de Proctor (Normal, Intermediário ou Modificado), é realizado através de sucessivos impactos de um soquete padronizado na amostra. Com esse ensaio de compactação é possível obter:

    -Curva de compactação;

    -Peso específico seco máximo;

    -Umidade ótima; e

    -Curvas de saturação

     

    Cálculos:

     γd = (Sr.γs.γw)/(w.γs+Sr.γw)  

    yd - peso específico aparente seco

    Sr - Grau de saturação

    w - Umidade

    γs - Peso específico das partículas sólidas

    γw - Peso específico da água. 

    FONTE: https://www.ft.unicamp.br/~mantelli/ST636A/Relat%f3rios%20CBR.pdf

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre o ensaio de compactação Proctor.


    A compactação é um serviço cujo objetivo é reduzir o volume de vazios do solo por meio da aplicação de uma pressão no mesmo, reduzindo sua porosidade. Nesse contexto, o ensaio de compactação Proctor possui a finalidade de determinar para qual teor de umidade (teor de umidade ótimo) é possível obter a máxima massa específica aparente seca do solo.


    A Norma DNIT 164/2013-ME norteia os procedimentos para a realização do ensaio de compactação Proctor, estabelecendo como seu objetivo fixar “um método de determinação da correlação entre o teor de umidade de solo e sua massa específica aparente seca, quando a fração de solo que passa na peneira de 19 mm é compactada nas energias normal, intermediária e modificada, utilizando amostras não trabalhadas."


    Os procedimentos consideram que o volume de vazios esteja completamente ocupado por água e, portanto, o grau de saturação é igual a 100%.


    Portanto, a alternativa B está correta.


    Gabarito do professor: Letra B.

  • GAB.: B

    __________________________________

    E-book com 320 questões comentadas:

    https://abre.ai/c938


ID
3193996
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Nos trabalhos de terraplenagem a máquina autopropulsora ou rebocada de rodas ou esteiras, que possui uma caçamba com uma borda cortante posicionada entre os eixos, e que corta, carrega, transporta, descarrega e espalha materiais pelo movimento avante da máquina, denomina-se:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA D

  • D.

    Valetadeira é uma ferramenta da categoria de terraplanagem projetada para a produção de valas no solo com diversas profundidades e agiliza enormemente um processo que antes era manual.

    Retroescavadeira ou Retroescavadora é um trator ou máquina de terraplenagem equipada com uma pá carregadeira (caçamba) montada na frente e uma pequena concha (caçamba) na traseira do veículo.

    Motoniveladora é um  muito utilizado nas obras de construção civil, tendo se consolidado cada vez mais no mercado como item essencial para a realização de . Ela tem a função de ajustar o greide do solo, para que, desta maneira, o mesmo fique mais apropriado para receber a nova instalação à qual o empreendimento está sendo trabalhado.

    pá carregadeira é nada mais do que um trator com uma  na frente, esta máquina opera com tração força motriz e é muito utilizada para o carregamento de objetos, terras, minérios, entre outros, é também utilizada na escavação de terrenos e terraplanagem.

  • Para solucionar essa questão precisamos colocar em prática nossos conhecimentos sobre estradas e transporte, especificamente sobre ferramentas de terraplanagem.


    Na Engenharia Civil existem diversas ferramentas para otimização do trabalho. Na área de estradas, as máquinas de terraplanagem são fundamentais para agilizar os processos de escavação, movimentação e elevação de solo, transporte de materiais, compactação. Entre as ferramentas de terraplanagem, podemos definir:


    a) valetadeira: ferramenta para produção de valas de diferentes profundidades, que realiza a escavação contínua do solo, a elevação do material escavado e seu descarregamento;


    b) retroescavadeira: possui uma pá-carregadeira na parte dianteira e uma pequena caçamba que pode ser movimentada por um braço articulado na parte traseira. Pode realizar diversas funções como nivelamento e terraplanagem de terrenos, escavações em valas e trincheiras, carregamento de caminhões, remoção de resíduos de construção, transporte de terra e outros materiais, pequenas demolições. Portanto, utiliza-se uma retroescavadeira quando é necessário maior versatilidade na obra;


    c) motoniveladora: esse equipamento possui uma lâmina ajustável na parte central e um escarificador (ou ripper) na parte traseira. É utilizada para ajustar o terreno para a obra, deslocando materiais irregulares na superfície do solo para fazer o seu nivelamento;


    d) escrêiper: também chamado de moto scraper, esse equipamento é articulado e possui lâminas para raspagem do terreno e uma caçamba para recolher o material. Além de fazer o nivelamento do terreno (principal função da motoniveladora) pelo corte, também recolhe o material removido e o transporta;


    e) pá-carregadeira: possui uma pá na parte dianteira e é mais compacta que a retroescavadeira, sendo indicada para a movimentação de terra e outros materiais.


    Portanto, está correta a alternativa D, pois o equipamento de terraplanagem descrito no enunciado é um escrêiper ou moto scraper.


    Gabarito do professor: Letra D.


ID
3193999
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Um perfil geotécnico possui um horizonte de solo transicional com peso específico dos sólidos igual a 26,50 kN/m3, índice de vazios igual a 1,65 e teor de umidade de 75%. O peso específico natural deste horizonte, em kN/m3, é 

Alternativas
Comentários
  • E = 1,65 = Vv/Vs -> Vv = 1,65Vs

    h = 0,75 = ma/ms -> ma = 0,75ms

    ms/Vs = 26,5

    Ynat = mt/vt -> ma + ms /Vv + Vs -> 0,75ms +ms /1,65Vs + Vs -> 1,75ms/2,65Vs = 1,75*26,5/2,65 = 17,5kN/m³

  • Outro modo de resolver seria:

    γs = γd . (1 + e)

    γd = γs / (1 + e) = 26,5 / (1 + 1,65) = 10 KN/m³

    γn = γd . (1 + w) = 10 . (1 + 0,75) = 17,5 KN/m³

    ____________________________________________

    γs - peso específico dos sólidos

    γd - peso específico aparente seco

    γn - peso específico natural

    e - índice de vazios

    w - teor de umidade

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Mecânica dos Solos.


    O solo consiste na camada superficial da Terra, oriundo dos processos de intemperismo e decomposição das rochas. O mesmo é formado por uma fase sólida, composta de matéria orgânica e inorgânica; uma fase líquida, associada à água ou outra solução presente no solo; e uma fase gasosa, correspondente aos gases no solo.


    No problema em questão, o peso específico natural pode ser determinado empregando as seguintes equações:




    Visto isso, isolando o peso específico aparente seco do solo na primeira expressão e substituindo os dados fornecidos pelo enunciado do problema, resulta que:




    Por fim, substituindo o valor de γd encontrado e o valor de w fornecido pelo enunciado na segunda expressão citada, o valor do peso específico natural do solo fica determinado:




    Logo, o peso específico natural do horizonte de solo do problema é de 17,5 kN/m³ e, portanto, a alternativa C está correta.


    Gabarito do professor: Letra C.

  • Yn = Ys x (h+1)/(e+1)

    Yn = 26,5 x (0,75+1)/(1,65+1)

    Yn = 17,5 kN/m3

    Onde:

    Yn = Peso Especifico Natural

    Ys = Peso Especifico Sólido

    h = Umidade (%)

    e = Indice de vazios (Grandeza Adimensional)

    Simples Assim, uma aplicação trivial de fórmula:

    A impressão que dá é que os alunos de Engenharia tem o prazer de repassar as resoluções de uma forma dificil para aparentar uma suposta superioridade, triste isso, sejam mais objetivos nas resoluções de exercicios


ID
3194008
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

A caraterística única dos gessos que praticamente elimina o risco de fissuração de revestimentos, auxilia na moldagem de componentes e gera um excelente acabamento superficial, denomina-se:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra a)

     

    EXPANSÃO DO GESSO (EXPANSÃO DIMENSIONAL)

    É uma característica única dos gessos, que praticamente elimina o risco de fissuração de revestimentos, também auxilia na moldagem de componentes, pois preenche todos os vazios e detalhes do molde, gerando  excelente acabamento superficial.

    A retração é evitada por essa pequena expansão dimensional.

    Esse aumento de volume é provocado pelo arranjo geométrico dos cristais que resulta na formação de poros que ocorre durante a hidratação e prossegue até os 3 dias.

     

    fonte: meus resumos (não lembro de qual livro/apostila)

  • A questão trata do processo de hidratação do gesso, no qual, como geralmente acontece nos materiais de revestimento, ocorre a alteração de volume. Entretanto, uma característica única dos gessos é que ocorre uma contração inicial, seguida por uma expansão progressiva, o que contribui para a disposição dos sólidos nos espaços existentes. Esse fenômeno, denominado expansão dimensional ou linear, ajuda não apenas a evitar a fissuração, como auxilia na moldagem e propicia um bom acabamento superficial.

    Cabe lembrar que as fissuras ocorridas em argamassas de revestimento, por exemplo, são decorrentes dos processos higrotérmicos na mistura (retenção de água), sendo então a reação entre água e material o principal fator determinante de fissuras nos revestimentos.

    Gabarito do Professor: Alternativa A.


    Fonte:
    -JOHN, V. M.; CINCOTTO, M. A. Gesso de Construção Civil. In: Geraldo C Isaia. (Org.). Materiais de construção civil e princípios de ciência e engenharia de materiais. 1ed. São Paulo: IBRACON, 2007, v. 1, p. 727-760.

ID
3194011
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

O índice esclerométrico médio final deve ser obtido com no mínimo

Alternativas
Comentários
  • O resultado ou índice esclerométrico de uma área é expresso pela média dos índices da área.

    ▪ Será desprezado todo índice que esteja afastado de  10% da média.

    ▪ A média será de no mínimo 5 pontos, se isto não for possível, a área será desprezada.

  • Ensaio com Esclerômetro

    1° Escolhe o local para ensaio e faz um quadrado (o local de ensaio deverá estar sem revestimento)

    2° Divide-se o quadrado inicial em 9 quadrados menores

    3° Faz uma média dos valores obtidos (soma tudo e divide por 9)

    4° Despreza os resultados com desvios maiores e menores que 10%

    5° Faz uma nova média com os valores que sobraram (tem que sobrar no mín 5 valores)

    6° Multiplica a nova média por 1,02, e joga no ábaco

    De forma simplificada é isso ai, se tiver algum erro me corrijam

  • Questão de ensaio a respeito da quantidade de exemplares para o resultado do ensaio esclerométrico.  

    O ensaio esclerométrico tem como objetivo medir a dureza superficial do concreto, e de forma indireta o valor aproximado da resistência à compressão. A realização do ensaio de esclerometria consiste em uma massa martelo que, impulsionada por mola, choca-se na área de concreto a ser ensaiada (ver figura).   

    Quanto maior a dureza da superfície, menor a deformação do equipamento, e maior deve ser o recuo ou a reflexão da massa martelo. O equipamento utilizado no ensaio é chamado de esclerômetro de reflexão. 

     
    Fonte: Site Eletrônico Modulos Engenharia. 

    De acordo com a NBR 7584/2012: Concreto Endurecido - Avaliação da dureza superficial pelo esclerômetro de reflexão - Método de ensaio para calcular o índice esclerométrico médio final são necessárias, no mínimo, 5 amostras de impactos. Na impossibilidade da amostragem mínima, o ensaio esclerométrico dessa área deve ser desconsiderado. 


    Gabarito do Professor: Alternativa D.
  • NBR 7584/2012 – Concreto endurecido – Avaliação da dureza superficial pelo esclerômetro da reflexão – Método de ensaio

    5 Resultados

    Calcular a média aritmética dos 16 valores individuais (impactos) dos índices esclerométricos correspondentes uma única área de ensaio.

    Desprezar todo índice esclerométrico individual que esteja afastado em mais de 10 % do valor médio obtido e calcular a nova média aritmética.

    O índice esclerométrico médio final deve ser obtido com no mínimo cinco valores individuais. Quando isso não for possível, o ensaio esclerométrico dessa área deve ser desconsiderado.

    Nenhum dos índices esclerométricos individuais restantes deve diferir em mais de 10 % da média final. Se isso ocorrer, o ensaio esclerométrico dessa área deve ser desconsiderado.

    Corrigir, se necessário, o valor médio do índice esclerométrico obtido de uma área de ensaio para um índice correspondente à posição horizontal. Os coeficientes de correção devem ser fornecidos pelo fabricante do esclerômetro.

    .

    Gabarito: Letra D


ID
3194014
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Segundo a ABNT NBR 9050, rampa é toda inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento, com declividade igual ou

Alternativas
Comentários
  • rampa

    inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento, com declividade igual ou superior a 5%.

  • Questão direta que cobra a definição de rampa segundo a NBR 9050/2004: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos  

    De acordo com o texto da norma:  

    “3.35 rampa: Inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento. Consideram-se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%." 

    Tenha em mente que as inclinações menores do que 5% são consideradas desníveis. Ademais, as rampas podem ter inclinação máxima de até 12,5% (situações excepcionais). 

    Gabarito do Professor: Alternativa E.  
  • Gabarito Letra E

    De acordo com a NBR 9050/2020

    3.1.30 - Rampa: inclinação da superficie do piso, longitudinal em sentido ao caminhamento, com declividade igual ou superior a 5%

  • Questão similar: Q1727702 


ID
3194020
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

No preparo para a execução de pinturas, em edificações não industriais, sobre pisos de cimento novo rústico/não queimado deve-se aguardar a secagem e cura por

Alternativas
Comentários
  • 6.2 Piso

    a) cimentado novo liso/queimado ou de difícil limpeza: aguardar a secagem e cura por 30 dias. Lavar com ácido muriático e água (1:4). Aguardar a secagem e certificar-se de que a limpeza efetuada na superfície provocou poros para a aderência da tinta ao piso;

     

    b) cimentado novo rústico/não queimado: aguardar a secagem e cura por 30 dias;

     

    c) cimentado antigo: lavar com solução de ácido muriático e água na proporção 1:4 e enxaguar. Aguardar a secagem.

  • qual NBR é ?
  • NBR 13245 - 1995 Execução de pinturas em edificações não industriais

  • A.

    NBR 13245 - 1995 Execução de pinturas em edificações não industriais

     aguardar a secagem e cura por 30 diasLavar com ácido muriático e água .

     

  • Para solucionar essa questão precisamos colocar em prática nossos conhecimentos sobre o serviço de pintura.


    O serviço de pintura é realizado com o objetivo de proteger e conferir acabamento ao substrato. Para tanto, é necessário que a mesma seja bem executada.


    Nesse contexto, a preparação de superfície e execução de pinturas em edificações não industriais é norteada pela ABNT NBR 13245 (2011). Em seu item 6.2.1, tal código normativo trata sobre o preparo de diferentes tipos de superfície de piso para pinturas, estabelecendo que:


    6.2 Piso


    6.2.1 Tipos de superfície


    Os tipos de superfície, bem como sua respectiva preparação são apresentados a seguir:


    NOTA  Em todos os casos, verificar as condições da superfície e seguir as orientações descritas em 6.2.2.


    a) cimentado novo liso/queimado ou de difícil limpeza: aguardar a secagem e cura por 30 dias. Após este período, lavar com solução de ácido muriático e água na proporção 1:4, respectivamente, e enxaguar bem. Aguardar a secagem e certificar-se de que a limpeza efetuada na superfície provocou poros para a aderência da tinta ao piso;


    b) cimentado novo rústico/não queimado: aguardar a secagem e cura por 30 dias;


    c) cimentado antigo: lavar com solução de ácido muriático e água na proporção 1:4, respectivamente, e enxaguar bem. Aguardar a secagem."


    Portanto, para a pintura de pisos de pisos de cimento novo rústico/não queimado, em edificações não industriais, deve-se aguardar a secagem e cura por 30 dias. Logo, a alternativa A está correta.


    Gabarito do professor: Letra A.


ID
3194023
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Para a execução de pavimento intertravado com peças de concreto, a camada do subleito deve estar bem drenada, mantendo o lençol freático rebaixado no mínimo

Alternativas
Comentários
  • Para a execução de pavimento intertravado com peças de concreto, a camada do subleito deve estar bem drenada, mantendo o lençol freático rebaixado no mínimo 1,50 m da cota final da superfície do pavimento acabado

  • Coloca a fonte galera

  • http://www.sinaprocim.org.br/Normas/PISO_INTERTRAVADO/ATAS/2009/Ata_da_5a._Reuni%C3%86o_CE_18.600.11_Piso_17.09.2009.pdf

  • Segundo a NBR 15953:2011 - Pavimento intertravado com peças de concreto - Execução:

    " a camada do subleito deve estar bem drenada, mantendo o lençol freático rebaixado no mínimo 1,50 m da cota final da superfície do pavimento acabado. "

  • Para solucionar essa questão precisamos colocar em prática nossos conhecimentos sobre pavimentação, especificamente sobre pavimentos intertravados com peças de concreto.


    Primeiramente faz-se importante definir que a pavimentação consiste no revestimento de um piso ou terreno. De forma simplificada, as camadas que constituem um pavimento são:


    - Subleito: material de fundação do pavimento;

    - Leito: camada situada acima do subleito, formada pelas movimentações de terra na terraplenagem para conceber o greide de projeto;

    - Reforço de subleito: camada concebida com o intuito de com intuito de melhorar a capacidade estrutural do pavimento. Esta camada possui propriedades geotécnicas inferiores as da sub-base, sendo empregada com o intuito de reduzir a espessura dessa última por motivos econômicos;

    - Sub-base: camada intermediária entre o reforço do subleito e a base. Ela tem a função de controlar deformações e compatibilizar o comportamento mecânico das camadas, podendo sua existência ser desnecessária;

    - Base: camada que resiste e distribui as ações provenientes das cargas verticais;

    - Revestimento: camada localizada acima da base, na posição mais externa. Sua função é receber a ação do tráfego diretamente.


    Visto isso, a ABNT NBR 15953 (2011) trata sobre a execução de pavimentos intertravados com peças de concreto, estabelecendo requisitos específicos para o subleito em seu item 5.1:


    5.1 Subleito


    O subleito pode ser constituído de solo natural do local ou proveniente de empréstimo, devendo cumprir as especificações da ABNT NBR 12307 e os seguintes requisitos mínimos:


    — o material do subleito deve apresentar índice de suporte califórnia (ISC ou CBR) maior que 2 % e expansão volumétrica menor ou igual a 2 %, conforme ensaio especificado na ABNT NBR 9895;


    — caso seja necessário o reforço do subleito, sua execução deve atender às especificações da ABNT NBR 12752;


    — toda a camada de subleito deve estar limpa, sem a presença de plantas, raízes e qualquer tipo de matéria orgânica;


    a camada do subleito deve estar bem drenada, mantendo o lençol freático rebaixado no mínimo 1,5 m da cota final da superfície do pavimento acabado;


    — a camada final do subleito deve apresentar a cota definida no projeto e ter os mesmos caimentos da camada de revestimento do pavimento pronto, sendo recomendado o caimento mínimo de 2 %, salvo condição específica de projeto."


    Logo, o lençol freático deve estar rebaixado no mínimo 1,50 m da cota final da superfície do pavimento acabado e, portanto, a alternativa C está correta.


    Gabarito do professor: Letra C.

  • NBR 15953:2011 – Pavimento intertravado com peças de concreto – Execução

    5 Requisitos específicos

    5.1 Subleito

    O subleito ser constituído solo natural do local ou proveniente de empréstimo, devendo cumprir as especiações da ABNT NBR 12307 e os seguintes requisitos mínimos:

    — o material do subleito deve apresentar índice de suporte Califórnia (ISC ou CBR) maior que 2% e expansão ou igual a 2%, conforme ensaio na ABNT NBR 9895;

    — caso seja necessário o reforço do subleito, sua execução deve às especificações da ABNT NBR 12752;

    — toda a camada de subleito deve estar limpa, sem a presença plantas, raízes e qualquer tipo de matéria orgânica;

    — a camada subleito deve estar bem drenada, mantendo o lençol freático rebaixado no mínimo 1,5 m da cota final da superfície pavimento acabado;

    — a final do subleito deve apresentar a cota definida no projeto e ter os mesmos caimentos  da camada de revestimento do pavimento pronto, sendo recomendado o caimento mínimo de 2%, salvo condição específica de projeto.

    .

    Gabarito: Letra C


ID
3194026
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

Quando for necessário o trânsito sobre a escavação, devem ser construídas passarelas de largura mínima de

Alternativas
Comentários
  • 18.36.3. Quanto à escavação, fundação e desmonte de rochas:

    h) Se necessário o trânsito sobre a escavação-> Passarelas de largura mínima de 0,60m, com guarda-corpos, ; 

  • Questão desatualizada segundo a nova redação da NR-18 (http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-3.733-de-10-de-fevereiro-de-2020-242575828)

    18.8.7 Rampas e passarelas

    18.8.7.1 As rampas e passarelas devem:

    a) ser dimensionadas em função de seu comprimento e das cargas a que estarão submetidas;

    b) possuir sistema de proteção contra quedas em todo o perímetro, conforme o subitem 18.9.4.1 ou 18.9.4.2 desta NR;

    a) ter largura mínima de 0,8 m (oitenta centímetros);

    b) ter piso com forração completa e antiderrapante;

    c) ser firmemente fixadas em suas extremidades.

  • 18.36.3 Quanto à escavação, fundação e desmonte de rochas:

    h) devem ser construídas passarelas de largura mínima de 0,60m (sessenta centímetros), protegidas por guarda-corpos, quando for necessário o trânsito sobre a escavação;

    Não sei não hem Felipe, o enunciado é bem claro quanto ao que consta em " Quanto à escavação, fundação e desmonte de rochas:" e não "Rampas e passarelas"

    Fica a dúvida aí... cadê o comentário do professor?

  • Para solucionar essa questão precisamos colocar em prática nossos conhecimentos sobre a Norma Regulamentadora 18 (NR 18).


    Atualmente, a segurança no trabalho vem se tornando uma preocupação cada vez mais recorrente. Em especial no canteiro de obras, medidas que zelem pela saúde e segurança dos trabalhadores são imprescindíveis e acarretam em diversas vantagens, como maior produtividade, por exemplo.


    A NR 18, intitulada “Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção" trata-se da norma que fixa diretrizes com o intuito de implementar e assegurar medidas que busquem resguardar a saúde e segurança nos processos, nas condições e no ambiente de trabalho na indústria da construção civil.


    Nesse contexto, a Portaria n.° 3.733/2020 aprova a nova redação na NR 18 e trata sobre rampas e escadas em seu item 18.8.7, estabelecendo que:


    18.8.7 Rampas e passarelas


    18.8.7.1 As rampas e passarelas devem:


    a) ser dimensionadas em função de seu comprimento e das cargas a que estarão submetidas;


    b) possuir sistema de proteção contra quedas em todo o perímetro, conforme o subitem 18.9.4.1 ou 18.9.4.2 desta NR;


    a) ter largura mínima de 0,8 m (oitenta centímetros);


    b) ter piso com forração completa e antiderrapante;


    c) ser firmemente fixadas em suas extremidades.


    (...)".


    Portanto, a alternativa C está correta. Vale ressaltar que, antes da existência da portaria citada, a NR 18 previa a necessidade de passarelas com largura mínima de 0,60 m, protegidas por guarda-corpos, para o trânsito sobre a escavação. Por essa razão, o gabarito do professor diverge do gabarito da banca.


    Gabarito do professor: Letra C.


    Gabarito da banca: Letra A.

  • item 18.7.2.12 Quando for necessário o trânsito de pessoas sobre as escavações, devem ser construídas passarelas em conformidade com o item 18.8 desta NR.


ID
3194029
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

O comando DIMBASELINE do programa Auto CAD© para Windows

Alternativas
Comentários
  • Acertei no chute.

    Como o comando possui "base no nome", então procurei uma alternativa que falasse sobre base.

    Alternativa D

  • Esse programa é para Engenheiros.

  • O AutoCAD é um software para desenho assistido pelo computador.
    Ele poderá operar com a interface gráfica através de mouse ou caneta de mesa digitalizadora, ou com comandos na linha de comandos do aplicativo.
    O comando DIMBASELINE possibilita o dimensionamento linear a partir de uma linha de referência.

    Gabarito: Letra D.



  • Nunca ouvi falar!

  • Gabarito D

  • Porque autocad está em noções de informática ?


ID
3194032
Banca
FCC
Órgão
Câmara de Fortaleza - CE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Engenharia Civil
Assuntos

O Selo Procel Edificações, estabelecido em novembro de 2014, é um instrumento de adesão voluntária que tem por objetivo principal identificar as edificações que apresentem as melhores classificações de eficiência energética em uma dada categoria, motivando o mercado consumidor a adquirir e utilizar imóveis mais eficientes. Nos edifícios comerciais, de serviços e públicos são avaliados APENAS

Alternativas
Comentários
  • Nos edifícios comerciais, de serviços e públicos são avaliados três sistemas:

    envoltória,

    iluminação e

    condicionamento de ar.

    Nas Unidades Habitacionais são avaliados: a envoltória e o sistema de aquecimento de água.

  • Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre o Selo Procel Edificações.


    O Selo Procel Edificações é um programa voluntário da Procel que visa estimular imóveis com eficiência energética. Nesse contexto, a Procel estabelece em seu portal que:


    "Nos edifícios comerciais, de serviços e públicos são avaliados três sistemas: envoltória, iluminação e condicionamento de ar. Nas Unidades Habitacionais são avaliados: a envoltória e o sistema de aquecimento de água."


    Logo, os três sistemas avaliados para a certificação Procel são envoltória, iluminação e condicionamento de ar. Portanto, a Alternativa B está correta.


    Gabarito do professor: Letra B.