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Prova CESGRANRIO - 2011 - Transpetro - Contador Júnior - Auditoria Interna


ID
463858
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

No trecho “ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos." (L. 37-38), o sentido da palavra mesmo equivale àquele usado em:

Alternativas
Comentários
  • LETRA A

    Ambos com o mesmo sentido de adjetivo, que figura em pessoa; que se apresenta em caráter pessoal:

    “Eles mesmos pressentiam .... qualquer coisa de trágico, de mau...” (Antônio Patrício, Serão Inquieto, p. 140);

    “Responde / Como eu mesma: ‘Não sei’.” (Vicente de Carvalho, Poemas e Canções, p. 280);

    “Mas agora estou pensando no erro mais profundo que me divide de mim mesmo.” (Gustavo Corção, Lições de Abismo, p. 125);

    “esquecida de si mesma” (Antônio Patrício, Serão Inquieto, p. 57).
    • “ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos (adj. próprios).” - semelhança, identidade
    • a) Ele mesmo falou com a escritora. (próprio)
    • b) Mesmo a pessoa mais sagaz não perceberia o erro. (adv. "até")
    •  c) Mesmo que  eu me vá, a festa continuará animada. (loc. conj.  Mesmo que, ainda que, conquanto)
    •  d) Ele acertou mesmo a questão. (adv. de verdade, verdadeiramente)
    •  e) Só mesmo o diretor para resolver esta questão.  usada com valor reforçativo somente
  • Porra, tu ler o texto e tiram uns trechos que nao tem nada a ver, achei que estava maluco

  • No excerto, a palavra mesmo possui o sentido de a próprio. Assim, analisando as assertivas, teremos:

    a) Correto: Apresenta o mesmo sentido do enunciado - " Ele próprio falou com a escritora.";
    b) Errado: Possui o sentido de inclusão (inclusive, até);
    c) Errado: Apresenta sentido de incerteza, dúvida (ainda);
    d) Errado: Expressa certeza, verdade;
    e) Errado: Representa um advérbio que pode ser substituído por unicamente, somente.

  • a-

    tem sentido reflexivo, com funcao de realce, podendo ser removido sem afetar a oracao


ID
463861
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

Observe as palavras “se” no trecho “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” (L. 16-17)

Afirma-se corretamente que ambas apresentam, respectivamente, as mesmas funções das palavras destacadas em:

Alternativas
Comentários
    •  “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” (Conjunção subordinativa condicional/partícula expletivaPartícula integrante do verbo
    • a) Tire um tempo livre se quiser/ se tratar. (Classe gramatical de tratar-severbo pronominal )
    • Conjunção subordinativa condicional/Partícula integrante do verbo
    • b) Ele se considera sabido/ se acerta todas as questões.(Classe gramatical de considerar-se: verbo pronominal)
    • Partícula integrante do verbo/Conjunção subordinativa condicional
    •  c) O consumidor virá queixar-se, se você não devolver o produto. (pronominais  orgulhar-se apaixonar-se dignar-se arrepender-se queixar-se)
    •  Partícula integrante do verbo: ligada a verbos pronominais./Conjunção subordinativa condicional
    • d) Formaram-se diversos grupos para debater se é o melhor momento.
    • Partícula apassivadora: quando se liga a verbos transitivos diretos com a intenção de apassivá-los./Conjunção subordinativa integrante: a conjunção introduz orações subordinadas substantivas (pode ser substituida por isso "se é o melhor momento = isto")
    • e) Se ele desconhecia se ia adotar uma nova política, por que tocou no assunto?

    Conjunção subordinativa condicional: introduz orações subordinadas adverbiais condicionais. /Conjunção subordinativa integrante: a conjunção introduz orações subordinadas substantivas  ( "se ele desconhecia isso")

  • Questão repetida, igual a 33.
  • Como o primeiro "se" é uma condicional troca-se por: caso e o segundo é reflexivo mude a "voz"
    Trecho: Caso nao cuidar-se botam numa jaula

     a) Tire um tempo livre caso quiser tratar-se 
    • Conjunção subordinativa condicional / Partícula integrante do verbo

  • Gabarito letra A!

    O primeiro "se" se refere a uma conjunção condicional, devido a possível substituição por " caso "
    O segunda "se" é parte integrante do verbo, já que o verbo " tratar " é pronominal. 
    ex: eu me trato, tu se tratas, nós nos tratamos.

    Força guerreiro!

  • a correta... c correta também

  • a-

    1° se- conjuncao p/ condicao

    2° se - pronome reflexivo p/ 3° pessoa

  • GAB: LETRA A

    Complementando!

    Fonte: SQ Estratégia

    A - Tire um tempo livre se quiser se tratar.

    • CORRETA.

    • Assim como na frase do enunciado, o primeiro "se" está funcionando como conjunção subordinativa condicional e o segundo, como pronome reflexivo.

    • Vejamos os conceitos:

    • As conjunções condicionais iniciam uma oração subordinada em que é indicada uma hipótese ou uma condição necessária para que seja realizada ou não o fato principal: Exemplos: Se, caso, quando, conquanto que, salvo se, sem que, dado que, desde que, a menos que, a não ser que.

    • Os pronomes reflexivos são pronomes pessoais oblíquos que, embora funcionem como objetos direto ou indireto, referem-se ao sujeito da oração. Indicam que o sujeito pratica e recebe a ação expressa pelo verbo.

    ===

    B - Ele se considera sabido se acerta todas as questões.

    • INCORRETA.

    • Vale lembrar:

    • Os pronomes reflexivos são pronomes pessoais oblíquos que, embora funcionem como objetos direto ou indireto, referem-se ao sujeito da oração. Indicam que o sujeito pratica e recebe a ação expressa pelo verbo.

    ===

    C - O consumidor virá queixar-sese você não devolver o produto.

    • INCORRETA.

    • No trecho em destaque as palavras 'se' exercem função de pronome reflexivo e conjunção subordinativa condicional.

    ===

    D - Formaram-se diversos grupos para debater se é o melhor momento.

    • INCORRETA.

    • Na frase em comento, temos pronome apassivador e conjunção subordinativa condicional.

    • Revisando:

    • Quando pronome apassivador, o "se" acompanha verbos transitivos diretos (VTD) e transitivos diretos e indiretos (VTDI) na formação da voz passiva sintética.

    ===

    E - Se ele desconhecia se ia adotar uma nova política, por que tocou no assunto?

    • INCORRETA.

    • Na frase as palavras "se" estão funcionando como conjunção subordinativa condicional e conjunção integrante.

    • Vale lembrar:

    • Conjunções integrantes são conjunções subordinativas que introduzem orações substantivas, ou seja, orações que atuam como um substantivo na frase, desempenhando funções de sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicado nominal e aposto. Conjunções integrantes: que, se.


ID
463864
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

Embora no texto “Um pouco de silêncio" predomine o emprego da norma-padrão, em algumas passagens se cultiva um registro semiformal.

O fragmento transposto corretamente para a norma-padrão é:

Alternativas
Comentários
    • a) “Quem não corre com a manada (...)” (L. 15) / Quem não corre à manada
    • incorreto: verbo correr não aceita apreposição (neste caso)
    •  
    • b) “notamos as frestas (...)” (L. 36) / notamos às frestas
    • incorreto: verbo notar é t.d., então não pede preposição
    •  
    • c) “Chegamos em casa (...)” (L. 48) / Chegamos a casa
    • correto:
    • verbo chegar pede a preposição a, indicando deslocamento (como a maioria dos verbos de movimento)
    • palavra casa não aceita artigo quando não está determinada, assim não pode aparecer crase
    •  
    • d) “(...) assistir a um programa:” (L. 49-50) / assistir à um programa
    • incorreto: não aparece artigo definido diante de artigo indefinido, então também não aparece crase


    • e) “trazendo à tona (...)” (L. 52) / trazendo há tona
    • incorreto: à tona é uma locução (adv.) feminina, que leva(m) crase, mas é o v. haver, empregado no sentido de existir, o que não encaixa na oração
    •  
    • a) “Quem não corre com a manada (...)” (L. 15) / Quem não corre à manada
    • O verbo correr é intransitivo  (regido pelas  preposições "com e de":
    • b) “notamos as frestas (...)” (L. 36) / notamos às frestas
    • verbo transitivo direto, não rege preposição
    • c) “Chegamos em casa (...)” (L. 48) / Chegamos a casa (correta)
    • Ele chegou a casa. 
      O verbo chegar é intransitivo, logo quem  chega, chega a algum lugar, a
      Tal construção existe tanto no Brasil quanto em Portugal, apesar de oralmente (e culturalmente) o brasileiro utilizar a oração "chegar em casa".

       "a casa" só vai ter crase se casa tiver um adjunto adnominal (um modificador) como em "chegou/fui/vou à casa de pedro", mas "chegou/fui/vou a casa.
    • d) “(...) assistir a um programa:” (L. 49-50) / assistir à um programa (errada)
    • incorreto: A crase não deve ser empregada junto a alguns pronomes indefinidos.
    • Nos sentidos de presenciar, estar presente a, comparecer, assistir é Transitivo Indireto e exige a preposição a.

    • e) “trazendo à tona (...)” (L. 52) / trazendo há tona (incorreto)
    • ha é vervo haver = existir
  • Só um detalhe:

    c) “Chegamos em casa (...)” (L. 48) / Chegamos a casa (correta)

    "Chegar" é intransitivo. Quem chega, chega.
    O verbo pede preposição "a" (direção, destino) mas nem toda preposição é o indicativo de que o verbo tenha objeto indireto.
    No caso, "a casa" é circunstância de local (onde?). A carga semântica da preposição é direção, destino.

    []s

  • Não se usa crase:

    Antes da palavra "casa" no sentido de "próprio lar":
    Chegamos a casapode-se substituir por -> Chegamos em casa.
     
    Antes da palavra "terra" no sentido de "solo": Os marinheiros voltaram a terra. (terra no sentido de solo, chão firme, porém não especificada). Caso "terra" fosse especificado então se utilizaria crase. Ex.: "Irei à terra de meus pais" (terra no sentido de solo, chão firme, porém especificada). Se "Terra" for um substantivo, também se utilizaria a crase. Ex: "Os astronautas voltaram à Terra".

  • O verbo chegar é usado, majoritariamente, como verbo intransitivo. Contudo, pode atuar também como verbo transitivo direto, estabelecendo regência sem a presença de uma preposição, e como verbo transitivo indireto, estabelecendo regência com as preposições a, de, para, em,...

    Verbo chegar como verbo intransitivo

    O verbo chegar é intransitivo, não necessitando de complementos verbais, com os seguintes sentidos:

    - Quando indica a ação completa de ir a algum lugar.

    Ele ainda não chegou.

    Você chegou cedo hoje!

    - Quando indica o ato de acontecer, tendo início no tempo.

    O verão chegou!

    As férias já chegaram!

    Verbo chegar sem regência de preposição

    O verbo chegar apresenta uma transitividade direta, não necessitando da presença de uma preposição, quando indica o ato de aproximar ou movimentar alguma coisa.

    Chega o teu banco para perto do meu.

    Chega as tuas mãos para lá!

    Verbo chegar com regência da preposição a

    O verbo chegar apresenta uma transitividade indireta, estabelecendo regência com a preposição a com os seguintes sentidos:

    - Quando indica o ato de se aproximar de um lugar para onde se foi.

    Cheguei ao aeroporto às duas da manhã.

    Ninguém chegou à festa na hora marcada.

    - Quando indica o ato de atingir ou alcançar um determinado lugar, valor ou importância.

    Chegamos ao fim do trajeto.

    A dívida do condomínio chega a vinte mil reais.

    Você nunca chegará aos pés dele.

    Atenção: preposição em!

    Embora o uso da preposição a seja o correto, há uma preferência entre os falantes para o uso da preposição em nesses sentidos. Embora esse uso já esteja consagrado pelo uso, deverá ocorrer apenas em contextos informais.

    Já cheguei em casa.

    Ainda não cheguei no trabalho.

    O trem chegou no fim da linha.

    Você não chega nos meus pés.

     

    Fonte: https://www.conjugacao.com.br/regencia-do-verbo-chegar/

  • O verbo chegar pode ser:
    - Transitivo indireto: Quando significa valor de limite.
    ex.: Seu estudo chegou ao extremo do saber.

    - Intransitivo: Quando indica movimento a um destino. Neste caso, usa-se a preposição a. Com a ideia de movimento do local de origem, deve-se usar e preposição de.
    ex: Chegamos a casa.
          Chegamos de Fortaleza.
     

  • c-

    chegar a casa - cheguei a minha casa

    mas....

    chegar à casa do joao.


ID
463867
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

A mudança na pontuação mantém o sentido da frase original, preservando a norma-padrão da língua, em:

Alternativas
Comentários
    •  a) “Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.” (L. 1-2) / Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho gostar de sossego é uma excentricidade.
    • aposto explicativo deve ser isolado por duas vírgulas
    •  
    • b) “algumas que não combinam conosco nem nos interessam.” (L. 6-7) / algumas que não combinam conosco, nem nos interessam.
    • correta

    • c) “Quem não corre com a manada praticamente nem existe,” (L. 15-16) / Quem não corre, com a manada praticamente nem existe,
    • erro grave separar complemento do verbo

    • d) “disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters (...)” (L. 19-20) / disparamos sem rumo ou em trilhas determinadas feito hamsters
    • separa oração intercalada, que depende da primeira, por motivo de elipse do verbo:
    • disparamos sem rumo – ou disparamos em trilhas determinadas – feito hamsters

    • e) “Estar sozinho é considerado humilhante,” (L. 26) / Estar sozinho, é considerado humilhante,
    • erro grave separar sujeito do precidativo
  • Vimos anteriormente que as alternativas a, c, d e e estão incorretas porque as alterções propostas acarretam erros gramaticais, o que não ocorre na letra b, sobrando essa como resposta.
     
    Entretanto, a questão pede “a mudança na pontuação (que) mantém o sentido da frase original”. Mas, ao analisar a alternativa b, percebemos que a alteração proposta pode acarreta alteração semântica:
     
    sem virgula:
    Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.”
     
    Percebemos que trata-se de uma enumeração, e o nem funciona como o e e o ou, conjunção coordenativa aditiva, que possue a função de adicionar um termo a outro, ou uma oração à outra, de mesma função gramatical, e que é um caso de uso proibido da virgula.
     
    Assim, sendo o sentido é: “Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco e algumas que nem nos interessam.”
     
     
    com virgula:
    Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco, nem nos interessam.”
     
    O uso da vírgula pode indicar supressão ou deslocamente de um termo ou expressão:
    Deslocamente: “Muitas desnecessárias, outras impossíveis, nem nos interessam algumas que não combinam conosco.” (há alteração no sentido)
    Supressão: “Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco, algumas que nem nos interessam.” (idem ao caso sem virgula)


    Então, percebe-se que, com ou sem vírgula, o sentido pode ser o mesmo, apesar de também possibilitar outras interpretações.
  • b-

    ambas sao oracoes coordenadas aditivas assindeticas - nao ha conjuncao unindo as oracoes. isso é possivel se o contexto deixar obvio a conjuncao omitida.


ID
463870
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

No diálogo abaixo, cada fala corresponde a um número.
I — Por que ele adquiriu somente um ingresso!
II — Comprou dois: um para você outro para mim.
III — Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!"
IV — Pelo visto você acredita em tudo, o que ele diz.

Em relação ao diálogo, a pontuação está correta APENAS em

Alternativas
Comentários
  • I — Por que ele adquiriu somente um ingresso! ?

    II — Comprou dois: um para você, outro para mim.

    III — Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!”
    correto

    IV — Pelo visto você acredita em tudo, o que ele diz. 

  • O ítem IV fica assim: IV — Pelo visto, você acredita em tudo o que ele diz.

    O "Pelo visto" está deslocado na oração.
  • 11. Acentua-se, regra geral, o i e o u tónicos antecedidos de vogal sem formar ditongo, tanto nas palavras agudas como nas graves: , mas ai; saí(s), mas sai(s); baú(s), mas mau(s);caísLuísegoístaheroínajuízes, juízopeúgas, saúdeviúvamiúdograúdodistraí-la,retribuí-o.

    11. 1. Não são acentuadas quando o i e o u são precedidos de ditongo: saiabaiucamaoismo,tauismo.

    11. 2. Nem se acentuam o i ou o u se forem seguidos de lmnrz pertencentes à mesma sílaba ou de nhMadailRaulruimcontribuintecontribuirdesdemiurgojuizmoinho.

    11. 3. Também não se acentuam os ditongos tónicos iu e ui precedidos de vogal: saiuatraiu,pauis.


  • II — Comprou dois: um para você, outro para mim.
     Usa-se vírgula para indicar a supressão de uma palavra ou de um grupo de palavras, no caso "e"

    IV — Pelo visto você acredita em tudoo que ele diz. 

    Adjuntos adverbiais curtos: não se exige vírgula com eles, salvo se for exigida pausa:
    Depois disso tudo voltou ao normal. (ou Depois disso, tudo voltou ao normal)
    No verão passado fomos à Paris. (ou No verão passado, fomos à Paris)
  • Sim, e cadê o ponto final da frase????
    Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!” 
    A exclamação (!) é a finalização da oração citada, agora a minha frase está SEM PONTO FINAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Como pode estar correta??

    E se eu esquecer de colocar ponto final na minha redação a Cesgranrio vai achar bem bonito né...
    Ai ai...
  • Poderia ficar também:

    Por que ele adquiriu somente um ingresso?! (com a interrogação na frente da exclamação)


    quanto à III, faltou, de fato, o ponto final. Bem confuso isso
  • Em atenção à III, o Prof.º da LFG, Agnaldo Martino, preleciona o seguinte: quanto citamos a fala ou escrita de alguém, se o sinal de entonação - neste caso a exclamação - for parte da citação, não carece a inserção do ponto-final. Contudo, caso a citação não venha com o sinal de entonação, carece a frase, depois da sinalização com aspas, de ser pontuada, a fim de se indicar que o período terminou e goza de sentido completo. Eis o motivo de ter sido a omissão utiilizada de maneira correta. Vejamos as possibilidades:
    1 - Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!”
    2 - 
    Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu”.
    3 - 
    Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu.”
  • I — Por que ele adquiriu somente um ingresso?
    II — Comprou dois: um para você, outro para mim.
    III — ok
    IV — Pelo visto você acredita em tudo o que ele diz.


ID
463876
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

O trecho em que se encontra voz passiva pronominal é:

Alternativas
Comentários
  • Voz passiva pronominal (sintética):
    forma-se com um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto na 3ª pessoa do singular ou plural + se (pronome apassivador ou particula apassivadora) + sujeito paciente.
    ex: Vendem-se casas.

    • a) “feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.” (L. 20-21)
    • não é voz passiva
    • não tem sujeito paciente
    •  
    • b) “Recolher-se em casa,” (L. 23)
    • não é voz passiva
    • não tem sujeito paciente
    •  
    • c) “sinal de que não se arrumou ninguém” (L. 26-27)
    • correta
    •  
    • d) “Mas, se a gente aprende a gostar (...)” (L. 55)
    • não é voz passiva
    • se não é pronome
    •  
    • e) “nela a gente se refaz (...)”(L. 65)
    • não é voz passiva
  • A voz passiva pronominal (ou sintética) ocorre apenas com os verbos transitivos diretos, cujo objeto se converte em sujeito por obra do pronome apassivador "se".

    Toda voz passiva pronominal, pode ser transformada em voz passiva analítica.

    a) “feito hamsters /que (Os hamsters) se alimentam de sua própria agitação.”  = voz ativa b) “Recolher-se em casa,” = recolher-se pronominal (São considerados verbos pronominais aqueles que se apresentam sempre com um pronome oblíquo átono como parte integrante do verbo)  c) “sinal de que não se arrumou ninguém” = sinal de que ninguém foi arrumado - voz passiva pronominal (ou sintética) d) “Mas, se a gente aprende a gostar (...)”  - o "SE" é conjunção subordinativa condicional   e) “nela a gente se refaz (...)” - refazer-se: verbo pronominal
  • Letra C. ''Voz passiva pronominal (ou sintética) apresenta pronome apassivador se.
    Para que o ''se'' seja um pronome apassivador, ele deve estar relacionado a um verbo
    transitivo direto, com sujeito paciente explícito na frase. Exemplo: Alugam-se casas.
    (Casas são alugadas). Vejamos cada alternativa: (A) “feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.” — os hamsters praticam a ação de “se alimentar”; este se é
    pronome reflexivo. (B) “Recolher-se em casa,” — o verbo recolher é intransitivo e o
    se é partícula integrante do verbo. (C) “sinal de que não se arrumou ninguém” — o
    verbo arrumar é transitivo direto e o se é uma partícula apassivadora; na voz passiva
    analítica temos: “sinal de que não foi arrumado ninguém”. (D) “Mas, se a gente
    aprende a gostar (...)” — o se é uma conjunção condicional. (E) “nela a gente se
    refaz (...)” — “a gente” pratica a ação de “se refazer”, ou seja, refazer a si mesmo; o
    se é um pronome reflexivo.''  FERNANDO PESTANA 

  • GAB: LETRA C

    Complementando!

    Fonte: SQ Estratégia

    A questão trata de vozes verbais.  

    As vozes verbais classificam-se em voz ativa, voz passiva e voz reflexiva.

    • Voz ativa: a ação verbal é praticada pelo sujeito agente.

     Voz passiva: a ação verbal é sofrida pelo sujeito paciente.

    • Voz reflexiva: o sujeito pratica e sofre a ação ao mesmo tempo. 

    DICA: Devemos sempre analisar a transitividade do verbo, visto que a voz passiva só ocorre quando o verbo é transitivo direto ou bitransitivo (direto e indireto).

    ===

    A - “feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.” (ℓ. 20-21)

    • INCORRETA.

    • Primeiramente devemos analisar a regência do verbo, ou seja, se há transitividade, se o verbo pede ou não complemento. O segundo passo é analisar se o sujeito é agente (pratica a ação) ou paciente (recebe a ação). 

    • Na frase destacada o verbo está na voz reflexiva. 

    • Na voz reflexiva o sujeito pratica e sofre a ação ao mesmo tempo.

    ===

    B - “Recolher-se em casa,” (ℓ. 23)

    • INCORRETA.

    • A voz passiva só ocorre diante de verbo transitivo direto e verbo bitransitivo (direto e indireto). Quando os verbos forem transitivos indiretos, de ligação ou intransitivos não haverá voz passiva.

    • Na frase destacada, o verbo é intransitivo e o SE é partícula integrante do verbo, logo não há voz passiva.

    ===

    C - “sinal de que não se arrumou ninguém” (ℓ. 26-27)

    • CORRETA.

    • A voz passiva só ocorre diante de verbo transitivo direto e verbo bitransitivo (direto e indireto). Quando os verbos forem transitivos indiretos, de ligação ou intransitivos não haverá voz passiva.

    • A voz passiva pode ser analítica (formada por verbo auxiliar + particípio) ou pronominal ou sintética (formada por verbo na 3ª pessoa +SE). 

    • A alternativa está correta, pois o verbo é transitivo direto e a partícula SE é pronome apassivador.

    ===

    D - “Mas, se a gente aprende a gostar (...)” (ℓ. 55)

    • INCORRETA.

    • A voz passiva só ocorre diante de verbo transitivo direto e verbo bitransitivo (direto e indireto). Quando os verbos forem transitivos indiretos, de ligação ou intransitivos não haverá voz passiva.

    • A frase destacada está na voz ativa. O sujeito "a gente" pratica a ação e o SE é conjunção condicional.

    ===

    E - “nela a gente se refaz (...)”(ℓ. 65)

    • INCORRETA.

    • As vozes verbais classificam-se em voz ativa, voz passiva e voz reflexiva.

    • Na frase destacada o verbo está na voz reflexiva. 

    • Na voz reflexiva o sujeito pratica e sofre a ação ao mesmo tempo. "a gente se refaz" = refaz a si mesmo.


ID
463879
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

A explicação correta, de acordo com a norma-padrão, para a pontuação utilizada no texto, é a de que

Alternativas
Comentários
  • a) usa-se a vírgula para separar orações coordenadas assindéticas (que omitem a conjunção)

    b) usa-se dois-pontos antes de uma explicação ou sequência

    c) As aspas na alternativa servem para destacar a palavra ou expressão que queira se dar especial relevo na frase, no caso porque se usa o verbo arrumar como neologismo (arrumar no sentido de arranjar é um brasileirismo)

    d) novamente, os dois-pontos são usados antes de uma explicação ou sequência

    e) a vírgula é usada no caso para separar vários termos coordenados em enumeração
  •     a) a vírgula em “É indispensável circular, estar enturmado.” (L. 14) indica uma relação de explicação entre os termos coordenados.
    Que é termo coordenado é fácil de ver.
    Só não vejo a relação explicativa entre os termos.
    Alguém comenta algo?!

        b) os dois pontos em “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” (L. 16-17) assinalam a ideia de consequência.
    Assinala a ideia de causa!

        c) as aspas em “(...) se ‘arrumasse’ (...)” (L. 28) acentuam o sentido de organização do verbo “arrumar”.
    Ideia de adquirir, obter, comprar.

        d) os dois pontos em “(...) pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo?” (L. 30-31) indicam dúvida entre duas possibilidades distintas.
    Indica apenas uma possibilidade: terapia E antidepressivo.

        e) a vírgula antes do “e” em “transa, ganha dinheiro, e come, envelhece,” (L. 43) marca a diferença entre dois tipos de enumeração.
    Numa enumeração, todos os itens tem o mesmo "peso"

    []s
  • Letra A!

    Ela esta na forma reduzida, ou seja, o verbo esta na forma nominal do infinitivo.

    “É indispensável circular, estar enturmado.” (L. 14)


    Tirando da forma nominal ficaria.

    É indispensável circular, que/pois/porque esteja enturmado.

    Podemos perceber que é uma oração coordenada explicativa.


  • (B) os dois pontos em “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” assinalam a ideia de consequência.   Não se trata de uma conseqüência. A expressão “um animal estranho” sintetiza o que foi afirmado antes.   (C) as aspas em “(...) se ‘arrumasse’ (...)” acentuam o sentido de organização do verbo “arrumar”.   As aspas acentuam o sentido irônico no emprego do verbo “arrumar”.   (D) os dois pontos em “(...) pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo?” indicam dúvida entre duas possibilidades distintas.   Os dois pontos aparecem antes de uma enumeração de possibilidades.   (E) a vírgula antes do “e” em “transa, ganha dinheiro, e come, envelhece,” marca a diferença entre dois tipos de enumeração.   A vírgula marca um realce ao item da enumeração introduzido pela conjunção “e”.

    http://www.gramatiquice.com.br/2011/07/prova-de-portugues-comentada-concurso_12.html

ID
463882
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

A frase em que todas as palavras estão escritas de forma correta, conforme a ortografia da Língua Portuguesa, é:

Alternativas
Comentários
  • a) privilégio

    b) cogitando

    c) possui
         sesta = Repouso que se costuma fazer, depois do almoço, nos países quentes: fazer a sesta.

    d) trás (trás) = prep. e adv. Atrás, após, detrás.           Traz = verbo

    O termo “trás” (com acento e grafado com “s”) tem o mesmo significado de atrás, detrás. Tem função de advérbio de lugar, vem sempre acompanhado de uma preposição, formando com esta uma locução adverbial. 

    O termo “traz” (sem acento e escrito com “z”) tem o mesmo significado de conduzir, transportar, causar, ocasionar, oferecer. É a conjugação do verbo “trazer” na terceira pessoa do singular do indicativo ou na primeira pessoa do singular do imperativo.

    até à = 
    tualmente no Brasil o emprego da crase diante da preposição "até" é facultativo.

    Não precisa ser sábio para entender as coisas, basta ser sensato - frase retirada de um conto de minha autoria
  • Facultativa o uso da crase desde que o verbo exiga a preposição.

    ex: obedeço até à mãe do pedro. Usa-se a crase por que o verbo exige a preposição, nesse caso vc opta por usar ou nao o acento grave.
    mas veja

    EX: Conheço até a mãe de daniel.  Nesse caso nao se faz uso da crase por que o verbo nao exigi o uso da crase.

    abçss

  • Correta E
    a) Foi um previlégio PRIVILÉGIO ser acompanhado pelo advogado do sindicato.
    b) Estão cojitando COGITANDO de fabricar salas acústicas.
    c) A senhora possue POSSUI algumas horas para tirar a cesta ( SESTA - repouso após o almoço).
    Os verbos terminados em "-uir" não têm a terminação "-ue".
    A terceira pessoa do singular do presente do indicativo desses verbos termina em "-ui": ele atribui, ele contribui, ele distribui, ele retribui, ele possui.

    d) O lado de traz  (trás) segue até à sala de descanso.
    advérbio -1. depois de; após
    2 na parte posterior; atrás, detrás
    preposição - 3 relaciona por subordinação e expressa anterioridade e/ou o que está sob falsa aparência. Ex.: t. aquela fala macia, ex iste uma grande raiva contida

    e) CORRETA

  • exemplo de "questão dada"...

  • a) privilégio;

    b) cogitando;

    c) possui;

    d) trás! (traz ===> trazer).

  • GABARITO LETRA E.

    A frase em que todas as palavras estão escritas de forma correta, conforme a ortografia da Língua Portuguesa, é:

    A) Foi um PRIVILÉGIO ser acompanhado pelo advogado do sindicato.

    B) Estão COGITANDO de fabricar salas acústicas.

    C) A senhora POSSUI algumas horas para tirar a cesta.

    D) O lado de TRÁS segue até à sala de descanso.

    GABARITO / E) Estava hesitante/ EM DÚVIDA sobre a escolha do bege claro para a mobília. Hesitar (titubear, estar em dúvida).


ID
463885
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

A sentença em que o verbo entre parênteses está corretamente flexionado é

Alternativas
Comentários
  • O verbo "reaver" é defectivo e só será conjugado onde (no mesmo tempo e modo) o verbo haver tiver a letra "v", veja:

    Presente do Indicativo
    Hei -
    Hás -
    -
    Havemos Reavemos
    Haveis Reaveis
    Hão -
     
    Perceba que no presente do indicativo a letra "v" só aparece na 2ª e 3ª pessoa do plural, logo, só haverá "reaver" neste mesmo tempo e modo nas 2ª e 3ª pessoas.

     Presente do subjuntivo
    Haja -
    Hajas -
    Haja -
    Hajamos -
    Hajais -
    Hajam -
     
    Perceba que no presente do subjuntivo, em nenhuma das pessoas a parece, no verbo "haver" a letra "v" logo não haverá reaver no presente do subjuntivo.
  • No primeiro comentário, a colega fez confusão entre "rever" e "reaver". O correto é: O coordenador reviu.
  • Vamos estudar em vez de perder tempo puxando cabelo e beliscando.
    Já passamos do jardim de infância! :-)
  • Alguém sabe qual a regência de apreciar?
  • Vamos lá justificar por alternativa:

    a) Verbo "Rever"
    O verbo nesta oração está conjugado no modo Indicativo, tempo Pretérito Perfeito:
    eu revi
    tu reviste
    ele/ela reviu (modo correto: O coordenador reviu as necessidades dos grupos)
    nós revimos
    vós revistes
    eles/elas reviram

    b) Verbo "Deter"
    O verbo nesta oração também está no tempo Pretérito Perfeito:
    eu detive
    tu detiveste
    ele/ela deteve (modo correto: A impaciência deteve as pessoas)
    nós detivemos
    vós detivestes
    eles/elas detiveram

    c) Verbo "Reaver"
    Pela mesma dica do primeiro amigo, justifico o erro dessa alternativa. Nesse tempo e pessoa não existe a conjugação do verbo reaver. A oração está no modo Indicativo , tempo Presente e 1º Pessoa do Singular:
    eu -         (não existe maneira correta de se reescrever a frase)
    tu -
    ele/ela -
    nós reavemos
    vós reaveis
    els/elas -

    d) Vebo "Opor"
    O verbo nessa oração está no modo Subjuntivo, tempo Futuro:
    quando eu opuser
    quando tu opuseres (modo correto: Quando você opuseres à minha solidão,...)
    ou (Quando você se opuser à minha solidão, ...[por causa do pronome se])
    quando ele/ela opuser
    quando nós opusermos
    quando vós opuserdes
    quando eles/elas opuserem

    e) Verbo "Apreciar"
    O verbo está no modo Indicativo e no tempo Presente:
    eu aprecio
    tu aprecias
    ele/ela aprecia
    nós apreciamos  (Nós apreciamos os bons alunos. Correta a frase)
    vós apreciais
    eles/elas apreciam
  • Alguém sabe o porque da letra E está incorreta?no entendi
  • Priscila, a questão E é a única correta.

  • a) reviu

    b) deteve

    c) reaver é defectivo, nao havendo declinacao para 1° pessoa singular

    d) opuser

    e) ok


ID
463888
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

The communicative intention of the article is to

Alternativas
Comentários
  • O segundo paragrafo do texto embasa a alternativa correta. Em sua tradução temos:
    "A pesquisa, apresentada fevereiro..., poderia ajudar a obter suprimentos para as áreas que sofreram catástrofes naturais ou ajudar a preparar para uma distribuição eficiente de vacinas quando os golpes contra a gripe"
  • b-

    The outset of the passage presents the overall difficulties when disaster strikes and there comes the obligatory need to ship aid to the affected areas. Then it brings up the proposed solution, a devised system that takes into account a number of factors in addition to cost and time constraints and outputs an path optimised for wrecked routes and convoluted circumstances. 

    Esse é o tipo de questao que tem que fazer depois de responder 3 ou 4 questões para se ter uma ideia clara do texto sem precisar lê-lo de novo. O texto é somente informativo, relatando um sistema que planeja rotas para transporte em situacoes de emergencia


ID
463891
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

According to Anna Nagurney, in paragraph 3 (lines 14-26), an efficient logistics system must consider the

Alternativas
Comentários
  • Cleanest path to a minimum cost = lowest cost to....

    Sendo assim, uma eficiente logística deve considerar o menor preço.

  • De acordo com Anna Nagurney, no parágrafo 3 (linhas 14-26), um sistema de logística eficiente deve considerar 
    A) o caminho mais curto que liga dois pontos finais frágeis.
    B) apenas meios de levar mercadorias perecíveis por via terrestre.
    C) a rede mais rentável, em termos de transporte barato.
    D) menor custo para colocar as mercadorias de forma segura e em condições adequadas.
    E) a utilização de  meios de transporte padrão normalmente utilizados para produtos médicos.
    "Mais do que considerar o caminho mais curto de um lugar para outro para maximizar o lucro, seu  sistema  tem como objetivo  o caminho mais simples a um custo mínimo, enquanto capta fatores tais como como a perecibilidade do produto e a incerteza de rotas de abastecimento. "Você não sabe onde está a demanda, por isso é complicado, disse Nagurney."

    "Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. 'You don't know where demand is, so it's tricky,' said Nagurney.
    Segundo parágrafo 3, inferimos que a alternativa D está correta.
  • d-

    Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’

    A logistics system shouldn't follow a greedy algorithm pattern and just work out the shortest possible route to arrive at the desired destination. Rather, it has to take into account a number of constraints such as infrastrcuture conditions, sell-bydate of the transported goods, costs and unpredictability of the available paths. 

    O parágrafo compara uma abordagem conveniocnal (o qual verifica caminho mais curto) com o sistema proposto (caminho mais seguro e outras variaveis). 

  • Segundo parágrafo 3, inferimos que a alternativa D está correta.

    De acordo com Anna Nagurney, no parágrafo 3 (linhas 14-26), um sistema de logística eficiente deve considerar 

    A) o caminho mais curto que liga dois pontos finais frágeis.

    B) apenas meios de levar mercadorias perecíveis por via terrestre.

    C) a rede mais rentável, em termos de transporte barato.

    D) menor custo para colocar as mercadorias de forma segura e em condições adequadas.

    E) a utilização de meios de transporte padrão normalmente utilizados para produtos médicos.

    "Mais do que considerar o caminho mais curto de um lugar para outro para maximizar o lucro, seu  sistema tem como objetivo  o caminho mais simples a um custo mínimo, enquanto capta fatores tais como como a perecibilidade do produto e a incerteza de rotas de abastecimento. "Você não sabe onde está a demanda, por isso é complicado, disse Nagurney."

    "Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. 'You don't know where demand is, so it's tricky,' said Nagurney.


ID
463894
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

Nagurney's comment “'It's a multicriteria decision-making problem.'" (lines 25-26) refers to the fact that

Alternativas
Comentários
  • O 3° parágrafo do texto fala sobre a necessidade de se otimizar a melhor rota para o transporte. Ela depende, entre outros, do custo, da natureza do produto, do local de destino. Estes são os múltiplos critérios para a tomada de decisão
    a alternativa E "delivering products in emergency situations requires analyzing many factors besides cost and time." responde a questão.
  • e-

    Rather than undertake the usual approach of just plain working out the shortest possible path, the text avers that efficiency is achieved through a more complex decision-making process that involves costs, nature of the perishable goods being transported, obstacles to navigate etc.

    O texto afirma que ha mais do que custo e velocidade empregados no processso de eficiente transporte de ajuda humanitaria. 


ID
463897
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

Iain Couzin is mentioned in paragraph 5 (lines 33-40) because he

Alternativas
Comentários
  • a-

    The text treats computational and mathematical tools as contextual synonyms upon stating that Iain also uses computational tools in his field of work. 

     a)ok

     b) texto nao restringe a descoberta a somente 1 ocorrência. 

     c) o contrário. 

     d) texto nao faz comparacoes entre os 2 sistemas. 

     e) collective, e nao individual


ID
463900
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

“such critical perturbations," (lines 34-35) refers to all the items below, EXCEPT

Alternativas
Comentários
  • todas as alternativas mostram os problemas que podem ocorrer no transporte de produtos: congestionamento (a), atrasos de entrega (b), estradas com problemas (d), perda de produtos (e).
    A letra C não mostra um problema, mas sim uma solução para estes problemas: aporte/suprimento computadorizado.
  • c-

    By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion (a) and incorporating penalties for time (b) and products that are lost (e), the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted (d).


ID
463906
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

In terms of pronominal reference,

Alternativas
Comentários
  • ... transport in fragile networks - where supply, demand and ....
    ... transporte em redes frágeis, onde (redes nas quais) oferta, demanda e ...
  • a) “…that…" (line 2) refers to area
    b) “…which…" (line 11) refers to areas (line 10).

    c) “where…" (line 16) refers to “…networks" (line 15).
    but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach

    d) “…where…" (line 31) refers to demands
    e) “This…" (line 37) refers to Mathematical tools being essential to develop formal means to predict


ID
463909
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

Based on the meanings in the text, the two items are antonymous in

Alternativas
Comentários
  • tough = difícil
    complicated = complicado
     
    clogged = entupido
    crowded = lotado
     
    disrupted = interrompido
    destroyed = destruído
     
    breaches = violações
    violations = violações
     
    pressing = premente, urgente, imediato, que não pode esperar
    trivial = trivial, comum, sem muito importância ou urgência, ordinárias
  • e-

    pressing, urgent, compelling, dire, high-priority.

    trivial, secondary, unimportant, minor, low-priority

  • GABARITO LETRA E.

    Based on the meanings in the text, the two items are antonymous in:

    A) “…tough/DIFÍCIL/RESISTENTE/DURO…" (subtitle) – complicated/COMPLICADO/COMPLEXO

    B) “…clogged/ENTUPIDO…" (line 7) – crowded/LOTADO

    C) “…disrupted/PERTURBADO." (line 32) – destroyed/DESTRUÍDO

    D) “…breaches/VIOLAÇÕES…" (line 40) – violations/VIOLAÇÕES

    GABARITO / E)pressing/PRESSIONANDO…" (line 41) – trivial/TRIVIAL/BANAL/INSIGNIFICANTE.


ID
463912
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

In “The work can be applied to immediate, pressing situations," (lines 41-42), the fragment “can be applied" is replaced, without change in meaning, by

Alternativas
Comentários
  • Em "O trabalho pode ser aplicado em situações  urgente e imediatas," (linhas 41-42), o fragmento "can be applied" é substituído, sem mudança de sentido, por

    “Can" e “May"
    “Can" – Habilidade mental ou física de fazer algo ou perguntar sobre a possibilidade de fazer algo.
    Por exemplo:
    “Can you play the violin?"
    (Você sabe tocar o violino?)

    “May" – Autorização ou permissão para fazer algo.
    Por exemplo:
    “May I please use your stapler?"
    (Eu posso usar o seu grampeador, por favor?)

    May - também pode ser usado para expressar possibilidades. 
    No contexto acima podemos substituir "may"pelo "can"
    Alternativa A está correta.

    A) Pode ser aplicado.                                                                                                                             B) tem que ser aplicado.                                                                                                                         C) deve ser aplicado.                                                                                                                             D) vai certamente ser aplicado.                                                                                                             E) pode ocasionalmente ser aplicado.

  • a-

    Can & may sao equivalentes quando expressarem possibilidade. This can/may be done. Usos exclusivos do can: habilidade de executar algo. I can swim. Sei nadar. I can see the neighbour's garden from my porch. Usos exclusivos do may: permissao. You may open the window. May I close the door?


ID
463915
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

The computer model discussed in the text “…copes with chaos to deliver relief" (title) and analyzes different factors. The only factor NOT taken in consideration in the model is the

Alternativas
Comentários
  • O modelo de computador discutido no texto " ... lida com o caos para entregar alívio" (título) e analisa diferentes fatores.

    A) probabilidade de deterioração ou perda do produto.
    B) possíveis congestionamentos nas áreas caóticas.
    C) redução de custos para aumentar os lucros.
    D) imprevisibilidade do estatuto de determinadas rotas.
    E) rota mais eficiente entre as áreas geográficas.

    O único fator não levado em consideração no modelo é "a redução de custos para aumentar os lucros." Não é mencionado no texto que a redução de custos implicaria no aumento de lucros.

    Alternativa C está correta.

     


  • c-

    The text avows that more profit isn't the goal of the proposed system, although it's made to work out a route with the minimum possible costs, the aim of the cost variable isn't profit, but render humanitarian aid at a more efficient rate. 

    Lucro (profit) não é o incentivo do sistema. As outras opcoes estao em:

    But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.(e)

    Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product (a) and the uncertainty of supply routes (d). ‘

    By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted (b)


ID
464380
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

A administração das empresas utiliza a Auditoria Interna como

Alternativas
Comentários
  • Correta Letra B
    A auditoria interna passou a ser um instrumento amplo controle para os administradores, através de suas atividades de trabalho serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela companhia, assim como sistemas contábeis e de controle interno, estão sendo efetivamente seguidos e que as transações realizadas estão refletidas contabilmente em concordância com os critérios previamente definidos.
    Fonte: Portal da Contabilidade
  • B. Órgão de assessoria e controle


ID
464383
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O(s) objetivo(s) da Auditoria Interna é(são)

Alternativas
Comentários
  • A NBC TA 3151 define controle interno como: “o processo planejado, implementado e mantido pelos responsáveis da governança, administração e outros funcionários para fornecer segurança razoável quanto à realização dos objetivos da entidade no que se refere à confiabilidade dos relatórios financeiros, efetividade e eficiência das operações e conformidade com leis e regulamentos aplicáveis”. Portanto avaliar a eficácia da gestão é consequência da aferição do cumprimento dos objetivos da entidade. 


     

  • pessoal,

    a resposta ficaria melhor se fosse somente -examinar os controles internos. Avaliar a eficiência e eficácia da gestão seria realmente função da auditoria interna? 
  • LETRA E
    ESSA QUESTÃO TEVE COMO BASE O ART. 74, II DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, SENÃO VEJAMOS:

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:
    II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado;
  • E

     

    A auditoria interna no setor público é formada por um conjunto de normas e procedimentos, com o objetivo de examinar a adequação, a eficácia e a legalidade dos controles internos, dos atos, fatos e das informações contábeis, financeiras e operacionais das unidades públicas.



    Fonte: http://biblioteca.univap.br/dados/INIC/cd/inic/IC6%20anais/IC6-63.PDF

     

    bons estudos

  • Auditoria: avaliar a eficiência, economicidade e eficácia de uma gestão


ID
464389
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Um dos objetivos do planejamento da Auditoria é

Alternativas
Comentários
  • Segundo a NBC T 11 – IT 7 – Planejamento de Auditoria, item 11.
    11. Os principais objetivos do Planejamento da Auditoria são:
    a)   obter conhecimento das atividades da entidade, para identificar eventos e transações relevantes que afetem as demonstrações contábeis;
    b)   propiciar o cumprimento dos serviços contratados com a entidade dentro dos prazos e compromissos previamente estabelecidos;
    c)   assegurar que as áreas importantes da entidade e os valores relevantes contidos em suas demonstrações contábeis recebam a atenção requerida;
    d)   identificar os problemas potenciais da entidade;
    e)   identificar a legislação aplicável à entidade;
    f)    estabelecer a natureza, a oportunidade e a extensão dos exames a serem efetuados, em consonância com os termos constantes na sua proposta de serviços para a realização do trabalho;
    g)   definir a forma de divisão das tarefas entre os membros da equipe de trabalho, quando houver;
    h)   facilitar a supervisão dos serviços executados, especialmente quando forem realizados por uma equipe de profissionais;
    i)     propiciar a coordenação do trabalho a ser efetuado por outros auditores independentes e especialistas;
    j)    buscar a coordenação do trabalho a ser efetuado por auditores internos;
    k)   identificar os prazos para entrega de relatórios, pareceres e outros informes decorrentes do trabalho contratado com a entidade.

    Pela norma, verifica-se que as alternativas A, C, D e E não apresentam objetivos de um planejamento de auditoria.
  • OBJETIVOS

    11. Os principais objetivos do Planejamento da Auditoria são:

    a) obter conhecimento das atividades da entidade, para identificar eventos e transações relevantes que afetem as demonstrações contábeis;

    b) propiciar o cumprimento dos serviços contratados com a entidade dentro dos prazos e compromissos previamente estabelecidos;

    c) assegurar que as áreas importantes da entidade e os valores relevantes contidos em suas demonstrações contábeis recebam a atenção requerida;

    d) identificar os problemas potenciais da entidade;

    e) identificar a legislação aplicável à entidade;

    f) estabelecer a natureza, a oportunidade e a extensão dos exames a serem efetuados, em consonância com os termos constantes na sua proposta de serviços para a realização do trabalho;

    12. As alíneas do item anterior não excluem outros objetivos que possam ser fixados, segundo as circunstâncias de cada trabalho, especialmente quando houver o envolvimento com partes relacionadas e auditoria de demonstrações contábeis consolidadas.

    http://www.portaldecontabilidade.com.br/nbc/t1107.htm 

  • Mesmo sem saber sobre o tema de auditoria é possível responder, pois basta identificar a resposta que se vincula a atividade de "planejamento", ou seja, tudo aquilo que você precisa conhecer e fazer antes de executar a atividade proposta. A letra B é a correta.


ID
464392
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O documento pelo qual a Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos, redigido com objetividade e imparcialidade, de forma a expressar, claramente, suas conclusões, recomendações e providências a serem tomadas pela administração da entidade, é denominado

Alternativas
Comentários
  • A resolução CFC 986/2003 diz que
    "O relatório é o documento pelo qual a Auditoria Interna apresenta o resultado dos seus trabalhos, devendo ser redigido com objetividade e imparcialidade, de forma a expressar, claramente, suas conclusões, recomendações e providências a serem tomadas pela administração da entidade."

    A questão é a transcrição literal da resolução.

    Resposta: letra E
  • Lembrando que segundo a legislação atual o auditor interno e o externo emitem relatório!!!!! Não existe mais a palavra "parecer" na norma. Agora tudo é relatório!!!!

ID
464395
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Os procedimentos da Auditoria Interna constituem exames e investigações, incluindo testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter subsídios suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações à administração da entidade.

Na aplicação dos testes de observância, devem ser considerados os seguintes procedimentos:

Alternativas
Comentários
  • RESOLUÇÃO 986/03 (NBC T 12)
    12.2.3 – Procedimentos da Auditoria Interna
    12.2.3.2 –  Os  testes de observância  visam à obtenção de razoável segurança de que os  controles internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento. Na sua aplicação, devem ser considerados os seguintes procedimentos:
      a) inspeção: verificação de registros, documentos e ativos tangíveis; b) observação: acompanhamento de processo ou procedimento quando de  sua execução; e c) investigação e confirmação: obtenção de informações perante pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade.
    Gaba: d) inspeção, observação, investigação e confirmação
  • Teste de controle (=testes de observância ou exames de aderência):
    procedimento de auditoria planejado para avaliar a efetividade
    operacional dos controles internos na prevenção ou detecção e
    correção de distorções relevantes no nível de afirmações.
    As normas antigas definiam esse tipo de teste como testes de
    observância que visam à obtenção de razoável segurança de que os
    procedimentos de controles internos da organização estão em efetivo
    funcionamento. Ou seja, diz a mesma coisa com palavras diferentes.

     

ID
464398
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O planejamento da Auditoria deve ser realizado de tal maneira que duas áreas sejam examinadas em primeiro lugar, para que se determinem a natureza, a extensão e as datas dos testes detalhados ou procedimentos de auditoria para as diversas contas do balanço patrimonial e da demonstração do resultado do exercício.

Tais áreas são

Alternativas
Comentários
  • Achei esta questão interessante.  Ainda não tinha visto questão com este enfoque.   Acho que a lógica é a seguinte.  Ao examinar o controle interno da empresa o auditor já tem uma boa base da extensão dos procedimentos que adotará.  Na revisão analítica, usa-se ferramentas da análise de balanço para detectar pontos críticos (atípicos) nas contas e direcionar a atenção a estes detalhes.

  • Achei estranho ele considerar revisão analítica e controle interno como "áreas"...Ambos são procedimentos....
  • Também acho que controle analítico não se classifica como área, já quanto ao Controle Interno, esse sim está ok.
  • O CONTROLE INTERNO É SUBMETIDO A TESTE DE OBSERVÂNCIA E SUBSTANTIVOS,  A REVISÃO ANALITICA É UMA ÉTAPA DOS TESTE SUBSTANTIVOS, DUAS COISAS QUE NÃO ENCONTRO RELAÇÃO DIRETA COM A FIXAÇÃO DE DATAS OU PROCEDIMENTOS, SE A QUESTÃO QUERIA CLASSIFICAR OS TESTES COMO ÁREA DEVERIA SER, OBSERVANCIA E SUBSTANTIVO.

    QUESTÃO PASSIVEL DE RECURSO.
  • Desde quando "revisão analítica" é uma área?
  • A Cesgrario é patética... Já não é a primeira vez que essa banca faz questões assim. O grande problema é que a questão não foi anulada. Vai entender!

  • Após 21 anos de graduação em Administração de Empresas e 8 anos como Professor de Pós Graduação em Administração de Empresas é a primeira vez na vida que vejo Revisão Analítica como área de empresa. 

    Este examinador da banca realmente sabe o que isto significa ?????


ID
464401
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O levantamento da área contábil, dentre outros aspectos, detecta

Alternativas
Comentários
  • Alguém se habilita a comentar?

  • A resposta certa é a letra E.


ID
464404
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Uma das áreas que devem ser estudadas com profundidade pela Auditoria Externa é a financeira. Nessa área, um dos problemas que podem ser detectados com o estudo aprofundado é referente

Alternativas
Comentários
  • Alternativa C

    Os assuntos das demais alternativas não estão relacionados diretamente à área financeira, mas:
    1-Política de Admissões (alternativa a): está relacionado à área de Recursos Humanos;
    2-Uniformidade dos Princípios Contábeis (alternativa b): está relacionado à área de Controladoria ou Contabilidade;
    3-Projeções Orçamentárias (alternativa d): está relacionado à área de Planejamento;
    4-Aprovação de Compras (alternativa e): está relacionado à área de Suprimentos ou Compras.
  • Só complementado o Candello, o limite de aprovação de compras fica por conta do controle interno
  • A "uniformidade dos princípios contábeis" também estaria relacionado à área financeira. A aplicação dos Princípios contábeis deverão ser objeto de avaliação do auditor externa no exercício da sua função ao avaliar às demonstrações contábeis. Logo, a área financeira está incluso nesse trabalho. No entanto, o enunciado da questão deixa claro que se trata de “estudo aprofundado”. Nesse caso, esse estudo é acerca da liquidez conforme bem explanados pelos colegas.

ID
464407
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O estudo aprofundado do auditor na área fiscal visa a detectar

Alternativas
Comentários
  • Alternativa D



    Os assuntos das demais alternativas não estão relacionados à área fiscal, mas:

    1-Política de aumentos salariais (alternativa a): está relacionado à área de Recursos Humanos;

    2-Regularidade do pagamento aos fornecedores(alternativa b): está relacionado à área de Finanças;

    3-Mudanças no método de avaliar os estoques(alternativa c): está relacionado à área Contábil;

    4-Análise das Contas(alternativa e): também está relacionado à área Contábil.
  • GAB: LETRA D

    Complementando!

    Fonte: Prof. Guilherme Sant Anna,

    Auditoria  fiscal  ou  tributária  é  aquela  voltada  para  a  análise  do  correto  cumprimento  das obrigações  tributárias  pelos  contribuintes.  Segundo  Jund  Filho  (2000,  p.  32):  "A  auditoria tributária objetiva o exame e a avaliação de planejamento tributário e a eficiência e eficácia dos procedimentos  e  controles  adotados  para  a  operação,  pagamento  e  recuperação  de impostos, taxas e quaisquer ônus de natureza fisco-tributária que incida nas operações, bens e documentos da empresa". 

    Dentre as assertivas apresentadas, a única que pertence ao escopo do trabalho da auditoria fiscal é a letra D. As demais estão mais relacionadas à Auditoria Contábil ou Independente.


ID
464410
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Caso o auditor externo esteja realizando a primeira Auditoria na empresa, um item especialmente relevante do programa geral de Auditoria é

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 300 – PLANEJAMENTO DE UMA AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

    ...
    A20. A finalidade e o objetivo do planejamento da auditoria não mudam caso a auditoria seja inicial ou em trabalho recorrente. Entretanto, no caso de auditoria inicial, o auditor pode ter a necessidade de estender as atividades de planejamento por falta da experiência anterior que é normalmente utilizada durante o planejamento dos trabalhos. Para uma auditoria inicial, o auditor pode considerar os seguintes temas adicionais na definição da estratégia global e do plano de auditoria:

    1-Exceto se for proibido por lei ou norma, manter contato com o auditor antecessor, por exemplo, para conduzir a revisão de seus papéis de trabalho.

    2-Quaisquer questões importantes (inclusive a aplicação de princípios contábeis ou de auditoria e normas de elaboração de relatórios) discutidas com a administração e relacionadas à escolha do auditor, a comunicação desses temas aos responsáveis pela governança e como eles afetam a estratégia global de auditoria e o plano de auditoria.

    3-Os procedimentos de auditoria necessários para obter evidência de auditoria adequada e suficiente relativa aos saldos iniciais (vide NBC TA 510 – Trabalhos Iniciais – Saldos Iniciais).

    4-Outros procedimentos exigidos pelo sistema de controle de qualidade da firma para trabalhos de auditoria inicial (por exemplo, esse sistema pode exigir o envolvimento de outro sócio ou profissional experiente para a revisão da estratégia global de auditoria antes de iniciar procedimentos de auditoria significativos ou de revisão dos relatórios antes da sua emissão).


     Bons estudos!

  • VISITAR o auditor externo anterior ???

    O correto não seria  " manter contato com o auditor anterior " ??

  • Em geral nas provas de auditoria pede aquilo que está literalmente escrito nas NBCs,

     

    "Visitar" defintivamente não é o termo mais adequado e pode dar interpretações dúbias.Bola fora da cesgranrio. Em qualquer outra prova de uma banca mais séria essa alternativa seria errada.

  • A revisão dos papeis de trabalho acontecem na sede da empresa que realizou a última auditoria. Acho que foi daí que a Banca tirou esse termo ''visitar''.

  • Quem sabe a banca coloca na próxima alternativa: visitar o auditor anterior e levar um bolinho para o chá da tarde....


ID
464413
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O auditor externo, no exame realizado na conta Despesa Administrativa, verificou que uma devolução de vendas foi contabilizada indevidamente nessa conta. Isso implica que a conta de Despesa Administrativa estava

Alternativas
Comentários
  • Quando houve a venda, ela foi lancada a credito em Receitas de Vendas e a debito de Bancos Conta Movimento ou Duplicatas a Receber. Como houve a devolucao os lancamentos deveriam ser revertidos, mas inadvertidamente ao inves de ser realizado debito em Receitas de Vendas, foi feito em Despesas Administrativas. Isso resultou no fato de essa conta acabar com um saldo maior do que a realidade (superavaliada) e a conta de receita acabar com um saldo tambem maior do que deveria ter uma vez que nao sofreu o lancamento corretivo. Contas de despesas aumentam de saldo com debitos enquanto contas de receita diminuem de saldo com o mesmo lancamento.
  • Simplificadamente temos:

    VENDA:

    D- CAIXA
    C- RECEITA DE VENDA

    DEVOLUÇÃO (lançamento que deveria ter sido feito)

    D- DEVOLUÇÃO DE VENDA
    C- CAIXA

    DEVOLUÇÃO (lançamento que foi feito erroneamente)

    D- DESPESA ADMINISTRATIVA
    C- CAIXA

    Observe que a conta DESPESA ADM tem saldo devedor, razão pela qual ao ser debitada equivocadamente ela aumentou de saldo, ficando SUPERAVALIADA.

    Por sua vez, a conta de RECEITA COM VENDA que deveria ter sido diimuída não foi, ou seja, ficou SUPERAVALIADA também.

ID
464416
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Os elementos utilizados pelo auditor no registro de todas as evidências, mediante observação, inspeção, indagação e investigação, obtidas ao longo da execução do serviço de Auditoria, são os

Alternativas
Comentários
  • A questão pede "Os elementos utilizados pelo auditor no registro de todas as evidências de auditoria".

    Dentre as alternativas oferecidas, as evidências só podem ser registradas nos papéis de trabalho!

    Segue a definição de papéis de trabalho, segundo a NBC T 11.3:

    11.3.1.3. Os papéis de trabalho constituem a documentação preparada pelo auditor ou fornecida a este na execução da auditoria.

    Eles integram um processo organizado de registro de evidências da auditoria, por intermédio de informações em papel, meios eletrônicos ou outros que assegurem o objetivo a que se destinam.

  • Observe que a resposta não pode ser A, B ou C. Isso pq procedimentos de auditoria se divide em testes de observância e em testes substantivos.Logo, se a resposta fosse B ou C, automanticamente tbm seria A. Se fosse A, automaticamente seria B ou C.........

ID
464419
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Os objetivos do controle interno são: proteger os ativos, produzir dados contábeis confiáveis e ajudar a equipe gestora na condução organizada dos negócios da empresa.

Para atingir esses objetivos, torna-se necessária a realização de

Alternativas
Comentários
  • O controle interno representa em uma organização o conjunto de procedimentos, métodos ou rotinas com os objetivos de proteger os ativos e produzir dados contábeis confiáveis (controles contábeis); bem como ajudar a administração na condução dos negócios (controles administrativos).
  • Controle Interno

    É o processo planejado, implementado e mantido pelos responsáveis da governança, administração e outros funcionários para fornecer segurança razoável quanto à realização dos objetivos da entidade no que se refere à confiabilidade dos relatórios financeiros, efetividade e eficiência das operações e conformidade com leis e regulamentos aplicáveis.
    NBC TA 315


    Quen é o responsável:
    Administração da entidade

    Como se dividem:   a) Controles contábeis
                                        b) Controle Administrativos

    Objetivo do Auditor: identificar e avaliar os riscos de distorção relevante, ou seja entender quais são e como funcionam os controles internos.

    Fonte: LFG - Porf. Davi Barreto

    Bons estudos.... 
  • ÉGUA galera!!!Como assim? A CESGRANRIO colou descaradamente do livro!!!
    Dá uma olhada!
    "(...)Dessa forma, o controle interno representa em uma organização o conjunto de procedimentos, métodos ou rotinas com os objetivos de proteger os ativos e produzir dados contábeis confiáveis (controles contábeis); bem como ajudar a administração na condução dos negócios (controles administrativos)".
    (AUDITORIA, Davi Barreto e Fernando Graeff, pg 58, 2º edição)

ID
464422
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Considere os procedimentos de Auditoria a seguir.

P - Analisar a aprovação de aquisição de bens e serviços.
Q - Obter lista compondo saldo de uma conta.
R - Comparar o saldo de um período com o do período anterior.
S - Investigar variações e explicá-las.
T - Detectar erros e irregularidades.
U - Aplicar teste de corte para se assegurar de que os cheques foram registrados no período correto.

São considerados procedimentos substantivos básicos APENAS os apresentados em

Alternativas
Comentários
  • RESOLUÇÃO 1214/09 – Aprova a NBC TA 330: Resposta do Auditor aos Riscos Avaliados 
      DEFINIÇÕES Procedimento substantivo é o procedimento de auditoria planejado para detectar distorções relevantes no nível de afirmações. Os procedimentos substantivos incluem: a) testes de detalhes (de classes de transações, de saldos de contas e de divulgações); e
    b) procedimentos analíticos substantivos.
      Portanto, enquadram-se como procedimentos substantivos:Q - Obter lista compondo saldo de uma conta. 
    R - Comparar o saldo de um período com o do período anterior. 
    S - Investigar variações e explicá-las. 
    U - Aplicar teste de corte para se assegurar de que os cheques foram registrados no período correto. [O corte das transações é feito, principalmente, para a verificação da observância do Princípio da Competência, de forma a se constatar se as receitas e despesas foram registradas no período ao qual pertencem.]

    Gaba: d) Q , R , S e U
  • Comentários

    Antes de responder, vamos explicar de maneira simples quando o auditor está realizando um teste de observância e quando está realizando um teste substantivo.

    O teste de observância apenas verifica se o controle interno funciona corretamente. O teste substantivo visa a obtenção de uma evidência de auditoria. Assim se o auditor faz um teste e não obtém evidência o teste é de observância. Caso obtenha a evidência, é substantivo. As evidências são as mais variadas, por exemplo, comprovar o saldo correto de uma conta (evidência: correição do saldo), procedimento de contagem física (evidência: obtém valores corretos do estoque), testes de corte (evidência: verifica se a transação ocorreu em um determinado período), circularização de contas (evidência: verifica saldos da empresa com terceiros), etc.

    As revisões analíticas também são testes substantivos. A revisão analítica ocorre quando o auditor compara dados ou analisa índices. Assim, se as despesas administrativas de um ano somaram R$ 1.000,00 e do outro ano R$ 10.000,00, o auditor vai verificar por que houve um aumento de 10 vezes em um ano. A função é direcionar os testes. Não obtém uma evidência propriamente dita, mas uma indicação. É teste substantivo também. Ao citar o fato pergunte: o que o auditor está obtendo com o teste?

    Analisando os procedimentos:

    P - Analisar a aprovação de aquisição de bens e serviços.

    Teste de observância. Apenas analisa a aprovação. Não há nenhuma evidência.

    Q - Obter lista compondo saldo de uma conta.

    Teste substantivo. O auditor obtém uma evidência. Se o saldo das contas estão corretos ou não.

    R - Comparar o saldo de um período com o do período anterior.

    Teste substantivo. Quando o auditor compara o saldo de um período com o período anterior está verificando se os saldos iniciais das contas estão corretos (evidência).

    S - Investigar variações e explicá-las.

    As variações, regra, são testes de revisão analítica, que são testes substantivos como já explicado.

    T - Detectar erros e irregularidades.

    Erros e irregularidades deveriam ser detectados pelo controle interno, mas não é um teste propriamente dito. A auditoria não tem função de detectar erros e irregularidades. Sempre tome cuidado em uma prova quando citar erros e irregularidades. Não é função da auditoria detectá-los.

    U - Aplicar teste de corte para se assegurar de que os cheques foram registrados no período correto.

    Teste substantivo. A própria questão já assinala a evidência (assegurar que os cheques foram registrados no período correto).

    Resposta: D.

    http://www.vemconcursos.com/opiniao/index.phtml?page_id=2310


ID
464425
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O auditor deve atentar para que o valor ou os valores fixados anteriormente sejam inferiores ao considerado relevante para as demonstrações financeiras como um todo. Tal procedimento visa a reduzir, de forma apropriada, a probabilidade de que distorções não corrigidas e não detectadas em conjunto possam exceder

Alternativas
Comentários
  • NBC TA 320 – Materialidade no Planejamento e na Execução de Auditoria.

    9. Para fins das NBC TA, materialidade para execução da auditoria significa o valor ou valores fixados pelo auditor, inferiores ao considerado relevante para as demonstrações contábeis como um todo, para adequadamente reduzir a um nível baixo a probabilidade de que as distorções não corrigidas e não detectadas em conjunto, excedam a materialidade para as demonstrações contábeis como um todo.

    Bons estudos!

     


ID
464428
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Os procedimentos efetivos e relevantes de Auditoria são:

Alternativas
Comentários
  • De acordo com as novas normas (NBC TA 500):

    Inspeção: envolve o exame de registros ou documentos, internos ou externos, em forma de papel, em forma eletrônica ou em outras mídias, ou o exame físico de um ativo (contagem física e inspeção de documentos).

    Indagação: consiste na busca de informações junto a pessoas com conhecimento, financeiro e não financeiro, dentro ou fora da entidade.

    Confirmação externa: representa evidência de auditoria obtida pelo auditor como resposta escrita de terceiro (a parte que confirma) ao auditor, em forma escrita, eletrônica ou em outra mídia. Os procedimentos de confirmação externa frequentemente são relevantes no tratamento de afirmações associadas a certos saldos contábeis e seus elementos.

    Recálculo: consiste na verificação da exatidão matemática de documentos ou registros. O recálculo pode ser realizado manual ou eletronicamente.

    Procedimentos analíticos: consistem em avaliação das informações feitas por meio de estudo das relações plausíveis entre dados financeiros e não financeiros. Os procedimentos analíticos incluem também a investigação de flutuações e relações identificadas que sejam inconsistentes com outras informações relevantes ou que se desviem significativamente dos valores previstos.

    Reexecução: envolve a execução independente pelo auditor de procedimentos ou controles que foram originalmente realizados como parte do controle interno da entidade.

    Fonte: Curso On-Line - Auditoria Teoria e Exercícios para a RFB. Davi Barreto e Fernando Graeff

     

    Gabarito: B


ID
464431
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O conteúdo dos relatórios-comentários, normalmente, é dividido nas seguintes partes:

• índice
• introdução
• comentários e sugestões

Os comentários e sugestões devem abordar cada item considerado relevante, de uma forma geral, em três parágrafos, que são:

Alternativas
Comentários
  • A estrutura para produção de um relatório de auditoria a ser seguido:
    Índice;
    Introdução;
    Comentários e sugestão
    (nesta tópico deve constar: procedimento em vigor, influências e recomendações/sugestões

    ÍNDICE
    O índice facilita a identificação dos pontos. Ele é mais utilizado para relatórios extensos. 


    INTRODUÇÃO
    Nome da empresa auditada; Período da auditoria; Realização do exame, de acordo com as normas de auditoria geralmente aceitas.

    COMENTÁRIO E SUGESTÃO
    Procedimento em vigor ou situação constatada: Identificação das razões fundamentais que levaram à ocorrência dos fatos
    Influências ou conseqüências: É a identificação detalhada dos efeitos provocados pelo fato ocorrido
    Recomendações ou sugestões: Sugestões propostas pelo auditor para a regularização da situação encontrada, se aplicável.


    Letra d.


ID
464434
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Durante a realização do trabalho, o auditor não teve acesso às Contas a Receber da empresa. Ao examinar essas contas por meio de revisão analítica, ele percebeu que representavam 4,85% do total dos ativos da empresa.

Considerando-se que esse foi o único problema significativo detectado pelo auditor, o parecer a ser emitido será

Alternativas
Comentários
  • Tipos de Parecer:

    a) Parecer com Ressalva – É emitido quando o auditor está convencido sobre todos os aspectos relevantes dos assuntos tratados no âmbito de auditoria. O parecer do auditor independente deve expressar essa convicção de forma clara e objetiva.

    b) Parecer com Ressalva – É emitido quando o auditor conclui que o efeito de qualquer discordância ou restrição na extensão de um trabalho não é de tal magnitude que impossibilite a emissão do parecer com ressalva.

    c) Parecer com Abstenção de Opinião – É emitido quando houver limitação significativa na extensão de seus exames que impossibilitem o auditor expressar opinião sobre as demonstrações contábeis por não ter obtido comprovação suficiente para fundamentá-la.

    d) Parecer Adverso – Quando o auditor verificar que as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal magnitude que impossibilite a emissão do parecer com ressalva. 
  • Forma mais objetiva

    * Sem ressalva => Emitido quando as demonstrações estiverem sem distorções relevantes

    * Com ressalva => Demonstrações com distorções relevantes mas não generalizadas

    * Adverso => demonstraçoes com distorções relevantes e generalizadas

    * Abstenção de opinião => Demonstrações com distorções relevantes e generalizadas e na impossibilidade de obter evidências apropriadas e suficientes
  • Ele n menciona distorção na conta.

ID
464437
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Durante a realização da Auditoria, o auditor detectou a possibilidade de a empresa ser absorvida pela líder do setor, em vista da consolidação do segmento no qual ela atua.

Em virtude dessa real possibilidade, o auditor deve emitir um parecer

Alternativas
Comentários

  • Parágrafo de Ênfase: é o § incluído no relatório de auditoria referente a um assunto apropriadamente apresentado ou divulgado na DC'S que, de acordo com o julgamento do auditor, é de tal importância, que é  fundamental para o entendimento pelos usuários das DC'S.

    Quando o auditor incluir um § de ênfase no relatório, ele deve:
    a) incluí-lo imediatamente após o § de opinião no relatório do auditor;
    b) usar o título "Ênfase" ou outro título apropriado;
    c) incluir no § uma referência clara ao assunto enfatizado e à nota explicativa que descreva de forma completa o assunto nas demonstrações contábeis;
    d) indicar qua a opinião do auditor não se modifica no que diz respeito ao assunto enfatizado.

    Exemplos de cinrcuntâncias em que o auditor pode considerar necessário incluir um § de ênfase são:

    - Existência de incerteza relativa ao desfecho futuro de litígio excepcional ou ação regutória;
    - grande catástrofe que tenha tido, ou continue a ter, efeito significativo sobre a posição patrimonial e financeira da entidade...

ID
464440
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Os riscos de Auditoria Interna dizem respeito, diretamente, à atuação do auditor e, principalmente, à grande probabilidade de ele emitir opinião sobre a adequabilidade de procedimentos e demonstrações contábeis sem se aperceber dos possíveis erros contidos. Tais erros estão relacionados à possibilidade de que objetivos não sejam alcançados. Consequentemente, o auditor deve estar sempre atento aos riscos e, mais especificamente, à avaliação da fase mais adequada para fazer essa análise.

No que se refere à melhor fase para analisar os riscos de Auditoria, considere as afirmativas a seguir.

I - A fase de elaboração dos programas e papéis de trabalho constitui momento ideal para a análise de riscos.

II - A fase de execução da análise e avaliação dos controles internos é propícia para a análise de riscos de Auditoria.

III - A fase de planejamento dos trabalhos de Auditoria é adequada para a análise de riscos.

É correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • A análise dos riscos de auditoria deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos, considerando a relevância em dois níveis:

    1-Em nível geral, considerando as demonstrações contábeis tomadas no seu conjunto, bem como as atividades, qualidade da administração, avaliação do sistema contábil e de controles internos e situação econômica e financeira da entidade

    2-Em níveis específicos, relativos ao saldo das contas ou natureza e volume das transações


    http://pt.wikipedia.org/wiki/Normas_brasileiras_de_auditoria

  •  

    NBC T 11 11.2.3 – RISCO DE AUDITORIA

    11.2.3.1 – Risco de auditoria é a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas.

    11.2.3.2 – A análise dos riscos de auditoria deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos considerando a relevância em dois níveis:

    a) em nível geral, considerando as demonstrações contábeis tomadas no seu conjunto, bem como as atividades, qualidade da administração, avaliação do sistema contábil e de controles internos e situação econômica e financeira da entidade; e

    b) em níveis específicos, relativos ao saldo das contas ou natureza e volume das transações.

    11.2.3.3 – Para determinar o risco da auditoria, o auditor deve avaliar o ambiente de controle da entidade, compreendendo:

    a) a função e envolvimento dos administradores nas atividades da entidade;

    b) a estrutura organizacional e os métodos de administração adotados, especialmente quanto a limites de autoridade e responsabilidade;

    c) as políticas de pessoal e segregação de funções;

    d) a fixação, pela administração, de normas para inventário, para conciliação de contas, preparação de demonstrações contábeis e demais informes adicionais;

    e) as implantações, modificações e acesso aos sistemas de informação computadorizada, bem como acesso a arquivos de dados e possibilidade de inclusão ou exclusão de dados;

    f) o sistema de aprovação e registro de transações;

    g) as limitações de acesso físico a ativos e registros contábeis e/ou administrativos; e

    h) as comparações e análises dos resultados financeiros com dados históricos e/ou projetado

  • I - A fase de elaboração dos programas e papéis de trabalho constitui momento ideal para a análise de riscos. (O ERRO está em papéis de trabalho. Nesse caso seria a fase de execução, sendo que a análise de riscos é mais adequada para a fase de planejamento)


ID
464443
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

A Auditoria Operacional constituiu uma função independente de apoio à administração, funcionando como os olhos dessa mesma administração. A sua mais-valia está refletida no auxílio dado à administração, para que realize suas atividades de forma mais eficaz e com o menor risco possível na tomada de decisão.

A atuação da Auditoria Interna tem como objetivo primeiro

Alternativas
Comentários
  • Segundo a NBC T-12: A auditoria interna constitui o conjunto de procedimentos técnicos que tem por objetivo examinar a integridade, adequação e eficácia dos controles intenos e das informações físicas, contábeis, financeiras e operacionais da Entidade.

ID
464446
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Os auditores internos realizam testes de observância para obter maior grau de razoabilidade na segurança de que os controles internos, aprovados e implantados pela administração, estão sendo devidamente utilizados por executores e executivos.

Quando o auditor interno verifica os registros e os documentos dos bens tangíveis, visando a minimizar os riscos existentes com relação ao Ativo, aplica o procedimento de

Alternativas
Comentários
  • Procedimentos Técnicos:
    ...
    Inspeção = Exame de documentos, registros e ativos tangíveis;

ID
464452
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O auditor, para ter base aceitável de segurança na fundamentação sobre as demonstrações contábeis dos clientes, deve obter evidências seguras e confiáveis. Testes substantivos fornecem evidências de adequação dos elementos patrimoniais do Balanço ou revelam erros na contabilização das transações realizadas pela empresa.

Ao solicitar que bancos ou clientes confirmem a existência de valores nas contas correntes bancárias ou a pagar à entidade, o auditor está aplicando um teste de detalhes de

Alternativas
Comentários
  • Os testes de detalhes fornecem evidencias nas quais o auditor verifica se os fatos contábeis foram adequadamente registrados. Antes era conhecido como teste de transaçoes e saldos.
    Pode ser dividido em: classes de transaçoes, de saldos de contas e de divulgaçoes.
    Fonte: barreto e graeff

ID
464455
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Os controles internos são de fundamental importância para o trabalho do auditor. Quanto mais precisos eles forem, maior segurança haverá na formação da opinião. Quanto mais imprecisos forem, maiores terão de ser os cuidados do auditor na formação de sua opinião.

Sob esse enfoque do controle interno, a segregação de funções

Alternativas
Comentários
  • Segregação de Funções
     
    Um sistema de controle adequado é aquele que elimina a possibilidade de dissimulação de erros ou irregularidades. Assim sendo, os procedimentos destinados a detectar tais erros ou irregularidades, devem ser executados por pessoas que não estejam em posição de praticá-los, isto é, deve haver uma adequada segregação de funções. De uma maneira geral, o sistema de controle interno, deve prever segregação entre as funções de aprovação de operações, execução e controle das mesmas, de modo que nenhuma pessoa possa ter completa autoridade sobre uma parcela significativa de qualquer transação.

    Fonte: http://www.portaldeauditoria.com.br/sobreauditoria/conceitos-basicos-de-controles-internos.asp
  • Letra E

    "A segregação de funções, conhecida como Princípio de Oposição de Interesses, consiste no fato de que, numa estrutura de controles internos, a pessoa que realiza uma operação não pode ser a mesma envolvida na função de registro" (Domingos Poubel de Castro), criando-se assim uma independencia entre execução e registros contábeis.

  • De acordo com Silvio Aparecido CREPALDI,  Auditoria Contábil - Teoria e Prática - 4a. Edição - São Paulo - Atlas 2007, a segregação de funções cria independência entre a execução operacional, custódia de bens patrimoniais e respectiva contabilização.
    Portanto, alternativa "e".

    Bons estudos! 

  • Qual o erro da alternativa "D"? deixe um recado por favor.
  • CORRETA: LETRA E

    "As operações da empresa precisam ser estruturadas de forma que indivíduos não realizem funções incompatíveis, ou seja, é preciso garantir que uma mesma pessoa (ou setor) não exerça atividades que gerem conflitos de interesses. Do ponto de vista do controle, diz-se que funções são incompatíveis quando é possível que alguém desenvolva atividades que lhe permitam cometer um erro ou fraude e, ao mesmo tempo, esteja em posição para esconder esse desvio.
    Dessa forma, a segregação de funções é essencial para a efetividade dos controles internos, pois reduz tanto o risco de erros humanos quanto o risco de ações indesejadas. Contabilidade e conciliação, informação e autorização, custódia e inventário, contratação e pagamento, administração de recursos próprios e de terceiros, normatização e fiscalização, são exemplos de atividades que devem estar segregadas".
    (AUDITORIA, D.Barreto e F.Graeff, página 61, 2º edição)
  • Qual o erro da letra D?

    Concordo que a E esteja correta, mas a D também. A D está mais genérica, no sentido geral da função de CI. Enquanto a D, é um mero exemplo.

    A segregação de função existe em função das responsabilidades e riscos envolvidos e quem estabelece isso é controle interno.



ID
464458
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Nos termos da nova redação dada à Lei no 6.404/76 pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, uma das demonstrações indicará “o valor da riqueza gerada pela companhia e a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza”.

Este conceito está evidenciado na demonstração

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - A

    A Demonstração do Valor Adicionado – DVA  tem a função de identificar e divulgar o 
    valor da riqueza gerada por uma entidade e como essa riqueza foi distribuída entre os 
    diversos setores que contribuíram, direta ou indiretamente, para a sua geração.  
    Segundo a NBC T 3.7 – Demonstração do Valor Adicionado (Resolução CFC 
    1.010/2005), a DVA é destinada a evidenciar, de forma concisa, os dados e as 
    informações do valor da riqueza gerada pela entidade em determinado período e a sua 
    distribuição. As informações devem ser extraídas da contabilidade e os valores 
    informados devem ter como base o princípio contábil da competência. 

    O valor adicionado (ou valor agregado) constitui-se das receitas obtidas pela empresa 
    em razão de suas atividades deduzidas dos  custos dos bens e serviços adquiridos de 
    terceiros para a geração dessas receitas. É, portanto, o quanto a entidade contribuiu 
    para a formação do Produto Interno Bruto – PIB do país. O valor adicionado demonstra 
    a contribuição da empresa para a geração de riqueza da economia, resultado do 
    esforço conjugado de todos os seus fatores de produção.
  • Demonstração do Valor Adicionado (DVA) é o informe contábil que evidencia, de forma sintética, os valores correspondentes à formação da riqueza gerada pela empresa em determinado período e sua respectiva distribuição.

    A riqueza gerada pela empresa, medida no conceito de valor adicionado, é calculada a partir da diferença entre o valor de sua produção e o dos bens e serviços produzidos por terceiros utilizados no processo de produção da empresa.

    A utilização do DVA como ferramenta gerencial pode ser resumida da seguinte forma:

    1) como índice de avaliação do desempenho na geração da riqueza, ao medir a eficiência da empresa na utilização dos fatores de produção, comparando o valor das saídas com o valor das entradas, e

    2) como índice de avaliação do desempenho social à medida que demonstra, na distribuição da riqueza gerada, a participação dos empregados, do Governo, dos Agentes Financiadores e dos Acionistas.

    O valor adicionado demonstra, ainda, a efetiva contribuição da empresa, dentro de uma visão global de desempenho, para a geração de riqueza da economia na qual está inserida, sendo resultado do esforço conjugado de todos os seus fatores de produção..

    A Demonstração do Valor Adicionado, que também pode integrar o Balanço Social, constitui, desse modo, uma importante fonte de informações à medida que apresenta esse conjunto de elementos que permitem a análise do desempenho econômico da empresa, evidenciando a geração de riqueza, assim como dos efeitos sociais produzidos pela distribuição dessa riqueza.

  • A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) é o informe contábil que evidencia, de forma sintética, os valores correspondentes à formação da riqueza gerada pela empresa em determinado período e sua respectiva distribuição.

    Letra A

    Avante.

ID
464461
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Um empregado apropriou-se do dinheiro entregue por um cliente para pagar uma duplicata a receber, emitida por venda a prazo, antes do respectivo registro contábil do recebimento.

A Auditoria Interna pode descobrir esse desfalque temporário mediante

Alternativas
Comentários
  • A melhor alternativa eh a confirmacao de saldos com clientes, pois ele, ao receber a circularizacao, irah alegar que o valor real devido eh menor do que o informado.
    a) Errado. A conciliacao dos saldos bancarios nao vai ajudar, pois a duplicata pode ser mantida em aberto irregularmente. Houve apropriacao indevida e o dinheiro nao foi contabilizado.
    b) Gabarito.
    c) Errado. O ativo fisico foi vendido e possivelmente entregue. Essa confrontacao nao vai apontar a irregularidade.
    d) Errado. A mercadoria foi vendida e a duplicata ainda estah em aberto. Nesse ponto nao ha irregularidade. O que se procura eh um recebimento nao contabilizado.
    e) Errado. A duplicata com certeza estah em carteira, mas nao deveria estar mais lah. Alternativa insatisfatoria.

ID
464464
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

O controle interno pode ser entendido, de forma objetiva, como o conjunto de rotinas, métodos e procedimentos utilizados na proteção dos ativos e na geração de dados confiáveis, auxiliando os administradores da empresa em suas tomadas de decisão.

Sob o enfoque do controle interno, entende-se que o Plano de Organização representa o

Alternativas
Comentários
  • Plano de Organização: é a maneira de organizar o sistema da entidade, onde se faz necessário à atribuição de funções de autoridades e responsabilidades e verificar quem faz o que e quem tem autoridade sobre quem.



    Fonte: http://www.portaldeauditoria.com.br/auditoria-interna/Conceito-de-Controle-Interno.asp

     
  • Alguem saberia me informar o significado da palavra sistema na alternativa A ? Obrigado
  • @Ricardo Costa Alguem saberia me informar o significado da palavra sistema na alternativa A ? Obrigado

    Acredito referir-se a "sistema de controle interno"


ID
464467
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A nova redação da Lei Societária extinguiu a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos e criou a Demonstração dos Fluxos de Caixa.

A legislação estabeleceu, igualmente, que a Demonstração dos Fluxos de Caixa deve segregar as alterações de caixa e equivalentes de caixa em três fluxos: 1 - das operações; 2 - dos financiamentos; e 3 - dos investimentos.

Um exemplo da atividade de financiamento é o recebimento de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - A

    Seguindo as tendências internacionais, o fluxo de caixa pode ser incorporado às demonstrações contábeis tradicionalmente publicadas pelas empresas. Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

    I - Atividades Operacionais;

    II - Atividades de Investimento;

    III - Atividades de Financiamento.

    As Atividades Operacionais são explicadas pelas receitas e gastos decorrentes da industrialização, comercialização ou prestação de serviços da empresa. Estas atividades têm ligação com o capital circulante líquido da empresa.

    As Atividades de Investimento são os gastos efetuados no Realizável a Longo Prazo, em Investimentos, no Imobilizado ou no Intangível, bem como as entradas por venda dos ativos registrados nos referidos subgrupos de contas.

    As Atividades de Financiamento são os recursos obtidos do Passivo Não Circulante e do Patrimônio Líquido. Devem ser incluídos aqui os empréstimos e financia-mentos de curto prazo. As saídas correspondem à amortização destas dívidas e os valores pagos aos acionistas a título de dividendos, distribuição de lucros.

    •  

      •  a) integralização do capital social (Atividades de Financiamento... dos sócios)

      •  b) receitas financeiras (Ativ Operacionais)

      •  c) venda de ativos intangíveis (Ativ de Investimento)

      •  d) venda de ativos imobilizados (Ativ de Investimento)

      •  e) dividendos de sociedades investidas (Ativ Operacionais)


ID
464482
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A Lei no 11.638/07 promoveu fortes alterações na legislação brasileira das sociedades por ações. No campo contábil, tornou-se o marco inicial da harmonização das normas contábeis brasileiras ao cenário internacional.

Os International Financial Reporting Standards (IFRS) são considerados princípios básicos do conjunto de normas que estabelecem as regras contábeis gerais e específicas.

Tais princípios básicos são:

• as exigências de governos, órgãos reguladores ou fiscais não devem afetar as demonstrações financeiras preparadas nos termos da estrutura conceitual;
• as demonstrações financeiras devem ser preparadas segundo o modelo contábil calcado no custo histórico recuperável e na manutenção do capital financeiro.

Ao estabelecer os conceitos básicos para o preparo e apresentação das demonstrações financeiras, focadas nos usuários externos, a estrutura conceitual tem por finalidade

Alternativas
Comentários
  • Juro que não entendi essa pergunta....No CPC 00 diz que:
    Finalidade:
    C- auxiliar os auditores independentes a formar sua opinião sobre a conformidade das DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS com os PRONUNCIAMENTOS TÉCNICOS....
    Não achei nada nesse CPC sobre a análise de NORMAS por auditores independentes...
    Acho que deveria ser anulada, visto que todas estão erradas...
  • Dentre as finalidade da Estrutura Conceitual Básica, segundo os professores Maion e De Mula, encontram-se:

    1) Dar suporte ao desenvolvimento de novos Pronunciamentos Técnicos e à revisão de Pronunciamentos existentes quando necessário;

    2) Dar suporte aos responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis na aplicação dos Pronunciamentos Técnicos e no tratamento de assuntos que ainda não tiverem sido objeto de Pronunciamentos Técnicos;

    3) Auxiliar os auditores independentes a formar sua opinião sobre a conformidade das demonstrações contábeis com os Pronunciamentos Técnicos;


    4) Apoiar os usuários das demonstrações contábeis na interpretação de informações nelas contidas, preparadas em conformidade com os Pronunciamentos Técnicos; e

    5) Proporcionar, àqueles interessados, informações sobre o enfoque adotado na formulação dos Pronunciamentos Técnicos.

    fonte: http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/dest/eventos/deliberacao.pdf.

     

  • Gente,
    A questão poderia ser feita somente por eliminação. Vamos lá:

    a) dar sustentação aos auditores independentes para analisar os registros contábeis com a prevalência da formalização legal dos fatos sobre sua essência. 
    (Essa já está errada pois, de acordo com o CPC 00 a essência prevalece sobre a forma, e não o inverso.)

    b) auxiliar os auditores independentes a formar opinião sobre a conformidade das normas contábeis com as normas internacionais.  
    (Já muitíssimo bem explicada no 2º comentário desta questão. De acordo com o CPC 00, a estrutura conceitual básica permite aos auditores independentes expressarem opinião sobre a conformidade das Demonstrações Financeiras com os CPCs)

    c) oferecer aos auditores internos instrumentos que, na mensuração da posição financeira da entidade, lhes permitam avaliar a capacidade geradora de benefícios futuros do patrimônio líquido.
    (Em nenhum campo, o CPC 00 fala sobre auditores internos. Portanto, esta já ficaria descartada.)

    d) permitir que os auditores internos disponham de instrumentos técnicos que assegurem avaliar as obrigações presentes decorrentes da decisão de aquisição futura de ativos.
    (Outra sobre auditores internos, segue o mesmo raciocínio da opção C. Mas de qualquer forma, não seria possível avaliar as obrigações PRESENTES decorrentes da aquisição FUTURA de ativos. Uma vez que essa obrigação só surge no momento da aquisição.)

    e) possibilitar aos auditores externos analisar as demonstrações financeiras sob o enfoque de suas características monetárias: compreensibilidade, relevância, confiabilidade e comparabilidade.
    (As características, como disse o colega no 3º comentário são qualitativas e não monetárias. Portanto, descartada)

    Resposta correta: B
  • CPC 00 _ PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 00 _
    Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro

    A finalidade desta Estrutura Conceitual é:
    (a) dar suporte ao desenvolvimento de novos Pronunciamentos Técnicos, Interpretações e Orientações e à revisão dos já existentes, quando necessário;
    (b) dar suporte à promoção da harmonização das regulações, das normas contábeis e dos procedimentos relacionados à apresentação das demonstrações contábeis, provendo uma base para a redução do número de tratamentos contábeis alternativos permitidos pelos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações;
    (c) dar suporte aos órgãos reguladores nacionais;
    (d) auxiliar os responsáveis pela elaboração das demonstrações contábeis na aplicação dos Pronunciamentos Técnicos, Interpretações e Orientações e no tratamento de assuntos que ainda não tenham sido objeto desses documentos;
    (e) auxiliar os auditores independentes a formar sua opinião sobre a conformidade das demonstrações contábeis com os Pronunciamentos Técnicos, Interpretações e Orientações;
    (f) auxiliar os usuários das demonstrações contábeis na interpretação de informações nelas contidas, elaboradas em conformidade com os Pronunciamentos Técnicos, Interpretações e Orientações; e
    (g) proporcionar aos interessados informações sobre o enfoque adotado na formulação dos Pronunciamentos Técnicos, das Interpretações e das Orientações

    Objetivo e alcance
    Assim, tanto a Lei das Sociedades por Ações vigente até 2007 quanto a posterior estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade preconizadas pelo IASB, mesmo uma aceitando, e outra não, a reavaliação de ativos
  • Ressalva deve ser dada quanto a atualização imposta pela revisão da Estrutura Conceitual:

    SP1.1 A Estrutura Conceitual para Relatório Financeiro (Estrutura Conceitual) descreve o objetivo do, e os conceitos para, relatório financeiro para fins gerais.

    A finalidade desta Estrutura Conceitual é:

    (a) auxiliar o desenvolvimento das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS) para que tenham base em conceitos consistentes;

    (b) auxiliar os responsáveis pela elaboração (preparadores) dos relatórios financeiros a desenvolver políticas contábeis consistentes quando nenhum pronunciamento se aplica à determinada transação ou outro evento, ou quando o pronunciamento permite uma escolha de política contábil; e

    (c) auxiliar todas as partes a entender e interpretar os Pronunciamentos. (Que incorpora a função de auxiliar o auditor independente, que é uma das partes envolvidas).


ID
464488
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática Financeira
Assuntos

Um aplicador realizou um investimento cujo valor de resgate é de R$ 80.000,00. Sabendo-se que a taxa de juros simples é de 3,5% ao mês e que faltam 5 meses para o resgate, o valor da aplicação, em reais, foi de

Alternativas
Comentários
  • Vamos la...

    CESGRANRIO quando fala em RESGATE quer dizer MONTANTE.

    Usaremos a formula do JUROS SIMPLES para descobrir o Capital:

    M = C. F
    80.000 = C .1,175
    80.000/1.175 = C
    C = 
    68.085,10

  • Técnica TWI
    80.000 / 1,175 =  
    grande dica do dia: não precisa fazer todo o cálculo, ok.
    é só ficar de olho nas respostas, ok.
     
    80.000 / 1,175 = 68..... só isso já basta.
  • RESOLUÇÃO

    Passo 1: A questão solicita o uso do Regime Simples
    Passo 2: Taxa e Tempo estão baseadas na mesma unidade de tempo.
    Pré-Passo 3: Anotar os dados apresentados pela questão e identificar o que é solicitado.

    Investimento = Valor Aplicado = Capital => (?)
    Resgate = Montante => 80.000,00
    Taxa - Juros Simples => 3,5% ao mês
    Tempo => 5 meses

    Passo 3: Como o problema envolve o Montante, os calculos vão ser maiores independente da formula utilizada, lembrando que todas podem ser usadas.

    Equação I - (C/100) = J/(n*i)
    Equação II - (C/100) = M/100+(n*i)
    Equação III -
    J/(n*i) = M/100+(n*i)

    Vou resolver com o uso da Equação Coringa (M = C + J), para poder utilizar a Equação I

    80.000 = C + J
    J = 80.000 - C

    então, passo a passo fica:

    C/100 = 80.000-C / 5 * (7/2)
    C/100 = 80.000-C / (35/2) 
    35C/2 = 8.000.000 - 100C
    35C/2 + 100C = 8.000.000
    (200C + 35C)/2 = 8.000.000
    235C = 16.000.000
    C = 16.000.000/235  =>  C = 68.085 

  • M=C * (1+ i * t)
    80000= C * (1+0,035*5)
    80000= C * 1,175
    C = 80.000/1,175
    C= 68.085,10 (LETRA A)
  • Fórmula Juros Simples. Como temos um resgate=montante, usaremos a Formula                            

                                                                                         M=C.(1+ i.n)
                                                                                                       100
    M=R$ 80.000,00
    i=3,5% a.m.
    n=5 meses
    C=?

    Obs.: Taxa(i) e Tempo(n), sempre tem que estar na mesma unidade( no caso desse ecexrcício estão em meses, não precisa fazer nenhuma alteração)

                                                                                                                                        M=Cx(1+ n)
                                                                                                                                                          100.
     80.000=C x (1+ 3,5 5) --------3,5 x 5 = 17,5       --->    17,5 / 100=0,175
                                   100

    80.000=Cx(1+ 0,175)
    80.000=Cx(1,175)
     C = 80.000
            1,175
     C= 68.085,10    Resposta letra  (A).


                       


  • M: 80000
    i = 3,5% a.m
    n = 5 meses
    c = ?
    “juros simples é de 3,5%”

    M = C (1+in)
    80000 = C (1 + 0,035*5)
    80000 = C (1 + 0,175)
    80000 = C * 1,175
    C = 80000/1,175
    C = 68085,10

    LETRA A

  • Pessoal, não fiz muitas contas.Olha só, eu multipliquei 3,5 por 5= 17,5% juros total do período, mas usei 1,175 para que obter o resultado correto, daí olhei as resposta e multipliquei pelo maior número inteiro no caso 66.000 ( 66.000x1,175) que deu 77.550. Ora se o valor era 80.000, e a única opção 'maior' que 66.000 era a alternativa A, é óbvio que a alternativa correta não poderia ser diferente.
    Espero que consigam entender o raciocínio.
    Foco,força e fé!
  • juros simples sempre quando dá eu faço regra de tres

    J= t *i                           C = 100                                   M= 80.000

    J = 5 * 3,5 = 17,50


    C + J = M

    100 + 17,5 = 117,5

    C                    80.000

    C = 80000*100 / 117,5 
    C = 68,085


    abs



  • So um detalhe, esses calculos estao  acima "estao forçando a resposta". Explico: 5 meses nao corresponde ao "n". A questão nao diz por quanto tempo o dinheiro foi capitalizado e sim o tempo que falta para conseguirmos o montante.Logo, as resoluçoes estao erradas.
    Sinceramente não sei como resolver, mas sei que a interpretação esta errada.Acredito que é questão digna de anulação.
  • Colegas,

    Vi que alguns alunos etão questionando a maneira como foi feita esta questão.
    Favor visitem o link abaixo,  é material do PONTO DOS CONCURSOS. Neste material a questão foi resolvida.

    http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=7&ved=0CGEQFjAG&url=http%3A%2F%2Fwww.pontodosconcursos.com.br%2Fcursosaulademo.asp%3Ftr%3D2634%26in%3D0%26seg%3D0&ei=WEC_UMy7C4T-9QSCz4CYBg&usg=AFQjCNGl5NU_TJETq2GhXRKOxzuDzQbuJw&sig2=ngRaXh7EuFUhN0Jqy2_i8g
  • http://www.youtube.com/watch?v=uKe4r2cZbXw

    Miniatura

    VIDEO- AULA AULAO COM A RESOLUÇÃO DE UM SIMULADO PREPARÁTORIO PARA O CONCURSO CEF 2012 DE MATEMÁTICA FINANCEIRA. PROFESSOR IGOR MELO PARTE 1/2



    Neste víceo o professor explica como resolver esta questão.

    É a número 1 do vídeo.

    Bons estudos!

  • Aluizio Paiva, acho que não. Seguindo o seu raciocínio, faltam 17,5% do que se tem no momento do cálculo para se obter o montante, e 68.085,10 + os 17,5% (dos 3,5% por 5 meses) dá 79.999,9925.

  • M=C*F

    80.000=C*1,175

    C=80.000/1,175

    C=68.085,10

    Alternativa A

  • Pelo que entendi a fórmula aplicada foi de desconto simples racional ou por dentro. confere? alguem sabe explicar quando devemos usar o desconto por fora ou por dentro?

  • não precisa usar fórmula de desconto... apenas usar a formula de juro simples mesmo

  • Pessoal, a questão em si é fácil. O problema todo é quando você chega em 80.000/1,175. queria saber como alguém conseguiu fazer esse cálculo na hora da prova! Aqui fica fácil com o auxilio da calculadora

  • O valor futuro ou montante ou valor de resgate é de R$ 80.000,00. A taxa de juros simples é de 3,5% ao mês e o prazo é de 5 meses, conforme dados abaixo:

    M = 80.000

    i=3,5%

    t = 5 meses

    Inserindo na equação, temos:

    M = C (1+i*t)

    80.000 = C(1+0,035*5)

    C = 80.000/1,175

    C = 68.085,10

    Gabarito: Letra "A"

  • O grande segredo dessa questão não é a montagem do cálculo, mas o cálculo em si. Como resolver '80.000 dividido por 1,175' de maneira rápida e confiável? E ainda por cima com alternativas tão próximas.

    Acho que vou comprar um soroban pra treinar mentalmente. :)

    Ou baixa o sorocalc

  • Questão fácil todo mundo quer comentar... quero ver alguém fazer essa divisão e não suar frio com o tempo da prova!!!!

    80.000/1,2 (arredondando) = 66.666. Mas não é 1,2, é um número menor do que 1,2, no caso, 1,175. O que daria um quociente maior do que 66.666. Qual opção é maior do que 66.666? Só a letra A, resposta.

     

     

  • Questão incompleta.. não é tito quantos meses foram, e sim quantos faltam. 

  • Observe que, nessa questão, R$80.000,00 não é o valor que foi investido inicialmente (capital inicial), mas sim o valor obtido ao final dos 5 meses de investimento. Portanto, trata-se do montante final, isto é, M = 80.000 reais. Além disso, foi dito que a taxa de juros é j = 3,5% a.m., e o tempo de aplicação é t = 5 meses. Utilizando a fórmula de juros simples, podemos descobrir o valor que foi investido no início (C):

  • Questão deixa em muito em dúvida ao dizer que faltam 5 meses para o resgate... pois fica subentendido que já decorreu algum tempo antes desses 5 meses!

  • Caro professor @arthurlima. Como foi que chegou à conclusão de que os R$ 80.000,00 são o valor total obtido pela aplicação se ainda faltam 5 meses para que esse montante se ja atingido com a taxa mencionada? Gostaria de saber o motivo de ter usado o montante de 80.000,00 se este não era o montante.


ID
464491
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática Financeira
Assuntos

Um aplicador realizou um investimento que deverá ter valor de resgate de R$ 100.000,00 no seu vencimento, que ocorrerá dentro de 2 meses. Sabendo-se que a taxa de juros compostos utilizada pelo banco é de 2% ao mês, o valor do investimento original, em reais, foi de

Alternativas
Comentários
  • Resposta: b) 96.116,88


    Aplica-se a fórmula do juros composto: M = C(1+i)elevado a n 
    onde: M = montante ou valor do resgate = 100.000
               C= capital ou valor de invetimento = o que se quer descobrir
                n = tempo ou período do investimento = 2 meses
                i= taxa = 2% a.m. => 0,02

    Têm-se que:
    100.000 = C (1+0,02)2
                             100.000 = C (1,02)2
                             100.000 = C (1,0404)
                             100.000/1,0404 = C
                              96.116,88 = C
  • CONSIDERANDO O SEGUINTE PROBLEMA:]
    VALOR DO RESGATE= 100.000,00
    TEMPO A SER APLICADO= 2 MESES
    TAXA DE JUROS= 2% AO MES

    RESOLVENDO:

    100.000,00=PVx(1+0,02)2
    PV=100.000,00/1,0404
    PV=96.116,88
  • Flávio, você comentou a questão errada...

    Resolvi a questão assim:
    Montante: R$ 100000,00
    Capital: ?
    Taxa: 2%
    Tempo: 2 meses

    Assim, ficaria a fórmula, já com os valores:
    100000 = C (1+0,02)^2
    100000 = C 1,0404 => C = 100000 / 1,0404 => C = 96116,87

    OU:
    Descobrindo a taxa, se não quiser se complicar na divisão, multiplique os valores (foi o que fiz, e simplifiquei a taxa i para 1,04)
    a) 98123,45 * 1,04 = 102048,38 (estoura o valor do montante do enunciado)
    b) 96116,88 * 1,04 = 99961,56 (bem próximo do montante do enunciado. Faço mais um para garantir.
    c) 95872,33 * 1,04 = 99707,22 (ficou abaixo. Nem é preciso calcular o restante)
    d) 94781,29 * 1,04
    e) 93764,32 * 1,04

  • VP=VF/(1+IXN)

    VP=100.000/1,04=96.153


ID
464494
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática Financeira
Assuntos

A taxa anual equivalente à taxa composta trimestral de 5% é

Alternativas
Comentários
  • Eu calculei assim:

    1 ano tem 4 trimestres

    Então usei a fórmula : (1+i) elevado a n

    Como na prova não é permitido HP, teremos que fazer o cálculo na mão:


    1,05 X 1,05 X 1,05 X 1,05 = 1,2155

     Para ganhar tempo multiplicar 1,05 x 1,05 = 1,1025, então 1,1025 X 1,1025 = 1,2155
  • Como o número de capitalizações é maior que um e sabemos que neste caso a taxa equivalente composta sempre deve ser maior que a taxa equivalente a juros simples a única resposta que atende este critério é a letra "e" já que as demais são <=20%.
  • Prezados

    Questão de taxas equivalentes

    Fórmula: 1+I = (1+i)^n

    Dados da questão:

    i = 5% a trim
    Taxa solicitada I -> ao ano

    Cálculo:

    1 + I = (1 + 0,05)^4
    1 + I = 1,2155 (tabela de acumulação de capital)
    I = 0,2155  => equivale a 21,55%

    Bons estudos!

    A vitória vem pela persistência.
  • Que nem o Luiz disse.. a taxa composta é > que a taxa simples.. 

    pela taxa simples 5% trimestre = 20% ano.. 

    logo pela composta > 20% ano.. única opção letra E .. precisa de cálculo algum não.. 
  • GABARITO: LETRA E


    1- Passo:
    Transformar a taxa de juros em unitário e somar 1 (100%). Assim:

    1 + 0,05 = 1,05

    2 - Passo: elevar esta taxa ao perído de capitalização. Neste caso 4, pois um ano possui quatro trimestres.

    (1,05)^4 = 1,2155

    3- Passo: identificar a taxa correspondente.

    1,2155  - 1 = 0,2155x 100 = 21,55

  • Gustavo e Luiz, não aconselho vocês fazerem isso, uma vez que eles colocaram a resposta de 20%, um candidato desavisado ( ou seja, que não estodou), marcaria 20%, ao invez de 21%. Essas técnicas são usadas para quem não se prepara ou, que tenha dúvida na hora da resposta, bom mesmo é você fazer a questão com a certeza, pois errar uma alternativa dessas é ´´caixão´´para o contexto geral da prova, questões muitoooo fáceis (para quem está estudando de verdade), tem que ser resolvidas, não podem ser ERRADAS, eu mesma a fiz com 18 segundos, talvez por uma besteria teria errado!
    Bom estudo a todos...
  • I = ?
    i = 5% a.t

    1 + I = (1+i)^k
    1 + I = (1,05)^4
    1 + I = 1,2155
    I = 0,2155
    I = 21,55%

    LETRA E
  • Fórmula genérica para equivalência:

    (1 + i)Q/T

    Q = o que eu quero
    T = o que eu tenho

    Quero 12 meses
    Tenho 3 meses

    ( 1 + 0,05)12/3
    (1,05)4

    Feito isso, é só calcular

    1,05 x 1,05 = 1,1025
    1,1025 x 1,025 = 1,2155 ou 21,55%
  • 5%at

    se fosse juros simples= 20%aa

    como é juros compostos será mais de 20. 

    Resposta e


  • Método mais fácil pessoal .. Parece chato mas facam pra vcs verem .. e bem mais tranquio 

    Pense em um valor ficiticio .. ex 100

    Juros apresentado em ANOS para transformar em TRIMESTRE 

    1 ANO = 4 TRIMESTRES , Logo 4 operacoes 

    1 trimestre = 100 + 5% ( 5 ) = 105

    2 trimestre = 105 + 5 % ( 5,25 ) = 110,25

    3 trimestre = 110,25 + 5 % ( 5,51 ) = 115,76

    4 trimestre = 115,76 + 5% ( 5,78 ) = 121,54 

    valor final 121,54 - valor inicial 100 = 21.54 %

  • 5%at

    se fosse juros simples= 20%aa

    como é juros compostos será mais de 20. 

  • FORMULA:

    ( 1+ieq )¹ = ( 1+ it)^4

    ieq = taxa equivalente

    it = taxa trimestral 

    t = 4 -> 1 ano possui quatro trimestres

    Logo:

    ( 1+ieq )¹ = ( 1+ it)^4

    ( 1+ieq )¹ = ( 1+ 0,05)^4

    ( 1+ieq )¹ = ( 1,05)^4

    ( 1+ieq )¹ = 1,2155

    1+ieq  = 1,2155

    ieq = 1,2155 - 1

    ieq = 0,2155 x 100 ( pois deverá ser em porcentagem '' % '' )

    ieq = 21,55%

  • Ele quer saber a Taxa Equivalente Anual!!! Então vamos lá!!!

    Fórmula: 1 + iae = (1 + ip)^n  .................... obs.: 1 ano = 4 trimestre 

    1 + iae = (1 + 0,05)^4

    1 + iae = (1,05)^4

    1 + iae = 1,2155

    iae = 1,2155 - 1 

    iae = 0,2155 x 100%

    iae = 21,55%

  • Aplicando o capital C ao longo de 1 ano (t = 4 trimestres) à taxa de 5% ao trimestre, temos o seguinte montante:

    M = C x (1 + j)^t = C x (1 + 0,05)^4

    M = C x 1,2155

    A taxa anual equivalente (jeq), que leva o mesmo capital C ao montante final Cx1,2155, após o mesmo período (t = 1 ano), é:

    M = C x (1 + jeq)^1

    C x 1,2155 = C x (1 + jeq)^1

    1,2155 = (1 + jeq)^1

    Jeq = 0,2155 = 21,55%

    Note que aqui nós obtemos a taxa equivalente sem recorrer a fórmulas como aquela (1 + jeq)^teq = (1 + j)^t, mas apenas utilizando o conceito de taxas equivalentes. Considero esta a melhor forma de resolver (uma fórmula a menos para decorar!). 

    Resposta: E


ID
464506
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática Financeira
Assuntos

Um investidor aplicou, durante 3 anos, R$ 500,00 por mês em um Fundo de Renda Fixa que oferece juros compostos de 1,5% ao mês. Ao final da aplicação, obteve R$ 23.637,98.

Esse tipo de operação, em matemática financeira, caracteriza o modelo denominado

Alternativas
Comentários
  • é uma série de pagamentos iguais, uma vez que as parcela são sempre as mesmas. Os termos são vencido pois a aplicação ocorre no fim de cada mês!
  • A série de pagamentos tem as seguintes características:
    a) A diferença de prazo entre cada termo e o seguinte é constante, ou seja, os vencimentos dos termos, a partir do primeiro, variam de 30 em 30 dias, de 60 em 60 dias, de 180 em 180 dias e assim por diante;
    b) O número de termos é finito
    c) Os valores dos termos da série podem ser;
    - constantes ( iguais ou uniformes);
    - variáveis ( de forma aleatória ou de acordo com uma progressão aritmética ou geométrica);
    d) os vencimentos dos termos de uma série de pagamentos podem ocorrer no final de cada período ( termos vencidos) ou no início (termos antecipados).
    Assim a resposta é  a letra b


    http://tarcisiodezena.sites.uol.com.br/au-cc.htm
  • Letra A errada, pois os termos não são antecipados, são pagos ao fim de cada mês (dado do exercício).

    Dois (ou mais) capitais, com datas de vencimento diferentes, são ditos capitais equivalentes quando, transportados para uma mesma data, a mesma taxa,produzirem, nessa data, valores iguais.


      
    Então daí, não poderia ser equivalência de capitais, certo, por eliminatória! Lembrando que os juros da questão são COMPOSTOS,

    Letra D errada também, pois não é uma aplicãção com renda postecipada, a renda é obtida através de juros fixos ao mês. Pega pra confundir.

    Letra E também errada, já que a renda não varia, por causa dos juros fixados ao fim de cada mês.
    Assertiva correta: B)série de pagamentosiguais, com termos vencidos. Ou seja, uma forma de pagar por juros fixos, com períodos pré-definidos e embutidos em cada parcela, dando a impressão de um pagamento mais barato. Outro exemplo seria um financiamento comercial, bastante usado.






    Leia mais: http://matematicafinanceira.webnode.com.br/capitaliza%c3%a7%c3%a3o%20simples/equival%c3%aancia%20de%20capitais%20a%20juros%20simples-/
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  • Pessoal, me desculpe. Mas onde no exercício fala que "são pagos ao fim de cada mês" ? Como saber que são antecipados ou postecipados (vencidos)?

    Esta conta é inviável p uma prova... a não ser que esteja faltando informações dadas no problema...

  • Tive a mesma dúvida.

  • Galera a dúvida de vocês não diz tanto a respeito de matemática financeira mas diz acerca de conhecimentos bancários. Um investimento pode ser antecipado ou postecipado. Um investimento antecipado é aquele que quando você fecha o contrato sabe o quanto vai receber. Ex: poupança você recebe 0.5% + TR; o investimento postecipado é aquele que você não sabe quanto vai receber. Ex: ações (depende do desempenho da empresa). Espero ter ajudado


ID
464512
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática Financeira
Assuntos

O instrumento que permite equalizar o valor presente de um ou mais pagamentos (saídas de caixa) com o valor presente de um ou mais recebimentos (entradas de caixa) é a(o)

Alternativas
Comentários
  • O critério da Taxa Interna de Retorno – TIR é conhecido por representar a
    taxa de desconto que iguala os fluxos futuros projetados de caixa ao Investimento
    Inicial realizado pela empresa.

    O resultado da TIR procura demonstrar qual o retorno intrínseco ao
    investimento. De outro modo, pode-se afirmar que o cálculo da TIR procura
    obter a taxa de desconto (taxa de juros) que torna o Valor Presente Líquido
    de um empreendimento igual a zero.
  • Direto ao assunto:
    A TIR equaliza(iguala) os dois valores presentes:
    - saídas(pagamentos)
    - entradas(recebimento)
    Ou seja, a TIR refere-se a taxa de retorno das entradas que provoca a seguinte igualdade:
    - valores atuais de todas entradas,e;
    - valores atuais de todas as saídas.
  • Bem óbvio essa pergunta pra quem sabe de TIR. O papel de TIR é fazer justamente o investimento (saída da caixa) e o máximo de juros que pode-se ganhar ( Entrada da caixa).

  • A taxa interna de retorno é aquela que torna o VPL = 0 , isto é, torna o valor atual das entradas igual ao valor atual dos desembolsos (saídas). Letra B.

    Resposta: B


ID
464521
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Tributário
Assuntos

A legislação fiscal vigente do Imposto de Renda estabelece que a compensação de prejuízo fiscal apurado em um exercício social anterior, devidamente registrado e controlado no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), está limitada a 30% do valor do lucro líquido ajustado e, ainda, que ficará extinta dentro do seguinte prazo limite:

Alternativas
Comentários
  • Como o art. 12 da Lei 8541/92 que limitava a compensação dos prejuízos fiscais apurados a partir de 01-01-93 em quatro anos-calendário foi revogado pelo art. 117 da lei 8981/95,os prejuízos fiscais apurados a partir de 01-01-95 não têm prazo decadencial para sua compensação.

ID
464524
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Tributário
Assuntos

A legislação instituiu a figura do contribuinte que fica obrigado a calcular, cobrar e recolher o ICMS ST (ICMS Substituição), com o principal objetivo de dotar a máquina arrecadadora com uma ferramenta melhor, mais eficiente e eficaz no controle do ICMS.

Com base nesse pressuposto, considere as afirmações a seguir.

I - A obrigatoriedade de recolhimento do ICMS ST incide sobre o contribuinte substituto.

II - O contribuinte substituído é aquele que tem a obrigatoriedade de recolher o tributo.

III - O contribuinte que assume o ônus do imposto deve recolher o ICMS ST.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Contribuinte Substituto
    É o responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou prestações antecedentes, concomitantes ou subsequentes, inclusive do valor decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. Em regra geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações subsequentes .
    Contribuinte Substituído
    É aquele que tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo contribuinte substituto.

    Fonte: http://www.portaltributario.com.br/noticias/substituicao_tributaria.htm


  • Não compreendi porque as alternativas II e III estão incorretas, alguém poderia me esclarecer? Grata.

  • Maria...se a 1 fala que a obrigatoriedade de recolhimento do imposto é

    do contribuinte substituto, a 2 não pode estar certa,pois fala exatamente o contrário,correto?

    Quem recolhe o ICMS-ST é quem esta vendendo a mercadoria para o varejista , ou seja, recolhe o tributo

    antecipadamente à operação de venda do varejista ao consumidor final. Portanto, ele é o substitudo


    E na 3, quem assume o onus do imposto é o consumidor final,pois este valor é repassado a ele

    dentro do valor da mercadoria.


    Espero ter ajudado!!



  • I - A obrigatoriedade de recolhimento do ICMS ST incide sobre o contribuinte substituto.

    CORRETO. De fato, é o contribuinte substituto que é o responsável pelo recolhimento.

    II - O contribuinte substituído é aquele que tem a obrigatoriedade de recolher o tributo.

    ERRADO. A obrigatoriedade de recolher o tributo é do contribuinte substituto.

    III - O contribuinte que assume o ônus do imposto deve recolher o ICMS ST.

    ERRADO. Apesar de não efetuar o recolhimento, é o contribuinte substituído quem arca com o ônus do imposto.

    Resposta: A