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Prova FUNRIO - 2009 - DEPEN - Serviço Social


ID
950896
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Das sentenças abaixo, relativas ao Microsoft Office Excel,

I. Cada célula é definida por uma coordenada exclusiva.

II. A barra de fórmulas não pode ser retirada de seu lugar.

III. A planilha é uma área retangular de 256 colunas por 16384 linhas.

IV. DESVPAD, FREQUÊNCIA, MÁXIMO, MED E TENDÊNCIA são algumas de suas funções.

V. As fórmulas sempre começam com o sinal “+” seguido por uma função.

Estão corretas:

Alternativas
Comentários
  • Letra D. O item III está errado porque a quantidade de colunas e linhas é diferente segundo a versão do Excel (No Excel 2010 e no Excel 2007, o tamanho de uma planilha é de 16.384 colunas por 1.048.576 linhas, mas, no Excel 97-2003, é de apenas 256 colunas por 65.536 linhas). O item V está errado porque as fórmulas e funções podem ser iniciadas com + ou - ou =, sendo o = o modo mais comum.
  • Uma dica válida para esse tipo de questão é a seguinte: - Nem sempre temos a convicção quanto a todas as alternativas, mas geralmente uma ou mais alternativas são claramente erradas ou corretas, nesses casos o critério de eliminação é importante aliado nas dúvidas, nesse questão em particular a afirmativa numero 5 esta claramente errada, analisando as alternativas existentes, um único conhecimento ( dessa alternativa ) já resolveria a questão pois sobraria apenas a letra D, lembrem que em provas longas onde o tempo é fundamental para conseguirmos concluir a prova essa análise superficial em alguns casos é de grande validade, sei que é uma dica recorrente, mas acho válida, abraços a todos e bons estudos. FORÇA E FÈ.
  • Resposta certa: letra D

    III está errada porque "a grade do Office Excel 2007 tem 1.048.576 linhas por 16.384 colunas".

    V está errada porque as fórmulas sempre começam pelo sinal de "=" seguido por uma função.
  • Acrescentando o que o Fernando Nishimura de Aragao falou, além de "-", "+" e "=", dá pra iniciar uma função com "@".
    Tipo @soma(a1:a3). E o o "." - ponto final - também faz as vezes do ":" - dois pontos.
  • É verdade. O símbolo de arroba era usado para iniciar funções, somente funções, não fórmulas, até a versão 2007. Mas acabou sumindo do aplicativo e dos concursos. No aplicativo é automaticamente substituído pelo sinal de igual. E nos concursos, atualmente, iniciar algo com @ indica um usuário de Twitter (como @mediugorie , eu hehe)
    E o símbolo de ponto final, para sequências de células, é pouco usado, preferencialmente o ponto-e-vírgula, porque no BrOffice Calc o ponto final significa Planilha, e no Excel é o ponto de exclamação. Por exemplo: =Plan2!A1 no Excel é escrito no Calc como =Plan2.A1
  • O item V completamente errado, então só resta a laternativa D.
  • Pensei que a IV pudesse estar errada por não ter conhecimento de funções.
    Não sabia que elas pudessem ser escritas com acentos.

    Bons estudos.
  • quem conhece um pouquinho de formula ja mata a questao, note que a letra d 

    nao contem o item V ficou facil por eliminacao...



  • Só um breve desabafo!

    Bicho, vou falar um negócio...vejo que essa prova é de terapeuta ocupacional. Logo, penso: nossa, saber de um troço desse vai mudar completamente a vida profissional de um terapeuta. Que desgraça esses concursos, gente! É tanta coisa importante que eles deixam de cobrar no intuito de "quebrar" o candidato que nem sei até onde isso poderia auxiliar na prestação do serviço público de qualidade. Chega a ser ridículo! 


  • entregou a questão quando falou isso

    V. As fórmulas sempre começam com o sinal “+” seguido por uma função

  • Fui por eliminação, à única que não tem a alternativa V é a letra ´´D´´. Nem sempre vai começar com o sinal de + como afirma a alternativa.


ID
950899
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Das sentenças abaixo, relativas à segurança de computadores e sistemas,

I. Um dos principais objetivos da criptografia é impedir a invasão de redes.

II. O certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utilizados para comprovar sua identidade.

III. Um antivírus é capaz de impedir que um hacker tente explorar alguma vulnerabilidade existente em um computador.

IV. Vírus, keyloggers, worms e cavalos de tróia são alguns dos exemplos de Malware.

Estão corretas:

Alternativas
Comentários
  • Letra E.
    O item I está errado porque a criptografia é para evitar acesso ao conteúdo de arquivos/pastas/unidades criptografadas por pessoas não autorizadas. Para impedir a invasão de redes, temos firewall, DMZ, honeypot, etc.
    O item III está errado porque o antivírus detecta e remove virus de computador, sendo uma vulnerabilidade um problema de segurança, relacionado a Exploits e Trojans, que pode ser anulada pelo firewall, DMZ, honeypot, etc.

    No item IV, Malware está aplciado de forma abrangente, como Malicious Software, software malicioso. Assim, vírus é um 'código' malicioso que anexado a outros arquivos, será executado e criará cópias de si.
  • "Certificado digital é um arquivo eletrônico que identifica quem é seu titular, pessoas física ou jurídica, ou seja, é um Documento eletrônico de Identidade. Qdo são realizadas transações, de forma presencial, muitas vezes é solicitada uma identificação, por meio de um registro que comprove a identidade. Na internet, como as transações são feitas de forma eletrônica o Certificado Digital surge como forma de garantir a identidade das partes envolvidas."

    http://www.receita.fazenda.gov.br/Novidades/Informa/DestaqueCertificadoDigital.htm

  • Alguém pode colocar o comentário do professor aqui por favor.

     

  • Taryane - segue comentário do professor.

    Letra E.
    O item I está errado porque a criptografia é para evitar acesso ao conteúdo de arquivos/pastas/unidades criptografadas por pessoas não autorizadas. Para impedir a invasão de redes, temos firewall, DMZ, honeypot, etc.
    O item III está errado porque o antivírus detecta e remove virus de computador, sendo uma vulnerabilidade um problema de segurança, relacionado a Exploits e Trojans, que pode ser anulada pelo firewall, DMZ, honeypot, etc.

    No item IV, Malware está aplciado de forma abrangente, como Malicious Software, software malicioso. Assim, vírus é um 'código' malicioso que anexado a outros arquivos, será executado e criará cópias de si.

  • Letra E.O item I está errado porque a criptografia é para evitar acesso... Autor: Fernando Nishimura, Professor de Informática, de Noções de Informática, Arquitetura Letra E. O item I está errado porque a criptografia é para evitar acesso ao conteúdo de arquivos/pastas/unidades criptografadas por pessoas não autorizadas. Para impedir a invasão de redes, temos firewall, DMZ, honeypot, etc. O item III está errado porque o antivírus detecta e remove virus de computador, sendo uma vulnerabilidade um problema de segurança, relacionado a Exploits e Trojans, que pode ser anulada pelo firewall, DMZ, honeypot, etc. No item IV, Malware está aplciado de forma abrangente, como Malicious Software, software malicioso. Assim, vírus é um 'código' malicioso que anexado a outros arquivos, será executado e criará cópias de si.

ID
950905
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere um número divisível por 6, composto por 3 algarismos distintos e pertencentes ao conjunto A = {3,4,5,6,7}. A quantidade de números que podem ser formados sob tais condições é:

Alternativas
Comentários
  • Olá amigos do QC, para um número ser divisível por 6 tem que ser divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo.
    Para ser divisível por 2 tem que ser número par;
    Para ser divisível por 3 a soma dos algarismos que formam o número tem que dar como resultado um número divisível por 3.
    Pelas opções apresentadas temos que o número de três algarismos tem que terminar em 4 ou em 6 para atender o primeiro quesito acima. Agora no intuito de atender o quesito dos números divisível por 3, vamos somar os algarismos com as opções apresentadas:

                            4         6 

    3 + 4 = 7
    3 + 5 = 8         *
    3 + 6 = 9                    
    3 + 7 = 10
    4 + 5 = 9                     *
    4 + 6 = 10
    4 + 7 = 11      
    5 + 6 = 11       *
    5 + 7 = 12                   *
    6 + 7 = 13

    Então verificamos que temos os seguintes números:
    354, 534,456, 546, 564, 654, 576, 756, observem que são os números da tabela acima trocando as respectivas ordens dos algarismos.
    Vamos detalhar mais um pouquinho, vejam 354 é divisível por 2, para sabermos se é divisível por 3, somamos os algarismos que formam este número: 3 + 5 + 4 = 12 que é um número divisível por 3, logo 354 é divisível por 3 e consequentemente também é divisível por 6 (pois é divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo). Daí este é o raciocínio usado para todos os  8 números.

    Grande abraço.
  • pensei rapido para ser divisvel por seis só pode ser pares tem 2 numeros 4 e 6   2 ao quadrado é 8

  • O número tem que ser par e a soma de seus algarismos deve dar um número divisível por 3.

    Para ser par, só pode ser:

    - números terminados em 4

    - números terminados em 6

    Agora, precisamos formar números de 3 algarismos que terminem com 4 ou 6 e que a soma deles dê um número divisível por 3. Pensando:

    - números terminados em 4:

    3 e 5 => 3+4+5=12 é divisível por 3 => temos 2 números => 354 e 534

    5 e 6 => 4+5+6=15 é divisível por 3 => temos 2 números => 654 e 564

    - números terminados em 6:

    4 e 5 => 4+5+6=15 é divisível por 3 => temos 2 números => 456 e 546

    5 e 7 => 5+6+7=18 é divisível por 3 => temos 2 números => 576 e 756

    Total: 8 números.


ID
950908
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Os conjuntos A, B e C possuem elementos em comum. As quantidades de elementos de todas as possíveis interseções definidas a partir desses conjuntos, juntamente com as quantidades dos elementos dos conjuntos A, B e C, formam uma Progressão Aritmética de sete termos de razão R não nula. Sabendo-se que a interseção dos três conjuntos possui R elementos, a quantidade de elementos pertencente à união dos conjuntos A, B e C é

Alternativas
Comentários
  • Como o enunciado faz alusão a conjuntos, então da Teoria dos Conjuntos podemos escrever:

    n(AUBUC) = n(A) + n(B) + n(C) – n(AB) – n(AC) – n(BC) + n(ABC)

    Note que temos aqui uma P.A. de 7 termos que não estão numa sequência certa. Podemos colocá-la em ordem crescente da seguinte maneira:

    O 1.° elemento (conjunto) dessa P.A. é a intersecção dos três conjuntos n(A∩B∩C), pois não há um termo (conjunto menor que esse). Então:

    P.A. = { n(A∩B∩C); n(A∩B); n(A∩C); n(B∩C); n(A); n(B), n(C)}

    As quantidades de elementos de todas as possíveis intersecções definidas a partir desses conjuntos, juntamente com as quantidades dos elementos dos conjuntos A, B e C, formam uma progressão aritmética de sete termos de razão R não nula.

    Fazendo n(B∩C) = x, teremos:
    {x – 3R; x – 2R; x – R; x; x + R; x + 2R, x + 3R}

    Como a intersecção dos três conjuntos possui R elementos, entâo:

    n(A∩B∩C) = R = x – 3R
    x – 3R = R
    x = R + 3R
    x = 4R, logo:

    {x – 3R; x – 2R; x – R; x; x + R; x + 2R, x + 3R} =

    {4R – 3R; 4R – 2R; 4R – R; 4R; 4R + R; 4R + 2R, 4R + 3R}=

    {R; 2R; 3R; 4R; 5R; 6R; 7R}= { n(A∩B∩C); n(A∩B); n(A∩C); n(B∩C); n(A); n(B), n(C)}, usando a fórmula, fica:

    n(AUBUC) = n(A) + n(B) + n(C) – n(A∩B) – n(A∩C) – n(B∩C) + n(A∩B∩C)

    n(AUBUC) = 5R + 6R + 7R – 2R – 3R – 4R + R
    n(AUBUC) = 18R – 9R + R
    n(AUBUC) = 9R + R
    n(AUBUC) = 10R, letra E
  • Seria melhor simplificar o raciocínio, não tem tempo na prova para fazer tanta conta: Faça a representação gráfica dos conjuntos (A,B e C), aquelas 3 bolinhas clássicas, na intercessão dos três coloque o valor R (Este pode ser o primeiro termo da PA), como o enunciado determinou, na intercessão de A com B fixe o segundo termo da PA 2R, bom este conjunto inclui o R da interceção então será apenas R, pois R+R = 2R, repita a operação para as outras duas intercessões, B com C e C com A, sempre somando uma razão (R), teremos R + R + 2R + 3R = 7R, daí só falta os conjutnos completos, e só somar os elementos já inseridos no gráfico de bolinhas e continuar a PA, vai notar que vai acresser R + R + R = 3R, daí 7R +3R = 10R.
  • Não há um método mais rápido para fazer isso? Eu não conseguiria perder todo esse tempo para resolver apenas uma questão na prova...


ID
950914
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico

Quatro números primos X1, X2, X3 e X4, todos compostos por três algarismos, formam uma progressão aritmética. A menor soma possível desses números vale:

Alternativas

ID
950920
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes, por isso ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal, conforme assegura o artigo 5° da Constituição da Republica Federativa do Brasil. Constitucionalmente falando, sobre o processo é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • ALT. B


    Art. 5º CF. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    LIX - será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal;


    BONS ESTUDOS
    A LUTA CONTINUA
  • Demais alternativas:

    A- Incorreta. Artigo 5°, LIII/CF: "Ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente" (não federal, como afirma a alternativa).

    C- Incorreta. Artigo 5°, LVI/CF: "São inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos" (não há ressalva constitucional em relação às emprestadas).

    D- Incorreta. Artigo 5°, LVII/CF: "Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória".

    E- Incorreta. Artigo 5°, LVIII/CF: "O civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei".
  • Procurando entender melhor a questão achei uma referência na Wikipedia que me ajudou:

    "O ofendido pode, ainda, propor ação penal subsidiária da pública, quando o representante do Ministério Público se omitir, for negligente. É o que está no artigo 5º, inciso LIX, da Constituição: "Será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal"."

    Bons estudos!
  • Prezados,
    Alguém poderia me ajudar no erro da letra E, pois a CF afirma que o civilmente identificado NÃO será submetido a identificação criminal, até aqui esta tudo entendido, porém há um salvo nas hipoteses previstas em lei, portanto quando a alternativa informa que o civilmente identificado será submetido a identificação criminal, CONFORME as hipóteses prevista em lei, não é exatamente o que está na CF?

    Favor me ajudar quem puder.
  • Geralmente quando dizem "salvo quando previsto em lei" está dizendo lei específica no caso por exemplo o  Código penal e não mais a CF.
  • resposta encontra seu respaldo legal no art. 5º, LIX, CF-88.
  • Nossa pessoal bem dificil esse direito constitucional.. eu que estou chegando agora esta dificil, alguem tem uma dica como posso estudar mais facilmente?
  • Para mim, a alternativa E também é resposta para a questão, já que logo após a afirmação a alternativa restringe: "conforme hipóteses previstas em lei".

    E, conforme Lei 12.037/09

    Art. 3º  Embora apresentado documento de identificação, poderá ocorrer identificação criminal quando:

    I – o documento apresentar rasura ou tiver indício de falsificação;

    II – o documento apresentado for insuficiente para identificar cabalmente o indiciado;

    III – o indiciado portar documentos de identidade distintos, com informações conflitantes entre si;

    IV – a identificação criminal for essencial às investigações policiais, segundo despacho da autoridade judiciária competente, que decidirá de ofício ou mediante representação da autoridade policial, do Ministério Público ou da defesa;

    V – constar de registros policiais o uso de outros nomes ou diferentes qualificações;

    VI – o estado de conservação ou a distância temporal ou da localidade da expedição do documento apresentado impossibilite a completa identificação dos caracteres essenciais.

  • Flávia,

    A questão está totalmente equivocada com a redação da carta magna. Assim, está escrito na constituição: Artigo 5° LVIII - O civilmente identificado não será(a questão já afirma que será!) submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses prevista em lei.

    Assim sendo, o texto da nossa constituição, é claro em dizer que NÃO SERÁ.Portanto, já com essa discrepância à lei, devemos descartar a alternativa.
    Sucesso.
  • Concordo com os colegas acima, a alternativa "E" está correta sim.

    A banca, ao tentar fugir do "copia e cola" alterou a redação do inciso LVIII do art. 5º da CF e se perdeu no português. 

    O civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei. 

    A contrário sensu, nas hipóteses previstas, ele será identificado sim! É exatamente o que a banca diz, que conforme as hipóteses previstas em lei, ele será identificado. 
  • Realmente, o entendimento de vocês sobre o item E está correto, porém a questão blindou qualquer tipo de entendimento além do que está expresso no art. 5° da Constituição.
  • O inciso LVIII do art. 5º da CF traz uma exceção e não uma regra, como se denota da assertiva "e" da questão.
  • O art. 5° da Constituição brasileira enumera uma série de garantias e direitos individuais. A leitura dos incisos do artigo que dispõem sobre o processo permitem solucionar a questão. Veja-se:
    Art. 5°, LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente. Incorreta a afirmativa A.
    Art. 5°, LIX - será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal. Correta a afirmativa B.
    Art. 5°, LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos. Incorreta a afirmativa C.
    Art. 5°, LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. Incorreta a afirmativa D.
    Art. 5°, LVIII - o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei. Incorreta a afirmativa E. 
     
    RESPOSTA: Alternativa B
  •        a) ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade federal. ( o correto seria: senão pela autoridade competente.)

    b) será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal; (certa)
    c) são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos, salvo se estas forem emprestadas. Isto não existe no art. 5º. LVI
    d) ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal absolvitória; (Art. 5º LVII ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal CONDENATÓRIA)
          e) o civilmente identificado será submetido a identificação criminal, conforme as hipóteses previstas em lei; ( ERRADO!!
    Pq  o Art. 5º LVIII diz: o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei;)

    Sejamos objetivos! Estas interpretações são as que fazem vocês perderem uma questão!
    ;)
  • Ação Penal PRIVADA SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA

  • RESPOSTA: Alternativa B

    O art. 5° da Constituição brasileira enumera uma série de garantias e direitos individuais. A leitura dos incisos do artigo que dispõem sobre o processo permitem solucionar a questão. Veja-se:

    Art. 5°, LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente. Incorreta a afirmativa A.

    Art. 5°, LIX - será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal. Correta a afirmativa B.

    Art. 5°, LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos. Incorreta a afirmativa C.

    Art. 5°, LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. Incorreta a afirmativa D.

    Art. 5°, LVIII - o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei. Incorreta a afirmativa E. 

     

    (Comentário do Professor)


ID
950923
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos previstos na Constituição da Republica Federativa do Brasil. Neste sentido, existem cargos que são privativos de brasileiro nato que são os cargos de:

Alternativas
Comentários
  • Alternativa B é a correta.

    Artigo 12, p. 3/CF: "São privativos de brasileiro nato os cargos:
    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;
    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;
    III - de Presidente do Senado Federal;
    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;
    V - da carreira diplomática;
    VI - de oficial das Forças Armadas.
    VII - de Ministro de Estado da Defesa".
  • Complementarmente, pode-se dizer que há seis cargos do Conselho da República (CR) que são privativos de brasileiros natos, sendo 2 nomeados pelo Presidente da República, 2 eleitos pelo Senado Federal e 2 eleitos pela Câmara dos Deputados, todos com mandato de 3 anos, vedada a recondução.
  • MACETINHO: CARGOS PRIVATIVOS DE BRASILEIROS NATO:

    MP3.COM

    MINISTROS(STF)
    PRESIDENTE DA REPÚBLICA + VICE
    PRESIDENTE DO SENADO
    PRESIDENTE DA CÂMARA

    CARREITA DIPLOMÁTICA
    OFICIAL DA FORÇAS ARMADAS
    MINISTROS DE ESTADO DE DEFESA
  • Pessoal, vale lembrar que o art. 89, inciso VII da CF traz como cargo privativo de brasileiro nato, os 6 cidadãos que participam do Conselho da República!!!
  • Só um plus...

    O §3o, do art 12 - CF/88 é um rol exemplificativo de distinção entre brasileiros natos e naturalizados, dentro da Constituição. (como já caiu na CESPE) ;-)
  • Dica: São privativos de brasileiros natos, além do Presidente da República, todos os cargos que podem substituí-lo: Vice Presidente da República, Presidente da Câmara dos Deputados, Presidente do Senado Federal e Ministro do STF; e cargos relativos a segurança internacional: Carrreiras Diplomáticas, Oficiais das Forças Armadas e Ministro de Estado da Defesa.
  • Temos ainda:
    - O Presidente do TSE, que será um ministro do STF, logo, cargo exclusivo de brasileiro nato (art.119, CF);

    - O Presidente do CNJ, que é o presidente do STF, logo, tbem será exclusivo de brasileiro nato (art.103,b, CF)
  • O art. 12, § 3º, da CF/88 estabelece que são privativos de brasileiro nato os cargos: I - de Presidente e Vice-Presidente da República; II - de Presidente da Câmara dos Deputados; III - de Presidente do Senado Federal; IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal; V - da carreira diplomática; VI - de oficial das Forças Armadas; VII - de Ministro de Estado da Defesa. Portanto, está correta a alternativa B.
    RESPOSTA: Alternativa B
  •   CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

    ART 12 § 3  São privativos de brasileiros nato os cargos

    I - Presidente e vice-presidente da republica 

    II -  Presidente da câmara do senado federal

    III - Presidente do sendo federal

    IV - Ministro do Supremo Tribunal Federal 

    V -  carreira Diplomática 

    VI - Oficial das forças armadas

    VII - Ministro de Estado da Defesa

  • LETRA A CORRETA 

    Cargos privativos de brasileiros natos MP3.COM

    Ministro do STF - O Tribunal mais importante do país - STF

    Presidente da republica e Vice

    Presidente da câmara dos deputados

    Presidente do senado

    Carreira Diplomaticas

    Oficial das Forças Armadas

    Ministro do Estado de Defesa

  • ALTERNATIVA CORRETA B

  • Gabarito''B''.

    "Art. 12 § 3º São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa." 

    Não desista em dias ruins. Lute pelo seus sonhos!


ID
1060225
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Qual tipo de servidor utilizado para converter os nomes digitados na barra de endereços de um navegador para um endereço IP válido?

Alternativas
Comentários
  • Letra D.

    O serviço DNS traduz uma URL em IP, e vice versa. Os endereços 8.8.8.8 e 8.8.4.4 são da Google DNS, e podem acelerar sua navegação.

    ISP é Internet Service Provider, provedor de serviços de Internet. SMTP é o protocolo para envio de e-mails a partir de um cliente de e-mail. Proxy é um servidor que analisa, autoriza, bloqueia, encaminha, faz cache, entre várias outras funções. DHCP é o serviço que atribui IP dinamicamente (ativado), dentro de uma faixa de valores (automático) ou não atribui, deixando ser IP fixo (desativado).

  • DNS servidor que converte o ip para nome e nome para ip, normalmente se a internet está lenta, trocar ele ajuda, mais famoso é o opendns.

ID
1060237
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico

O N-ésimo termo da sucessão (1,5,14,30,55,91,150,...) é representado por AN, sendo N um número inteiro maior do que zero. O valor de (A50 – A48) é:

Alternativas

ID
1060249
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O Título III da lei 8112 de 11 de dezembro de 1990, trata dos Direitos e Vantagens dos servidores que para os efeitos desta Lei, servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. Assim, vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em lei, e remuneração é o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei. Com relação a estes dois institutos é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Art. 41. Remuneração é o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei.

    § 1º A remuneração do servidor investido em função ou cargo em comissão será paga na forma prevista no art. 62.

    § 2º O servidor investido em cargo em comissão de órgão ou entidade diversa da de sua lotação receberá a remuneração de acordo com o estabelecido no § 1º do art. 93.

    § 3º O vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens de caráter permanente, é irredutível.

    § 4º É assegurada a isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhadas do mesmo Poder, ou entre servidores dos três Poderes, ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou ao local de trabalho.

    § 5º Nenhum servidor receberá remuneração inferior ao salário mínimo.


  • Letra C.

    a) Art. 42. Nenhum servidor poderá perceber, mensalmente, a título de remuneração, importância superior à soma dos valores percebidos como remuneração, em espécie, a qualquer título, no âmbito dos respectivos Poderes, pelos Ministros de Estado, por membros do Congresso Nacional e Ministros do Supremo Tribunal Federal.

    b) Art. 45. Salvo por imposição legal, ou mandado judicial, nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento.

    d) Parágrafo único.  Mediante autorização do servidor, poderá haver consignação em folha de pagamento a favor de terceiros, a critério da administração e com reposição de custos, na forma definida em regulamento.

    e) Art. 48. O vencimento, a remuneração e o provento não serão objeto de arresto, seqüestro ou penhora, exceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão judicial.


    Bons Estudos!

  • a) Nenhum servidor poderá perceber, mensalmente, a título de remuneração, importância superior à soma dos valores percebidos como remuneração, em espécie, a qualquer título, no âmbito dos respectivos Poderes, pelos Ministros de Estado, por membros do Congresso Nacional e Ministros do Supremo Tribunal Federal.

    b) Salvo por imposição legal, ou mandado judicial, nenhum desconto incidirá sobre a remuneração ou provento. 

    d) Mediante autorização do servidor, poderá haver consignação em folha depagamento a favor de terceiros, a critério da administração e com reposição decustos, na forma definida em regulamento.

    e) O vencimento, a remuneração e o provento não serão objeto de arresto, seqüestro ou penhora, exceto nos casos de prestação dealimentos resultante de decisão judicial

  •        § 3  O vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens de caráter permanente, é irredutível.


ID
1145251
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.
fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&catid=137:dh2&Itemid=314)


Predomina no texto I a seguinte característica do gênero reportagem:

Alternativas
Comentários
  • apócrifo: duvidoso, sem autenticidade, falso

  • Dissertação-Exposição

     

    Apresenta um saber já construído e legitimado, ou um saber teórico. Apresenta informações sobre assuntos, expõe, reflete, explica e avalia ideias de modo objetivo. O texto expositivo apenas expõe ideias sobre um determinado assunto. A intenção é informar, esclarecer.  Ex: aula, resumo, textos científicos, enciclopédia, textos expositivos de revistas e jornais,  etc.

     

     

    Fonte: gramática para concursos públicos.

     

     

    GAB. A

  • REPORTAGEM: função é informar, jornalismo opinativo, interefere na construção de  juízos do leitor, a opinião do jornalista fica explícita, utiliza discursos diretos e indiretos.

    NOTÍCIA: narra acontecimentos, jornalismo informativo, opinião implícita, objetiva, curta, não busca persuardir.

  • ✅ Gabarito: A

    REPORTAGEM: função é informar, jornalismo opinativo, interfere na construção de juízos do leitor, a opinião do jornalista fica explícita, utiliza discursos diretos e indiretos.

    NOTÍCIA: narra acontecimentos, jornalismo informativo, opinião implícita, objetiva, curta, não busca persuadir.

    ➥ Trata-se de uma dissertação expositiva:

    ➥ DISSERTAÇÃO EXPOSITIVA: Este tipo de texto é caracterizado por esclarecer um assunto de maneira atemporal com o objetivo de explicá-lo de maneira clara, sem intenção de convencer o leitor ou criar debate.

    ➥ DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA: Este tipo de texto – muito frequente nas provas de concursos! – apresenta posicionamentos pessoais e exposição de ideias apresentadas de forma lógica. Com razoável grau de objetividade, clareza, respeito pelo registro formal da língua e coerência, seu intuito é a defesa de um ponto de vista que convença o interlocutor (leitor ou ouvinte).

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
1145254
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.
fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&catid=137:dh2&Itemid=314)


A palavra cuja formação se dá pelo mesmo processo de “visibilizar” é

Alternativas
Comentários
  • diagnsticar - diagnostico = verbo em subst

    pressão - preesionar = substat em verbo

    desigualdade - prefixo e sufixo

    relação - substantivo 

    encerrar - verbo

  • visibilizar vem de visivel, adjetivo transformado em verbo, pressão é um substantivo que transformado em verbo vai para pressionar, então acho que se justifica nisso, ambos foram transformados em verbo.

  • "Visibilizar" verbo que deriva da palavra visível

    a) diagnóstico - derivação regressiva; b) pressionar - verbo que deriva da palavra pressão; c) desigualdade - derivação sufixal e prefixal; d) relação - derivação regressiva; e) encerrar - derivação prefixal, do verbo cerrar.

  • Gab: B.

    Agregando conhecimento. Sobre o pronome relativo "cujo". 


    Uso do pronome cujo

    O uso do pronome “cujo” é determinado por aspectos específicos

    O uso do pronome cujo, semelhantemente a tantos outros assuntos ligados à gramática, encontra-se submetido a regras específicas. Há de se convir que em se tratando da oralidade ele não é um pronome assim tão recorrente; mas quanto à escrita o seu uso é notório. Daí a importância de você estar ciente das suas particularidades, de modo a exercer sua competência linguística de forma efetiva.

    Partindo desse princípio e tendo a consciência de que se trata de um pronome relativo variável, analisaremos tais particularidades, estando elas demarcadas por alguns aspectos, entre os quais:

    * Tal termo somente é utilizado no sentido de posse, fazendo referência ao termo antecedente e ao substantivo subsequente. Observe:

    O garoto cujo pai esteve aqui...A enunciação diz respeito ao pai do garoto, expresso antes.

    * Não se usa artigo definido entre o pronome ora em discussão (cujo) e o substantivo subsequente.Voltemos ao exemplo anterior:

    O garoto cujo (o) pai esteve aqui (situação inadequada)

    O garoto cujo pai esteve aqui... (forma conveniente)

    * O pronome deve aparecer antecedido de preposição sempre que a regência dos termos posteriores exigir. Vejamos:

    Aquela é a família de cuja casa todos gostam. 

    Analisando a regência do verbo gostar, constata-se que ele se classifica como transitivo indireto, requerendo, pois, o uso da preposição. 

    Esta é a professora em cuja experiência todos acreditam. 

    Acreditamos em alguma coisa, logo, todos acreditam na experiência da professora. 

    Eis a amiga com cujas atitudes não concordamos. 

    Ao concordarmos, concordamos com algo, ou seja, não concordamos com as atitudes da amiga. 

    Tratando-se, sobretudo, dos casos relacionados à regência, alguns “soam” de forma estranha. Contudo, é preciso passar por cima desse aspecto, optando pelo seu correto uso, sempre que assim se fizer necessário.


    Fonte: http://portugues.uol.com.br/gramatica/uso-pronome-cujo.html


  • Gabarito: Letra B

     

    visibilizar. visível + izar - derivação sufixal

    a) diagnóstico. palavra primitiva

    b) pressionar. pressão + ar - derivação sufixal 

    c) desigualdade. des + igual + dade - derivação prefixal e sufixal.

    d) relação. palavra primitiva

    e) encerrar. en + cerrar - derivação prefixal

     

    Na dúvida pesquise a etimologia da palavra.


ID
1145257
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.
fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&catid=137:dh2&Itemid=314)


“Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como ‘na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas’.”

O fragmento destacado acima é parcialmente contraditório em relação ao seguinte trecho:

Alternativas

ID
1145260
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.
fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&catid=137:dh2&Itemid=314)


Sobre a presença feminina no sistema prisional brasileiro, de acordo com o texto I, pode-se afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • falta de atenção gera erro, ler com cuidado e sem ansiedade facilita ...dei bobeira.


ID
1145263
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.
fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&catid=137:dh2&Itemid=314)


Ao longo do texto I, aparecem algumas preocupações acerca da situação das mulheres em ambiente prisional. Marque a única alternativa INCORRETA a esse respeito:

Alternativas
Comentários
  • o abandono da mulher pelo companheiro causado pela fragilidade feminina.


ID
1145266
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.
fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&catid=137:dh2&Itemid=314)


“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão”

No trecho acima destacado, é possível, sem alterar o sentido, substituir os pontos pelos seguintes elementos de coesão, respectivamente:

Alternativas
Comentários
  • Pois no início da oração = Explicação (Porque)

    Pois no final da oração = Conclusão (Portanto)

    e introduz no período uma ideia de adição.

    FOCO,FORÇA E FÉ! NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS.


ID
1145269
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.
fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&catid=137:dh2&Itemid=314)


“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão”
No texto I, a exemplo do fragmento acima, utiliza-se abundantemente o seguinte recurso lexical de coesão:

Alternativas
Comentários
  • sinonimia= populacao carceraria feminina, detentas, mulheres


ID
1145272
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

QUALIFICAÇÃO


Não existe um consenso sobre se a elite também vai para a cadeia nos países desenvolvidos porque as cadeias são melhores ou se as cadeias são melhores porque a elite as frequenta, Não importa. O fato é que se pode prever um sensível aprimoramento de instalações e serviços nas nossas prisões com a qualificação progressiva da sua população.
Um sistema de cotações - cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo - e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária assegurariam o funcionamento do sistema em bases saudavelmente empresariais. As empreiteiras teriam interesse redobrado em construir boas penitenciárias, e as financeiras em financiá-las, para garantir sua participação num novo e lucrativo mercado e porque a qualquer hora elas poderiam receber seus executivos, para os quais reservariam as coberturas.
O novo e saudável hábito de prender corruptos pode ter desdobramentos inesperados. A inevitável melhora dos serviços penitenciários serviria como incentivo para confissões voluntárias. Acabariam as lutas jurídicas, a indústria de liminares e a proliferação de habeas-corpus, desafogando o nosso sistema judiciário, já que muitos acusados prefeririam reconhecer sua culpa e ir logo para a cadeia, escolhendo a que tivesse melhor bar ou ginásio, ou de acordo com a programação da TV a cabo.
Conhecendo-se a nossa indústria construtora, haveria o risco de as construções de luxo excluírem as construções populares, como já acontece no mercado de imóveis, e de os criminosos comuns ficarem sem cadeia, o que aumentaria a insegurança das ruas. Mas dentro dos muros de penitenciárias modernas e confortáveis, a elite brasileira viveria o seu sonho de segurança total: guardas 24 horas por dia e o convívio exclusivo dos seus pares.

(VERÍSSIMO, Luís Fernando. “O Globo”, 2/7/2000.)

Quanto ao gênero, o texto II é um(a)

Alternativas
Comentários
  • Crônica é uma narrativa histórica que expõe os fatos seguindo umaordem cronológica. A palavra crônica deriva do grego "chronos" que significa "tempo". Nos jornais e revistas, a crônica é uma narração curta escrita pelo mesmo autor e publicada em uma seção habitual do periódico, na qual são relatados fatos do cotidiano e outros assuntos relacionados a arte, esporte, ciência etc.

    fonte:http://www.significados.com.br/cronica/

  • Alguem sabe comentar todas as opções?

  • Veríssimo é famoso por escrever crônicas. Como já li muito ele, acertei a questão apenas pelo autor.

  • Nunca vi uma banca para gostar tanto do Veríssimo, ou ele tem uma cota na instituição, ou o eleborador só ler ele e a globo plim plim ¬¬'.

  • Crônica: breve narrativa,  linguagem simples, aborda temas cotidianos, muitas das vezes são de cunho satírico, humorístico ou irônico. 

    Conto: breve narrativa, linguagem simples, poucas personagens, a estrutura possui: início, desenvolvimento (clímax) e fechamento, de modo que todas as ações se encaminham para um determinado desfecho. O conto não possui cunho crítico.

    Artigo é uma publicação que contém essencialmente uma opinião, uma visão parcial de algo. Pode vir carregada de referências de outros sites, revistas, livros e pesquisas, mas é basicamente a opinião do autor sobre determinado assunto.

    Ensaio: julgamento subjetivo sobre algo a partir de uma análise.Existem dois tipos o ensaio literário ou artístico (informal) e o ensaio científico (formal). Características do ensaio literário:  Linguagem simples,  reflexão subjetiva, texto crítico, com exposição e defesa de ideias, texto breve ou conciso.

    No caso, Veríssimo, como disse o colega, é um famoso cronista e o tema abordado é o contexto político brasileiro. Veríssimo, usa de tom irônico quando diz que as cadeias terão que passar por uma reestruturação física para abrigar seus novos presos, os políticos.

  • É perceptível o cunho crítico, mas narrativa? O que está sendo narrado?

    O fato dele ser um cronista não significa que este texto seja uma crônica.. achei um pouco equivocada esta definição. Marquei comentário, mas pelo que encontrei, o comentário se constroi em cima de outro texto, como uma entrevista, ou algo do tipo, e não de uma tema, como explicitado no texto.

     

  • TEXTO :

    Qualificação da CADEIA :

    JÁ PENSOU SE TIVER CADEIA QUALIFICADA NO BRASIL ( 5 ESTRELAS ) .rs . Até eu queria estar lá dentro : CRÔNICA: HUMOR ; COMÉDIA .

    CONFORME TEXTO :

    Um sistema de cotações - cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo - e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária assegurariam o funcionamento do sistema em bases saudavelmente empresariais. As empreiteiras teriam interesse redobrado em construir boas penitenciárias, e as financeiras em financiá-las, para garantir sua participação num novo e lucrativo mercado e porque a qualquer hora elas poderiam receber seus executivos, para os quais reservariam as coberturas .

    FONTE :

    (VERÍSSIMO, Luís Fernando. “O Globo”, 2/7/2000.)

    QUESTÃO :

    Quanto ao gênero, o texto é :

    GABARITO :

    A ) CRÔNICA .


ID
1145275
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

QUALIFICAÇÃO


Não existe um consenso sobre se a elite também vai para a cadeia nos países desenvolvidos porque as cadeias são melhores ou se as cadeias são melhores porque a elite as frequenta, Não importa. O fato é que se pode prever um sensível aprimoramento de instalações e serviços nas nossas prisões com a qualificação progressiva da sua população.
Um sistema de cotações - cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo - e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária assegurariam o funcionamento do sistema em bases saudavelmente empresariais. As empreiteiras teriam interesse redobrado em construir boas penitenciárias, e as financeiras em financiá-las, para garantir sua participação num novo e lucrativo mercado e porque a qualquer hora elas poderiam receber seus executivos, para os quais reservariam as coberturas.
O novo e saudável hábito de prender corruptos pode ter desdobramentos inesperados. A inevitável melhora dos serviços penitenciários serviria como incentivo para confissões voluntárias. Acabariam as lutas jurídicas, a indústria de liminares e a proliferação de habeas-corpus, desafogando o nosso sistema judiciário, já que muitos acusados prefeririam reconhecer sua culpa e ir logo para a cadeia, escolhendo a que tivesse melhor bar ou ginásio, ou de acordo com a programação da TV a cabo.
Conhecendo-se a nossa indústria construtora, haveria o risco de as construções de luxo excluírem as construções populares, como já acontece no mercado de imóveis, e de os criminosos comuns ficarem sem cadeia, o que aumentaria a insegurança das ruas. Mas dentro dos muros de penitenciárias modernas e confortáveis, a elite brasileira viveria o seu sonho de segurança total: guardas 24 horas por dia e o convívio exclusivo dos seus pares.

(VERÍSSIMO, Luís Fernando. “O Globo”, 2/7/2000.)

Considerando o texto II globalmente, pode-se afirmar que é rico em:

Alternativas
Comentários
  • Texto completamente irônico.


ID
1145278
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

QUALIFICAÇÃO


Não existe um consenso sobre se a elite também vai para a cadeia nos países desenvolvidos porque as cadeias são melhores ou se as cadeias são melhores porque a elite as frequenta, Não importa. O fato é que se pode prever um sensível aprimoramento de instalações e serviços nas nossas prisões com a qualificação progressiva da sua população.
Um sistema de cotações - cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo - e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária assegurariam o funcionamento do sistema em bases saudavelmente empresariais. As empreiteiras teriam interesse redobrado em construir boas penitenciárias, e as financeiras em financiá-las, para garantir sua participação num novo e lucrativo mercado e porque a qualquer hora elas poderiam receber seus executivos, para os quais reservariam as coberturas.
O novo e saudável hábito de prender corruptos pode ter desdobramentos inesperados. A inevitável melhora dos serviços penitenciários serviria como incentivo para confissões voluntárias. Acabariam as lutas jurídicas, a indústria de liminares e a proliferação de habeas-corpus, desafogando o nosso sistema judiciário, já que muitos acusados prefeririam reconhecer sua culpa e ir logo para a cadeia, escolhendo a que tivesse melhor bar ou ginásio, ou de acordo com a programação da TV a cabo.
Conhecendo-se a nossa indústria construtora, haveria o risco de as construções de luxo excluírem as construções populares, como já acontece no mercado de imóveis, e de os criminosos comuns ficarem sem cadeia, o que aumentaria a insegurança das ruas. Mas dentro dos muros de penitenciárias modernas e confortáveis, a elite brasileira viveria o seu sonho de segurança total: guardas 24 horas por dia e o convívio exclusivo dos seus pares.

(VERÍSSIMO, Luís Fernando. “O Globo”, 2/7/2000.)

“Não existe um consenso sobre se a elite também vai para a cadeia nos países desenvolvidos porque as cadeias são melhores ou se as cadeias são melhores porque a elite as frequenta.” Sobre esse fragmento, podemos afirmar que é

Alternativas
Comentários
  • Pode-se definir a intertextualidade como sendo um "diálogo" entre textos. Esse diálogo pressupõe um universo cultural muito amplo e complexo, pois implica a identificação e o reconhecimento de remissões a obras ou a trechos mais ou menos conhecidos. Dependendo da situação, a intertextualidade tem funções diferentes que dependem dos textos/contextos em que ela é inserida.

     

    Evidentemente, o fenômeno da intertextualidade está ligado ao "conhecimento do mundo", que deve ser compartilhado, ou seja, comum ao produtor e ao receptor de textos. O diálogo pode ocorrer em diversas áreas do conhecimento, não se restringindo única e exclusivamente a textos literários.

     

    GAB. D

     

    Fonte:quero passar


ID
1145281
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

QUALIFICAÇÃO


Não existe um consenso sobre se a elite também vai para a cadeia nos países desenvolvidos porque as cadeias são melhores ou se as cadeias são melhores porque a elite as frequenta, Não importa. O fato é que se pode prever um sensível aprimoramento de instalações e serviços nas nossas prisões com a qualificação progressiva da sua população.
Um sistema de cotações - cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo - e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária assegurariam o funcionamento do sistema em bases saudavelmente empresariais. As empreiteiras teriam interesse redobrado em construir boas penitenciárias, e as financeiras em financiá-las, para garantir sua participação num novo e lucrativo mercado e porque a qualquer hora elas poderiam receber seus executivos, para os quais reservariam as coberturas.
O novo e saudável hábito de prender corruptos pode ter desdobramentos inesperados. A inevitável melhora dos serviços penitenciários serviria como incentivo para confissões voluntárias. Acabariam as lutas jurídicas, a indústria de liminares e a proliferação de habeas-corpus, desafogando o nosso sistema judiciário, já que muitos acusados prefeririam reconhecer sua culpa e ir logo para a cadeia, escolhendo a que tivesse melhor bar ou ginásio, ou de acordo com a programação da TV a cabo.
Conhecendo-se a nossa indústria construtora, haveria o risco de as construções de luxo excluírem as construções populares, como já acontece no mercado de imóveis, e de os criminosos comuns ficarem sem cadeia, o que aumentaria a insegurança das ruas. Mas dentro dos muros de penitenciárias modernas e confortáveis, a elite brasileira viveria o seu sonho de segurança total: guardas 24 horas por dia e o convívio exclusivo dos seus pares.

(VERÍSSIMO, Luís Fernando. “O Globo”, 2/7/2000.)

“Um sistema de cotações – cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo – e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária (...).” O trecho entre travessões mantém com o termo anterior uma relação

Alternativas
Comentários
  • Explicativa.


ID
1145284
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

QUALIFICAÇÃO


Não existe um consenso sobre se a elite também vai para a cadeia nos países desenvolvidos porque as cadeias são melhores ou se as cadeias são melhores porque a elite as frequenta, Não importa. O fato é que se pode prever um sensível aprimoramento de instalações e serviços nas nossas prisões com a qualificação progressiva da sua população.
Um sistema de cotações - cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo - e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária assegurariam o funcionamento do sistema em bases saudavelmente empresariais. As empreiteiras teriam interesse redobrado em construir boas penitenciárias, e as financeiras em financiá-las, para garantir sua participação num novo e lucrativo mercado e porque a qualquer hora elas poderiam receber seus executivos, para os quais reservariam as coberturas.
O novo e saudável hábito de prender corruptos pode ter desdobramentos inesperados. A inevitável melhora dos serviços penitenciários serviria como incentivo para confissões voluntárias. Acabariam as lutas jurídicas, a indústria de liminares e a proliferação de habeas-corpus, desafogando o nosso sistema judiciário, já que muitos acusados prefeririam reconhecer sua culpa e ir logo para a cadeia, escolhendo a que tivesse melhor bar ou ginásio, ou de acordo com a programação da TV a cabo.
Conhecendo-se a nossa indústria construtora, haveria o risco de as construções de luxo excluírem as construções populares, como já acontece no mercado de imóveis, e de os criminosos comuns ficarem sem cadeia, o que aumentaria a insegurança das ruas. Mas dentro dos muros de penitenciárias modernas e confortáveis, a elite brasileira viveria o seu sonho de segurança total: guardas 24 horas por dia e o convívio exclusivo dos seus pares.

(VERÍSSIMO, Luís Fernando. “O Globo”, 2/7/2000.)

O uso repetido, ao longo do texto II, de verbos no Futuro do Pretérito sugere

Alternativas
Comentários
  • Possibilidade.


ID
1145287
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

QUALIFICAÇÃO


Não existe um consenso sobre se a elite também vai para a cadeia nos países desenvolvidos porque as cadeias são melhores ou se as cadeias são melhores porque a elite as frequenta, Não importa. O fato é que se pode prever um sensível aprimoramento de instalações e serviços nas nossas prisões com a qualificação progressiva da sua população.
Um sistema de cotações - cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo - e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária assegurariam o funcionamento do sistema em bases saudavelmente empresariais. As empreiteiras teriam interesse redobrado em construir boas penitenciárias, e as financeiras em financiá-las, para garantir sua participação num novo e lucrativo mercado e porque a qualquer hora elas poderiam receber seus executivos, para os quais reservariam as coberturas.
O novo e saudável hábito de prender corruptos pode ter desdobramentos inesperados. A inevitável melhora dos serviços penitenciários serviria como incentivo para confissões voluntárias. Acabariam as lutas jurídicas, a indústria de liminares e a proliferação de habeas-corpus, desafogando o nosso sistema judiciário, já que muitos acusados prefeririam reconhecer sua culpa e ir logo para a cadeia, escolhendo a que tivesse melhor bar ou ginásio, ou de acordo com a programação da TV a cabo.
Conhecendo-se a nossa indústria construtora, haveria o risco de as construções de luxo excluírem as construções populares, como já acontece no mercado de imóveis, e de os criminosos comuns ficarem sem cadeia, o que aumentaria a insegurança das ruas. Mas dentro dos muros de penitenciárias modernas e confortáveis, a elite brasileira viveria o seu sonho de segurança total: guardas 24 horas por dia e o convívio exclusivo dos seus pares.

(VERÍSSIMO, Luís Fernando. “O Globo”, 2/7/2000.)

No texto II, a causa do aprimoramento de instalações e serviços das cadeias é

Alternativas

ID
1145290
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.

fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&catid=137:dh2&Itemid=314)



TEXTO II 

QUALIFICAÇÃO


Não existe um consenso sobre se a elite também vai para a cadeia nos países desenvolvidos porque as cadeias são melhores ou se as cadeias são melhores porque a elite as frequenta, Não importa. O fato é que se pode prever um sensível aprimoramento de instalações e serviços nas nossas prisões com a qualificação progressiva da sua população.
Um sistema de cotações - cinco estrelas para prisões com celas executivas, por exemplo - e a possibilidade de o condenado escolher sua penitenciária assegurariam o funcionamento do sistema em bases saudavelmente empresariais. As empreiteiras teriam interesse redobrado em construir boas penitenciárias, e as financeiras em financiá-las, para garantir sua participação num novo e lucrativo mercado e porque a qualquer hora elas poderiam receber seus executivos, para os quais reservariam as coberturas.
O novo e saudável hábito de prender corruptos pode ter desdobramentos inesperados. A inevitável melhora dos serviços penitenciários serviria como incentivo para confissões voluntárias. Acabariam as lutas jurídicas, a indústria de liminares e a proliferação de habeas-corpus, desafogando o nosso sistema judiciário, já que muitos acusados prefeririam reconhecer sua culpa e ir logo para a cadeia, escolhendo a que tivesse melhor bar ou ginásio, ou de acordo com a programação da TV a cabo.
Conhecendo-se a nossa indústria construtora, haveria o risco de as construções de luxo excluírem as construções populares, como já acontece no mercado de imóveis, e de os criminosos comuns ficarem sem cadeia, o que aumentaria a insegurança das ruas. Mas dentro dos muros de penitenciárias modernas e confortáveis, a elite brasileira viveria o seu sonho de segurança total: guardas 24 horas por dia e o convívio exclusivo dos seus pares.


(VERÍSSIMO, Luís Fernando. “O Globo”, 2/7/2000.)

A respeito das visões sobre sistema prisional apresentadas nos textos I e II, é possível afirmar que são

Alternativas
Comentários
  • ALGUÉM PODERIA EXPLICAR?

  • o texto I trás dados, estatísticas e argumentos que buscam embasar suas ideias, que se referem às penitenciárias como um lugar onde a dignidade humana não é respeitada, já o texto II faz uso da ironia, onde fala que as penitenciárias têm tudo para tornarem-se lugares maravilhosos, verdadeiros paraísos, os quais logo só terão espaço para os criminosos políticos e de alta classe, enquanto os criminosos comuns terão que "amargar" a liberdade.

ID
1145293
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Em qual tipo de memória ficam armazenadas as configurações do setup da placa-mãe?

Alternativas
Comentários
  • As informações do SETUP são gravadas na ROM-BIOS (ficam armazenadas permanentemente), que é um chip do tipo CMOS. São lidas no momento da inicialização para a memória RAM (ficam armazenadas temporariamente), e consultadas pelo processador na memória CACHE.

    Ou seja, a questão não especificou o 'tipo de memória' desejado


ID
1145296
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Qual sequência de ações está correta no Sistema Operacional Windows XP para excluir, em definitivo e de uma única vez, um conjunto alternado de arquivos contidos em um determinado diretório?

Alternativas
Comentários
  • Letra A.

    Ctrl - seleção individual, Shift - seleção em bloco.

    Delete - move para a Lixeira, Shift+Delete - exclui definitivamente.

  • GABARITO A

    CTRL = CONTROLA alternadamente, sem ordem.

    SHIFT = SHELECIONA tuuudo.

    SHIFT + DEL = SHIIIIIIII deleteii

    bons estudos


ID
1145299
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Numa escola de línguas que possui 200 alunos, sabe-se que 120 estudam inglês, 90 estudam espanhol e 50 estudam francês. Sabendo-se que nenhum aluno estuda simultaneamente as três línguas, a probabilidade de que um aluno da escola, escolhido ao acaso, estude duas línguas é:

Alternativas
Comentários
  • Se temos 200 alunos ao total, e, se somarmos os que estudam inglês (120), o que estudam espanhol (90) e o que estudam francês (50), encontramos 260. Assim temos 60 (260 – 200) alunos que se repetem em dois grupos.

    Probabilidade = 60/200 = 3/10

    Resposta correta: letra B.


ID
1145302
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O artigo 5° da Constituição da República Federativa do Brasil em seu inciso XVII prevê que é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar. Em relação as a associações é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • gabarito: B
    Art.5. 

    XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;

    XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;

    XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

    XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;

    XXI - as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente;


  • Gabarito B

     

    Letra A, B, C D - associação

    Letra E - direito de reunião

  • Lembrando que para uma associação ser compulsoriamente DISSOLVIDA: TRÂNSITO EM JULGADO.

    Para uma associação ser SUSPENSA: APENAS DECISÃO JUDICIAL.

  • XVIII - a criação de associações e, na

    forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a

    interferência estatal em seu funcionamento;

  • XVIII - a criação de associações e, na

    forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a

    interferência estatal em seu funcionamento;

  • Questão exige do candidato conhecimento sobre os Direitos e Garantias Fundamentais, preconizados na Constituição Federal de 1988 (CF 88).

    Passemos a analise das afirmativas:

    A) CORRETA.

    As associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado (art. 5º, XIX, CF/88).

    A alternativa exposta se mostra em consonância com o mandamento constitucional.

    CUIDADO: as bancas adoram dizer “exigindo-se, em ambos os casos, o trânsito em julgado”.

    ESQUEMATIZANDO:

    DISSOLUÇÃO >>>Decisão judicial definitiva (transitada em julgado).

    SUSPENSÃO >>> Decisão judicial recorrível.

    B) INCORRETA.

    Alternativa equivocada, o mandamento constitucional veda autorização para a criação das associações e cooperativas, no teor do art. 5º, XVIII, da CRFB/88, in verbis:

    A criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento.

    AMPLIANDO O CONHECIMENTO: A lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical (art. 8º, I CF/88).

    MACETE: assocIAção >>> Independe de Autorização

    C) CORRETA.

    Ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado (art. 5º, XX, CF/88).

    A alternativa reproduz os exatos termos do diploma constitucional. O examinador sempre irá criar uma situação e dizer que nela será possível alguém ser compelido a associar-se ou a permanecer associado. Não caia nessa!

    D) CORRETA.

    As entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente (art. 5º, XXI, CF/88).

    A alternativa reproduz os exatos termos do diploma constitucional.

    DICA: muito cuidado! Bancas adoram dizer que é “independentemente de autorização”.

    AMPLIANDO O CONHECIMENTO: STF: Súmula 629 A impetração de mandado de segurança coletivo por entidade de classe em favor dos associados independe da autorização destes.

    E) CORRETA.

    Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente (art. 5º, XVI, CF/88).

    Alternativa correta. Reproduz os exatos termos do diploma constitucional. Note que o aviso prévio à autoridade competente é necessário, mas não o pedido de autorização. Esse inciso é EXTREMAMENTE cobrado! Principalmente se for concurso da área policial.

    AMPLIANDO O CONHECIMENTO: Caso ocorra negativa pela autoridade competente, o remédio constitucional é o Mandado de Segurança. As bancas adoram dizer que é Habeas Corpus, não caia nessa! O MS é o remédio constitucional adequado caso o Estado impeça o direito de reunião.

    Fonte: CF 88.

    Gabarito da questão: B.

  • gab:B

    a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas não dependem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

  • B

    a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas dependem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;


ID
1145305
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A lei 8.429 de 2 de junho de 1992, dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências. O Capítulo V da referida lei trata do Procedimento Administrativo e do Processo Judicial nos demonstra que qualquer pessoa poderá representar à autoridade administrativa competente para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de improbidade. Em relação ao procedimento administrativo e ao processo judicial nestes casos, pode-se afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Lei 8.429/92

     

    CAPÍTULO V
    Do
    Procedimento Administrativo e do Processo Judicial


     

            Art.
    14. Qualquer pessoa poderá representar à autoridade administrativa competente
    para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de
    improbidade.


     

            § 1º A representação,
    que será escrita ou reduzida a termo e assinada, conterá a qualificação do
    representante, as informações sobre o fato e sua autoria e a indicação das
    provas de que tenha conhecimento.


     

            § 2º A autoridade
    administrativa rejeitará a representação, em despacho fundamentado, se esta não
    contiver as formalidades estabelecidas no § 1º deste artigo. A rejeição não
    impede a representação ao Ministério Público, nos termos do art. 22 desta
    lei.


     

            § 3º Atendidos os
    requisitos da representação, a autoridade determinará a imediata apuração dos
    fatos que, em se tratando de servidores federais, será processada na forma
    prevista nos arts. 148 a 182 da Lei nº 8.112, de
    11 de dezembro de 1990
    e, em se tratando de servidor militar, de acordo com
    os respectivos regulamentos disciplinares.


     

            Art.
    15. A comissão processante dará conhecimento ao Ministério Público e ao Tribunal
    ou Conselho de Contas da existência de procedimento administrativo para apurar a
    prática de ato de improbidade.


     

            Parágrafo único. O
    Ministério Público ou Tribunal ou Conselho de Contas poderá, a requerimento,
    designar representante para acompanhar o procedimento administrativo.


     

  • gab: a

    Art. 14 Lei 8.429/92. Qualquer pessoa poderá representar à autoridade administrativa competente para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de improbidade.

      § 1º A representação, que será escrita ou reduzida a termo e assinada, conterá a qualificação do representante, as informações sobre o fato e sua autoria e a indicação das provas de que tenha conhecimento.


  • b) Não impede a representação ao Mp

    c) Determinará a imediata apuração dos fatos, não há conveniência e oportunidade

    d) a lei não cita Juiz de direito

    e) a lei não cita “com procuração”

  • GABARITO LETRA A 

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)   

     

    ARTIGO 14. Qualquer pessoa poderá representar à autoridade administrativa competente para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de improbidade.

     

    § 1º A representação, que será escrita ou reduzida a termo e assinada, conterá a qualificação do representante, as informações sobre o fato e sua autoria e a indicação das provas de que tenha conhecimento.
     

  • A letra A é a alternativa correta.

    a) Art. 14. Qualquer pessoa poderá representar à autoridade administrativa competente para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de improbidade.

    § 1º A representação, que será escrita ou reduzida a termo e assinada, conterá a qualificação do representante, as informações sobre o fato e sua autoria e a indicação das provas de que tenha conhecimento.

    b) Art 14 § 2º A autoridade administrativa rejeitará a representação, em despacho fundamentado, se esta não contiver as formalidades estabelecidas no § 1º deste artigo. A rejeição não impede a representação ao Ministério Público, nos termos do art. 22 desta lei.

    Ou seja, não impede a representação MP.

    c) Art 14 § 3º Atendidos os requisitos da representação, a autoridade determinará a imediata apuração dos fatos que, em se tratando de servidores federais, será processada na forma prevista nos arts. 148 a 182 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e, em se tratando de servidor militar, de acordo com os respectivos regulamentos disciplinares.

    Ou seja, não há conveniência e oportunidade.

    d) Art. 15. A comissão processante dará conhecimento ao Ministério Público e ao Tribunal ou Conselho de Contas da existência de procedimento administrativo para apurar a prática de ato de improbidade.

    Não se fala em Juiz de direito.

    e) Art 15 Parágrafo único. O Ministério Público ou Tribunal ou Conselho de Contas poderá, a requerimento, designar representante para acompanhar o procedimento administrativo.

    Não se fala em procuração.


ID
1145308
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Penal

A lei de execução penal, a LEP – lei n° 7210/84 prevê em seu art. 10 que a assistência ao preso e ao internado é dever do Estado, objetivando prevenir o crime e orientar o retorno à convivência em sociedade. A assistência estende-se ainda ao egresso. Dessa forma, a assistência será: material; à saúde; jurídica; educacional; social; e religiosa. Com relação a esses tipos de assistência citados é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra E.


    A) ERRADA. Art. 14. A assistência à saúde do preso e do internado de caráter preventivo e curativo, compreenderá atendimento médico, farmacêutico e odontológico.

    B) ERRADA. Art. 15. A assistência jurídica é destinada aos presos e aos internados sem recursos financeiros para constituir advogado.

    C) ERRADA. Art. 17. A assistência educacional compreenderá a instrução escolar e a formação profissional do preso e do internado.

    D) ERRADA. Art. 22. A assistência social tem por finalidade amparar o preso e o internado e prepará-los para o retorno à liberdade.

    E) CORRETA. Art. 12. A assistência material ao preso e ao internado consistirá no fornecimento de alimentação, vestuário e instalações higiênicas.

  • Retorno o carceragem rsrs 


ID
1145311
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Regimento Interno
Assuntos

O Departamento Penitenciário Nacional, subordinado ao Ministério da Justiça, é órgão executivo da Política Penitenciária Nacional e de apoio administrativo e financeiro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. São atribuições do Departamento Penitenciário Nacional, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • PPL, e não PRD

  • GABARITO C

    LEI DE EXECUÇÕES PENAIS - ART. 72: SÃO ATRIBUIÇÕES DO DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL

     

    (CORRETA) a) acompanhar a fiel aplicação das normas de execução penal em todo o Território Nacional. (INCISO I)

     (CORRETA) b) assistir tecnicamente as Unidades Federativas na implementação dos princípios e regras estabelecidos nesta Lei. (INCISO III)

     (ERRADA) c) estabelecer, mediante convênios com as unidades federativas, o cadastro nacional das vagas existentes em estabelecimentos locais destinadas ao cumprimento de penas privativas de direitos aplicadas pela justiça de outra unidade federativa, em especial para presos sujeitos a regime disciplinar. (INCISO VI)

     (CORRETA) d) colaborar com as Unidades Federativas mediante convênios, na implantação de estabelecimentos e serviços penais. (INCISO IV)

     (CORRETA) e) colaborar com as Unidades Federativas para a realização de cursos de formação de pessoal penitenciário e de ensino profissionalizante do condenado e do internado. (INCISO V)

  • Resp: C.

    Apegadinha da questão está em dizer :PENAS RESTRITIVAS DE DIREITO, quando deveria ser PRIVATIVAS DE LIBERDADE.

  • QConcursos precisa urgentemente se atualizar. Não tem muitas questões de matérias específicas para o Depen. Enquanto isso o TEC ta dando de 10000 X 0


ID
1145314
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Esta declaração em seu item XIII, prevê que todo ser humano tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado e que todo ser humano tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar. Assim, em relação ao asilo político previsto nesta declaração é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • DUDH 

    ART 14:  1. Toda pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países. 2. Este direito não pode, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por atividades contrárias aos fins e aos princípios da Nações Unidas.
  • Gabarito: c

    É todo ser humano? É. Porem há excessão. Achei errado isso ai

  • FUNLIXO

  • GABARITO C


    DUDH

    Artigo 14

    I) Todo o homem, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.

    II) Este direito não pode ser invocado em casos de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos objetivos e princípios das Nações Unidas.


    bons estudos

  • era pra ser toda pessoa vítima de perseguição política
  • Para o CESPE questão INCOMPLETA é CERTA,

    DUDH

    Artigo 14

    I) Todo o homem, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo

    em outros países.

    II) Este

    direito não pode ser invocado em casos de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos

    contrários aos objetivos e princípios das Nações Unidas. 

  • Todo ser humano, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países”. Este é o princípio fundamental do artigo 14 da Declaração Universal de Direitos Humanos (DUDH), que completou 70 anos em 2018.

    Gab C

  • Acertei a Questão, mas que banca !
  • GAB C

    A QUESTÃO ESTÁ CERTA, MESMO ESTANDO INCOMPLETA.

    A REGRA É QUE TODOS PODEM PROCURAR ASILO POLÍTICOS

    EXCETO CRIMES POLÍTICOS E CONEXOS COM POLÍTICOS

  • A  questão refere-se aos direitos assegurados na DUDH.

    c) CORRETA – De fato, nos termos do artigo 18 da DUDH, todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião, o qual inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, em público ou em particular.

    Artigo 18 - Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; esse direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença pelo ensino, pela prática, pelo culto em público ou em particular.

    Fonte: Reta Final do Direito Simples e Objetivo

  • Menos de um mês para a prova da PPMG.

    É uma grande oportunidade.

    É hora de revisar, revisar e revisar.

    Pra isso, temos 6 simulados inéditos, baseados na SELECON, super acessível.

    Corre e fortaleça seus estudos, RUMO A APROVAÇÃO. RUMO A PPMG

    Segue link:

    https://sun.eduzz.com/1082953?a=48670029


ID
1145317
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Pedro Leonel Gonçalo, servidor público do Departamento Nacional de Controle de Chuvas, autarquia federal localizada em Brasília, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, ocupante do cargo de engenheiro civil, constitui com seus irmãos José Leonel Gonçalo, Maria do Carmo Gonçalo e Vera Gomes da Silva de Gonçalo, sociedade empresária com a denominação “Previtempo Ltda”, com sede no Distrito Federal, cujo principal ramo de atividade é a análise de relatórios meteorológicos e a emissão de relatórios, contendo os riscos de precipitações acima dos padrões de normalidade.
A Sociedade Empresária (Previtempo Ltda) tem o seu capital social dividido em cotas, sendo que, nos termos do contrato social, Maria do Carmo Gonçalo é que exerce o cargo de gerente da pessoa jurídica. Em face de seu cargo, atua, na qualidade de procurador, Pedro Leonel Gonçalo, junto às instâncias administrativas, para a obtenção, em favor de Previtempo Ltda., de certificado exarado pelo Departamento Nacional de Controle de Chuvas, atestando a capacitação técnica da referida empresa, muito embora não tivessem sido preenchidos todos os requisitos legais.
Com relação à conduta de Pedro Leonel Gonçalo, é correto afirmar que ela

Alternativas
Comentários
  • LETRA E - ESTA CORRETA

    X - participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário; (Redação dada pela Lei nº 11.784, de 2008

    XI - atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro;

  • 8112/90:

     

    VEDADO:

     

      XI - atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro;

     

     

    Ele atuando nessa modalidade de intervenção é infração, pois os casos em que a lei permite são para tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau (cônjuge ou companheiro).

     

     

     

    GAB. D

  • Art. 117.  Ao servidor é proibido: (Vide Medida Provisória nº 2.225-45, de 4.9.2001)

     

    X - participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário;

     

    A Lei permite que ele seja cotista! Logo, a letra E não pode estar correta.

     

    XI - atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro;

     

    Apesar dele ser cotista, nesse caso não se trata de benefícios previdenciários ou assistenciais!

    E sim, de um certificado atestando a capacitação técnica da empresa na qual ele atua.

    Gabarito "D"

     

    Ótima questão!

  •  d)

    constitui infração administrativa por ter Pedro Leonel Gonçalo atuado junto ao Departamento Nacional de Controle de Chuvas, em conduta tipificada como advocacia administrativa.


ID
1145320
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Não definido

De acordo com o Plano Nacional de Saúde do Sistema Penitenciário, o desenvolvimento da atenção básica de saúde no âmbito das unidades penitenciárias será realizado por equipes mínimas, integrada por

Alternativas

ID
1145323
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Não definido

No Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário – Anexo I, são descritas as linhas de ação para a população penitenciária brasileira. Nele, seguindo a NOAS/MS, são consideradas Ações de Atenção Básica

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D) o controle da tuberculose, controle da hipertensão e diabetes, dermatologia sanitária-hanseníase, saúde bucal e saúde da mulher.


ID
1145326
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

As Penas Restritivas de Direitos são aplicadas para os crimes praticados sem violência, cuja sanção penal é de:

Alternativas
Comentários
  • Resposta: Alternativa "A"

    Art. 44, CP - As penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de liberdade, quando:

    I – aplicada pena privativa de liberdade não superior a quatro anos e o crime não for cometido com violência ou grave ameaça à pessoa ou, qualquer que seja a pena aplicada, se o crime for culposo;

    II – o réu não for reincidente em crime doloso;

    III – a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e a personalidade do condenado, bem como os motivos e as circunstâncias indicarem que essa substituição seja suficiente.

  • LETRA A CORRETA 

     Art. 44. As penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de liberdade, quando: 

      I – aplicada pena privativa de liberdade não superior a quatro anos e o crime não for cometido com violência ou grave ameaça à pessoa ou, qualquer que seja a pena aplicada, se o crime for culposo


  • GABARITO - LETRA A

     

    DISCIPLINA, DISCIPLINA, DISCIPLINA.

  • Faltou explicitar que o prazo de até 4 anos é para crime doloso. O culposo não apresenta qualquer prazo máximo de fixação de pena (vide parte final do inciso I, art. 44, CP).

    Muitas bancas, acredito, não atribuiriam como certa essa resposta.

  •         Art. 44. As penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de liberdade, quando: 

            I – aplicada pena privativa de liberdade não superior a quatro anos e o crime não for cometido com violência ou grave ameaça à pessoa ou, qualquer que seja a pena aplicada, se o crime for culposo;

     

     a) 0 a 4 anos de condenação. correta

  • Questão passível de anulação.

     

    Não existe "pena de 0 anos". A PRD é aplicável à PPL de até 4 anos. 

  • gente nao consigo achar a respota certa vcs podem me falar

     

  • DECRETO LEI Nº 2.848/1940

    Art. 44 – As penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de liberdade, quando: 

    • I – aplicada pena privativa de liberdade não superior a 4 anos e o crime não for cometido com violência ou grave ameaça à pessoa

    Gabarito: A

  • Gabarito A

    Art. 44. As penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de liberdade, quando: 

    I ? aplicada pena privativa de liberdade não superior a quatro anos e o crime não for cometido com violência ou grave ameaça à pessoa ou, qualquer que seja a pena aplicada, se o crime for culposo;

    _____________________

    Não vejo motivo para possível anulação da questão com fulcro no argumento de que "não existe pena de zero anos".

    >> Em alguns crimes o legislador dá ao juiz a possibilidade de pena OU multa. Se o magistrado resolve dar a pena APENAS de MULTA é possível entender que a reclusão ou detenção foi zero!

  • Conhecimento exigido do candidato:

    Art. 44 do Código Penal: " As penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de liberdade, quando: I – aplicada pena privativa de liberdade não superior a quatro anos e o crime não for cometido com violência ou grave ameaça à pessoa ou, qualquer que seja a pena aplicada, se o crime for culposo (...)".

    Informação complementar:

    Art. 43 do Código Penal: "As penas restritivas de direitos são: I - prestação pecuniária; II - perda de bens e valores; IV - prestação de serviço à comunidade ou a entidades públicas; V - interdição temporária de direitos; VI - limitação de fim de semana".

    Análise das alternativas:

    Alternativa A - CORRETA! É o que dispõe o artigo 44, I/CP.

    Alternativa B - Incorreta. Não corresponde à redação do artigo 44, I, do Código Penal.

    Alternativa C - Incorreta. Não corresponde à redação do artigo 44, I, do Código Penal.

    Alternativa D - Incorreta. Não corresponde à redação do artigo 44, I, do Código Penal.

    Alternativa E - Incorreta. Não corresponde à redação do artigo 44, I, do Código Penal.

    O gabarito da questão é, portanto, a alternativa A.

  • Gabarito: Alternativa "A"

    Fundamentação:

    Art. 44 do Código Penal: As penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de liberdade, quando: Inciso I – aplicada pena privativa de liberdade não superior a quatro anos e o crime não for cometido com violência ou grave ameaça à pessoa (...)

    Dicas no Instagram: @professoralbenes


ID
1145329
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Regimento Interno
Assuntos

Dentre outras atribuições, compete à Coordenação Geral de Fomento ao Programa de Penas e Medidas Alternativas – CGPMA:

Alternativas
Comentários
  • Art. 1o- A Comissão Nacional de Apoio às Penas e Medidas Alternativas - CONAPA, órgão consultivo integrante da Coordenação-Geral do Programa de Fomento às Penas e Medidas Alternativas - CGPMA da Diretoria de Políticas Penitenciárias - DIRPP do Departamento Penitenciário Nacional - DEPEN, tem por finalidade:

    I - contribuir na elaboração de planos nacionais que versem sobre Sistema de Justiça, Segurança Pública e Direitos Humanos;

    II - propor fóruns públicos para debater a Política Nacional de Fomento às Penas e Medidas Alternativas;

    III - sugerir projetos de alteração legislativa no âmbito das penas e medidas alternativas;

    IV - estimular a aplicação dos substitutivos penais e zelar pela qualidade do monitoramento da execução das penas e medidas alternativas em todas as unidades da federação;

    V - difundir as penas e medidas alternativas como instrumento eficaz de punição e responsabilização;

    VI - estimular as parcerias entre os operadores do Direito, as autoridades públicas e a sociedade civil organizada;

    VII - divulgar experiências bem sucedidas e fomentar sua aplicação em todas as unidades da federação;

    VIII - estimular a realização de estudos científicos, com vistas ao aprimoramento das normas jurídicas sobre alternativas às medidas privativas de liberdade e a produção de dados nacionais sobre o tema; e

    IX - sugerir alterações no regimento interno. 

  • Comissão Nacional de Apoio às Penas e Medidas Alternativas – CONAPA - (órgão consultivo) foi desativado, conforme sítio virtual do Ministério da justiça: http://www.justica.gov.br/seus-direitos/politica-penal/arquivos/alternativas-penais-1/conapa

  • QConcursos precisa urgentemente se atualizar. Não tem muitas questões de matérias específicas para o Depen. Enquanto isso o TEC ta dando de 10000 X 0


ID
1145332
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Regimento Interno
Assuntos

A Comissão Nacional de Apoio às Penas e Medidas Alternativas – CONAPA – é um órgão

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: E.

    Questão desatualizada. O CONAPA (órgão consultivo) foi desativado, conforme sítio virtual do Ministério da justiça: http://www.justica.gov.br/seus-direitos/politica-penal/arquivos/alternativas-penais-1/conapa

  • obrigado


ID
1145335
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Quando inserido em atividade laborativa, a remuneração do preso deverá possibilitar

Alternativas
Comentários
  • Questão mal elaborada. Vamos, por partes:


    A questão pede para completar a seguinte frase: "Quando inserido em atividade laborativa, a remuneração do preso deverá possibilitar:"


    A: "o pagamento dos encargos processuais". Não existe nenhum dispositivo legal que afirme isso. ERRADO

    B: "a aquisição de alimentos".O fornecimento de alimentação faz pare da assistência material (Lei nº 7.210/84 ou "Lei de Execução Penal - LEP", art. 12), a qual constitui um dos direitos do preso (LEP, art. 41, inciso VII). O que pode confundir é o fato de que "O estabelecimento disporá[...] de locais destinados à venda de produtos e objetos permitidos e não fornecidos pela Administração" (LEP, art. 13). ERRADO

    C: "a indenização pelos danos causados pelo crime". É o que versa a primeira parte da letra "a", do § 1°, do art. 29 da LEP. Mas há uma ressalva, aqui, pois a assertiva está incompleta, se levarmos em conta o dispositivo integral, qual seja: "O produto da remuneração pelo trabalho deverá atender: a) à indenização dos danos causados pelo crime, desde que determinados judicialmente e não reparados por outros meios". CORRETO (em outras palavras, é a assertiva menos errada)

    D: "o ressarcimento, ao erário, dos recursos dispensados durante o seu confinamento". A LEP sequer menciona a palavra erário (fazenda ou tesouro público). O que pode confundir é o exposto na letra "d", do § 1°, do art. 29 da LEP, a saber, in verbis: "O produto da remuneração pelo trabalho deverá atender: d) ao ressarcimento ao Estado das despesas realizadas com a manutenção do condenado, em proporção a ser fixada e sem prejuízo da destinação prevista nas letras anteriores". A letra da Lei fala em Estado, e não erário; despesas, e não recursos; manutenção do condenado, e não confinamento (e se o preso for para o regime aberto? Logo, ele não ficará confinado); e, ainda, informa que tal ressarcimento será feito sem prejudicar outros dispositivos do § 1°, o que, per se, engloba a letra "a" correspondente à alternativa C desta questão. ERRADO

    E: "a sua manutenção integral durante o cumprimento da pena". Como visto na alternativa D, o ressarcimento ao Estado, quando ocorrer, será em proporcional, e não integral, conforme a assertiva trata. ERRADO.

    UIA!

  • questão totalmente descabível, tentaram dificultar e se embananaram todo! ótimo argumento Gills Lopes

  • § 1° O produto da remuneração pelo trabalho deverá atender:

     

    a) à indenização dos danos causados pelo crime, desde que determinados judicialmente e não reparados por outros meios; GABARITO C

    b) à assistência à família;

    c) a pequenas despesas pessoais;

    d) ao ressarcimento ao Estado das despesas realizadas com a manutenção do condenado, em proporção a ser fixada e sem prejuízo da destinação prevista nas letras anteriores.

     

    § 2º Ressalvadas outras aplicações legais, será depositada a parte restante para constituição do pecúlio, em Caderneta de Poupança, que será entregue ao condenado quando posto em liberdade.

  • Gabarito: C

    Tenho que discordar dos 2 colegas acima, que disseram que a questão está mal elaborada. Não achei, simplesmente a banca usou argumentos parecidos mesmo, para dificultar para os candidatos... Ou talvez eu que esteja estudando muito a LEP mesmo, por isso achei "tranquila".

    Rumo a aprovação!

  • Gabarito C

    Lei de Execuções Penais

    Art. 29. O trabalho do preso será remunerado, mediante prévia tabela, não podendo ser inferior a 3/4 (três quartos) do salário mínimo.

    § 1° O produto da remuneração pelo trabalho deverá atender:

    a) à indenização dos danos causados pelo crime, desde que determinados judicialmente e não reparados por outros meios;

    b) à assistência à família;

    c) a pequenas despesas pessoais;

    d) ao ressarcimento ao Estado das despesas realizadas com a manutenção do condenado, em proporção a ser fixada e sem prejuízo da destinação prevista nas letras anteriores.

    § 2º Ressalvadas outras aplicações legais, será depositada a parte restante para constituição do pecúlio, em Caderneta de Poupança, que será entregue ao condenado quando posto em liberdade.

  • A questão B não está errada. Ele pode usar parte do dinheiro para comprar em estabelecimentos comerciais dentro do presídio, e nele existe a venda de alimentos. Achei mal elaborada.
  • Para a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, o fato de estar preso não isenta o alimentante de seu dever para com o alimentado, pois existe a possibilidade de exercer atividade remunerada no cárcere.

  • Olá, colegas concurseiros!

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  • Minha contribuição.

    LEP

    Art. 28. O trabalho do condenado, como dever social e condição de dignidade humana, terá finalidade educativa e produtiva.

    § 1° Aplicam-se à organização e aos métodos de trabalho as precauções relativas à segurança e à higiene.

    § 2° O trabalho do preso não está sujeito ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho.

    Art. 29. O trabalho do preso será remunerado, mediante prévia tabela, não podendo ser inferior a 3/4 (três quartos) do salário mínimo.

    § 1° O produto da remuneração pelo trabalho deverá atender:

    a) à indenização dos danos causados pelo crime, desde que determinados judicialmente e não reparados por outros meios;

    b) à assistência à família;

    c) a pequenas despesas pessoais;

    d) ao ressarcimento ao Estado das despesas realizadas com a manutenção do condenado, em proporção a ser fixada e sem prejuízo da destinação prevista nas letras anteriores.

    § 2° Ressalvadas outras aplicações legais, será depositada a parte restante para constituição do pecúlio, em Caderneta de Poupança, que será entregue ao condenado quando posto em liberdade.

    Art. 30. As tarefas executadas como prestação de serviço à comunidade não serão remuneradas.

    Abraço!!!

  • TA CHEGANDOOOO !

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ID
1145338
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A origem da instituição carcerária moderna está intimamente vinculada

Alternativas
Comentários
  • No século XIII evidenciava-se uma transição de modelo econômico na sociedade. O sistema feudal aos poucos vai desaparecendo na historia e o sistema de produção capitalista se consolida como novo modelo socioeconômico na sociedade. É nessa transição de poder que emerge a “prisão” como privação de liberdade. Em seu livro Vigiar e punir, Foucault (1987, p. 25) relaciona os regimes de punir aos sistemas de produção em ordem cronológica e corrobora que, numa economia servil, os mecanismos punitivos teriam como papel trazer mão-de-obra suplementar — e constituir uma escravidão “civil” ao lado da que é fornecida pelas guerras ou pelo comércio; com o feudalismo, e numa época em que a moeda e a produção estão pouco desenvolvidas, assistiríamos a um brusco crescimento dos castigos corporais — sendo o corpo na maior parte dos casos o único bem acessível; a casa de correção — o Hospital Geral, o Spinhuis ou Rasphuis— o trabalho obrigatório, a manufatura penal apareceriam com o desenvolvimento da economia de comércio. Mas como o sistema industrial exigia um mercado de mão-de-obra livre, a parte do trabalho obrigatório diminuiria no século XIX nos mecanismos de punição, e seria substituída por uma detenção com fim corretivo.


ID
1145341
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A invenção de novas formas de práticas e procedimentos judiciários experimentou uma grande transformação a partir do século XII, com a instituição de uma nova estrutura política e de poder. Uma dessas práticas, segundo Foucault (2002), termina por reorganizar todas as práticas judiciárias, possuindo vigência até os dias atuais. Trata-se

Alternativas
Comentários
  • Onde encontramos a origem do Inquérito?

    Na prática política, administrativa e judiciária. Mas foi na Idade Média que o Inquérito apareceu como forma de pesquisa da verdade, no interior da ordem jurídica. Foi para saber exatamente quem fez o quê em que condições e em que momento.

    O Inquérito é uma forma bem característica da verdade em nossa sociedade.


ID
1145344
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A nova distribuição espacial e social da riqueza, no final do século XVIII, na Europa, tornou necessário o surgimento de novos controles sociais. Estes dão origem ao que Foucault (1983 e 2002) denominou de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: 

    LETRA "C"

    "SOCIEDADE DISCIPLINAR"

  • Nas sociedades disciplinares o poder disciplinador, simbolizado pela arquitetura do panóptico, presentificava-se no interior das Instituições, como as prisões, os hospitais, as escolas, os quartéis, com o objetivo de instaurar a disciplina e, conseqüentemente, um padrão comportamental rotineiro. No modelo social de Deleuze, o controle passa do âmbito local – restrito à extensão dos olhos e do ouvido humanos – para um âmbito supra-local, estendendo-se para todos os espaços da vida pública. Não há mais um espaço restrito para que o poder se faça sentir; pelo contrário, ele se faz presente em todos os lugares. Por conseguinte, é mais perverso, mais controlador, porque se sustenta no aparato das novas tecnologias de informação. O símbolo do controle agora não é mais o panóptico,mas a web, a rede digital de comunicação mundial, que concentra toda a informação dos indivíduos em bancos de dados. O princípio da docilidade continua, no entanto, o mesmo, pois os indivíduos entregam voluntariamente seus dados à vigilância. 

  • Mudanças sociais ocorridas no séc. XVIII e XIX levaram a alterações do jogo do poder, que foi sendo gradativamente substituído pelo que Foucault denomina de sociedades disciplinares, as quais atingiram o seu apogeu no séc. XX. A passagem de uma forma de dominação a outra ocorreu quando a economia do poder percebeu ser mais eficaz e rentável “vigiar” do que “punir”.

  • Complementando:

    Duas imagens, portanto da disciplina. Num extremo, a disciplina - bloco, a instituição fechado, estabelecido à margem, e toda voltada para funções negativas: fazer parar o mal, romper as comunicações, suspender o tempo. No outro extremo, com o panoptismo, temos a disciplina - mecanismos: um dispositivo funcional que deve melhorar o exercício do poder tornando-o mais rápido, mais leve, mais eficaz, um desenho das coersões subtis para uma sociedade que está por vir. O movimento que vai de um projecto ao outro, de um esquema da disciplina de excepção ao de uma vigilância generalizado, repousa sobre uma transformações histórica: a extensão progressiva dos dispositivos de disciplina ao longo dos séculos XVII e XVIII, sua multiplicação através de todo o corpo social, a formação do que se poderia chamar grosso modo a sociedade disciplinar. Foucault, (1997), pag:173


ID
1145347
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Segundo Thompson (1991), a partir do século XIX a prática do encarceramento assume uma tripla finalidade:

Alternativas

ID
1145350
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A nova criminologia, ao se debruçar sobre o surgimento da delinqüência, enfatiza

Alternativas
Comentários
  • NOVA CRIMINOLOGIA é sinônimo de CRIMINOLOGIA CRÍTICA, MARXISTA, RADICAL


ID
1145353
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A tese defendida por Melossi e Pavarini (2006), que enfoca a penitenciária como fábrica, diz respeito, fundamentalmente,

Alternativas
Comentários
  • O lugar onde o empobrecimento conjunto do indivíduo tem lugar é a manufatura e a fábrica, mas a preparação, o adestramento, é garantido por uma estreita rede de instituições subalternas à fábrica, cujas características modernas fundamentais estão sendo construídas exatamente neste momento: a família mononuclear, a escola, o cárcere, o hospital, mais tarde o quartel, o manicômio. Eles garantirão a produção, a educação e a reprodução da força de trabalho de que o capital necessita. (Melossi e Pavarini, [2006]: [47-48])

    Conforme Melossi e Pavarini descrevem a lógica de trabalho na workhouse, é evidente que o efeito não é somente sobre o sujeito penal, mas sobre o ambiente social maior da vida da classe trabalhadora: A importância que se confere à ordem e à limpeza, ao vestuário uniforme, à comida e ao ambiente saudáveis (o que certamente não diz respeito àquilo que se relaciona ao processo de trabalho), a proibição de blasfemar e do uso do jargão popular e obsceno, de ler livros ou cartas ou de cantar baladas que não fossem aquelas ordenadas pelos diretores (num país e num século em que as baladas são manifestações da luta pela liberdade de pensamento!), a proibição de jogar, de usar apelidos, tudo isso constituía uma tentativa de representar, concretamente, na casa de trabalho, o novo estilo de vida há pouco descoberto, para despedaçar uma cultura popular subterrânea que lhe é radicalmente oposta, que é contemporaneamente uma encruzilhada das velhas formas de vida camponesa recém-abandonada com as formas novas de resistência que o ataque incessante do capital impõe ao proletariado. ([2006]: [47])


ID
1145356
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A hegemonia neoliberal na contemporaneidade, de acordo com Wacquant (2003), faz o Estado de Bem-Estar Social (ou Estado- Providência ou Estado Caritativo) ceder lugar ao Estado

Alternativas
Comentários
  • Neoliberalismo, segundo Wacquant, é mais cruel que o Liberalismo, pois o nível tecnológico alcançado pela humanidade faz com que aquela grande massa de proletariados, cuja carência de políticas públicas de atenção aos setores sociais provocou a crise do Liberalismo, seja substituída por máquinas. No contexto desta substituição, emerge a figura do subproletariado. Assim, resta justificada a afirmação de que os subproletariados são filhos legítimos do Neoliberalismo. O fato de serem causa da crise do Neoliberalismo é muito parecida com a mesma relação anteriormente demonstrada entre os proletariados e o Liberalismo. 

  • De acordo com Wacquant (2007, p. 126-127) esse modelo neoliberal de gestão penal destina-se a “regular, senão perpetuar, a pobreza e armazenar os dejetos humanos do mercado”. Volta-se para aqueles que compõem o subproletariado negro das grandes cidades, as frações desqualificadas da classe operária, aos que recusam o trabalho mal remunerado e se voltam para a economia informal da rua, cujo carro-chefe é o tráfico de drogas (Wacquant, 1999, s. p.). Com efeito, essa penalidade neoliberal, denominada por Wacquant (2001, p. 10) de “ditadura sobre os pobres” procura reprimir com severidade “as desordens suscitadas pela desregulamentação da economia, pela dessocialização do trabalho assalariado e pela pauperização relativa e absoluta de amplos contingentes do proletariado urbano, aumentando os meios, a amplitude e a intensidade da intervenção do aparelho policial e judiciário”.

     FONTE: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/viewFile/9039/9685

  • Jurava que era Estado mínimo...

  • A hegemonia neoliberal faz o Estado de Bem-Estar Social  ceder lugar ao Estado ===> punitivo.


ID
1145359
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

A questão da violência começou a fazer parte das preocupações da Saúde Pública a partir da constatação dos agravos físicos, mentais e emocionais provocados por esse fenômeno, que se mostra, na atualidade, como:

Alternativas
Comentários
  •  Dispondo de uma dimensão estrutural – enraizada na produção social contraposta a apropriação privada do trabalho, a “questão social” atinge visceralmente a vida dos sujeitos numa luta aberta e surda pela cidadania. (IANNI, 1992), no embate pelo respeito aos direitos civis, políticos e sociais. 


ID
1145362
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

As condições de trabalho encontradas no sistema penitenciário brasileiro, levam ao não-cumprimento de vários dos direitos previstos no Código de Ética Profissional do Assistente Social, dentre eles,

Alternativas
Comentários
  • Para mim, não somente a "C" corresponde aos entraves para consolidação do Código de Ética dentro dessa política, outras alternativas ,de igual modo,correspondem ao comando da questão, apesar de que a prova foi de 2009.

  • Onde tem isso escrito?

  • O enunciado da questão relaciona condições de trabalho e violações de DIREITOS do/a assistente social:

    Veja as alternativas de outra maneira:

    A. DEVER

    B. DEVER

    C. DIREITO

    D. DIREITO

    E. PRINCÍPIO

    Só por essa perspectiva 3 alternativas estão eliminadas.

    Para encontrar o nosso gabarito, precisamos lembrar que o Código de Ética define no título II, que trata dos direitos e responsabilidades gerais do/a assistente social, na alínea C, do artigo 2º, a "inviolabilidade do local de trabalho e respectivos arquivos e documentação, garantindo o sigilo profissional".

    A letra D se refere a um direito relacionado não às condições de trabalho, e sim às relações com entidades da categoria e demais organizações da sociedade civil.

    GABARITO Letra C

  • O enunciado da questão relaciona condições de trabalho e violações de DIREITOS do/a assistente social:

    Veja as alternativas de outra maneira:

    A. DEVER

    B. DEVER

    C. DIREITO

    D. DIREITO

    E. PRINCÍPIO

    Só por essa perspectiva 3 alternativas estão eliminadas.

    Para encontrar o nosso gabarito, precisamos lembrar que o Código de Ética define no título II, que trata dos direitos e responsabilidades gerais do/a assistente social, na alínea C, do artigo 2º, a "inviolabilidade do local de trabalho e respectivos arquivos e documentação, garantindo o sigilo profissional".

    A letra D se refere a um direito relacionado não às condições de trabalho, e sim às relações com entidades da categoria e demais organizações da sociedade civil.

    GABARITO Letra C


ID
1145365
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

O Sistema Penitenciário Brasileiro está regulamentado

Alternativas
Comentários
  • LEI DE EXECUÇÃO PENAL: 7.210/84

    Art. 61. São órgãos da execução penal:

    I - o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária;

    II - o Juízo da Execução;

    III - o Ministério Público;

    IV - o Conselho Penitenciário;

    V - os Departamentos Penitenciários;

    VI - o Patronato;

    VII - o Conselho da Comunidade.

    VIII - a Defensoria Pública.

    Alternativa: D

  • GABARITO: D. 

    A Lei de Execução Penal - LEP (Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984) tem como objeto a execução penal, cujo objetivo é "efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal e proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado" (LEP, art. 1º).

  • Como os concursos mudaram...


ID
1145368
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

No que tange à história do Serviço Social no sistema prisional brasileiro, Guindani (2001) constata que a profissão possui uma identidade:

Alternativas
Comentários
  • To passada rsrs...entendi nda nda !!

  •  confusa a questão.

  • É ISSO PRODUÇÃO???? =O

  • O Serviço Social junto às equipes de CTC construíram, no decorrer de sua história, uma identidade instituída, vinculada aos mecanismos de controle social, com caráter tarefeiro, subalterno, sem base teórica e intencionalidade ético política. (GUIDANI, Miriam: 2001 pg.05)

     

    A função para qual o técnico é requisitada, muitas vezes, não passa por realizar previsões de comportamento criminal. A atuação do profissional envolvido com a questão penitenciária leva ao burocraticismo, ao sentido contrário à ética profissional e à qualificação técnica, quando ele próprio se coloca no lugar de executar uma política condenatória na totalidade dos fatores que a ela corresponde. Esta política sinaliza o fazer técnico, uma vez que o profissional somente se reconhece institucionalmente quando produz nas suas intervenções o poder persecutório de manter a sociedade livre do crime. 


ID
1145371
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

O projeto de formação profissional do Assistente-Social, materializado nas Diretrizes Curriculares de 1994, enuncia a imprescindibilidade da pesquisa em todo o processo formativo. Nesse sentido, a pesquisa é entendida como um instrumento

Alternativas
Comentários
  • As Diretrizes são de 1996

  • Apesar da pergunta ter uma data errada, a pesquisa tem um papel de definir e redefinir o processo formativo, de colocar o processo de teoria e prática lado a lado um com o outro. 


ID
1145374
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Ao considerar a pesquisa como elemento-chave na concretização dos princípios e diretrizes do projeto de formação profissional, um dos mecanismos operativos para sua materialização é

Alternativas
Comentários
  • Alguém conhece alguma  bibliografia para a questão??

  • Thais Rossine.

    1º - Pesquisa Social: Minayo

    2º - Se for o Projeto Ético Politico: Tem um artigo de José Paulo Netto que encontrei no Google. 

    A Construção do Projeto Ético-Político do Serviço Social∗

    Por José Paulo Netto∗∗

    3º - As Diretrizes Curriculares vc encontra no site do CFESS.

    Esses são os três temas que envolve a questão acima.

  • Concebendo a pesquisa como um elemento chave na concretização dos princípios e diretrizes do projeto de formação profissional, em construção, entende-se de fundamental importância a indicação das seguintes linhas de pesquisa: 

    1) Desenvolvimento, Gestão e Organizações;

     2) Estado, Sociedade, Indivíduos e Instituições; 

    As novas demandas da sociedade exigem formação acadêmica que articule a competência científica e técnica com a inserção política e postura ética. A competência científica é alcançada quando, na graduação, há uma familiarização com os fundamentos de uma dada área do conhecimento. Assim, ensino com extensão e pesquisa aponta para a formação contextualizada às questões da sociedade contemporânea como parte da essência do processo formativo. 


    Fonte: http://www.urisaoluiz.com.br/graduacao/pdf/pppServicoSocial.pdf

  • A  "concretização dos princípios e diretrizes do projeto de formação profissional", não se concretiza dessa forma ao meu ver, pois cada um escolhe uma linha teórica-política a seguir e ela pode ser diferente do PEP. 

  • Questão péssima!!

  • a inserção do alunado em grupos temáticos de pesquisa.


ID
1145377
Banca
FUNRIO
Órgão
DEPEN
Ano
2009
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Nos anos de 1980, aportam, para o Serviço Social brasileiro, um profundo processo de renovação, que se materializou em conquistas teóricas, ganhos práticos e normatização ética (CFESS, 1993). Nesse sentido, o Código de Ética de 1986 expressa essas conquistas e ganhos em dois procedimentos, o de

Alternativas
Comentários
  • A) Piso salarial é luta até os dias atuais

    B) Gabarito

    C) Compromisso Profissional com a classe trabalhadora

    D) ____

    E) cód de 1993.

  • Contribuindo com  resposta da colega Thaís: 

    D) O reconhecimento é a REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO LEI N° 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993.

  • O Código de Ética de 1986 apresentou avanços importantes para o Serviço Social como a recusa ao conservadorismo que permeava a profissão desde sua gênese, além de reconhecer a impossibilidade de neutralidade na profissão, dado que passa a ser reconhecida a direção política da intervenção profissional, podendo ser tanto no sentido de fortalecer os trabalhadores, quanto para fortalecer a burguesia. Assim, afirma-se que o profissional de Serviço Social é um profissional competente política, teórica e tecnicamente ao exercer sua atividade e que, portanto, seu exercício profissional possui parcialidade e compromisso com um dos pólos, seja o do trabalhador seja o da classe dominante. O Código de Ética de 1986 representa, então, uma nova direção política da categoria profissional, a recusa ao conservadorismo, a afirmação de um novo perfil do profissional e a adoção da leitura histórica e crítica da realidade.


    RESPOSTA: B


  • - O Código de Ética de 86 apresentou muitas conquistas políticas. 

    *Deu nova direção política ao Serviço Social  (NEGOU a base filosófica do Serviço Social tradicional que era conservadora).

    *Acabou com a idéia de "ética da neutralidade".

    *Trouxe a criticidade, a recusa ao conservadorismo

    *Afirmou um novo perfil técnico: profissionais competentes teórico, técnica e politicamente.

    *Afirmou o comprometimento com os interesses históricos da classe trabalhadora (obs: mas sabemos que estamos tbm à serviço da burguesia).

    Logo, demonstrava-se que ocorria naquele momento a construção de um projeto profissional vinculado a um projeto social democrático! 

     

    - Já o Código de Ética de 90, conforme mostra seu texto introdutório, ele em nada nega o Código de 86, porém demonstra que este era insuficiente. Por isso, traz avanços:

    * Criase novos valores éticos, numa definição mais abrangente, de compromisso com usuários, com base na liberdade, democracia, cidadania,justiça, igualdade social.

    * Democracia é tomada como valor ético-políticocentral!

    * Normatizaram com maior precisão o exercício profissional e como elas se configuram nas relações entre assistentes sociais, organizações/instituições e  população.

    * A ÉTICA é tida aqui como o suporte ontológico do ser social; como pressuposto teórico-político que remete para o enfrentamento das contradições.

    * Visão crítica permanece (como foi dito: não se nega o Código de 86. apenas avançam nesses pontos demonstrados).

     

    Tudo isso está descrito na introdução do nosso Código de Ética de 90.

  • No plano da reflexão e da normatização ética, o Código de Ética Profissional de 1986 foi uma expressão das conquistas e ganhos, através de dois procedimentos:

     

    1 - negação da base filosófica tradicional, nitidamente conservadora, que norteava a “ética da neutralidade”;

    2afirmação de um novo perfil do/a técnico/a, não mais um/a agente subalterno/a e apenas executivo/a, mas um/a profissional competente teórica, técnica e politicamente.

     

    Código de Ética - Introdução - página 19 e 20

    http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP2011_CFESS.pdf