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Prova CESPE - 2015 - TJ-DFT - Analista Judiciário - Suporte em Tecnologia da Informação


ID
1775818
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

***. 118/MJ

Em 12 de maio de 2011

À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ
Assunto: Administração. Pedido de agendamento de manutenção em equipamentos.

1. Com o objetivo de dar cumprimento ao Plano Geral de Reparos e Modernização dos equipamentos de tecnologia deste Órgão, gentilmente, solicito a Você o agendamento de visita técnica a este Departamento.
2. Durante as últimas semanas, foram constatados diversos defeitos nos computadores e nos monitores utilizados pelos funcionários. Será necessário reparos e substituições de alguns equipamentos. Por esta razão, solicitamos que a equipe de manutenção dirija-se ao local com peças de substituição.
3. Os equipamentos a serem substituídos são três teclados e três estabilizadores, conforme relatório produzido pela área técnica do Departamento, que segue anexo.
4. Solicitamos que o agendamento seja realizado o mais rapidamente possível pois a inoperância dos equipamentos ocasiona atraso no andamento dos processos que estão sob nossa responsabilidade.
Respeitosamente,
Maria Helena Júlia
Diretora do Departamento de Comunicação Social do MJ

Com base no disposto no Manual de Redação Oficial da Presidência da República, julgue o próximo item, tendo como referência o texto apresentado.

O texto, uma comunicação administrativa entre unidades administrativas de um mesmo órgão, classifica-se como memorando.

Alternativas
Comentários
  • GAB - Correto


     3.4. Memorando

    3.4.1. Definição e Finalidade

      O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna.

      Pode ter caráter meramente administrativo, ou ser empregado para a exposição de projetos, ideias, diretrizes, etc. a serem adotados por determinado setor do serviço público.


    fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm

  • O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna.


    GAB. CERTO
  • MEMORANDO: comunicação interna

    OFICIO: comunicação eminentemente  externa

    AVISO: Quem avisa ministro é. Comunicação entre Ministros.


    gab: certo

  • Outras características do memorando;

    - Enumeração dos parágrafos.

    - O destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa.

    -Rapidez e simplicidade de procedimentos burocráticos.

  • O memorando, originalmente conhecido como memorando, é um documento escrito que é usado em uma empresa para se comunicar internamente. O objetivo deste documento é a transferência de informações brevemente. É definida como um lançamento formal, rápido, mas sem a necessidade de uma empresa, que lida com urgência para ter em conta, sob a forma de resumo e breve. O termo provém do memorando do latim, que significa "algo que deve ser lembrado". Também no escritório, é conhecido como um "memorando".

    Em termos de conteúdo, um memorando inclui papel timbrado, o título do documento indicando que é um memorando, o lugar e a data de emissão, os dados do remetente e do destinatário (incluindo suas cargas), o assunto do documento, conteúdo ou corpo, firme o pé e terminar as referências.

    Na prática, a estrutura de um exemplo de memorando pode incluir as seguintes linhas: 1 - para: o nome em questão, 2-CC: (carbono copiar para quem possa interessar), 3 - de: quem manda, 4-Data: data do memorando, 5-questão: a razão para o documento. Em seguida, viria a mensagem, muito curto, um ou dois parágrafos do que o habitual e no final simplesmente por um "Obrigado pela sua atenção" ou alguma frase para o estilo. Não há normas para o memorando para não ser um documento a partir do mais formal, então o tema é livre, e o que está sendo procurado é para ir para o grão da maneira mais fácil possível comunicar a mensagem.

    fonte: http://edukavita.blogspot.com.br/2015/01/conceito-e-definicao-de-memorando-ou.html


  • A data não deveria estar localizada no lado direito?

  • A construção do comando da questão está esquisitíssima. Embora consiga identificar que essa é a finalidade do memorando, certamente seria uma questão para ser deixada em branco.

  • MEMORANDO

    Definição

    Memorando é uma modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que PODEM estar hierarquicamente em mesmo nível ou em níveis diferentes. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente (exclusivamente) interna.


    FONTE:ESTRATÉGIA CONCURSOS. 

  • Memorando - Mesmo Órgão

  • Cassiano, esse memorando tem uma série de erros, tal como o "excelentíssima", porque tais erros são abordados nas demais questões desta prova.

  • Para aqueles que falaram que nao pode ser memorando pelo emprego do EXCELENTÍSSIMA  presta atenção:
    Embora tenha erro no pronome de tratamento o texto não deixa de ser um memorando.

  • A pergunta foi referente ao texto, e não ao Vocativo, o qual está errado.

  • Gab. CERTO

    Tanto o Departamento de comunicação social quanto o Departamento manutenção e tecnologia são ligados ao Ministério da Justiça. Por isso classifica-se como MEMORANDO - unidades administrativas de um mesmo órgão.

  • Certa
    Memorando é uma modalidade de comunicação de ordem interna.

  • leonardo comentário show



  • Principais características do Memorando:
    a) eminentemente interno ( mesmo órgão )
    b) destinatário citado pelo cargo ( não pelo nome)
    c) agilidade
    d) despachos devem ser dados no próprio documento ou folha de continuação 
    e) como  todos documentos oficais, é possível utilizar verbos na primeira pessoa sem ferir a impessoalidade: ''Nos termos do Plano Geral de informatização, solicito a Vossa Senhoria verificar a possibilidade de que sejam instalados três microcomputadores neste Departamento.''
    f) pode ser utilizado para : expor projetos, ideias, diretrizes e etc.

  • Gabarito: CERTO


    Galera, estou vendo vários comentários abordando itens do documento que não foram abordados na questão.


    O examinador perguntou apenas se...


    1. O texto,(...), classifica-se como memorando? SIM

    2. Ele é (...), uma comunicação administrativa entre unidades administrativas de um mesmo órgão(...)? SIM


    Portanto, gabarito CERTO!


    DICA: Responda apenas aquilo que for perguntado na questão. Nada mais que isso!


    Foco, força, fé e não desistam... a dificuldade é para todos!!!

  • 1 - O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente.

    2 - Só pela falta de vocativo e pelo destinatário ser identificado pelo cargo pelo ocupa, em vez de ser identificado pelo nome, nota-se que se trata de um memorando.   

  • o memorando segue o modelo do padrão ofício, com a diferença de que o seu destinatário
    deve ser mencionado pelo cargo que ocupa.
    O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão ( MJ)

  • Valeu, Leandro Santana, ótimo comentário e macete.

  • Memorando: comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna; caráter meramente administrativo ou de exposição de projetos, ideias, diretrizes, etc. a serem adotados por determinado setor do serviço público.

  • LEMBRAR QUE MEMORANDO DEVE OBSERVAR DOIS FATORES:

    SER DO MESMO ÓRGÃO E NO MESMO ENDEREÇO. (IMPORTANTE!!!!!!!!!)


  • 3.4. Memorando

    3.4.1. Definição e Finalidade

            O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna.

  • Qstão sacana. Embora há um texto, mas a qstão não remete a ele, mas sim, a uma parte conceitual independente.

  • kkkkkkkkkkkkkkkk cai igual a um pato, embora vinha a acertando. Ô tristeza.

  • CERTO. Assim preceitua o MPPR (2002, p. 17): "O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em níveis diferentes. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna".

    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/ManualRedPR2aEd.PDF

  • Memorando é a modalidade de comunicação dentro de um mesmo órgão.

  • (C)

    MEMOrando ---> MEMO Orgão.

  • GABARITO CERTO

     

    Podemos analisar da seguinte forma:

     

    Destinatário: À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ

    Remetente: Diretora do Departamento de Comunicação Social do MJ

     

    Ou seja, mesmo ÓRGÃO, se refere ao MEMORANDO.

     

    O MEMORANDO é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna.


ID
1775860
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue o item a seguir à luz da Lei de Improbidade Administrativa.


Ao negar publicidade a ato oficial, o servidor público comete ato de improbidade administrativa, o que atenta contra os princípios da administração pública. Para tanto, torna-se irrelevante considerar se houve ação de caráter doloso ou culposo.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO -> ERRADO


    Fala galera concurseiroa, blz?


    Essa questao ta falando do seguinte


    Negar publicidade de atos oficiais => LIA CONTRA OS PRINCIPIOS DA AP.


    Também vc deve saber dessa tabelinha que sempre cai no CESPE( decoraaaa )


    ENR ILICITO -> dolo

    PREJU AO ERARIO -> dolo ou culpa

    CONTRA OS PRINCIPIOS -> dolo


    Logo, decore o culpa ali...


    Nao desanimem!!!


  • Errado


    Somente admite a forma dolosa. Ato do Art. 11 da L8429. Na verdade é assim:


    Art. 9º Enriquecimento Ilícito -> Conduta dolosa

    Art. 10º Prejuízo ao Erário -> Dolosa ou Culposa

    Art. 11º Princípios da Adm. -> Conduta dolosa 

  • Gabarito ERRADO

    A primeira parte está correta, já que de acordo com a lei 8.429

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente
    [...]
    IV - negar publicidade aos atos oficiais

    Mas a outra está incorreta, já que:

      Enriquecimento Ilícito => DOLO

      Prejuízo ao Erário => DOLO/CULPA

      Princípios da Adm. => DOLO

    bons estudos
  • QUESTÃO PARECIDA... SÓ COMPLEMENTANDO .

     

    Ano: 2015

    Banca: CESPE

    Órgão: MPOG

    Prova: Analista em tecnologia da Informação

    Tendo como referência as disposições do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), da Lei n.º 8.112/1990 e alterações e da Lei n.º 8.429/1992, julgue o próximo item.

    Ao negar publicidade a ato oficial, o servidor público comete ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública. GABARITO :CORRETO

  • Errado


    Somente admite a forma dolosa. Ato do art. 11 da L8429.


    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente


    Art. 9º, ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito -> Conduta Dolosa

    Art. 10º, ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário -> Conduta Dolosa ou Culposa

    Art. 11º, ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública -> Conduta Dolosa

  • Afirmativa Errada

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente
    [...]
    IV - negar publicidade aos atos oficiais

    Segunda parte errada,
    Art. 9º Enriquecimento Ilícito -> Conduta dolosa

    Art. 10º Prejuízo ao Erário -> Dolosa ou Culposa

    Art. 11º Princípios da Adm. -> Conduta dolosa 

  • Errado, 

    Primeiro, deve-se saber que negar publicidade é  ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública. (Essa parte está correta)

    Segundo, somente será configurado ato de Improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública no caso de conduta DOLOSA. O único ato que admite a forma culposa ou dolosa é o que causa lesão ao erário.

  • Os atos que forem imprescindíveis a segurança nacional é proibida a publicidade

  • Eu fui pela lógica de saber que: LIA não responde na modalidade culposa, salvo por prejuízo ao erário.

  • LIMPE somente em caso de dolo.

  • penso que seria irrelevante a culpa. entretanto, é relevante o dolo do agente.

  • Assertiva incorreta, pois só é admitido culpa em caso de dano ao erário.
  • Enriquecimento ilícito : DOLO

    Prejuízo ao erário : DOLO E CULPA

    Lesão aos Princípios : DOLO

  • Por ser ato que atenta contra os princípios da administração pública é relevante considerar se houve ação de caráter doloso ou culposo, pois esse ato estará sem efeito se for praticado na modalidade culposa.


  • O erro, a meu ver, está em que "torna-se relevante considerar se houve ação de caráter doloso ou culposo" e não irrelevante, como diz o enunciado.

    Corrijam-me se estiver errado.
    Bons estudos!
  • Art. 9 - Doloso (Enriquecimento Ilícito)

    Art. 10 - Doloso/Culposo (Lesão ao Erário)
    Art. 11 - Doloso (Atos que atentam contra os princípios)

    Errado
  • Nilton, estás certo.

    Art. 9 - Dolo (Enriquecimento Ilícito)

    Art. 10 - Dolo / Culpa (Prejuízo ao Erário)

    Art. 11 - Dolo (Atentar contra os Princípios)


    Errado

  • Respondi pelo Certo, levando em conta a responsabilidade do Estado que é sempre OBJETIVA. Logo, pensei: se o servidor, investido em sua função, pratica tal ato, a conduta deve sim ser considerado ato de improbidade, independente de dolo ou culpa. 

    Todavia, a lei 8429 em seus artigos é precisa ao definir os casos em que é necessário a ocorrência do (dolo ou culpa) para caracterizar ou não ato de improbidade. 

    Bons estudos, nobres. 

  • Atos que atentem cobra os princípios da administração, obrigatoriamente, comprovado por conduta dolosa.

  • Graves: art. 9º (enriquecimento ilicito) só dolo.

    Médios: art. 10 (prejuizo ao erário) dolo ou culpa.

    Leves: art. 11(violam princípios da adm) só dolo.


    Portanto, o único ato de improbidade punível a partir de culpa é o médio, e por isso, neste, é irrelevante considerar  dolo ou culpa, porque serão punidos por ambas condutas, dolosas ou culposas.

    Já os graves e leves são puníveis apenas se presente o dolo. Assim, é relevante sim saber se foi dolo ou culpa, pois só se punirá a conduta dolosa.

  • Errado, já que se o ato que atente contra os princípios da administração for de caráter tão somente culposo (sem intenção, "sem querer querendo"), não será ele tipificado como ato de improbidade. O mesmo ocorre com ato de enriquecimento ilícito, ou seja, se não restar caracterizado o dolo ( a intenção de), também não há que se falar em ato de improbidade. Agora o bicho pega de qualquer jeito se Fulano mexer com o que pertence aos cofres públicos (o erário). Vale dizer, a Administração não vai querer saber se Fulano não teve a intenção. Essa de se safar com "eu não sabia, eu não tive a intenção" não cola para ato que redunde em prejuízo ao erário. Imagine que um gerente de banco público nacional, inocentemente se deixou levar pela lábia de um criminoso, chefe de uma quadrilha especializada em fraudes a precatórios. O criminoso, por meio de conversas pelo celular com o gerente, vai aos poucos, o convencendo de sua idoneidade, ao se fazer passar por um advogado de sucesso. E, mediante a apresentação de documentos falsos, o criminoso consegue finalmente iludir o gerente, que, pressionado pelas metas a serem cumpridas, sob pena de perder sua função, só consegue enxergar a vultosa quantia a ser captada. Assim, não só abre uma conta corrente para o falso advogado, mas também lhe disponibiliza um vultoso numerário a título de empréstimo, pois o criminoso que se passava por advogado de sucesso, alegou precisar daquela quantia volumosa de dinheiro para a ampliação de uma suposta, porém fantasiosa rede de escritórios de sua propriedade. Pois bem, nesse ínterim, a polícia federal acompanhava, por meio de escuta, as conversas via celular do chefe da quadrilha com o gerente. Assim, não foi difícil para a polícia encontrá-los. Até provar que tomada não é focinho de porco, o coitado do gerente curtiu uma estadia de oito meses em uma das celas da sede da polícia federal em Brasília/DF, acusado não só por envolvimento em crime de lavagem de dinheiro, mas também por ato de improbidade administrativa por prejuízo ao erário. Para a sorte do gerente, o prosseguimento das investigações levou à prisão dos verdadeiros criminosos, bem como à sua inocência.

    O gerente escapou por pouco de ter tido seus direitos políticos suspensos, de perder seu emprego público, de ter seus bens indisponíveis, e de ter que ressarcir os cofres públicos. Não teve a intenção de se envolver na situação (dolo), mas agiu com negligência e imprudência no exercício de seu emprego público, o que bastou para suspeitar-se de sua parcela de culpa em ato de improbidade administrativa.

    Moral da estória: Nunca aposte contra o Estado. O Estado é a Banca, e a Banca jamais perde.

  • Torna-se relevante

  • QUESTÃO ERRADA.


    Estaria correta caso fosse reescrita da seguinte forma:

    Ao negar publicidade a ato oficial, o servidor público comete ato de improbidade administrativa, o que atenta contra os princípios da administração pública. Para tanto, torna-se irrelevante considerar se houve ação de caráter culposo.


    ou


    Ao negar publicidade a ato oficial, o servidor público comete ato de improbidade administrativa, o que atenta contra os princípios da administração pública. Para tanto, torna-se relevante considerar se houve ação de caráter doloso.



  • Nesse caso cabe o CDC inverso ====> DCD

    Dolo ====> Enr. IlicítoCulpa ===> Prej. ao ErárioDolo ====> Atos Atent. Contra Pcp's
  • Sem falar que não há a hipótese de responsabilidade objetiva na LIA

  • enriquecimento ilícito --> Dolo

    prejuízo ao erário --> Dolo ou culpa

    atos que atentem contra os princípios da adm pública --> dolo

  • O prejuízo ao erário é única modalidade que admite a forma culposa.

  • Só seria irrelevante caso fosse lesão ao erário, mas tal prática do servidor se configura como ato que atenta contra os princípios da adm. pública e como tal, exige o dolo para ser configurado ato de improbidade administrativa

  • TORNA-SE IRRELEVANTE, POIS AUTOMATICAMENTE FOI COMETIDO POR DOLO.
    QUESTÃO ERRADA.

  • Resumindo: Na questão diz que é de pouca importância considerar se foi por dolo ou culpa. Sendo que agir contra os princípios da administração é somente havendo dolo.

  • Enriquecimento ilícito - Dolo
    Prejuízo ao erário - Culpa
    Atos que atentam contra os príncípios da administração - Dolo

  • ERRADA.

    Este é um ato que vai contra os princípios da administração pública. Segundo a LIA, estes atos devem ter caráter doloso. Logo, tem importância em ter o dolo nesse caso.
    Decorar:
    Enriquecimento ilícito = dolo.
    Prejuízo ao erário = dolo ou culpa.
    Contra os princípios da Adm. = dolo.
  • errado

    Para violação do princípios (art.11, LIA) é necessário dolo genérico.

  • É relevante o dolo.

  • Art. 9º Enriquecimento Ilícito - Dolo

    Art. 10º Prejuízo ao Erário - Dolo ou culpa

    Art. 11º Princípios da Adm. - Dolo

  • Erro:
    1-"irrelevante considerar"..."caráter doloso ou culposo."
    Errata:
    1-"relevante considerar"..."caráter doloso ou culposo."
    Abraço

  • Erro:
    1-"irrelevante considerar"..."caráter doloso ou culposo."
    Errata:
    1-"relevante considerar"..."caráter doloso ou culposo."
    Abraço

  • Enriquecimento ilícito - Dolo; O agente quando se beneficia da adm pública(ganha ou deixar de gastar com o ato)   ele faz isso sabidamente  está cometendo um erro. Ex. Furtar um computador para uso próprio ou pra vender.
    Prejuízo ao erário - Culpa e Dolo; O agente pode dá um prejuízo pra adm porque  ou acidentalmente, negligencia imperícia e imprudência Ex. Quebrou o computador em momento de raiva ou queimou o computador por imperícia quando ligou em uma tensão errada.

    Atos que atentam contra os princípios da administração - Dolo; Agente somente pode ser acusado de ato contar precipícios quando faz com dolo. 

  • Gabarito Errado.


    E nriquecimento ilícito                    D = dolo
    L esão ao erário                             DC = dolo ou culpa
    A tentar contra princípios               D = dolo
  • Improbidade administrativa. Art. 11, I, da LIA. Dolo. Para que seja reconhecida a tipificação da conduta do agente como incurso nas previsões da LIA é necessária a demonstração do elemento subjetivo, consubstanciado pelo dolo para os tipos previstos nos arts. 9° (enriquecimento ilícito) e 11 (violação dos princípios da Administração Pública) e, ao menos, pela culpa nas hipóteses do art. 10° (prejuízo ao erário). REsp 1.192.056, rei. p/ ac. Min. Benedito Gonçalves,(lnfo 495 STJ


    -> ENRIQUECIMENTO ILÍCITO : dolo ( sério que vc acha que alguém eriquece culposamente..kkk..ahhhh, fui imperito e coloquei 1.000.000 R$ na minha conta...sqn )
    -> PREJUÍZO AO ERÁRIO : dolo ou culpa ( Lógico, a adm. pude se algum patrimonio dela foi perdido, o agente pode ser espertão e agir com dolo ou ser um bocó e fazer as coisas sem pensar, paga o preço do mesmo jeito. )
    -> ATOS QUE ATENTEM CONTRA ADM. PÚBLICA: dolo genérico ( lógico, tem que ter a vontade do agente...)
     

     


    GABARITO ERRADO

     

     

     

  • nesse caso , atenta contra os princípios da adm pública, caracterizando improbidade administrativa , onde só é observado o dolo nesse caso, pois dolo e culpa só é considerado no caso de prejuízo ao erário . portanto, questão errada .


  • Errado, pois atos que atentam contra os Princípios é caso de (DOLO)

  • Gabarito = Errado

    NEM SEMPRE ao negar publicidade a ato oficial, o servidor público comete ato de improbidade administrativa.

    A publicidade dos atos administrativos admitem também o sigilo.

    Exemplos:

    - Nos casos de investigação policial, onde o Inquérito Policial é extremamente sigiloso (só a ação penal que é pública);

    - Nos casos de segurança nacional: seja ela de origem militar, econômica, cultural etc.. Nestas situações, os atos não são tornados públicos. Por exemplo, os órgãos de espionagem não fazem publicidade de seus atos;

  • ERRADO.

    CONDUTA CULPOSA= PREJUIZO AO ERÁRIO 

    ENRIQUECIMENTO ILICITO E VIOLAÇÃO DOS PRINCIPIOS = EXIGEM UMA CONDUTA DOLOSA DO AGENTE PÚBLICO.

     

    #RetaFinal

  • Atos que atentam contra os princípios da administração pública só serão considerados ATOS DE IMPROBIDADE ADM. se praticados com DOLO (intenção na prática do ato danoso). 

  • Relacionado a improbidade apenas os que atentam contra os princípios são dolosos e culposos. Art 11

  • roberto luiz, Atos de Improbidade Administrativa que atentem contra os principios da adm.pública somente na modalidade DOLOSA. Na modalidade DOLOSA OU CULPOSA como voce disse só aos atos que causem prejuizo ao erário.

  • E..P..A

    Enrriquecimento Ilícito - DOLO

    Prejuízo ao erário - DOLO ou CULPA

    Atentar contra os princípios da administração pública DOLO

  • EPA!!!!!!!!!! Un, Dos, Tres .........

     

    EnRickycer Ilicitamente (DDDDDDDDDDDDefeso)  - DDDDDDDDDDolo

    .

    Prejudicar Erário -  PrejuDDDDDDDDDDiCCCCCCCCCCCar: DDDDDDDDDDDDolo ou CCCCCCCCCCCCulpa

    .

    Atentar contra Princípios (DDDDDDDDDDignidade)  - DDDDDDDDDDolo

     

    Un, Dos, Tres
    Un pasito p' adelante
    Un, Dos, Tres
    Un pasito p' atrás
    Aunque me muera ahora María
    Te tengo que besar

     

    https://www.youtube.com/watch?v=vCEvCXuglqo

     

    PS: pra relaxar um pouco 

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Não é irrelevante.      

     Art. 5° Ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiro, dar-se-á o integral ressarcimento do dano.

  • Só a conduta q causar prejuízo ao erário admite a forma culposa!!!

  • Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente: 

     IV - negar publicidade aos atos oficiais;

     

    não prevê modalidade culposa. APENAS Atos de Improbidade Administrativa que Causam Prejuízo ao Erário

  • Para tanto, torna-se irrelevante considerar se houve ação de caráter doloso ou culposo. ERRADO.

    É relevante considerar que houve [SEMPRE] DOLO na conduta.

     

    ENRIQUECIMENTO ILÍCITO > DOLO

    PREJUÍZO AO ERÁRIO > CULPA OU DOLO

    ATENTADO CONTRA OS PRINCÍPIOS DA AP > DOLO

     

    GABARITO: ERRADO.

  • o Dolo é relevante!

  • Errada

    È relevante sim e sempre considerar se houve dolo na conduta.

  • O dolo é indispensável

  • ERRADO!

     

    DOS ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA QUE ATENTAM CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - EXIGE DOLO!!

     

    ARTIGO 11 DA LEI 8.429, INCISO IV - NEGAR PUBLICIDADE AOS ATOS OFICIAIS

  • **No mínimo dolo, ainda que genérico.

  • BIZU:

    Enriquecimento Ilícito = DOLO

    Prejuízo ao Erário = DOLO OU CULPA

    Atentado Contra Princípios = DOLO Específico/Genérico

  •  

    ENRIQUECIMENTO ILÍCITO (DOLOSA)

     

    PREJUÍZO AO ERÁRIO ( PODE SER DOLOSO OU CULPOSO) 

     

    ATENTADO AOS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ( DOLOSA) 

  • Resuminho de Improbidade Administrativa:

     

    1 - o agente não comete crime de improbidade e sim ato de improbidade;

     

    2 - a responsabilidade de quem comete o ato de improbidade administrativa é subjetiva  e não objetiva;

     

    3 - não existe TAC ( transação, acordo, conciliação) nos atos de improbidade administrativa;

     

    4 - não existe foro privilegiado para quem comete o ato de improbidade administrativa;

     

    5 - nos atos de improbidade administrativa tanto o agente público quanto o particular que agem em concurso são considerados sujeitos ativos

     

    6 - improbidade administrativa própria : o agente público age sozinho;

     

    7 - improbidade administrativa imprópria : o agente público age em conjunto com o particular;

     

    8 - Os atos de improbidade administrativa são exemplificativos  e não taxativos;

     

    9 - Causas dos atos de improbidade administrativa:

       - Enriquecimento ilícito: esse ato tem que ter DOLO do agente;

       - Prejuízo ao erário: esse ato pode ter DOLO ou CULPA do agente;

       - Desrespeito aos princípios da Adm. Pública (LIMPE): esse ato tem que ter DOLO do agente;

     

    10 - Punições para quem comete o ato de improbidade: (PARIS)

       - Perda do cargo público;

       - Ação penal cabível;

       - Ressarcimento ao Erário:
           - Nesse caso, passará ao descendente até o limite da herança.

           - Imprescritível. 

       - Indisponibilidade dos bens:

          - É uma "medida cautelar", não é uma sanção.

       - Suspensão do direito político;

          - Se o agente se enriqueceu ilicitamente, a suspensão do direito político será de 8 a 10 anos;

          - Se o agente causou prejuízo ao erário, a suspensão do direito político será de 5 a 8 anos;

          - Se o agente desrespeitou os princípios da ADM., a suspensão do direito político será de 3 a 5 anos;

     

    11 - Nos atos de improbidade a ação é CIVIL  e não PENAL ou ADM.

     

    12 - particular sozinho não comete ato de improbidade adm.

     

    13 - Não são todos os agente públicos que estão sujeitos a essa lei, por exemplo: o Presidente da República não está, mas o vereador, o governador e os membros do Ministério Público estão.

     

    Jesus no controle, sempre!

  • Afronta aos princípios da administração - somente dolo.

  • Atos de Improbidade:

    Enriquecimento ilícito -> DOLO

    Prejuízo ao erário -> DOLO OU CULPA

    Atentar contra princípios -> DOLO

  • Leandro Menezes comentário show !

     

  • ERRADO

    Ao negar publicidade a ato oficial, o servidor público comete ato de improbidade administrativa, o que atenta contra os princípios da administração pública. Para tanto, torna-se irrelevante considerar se houve ação de caráter doloso ou culposo.

    L.8429

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    IV - negar publicidade aos atos oficiais;

    ATENÇÃO: O DOLO poderá ser comissivo ou omissivo, tanto genérico, tanto específico

  • ato contra os princípios tem q ser doloso, senão não tinham mais servidores, afinal todo mundo é humano e todo mundo erra. 

  • Só pode ser de forma dolosa. Portanto, é relevante a apuração para saber se será demandado ou não.
  • Notório Concurseiro será ??

  • Errado Somente admite a forma dolosa. Ato do art. 11 da L8429. Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente.

  • Não é irrelevante, pois se for doloso, será improbidade. Se for culposo não...

  • dano ao erario > culpa
    os demais, só dolo.

  • Dolo obrigatório! #FORÇAEHONRA!!!

  • Só lembrar que: preju tem culpa

    Pronto, o resto só dolo.

  • Essas questões que trazem uma informação e a seguir colocam a pergunta de fato,são ótimas para o aprendizado.

  • único que pode ser culposo é prejuizo ao erário, pois a pessoa pode errar

  • Enriquecimento ilícito -> somente DOLO; 
    Atos que causam prejuízo ao erário -> DOLO ou CULPA; 
    Atos que atentam contra princípios da Adm. Pública - > somente DOLO;

  • Para se caracterizar um ato de improbidade é necessário que esteja presente, ao menos, o DOLO (dolo genérico). Logo, não é irrelevante.

    GAB. ERRADO

  • Errado.

    Trata-se de previsão do artigo 11, IV, da Lei n. 8.429/1992, conduta que configura improbidade administrativa por violação dos princípios da Administração Pública: 

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da Administração Pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    IV – negar publicidade aos atos oficiais;

     Princípios da Administração Pública -> Conduta dolosa 

    Questão comentada pelo Prof. Diogo Surdi

  • Errado.

    De acordo com a Lei n. 8.429/1992, “negar publicidade aos atos oficiais” é uma das condutas que acarreta improbidade administrativa por atentar contra os princípios da Administração Pública. De acordo com o entendimento do STJ, tal classe de condutas, assim como aquelas classificadas como enriquecimento ilícito, exigem, para a sua configuração, a presença de dolo (intenção) por parte do agente público. Nas condutas que causam prejuízo ao erário, por sua vez, apenas o elemento culposo é necessário para a configuração da conduta improba.

    Questão comentada pelo Prof. Diogo Surdi

  • A primeira parte da assertiva se mostra correta, porquanto devidamente embasada no art. 11,

    "Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    (...)

    IV - negar publicidade aos atos oficiais;"

    Todavia, não é verdade que seja irrelevante apurar a ocorrência de conduta culposa ou dolosa. Isto porque, é firme o entendimento doutrinário e jurisprudencial na linha de que a referida espécie de atos ímprobos - violadores de princípios da administração pública - somente admite a modalidade dolosa. Dito de outro modo, ausente o dolo no comportamento do agente público, não restará configurada a prática do citado ato de improbidade.

    Neste sentido, é ler:

    "AÇÃO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. AUSÊNCIA DE MÁ-FÉ DO ADMINISTRADOR PÚBLICO. 1. A Lei 8.429/92 da Ação de Improbidade Administrativa, que explicitou o cânone do art. 37, § 4º da Constituição Federal, teve como escopo impor sanções aos agentes públicos incursos em atos de improbidade nos casos em que: a) importem em enriquecimento ilícito (art.9º); b) que causem prejuízo ao erário público (art. 10); c) que atentem contra os princípios da Administração Pública (art. 11), aqui também compreendida a lesão à moralidade administrativa. 2. Destarte, para que ocorra o ato de improbidade disciplinado pela referida norma, é mister o alcance de um dos bens jurídicos acima referidos e tutelados pela norma especial. 3. No caso específico do art. 11, é necessária cautela na exegese das regras nele insertas, porquanto sua amplitude constitui risco para o intérprete induzindo-o a acoimar de ímprobas condutas meramente irregulares, suscetíveis de correção administrativa, posto ausente a má-fé do administrador público e preservada a moralidade administrativa. 4. In casu, evidencia-se que os atos praticados pelos agentes públicos, consubstanciados na alienação de remédios ao Município vizinho em estado de calamidade, sem prévia autorização legal, descaracterizam a improbidade strictu senso, uma vez que ausentes o enriquecimento ilícito dos agentes municipais e a lesividade ao erário. A conduta fática não configura a improbidade. 5. É que comprovou-se nos autos que os recorrentes, agentes políticos da Prefeitura de Diadema, agiram de boa-fé na tentativa de ajudar o município vizinho de Avanhandava a solucionar um problema iminente de saúde pública gerado por contaminação na merenda escolar, que culminou no surto epidêmico de diarréia na população carente e que o estado de calamidade pública dispensa a prática de formalidades licitatórias que venha a colocar em risco a vida, a integridade das pessoas, bens e serviços, ante o retardamento da prestação necessária. 6. É cediço que a má-fé é premissa do ato ilegal e ímprobo. Consectariamente, a ilegalidade só adquire o status de improbidade quando a conduta antijurídica fere os princípios constitucionais da Administração Pública coadjuvados pela má-fé do administrador. A improbidade administrativa, mais que um ato ilegal, deve traduzir, necessariamente, a falta de boa-fé, a desonestidade, o que não restou comprovado nos autos pelas informações disponíveis no acórdão recorrido, calcadas, inclusive, nas conclusões da Comissão de Inquérito. 7. É de sabença que a alienação da res publica reclama, em regra, licitação, à luz do sistema de imposições legais que condicionam e delimitam a atuação daqueles que lidam com o patrimônio e com o interesse públicos. Todavia, o art. 17, I, "b", da lei 8.666/93 dispensa a licitação para a alienação de bens da Administração Pública, quando exsurge o interesse público e desde que haja valoração da oportunidade e conveniência, conceitos estes inerentes ao mérito administrativo, insindicável, portanto, pelo Judiciário. 8. In casu, raciocínio diverso esbarraria no art. 196 da Constituição Federal, que assim dispõe: "A saúde é considerada dever do Estado, o qual deverá garanti-la através do desenvolvimento de políticas sociais e econômicas ou pelo acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.", dispositivo que recebeu como influxo os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana (art. 1º, III), da promoção do bem comum e erradicação de desigualdades e do direito à vida (art. 5º, caput), cânones que remontam às mais antigas Declarações Universais dos Direitos do Homem. 9. A atuação do Ministério Público, pro populo, nas ações difusas, justificam, ao ângulo da lógica jurídica, sua dispensa em suportar os ônus sucumbenciais, acaso inacolhida a ação civil pública. 10. Consectariamente, o Ministério Público não deve ser condenado ao pagamento de honorários advocatícios e despesas processuais, salvo se comprovada má-fé. 11. Recursos especiais providos."
    (RESP - RECURSO ESPECIAL - 480387 2002.01.49825-2, rel. Ministro LUIZ FUX, STJ - PRIMEIRA TURMA, DJ DATA:24/05/2004)

    Logo, equivocada a assertiva em exame, porquanto a análise do dolo é, sim, relevante para a configuração do ato de improbidade versado na presente questão.


    Gabarito do professor: ERRADO

  • ENRIQUECIMENTO ILICITO= DOLO

    PREJUIZO AO ERÁRIO= DOLO OU CULPA

    ATENTAR AOS PRINCIPIOS= DOLO

  • Ao negar publicidade a ato oficial, o servidor público comete ato de improbidade administrativa, o que atenta contra os princípios da administração pública. Para tanto, torna-se irrelevante considerar se houve ação de caráter doloso ou culposo.

    GAB: ERRADO, pois é totalmente relevante avaliar se o agente agiu com dolo ou culpa, uma vez que a punição por improbidade administrativa, quando se atua contra os princípios da administração pública, só ocorre com DOLO.

  • Minha contribuição.

     Enriquecimento Ilícito => DOLO

     Prejuízo ao Erário => DOLO/CULPA

     Princípios da Adm. => DOLO

    Abraço!!!

  • G-E

    A análise do elemento subjetivo do tipo não é irrelevante porque se esse ato ímprobo for cometido com culpa o agente não responderá por improbidade.

  • Ato de improbidade que atenta contra os princípios só é possível se for de maneira dolosa. Do contrário, banalizar-se-iam as ações de improbidade: o agente público atentou contra o princípio da eficiência e de maneira culposa, já responderia por ato de improbidade; o agente não publicou um ato, por esquecimento (culpa), já responderia por ato de improbidade. Por isso, é necessário estar presente o elemento subjetivo dolo.  

  • Questão Desatualizada.

    Agora todas as modalidades de improbidade só se configuram na forma dolosa, seja qualquer das três.

  • ATENÇÃO!

    Atualmente, após a alteração da Lei nº 8.429/1992 (LIA) pela Lei nº 14.230/2021, para caracterização de ato de improbidade administrativa, a conduta deve ser DOLOSA. Não há mais a possibilidade de caracterização de ato de improbidade administrativa por conduta culposa.

    Veja as alterações na LIA:

    Art. 1º, § 1º: Consideram-se atos de improbidade administrativa as CONDUTAS DOLOSAS tipificadas nos arts. 9º, 10 e 11 desta Lei, ressalvados tipos previstos em leis especiais. (Incluído pela Lei nº 14.230, de 2021). [...]

    Art. 9º: Constitui ato de improbidade administrativa importando em enriquecimento ilícito auferir, mediante a prática de ato DOLOSO, qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, de mandato, de função, de emprego ou de atividade nas entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente: (Redação dada pela Lei nº 14.230, de 2021) [...]

    Art. 10: Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão DOLOSA, que enseje, efetiva e comprovadamente, perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente: (Redação dada pela Lei nº 14.230, de 2021) [...]

    Art. 11: Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública a ação ou omissão DOLOSA que viole os deveres de honestidade, de imparcialidade e de legalidade, caracterizada por uma das seguintes condutas: (Redação dada pela Lei nº 14.230, de 2021) [...]

    Gabarito (atualmente): ERRADO. Pois deve-se comprovar o dolo.


ID
1775863
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue o item a seguir à luz da Lei de Improbidade Administrativa.


Considerando a interpretação conferida pelo Supremo Tribunal Federal ao conceito de agentes públicos, todos os agentes políticos estão sujeitos às disposições da Lei de Improbidade Administrativa.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito -> ERRADO


    O erro da questao encontra-se em falar que TODOS OS AGENTES POLITICOS.


    Como se sabe>


    AGENTE POLITICO -> ALTO ESCALAO DA AP - JUIZ/MP




  • Questão polêmica. Seja qual for o gabarito, caberá recurso. A interpretação do STF na Rcl 2138 é no sentido de que os agentes políticos que respondem por crime de responsabilidade, na forma da Lei 1079/50, não estão sujeitos à prática de ato de improbidade. .


    Trata-se de um julgado mais antigo de 2007 do PLENO do STF. Porém, a 2ª turma do STF vem admitindo que o agente político responda por ato de improbidade. No entanto, a decisão do STF que ainda prevalece é a do PLENO na Rcl 2138, embora tenha uma tendência de mudança de posição.


    Portanto, entendo que o gabarito esteja errado.


    Prof. Luís Gustavo Bezerra de Menezes (LFG)

  • Questão polêmica.


    Seja qual for o gabarito, caberá recurso. A interpretação do STF na Rcl 2138 é no sentido de que os agentes políticos que respondem por crime de responsabilidade, na forma da Lei 1079/50, não estão sujeitos à prática de ato de improbidade. . Trata-se de um julgado mais antigo de 2007 do PLENO do STF. Porém, a 2ª turma do STF vem admitindo que o agente político responda por ato de improbidade. No entanto, a decisão do STF que ainda prevalece é a do PLENO na Rcl 2138, embora tenha uma tendência de mudança de posição.


    Portanto, entendo que o gabarito esteja errado.


    Prof. Gustavo Scatolino

  • Renato, o pai dos comentários.

    Não desistam!

  • Agentes políticos: em relação a alguns dos agentes políticos criou-se uma discussão na doutrina e na jurisprudência. Para fins de concurso público, são considerados todos aqueles que exercem função política de Estado, assim considerados os detentores de mandato eletivo, secretários e ministros de Estado, membros da magistratura e do MP (quanto a estes últimos não é pacífico esse entendimento[1]). De todo modo, alguns agentes políticos se sujeitam a responsabilização por crimes de responsabilidade. Assim, iniciou-se uma discussão quanto à aplicação da Lei nº 8.429 quando houvesse para estes agentes a regulamentação de crime de responsabilidade – que, embora se chame crime, não tem natureza penal, mas civil e política –, o que poderia conduzir a bis in idem caso cumulativamente houvesse a incidência da lei de improbidade em razão do mesmo fato. Assim, a doutrina e a jurisprudência passaram a entender que a sujeição da autoridade política a crime de responsabilidade excluiria a responsabilização por ato de improbidade nos moldes da Lei nº 8.429. 

    Atualmente, entende-se majoritariamente que, com exceção do Presidente da República e dos Ministros de Estado (em atos conexos com os do presidente) todos os demais agentes políticos respondem perante a lei de improbidade, como governadores e prefeitos.


    Anotações de aulas do professor Matheus Carvalho.
     



    [1] Questão de concurso: CESPE, 2015, STJ - Membros do Ministério Público não podem sofrer sanções por ato de improbidade administrativa em razão de seu enquadramento como agentes políticos e de sua vitaliciedade no cargo. Considerou-se a assertiva ERRADA. 

  • A questão generalizou, não são  todos os agente políticos que  estão sujeitos a improbidade administrativa e sim somente aqueles que não estão disciplinados na lei de responsabilidade

  • Renato é o cara.

  • Os comentários do Renato e Tiago são ótimos!!!

  • Nem todos, pois é vedado no ordenamento jurídico "bis in idem"
  • Concordo contigo José Silva!! Os professores, em grande parte das matérias, não aparecem para atender as solicitações de ajuda!!!!!


  • Processo: AC 3585 RS Relator(a): Min. CELSO DE MELLO Julgamento: 02/09/2014 Órgão Julgador: Segunda Turma


    “MEDIDA CAUTELAR INOMINADA INCIDENTAL” – IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – AGENTE POLÍTICO – COMPORTAMENTO ALEGADAMENTE OCORRIDO NO EXERCÍCIO DE MANDATO DE GOVERNADOR DE ESTADO – POSSIBILIDADE DE DUPLA SUJEIÇÃO TANTO AO REGIME DE RESPONSABILIZAÇÃO POLÍTICA, MEDIANTE “IMPEACHMENT” (LEI Nº 1.079/50), DESDE QUE AINDA TITULAR DE REFERIDO MANDATO ELETIVO, QUANTO À DISCIPLINA NORMATIVA DA RESPONSABILIZAÇÃO CIVIL POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA (LEI Nº 8.429/92)– EXTINÇÃO SUBSEQUENTE DO MANDATO DE GOVERNADOR DE ESTADO – EXCLUSÃO DO REGIME FUNDADO NA LEI Nº 1.079/50 (ART. 76, PARÁGRAFO ÚNICO) – PLEITO QUE OBJETIVA EXTINGUIR PROCESSO CIVIL DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, EM RAZÃO DE, À ÉPOCA DOS FATOS, A AUTORA OSTENTAR A QUALIDADE DE CHEFE DO PODER EXECUTIVO – LEGITIMIDADE, CONTUDO, DE APLICAÇÃO, A EX-GOVERNADOR DE ESTADO, DO REGIME JURÍDICO FUNDADO NA LEI Nº 8.429/92 – DOUTRINA – PRECEDENTES – REGIME DE PLENA RESPONSABILIDADE DOS AGENTES ESTATAIS, INCLUSIVE DOS AGENTES POLÍTICOS, COMO EXPRESSÃO NECESSÁRIA DO PRIMADO DA IDEIA REPUBLICANA – O RESPEITO À MORALIDADE ADMINISTRATIVA COMO PRESSUPOSTO LEGITIMADOR DOS ATOS GOVERNAMENTAIS – PRETENSÃO QUE, SE ACOLHIDA, TRANSGREDIRIA O DOGMA REPUBLICANO DA RESPONSABILIZAÇÃO DOS AGENTES PÚBLICOS – DECISÃO QUE NEGOU SEGUIMENTO À AÇÃO CAUTELAR – INTERPOSIÇÃO DE RECURSO DE AGRAVO – PARECER DA PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA POR SEU IMPROVIMENTO – RECURSO DE AGRAVO A QUE SE NEGA PROVIMENTO.

  • Meu povo, a resposta é a seguinte: O PRESIDENTE nunca responderá por IMPROBIDADE. Vejamos:

    Hoje a posição atual do STF é de que não há bis in idem: o agente politico responde por improbidade sim (+ crime de responsabilidade). 

    O STF entende que o único agente politico que está de fora (nunca responde por improbidade) é o presidente da república em razão do art. 85, V, CF (a improbidade para ele é crime de responsabilidade). 



  • Passa a caneta em TODOS.

    Na verdade, é sabido que a Presidente, por exemplo, não se pode enquadrar na lei de Improbidade Administrativa, e sim na Lei de Responsabilidade.

    Errado

  • Gab. Errado 

    O único que não reponde por improbidade atualmente é o PR os demais agentes políticos respondem por improbidade E responsabilidade no que couber conforme julgado do STF _ Processo: AC 3585 RS Relator(a): Min. CELSO DE MELLO

  • Pena que Dilma não recebe punição dá LIA :(

  • Os Agentes Políticos não se submetem as lei de improbidade Administrativa.

  • Os agentes políticos não cometem improbidade administrativa, mas sim, crimes de responsabilidade tipificados na LEI Nº 1.079.

  • ERRADA

    Não se submetem às penas da lei de improbidade aqueles elencados na lei dos crimes de responsabilidade: Presidente da República, Ministro de Estado, Procurador-Geral da República, Ministro do STF, Governador e Secretário de Estado.

    Prefeitos e vereadores se sujeitam a lei de improbidade.

  • CUIDADO COM OS COMENTÁRIOS!!!!

    O comentário do Luan está errado. Somente o Presidente da República não se sujeita a lei de improbidade administrativa.

  •  Há uma enorme controvérsia sobre a possibilidade ou não de responsabilizar os agentes políticos pela prática de atos de improbidade. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça oscilou bastante sobre o tema.

     

     Tendo em vista toda essa discussão jurisprudencial,  o que fazer na hora da prova?

     

    (2015/STJ/CESPE) Julgue o item seguinte, acerca do controle exercido e sofrido pela administração pública.

    Membros do Ministério Público não podem sofrer sanções por ato de improbidade administrativa em razão de seu enquadramento como agentes políticos e de sua vitaliciedade no cargo. (ERRADO)

     Notem que nesta questão a CESPE utilizou o entendimento recente do STJ em que se decidiu que é possível a condenação de membro do Ministério Público à pena de perda da função pública prevista no art.12 da Lei 8.429/92. STJ. 1ª Seção. MS 20.335-DF, Rel. Min. Benedito Gonçalves, julgado em 22/4/2015 (Info 560).

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    Todavia, meses depois a CESPE adotou outro posicionamento:

    ( 2015/TJ-DFT/CESPE) Julgue o item a seguir à luz da Lei de Improbidade Administrativa.

    Considerando a interpretação conferida pelo Supremo Tribunal Federal ao conceito de agentes públicos, todos os agentes políticos estão sujeitos às disposições da Lei de Improbidade Administrativa. (ERRADA)

     Como se pode observar o entendimento adotado nesta questão foi o do STF na Rcl 2138/07, no sentido de que os agentes políticos que respondem por crime de responsabilidade (Lei 1079/50) não estão sujeitos à prática de ato de improbidade, muito embora exista decisão mais recente da Suprema Corte no sentido de que todos os agentes políticos se submetem a Lei 8.429/92.

    Em resumo, para a CESPE:

    -TODOS agentes políticos se submetem a lei de improbidade? Não (Rcl 2138/2007)

    -ALGUNS agentes políticos se submetem a Lei de Improbidade? Sim, são eles:

    1)Vereadores e Prefeitos (STJ. Resp 895.530,2008)

    2) Governador de Estado (STJ.REsp 216.168-RS, 2013)

    3)Membro do Ministério Público (REsp 1.191.613-MG,2015)

     

    Texto na íntegra https://www.pontodosconcursos.com.br/Artigo/13808/thamiris-felizardo/agentes-politicos-e-a-lei-de-improbidade-administrativa-no-entendimento-dos-tribunais

     

  • Os agentes políticos sujeitos a crime de responsabilidade não se sujeitam à LIA. Os agentes políticos que estão sujeitos a crime de responsabilidade são: Presidente da República, Ministros de Estado, Ministros do STF, Procurador Geral da República, Governador e Secretários de Estado. Estes se sujeitam à Lei 1079/50. Os demais agentes políticos se sujeitam à LIA.

    Fonte: Prof Luis Gustavo - Se Joga Vídeos.

  • A LEI de improbidade não se aplica aos agentes políticos, EXCETO os Prefeitos e Vereadores, estes poderão sofrer as sanções da Lei de improbidade. 

  • Considerando a interpretação do STF: Os agentes políticos submetem-se à punição por crimes de responsabilidade, mas não às penas da lei de improbidade administrativa.

    Já de acordo com o STJ: Só o Presidente da República se subtrai às punições da lei de improbidade. Os demais agentes políticos podem ser punidos por improbidade quanto por crime de responsabilidade.

    A questão quer saber de acordo com o STF, logo questão errada.

  • Segundo o STJ, a lei de improbidade administrativa aplica-se aos agentes políticos, mas não se aplica ao presidente da república, o qual tem uma lei específica para os crimes de responsabilidade.

    Professor Daniel Mesquita, Estratégia Concursos. 

  • Dizer o Direito: os agentes políticos se submetem à LIA, com exceção do Presidente da República (entendimento STJ) – página 352 da Edição do ano de 2014.


    CESPE. De acordo com entendimento pacificado no STJ, os agentes políticos submetem-se aos preceitos dessa lei (Lei de Improbidade).


    STJ: “Excetuada a hipótese de atos de improbidade praticados pelo Presidente da República (art. 85, V), cujo julgamento se dá em regime especial pelo Senado Federal (art. 86), não há norma constitucional alguma que imunize os agentes políticos, sujeitos a crime de responsabilidade, de qualquer das sanções por ato de improbidade previstas no art. 37, § 4.º. Seria incompatível com a Constituição eventual preceito normativo infraconstitucional que impusesse imunidade dessa natureza.”(STJ - Rcl: 2790 SC 2008/0076889-9, Relator: Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI, Data de Julgamento: 02/12/2009, CE - CORTE ESPECIAL, Data de Publicação: DJe 04/03/2010)


  • Presidente
    Ministros de Estado
    Procurador geral da república
    Ministros do STF
    Esses ficam de fora
  • Não são todos os agentes públicos que responderão por improbidade administrativa, pois responderão por crime de responsabilidade.


    São 2 critérios para responderem pela lei de responsabilidade:


    *Estar previsto no rol de agentes políticos previsto na lei de responsabilidade (rol taxativo)

    *O fato por ele praticado tem que estar tipificado como crime de responsabilidade e improbidade


    Fonte dizer o direito

  • (E)
    Outra questão que ajuda a responder:

    Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: MI Prova: Assistente Técnico Administrativo

    Os agentes políticos cujos atos puderem configurar crimes de responsabilidade não se submetem ao regime da Lei de Improbidade Administrativa.(C)



  • Booooa madrugada galera.

    Apenas o Presidente da República não responde por improbidade administrativa. Segue um trecho do Julgado so STJ

    excetuada a hipótese de atos de improbidade praticados pelo Presidente da República (art. 85, V), cujo julgamento se dá em regime especial pelo Senado Federal , não há norma constitucional alguma que imunize os agentes políticos, sujeitos a crime de responsabilidade, de qualquer das sanções por ato de improbidade previstas no art. 37, § 4.º. Seria incompatível com a Constituição eventual preceito normativo infraconstitucional que impusesse imunidade dessa natureza. (...)

    (Rcl 2790/SC, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, Corte Especial, julgado em 02/12/2009)


  • Exceção : Agente Político sujeito a crime de responsabilidade STF.

  • Antes de ler os comentários abaixo, atente-se que a questão pede com base na interpretação do STF. Parece que os caras não leram isso na questão... #ficaadica.

  • Querido, André Moreira, não coloquei o julgado do STF porque houve muitas divergências a cerca do assunto,  por exemplo em 2009 , conforme a Reclamação 2138/DF, o STF disse que  não se aplica a lei de improbidade aos agentes politicos, depois proferiu um entendimento diverso na Pet 3211/DF QO).

    Citei o julgado do STJ porque o STF "recentemente" mudou seu entendimento e corroborou o entendimento ja solidificado no Superior Tribunal de Justiça.

    #ANTES DE CRITICAR OS OUTROS, PROCURE PESQUISAR SOBRE O ASSUNTO 

    #FICA A DICA 

  • Conforme explicação do professor Ivan Lucas:

    O STF entende que aqueles submetidos à Lei de Responsabilidade (nº 1.079/1950) não respondem por improbidade (Reclamação nº 2.138, de 16/6/2007, do ministro Nelson Jobim). 


    Não respondem por improbidade:

    1. Presidente da República

    2. Ministro de Estado

    3. Procurador geral da República

    4. Ministro do STF

    Não há prerrogativa de foro nas ações de improbidade.

    Portanto, acredito que o erro da questão seja o termo TODOS, pois há um rol taxativo dos agentes políticos isentos de tal obrigatoriedade.

  • no caso do Presidente da República e seu Vice não se aplica a lei 8429/92 e também a 1059/51. Utiliza‑se, na verdade, o artigo 85 da CF.

  • Uau, ainda bem que errei aqui para não vacilar!

    ERRADA.

    Nem todos os agentes políticos estão sujeitos à LIA, pois as exceções são: Presidente da República, Ministros de Estado, Procurador-Geral da República e Ministros do STF, fora os que podem cometer crimes de responsabilidade.

  • Simples:
    STF: Agente políticos estão sujeitos à Lei de Responsabilidade Administrativa e não à Lei 8.429
    STF: Todos os agentes políticos estão sujeitos à lei 8.429 menos o Presidente da República


    Bons estudos!

  • o Presidente da República responde por crime de responsabilidade e não improbidade administrativa.......bons estudos!

  • Governador e Secretário de estado também, não entendi muito bem, alguns citam , outros não. Me esclareçam, por favor!

  • Olhe o que achei em meus materiais!

    2. (CESPE-2015-STJ) Membros do Ministério Público não podem
    sofrer sanções por ato de improbidade administrativa em razão de seu
    enquadramento como agentes políticos e de sua vitaliciedade no cargo.

    Pessoal, esse assunto foi um dos mais comentados em 2015, pois o STJ
    decidiu  é possível, no âmbito de ação civil
    pública de improbidade administrativa, a condenação de membro do
    Ministério Público à pena de perda da função pública prevista no art.12
    da Lei 8.429/92. STJ. 1ª Seção. MS 20.335-DF, Rel. Min. Benedito
    Gonçalves, julgado em 22/4/2015 (Info 560).
    Gabarito: Errado

    Fonte: Professor Daniel Mesquita, Estratégia Concursos


  • Erro:
    1-"todos os agentes políticos estão sujeitos"
    Errata:
    1-"todos os agentes políticos estão sujeitos, exceto; Presidente da República; Ministros de Estado; Procurador-Geral da República; Ministros do STF; Governadores; Secretários de Estado. "
    Abraço

  • os que se sujeitam à crimes de responsabilidade não se submetem.

    Exemplo da presidenta da república.

  • Todo aquele empossado de cargo, função, mandato ou emprego PÚBLICO estará sujeito às sanções da Lei 8429\92
    OBS: Salvo o(a) Presidente da República que ao cometer tal ilicitude responderá no Senado Federal não por improbidade, e sim por crime de responsabilidade.

  • Crime de responsabilidade

    Bizu: 2 PM GS

  • Em poucas palavras, apenas os peixes pequenos respondem por atos de improbidade. Os tubarões respondem por crime de responsabilidade, pois tem a vantagem da  prerrogativa de foro.Ta ai, O LULA como exemplo. Affff....
  • Cespe:  Generalizou 90% errado..

  • que dizer que não tem uma súmula fixada a esse respeito? só mesmo esses julgados? então em outra questão a resposta poderia ser outra?

  • Presidente da República não responde por improbidade administrativa, pois é aplicada a lei de crime de responsabilidade para a referida autoridade.

    ATENÇÃO:

    STF - Agentes políticos - NÃO se submetem a L.I.A;

    STJ - Prefeitos - Sujeito ativo para fins de ação de improbidade;

    STJ - Governador de estado - é possível o ajuizamento de ação de improbidade.

  • A DILMA EH UM EXEMPLO CLASSICO, ELA DEVE RESPONDER POR CRIME DE RESPONSABILIDADE 

  • Errado, pois temos agentes politicos que na realidade ao cometerem crimes que se enquadram como improbidade administrativa , na realidade estão cometendo Crime de responsabilidade. 

    Abraços ;D.

  • Gabarito: ERRADO. STF : .Não se aplica a lei 8429 às seguintes autoridades: - Presidente da República; - Ministro de Estado; - PGR; - MINISTRO DO STF; - Governador; - Secretário de Estado. Obs: para o STJ, se aplica , exceto ao Presidente da República. #foco
  • lembre de lula querendo ser Ministro q vc não erra mais uma questão desse tipo.

     

  • É bom ficar atento caso a questão traga um termo que generalize. Neste caso a palavra TODOS! 

    "Mire pequeno e não erre."

  • CESPE utilizou entendimento recente do STF (2015):

     

    Em julgamento unânime (Pet 3.923/SP), o STF reafirmou o entendimento de que Agentes Políticos estão sujeitos a uma “dupla normatividade em matéria de improbidade, com objetivos distintos” (Lei 1.079/50 – Crime de Responsabilidade) e (Lei 8.429/92 – Improbidade Administrativa).

    Conclusão que se extrai do julgado (AC 3585 AgR/RS): Com exceção do Presidente da República, os agentes políticos sujeitam-se TANTO ao regime de responsabilização política (Crime de Responsabilidade – Lei 1.079/50), desde que ainda titular da função política, QUANTO à disciplina normativa da responsabilidade por Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92).

     

    FONTE: Profº Emerson Caetano -GranCursos- (http://blog.projetoexamedeordem.com.br/qual-a-atual-posicao-do-stf-sobre-a-sujeicao-dos-agentes-politicos-a-lei-8-42992/)

  • Concorso com José da Silva. Meu chará manda bem.

  • Errado,

     

     

    Vamos aprofundar o assunto de maneira objetiva;

     

     

    Sujeito ATIVO ( Pessoa que pratica o ato de improbidade administrativa);

     

     

    > Agente público servidores ou não, com algum algum tipo de vínculo nas entidades que podem ser vítimas de improbidade administrativa.

     

    > X da questão (exceção: agente político sujeito a crime de responsabilidade jus ao STF)

     

     

    Bons Estudos.

  • ERRADO
    Os agentes políticos que não estão sujeitos a LIA segundo o entendimento do STF são:

    Presidente da República,Ministros, PGR, Governadores de Estados e Secretários Estaduais.

  • O questões de concursos deveria beneficiar Renato com algum tipo de benefício, como por exemplo assinatura grátis. Ele contribui mais do que os professores do site ! [2]

  • Os comentários do Renato e do Tiago são bem esclarecedores!!! Estão de parabéns!

  • Para o STF, aqueles que se sujeitam à lei de crime de responsabilidade não se submetem às determinações da lei de improbidade,
    uma vez que os regimes de responsabilização são distintos e não podem concorrer entre si. Assim decidiu o STF na Reclamação 2138/DF:


    “Os atos de improbidade administrativa são tipificados como crime de responsabilidade na Lei 1.079/1950, delito de caráter políticoadministrativo.
    Distinção entre os regimes de responsabilização políticoadministrativa.
    O sistema constitucional brasileiro distingue o
    regime de responsabilidade dos agentes políticos dos demais agentes públicos. A Constituição não admite a concorrência entre
    dois regimes de responsabilidade políticoadministrativa
    para os agentes políticos: o previsto no art. 37, § 4.º (regulado
    pela Lei 8.429/1992), e o regime fixado no art. 102, I, c (disciplinado pela Lei 1.079/1950). Se a competência para processar e
    julgar a ação de improbidade (CF, art. 37, § 4.º) pudesse abranger também atos praticados pelos agentes políticos,
    submetidos a regime de responsabilidade especial, terseia
    uma interpretação abrogante
    do disposto no art. 102,
    I, c, da CF. (...) Os Ministros de Estado, por estarem regidos por normas especiais de responsabilidade (CF, art. 102,
    I, c; Lei 1.079/1950), não se submetem ao modelo de competência previsto no regime comum da Lei de Improbidade
    Administrativa (Lei 8.429/1992). (...) Ação de improbidade administrativa. Ministro de Estado que teve decretada a suspensão de
    seus direitos políticos pelo prazo de 8 anos e a perda da função pública por sentença do Juízo da 14.ª Vara da Justiça Federal – Seção
    Judiciária do Distrito Federal. Incompetência dos juízos de primeira instância para processar e julgar ação civil de improbidade
    administrativa ajuizada contra agente político que possui prerrogativa de foro perante o STF, por crime de responsabilidade, conforme
    o art. 102, I, c, da Constituição. Reclamação julgada procedente.”

     

    Aos demais agentes políticos, a LIA é aplicada normalmente, como no caso dos Prefeitos e dos Governadores:
     

    STJ – AgRg no REsp 1152717/MG
    “2. A Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/1992) aplicase
    a prefeito (e vereadores), máxime porque a Lei de
    Crimes de Responsabilidade (1.070/1950) somente abrange as autoridades elencadas no seu art. 2.º, quais sejam: o Presidente da
    República, os Ministros de Estado, os Ministros do Supremo Tribunal Federal e o ProcuradorGeral
    da República. Precedentes.”

     

    Fonte: Prof. Cyonil Borges

  • *** no tocante aos sujeitos ativos do ato de improbidade, o STF fixou entendimento de que os agentes políticos que respondam por crime de responsabilidade (exs: presidente/ministros de estado/ presidente/ desembargadores, entre outros) não estão sujeitos à incidência da Lei 8429/92, dada a similitude das sanções nas duas esferas; todavia, o STF não incluiu os prefeitos nesse rol, apesar de responderem por crime de responsabilidade.

  • Os agentes políticos, regidos por normas especiais de responsabilidade, não respondem por improbidade administrativa com base na lei 8429/92, mas apenas por crime de responsabilidade em ação que somente pode ser proposta perante o STF nos termos do art.102,I,c,CF/88.

  •  

    ERRADA

    Caso um ato praticado por um desses agentes(Presidente da República (exceto), Ministros de Estado, Procurador Geral da República, Ministros do STF, Governadores e Secretários de Governo) , que se se sujeitam à Lei de Responsabilidade, estiver, ao mesmo tempo, previsto na LIA e na Lei de de Responsabilidades, os mesmo se sujeitarão apenas a esta ultima, para evitar dupla punição.ou seja, existe a possibilidade de todos os agentes políticos se sujeite a LIA, desde que o ato praticado não se subsuma também à Lei de Responsabilidade.EXCETO atos de improbidade praticados pelo Presidente da República, porque sujeito a regime especial pela própria Constituição Federal.

    O STF que não há norma constitucional alguma que isente os agentes políticos sujeitos a crime de responsabilidade (Lei 1.079/50) de qualquer das sanções por ato de improbidade previstas no art. 37, § 4º, CF/88, EXCETO atos de improbidade praticados pelo Presidente da República, porque sujeito a regime especial pela própria Constituição Federal (art. 86).

    http://blog.projetoexamedeordem.com.br/qual-a-atual-posicao-do-stf-sobre-a-sujeicao-dos-agentes-politicos-a-lei-8-42992/

  • Os agentes políticos que cometem crime de responsabilidade não se submetem à lei de improbidade administrativa.

  • STF arruma sempre um jeito de ferrar os pobres e favorecer os vagabundos.

     parcial - oneroso - ineficiente.

  • Quais autoridades podem sofrer um processo de impeachment?


    • Presidente da República;
    • Vice-Presidente da República;
    • Ministros de Estado (nos crimes conexos com aqueles praticados pelo Presidente da República);
    • Ministros do STF;
    • membros do CNJ e do CNMP;
    • Procurador-Geral da República;
    • Advogado-Geral da União;
    • Governadores;
    • Prefeitos.

    Fonte: dizerdireito

  • Que o diga  Eduardo Cunha (PMDB-RJ) : FORO PRIVILEGIADO!!!!

  • Esse negócio de Foro privilegiado deveria acabar! Ninguém é melhor do que ninguém. 

    Recomendo a leitura dos artigos sobre o tema:

    http://www.ibrajus.org.br/revista/artigo.asp?idArtigo=23

    http://josegabrielrj.jusbrasil.com.br/artigos/111891651/o-foro-privilegiado-e-a-in-constitucionalidade

  • O Superior Tribunal de Justiça, nas Reclamações 2790 e 2115 tem reafirmado 
    o seu posicionamento de que, excetuada a hipótese de atos de improbidade praticados pelo Presidente da República e Ministros de Estado em crimes conexos com este, não há norma alguma que proíba que os agentes políticos respondam por crimes de responsabilidade e por atos de improbidade.

    Matheus  Carvalho manual de Direito Administrativo terceira Edição página 937

  • CESPE utilizou entendimento recente do STF (2015):

     

    Em julgamento unânime (Pet 3.923/SP), o STF reafirmou o entendimento de que Agentes Políticos estão sujeitos a uma “dupla normatividade em matéria de improbidade, com objetivos distintos” (Lei 1.079/50 – Crime de Responsabilidade) e (Lei 8.429/92 – Improbidade Administrativa).

    Conclusão que se extrai do julgado (AC 3585 AgR/RS): Com exceção do Presidente da República, os agentes políticos sujeitam-se TANTO ao regime de responsabilização política (Crime de Responsabilidade – Lei 1.079/50), desde que ainda titular da função política, QUANTO à disciplina normativa da responsabilidade por Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92).

     

    FONTE: Profº Emerson Caetano -GranCursos- (http://blog.projetoexamedeordem.com.br/qual-a-atual-posicao-do-stf-sobre-a-sujeicao-dos-agentes-politicos-a-lei-8-42992/)

  • Infelizmente Dilma tem foro de prerrogrativa.

  • A Lei n.° 1.079/50 prevê crimes de responsabilidade para os seguintes agentes políticos: e que não estão sujeitos a LIA:

       1) Presidente da República  2) Ministros de Estado  3) Procurador-Geral da República  4) Ministros do STF  5) Governadores  6) Secretários de Estado.

    MACETE: 2 PMS GOVERNAM SECRETARIOS

    STF diz que membros do MP(promotores,procuradores) são alcançados plea LIA.

    STJ afirma que prefeitos,vereadores,ministros do TCU respondem a LIA.

     

  • Em resumo, para a CESPE:

    -TODOS agentes políticos se submetem a lei de improbidade? Não (Rcl 2138/2007) são eles, os que possuem prerrogativa de foro: PR, PGR, Ministro de estado e do STF, e secretários de estado.

    -ALGUNS agentes políticos se submetem a Lei de Improbidade? Sim, são eles:

    1)Vereadores e Prefeitos (STJ. Resp 895.530,2008)

    2) Governador de Estado (STJ.REsp 216.168-RS, 2013)

    3)Membro do Ministério Público (REsp 1.191.613-MG,2015)

    #FéFocoForça

  •  

    Questão certa ,

    Segundo STF em 2015 ( com exceção do Presidente da República) todos os demais agente politicos estão sujeitos a dupla nomatividade ( crime de responsabilidade & LIA)

    FONTE: Profº Emerson Caetano -GranCursos- (http://blog.projetoexamedeordem.com.br/qual-a-atual-posicao-do-stf-sobre-a-sujeicao-dos-agentes-politicos-a-lei-8-42992/)

     

     

  • Não complica meu POVO e minhas POVAS. O erro está apenas no uso da palavra TODOS.

  • Gente, muita atenção!

    O examinador exigiu posicionamento do STF. Para o STF, Presidente da República, Ministros de Estado, Ministros do STF, PGR, Governadores dos estados e seus secretários respondem baseado na Lei 1079/1950(Lei dos Crimes de Responsabilidades). Todavia, os outros agentes políticos estão vinculados à Lei 8.429/1992. O examinador sabe que existem divergências de interpretação entre o STF e o STJ a respeito da matéria. Logo, para não provocar nulidade da questão, é necessário deixar claro qual posicionamento ele deseja.

  • ERRADO

    Conforme o último julgado do STF referente a matéria em questão o Presidente da República é o único Agente Político(espécie) do (gênero) Agente Público que não se submete à Lei de Improbidade Administrativa no exercício do mandato.

    Os demais agentes políticos se submetem a dupla normatividade ( Lei 8.429/92 e Lei 1079/50 ), salvo Prefeitos e Vereadores que só se submetem a Lei 8.429/92.

     

  • Conforme o STF os agentes políticos que:

    a) Praticam crimes de responsabilidade

        Ex.: Pres da Rep

         Não tem ação de improbidade

    b) Não praticam crimes de responsabilidade

         Tem ação de improbidade

  • Comentário do professor do Estratégia:

    ''Podemos entender que a linha atual é de excluir apenas o Presidente da República da responsabilização por improbidade, conforme decisão do STJ (Reclamação 2.790/SC), e eventualmente os ministros de estado, conforme decisão do STF (Reclamação 2.138/DF). No mais, todos os agentes públicos podem responder por improbidade, sejam políticos ou não, conforme entendimentos mais recentes do STF e do STJ.''

  • O "nosso" RENATO se superou nessa!! \o/ rsrsrs

  • "Discussão importante relaciona-se  'a  responsabilidade dos agentes políticos pela prática de atos de improbidade. Embora a maioria da doutrina defenda a possibilidade de aplicação da Lei de Improbidade em detrimento de agente políticos, o STF, em sede de Reclamação Constitucional, prolatou decisão, na qual asseverou que o sistema constitucional brasileiro distingue o regime de responsabilidade dos agentes políticos dos demais agentes políticos, de forma que aqueles (no caso do julgamento, Ministros de Estado), por estarem regidos por normas especiais de responsabilidade (CF, art. 102, I, ´c´´; Lei 1079/50), não se submetem ao modelo de competência previsto no regime da Lei de Improbidade Administrativa (STF, Rcl 2138/DF, Julg. 13/06/2007).

    Cabe observar, conforme conclusão de José dos Santos Carvalho Fiilho, que o citado precedente exclui incidência da Lei 8492/92, apenas, os agentes políticos para os quais a CF/88 atribuiu expressamente a prática de crimes de responsabilidade, sendo-lhes aplicável a Lei 1079/50 (Ex: art. 52, I e II, e art. 102, I, ambos da CF)."

    Fonte: Sinopse de Direito Administrativo - Ed. Juspod.

    GABARITO: ERRADO

     Bons estudos, galera!

  • Excelente comentário do colega Renato. Entretanto, presumo que ele tenha esquecido de colocar a fonte da pesquisa que é do grande Márcio Cavalcante, consoante segue abaixo:

     

    http://www.dizerodireito.com.br/2013/11/existe-foro-por-prerrogativa-de-funcao.html

  • Facilitando a vida de alguns colegas, que assim como eu, logo procuram  o comentário do "Renato", a bíblia do QC como alguns falam, reproduzo o comentário dele, já que está láaaa em baixo:

    "

    Gabarito ERRADO

    Nem todos agentes políticos responderão por improbidade, vejamos:
     

    A Lei n.° 1.079/50 prevê crimes de responsabilidade para os seguintes agentes políticos:

       1) Presidente da República;

       2) Ministros de Estado;

       3) Procurador-Geral da República;

       4) Ministros do STF;

       5) Governadores;

       6) Secretários de Estado.
     

    Segundo decidiu o STF(Reclamação 2138/DF), para que o agente político não responda por improbidade administrativa é necessário o preenchimento de duas condições:
     

      a) Esse agente político deverá ser uma das autoridades sujeitas à Lei  1.079/50;

      b) O fato por ele praticado deverá ser previsto como improbidade administrativa e também como crime de responsabilidade.


    bons estudos "

     

  • Achei isso no meu RESUMO:

     

    STF

    O STF já decidiu, em 2007, que os agentes políticos sujeitos aos crimes de responsabilidade da lei 1.079/50 não respondem por improbidade administrativa. Portanto, não são TODOS os agentes políticos

  • Em resumo, para a CESPE:

    -TODOS agentes políticos se submetem a lei de improbidade? Não (Rcl 2138/2007)

     

    -ALGUNS agentes políticos se submetem a Lei de Improbidade? Sim, são eles:

    1)Vereadores e Prefeitos (STJ. Resp 895.530,2008)

    2) Governador de Estado (STJ.REsp 216.168-RS, 2013)

    3)Membro do Ministério Público (REsp 1.191.613-MG,2015)

     

    Ano: 2015 Órgão: STJ Prova: Cargos 3 e 14

    Julgue o item seguinte, acerca do controle exercido e sofrido pela administração pública.

     

    Membros do Ministério Público não podem sofrer sanções por ato de improbidade administrativa em razão de seu enquadramento como agentes políticos e de sua vitaliciedade no cargo. (ERRADO)

     

     Notem que nesta questão a CESPE utilizou o entendimento recente do STJ em que se decidiu que é possível a condenação de membro do Ministério Público à pena de perda da função pública prevista no art.12 da Lei 8.429/92. STJ. 1ª Seção. MS 20.335-DF, Rel. Min. Benedito Gonçalves, julgado em 22/4/2015 (Info 560).

     

    Todavia, meses depois a CESPE adotou outro posicionamento:

    Ano: 2015 Órgão: TJ-DFT Prova:Cargos 2, 3 e 5 a 12

    Julgue o item a seguir à luz da Lei de Improbidade Administrativa.

    Considerando a interpretação conferida pelo Supremo Tribunal Federal ao conceito de agentes públicos, todos os agentes políticos estão sujeitos às disposições da Lei de Improbidade Administrativa. (ERRADA)

     

    Fonte: https://www.pontodosconcursos.com.br/artigo/13808/thamiris-felizardo/agentes-politicos-e-a-lei-de-improbidade-administrativa-no-entendimento-dos-tribunais

  • Gabarito: Errado.

     

    Contribuindo...

     

    O erro está em afirmar "todos os agentes políticos estão sujeitos", pois o Presidente da República se sujeita a regime especial, vejamos:

     

    Excetuada a hipótese de atos de improbidade praticados pelo Presidente da República, cujo julgamento se dá em regime especial pelo Senado Federal (arts. 85 e 86 da CF/88), não há norma constitucional alguma que imunize os agentes políticos, sujeitos a crime de responsabilidade, de quaisquer das sanções por ato de improbidade previstas no art. 37, § 4° da Constituição Federal (STJ. 1a Turma. AgRg no REsp 1197469/RJ, Rel. Min. Napoleão Nunes Maia Filho, julgado em 24/11/2015).

     

    A 2ª Turma do STF decidiu, em 2014, que existe a possibilidade de dupla sujeição do agente político tanto ao regime de responsabilização política, mediante "impeachment" (lei n° 1.079/50), desde que ainda titular de referido mandato eletivo, quanto à disciplina normativa da responsabilização civil por improbidade administrativa (Lei n°8.429/92) (STF. 2ª Turma. AC 3585 AgR, Rei. Min. Celso de Mello, julgado em 02/09/2014).

     

    A ação civil pública por ato de improbidade administrativa que tenha por réu parlamentar deve ser julgada em Primeira Instância. 2. Declaração de inconstitucionalidade do art. 84, §2º, do CPP no julgamento da ADI 2797. 3. Mantida a decisão monocrática que declinou da competência. 4. Agravo Regimental a que se nega provimento (STF, Tribunal Pleno, Pet 3067 AgR / MG - MINAS GERAIS, DJ 19/11/2014 ).

     

    Para o STJ, os agentes políticos se submetem à Lei de Improbidade Administrativa, com exceção do Presidente da República. Logo, é possível que os agentes políticos respondam pelos crimes de responsabilidade da Lei n° 1.079/50 e também por improbidade administrativa. Ex.: é possível o ajuizamento de ação de improbidade administrativa em face de Governador de Estado (EDcl no AgRg no REsp 1.216.168-RS, Rei. Min. Humberto Martins, julgado em 24/9/2013)

     

    "[...] Os arts. 1º e 3º da Lei 8.429/1992 são expressos ao prever a responsabilização de todos, agentes públicos ou não, que induzam ou concorram para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficiem sob qualquer forma, direta ou indireta. [...]" (AgRg no AREsp 264086 MG, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 06/08/2013, DJe 28/08/2013)

     

    "[...] Os sujeitos ativos dos atos de improbidade administrativa não são apenas os servidores públicos, mas todos aqueles que estejam abarcados no conceito de agente público, previsto nos arts. 1º, 2º e 3º da Lei 8.429/1992. [...]" (REsp 1138523 DF, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 23/02/2010, DJe 04/03/2010)

     

    Força, foco e fé!

  • ....

    ITEM – ERRADO - O professor Márcio André Lopes (in Vade mecum de jurisprudência dizer o direito – 2 Ed. rev., e ampl. Salvador: JusPodivm, 2017, p. 184 e 185) tece alguns comentários a respeito dos agentes políticos que são submetidos à Lei de Improbidade Administrativa:

     

    "No cenário atual é possível expormos as seguintes conclusões:

     

    Não existe foro por prerrogativa de função em ações de improbidade administrativa (posição do STF e do STJ).

     

     STJ entende que os prefeitos podem responder por improbidade administrativa e também pelos crimes de responsabilidade do Decreto-Lei 201/67 (ex.: REsp 1066772/MS). A ação de improbidade administrativa contra os prefeitos será julgada em 1ª instância.

     

    Para o STJ, os agentes políticos se submetem à Lei de Improbidade Administrativa, com exceção do Presidente da República. Logo, é possível que os agentes políticos respondam pelos crimes de responsabilidade da Lei nº 1.079/50 e também por improbidade administrativa. 1 Ex.: é possível o ajuizamento de ação de improbidade administrativa em face de Governador de Estado (EDd no AgRg no REsp 1.216.168-RS, Rei. Min. Humberto Martins, Julgado em 24/9/2013}.

     

     Excetuada a hipótese de atos de improbidade praticados pelo Presidente da República, cujo julgamento se dá em regime especial pelo Senado Federal -(arts. 85 e 86 da CF/88), não há norma constitucional alguma que imunize os agentes políticos, sujeitos a crime de responsabilidade, de quaisquer das sanções por ato de improbidade previstas no art. 37, § 4°, da constitui cão Federal (STJ.1ª Turma .AgRg no REsp 1197469/RJ, Rei. Min. Napoleao Nunes Maia Filho, julgado em Z4/11/2015).

     

    A 2a Turma do STF também decidiu, em 2014, que existe a possibilidade de dupla sujeição do agente político tanto ao regime de responsabilização política, mediante "impeachment" (Lei nº 1.079/50), desde que ainda titular de referido mandato eletivo, quanto a disciplina normativa da responsabilização civil por improbidade administrativa (lei nº 8.429/92) (STF. 2ª Turma. AC 3585 AgR, Rei. Min. Celso de Mello,julgado em 02/09/2014).

     

    A ação de improbidade administrativa deve ser processada e julgada em 1ª instância, ainda que tenha sido proposta contra agente político que tenha foro privilegiado no âmbito penal e nos crimes de responsabilidade. Logo, devem ser julgadas pelo juiz de 1ª instância (e não pelo STJ) as ações de improbidade administrativa propostas contra:

     

    1.      Governadores de Estado/DF; Desembargadores (TJ, TRF ou TRT); Conselheiros dos Tribunais de Contas (dos Estados, do DF ou dos Municípios);

     

    2.      Membros do MPU que oficiem perante tribunais.

     

    O STF já decidiu, em 2008, que a competência para julgar ação de improbidade administrativa proposta contra Ministro do STF é do próprio STF (Pet 3211/DF QO). Entendeu-se que haveria um desvirtuamento do sistema se um juiz de grau inferior pudesse decretar a perda do cargo de um magistrado de Tribunal Superior.” (Grifamos)

  • ERRADO

    A Constituição não admite a concorrência entre dois regimes de responsabilidade político-administrativa para os agentes políticos: o previsto no art. 37, § 4º (regulado pela Lei n° 8.429/1992) e o regime fixado no art. 102, I, “c”, (disciplinado pela Lei n° 1.079/1950).

    Se a competência para processar e julgar a ação de improbidade (CF, art. 37, § 4º) pudesse abranger também atos praticados pelos agentes políticos, submetidos a regime de responsabilidade especial, ter-se-ia uma interpretação ab-rogante* do disposto no art. 102, I, “c”, da Constituição.

    * Cessar a obrigatoriedade da lei em sua totalidade.

  • CF 88

    Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

    V - a probidade na administração;

     

    Obs: Nosso PR é a excessão, pois responde por Crime de Responsabilidade.

  • O STF, na realidade, por ocasião do julgamento da Recl. 2.138/DF, abraçou entendimento na linha do qual aos agentes políticos aplicam-se as regras próprias relativas aos crimes de responsabilidade, com apoio, principalmente, nos arts. 52, I, 85, V, e 102, I, "c", e regulamentados, sobretudo, pela Lei 1.079/50. 

    No ponto, assim se manifestou Rafael Carvalho Rezende Oliveira:

    "De acordo com o entendimento majoritário dos Ministros da Suprema Corte, os agentes políticos, por estarem regidos por normas especiais de responsabilidade, não respondem por improbidade administrativa, com fundamento na Lei 8.429/92, mas apenas por crime de responsabilidade em ação que somente pode ser proposta perante o STF nos termos do art. 102, I, "c", da CRFB(...)".

     Logo, revela-se incorreta a assertiva aqui analisada.


    Gabarito do professor: ERRADO

    Bibliografia:

    OLIVEIRA, Rafael Carvalho Rezende. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Método, 2017. p. 855-6

  • Pessoal, considerando o excessivo número de comentários e a demora em encontrar aquele que responde integralmente a questão, recortei parte da aula do professor aqui anexada para facilitar a busca...

     

    Professor Rafael Pereira (ADAPTADO):  "No que pertine aos denominados agentes políticos, existe grande controvérsia doutrinária e jurisprudencial, a propósito da possibilidade de certas autoridades submeterem-se aos ditames da Lei 8.429/92" . Há 3 posições:

     

    1ª) ROGÉRIO PACHECO ALVES e EMERSON GARCIA – sustentam a possibilidade de concomitância das ações de improbidade em relação às ações que versarem sobre crimes comuns e de responsabilidade, os quais têm previsão, essencialmente, na Lei 1.079/50.

     

    2ª) ARNOLD WALD e GILMAR FERREIRA MENDES – STF e STJ - afirmam que certas autoridades se submeteriam a um regime próprio de responsabilidades. Adicionam que algumas sanções previstas na Lei de Improbidade já estão previstas na Lei 1.079/50, bem como que a sentença condenatória em ação de improbidade pode superar, em gravidade de efeitos, a sentença prolatada na ação por crime de responsabilidade, o que daria ensejo a um “desequilíbrio jurídico-institucional". Conclusão: excluem-se da incidência da Lei 8.429/92 todos aqueles que se submetem à Lei 1.079/50, a saber "presidente da República, Ministros de Estado, Ministros do Supremo Tribunal Federal, Procurador Geral da República (art. 2º, 13, 39, 40 e 40-A), Governadores e Secretários de Estado (art. 74), Presidentes e seus substitutos dos Tribunais Superiores, dos Tribunais de Contas, dos TRF's e TJ's, juízes Diretores do Foro ou função equivalente no primeiro grau de jurisdição (art. 39-A, p.ú), Advogado-Geral da União (art. 40-A, I), Procuradores Gerais do Trabalho, Eleitoral e Militar, Procuradores Gerais de Justiça dos Estados e do DF, membros do MPU e dos Estados, da AGU, das Procuradorias dos Estados e do DF, quando no exercício de função de chefia de unidades regionais ou locais das respectivas instituições (art. 40-A, II)" - POSIÇÃO ADOTADA PELO CESPE E A MAIORIA DAS PROVAS DE CONCURSO PÚBLICO (principalmente a fase objetiva) -.

     

    3ª) JOSÉ ANTONIO LISBOA NEIVA, MARIA SYLVIA DI PIETRO e JOSÉ DOS SANTOS CARVALHO FILHO – é possível a propositura da ação de improbidade, sem prejuízo da ação por crime de responsabilidade, limitando-se a demanda de improbidade às sanções não previstas como consequências dos crimes de responsabilidade (perda do cargo e suspensão de direitos políticos).

     

    VAMOS EM FRENTE!

     

  • Gabarito ERRADO 

     

    Conforme doutrina de Ricardo Alexandre e João de Deus (direito administrativo esquematizado, 2017, p. 766): 

     

    "No entanto, apesar da clareza do dispositivo, a posição mais recente do STF é no sentido de que a Lei de Improbidade Administrativa não se aplica a todos os agentes públicos".

     

    No mesmo sentido, confira-se a lição exposta na obra Interesses difusos e coletivos esquematizada (2017, p. 704-705): 

     

    "Fixado o conceito, questão interessante é saber se a Lei de Improbidade Administrativa alcança esas categoria especial de agentes públicos.

    (...) Enfim, trata-se de assunto polêmico, em relação ao qual se destacam dois principais entendimentos: 

    1º) Não incidência da LIA: estão excluídos do âmbito de regência da LIA os agentes políticos para os quais a Constituição Federal instituiu expressamente (art. 52, I e II; art. 102, I, 'c'; e art. 105, I, 'a') regime especial de julgamento por crimes de responsabilidade.

    (...) 

    Essa tese foi adotada pelo Supremo Tribunal Federal, por maioria de votos (6x5), no julgamento da Reclamação 2.138/DF, em 13.06.2007 (Informativo STF 471), relativa a uma ação de improbidade administratativa ajuizada em face de Ministro de Estado (...)".

     

    Em síntese, embora a questão seja controvertida na doutrina (onde prevalece o entendimento de que a LIA incide para todo e qualquer agente público, sem exceção), é fato que para o STF a LIA não se aplica para determinados agentes políticos, como é o caso dos ministros de Estado.

     

    OK, a última decisão do STF sobre o tema é antiga, mas é a que por enquanto prevalece.

  • Questão razoavelmente fácil, o difícil é o entendimento das jurisprudências...

  • Gabarito ERRADO

     

    Conforme ensina a professora Thamiris Felizardo - PONTO DOS CONCURSOS.

     

    "Como se pode observar o entendimento adotado nesta questão foi o do STF na Rcl 2138/07, no sentido de que os agentes políticos que respondem por crime de responsabilidade (Lei 1079/50) não estão sujeitos à prática de ato de improbidade, muito embora exista decisão mais recente da Suprema Corte no sentido de que todos os agentes políticos se submetem a Lei 8.429/92.

     

    Em resumo, para a CESPE:

     

    -TODOS agentes políticos se submetem a lei de improbidade? Não (Rcl 2138/2007)

     

    -ALGUNS agentes políticos se submetem a Lei de Improbidade? Sim, são eles:

     

    1) Vereadores e Prefeitos (STJ. Resp 895.530,2008)

     

    2) Governador de Estado (STJ.REsp 216.168-RS, 2013)

     

    3) Membro do Ministério Público (REsp 1.191.613-MG,2015)"

     

     

    HEY HO LET'S GO!

     

  • Esta questão está desatualizada.

    A jurisprudencia atual mudou essa posição:

     

    “A controvérsia sobre a aplicabilidade da Lei 8.429/92 aos agentes políticos foi superada, no julgamento da Rcl 2.790/SC, pelo STF, quando entendeu que não há norma constitucional alguma que imunize os agentes políticos, sujeitos a crime de responsabilidade, de qualquer das sanções por ato de improbidade previstas no art. 37, § 4.º. Seria incompatível com a Constituição eventual preceito normativo infraconstitucional que impusesse imunidade dessa natureza” (AgRg no REsp 1294456/SP, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEGUNDA TURMA, julgado em 04/09/2014, DJe 18/09/2014)"

     

    Ou seja, se essa questão fosse hoje (11/12/2017) a resposta seria CERTO.

     

  • Marcos Camargo (11 de Dezembro de 2017)

    Cuidado com essa última linha do seu post. Tanto hoje quanto no passado, seja no STF ou no STJ, há exceções para o sujeito ativo da LIA.

    Sendo assim, a assertiva que generaliza a aplicabilidade da Lei continua errada.

  • peixão crime de responsabilidade, que é crime administrativo, não vai preso só perde cargo e suspende direito político coisa leve. 

  • O PRESIDENTE DA REPÚBLICA é um agente político que não está submetido aos atos de improbidade.

  • Não???????????????????????????????

  • agente público é toda pessoa que presta um serviço público, sendo funcionário público ou não, sendo remunerado ou não, sendo o serviço temporário ou não. É todo aquele que exerce ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer forma de investidura ou vinculo, mandato, cargo, emprego ou função pública.

    Como pode um agente político não ser um agente público???????

  • Segundo a Lei n.° 1.079/50 nem todos agentes políticos responderão por improbidade. Segundo decidiu o STF (Reclamação 2138/DF), para que o agente político não responda por improbidade administrativa é necessário o preenchimento de duas condições: a) Esse agente político deverá ser uma das autoridades sujeitas à Lei 1.079/50; b) O fato por ele praticado deverá ser previsto como improbidade administrativa e também como crime de responsabilidade.

     

    Errado

     

    Fonte: Projeto Caveira

  • Por isso que político não é preso.
  • Autor: Rafael Pereira , Juiz Federal - TRF da 2ª Região

    O STF, na realidade, por ocasião do julgamento da Recl. 2.138/DF, abraçou entendimento na linha do qual aos agentes políticos aplicam-se as regras próprias relativas aos crimes de responsabilidade, com apoio, principalmente, nos arts. 52, I, 85, V, e 102, I, "c", e regulamentados, sobretudo, pela Lei 1.079/50. 

    No ponto, assim se manifestou Rafael Carvalho Rezende Oliveira:

    "De acordo com o entendimento majoritário dos Ministros da Suprema Corte, os agentes políticos, por estarem regidos por normas especiais de responsabilidade, não respondem por improbidade administrativa, com fundamento na Lei 8.429/92, mas apenas por crime de responsabilidade em ação que somente pode ser proposta perante o STF nos termos do art. 102, I, "c", da CRFB(...)".

     Logo, revela-se incorreta a assertiva aqui analisada.


    Gabarito do professor: ERRADO

    Bibliografia:

    OLIVEIRA, Rafael Carvalho Rezende. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Método, 2017. p. 855-6

  • Laninha, governador não comete crime de responsabilidade por falta de disposição legal, mas responde por improbidade sim.

     

  • Presidente da República >Crime de Responsabilidade Exclusivamente.

    Ministros de Estados, Secretários Estaduais, Governadores, Ministros do S.T.F> DUPLA. NORMATIVIDADE: Por Crimes de Responsabilidades, enquanto durar o mandato, e Por Improbidade Administriva.

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  • http://www.dizerodireito.com.br/2013/11/existe-foro-por-prerrogativa-de-funcao.html

     

  • ʕ•́ᴥ•̀ʔ Existe 2 posicionamentos diferentes; Vou fazer dois comentários, esse com os julgados e o outro com as questões. MUITA ATENÇÃO PARA OS JULGADOS DE 2017.

     

    Q798503 - CESPE - 2017 -  Segundo o STF, compete ao primeiro grau de jurisdição o julgamento das ações de improbidade administrativa contra agentes políticos, ocupantes de cargos públicos ou detentores de mandato eletivo, independentemente de eles estarem, ou não, em atividade.  V

     

    Q865664  - 2017 - INAZ do Pará - Advogado - Segundo jurisprudência do STJ, é aplicável o foro por prerrogativa de função às ações de improbidade administrativa em face de agentes com status político constitucionalF

     

    STJ

     

    1) Não existe foro por prerrogativa de função em ações de improbidade administrativa (STJ).

     

    2) O STJ entende que os prefeitos podem responder por improbidade administrativa e também pelos crimes de responsabilidade do Decreto-Lei 201/67 (ex: REsp 1066772/MS). A ação de improbidade administrativa contra os prefeitos será julgada em 1ª instância.

     

    3) Para o STJ, os agentes políticos se submetem à Lei de Improbidade Administrativa, com exceção do Presidente da República. Logo, é possível que os agentes políticos respondam pelos crimes de responsabilidade da Lei n.° 1.079/50 e também por improbidade administrativa.

     

    4) Para o STJ, a ação de improbidade administrativa deve ser processada e julgada em 1ª instância, ainda que tenha sido proposta contra agente político que tenha foro privilegiado no âmbito penal e nos crimes de responsabilidade. Logo, para o STJ, as ações de improbidade administrativa propostas contra:

     

    • Governadores de Estado/DF;

    • Desembargadores (TJ, TRF ou TRT);

    • Conselheiros dos Tribunais de Contas (dos Estados, do DF ou dos Municípios);

    • Membros do MPU que oficiem perante tribunais.

     

    Devem ser julgadas pelo juiz de 1ª instância (e não pelo STJ).

     

    STF

     

    1) O STF já decidiu, em  2017:  o entendimento de que competente o primeiro grau de jurisdição para julgamento das ações de improbidade administrativa contra agentes políticos, ocupantes de cargos públicos ou detentores de mandato eletivo, independentemente de estarem, ou não, em atividade. (Rcl 14954 AgR / MG)

     

    2) O STF jdecidiu em 2007,  que os agentes políticos submetidos à Lei de Responsabilidade (nº 1.079/1950) não respondem por improbidade (Reclamação nº 2.138, de 16/6/2007, do ministro Nelson Jobim). Existe uma grande probabilidade de que a atual composição da Corte modifique esse entendimento. CONTUDO > Ainda não mudou!! Ficar atento a isso!

     

    3) O STF já decidiu, em 2008, que a competência para julgar ação de improbidade administrativa proposta contra Ministro do STF é do próprio STF (Pet 3211/DF QO).

     

     

    Em Breve: Resumos: https://www.facebook.com/Aprendendo-Direito-108313743161447/

     

  • NAAMÁ EU TE AMO!

  •  ʕ•́ᴥ•̀ʔ   STF

     

    O STF entende que aqueles submetidos à Lei de Responsabilidade (nº 1.079/1950) não respondem por improbidade (Reclamação nº 2.138, de 16/6/2007. Demais agentes pol. responderão em 1º intância. (2017)

     

    Não respondem por improbidade: X

     

    1. Presidente da República

    2. Deputados e Senadores

     

    Respondem por improbidade:: (1º intância)

     

    1. Procurador geral da República (única questão q encontrei > FCC - Q434406 - 2013 - Logo, n leve como regra para o CESPE)

    2. Ministro do STF (será neste processado e julgado)

    3. Membros do Ministério Público

     

    Q798503 - CESPE - 2017 -  Segundo o STF, compete ao primeiro grau de jurisdição o julgamento das ações de improbidade administrativa contra agentes políticos, ocupantes de cargos públicos ou detentores de mandato eletivo, independentemente de eles estarem, ou não, em atividade.  V

     

    Q44590 - 2010- Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), os deputados federais, os senadores e o presidente da República, na qualidade de agentes políticos,NÃOOOOO se submetem às regras da lei em apreço, em razão de se sujeitarem a regime especial de responsabilização.V

     

    Q53114 - 2008 - Ação de improbidade proposta contra ministro do STF será processada e julgada nesse tribunal.  V

     

    Q586467- 2015-  Os membros do Ministério Público são alcançados pela Lei de Improbidade Administrativa e podem sofrer a sanção de perda da função pública. V

     

    Q558922-2015 -  Membros do Ministério Público não podem sofrer sanções por ato de improbidade administrativa em razão de seu enquadramento como agentes políticos e de sua vitaliciedade no cargo. F

     

    Q693508- 2016 - Não é possível, em ação civil pública de improbidade administrativa, a condenação de membro do Ministério Público à pena de perda da função pública prevista na Lei de Improbidade Administrativa F

     

    Q101486- 2007 - A Constituição de determinado estado da Federação atribuiu ao respectivo tribunal de justiça a competência para processar e julgar os atos de improbidade dos procuradores do estado. Lúcia, procuradora desse estado, encontra-se respondendo a processo de improbidade. O Poder Executivo estadual não tem competência para aplicar administrativamente as penalidades previstas na lei de improbidade administrativa federal. V

     

    Q37697- 2009-  Ação de improbidade proposta contra ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) será neste processada e julgada. V

     

    Q372666 - 2014 - Inexiste foro por prerrogativa nas ações de improbidade administrativa, de modo que essas ações deverão ser processadas perante o juízo de primeira instância, mesmo quando ajuizadas contra ministro do STF. F

     

    OBS: O STF já decidiu, em 2008, que a competência para julgar a ação de improbidade administrativa proposta contra ministro do STF é do próprio STF (Pet 3211/DF QO). Entendeu-se que haveria um desvirtuamento do sistema se um juiz de grau inferior pudesse decretar a perda do cargo de um magistrado de Tribunal Superior (Márcio Andre Lopes).

     

    Em Breve: Resumos: https://www.facebook.com/Aprendendo-Direito-108313743161447/

  • Toda vez que uma questão restringir dms a resposta, fique atento. Grande chance dela estar errada. O presidente da républica não responde por improbridade, apenas crime de responsabiliade. 

  • O comentário do professor não reflete o disposto de maneira majoritária pelos tribunais superiores e Resumindo para quem não quer ler os milhares de comentários.

     

    Todos os agentes políticos sujeitam a dupla normatização em sede de crimes de responsabilidade, ou seja, respondem perante a Lei de Responsabilidade (nº 1.079/1950) e a Lei de Improbidade Administrativa. (Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992), com exceção do Presidente da República.

  • Presidentes da República e ministros de Estado não podem ser acusados em ação de improbidade administrativa, mesmo quando já deixaram o cargo, pois seus atos durante o poder só se submetem ao regime da Lei dos Crimes de Responsabilidade, com julgamento pelo Senado.

  • ERRADA. O PR não está sujeito a Lei de Improbidadade. 

     

    Informativo 901 STF

    Os agentes políticos, com exceção do Presidente da República, encontram-se sujeitos a duplo regime sancionatório, de modo que se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativapor crimes de responsabilidade.O foro especial por prerrogativa de função previsto na Constituição Federal em relação às infrações penais comuns NÃO é extensível às ações de improbidade administrativa. 

    STF. Plenário. Pet 3240 AgR/DF, rel. Min. Teori Zavascki, red. p/ o ac. Min. Roberto Barroso, julgado em 10/5/2018(Info 901). 

  • ERRADO. A questão continua errada. No entanto, ATENÇÃO porque houve restrição com relação a esse entendimento agora em 2018. Com isso, "agentes políticos respondem por improbidade administrativa, ainda que sujeitos ao cometimento de crime de responsabilidade, com exceção do Presidente da República".

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/improbidade-administrativa-agentes-politicos-e-foro/

  • Errado, contudo, a questão passou por mudança de entendimento e atualmente a orientação é a seguinte:

    Origem: STF: Os agentes políticos, com exceção do Presidente da República, encontram-se sujeitos a duplo regime sancionatório, de modo que se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade. O foro especial por prerrogativa de função previsto na Constituição Federal em relação às infrações penais comuns não é extensível às ações de improbidade administrativa. STF. Plenário. Pet 3240 AgR/DF, rel. Min. Teori Zavascki, red. p/ o ac. Min. Roberto Barroso, julgado em 10/5/2018 (Info 901). 

    Fonte: Dizer o Direito

  • Pra resolver essa questão precisa usar matéria de raciocínio lógico. 

    Negação de ( todos)

    Pelo menos um

    Algum 

    Existe

  • PRESIDENTE TÁ FORA!

  • ERRADO.

    O Supremo Tribunal Federal, em decisão proferida na Reclamação 2.138/DF (decisão em 13/6/2007), havia declarado que os agentes políticos passíveis de responder por crime de responsabilidade, na forma prevista no art. 102, I, “c”, da Constituição Federal, e na Lei 1.079/1950, não se sujeitavam às disposições da Lei 8.429/1992. Por outro lado, no âmbito do Superior Tribunal de Justiça, costuma-se aceitar a aplicação conjunta da responsabilização prevista na Lei 8.429/1992 e da Lei 1.079/1950, ressalvando-se o Presidente da República, que somente responderia por crime de responsabilidade, ou seja, um agente político poderia responder simultaneamente por crime de responsabilidade e por improbidade administrativa, salvo o Presidente da República. Agora, com o posicionamento do Plenário do STF, a controvérsia está encerrada. Assim, a partir de agora, podemos afirmar com bastante tranquilidade que os agentes políticos respondem por improbidade administrativa, ainda que sujeitos ao cometimento de crime de responsabilidade, com exceção do Presidente da República.

    Sobre o foro por prerrogativa, a tendência já era bastante clara de consolidação do posicionamento já exarado na ADI 2792, na qual foi declarada a inconstitucionalidade da Lei 10.628/2002 – que equiparava a ação por improbidade administrativa, de natureza cível, à ação penal e estendia aos casos daquela espécie de ação o foro por prerrogativa de função. Assim, o STF firmou o posicionamento de que “não reveste a ação de improbidade administrativa de natureza penal”, de tal forma que a prerrogativa de foro não se aplica às ações de improbidade.

     

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/improbidade-administrativa-agentes-politicos-e-foro/

  • Todos os agentes políticos, com exceção do presidente da República, estão sujeitos ao duplo regime sancionatório (atos de improbidade administrativa + crimes de responsabilidade), de acordo com o atual entendimento do STF.

  • Acredito que esta questão breve será considerada como "dasatualizada":

    [Improbidade administrativa – agentes políticos e foro por prerrogativa de função] Olá pessoal! Aqui é o professor Herbert Almeida. Finalmente, acabaram as novelas sobre a aplicação da Lei de Improbidade Administrativa aos agentes políticos e também sobre a existência, ou não, de prerrogativa de foro em relação às ações de improbidade.

    O STF julgou, nesta quinta-feira, dia 10 de maio de 2018, o agravo de regimento na Pet 3240, firmando os seguintes posicionamentos:

    os agentes políticos, com exceção do presidente da República, encontram-se sujeitos a um duplo regime sancionatório, e se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade;

    compete à Justiça de primeiro grau o julgamento das ações de improbidade, logo não há foro por prerrogativa de função em relação a este tipo de ação.

    Prof. Herbert Almeida (Estratégia)

    https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/improbidade-administrativa-agentes-politicos-e-foro/

  • ESQUECI DO VAMPIRÃO!!

  • Olá L Sousa,

    não acho que a questão esteja desatualizada apenas os comentários que estão, uma vez que nem todos os agente políticos estão sujeitos a Improbidade Administrativa, pelo que entendi.

    Conforme julgado do STF (copiado do seu comentário)

    os agentes políticos, com exceção do presidente da República, encontram-se sujeitos a um duplo regime sancionatório, e se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade;

    Muito obrigada por colocar aqui 

     

     

  • Em maio de 2018, no julgamento da Pet 3240 Agr/DF, o STF acolheu, por maioria dos votos, a tese de que excepciona a aplicação da Lei de Improbidade apenas aos atos de improbidade praticados pelo Presidente da República, além de não existir foro por prerrogativa de função em ação de improbidade administrativa proposta contra agente político. No mesmo sentido consolidou-se a jurisprudência do STJ.

  • Presidente NÃO

  • GAB: E

    Resuminho de Improbidade Administrativa:

     

    1 - o agente não comete crime de improbidade e sim ato de improbidade;

     

    2 - a responsabilidade de quem comete o ato de improbidade administrativa é subjetiva  e não objetiva;

     

    3 - não existe TAC ( transação, acordo, conciliação) nos atos de improbidade administrativa;

     

    4 - não existe foro privilegiado para quem comete o ato de improbidade administrativa;

     

    5 - nos atos de improbidade administrativa tanto o agente público quanto o particular que agem em concurso são considerados sujeitos ativos; (Caso da questão)

     

    6 - improbidade administrativa própria : o agente público age sozinho;

     

    7 - improbidade administrativa imprópria : o agente público age em conjunto com o particular;

     

    8 - Os atos de improbidade administrativa são exemplificativos  e não taxativos;

     

    9 - Causas dos atos de improbidade administrativa:

      - Enriquecimento ilícito: esse ato tem que ter DOLO do agente;

      - Prejuízo ao erário: esse ato pode ter DOLO ou CULPA do agente;

      - Desrespeito aos princípios da Adm. Pública (LIMPE): esse ato tem que ter DOLO do agente;

     

    10 - Punições para quem comete o ato de improbidade: (PARIS)

      - Perda do cargo público;

      - Ação penal cabível;

      - Ressarcimento ao Erário:

        - Nesse caso, passará ao descendente até o limite da herança.

        - Imprescritível. 

      - Indisponibilidade dos bens:

       - É uma "medida cautelar", não é uma sanção.

      - Suspensão do direito político;

       - Se o agente se enriqueceu ilicitamente, a suspensão do direito político será de 8 a 10 anos;

        - Se o agente causou prejuízo ao erário, a suspensão do direito político será de 5 a 8 anos;

        - Se o agente desrespeitou os princípios da ADM., a suspensão do direito político será de 3 a 5 anos;

     

    11 - Nos atos de improbidade a ação é CIVIL e não PENAL ou ADM.

     

    12 - particular sozinho não comete ato de improbidade adm., mas em concurso com agente público sim.

     

    13 - Não são todos os agente públicos que estão sujeitos a essa lei, por exemplo: o Presidente da República não está, mas o vereador, o governador e os membros do Ministério Público estão.

  •  em 

    10/05/2018

    [Improbidade administrativa – agentes políticos e foro por prerrogativa de função] Olá pessoal! Aqui é o professor Herbert Almeida. Finalmente, acabaram as novelas sobre a aplicação da Lei de Improbidade Administrativa aos agentes políticos e também sobre a existência, ou não, de prerrogativa de foro em relação às ações de improbidade.

    O STF julgou, nesta quinta-feira, dia 10 de maio de 2018, o agravo de regimento na Pet 3240, firmando os seguintes posicionamentos:

    O acórdão será redigido pelo Ministro Roberto Barroso. Logo, por enquanto, ainda não temos acesso ao conteúdo do voto e também do acórdão (que ainda será elaborado). Tão logo estes documentos sejam disponibilizados, voltaremos aqui para fazer a análise completa desta decisão.

    Esse posicionamento é muito relevante, uma vez que, até então, existia muita divergência sobre a aplicação, ou não, da

  • Dessa vez o Renato pisou na bola...A melhor e mais correta resposta é a do Lucas Sodré!

  • "Considerando a interpretação conferida pelo Supremo Tribunal Federal ao conceito de agentes públicos, todos os agentes políticos estão sujeitos às disposições da Lei de Improbidade Administrativa."

    Apenas alguns agentes políticos respondem:

    SVD + PMP

    Senador; Vereador; Deputados; Prefeito; Ministério Público (juiz, promotor etc)

  • PRESIDENTE DA REPÚBLICA = CRIME DE RESPONSABILIDADE

  • Com exceção o Presidente da República

  • As sanções por ato de improbidade aplicam-se a todos os agentes políticos?

      • Não. Na verdade alcançam a maioria, mas não todos os agentes políticos.

      • Não atingem o Presidente da República (entendimento do STF em 22/08/2018)

      • Não atingem o Presidente da República nem os Ministros do STF (entendimento do STJ em 17/04/2015)

    Os agentes políticos, com exceção do Presidente da República, encontram-se sujeitos a um duplo regime sancionatório, de modo que se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa, quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade. Não há qualquer impedimento à concorrência de esferas de responsabilização distintas, de modo que carece de fundamento constitucional a tentativa de imunizar os agentes políticos das sanções da ação de improbidade administrativa, a pretexto de que estas seriam absorvidas pelo crime de responsabilidade. A única exceção ao duplo regime sancionatório em matéria de improbidade se refere aos atos praticados pelo Presidente da República, conforme previsão do art. 85, V, da Constituição. (STF Pet 3240 AgR, Relator(a): Min. TEORI ZAVASCKI, Relator(a) p/ Acórdão: Min. ROBERTO BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 10/05/2018, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-171 DIVULG 21-08-2018 PUBLIC 22-08-2018)

    art. 85, V, da CF

    Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

    V - a probidade na administração;

    Os Agentes Políticos sujeitos a crime de responsabilidade, ressalvados os atos ímprobos cometidos pelo Presidente da República (art. 86 da CF) e pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal, não são imunes às sanções por ato de improbidade previstas no art. 37, § 4º, da CF. (STJ. Jurisprudência em Teses EDIÇÃO N. 40: IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – II. REsp 1191613/MG, Rel. Ministro BENEDITO GONÇALVES, PRIMEIRA TURMA, julgado em 19/03/2015, DJe 17/04/2015)

  • O STF pacificou o assunto ao concluir que os agentes polticos, com exceção do Presidente da Repœblica, encontram-se sujeitos a duplo regime sancionatrio, de modo que se submetem tanto responsabilizaªo civil pelos atos de improbidade administrativa quanto responsabilizaªo poltico-administrativa por crimes de responsabilidade.

  • salvo, presidente da república

  • GABARITO: ERRADO

    O STF julgou o agravo de regimento na Pet 3240, firmando os seguintes posicionamentos:

    1.os agentes políticos, com exceção do presidente da República, encontram-se sujeitos a um duplo regime sancionatório, e se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade;

    2.compete à Justiça de primeiro grau o julgamento das ações de improbidade, logo não há foro por prerrogativa de função em relação a este tipo de ação.

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/improbidade-administrativa-agentes-politicos-e-foro/

  • Questão desatualizada

    Em 2018, o STF julgou a dupla responsabilidade também dos políticos, com exceção do PR.

    Pet 3240 AgR/DF, 10/5/2018.

  • Gabarito: ERRADO Não são todos os agentes políticos, STF já pacificou entendimento de que Presidente da República não responde por ato de improbidade adm e sim por crime de responsabilidade. Os outros agentes políticos são passíveis de responder por ato de improbidade e por crime de de responsabilidade
  • ERRADO

    Presidente da República NÃO --> (crime de responsabilidade)

  • Os comentários mais curtidos estão desatualizados.

    " O STF julgou, nesta quinta-feira, dia 10 de maio de 2018, o agravo de regimento na Pet 3240, firmando os seguintes posicionamentos:

    1 - os agentes políticos, com exceção do presidente da República, encontram-se sujeitos a um duplo regime sancionatório, e se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade;

    2- compete à Justiça de primeiro grau o julgamento das ações de improbidade, logo não há foro por prerrogativa de função em relação a este tipo de ação.

    Herbert Almeida - Estratégia Concursos.

    https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/improbidade-administrativa-agentes-politicos-e-foro/

  • ATUALMENTE: QUASE TODOS. Exceto o PRESIDENTE DA REPÚBLICA.

  • Simples e objetivo:

    O STF pacificou o assunto ao concluir que os agentes políticos, com exceção do Presidente da República, encontram-se sujeitos a duplo regime sancionatório, de modo que se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade

    Bons estudos.

  • Existe uma exceção: O Presidente da República.

  • 1 - os agentes políticos, com exceção do presidente da Repúblicaencontram-se sujeitos a um duplo regime sancionatório, e se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade;

    2- compete à Justiça de primeiro grau o julgamento das ações de improbidade, logo não há foro por prerrogativa de função em relação a este tipo de ação.

    Herbert Almeida - Estratégia Concursos.

    https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/improbidade-administrativa-agentes-politicos-e-foro/

  • Presidente Não, porque seria estranho

  • Especificamente quanto aos agentes políticos, é importante destacar a existência de debates doutrinários e jurisprudenciais quanto ao real alcance e à aplicação das regras da LIA a eles. De toda forma, considerando os posicionamentos mais recentes do STF e do STJ, podemos concluir que os agentes políticos, com exceção do presidente da República, encontram-se sim sujeitos à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa. Eles, portanto, estão sujeitos a duplo regime sancionatório, aplicando-se a LIA em relação aos atos de improbidade e leis específicas relativamente aos crimes de responsabilidade, a exemplo daqueles previstos na Lei 1.079/1950 e no Decreto-Lei 201/1967.

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  • Não li agentes políticos. Ato de improbidade praticado por Presidente da República é crime de responsabildade.

  • gabarito ERRADO.

    SIGA no insta @prof.albertomelo

    O tema, ATUALMENTE. está pacificado na jurisprudência do STF E STJ.

    Os agentes políticos, com exceção do Presidente da República, encontram-se sujeitos a duplo regime sancionatório, de modo que se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade. O foro especial por prerrogativa de função previsto na Constituição Federal em relação às infrações penais comuns não é extensível às ações de improbidade administrativa. STF. Plenário. Pet 3240 AgR/DF, rel. Min. Teori Zavascki, red. p/ o ac. Min. Roberto Barroso, julgado em 10/5/2018 (Info 901).

  • O Superior Tribunal de Justiça firmou o entendimento de que os agentes políticos se submetem aos ditames da Lei de Improbidade Administrativa, sem prejuízo da responsabilização política e criminal. (...)

    STJ. 2ª Turma. AgInt no REsp 1607976/RJ, Rel. Min. Francisco Falcão, julgado em 17/10/2017.

    A única ressalva é para o PR que responde apenas por Crime de Responsabilidade!!!!!!!

  • Somente presidente não está sujeito.

  • O PR será julgado mediante legislação própria.

  • A interpretação do STF e do STJ variou bastante ao longo dos anos, mas em todos esses entendimentos sempre houve alguma autoridade política (ou autoridades políticas) isenta da aplicação da lei de improbidade administrativa. O entendimento atual é de que apenas o Presidente da República não se submeteria à lei de improbidade administrativa. Gabarito "E", portanto.

  • Todos não, exceto, Presidente da República.

    no momento famoso JAIR MESSIAS BOLSONARO.

    gab: ERRADO

  • Gabarito: Errado.

    Presidente da República não está sujeito à LIA.

  • Não se esqueça que o Presidente é imune a essa norma.

  • Os agentes políticos, com exceção do presidente da República, encontram-se sujeitos a um duplo regime  sancionatório, e se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade.

  • Considerando a interpretação conferida pelo Supremo Tribunal Federal ao conceito de agentes públicos, todos os agentes políticos estão sujeitos às disposições da Lei de Improbidade Administrativa.

    GAB: ERRADO, pois, segundo o próprio STF, o Presidente da República, um exemplo de agente político, não se sujeita à Lei de Improbidade Administrativa. Logo, não é todo agente político que se sujeita às disposições da Lei de Improbidade Administrativa.

  • Ta aí, o bom son narium como exemplo :(

  • Apesar da abrangência do conceito de agente público, já houve muita discussão em relação à aplicação das sanções por improbidade administrativa aos agentes políticos que respondem por crime de responsabilidade (Presidente da República; Ministros de Estado; Procurador-Geral da República; Ministros do STF; Governadores; Secretários de Estado).

    Atualmente, o STF pacificou o assunto ao concluir que os agentes políticos, com exceção do Presidente da República, encontram-se sujeitos a duplo regime sancionatório. Dessa forma, podemos concluir atualmente que a Lei de Improbidade aplica-se aos agentes políticos, independentemente da responsabilidade política por crime de responsabilidade. A única exceção trata do Presidente da República, uma vez que tal autoridade possui rito específico para fins de responsabilização, consoante determina a Constituição Federal.

    Fonte: PDF Estratégia - Herbert Almeida

  • Quinta-feira, 10 de maio de 2018

    STF mantém competência da primeira instância para julgar ação de improbidade administrativa contra agente político.

    Na sessão desta quinta-feira (10), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria de votos, que a Corte não tem competência para processar e julgar ação de improbidade administrativa contra agente político. O foro por prerrogativa de função previsto na Constituição Federal em relação às infrações penais comuns, segundo os ministros, não é extensível às ações de improbidade administrativa, que têm natureza civil.

    A ÚNICA EXCEÇÃO É O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. POR TODOS: (Pet 3.923/SP) e  (AC 3585 AgR/RS).

  • Passou despercebido o termo "político". Juro que li agente público =/

    Segue o jogo...

  • Todo agente Público= SIM

    Todo agente Político= Não,exceto o Presidente da República.

  • Exceto, o Bolso!

  • TODOS, com exceção do Presidente da República.

  • Exclui-se o Presidente da República, que responde por crime de responsabilidade

  • ASSERTIVA INCORRETA!

    Complementando;

    De acordo com o STF, os agentes políticos cujos atos puderem configurar crimes de responsabilidade não se submetem ao regime da Lei de improbidade Administrativa.

    O STF procurou aqui evitar o bis in idem ou a dupla imputação. Prevalecendo a Lei de Crimes de Responsabilidade, n°.1.079/1950, sobre a Lei de Improbidade Administrativa.

  • O STF entende que o único agente politico que

    está de fora (nunca responde por improbidade) é o presidente da república em razão do art. 85, V, CF (a

    improbidade para ele é crime de responsabilidade). 

  • ATENÇÃO!

    Alteração da Lei nº 8.429/1992 (LIA) pela Lei nº 14.230/2021:

    Art. 2º: Para os efeitos desta Lei, consideram-se AGENTE PÚBLICO o agente político, o servidor público e todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades referidas no art. 1º desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 14.230, de 2021)

    Parágrafo único. No que se refere a recursos de origem pública, sujeita-se às sanções previstas nesta Lei o particular, pessoa física ou jurídica, que celebra com a administração pública convênio, contrato de repasse, contrato de gestão, termo de parceria, termo de cooperação ou ajuste administrativo equivalente. (Incluído pela Lei nº 14.230, de 2021)

     

    POSIÇÃO DO STF:

    [...] 1. Os agentes políticos, COM EXCEÇÃO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, encontram-se sujeitos a um duplo regime sancionatório, de modo que se submetem tanto à responsabilização civil pelos atos de improbidade administrativa, quanto à responsabilização político-administrativa por crimes de responsabilidade. Não há qualquer impedimento à concorrência de esferas de responsabilização distintas, de modo que carece de fundamento constitucional a tentativa de imunizar os agentes políticos das sanções da ação de improbidade administrativa, a pretexto de que estas seriam absorvidas pelo crime de responsabilidade. A única exceção ao duplo regime sancionatório em matéria de improbidade se refere aos atos praticados pelo Presidente da República, conforme previsão do art. 85, V, da Constituição. [...] (Pet 3240 AgR, Relator(a): TEORI ZAVASCKI, Relator(a) p/ Acórdão: ROBERTO BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 10/05/2018, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-171 DIVULG 21-08-2018 PUBLIC 22-08-2018)


ID
1775869
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Acerca das responsabilidades e penalidades do servidor público, julgue o item que se segue.

O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será demitido do cargo nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

Alternativas
Comentários
  • Errado, mas o Cespe considerou como Certo, porém o gabarito é o preliminar.


    A punição para esse caso é destituição do cargo em comissão.


    L8112,

    Art. 127. São penalidades disciplinares:

    V - destituição de cargo em comissão;


    L8112,

    Art. 135. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.


  • Tecnicamente, demissão é diferente de destituição de cargo em comissão.

  • Olá pessoal (GABARITO CORRETO?)

    Com fulcro na Lei 8112, o servidor ocupante de cargo em comissão NÃO EFETIVO  será DESTITUÍDO do CARGO e NÃO DEMITIDO. Registre-se que a destituição é uma PENALIDADE.


    Lei 8112 

     

    Art. 127. São penalidades disciplinares:

     I - advertência;

     II - suspensão;

     III - demissão;

     IV - cassação de aposentadoria ou disponibilidade;

     V - destituição de cargo em comissão;

     VI - destituição de função comissionada


    Vamos aguardar o gabarito definitivo dia 20/01

  • Errado, mas o Cespe considerou como Certo, porém o gabarito é o preliminar.


    A punição para esse caso é destituição do cargo em comissão.


    L8112

    Art. 127. São penalidades disciplinares:


    V - destituição de cargo em comissão;


    L8112,

    Art. 135. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.




  • Silvia Vasques primeiramente obrigada por sua explicação acima. E se possível me ajudar com o entendimento  dessa questão. Não consegui compreender essa distinção entre demissão e destituição penalidade. Se puder me ajudar, agradeço

  • não seria destituição?


  • Provável alteraçao do gabarito para ERRADO.

    Encontrei a resposta no livro "Manual de Direito Administrativo" do professor Matheus Carvalho, p. 861.

    "A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita as penalidade de suspensão e de demissão. Desta forma, caso o servidor comissionado cometa algumas das infrações anteriores, o que para um servidor efetivo ensejaria a penalidade de suspensão ou de demissão, aqui deve aplicada a a pena de destituição".

  • demissão servidor efetivo

    destituição servidor SEM vínculo com cargo comissionado! 

    essa questão esta ERRADA

  • Questão inteligentissima. Pouutz!

  • Isso é a maior sacanagem do Cespe... é a segunda questão que vejo com essa mesma babaquice que ainda encontra-se errada!!! Muita sacanagem!!! Seria DESTITUIÇÃO pq DEMISSÃO é somente para penalidades em cargo efetivo!!!

  • Questao ERRADA, seria DESTITUIDO e nao demitido. Gabarito errado.

  • Gabarito duvidoso, outras questões ajudam a responder corretamente, vejam:

     

     

    Prova: CESPE - 2011 - STM - Analista Judiciário - Administração - Específicos Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Lei nº 8.112-1990 - Regime jurídico dos servidores públicos federais; Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; 

    O ocupante de cargo em comissão que não tenha vínculo efetivo com a administração, caso incorra em fatos puníveis com suspensão ou demissão, sujeita-se à destituição do referido cargo.

    GABARITO: CERTA.

     

     

     Prova: CESPE - 2012 - TRE-RJ - Analista Judiciário - Área Administrativa Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; Responsabilidades do servidor ; 

    A destituição de cargo em comissão, especificamente contemplada na Lei n.º 8.112/1990, ocorre nos casos em que o servidor comete falta grave, mas não detém cargo efetivo. 

    GABARITO: CERTA.

     

     

    Prova: CESPE - 2014 - PGE-PI - Procurador do Estado Substituto Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Lei nº 8.112-1990 - Regime jurídico dos servidores públicos federais; Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; Responsabilidades do servidor ; 

    Um servidor, vinculado à administração pública unicamente por cargo em comissão, cometeu infração administrativa e, após regular processo administrativo disciplinar, a autoridade julgadora, concordando com o relatório final da comissão processante, entendeu que a falta se enquadrava nas hipóteses de suspensão.

    Nesse caso, nos termos da Lei n.º 8.112/1990, a penalidade a ser aplicada ao servidor será 

    b) a destituição do cargo em comissão.

    GABARITO: LETRA "B".

     

     

    Fica aqui o meu apelo para a equipe do site  “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”.

     

     

     

     

     

     

  • Gabarito duvidoso, outras questões ajudam a responder de maneira correta:

    Prova: CESPE - 2011 - STM - Analista Judiciário - Administração - Específicos Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Lei nº 8.112-1990 - Regime jurídico dos servidores públicos federais; Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; 

    O ocupante de cargo em comissão que não tenha vínculo efetivo com a administração, caso incorra em fatos puníveis com suspensão ou demissão, sujeita-se à destituição do referido cargo.

    GABARITO: CERTA.

     Prova: CESPE - 2012 - TRE-RJ - Analista Judiciário - Área Administrativa Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; Responsabilidades do servidor ; 

    A destituição de cargo em comissão, especificamente contemplada na Lei n.º 8.112/1990, ocorre nos casos em que o servidor comete falta grave, mas não detém cargo efetivo. 

    GABARITO: CERTA.

    Prova: CESPE - 2014 - PGE-PI - Procurador do Estado Substituto Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Lei nº 8.112-1990 - Regime jurídico dos servidores públicos federais; Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990; Responsabilidades do servidor ; 

    Um servidor, vinculado à administração pública unicamente por cargo em comissão, cometeu infração administrativa e, após regular processo administrativo disciplinar, a autoridade julgadora, concordando com o relatório final da comissão processante, entendeu que a falta se enquadrava nas hipóteses de suspensão.

    Nesse caso, nos termos da Lei n.º 8.112/1990, a penalidade a ser aplicada ao servidor será 

    b) a destituição do cargo em comissão.

    GABARITO: LETRA "B".

     

    Fica aqui o meu apelo para a equipe do site  “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”.


  • gente não acredito não seria DESTITUIDO.

  • Bom diaaaa!!


    Alias, depois de uma questão dessa não sei nem se meu dia será tão bom rs.


    Aprendi a vida inteira que para Cargo efetivo haveria demissão como forma de punição. Já para Cargo em Comissão ou função de confiança, a forma de punição seria a DESTITUIÇÃO!!!!!!!!!!


    E AGORA JOSÉ?????

  • Examinador, vc está reprovado.
  • Palhaçada. 

  • Se for mantido o gabarito preliminar vai derrubar muita gente!

  • Pra o pessoal que tá se questionando sobre o destituído e o demitido...

    de·mi·ti·do 

    adjetivo e substantivo masculino

    Destituído de emprego ou cargo.


    "Demitido", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/Demitido [consultado em 19-01-2016].

    FFF e fiquem todos com Deus!

  • Errado (houve mudança de gabarito)


    Questão 40


    Caderno de prova: http://www.cespe.unb.br/concursos/TJDFT_15_SERVIDOR/arquivos/216TJDFTSER_CB1_01.pdf


    Gabarito definitivo: http://www.cespe.unb.br/concursos/TJDFT_15_SERVIDOR/arquivos/Gab_Definitivo_216TJDFTSER_CB1_01.pdf

  • O gabarito foi mesmo alterado para E? Se sim, ufa!

  • Gabarito definitivo: ERRADA!

    http://www.cespe.unb.br/concursos/TJDFT_15_SERVIDOR/arquivos/Gab_Definitivo_216TJDFTSER_CB2_01.pdf

  •  Art. 135. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.
     gab..e

  • GABARITO DEFINITIVO: E

    CESPE sempre alterando questões!

  • QUESTÃO ERRADA.


    CARGO EFETIVO

    Entrada: NOMEAÇÃO.

    Saída sem punição: EXONERAÇÃO.

    Saída punitiva: DEMISSÃO.


    CARGO COMISSIONADO ou CARGO DE CONFIANÇA

    Entrada: NOMEAÇÃO.

    Saída sem punição: EXONERAÇÃO.

    Saída punitiva: DESTITUIÇÃO.


    FUNÇÃO DE CONFIANÇA

    Entrada: DESIGNAÇÃO.

    Saída sem punição: DISPENSA.

    Saída punitiva: DESTITUIÇÃO.




    Seguem algumas questões:

    Q360913 Ano: 2014 Banca: CESPE Órgão: MDIC Prova: Agente Administrativo
    Considere que um servidor vinculado à administração unicamente por cargo em comissão cometa uma infração para a qual a Lei n.º 8.112/1990 preveja a sanção de suspensão. Nesse caso, se comprovadas a autoria e a materialidade da irregularidade, o servidor sofrerá a penalidade de destituição do cargo em comissão.

    CORRETA.



    Q352044 Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: STF Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária
    Considere que, alegando direito à privacidade, determinado servidor, ao tomar posse em cargo público, tenha negado entregar a devida declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado. Nessa situação, persistindo a recusa, o servidor poderá ser demitido a bem do serviço público.

    CORRETA.



    Q385439 Ano: 2014 Banca: CESPE Órgão: Câmara dos Deputados Prova: Técnico Legislativo

    Os cargos de confiança vagos só poderão ser preenchidos, ainda que de forma interina, mediante o instituto jurídico da nomeação.

    CORRETA.



    Q355777 Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: STF Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa
    De acordo com a Lei n.º 8.112/1990, a aplicação das penalidades disciplinares advertência, suspensão, demissão, cassação de aposentadoria e disponibilidade deve ser precedida da garantia, ao servidor público, do direito ao exercício do contraditório e da ampla defesa, não se aplicando tal garantia aos casos de penalidades de destituição de cargo em comissão e destituição de função comissionada, por serem de livre nomeação e exoneração.

    ERRADA.








  • Q84168

    O ocupante de cargo em comissão que não tenha vínculo efetivo com a administração, caso incorra em fatos puníveis com suspensão ou demissão, sujeita-se à destituição do referido cargo.

    CERTO


    Q259237

    A destituição de cargo em comissão, especificamente contemplada na Lei n.º 8.112/1990, ocorre nos casos em que o servidor comete falta grave, mas não detém cargo efetivo.

    CERTO


  • destituído -demissão

    exonerado não punição

  • Errado.


    Ele não será demitido, mas sim destituído do seu c.c.
  • Será destituido do cargo em comissão.

  • Errado, será destituído do seu cargo em comissão!

  • errado.

    infrações sujeitas:

    suspensão e demissão ele será destituído!!

  • Lembre-se do ASUCA D3 - Penalidades

    *Advertência;

    *SUspenção;

    *CAssação de aposentadoria ou disponibilidade;

    *Demissão

    *Destituição de cargo em Comissão

    *Destituição de função Comissionada.

     

    Art. 127 da Lei 8.112/90

  • ERRADO.

    Os servidores não efetivos que ocupam cardo em comissão serão DESTITUÍDOS.

  • Oi, gente! Realmente essa questão pegou muitos de surpresa, inclusive eu.

     

    Fiquei em dúvida por causa dessa questão anterior aplicada pela Cespe:

    Q380936    Ano: 2014  Banca: CESPE Órgão: ICMBIO  Prova: Técnico Administrativo

    No que concerne ao regime jurídico dos servidores públicos civis federais, julgue os seguintes itens. De acordo com a Lei n.º 8.112/1990, a demissão não é aplicável aos ocupantes de cargos em comissão.  Gabarito = ERRADO

     

    Contudo, no Art. 135 da 8112/90 - A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e demissão.

     

    Portanto, dependendo enunciado da questão o servidor de cargo em comissão não efetivo pode ser destituído e demitido

    Com isso, devemos nos atentar para o enunciado da questão!!!

  • AHHH OS TERMOS TÉCNICOS...

  • Errada.

    Destituido do cargo.

  • "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • Fica essa questão como base de um outra do cespe que ele diz: O servidor ocupante de cargo comissioado PODERÁ ser demitido. (gab. correto)
    Bom, aqui a questão deixa uma lacuna, uma vez que diz apenas que ele é um servidor que ocupa cargo comissionado, logo, poderá ter ou não vínculo efetivo.

     

    A questão em tela deixa claro que ele, o servidor, NÃO TEM vínculo efetivo,e - portanto- a banca considera como correto o entendimento que ele será destituído de sua função.
    Tomem cuidado com o cespe, não leiam a questão distraídos e SEMPRE desconfiem. O ato de anular uma correta em função de uma questão errada, faz com que o examinador elabore questões para atrair o candidato,propositalmente, ao erro.




    Bons estudos.

  • Art. 135.  A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

    Por isso...
    ERRADO.

  • ERRADO

     

     

    > Cargo em comissão: Livre nomeação e exoneração, logo, pode se ocupado por cargo de provimento efetivo ou por pessoas físicas sem vínculo efetivo com a administração pública.

     

     

    > Cargos de provimento efetivo: Somente por meio de concurso público, ao qual pode ocorre as penalidades de demissão e suspensão. Desta forma a questão trata de cargo não estáve, tornando esta INCORRETA.

     

     

     

    ''Os bons dias lhe dão felicidade. Os maus dias lhe dão experiência. Ambos são essenciais para vida. A felicidade te faz doce, os problemas te mantém forte, a dor te mantém humano, as quedas te mantém humilde, o êxito te mantém brilhante. Mas só Deus te mantém de pé.

     

     

     

    Bons Estudos Concurseiros!!!

  • http://www.cespe.unb.br/concursos/TJDFT_15_SERVIDOR/arquivos/TJDFT_SERVIDOR_JUSTIFICATIVAS_DE_ALTERA____O_DE_GABARITO.PDF

    40 C E Deferido c/ alteração A penalidade aplicada ao não ocupante de cargo efetivo é a destituição do cargo, e não a demissão

     

  • No que concerne ao regime jurídico dos servidores públicos civis federais, julgue os seguintes itens.

    De acordo com a Lei n.º 8.112/1990, a demissão não é aplicável aos ocupantes de cargos em comissão.   

    gabarito: errado

     

    não consigo entender, afinal, pode ou não pode aplicar demissão pra ocupante de cargo em comissão?

  • se o comissionado sera "demitido" por penalidades de advertencia e suspensao, o que diras o de demissao kkkkkk

    talves o erro seja no termo  demissao, que na verdade é destituiçao

  • Colega Thalia Bastos

    Quando o servidor comissionado for ocupante de cargo efetivo, sim ele pode sofrer a penalidade DEMISSÃO. Agora, caso seja exclusivamente ocupante de cargo em comissão ele sofrerá a penalidade DESTITUIÇÃO.

    Espero ter ajudado!

  • O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será demitido do cargo nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.(ERRADO)

    Conforme o CESPE: A penalidade aplicada ao não ocupante de cargo efetivo é a destituição do cargo, e não a demissão. - GRIFO MEU

    GABARITO: ERRADO.

    Força Guerreiros!

  • DESTITUÍDO

  • Servidor não efetivo é demitido ? Quem caír numa questão desta, com certeza é a pessoa "BOCA ABERTA" que não estudou !! Erradíssimo.

     

  • Parabéns Vitor Lima, para mostrar o quão babaca algumas pessoas podem ser. Um dos primeiros atributos de alguém que está "largando tudo" pra abraçar a empreitada dos concursos deve ser a humildade. Não seja um babaca prepotente que desrespeita e desestimula colegas; errar é humano e ninguèm nasce sabendo, caso contrário ninguem precisaria desse site. Seu comentário é o típico comentário inútil que lotam essa pagina, e ainda por cima desanimam os colegas que já se sentiram mal de cair na pegadinha. Se você é tão bonzão assim, pq não pede pro QC pra dar aula para nós, ilumine-nos com seu conhecimento superior!

  • HUMILDADE E MTO ESTUDO SÃO PRESSUPOSTOS VÁLIDOS PARA O SUCESSO.

  • no dia da prova lembrem-se > Ler com calma, e grifando as palavras que achar importante.

    Servidor NÃO efetivo que ocupa cargo em comissão > pode ser exonerado do cargo, não é demitido pois não possui cargo efetivo;

    Agora, se fosse uma função de confiança (exclusivos de servidores efetivos), e cargo em comissão, QUANDO ocupado por servidor efetivo > nesse caso caberia a penalidade de demissão dependendo do caso concreto, lembrando sempre que será assegurado o contraditório e a ampla defesa.

  • Cargo em comissão:

    Livre nomeação
    Livre EXONERAÇÃO

    Boa prova domingo aos que farão a prova do INSS.

  • Cuidado! se o servidor que ocupa exclusivamente cargo em comissão praticar infração punível com demissão e suspensão não será exonerado, exoneração não é penalidade, será destituído, e isso já estava escrito em comentários anteriores.. 

    Bons estudos!

  • Cargo comissionado não é demitido, é destitutido.

  • Art. 135. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.
    Parágrafo único. Constatada a hipótese de que trata este artigo, a exoneração efetuada nos termos do art. 35 será convertida em destituição de cargo em comissão.

  • Ocorrerá a destituição e não a demissão.

  • ERRADO!

     

    LEI 8112/90

     

    Art. 135.  A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.  ---> O servidor não efetivo é DESTITUÍDO, e não DEMITIDO!

     

     

    #valeapena

  • Q380936

    Aplicada em: 2014                Banca: CESPE               Órgão: ICMBIO

     

    Prova: Técnico Administrativo

     

    No que concerne ao regime jurídico dos servidores públicos civis federais, julgue os seguintes itens. 

    De acordo com a Lei n.º 8.112/1990, a demissão não é aplicável aos ocupantes de cargos em comissão.

     

    Gabarito: Errado

  • Será Destituído da função comissionada e não demitido o cargo.

     

  • Q380936

    Ano: 2014

    Banca: CESPE

    No que concerne ao regime jurídico dos servidores públicos civis federais, julgue os seguintes itens. 

    De acordo com a Lei n.º 8.112/1990, a demissão não é aplicável aos ocupantes de cargos em comissão.

    ERRADO

    Se liguem nesta questão,  a demissão pode ser aplicada, caso o servidor ocupe um cargo em comissão mas ele seja efetivo em outro cargo, neste caso admite-se demissão

    Então. 

    O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será demitido do cargo nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

    Sendo assim [ERRADO]

  • Pra memorizar:

    CARGO EFETIVO: nomeado - exonerado - demitido

    CARGO EM COMISSÃO: nomeado - exonerado - destituido

    FUNÇÃO DE CONFIANÇA: designado - dispensado - destituido

  • Não adianta guardar fórmulas. Eu mesmo já respondi questão em que o cespe considerou demissão como certa. O melhor é deixar em branco, fazer o que se sua banca é bipolar.

  • ERRADO

     

     

     

    DEMISSÃO= quebra de vínculo funcional entre a administração e o titular de cargo público efetivo, de caráter punitivo

     

    DESTITUIÇÃO= quebra de vínculo funcional entre a administração e o titular de cargo público comissionado ou  função de confiança, de caráter punitivo

     

    EXONERAÇÃO= quebra de vínculo funcional entre a administração e o titular de qualquer cargo público, efetivo ou não, sem caráter punitivo

     

    DISPENSA= quebra de vínculo funcional entre a administração e titular de função de confiança, sem caráter punitivo

     

     

    L8112 Art. 135. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão

  • O servidor ocupante de cargo em comissão não efetivo será destituído do cargo e não demitido.

  • ERRADO

    Art. 135.  A destituição¹ de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

    ¹DESTITUIÇÃO decorre da quebra de vínculo funcional entre a administração e o titular de cargo público comissionado ou  função de confiança, de caráter punitivo.

    DEMISSÃO decorre da quebra de vínculo funcional entre a administração e o titular de cargo público efetivo, de caráter punitivo.

  • Já errei 3x essa questão por passar batido o termo demitido.

    Mas um dia eu acerto essa questão.

  • O nome certo para isso é destituição. Quando ocorre a quebra do vinculo funciona do titular do cargo público. Tem caráter punitivo.

  • A punição para esse caso é destituição do cargo em comissão. L8112 Art. 127. São penalidades disciplinares: V - destituição de cargo em comissão; 

    Art. 135. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

     

    ERRADO

  • ERRADO

     

    RESUMINDO: 
    Só CC sem ser servidor efetivo ---- Destituição do cargo 
    CC sendo servidor efetivo ou CC simultaneamente com CARGO EFETIVO--- Pode sim sofrer a pena de Demissão

  • Delícia de questão

  • ERRADO.

      O servidor ocupante de cargo em comissão NÃO EFETIVO  será DESTITUÍDO do CARGO e NÃO DEMITIDO.

     

    L8112,

    Art. 135. A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

     

    ->  Qual a única penalidade que o ocupante de cargo em comissão pode sofrer e continuar a exercer o cargo? ISSO MESMO, ADVERTÊNCIA.

  • O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão ????? somente servidores efetivos podem ocupar cargo em comissao.

  • Sofre destituição.

  • EFETIVO - DEMISSÃO

    EM COMISSÃO - DESTITUIÇÃO

  • Efetivo = demitido Em comissao: destituído Pra não esquecer nunca mais: Efetivo = demitido Em comissão : destituído
  • Resolvi outra questão inserida da cespe nível médio e o gab foi certo
  • Pra memorizar:

    CARGO EFETIVO: nomeado - exonerado - demitido

    CARGO EM COMISSÃO: nomeado - exonerado - destituido

    FUNÇÃO DE CONFIANÇA: designado - dispensado - destituido

  •                                                                    ENTRADA                   SAÍDA (s/pena)              SAÍDA (c/ pena)

    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    CARGO EFETIVO                                         Nomeado                         Exonerado                        Demitido

    -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    CARGO EM COMISSÃO                               Nomeado                        Exonerado                        Destituído

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    FUNÇÃO DE CONFIANÇA                           Designado                        Dispensado                      Destituído

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    Adaptando, Douglas! :)

  • Excelente Douglas Prado

  • CARGO EM COMISSÃO NÃO GERA DEMISSÃO ! OU É EXONERADO OU DESTITUÍDO

  • ERRADO

    Demitido; NÃO

    DESTITUÍDO do cargo em comissão : SIM

    Não é "APENAS um Sonho" mas o seu sonho !

    (CONTINUE) ...

  • pessoa em cargo comissionado não pode ser demitido, levei isso em consideração e acertei a questão. <3

  • Q380936 - De acordo com a Lei n.º 8.112/1990, a demissão não é aplicável aos ocupantes de cargos em comissão. (Errado)

    Q591954 - O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será demitido do cargo nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão. (Errado)

    Tem algo a mais que os comentários não refletiram.

  • Servidor em comissão é DESTITUÍDO DO CARGO EM COMISSÃO e não demitido.

  • Na realidade, em se tratando de servidor público não efetivo, isto é, ocupante exclusivamente de cargo em comissão, a penalidade a ele aplicável vem a ser a destituição de cargo em comissão, o que se extrai do teor dos arts. 127, V c/c 135 da Lei 8.112/90, que abaixo transcrevo:

    "Art. 127.  São penalidades disciplinares:

    (...)

    V - destituição de cargo em comissão;

    (...)

    Art. 135.  A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão."

    Logo, equivocada a proposição ora examinada, na medida em que a pena de demissão não seria a aplicável na hipótese cogitada pela Banca.


    Gabarito do professor: ERRADO

  • ERRADO

    CARGO COMISSIONADO ou CARGO DE CONFIANÇA

    Entrada: Nomeação.

    Saída sem punição: Exoneração.

    Saída punitiva: Destituição.

  • O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será DESTITUÍDO do cargo nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

     

    SERVIDOR NÃO EFETIVO QUE COMETEU PENALIDADE - DESTITUÍDO

     

    SERVIDOR NÃO EFETIVO QUE FOI MANDADO EMBORA SEM COMETER PENALIDADE - EXONERADO

  • Servidor não efetivo detentor de cargo em comissão será destituído e não demitido como diz a questão

  • O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será DESTITUÍDO DO CARGO nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

     

  • Corrigindo o comentário da colega Iara Félix:

    Para função de confiança (servidor efetivo) os termos corretos são:

    Entrada: Designado

    Saída: Destituído

  • Minha contribuição.

    8112

    Das Penalidades

    Art. 127.  São penalidades disciplinares:

    I - advertência;

    II - suspensão;

    III - demissão;

    IV - cassação de aposentadoria ou disponibilidade;

    V - destituição de cargo em comissão;

    VI - destituição de função comissionada.

    Abraço!!!

  • O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será DESTITUÍDO DO CARGO

  • Será DESTITUÍDO do cargo em comissão.

    Veja que o servidor ocupante de cargo efetivo, caso cometa falta grave, pode ser demitido.

    De outro modo, o ocupante de cargo em comissão será destituído.

  • GAB ERRADO

    DESTITUIÇÃO DE CARGO E NÃO DEMISSÃO

  • DEMISSÃO NÃO, DESTITUIÇÃO DE CARGO PÚBLICO.

    E NO CASO DA CASSAÇÃO DE APOSENTADORIA SE NA ATIVIDADE O SERVIDOR PRATICOU ATO PUNIDO COM PENA DE DEMISSÃO.

  • Seria destituição, e não demissão como a assertiva propõe

  • Art. 135.  A destituição de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

    Parágrafo único.  Constatada a hipótese de que trata este artigo, a exoneração efetuada nos termos do art. 35 será convertida em destituição de cargo em comissão.

  • O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será demitido (errado) do cargo nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

    O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será destituído (correto) do cargo nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

    Não podemos usar a expressão DEMISSÃO para quem não ocupa mais Cargo em Comissão.

  • ASSERTIVA:

    O servidor não efetivo que ocupe cargo em comissão será demitido (destituído) do cargo nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.

  • GABARITO: ERRADO!

    Lei nº 8.112/1990 – Art. 135. A DESTITUIÇÃO de cargo em comissão exercido por não ocupante de cargo efetivo será aplicada nos casos de infração sujeita às penalidades de suspensão e de demissão.


ID
1775872
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Com referência às disposições inscritas no Código de Ética Profissional do Serviço Público, julgue o próximo item.

No exercício do direito de greve, o servidor público está desobrigado do dever de zelar pela defesa da vida e da segurança coletiva.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO ERRADO 



    Lei 1.171
    XIV - São deveres fundamentais do servidor público; 
    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;
  • Errado


    De acordo com Seção II ,Dos Principais Deveres, inciso XIV, alínea j) : é dever fundamental do servidor público zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva.



  • Errado


    De acordo com Seção II ,Dos Principais Deveres, inciso XIV, alínea j) : é dever fundamental do servidor público zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva.


  • uma pessoa que estuda no ensino fundamental acerta essa questão   

  • GABA:E

    Esse tipo de questão revela a preguiça do examinador!

  • chega a ser ofensivo ver uma afirmativa desse tipo em uma prova pra analista de um tj.
  • Isso!!!!! E quando eles fazem uma questão difícil é um mar de lágrimas, dizendo que concurseiro não é cachorro. Tomara que todas as questões da minha prova sejam feitas assim com essa facilidade, iria achar os examinadores o máximo!

  • DECRETO 1171 , 22 JUNHO 94 

    De acordo com Seção II ,Dos Principais Deveres, inciso XIV, alínea j) : é dever fundamental do servidor público zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva.

    Questão simples

  • Quem realmente estuda não perde tempo reclamando das questões..

    Meu povo, vamos estudar mais e reclamar menos! 

  • Gabarito Errado

    -

    O erro está na palavra desobrigado : "No exercício do direito de greve, o servidor público está desobrigado do dever de zelar pela defesa da vida e da segurança coletiva." 

    Se é um Dever Fundamental do servidor , então ele é obrigado

    -

    Decreto 1.171

    Seção II Dos Principais Deveres do Servidor Público

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;


  • Gabarito Errado

    -

    O erro está na palavra desobrigado : "No exercício do direito de greve, o servidor público está desobrigado do dever de zelar pela defesa da vida e da segurança coletiva." 

    Se é um Dever Fundamental , então é obrigado

    -

    Decreto 1.171

    Seção II Dos Principais Deveres do Servidor Público

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

  • 'desobrigado', a partir daí, não é preciso dizer mais nada.

  • Errada
    Ele DEVE zelar no exercício do direito de greve pelas exigências especificas da defesa da vida e da segurança.

  • Decreto 1171/94 seção II Dos Principais Deveres do Servidor Público

    XIV - São deveres FUNDAMENTAIS ( entendemos como OBRIGADOS) Do Servidor Público:

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

    OU SEJA O DESOBRIGADO NÃO CABE .

  • errei essa li obrigado kkkk

  • ERRADA.

    É um dever do servidor público.

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

  • não está desobrigado uma vez que o Decreto expressa essa Obrigação.

    XIV - São deveres FUNDAMENTAIS <-- essenciais, Obrigatórios; do servidor público:

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;


  • ERRADA.


    É um dever do servidor público.

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;


  • Errado.

    É um dever:

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

  • Questão errada!

    Outra que ajuda a fixar o conceito.

    56 – 31 - Simulado 2 - Ano: 2016 – Banca: Cespe– Orgão: INSS – Prova: Técnico do seguro social.

    Trata-se de dever do servidor público zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e do bem comum.

    Resposta: Errado

    Comentário: O erro da assertiva está em dizer que o servidor deve zelar pelas exigências especificas do bem comum, está passagem da assertiva, não tem no decreto 1171. Vejamos a passagem no decreto 1171.

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;


  • Seção II

    Dos Principais Deveres do Servidor Público

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

  • DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE 1994

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

  • Decreto 1.171/94

    ANEXO

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    [...]

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

     

    Alguns de nós era Faca na Caveira!!!

  • Que estão mais bobinha... fiquei procurando a pegadinha, mas não encontrei.

  • Alguns de nós vivem repetindo a mesma asneira!!!

  • Alguns de nós nasceu para amarrar chuteira!!!

  • Alguns de nós bebem leite na mamadeira!

  • (E)"está desobrigado" 

     HBC =  ▄︻┳一 CESPE tra tra tra
    FEITO é melhor que perfeito!

  • É o contrário. Affffff

  • Gab: E

    Outra quesão similar. 

    Ano: 2009

    Banca: ESAF

    Órgão: Receita Federal

    Prova: Técnico Administrativo

    Conforme disciplinado pelo Decreto n. 1.171, de 22 de junho de 1994, são deveres fundamentais do servidor público federal, exceto:

     a) utilizar-se, a todo tempo, das prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas.

    --> b) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva.

     c) exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento.

     d) participar dos movimentos e estudos que se relacionem com a melhoria do exercício de suas funções.

     e) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito.

     

  • Lei 1.171
    XIV - São deveres fundamentais do servidor público; 
    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

  • São deveres do servidor público:

    zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

    ERRADO.

  • São questões bem intuitivas essas do decreto de ética do servidor público federal. 

  • Basta pensar no CAOS que isso acarretaria!

  • Logo o servidor pode sair destruindo propriedade pública e chingando os superiores afinal ele está no direito de Greve!! Isso faz sentido? Claro que NÃO. Atente-se que a maioria das questões são resolvidas pelo bom senso, todavia, recomendo dar uma olhada no Decreto 1171 mesmo que não esteja no edital pois as bancas costumam pegar questões dele.

     

    GABARITO: CERTO

  • Deveres do servidor (decreto 1.171/94): Zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva.

  • essa é pro caboclo não zera a prova. 

  • ESSA É PRO FIDERAPARIGA QUE NAO ESTUDOU FALAR QUE PELOMENOS ACERTOU UMA :P

  • Meu Deus, o que me assusta é ver que 578 pessoas, até o momento, erraram a questão!

    O examinador põe uma questão dessa pra ninguem zerar a prova e tem gente que ainda erra! rsrsr...

  • Desobrigado e Ética na mesma frase, provavelmente a questão estará ERRADA

  • Errado

    Lei 1.171

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público; 

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

  • DECRETO Nº 1.171/1994

     

    XIV – São deveres fundamentais do servidor público:

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

     

    Isso significa que, durante o exercício do direito de greve, o servidor deve zelar pela defesa da vida e da segurança coletiva. O "x" dessa questão é entender que os deveres do servidor nada mais são do que obrigações com as quais o mesmo deve cumprir. Desse modo, afirmar que ele está desobrigado a zelar pela defesa da vida e da segurança coletiva é contrariar o disposto no referido Código.

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: Errado

  • A assertiva em exame contraria a regra de n.º XIV, alínea "j", do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que institui os deveres fundamentais do servidor público. Confira-se:

    "XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    (...)

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;"

    Assim sendo, incorreta esta proposição.


    Gabarito do professor: ERRADO.

  • ERRADO

    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:

    j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

  • Respondendo ao comentário de um Deus aí de baixo que acha um absurdo as pessoas errarem uma questão dessas:

    Errei a questão porque li rápido e entendi "obrigado" ao invés de "desobrigado"

    Moral da história: leiam as questões com atenção kkkkkkkk


ID
1777543
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Acerca da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir.

O TJDFT tem competência originária para processar e julgar o governador e o vice-governador do DF em crimes comuns e de responsabilidade.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito ERRADO

    O GOV é de competência do STJ quanto ao crime comum:

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    a) nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais


    bons estudos

  • Art. 8o  Compete ao Tribunal de Justiça:

    I – processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador do Distrito Federal e os Secretários dos Governos do Distrito Federal e dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;


    O Governador do DF não está elencado no inciso, portanto item errado.

  • Olá pessoal (GABARITO = ERRADO)

    ---------------------------------------------------------

    O TJDFT não é competente para processar e julgar o Governador e o Vice-Governador do Distrito Federal, mas apenas os Governadores dos Territórios, conforme regra do art. 8º, I, “a” da LOJDF.

    ---------------------------------------------------------

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-comentarios-a-prova-de-regimento-interno-pgc-e-lojdf/

    ---------------------------------------------------------

    Fé em Deus, não desista.

  • Lei 11.697/08

    Art. 8º -  Compete ao Tribunal de Justiça

    I – processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador do Distrito Federal e os Secretários dos Governos do Distrito Federal e dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

  • Nos crimes comuns e de responsabilidade, os governadores dos territórios, o vice governador e os secretários de governo do DF e territórios, ressalvada a competência da justiça eleitoral. Governador do DF competência do STJ.
  • GABARITO ERRADO.

    Crimes comuns e de responsabilidade de Governadores dos Territórios, o Vice-Governador do Distrito Federal: TJDFT

    Crimes comuns Governadores dos Estados e do DF: STJ

    E o crime de responsabilidade dos Governadores?

    Pesquisei e achei a seguinte informação: quem julga o governador de Estado por crime de responsabilidade é um Tribunal Especial, composto de cinco membros do Legislativo (eleitos pela Assembleia Legislativa) e de cinco desembargadores do Tribunal de Justiça (mediante sorteio), sob a presidência do Presidente do Tribunal de Justiça local, que terá direito de voto no caso de empate.

    Súmula vinculante 46-STF: São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento.

    Fonte: https://www.dizerodireito.com.br/2017/06/nao-ha-necessidade-de-previa.html

    *Se achar algum erro peço que me avisem*

  • ERRADO

    Ao TJDF compete ORIGINALMENTE, processar e julgar: (Art. 8º, Lei 11.697/08)

    CRIME COMUM: Deputados Distritais (Não sofrem exatamente Crime de Responsabilidade)

    CRIME COMUM + RESPONSABILIDADE: (entre outros)

    * Governadores dos Territórios

    * Vice-Governador do DF

    ---

    GOVERNADOR DO DF: (Art. 105. CF)

    CRIME COMUM: STJ

    CRIME DE RESPONSABILIDADE: TRIBUNAL ESPECIAL (Lei 1.079, de 1950)

  • Perceba que, conforme disse, o intuito do examinador é sempre verificar se, de fato, você compreende o assunto analisado.

              Recapitulando as informações, temos que, nos termos do art. 8°, inciso I, alínea “a”, da LOJDFT, compete ao Tribunal de Justiça processar e julgar originariamente, nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador do Distrito Federal e os Secretários dos Governos do Distrito Federal e dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral.

              E o Governador? Também será processado e julgado pelo TJDFT? A resposta você já sabe: não! Afinal, como vimos, o Governador será processado e julgado, nos crimes comuns, pelo Superior Tribunal de Justiça (art. 105, inciso I, alínea “a”, CF) e, nos crimes de responsabilidade, pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (art. 60, inciso XXIV, da Lei Orgânica do Distrito Federal). Dessa forma, isso justifica o fato de não ter sido mencionado o Governador do DF dentre as autoridades submetidas a julgamento pelo TJDFT.

    GABARITO: ERRADO

  • A resposta está errada em virtude da incompetência do TJDFT em julgar, originalmente, o Governador do DF nos crimes comuns e de responsabilidade, competência esta conferida ao STJ (art. 105; I; a da CF/88)

    Art. 105 CF/88 - Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    a) nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais;

    Em relação ao vice-Governador, a competência para julgamento será do TJDFT (art. 8º, I, “a” da LOJDF)

    Art. 8 Compete ao Tribunal de Justiça:

    I – processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador do Distrito Federal e os Secretários dos Governos do Distrito Federal e dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

  • ERRADA.

    Nos crimes comuns e nos crimes de responsabilidade, apenas o Vice- Governador!

  • O governador do TERRITÓRIOS, vice Governador do DF


ID
1777549
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Acerca da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir.

Cabe aos juízes de direito aplicar penalidades disciplinares a servidores que lhes sejam subordinados, desde que a pena não exceda a trinta dias de suspensão.

Alternativas
Comentários
  • Art. 45.  Aos Juízes de Direito cabe, além de processar e julgar os feitos de sua competência:

    II – aplicar aos servidores que lhes sejam subordinados penalidades disciplinares que não excedam a 30 (trinta) dias de suspensão;

  • Olá pessoal (GABARITO = CERTO)

    ---------------------------------------------------------

    Esta assertiva é a reprodução quase literal do art. 45, II da LOJDF.

    ---------------------------------------------------------

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-comentarios-a-prova-de-regimento-interno-pgc-e-lojdf/

    ---------------------------------------------------------

    Fé em Deus, não desista.

  • Acima de 30 dias fica a cargo do Corregedor

  • CERTA É A RESPOSTA!

    LOJ-11.697/08

    CAPÍTULO VI

    DOS JUÍZES DE DIREITO

    Art. 45. Aos Juízes de DIREITO cabe, além de processar e julgar os feitos de sua competência:

    I – inspecionar os serviços cartorários, informando, semestralmente, ao Corregedor o resultado das inspeções;

    II – aplicar aos servidores que lhes sejam subordinados penalidades disciplinares que não excedam a 30 (trinta) dias de suspensão;

    III - INDICAR servidores para substituição eventual de titulares;

    IV –INDICAR à nomeação o cargo e as funções comissionadas da respectiva Secretaria.

  • CERTA

    Art. 45. Aos Juízes de Direito cabe, além de processar e julgar os feitos de sua competência:

    (...)

    II – aplicar aos servidores que lhes sejam subordinados penalidades disciplinares que não excedam a 30 (trinta) dias de suspensão; (Lei nº 11.697/08).


ID
1777825
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

                                                                                                            ***. 118/MJ

Em 12 de maio de 2011

À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ

Assunto: Administração. Pedido de agendamento de manutenção em equipamentos.

1. Com o objetivo de dar cumprimento ao Plano Geral de Reparos e Modernização dos equipamentos de tecnologia deste Órgão, gentilmente, solicito a Você o agendamento de visita técnica a este Departamento.

2. Durante as últimas semanas, foram constatados diversos defeitos nos computadores e nos monitores utilizados pelos funcionários. Será necessário reparos e substituições de alguns equipamentos. Por esta razão, solicitamos que a equipe de manutenção dirija-se ao local com peças de substituição.

3. Os equipamentos a serem substituídos são três teclados e três estabilizadores, conforme relatório produzido pela área técnica do Departamento, que segue anexo.

4. Solicitamos que o agendamento seja realizado o mais rapidamente possível pois a inoperância dos equipamentos ocasiona atraso no andamento dos processos que estão sob nossa responsabilidade.

        Respeitosamente,

                                               Maria Helena Júlia

                       Diretora do Departamento de Comunicação Social do MJ

Com base no disposto no Manual de Redação Oficial da Presidência da República, julgue o próximo item, tendo como referência o texto apresentado.

O emprego do vocativo “Excelentíssima" está adequado e justifica-se pelo fato de a destinatária do documento ocupar cargo de chefia de unidade administrativa.

Alternativas
Comentários
  • O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder(PE / PL / PJ) é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República (PE),

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional (PL),

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal (PJ).

      As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Senhor Senador,

    Senhor Juiz,

    Senhor Ministro,

    Senhor Governador, etc


    A autoridade destacada no texto não é chefe de nenhum Poder.


    GAB. ERRADO


  • usa-se p os chefes:
    a) do Poder Executivo

    b) do Poder Legislativo

    c) do Poder Judiciário:

    O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de
    Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:
    Excelentíssimo Senhor Presidente da República

  • GABARITO ERRADO 


    1. TRATAMENTO  Vossa Excelência: autoridades do Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário 
    2. VOCATIVO Excelentíssimo: chefes dos Três Poderes 
    3. TRATAMENTO  Vossa Senhoria: para os demais cargos 
    4. VOCATIVO Senhor 
  • A crase tbm está errada, não ?

  • A questão está errada pois o vocativo Excelentíssimo  é empregado somente as comunicações dirigidas aos chefes de poderes, vejam numa outra questão:

    Prova: CESPE - 2013 - MJ - Analista Técnico - Administrativo - Conhecimentos Básicos

    Disciplina: Redação Oficial

    Somente as comunicações dirigidas aos chefes de poder receberão o vocativo “Excelentíssimo Senhor”. As comunicações dirigidas às demais autoridades tratadas pelo pronome “Vossa Excelência” terão como vocativo “Senhor”, seguido do respectivo cargo.

    GABARITO: CERTA.



    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • Usa-se excelentíssimo somente quando se trata de comunicação dirigida aos chefes dos poderes, na esfera FEDERAL:

    Presidente da república (chefe do executivo);

    presidente do STF (chefe do judiciário);

    presidente do Congresso Nacional ( chefe do legislativo)

  • Excelentíssima aplica-se apenas a chefes de Poderes, sendo este: Presidente da República (EXECUTIVO) ; Presidente do STF (JUDICIÁRIO) ; Presidente do Congresso (LEGISLATIVO)

  • O uso do pronome de tratamento “Excelentíssimo(a)” é empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder. 

    Gabarito: ERRADO

  • Errada.

    > Excelentíssimo: Chefe dos poderes

  • ( No VOCATIVO será usado EXCELENTÍSSIMO SENHOR FULANO DE TAL somente para o chefe de poder de cada esfera( Executivo, Legislativo e Judiciário)

     

    ATENÇÃO

    ( No ENVELOPE será usado EXCELENTÍSSIMO SENHOR FULANO DE TAL...... para todos citados abaixo)

     

     

                                         CLASSIFIQUEMOS AS 3 ESFERAS DE PODER

    Poder Executivo        

    Presidente da República

    Vice-Presidente da República

    Ministros de Estado

    Secretário-Geral da Presidência da República

    Consultor-Geral da República

    Chefe do Estado-Maior das Três Armas

    Oficiais-Generais das Forças Armadas

    Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República

    Chefe do Gabinete Pessoal do Presidência da República

    Secretários da Presidência da República

    Secretário Executivo e Secretário Nacional de Ministérios

    Procurador-Geral da República

    Governador de Estado e Distrital

    Vice-Governador de Estado

    Secretário de Estado dos Governos Estaduais

    Prefeitos Municipais

    Embaixador

                                                                                                              

     

    Poder Legislativo

    Presidente do Congresso Nacional

    Presidente da Câmara

    Vice-Presidente da Câmara

    Membros da Câmara dos Deputados

    Membros do Senado Federal

    Presidente e Membros do Tribunal de Contas da União e dos Tribunais de Contas Estaduais

    Presidente e Membros das Assembléias Legislativas Estaduais

    Presidentes das Câmaras Municipais

     

     

    Poder Judiciário

    Presidente do Supremo Tribunal Federal

    Membros do Supremo Tribunal Federal

    Presidente e Membros do Superior Tribunal de Justiça

    Presidente e Membros do Tribunal Superior Militar

    Presidente e Membros do Tribunal Superior Eleitoral

    Presidente e Membros do Tribunal Superior do Trabalho

    Presidente e Membros dos Tribunais de Justiça

    Presidente e Membros do Tribunais Regionais Federais

    Presidente e Membros dos Tribunais Regionais Eleitorais

    Presidentes e Membros dos Tribunais Regionais do Trabalho

    Juízes

    Desembargadores

    Auditores da Justiça Militar

     

     

     

  • EXCELENTÍSSIMO = só para chefes dos Poderes!

     

    Questão ERRADA

  • O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

     

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal

     

    As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo.

  • JUSTIFICA-SE POR CONCORDAR O SEXO...

  • Cuidado Thiago, não concorda, uma vez que o cargo que ela ocupada não é de presidente da república,ou DO STF OU ainda do Congresso Nacional.

  • Se o candidato tivesse identificado que o documento se trata de um memorando, rapidamente acertaria a questão.

    Não se usa vocativo em memorando, pronto acabou a questão!

  • GABARITO: ERRADO.

    EXCELENTÍSSIMO = só para chefes dos Poderes!

  • Gab. Errado

    O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos chefes de poder é Excelentíssimo Senhor. As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor.

    Bons estudos!


ID
1777828
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

                                                                                                            ***. 118/MJ

Em 12 de maio de 2011

À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ

Assunto: Administração. Pedido de agendamento de manutenção em equipamentos.

1. Com o objetivo de dar cumprimento ao Plano Geral de Reparos e Modernização dos equipamentos de tecnologia deste Órgão, gentilmente, solicito a Você o agendamento de visita técnica a este Departamento.

2. Durante as últimas semanas, foram constatados diversos defeitos nos computadores e nos monitores utilizados pelos funcionários. Será necessário reparos e substituições de alguns equipamentos. Por esta razão, solicitamos que a equipe de manutenção dirija-se ao local com peças de substituição.

3. Os equipamentos a serem substituídos são três teclados e três estabilizadores, conforme relatório produzido pela área técnica do Departamento, que segue anexo.

4. Solicitamos que o agendamento seja realizado o mais rapidamente possível pois a inoperância dos equipamentos ocasiona atraso no andamento dos processos que estão sob nossa responsabilidade.

        Respeitosamente,

                                               Maria Helena Júlia

                       Diretora do Departamento de Comunicação Social do MJ

Com base no disposto no Manual de Redação Oficial da Presidência da República, julgue o próximo item, tendo como referência o texto apresentado.

Para garantir a correção gramatical e a adequação da linguagem, o pronome “Você" deveria ser substituído por Sua Excelência, considerando-se o cargo ocupado pela autoridade a que o documento se destina. 

Alternativas
Comentários
  • GAB - Errado

    Sua Excelência se usa nos endereçamentos em envelopes para cargos de alta patente, grandes autoridades. O pronome adequado para o cargo que a pessoa do documento exerce seria "Vossa Senhoria".


    2.1.3. Emprego dos Pronomes de Tratamento

      Como visto, o emprego dos pronomes de tratamento obedece a secular tradição. São de uso consagrado:

      Vossa Excelência


     No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:

    A Sua Excelência o Senhor
    Fulano de Tal
    Ministro de Estado da Justiça
    70.064-900 – Brasília. DF

  • Sua (Quando estiver falando da pessoa)

    Vossa ( Quando estiver falando com a pessoa)


  • usa-se p os chefes:
    a) do Poder Executivo

    b) do Poder Legislativo

    c) do Poder Judiciário:

    O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de
    Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:
    Excelentíssimo Senhor Presidente da República

  • 2.1.3. Emprego dos Pronomes de Tratamento

      Como visto, o emprego dos pronomes de tratamento obedece a secular tradição. São de uso consagrado:

      Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

    a) do Poder Executivo;

    Presidente da República;

    Vice-Presidente da República;

    Ministros de Estado;

    Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal;

    Oficiais-Generais das Forças Armadas;

    Embaixadores;

    Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial;

    Secretários de Estado dos Governos Estaduais;

    Prefeitos Municipais.




    ______________________________

     Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares.

  • Dica:

    No envelope: será A SUA.....(Oficio e Aviso)

    No corpo do texto: será Vossa(Oficio, Aviso e Memorando)!!!

  • Reescrevendo de maneira correta:

    Para garantir a correção gramatical e a adequação da linguagem, o pronome “Você" deveria ser substituído por Vossa Excelência, considerando-se o cargo ocupado pela autoridade a que o documento se destina.

  • Deveria ser empregado o termo "vossa excelência "... sua é quando se fala da pessoa, quando se fala com a pessoa é vossa.

  • "VOSSA senhoria " seria o adequado, já que o manual lista as pessoas devem ser tratadas por "vossa excelência" e este ofício NÃO se destina a nem uma  delas, e sima à Chefa da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ . 

    Emprego dos Pronomes de Tratamento

      Como visto, o emprego dos pronomes de tratamento obedece a secular tradição. São de uso consagrado:

      Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

    a) do Poder Executivo;

    Presidente da República;

    Vice-Presidente da República;

    Ministros de Estado;

    Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal;

    Oficiais-Generais das Forças Armadas;

    Embaixadores;

    Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial;

    Secretários de Estado dos Governos Estaduais;

    Prefeitos Municipais.

    [...]
    Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares. O vocativo adequado é:

      Senhor Fulano de Tal,


  • O correto seria "vossa senhoria". 

    Gab. ERRADO.
  • não é VOSSA EXCELÊNCIA  e também não é SUA EXCELÊNCIA ==>  o CORRETO  seria sua SENHORIA  no corpo do texto e VOSSA SENHORIA  no endereçamento. comentários abaixo estão incorretos.

  • Vossa excelência, quando nos dirigirmos diretamente à autoridade.

    Sua excelência, quando nos referirmos a ela.

    Ex 1: Vossa Excelência, Senhor Prefeito, discursou muito bem. - dirige-se ao prefeito. ("com quem se fala")

    Ex 2: Sua Excelência, o prefeito, discursou muito bem. - refere-se ao prefeito. ("de quem se fala").

  • ERRADO; o certo seria VOSSA EXCELÊNCIA, pois no texto diz que ela está ocupando CARGO DE NATUREZA ESPECIAL em Ministério.
    O 2.1.3. Emprego dos Pronomes de Tratamento

      Como visto, o emprego dos pronomes de tratamento obedece a secular tradição. São de uso consagrado:

      Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

    a) do Poder Executivo;

    Presidente da República;

    Vice-Presidente da República;

    Ministros de Estado;

    Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal;

    Oficiais-Generais das Forças Armadas;

    Embaixadores;

    Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial;

    Secretários de Estado dos Governos Estaduais;

    Prefeitos Municipais


  • O termo " você", no corpo do texto, deveria ser corretamente substituído por: "vossa senhoria", sim!!!  Pois é empregado para as demais autoridades e para particulares. 

    No endereçamento seria: "Ao Senhor fulano de tal".  

    Vocativo seria: "Senhor fulano de tal".

    CUIDADO!!!

    Dê uma olhada melhor em seu material Patrícia! :)

  • Atenção Cícero Filho

    Vossa Excelência é para quando você está falando direto com a pessoa e Sua Excelência é para falar indiretamente. Quanto a colocação correta do pronome de tratamento a Alane Sousa já mencionou corretamente.
  • Sua Excelência é endereçamento
    Correto seria Vossa Excelência....  

  • Mª Trindade esta correta a meu ver: "Vossa Senhoria"

  • QUESTÃO ERRADA.


    Sua Excelência é utilizada no endereçamento. Ademais, mesmo que viesse a expressão "Vossa Excelência", ainda assim estaria errada, visto que o destinatário não corresponde a tal pronome de tratamento. O correto seria "Vossa Senhoria".



    2.1.3. EMPREGO DOS PRONOMES DE TRATAMENTO

    A Sua Excelência o Senhor

    Fulano de Tal

    Juiz de Direito da 10a Vara Cível

    Rua ABC, no 123

    01010-000 – São Paulo. SP


    A Sua Excelência o Senhor
    José Roberto Arruda 

    Governador do Distrito Federal

    Palácio do Buriti
    72500-000 – Brasília. DF





    2.1.3. EMPREGO DOS PRONOMES DE TRATAMENTO

    Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

    a) PODER EXECUTIVO:

    - Presidente da República;

    - Vice-Presidente da República;

    - Ministros de Estado;

    - Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal;

    - Oficiais-Generais das Forças Armadas;

    - Embaixadores;

    - Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial;

    - Secretários de Estado dos Governos Estaduais;

    - Prefeitos Municipais.


    b) do PODER LEGISLATIVO:

    - Deputados Federais e Senadores;

    - Ministros do Tribunal de Contas da União;

    - Deputados Estaduais e Distritais;

    - Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais;

    - Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.


    c) do PODER JUDICIÁRIO:

    - Ministros dos Tribunais Superiores;

    - Membros de Tribunais;

    - Juízes;

    - Auditores da Justiça Militar.





    Questão bônus:

    Q292318 Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: ANP

    Ao redigir uma declaração no âmbito de um dos setores da Agência Nacional do Petróleo, o remetente deverá empregar linguagem simples e despretensiosa e deverá dirigir-se ao destinatário, o diretor de determinado setor, por exemplo, da seguinte forma: “Vossa Excelência conheces o assunto a ser tratado”.

    ERRADA.



    MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA:

    http://www.biblioteca.presidencia.gov.br/publicacoes-oficiais-1/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/view





  • Vossa Excelência - Fala com..
    Sua Excelência - Fala de..

  • Vossa Excelência: com quem se fala.

    Sua Excelência: de quem se fala.

  • Errada.
    Deveria ser "Sua" e o outro erro é "Excelência" que deveria ser "Senhoria".

  • Emprega-se Vossa Senhoria quando se fala com a pessoa e Sua Senhoria quando se fala sobre a pessoa.  Neste caso, ele está se direcionando à pessoa, assim penso que o correto seria VOSSA SENHORIA.

    1. Com o objetivo de dar cumprimento ao Plano Geral de Reparos e Modernização dos equipamentos de tecnologia deste Órgão, gentilmente, solicito a Você (VOSSA SENHORIA) o agendamento de visita técnica a este Departamento.

  • Vossa Excelência - fala com a pessoa
    Sua Excelência - fala Sobre a pessoa

  • SUA SENHORIA 

    ( Vossa = Falando COM a pessoa / Sua = Falando DA pessoa )

    Gabarito: Errado

  • Errado

    "vossa" utiliza-se para fala direta, o "Vossa" seria o receptor da conversa.

    O "sua" quer dizer que vc esta falando a respeito de alguém, seria o assunto da conversa..


  • Errada.

    Uso dos pronomes:

    > Sua_: endereçamento.

    > Vossa_: corpo do texto.

  • Nesse momento do texto a Diretora está falando de forma direta com a chefe da gerência. Então o correto é vossa senhoria.

  • Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares

  • Com quem se fala ------> VOSSA

    De quem se fala --------> SUA 

  • VOSSA SENHORIA 

    E NO TEXTO SUA SENHORIA

  • Emprego dos PRONOMES DE TRATAMENTO

     

    Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

    a) do Poder Executivo;

    Presidente da República; Vice-Presidente da República; Ministros de Estado1; Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal; Oficiais-Generais das Forças Armadas;Embaixadores; Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial; Secretários de Estado dos Governos Estaduais; Prefeitos Municipais.

    b) do Poder Legislativo:

    Deputados Federais e Senadores; Ministro do Tribunal de Contas da União; Deputados Estaduais e Distritais; Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais; Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.

    c) do Poder Judiciário:

    Ministros dos Tribunais Superiores; Membros de Tribunais; Juízes; Auditores da Justiça Militar.

     

    Endereçamento na correspondência:

    A Sua Excelência o Senhor
    Roserval Ventura
    Prefeito Municipal de Palermo
    Palermo, AC

     

    Endereçamento no envelope:
    A Sua Excelência o Senhora
    Fulana de Tal,
    Juiza de direito da 10ª Vara Cível,
    Rua do Canto, n.º 100,
    91500-200 Palermo, AC.

     

    *******************************************************************************************************

    Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares-

     

    Endereçamento na correspondência:
    Ao Senhor
    Fulano de Tal
    Rua do Canto, n.º 100,
    91500-200 Palermo, AC.

     

    Endereçamento no envelope:

    À Senhora
    Fulana de Tal,
    Rua do Canto, n.º 100,
    91500-200 Palermo, AC.

     

  • Complementando: se eu estiver falando com você será Vossa Excelência. Se eu estiver falando da sua pessoa será Sua Excelência. 

  • Corrigindo: Sua senhoria (parte o endereçamento)

    No corpo do texto? = Vossa senhoria .

  • Dica:

    No corpo do texto usa-se pronome de tratamento de forma direta ( vossa )

    Quando for vocativo, que vem antes do corpo do texto, usa-se na forma indireta ( sua )

  • Bom dia;

     

    Sua excelência: falando SOBRE a pessoa

    Vossa excelência: falando COM a pessoa

     

    Bons estudos

  • O correto não deveria ser Vossa Senhoria? Devido ao cargo q ela ocupa

  • Gabarito : ERRADO


    JUSTIFICATIVA

    No item 1 do texto foi usado o pronome de tratamento VOCÊ.

    "1. Com o objetivo de dar cumprimento ao Plano Geral de Reparos e Modernização dos equipamentos de tecnologia deste Órgão, gentilmente, solicito a Você o agendamento de visita técnica a este Departamento."


    O correto seria "(...) solicito a Vossa Senhoria (...)"


    Percebam que o cargo da pessoa é "À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ"

    A banca colocou o EXCELENTÍSSIMA justamente para pegar aqueles que respondem automaticamente sem levar em consideração ao que diz o MRPR.

    A reescrita correta é: "À Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ"


    Algumas considerações ao uso correto dos Pronomes de Tratamento e dos Vocativos.


    Vossa Excelência - utilizado para certas pessoas dos 3 Poderes (leia a página 9 e 10 do MRPR).

    O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:


    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.


    Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares.

    As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:


    Senhor Senador,

    Senhor Juiz,

    Senhor Ministro,

    Senhor Governador,

  • atenção! se não me engano NÃO EXISTE SUA SENHORIA!

    No endereçamento deve-se usar: À Senhora ou Ao Senhor

  • SUA EXCELÊNCIA : de quem se fala

    VOSSA EXCELÊNCIA: com quem se fala

  • Para responder esta questão, o candidato precisa ter conhecimento sobre os pronomes de tratamento que podem ser utilizados nas comunicações oficiais.

    Na redação oficial é necessário atenção para o uso dos pronomes de tratamento em três momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto.
    De acordo com a 3ª edição do Manual de Redação da Presidência da República: 
    - Os pronomes "Vossa Excelência" e "Vossa Senhoria" são utilizados para se comunicar diretamente com o receptor. 
    Exemplo: Vossa Senhoria nomeará o assessor.
    - O pronome "Sua Excelência" é utilizado para fazer referência a alguma autoridade indiretamente. 
    Exemplo: A Sua Excelência o Senhor Deputado (no endereçamento do expediente). 
    Sendo assim, o pronome adequado a ser utilizado para substituir "você" é "Vossa" (Vossa Senhoria). Portanto, o item está incorreto.


    Gabarito: ERRADO

ID
1777831
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

                                                                                                            ***. 118/MJ

Em 12 de maio de 2011

À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ

Assunto: Administração. Pedido de agendamento de manutenção em equipamentos.

1. Com o objetivo de dar cumprimento ao Plano Geral de Reparos e Modernização dos equipamentos de tecnologia deste Órgão, gentilmente, solicito a Você o agendamento de visita técnica a este Departamento.

2. Durante as últimas semanas, foram constatados diversos defeitos nos computadores e nos monitores utilizados pelos funcionários. Será necessário reparos e substituições de alguns equipamentos. Por esta razão, solicitamos que a equipe de manutenção dirija-se ao local com peças de substituição.

3. Os equipamentos a serem substituídos são três teclados e três estabilizadores, conforme relatório produzido pela área técnica do Departamento, que segue anexo.

4. Solicitamos que o agendamento seja realizado o mais rapidamente possível pois a inoperância dos equipamentos ocasiona atraso no andamento dos processos que estão sob nossa responsabilidade.

        Respeitosamente,

                                               Maria Helena Júlia

                       Diretora do Departamento de Comunicação Social do MJ

Com base no disposto no Manual de Redação Oficial da Presidência da República, julgue o próximo item, tendo como referência o texto apresentado.

Infere-se do emprego do fecho “Respeitosamente" que o texto estabelece uma comunicação entre chefias de unidades administrativas.

Alternativas
Comentários
  • GAB - Errado


    2.2. Fechos para Comunicações

      O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. O Manual estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial:

      a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:

      Respeitosamente,

      b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:

      Atenciosamente,


    fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm
  • Gabarito errado

    2.2. Fechos para Comunicações

      O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria no 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelecia quinze padrões. Com o fito de simplificá-los e uniformizá-los, este Manual estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial:

      a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:

      Respeitosamente,

      b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:

      Atenciosamente,

      Ficam excluídas dessa fórmula as comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras, que atendem a rito e tradição próprios, devidamente disciplinados no Manual de Redação do Ministério das Relações Exteriores.

    2.3. Identificação do Signatário


  • Dê atenção as pessoas de sua hierarquia ou inferior--- ATENCIOSAMENTE,

    Dê respeito as pessoas de hierarquia superior------- RESPEITOSAMENTE,

    GAB ERRADO 

  • Sendo mais prático, veja que uma é Chefe e outra é Diretora. A questão pergunta se é entre chefias de unidades administrativas. Não é possível afirmar isso, nem tão pouco inferir!!! 

  • Reescrevendo de forma correta:

    Infere-se do emprego do fecho “Respeitosamente" que o texto estabelece uma comunicação entre autoridade de hierarquia superior.


    ***OBS: A Maria Helena Júlia, Diretora do Departamento de Comunicação Social do MJ está dirigindo para a À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ, mesmo sabendo que esse Excelentíssima tá super errado, pois é usado para os chefes dos poderes (L,E,J).

  • Difícil de inferir algo sem conhecer a estrutura administrativa do órgão. O que resta é supor que um esteja hierarquicamente acima de outro..


  • Gabarito: ERRADO.


    Se é entre chefias infere-se que pertencem ao mesmo nível hierárquico, portanto o fecho adequado seria atenciosamente e não respeitosamente. Segundo o Manual de Redação da Presidência da República:


    "2.2. Fechos para Comunicações


    a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:

      Respeitosamente,

     b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:

      Atenciosamente, "


    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm



    Bons estudos!


  •  se o texto estabelece uma comunicação entre chefias de unidades administrativas então são de mesma hierarquia, portanto atenciosamente seria o correto. 

  • a única coisa q infere-se é q são de hierarquias diferentes devido o fecho "respeitosamente".

  • Questão errada, outras ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2013 - CPRM - Técnico de Geociências - Conhecimentos BásicosDisciplina: Redação Oficial | Assuntos: Forma dos fechos; Manual de Redação da Presidência da República; As Comunicações Oficiais; 

    Os fechos — estabelecidos no Manual de Redação da Presidência da República — Respeitosamente, em correspondência dirigida a autoridade de hierarquia superior, e Atenciosamente, em correspondência dirigida a autoridade de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior,não se aplicam a comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras.

    GABARITO: CERTA.




    Prova: CESPE - 2012 - Polícia Federal - Agente da Polícia FederalDisciplina: Redação Oficial | Assuntos: Forma dos fechos; Manual de Redação da Presidência da República; As Comunicações Oficiais; 

    O referido manual estabelece o emprego de dois fechos para comunicações oficiais: Respeitosamente, para autoridades superiores; e Atenciosamente, para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior. Tal regra, no entanto, não é aplicável a comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras.

    GABARITO: CERTA.



    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

  • Errado , respeitosamente é usado para terminar correspondências com autoridade de nível superior.

  • Respeitosamente: hierarquia diferentes. (superior)

    Atenciosamente: mesma hierarquia.


  • Caso fosse entre chefias administrativas, estas seriam autoridades de mesma hierarquia e, portanto o fecho adequado seria atenciosamente

  • Errada
    São para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República.

  • Errado

    Os fechos atenciosamente e respeitosamente são utilizados para estabelecer, demonstrar, a relação de hierarquia existente em uma comunicação oficial.
    Respeitosamente utiliza-se para superiores hierárquicos, inclusive quando a comunicação for dirigida ao Presidente da Republica.
     Atenciosamente é utilizado para pessoas de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior.
    OBS. Não se utiliza os fechos quando a comunicação for dirigidas para autoridades estrangeiras.
  • gab. errada

    "Respeitosamente" significa que a autoridade destinatária é hierarquicamente superior ao remetente.

  • Errada, essa questão foi feita para os que não estudaram errarem.

  •         a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:

            Respeitosamente,

  • RESPEITOSAMENTE = comunicação dirigida à autoridade de cargo superior

     

    ANTECIOSAMENTE = comunicação dirigida à autoridade de cargo de mesmo nível ou inferior

  • MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    2.2 Fechos para Comunicações

            O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria no 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelecia quinze padrões. Com o fito de simplificá-los e uniformizá-los, este Manual estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial:

            a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República:

            Respeitosamente,

            b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:

            Atenciosamente,

            Ficam excluídas dessa fórmula as comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras, que atendem a rito e tradição próprios, devidamente disciplinados no Manual de Redação do Ministério das Relações Exteriores.

     _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _  _  _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ 

     (CESPE 2013/Conselho Nacional de Justiça) “A escolha do fecho a ser usado nas correspondências oficiais é determinada
    pela hierarquia que existe entre o destinatário e o remetente do documento.” Gabarito certo.

     

  • "Respeitosamente" para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República

    "Atenciosamente" para autoridades da mesma hierarquia ou hierarquia inferior.

  • ERRADO. Reza o MRPR (2002, p. 11): "Com o fito de simplificá-los e uniformizá-los, este Manual estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial: a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República: Respeitosamente, b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior: Atenciosamente".

    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/ManualRedPR2aEd.PDF

  • O fecho Respeitosamente infere que a comunicação é entre hierarquias diferentes.

    Observação importante é que o cargo de diretor é superior ao cargo de chefe de gerência.

  • pourra

  • "Entre chefias" denota mesma hierarquia, o que não coaduna com o termo "Respeitosamente" (utilizado quando há diferença hierárquica).

  • Achei meio vazia a questão. Ela não deixa de ser chefe, porém, não deixa de ser "entre" chefias, obviamente uma estando em cargo inferior da outra. Questão confusa.

  • Entre chefias de uma mesma unidade administrativa usa-se o fecho atenciosamente.

  • Esta é uma questão que exige do candidato conhecimento sobre os tipos de fechos usados para a comunicação oficial. 
    O Manual da Presidência da República estabelece o emprego de apenas dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial: 
    Respeitosamente - Para autoridades de hierarquia superior a do remetente, inclusive o Presidente da República.
    Atenciosamente - Para autoridades de mesma hierarquia, de hierarquia inferior ou demais casos.

    Tendo em vista que a correspondência foi enviada da Diretora de Departamento para a Chefe da Gerência, o fecho "Respeitosamente" foi utilizado de forma adequada, pois se trata de uma comunicação enviada para autoridade de hierarquia superior a do remetente. Sendo assim, a afirmação "entre chefias de unidades administrativas" está incorreta.
    Gabarito: ERRADO

  • puxou saco está errado !


ID
1777837
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

                                                                                                            ***. 118/MJ

Em 12 de maio de 2011

À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ

Assunto: Administração. Pedido de agendamento de manutenção em equipamentos.

1. Com o objetivo de dar cumprimento ao Plano Geral de Reparos e Modernização dos equipamentos de tecnologia deste Órgão, gentilmente, solicito a Você o agendamento de visita técnica a este Departamento.

2. Durante as últimas semanas, foram constatados diversos defeitos nos computadores e nos monitores utilizados pelos funcionários. Será necessário reparos e substituições de alguns equipamentos. Por esta razão, solicitamos que a equipe de manutenção dirija-se ao local com peças de substituição.

3. Os equipamentos a serem substituídos são três teclados e três estabilizadores, conforme relatório produzido pela área técnica do Departamento, que segue anexo.

4. Solicitamos que o agendamento seja realizado o mais rapidamente possível pois a inoperância dos equipamentos ocasiona atraso no andamento dos processos que estão sob nossa responsabilidade.

        Respeitosamente,

                                               Maria Helena Júlia

                       Diretora do Departamento de Comunicação Social do MJ

Com base no disposto no Manual de Redação Oficial da Presidência da República, julgue o próximo item, tendo como referência o texto apresentado.

O posicionamento adotado para a data e a numeração do documento está em desacordo com o disposto no referido manual para o padrão ofício de documentos oficiais.

Alternativas
Comentários
  • GAB - Correto 

    A data deve ser posicionada à direita.

    3.1. Partes do documento no Padrão Ofício

      b) data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita.


  • Gabarito Certo.

     Partes do documento no Padrão Ofício

            O aviso, o ofício e o memorando devem conter as seguintes partes:

            a) tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede:

            Exemplos:

    Mem. 123/2002-MF Aviso 123/2002-SG Of. 123/2002-MME

            b) local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita:


  • certa

    Tem q ser

    1. tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o
    expede
    :
    Exemplos:
    Mem. 123/2002-MF  
    2. local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à
    direita:

    Exemplo:
    Brasília, 12 de maio de 2011.

  • Reescrevendo a data de maneira correta:

                                                                                           Brasília, 12 de maio de 2011.

    À Excelentíssima Sra. Chefe da Gerência de Manutenção e Tecnologia do MJ

    ***Brasília é a título de exemplo


  • Como é um memorando, o local pode ser retirado, mas a data deveria estar posicionada à direita do documento. Por isso está correto, realmente o posicionamento adotado para a data e a numeração do documento está em desacordo com o disposto no referido manual para o padrão ofício de documentos oficiais.  

  •  

    Questão correta, como já foi dito, é alinhado a direita, outras questões ajudam a responder, vejam:

     

    Prova: CESPE - 2013 - FUB - Auxiliar de Administração

    Disciplina: Redação Oficial

    Nas correspondências oficiais, como ofício e memorando, a data deve ser colocada no alto, à direita.

    GABARITO: CERTA.

     

     

     

    Prova: CESPE - 2009 - Polícia Federal - Agente Federal da Polícia Federal

    Disciplina: Redação Oficial | Assuntos: Redação Oficial; 

     

    Documentos oficiais em forma de ofício, memorando, aviso e exposição de motivos têm em comum, entre outras características, a aposição da data de sua assinatura e emissão, que deve estar alinhada à direita, logo após a identificação do documento com o tipo, o número do expediente e a sigla do órgão que o emite.

    GABARITO: CERTA.

     

     

     

     

     

    "Fica aqui o meu apelo para a equipe do site “QUERO MINHA VERSÃO ANTIGA DO QC”

     

     

  • Os expedientes ofício e memorando realmente apresentam numeração em seus parágrafos. O erro do memorando acima é que não foi deixado espaço de 2,5 cm entre a numeração e o início do parágrafo.

  • Alinhamento da data à direita e escrito por extenso

  • a) Data e local à direita, após a especificação do documento

    b)recuo de 3cm à esquerda e 1,5 cm do início do parág. 
  • tá nos lados invertidos...

  • Tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede. 

    Exs.: 

    Mem. 123/2012-MF 

    Aviso 123/2012-SG

    • local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita.

     Ex.:                                                                                                                                                                                                                                                                    Brasília, 15 de março de 2015.

  • Certa.

                                                                                                                                  A data deve ficar alinhada à margem direita.

  • E a numeração? Está correta?

  • so vi a dara..kd a numeração?

  • O alinhamento da data  é a direita o que deixa a questão em descordo com o manual.

     

  • Data será à direita do documento, salvo Mensagem que deverá aparecer no final Direito.

  • Gente e o numero esta certo do lado direito?,todo mundo repetiu que a data é do lado direito mas ninguem falou do numero do documento é no direito tambem como esta na prova?

  • Data: alinhamento à direita.
    Numero do documento: alinhamento à esquerda

  • Data: Canto superior direito

    Margens: esquerda = 3,0 cm / direita = 1,5 cm

    Gabarito: CERTO

  • MUITA GENTE REPETIU O COMENTARIO SOBRE DATA, QUE ESTA CLARO O ERRO, MAS NENHUM FALOU SOBRE A ENUMERAÇÃO.... TRISTE.

  • Alinhada à direita e por extenso.

  • aquele que leu rápido leu ''de acordo'' e se fudeu kkkk

  • Na verdade a questão deveria ser anulada pois a numeração está correta!

  • Felipe Fonseca, a data deverá ser à direita, portanto, não importa se a numeração está correta ou não.

     

    Bons estudos

  • "3. Os equipamentos a serem substituídos são três teclados e três estabilizadores, conforme relatório produzido pela área técnica do Departamento, que segue anexo." 

     

     

    o erro está nesse "três"? o certo deveria ser "3"? se alguém souber e puder me mandar pelo privado, ficarei grato ;)

  • Wellisson David, a numeração que a questão fala é a numeração do documento: "***. 118/MJ ".

    A numeração do documento é alinhada à esquerda, e na imagem da questão, a numeração está centralizada, por isso, além da data está errada, a numeração também está. 

  • GABARITO: CERTA.

    Está em desacordo com que é padronizado em documentos oficiais.

  • Esta é uma questão que exige do candidato conhecimento sobre o alinhamento da data e da identificação do documento no padrão ofício. 
    De acordo com a 3ª edição do Manual de Redação da Presidência da República 
    "Os documentos oficiais devem ser identificados da seguinte maneira: 
    a) nome do documento: tipo de expediente por extenso, com todas as letras maiúsculas;
    b) indicação de numeração: abreviatura da palavra “número", padronizada como No;
    c) informações do documento: número, ano (com quatro dígitos) e siglas usuais do setor que expede o documento, da menor para a maior hierarquia, separados por barra (/); e
    d) alinhamento: à margem esquerda da página.
    Na grafia de datas em um documento, o conteúdo deve constar da seguinte forma: 
    a) composição: local e data do documento;
    b) informação de local: nome da cidade onde foi expedido o documento, seguido de vírgula. Não se deve utilizar a sigla da unidade da federação depois do nome da cidade;
    c) dia do mês: em numeração ordinal se for o primeiro dia do mês e em numeração cardinal para os demais dias do mês. Não se deve utilizar zero à esquerda do número que indica o dia do mês;
    d) nome do mês: deve ser escrito com inicial minúscula;
    e) pontuação: coloca-se ponto-final depois da data; e
    f) alinhamento: o texto da data deve ser alinhado à margem direita da página".
    Diante do exposto, verificamos que o posicionamento correto para a data é à margem direita e para a numeração do documento é à margem esquerda. Portanto, a forma como tais elementos estão dispostos no documento está em desacordo com o referido manual. Então, a afirmação está correta.
    Gabarito: Certo
  • Data à Direita

  • Só eu que li "acordo" ? kkkkkkkk

  •                                                       ***. 118/MJ - a numeração do documento - alinhamento a esquerda

    Em 12 de maio de 2011 - data - alinhamento a direita

    A QUESTÃO INVERTEU AS POSIÇÕES!

    ou seja, ambos estão em desacordo!

    gabarito: certo

  • DATA É A DIREITA

    #BORA VENCER

  • DATA À DIREITA

    NUMERAÇÃO DO DOC. À ESQUERDA

    1 PARÁGRAFO - NÃO PRECISA NUMERAR

    2 PARÁGRAFOS - NUMERAÇÃO FACULTATIVA

    3 OU MAIS PARÁGRAFOS - NUMERAÇÃO OBRIGATÓRIA


ID
1777876
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Acerca das responsabilidades e penalidades do servidor público, julgue o item que se segue.

A aplicação da penalidade de demissão não poderá ser delegada pelo presidente da República a ministro de Estado, sob pena de ineficácia do ato.

Alternativas
Comentários
  • Errado


    Por não se tratar de competência exclusiva, admite a delegação.


    CF.88 Art. 76. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado.


    CF.88, Art 84, II - exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção superior da administração federal;


    CF.88 Art. 84, Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

  • Questão manjada essa em , pois essa competência que a questão se refere, pode ser delegada tanto ao Ministro de Estado como também  ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União.

     

    Ano: 2008

    Banca: CESPE

    Órgão: MTE

    Prova: Agente Administrativo

    Acerca dos poderes públicos, julgue os itens a seguir.

    O poder disciplinar do presidente da República para aplicar penalidade de demissão a servidor público federal pode ser delegado a ministro de Estado. GABARITO: CORRETO

     

     

     

    Ano: 2014

     

    Banca: CESPE

    Órgão: Câmara dos Deputados

    Prova: Técnico Legislativo

    Acerca da organização dos poderes da República, julgue os próximos itens.

    O presidente da República pode delegar a ministro de Estado a competência para aplicar pena de demissão a servidores públicos federais. GABARITO: CORRETO

     

     

     

    Ano: 2013

     

    Banca: CESPE

    Órgão: CNJ

    Prova: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas

    A respeito de controle e responsabilização da administração pública,

    julgue os itens subsequentes.

     

    Cabe ao presidente da República aplicar a penalidade de demissão ao servidor público, sendo essa competência não delegável.GABARITO: ERRADO

     

     

    Ano: 2012

    Banca: CESPE

    Órgão: Polícia Federal

    Prova: Agente da Polícia Federal

    Acerca das atribuições do presidente da República, julgue o próximo item.


    Como são irrenunciáveis, todas as atribuições privativas do presidente da República previstas no texto constitucional não podem ser delegadas a outrem. GABARITO : ERRADO

     

     

     

    Ano: 2008

     

    Banca: CESPE

    Órgão: ABIN

    Prova: Agente de Inteligência

    Acerca do Poder Executivo, julgue os itens seguintes.

    O presidente da República pode delegar aos ministros de Estado, conforme determinação constitucional, a competência de prover cargos públicos, a qual se estende também à possibilidade de desprovimento, ou seja, de demissão de servidores públicos. GABARITO : CORRETO

     

     

     

     

     

     

  • Errado


    Errado


    Por não se tratar de competência exclusiva, admite a delegação.


    CF.88 Art. 76. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado.

    CF.88, Art 84, II - exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção superior da administração federal;

    CF.88 Art. 84, Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.


  • ERRADA. Por não se tratar de competência exclusiva, admite a delegação (Professor Gustavo Scatolino).


    A penalidade de DEMISSÃO tem como autoridade competente o Presidente da República. No entanto o Decreto 3035/99 autoriza a delegação aos Ministros de Estados p/ julgar processos e aplicar as chamadas penas capitais (Demissão, cassação de aposentadoria, destituição de cargo em comissão, destituição de função comissionada).


    Art. 1, Decreto 3035/99 Fica delegada competência aos Ministros de Estado e ao Advogado-Geral da União, vedada a subdelegação, para, no âmbitodos órgãos da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional que lhes são subordinados ou vinculados, observadas as disposições legais e regulamentares, especialmente a manifestação prévia e indispensável do órgão de assessoramento jurídico, praticar os seguintes atos:

    I - julgar processos administrativos disciplinares e aplicar penalidades, nas hipóteses de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidores;

    II - exonerar de ofício os servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo ou converter a exoneração em demissão;

  • Art. 84, da CF.

    XXV - prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei

    A respeito da primeira parte do inciso X.XV do art. 84 (prover cargos públicos federais), é importante destacar que o Supremo Tribunal Federal firmou entendimento de que a autorização para delegação a Ministro de Estado da competência do Chefe do Executivo federal para o provimento contempla, também, a delegação para o desprovimento, isto é, para a aplicação da pena de demissão a servidores públicos federais. 

    Portanto, o Presidente da República pode delegar não só a competência para prover cargos públicos federais, mas também a competência para desprovê-los (isto é, Ministro de Estado pode, por delegação do Presidente da República, demitir servidor público federal).

    ARE-AgR 680.964/GO, rei. Min. Ricardo Lewandowski, 26.06.2012. (Direito Constitucional Descomplicado)

    GAB ERRADO


  • QUESTÃO ERRADA.


    Presidente da República pode delegar aos ministros de estado demissão de servidores públicos.


    http://stf.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/22923716/recurso-extraordinario-com-agravo-are-652340-go-stf




    Segue questão:

    Q41782 Ano: 2008 Banca: CESPE Órgão: ABIN Prova: Agente de Inteligência

    O presidente da República pode delegar aos ministros de Estado, conforme determinação constitucional, a competência de prover cargos públicos, a qual se estende também à possibilidade de desprovimento, ou seja, de demissão de servidores públicos.

    CORRETA.



  • errado:

    Art. 1, Decreto 3035/99 Fica delegada competência aos Ministros de Estado e ao Advogado-Geral da União, vedada a subdelegação, para, no âmbitodos órgãos da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional que lhes são subordinados ou vinculados, observadas as disposições legais e regulamentares, especialmente a manifestação prévia e indispensável do órgão de assessoramento jurídico, praticar os seguintes atos:

    I - julgar processos administrativos disciplinares e aplicar penalidades, nas hipóteses de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidores;

    II - exonerar de ofício os servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo ou converter a exoneração em demissão
  • Vale lembrar que por simetria o governador do estado pode delegar ao secretário de estado!

    "Os fortes forjam-se na adversidade".

  • PODE SER DELEGADO AO(S):

     

    PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

    ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

    MINISTROS DE ESTADOS

     

    (jogos PAM)

  • PODE SER DELEGADO AO(S):

     

    PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

    ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

    MINISTROS DE ESTADOS

     

    (jogos PAM)

  • Vale lembrar que por aplicação do princípio da simetria os governadores podem delegar ao secretário de estado.

    "Os fortes forjam-se na adversidade".

  • Se pode prover, pode desprover (demitir).

     

  • Pode delegar:

    PGR

    AGU

    Ministro de Estado

  • AI VAI UM MNEMÔNICO:

     

    *** COMPETÊNCIAS DELEGÁVEIS P.R. ***

    DIP ---> PAM

     

    D ECRETO AUTÔNOMO

    I NDUTO , COMUTAR PENAS

    P ROVER , DESTITUIR CARGOS

     

    P GR

    A GU

    M INISTRO DE ESTADO

     

    ESPERO TER AJUDADO ! 

  • "PENALIDADE MAXIMA,AUTORIDADE MAXIMA"

    ALEXANDRE MAZZA.

  • MIYASATO 94  valeu pela força !!! Ainda vamos estralar esse negócio !!!

  • ART 84 CF:

     O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

    LEMBRANDO OS INCISOS: 

    VI – dispor, mediante decreto, sobre:  

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;  

    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos

    XII - conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei

    XXV - prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei;

     

  • Ministro é cargo em comissão. Logo, não existe demissão.
  • o presidente pode delegar o poder de demitir alguém a um ministro de estado sim! a competência de prover cargos, também abrange desprover!

  • Errado Por não se tratar de competência exclusiva, admite a delegação. CF.88 Art. 76. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado. CF.88, Art 84, II - exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção superior da administração federal; CF.88 Art. 84, Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

  • O Presidente da República poderá delegar as atribuições  aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União (PAM)

    a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos;  

    b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos

    XII - conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei

    XXV - prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei;

    DEI COM PENA PRO           PAM (PGR,AGU, M. estado)

    Decretos autônomos
    - Indulto 

    ..............................................LEMBRANDO QUE NÂO PODE DELEGAR CENORA:

    Competencia Exclusiva; Atos NOrmativos; e Decisão de Recursos Administrativos

     

  • Ø  PROVIMENTO e DESPROVIMENTO de Cargos Públicos.

      STF = a competência para “PROVER” cargos públicos inclui também a competência p/ “Desprover” [exonerar e demitir] servidores públicos.

  • PRESIDENTE SÓ NÂO PODE DELEGAR C-E-N-O-R-A:

    Competencia Exclusiva; Atos NOrmativos; e Decisão de Recursos Administrativos

    O RESTO PODE DELEGAR TUDO!

    LEMBRA DO PRINCÍPIO DA DESCONCENTRAÇÃO PARA MELHOR EFICÁCIA ENTÃO, É O CASO!

    PRESIDENTE (ADM.DIRETA) PASSA PARA  ===== >   MINISTRO DE ESTADO (ADM. DIRETA)

     

    BONS ESTUDOS

  • Errado.

    REGRAS ESPECÍFICAS DECORRENTES DO ART. 84: o rol é meramente exemplificativo. Pode delegar atribuições: 


    DEI-PRO-PAM incisos, VI, XII e XXV.

  • GAB: E

    Segundo a jurisprudência do STFa competência para prover cargos públicos federais (inciso XXV, primeira parte) abrange, também, a de desprovê-los (isto é, o Presidente da República tem, na verdade, competência para prover e desprover cargos públicos federais); diante disso, é certo que a competência para desprover os cargos públicos federais também é susceptível de delegação a Ministro de Estado, vale dizer, o Presidente da República poderá delegar a Ministro de Estado a competência para aplicar a pena de demissão (desprovimento) a servidor público federal.

    Fonte: Vicente Paulo

  • A competência para a aplicação da pena de demissão, nos termos da Lei 8.112/90, no âmbito do Poder Executivo, é atribuída ao Presidente da República, na forma do art. 141, I, de tal diploma legal, que abaixo transcrevo:

    "Art. 141.  As penalidades disciplinares serão aplicadas:

    I - pelo Presidente da República, pelos Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República, quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor vinculado ao respectivo Poder, órgão, ou entidade;"

    Sem embargo, a regra, em nosso ordenamento, consiste na possibilidade de delegação de competências, de sorte que os casos em que a delegação não se faz possível devem estar expressos em lei.

    Não é o que ocorre em relação ao ato de demissão de servidores públicos, que pode, sim, ser objeto de delegação a Ministro de Estado pelo Presidente da República.

    A propósito, eis o teor do art. 84, XXV, e parágrafo único, da CRFB/88:

    "Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

    (...)

    XXV - prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei;

    (...)

    Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações."

    A competência para dar provimento em cargos públicos federais também envolve, por simetria, a de desprover referidos cargos, sendo certo que a demissão é uma forma de desprovimento do cargo.

    De tal maneira, em sendo passível de delegação a competência para prover, o mesmo pode ser dito no que tange ao desprovimento, no caso, via demissão.

    Assim sendo, incorreta esta opção.


    Gabarito do professor: ERRADO

  • Sou só eu ou mais alguém aqui acha os comentários do professor complicados? Pra explicar 1+1 o homem começa falando do início do universo... Menos é mais.
  • Atos que não podem ser delegados: CE NOU RA

    - Atos normativos

    - Decisão de recursos administrativos

    - Competencia exclusiva

  • Minha contribuição.

    STF: A aplicação da penalidade de demissão poderá ser delegada pelo Presidente da República aos Ministros de Estado.

    Abraço!!!

  • Atos que não podem ser delegados:  CE NO RA

    - Competência Exclusiva

    - atos NOrmativos

    - decisão de Recursos Administrativos

  • Art . 12 . É facultado ao Presidente da República, aos Ministros de Estado e, em geral, às autoridades da Administração Federal delegar competência para a prática de atos administrativos, conforme se dispuser em regulamento.

    ART.14 § 2o O ato de delegação é revogável a qualquer tempo pela autoridade delegante. (NÃO É PERMAMENTE)

  • Complementando...

    CASOS DE DEMISSÃO DO SERVIDOR

    1} Crime contra a Adm Púb; - abandono de cargo; - inassiduidade habitual; - improbidade adm;

    2} Incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição;

    3} Insubordinação grave em serviço;

    4} Ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de outrem;

    5} Aplicação irregular de dinheiros públicos;

    6} Revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo;

    7} Lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional;

    8} Corrupção;

    9} Acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas;

    10} Valer-se do cargo p/ lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública;

    11} Participar de gerência administrativa de sociedade privada, personificada ou não personificada;

    12} Exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário;

    13} Atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o 2º grau, e de cônjuge ou companheiro;

    14} Receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;

    15} Aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro;

    16} Praticar usura sob qualquer de suas formas;

    17} Proceder de forma desidiosa; e

    18} Utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades

  • ERRADO.

    Segundo o STF, a competência para prover cargos públicos inclui também a competência para desprovê-los.

    Portanto, como se trata de uma atribuição delegável, Ministros de Estado, PGR e AGU poderão também aplicar penalidade de demissão no âmbito da administração federal (após delegação do PR).

  • Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

    (...)

    XXV - prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei;

    Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.

    Como já dito abaixo, o STF reconhece a possibilidade de que o desprovimento do cargo possa ser delegado.

  • Demissão???

  • indu pro depen com pam

    fica pra quem quiser

  • O Presidente pode Delegar (PCD) aos Ministros de Estado, Procurador Geral da Republica, Advogado Geral da União,

    Prover Cargos Públicos

    Conceder Indulto

    Decreto Autônomo

  • A mão que dá é a mão que tira

  • Prover <-> Desprover

    Criar <-> Extinguir

    São distintos!

  • GABARITO ERRADO

    QUESTÃO DE INTERPRETAÇÃO, POIS NO INCISO VI-A: FALA SOBRE DISPOR MEDIANTE DECRETO NA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL DESDE QUE NÃO IMPLIQUE AUMENTO DE DESPESAS. ESSE INCISO É DELEGAVEL !! CONCLUINDO, O ATO DE DEMITIR INTERFERE NA ORGANIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL, TORNANDO A QUESTÃO ERRADA.

    FORÇA GUERREIROS, ESTAMOS MUITO PERTO.

  • ministro de estado, advogado geral da união e também o procurador geral da república.

  • O QUE NÃO PODE DELEGAR ???

    NÃO PODE DELEGAR O NOREX.

    NORMATIVO

    O

    RECURSO

    E

    EXCLUSIVA

    QUESTÃO ERRADA

  • DEI PRO PAM

    O que pode ser delegado? Competência Privativa

    -DEcreto autônomo (extinção de cargo ou função, quando vagos e organização e funcionamento da administração pública federal quando não implicar em aumento de despesa nem criação de ÓRGÃOS) 

    -Indulto

    -PROver cargos públicos federais (extinguir não)

    Pra QUEM será delegado?

    -Procurador Geral da República

    -Advogado Geral da União

    -Ministros do Estado

    O que não pode ser delegado?

    Todas as competências podem ser delegadas - exceto = CENORA

    Competência Exclusiva

    atos NOrmativos

    Recurso Administrativo

  • -STF:  a competência para prover alberga também a competência para desprover (ex: aplicar pena de demissão), podendo ser delegada pelo PR. → “DIP para o PAM”.

    Desprover # extinguir:

    • Quanto à extinção, caso o cargos ou as funções públicas estiverem vagos, o PR poderá proceder à extinção inclusive mediante decreto, podendo delegar. 

    • Contudo, se o cargo público federal estiver ocupado, a extinção não poderá ser delegada e  dependerá de lei formal. (servidor entra em disponibilidade)

  • Pode delegar prover e tb desprover (STF) cargos públicos. O q não delegará é extinguir.

ID
1777885
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Com referência às disposições inscritas no Código de Ética Profissional do Serviço Público, julgue o próximo item.

O registro sobre a conduta ética do servidor será fornecido pela comissão de ética aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira, com o objetivo de instruir e fundamentar promoções.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO CERTO 



    Lei 1.171


    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • Certo


    Conforme previsto no Decreto 1.1171/94, inciso XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.


  • Ano: 2009

    Banca: CESPE

    Órgão: FUB

    Prova: Cargos de Nível Superior

    Com referência ao Código de Ética Profissional do Servidor Público

    Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), julgue
    os itens seguintes.

    À comissão de ética incumbe fornecer aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores os registros acerca da conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público. GABARITO : CORRETO


    Ano: 2012

    Banca: CESPE

    Órgão: TRE-RJ

    Prova: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas

    Com relação à ética no serviço público, julgue os itens a seguir.

    O comitê de ética deve fornecer os registros feitos sobre a conduta dos servidores aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira destes. GABARITO : CORRETO


    Ano: 2013

    Banca: CESPE

    Órgão: CNJ

    Prova: Técnico Judiciário - Área Administrativa


    Acerca de ética no serviço público, julgue os itens a seguir.

    As condutas éticas dos servidores públicos são observadas e encaminhadas para os órgãos competentes pela comissão de ética para instruir e fundamentar promoções nas carreiras do Estado. GABARITO : CORRETO


    Ano: 2008

    Banca: CESPE

    Órgão: INSS

    Prova: Analista do Seguro Social - Terapia Ocupacional

    Acerca do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, julgue os próximos itens: 

    Age de modo equivocado o servidor público que, ao reunir documentos para fundamentar seu pedido de promoção, solicita a seu chefe uma declaração que ateste a lisura de sua conduta profissional. O equívoco refere-se ao fato de que, nessa situação, o pedido deveria ser feito não ao chefe, mas à comissão de ética, que tem incumbência de fornecer registros acerca da conduta ética de servidor para instruir sua promoção. GABARITO : CORRETO


  • Certo


    Conforme previsto no D11171, inciso XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.


  • Ano: 2009

    Banca: CESPE

    Órgão: FUB

    Prova: Cargos de Nível Superior

    Com referência ao Código de Ética Profissional do Servidor Público
    Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), julgue
    os itens seguintes.À comissão de ética incumbe fornecer aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores os registros acerca da conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.GABARITO : CORRETOAno: 2012

    Banca: CESPE

    Órgão: TRE-RJ

    Prova: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas

    Com relação à ética no serviço público, julgue os itens a seguir.
    O comitê de ética deve fornecer os registros feitos sobre a conduta dos servidores aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira destes. GABARITO : CORRETO
    Ano: 2013

    Banca: CESPE

    Órgão: CNJ

    Prova: Técnico Judiciário - Área Administrativa

    Acerca de ética no serviço público, julgue os itens a seguir.As condutas éticas dos servidores públicos são observadas e encaminhadas para os órgãos competentes pela comissão de ética para instruir e fundamentar promoções nas carreiras do Estado. GABARITO : CORRETO
    Ano: 2008

    Banca: CESPE

    Órgão: INSS

    Prova: Analista do Seguro Social - Terapia Ocupacional

    Acerca do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, julgue os próximos itens: 

    Age de modo equivocado o servidor público que, ao reunir documentos para fundamentar seu pedido de promoção, solicita a seu chefe uma declaração que ateste a lisura de sua conduta profissional. O equívoco refere-se ao fato de que, nessa situação, o pedido deveria ser feito não ao chefe, mas à comissão de ética, que tem incumbência de fornecer registros acerca da conduta ética de servidor para instruir sua promoção.GABARITO : CORRETO

    Créditos ao colega Wilian Oliveira 
    Questão: 
    Q591956


  • Ano: 2009

    Banca: CESPE

    Prova: Cargos de Nível Superior

    Com referência ao Código de Ética Profissional do Servidor Público
    Civil do Poder Executivo Federal (Decreto n.º 1.171/1994), julgue
    os itens seguintes.À comissão de ética incumbe fornecer aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores os registros acerca da conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.GABARITO : CORRETO

    Ano: 2012

    Banca: CESPE

    Órgão: TRE-RJ

    O comitê de ética deve fornecer os registros feitos sobre a conduta dos servidores aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira destes. GABARITO : CORRETO
    Ano: 2013

    Banca: CESPE

    Órgão: CNJ

    Prova: Técnico Judiciário - Área Administrativa

    Acerca de ética no serviço público, julgue os itens a seguir.As condutas éticas dos servidores públicos são observadas e encaminhadas para os órgãos competentes pela comissão de ética para instruir e fundamentar promoções nas carreiras do Estado. GABARITO : CORRETO


    Ano: 2008

    Banca: CESPE

    Órgão: INSS

    Prova: Analista do Seguro Social - Terapia Ocupacional

    Acerca do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, julgue os próximos itens: 
    Age de modo equivocado o servidor público que, ao reunir documentos para fundamentar seu pedido de promoção, solicita a seu chefe uma declaração que ateste a lisura de sua conduta profissional. O equívoco refere-se ao fato de que, nessa situação, o pedido deveria ser feito não ao chefe, mas à comissão de ética, que tem incumbência de fornecer registros acerca da conduta ética de servidor para instruir sua promoção.

    GABARITO : CORRETO

    Créditos ao colega Wilian Oliveira 

  • Gabarito Certo

    -

    Esse capítulo fala dos deveres da comissão de Ética

    -

    CAPÍTULO II DAS COMISSÕES DE ÉTICA

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • Gabarito Certo

    -

    Esse capítulo fala dos deveres da comissão de Ética

    -

    CAPÍTULO II DAS COMISSÕES DE ÉTICA

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • CERTA.

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • CERTOOO

    Deve existir registros de conduta ética com finalidade de obter possiveis promoções Sim

  • CORRETA

    DECRETO 1.171  

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.


  • D. 1171 - CAPÍTULO II

    DAS COMISSÕES DE ÉTICA

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • 1171/94:
    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.
    Logo...
    CERTO.

  • Certo.

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • As questões são muito literais, perceberam? Leiam os decretos, principalmente o 1.171, e tudo vai dar certo!

  • Correto! Se no registro tiver alguma censura, a promoção do servidor vai ficar só no sonho dele mesmo.

  • Correto. O Professor Denis França fala sobre isso.( Aula Código de Ética - QC)

  • Decreto 1.171/94

    ANEXO

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

     

    Alguns de nós era Faca na Caveira!!!

  • Essa questão cai/cairá em todos os concursos kkkkk pqp

  • Decreto 1.171/94

     

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • 1171/94

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

     

    #FÉEMDEUS

  • 1171/94

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

     

    #fé

  • Praticamente a "mesma" questão cobrada na PRF em 2013 : 

     

    Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: PRF

     

    Os registros que consistiram em objeto de apuração e aplicação de penalidade referentes à conduta ética do servidor devem ficar arquivados junto à comissão de ética e não podem ser fornecidos a outras unidades do órgão a que se encontre vinculado o servidor. Gabarito: ERRADÍSSIMO 

    Justifictiva = já descrita pelos colegas (evitar repetição) 

  • DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE 1994

    DAS COMISSÕES DE ÉTICA

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público

    Gabarito Certo!

  • XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • Sendo essa a principal competência das comissões de ética.

    Gabarito: Certo

  • Coruja Concurseira, deixa de querer aparecer e vá estudar!
    Algumas pessoas comentam apenas como forma de fixação do conteúdo estudado. E elas têm todo direito, afinal estão pagando.

  • Decreto 1.1171/94, inciso XVIII:

    Compete às comissões:

    c) Fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • R E P E T I N D O  M I L  V E Z E S:

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • bota na cabeça!

    D. 1171 - CAPÍTULO II

    DAS COMISSÕES DE ÉTICA

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

    GAB: CERTO

  • DECRETO Nº 1.171/1994

     

    XVIII – À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

     

    Observem que os registros sobre a conduta ética serão fornecidos não somente para instruir e fundamentar promoções, mas também para instruir e fundamentar todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público. Como a questão não trouxe termos restritivos como "somente" ou "apenas", a assertiva está correta, mas muita atenção se vier afirmando que fundamenta e instrui unicamente as promoções. Aí estará incorreto.

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: Certo

  • Cuida-se de proposição que tem expresso apoio na regra de n.º XVIII do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal

    "XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público."

    Assim sendo, sem maiores dilemas, está correta esta afirmativa.


    Gabarito do professor: CERTO.

  • CERTO

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

  • O enunciado descreve uma das atribuições das comissões de ética.

    XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

    Gabarito: CERTO

  • XVIII ENCONTRA-SE REVOGADO

  • c de conseguirei

  • XVIII - À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.


ID
1777888
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

          A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais.

                                O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte acerca do cenário econômico mundial contemporâneo.

A TPP insere-se no amplo contexto de uma economia crescentemente globalizada, realidade que, alimentada pela contínua ampliação da capacidade produtiva e alicerçada nas inovações tecnológicas que o desenvolvimento científico tem propiciado constantemente, é assinalada, entre outros elementos, pela extraordinária expansão do comércio e pelo elevado grau de competitividade.

Alternativas
Comentários
  • https://pt.wikipedia.org/wiki/Parceria_Transpac%C3%ADfico

  • Parceria Transpacífico é um acordo de livre-comércio estabelecido entre doze países banhados pelo Oceano Pacífico, relativo a uma variedade de questões de política e econômicas, que foi alcançado em 5 de outubro de 2015 após sete anos de negociações. O objetivo declarado do acordo é o de "promover o crescimento econômico; apoiar a criação e manutenção de postos de trabalho, reforçar a inovação, a produtividade e a competitividade; elevar os padrões de vida, reduzir a pobreza em nossos países, e promover a transparência, a boa governança e proteção ambiental."[3] O acordo é semelhante ao Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP), proposto entre os Estados Unidos e União Europeia.[4]

    Historicamente, a Parceria Transpacífico é uma expansão do Acordo de Parceria Econômica Estratégica Trans-Pacífico (TPSEP, também referido como P4)[5] , que foi assinado por Brunei, Chile, Nova Zelândia e Singapura em 2005. A partir de 2008, outros países aderiram à discussão para um acordo mais amplo: Austrália, Canadá, Japão, Malásia, México, Peru, Estados Unidos eVietnã, elevando o número total de países que participam das negociações para doze.


    https://pt.wikipedia.org/wiki/Parceria_Transpac%C3%ADfico

  • Nem sabia a resposta, só fiz interpretar o texto dado pela questão! Empresas, internet, liderança, mercado.

  • A TPP surgiu para os EUA competirem contra a China e seu crescente avanço comercial.

    Então tem a ver com globalização? Tem, porque a globalização derrubou fronteiras do comércio mundial.

    Tem a ver com inovações tecnológicas? Tem, não só na logística, mas o consumidor se sente tentado a comprar em outros países graças a internet.

    Essa realidade é assinalada por um alto grau de expansão e competitividade? Sim, os EUA se sentem ameaçados com o grau de expansão comercial da China, por isso criaram esse bloco econômico, o TPP.

     

    Questão correta.

     

     

    https://www.aprovaconcursos.com.br/questoes-de-concurso/questao/436618


ID
1777891
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

          A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais.

                            O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações). 

Considerando o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte acerca do cenário econômico mundial contemporâneo.

De acordo com o ponto de vista norte-americano, a TPP garante continuidade aos passos estratégicos realizados anteriormente pelo país com a criação do NAFTA — que integrou as economias dos EUA, do México e do Canadá — e da ALCA, voltada para o conjunto das Américas, ambos de inegável êxito político e econômico.

Alternativas
Comentários
  • O NAFTA obteve êxito. Porém, a ALCA não implementada até hoje.

  • Integrou o NAFTA e União Europeia.

  • Com o crescimento do NAFTA superior a 150 % na última década, os Estados Unidos pretendem expandir suas áreas comerciais implantando um megabloco econômico que prevê a derrubada das barreiras comerciais entre as Américas do Norte, Sul e Central (com exceção de Cuba), o ALCA (Área de Livre Comércio das Américas). Se entrasse em funcionamento ele renderia um PIB de cerca de 20 trilhões de dólares e teria uma população de 850 milhões de habitantes. Contudo, o novo bloco atenderia especialmente aos interesses econômicos norte-americanos, que se sobressairia aos países em desenvolvimento e subdesenvolvidos. Sendo assim por divergências entre os países, o ALCA ainda não foi implantado

    http://www.estudopratico.com.br/bloco-economico-nafta-paises-objetivos-e-caracteristicas/
  • Gabarito: ERRADO

    Professor Oli Soares (AlfaCon):

     

    Entre as dificuldades para a formação de um bloco na América é a disparidade entre a economia dos Estados Unidos e a dos demais países americanos que, precisariam de vultosos investimentos em infraestrutura. A proposta recebeu muitas críticas, principalmente de Luís Inácio Lula da Silva, do Brasil, e Hugo Chávez, da Venezuela com receio de que a indústria norte-americana pudesse oferecer produtos mais baratos, prejudicando as indústrias desses países.

    O projeto da ALCA foi recusado pela maioria dos governos latino-americanos desde novembro de 2005 quando foi realizada a 4º Cúpula das Américas. Em lugar da ALCA, foram criados outros organismos de cooperação regional, sem a participação norte-americana, como a ALBA – Alian. Saliente-se, ainda que a ALCA não foi implantada.

  • O projeto da ALCA foi recusado pela maioria dos governos latino-americanos desde novembro de 2005, quando foi realizada a Quarta Cúpula das Américas em Mar del Plata e foi praticamente abadonada.Em lugar da ALCA, foram criados outros organismos de cooperação regional, sem a participação norte-americana, como a ALBA - Aliança Bolivariana para as Americas.


ID
1777894
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

          A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais.

                                O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte acerca do cenário econômico mundial contemporâneo.

A crescente importância econômica de países como China e Índia, somada ao protagonismo do Japão na economia mundial após a Segunda Grande Guerra, cria a perspectiva de que a Ásia se torne cada vez mais influente no cenário econômico global.

Alternativas
Comentários
  • A Ásia consolida-se como a região com maior crescimento do mundo. http://www.vermelho.org.br/noticia/286233-9


ID
1777897
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

          A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais.

                                O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte acerca do cenário econômico mundial contemporâneo.

É possível inferir que a criação da TPP obedece a uma lógica essencialmente mercantil, o que afasta qualquer pretensão de hegemonia política e de hegemonia estratégica por parte dos EUA.

Alternativas
Comentários
  • Vai muito além de um acordo meramente comercial.

     

  • seria bom demais pra ser só um acodo, sem outra coisas por trás.

  •  Texto para a questão:

    A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásiavai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais.

                                    O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações).
     

  • Para quem não entende os comentários e nao tem acesso a resposta. Gaba: ERRADO

  • Só lembrando que  Trump assinou decreto para retirar EUA de acordo com países do pacífico. A Parceria fechada no TPP por 12 países havia sido assinada por Obama em 2015. Retirada era uma das promessas de campanha de Trump.

     

    https://g1.globo.com/economia/noticia/trump-assina-ordem-para-retirar-eua-da-parceria-transpacifico.ghtml


ID
1777900
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

          A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais.

                                O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte acerca do cenário econômico mundial contemporâneo.

O Brasil, nação simpatizante à ALCA e com objetivo de aderir ao TPP, suscitou desentendimentos entre seus parceiros de MERCOSUL, sobretudo com a Argentina, ao unir-se com o Chile e com o Peru.

Alternativas
Comentários
  • Mercado Comum do Sul, ou MERCOSUL, é um bloco econômico que foi formado por Brasil,Argentina, Paraguai e Uruguai. Outros países podem fazer parte das negociações do bloco, mas são considerados apenas como associados. Estes são Bolívia, Chile, Peru, Colômbia e Equador. AVenezuela ingressou no grupo em 2006. E o México permanece como estado observador.

    Criado em 1991 com a assinatura do Tratado de Assunção (no Paraguai) o MERCOSUL busca garantir a livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os países membros, através da eliminação de barreiras alfandegárias e restrições não tarifárias à circulação de mercadorias e de qualquer outra medida de efeito equivalente.

  • Mercosul suspende o Paraguai e incorpora a Venezuela

    Uma manobra de Brasil, Argentina e Uruguai garantiu a entrada da Venezuela no Mercosul. Nesta sexta-feira, o bloco decidiu suspender temporariamente o Paraguai até a realização de novas eleições - marcadas para 2013 - e aprovou a incorporação do país governado pelo ditador Hugo Chávez a partir do próximo dia 31 de julho. A entrada da Venezuela como membro pleno no bloco estava pendente desde 2006, devido à negativa do Congresso paraguaio em ratificar o protocolo de adesão, mas a suspensão do Paraguai, destravou o processo.

    O anúncio foi feito pela presidente argentina, Cristina Kirchner, durante o discurso de encerramento da Cúpula do Mercosul, na cidade de Mendoza.

    "A saída do Paraguai abriu a brecha necessária para a incorporação da Venezuela, o que leva a um impasse simbólico importante, pois um dos países fundadores deu lugar a um país novo no bloco", afirma o historiador José Aparecido Rolon, professor do departamento de Relações Internacionais da Universidade Anhembi-Morumbi e autor de tese sobre democracia no Paraguai. Ele afirma que foi clara a articulação entre os membros do bloco para a entrada de Caracas.

    Ainda de acordo com Rolon, o fato de o Paraguai ter sido suspenso por ter, na perspectiva do Mercosul, violado a democracia, é incoerente com a incorporação da Venezuela, país com padrões democráticos fortemente questionáveis. "Sem dúvidas, esta medida cria uma situação paradoxal."

    Com alta dose de hipocrisia, os governantes do grupo, que em nenhum momento mencionaram as artimanhas de Chávez para se manter no poder, afirmaram que a suspensão do Paraguai ocorreu devido ao "rompimento do processo democrático" no país - como tem sido definido pelos sul-americanos o impeachment sofrido pelo presidente Fernando Lugo, ocorrido estritamente dentro das regras da Constituição paraguaia.

    Dilma Rousseff, por exemplo, defendeu da seguinte forma a suspensão paraguaia: "Nossa posição mostra a sobriedade desta região. Há 140 anos vivemos sem guerras, conflitos étnicos ou perseguições religiosas no Mercosul. Fizemos todos os nossos organismos baseados no compromisso fundamental com a democracia, e o protocolo de Ushuaia evidencia isso". O protocolo de Ushuaia determina que os países-membros do bloco possuam governos democráticos.

    A respeito da entrada da Venezuela no bloco, Dilma disse que o Mercosul espera que "o processo contínuo e sistemático pelo qual passou a integração da Venezuela seja concluído" no próximo mês. O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, afirmou que o ingresso da Venezuela no Mercosul já fazia parte da agenda da cúpula, que teve a presença do chanceler venezuelano, Nicolás Maduro.

  • A questão já se torna errada no momento em que menciona como objetivo do Brasil "aderir ao TPP".

    E isso se confirma pela matéria abaixo colacionada, com reportagens inclusive em vídeo:

    http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/10/brasil-fica-fora-de-acordo-comercial-e-pode-perder-muitos-exportadores.html

  • O BRASIL NÃO FAZ FRONTEIRA COM O PACIFICO


ID
1777903
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

      Eles chegaram num fluxo incessante. No auge, eram cerca de dez mil imigrantes por dia, e de um milhão dirigindo-se à Europa desde o começo deste ano. Era um cenário em que pessoas empurravam bebês em carrinhos, bem como pais idosos em cadeiras de rodas, e levavam nas meias as economias de uma vida inteira. Vieram à procura de uma nova realidade, mas, sob muitos aspectos, eram eles os arautos de uma nova época. Atualmente, estima-se que há sessenta milhões de refugiados pelo mundo, o que representa um número maior do que em qualquer outro momento registrado na história, e eles estão se deslocando em quantidades inéditas desde a Segunda Guerra Mundial.

The New York Times (International Weekly). In: Folha de S.Paulo, 7/11/2015 (com adaptações).

Julgue o item subsequente a respeito dos refugiados pelo mundo, assunto abordado no texto precedente.

De acordo com a declaração universal dos direitos humanos, aprovada pela ONU, “toda pessoa vítima de perseguição tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países". Isso leva a concluir que cada refugiado é reflexo de um grave padrão de violação dos direitos humanos. 

Alternativas
Comentários
  • Gab. Certo. De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), o artigo XIV, 1, prevê que: "Todo ser humano, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países".

    .

    A título de curiosidade, a DUDH é um documento marco na história dos Direitos Humanos, sendo elaborada por representantes de diferentes origens jurídicas e culturais de todas as regiões do mundo. Foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, em 10 de Dezembro de 1948, através da Resolução 217 A (III) da Assembleia Geral como uma norma comum a ser alcançada por todos os povos e nações. Ela estabelece, pela primeira vez, a proteção universal dos direitos humanos. Ademais, foi traduzida em mais de 360 idiomas – o documento mais traduzido do mundo – e inspirou as constituições de muitos Estados e democracias recentes. Por fim, a DUDH, em conjunto com o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e seus dois Protocolos Opcionais (sobre procedimento de queixa e sobre pena de morte) e com o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e seu Protocolo Opcional, formam a chamada Carta Internacional dos Direitos Humanos.

    .

    Fonte: www.dudh.org.br

  • Meu resumo sobre direito do refugiado....Qualquer erro por favor me avisem.


    DIREITO DO REFUGIADO


    Receio ou ameaça de perseguição por raça, opinião política, grupo social, nacionalidade, violação de direitos humanos, conflitos armados, etc.. Para pessoa ou grupo de pessoas que NÃO PODEM ou NÃO QUEREM permanecer no estado de origem. TEM QUE ESTAR FORA DO PAIS de nacionalidade; Direito de não ser devolvido ao pais em que esteja sendo perseguido, principio da não devolução; O ingresso irregular no território nacional não impede que o estrangeiro solicite refúgio. Vale tmb para apátrida que se encontre fora do pais onde tinha residência habitual; Vale para a família tmb, desde que estejam no pais que concederá o refúgio; A concessão de refúgio é um ato vinculado, cujas hipóteses estão definidas em tratados e na lei. Se preenchidos os requisitos, é um dever do Estado.


    Surgiu efetivamente na Convenção das Nações Unidas de 1951(Pós segunda guerra) para resolver a questão dos refugiados da Europa. Criou-se então o Estatuto dos Refugiados 1951 (Genebra) trazendo importantes princípios e definições quanto aos refugiados. A Convenção foi complementada posteriormente pelo Protocolo de 1967. Objetivo principal foi AUMENTAR DEFINIÇOES DE REFUGIADO e SUAS PROTEÇOES, porque, em tese, a de 1951 definia como refugiado somente aquelas relacionados com os acontecimentos antes deste ano. Tal protocolo é INDEPENDENTE da convenção de 51.

    A Convenção de 1951 e o Protocolo de 1967, por fim, são os meios através dos quais é assegurado que qualquer pessoa, em caso de necessidade, possa exercer o direito de procurar e receber refúgio em outro país.

    Recebem status de refugiado:

    - Mulher que não se conforme com restrições sociais rígidas, Mutilações genitais, Orientação sexual; Desertor,

    Não recebem status de refugiado:

    - Migrantes Econômicos, normalmente esses têm a proteção do seu estado e saem em busca de melhores condições de vida.

    - Criminoso que tenha sido devidamente processado por crime COMUM e foge do seu pais para não cumprir pena.

    - Participantes de crime de guerra, crime contra a paz, crime contra humanidade, atos terroristas, violação maciças de DH, genocídio. Se há suspeita de participação, não será concedido.

    - Militante armado. Qualquer pessoa que continue a desempenhar ações armadas contra o seu país de origem, a partir do país de acolhida, não pode ser considerada refugiada.




ID
1777906
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

      Eles chegaram num fluxo incessante. No auge, eram cerca de dez mil imigrantes por dia, e de um milhão dirigindo-se à Europa desde o começo deste ano. Era um cenário em que pessoas empurravam bebês em carrinhos, bem como pais idosos em cadeiras de rodas, e levavam nas meias as economias de uma vida inteira. Vieram à procura de uma nova realidade, mas, sob muitos aspectos, eram eles os arautos de uma nova época. Atualmente, estima-se que há sessenta milhões de refugiados pelo mundo, o que representa um número maior do que em qualquer outro momento registrado na história, e eles estão se deslocando em quantidades inéditas desde a Segunda Guerra Mundial.

The New York Times (International Weekly). InFolha de S.Paulo, 7/11/2015 (com adaptações).

Julgue o item subsequente a respeito dos refugiados pelo mundo, assunto abordado no texto precedente.

As atuais correntes migratórias, que chamam a atenção do mundo, partem de pontos distintos. Em geral, os grupos originados da África subsaariana e do Oriente Médio — especialmente da conflagrada Síria — têm como destino a Europa.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: CERTO. Crise migratória na Europa, também conhecida como crise migratória no Mediterrâneo e crise de refugiados na Europa, é como se denomina a atual situação humanitária crítica que se tornou mais grave no ano de 2015, por conta do aumento descontrolado de refugiados solicitantes de asilo, imigrantes econômicos e outros imigrantes, que em conjunto partem, principalmente, de África e do Oriente Médio para países europeus.


    A crise surgiu como consequência do crescente número de migrantes irregulares que chegam (ou tentam chegar) aos estados membros da União Europeia, através de perigosas travessias no mar Mediterrâneo e no Bálcãs, procedentes de África, Oriente Médio e Ásia do Sul. A maioria destes movimentos migratórios caracterizam-se por ser migração forçada de vítimas de conflitos armados, perseguições, pobreza, mudanças climáticas e violações massivas dos direitos humanos, além da ação massiva de grupos de tráfico ilegal que exploram migrantes vulneráveis.

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_migratória_na_Europa


    Complementando:  Quem são esses refugiados? Dentre os principais grupos de refugiados que chegam atualmente à Europa estão sírios, afegãos, iraquianos, paquistaneses, eritreus, somalianos e nigerianos. Fugindo de guerras, violência, pobreza e falta de perspectivas, não hesitam em optar por rotas de alto risco, a pé ou pelo Mediterrâneo, na expectativa de uma vida melhor, na Europa. Fonte: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/09/seis-perguntas-para-entender-crise-humanitaria-de-refugiados-na-europa.html

  • Eles chegaram num fluxo incessante. No auge, eram cerca de dez mil imigrantes por dia, e de um milhão dirigindo-se à Europa desde o começo deste ano. Era um cenário em que pessoas empurravam bebês em carrinhos, bem como pais idosos em cadeiras de rodas, e levavam nas meias as economias de uma vida inteira. Vieram à procura de uma nova realidade, mas, sob muitos aspectos, eram eles os arautos de uma nova época. Atualmente, estima-se que há sessenta milhões de refugiados pelo mundo, o que representa um número maior do que em qualquer outro momento registrado na história, e eles estão se deslocando em quantidades inéditas desde a Segunda Guerra Mundial.

    The New York Times (International Weekly). InFolha de S.Paulo, 7/11/2015 (com adaptações).

    Julgue o item subsequente a respeito dos refugiados pelo mundo, assunto abordado no texto precedente.

    As atuais correntes migratórias, que chamam a atenção do mundo, partem de pontos distintos. Em geral, os grupos originados da África subsaariana e do Oriente Médio — especialmente da conflagrada Síria — têm como destino a Europa.

    Gabarito: CERTO. Crise migratória na Europa, também conhecida como crise migratória no Mediterrâneo e crise de refugiados na Europa, é como se denomina a atual situação humanitária crítica que se tornou mais grave no ano de 2015, por conta do aumento descontrolado de refugiados solicitantes de asilo, imigrantes econômicos e outros imigrantes, que em conjunto partem, principalmente, de África e do Oriente Médio para países europeus.

     

    A crise surgiu como consequência do crescente número de migrantes irregulares que chegam (ou tentam chegar) aos estados membros da União Europeia, através de perigosas travessias no mar Mediterrâneo e no Bálcãs, procedentes de África, Oriente Médio e Ásia do Sul. A maioria destes movimentos migratórios caracterizam-se por ser migração forçada de vítimas de conflitos armados, perseguições, pobreza, mudanças climáticas e violações massivas dos direitos humanos, além da ação massiva de grupos de tráfico ilegal que exploram migrantes vulneráveis.

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_migratória_na_Europa

     

    Complementando:  Quem são esses refugiados? Dentre os principais grupos de refugiados que chegam atualmente à Europa estão sírios, afegãos, iraquianos, paquistaneses, eritreus, somalianos e nigerianos. Fugindo de guerras, violência, pobreza e falta de perspectivas, não hesitam em optar por rotas de alto risco, a pé ou pelo Mediterrâneo, na expectativa de uma vida melhor, na Europa. Fonte: http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/09/seis-perguntas-para-entender-crise-humanitaria-de-refugiados-na-europa.html

     

  • Se essa questão fosse de uma prova mais complexa, como a do Instituto Rio Branco, ela estaria errada. Uma das características do fluxo de refugiados é a busca de asilo em países vizinhos, sendo que a migração Norte-Sul é MUITO menor do que a Sul-Sul.


ID
1777909
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

      Eles chegaram num fluxo incessante. No auge, eram cerca de dez mil imigrantes por dia, e de um milhão dirigindo-se à Europa desde o começo deste ano. Era um cenário em que pessoas empurravam bebês em carrinhos, bem como pais idosos em cadeiras de rodas, e levavam nas meias as economias de uma vida inteira. Vieram à procura de uma nova realidade, mas, sob muitos aspectos, eram eles os arautos de uma nova época. Atualmente, estima-se que há sessenta milhões de refugiados pelo mundo, o que representa um número maior do que em qualquer outro momento registrado na história, e eles estão se deslocando em quantidades inéditas desde a Segunda Guerra Mundial.

The New York Times (International Weekly). InFolha de S.Paulo, 7/11/2015 (com adaptações).

Julgue o item subsequente a respeito dos refugiados pelo mundo, assunto abordado no texto precedente.

À exceção da Alemanha, que enfrenta significativa crise econômica, os demais países integrantes da União Europeia foram ágeis na recepção dos atuais imigrantes refugiados, e lhes ofereceram abrigos provisórios, alimentação e documentação regularizada.

Alternativas
Comentários
  • A Alemanha é hoje um dos países que mais recebe refugiados, e um dos lugares preferidos dos imigrantes.

  • A Política interna alemã é favorável à recepção de imigrantes. Não podemos nos olvidar também de que a Alemanha não está em crise econômica. Assim, já se tem o gabarito da questão logo de início. 

  • ERRO NESTA PARTE ''À exceção da Alemanha, que enfrenta significativa crise econômica, '' NAO ENFRENTA

     

     

    Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la.

    Augusto Cury

  • http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150909_beneficio_imigrantes_alemanha_lgb

     

    "Quando a chanceler alemã, Angela Merkel, anunciou na semana passada que a Alemanha concederia asilo a 800 mil refugiados neste ano, muitos afirmaram que outros países da União Europeia deveriam seguir o exemplo da maior economia do bloco."

     

    Gab: Errado

  • O povo alemão é uma nação digníssima, sabem do erro histórico que foi a segunda guerra e fazem de tudo para estarem na paz.


    PM_ALAGOAS_2018


ID
1779922
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Com relação às disposições do Regimento Interno (RI) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), julgue o item a seguir.

Caso um advogado impetre pedido de habeas corpus no TJDFT em favor de um cliente seu e a referida medida for concedida, a decisão será cumprida, independentemente de acórdão.

Alternativas
Comentários
  • CERTO!  Art. 100.  Independerá de acórdão, para que seja cumprida, a decisão:

    I – que conceder habeas corpus ou mandado de segurança;

    II – que, em habeas corpus ou mandado de segurança, declinar da competência para outro órgão do Tribunal 

  • Olá pessoal (GABARITO = CERTO)

    ---------------------------------------------------------

    Em primeiro lugar é importante saber que o habeas corpus pode ser impetrado pela própria pessoa que está tendo seu direito à liberdade de locomoção desrespeitado (paciente) ou por outra pessoa em seu lugar. Não há, portanto, nenhum problema em o advogado impetrar o pedido de habeas corpus em favor do seu cliente. A segunda parte da assertiva se refere à regra do art. 174. Esse dispositivo determina que a decisão que concede habeas corpus deve ser comunicada imediatamente e cumprida independentemente da elaboração do acórdão, em razão da urgência da medida. Uma vez que o acórdão seja registrado, será encaminhada uma cópia à autoridade competente, mas a decisão não depende disso para que seja cumprida.

    ---------------------------------------------------------

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-comentarios-a-prova-de-regimento-interno-pgc-e-lojdf/

    ---------------------------------------------------------

    Fé em Deus, não desista.

  • Gabarito: certo.

     

    Uma pequena atualização, caso você esteja aí procurando esse artigo no RI de 2016: trata-se do art. 133, inciso I.

     

    Art. 133. Independerá de acórdão, para que seja cumprida, a decisão:

    I - que conceder habeas corpus ou mandado de segurança;

     

    -------------

    Outra observação: esse artigo foi também cobrado no certame de 2008 (TJAA):

    A 1.ª Turma do TJDFT, ao analisar habeas corpus impetrado em favor de paciente preso, decidiu conceder a medida. Nessa situação, a exeqüibilidade da decisão depende da elaboração do acórdão. Gabarito: errado.

  • Art. 133. Independerá de acórdão, para que seja cumprida, a decisão:

    I - que conceder habeas corpus ou mandado de segurança;

    II - que, em habeas corpus ou mandado de segurança, declinar da competência para outro órgão do Tribunal ou juízo de Primeiro Grau do Distrito Federal e dos Territórios;

    III - que decidir conflito de competência;

    IV - que implicar conversão do julgamento em diligência, cabendo ao relator sugerir a inclusão, na papeleta de julgamento, da hipótese indicada no caput deste artigo;

    V - que julgar procedente reclamação;

    VI - que decidir desaforamento.

    Parágrafo único. As partes serão intimadas das decisões de que trata este artigo mediante publicação da ata da sessão em que ocorreu o julgamento.

  • Art. 133. Independerá de acórdão, para que seja cumprida, a decisão:

    • I - que conceder habeas corpus ou mandado de segurança;
    • II - que, em habeas corpus ou mandado de segurança, declinar da competência para outro órgão do Tribunal ou juízo de Primeiro Grau do Distrito Federal e dos Territórios;
    • III - que decidir conflito de competência;
    • IV - que implicar conversão do julgamento em diligência, cabendo ao relator sugerir a inclusão, na papeleta de julgamento, da hipótese indicada no caput deste artigo;
    • V - que julgar procedente reclamação;
    • VI - que decidir desaforamento.

    Parágrafo único. As partes serão intimadas das decisões de que trata este artigo mediante publicação da ata da sessão em que ocorreu o julgamento. 

  • Correto – Segundo o artigo 133, inciso I do Regimento Interno do TJDFT, independerá de acórdão, para que seja cumprida a decisão que conceder o Habeas Corpus ou o MS.

    Segundo disposição deste artigo em seus incisos, existem outras situações que independem de acórdão para que seja cumprida a decisão, tais como: a que declinar a competência para outro órgão (do Tribunal ou Juízo de 1º grau); a que decidir conflito de competência; a decisão que implicar conversão de julgamento em diligência; a que julgar procedente a reclamação e a que decidir o desaforamento

  • Art. 133. Independerá de acórdão, para que seja cumprida, a decisão:

    I - que conceder habeas corpus ou mandado de segurança;

    II - que, em habeas corpus ou mandado de segurança, declinar da competência para outro órgão do Tribunal ou juízo de Primeiro Grau do Distrito Federal e dos Territórios;

    III - que decidir conflito de competência;

    IV - que implicar conversão do julgamento em diligência, cabendo ao relator sugerir a inclusão, na papeleta de julgamento, da hipótese indicada no caput deste artigo;

    V - que julgar procedente reclamação;

    VI - que decidir desaforamento.

    Parágrafo único. As partes serão intimadas das decisões de que trata este artigo mediante publicação da ata da sessão em que ocorreu o julgamento.


ID
1779928
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Com relação às disposições do Regimento Interno (RI) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), julgue o item a seguir.

Se um desembargador afastar-se de suas funções por um período de quarenta dias, o presidente do TJDFT designará um juiz de direito substituto de segundo grau para substituí-lo, o que vinculará esse juiz aos processos que lhe possam ser distribuídos durante o período da substituição.

Alternativas
Comentários
  • CERTO. Art. 42.  Em caso de afastamento de desembargador por período superior a trinta dias e de vacância do cargo, será designado para a substituição, por ato do Presidente do Tribunal, o juiz de direito substituto de segundo grau localizado na respectiva Turma.

    § 3º O juiz de direito substituto de segundo grau ficará vinculado aos processos que lhe forem distribuídos durante a substituição.

    § 4º Durante o período de substituição, a atividade jurisdicional do substituto poderá abranger os processos anteriormente distribuídos ao desembargador substituído.


  • Olá pessoal (GABARITO = CERTO)

    ---------------------------------------------------------

    Perfeito! O afastamento do Desembargador por mais de 30 dias já justifica a convocação do Juiz de Direito substituto de segundo grau para substitui-lo, nos termos do art. 42. Uma vez que o Juiz de Direito substituto de segundo grau tenha recebido processos por meio de distribuição no período em que estava substituindo o Desembargador ausente, ficará vinculado a esses processos, nos termos do §3º.

    ---------------------------------------------------------

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-comentarios-a-prova-de-regimento-interno-pgc-e-lojdf/

    ---------------------------------------------------------

    Fé em Deus, não desista.

  • Tem uma alteração a ser observada aqui, de acordo com o Regimento Interno do TJDFT publicado em março de 2016:

     

    Art. 60. Em caso de afastamento de desembargador por período superior a 30 (trinta) dias e de vacância do cargo, a substituição caberá ao juiz de direito substituto de segundo grau localizado na respectiva Turma ou, não sendo possível, mediante designação do Presidente do Tribunal.

     

    Art. 65. Os juízes de direito substitutos de segundo grau serão localizados nas Turmas e Câmaras especializadas.

    § 1º Os juízes de direito substitutos de segundo grau funcionarão como relator, revisor ou vogal.

    § 2º Os juízes de direito substitutos de segundo grau ficarão vinculados, como relator ou revisor, aos processos que lhes forem distribuídos, independentemente de remoção, permuta ou acesso ao cargo de desembargador.

     

    Portanto, em caso de afastamento de desembargador por mais de 30 dias, o juiz de direito de 2º grau substituto localizado na respectiva Turma irá substituir; não sendo possível, o Presidente do Tribunal designará.

    Quando à vinculação aos processos, não há mais essa redação do antigo §3º citada pelos colegas (§ 3º O juiz de direito substituto de segundo grau ficará vinculado aos processos que lhe forem distribuídos durante a substituição.). O que há agora (art. 65, §2º) é que eles ficarão vinculados, como relator ou revisor, aos processos que lhe forem distribuídos.

  • Correto. Conforme previsto no artigo 60 do RITJDFT, em caso de afastamento de desembargador por mais de 30 dias, o juiz de direito substituto de 2º grau localizado na respectiva Turma irá substituí-lo; acaso não seja possível a referida substituição, o Presidente do Tribunal designará seu substituto.

     

    Art. 60. Em caso de afastamento de desembargador por período superior a 30 (trinta) dias e de vacância do cargo, a substituição caberá ao juiz de direito substituto de segundo grau localizado na respectiva Turma ou, não sendo possível, mediante designação do Presidente do Tribunal.

     

    Quanto ao seu substituto, no exercício das atividades do desembargador afastado, esse ficará vinculado aos processos que lhe for distribuído na condição de relator ou de revisor, conforme previsto no artigo 65; §2º do RITJDFT, independentemente de remoção, permuta ou acesso ao cargo de desembargador.

     

    Art. 65. (...) § 2º Os juízes de direito substitutos de segundo grau ficarão vinculados, como relator ou revisor, aos processos que lhes forem distribuídos, independentemente de remoção, permuta ou acesso ao cargo de desembargador.

  • Art. 60. Em caso de afastamento de desembargador por período superior a 30 (trinta) dias e de vacância do cargo, a substituição caberá ao juiz de direito substituto de segundo grau localizado na respectiva Turma ou, não sendo possível, mediante designação do Presidente do Tribunal.

    Parágrafo único. Durante o período de substituição, a atividade jurisdicional do substituto poderá abranger os processos anteriormente distribuídos ao desembargador substituído.

    Art. 65. Os juízes de direito substitutos de segundo grau serão localizados nas Turmas e Câmaras especializadas.

    § 1º Os juízes de direito substitutos de segundo grau funcionarão como relator, revisor ou vogal.

    § 2º Os juízes de direito substitutos de segundo grau ficarão vinculados, como relator ou revisor, aos processos que lhes forem distribuídos, independentemente de remoção, permuta ou acesso ao cargo de desembargador.

  • CERTO.

    Art. 42. Em caso de afastamento de desembargador por período superior a

    trinta dias e de vacância do

    cargo, será designado para a substituição, por ato do Presidente do Tribunal, o juiz de direito substituto de segundo grau localizado na respectiva

    Turma.


ID
1779931
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Com relação às disposições do Regimento Interno (RI) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), julgue o item a seguir.

O presidente e o vice-presidente do tribunal e o corregedor da justiça integram o Conselho Especial do TJDFT; os demais desembargadores integrantes desse conselho são eleitos pelo Tribunal Pleno.

Alternativas
Comentários
  • O presidente e o vice-presidente do tribunal e o corregedor da justiça integram o Conselho Especial do TJDFT; os demais desembargadores integrantes desse conselho são eleitos pelo Tribunal Pleno. 

    ERRADA.  Art. 6º  O Conselho Especial, constituído de dezessete desembargadores, respeitada a representação de advogados e de membros do Ministério Público, e presidido pelo Presidente do Tribunal, é integrado:

    I – pelos nove desembargadores mais antigos, entre eles o Presidente do Tribunal, o Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça;

    II – por oito desembargadores eleitos pelo Tribunal Pleno

  • Olá pessoal (GABARITO = ERRADO)

    ---------------------------------------------------------

    Aqui a banca cometeu um pequeno deslize, deixando de mencionar os dois Vice-Presidentes, e dando a entender que existe apenas um. Infelizmente isso não justificaria a anulação da questão, pois ela está errada por outras razões. O Conselho Especial é composto por 17 Desembargadores, sendo os 9 mais antigos do Tribunal (entre eles os 4 ocupantes dos cargos de direção), e 8 eleitos pelo Tribunal Pleno. A assertiva, portanto, está errada.

    ---------------------------------------------------------

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-comentarios-a-prova-de-regimento-interno-pgc-e-lojdf/

    ---------------------------------------------------------

    Fé em Deus, não desista.

  • Regimento Interno

    Art. 7º O Conselho Especial compõe-se de (21) vinte e um membros e é presidido pelo Presidente do Tribunal. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1, de 2016) 
    § 1º Respeitada a representação do quinto constitucional, integram o Conselho 
    Especial: 
    I - os (11) onze desembargadores mais antigos, entre eles o Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça; (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1, de 2016)

    II - (10) dez desembargadores eleitos pelo Tribunal Pleno.  (Redação dada pela Emenda Regimental nº 1, de 2016)

  • Errado. Segundo o disposto no art. 7º do RITJDFT, o Conselho Especial será composto por 21 membros e presidido pelo Presidente do TJ e, segundo os I e II deste Regimento, esta composição será formada pelos 11 desembargadores mais antigos, entre eles o Presidente do Tribunal, o 1º e 2º Vice-presidentes e o Corregedor da Justiça, e de dez desembargadores eleitos pelo Tribunal Pleno

    No caso, a questão foi omissa no sentido de citar a participação dos 1º e 2º vice-presidentes no Conselho Especial do TJDFT


ID
1779934
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Ainda com base no RI do TJDFT, julgue o item que se segue.

Se secretário de governo do DF cometer crime comum no período em que exerce a função, ele será processado e julgado originariamente pelo Tribunal Pleno do TJDFT.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA! Art. 8º  Compete ao Conselho Especial:

    I – processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes COMUNS e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador e os Secretários de Governo do Distrito Federal e os dos Governos dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

  • Olá pessoal (GABARITO = ERRADO)

    ---------------------------------------------------------

    Opa! A competência para julgar secretários de governo do Distrito Federal nos crimes comuns é do Conselho Especial, e não do Tribunal Pleno, nos termos do art. 8º, I, “a”. A única exceção é o crime eleitoral, mas isso não torna a questão passível de recurso.

    ---------------------------------------------------------

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-comentarios-a-prova-de-regimento-interno-pgc-e-lojdf/

    ---------------------------------------------------------

    Fé em Deus, não desista.

  • ERRADA ART. 13 do Regimnento interno TJDFT

  • Conselho especial art.13

  • Gabarito Errado;

    TJDFT

     

    Gabarito Correto.

    TJ-TO

     

    kkkk Quando você erra sabendo a questão.

    Pois de acordo com o TJ-TO a questão estaria correta kkkk e no meu caso prevalece esse entendimento hahha.

     

    RI -Tj-TO

    Art. 7º O Tribunal Pleno não tem área de especialização, competindo-lhe:

    I - processar e julgar, originariamente

    d) os Secretários de Estado, nos crimes comuns e nos de responsabilidade não conexos com os do Governador;

  • Art. 13. Compete ao Conselho Especial:

    I - processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador e os Secretários de Governo do Distrito Federal e os dos Governos dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

  • RITJDFT  atualizado: art 13, I, a: Compete ao Conselho Especial processar e julgar originariamente: 

    nos crimes COMUNS e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador e os Secretários de Governo do Distrito Federal e os dos Governos dos Territórios e os Governos dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral ( a parte em negrito foi acrescentada). Bons estudos galera!

     

  • A competência para julgar secretários de governo do Distrito Federal nos crimes comuns é do Conselho Especial, e não do Tribunal Pleno.

    gab E

  • Questão Errada

    Será processado e julgado pelo Conselho Especial do TJDFT

    Regimento Interno TJDFT

    Art. 13. Compete ao Conselho Especial:

    I - processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador e os Secretários de Governo do Distrito Federal e os dos Governos dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

    b) nos crimes comuns, os Deputados Distritais, e nesses e nos de responsabilidade, os Juízes de Direito do Distrito Federal e dos Territórios e os Juízes de Direito Substitutos do Distrito Federal, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;  

  • CONSELHO ESPECIAAAAAAAAALL!!!!!

    *tribunal pleno só tem competências administrativas*

    qualquer erro, avise-me, obrigada.

  • ERRADO

    O órgão competente para processar e julgá-los é o Conselho Especial.

    Art. 13. Compete ao Conselho Especial:

    I - processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador e os Secretários de Governo do Distrito Federal e os dos Governos dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

  • Errado. Caso um secretário de governo do DF venha a praticar ato considerado crime comum (ou de responsabilidade), ele será processado e julgado, originalmente, pelo Conselho Especial do TJDFT, conforme previsto no art. 13; I do RITJDFT, e não pelo Tribunal Pleno

     

    Art. 13. Compete ao Conselho Especial:

    I - processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador e os Secretários de Governo do Distrito Federal e os dos Governos dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

     

    Com relação ao Tribunal Pleno (composto por todos os desembargadores e presidido pelo Presidente do TJDFT), segundo os arts. 3º e 360 do RITJDFT, possui somente atribuições administrativas e não de julgamento

  • Art. 3º O Tribunal Pleno, constituído pela totalidade dos desembargadores, é presidido pelo Presidente do Tribunal e possui atribuições administrativas.

    Art. 13. Compete ao Conselho Especial:

    I - processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador e os Secretários de Governo do Distrito Federal e os dos Governos dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

    b) nos crimes comuns, os Deputados Distritais, e nesses e nos de responsabilidade, os Juízes de Direito do Distrito Federal e dos Territórios e os Juízes de Direito Substitutos do Distrito Federal, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

  • Gab.: ERRADO!!

    Regimento Interno TJDFT

    Art. 13. Compete ao Conselho Especial:

    I - processar e julgar originariamente:

    a) nos crimes comuns e de responsabilidade, os Governadores dos Territórios, o Vice-Governador e os Secretários de Governo do Distrito Federal e os dos Governos dos Territórios, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

    Lembrando que quem julga o Governador de Estado ou do DF por crime comum STJ (CF, art. 105, I, “a”), e por crime de responsabilidade Tribunal Especial (Lei n. 1.079/50, art. 78).


ID
1779940
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Acerca da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir.

Um quinto dos cargos de desembargador devem ser preenchidos por membros do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e por advogados em efetivo exercício da profissão.

Alternativas
Comentários
  • Art. 55.  O provimento de cargo de Desembargador far-se-á por promoção de Juiz de Direito do Distrito Federal, por antigüidade e merecimento alternadamente, reservado 1/5 (um quinto) de lugares, que será preenchido por membros do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e advogados em efetivo exercício da profissão

  • Art. 55.  O provimento de cargo de Desembargador far-se-á por promoção de Juiz de Direito do Distrito Federal, por antigüidade e merecimento alternadamente, reservado 1/5 (um quinto) de lugares, que será preenchido por membros do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e advogados em efetivo exercício da profissão

  • Olá pessoal (GABARITO = CERTO)

    ---------------------------------------------------------

    Perfeito! Esta é a famosa regra do quinto constitucional, prevista no art. 55 da LOJDF, bem como na própria Constituição Federal de 1988.

    ---------------------------------------------------------

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-comentarios-a-prova-de-regimento-interno-pgc-e-lojdf/

    ---------------------------------------------------------

    Fé em Deus, não desista.

  • Art. 55. O provimento de cargo de Desembargador far-se-á por promoção de Juiz de Direito do Distrito Federal, por antigüidade e merecimento alternadamente, reservado 1/5 (um quinto) de lugares, que será preenchido por membros do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e advogados em efetivo exercício da profissão.


ID
1779943
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Acerca da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir.


Ação de indenização por acidente de trabalho ajuizada por servidor contra o DF deverá ser processada e julgada por uma das varas de fazenda pública.

Alternativas
Comentários
  • Justiça do Trabalho

  • Olá pessoal (GABARITO = ERRADO)

    ---------------------------------------------------------

    Em regra, quando for réu ou autor de ação o Distrito Federal ou entidades de sua administração descentralizada, a competência para julgar será do Juiz da Vara da Fazenda Pública, mas os feitos de acidente de trabalho são exceções a essa regra, nos termos do art. 26, I da LOJDF.

    ---------------------------------------------------------

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-comentarios-a-prova-de-regimento-interno-pgc-e-lojdf/

    ---------------------------------------------------------

    Fé em Deus, não desista.

  • Servidor celetista será justiça do trabalho, servidor público estatutário poderá ser a Justiça Federal ou Comum.

    Em suma, quando os servidores públicos federais forem contratados com base no regime celetista, será de competência da Justiça do Trabalho o julgamento das demandas em que estes figurem no pólo passivo. Com relação aos servidores estatutários, a competência será da Justiça Federal.

    Em relação aos servidores públicos estatutários da Administração Pública Estadual e Municipal também não paira nenhuma dúvida, restando a Justiça Comum competente para julgar as demandas que envolvam estes servidores, pois, neste caso, o vínculo não é de emprego, mas sim de adesão. Enquanto os empregados públicos celetistas da Administração Pública Estadual e Municipal, será de competência da Justiça do Trabalho, conforme interpretação do Supremo Tribunal Federal, pois neste caso, o vínculo é de emprego, contratual.

    Fonte:http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=7404

  • Lei 11.697/2008

    Art. 26. Compete ao Juiz da Vara da Fazenda Pública processar e julgar:
    I – os feitos em que o Distrito Federal ou entidades de sua administração descentralizada, inclusive
    empresas públicas e sociedades de economia mista de que participe, forem autores, réus, assistentes,
    litisconsortes, intervenientes ou opoentes, excetuados os de falência e acidentes de trabalho;

  • GABARITO ERRADO

    LEI Nº 11.697/08

    Art. 26. Compete ao Juiz da Vara da Fazenda Pública processar e julgar:

    I - as ações em que o Distrito Federal, entidade autárquica ou fundacional distrital ou empresa pública distrital forem autores, réus, assistentes, litisconsortes ou opoentes, excetuadas as ações de falência, as de acidentes de trabalho e as de competência da Justiça do Trabalho e dos Juizados Especiais da Fazenda Pública;  (Redação dada pela Lei nº 13.850, de 2019)

  • ERRADO

    Vara de Acidentes de Trabalho, teve seu artigo (29): VETADO

    ----

    Vara Fazenda Pública, (art 26, I - redação 2019) Excetua (retira) da competência do juiz da vara o processar e julgar:

    * Ações de falência,

    * Ações de acidentes de trabalho

    * Ações de competência da Justiça do Trabalho e dos Juizados Especiais da Fazenda Pública

    -----

    Vara de Execução Fiscal, (art 35 Excetua (retira) da competência do juiz da vara o processar e julgar:

    * As execuções de falência,

    * As execuções de acidentes de trabalho e

    * As execuções de meio ambiente, desenvolvimento urbano e fundiário.

  • O art. 26 da Lei nº 11.697/2008 estabelece as competências do Juiz da Vara de Fazenda Pública. Entre elas, segundo o inciso primeiro, cabe a este Magistrado processar e julgar “as ações em que o Distrito Federal, entidade autárquica ou fundacional distrital ou empresa pública distrital forem autores, réus, assistentes, litisconsortes ou opoentes, excetuadas as ações de falência, as de acidentes de trabalho e as de competência da Justiça do Trabalho e dos Juizados Especiais da Fazenda Pública”. Sendo assim, veja nitidamente que, em regra, realmente é competente o Juiz da Vara de Fazenda Pública para processar e julgar as ações em que o Distrito Federal seja réu, porém a ressalva do dispositivo afirma que o mencionado Magistrado não será competente quando o assunto for “acidente de trabalho”. Por essa razão a assertiva encontra-se errada.


    Resposta: ERRADO
  • ERRADO

    O juiz da Vara da Fazenda Pública não julga ações de acidente de trabalho.

    Art. 26. Compete ao Juiz da Vara da Fazenda Pública processar e julgar:

    I - as ações em que o Distrito Federal, entidade autárquica ou fundacional distrital ou empresa pública distrital forem autores, réus, assistentes, litisconsortes ou opoentes, excetuadas as ações de falência, as de acidentes de trabalho e as de competência da Justiça do Trabalho e dos Juizados Especiais da Fazenda Pública;     (Lei nº 11.697/08).


ID
1782625
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

Acerca da ISO 38500 e do COBIT 5, julgue o item subsequente.

A ISO 38500 aponta como princípios, entre outros, a responsabilidade e a aquisição. O primeiro versa sobre indivíduos dentro da organização, que compreendem e aceitam suas responsabilidades com respeito ao fornecimento e à demanda de TI. O segundo diz respeito à aquisição realizada por razões válidas, embasadas em análise apropriada e contínua.


Alternativas
Comentários
  • De acorodo com a ISO 38500

    Responsabilidade: papéis e responsabilidades bem definidos na entrega de TI aos clientes e na sua aquisição e garantia de autoridade compatível para o exercício desses papeis. 

    Aquisições: são adequadamente motivadas por meio de análises apropriadas e continuadas, assim como, decisões claras e transparentes, de modo que garanta o alcance do equilíbrio adequado entre benefícios, oportunidades, custos e riscos, podendo ser tanto no curto como ao longo prazo.

  • Principios

    Responsabilidade (tabela RACI e Habilitadores de processos e estruturas organizacionais)

    Estratégia

    Aquisiçao 

    Desempenho

    Conformidade

    Comportamento Humano

     


ID
1782628
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

Acerca da ISO 38500 e do COBIT 5, julgue o item subsequente.

O COBIT 5 descreve um modelo único e integrado de princípios que permite governar e gerir a TI de forma holística para toda a organização, o que abrange todas as áreas responsáveis pelas funções de TI e considera tanto os interesses internos quanto os interesses externos relacionados à TI.


Alternativas
Comentários
  • Cespe copiou e colou a questão do Cobit 5 pag 15 - Logo nas últimas linhas:

    O COBIT 5 permite que a TI seja governada e gerida de forma holística para toda a organização., abrangendo o negócio de ponta a ponta bem como todas as áreas responsáveis pelas funções de TI, levando em consideração os interesses internos e externos relacionados com TI.


    Correto



  • O COBIT 5 tem cinco princípios que baseiam a questão, são eles:

    1o Princípio: Atender às Necessidades das Partes Interessadas

    2o Princípio: Cobrir a Organização de Ponta a Ponta

    3o Princípio: Aplicar um Modelo Único Integrado

    4o Princípio: Permitir uma Abordagem Holística

    5o Princípio: Distinguir a Governança da Gestão

  • Achei estranho quando falou de interesses externos.
  • CERTO.

    Segundo o COBIT 5,p.15,"O COBIT 5 permite que a TI seja governada e gerida de forma holística para toda a organização, abrangendo o negócio de ponta a ponta bem como todas as áreas responsáveis pelas funções de TI, levando em consideração os interesses internos e externos relacionados com TI."

  • "O COBIT 5 habilita a TI a ser governada e gerenciada de uma forma holística para toda a empresa, cuidando, de ponta-a-ponta, do negócio e das áreas funcionais de TI, considerando os interesses de stakeholders internos e externos."

  • Só pra destacar que o COBIT nasceu justamente da necessidade de princípios de governanças para dar garantias das boas práticas aplicadas pela organização. Ou seja, os processos muitas vezes se destinam a produzir informações justamente para investidores externos às organizações.

  • Tb, turetto


ID
1782631
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

A respeito de gerenciamento de serviços, julgue o próximo item.

A classificação dos processos na ISO/IEC 20000 compreende entrega de serviços, controle, liberação, resolução e relacionamento. O processo de gerenciamento de segurança da informação é classificado como de entrega.

Alternativas
Comentários

  • https://pt.m.wikipedia.org/wiki/ISO_20000

  • Processos de Entrega de Serviço

    -Gerenciamento de Capacidade

    -Gerenciamento de Continuidade e Disponibilidade dos Serviços

    -Gerenciamento de Nível de Serviço

    -Relato de Serviço

    -Gerenciamento de Segurança da Informação

    -Orçamento e Contabilização para Serviços de TI

     

    Processos de Relacionamento 

    -Gerenciamento de Relacionamento com o Negócio

    -Gerenciamento de Fornecedores

     

    Processos de Resolução

    -Gerenciamento de Incidentes

    -Gerenciamento de Problemas

     

    Processos de Liberação 

    -Gerenciamento de Liberação 

     

    Processos de Controle

    -Gerenciamento de Configuração

    -Gerenciamento de Mudanças

     

    Fonte: http://www.itnerante.com.br/profiles/blogs/iso-20000-2-processos

     


ID
1782634
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

A respeito de gerenciamento de serviços, julgue o próximo item.

No ITIL, o gerenciamento de continuidade de negócio é responsável por garantir que os serviços de TI atendam às necessidades atuais e futuras do negócio dentro do orçamento planejado, e por gerenciar a redução de riscos a um nível aceitável.

Alternativas
Comentários
  • Gerenciamento de continuidade de negócio (GCN)

    (Desenho de Serviço da ITIL) O processo de negócio responsável pelo gerenciamento de risco que podem impactar seriamente o negócio. O gerenciamento de continuidade de negócio protege as conveniências das principais partes interessadas, reputação, marca e atividades de criação de valor. O processo envolve a redução de riscos a um nível aceitável e planejamento para a recuperação de processos de negócio caso ocorra uma interrupção ao negócio. O gerenciamento de continuidade de negócio define objetivos, escopo e requisitos para o gerenciamento de continuidade de serviço de TI.


    Obs: é bom prestarmos atenção, pois uma pegadinha frequente é dizer que o ITIL tem um processo específico para gerenciar riscos, o que não é verdade, riscos são tratados no processo de gerenciamento de continuidade de serviço, como vimos acima.

  • onde está o erro entao? garantir?

  • acredito que a gerencia dos riscos está mais relacionada à gerência de segurança da informação, por isso a questão está errada.

  • O processo que garante que os serviços de TI atendam às necessidades atuais e futuras do negócio é o Gerenciamento de Capacidade. Aí está o erro!

  • A assertiva faz referencia ao Gerenciamento de Capacidade, estando este relacionado com os critérios a serem adotados para garantir a escalabilidade.
  • Sempre erro essa merda

     

     

    2016

    Enquanto o gerenciamento da demanda visa identificar e analisar a demanda de clientes, a fim de melhor atendê-los, o gerenciamento de capacidade busca assegurar que os atuais e futuros requisitos de capacidade sejam prestados de forma eficaz, inclusive em relação aos custos, para garantir a realização dos serviços conforme o acordado. 

    Certa

     

  • Alternativa CORRETA. 

     

    A questão misturou dois conceitos: 

     

    GERENCIAMENTO DA CAPACIDADE: Este processo mantém os níveis de entrega de serviços requisitados a um custo acessível, além de assegurar que a capacidade da infraestrutura de TI esteja alinhada com as necessidades de negócio.

     

    GERENCIAMENTO DA CONTINUIDADE: gerencia riscos e certifica que as facilidades de TI possam ser recuperadas dentro do tempo necessário. Faz também a análise de riscos. 

  • No ITIL, o gerenciamento de continuidade de negócio é responsável por garantir que os serviços de TI atendam às necessidades atuais e futuras do negócio dentro do orçamento planejado, e por gerenciar a redução de riscos a um nível aceitável.

     

    A parte em vermelho é de capacidade. Necessidade atuais e futuras = Demandas -> capacidade.

    Pode notar que a parte em vermelho foca muito mais em atender as necessidades de que em recuperar ou manter um serviço funcionando. 

    Obs: a continuidade reduz o risco a um nível aceitavel.

     

     

  • Luiz H. a questão está ERRADA...só pra ficar claro!!!


ID
1782637
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Em relação a gerenciamento de projetos com base no PMBOK 5, julgue o item a seguir.

O controle do cronograma abrange a monitoração do andamento das atividades do projeto com vistas a atualizar seu progresso, que, no caso de utilização de um método ágil de desenvolvimento, abrange a repriorização do plano de trabalho restante (backlog).

Alternativas
Comentários
  • GERENCIAMENTO DE TEMPO - PMBOK 5

    Controlar o Cronograma — O processo de monitoramento do andamento das atividades do projeto para atualização do seu progresso e gerenciamento das mudanças feitas na linha de base do cronograma para realizar o planejado.

  • Se qualquer abordagem ágil for utilizada, o processo Controlar o cronograma está relacionado com:

    •   A determinação da situação atual do cronograma do projeto comparando a quantidade total de 

    trabalho entregue e aceito em relação às estimativas do trabalho concluído para o ciclo de tempo 

    transcorrido, 

    •   A condução de revisões retrospectivas (revisões agendadas para o registro das lições aprendidas) a 

    fim de corrigir os processos e melhorá-los, se necessário, 

    •   A repriorização do plano de trabalho restante (backlog),

    •   A determinação da taxa de velocidade em que as entregas são produzidas, validadas e aceitas 

    em um dado momento por iteração (duração de ciclo de trabalho acordado, normalmente de duas 

    semanas ou um mês),

    •   A determinação se houve mudança no cronograma do projeto, e

    •   O gerenciamento das mudanças reais à medida que elas ocorrem.



    FONTE: Guia PMBOK 5 ed, pg 187

  • Algúem traduz

  • GABARITO --> Correto

    Backlog = a re-priorização do plano de trabalho restante.


ID
1782640
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Em relação a gerenciamento de projetos com base no PMBOK 5, julgue o item a seguir.

Os processos de iniciação, entre eles, o desenvolvimento do termo de abertura do projeto, devem ser realizados no padrão tático-estratégico e embutidos no nível de controle do projeto, visto que, antes de se iniciar o projeto, há a necessidade de que os requisitos de alto nível sejam elucidados e o controle macro do projeto seja realizado também por parte dos gestores da organização.

Alternativas
Comentários
  • Encontrei isso no PMBoK 5:

    "Os processos de iniciação podem ser executados a nível de organização, programa ou portfólio e, assim sendo,
    seriam externos ao nível de controle do projeto."

  • A questão trabalha a compreensão dos papéis e responsabilidades do projeto. Quem realiza o controle macro do projeto não são os gestores da organização, mas o gerente de projetos.
  • Acredito que o erro da assertiva esteja em identificar os processos de iniciação (termo de abertura) no contexto interno (padrão tático-estratégico), quando nesta fase temos a definição e a participação das partes interessadas (stakeholders) que podem ser internos e externos. As partes interessadas tem grande infulencia na iniciação do projeto.

  • PMBOK 5º Edição página 54.

    "Os processos de iniciação podem ser executados a nível de organização, programa ou portfólio e, assim sendo,

    seriam externos ao nível de controle do projeto. Por exemplo, antes da iniciação do projeto, a necessidade de

    requisitos de alto nível pode ser documentada como parte de uma iniciativa organizacional maior."

    Um dos erros da questão está em dizer que os processos de iniciação devem ser realizados no padrão tático-estratégico, conforme extraido do próprio PMBOK, os processos de inicação podem ser executados tanto a nível de portifólio (estatégicos) como também a nível de organização ou porgrama.

    Outro erro foi dizer que os processos estariam embutidos no nível de controle, conforme extraído do PMBOK, os processos de iniciação executados a nível de organização, programa ou portfólio seriam externos ao nível de controle.

     

  • Eu reconheci o erro quando a assertiva associou o início à elucidação dos requisitos de alto nível. Eu acredito que essa elucidação se dê em um nível de planejamento, né?

  • Até agora, não entendi.

  • Errado

    O TAP - Termo de Abertura do Projeto é aprovado fora dos limites do ciclo de vida do projeto.

  • Os processos de iniciação, entre eles, o desenvolvimento do termo de abertura do projeto, devem ser realizados no padrão tático-estratégico e embutidos no nível de controle do projeto, visto que, antes de se iniciar o projeto, há a necessidade de que os requisitos de alto nível sejam elucidados e o controle macro do projeto seja realizado também por parte dos gestores da organização. Resposta: Errado

     

    Comentário: devem ser realizados no nível estratégico.

  • GABARITO --> Errado.

    Principais Erros:

    I - A Iniciação do Projeto pode se dar nos três níveis de planejamento;

    II - O TAP - Termo de Abertura do Projeto é aprovado fora dos limites do ciclo de vida do projeto. A Ex. dos processos de "Controle e Monitoramento", afinal, em termos o projeto a esta altura ainda não se deu, o que não exclui a possibilidade de termos um controle "Ex ante", mas neste caso estaria relacionado ao pré-projeto, como em processos de análise de viabilidade do projeto.

  • Acredito que a questão erra quando diz que "os processos de iniciação estarão embutidos no nível de controle do projeto".


ID
1782643
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

Julgue o item seguinte a respeito da IN n.º 4 MPOG/SLTI e da Resolução CNJ n.º 182.

De acordo com a Resolução CNJ n.º 182, o planejamento das contratações de solução de TI e comunicação incluirá as seguintes fases: análise de viabilidade da contratação, análise dos aspectos técnicos da solução e análise dos aspectos administrativos da contratação.

Alternativas
Comentários
  • [CNJ nº 182/2013] Art. 8º O planejamento das contratações de Solução de Tecnologia da Informação e Comunicação deverá ser composto por duas fases:

    I – elaboração dos Estudos Preliminares da STIC; e

    II – elaboração do Projeto Básico ou Termo de Referência.


  • Etapas do planejamento da contratação de acordo com a IN 04/2014:

    1- instituição da equipe de planejamento da contratação 

    2- estudo técnico preliminar 

    3- análise de risco

    4- termo de referência ou projeto básico.

  • De acordo com a IN 04/2014:

     

    Seção I

    Planejamento da Contratação

    Art. 9º A fase de Planejamento da Contratação consiste nas seguintes etapas:

     

    I - Instituição da Equipe de Planejamento da Contratação;

    II - Estudo Técnico Preliminar da Contratação;

    III - Análise de Riscos; 

    IV - Termo de Referência ou Projeto Básico.

  • Galera acho que estão enganados. Na questão pergunta sobre a resolução 182 da CNJ, na qual no artigo 8 diz:

    Art. 8º O planejamento das contratações de Solução de Tecnologia da Informação e Comunicação deverá ser composto por duas fases:

    I – elaboração dos Estudos Preliminares da STIC; e

    II – elaboração do Projeto Básico ou Termo de Referência.

  • Atualizando para IN 1 2019

    Planejamento da Contratação

    Art. 9º A fase de Planejamento da Contratação consiste nas seguintes etapas:

    I - instituição da Equipe de Planejamento da Contratação;

    II - elaboração do Estudo Técnico Preliminar da Contratação; e

    III - elaboração do Termo de Referência ou Projeto Básico.


ID
1782646
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

Julgue o item seguinte a respeito da IN n.º 4 MPOG/SLTI e da Resolução CNJ n.º 182.

De acordo com a IN n.º 4 MPOG/SLTI, a gestão de processos de TI, que inclui a gestão de segurança da informação, não poderá ser objeto de contratação, salvo se aprovado pela autoridade máxima do órgão ou entidade, e desde que esteja sob supervisão exclusiva de servidores do órgão ou entidade.

Alternativas
Comentários
  • não existe a exceção mencionada na referida normativa.

  • ERRADO.  Não cabe exceção como o colega afirmou.


    Segundo a IN4/2014,"

    Art. 5º Não poderão ser objeto de contratação:

    I - mais de uma Solução de Tecnologia da Informação em um único contrato; e

    II - gestão de processos de Tecnologia da Informação, incluindo gestão de segurança da informação.

    "

  • Atualizando para a IN 1 de 2019

    Art. 3º Não poderão ser objeto de contratação:

    I - mais de uma solução de TIC em um único contrato, devendo o órgão ou entidade observar o disposto nos §§ 2º e 3º do art. 12; e

    II - o disposto no art. 3º do Decreto nº 9.507, de 2018, inclusive gestão de processos de TIC e gestão de segurança da informação.

    Parágrafo único. O apoio técnico aos processos de gestão, de planejamento e de avaliação da qualidade das soluções de TIC poderá ser objeto de contratação, desde que sob supervisão exclusiva de servidores do órgão ou entidade.


ID
1782649
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Julgue o item a seguir com relação à norma ISO 27005.

A ISO 27005, que estabelece guias de referência para gerenciamento de risco em segurança da informação, é aplicável na maior parte das organizações, com exceção das agências de governo.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO, pois também pode ser aplicada em agências do governo.

    Segundo a ISO 27005:2011,"1 Escopo

    Esta Norma se aplica a todos os tipos de organização (por exemplo: empreendimentos comerciais, agências governamentais, organizações sem fins lucrativos), que pretendam gerir os riscos que poderiam comprometer a segurança da informação da organização."


    AGÊNCIA GOVERNAMENTAL == AGÊNCIA DO GOVERNO.   (HAHA OLHA O PORTUGUÊS!  =])




  • Como diz o mestre Fernando Nishimura: no CESPE se menosprezou, restringiu, excluiu... na maioria das vezes a questão é errada.

    (não é regra, minha gente)


ID
1782652
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo à política de segurança da informação e comunicações (POSIC).

Uma POSIC pode ser complementada por normas e procedimentos que a referenciem, o que propicia a criação de um corpo normativo.

Alternativas
Comentários
  • 5 ELABORAÇÃO DA POSIC

    5.3 Recomenda-se que na elaboração da POSIC sejam incluídos os seguintes itens:

    5.3.3 Referências legais e normativas: neste item recomenda-se relacionar as referências legais e normativas utilizadas para a elaboração da Política de Segurança da Informação e Comunicações.


     Fonte: Norma Complementar nº 03/IN01/DSIC/GSIPR (http://dsic.planalto.gov.br/documentos/nc_3_psic.pdf)

  • Sentindo falta de Fernando NishimuradeAragao.


ID
1782655
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Julgue o item seguinte, relativo à política de segurança da informação e comunicações (POSIC).

A POSIC de uma organização deve estabelecer critérios para determinar competências e responsabilidades relacionadas à segurança da informação, bem como ser constantemente revista e atualizada.

Alternativas
Comentários
  • 5 ELABORAÇÃO DA POSIC

    5.3 Recomenda-se que na elaboração da POSIC sejam incluídos os seguintes itens

    5.3.7 Competências e responsabilidades

    (...)

    5.3.8 Atualização: neste item recomenda-se estabelecer a periodicidade da revisão da Política de Segurança da Informação e Comunicações ou dos instrumentos normativos gerados a partir da própria POSIC.


     Fonte: Norma Complementar nº 03/IN01/DSIC/GSIPR (http://dsic.planalto.gov.br/documentos/nc_3_psic.pdf)


ID
1782658
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

No que se refere à gestão de continuidade de negócio (GCN), julgue o item subsequente.

Cabe à GCN identificar, quantificar e priorizar os riscos aos produtos e aos serviços fundamentais para uma organização; a análise de risco reconhece as prioridades que farão a organização cumprir constantemente suas obrigações, mesmo diante de um incidente ou de uma situação de crise.

Alternativas
Comentários
  • As atividades descritas se encaixam na definição do Gerenciamento de Riscos.

  • Gestão da continuidade de negócios (GCN) –

    processo abrangente de gestão que identifica ameaças potenciais para uma organização e os possíveis impactos nas operações de negócio, caso estas ameaças se concretizem. Este processo fornece uma estrutura para que se desenvolva uma resiliência organizacional que seja capaz de responder efetivamente e salva guardar os interesses das partes interessadas, a reputação e a marca da organização, e suas atividades de valor agregado.


ID
1782661
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

No que se refere à gestão de continuidade de negócio (GCN), julgue o item subsequente.

Em uma visão de GCN, sistemas, processos e pessoas envolvidas nas atividades da organização devem ser mapeados. Na visão da GCN não é necessário fazer levantamento de possíveis ameaças e análise de risco, já que isso é objetivo de outras áreas da segurança da informação.

Alternativas
Comentários
  • – Implementar gestão de continuidade de negócios

    A disponibilidade de sistemas de TI é agora fundamental para o funcionamento de muitas empresas. Isso faz da Gestão de Continuidade de Negócios (GCN) uma parte vital da governança de TI (Também é exigido pela norma de segurança ISO 17799). Na verdade, ela deve ser construída desde do início, ou seja, através da concepção de sistemas críticos para que seja resiliente.

    A GCN não é algo trivial de se fazer, portanto, o uso de consultoria externa pode ser interessante. Ela deve ser fortemente baseada em uma avaliação objetiva de riscos, incluindo os riscos que a organização não tenha encontrado ainda, e muito com o espectro de contingência a partir de interrupções de serviço menores para um desastre total que elimina um centro de dados em sua totalidade.

    http://www.cnasi.com.br/estruturas-processos-e-mecanismos-de-governanca-de-ti/

  • ERRADO. Segundo a ISO 27005:2011, a análise de riscos é sub-atividade da avaliação de riscos, e conforme a ISO 15999-1, a avaliação de riscos e a avaliação de ameaças fazem parte da documentação de GCN(Gestão de continuidade de negócios). Portanto, esse levantamento DESCRITO NA QUESTÃO faz parte também da GCN.

    ________________________________________

    Segundo a ISO 15999-1,"5.5 Documentação de GCN

    Convém que os indivíduos responsáveis por manter a continuidade de negócios devam criar e manter a documentação de continuidade de negócios. Isso pode incluir os seguintes documentos:

    a) Política de GCN:

    -declaração do escopo de GCN

    -termos de referência de GCN;

    b)análise de impacto nos negócios(BIA);

    c)avaliação de riscos e ameaças;

    d)estratégias de GCN;

    e)programa de conscientização;

    f)programa de treinamento;

    g)planos de gerenciamento de incidentes;

    h)planos de continuidade de negócios;

    i)planos de recuperação de negócios;

    j)agenda de testes e relatórios;

    k)contratos e acordos de nível de serviço.

    "

     


ID
1782664
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Na área de gerenciamento de incidentes de segurança da informação, é comum a formação de equipes de tratamento eresposta a incidentes de redes. Acerca desse assunto, julgue o item subsecutivo.

Ao se estabelecer a visão proposta pela equipe de resposta a incidentes, é importante que esta seja comunicada a outros indivíduos da organização para fins de contribuição mútua. Essa circunstância permite identificar, antes da implementação, problemas organizacionais ou no processo da equipe de resposta a incidentes.

Alternativas
Comentários
  • ????????????????

    Que questão é essa meu amigo!!

  • ela nao diz nada.. bem superficial... ae ok.... q questao generica

  • CERTO.

     

    "Passo 5: Comunicar a Visão do CSIRT

    Comunique a visão do CSIRT e seu plano operacional para a gerência, para sua comunidade e para outros que necessitam conhecer e entender suas operações. Faça ajustes no plano, quando apropriado, com base no retorno obtido.

    Comunicar antecipadamente a visão pode ajudar a identificar, antes da implementação, problemas organizacionais ou no processo. É uma maneira de deixar as pessoas saberem o que está por vir e permitir que elas contribuam para o desenvolvimento do CSIRT."

     

    Fonte: http://www.cert.br/certcc/csirts/Creating-A-CSIRT-br.html

    É muita criatividade do CESPE.


ID
1782667
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Na área de gerenciamento de incidentes de segurança da informação, é comum a formação de equipes de tratamento e resposta a incidentes de redes. Acerca desse assunto, julgue o item subsecutivo.

As equipes de resposta a incidentes são normalmente constituídas por especialistas em segurança da informação e por administradores de sistemas e de redes. No entanto, outros profissionais com perfis técnicos e administrativos poderão, indistintamente, integrar essas equipes.

Alternativas
Comentários
  • Correta!

     

    "8 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

    Recomenda-se que os membros da ETIR sejam: administradores de sistema ou de segurança, administradores de banco de dados, administradores de rede, analistas de suporte ou quaisquer outras pessoas da organização com conhecimento técnico comprovado. A Equipe poderá ser estendida com a inclusão dos seguintes membros: representantes legais de áreas específicas da organização, advogados, estatísticos, recursos humanos, relações públicas, gestão de riscos, controle interno e grupo de investigação, ou outro que a organização entenda ser adequado."

     

    Fonte: 05/IN01/DSIC/GSIPR

    http://dsic.planalto.gov.br/documentos/nc_05_etir.pdf

  • Pensei que o "indistintamente" fosse invalidar a afirmativa.

     

    Vamos na fé.

  • Concordo que o termo "indistintamente" poderia invalidar a questão. Pessoas de outras áreas podem sim compor a equipe, mas não de maneira indistinta.

  • Tambem marquei errado por causa do "indistintamente".

  • Marquei como correta, vendo o "indistintamente" como alguem casual, não especialista na área, mas que não seja fixo na equipe de resposta a incidentes.

  • poderão

  • Ora, se o filho do Diretor é formado em educação física ele poderá trabalhar tranquilamente na equipe, seja de supervisor ou simples colaborador.

  • Segunda vez que erro essa... por causa desse INDISTINTAMENTE

  • colocar um veterinario com conhecimento em informatica.


ID
1782670
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Julgue o item a seguir com relação ao gerenciamento de contas de usuários no Linux e no Windows 2012 Server R2.

Em versões modernas do Linux, o arquivo /etc/shadow armazena as senhas criptografadas e as informações adicionais sobre as senhas dos usuários.

Alternativas
Comentários
  • Alguém comenta por favor.

  • Sim, vamos lá Marcelo...

    Para tornar o sistema mais seguro foi criado o arquivo "-etc-shadow", acessível apenas ao usuário root. Ele armazena os dados da senha do usuário. Esse arquivo possui 9 campos, detalhados abaixo. Note que vc obtém sim informações adicionais sobre as senhas, por ex, "Número de dias até que a senha deva ser alterada", entre outras informações.

    1.Nome do Usuário;

    2.Senha criptografada. Em branco permite login sem senha e * Indica que a conta está bloqueada;

    3.Número de dias, desde 01-01-1970, desde que a senha foi alterada;

    4.Número de dias até que a senha possa ser alterada. O 0 permite alteração a qualquer momento;

    5.Número de dias até que a senha deva ser alterada. Por Padrão 99999 (274 anos);

    6.Número de dias para informar o usuário sobre a expiração da senha;

    7.Número de dias para bloqueio da conta após a expiração da senha;

    8.Número de dias, a partir de 01-01-1970, desde que a senha foi bloqueada; e

    9.Campo reservado.


    Espero ter ajudado. Um abraço.

  • Obg Lucc Oliver. Saudações.

  •  O arquivo  é usado para armazenar as senhas dos usuários criptografadas, além de informações sobre datas de expiração e validade das contas.

    Fonte: http://www.planetaunix.com.br/2014/08/o-arquivo-de-senhas-etcshadow.html

  • GABARITO CORRETO!

    O arquivo do sistema /etc/shadow é usado para armazenar as senhas dos usuários criptografadas no Linux, além de informações sobre datas de expiração e validade das contas.

    Esse arquivo somente pode ser lido pelo usuário root ou membros do grupo shadow, possuindo permissões bem restritivas, como por exemplo a permissão -rw-r—– .

    Bóson TreinaMITOS


ID
1782673
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Julgue o item a seguir com relação ao gerenciamento de contas de usuários no Linux e no Windows 2012 Server R2.

O Linux apresenta restrição de mecanismos de bloqueio de acesso a arquivo de senha passwd. Assim, qualquer usuário pode ler esse arquivo e verificar os nomes de usuários.

Alternativas
Comentários
  • O erro está falar em que existe restrição de mecanismo de bloqueio, pois todo o resto está correto e isso é de fato possível em outros arquivos no linux. Não encontrei nada que afirmasse que o arquivo etc/passwd deve ser visível e acessível.

  • Qualquer usuário - Errado!

     

    No linux não tem essa de "qualquer usuário"

  • Se observamos, a banca ainda tenta confunfir o canditato logo no início, vejamos:

    O Linux apresenta restrição de mecanismos de bloqueio de acesso a arquivo de senha passwd

    isso é o mesmo que dizer:

    O Linux apresenta mecanismos de acesso a arquivo de senha passwd

    (RESTRIÇÃO E BLOQUEI - UM ANULA O OUTRO)...

  • ERRADO


    "O Linux apresenta (restrição de) mecanismos de (bloqueio de) acesso a arquivo de senha passwd."
    Conforme o Rafael Neiva notou muito bem, a banca tenta confundir o usuário. Traduzindo...
    "O Linux apresenta mecanismos de acesso a arquivo de senha passwd." (ERRADO)
    O erro está em se referir ao arquivo passwd como arquivo de senha. O arquivo passwd contém as informações sobre cada um dos usuários que pode entrar no sistema. Em sistemas Unix modernos, as informações sensíveis das senhas são armazenadas em um arquivo diferente, usando senhas do tipo shadow.

     

    "Assim, qualquer usuário pode ler esse arquivo e verificar os nomes de usuários." (CERTO)
    O arquivo passwd tipicamente tem permissões globais de leitura, apesar de poder ser editado apenas pelo super-usuário, ou usando alguns comandos para propósitos específicos.

  • LINUX NÃO É CASA DA MÃE JOANA

  • $ cat /etc/passwd

    Que tipo de usuário não consegue executar esse comando?

  • O arquivo passwd contém as informações sobre cada um dos usuários que pode entrar no sistema. O arquivo passwd tipicamente tem permissões globais de leitura, apesar de poder ser editado apenas pelo super�usuário, ou usando alguns comandos para propósitos específicos.

    Professor Sérgio Sierro


ID
1782676
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Julgue o item a seguir com relação ao gerenciamento de contas de usuários no Linux e no Windows 2012 Server R2.

No Windows 2012 Server R2, os dados dos usuários do (AD) Active Directory ficam armazenados em um gerenciador de banco de dados do SQL Server. Logo o administrador do SQL Server também tem poderes administrativos sobre o domínio AD.

Alternativas
Comentários
  • Alguém comenta, por favor.

  • O arquivo de database é armazenado no diretorio %SystemRoot%\ntds\NTDS.DIT. https://technet.microsoft.com/en-us/library/cc961761.aspx
  • É armazenado em filesystem e não em banco de dados.

     

  • "A base de dados de objetos do AD é armazenada em um arquivo chamado NTDS.dit, onde todos os recursos são armazenados. Os computadores clientes do Active Directory fazem buscas na base de dados do AD utilizando o protocolo LDAP."

     

    - Material do Estratégia Concursos, professor Celson Jr.

  • Na verdade, o AD trabalha com um banco de dados hierárquico, não relacional.
  • Assertiva errada!

    Apesar da criatividade do examinador, não se deixem enganar pessoal. Realmente, como vimos, os dados dos usuários do (AD) Active Directory ficam armazenados em um banco de dados. Mas atenção pois estas informações do AD não permanecem um sistema gerenciador de bancos de dados (SGBD). Além disso, outro ponto equivocado da questão é que o administrador do banco de dados do AD não tem poderes administrativos sobre o domínio AD, em virtude da segurança e da segregação de funções.


ID
1782679
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Arquitetura de Computadores
Assuntos

Em geral, um buffer overflow se caracteriza por permitir a sobrescrita de espaços de memória utilizados por um processo, o que pode ser realizado intencionalmente ou não. A esse respeito, julgue o item que se segue.

Uma vez que o uso de buffer overflow é considerado genérico em segurança da informação, ele é independente da arquitetura do processador.

Alternativas
Comentários
  • É dependente da arquitetura do processador. Por isso a questão está errada.


    Artigos que explicam o buffer overflow:

    http://www.crimesciberneticos.com/2011/02/entendendo-o-buffer-overflow.html

    http://www.crimesciberneticos.com/2011/03/exploiting-buffer-overflow.html


  • Entendendo o Buffer Overflow

    Em programação, buffer é uma variável (também conhecida como array ou vetor), um local na memória que armazena uma quantidade X de bytes.

    Por exemplo um buffer que tenha capacidade de armazenar 10 bytes, só conseguiria guardar uma palavra de 9 caracteres (cada caracter sendo 1 byte) já que o último precisa ser o caracter nulo para o programa saber que a palavra termina ali.

    Então esse código em C estaria correto:

    char buffer[10] = {'S', 'E', 'G', 'U', 'R', 'A', 'N', 'Ç', 'A', '\0'};

    Uma variável denominada buffer que tem 10 bytes de capacidade de armazenamento recebe uma palavra de 9 caracteres finalizando com o ('\0'). Isso está correto.

    Agora o que aconteceria se eu inserisse uma palavra com mais de 9 caracteres?

    Eis o buffer overflow! A variável copia somente os 10 primeiros caracteres e o resto estoura, ou transborda, já que não cabe mais nela.

    E o resto da sequência após o 10º byte não é descartado, ele sobrescreve o que tiver na memória após a varíavel. Vamos ver um programinha que demonstra isso.

    Esse é o código do programa em C:

    #include #include int main(int argc, char *argv[]){ char buffer1[8] = {'B','U','F','F','E','R','1','\0'}; char buffer2[8] = {'B','U','F','F','E','R','2','\0'}; printf("\n[ANTES] Buffer2 contem: %s\n",buffer2); printf("[ANTES] Buffer1 contem: %s\n\n",buffer1); strcpy(buffer2,argv[1]); printf("[DEPOIS] Buffer2 contem: %s\n",buffer2); printf("[DEPOIS] Buffer1 contem: %s\n\n",buffer1); return 0; }

    O programa cria uma variável denominada buffer1 com capacidade de armazenamento de 8 bytes e atribui a ela a palavra “BUFFER1” com o caracter nulo finalizando, o mesmo ocorre com a buffer2. Depois exibe o conteúdo de cada uma com o printf.

    Na sequência copia para a variável buffer2 o que for passando como argumento na execução do programa e exibe novamente o conteúdo de cada uma.

    O programa foi salvo com o nome “overflow.c” e compilado no Linux Debian 3.0 R4 com esse comando:

    gcc -o overflow overflow.c

    FONTE: http://www.crimesciberneticos.com/2011/02/entendendo-o-buffer-overflow.html




  • Cada sistema operacional tem uma forma de segurança diferente a respeito de buffer overflow. Por isso cada um pode ter um resultado diferente
  • Arquiteturas RISC possuem tamanho de instruções fixas e não permitem acessos "desalinhados" à memória. 

  • Buffer de dados (ou, simplesmente, buffer) é uma região de memória utilizada para armazenar temporariamente os dados enquanto eles estão sendo movidos de um lugar para outro. Normalmente, os dados são armazenados em um buffer enquanto eles são recuperados de um dispositivo de entrada ou pouco antes de serem enviados para um dispositivo de saída, também podendo ser utilizado quando os dados são movidos entre os processos dentro de um computador.

    Enquanto o processador manipula o dado localizado no buffer, o dispositivo realiza outra operação de leitura no mesmo instante, ou seja, isso o faz ser dependente da arquitetura do processador. 

    Já o transbordamento de dados ou estouro de buffer (do inglês buffer overflow ou buffer overrun) é uma anomalia onde um programa, ao escrever dados em um buffer, ultrapassa os limites do buffer e sobrescreve a memória adjacente. Esse é um caso especial de violação de segurança de memória.

  • Gabarito:ERRADO!

    Um BUFFER OVERFLOW ( transbordamento de dados) acontece quando um programa informático excede o uso de memória assignado a ele pelo sistema operacional, passando então a escrever no setor de memória contíguo.

    O princípio de um transbordamento de buffer é baseado na arquitetura do processador onde o aplicativo vulnerável é executado, seja ele de 32 ou de 64 bits. Os dados inseridos em um aplicativo são armazenados na memória de acesso aleatório, em um setor conhecida como buffer. Um programa desenhado corretamente deveria estipular um tamanho máximo para dados recebidos e garantir que esses valores não sejam superados.

    https://www.welivesecurity.com/br/2014/11/11/o-que-e-e-como-funciona-o-buffer-overflow/


ID
1782682
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Arquitetura de Computadores
Assuntos

Em geral, um buffer overflow se caracteriza por permitir a sobrescrita de espaços de memória utilizados por um processo, o que pode ser realizado intencionalmente ou não. A esse respeito, julgue o item que se segue.

O seguinte trecho de código não é passível de um ataque buffer overflow.

#include <stdio.h>
#include <string.h>
void fun1(void)
{
char arg2[10];
gets(arg2);
printf("%s\n", arg2);
}
int main(void)
{
printf("Isso pode?\n");
fun1();
printf("Sim, pode...\n");
return 0;
}

Alternativas
Comentários
  • O código acima poderá sofrer um buffer overflow dependendo da quantidade de caracteres que for obtida na função gets(arg2). Caso seja algo maior que 10, teremos um estouro do buffer.

     

    Gabarito: errado

    Fonte: http://mtm.ufsc.br/~azeredo/cursoC/aulas/c930.html

  • Gabarito Errado

    gets(arg2) pode gerar grande quantidade de caractetres, assim levando a causar um estouro do buffer.

     

    Vamos na fé !

     

     

     

    "Retroceder Nunca Render-se Jamais !"
    Força e Fé !
    Fortuna Audaces Sequitur !


ID
1782685
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

O termo APT (advanced persistent threat) é utilizado em segurança da informação para descrever ameaças cibernéticas através de técnicas de coleta de informações que tenham valor para o atacante.
Acerca desse assunto, julgue o item subsequente.

APTs podem utilizar diversos protocolos de rede para transmitir ou receber informações do ponto de comando e controle do malware. Normalmente esse tráfego é construído pelo atacante para parecer um tráfego de rede legítimo.

Alternativas
Comentários
  • O ataque APT (Advanced Persistent Threat) é um ataque à rede no qual uma pessoa não autorizada consegue acesso à rede e permanece oculta durante um longo tempo. Tal ataque tem por objetivo roubar dados, causado problema à rede ou à organização. Para não ser descoberto, o atacante reescreve códigos e emprega técnicas de evasão sofisticadas, chegando ao ponto de existirem administradores full time do ataque APT.

     

    Em muitos casos, o atacante utiliza engenharia social para conseguir acessar a rede através de meios legítimos. Uma vez que tenha tido acesso, o atacante utiliza um backdoor para garantir o acesso. Embora sejam difíceis de serem identificados, ataques APT não ficam totalmente invisíveis. A detecção de anomalias nos dados transferidos talvez seja a maneira mais eficaz para um administrador descobrir que sua rede foi alvo de um ataque APT.

     

    Para transmitir e receber informações da rede atacada, são usados protocolos comuns das redes, do ponto de comando, ou seja, a posição do atacante, o malware instalado na rede para garantir a invasão (backdoor). 

     

    Assim sendo, O ITEM ESTÁ CERTO.

    Professor Maurício Bueno

  • APT é a abreviatura de “advanced persistent threat” (ameaça persistente avançada).

     

    Ameaças persistentes avançadas são pouco intuitivas. Quando pensamos em cibercriminosos e outros disseminadores de malware imaginamos que o objetivo deles seja contaminar todos os computadores possíveis com suas credenciais de furtos, botnets ou outros softwares maliciosos.

     

    Quanto maior a rede, mais oportunidades para roubar dinheiro, benefícios e qualquer coisa que estejam procurando. Mas os agressores de APT estão interessados em atingir computadores específicos. O objetivo final de um ataque APT é atingir a máquina em que exista algum tipo de informação valiosa.

     

    Esses ataques se utilizam do spear-phishing, prática fraudulenta de enviar emails ostensivamente de um remetente conhecido ou confiável, a fim de induzir indivíduos direcionados a revelar informações confidenciais. Ou seja, os atacantes criam um ambiente de rede que parece ser legitimo.

     


    FONTE: Kaspersky

  • GABARITO: CERTO.


ID
1782688
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

O termo APT (advanced persistent threat) é utilizado em segurança da informação para descrever ameaças cibernéticas através de técnicas de coleta de informações que tenham valor para o atacante.
Acerca desse assunto, julgue o item subsequente.

Em geral, uma APT não é detectada por antivírus ou por softwares IDS firmados em assinaturas.

Alternativas
Comentários
  • Se alguém puder contribuir com uma explicação para esta questão...

    Se o "firmados" estiver referindo-se ao antivírus e ao IDS, tudo bem. Caso contrário, quer dizer que nenhum antivírus existente é capaz de detectar uma APT?

  • É que na verdade a APT é um tipo de ataque muito mais voltado para a engenharia social (diga-se de passagem extremamente complexa e bem coordenada) do que para atifícios tecnológicos. Uma APT é um ataque conjunto, que pode utilzar (e uma hora irá utilzar, provavelmente) malwares, mas que em geral explora as vulnerabilidades "humanas" sobre a informação que se quer obter.

     

    Respondendo ao seu questionamento quanto a parte "softwares IDS firmados em assinaturas", quando se utiliza de meios tecnológicos em uma APT, isso é feito por meio de muito planejamento e estudo da estrutura que se deseja atacar (o alvo) e se dá através de vulnerabilidades desconhecidas do sistema (que até mesmo o desenvolvedor desconhece!) que são as chamadas 0-day exploits e de malwares criados especialmente para atacar essas vulnerabilidades, ou seja, que ainda não possuem qualquer tipo de assinatura de identificação, que por consequencia não podem ser identificadas por IDS ou antivírus. Isso que, no meu entendimento, a questão pediu.

     

    Resumindo, em geral, o uso de um IDS em um ataque APT só fará sentido se este for feito com uso massivo de malwares conhecidos e principalmente com um mal planejamento da APT, o que a desconfigura justamente por ser esta altamente planejada e organizada.

     

    Espero ter contribuído e se alguém tiver alguma correção ou observação, favor contribuir!

     

    Obs.: O texto da Wikipedia sobre o assunto não está ruim e ajuda a responder essa questão:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Amea%C3%A7a_persistente_avan%C3%A7ada

  • Na verdade a resposta para essa questão é muito simples. As APT não são identificadas por antivírus ou softwares IDS firmados por assinaturas pois são ataques bastante únicos, específicos e direcionados, por exemplo o Worm Stuxnet que foi desenvolvido para sabotar as usinas nucleares iranianas e que utilizava 0-day exploits. Os antivírus e IDS apenas são capazes de detectar ameaças mais genéricas.

  • É que na verdade a APT é um tipo de ataque muito mais voltado para a engenharia social (diga-se de passagem extremamente complexa e bem coordenada) do que para atifícios tecnológicos. Uma APT é um ataque conjunto, que pode utilizar (e uma hora irá utilizar, provavelmente) Malwares, mas que em geral explora as vulnerabilidades "humanas" sobre a informação que se quer obter.

  • Certo.

    O indicado é o NGAV - Next Generation Antivirus.

    Considerado a melhor defesa contra esses ataques.

    Ataques APT's: vários ataques concentrados em uma máquina (malwares, phishing, spam, spoofing...)

  • APT: Uma ameaça persistente avançada (APT) é um processo de hacking avançado a uma rede por razões políticas ou econômicas. O APT também inclui hacks avançados em instituições financeiras, empreiteiros de defesa e empresas de software como Twitter ou Facebook, que conteriam uma grande quantidade de informações confidenciais que o hacker gostaria de coletar.

    Fonte:

    [1] CompTIA PenTest+ Certificação Para Retardados Mentais, Glen E. Clarke · 2020

  • Certo.

    Em ataques APT (Advanced Persistent Threat), são aplicadas técnicas de engenharia social para que se invadam, de forma discreta, os sistemas organizacionais.(CESPE)

    • Podem utilizar diversos protocolos de rede para transmitir ou receber informações do ponto de comando e controle do malware. 
    • Normalmente esse tráfego é construído pelo atacante para parecer um tráfego de rede legítimo.
  • CERTO

    APT são técnicas, não é worm ou vírus em si, logo, não será identificador por antivírus ou firewall


ID
1782691
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

O termo APT (advanced persistent threat) é utilizado em segurança da informação para descrever ameaças cibernéticas através de técnicas de coleta de informações que tenham valor para o atacante.
Acerca desse assunto, julgue os itens subsequentes.

Os rootkits, que normalmente são encontrados em APTs, não somente podem esconder a existência de certos processos ou programas de métodos normais de detecção mas também permitir uso contínuo com acesso privilegiado a determinado recurso.

Alternativas
Comentários
  • ----------

    Rootkits são um conjunto de programas que oferecem mecanismos para esconder o invasor, assegurando a sua presença em um computador invadido. Um invasor, ao realizar uma invasão, pode utilizar mecanismos para esconder e assegurar a sua presença no computador comprometido. O conjunto de programas que fornece estes mecanismos é conhecido como rootkit.

  • Rootkits: É um malware.

    Código ou conjunto de códigos usados, após uma invasão, para ocultar a presença do invasor na máquina da vítima. A categoria de RootKit normalmente, pode ser detectada por softwares que mantêm assinaturas de certas funções do núcleo que podem ser alvo e inspecionam a memória do núcleo para determinar se foram feitas modificações nestas funções. O rootkit pode ser executado em modo usuário ou em modo núcleo. Em modo de núcleo são usados para atacar rotinas privilegiadas do sistema operacional.

    Pode ser o conjunto de programas que tem como fim esconder e assegurar a presença de um invasor em um computador comprometido.

    Em Sistemas Linux os hackers costumam utilizar esse software de invasão.


  • Rootkit é um conjunto de programas e técnicas que permite esconder e assegurar a presença de um invasor ou de outro código malicioso em um computador comprometido.

     

    O conjunto de programas e técnicas fornecido pelos rootkits pode ser usado para:
    - remover evidências em arquivos de logs
    -instalar outros códigos maliciosos, como backdoors, para assegurar o acesso futuro ao computador
    -esconder atividades e informações, como arquivos, diretórios, processos, chaves de registro, conexões de rede, etc.
    -mapear potenciais vulnerabilidades em outros computadores, por meio de varreduras na rede
    -capturar informações de rede onde o computador comprometido está localizado, pela interceptação de tráfego

     

    É importante ressaltar que o nome rootkit não indica que os programas e as técnicas que o compõe são usadas para obter acesso privilegiado a um computador, mas sim para mantê-lo.

     

    Fonte: Cartilha de Segurança. pag 29

  • GABARITO: CERTO.

  • Por conta dessa parte da cartilha CERT "É muito importante ressaltar que o nome rootkit não indica que os programas e as técnicas que o compõe são usadas para obter acesso privilegiado a um computador, mas sim para mantê-lo" marquei como errada aff se alguem puder me ajudar a compreender

  • Dentro da taxonomia do ataque do APT, são utilizados os rootkits, no final, para fazer a manutenção do ataque. Eles servem para ocultar a existência de certos processos e do próprio atacante, como também serão utilizados como programas de métodos de detecção e para permitir uso contínuo com acesso privilegiado a determinado recurso.

    Prof. Jósis Alves

  • NA VÍRGULA.

    PIKAS = RECONHECEM;

    MODINHAS = PASSA DESPERCEBIDO.

  • Certo.

    Em ataques APT (Advanced Persistent Threat), são aplicadas técnicas de engenharia social para que se invadam, de forma DISCRETA, os sistemas organizacionais.

    • Podem utilizar diversos protocolos de rede para transmitir ou receber informações do ponto de comando e controle do malware. 
    • Normalmente esse tráfego é construído pelo atacante para parecer um tráfego de rede legítimo
    • Em geral, uma APT não é detectada por antivírus ou por softwares IDS firmados em assinaturas.

    Um rootkit é uma ferramenta que manipula recursos do sistema operacional para manter suas atividades indetectáveis por mecanismos tradicionais, podendo, ainda, operar no nível de kernel do sistema operacional.

    •   É ativado antes que o sistema operacional tenha sido completamente inicializado

ID
1782694
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

Julgue o item seguinte, a respeito do HTTPS e das técnicas de proteção que envolvem o uso do protocolo TLS.

A técnica de compressão não é recomendada ao se utilizar a versão 2 do HTTP sobre o protocolo TLS 1.2.

Alternativas
Comentários
  • A compressão TLS torna os browsers vulneráveis aos ataques CRIME (Compression Ratio Info-leak Made Easy)

    O ataque CRIME permite o roubo de sessão de usuário pelo atacante.

    A compressão pode ser desabilitada no cliente ou no servidor.

    Uma variação do ataque CRIME explora a compressão do próprio HTTP, chamado BREACH


    Fonte: https://acunetix.com/vulnerabilities/web/crime-ssl-tls-attack

               http://security.stackexchange.com/questions/20216/should-i-disable-ssl-compression-because-of-crime

  • Existem uma série de regras a serem cumpridas na utilização do HTTP em sua versão 2 com o TLS. Caso estes pontos não sejam cumpridos, a conexão simplesmente não fecha uma vez que não há critérios de segurança estabelecidos.

    De fato, desabilitar a compressão do TLS é um aspecto obrigatório e não simplesmente recomendado, dando a entender a possibilidade de implementação sem esse protocolo. Conforme temos no link a seguir, na seção 9.2.1: https://http2.github.io/http2-spec/#TLSUsage

    Desse modo, entendo que este item caiba recurso sob a justificativa acima. Percebam o trecho:

    “A deployment of HTTP/2 over TLS 1.2 MUST disable compression. TLS compression can lead to the exposure of information that would not otherwise be revealed [RFC3749]. Generic compression is unnecessary since HTTP/2 provides compression features that are more aware of context and therefore likely to be more appropriate for use for performance, security, or other reasons.”

    Portanto, fica o comentário para apreço por parte de vocês.


    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-2015-prova-comentada-de-tecnologia-da-informacao-ti-cargo-4-analista-judiciario-suporte-em-ti/

  • Assertiva CORRETA. 

     

    Achei que nunca fosse precisar desse esquema, mas segue ele aí:

     

    - HTTP2.0 = compressão automática obrigatória;

    - HTTP2.0 + TLS = desabilitar compressão e renegociação (mandatório). 

  • Em 28/04/21 às 16:39, você respondeu a opção E ! Voce errou !

    Em 10/04/21 às 14:15, você respondeu a opção E ! Voce errou !

    kkkkkkk


ID
1782697
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Julgue o item seguinte, a respeito do HTTPS e das técnicas de proteção que envolvem o uso do protocolo TLS.

Na implementação do HTTP versão 2 sobre o protocolo TLS 1.2, é mandatório desabilitar a renegociação da conexão.

Alternativas
Comentários
  • Esse é um ponto necessário para o funcionamento do HTTP em conjunto com o TLS 1.2. Por motivo da troca de chaves e certificados no estabelecimento da conexão, os terminais devem tratar a renegociação como um erro de conexão. A renegociação deve ser utilizada exclusivamente para fins de confidencialidade na troca de informações de credenciais no estabelecimento da conexão e não conectividade.

    Gabarito Preliminar: C

  • CORRETA

     

    - HTTP2.0 = compressão automática obrigatória;

    - HTTP2.0 + TLS = desabilitar compressão e renegociação (mandatório). 


ID
1782700
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

Julgue o item seguinte, a respeito do HTTPS e das técnicas de proteção que envolvem o uso do protocolo TLS.

No HTTP, a técnica geral do controle de fluxo garante que não haja interferência entre as conexões independentes. Entretanto essa técnica foi abandonada na versão 2 do HTTP, que criou o conceito de WINDOW_UPDATE frame.

Alternativas
Comentários
  • "5.2 Flow Control

    A flow-control scheme ensures that streams on the same connection do not destructively interfere with each other. Flow control is used for both individual streams and for the connection as a whole.

    HTTP/2 provides for flow control through use of the WINDOW_UPDATE frame."


    Fonte: https://http2.github.io/http2-spec/#FlowControl

  • O HTTP 2.0 criou o conceito de streams de dados dentro de uma mesma conexão que não se interferem entre si, podendo ocorrer de forma simultânea e bidirecional.

    Entretanto, tem-se que o controle de fluxo em cada um desses streams é fundamental, devendo ser garantido esse aspecto. O HTTP2.0 utliza o quadro WINDOW_UPDATE para tal fucionalidade. Ele pode ser aplicado tanto para controle de fluxo de cada stream como da conexão como um todo.

    Gabarito Preliminar: E

  • Vlw, Luiz BH! Ajudou muito, seu comentário. Só falta traduzir.

  • É o contrário.

    Até a versão 1.1 (RFC 2616), o controle de fluxo usado era o do próprio TCP.

    Na versão 2.0 (RFC 7540), há a implementação de mecanismos próprios de controle de fluxos como o WINDOW_UPDATE.

  • Difícil algo ser garantido em informática


ID
1782703
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Considerando que um firewall seja utilizado com o IPTABLES configurado corretamente e com a quantidade adequada de interfaces, julgue o item subsecutivo.

A execução do código mostrado a seguir provocará o bloqueio do tráfego de saída do ICMP do tipo echo-request.

iptables -A OUTPUT -p icmp --icmp-type echo-request -j DROP

Alternativas
Comentários
  • O problema aqui está na CHAIN OUTPUT. O firewall iptables trabalha com as CHAINS a seguir:

    INPUT – Corresponde ao tráfego destinado ao firewall. Isto é, o tráfego que termina no firewall. Por exemplo, um acesso remoto no firewall para sua configuração.OUTPUT – Corresponde ao tráfego que possui como origem o próprio firewall. Por exemplo, um acesso externo para atualização do repositório de pacotes do firewall.FORWARD – Corresponde ao tráfego que passa pelo firewall. Ele não é nem a origem e nem o destino. Desse modo, sempre que um cliente interno faz a requisição de serviços na Internet ou um cliente externo solicita serviços internos, a cadeia que será analisada é a FORWARD.

    Desse modo, o comando a seguir está bloqueando apenas o tráfego de saída gerado pelo própria firewall e não aqueles provenientes da rede interna que somente “passam” pelo firewall. Para tanto, deveria ser usado a CHAIN FORWARD.

    Entendo, portanto, que o enunciado esteja incompleto por não abarcar todas as possibilidade de saída uma vez que não se especifica o tipo de saída e, logo, o gabarito deveria ser alterado.

    Gabarito Preliminar: C

    Sugestão de Gabarito: E


    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-2015-prova-comentada-de-tecnologia-da-informacao-ti-cargo-4-analista-judiciario-suporte-em-ti/

  • A questão cobra o conhecimento dos principais comandos do aplicativo, que são utilizados para montagem de regras de firewall

    COMANDO DA QUESTÃO

    --> iptables -A OUTPUT -p icmp --icmp-type echo-request -j DROP

    SIGNIFICADO DOS COMANDOS DO IPTABLES

    --> iptables: habilita o firewall IPTables e seu gerenciador de regras;

    --> -A chain: acrescenta a regra a uma determinada chain;

    --> OUTPUT : define a saida de dados;

    --> -p icmp: define o tipo de protocolo ao qual a regra se destina.

    --> --icmp-type echo-request: indica o serviço do Protocolo ICMP: tráfego Ping Requests

    --> -j: indica o que deve ser feito com um determinado destino (aceita pacotes, bloqueia pacotes, exclui etc);

    --> DROP: Bloqueio

     

    Fonte: https://www.vivaolinux.com.br/dica/Comandos-basicos-do-IPTables

  • Acredito que isso nem deveria estar no filtro para carreiras policiais, misericórdia. Literalmente, está em grego para quem não é da área.

  • --> DROP: Bloqueio

    --> OUTPUT : define a saida de dados;

  • Sei nem errar

  • Considerando estas definiçoes,

    • INPUT – Corresponde ao tráfego destinado ao firewall. Isto é, o tráfego que termina no firewall. Por exemplo, um acesso remoto no firewall para sua configuração.
    • OUTPUT – Corresponde ao tráfego que possui como origem o próprio firewall. Por exemplo, um acesso externo para atualização do repositório de pacotes do firewall.
    • FORWARD – Corresponde ao tráfego que passa pelo firewall. Ele não é nem a origem e nem o destino. Desse modo, sempre que um cliente interno faz a requisição de serviços na Internet ou um cliente externo solicita serviços internos, a cadeia que será analisada é a FORWARD.

    Concordo com o professor ai do Cursinho. Se uma maquina interna pingar, não sera bloqueado, visto q a regra aplica-se a cadeia OUTPUT, ou seja, de trafego q parte do firewall, sendo q o trafego de uma maquina da rede pra fora usa a cadeia FORWARD.

    Vou fazer uma simulação aqui e posto o resultado. Já volto!!!

  • Nunca nem vi


ID
1782706
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

Considerando que um firewall seja utilizado com o IPTABLES configurado corretamente e com a quantidade adequada de interfaces, julgue o item subsecutivo.

O comando mostrado a seguir redireciona uma conexão TCP da porta 5000 para a porta 22.

iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp --dport 22 -j REDIRECT --to-ports 5000

Alternativas
Comentários
  • É ao contrário, ok pessoal? Temos aí a utilização da CHAIN PREROUTING para manipulação de endereços e portas de destino. Essa CHAIN é utilizada para disponibilizar serviços internos para acessos externos.

    Um outro detalhe é que não existem o parâmetro “–to-ports” e sim “–to-port”.

  • Dá pra matar a questão simplesmente pela lógica. A questão diz: "da porta 5000" e o comando "to-ports 5000" (mesmo se a sintaxe do comando existisse não faria sentido pois seria "to-ports = para as portas".

  • Como passivel de anulação se esse foi um outro erro da questão? wtf...


ID
1782709
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Acerca dos modos de funcionamento do SELinux, julgue o próximo item.

No modo Permissive, o SELinux estará habilitado, mas apenas gera alarmes e log das ações no sistema.

Alternativas
Comentários
  • SELinux é um módulo de segurança do kernel que implementa mecanismo de controle de acesso mandatório (MAC).


    Modos de funcionamento:

    "Enforcing: The default mode which will enable and enforce the SELinux security policy on the system, denying access and logging actions

    Permissive: In Permissive mode, SELinux is enabled but will not enforce the security policy, only warn and log actions

    Disabled: SELinux is turned off "

    Fonte: https://wiki.centos.org/HowTos/SELinux

  • Em suma, o SELinux é uma extensão de segurança desenvolvida pela NSA, RedHat, entre outros para inserir uma camada de segurança a nível de kernel.

    O foco de sua aplicação é possibilitar uma maior gerência sobre o controle de acesso ao Sistema Operacional e seus recursos.

    O SELinux opera em três modos básicos:

    Enforcing: neste modo as políticas do SELinux são impostas, ou seja, tudo é analisado, e regras vindas do servidor de segurança são aplicadas. Para colocá-lo nesse modo, usa-se o comando “setenforce 1”.


    Permissive: aqui as regras não são aplicadas. Mas o SELinux registra as ações, que deviriam ser negadas. Para colocá-lo nesse modo, usa-se o comando #setenforce 0.


    Disabled: este, como o nome sugere, desabilita o SELinux.

    Gabarito Preliminar: C

  • O SELinux opera em três modos básicos:

    Enforcing: neste modo as políticas do SELinux são impostas, ou seja, tudo é analisado, e regras vindas do servidor de segurança são aplicadas. Para colocá-lo nesse modo, usa-se o comando “setenforce 1”. PADRAO PARA REDHAT.

    Permissive: aqui as regras não são aplicadas. Mas o SELinux registra as ações, que deviriam ser negadas. #setenforce 0. PADRAO PARA DEBIAN.

    Disabled: este, como o nome sugere, desabilita o SELinux.

     

    audit=1 -> registra todas operações negadas

     

     

     

  • c-

    When SELinux is running in permissive mode, SELinux policy is not enforced. The system remains operational and SELinux does not deny any operations but only logs AVC messages, which can be then used for troubleshooting, debugging, and SELinux policy improvements.

    https://access.redhat.com/documentation/en-us/red_hat_enterprise_linux/6/html/security-enhanced_linux/sect-security-enhanced_linux-working_with_selinux-changing_selinux_modes


ID
1782712
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Acerca dos modos de funcionamento do SELinux, julgue o próximo item.

O modo de funcionamento Enforcing, que não é o padrão do SELinux, nega acesso a recursos e impede o log das ações realizadas no sistema.

Alternativas
Comentários
  • O modo padrão é o Permissive na distribuição DEBIAN, enquanto o modo Enforcing é padrão nas distribuição RED HAT. Isso seria um problema para o enunciado. Entretanto, a segunda parcela invalida de qualquer forma o item, uma vez que o modo Enforcing não possui tal impedimento.

    Gabarito Preliminar: E

  • Modo de operação do SELinux (conceito e prática)

    Basicamente, o SELinux pode operar em três tipos diferentes, que são:

    Enforcing – As regras do SELinux estão aplicadas, e está sendo gerado Logs de todas as operações do mesmo;

    Permissive – As regras do SELinux estão desativadas, porém, está gerando Logs de todas as operações do mesmo (útil para Troubleshoot de aplicações);

    Disabled - As regras e os Logs do SELinux estão completamente desativados.

  • ERRADO

    "O modo de funcionamento Enforcing, que não é o padrão do SELinux, nega acesso a recursos e impede o log das ações realizadas no sistema."

    O modo de funcionamento padrão do SELinux realmente não é o Enforcing, mas o Permissive.

    No modo Enforcing, as regras do SELinux estão aplicadas, e está sendo gerado Logs de todas as operações do mesmo.

  • Em suma, o SELinux é uma extensão de segurança desenvolvida pela NSA, RedHat, entre outros para inserir uma camada de segurança a nível de kernel.

    O foco de sua aplicação é possibilitar uma maior gerência sobre o controle de acesso ao Sistema Operacional e seus recursos.

    O SELinux opera em três modos básicos:

    Enforcing: neste modo as políticas do SELinux são impostas, ou seja, tudo é analisado, e regras vindas do servidor de segurança são aplicadas. Para colocá-lo nesse modo, usa-se o comando “setenforce 1”.

    Permissive: aqui as regras não são aplicadas. Mas o SELinux registra as ações, que deviriam ser negadas. Para colocá-lo nesse modo, usa-se o comando #setenforce 0.

    Disabled: este, como o nome sugere, desabilita o SELinux.

  • Infelizmente, o único que buscou regular concurso morreu: LFG.

  • Lembrando que nos casos de AÇÃO PENAL PRIVADA SUBSIDIÁRIA DA PÚBLICA será possível o pedido de interceptação, de acordo com a doutrina.

  • e-

    O Security-Enhanced Linux (SELinux) é um mecanismo implementado na arquitetura MAC (Mandatory Access Control) para prover maior segurança ao sistema operacional. Ele possui três modos de operação, enforcing, permissive e disabled, em que o modo enforcing é o modo padrão.


ID
1782715
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito da configuração e da administração de sistemas gerenciadores de bancos de dados (SGBD) e de produtos a eles relacionados, julgue o item a seguir.

Apenas instalações autônomas de SQL Server permitem o uso de servidor de arquivos SMB como opção de armazenamento.

Alternativas
Comentários
  • "Starting SQL 2012, the databases (including system databases) can be installed on a Server Message block (SMB) file server. This is applicable to both the stand alone and cluster instances."


    Fonte: http://blogs.msdn.com/b/docast/archive/2014/12/02/implementation-of-smb-file-share-to-host-sql-databases-a-walk-through.aspx

  • Essa questão é de uma maldade sem tamanho. Provavelmente foi feita por um DBA experiente. Mas vamos digerir a questão por partes, ela nos oferece um conhecimento amplo sobre SQL Server.

    Primeiro precisamos saber o que seria instalação autônomas (stand-alone). Instalações autônomas se contrapõe a instalações em rede (network). O ambiente Standalone consiste em uma situação em que o aplicativo é executado em um único computador. Este computador funciona como servidor e cliente, sendo responsável pelo processamento dos pedidos e por manter todos os dados. Como um computador autônomo lida com todos os dados e o aplicativo, ele deve ser um computador razoavelmente rápido com quantidade de memória adequada, e velocidade de processamento e espaço em disco. Neste ambiente, você só precisa instalar o mecanismo de banco de dados e o aplicativo no computador autônomo.

    Agora vamos para o conceito de SMB. Server Message Block (SMB) é um protocolo de compartilhamento de arquivos de rede que permite aos aplicativos em um computador ler e gravar arquivos e solicitar serviços de programas no servidor em uma rede de computadores. O protocolo SMB pode ser usado na parte superior do protocolo TCP/IP ou outros protocolos de rede. Usando o protocolo SMB, um aplicativo (ou o usuário de um aplicativo) pode acessar arquivos ou outros recursos em um servidor remoto. Isso permite a aplicativos ler, criar e atualizar arquivos no servidor remoto.

    Vejam que o uso do SMB na instalação autônoma não faz sentido. Logo a alternativa está incorreta.


    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/


ID
1782718
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito da configuração e da administração de sistemas gerenciadores de bancos de dados (SGBD) e de produtos a eles relacionados, julgue o item a seguir.

No PostgreSQL, mesmo usando-se o parâmetro de configuração listen_address = ‘*’, é possível controlar os usuários que poderão se conectar ao banco de dados.

Alternativas
Comentários
  • usando-se o parâmetro de configuração listen_address = ‘*’ não quer dizer que o banco de dados estará aberto para qualquer IP da rede. É possível criar políticas de acesso através de outro arquivo que é o pg_hba.conf. Este é o arquivo do Postgre responsável pela liberação de usuários, hosts e bancos de dados. Nele é possível dizer qual usuário de qual ip (ou rede) conectará a qual banco.

    Post completo em:

    https://www.oficinadanet.com.br/artigo/2101/liberando_conexoes_remotas_ao_postgresql

  • Certo.

    No PostgreSQL, o controle de conexão pode ser feito mediante outras formas, por exemplo, mediante o login do usuário. Dessa forma, mesmo com o parâmetro de configuração listen_address = ‘*’, é viável controlar os usuários que poderão se conectar ao banco de dados.

  • O parâmetro listen_addresses especifica qual o range de endereços IP
    pode escutar. Isso permite que você tenha mais de uma placa de rede (NICs)
    por sistema. Na maioria dos casos, nós queremos aceitar conexões em to das as
    NICs, por isso usamos "*", que significa "todos os endereços IP".

     


    O pg_hba.conf contém um conjunto de regras de autenticação baseada
    no host. Cada regra é considerada em sequência até que uma regra possa ser
    disparada, ou a tentativa de acesso seja rejeitada especificamente, pelo uso do
    método reject

     

  • Gabarito: Certo.

    O comando listen_adresses = '*' define o range de endereços IP que podem escutar.

    O arquivo que configura as autenticações no banco é o pg_hba.conf.


ID
1782721
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito da configuração e da administração de sistemas gerenciadores de bancos de dados (SGBD) e de produtos a eles relacionados, julgue o item a seguir.

No PostgreSQL, mudanças nas configurações de memória compartilhada exigem que o banco de dados seja totalmente reiniciado.

Alternativas
Comentários
  • Independente de ser Postgre ou não, as configurações de memória compartilhada são importantes em um SBD e devem ser feitas de forma correta e consistente, porque ela sempre exigirá uma reinicialização completa do banco de dados para efetuar as mudanças na configuração. A memória do servidor não pode realocar dinamicamente memória compartilhada​​ em tempo de execução.

  • Certo.

    "As configurações de memória compartilhada sempre exigirá uma reinicialização completo do banco de dados para efetuar alguma mudança na configuração. A memória do servidor não pode re-alocar dinamicamente memória compartilhada. Logo alternativa está correta."

    Fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/

  • Fui no método NISHIMURA, ao ler a palavra "EXIGE", e tomei no c*** kkkkkkkkkk

  • Nossos sonhos acabam quando Nishimura falha... :~~(

  • olha aí, eu acabei de falar na questão anterior... pessoal vai pelo "Pode está certo", "Exige está errado" e esquece que quem está errada é a questão de ficar cobrando detalhes, sendo que nós temos 4 SGBDs para estudar!!!


ID
1782724
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito da configuração e da administração de sistemas gerenciadores de bancos de dados (SGBD) e de produtos a eles relacionados, julgue o item a seguir.

A ocorrência de falha em uma instância do DB2 PureScale exige a interferência do administrador do banco de dados para que os recursos sejam reiniciados, devendo a forma de notificação da falha ser configurada pelo administrador.

Alternativas
Comentários
  • O DB2 pureScale do DB2 é uma tecnologia que trabalha em um ambiente de cluster e usa uma arquitetura de compartilhamento de dados. Esta arquitetura é ideal para escalabilidade e principalmente apropriada para o processamento de transações. Neste ambiente, os dados que estão sendo acessado são compartilhados por todos os servidores no cluster. Se houver uma falha em um dos servidores (instâncias), ou se ele necessita ficar off-line para fins de manutenção, o restante dos membros que continuam on-line no cluster assumem o trabalho, proporcionando assim uma alta disponibilidade transparente para os dados.Serviços de cluster do DB2 são usados para agrupar os componentes integrados em serviços de cluster que são usados para monitorar e automatizar a recuperação de falhas no sistema.  Vejam que a alternativa apresenta-se incorreta, pois a arquitetura, após configurada, exige o mínimo de trabalho do BDA. Vejam também que os recurso permanecem no ar, mesmo com uma falha em um instância.


    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/

  • Gaba: ERRADO

     

     

    simplificando/traduzindo:

    DB2 pureScale  dados que estão sendo acessado são compartilhados por todos os servidores

     

    ou seja  

     

    DB2 pureScale  =  emule, utorrent  

    lembra como ele funciona? vc busca um jogo quando acha ele começa a baixar atraves da conexão com os varios servidores que tenha esse jogo, e caso um servidor desconecte ele continua baixando atraves dos outros. 

     

     

     

    ...agora leia o comentário do nobre colega Lucas Nunes e mate a questão

  •  leia o comentário do nobre colega APF Coelho e quase mate a questão

  • O DB2 é um servidor de dados composto por elementos diferentes que apresenta armazenamento, disponibilidade ideais e escalabilidade. O DB2 PureScale é uma extensão do DB2 voltada principalmente para os clusters, promovendo uma alta disponibilidade.

    Membros do DB2, são os nomes dos servidores de bancos de dados que processam as solicitações de entrada, operam essas solicitações em um sistema em cluster e compartilha os dados. Desse modo, se ocorrer uma falha em algum dos membros, os demais que estão online assumem o trabalho, possibilitando assim uma grande disponibilidade dos dados. Podemos citar como exemplo o aplicativo utorrent.

    As falhas de uma instância do DB2 PureScale são detectadas automaticamente pelos serviços de cluster DB2 e após identificar a falha ele inicia de forma espontânea as operações de recuperação, sem a interferência do administrador. Essa detecção automática auxilia a garantir que as imperfeições dos recursos em cache do host tenha uma consequência mínimo no banco de dados.

    Concluímos, assim, que a resposta é a opção errado.


ID
1782727
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito da configuração e da administração de sistemas gerenciadores de bancos de dados (SGBD) e de produtos a eles relacionados, julgue o item a seguir.

Na instalação do DB2 PureScale em Linux, se um usuário existente for selecionado como proprietário de instância do DB2, ele deverá existir com o mesmo UID em todos os hosts.

Alternativas
Comentários
  • Um ambiente do DB2 pureScale requer um ID do usuário para o proprietário da instância, um ID de usuário não raiz para usar um protocolo de rede de shell seguro (SSH) entre hosts, e outro para executar funções ou procedimentos definidos pelo usuário protegido. Se você usar o assistente de Configuração do DB2 para instalar o DB2 pureScale Feature, os usuários necessários serão criados como parte da instalação. Caso contrário, você deverá criar os usuários manualmente. Estes usuários são necessários em todos os servidores que hospedam um recurso de armazenamento em cache do cluster ou membro. Cada usuário deve ser configurado para ter as mesmas configurações de usuário e senha que o mesmo usuário em todos os outros servidores.


    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/

ID
1782730
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito da configuração e da administração de sistemas gerenciadores de bancos de dados (SGBD) e de produtos a eles relacionados, julgue o item a seguir.

Se, na modificação de determinada instância existente de SQL Server, for realizada a instalação de componentes de replicação, será necessário reiniciar o agente de SQL Server.

Alternativas
Comentários
  • "If you install replication components when you modify an existing instance of SQL Server, you must stop and restart SQL Server Agent after the installation is completed. This action helps ensure that SQL Server Agent recognizes the replication agent subsystems and can call replication agents from job steps."


    Fonte: https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms143677.aspx

  • "Se você instalar componentes de replicação ao modificar uma instância existente de SQL Server, é necessário parar e reiniciar o agente de SQL Server quando a instalação for concluída. Essa ação ajuda a assegurar que o SQL Server Agent reconheça os subsistemas de agente de replicação e possa chamar agentes de replicação em etapas de trabalho."

     

    Fonte: https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms143677(v=sql.120).aspx

  • Para quem não entende os comentários sem o gabarito e não tem acesso a resposta.

    Gaba: CERTO

  • Nishimura fail kkk

  • E EU LEMBRANDO DE HOT SWAPPING. HAHA


ID
1782733
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo a projetos de bancos de dados.

Durante a normalização de tabelas, devem ser priorizadas as decomposições sem perdas que levam a projeções independentes.

Alternativas
Comentários
  • A questão da junção sem perdes é um característica que estudamos quando tratamos da 5FN. Contudo a ideia permanece para as outras formas normais. Basicamente, quando tratamos de fazer projeções sobre a tabela, estamos separando seus atributos em diferentes relações. A ideia é que essas partes possam se junta por meio de junção para reconstruir a tabela original. Essa operação não deve gerar perdas nem tuplas espúrias. Esse objetivo deve ser perseguido durante todo o processo de normalização. Alternativa correta!


    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/
  • Na minha opinião, a parte da alternativa referente à decomposição sem perdas está correta. Porém não ficou claro para mim o que a banca quis dizer com projeções independentes.

    "(...) Propriedade de preservação da dependência de uma decomposição: desejamos preservar a dependência porque cada dependência em F representa uma restrição do bando de dados. Se uma dependência não for representada em alguma relação individual Ri da decomposição, não poderemos garantir essa restrição quando estivermos manipulando uma relação individualmente. Em vez disso, deveríamos fazer a junção de duas ou mais relações de uma decomposição e então verificar se a dependência funcional foi mantida no resultado da operação JOIN. Claramente trata-se de um procedimento ineficiente e impraticável. "

    Fonte: ELMASRI e NAVATHE, SISTEMAS DE BANCO DE DADOS, 4ª edição, página 238.

  • Traduzindo pro Português o comentário do Lucas:

    A questão da junção sem perdas é uma característica que estudamos quando tratamos da 5FN. Contudo a ideia permanece para as outras formas normais. Basicamente, quando tratamos de fazer projeções sobre a tabela, estamos separando seus atributos em diferentes relações. A ideia é que essas partes possam se juntar por meio de junção para reconstruir a tabela original. Essa operação não deve gerar perdas nem tuplas espúrias. Esse objetivo deve ser perseguido durante todo o processo de normalização. Alternativa correta!

    Vamos a um exemplo:

    matricula nome

    Aluno(123_PK, "Ze Ruela")

    Passando a tabela acima pra 1FN, temos:

    Aluno_Nome(123_PK, Ze) Aluno_Sobrenome(123_FK, Ruela)

    Pronto, agora temos duas tabelas normalizadas na 1FN. Porém. nenhuma informacao pode ser perdida nesse processo. Sempre q eu precisar saber o sobrenome do Ze, o JOIN nas duas tabelas vai me trazer o resultado como se uma tabela fosse(ou seja, uma vez Ze Ruela, sempre Ze Ruela!)

    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/


ID
1782736
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo a projetos de bancos de dados.

Qualquer atributo de uma tabela representada na terceira forma normal pode ser alterado sem que ocorra interferência nos demais atributos.

Alternativas
Comentários
  • Não entendi porque está errada sendo que:

    "Na terceira forma normal temos de eliminar aqueles campos que podem ser obtidos pela equação de outros campos da mesma tabela.

    Procedimentos:

    • a) Identificar todos os atributos que são funcionalmente dependentes de outros atributos não chave;
    • b) Removê-los."

    fonte: http://www.luis.blog.br/terceira-forma-normal-3fn-normalizacao-de-dados.aspx

  • 3FN - 3ª Forma Normal:para estar na 3FN, é preciso estar na 2FN. Além disso, os atributos não chave de uma tabela devem ser mutuamente independentes e dependentes unicamente e exclusivamente da chave primária (um atributo B é funcionalmente dependente de A se, e somente se, para cada valor de A só existe um valor de B). Para atingir essa forma normal, é preciso identificar as colunas que são funcionalmente dependentes das outras colunas não chave e extraí-las para outra tabela.


    Fonte: http://www.dsc.ufcg.edu.br/~pet/jornal/maio2011/materias/recapitulando.html

  • Mayara: acho que o problema da questão é o ponto destacado no comentário do Silas Júnior (e dependentes unicamente e exclusivamente da chave primária). Ou seja, se alterarmos um atributo chave, atributos não-chave ligados a ele sofrerão sim interferência.

    Para a afirmativa ser considerada correta, acredito que ela deveria ter sido escrita da seguinte forma:"Qualquer atributo não-chave de uma tabela representada na terceira forma normal pode ser alterado sem que ocorra interferência nos demais atributos não-chave."

    Pelo menos esse foi o meu raciocínio para acertar a questão =)
  • gente, essa tá fácil.. vamos lá:

     

    Tabela Cliente -- id: 1, nome: Carlos, Nascimento: 28/04/

     

    se mudarmos para o registro id: 2, nome: Pedro, Nascimento: 20/08

     

    ou seja

     

    mudamos o id da tabela e os outros campos tiveram seus valores modificados tbm

  • A meu ver o melhor comentário é o do Mr Robot..

    Quando ele fala "qualquer atributo", tá incluindo a "chave primária". Quer dizer que se a chave primária for outra, 2, ao invés de 1, os atributos serão os mesmos? Claro que não!

    Lembrem-se: a chave primária identifica univocamente uma tupla. Mudando-se a chave, muda-se a tupla inteira identificada por ela.

  • Item falso! Os atributos não chave de uma tabela na 3FN apresentam uma dependência funcional em relação a atributo ou conjunto de atributos chave. Por esse motivo, caso haja uma modificação do atributo chave, o restante dos atributos, em teoria, deve ser afetado.

    O item estaria correto se dissesse “qualquer atributo não chave de uma tabela representada na 3FN pode ser alterado sem que ocorra interferência nos demais atributos não chave”.

  • Qualquer não , se mexer na primaria avacalha tudo .


ID
1782739
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Algoritmos e Estrutura de Dados
Assuntos

No que se refere à organização de arquivos e métodos de acesso a bancos de dados, julgue o próximo item.

O acesso direto a registros será eficiente ao se usar funções hash, visto que essas funções garantem uma relação unívoca entre o registro e a sua localização física.

Alternativas
Comentários
  • Comentário: Realmente o acesso a registros usando funções hash torna a operação mais rápida, contudo não existe garantia de que existe uma relação unívoca entre o registro e sua localização. Tudo vai depender da existência ou não de colisões dentro da funcão hash e de como essas colisões são tratadas. Sendo assim alternativa está incorreta.

    Fonte: http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/

  • Falar que o hash garante uma localização física unívoca é viagem. Hash não lida com localização física. Em situações de backup ou alta disponibilidade, por exemplo, pode haver mais de um lugar para armazenamento físico para registros.

  • Segundo Navathe(2011,p.408),"O problema com a maioria das funções de hashing é que elas não garantem que valores distintos terão endereços de hash distintos, pois o espaço do campo de hash- o número de valores possíveis que um campo de has pode ter- normalmente é muito maior do que o espaço de endereços- o número de endereços disponíveis para registros."

     

    -SISTEMAS DE BANCO DE DADOS-NAVATHE-2011. 6 EDIÇÃO.

  • ERRADO

    Outro ponto importante a se observar é que a função Hash não faz acesso direto, é preciso uma função hash para fazer o meio campo entre a chave e o seu endereço na memória, QUE NÃO É FÍSICO.

  • Força Guerreiro!!!!!!


ID
1782742
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Algoritmos e Estrutura de Dados

No que se refere à organização de arquivos e métodos de acesso a bancos de dados, julgue o próximo item.

A utilização de árvores-B+ para implementar acesso indexado a registros é eficiente quando se trata de aplicação em que a operação predominante é a inclusão de novos registros.

Alternativas
Comentários
  • O acesso indexado deve tratar de operações de consulta.

  • "

    A ideia inicial da árvore B+ é manter todas as chaves de busca em seus nós folha de maneira que o acesso sequencial ordenado das chaves de busca seja um processo mais eficiente do que em árvores B. Nesta estrutura, todas as chaves são mantidas em folhas, e algumas chaves são repetidas em nós não–folha para definir caminhos para localizar registros individuais.

    As folhas são ligadas através de uma lista duplamente encadeada, de modo a oferecer um caminho sequencial para percorrer as chaves na árvore. Esta lista é chamada de Conjunto de Sequência (Sequence Set).  A organização das páginas internas (index set) armazena cópias de chaves para referenciar as buscas, mas não contém as chaves em si. "

    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/

  • tá, mas por que não é eficiente? a questão fala que é eficiente e de fato a Árvore B+ é eficiente na inserção, ou não?

  • Acredito que, por ser é balanceada, então qualquer inserção ou remoção na Arvore B+ pode acarretar operações de balanceamento que tornam mais ineficiente estes tipos de operações. Como ela é balanceada, pode favorecer operações de leitura.

  • Pois eh, Leandro...o E. Santos postou uma fonte do Estratégia q não respondeu p****a nenhuma. Só confundiu ainda mais minha cabeça. Tenha dó!!

    Bem, minha praia não é BD...vou procurar uma fonte, volto aqui e posto. Se eu esquecer, podem me cobrar no privado!!!

  • Força Guerreiro!!!!!!

  • Acredito que ela seja ineficiente se comparada a outras estruturas.

    Para inserir em um vetor, a complexidade é O(1) e o mesmo vale para pilhas e filas.

    Em Árvore B a inserção dos dados pode acontecer em nós não folha, o que permite uma complexidade média menor se comparada à Árvore B+ que sempre tem que percorrer desde o raíz até a altura máxima da árvore.

    Outra diferença se baseia no seguinte:

    a) para gravar um dado em uma lista linear (como vetores, filas e pilhas) é necessário gerenciar apenas os ponteiros de encadeamento;

    b) na Árvore B, ou Binária, só são necessários os ponteiros de árvore (direito, esquerdo e pai),

    c) já na Árvor B+ é necessário gerenciar as indexações de encadeamento duplo (anterior e seguinte) e de ponteiros de árvore (direito, esquerdo e pai)

    Assim, entendo que se a situação é de predominância de inserções, a Árvore B+ leve uma desvantagem, em troca do ganho ao garantir que o "acesso sequencial ordenado das chaves de busca seja um processo mais eficiente do que em árvores B", como bem citou o colega E. Santos.

    Não peguei uma referência específica por que juntei várias coisas de várias fontes e minhas anotações.

    Ainda assim, deixo esta como citação geral sobre o assunto: http://wiki.icmc.usp.br/images/8/8e/SCC578920131-B.pdf

    Boa sorte, guerreiros!


ID
1782745
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

No que se refere à organização de arquivos e métodos de acesso a bancos de dados, julgue o próximo item.

As vantagens dos arquivos hash incluem a otimização no uso do espaço físico em disco.

Alternativas
Comentários
  • Errado

    A grande vantagem do uso de funções hash é que você tem um tempo de busca muito rápido, contudo para evitar colisões da função de dispersão precisamos deixar um percentual da memória disponível vazio. Sendo assim o uso de arquivos hash não otimizam o uso do espaço físico.

    Fonte: rcthiago@gmail.com

  • Em teoria, comparativamente a índices baseados em árvores, os índices baseados em hash podem ocupar menos espaço em disco sim, pois não é necessário manter um arquivo de índice, apenas a função de hash em memória.

     

    Com base nesse raciocício entendi que o comando da questão está CERTO.

     

    Porém a expressão "arquivos hash" não faz muito sentido no contexto. Seria mais correto falar em "índice do tipo hash", ou "arquivos indexados por função de hash". Acredito que seja essa a razão do gabarito ERRADO.

     

     

  • Os arquivos hash não oferecem uma boa otimização no uso do espaço físico, já que deixam cerca de 20% do espaço vazio, de modo a possibilitar novas inserções. A principal vantagem desse tipo de arquivo, na verdade, é a excelente performance em consultas que utilizam condições de igualdade com a chave de hashing.

    Gabarito: E


ID
1782748
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito de tipos de bancos de dados, julgue o item que se segue.

A capacidade de estender tipos de dados básicos é uma das características dos bancos de dados objeto relacional.

Alternativas
Comentários
  • correto.

    É possível sim, criar seus próprios tipos de dados, conhecidos como User-defined Datatypes. Apenas para listar um exemplo, o Oracle permite a criação destes tipos específicos.

    Fonte: rcthiago@gmail.com

  • Certo.

    Em regra, a capacidade de estender objetos é algo comum nos BDs relacionais. Essa capacidade de estender o banco de dados com tipos adicionais é um recurso muito importante, pois ajuda a simplificar, por exemplo, a complexidade do tratamento a tipos de dados complexos.

    Fonte: http://www.devmedia.com.br/artigo-sql-magazine-15-a-implementacao-objeto-relacional-no-oracle/5706

  • Certa

    Um banco de dados relacional coleta e armazena dados em tabelas que podem ser cruzados . As empresas costumam usar essas tabelas para armazenar informações sobre produtos e clientes.

     

    Fonte: http://ptcomputador.com/Software/database-software/113975.html

  • Certo.

    Um banco de dados objeto relacional tem característica híbrida entre um banco de dados orientado a objetos e um banco de dados relacional. Um objeto é um elemento concreto de uma classe. A classe pode ser considerada um tipo de dado. Assim, ao se definir uma classe de objetos estamos criando um novo tipo de dado

  • MAIS GENÉRICO QUE PARACETAMOL.

  • Questão

    A capacidade de estender tipos de dados básicos é uma das características dos bancos de dados objeto relacional.

    É possível criar seus próprios tipos de dados. Eles são conhecidos como User-defined Datatypes. Exemplo: o Oracle permite a criação destes tipos específicos.

    https://docs.oracle.com/cd/A91202_01/901_doc/server.901/a88856/c14ordb.htm

    Gabarito correto. ✅


ID
1782751
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito de tipos de bancos de dados, julgue o item que se segue.

Sistemas de bancos de dados classificados como NoSQL permitem a inserção de dados sem que haja um esquema predefinido.

Alternativas
Comentários
  • -------

    NoSQL (ás vezes interpretado como Not Only SQL - Não Somente SQL) é um termo genérico para uma classe definida de banco de dados não-relacionais que rompe uma longa história de banco de dados relacionais com propriedades ACID. 

    Os bancos de dados que estão sob estes rótulos não podem exigir esquemas de tabela fixa e, geralmente, não suportam instruções e operações de junção SQL.

    Tendências em arquiteturas de computadores, como a computação na nuvem e a necessidade crescente de prover serviços escaláveis, estão pressionando bancos de dados numa direção onde eles necessitam oferecer escalabilidade horizontal. Bancos de dados NoSQL armazenam os dados com técnicas que visam atender a esse requisito. Há alguns exemplos proeminentes de softwares de código fechado que atendem estes requisitos, sendo alguns deles o BigTable, do Google, IBM Cloudant e o DynamoDB, da Amazon. E alguns exemplos de software open-source como Apache Cassandra (originalmente desenvolvido para o Facebook), Apache HBase, LinkedIn's e vários outros.

    É importante entender que o intuito não é eliminar bancos de dados relacionais, mas oferecer uma alternativa. Pois, durante muito tempo o modelo relacional foi usado como "bala de prata" para todos os problemas de persistência

  • Comentário: Uma das características de NoSQL é ser livre de esquema. Como não sabemos exatamente qual a estrutura das informações que vamos guardar no podemos fixar uma modelo padrão sobre o risco de termos uma incompatibilidade de tipo ou tamanho. Alternativa correta,

    Fonte: http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentario-de-prova-tjdft-cargo-4-suporte-em-ti-bd-e-sgbds/

  • "Certão"

    A questão refere-se ao conceito de  Ausência de Schema-free (Flexível )

  • Gabarito Certo

    Bancos de dados NoSQL são bancos de dados não relacionais, otimizados para performance escalável e modelos de dados sem esquema. Os bancos de dados NoSQL são amplamente reconhecidos por sua facilidade de desenvolvimento, baixa latência e resiliência. Esses bancos de dados usam diversos modelos de dados, incluindo dados colunares, documentos, gráficos e armazenamento de pares chave-valor na memória. Esta página inclui vários recursos para ajudar você a começar a usar bancos de dados NoSQL.

     

    Os sistemas de banco de dados NoSQL usam diversos modelos de gerenciamento dados, como armazenamento de pares chave-valor na memória, modelos de dados gráficos e armazenamento de documentos. Esses tipos de banco de dados são otimizados para aplicativos que exigem modelos de dados de grande volume de dados, baixa latência e flexibilidade. Esses requisitos são atendidos mediante o relaxamento de algumas restrições de consistência de dados dos bancos de dados relacionais tradicionais.

     

     

    "Retroceder Nunca Render-se Jamais !"
    Força e Fé !
    Fortuna Audaces Sequitur !

  • NoSQL

    - Banco de dados com alto desempenho e amplamente conhecido pela facilidade de desenvolvimento

    - Geralmente não possuem esquema

    - Permitem a inserção de dados sem que haja um esquema pré-definido

    - Utiliza tabela de Hash simples

    - Apropriados para o armazenamento de dados semiestruturados

    FONTE: Achei no QC

  • gabarito CERTO . . .

    Bancos de Dados NoSQL são cada vez mais utilizados em aplicações web de tempo real (online) com a finalidade de atender aos requisitos de gerenciamento de grandes volumes de dados que necessitam de alta disponibilidade e escalabilidade. Aliás, eles geralmente são orientados a documentos, isto é, são capazes de manipular dados semiestruturados (Ex: XML e JSON).

    Galera, bancos de dados relacionais estão mais focados nos relacionamentos entre as entidades. Como vantagem, isso mantém a integridade dos dados; como desvantagem, torna mais burocráticas alterações e implementações de novas funcionalidades. Como esse intenso volume de dados vem aumentando e pela sua natureza não-estruturada ou semiestruturada, desenvolvedores perceberam a dificuldade ao se organizar dados no modelo relacional.

    Pensando em solucionar diversos problemas relacionados à escalabilidade, performance e disponibilidade, projetistas de bancos de dados não-relacionais promoveram uma alternativa de alto armazenamento com alta velocidade e alta disponibilidade, procurando se livrar de certas regras e estruturas inflexíveis que norteiam o modelo relacional de armazenamento de dados.

    POR FIM, A proposta dos bancos de dados não-relacionais não é substituir os bancos de dados relacionais, mas serem utilizados nos casos em que é necessária uma maior flexibilidade na estrutura do banco de dados. Dito isso, eu gostaria de apresentar para vocês uma tabela que contém uma comparação com as diferenças fundamentais entre NoSQL e SQL quanto ao modelo, armazenamento, flexibilidade, adequação, escalabilidade e exemplos de aplicações.

  • O NoSQL geralmente não possui esquema.

     OUTRA QUESTÃO:

    Para uma empresa que necessite implantar uma base de dados altamente escalável, com grande desempenho e cujo esquema de dados seja flexível, de modo que suporte constantes mudanças de campos e valores armazenados, a melhor opção é uma base de dados NoSQL.

    CERTO

  • noSQL geralmente não possui esquema

  • ESQUEMA DE DADOS FLEXÍVEL Dados independentes de esquema ou com esquema definido pelo aplicativo.

    Ano: 2015 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TJ-DFT Prova: CESPE - 2015 - TJ-DFT - Analista Judiciário - Suporte em Tecnologia da Informação

    Sistemas de bancos de dados classificados como NoSQL permitem a inserção de dados sem que haja um esquema predefinido. (CERTO)

    Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUNPRESP-JUD Prova: CESPE - 2016 - FUNPRESP-JUD - Analista - Tecnologia da Informação

    Em um banco de dados NoSQL orientado a documentos, a inexistência de um esquema impossibilita a definição de índices. (ERRADO)


ID
1782754
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito de tunning de bancos de dados, julgue o item subsecutivo.

O uso de correlated subquery aumenta o desempenho na execução de consultas a bancos de dados.

Alternativas
Comentários
  • Errado."O uso de consultas aninhadas ou correlacionadas obriga o SGBD a manter cursores sobres as tabelas utilizadas na consulta. Isso acaba criando um overhead na administração da memória e possivelmente aumenta as operações de I/O se as consultas forem feitas em várias tabelas distintas que encontram-se em blocos de disco distintos. Logo, consultas correlacionadas geralmente são mais lentas e diminuem o desempenho do banco de dados."

    Fonte: rcthiago@gmail.com
  • Correlated subquery: é uma subconsulta que usa valores da consulta externa.

    A subconsulta é executada para cada linha processada na consulta externa, daí a ineficiência.

    Geralmente subconsultas correlatas podem ser substituídas por JOINS e Views materializadas, melhorando o desempenho.


    Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Correlated_subquery

  • Para quem não entende os comentários sem o gabarito e não tem acesso a resposta.

    Gaba: ERRADO

     

    Pra galera que tá a pegada da PF, subquery = subselects, consulta dentro de outra consulta.

     

    um select é uma pesquisa no banco de dados, e uma subquery é um select dentro de outro, tipo: camadas de pesquisas, esse tipo de pesquisa faz o banco trabalhar mais deixando a rede lenta o sistema mais lento.

     

  • Uma correlated subquery (ou subconsulta relacionada) é uma subconsulta que utiliza valores da consulta mais externa. Essa subconsulta será executada quantas vezes forem a quantidade de linhas da consulta mais externa. Uma subconsulta relacionada não aumenta (na verdade, geralmente  diminui) o desempenho na execução de uma consulta.

    GABARITO: ERRADO

  • e-

    In a SQL database query, a correlated subquery is a subquery that uses values from the outer query. Because the subquery may be evaluated once for each row processed by the outer query, it can be slow.

    https://en.wikipedia.org/wiki/Correlated_subquery


ID
1782757
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A respeito de tunning de bancos de dados, julgue o item subsecutivo.

Ao se realizar o tunning de um PostgreSQL, o valor atribuído à variável effective_cache_size pode influenciar o uso adequado de índices durante a execução de consultas.

Alternativas
Comentários
  • effective_cache_size deve ser definido como a quantidade de memória de sobra para o cache de disco tendo em conta que é usado pelo sistema operacional, memória dedicada ao PostgreSQL e outras aplicações. Se o valor for muito baixo, os índices não podem ser utilizados para a execução de consultas da maneira que você esperaria. Definindo a effective_cache_size como 1/2 do total de memória seria uma configuração conservadora normal.

    fonte: http://www.helder.eti.br/2013/05/introducao-de-5-minutos-ao-desempenho.html
  • é um absurdo as bancas ficarem cobrando esses parâmetros de configuração de SGBDs, ninguém pode decorar todos os parâmetros dos 4 principais SGBDs... a banca obriga as pessoas a chutarem, ou essa galera sabia que existia esse parâmetro? poderia ser outro nome, sei lá result_cache_size, vai saber como é o nome do equivalente no Oracle, no MySQL...Pelo método do "CESPE falou pode está certo" muita gente acertou, mas não dá para contabilizar...


ID
1782760
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

Acerca de subsistemas de armazenamento de dados e de compartilhamento de arquivos, julgue o item que se segue.

O CIFS, protocolo usado em uma NAS para o compartilhamento de arquivos, exige o uso de serviço auxiliar para evitar que um usuário sobrescreva o trabalho dos demais usuários em determinado arquivo.

Alternativas
Comentários
  • Quanto ao compartilhamento: as redes NAS  compartilham sistemas de arquivos

    Quanto ao protocolos: as redes NAS utilizam o NFS/LINUX e o CIFS/WINDOWS

    Quanto às permissões: as redes NAS diferentes usúários podem acessar o mesmo sistema de arquivos


    ...exige o uso de serviço auxiliar para evitar que um usuário sobrescreva... Marquei errado por causa dessa frase.

  • O Server Message Block (SMB) ou CIFS, que opera na camada de aplicação, não exige o uso de serviço auxiliar pois o mesmo já desempenha essa função.

  • Complementando ...

    O CIFS é um protocolo com estado (mantém informações de conexão sobre cada cliente conectado).

    Usa bloqueio de arquivos e registros para evitar que usuários sobrescrevam o trabalho de outros em um arquivo ou registro.


    Fonte: https://books.google.com.br/books?id=d8uCfC46hwsC&pg=PA181&lpg=PA181&dq=cifs+estado+bloqueio+arquivo&source=bl&ots=v_i_9_3HnM&sig=BArBhiKG4PSa07tiKkEzOdCwqUE&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwit_fmJ9OjKAhXFfpAKHQwXA0MQ6AEIHDAA#v=onepage&q=cifs%20estado%20bloqueio%20arquivo&f=false

  • ✅Gabarito(Errado)

    Common Internet File System (CIFS) é um protocolo com estados, executado sobre TCP e que usa bloqueio de arquivos e registros para evitar que usuários sobrescrevam o trabalho de outros em um arquivo ou registro.

    Fonte questão do QC: Q595028

  • GABARITO ERRADO!

    .

    .

    SMB/CIFS - PROTOCOLO COM ESTADOS;

    NFS - PROTOCOLO SEM ESTADOS.

    .

    Acrescentando:

    Segundo Somasundaram (2011. p.171), "Para possibilitar o compartilhamento de dados, o NAS utiliza geralmente o NFS para sistemas UNIX, CIFS para Windows, e o File Transfer Protocol (FTP) e outros protocolos para ambos os ambientes."


ID
1782763
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

Acerca de subsistemas de armazenamento de dados e de compartilhamento de arquivos, julgue o item que se segue.

A implementação de RAID via software apresenta desempenho inferior se comparada à implementação de RAID via hardware.

Alternativas
Comentários
  • NORMALMENTE as implementações em software de qualquer função em comparação com implementações em hardware acabam sendo menos performáticas uma vez que essas implementações estão sobre várias camadas de comunicação. Desse modo, no hardware onde a comunicação é mais direta costuma ser mais performática.

  • O termo RAID significa "Redundant Array of Inexpensive Disks", indicando justamente o uso de HDs padronizados e baratos como "blocos de montagem" para a criação de sistemas que se comportam como um único disco, maior, mais rápido e/ou mais confiável do que suas peças individuais.

    Existem três categorias de RAID. A primeira é a das controladoras que realizam todas as operações via hardware, o que inclui a maior parte das controladoras SCSI e SAS. Este modo é o ideal tanto do ponto de vista do desempenho, quanto do ponto de vista da compatibilidade e confiabilidade, já que a própria controladora executa todas as funções necessárias, de forma independente. O sistema operacional apenas acessa os dados, como se houvesse um único HD instalado. O segundo modo é o fake RAID utilizado pela maioria das controladoras baratas, incluídas nas placas-mãe para desktop. No fake RAID é utilizada uma combinação de funções adicionais no BIOS da placa e um driver que roda pelo sistema operacional. No final, tudo é processado via software, de forma que não existe ganho de desempenho em relação a utilizar RAID via software. Apenas a configuração é simplificada.

    Em seguida, temos o RAID via software, onde todas as funções são executadas diretamente pelo sistema operacional e os HDs são ligados diretamente às interfaces da placa-mãe. Neste caso, temos um trabalho adicional de configuração, mas em compensação não é preciso gastar com uma controladora dedicada. É possível criar arrays RAID via software tanto no Linux, quanto no Windows 2000, XP, 2003 Server e Vista.

    No caso do Windows XP, a configuração de RAID via software é feita no Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > Gerenciamento do Computador > Gerenciamento de discos.

    Clique com o botão direito sobre um dos HDs que farão parte do array e selecione a opção "Converter em disco dinâmico". Na tela seguinte, marque todos os HDs que serão usados.

    Depois de converter os HDs para discos dinâmicos, clique novamente com o botão direito sobre um deles e selecione a opção "Novo Volume". É aberto o assistente que permite criar o array RAID.

    As versões Home e Professional oferecem apenas as opções de criar arrays RAID 0 (distribuído) ou JBOD (estendido), mas no 2000 ou 2003 Server é possível criar também arrays RAID 1 (Espelhado) e RAID 5, neste caso utilizando a partir de 3 HDs.


    Fonte: http://www.hardware.com.br/termos/raid-via-software

  • CERTO

    Segundo Somasundaram(2011,p.74),"RAID por software afeta o desempenho geral do sistema. 

    [...]

    RAID por software não suporta todos os níveis de RAID.

    [...]

    RAID por software está ligado ao sistema operacional do host, de modo que atualizações no RAID por software ou no sistema operacional devem ter sua compatibilidade validada."

     

    -ARMAZENAMENTO E GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES-EMC EDUCATION SERVICES-SOMASUNDARAM-2011.

  • A regra geral é esta:

    == implementação por software: maior flexibilidade, menor desempenho

    == implementação por hardware: menor flexibilidade, maior desempenho

    No caso de RAID, nem todos os tipos podem ser implementados por software. O custo inicial da implementação por software é menor.


ID
1782766
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

Acerca de subsistemas de armazenamento de dados e de compartilhamento de arquivos, julgue o item que se segue.

Os fatores que interferem no desempenho de uma NAS incluem o serviço de autenticação utilizado, o número de retransmissões realizadas devido a erros e o tempo despendido para acessar um arquivo em um dispositivo NAS.

Alternativas
Comentários
  • 7.8 Fatores que afetam o desempenho e a disponibilidade do NAS:

    Já que NAS usa rede IP, a largura de banda e questões de latência associadas ao IP afetam seu desempenho.

    - Congestionamento da rede

    - Autenticação

    - Retransmissão

    -Roteadores e switches utilizados em excesso

    - Solicitações de metadados e de busca arquivos/diretórios

    etc ...


    Fonte: https://books.google.com.br/books?id=d8uCfC46hwsC&pg=PA181&lpg=PA181&dq=cifs+estado+bloqueio+arquivo&source=bl&ots=v_i_9_3HnM&sig=BArBhiKG4PSa07tiKkEzOdCwqUE&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwit_fmJ9OjKAhXFfpAKHQwXA0MQ6AEIHDAA#v=onepage&q=cifs%20estado%20bloqueio%20arquivo&f=false

  • NAS usa redes IP; logo, a largura de banda e questões de latência associadas ao IP afetam o seu desempenho. O congestionamento da rede é uma das fontes mais significativas de latência em um ambiente NAS. Outros fatores que afetam o desempenho, são congestionamento da rede, autenticação, retransmissão, roteadores e switches utilizados em excesso, solicitações de metadados e de busca arquivos/diretórios etc.

    Fonte:

    [1] Armazenamento e Gerenciamento de Informações, G. Somasundaram, Alok Shrivastava, EMC Education Services

  • Em outras palavras, o termo NAS (Network Attached Storage) refere-se, basicamente, a um servidor de discos capaz de exportar áreas por protocolos como o NFS, CIFS ou até mesmo o HTTP. Para isto, é utilizada a rede local, o que traz a vantagem de permitir que qualquer host da rede tenha acesso a dados comuns, porém possui as desvantagens de congestionar o tráfego da rede, bem como uma velocidade de acesso pequena.

    Já que NAS usa rede IP, a largura de banda e questões de latência associadas ao IP afetam seu desempenho.

    - Congestionamento da rede

    - Autenticação

    - Retransmissão

    -Roteadores e switches utilizados em excesso

    - Solicitações de metadados e de busca arquivos/diretórios


ID
1782769
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Julgue o próximo item, relativo à computação na nuvem.

Em provedor que fornece serviço como IaaS (infrastructure-as-a-service), o consumidor consegue configurar o sistema operacional utilizado pela nuvem.

Alternativas
Comentários
  • IaaS (Infraestrutura As Service)

    Capacidade que o provedor tem de oferecer uma infraestrutura de processamento e armazenamento de forma transparente. Neste cenário, o usuário não tem o controle da infraestrutura física, mas, através de mecanismos de VIRTUALIZAÇÃO, possui controle sobre as máquinas virtuais, armazenamento, aplicativos instalados e possivelmente um controle limitado dos recursos de rede. Um exemplo de IaaS é a opção Amazon EC2.


    Fonte: Manoel Veras

  • Ah, no Iaas a nuvem disponibiliza a infraestrutura (hardware), em cima dela o usuário consegue configurar o sistema operacional.

    Mas a redação da  questão ficou bem estranha
    Gabarito definitivo: C
  • CERTO.

    Segundo Aragon(2014,p.549),"Infraestrutura como um serviço (IaaS): capacidade de fornecer processamento, armazenamento, redes e outros recursos fundamentais de computação, oferecendo ao cliente a possibilidade de implantar e executar software em geral, que pode incluir sistemas operacionais e aplicativos de sua propriedade. O cliente não gerencia ou controla a infraestrutura, mas tem controle sobre os sistemas operacionais, gerenciamento do armazenamento e sobre as aplicações e possivelmente controle limitado sobre certos componentes da rede como firewalls."

     

    IMPLANTANDO A GOVERNANÇA DE TI-ARAGON-2014-4 EDIÇÃO

  • Iaas - Os usuários gerenciam e controlam os sistemas operacionais, aplicativos, armazenamento e conectividade de rede, mas não controlam a infraestrutura da rede.

  • Em provedor que fornece serviço como IaaS (infrastructure-as-a-service), o consumidor consegue configurar o sistema operacional utilizado pela nuvem.
     

    Ele consegue configurar o SO utilizado por ele, não o da nuvem, oras, oras...

  • No serviço IaaS, o cliente consegue customizar todo o ambiente de rede, desde os ativos de rede até as aplicações, contemplando, portanto, os sistemas operacionais a serem utilizados.

     

    https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/tjdft-2015-prova-comentada-de-tecnologia-da-informacao-ti-cargo-4-analista-judiciario-suporte-em-ti/

  • Quando um cursinho dá uma resposta assim: "No serviço IaaS, o cliente consegue customizar todo o ambiente de rede, desde os ativos de rede até as aplicações, contemplando, portanto, os sistemas operacionais a serem utilizados".

    Seria interessante q eles explicassem o outro lado da moeda...quais das siglas cloud não permitem customizar o SO? SaaS, por exemplo!!!

    Tenho pavor a clichê, pavor maior só clichê com hashtag, mas #FikaDica.

    Outra frase q tenho pavor: O cara faz um textão enorme e finaliza com a frase: "simples assim!!!"

    OBS: Não vou comentar essa questao pq o comentario mais curtido, do HTTP Soncurseiro, já a respondeu com perfeição!!!

  • IaaS - INFRAESTRUTURA COMO SERVIÇO

    É fornecido ao cliente a estrutura de HARDWARE, cabendo ao USUÁRIO incluir toda a estrutura de SOFTWARE, ou seja, permite implantar e executar softwares, inclusive sistemas operacionais.

    É a base para todos os serviços, é o 3º NÍVEL, o mais baixo na hierarquia. 

    Palavras-chaveARMAZENAMENTO / PROCESSAMENTO ESTRUTURA DE REDE

    Exemplo: Dropbox, Amazon EC2, etc.

  • c-

    c-

    no IaaS, o cliente faz os updates, configuracao e personalizacao do SO das VMs. embora haja opcao de usar imagens pre-prontas, o que é util para deploy de varias estacoes. no azure, iso é possivel por virtual machine scale sets

    Virtual machine scale sets are an Azure compute resource that you can use to deploy and manage a set of identical VMs. With all VMs configured the same, virtual machine scale sets are designed to support true autoscale. No pre-provisioning of VMs is required. For this reason, it's easier to build large-scale services targeting big compute, big data, and containerized workloads. As demand goes up, more VM instances can be added. As demand goes down, VM instances can be removed. The process can be manual, automated, or a combination of both.

    https://docs.microsoft.com/en-us/learn/modules/azure-compute-fundamentals/overview


ID
1782772
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Julgue o próximo item, relativo à computação na nuvem.

A possibilidade de monitorar e controlar os recursos utilizados na computação na nuvem proporciona maior transparência tanto para o provedor quanto para o consumidor do serviço.

Alternativas
Comentários
  • Este é um dos princípios apresentados pelo NIST. Para lembramos:

    * AUTOSSERVIÇO SOB DEMANDA: O cliente deve ser capaz de alocar novos recursos automaticamente sem interação humana.


    * ACESSO AMPLO VIA REDE: Além de estar disponível por toda a rede, deve ser acessível através dos diversos dispositivos.


    * AGRUPAMENTO DE RECURSOS: Recursos de hardware e software devem ser agrupados de tal forma que permita ao consumidor obter seus recursos de forma automática. Deve fornecer um nível de abstração a respeito da localidade dos recursos.


    *ELASTICIDADE RÁPIDA: Os recursos devem ser alocados e liberados de forma elástica e rápida, além de ser automática. O cliente deve ter a percepção de que o recurso é ilimitado.


    * SERVIÇOS MENSURADOS: Tanto o cliente quanto o provedor de serviços devem ter acesso a utilização dos recursos, com geração de relatórios e medições online. Tal princípio busca total transparência ao cliente.



    Gabarito Preliminar: C

  • Fiquei na dúvida quanto à transparência do uso de recursos em nuvem...

    Q742899: Acerca de aspectos e procedimentos relacionados à segurança da informação, julgue o item a seguir.

    Ao contratar e utilizar um serviço de computação em nuvem para armazenar seus dados, o usuário perde a governança sobre esses dados, por não visualizar como eles são submetidos aos processos de becape, armazenamento e controle de segurança.

    Gabarito CERTO

  • Gabarito: Certo.

    ------

    BENEFÍCIOS DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

    Reduz os custos do usuário na aquisição de hardware e software;

    Fornece diversos serviços de computação, dentre os quais, banco de dados, servidores e softwares;

    Permite acesso remoto às informações.

    [...]

    Questões Cespianas:

    1} Os possíveis benefícios relacionados ao uso da computação em nuvem nas organizações incluem a economia de energia elétrica. (CERTO)

    2} A computação na nuvem permite ao usuário alocar recursos de forma dinâmica e em tempo real, o que possibilita o ajuste entre a necessidade e os recursos. (CERTO)

    3} O usuário pode acessar, seus dados armazenados na nuvem, independentemente do sistema operacional e do hardware que esteja usando em seu computador pessoal. (CERTO)

    4} A possibilidade de monitorar e controlar os recursos utilizados na computação na nuvem proporciona maior transparência tanto para o provedor quanto para o consumidor do serviço. (CERTO)

    [...]

    RESUMO

    Serviço na nuvem é muito mais rápido comparado a computação tradicional.

    Os recursos da computação em nuvem são administrados em tempo real.

    [...]

    ____________

    Fontes: Alunos do Projetos Missão; Questões da CESPE; Colegas do QC.

  • errei, mas saquei a diferença.

    Uma coisa é você monitorar os recursos de hardware utilizado( Quantidade -processamento e HD ocupado) outra totalmente diferente é você controlar / monitorar onde e a forma que são feitos o seu processamento etc.


ID
1782775
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Julgue o item a seguir, relativo a sistemas de arquivos e tecnologias de becape.

Usando-se a ferramenta RSync para se executar o comando rsync –av--delete /original/ /backup/, uma cópia dos arquivos do diretório /original/ será armazenada no diretório /backup/, e os arquivos previamente copiados para o diretório /backup/ e apagados no diretório /original/serão apagados também no diretório /backup/.

Alternativas
Comentários
  • Esse é um comando básico utilizado para cópia e sincronização de arquivos de forma local com o RSYNC. O parâmetro “-a” mantém os permissionamentos dos diretórios. O “-v” indica o modo verbose. O “–delete” indica que deverá ser deletado da pasta /backup os arquivos que não possuem correspondência, ou seja, não existem também no diretório /original.

    Desse modo, o referido comando busca sincronizar os dois diretório de tal modo que o /backup seja réplica do /original. Assim, caso algum arquivo não existe ou tenha sido modificado no /original, essas operações devem ser replicadas no /backup.

    Ou seja, é exatamente o procedimento descrito no enunciado.

    Gabarito Preliminar: C

  • uai, vô comentar aqui tb so pra vc nao ficar sozinho aqui. risos risos

  • O certo não seria assim:

    II. Em razão do princípio da personalidade ativa, o brasileiro nato não pode ser extraditado, entretanto é submetido à lei brasileira quando pratica crime no estrangeiro.


ID
1782778
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Arquitetura de Computadores
Assuntos

Julgue o item a seguir, relativo a sistemas de arquivos e tecnologias de becape.

Para aumentar o desempenho do NTFS, recomenda-se a utilização da técnica de journaling, que grava, em um log, as operações que serão executadas no sistema de arquivos antes mesmo de suas execuções.

Alternativas
Comentários
  • Fica difícil aumentar o desempenho incluindo uma gravação de log a cada operação.

  • Este é um recurso suportado por alguns sistemas de arquivos, entre eles o EXT3, suportado pelas distribuições do Linux baseadas no Kernel 2.4 ou mais atual (o EXT3 é o sucessor do EXT2, usado em distribuições baseadas no Kernel 2.2 ou anterior). Basicamente, o sistema de arquivos mantém um journal (ou log) onde são armazenadas todas as mudanças feitas em arquivos do disco. Quando qualquer erro inesperado surge, ou o sistema é desligado incorretamente é possível localizar todas as operações que não haviam sido completadas, restaurando a consistência do sistema de arquivos sem a necessidade de vascular arquivo por arquivo, como faz o scandisk do Windows ou o FSCK no Linux.

  • Um sistema de arquivos com journaling dá permissão ao Sistema Operacional de manter um log (journal), de todas as mudanças no sistema de arquivos antes de escrever os dados no disco. Normalmente este log é um log circular alocado em uma área especial do sistema de arquivos.

    Este tipo de sistema de arquivos tem a oferecer uma melhor probabilidade de não sofrer corrupção de dados no caso de o sistema travar ou faltar energia, e uma recuperação mais rápida, pois não necessita verificar todo o disco, somente aqueles que pertenciam a um log que não fora fechado devidamente.

    Exemplos de sistemas de arquivos que suportam journaling, HFS+, Ext3, Ext4, JFS, JFFS, JFFS2, LogFS, NTFS, Reiser4, ReiserFS e XFS.

  • O palavra ideal seria Confiabilidade.

  • Acredito que o ponto nem seria comparar o desempenho com uma gravação de log a cada operação, mas o fato de o journaling ser nativo do NTFS. Então não faz sentido recomendar a utilização de tal técnica, pois a mesma já é inerente a esse sistema de arquivos.

    Vamos na fé.

  • POSSÍVEIS CORREÇÕES:

    -Para aumentar A SEGURANÇA do NTFS, recomenda-se a utilização da técnica de journaling, que grava, em um log, as operações que serão executadas no sistema de arquivos antes mesmo de suas execuções.

    -Para aumentar A TOLERÂNCIA A FALHAS do NTFS, recomenda-se a utilização da técnica de journaling, que grava, em um log, as operações que serão executadas no sistema de arquivos antes mesmo de suas execuções.

  • Dependendo da solução de journaling adotada, o desempenho cai. Assim, o journaling e desempenho são inversamente proporcionais o que torna a assertiva falsa.

  • journaling, um recurso que ajuda a manter a integridade dos dados em caso de erros no sistema causados por desligamento incorreto ou determinadas falhas de hardware, por exemplo. O journaling é uma das características mais importantes do ReiserFS

    -Para aumentar A TOLERÂNCIA A FALHAS do NTFS, recomenda-se a utilização da técnica de journaling, que grava, em um log, as operações que serão executadas no sistema de arquivos antes mesmo de suas execuções.


ID
1782781
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Considerando que as partes A e B se comuniquem de forma confidencial usando criptografia simétrica, de modo que ambas as partes cifrem suas mensagens antes de enviá-las, julgue o item seguinte, relativo a criptografia.

A parte A pode usar as mensagens cifradas pela parte B para provar a autenticidade dessas mensagens para terceiros.

Alternativas
Comentários
  • O enunciado menciona que é utilizado a criptografia simétrica. Ou seja, utiliza-se uma mesma chave de conhecimento mútuo para criptografar os dados. Entretanto, não há como garantir que B não passou a informação da chave para um outro ente e este utilizou a chave. Nesse sentido, a criptografia simétrica não garante a autenticidade mencionada no enunciado. Tal recurso poderia ser feito pela utilização a criptografia assimétrica através da cifragem com a chave privada de B.

    Gabarito Preliminar: E

  • Criptografia de Chave Simétrica

    -->Mesma chave para cifrar e decifrar

    --> Mais rápida

    -->Problema de distribuição de chaves

    Criptografia de Chave Pública

    --> Duas Chaves (uma privada e outra pública)

    --> Pode garantir confidencialidade ou autenticidade

    -->Mais lenta (Problema de desempenho)

    Errado - porque ele o texto fala em criptografia Simétrica, a mesma não oferece a assinatura digital para garantir a autenticidade.  No entanto,  podemos obter autenticidade com a criptografia ASSIMÉTRICA (de Chave Pública)

  • eu marquei certo baseado nesta questão

     

    Uma empresa cuja matriz está localizada em Brasília possui três filiais localizadas em outras cidades do Brasil. As atribuições da matriz incluem analisar todas as propostas de negócio e autorizar os valores finais da negociação, além de analisar a documentação dos clientes para a liberação do crédito. Como atende a clientes em cidades onde não possui pontos de atendimento, a empresa recebe as propostas e documentos dos clientes eletronicamente e fecha contratos à distância. Os clientes também podem ser atendidos nas filiais, caso em que elas se responsabilizam pela recepção dos documentos e pelo seu envio, por meio eletrônico, para a matriz.

    Com base nessa situação hipotética, julgue os seguintes itens.

    A garantia de autenticidade dos documentos enviados à matriz pelas filiais pode ser obtida utilizando-se um algoritmo de criptografia simétrica

            Certo   Errado

    certo

    "A garantia de autenticidade de um documento pode ser oferecida basicamente por dois mecanismos: uma assinatura digital digital ou um código de autenticação de mensagens (MAC). Como é possível construir códigos de autenticação de mensagens "empregando" (mesmo verbo utilizado na questão) algoritmos simétricos de bloco empregando modos de operação apropriados, como o CBC, por exemplo, a questão está com gabarito correto e não cabe recurso.

    A propósito, a autenticação de uma entidade par também pode ser oferecida "empregando" exclusivamente criptografia simétrica, como é o caso do Kerberos." 

     

     

    O que eu entendi é que se o simétrica garante autenticidade, A consegue provar para outra pessoa que a mensagem é autêntica

    E ESSA OUTRA

    A autenticação de mensagens pode ser obtida de diversas formas. Dentre elas, está o emprego de códigos de autenticação de mensagens (Message Autentication Code – MAC), que tipicamente fazem uso de uma função hash e de uma chave simétrica compartilhada entre emissor e receptor.

    Certa

    REVISITANDO a questão, o comentário do HTTP Concurseiro faz muito sentido. Só garante ENTRE os que conhecem a chave

  • Só complementando...

     

    Basta pensar que na criptografia simétrica se utiliza a mesma chave (compartilhada) para criptografar e descriptografar as mensagens. Logo para um terceiro será impossível saber se determinada mensagem provém de A ou B, ou seja, não se pode afirmar a autenticidade da mensagem, a parte A pode ter criptografado a mensagem e alegar que foi a parte B que o fez.

  • Errado.
    Só olhar que para alguém olhando de fora, tanto A quanto B poderiam ter criptografado a mensagem já que a chave é a mesma. Um terceiro não teria como ter certeza qual dos dois foi quem criptografou.
     

  • Considerando que as partes A e B se comuniquem de forma confidencial usando criptografia simétrica, de modo que ambas as partes cifrem suas mensagens antes de enviá-las, julgue o item seguinte, relativo a criptografia.

     

    A parte A pode usar as mensagens cifradas pela parte B para provar a autenticidade dessas mensagens para terceiros.

     

    Criptografia simétrica não pode provar autenticidade.

  • ERRADO.  Como no título da questão é dito que A e B se comunicam de forma confidencial(SOMENTE ELES SABEM A CHAVE SECRETA), então NENHUM terceiro sabe da CHAVE. Logo, a autenticação só é oferecida para A e B.

    Segundo Stallings(2008,p.226),"A criptografia simétrica oferece autenticação ENTRE os que compartilham a chave secreta."

    -CRIPTOGRAFIA E SEGURANÇA DE REDES-4 EDIÇÃO 2008-STALLINGS.

  • Apenas a criptografia assimétrica pode oferecer autenticidade e não-repúdio.

  • Errada.

    Conforme nosso amigo @HTTP Concurseiro disse, a criptografia simétrica garante sim autenticidade entre as partes que compartilham a chave, no caso as partes A e B. Isso já caiu 200x em provas do CESPE.

    Nesse contexto, a página 226 do livro Criptografia e Segurança de Redes (4 ed) ratifica esse entendimento: "A criptografia simétrica oferece autenticação entre os que compartilham a chave secreta".

    O erro está no trecho: "provar a autenticidade dessas mensagens para terceiros". Para provar a autencidade existente para terceiros seria necessária a existência do mecanismo de certificação digital.

  • Criptografia simétrica não garante a autenticidade.

     

    Gabarito: E

  • Galera, para tudo!!! Olhem apenas os comentarios do Alberto Planta e do Venicius. Eles respondem, com, perfeição, à questao. Nem vou dar pitaco(nem chilique, dessa vez)

  • Em regra: Chave simétrica não garante Autenticidade.

    Exceção: entre duas (nem menos, nem mais) entidades/pessoas ela garante de uma para outra.

    Ex: Pedro e João combinam uma chave Simétrica para trocarem informações e só os dois podem saber da chave. Pedro criptografa sua informação com uma chave simétrica e envia para João. Quando João receber a mensagem, por saber a chave de Pedro, ele pode garantir que foi Pedro que mandou, pois só Pedro e ele sabem. (Autenticidade).

    A questão fala sobre garantir para terceiros. Não tem como garantir que foi PEDRO porque João sabe também, logo não tem como garantir AUTENTICIDADE.

    Logo,

    Questão errada.

  • Simétrica garante apenas CONFIDENCIALIDADE.


ID
1782784
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Considerando que as partes A e B se comuniquem de forma confidencial usando criptografia simétrica, de modo que ambas as partes cifrem suas mensagens antes de enviá-las, julgue o item seguinte, relativo a criptografia.

As partes A e B compartilham a mesma chave criptográfica, também denominada chave secreta.

Alternativas
Comentários
  • Nomes similares da Chave simétrica: Esta chave usa a mesma chave para criptografar e descriptografar a mensagem.

    Criptografia Simétrica

    Criptografia convencional

    Chave secreta


  • correto!

     

    Criptografia de Chave Simétrica

    -->Mesma chave para cifrar e decifrar   ( compartilham a mesma chave )

    --> Mais rápida

    -->Problema de distribuição de chaves

    Criptografia de Chave Pública

    --> Duas Chaves (uma privada e outra pública)

    --> Pode garantir confidencialidade ou autenticidade

    -->Mais lenta (Problema de desempenho)

    .....

    CONCURSEIROS DE TI - BRASIL

    https://www.facebook.com/groups/1331518076920079/

  • pergunta pra saber se vc não é um zumbi

  • Só para o cabra pegar confiança e errar a próxima rs 

  • RESPOSTA C

    [...] A técnica de criptografia de chave única (simétrica/secreta) utiliza a mesma chave para criptografar e descriptografar uma mensagem.

    #SEFAZ-AL

  • simétrica - mesma chave

  • VEJAM A QUESTÃO Q594260

    Gabarito CERTO.

    Galera, segue o BIZU/RESUMO que faz você acertar 90% das questões:

    A criptografia SIMÉTRICA (lembrem-se "S" 1 chave) é também conhecida por criptografia de chave secreta

    DES , 3DES , AES e RC4 são alguns dos algoritmos que usam criptografia simétrica.

    É usada uma única chave que é partilhada entre o emissor e o receptor. Desta forma, a chave que é usada

    para cifrar é a mesma que é usada para decifrar.

    -> As chaves SIMÉTRICAS, em sua maioria, terminam com a letra "S". Com isso aqui você já mata várias questões.

    --------------------------

    Já na criptografia ASSIMÉTRICA utiliza-se DUAS chaves (lembrem-se "SS" 2 chaves).

    RSA, DIFFIE-HELLMAN, CURVAS ELÍPTICAS e ELGAMAL são exemplos de criptografia assimétrica.

    Usam um par de chaves distintas (chave privada e chave pública):

    A chave pública é usada para cifrar (encriptar).

    A chave privada é usada para decifrar (desencriptar)

    -> A CHAVE PÚBLICA SEMPRE É UTILIZADA PARA ENCRIPTAR!

    Tentei ser o mais breve e sucinto possível no comentário.

    Bons estudos!


ID
1782787
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Considerando que as partes A e B se comuniquem de forma confidencial usando criptografia simétrica, de modo que ambas as partes cifrem suas mensagens antes de enviá-las, julgue o item seguinte, relativo a criptografia.

AES e 3DES são exemplos de algoritmos criptográficos que podem ser usados pelas partes A e B.

Alternativas
Comentários
  • São, de fato, algoritmos de criptografia simétrica que utilizam cifragem por blocos.

  • Os algoritmos mais cobrados da CRIPTOGRAFIA SIMÉTRICA: Conhecida como criptografia de chave PRIVADA

    Des: 56 bits

    Trip Des:112 ou 168 bits

    IDEA:128bits

    Blowfish – 32 a 448 bits

    RC2 – 8 a 1024 bits

    RC4

    3Des

    AES -128 | 192 | 256 | bits


  • Tipos de sistemas criptográficos simétricos:

     

    De Bloco

    - IDEA

    - TwoFish

    - Blowfish

    - Serpent

    - DES

    - 3DES

    - AES (não confundir tamanho de chave com tamanho de bloco, são coisas distintas. O AES ou Rijndael trabalha com blocos de 128 bits, mas opera com chaves de 128, 192 ou 256 bits)

    - RC5

    - RC6

     

    De fluxo

    - RC4

    - OTP

  • Cespe ama o DES e o AES

     

    2004

    O algoritmo criptográfico DES é uma cifra de substituição que mapeia um bloco de texto claro de 64 bits em um outro bloco de criptograma de 64 bits.

    Certa

     

    Ano: 2015Banca: CESPEÓrgão: TCUProva: Auditor Federal de Controle Externo - Tecnologia da Informação

     

    No algoritmo AES, a cifra de decriptografia é idêntica à cifra de criptografia, assim como a sequência de transformações para a decriptografia é a mesma para a criptografia, o que pode ser considerado uma vantagem, já que apenas um único módulo de software ou firmware é necessário para aplicações que exigem tanto criptografia quanto decriptografia.

     

    Errada


     

    2015

    Para realizar as funções de substituição de bytes, permutação, operações aritméticas sobre um corpo finito e operação XOR com uma chave, o algoritmo AES utiliza, em cada rodada completa, um bloco de tamanho igual a 128 bits.

    certa

  • Para fazer as questões de informática desses cargos, o cara tem que ser TI kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

     

    Leite!

  • Exemplos de algorítmos de criptografia de chave simétrica: DES, 3DES, AES, RC4, Twofish, Blowfish, IDEA, OTP.

  • Sistemas criptográficos SIMETRICOS de Bloco:
    IDEA
    AES
    DES
    3DES
    RC5
    RC6
    Serpent
    Twofish
    Sistemas criptográficos SIMETRICOS  de Fluxo:
    RC4
    OTP

  • Gabarito CERTO.

    Galera, segue o BIZU/RESUMO que faz você acertar 90% das questões:

    A criptografia SIMÉTRICA (lembrem-se "S" 1 chave) é também conhecida por criptografia de chave secreta

    DES , 3DES , AES e RC4 são alguns dos algoritmos que usam criptografia simétrica.

    É usada uma única chave que é partilhada entre o emissor e o receptor. Desta forma, a chave que é usada

    para cifrar é a mesma que é usada para decifrar.

    -> As chaves SIMÉTRICAS, em sua maioria, terminam com a letra "S". Com isso aqui você já mata várias questões.

    --------------------------

    Já na criptografia ASSIMÉTRICA utiliza-se DUAS chaves (lembrem-se "SS" 2 chaves).

    RSA, DIFFIE-HELLMAN, CURVAS ELÍPTICAS e ELGAMAL são exemplos de criptografia assimétrica.

    Usam um par de chaves distintas (chave privada e chave pública):

    A chave pública é usada para cifrar (encriptar).

    A chave privada é usada para decifrar (desencriptar)

    -> A CHAVE PÚBLICA SEMPRE É UTILIZADA PARA ENCRIPTAR!

    Tentei ser o mais breve e sucinto possível no comentário.

    Bons estudos!

  • É SÓ SABER QUE NÃO ERRA KK


ID
1782790
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Acerca dos servidores de aplicação JEE e Red Hat JBoss, julgue o item subsequente.

É possível executar múltiplas instâncias standalone do Red Hat JBoss em uma máquina que suporta apenas um endereço de rede.

Alternativas
Comentários
  • Utilizando PORTOFFSET

  • é só mudar a porta.

  • http://www.mastertheboss.com/jboss-server/jboss-configuration/configuring-port-offset-on-jboss-as-wildfly

     

    GO AHEAD!!

  • Nesse caso, o que muda para ter várias instâncias é a porta e o nome da instância*


    Exemplo: SERVER-8080 e SERVER-8180.

    *Nome da instância não é totalmente obrigado a mudar, seria para seguir boas práticas de gestão.


    Não importa a quantidade de placa de rede.


ID
1782793
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Acerca dos servidores de aplicação JEE e Red Hat JBoss, julgue o item subsequente.

Por meio da interface de gerenciamento CLI do Red Hat JBoss, o comando deploy aplicacao.war permite implantar uma aplicação cujo deployment esteja em aplicacao.war em um servidor standalone.

Alternativas
Comentários
  • Comandos deploy/undeploy


    Fonte: https://docs.jboss.org/author/display/AS71/Application+deployment


ID
1782796
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Acerca dos servidores de aplicação JEE e Red Hat JBoss, julgue o item subsequente.

GlassFish e TomCat são exemplos de servidores de aplicação JEE que suportam a tecnologia EJB.

Alternativas
Comentários
  • TomCat é um container servlet e JSP. Não tem suporte a EJB.

  • Sei que o colega abaixo citou isso, mas tem que está no sangue:

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB


    O Tomcat implementa apenas as tecnologias JSP e Servlet. Não é um container EJB.


  • Para quem errou essa (já fiz isso em prova ¬¬), segue um reforço sobre a dica do  Rodrigo e do Murilo:

     

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

  • Também errei a bagaça, só mais um reforço:

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    kkkkkkkkk

  • Pra quem errou 2 vezes respondendo a esta questão...

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

  • Pra quem errou 3 vezes respondendo a esta questão...

     

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

  • kkkkk

    Pior que que vou errar sempre que cair :/

     

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

  • e-

    Tomcat não é um Application Server, mas um servlet container.GlassFish, Wildfly e WebLogic sao servidores de aplicação de acordo com especificacao EJB

    Tomcat não é um Application Server, mas um servlet container.GlassFish, Wildfly e WebLogic sao servidores de aplicação de acordo com especificacao EJB

    Tomcat não é um Application Server, mas um servlet container.GlassFish, Wildfly e WebLogic sao servidores de aplicação de acordo com especificacao EJB

  • Complementando os comentários dos colegas, de maneira sucinta e sem redundâncias:

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

    Tomcat não tem suporte a EJB

  • Só faltou o Bart Simpson na lousa...

    Tomcat não tem suporte a EJB


ID
1782799
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Julgue o próximo item, relativo ao VMWare.

O VMWare, embora aumente a produtividade, não possibilita reduzir custos de TI em uma organização.

Alternativas
Comentários
  • Um dos benefícios da virtualização é o custo, como por exemplo, economia de energia, menos utilizações de salas, etc.

    Questão: Errada

  • Questão boba do Cespe. Sinceramente, até um leigo responderia
  • ERRADO.

    Segundo o professor Celson Jr.(Estratégia concursos), "Como vimos, as soluções de virtualização, como o VMWare, possibilitam
    sim reduzir custos de TI
    , pois permitem a implementação de estratégias de consolidação de servidores. Isto é, as soluções de virtualização, como
    o VMWare, permitem a criação e o uso simultâneo de máquinas virtuais (VM) sobre um mesmo hardware, propiciando eficiência no uso dos servidores físicos, aumento de produtividade, redução do consumo de energia elétrica, redução dos custos totais de TI, etc."

  • Complementando George Silva: a CESPE, quando não elabora questões idiotas/bobas/extremamente fáceis, cria questões com respostas erradas ou enunciados incompletos/imprecisos.

    Conforme as estatísticas daqui do Qconcursos, o percentual de acertos dessa questão é de 96%. Dessa forma a CESPE acerta no seu objetivo de dividir os candidatos em 2 grupos: os de TI e os de corte-e-costura!

  • 2018

    Ao reproduzir ambientes independentes em um servidor físico, a virtualização diminui, sobre toda a infraestrutura, a necessidade de hardware, de espaço físico e de energia.

    Certa

  • (E)

    não possibilita reduzir custos de TI em uma organização "

    Benefícios da Virtualização

    -Mais eficiência 

    -Menos Despesa 

    -Aumento de Agilidade 

    -Simplificar o gerenciamento de ambiente de dados 

    -Economia com espaço físico 

    -Aumento da produtividade

    -Economia de recursos humanos 

    -Reduzir períodos de ociosidade

    -Recuperação de desastres 

    -Migração em tempo real

    Fonte: PDF ( Estratégia )


ID
1782802
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Julgue o próximo item, relativo ao VMWare.

O VMWare é útil em ambientes de suporte devido ao fato de permitir a execução simultânea de diferentes sistemas operacionais em uma única máquina física.

Alternativas
Comentários

  • VMware é um software/máquina virtual que permite a instalação e utilização de um sistema operacional dentro de outro dando suporte real a software de outros sistemas operativos.

    Usando software de virtualização como o VMware é possível executar um ou mais sistemas operacionais simultaneamente num ambiente isolado, criando computadores completos (virtuais) a executar dentro de um computador físico que pode rodar um sistema operacional totalmente distinto. Do ponto de vista do utilizador e do software nem sequer se nota a diferença entre a máquina real e a virtual. É muito usado em centros de dados, pois permite criar redundância e segurança adicional sem recorrer a tantas máquinas físicas e distribuindo e aproveitando melhor os recursos das máquinas hospedeiras.

  • CERTO.

    Segundo o professor Celson Jr.(Estratégia concursos),"Essa é uma das vantagens de uma solução de virtualização, convivência multiplataforma. O VMWare permite a execução simultânea de diferentes sistemas operacionais, Windows, Linux, em uma única máquina física."

  • A banca define um conteúdo gigante para esse certame, coloca as questões mais cavernosas em outras disciplinas e em virtualização, elabora uma questão porcaria dessas. Sem condições

  • Turetto, senta e chora, então! Sua concorrência agradece!!!


ID
2343160
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Com relação às disposições do Regimento Interno (RI) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), julgue o item a seguir.

Se um servidor da justiça do Distrito Federal (DF) cometer infração disciplinar cuja penalidade, após processo disciplinar, seja a demissão, a autoridade responsável para aplicá-la será o corregedor da justiça.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA. Art. 303.  São atribuições administrativas do Presidente do Tribunal:

    aplicar sanções disciplinares aos servidores lotados na Secretaria do Tribunal e a pena de demissão aos servidores da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.


    Art. 305.  São atribuições administrativas do Corregedor da Justiça:

    XVI – instaurar sindicância ou processo administrativo disciplinar para apurar falta cometida por servidores lotados na Corregedoria da Justiça e nos órgãos a ela subordinados, bem como por tabeliães e oficiais de registro, impondo-lhes, no limite de sua competência, as penalidades cabíveis OU propor ao Presidente a aplicação da pena de demissão, na forma do artigo 303, inciso X, deste Regimento Interno;


  • Errada 

  • ERRADA

    Regimento Interno TJDFT de 16 de março de 2016

    Artigo 367. São atribuições administrativas do Presidente do Tribunal:

    ...

    XV - aplicar sanções disciplinares aos servidores lotados na Secretaria do Tribunal e a pena de demissão aos servidores da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios;

     

    Artigo 370. São atribuições administrativas do Corregedor da Justiça:

    ...

    XVI - instaurar sindicância ou processo administrativo disciplinar para apurar falta cometida por servidores lotados na Corregedoria da Justiça e nos órgãos a ela subordinados, bem como por tabeliães e oficiais de registro, impondo-lhes, no limite de sua competência, as penalidades cabíveis, ou propor ao Presidente a aplicação da pena de demissão, na forma do artigo 367, XV;

  • Gab: errada. 

    O competente para aplicar a pena de demissão aos "servidores" do TJDFT é o presidente do tribunal, na forma do art. 367, XV. 

    O Corregedor poderá apenas propor a demissão, conforme disposto no art. 370, XVI.

  • 8112/90 - A COMPETÊNCIA PARA APLICAR A DEMISSÃO PARA SERVIDOR É DA AUTORIDADE MÁXIMA

  • DEMISSÃO e CASSAÇÃO de aposentadoria é competência do PRESIDENTE do TJDFT.

  • Art. 367. São atribuições administrativas do Presidente do Tribunal:

    XV - aplicar sanções disciplinares aos servidores lotados na Secretaria do Tribunal e a pena de demissão aos servidores da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios;

  • Art. 367. São atribuições administrativas do Presidente do Tribunal:

    XV - aplicar sanções disciplinares aos servidores lotados na Secretaria do Tribunal e a pena de demissão aos servidores da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios;

    Art. 370. São atribuições administrativas do Corregedor da Justiça:

    XVI - instaurar sindicância ou processo administrativo disciplinar para apurar falta cometida por servidores lotados na Corregedoria da Justiça e nos órgãos a ela subordinados, bem como por tabeliães e oficiais de registro, impondo-lhes, no limite de sua competência, as penalidades cabíveis, ou propor ao Presidente a aplicação da pena de demissão, na forma do artigo 367, XV;


ID
2343172
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

Ainda com base no RI do TJDFT, julgue o item que se segue.

O corregedor da justiça do TJDFT integra o Conselho da Magistratura, logo pode exercer, nesse conselho, as funções de relator e de revisor.

Alternativas
Comentários
  • Regimento Interno, Art. 3º, §1º - O Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça integram o Conselho Especial e o Conselho da Magistratura, sem exercerem, no primeiro, as funções de relator ou de revisor.

  • O art. 59 do Regimento Interno do TJDFT, especificamente em seu §5º, determina que “o Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-presidente e o Corregedor da Justiça só exercerão a função de relator no Conselho da Magistratura.”


    Posto isso, interpreta-se que o Corregedor da Justiça, no Conselho da Magistratura, somente exerce função de RELATOR e NUNCA DE REVISOR.


    Gabarito considerado preliminarmente como correto, mas tenho que o item é duvidoso.


    OBS: Gabarito definitivo: item errado.



  • O gabarito foi alterado:  errado.


  •  Questão bastante interessante! O Conselho da Magistratura é composto pelos 4 ocupantes dos cargos de direção do TJDFT: Presidente, 1º Vice-Presidente, 2º Vice-Presidente e Corregedor. Pois bem, esses 4 não funcionam como relatores e revisores no Conselho Especial, mas exercem normalmente essas funções no Conselho da Magistratura, até porque são só eles 4, não é mesmo!?

    GABARITO: C

    E agora?!?!

    Fonte:Estratégia concursos

  • Gabarito "errado".

    Conforme atual disposição do art. 79, § 5°,RI, o CORREGEDOR de justiça, assim como o Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente, só exercerão a função de RELATOR no Conselho da Magistratura.

    Fundamento: art. 79, § 5°,RI.

    " Art. 79. Far-se-á a distribuição entre todos os desembargadores competentes em razão da matéria.

    § 1º A distribuição será feita aos desembargadores em exercício na data da sua realização.

    § 2º Não serão distribuídos processos a desembargador no período de 90 (noventa) dias que antecede a aposentadoria compulsória ou voluntária, desde que comunicada ao Tribunal previamente, por escrito.

    § 3º Caso não seja consumada a aposentadoria, haverá imediata compensação da distribuição.

    § 4º Em caso de impedimento ou de suspeição do relator, será realizada nova distribuição e haverá oportuna compensação.

    § 5º O Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça só exercerão a função de relator no Conselho da Magistratura.

  • RITJDFT art. 79, § 5º: O Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça só exercerão a função de relator no Conselho da Magistratura. Revisor não!!!

    GABARITO: ERRADO.

  • ITEM - O corregedor da justiça do TJDFT integra o Conselho da Magistratura, logo pode exercer, nesse conselho, as funções de relator e de revisor.

    Gabarito Preliminar CERTO

    Gabarito Definitivo ERRADO

    provavelmente a alteração ocorreu em decorrencia de recurso por conta do artigo 79, § 5º, que diz:

    “O Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça só exercerão a função de relator no Conselho da Magistratura”.

    o detalhe na questão está em azul e o que eu entendi dessa parte é que eles só exerce a função de relator no Conselho da Magistratura e somente no Conselho da magistratura. ou seja, não pode exercer esta função em nem um outro conselho. Somente no conselho da Magistratura.

  • TJDFT - REG. INTERNO

    Art. 4º O Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça são eleitos pelo Tribunal Pleno entre os seus membros, nos termos definidos neste Regimento.

    § 1º O Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça integram o Conselho Especial e o Conselho da Magistratura, sem exercerem, no primeiro, as funções de relator ou de revisor. 

    Já o art. 79, §5 diz:

    Art. 79. Far-se-á a distribuição entre todos os desembargadores competentes em razão da matéria. 

    § 5º O Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça exercerão a função de relator no Conselho da Magistratura.

    gabarito: errado

  • Acredito que a confusão se deu em virtude do texto do § 1º do art. 4º do Regimento, senão vejamos:

    Art. 4º O Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice Presidente e o Corregedor da Justiça são eleitos pelo Tribunal Pleno entre os seus membros, nos termos definidos neste Regimento.

    § 1º O Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça integram o Conselho Especial e o Conselho da Magistratura, sem exercerem, no primeiro, as funções de relator ou de revisor.

  • Art. 4º O Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça são eleitos pelo Tribunal Pleno entre os seus membros, nos termos definidos neste Regimento.

    § 1º O Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça compõem a Administração Superior e integram o Conselho Especial e o Conselho da Magistratura, sem exercerem, no primeiro (no Conselho Especial), as funções de relator ou de revisor.

    Art. 79. Far-se-á a distribuição entre todos os desembargadores competentes em razão da matéria.

    § 5º O Presidente do Tribunal, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor da Justiça exercerão a função de relator no Conselho da Magistratura.

  • Simplificando: o Corregedor da Justiça só exercerão a função de relator no Conselho da Magistratura.

    Revisor NÃO!!!