SóProvas



Prova FGV - 2013 - TJ-AM - Analista Judiciário - Engenharia Elétrica


ID
1011412
Banca
FGV
Órgão
TJ-AM
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                        Volta à polêmica sobre patente de remédios

        Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

        A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

        A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

        A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

        O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


(O Globo, 07/04/2013) 

O fato motivador da produção do texto é

Alternativas
Comentários
  • Basta ler o título!
  • Na verdade, o fato motivador é exposto no último parágrafo do texto.


  • letra C

    O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada.

  • LETRA C.  ESSE COMENTÁRIO EXTRAÍDO DO TEXTO EXPLICA. VEJA: O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec.

  • Fabiana, o correto seria a letra A, o caso da Índia seria apenas mais um argumento utilizado. 

  • O título fala em Volta à polêmica sobre patente de remédiosE o último parágrafo fala que "o tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia...". Logo, o fato motivador para a produção do texto foi sem dúvida o retorno da discussão desencadeado pelo novo medicamento não reconhecido na Índia.
  • Gabarito é "C". Mas não entendi porque  a A está errada. 

  • O erro na A deve ser o sentido da palavra banalização

  • Isso mesmo. Sempre atenção ao título do texto!

    Errei, mas por falta de atenção à pergunta. Não era sobre o tema principal, mas sim o FATO MOTIVADOR! O que motivou o autor a escrever sobre o assunto foi uma decisão recente na Índia, como apontado pelo título do texto.


ID
1011415
Banca
FGV
Órgão
TJ-AM
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                        Volta à polêmica sobre patente de remédios

        Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

        A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

        A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

        A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

        O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


(O Globo, 07/04/2013) 

O ponto de vista prioritariamente defendido neste texto é o dos

Alternativas
Comentários
  • fabricantes da grande indústria farmacêutica internacional. 
  • Confesso que não entendi. Alguém explica?

  • O autor defende no texto que os laboratorios precisam ter o tempo de patente respeitado para poder ter de volta o investimento feito $$$

  • O ponto de vista é dos  fabricantes de grande indústria farmacêutica internacional, notem pela ultima frase: "A quebra de patente não pode ser banalizada." Portanto o autor do texto é contra a quebra de patente, e os únicos prejudicados com a quebra de patente são as indústrias farmacêuticas internacionais.

  • No meu humilde ponto de vista, o autor analisa o alto custo de uma pesquisa para se criar um novo medicamento e que, por isso, deve ser valorizado, para incentivar os grandes laboratórios a continuarem investindo e, também, incentivar os laboratórios regionais a investirem, sabendo que, no futuro, certamente terão o retorno do investimento. Pra mim é letra "e".

  • Eu gabaritei a letra "e" e estava elaborando um comentário falando que havia entendido a questão no mesmo sentido que o Thiago e que a última frase "  a quebra da patente não pode ser banalizada" era, em verdade, um fundamento para a assertiva "e",  uma vez que a banalização constituía verdadeira desvalorização do trabalho dos pesquisadores.

    No entanto, revi meu pensamento.
    Note, a questão pede que se aponte de quem é o ponto de vista PRIORITARIAMENTE defendido.
    Nesse aspecto, se pensarmos de forma mais minuciosa veremos que se trata sim do ponto de vista dos fabricantes, eles sim não querem que seus esforços financeiros sejam em vão. Eles sim são os responsáveis pelo lobby contrário a quebra das patentes, de modo que o teor do texto consubstancia o ponto de vista DELES.

    A quebra das patentes atingem os pesquisadores sim, mas temos que visualizar que eles são atingidos de modo reflexo, pois primeiro a grande indústria é atingida para, somente após, os pesquisadores delas também serem atingidos no caso, por exemplo, daquelas acharem que a atividade não é lucrativa e de certa forma perderem o interesse da estimulação da pesquisa.

    A quebra das patentes em última análise não "desvaloriza" o trabalho do pesquisador em si, uma vez que reconhece o seu trabalho e apenas a distribui para um maior alcance de destinatários.

    Dessa forma, entendo agora que a quebra das patentes afeta primeiramente e diretamente a grande indústria que vê seus lucros minimizados. 
    Foi esse o  meu raciocínio final, não sei se era isso que a banca vislumbrava, mas espero que seja útil!

  • "A quebra de patente não pode ser banalizada. " --> Essa ultima frase aponta claramente o ponto de vista do autor. Ele defende o respeito as patentes.. e estas sao de interesse das grandes industrias..

    Pode notar que no inicio do texto ele justifica inclusive que as grandes industrias tem  6 anos para conseguir retorno do investimento... Ele fica justificando o lado das grandes industrias.
  • Em que pese a maioria dos itens estar correta, o comando da questão pede  o ponto de vista ''PRIORITÁRIO'', portanto, sem sombra de dúvidas, a letra C é a mais correta, pois o autor, desde início, faz menção as grandes indústrias e a quebra de suas patentes. 

  • Eu errei a questão, mas acredito que a resposta pode ser encontrada nesses trechos:


    "A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais"

    "A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas"

    "A quebra de patente não pode ser banalizada"



ID
1011421
Banca
FGV
Órgão
TJ-AM
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                        Volta à polêmica sobre patente de remédios

        Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

        A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

        A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

        A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

        O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


(O Globo, 07/04/2013) 

O primeiro parágrafo do texto argumenta que “em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos de proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito”.

Considerando somente o que está escrito no segmento acima, é correto concluir que

Alternativas
Comentários
  • Não há muito tempo para o retorno financeiro, então podemos concluir APENAS com o DESCRITO NO TRECHO:


    b) os laboratórios não visam ao lucro, mas sim ao retorno dos investimentos feitos nas pesquisas.

  • Acredito que a chave para entender esta questão é o enunciado: "considerando somente o que está escrito no segmento acima".

    A letra "b" é a correta, apesar de soar "estranha" (qual a 'empresa' que não visa ao lucro?), porque considerando somente o trecho selecionado, podemos concluir que em seis anos os laboratórios não visam aos lucros, e sim ao retorno do investimento. 

    Algo que não acontece com a letra "d", porque não temos informação suficiente no trecho selecionado que nos leve a concluir que o tempo de pesquisa é sempre menor do que a venda. Aliás, a letra "d" confunde porque é uma interpretação que fazemos levando em consideração o parágrafo todo... 

  • Gabarito oficial 'B', porque a questão pede que se interprete SOMENTE o segmento destacado, isolado do texto principal.

  • A letra B é completa extrapolação. O tempo permite que o suficiente para eles obterem o retorno, mas é óbvio que os laboratórios visam o lucro. A única coisa que o texo diz é que eles não terão prejuízos.

     

    Questão sem gabarito

  • O período de proteção exclusiva é para que os laboratórios obtenham no mercado o retorno do investimento. ESSE TEMPO NÃO É PARA SE OBTER LUCRO.

    Gabarito B

  • eu quis responder com a minha visão de que " sim é claro que os laborários visam o lucro!!"""""""  mas parei e pensei peraí éssa é a minha opnião! calma filha........aí fui no trecoh e vi que a única opção compatível era a B.


ID
1011427
Banca
FGV
Órgão
TJ-AM
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                        Volta à polêmica sobre patente de remédios

        Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

        A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

        A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

        A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

        O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


(O Globo, 07/04/2013) 

O texto justifica uma série de realidades na área de patentes de medicamentos. Nas alternativas a seguir, o fato e a justificativa apresentada casam perfeitamente,
à exceção de uma. Assinale- a.

Alternativas
Comentários
  • A questão pede a alternativa que NÃO apresenta um nexo entre o fato e a justificativa.

    Ao analisar as opções, observamos a estranheza da assertiva "b".

    Relendo a mesma:

      •  b) Os genéricos não são tão eficientes em sua utilização porque só apresentam os princípios ativos dos remédios originais.

      Observem que, se apresentar os mesmos princípios ativos dos remédios originais, como consequência, os genéricos serão tão eficientes quanto aqueles. 

      Ou seja, a palavra "não" na primeira oração impede que seja estabelecido o casamento entre o fato e a justificativa, enquadrando, desta forma, a alternativa como resposta da questão, dado que é a única que não se encaixa no modelo estabelecido.


      Gabarito: B.




    • puts marquei a D..
      Na letra B apesar de bem explicado por Almeida, eu imagino o seguinte:
       b) Os genéricos não são tão eficientes em sua utilização porque só apresentam os princípios ativos dos remédios originais.
      Mesmo tendo esse NÃO, a palavra da a entender que os originais possuem outros itens que deixariam o remédio mais eficiente.
      O que poderia ser certo, afinal não sou nenhum farmacêutico para dizer que tal formula é melhor q outra.

    • Embora a letra B tenha coerência em ser a resposta, ainda não concordo totalmente.
      A questão relacionou fato e justificativa e, pra mim, o fato de os remédios serem caros não se justifica com a renda das pessoas de países menos desenvolvidos. Uma coisa nada tem a ver com a outra. 
      A relação entre preço de medicamentos e a renda dos cidadãos não é justificativa para os altos preços! Eu não enxerguei isso, pelo menos.  

    • Não consegui entender pq a letra b) é a resposta

      Os genéricos não são tão eficientes  FATO

      Porque só apresentam os princípios ativos dos remédios originais JUSTIFICATIVA

    • Na realidade, a questão pede para marcar a alternativa que não está de acordo com o texto. Vejam o início do segundo parágrafo:

      "A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original". 

      Assim, não se fala da eficiência dos genéricos, apenas afirma que haverá concorrência dos similares e genéricos que tenham os princípios ativos encontrados no original.

      Gabarito, Letra B.

    • Neste caso, só o conhecimento em português não adianta, por isso está na área de enfermagem, para quem tem conhecimento de farmácia... 

    • concordo com a Maíra

      marquei a letra C
    • Gabarito é B.

      Minha  análise: "Os genéricos não são tão eficientes em sua utilização porque só apresentam os princípios ativos dos remédios originais.".

      A falha está no na passagem "não são tão eficientes", o fato dos genéricos APRESENTAREM os  princípios ativos, não justifica o fato deles não serem tão eficientes em sua UTILIZAÇÃO, ao contrário, a utilização dos genéricos devia ser tão eficiente  quanto os originais, já que apresentam os mesmos princípios ativos deste. 

      Fiquem à vontade para postar qualquer crítica. 

      Obrigado!


    • Eu respondi essa questão por compreensão de texto.

      Enunciado da pergunta: O texto justifica uma série de realidades na área de patentes de medicamentos. (...) à exceção de uma:

      Só pode ser a letra B pois o autor do texto não fala nada sobre a eficiência dos genéricos, mas sim sobre seu valor.

      As afirmações das demais alternativas podem ser encontradas no texto.

      Gabarito B.


    ID
    1011433
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    Após a leitura, é correto constatar que, segundo a opinião do autor do texto, o Brasil

    Alternativas
    Comentários
    • A - (Errada) Há na verdade um posicionamento de conflito entre laboratórios estatais e os particulares

      B - (Errada) Não existe no texto evidências de que o Brasil respeitaria os acordos internacionais

      C - (Errada) Não está claro o reconhecimento do país nessa área no texto

      D - (Correta) Argumento bem fundamentado no último parágrafo.

      E - (Errada) Alternativa quase que fora de contexto. O autor de forma alguma deu isso a entender. (risos)

    • Vei a primeira parte tudo bem ele fala no texto que o brasil adotou uma postura cuidadosa, agora essa ultima parte, " já que, como país menos desenvolvido, necessita de medicamentos mais baratos e de laboratórios de qualidade. " , não tem como deduzir isso.

      Interpretação na FGV eh froid namoral.

      d)Atua de forma cuidadosa, já que, como país menos desenvolvido, necessita de medicamentos mais baratos e de laboratórios de qualidade.


    • Em nenhuma parte do texto encontrei algo que me induz a identificar que o autor pensa que o "brasil é um país menos desenvolvido e necessita de medicamentos mais baratos e de laboratórios de qualidade".

      Ele diz sim que o Brasil hoje é mais cauteloso na questão de quebra de patentes, tem uma postura pragmática, que tem dado bons resultados e permite o desenvolvimento de novos medicamentos.

      Diz tb que o Brasil já quebrou uma patente e que depois chegou a um entendimento com os laboratórios.

      Fiquei perdida com essa gabarito!!!

    • A redação do item D não deixa dúvidas quanto ao gabarito. Corroborando com os comentários do colega Willian, o item A está equivocado pelo fato de que, embora o Brasil já tenha praticado quebra de patente, sua posição não foi reconhecida como justa, ao contrário, houveram conflitos, mas se chegou a um entendimento (acordo) com os laboratórios.

    • Creio que seja mais uma das inúmeras questões da FGV em que se responde por "elimininterpretação" (escolher a menos pior rsrs):

       

      a) já praticou a quebra de patente, mas sua posição foi reconhecida como justa pelos laboratórios.

      O texo menciona que "O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema [...] chegando depois a um entendimento com os laboratórios.", ou seja, NÃO FOI RECONHECIDA COMO JUSTA, mas apenas chegaram a um acordo/entendimento para solver o impasse

       

      b) não pretende banalizar a quebra de patente e se comprometeu a respeitar os acordos internacionais.

      Fiquei seriamente indeciso entre esta assertiva e a "D". Entretanto, creio que esta tenha mais incorreções do que a "D", por isso não poderia ser a correta. Vejamos: o texto menciona que "O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada.". Tal trecho poderia ser entendido como um "respeito" aos acordos internacionais, contudo, a meu ver, este entendimento extrapola (e muito) o sentido do texto, pois não há qualquer menção implícita ou explícita de que o Brasil "não pretende banalizar" a quebra de patentes, apenas de que atualmente adota uma postura mais pragmática, cautelosa, ou seja, em que pese venha agindo de forma mais ponderada, nada impediria que, em um caso semelhante ao da quebra de patentes dos medicamentes da AIDS voltasse a violar os acordos internacionais. Em síntese, seriam 2 erros: primeiro, afirmar que o Brasil "não pretende" banalizar acordos; segundo, aduzir que o Brasil se "comprometeu" a respeitar acordos internacionais

       

      c) reconhece a necessidade de investimentos maiores na área de laboratórios estatais.

      Não se "reconhece/admite" tal situação. O mais próximo seria "para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais". Porém, a questão pede "segundo a opinião do autor do texto, o Brasil", e não outros governos.

       

      d) atua de forma cuidadosa, já que, como país menos desenvolvido, necessita de medicamentos mais baratos e de laboratórios de qualidade.

      Marquei esta afirmativa, porém realmente é difícil justificar o trecho "[...] e de laboratórios de qualidade", tendo em vista que, primeiramente, identifico como ambígua tal expressão, já que poderia se referir a "medicamentos advindos de laboratórios de qualidade (públicos? privados?)" ou então "de que sejam mantidos pelo Estado laboratórios públicos de qualidade que produzam tais medicamentos". Eventualmente o mais próximo de "qualidade" seria associar com "bons resultados [...] permitido [...] desenvolvimento de novos medicamentos no país" (porém vá entender essa FGV....). Por fim, a "D" é a menos errada dentre todas.

       

      e) tem trabalhado no sentido de revolucionar a indústria farmacêutica no país, produzindo medicamente inclusive para exportação.

      Em momento algum o texto menciona "exportação".

    • Resposta absurda, bem a cara da FGV!

    • mimimi vai estudar cara e para de culpar a banca.


    ID
    1011439
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    A polêmica sobre o medicamento, referida no último parágrafo do texto, se concentra entre

    Alternativas
    Comentários
    • CONTINUIDADE= glivec
      INOVAÇÃO= novo medicamento
    • Marquei a "b" pensei no interesse público( corte india) x privado(laboratório). N entendi a "c"

    • Alternativa C.  "...a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec". 

      A polêmica envolve a inovação do medicamento defendida pelo laboratório suíço em contraposição à continuidade da produção do medicamento defendida pela Corte Superior da Índia, ou seja, que o laboratório suíço não havia inovado, apenas continuado a produzir seu medicamento.
    •  O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como INOVAÇÃO um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento (=CONTINUIDADE) de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 

      Gabarito: c

    • Em verdade, trata-se de inovação x continuidade.
      A polêmica do texto refere-se ao fato de que o laboratório suiço Novartis alegava ter desenvolvido uma evolução no remédio original Glivec, ou seja, o laboratório defendia que se tratava de uma INOVAÇÃO do remédio anterior/original. Por outro lado, a Corte Superior da Índia não reconheceu essa inovação, alegando que se tratava em verdade da CONTINUIDADE do mesmo remédio no mercado, motivo pelo qual negou a patente.


    ID
    1011445
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    Nas alternativas a seguir, os vocábulos ou expressões sublinhados nas duas ocorrências apresentam o mesmo valor semântico, à exceção de uma. Assinale-a.

    Alternativas
    Comentários
    • Alternativa D

      Sofrer com AIDS - valor semântico de Causa
      Entendimento com os laboratórios - valor semântico não é de Causa.
    • Alguém sabe qual é o valor semântico de "entendimento COM os laboratórios"?

      obrigada, 

      avisem no perfil, por favor. 


    • Por que não pode ser a letra E, em que a consequência não está na mesma ordem?

    • André, não importa a ordem e sim o sentido em que está sendo usada a preposição. Como diz o enunciado, é uma questão de semântica.

      Nicole,  "entendimento COM os laboratórios" não tem o mesmo valor semântico de "sofrem com AIDS" que traz o sentido de causa (sofrem por causa da AIDS) e não junto com ela, como é o sentido de "entendimento com os laboratórios.

    • a) para obter = oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo (indica finalidade)

          para obtenção = oração subordinada adverbial final (indica finalidade)

      b) preços mais  baixos = advérbio de intensidade

           atitude mais pragmática = advérbio de intensidade

      c) período até  o  lançamento = indica tempo

          até quatro anos” = indica tempo

      d)  sofrem  com a  AIDS = indica causa

           entendimento com os laboratórios = indica união

      e) chegando depois a um entendimento = indica tempo

          voltou  à  tona depois  que  a  Corte  Superior = indica tempo


    • Reposta letra D
      Quais são as relações envolvidas?
      Sofrem com a AIDS -> Causa?
      Entendimento com  os laboratórios-> Companhia? 
      Alguém ajuda? Obrigado!

    • Obrigado aos cometários dos colegas, facilitam em muito entender o que erramos.

    • E a letra A? 

       

      O primeiro para equivale a fim de= finalidade.

      O segundo para não equivale a finalidade, equivale?

    • COM --------------------------------------------------------------------------------------

       

      Relação de Causa: assustar-se com o trovão.

      Relação de Companhia: voltar com amigos de uma festa.

      Relação de Instrumento: abrir a porta com a chave, riscar com o lápis.

      Relação de Matéria: vinho se faz com uva.

      Relação de Modo: andar com cuidado, trabalhar com capricho.

      Relação de Oposição: lutar com as paixões, jogar com os argentinos.

       

      Fonte: https://www.recantodasletras.com.br/gramatica/2815216


    ID
    1011451
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos...”.

    O emprego da forma pronominal “esse”, nos casos sublinhados, se justifica por que

    Alternativas
    Comentários
    • Referência textual:
      recursos anafóricos= retomam termos já citados anteriormente.
    • Quando houver apenas um referente no texto, utilizaremos:

      "Esse" --> para retomar elemento anterior (referente anafórico);

      "Este" --> para referir-se a elemento posterior (referente catafórico);

    • Alternativa: "e".

      O uso de pronomes demonstrativos é um assunto bastante complexo, já que existem diversos parâmetros a serem observados.

      Pronomes demonstrativos: demonstram a posição dos seres no tempo  e no espaço.

      Há quatro aspectos para utilização dos pronomes demonstrativos, vejamos cada um deles:

      1.  Em relação às pessoas gramaticais:

      - 1ª pessoa (o emissor) - este ou isto:  Exemplo: Veja estes livros aqui nesta mesa. (Está junto à mesa) Dica: quando utilizamos o lugar"aqui", estamos junto ao objeto e devemos utilizar este ou isto.

      - 2ª pessoa (o receptor) - esse ou isso: Exemplo: Me dê esses documentos que estão nas tuas mãos. (Está próximo ao objeto). Dica: quando não estamos juntos, mas próximos ao objeto, utilizamos o lugar "aí".

      - 3ª pessoa (o assunto) - aquele ou aquilo. Exemplo: Aquilo  que vês em alto-mar é a salvação e a bênção. (Está distante do objeto). Dica: quando estamos distantes do objeto,utilizamos o lugar "ali" ou "lá".

      2. Em relação ao tempo da mensagem: Este é o caso visto na questão!

      - Refere-se ao que será comunicado (Catáfora)- este ou isto: Exemplo: Sabemos apenas isto:nada somos.

      - Refere-se ao que já foi comunicado (Anáfora) - esse ou isso: Exemplo: Estudar muito? Isso não me atrai.

      - Refere-se ao que já foi comunicado há muito - aquele ou aquilo:Exemplo: O deputado não honrou aquilo que prometera.

      3. Em relação ao tempo cronológico.

      - O presente - este ou isto: Exemplo: Este está sendo um século conturbado.

      - O passado e futuro próximos - esse ou isso: Exemplo: Uma noite dessas irei à tua casa.

      - O passado e futuro distantes - aquele ou aquilo: Exemplo: "Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos..."

      4. Localizando termos da oração.

      - o último de uma série - este ou isto.

      - o primeiro de uma série - aquele ou aquilo.

      Exemplo: Diálogo entre pais e filhos é difícil: estes não querem ouvir nada, aqueles querem falar muito.

      Conclusão: Quando a questão tratar sobre o uso de pronome demonstrativo, primeiro deveremos identificar a qual desses aspectos a questão se refere, depois analisaremos qual pronome utilizar.

      Bons estudos! =)

      (continua)

    • Gab. (E)

      ''Esse'' retoma o prazo de 10 anos.

    • Para quem está estudando pronomes demonstrativos, eles remetem a referencial espacial e contextual. A questão aborda a referência contextual, assim sendo, temos duas possibilidades:

      1 - Anáfora - usamos o pronome "ESSE" para  retomar uma única referência (no caso do texto, o prazo de dez anos)

      1 - Catáfora - usamos o pronome "ESTE" para antecipar uma única referência...

      Vale ressaltar que essa regra refere-se a apenas uma referência textual, para duas ou mais referências as regras e os pronomes usados modificam!

    • Sabe quando tu sabe o assunto e por palavras estranhas na pergunta tu fica meio sem saber o que o examinador quer? Essa palavra " elementos" me deixou alheio.

    • Alguém sabe qual o erro da alternativa A?

    • a) se refere a um termo anterior localizado contextualmente mais distante que outro. (AQUELE)

      b) se liga a fatos cronologicamente distantes. (ANTEONTEM)

      c) se prende a um elemento anterior citado mais proximamente à ocorrência do pronome.(ESTE)

       d) se relaciona a um elemento textual mais próximo do leitor que do enunciador do texto. (???)

      e) se conecta com elementos anteriormente citados de forma a estabelecer coesão textual. (GABARITO)

    • Tainá SB

       

      creio que o erro da A seja dizer que  "se refere a um termo anterior", quando na verdade são dois os termos: primeiro, "esse" referente ao "prazo de 10 anos" e depois "esse" referindo-se ao período da "fase final [...] chamada pipeline".

    • e-

      se refere ao prazo de 10 anos


    ID
    1011457
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    Assinale a frase que não apresenta uma forma verbal na voz passiva.

    Alternativas
    Comentários
    • jogo rápido
      apenas a alternativa C
      é a que não apresenta o verbo SER

      Voz passiva analítica – Formada pelo verbo auxiliar (ser ou estar) mais o particípio de um verbo transitivo direto (ou direto e indireto).

    •   não apresenta uma forma verbal na voz passiva

      Logo que apresente forma verbal na VOZ ATIVA:

      Optou por uma atitude mais pragmática....

      Alguém OPTOU

      Ele OPTOU.

      Alguém praticou a ação de optar. Voz Ativa


    • pessoal, alguém saberia informar como ficaria a alternativa E na voz ativa?

    • Pessoal, sobre a letra "c", analisaram o verbo optou, mas e a locução " tenha dado"?

      na minha opinião todas as alternativas estão na voz passiva.

      Serei grato caso alguém me apresente uma resposta.

    • Vamos lá pessoal! Precisamos de uma explicação da questão inteira. 

    • a) (Certo) “Patentes  de  medicamentos  geralmente  são  reconhecidas  pelo prazo de dez anos...”.)   Temos aqui o verbo SER+PARTICÍPIO e além do agente da passiva " pelo prazo de dez anos " . Transpondo-se a frase para a voz ativa teríamos " O prazo de dez anos geralmente reconhece patentes de medicamentos . "


      b) “A quebra de patente não pode ser banalizada”. Aqui esta forma verbal está na forma verbal passiva analítica , porque possui uma locução verbal e o verbo SER+PARTICIPIO

       c) “Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons  resultados...”.(errado) Quem opta , opta por alguma coisa ou por algo  , e neste caso , é VTI . Já a locução tem dado não possui o verbo ser na locução não sendo sujeito de apassivação.
        d) “A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39  países...”.(Verbo ser + participio) Nesta frase , não possuímos o agente da passiva , mas identificamos claramente o verbo SER+PARTICIPIO . Transpondo-se para vou passiva sintética teríamos "nos Estados Unidos e em outros 39  países reconheceu-se a patente . " ( tendo sujeito como indeterminado)
        e) “os  genéricos  e  similares  podem  ser  lançados  a  preços mais  baixos”.                                                                                                       OI
       ( Temos aqui também a presença do verbo ser mais participio ) e a frase não possui OD . Portanto , não pode-se construir voz ativa .

    • a) “Patentes  de  medicamentos  geralmente  são  reconhecidas  pelo prazo de dez anos...”. (voz passiva)

      b) “A quebra de patente não pode ser banalizada”. (voz passiva)

      c) “Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons  resultados...”. (voz ativa)

      optar  = VTI, não aceita voz passiva ; tem dado = não tem o verbo "ser ou estar " na frase.

      d) “A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39  países...”. (voz passiva)

      e) “os  genéricos  e  similares  podem  ser  lançados  a  preços mais  baixos”. (voz passiva)

    • A cada questão que eu resolvo desse assunto, percebo a importância de se analisar se o verbo é VTD ou não

    • acredito que a voz passiva vem acompanhada do verbo ser, a letra "c" portanto é a resposta.

      • APENAS VERBOS TRANSITIVOS DIRETOS ACEITAM A TRANSPOSIÇÃO PARA A VOZ PASSIVA COM  EXCEÇÃO DOS VERBOS OBEDECER, DESOBEDECER, PAGAR E PERDOAR. LOGO É NECESSÁRIO APENAS VERIFICAR DE QUAL VERBO SE ORIGINOU O PARTICÍPIO. 
      • Bons estudos. 

    • Caros colegas,

      na minha opinião é possível visualizar a formação de voz passiva nas alternativas "a", "d" e "e".

      Aí podemos ficar entre a "b"e a "c". Mas reparem que na "b" a 'quebra de patente' sofre a ação de ser 'banalizada'.

      Foi esse o raciocínio que utilizei na questão. Restando, portanto, a letra "c".

      Gabarito: Letra "c".


      Bons estudos!

    • Me corrijam se eu estiver errado. Mas acredito que o item B se encontra na voz passiva analítica, uma vez que apresenta a estrutura de verbo ser/estar/ficar + particípio.

    • Gabarito letra "C".

      Por quê? Na letra "C" foi utilizado o tempo composto da forma verbal pretérito-perfeito no modo indicativo, que é formado pelo presente do indicativo do verbo auxiliar (Ter ou Haver) + particípio do verbo principal (no caso o verbo "Dar"). Embora as formas verbais dos tempos compostos se pareçam com a construção da voz passiva analítica por ambas possuírem o particípio na sua construção, é possível identificar a diferença pela utilização dos verbos auxiliares. Na voz passiva analítica utilizam-se os verbos auxiliares (Ser ou Estar) e nos tempos compostos utilizam-se os verbos auxiliares (Ter ou Haver). 
    • Letra c , pois apresenta um verbo transitivo indireto,logo não passa para a voz passiva.

    • ja vi essa questão em 2014...

    • Gabarito C, voz ativa: é aquela onde se exerce uma ação, voz passiva: aquela que se sofre a ação.

    • Para esta questão basta saber: 

      Voz Passiva tem que ter:

      - Verbo ser + particípio (voz passiva analítica)

      - Particula apassivadora "se" (voz passiva sintética)

      * se não tem isso, não é voz passiva. Não precisa nem ler a frase. 

       

    • Nenhuma delas mostra quem praticou a ação, o agente da passiva.

      E a letra c é a única que não mostra também o sujeito paciente, quem sofreu a ação.

    • TER \ HAVER + particípio -> Voz ativa.

      SER \ ESTAR + particípio -> Voz passiva. 

    • GABARITO: C

      Voz ativa: A voz ativa é usada quando o sujeito gramatical pratica a ação verbal. Indica, assim, que o sujeito gramatical é o agente da ação.

      Voz passiva: A voz passiva é usada quando o sujeito gramatical sofre a ação verbal. Indica, assim, que o sujeito gramatical é o paciente de uma ação que é praticada pelo agente da passiva. 

      Retirado do site: https://www.conjugacao.com.br/vozes-verbais/

      a) “Patentes  de  medicamentos  geralmente  são  reconhecidas  pelo prazo de dez anos...”. ( Voz passiva: as patentes são reconhecidas> sofrem a ação verbal).

       b) “A quebra de patente não pode ser banalizada”. (  Voz passiva: a quebra da patente não pode ser banalizada> sofre a ação verbal ).

       c) “Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons  resultados...”. ( Voz ativa: alguém optou por algo> realizou a ação verbal)

       d) “A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39  países...”. (  Voz passiva: a patente é reconhecida> sofre a ação verbal).

       e) “os  genéricos  e  similares  podem  ser  lançados  a  preços mais  baixos”. ( Voz passiva: os genéricos e similares são lançados > sofrem a ação verbal).

    • c-o verbo no participio esta em uma relacao de dependencia com verbo auxiliar para exercer sua funcao de verbo principal da oracao, e 'resutados' é seu objeto direto


    ID
    1011460
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original”.

    Assinale a alternativa que traz uma afirmação adequada sobre os componentes desse fragmento do texto.

    Alternativas
    Comentários
    • Presente do Subjuntivo
        que eu contenha
        que tu contenhas
        que ele contenha
        que nós contenhamos
        que vós contenhais
        que eles contenham
      O Modo Subjuntivo, assim como o indicativo, se caracteriza por um conceito semântico, é considerado o modo verbal que ao invés de expressar uma certeza expressará uma ideia de dúvida, exprime uma ação irreal, hipotética.
    • Modo subjuntivo (  é o modo verbal que não expressa certeza, e sim uma dúvida ou desejo1 .


    • A letra "b" poderia suscitar dúvidas: " A presença do acento grave da crase é fruto da união de duas ocorrências do artigo definido feminino singular “a”. "  - Percebam que o examinador menciona a ocorrência de dois artigos definidos, o que não é verdade. A crase ocorre pela junção da preposição "a" + o artigo definido "a". Portanto, não há dois artigos, e sim uma preposição e um artigo.

    • a expressão " a partir de" expressa tempo:

      Quando ocorrer a perda da patente(...)

      ou Ao ocorrer a perda da patente....

      GABARITO LETRA E

    • Letra E


      O medicamento só estará sujeito à concorrência caso exista a possibilidade de conter princípios ativos encontrados no original.

    • "Contenham" esta no Presente subjuntivo que traz características como incerteza e dúvida.

    • alguém pode explicar sobre a crase? 

    • Crase ocorre quando há uma preposição com uma vogal

    • COMENTÁRIO:
      a) A expressão “a partir de” indica uma ideia de causa. 
      ERRADA: A ideia é de TEMPO. b) A presença do acento grave da crase é fruto da união de duas  ocorrências do artigo definido feminino singular “a”.  ERRADA: É devido à União ou fusão da PREPOSIÇÃO (solicitada pelo adjetivo "sujeito" - sujeito a) + artigo definido feminino (a concorrência)

       c) “produtos  similares”  e  “genéricos”  se  referem  a  produtos  idênticos. ERRADA: Autoexplicativa. Se é similar, não pode ser idêntico.

      d) O  pronome  relativo  “que”  refere-se  exclusivamente  a  “genéricos”.  ERRADA: O pronome relativo "que" refere-se a "produtos". Produtos QUE contenham (...)

      e) A forma do subjuntivo “contenham” indica uma possibilidade.  CORRETA: Produtos que CONTENHAM, que POSSAM CONTER (ideia de possibilidade).
      valewww

    • Não detectei ''dúvida'' no verbo "contenham".

    •  eu acertei somente porque a banca colocou que o verbo estava no subjuntivo, tava afirmando , e eu sei que verbos no subjuntivos expressam dúvida ,incerteza... logo, marquei a mais convincente. 

      obs: Nao achei difícil 

    • Para está na voz passiva a frase deve apresentar sempre no mínimo dois verbos. simples assim! 


    ID
    1011466
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes”.

    Assinale a alternativa em que o sinônimo proposto para o vocábulo ou expressão sublinhada está adequado.

    Alternativas
    Comentários
    • Significado de Prescrever

      v.t. e v.i. Ordenar; regular; comandar; estabelecer; preceituar; receitar; recomendar; fixar; limitar.
      Deixar de existir com o decorrer do tempo (falando-se de leis e regulamentos).
       gabarito E

    • a Por / apesar de (errado, seria "Visto que")

      b mais baixos / menos reduzidos (errado, seria "mais reduzidos")

      c de marca / conhecidos (errado, seria "original")

      d no período de / mediante (errado, seria "no momento de")

      e prescrevem / recomendam (correto)

    • Gabarito duvidoso. Afinal, se o médico prescreve um remédio, deduz-se que apenas o mesmo deve ser tomado. Se ele recomenda um remédio, deduz-se que outro remédio também pode servir.

    • Uma das significações da palavra "prescrever" pode até ser "recomendar", porém no contexto, o médica não simplesmente recomenda um remédio, ele praticamente ordena.
      Você não trata a AIDS, por exemplo, com recomendação de medicamentos pelo médico, e sim pelo o que ele prescreve(ordena,manda) você utilizar.

      Poréeeeem.... FGV. Então..

    • Só um adendo.

      PROSCREVER X PRESCREVER

      proscrever

      verbo

      1. 1.
      2. transitivo direto e bitransitivo
      3. decretar o banimento de; banir, exilar, degredar, deportar.
      4. 2.
      5. transitivo direto e bitransitivo
      6. impedir a permanência de; expulsar, afastar.
      7. "p. o aluno (da escola)"

      prescrever

      verbo

      1. 1.
      2. transitivo direto
      3. ordenar antecipada e explicitamente.
      4. "p. um cerimonial"
      5. 2.
      6. transitivo direto
      7. dar ordem ou determinação para que se faça (algo); estabelecer, determinar, preceituar.
      8. "o diretor prescreveu as funções dos professores"


    ID
    1011472
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    Assinale a alternativa em que a modificação de uma frase verbal para uma frase nominal foi realizada de forma equivocada.

    Alternativas
    Comentários
    • gabarito E

      Muitas  vezes  para  reduzir  o  custo  da  distribuição  de  medicamentos” / Muitas vezes para o reducionismo do custo da distribuição de medicamentos.( Redução) 
    • Muitas vezes para o reducionismo/ a redução  do custo da distribuição de medicamentos.
    • alguem poderia explicar a letra "C" ?


    • Concurseira RJ, foi trocado o verbo "conquistar" (ex.: Quero conquistar meu cargo público.) pelo substantivo "conquista" (ex.: A minha maior conquista será a nomeação em um cargo público). Espero ter ajudado. :)

    • Fui por exclusão, a princípio fiquei na dúvida entre a alternativa "b" e "e", mas na "e" seria possível trocar a expressão "reducionismo" por "redução", já na "b" não teria como trocar a expressão "embutimento".

    • Derivação regressiva, verbal ou pós verbal: formação de substantivos denotadores de ação através de um processo de redução verbal. Substitui-se a terminação de um verbo pelas desinências A-E-O. Ocorre a formação de substantivos abstratos a partir de verbos. 

      abalar - abalo  

      afagar - afago

      sacar - saque

    • Mas e o "tiveram" da letra c?

    • Reduzir o custo é reduzir o valor quantitativo.

      Reducionismo é uma prática de menosprezar valores/conceitos e não a diminuição de valores.

      Portanto, essa modificação causa alteração do significado da frase.

    • Tb, não entendi o "tiveram" da letra C.

    • Essa estava fácil!

    • "Tiveram" é verbo.. logo letra C não é frase nominal na transposição. Pelo menos foi o que eu entendi.

    • A letra c corresponde a palavra conquistar que pode ser nominal  "conquista", alternativa correta.

    •  ROBERTA ,PEGUEI ESTA MESMA LINHA E NEM LI A LETRA "E''

    • Alguém poderia explicar a C ?

    • Frank Barbosa, a letra ''c'' não tem mistério. Veja que o verbo é ''conquistar'' e a forma nominal é conquista. Tal como, trabalhar, trabalho, explorar, exploração. 

    • Pessoal, não entendi nada dessa questão, alguém pode me dá um help, por favor :)

    • Fui de letra B porque não achei embutimento nos dicionários... Ainda fiquei na dúvida com a letra E, na esperança de uma polissemia de "reducionismo"...

    • Reduzir: tornar(-se) menor; diminuir


      Reducionismo: tendência a descrever qualquer processo biológico com as mesmas explicações (p.ex., as leis da física e da química) us. pela ciência para interpretar a matéria inanimada.


      Para que a frase nominal ficasse correta, ao invés de usar "o reducionismo", seria necessário ter substituído por "a redução" para manter o sentido.


      Gab: E

    • Reduzir - Redução.

    • FGV FGV....

       

    • Não entendi o "Tiveram" na letra C. Alguém poderia me explicar?
    • FGV FGV.... [2]

    • Letra C é derivação regressiva pessoal. "Conquista" se tornou nome a partir do verbo "conquistar" 

       

      Bons estudos.

    • Minha interpretação sobre a C é a seguinte: o enunciado pede a mudança para "UMA frase nominal", por isso que a C está correta, pois de fato houve UMA mudança de verbal para nominal na opção C, porém ela continuou tendo o verbo "tiveram".


    ID
    1011478
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    O termo sublinhado que desempenha uma função diferente da dos demais, é

    Alternativas
    Comentários
    • acredito q seja a ação de fazer algo

      b)desenvolvendo algo
      c)lançando algo
      d)distribuindo algo
      e)tratando de algo

      letra A não se enquadra nessa ideia!!!

    • A resposta da questão abrange o conhecimento das diferenças entre Adjunto Adnominal e Complemento nominal:

      1) Complemento nominal complementa susbtantivos abstratos, advérbios  e adjetivos. Adjunto adnominal complementa substantivos concretos e abstratos;

      2)Complemento Nominal sofre a ação implícita no substantivo com o qual se relaciona. Adjunto Adnominal pratica a ação, estabelecendo uma relação ativa com o substantivo.

      3)Complemento Nominal não possui ideia de posse. Adjunto Adnominal determina uma relação de posse.

      Vamos às questões.


      A) Patente de medicamentos. Patente é substantivo concreto, logo "de medicamentos" é Ad. Adnominal (1ª dif.)

      B) Desenvolvimento dos medicamentos. "Dos medicamentos" possui uma relação de passividade com "Desenvolvimento". Os medicamentos são desenvolvidos. Logo é Complemento Nominal(2ª dif.).

      C)Lançamento comercial do produto. "Do produto" complementa um adjetivo(comercial). Logo é Compl. Nominal(1 dif.).

      D) Distribuição de medicamentos. Medicamentos são distribuídos. Relação de passividade. Complemento Nominal(2ª dif).

      E) Tratamento do câncer. Câncer é tratado. Passividade, logo Compl. Nominal (2 dif.).


      Resposta: letra A.

    • Não entendi ainda... se alguém puder explicar melhor agradeço.

    • CONTINUAÇÃO...( SÓ ACEITAM 3.000 caracteres! AFF!)


      Vamos agora analisar as frases da questão:

      a) patentes de medicamentos. -----------> Patentes - Substantivo Concreto. Só A.A se liga aos substantivos concretos. Então o complemento "de medicamentos" é um A.A-------------------->R:  A.A

      b) desenvolvimento dos medicamentos.----------> Desenvolvimento - É um substantivo abstrato. A.A e C.N se ligam a substantivos abstratos e os dois podem se ligar por meio da preposição " de". E agora? Como saber qual deles é? Fácil! Basta você verificar se o complemento "dos medicamentos" está praticando uma ação(ativo) ou sofrendo uma ação (passivo). Na frase os "medicamentos" está desenvolvendo algo ou está sendo desenvolvido por alguém? Está sendo desenvolvido! VEJA: " desenvolvimento dos medicamentos", ou seja, os medicamentos estão sendo desenvolvidos e não estão se desenvolvendo ( a eles mesmos) ou desenvolvendo algo. Então, o complemento nessa frase é C.N. -------------------->      R: C.N


      ESQUEMA ( Vale apenas quando tiver substantivo abstrato + prep. "de")

      Se o complemento for paciente -------------> C.N

      Se o complemento for agente ----------------> A.A

      Para ficar ainda mais claro, vou te dar outros exemplos:

      Nos dois casos temos um substantivo abstrato (leitura) + prep. "de". Como saber se os complementos desse termo é C.N ou A.A?

      A leitura dos livros --------->  " livros" são lidos ou leem? São lidos! Ou seja, sofrem a ação de serem lidos. Portanto, "dos livros" é C.N!

      A leitura dos alunos ---------> "dos alunos" estão sendo lidos ou leem algo? Leem algo! Os alunos estão lendo, os alunos estão fazendo uma leitura e não a leitura os "está fazendo" algo ou "os lendo". Portanto, neste caso temos um A.A!


      c) lançamento comercial do produto. ----------> Lançamento comercial - Substantivo Abstrato e prep. "de". Vamos aplicar o esquema visto anteriormente e concluímos que se trata também de um C.N.  Pois, o " produto"  está sendo lançado e não está lançando nada. Ele é portanto paciente e por isso é C.N!------------------------>        R: C.N

      d) distribuição de medicamentos. (Mesmo raciocínio anterior, "medicamentos" é paciente, pois está sendo distribuído.  -------->  R: C.N

      e) tratamento do câncer. (Também mesmo raciocínio anterior, "câncer" é paciente, pois está sendo tratado. --------->    R: C.N

      Bom, é isso, a letra A é a CERTA, pois é a única que é ADJUNTO ADNOMINAL, enquanto todas as outras são COMPLEMENTOS NOMINAIS.


      Fonte:  Aulas de Gramática do professor Fabrício Dutra e a "A Gramática do Concursando" de José Almir Fontella Dornelles.

    • Oi Flávia! Espero que eu possa te ajudar...

      Primeira coisa você deve verificar se os termos a que se ligam os complementos ( os termos sublinhados das frases) são verbo ou nome( substantivo, adjetivo ou advérbio) para que você possa classificar os complementos.

      Nas frases apresentadas na questão ,todos os termos apresentados são nomes( patentes, desenvolvimento, lançamento comercial, distribuição e tratamento) por isso os seus complementos só podem ser aqueles complementos que se ligam aos nomes, QUAIS SÃO: Adjunto Adnominal, Complemento Nominal e Agente da Passiva. 

      Vou adiantar aqui e dizer que não há nenhum complemento como Agente da Passiva, por isso não vou explicá-lo, mas se quiser manda recado que eu te explico. Bom, então vamos saber as diferenças e semelhanças entre Adjunto Adnominal e Complemento Nominal:


      Adjunto Adnominal (A.A)

      Pode vir preposicionado ou não, se vier com preposição, sempre será a preposição "de" e suas variáveis ( da,das, do,dos). Se liga apenas a substantivo.  Esse substantivo pode ser abstrato( necessita de alguém para existir. Exs: Sentimentos, sensações e ação) ou concreto (independe de alguém, nomeia seres que existam ou não. Ex: Deus, mesa, fada).


      Complemento Nominal (C.N) : 

      SEMPRE vem preposicionado e pode ser qualquer preposição. Se Liga a substantivos, Adjetivos e Advérbios. Se liga somente aos Substantivos Abstratos.



    • Colegas,

      Não consigo ver patente como substantivo concreto, pois trata-se da acao de patentear.

      Podem me esclarecer por favor. Grata.

    • Meire Tavares aí fala PATENTES de medicamentos, a patente do medicamento JÁ EXISTE por isso é concreto!! Não é o ato de tentar uma patente, mas aí deixa claro que já conseguiu a patente!

    • A questão requer a diferença entre Adjunto Adnominal e Complemento verbal:

      - se o termo apresentar valor paCieNte, será Complemento Nominal;

      - se o termo exprimir valor de AgeNte (ou de não paciente), será Adjunto adNominal.

      b) desenvolvimento dos medicamentos. - CARACTERÍSTICA PASSIVA - OS MEDICAMENTOS SÃO DESENVOLVIDOS - C.N.

      c) lançamento comercial do produto. CARACTERÍSTICA PASSIVA - O PRODUTO É LANÇADO - C.N.

      d) distribuição de medicamentos. CARACTERÍSTICA PASSIVA - OS MEDICAMENTOS SÃO DISTRIBUÍDOS - C.N.

      e) tratamento do câncer. CARACTERÍSTICA PASSIVA - O CÂNCER É TRATADO - C.N.


      Percebem qua só a alternativa "a" (patente de medicamentos) não possui um característica passiva (sofrer a ação), portanto, o termo destacado é adjunto adnominal e difere de todos os outros.

    • patentes = é substantivo abstrato, deriva do verbo patentear.

      creio que a diferença seja pelo fato de medicamentos ser o alvo, sobre quem recai

    • patentes = é substantivo abstrato, deriva do verbo patentear.

      creio que a diferença seja pelo fato de medicamentos ser o alvo, sobre quem recai

    • patentes = é substantivo abstrato, deriva do verbo patentear.

      creio que a diferença seja pelo fato de medicamentos ser o alvo, sobre quem recai

    • Estou ha anos sem estudar portugues, mas me lembrava do "macete" de agente/paciente. Acertei por exclusao, mas tive duvida na letra "A", ja que pensei: medicamentos panteados... Se alguem puder explicar..


    •  letra que não se enquadra por conta que é um adjunto Adnominal e a letra "A", pois o complemento das demais estão relacionada com o verbo, passando a ser um adjunto adverbial.

      Se estiver errado alguém me corrija por favor !

    • Vinicius Machado sua análise está errada sim, dê uma olhada nos demais comentários, trata-se de Adjunto Adnominal e Complemento Nominal 

    • Assinalei a alternativa "a", mas entendo que só por exclusão mesmo, dado o fato que não é totalmente correta.

    • (A) patentes de medicamentos.

      Em minha opinião o examinador considerou duas possibilidades para essa palavra (patente) ser um adjunto adnominal:

      PRIMEIRA POSSIBILIDADE: Ele pode ter considerado essa palavra como substantivo concreto, uma vez que registrado algo perpetua, ou seja, não é algo momentâneo.

      Veja esse vídeo, que essa excelente professora explica a diferença entre substantivo abstrato e concreto.

       www.youtube.com/watch?v=bsMXQv_Q0p4

      Por isso justifica-se dizer que se trata de um Adjunto Adnominal que é satélite de substantivo tanto concreto como abstrato. Nesse caso a palavra patente é substantivo concreto (Adjunto Adnominal) Lembre-se de que o Complemento Nominal não é satélite de SUBSTANTIVO CONCRETO, APENAS SUBSTANTIVO ABSTRATO, ADJETIVO E ADVÉRBIO.

      SEGUNDA POSSIBILIADDE: Ele pode ter considerado essa palavra (patente) como um substantivo abstrato, até porque existem vários significados para ela, conforme dicionário online de português e por está no plural passa a ser um substantivo concreto segundo uma regra gramatical que diz que:

      Todo substantivo abstrato de qualidade no plural torna-se concreto:

       Ex: a riqueza (abstrato) – as riquezas (concreto).

       Ex: o vício (abstrato) – os vícios (concreto) etc.

      Mais informações nesse site WWW.gramaticaemvideo.com.br/?page-id=1930.

      (B) desenvolvimento dos medicamentos.

      C.N – medicamentos são desenvolvidos

      (C) lançamento comercial do produto.

      C.N – produtos comercializados são lançados.

      (D) distribuição de medicamentos.

       C.N – medicamentos são distribuídos

      (E) tratamento do câncer

      C.N – câncer é tratado.

      Quem estiver com dúvidas quanto à possibilidade da palavra patente, derivar do verbo patentear, Estude “Processo de Formação das palavras” principalmente (o processo de derivação imprópria).

      Com carinho aos colegas de estudo.

      Zilda.


    • correta letra A (patentes de medicamentos)

       trata-se de um adjunto adnominal de um substantivo concreto (que é "patentes").

       "de medicamentos" é adjunto adnominal com função adjetiva desempenhada por uma locução adjetiva. 

      Lembre-se que adjunto adnominal é o termo que determina, especifica ou explica um substantivo. O adjunto adnominal possui função adjetiva na oração, a qual pode ser desempenhada por: adjetivos, locuções adjetivas, artigos, pronomes adjetivos e numerais adjetivos. O adjunto adnominal tem valor AGENTE.

      A locução adjetiva é a união de duas ou mais palavras (as vezes preposição + substantivos) como foi o caso acima, que tem o valor de adjetivo. Note que "de medicamentos" está dando a qualidade de patentes. 

      As demais alternativas são complemento nominal, tem valor PACIENTE.

      Para ficar mais claro visite o site: http://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint21.php   

    • Almas esclarecidas, digam-me: o quê que rolou? o que se passa? Perdi até o rumo! Por que é a letra A? obrigada!

    • Patentes é substantivo concreto, logo, Adjunto. Os outros são CN.

    • Os medicamentos sofrem a ação de serem desenvolvidos

      O produto sofre a ação de ser lançado
      Os medicamentos sofrem a ação de serem distribuidos
      O câncer sofre a ação de ser tratado

      Tudo que tem sentido paciente é complemento nominal

    • Uma dúvida, eu não poderia dizer que na letra "a", a função tb é de complemento nominal:

      medicamentos são patenteados..

      O que fiz de errado? P/ mim era CN


      Obs: Essa questão tb está no QC sob o nº Q337157


    • Alternativa A.

      Quando o termo preposicionado está ligado a um substantivo concreto, é adjunto adnominal.

      O termo "de medicamentos" está atrelado ao vocábulo "patentes" (substantivo concreto), funcionando como adjunto adnominal.

    • gabarito: a

      uma dica:

      o primeiro passo é analisar o termo que está sendo complementado. 

      É adjetivo ou advérbio? sim. logo o complemento será uma COMPLEMENTO NOMINAL.

      É substantivo concreto? sim. logo o termo complemento será um ADJUNTO ADNOMINAL.

      agora o bicho pega rsrsr

      É substantivo abstrato? sim. logo pode ser os dois! CN ou ADN.

      Então você analisa se o complemento tem função ativA ou passivA no contexto!

      se ativa: será ADJUNTO ADNOMINAL

      se passiva: será COMPLEMENTO NOMINAL.

      OBS: em alguns casos o complemento terá sentido de posse . 

      logo será ADJUNTO ADNOMINAL

    • Assisti a resolução dessa questão feita pelo ARENILDO e ALEXANDRE SOARES.


      Conclusão: Com arenildo não entendi nada, mal explicado, parece que ele tem má vontade, não só nessa questão em várias é raro ocorrer uma boa explicação.

      Agora com alexandre soares e a professora do qc são os melhores, ta na hora desse arenildo vazar !
    • Eu discordo do professor.

      Patentes é Substantivo Concreto, por isso, de medicamentos é Adjunto Adnominal.

      Mais alguém?

    • Professor falou o seguinte... 

      Substantivo + preposição + IDEIA DE POSSE = ADJUNTO ADNOMINAL

      Substantivo + preposição + IDEIA DE PACIENTE ( paciente que eu digo é oq sofre ação) = COMPLEMENTO NOMINAL 

      Alfartanoooos Força !
    • A, a meu ver é Adj Adnominal, relação de posse.

    • Para diferenciar Adjunto Adnominal de Complemento Nominal siga esses passos. Você só terá dúvida em 2 situações.1- Verifique a preposição, se não for DE, fatamente será complemento nominal.2 - Caso tenha a preposição DE , verifique a que se refere, se é a um substantivo concreto ou abstrato.3 - Substantivo concreto certamente será Adjunto Adnominal, caso for abstrato a dúvida permanecerá.4 - Agora olhe o sentido, passivo é complemento nominal, ativo é adjunto adnominal..Essa questão resolvi em 5 segundos apenas observando que todos os substantivos são abstratos menos o da letra A que é concreto, logo Adjunto Adnominal e o restante complemento nominal.
    • Correta : A - patentes de medicamentos. / tem patentes Adjunto Adnominal

    • Atenção pessoal, a resposta do Marcelo Mendes é exatamente o OPOSTO do que ele disse, o correto é:


      a) patentes de medicamentos. (as patentes são de medicamentos) AA

      b)desenvolvimento dos medicamentos. (os medicamentos são desenvolvidos). CN

      c)lançamento comercial do produto. (o produto foi lançado comercialmente). CN

      d)distribuição de medicamentos. (os medicamentos são distribuídos). CN

      e) tratamento do câncer. (o câncer é tratado). CN
    • AÊ dANILO...DEPOIS DE VER O VÍDEO FICOU MOLE!!!!

    • Essa questão ao meu ver todas são complementos nominais, patentes de medicamentos - O medicamento não patenteou nada, ele foi patenteado, logo também é complemento nominal

    • Na verdade nessa questão a FGV sacaneou mas que o normal, todas tem o valor paciente, mas a alternativa A é a única que pode ter um valor Ativo de todas as alternativas, no caso tem que marcar o que a banca quer né, fazer oque.

    • Comentários pertinentes, é estudar muito e torcer pra o examinador não viajar muito na hora de montar a prova, kKKKKKKK!!!

    • Estudando o assunto vejo que a melhor forma perante essa banca é analisar se o agente é passivo (sofre a ação) ou se é ativo (pratica ou dá ideia de posse à ação)

      Quando for:

      Passivo = Complemento nominal

      Ativo, posse = Adjunto adnominal

      Para verificar se usa a dica de se fazer a seguinte pergunta

       a) patentes de medicamentos. ( Os medicamentos já possuem patentes ou são patenteados?) logo eles já possuem patente - Posse GABARITO



    • Nesse caso, tem que apelar pela relação de "posse", pois verifica-se que todas as alternativas tem valor paciente. gabarito "A", apesar da construção: "medicamentos são patentados pelo homem", ou seja, questão confusa.   

    • Patente está no sentido de certificado, logo substantivo concreto.

      conseguiu desenhar é concreto = vc consegue fazer um desenho de certificado para comprovar a patente

      Não conseguiu desenhar = abstrato = vc não consegue desenhar desenvolvimento,distribuição,tratamento,lançamento

    • GABARITO LETRA A

      PATENTES é substantivo concreto.

    • O termo sublinhado que desempenha uma função diferente da dos demais, é

      patentes de medicamentos. (NESSE CASO EU ACHO QUE O MEDICAMENTO NÃO PATENTEA NADA?)(TIPO PATENTEAR MEDICAMENTOS)

      desenvolvimento dos medicamentos.(DESENVOLVER MEDICAMENTOS)

      lançamento comercial do produto.(NESSE CASO DO PRODUTO NÃO CARACTERIZARIA COMERCIAL?)

      distribuição de medicamentos.(DITRIBUIR MEDICAMENTOS)

      tratamento do câncer.(TRATAR CÂNCER)

    • O examinador foi bastante infeliz em perder tempo de jogar uma merda dessa na prova 

    • Adjuntos adnominais fazem referência a substantivos concretos e abstratos bem como substantivos derivados de verbos geralmente são substantivos abstratos, podendo ser Complemento nominal, como por exemplo Compra(comprar). 
      Ex.: As compras foram ótimas.
      Logo o único que não é Substantivo Abstrato é Patetes, que geralmente seu processo é feito em um papel, são os registros, tem natureza independente, não é derivado do verbo patentear.

      A) Patentes= Subst. Concreto, tem natureza independente, não é derivado de verbo.
      B) Desenvovlimento= Desenvolver-- Subst. Abstrato
      C) Lançamento= lançar--Subst. Abstrato
      D) Distribuição= Distribuir --Subst. Abstrato
      E) Tratamento= Tratar-- Subst. Abstrato

      Letra B, C, D e E são também chamados de derivação Deverbal, pois advem de um verbo, que logo são toso abstratos.

      Avante!

    • No caso, eu posso dizer: Medicamentos sao patentados. Entao nao seria um termo paciente tb? Fiquei confuso

    • patentear é verbo = "medicamentos são patenteados" - termo paciente???

    • Fgv. Quando vc acha que aprendeu as respostas, ela muda as perguntas.   haha 

    • Fgv. Quando vc acha que aprendeu as respostas, ela muda as perguntas.   haha 

    • Eu sou muito fraco de portuga, mas pra mim todos são complementos...

    • Medicamentos tem a patente - sentido de posse -> ADJUNTO ADNOMINAL

    • Até dá pra acertar usando a regra de que Adjuntos trazem ideia de posse, como o Prof. Alexandre comentou. Por outro lado, poder-se-ia também dizer "os medicamentos não patenteiam, eles SÃO PATENTEADOS", o que daria uma ideia de termo paciente, típica de um complemento nominal.

    • Sobre a letra A: Medicamentos são patenteados. E agora , José?

      Minha maior dificuldade nesse assunto é justamente quando há dúvida se é SUBSTANTIVO CONCRETO OU ABSTRATO. Pelas respostas dos colegas foi demonstrado ser concreto , mas percebam que ele também permite essa passividade. Logo eu errei.

      Enfim, sigo com minhas dúvidas nessa diferenciação.

    • Questões desse tipo, eu gosto de usar os eguinte macete :

      desenvolvimento dos medicamentos.

      medicamentos são desenvolvidos

      lançamento comercial do produto.

      produto é lançado

      distribuição de medicamentos.

      medicamentos são distribuídos

      tratamento do câncer.

      cancer é tratado

      Percebe-se que a unica frase que não faz sentido é a alternativa A

      Gab: A


    ID
    1011484
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    Por sua estrutura global, o texto é caracterizado, prioritariamente como

    Alternativas
    Comentários
    • Gabarito: D

      Texto argumentativo
      É uma modalidade de texto em que se defende um ponto de vista. Nele a argumentação é importante, uma vez que apresenta fundamentos para sustentar a tese. Quando o produzimos, devemos observar certas normas de organização bastante particulares. Em geral, para se obter maior clareza na exposição do ponto de vista, organiza-se em três partes:

      • Introdução: apresenta-se a ideia ou o ponto de vista que será defendido;
      • Desenvolvimento ou argumentação: desenvolve-se o ponto de vista (para convencer o leitor, é preciso usar uma sólida argumentação, citar exemplos, recorrer a opiniões de especialistas, fornecer dados, etc);
      • Conclusão: dá-se um fecho coerente com o desenvolvimento, com os argumentos apresentados.

      Por suas características, o texto argumentativo requer uma linguagem mais sóbria, denotativa. O uso da figura de linguagem deve ser com valor argumentativo. As orações devem se dispor, de preferência, em ordem direta. É preferível o uso da terceira pessoa, caracterizando o texto argumentativo objetivo. O texto argumentativo não apresenta uma progressão temporal; os conceitos são genéricos, abstratos e, em geral não se prendem a uma situação de tempo e espaço. Por isso os verbos no presente. Trabalha-se com períodos compostos, com o encadeamento de ideias; nesse tipo de construção, o adequado emprego dos conectores (preposições, conjunções e pronomes relativos) é fundamental para obter um texto claro, coerente, coeso e elegante.

      Fonte: http://professorafrancinetecel.com/dicas/item/3-o-texto-dissertativo-argumentativo.html

    • "A quebra de patente não pode ser banalizada."

      Essa frase denuncia o texto como argumentativo.
    • Tipologia Textual:

      1. Narração

      Modalidade em que se conta um fato, fictício ou não, que ocorreu num determinado tempo e lugar, envolvendo certos personagens. Refere-se a objetos do mundo real. Há uma relação de anterioridade e posterioridade. O tempo verbal predominante é o passado. Estamos cercados de narrações desde as que nos contam histórias infantis até às piadas do cotidiano. É o tipo predominante nos gêneros: conto, fábula, crônica, romance, novela, depoimento, piada, relato, etc.

      2. Descrição

      Um texto em que se faz um retrato por escrito de um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o adjetivo, pela sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstrata, pode-se até descrever sensações ou sentimentos. Não há relação de anterioridade e posterioridade. Significa "criar" com palavras a imagem do objeto descrito. É fazer uma descrição minuciosa do objeto ou da personagem a que o texto se Pega. É um tipo textual que se agrega facilmente aos outros tipos em diversos gêneros textuais. Tem predominância em gêneros como: cardápio, folheto turístico, anúncio classificado, etc. 

      3. Dissertação
      Dissertar é o mesmo que desenvolver ou explicar um assunto, discorrer sobre ele. Dependendo do objetivo do autor, pode ter caráter expositivo ou argumentativo.

      3.1 Dissertação-Exposição

      Apresenta um saber já construído e legitimado, ou um saber teórico. Apresenta informações sobre assuntos, expõe, reflete, explica e avalia idéias de modo objetivo. O texto expositivo apenas expõe ideias sobre um determinado assunto. A intenção é informar, esclarecer.  Ex: aula, resumo, textos científicos, enciclopédia, textos expositivos de revistas e jornais,  etc.

      3.1 Dissertação-Argumentação

      Um texto dissertativo-argumentativo faz a defesa de ideias ou um ponto de vista do autor. O texto, além de explicar, também persuade o interlocutor, objetivando convencê-lo de algo. Caracteriza-se pela progressão lógica de ideias. Geralmente utiliza linguagem denotativa. É tipo predominante em: sermão, ensaio, monografia, dissertação, tese, ensaio, manifesto, crítica, editorial de jornais e revistas.


    • Tipologia 

      Narrativo - Cónstroi uma história em torno de personagens

      Argumentativo  ou dissertativo - Relata informações, concluindo com uma crítica ou sugestão. (o texto em análise)

      Descritivo - Tematiza um objeto com exclusividade

      Expositivo ou informativo - Relata informações, concluindo sem opinião

    • Texto argumentativo

      Esse texto tem a função de persuadir o leitor, convencendo-o de aceitar uma ideia imposta pelo texto. É o tipo textual mais presente em manifestos e cartas abertas, e quando também mostra fatos para embasar a argumentação, se torna um texto dissertativo-argumentativo.

      Esta tipologia apresenta:

      1. uma Introdução (tese);
      2. argumentos (desenvolvimento);
      3. conclusão (o que da aprova os argumentos)

    • Não entendi esta questão. Achei que era apenas informativo. Não consegui entender qual a conclusão que o autor chegou. Podes me esclarecer? 

    • Passagens que denotam a estrutura argumentativa, expressando opinião:

      "...que tem dado bons resultados.."

      "A quebra de patente não pode ser banalizada"

    • "A quebra de patente não pode ser banalizada"   

      O narrador da o seu ponto de vista ou seja, faz  uma crítica no final do texto.Logo, é um texto argumentativo!

    • Texto indutivo argumentativo


      O texto é desenvolvido com base num texto indutivo. O autor quer induzir o autor a pensar como ele.

    • Nem li o texto todo, só o primeiro paragrafo dá entender que trata-se de um texto argumentativo, pois o autor  expõe seu posicionamento sobre o tema

    • acho que o problema foi o "prioritariamente"

    • O texto foi publicado num jornal, como não se trata de notícia e sim de um artigo, então corresponde a argumentação.  Mas sem levar em conta esse detalhe, eu mesma me confundi inicialmente, pois o texto mais informa do que expressa opinião, só na última frase é que se demonstra uma opinião clara. Se essa frase estivesse no início poucos teriam errado a questão.

    • A frase final expõe claramente o lado argumentativo/opinativo do texto: "A quebra de patente não pode ser banalizada."

    • A última frase é o único traço de argumentação. Como a pergunta pede "prioritariamente" o gabarito correto deveria ser letra A na minha opinião.

    • Eu errei porque achei que predominava um tipo mais informativo. Fiquei na dúvida entre o argumentativo. Entretanto, olhando a prova percebam que em duas questões da mesma prova (2 e a 5) a FGV pergunta sobre o ponto de vista do autor, ou seja, induz que o texto seja realmente argumentativo. Outra coisa,  a FGV muitas vezes lança logo na letra A uma opçao para o candiato marcar logo, tem que ter uma malícia. 

    • Quase todo o texto não vejo opinião do autor e sim informações de forma imparcial, aí por causa da frase final ele vira argumentativo...que m

    • "A quebra de patente não pode ser banalizada"

      Uma opinião expressa do autor.

    • Alguns modalizadores:

      geralmente

      elevadíssimas

      não raramente


    ID
    1011490
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Português
    Assuntos

                            Volta à polêmica sobre patente de remédios

            Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

            A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

            A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

            A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

            O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


    (O Globo, 07/04/2013) 

    A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.”

    Assinale a alternativa que justifica corretamente o emprego de vírgulas.

    Alternativas
    Comentários
    •  usa-se a vírgula para marcar a intercalação ou a inversão de termos da oração.
      Exs.: I) "
      Durante toda a noite passada, os integrantes da defesa civil entregaram suprimentos e remédios aos flagelados das enchentes";
      II) "Os integrantes da defesa civil, 
      durante toda a noite passada, entregaram suprimentos e remédios aos flagelados das enchentes";
      III) "Os integrantes da defesa civil entregaram,
      durante toda a noite passada, suprimentos e remédios aos flagelados das enchentes";
      IV) "Os integrantes da defesa civil entregaram suprimentos e remédios, 
      durante toda a noite passada, aos flagelados das enchentes".
    • Vocativo: É o termo que serve para chamar, invocar ou interpelar um ouvinte real ou hipotético.  

      Aposto:  É um termo que se junta a outro de valor substantivo ou pronominal para explicá-lo ou especificá-lo melhor. 


       isso provoca  conflitos de  toda ordem,  em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram  também  as  maiores  parcelas  da  população  que  sofrem  de  doenças  endêmicas.

      isso provoca  conflitos de  toda ordem, onde se encontram  também  as  maiores  parcelas  da  população  que  sofrem  de  doenças  endêmicas, em especial nos países menos desenvolvidos,

    • Gabarito letra C

      2. Uso da vírgula em orações intercaladas e outras que manifestam comentário ou explicação:

      Conforme indicam as pistas, eles rumaram para o norte.
      O salário-mínimo,declarou o presidente, não terá aumento neste ano.
      O homem,como alguns o consideram, é o único animal racional.
      Pelo que me disseram, ela chegou embriagada esta manhã.


    • a) As vírgulas na expressão “não raramente” mostram a presença de um aposto explicativo. - Errada, vocativo deslocado

      b) A vírgula após o vocábulo “pessoas” se deve à presença da conjunção E a seguir. - Errada, faz parte da oração deslocada.

      c) As vírgulas no segmento “em especial nos países menos desenvolvidos” indicam um termo intercalado. - Correta.

      d) A vírgula após “endêmicas” assinalam a necessidade de se evitar uma ambiguidade. - Errada, é aposto explicativo.

      e) As vírgulas entre os vocábulos na penúltima linha do fragmento destacado se devem à presença de vocativos. - Errada, apenas enumeração de causas.

    • Não tenho certeza, mas acho que, na letra d, a vírgula se justifica para separar a oração subordinada adjetiva explicativa reduzida de particípio. 


      Quisesse o autor dar o sentido restritivo, ele não colocaria a vírgula.

    • Não entendi o motivo da letra B estar errada. Alguém pode explicar? Obrigada.

    • Creio que não se trata de vocativo na letra a, Vitor Pinheiro. 

    • Salvo melhor juízo:
      a) Adjunto adverbial deslocado.
      b) Conjunção "e" separando orações com sujeitos diferentes.
      d) Oração adjetiva explicativa exige vírgula.
      e) Enumeração.
    • Não tem nada de vocativo na letra A.

    • EM ESPECIAL NOS PAISES MENOS DENSENVOLVIDOS

      PEL A MINHA ANALISE CREIO QUE SE TRATE DE UM ADJ ADV

      LETRA C

      PMCE 2021


    ID
    1011496
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    Em cada um dos três casos a seguir aparecem duas premissas e uma conclusão que deve decorrer exclusivamente dessas premissas. Identifique, em cada caso, se a conclusão é verdadeira ( V) ou falsa ( F).

    Caso 1

    Premissa 1: Carlos é advogado.
    Premissa 2: Alguns advogados gostam de cozinhar.
    Conclusão: Carlos gosta de cozinhar ( ).


    Caso 2

    Premissa 1: Lucas gosta de cozinhar.
    Premissa 2: Todos os advogados gostam de cozinhar.
    Conclusão: Lucas é advogado ( ).


    Caso 3

    Premissa 1: Hugo gosta de cozinhar.
    Premissa 2: Nenhum advogado gosta de cozinhar.
    Conclusão: Hugo não é advogado ( ).

    As conclusões dos três casos acima são, respectivamente,

    Alternativas
    Comentários
    • Vamos lá...

      Caso 1

      Premissa 1: Carlos é advogado. 

      Premissa 2: Alguns advogados gostam de cozinhar. 
      Conclusão: Carlos gosta de cozinhar ( ).

      Apesar de Carlos ser advogado, na premissa 2 afirma-se que ALGUNS advogados gostam de cozinhar, não TODOS.
      Portanto, não podemos concluir que Carlos esteja incluso nesse grupo só por ser advogado. Logo, a conclusão é FALSA.

      Caso 2 

      Premissa 1: Lucas gosta de cozinhar. 
      Premissa 2: Todos os advogados gostam de cozinhar. 
      Conclusão: Lucas é advogado ( ).

      Apesar de Lucas gostar de cozinhar e sabermos que TODOS os advogados gostam de cozinhar, não podemos concluir que Lucas é advogado apenas por ele gostar de cozinhar.
      Portanto, a conclusão é FALSA.

      Caso 3 

      Premissa 1: Hugo gosta de cozinhar. 
      Premissa 2: Nenhum advogado gosta de cozinhar. 
      Conclusão: Hugo não é advogado ( ).

      Se
      NENHUM advogado gosta de cozinhar e Hugo gosta, logo, podemos concluir que Hugo nunca seria um advogado!
      Portanto, a conclusão é VERDADEIRA.

      Alternativa correta: LETRA A.
    • Multiplique questões como essa, Senhor!
    • Caso 1)

      Como P2 nos diz que “Alguns advogados gostam de cozinhar.” E Carlos sendo advogado de acordo com a P1, concluímos que Carlos pode ou não gostar de cozinhar, pois apenas alguns advogados gostam de cozinhar de acordo com a P2.

      Assim a conclusão é falsa.

      Caso 2)

      A P2 nos informa que “Todos os advogados gostam de cozinhar.” Enquanto que a P1 fala que “Lucas gosta de cozinhar.”, mas o fato de Lucas gostar de cozinhar, não o faz ser obrigatoriamente um advogado.

      Conclusão falsa.

      Caso 3)

      A P2 nos diz que “Nenhum advogado gosta de cozinhar.” Enquanto que a P1 nos afirma que Hugo gosta de cozinhar, logo pela P2, concluísse que Hugo não pode ser um advogado, pois nenhum advogado gosta de cozinhar.

      Conclusão verdadeira.

      Letra A.


    • Caso 1: Não se pode deduzir que Carlos goste de cozinhar. (Gerou dúvida) - FALSO

      Caso 2: Não se pode deduzir que Lucas é advogado. (Gerou dúvida) - FALSO

      Caso 3: Posso deduzir que Hugo gosta de cozinha, porque Hugo NÃO É advogado (NENHUM advogado). (Não gerou dúvida) - VERDADEIRO

    • O raciocínio mais rápido é esse de ver se tem incerteza nas proposições. Se houver, não tem como afirmar que o argumento é VERDADEIRO, portanto será falso. 
      Um método prático para essas questões de SILOGISMO é: 
      1- Assumir que todas as premissas são verdadeiras e verificar se a conclusão é verdadeira tbm, nesse caso o argumento é OBRIGATORIAMENTE VALIDO.
      Ex.: Caso 1 

      Premissa 1: Carlos é advogado. V
      Premissa 2: Alguns advogados gostam de cozinhar. V
      Conclusão: Carlos gosta de cozinhar ( ). V ou F (Não dá afirmar que ele gosta de cozinhar).
    • Uma forma bem fácil de resolver a questão, sem perder tempo é desenhar os conjuntos. 
    • o segredo da questão é que só pode ser verdadeiro se pode ser confirmado, caso contrario será falsa.  se é verdade então PROVE.

    • Caso 1 - não se pode confirmar; então é FALSO

      Caso 2 - não se pode confirmar; então é FALSO

      Caso 3 - é VERDADEIRO


      Obs: Fiz pelo método do diagrama lógico.

    • Colegas, não consigo entender porque o caso 2 é falso. Na minha opinião seria verdadeiro, pois se Lucas gosta de cozinhar; todos os advogados gostam de cozinhar, então a conclusão pra mim é que Lucas é advogado. Alguém elucidar a questão por favor?

    • Caso 1

      Premissa 1: Carlos é advogado.

      Premissa 2: Alguns advogados gostam de cozinhar.

      Conclusão: Carlos gosta de cozinhar ( ).

      Sei que ele é advogado e que alguns advogados gostam de cozinhar. Entende-se que o conjunto dos advogados contém parte do conjunto daqueles que gostam de cozinhar. Logo, não necessariamente Carlos está nessa porção que gosta de cozinhar. FALSO

      Caso 2

      Premissa 1: Lucas gosta de cozinhar.

      Premissa 2: Todos os advogados gostam de cozinhar.

      Conclusão: Lucas é advogado ( ).

      Sei que todos os advogados gostam de cozinhar e Lucas gosta de cozinhar. Entende-se que o conjunto dos que gostam de cozinhar é maior e engloba o conjunto dos advogados. Logo, Lucas não necessariamente é advogado. FALSO

      Caso 3

      Premissa 1: Hugo gosta de cozinhar.

      Premissa 2: Nenhum advogado gosta de cozinhar.

      Conclusão: Hugo não é advogado ( ).

      Sei que Hugo gosta de cozinhar e nenhum advogado gosta de cozinhar. Entende-se que os conjuntos não se tocam, não há ponto em comum. Logo, se Hugo gosta de cozinhar, ele não é um advogado. VERDADEIRO

      Fonte: aprovaconcursos - José Roberto Ananias Ferreira

    • Porque o caso 2 está errado?

    • Tentando explicar o caso 2 usando Diagramas: Descrevendo

      Seria um circulo grande (COZINHAR) dentro dele um pequeno circulo (TODO ADVOGADO) e outro circulo disjunto [SEPARADO] dentro de Cozinhar com ( LUCAS), pois não há como afirmar que ele seria tb Advogado pode n ser. Logo, FALSO

    • Eu errei 2x, mas depois eu pensei em tentar por diagramas logicos e deu certo. RESPOSTA LETRA "A"

    • a-

      alguns significa uns sim, outros nao. 
      tu pode cozinhar sem ser advogad


    ID
    1011502
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    Certo casal teve um único filho. Quando o filho fez 6 anos o pai disse para sua esposa: “Hoje, a minha idade é 5 vezes a idade do meu filho”. Anos depois, no dia do aniversário do filho, o pai disse para sua esposa: “Hoje, a minha idade é o dobro da idade do meu filho”.

    O número de anos decorridos da primeira declaração para a segunda foi de

    Alternativas
    Comentários
    • Letra B

      Se o Filho tem 6, e o Pai diz que hoje tem 5 vezes a idade do Filho, logo o mesmo tem 5*6=30. Passaram-se alguns anos que chamarei de x, e o Pai afirma que depois desses anos (x) o mesmo tem o dobro da idade do Filho. É só montar a equação...

      passaram x anos, logo o Filho terá 6+x e o Pai terá 30+x. A equação ficará:

      2*(6+x)=30+x

      x=18 

      até mais!

      ;)
    • 2(6+x)=30+x
      12+2x=30+x
      x=18
      O filho tem 24 anos e o pai, 48.
      Logo, passaram-se 18 anos.
    • Utilizei as alternativas para responder, foi mais rápido!
      Quando o filho tinha 6 anos o pai tinha 30, e como as alternativas se referem ao número de anos decorridos para que o pai tivesse o dobro da idade do filho, basta adicionar:
       Idade do filho  Idade do pai
              6       30
      a) 16 40
      b) 24 48
      c) 26 50
      d) 30 54
      e) 34 58
    • X = n° de anos, “Hoje, a minha idade é 5 vezes a idade do  meu filho”, assim:

      5.6 = 30 (idade do pai quando o filho fazia 6 anos)

      Hoje, a minha idade é o dobro da idade do meu filho”.

      O pai terá: 2.(x+6) = (30 + x)

      Obs: onde (x + 6) = idade do filho quando ele tinha 6 anos + x anos que se passaram e o mesmo para (30 + x), só que para o pai.

      Assim, resolvendo a equação acima, acharemos x = 18.

      Letra B.


    • Se, no início da questão, o pai tem 5 vezes a idade do filho: 5*6=30

      Logo, a diferença entre as idades é: 30-6=24 Com isso, podemos subentender que quando o filho tiver 24 anos, o pai terá 24+24=48 O problema pede em quanto tempo isso será possível. Usando-se a idade do filho, tem-se que: 24-6= 18 Confirmando com a idade do pai: 48-30=18
    • x=tempo decorrido

      30+x (idade do pai hoje + tempo decorrido) = 2(6+x) (dobro da idade do filho + o tempo decorrido)
      30+x=2(6+x)
      12+2x=30+x ..... x=18
    • Eu também me utilizei das alternativas para chegar à resposta e por algum motivo, numa tentativa aleatória, atribuí ao filho 6 anos (e por consequência 30 anos ao pai). A minha dúvida é: como vocês chegaram ao número 6 atribuído ao filho? Porque se atribuíssemos aleatoriamente outro valor (como, 5 e 25 por exemplo, não daria certo) Obrigada a quem puder responder! :) 
    • FERNANDA MEDELLA PEREIRA:


      O enunciado da questão menciona: "Certo casal teve um único filho. Quando o filho fez 6 anos o pai disse para sua esposa: [...]".

    • cinco vezes a idade do filho, filho 6, pai 30, da pra testar as alternativas, 6+18=24, idade do filho, e 30+18=48, idade do pai, logo 48 é o dobro de 24, gabarito letra B.

    • Pelas alternativas dava pra responder

    • Se o filho tinha 6 anos o pai tinha 30 (6×5). Quando o menino tinha 0 ano, o pai tinha 24. Logo, o pai terá o dobro da idade do filho, justamente quando o filho tiver 24 anos, a mesma idade do pai quando ele nasceu. Não tente entender, aplique isso e seja feliz!

    • 6²+ x²=5.6+x

      x²-x=30-12

      x=18


    ID
    1011508
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    André, Lucas e Mateus estão conversando sobre futebol. Dois deles são colegas de trabalho e o outro ainda não trabalha. Cada um torce por um time diferente; um torce pelo Penarol, outro pelo Nacional e o outro pelo Fast.

    São dadas as seguintes informações:

    - O colega de trabalho de André torce pelo Fast.

    - Quem não trabalha torce pelo Nacional.

    - Lucas não torce pelo Nacional.

    André, Lucas e Mateus torcem, respectivamente, pelos times

    Alternativas
    Comentários
    • Resposta alternativa (E)

      A questão dá três dados para a resolução:
       
      - O colega de trabalho de André torce pelo Fast
      - Quem não trabalha torce pelo Nacional. 
      - Lucas não torce pelo Nacional. 
       
      Da primeira afirmativa podemos concluir que André trabalha.
      Da segunda e terceira afirmativa podemos verificar que, se quem não trabalha torce pelo Nacional e Lucas não torce para o Nacional, então Lucas é o colega de trabalho de André, assim Lucas torce para o Fast. Logo quem não trabalha é Mateus, que torce pelo Nacional. Sobrando para André torcer pelo Penarol.
    • São dadas as seguintes informações: 

      - O colega de trabalho de André torce pelo Fast. 

      - Quem não trabalha torce pelo Nacional. 

      - Lucas não torce pelo Nacional. 

      Tabelinha:
                  Penarol | Nacional | Fast | ñ trabalha 
      André       V               F           F            F              
      Lucas       F                F           V           F 
      Mateus    F                V           F           V 


      André, Lucas e Mateus torcem, respectivamente, pelos times
      e) Penarol, Fast e Nacional.
    • P1- O colega de trabalho de André torce pelo Fast.

      P2- Quem não trabalha torce pelo Nacional.

      P3- Lucas não torce pelo Nacional.

      De acordo com a P1 (premissa 1), André trabalha e seu colega torce pelo Fast.

      Na P3, a mesma nos afirma que Lucas não torce pelo Nacional, logo pela P2, ele trabalha e assim deduzimos que o mesmo é o amigo do André e que ele torce pelo Fast.

      Assim, concluímos também que o único que não trabalha é Mateus, e que de acordo com a P2, o faz torcer pelo Nacional. Logo, André torce para o Penãrol, Lucas para o Fast e Mateus para o Nacional.

      Letra E.


    • Vejamos a observação: dois trabalham e um não.


      André    Trabalha    Penarol -------> Coléga de trabalho de André é Lucas, pois este não torce pelo Nacional e o torcedor do

                                                               nacional é quem não trabalha.

      Lucas    Trabalha    Fast  ----------->I-Coléga de trabalho de André torce pelo Fast; III Lucas Não torce pelo Nacional;

      Mateus  não trab     Nacional ------> II - Quem não trabalha torce pelo Nacional

    • Questão de associação lógica, não de implicação.

    •                penarol   nacional    fast

      andre          0               x            x

      lucas           x               x            0

      mateus       x               0            x

    • e-

      -o colega dele é L. L -> fast
      -A & L trabalham. M -> nacional
      -A->Penarol

    • trabalha nacional fast penarol

      André sim sim nao nao

      Lucas nao nao nao sim

      Matheus sim nao sim nao

       um torce pelo Penarol, outro pelo Nacional e o outro pelo Fast.

      reposta ; letra E.Penarol, Fast e Nacional


    ID
    1011514
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    Em uma fábrica, um gerador de energia funciona todos os 7 dias da semana e faz revisão de manutenção a cada 5 dias após o expediente de trabalho. O gerador foi instalado em uma segunda-feira, começou a funcionar no dia seguinte, fez a primeira revisão no sábado dessa semana, fez a segunda revisão na quinta-feira da semana seguinte, e assim por diante.
    O dia da semana em que foi feita a 100ª revisão foi

    Alternativas
    Comentários
    • Letra C
      É só perceber que uma hora irá se repetir, mas qdo?
      1-sab (dado pelo enunciado)
      2-qui (dado pelo enunciado)
      3-ter
      4-dom
      5-sex
      6-qua
      7-seg
      8-sáb (opa!!!! repetiu: concluímos que de 7 em 7 se repete... basta agora ver quantos ciclos de 7 tem em 100.... divide-se 100/7 = 14 ciclos

      14x7=98... portanto a 98 cai na segunda... com isso sabemos que a 99 cai no sábado e a 100 cai na quinta-feira
    • Comentário correto faltou apenas colocar 98 cai na SEGUNDA e não na SEXTA...
    • E eu demorei muito pra fazer essa questão!!! xD
    • Não sei se está correto toda lógica, entretanto cheguei ao resultado

      Segunda = Instalação
      Sábado = 1° Revisão
      São 5 dias...

      Quinta = 2° Revisão

      Logo, já foram realizadas 2 Revisões de 100, restando 98. 

      Tendo em conta que as revisão são realizadas a cada cinco dias --> 98x5 = 490

      490 / 7 = 70 exatos, não "sobra" nada, logo, caí no mesmo dia da semana,

      caso ficasse uma conta quebrada, deveria pegar o número que sobrasse e ir contando até o dia que cairia. 
    •             REVISÕES A CADA 5 DIAS   


      SAB

      QUI

      TER

      DOM

      SEX

      QUA

      SEG

      SAB

      QUI
      10ª
      TER
      10 dias
      11ª
      DOM
      12ª
      SEX
      13ª
      QUA
      14ª
      SEG
      15ª
      SAB
      16ª
      QUI
      17ª
      TER
      18ª
      DOM
      19ª
      SEX
      20ª
      QUA
      20 dias
                        30ª
      QUI
      30 dias
                        40ª
      SEX
      40 dias
                        50ª
      SAB
      50 dias
                        60ª
      DOM
      60 dias
                        70ª
      SEG
      70 dias
                        80ª
      TER
      80 dias
                        90ª
      QUA
      90 dias
                        100ª
      QUI
      100 dias
       
    • Luis, como você chegou à conclusão de que a 98ª revisão cai na segunda?

      Não compreendi o raciocínio.

      Obrigado!
    • Bruno
      Note que de 7 em 7 repete... é o ciclo...
      se a 7 caiu na segunda, a 14 tb, depois a 21... e assim sucessivamente
      7, 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56, 63, 70, 77, 84, 91 e finalmente 98
    • Como é feita a primeira revisão no 5º dia, a 100º será feita no 500º dia. Para saber em que dia da semana cai o 500º dia, divide esse número por 7, teremos 71 semanas e mais 3 dias (3 é o resto da divisão). Admitindo-se que a semana termina na segunda, três dias após cai bem na quinta-feira!
    • Vamos fazer uma tabela para sabermos até onde as datas não se repetem.

      Terça começa a funcionar, logo:

      Sábado - 1° revisão

      Quinta - 2° revisão

      Terça - 3° revisão

      Domingo - 4° revisão

      Sexta - 5° revisão

      Quarta - 6° revisão

      Segunda - 7° revisão

      E a partir daí, as datas voltam a se repetir nesta mesma ordem, assim, deduzimos que apenas a 2° revisão (quinta) no 50° ciclo será a 100 revisão, pois 2 x 50 = 100ª (onde cada ciclo é uma volta completa começando em sábado até segunda).

      Letra C.


    • Na segunda revisão temos 2 x 5 = 10 dias. 10 dividido por 7, dá 1 e restam 3 (quinta). Na 100ª revisão, teremos 500 dias (100x5). Dividindo por 7, temos 71 semanas e restam 3 dias. Como foi visto na segunda revisão, quando restam 3 dias a revisão será em uma quinta-feira.

    • Comecei pela regra de três:se a cada 5 dias, 1 revisão, quantos dias para 100 revisões? 500 dias. Dividi 500 por 7. Deu 71, com resto 3. Como a instalação começou na segunda, contei mais 3 (resto) dias: quinta-feira. 

    • A revisão é sempre multiplo de 5 (1ª revisao = no 5°dia; 2ª revisão = 10° dia; 7ª revisão = 35° dia).
      Logo, a 100ª revisao será no 500° dia. 

      500 / 7 = 71 semanas e resta 3 dias
      Sendo o ciclo é de terça a segunda (ter, qua, qui, sex, sab, dom, seg).
      O ciclo incompleto tem 3 dias = terça, quarta e QUINTA.
    • Pessoal eu acho o seguinte raciocínio: apesar de achar 500 dias para as 100 revisões. Ao dividir com 7, acha-se 71 dias com resto 3. Porém os 71 dias darão exatamente no sábado (a penúltima revisão) pois a primeira revisão foi feita no sábado. Com o resto 3, ainda faltariam mais 2 dias, assim a última revisão será 5 dias após o sábado ou seja quinta-feira. 

    • Milena, MUITO pouco provável q vc consiga tempo pra fazer toda essa lista em uma prova! Pense nisso!

    • Primeiro: Monte uma tabela para saber em quantas semanas o 1º dia da Revisão irá se repetir.
      F - dia de funcionamento
      F/R - dia funcionamento e de revisão

      Seg  Ter  Qua  Qui    Sex   Sáb   Dom  
        -       F      F       F       F     F/R       F
        F      F      F     F/R     F       F         F 
        F    F/R    F       F       F       F       F/R 
        F      F      F       F     F/R     F         F
        F      F    F/R     F       F       F         F 
      F/R    F      F       F       F     F/R       -
      Observações importantes:
      - A cada 7 dias de revisões (F/R), o dia da semana se repete.
      - 5 dias de funcionamento passaram-se antes da primeira revisão.
      - 100 revisões é igual a 500 dias de funcionamentoO que fazer: 
      - Analisar quantas revisões foram feitas DEPOIS da primeira.
      Vamos as contas: 
      100 revisões - 1ª revisão = 99 revisões restantes.
      500 dias - 5 dias de funcionamento = 495 dias restantes

      Encontre o número de semanas até a última revisão, dividindo o número de dias restantes pelas revisões restantes:
      495/99 = 70,71 semanas

      Agora sabemos que foram 70 semanas e alguns dias até à última revisão. Precisaremos saber esses "alguns dias".

      Se os múltiplos de 7 são os dias de revisões da semana que se repetem então a 70ª semana será sábado, pois 70 é múltiplo de 7.

      Sendo assim pegamos o números de dias restantes e subtraímos pelos números de dias de 70 semanas:

      495 - (70 x 7) = 5
      Como a 70ª revisão foi feita no sábado, é só distribuir os cinco dias restantes na tabela a frente do sábado:

      Sab     Dom     Seg     Ter     Qua      Qui 
      F/R        1           2         3         4        5(X) 

      Resposta: Letra C - quinta-feira




    • A cada 7 semanas, se conclui um ciclo, ou seja: 

      Dias de manutenção: Sábado, Quinta, Terça, Domingo, Sexta, Quarta, Segunda. O ciclo se repete dessa forma, indefinidamente. Logo: 

      100/7 (quantidades que compõe um ciclo) = 14 com resto 2. Esse resto é importante porque compõe um ciclo incompleto.É só contar na ordem do ciclo, será quinta-feira.

       

       

    • Fiz Assim:

       

      Tentei achar uma sequência para os dias de revisão, e deu isto:

      1º Revisão -> Sáb

      2º Revisão -> 5º

      3º Revisão -> 3º

      4º Revisão -> Dom

      5º Revisão -> 6º

      6 Revisão -> 4º

      7º Revisão -> 2º

      8º Revisão -> Sáb (A partir daqui a sequência começa a repetir)

       

      Peguei as 100 revisões e dividi por 7(números de termos da sequência), sobrou 2. Então contei: 1º Revisão e 2º Revisão = 5º Feira.

       

    • O Equipamento entrou em operação numa terça-feira,  e  a  primeira  manutenção  foi   n o  5º dia  ( um  sábado).  As manutenções seguintes  serão  nos  dias  10,  15,  20,  25  etc.,  ou  seja, a cada 5 dias

       

      Trata-se de  uma   PA  de  termo  inicial  a 1  =  5  e  razão  r  =  5.  O  dia  da  manutenção n = 100 é:

       

      an = a1 + (n - 1)  x r

      a100 = 5 + (100  - 1) x 5 = 500

       

      Portanto,  essa   manutenção  foi  feita   no  500º  dia.  Dividindo  500  por  7temos quociente  71  e  resto  3.  Ou  seja,  500  dias  são  71  semanas  completas  (começando  numa   terça  e  ter minando  na  segunda  seguinte),  e   mais  3  dias:  terça,  quarta, QUINTA.

    • Descontei as duas revisões já feitas;

      Multipliquei as revisões faltantes pelo período de 5 dias;

      Dividi o resultado pelo número de dias da semana.

      98x5: 490

      490/7: 70 semanas 

      GABA: Quinta-feira.

    • c-

      a progressao é:

      sab
      quint
      ter
      dom
      sex
      qua
      seg

       

      apos, repete. logo, o resto da div de 100/7 sera resposta:

      100%7 = 2.

      2º item da lista:quin

    • O primeiro dia de uso foi uma terça-feira, e a primeira manutenção foi no 5º dia (um sábado). As outras manutenções serão nos dias 10, 15, 20, 25 etc, ou seja, a cada 5 dias.

      Temos uma PA de termo inicial a = 5 e razão r = 5. O dia da manutenção    n = 100 é:

      a = a + (n - 1) x r

      a = 5 + (100 - 1) x 5 = 500

      Portanto, essa manutenção foi feita no 500º dia. Dividindo 500 por 7, temos quociente 71 e resto 3. Ou seja, 500 dias são 71 semanas completas (começando numa terça e terminando na segunda seguinte), e mais 3 dias: terça, quarta, QUINTA.

      Resposta: C

    • Fiz diferente de muitos e acertei, não sei se foi um acaso ou se foi cagada.

      Dividi 100 dias da revisão pelos 5 dias que se repetiam da revisão, deu um resultado 20.

      Como eu sei que a revisão começa pelo sábado, eu só contei a partir do sábado 20x seguindo o calendário semanal, e deu na quinta.

    • Fácil,

      1º Sáb

      2ºquinta (se for contando 5...)

      3º terça

      .

      .

      .

      7ºseg

      8ºsab (Logo, a sequência volta depois da sétima reviisão)

      Portanto,

      100/7 = 14

      Então, 14 x 7 = 98.

      Logo, Se a 98º seg

      99º sab

      100º quinta.

    • Um monte de gente copiando a resposta do direção concursos e dizendo que 500/7 dá 71 e sobre 3...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk todo mundo com defeito na calculadora....afinal o resultado é 71,428....

      Tomem cuidado com os comentários.


    ID
    1011520
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    Em uma garagem há três carros: um Palio, um Gol e um Celta formando uma fila. O primeiro da fila é verde, o segundo é branco e o terceiro é prata.

    Entre as três afirmações a seguir, somente uma é verdadeira.

    I. O Gol não é verde.
    II. O Celta não é prata.
    III. O Palio é verde.

    É correto concluir que

    Alternativas
    Comentários
    • Entre as três afirmações a seguir, somente uma é verdadeira.

      I. O Gol não é verde.  
      (Se apenas uma é verdadeira o Gol tem que ser verde, pois se o mesmo não o for tornará a afirmação III correta tbm)

      II. O Celta não é prata.
      (O celta realmente não é prata tendo em vista a afirmação acima que torna a última falsa, sendo a única correta) 

      III. O Palio é verde.
      (Se o Gol é verde e o Celta não é prata, logicamente sobra apenas a cor prata para o palio)


      É correto concluir que

      Gol: Verde 1º
      Celta: Branco 2º
      Palio: Prata 3º
    • Tomamos como hipóteses verdadeiras as afirmações I, II e III. Assim:

      verde

      branco

      prata

      Pálio

      Pode

      Excluída (III)

      Excluída (III)

      Gol

      Excluída (I)

      Pode

      Pode

      Celta

      Pode

      Pode

      Excluída (II)

      Logo:

      verde

      branco

      prata

      Pálio

      Pode

      Excluída

      Excluída

      Gol

      Excluída

      Excluída( pois o Celta só pode ser branco)

      Pode

      Celta

      Excluída (Pálio já é verde)

      Pode

      Excluída

      A cores são: Pálio verde, Celta branco e Gol prata.

      A alternativa E é errada pois ela é tomada inicialmente como Hipótese e não como uma afirmação verdadeira, assim a alternativa correta é a letra D.


    • Continuo sem entender, pois vejo duas respostas, afinal o gol é Prata o terceiro da fila

    • Ainda não consegui entender porque o gol não é prata.

    • Somente uma é verdadeira


      A I e a II terão que ser falsas pois se uma for verdadeira outra também sera (se a palio é verde será verdadeiro que o gol não é verde.


      Sendo assim a verdadeira é II


      E se o gol não é verde é falso, o gol é verde.


      Já dá pra matar a questão 

    • Alguém pode explicar?

      Pelo esquema que fiz, 3 afirmativas estão corretas:

      -Palio, verde, 1º posição

      -Celta, branco, 2º posição

      -Gol, prata, 3º posição

      Uma luz, por favor! kkkkk


    • Vi que muita gente errou esta questão,e tenho quase certeza que foi falta de atenção aquela ultima frase da questão:"Somente uma das afirmações é verdadeira."

      sabendo disso,fica a I-F,II-V e III-F.se não for dessa forma terá uma contradição.

      1 - gol é verde, 2 - celta é branco e 3 - palio é prata.

    • Poque a c ta errada alguem da uma luz?

    • Uma afirmativa só é correta, sendo assim:

      A) celta primeiro (verde) -  afirmativa I - verdadeira (pois o gol não é verde) - afirmativa II - verdadeira ( pois o celta não é prata) ------ 2 verdadeiras anulam a afirmação de apenas 1 correta.

      B) palio segundo (branco) - afirmativa I - falsa (pois o gol pode ser verde, existe dúvida) - afirmativa II - falsa (pois o celta pode ser prata, existe dúvida) - afirmativa III - falsa (pois o palio não é verde) ------ 3 falsas anulam a afirmação de apenas 1 correta.

      C) gol terceiro (prata) - afirmativa I - verdadeira (pois o gol não é verde) - afirmativa II - verdadeira (pois o celta não é prata) ------- 2 verdadeiras anulam a afirmação de apenas 1 correta.

      D) celta branco - afirmativa I - falsa (pois o gol pode ser verde, existe dúvida) - afirmativa II - verdadeira (pois o celta não é prata) - afirmativa III - falsa (pois o palio pode não ser verde, existe dúvida) ------ alternativa correta, pois apenas 1 afirmativa é verdadeira.

      E) palio verde - afirmativa I e II - verdadeiras ------ 2 verdadeiras anulam a afirmação de apenas 1 correta

    • O terceiro da fila é Gol!!! Resposta: C também correta se considerarmos o Celta Branco e de fato assim considerando o Palio é verde, deixando de ser suposição e passando a ser a verdade.

      Consultei o gabarito na FGV e realmente da como certo a D. Tentei ver as justificativas de recurso, mas somente quem fez a prova e recorreu pode ver


      QCONCURSOS! VOCÊS TEM ACESSO À JUSTIFICATIVA DA BANCA?

    • bom dia ! A ÚNICA EXPLICAÇÃO PROVÁVEL QUE INFORMA A ALTERNATIVA D É QUE D É AFIRMATIVA CONTRARIA A AFIRMAÇÃO II !


      Essa realmente nunca tinha visto......! 

    • se eu considerar a I verdadeira existe uma impossibilidade, pois levando em conta que a II e III sejam falsas, o celta seria verde e prata (não pode ser de 2 cores)

      o mesmo acontece se eu considerar a alternativa III como verdadeira. Se for verdade que o palio é verde (III) é mentira que o gol não é verde (I), entra em contradição, vão ter 2 carros verdes?

      Desta forma a alternativa verdadeira é a II, a partir dela se chega a resposta

    • Senhores, entre as três afirmações, APENAS UMA É VERDADEIRA.

      Por testes, pode-se concluir:

      I - O Gol não é verde = F. Ou seja, O GOL É VERDE

      II - O Celta não é prata = V. Se o Celta não é prata e o Gol é verde, O CELTA É BRANCO

      III - O Pálio é verde = F. O PÁLIO É PRATA

      Com isso, temos:

      1º da fila: GOL VERDE

      2º da fila: CELTA BRANCO

      3º da fila: PÁLIO PRATA

      Portanto, a única alternativa correta é a letra D.

      Vamos na fé.

       

    • Essa questão se resolve testando atribuindo-se "V" para uma das alternativas e "F" para o restante, a cada teste. Ao final serão três testes, pois são três alternativas, sendo que a cada vez apenas uma é considerada verdadeira. O teste é Feito dentro da tabelinha que visualmente parece um jogo da velha.

      Ex:

                              Verde | Branco | Prata 
      Pálio                  F             F          V                          
      Gol                    V             F           F           
      Celta                  F            V           F            

       

      Para questões que dizem "só tem uma altenativa V/F" :

      Essas questões se resolvem testando as hipóteses. O "pulo do gato" da questão está em saber o método mais rápido de testar. Procure sempre as alternativas que possuem elementos em comum. No caso, a alternativa I e III falam do mesmo elemento, "cor verde" ,e não sabemos qual é a verdade, então partimos logo para alternativa que sobra, no caso a II, e atribuímos "V" à ela e montamamos a tabela para testar. Geralmente é a alternativa correta. Não te tira o trabalho de testar, mas poupa tempo, pois torna desnecessários os outros testes se já achar a resposta.

      Em resumo a dica é : "se há suas alternativas que não se anulam e são compatíveis, é melhor começar o teste pela terceira".

      A outra dica é prcurar alternativas que se anulam. Ao achar, ja sabemos que Verdade está entre uma das duas, já sendo permitido atribuir "F" às alternativas restantes.

    • essa, além de fumassar, derrubou muitos soldados.

      Um minuto de silêncio em respeito ao grande numero de baixas....

       

      ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

       

      ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

       

      ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    • Aprendi da seguinte forma:

      1º identificar a premissa diferente (aquela que o item não se repete)

      2º negar as outras.

      vamos lá!

      1º Identificar

      I. O Gol não é verde. (repete)
      II. O Celta não é prata. (única diferente
      III. O Palio é verde. (repete)

      2º negar

      I. O Gol é verde. (negado)
      II. O Celta não é prata. (única diferente não modifica
      III. O Palio não é verde. (negado)

      agora é so fazer a tabela usando os dados da negação.

                     palio     gol     celta

      verde        N         S        N              

      branco      N         N        S

      prata         S         N        N

      1º da F      N        S        N

      2º da F      N        N        S

      3º da F      S        N        N

      seguindo a tabela então fica assim:

      o Palio é prata e o 3º da fila.

      o Gol e verde e o 1º da fila.

      o Celta é branco e o 2º da fila.

      GABARITO: D

      Espero ter ajudado.

    • d-

      v-b-p

      testando as possibilidades:

      I- gol pode ser b ou p
      II. celt é p.
      III- pal nao e v (contrad- se gol for branco, a cor verd resta, mas o pal nao e verd. se gol prata, conflite com II)

      ________

      I- gol verde
      II- celt pode ser verd ou branc (se gol verd, celt branc)
      III- pal pode ser prat ou branc (celt branc, pal so pode prat). nao ha contradicao. logo, éa informacao correta

      ________

      gol-celt-pal

    • É UMA QUESTÃO DE ASSOCIAÇÃO LÓGICA OU VERDADES E MENTIRAS???

    • Obrigado Jadson Freitas Lopes !


    ID
    1011526
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    Sobre uma mesa há nove processos judiciais de 1º grau, dos quais cinco com mais de 50 páginas, e seis processos judiciais de 2º grau, dos quais três com mais de 50 páginas.

    Dez desses processos são selecionados ao acaso.

    Sobre esses dez processos selecionados, é correto concluir que:

    Alternativas
    Comentários

    • a) pelo menos dois são de 2º grau. Incorreto

      • (Poderiam haver 9 processos de 1º Grau, logo haveria apenas 1 de 2º Grau)
      • b) pelo menos cinco são de 1º grau. Incorreto
      • (Poderiam haver 6 de 2º Grau, sendo assim haveriam apenas 4 de 1º Grau)
      • c) pelo menos dois têm até 50 páginas cada um. Correta
      • (Pois, se dos 9 de 1º Grau 5 tem 50 páginas e dos 6 de 2º Grau, 3 tem 50 páginas, haveriam pelo menos 2 com 50 páginas)
      • d) no máximo dois têm até 50 páginas cada um. Incorreto
      • (Argumento da letra c)
      • e) no máximo um é de 2º grau. Incorreto
      • (Argumento letra c)
    • A princípio, tentei responder utilizandoo probabilidade, mas logo descobri que isso não seria fácil, talvez nem possível. Foi então que utilizei a Princípio das Casas de Pombo. Funcionou perfeitamente. A explicação do colega acima é somente a aplicação desse princípio.

      Idéia principal: Se existirem pelo menos K+1 pombos, e somente K casas, pelo menos uma casa vai ter mais do que um pombo.

      Fonte: Infoescola

    • Essa questão procurei fazê-la de modo intuitivo, pode ser que haja um método mais eficaz, no entanto, mostrarei como resolvi a questão : 9 processos 1º grau (5 + de 50 pág. / 5 - de 50 pág.) 6 processos 2º grau (3 + de 50 pág./ 3 - de 50 pág.)  Ora, se escolhemos 10 processos ao acaso, qual a pior possibilidade possível: Escolher 9 processos de 1º grau + 1 processos de 2º grau Escolher 6 processos de 2º grau + 4 processos de 1º grau Com isso, chegamos à seguinte conclusão:  Pelo menos um processo é de 2º grau Pelo quatro processos são de 1º grau Somente com essa conclusão eliminamos as letras A, B e E.

      Com relação ao número de páginas, podemos chegar as seguintes combinações ou piores hipóteses:
      8 processos com mais de 50 pág.  + 2 processos com menos de 50 pág. 7 processos com menos de 50 pág. + 3 processos com mais de 50 pág. Logo, chegamos às seguintes conclusões: Pelo menos 2 processos terão menos de 50 pág. Pelo menos 3 processos terão mais de 50 pág.
      Diante disso, opção correta LETRA C.

      BONS ESTUDOS 
    • Aqui para chegarmos a resposta correta, teremos que considerar a pior hipótese de seleção, que seria ser selecionados 8 processos com mais de 50 páginas, restando apenas 2 processos um número de páginas de até 50 ( lembrando que 10 serão selecionados).

      Assim, pelo menos 2 têm até 50 páginas cada um.

      Letra C.


    • 9 processos judiciais de 1º grau, sendo:

      5 nº pgs >50
      4 nº pgs =<50
      6 processos judiciais de 2º grau, sendo:
      3 nº pgs >50
      3 nº pgs =<50
      Resolvi a questão considerando as piores hipóteses, para descobrir o mínimo que teríamos de processos com cada característica. Logo, nos 10 selecionados ao acaso:
      a) ERRADA. máximo de processos de 1º grau = 9, restando pelo menos 1 de 1º grau
      b) ERRADA. máximo de processos de 2º grau = 6, restando pelo menos 4 de 1º grau
      c) CORRETA. máximo de processos nº pgs>50 = 8 (3+5), restando pelo menos 2 com nºpgs =<50
      d) ERRADA. o máximo de processos nº pgs=<50 = 6 (3+3)
      e)ERRADA. conforme letra "b"
    • O esquema dessa questão é resolver fazendo uma tabela de quantidades, separando tipos de processo (1º e 2º gaus) e número de páginas (>50 e <=50).

      Vamos na fé.

    • c-

      1º g: 9 (5 com + & 4 com -)
      2º g: 6 (3 com + & 3 com -)

      _________________

      a- nao. pode selecionar 9 de 1º e 1 de 2º
      b- nao. pode selecionar todos de 2º erestante 1º
      c- sim. pode selecionar 8 com + e 2-


    ID
    1011532
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    Antônio utiliza exclusivamente a regra a seguir para aprovar ou não os possíveis candidatos a namorar sua filha.

    “ — Se não for torcedor do Vasco então tem que ser rico ou gostar de música clássica".

    Considere os seguintes candidatos:

    Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

    Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

    Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

    Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

    Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

    Classificando cada um desses cinco candidatos, na ordem em que eles foram apresentados, como aprovado ( A) ou não aprovado ( N) segundo a regra utilizada por Antônio, tem-se, respectivamente,

    Alternativas
    Comentários
    • Simples...

      O pai (Antônio) apenas aprova um candidato se ele for torcedor do Vasco, rico ou gostar de música clássica.
      Para ser aprovado basta que o candidato apresente UM dos três requisitos.

      Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.
      Pedro não apresenta nenhum dos requisitos. NÃO APROVADO = N

      Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.
      Carlos apresenta os três requisitos. APROVADO = A

      Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.
      Marcos apresenta dois requisitos. APROVADO = A

      Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.
      Tiago apresenta um dos requisitos. APROVADO = A

      Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.
      Bruno apresenta um dos requisitos. APROVADO = A

      Alternativa correta: LETRA B.
    • Sobre o comentário acima eu descordo a afirmação: "para ser aprovado basta que o candidato apresente UM dos três requisitos." Não sinto segurança nessa afirmação! Se eu estiver errada em não concordar me falem!
      Resolvi a questão da seguinte maneira:

       
      Observe que se não for vascaino será verdadeiro
      Pedro não é vascaino, então é V. Não é rico, não gosta de música clássica terá que ser resolvido com a regra da disjunção.. F e F que terá valor lógico F. Assim, a condicional ficará V e terá valor lógico F e Pedro não será aprovado - N.

       
      Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      Carlos é torcedor do vasco, então é F. É rico, gosta de musica clássica - regra disjunção.. V V que terá valor lógico V. Assim, a condicional ficará F V e terá valor lógico V. Calos será aprovado - A


      Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      Não é torcedor do vasco, então é V. É rico e gosta de música clássica - regra disjunção.. V V que terá valor lógico V. Assim, a condicional ficará V V e terá valor lógico V. Marcos é aprovado - A

      Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica

      É torcedor do vasco, então é F. Não é rico, não gosta de música clássica - regra disjunção.. F F que terá valor lógico F. Assim, a condicional ficará F F e terá valor lógico V. Tiago é aprovado - A


      Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      Não é torcedor do vasco, então é V. Não é rico, não gosta de música clássica - regra disjunção.. 
      F V que terá valor lógico V. Assim, a condicional ficará V V e terá valor lógico V. Bruno será aprovado - A
    • Tentei fazer utilizando o seguinte método:
      V = vasco    R=Rico    M=Musica
      V  ->  (R     M)             A OU N    => V = APROVADO   E  F = REPROV.
      F          F         F     =  V          A
      V          V        V     =  V          A
      F          V        V     =  V          A
      V          F        F     =  F          N
      F          F        V     =  V          A

      Porém não consegui chegar ao resultado, se alguem puder ajudar ficarei grata!
    • Fernanda, o erro está no primeiro quesito. Quando ele diz "se não for torcedor do vasco" todos os que não forem torcedores do vasco marca-se V.

      “  — Se não for torcedor do Vasco então tem que ser rico ou gostar  de música clássica".

      Pedro: torcedor do Flamengo (V), não é rico (F), não gosta de música clássica (F) - N

      Carlos: torcedor do Vasco (F), é rico (V), gosta de música clássica (V) - A

      Marcos: torcedor do São Raimundo (V), é rico (V), gosta de música clássica (V) - A

      Tiago: torcedor do Vasco (F), não é rico (F), não gosta de música clássica (F) - A

      Bruno: torcedor do Nacional (V), não é rico (F), gosta de música clássica (V) - A

      Na tabela-verdade, no caso de "se... então" só será falso quando a primeira proposição for verdadeira e a segunda falsa; no caso do "ou" só é falso se ambas proposições forem falsas.

      Portanto, gabarito correto LETRA B

    • Não sei bem o regra que o pessoal utilizada para dar "util" nos comentarios, mas é bom prestar atenção. O comentario do KrOL  que esta no topo da página esta ERRADO,

      A maneira correta de resolver a questão é como foi proposto pela Fernanda e pela Lorhaine (e  QUE ATË AGORA NÃO RECEBEU NENHUM "UTIL" no comentário)  ou seja, através da tabela verdade do se-->então (p-->q) , que somente será falso quando a primeira for verdadeira  e a segunda for falsa.

    • Pessoal , eu consegui acertar a questão usando como definição as proposições

      ~p: nao torcedor do vasco

       q: rico 

       r: gostar de música classica                                                        

       então testei cada um dos casos com a proposição composta ~p -->( q v r )

       

    • “  — Se não for torcedor do Vasco então tem que ser rico ou gostar  de música clássica".

      Logo, se o “candidato” a namorado da filha for vascaíno, este já era aprovado direto, assim, Tiago e Carlos automaticamente já estão aceitos.

      Separando em premissas:

      P1: não for torcedor do Vasco - (q)

      P2: tem que ser rico - (p)

      P3: gostar de música clássica - (t)

      Logo: qà(p v t), vamos tomar como verdadeiras os valores lógicos de q, p e t.

      Assim:

      Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      Tomando como base os valores lógicos das premissas acima: Và(F v F) = Falsa

      Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      Tomando como base os valores lógicos das premissas acima: Và(V v V) = Verdadeiro

      Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      Tomando como base os valores lógicos das premissas acima: Và(F v V) = Verdadeiro

      Logo na ordem certa temos: N, A, A, A, A

      Letra B.


    • Basta torcer pelo Vasco ou ser rico ou gostar de música clássica. Qualquer um desses é o suficiente para ser aprovado. O único que não atende nenhum desses requisitos é Pedro.

    • Sigam comentário da Lorrayne

    • Se não for torcedor do Vasco então tem que ser rico ou gostar de música clássica

      p -> q ∨ w

      p = não for torcedor do Vasco

      q = ser rico

      w = gostar de música clássica

      Para ser não aprovado (N), basta p ( ser torcedor do Vasco), ~q (não ser rico), e ~w (não gostar de música clássica), pois:

      V -> F ∨ F : F


    • Questão de lógica pura, não precisava nem bater cabeça pensando em lógica de proposições!

    • O comentário da CarOL V. vai levar um monte de gente a perdição nos próximos exercícios, cuidado moçada, não é bem assim que a banda toca.

      Estudem um pouco de lógica proposicional e conectivos lógicos pra entender legal.

      O comentário da colega "deu certo" porquê ela "deu sorte" de pensar do jeito errado e conseguir o resultado certo. Outras questões podem não vir desse jeito. Abração!

    • Raciocínio mais rápido:

      p --> q equivale a ~p ou q

      Se não torce pro Vasco (p), é rico ou gosta de música clássica (q) = torce pro vasco (~p) ou é rico ou gosta de música clássica (q). 

      Logo, qualquer candidato que tenha umas das 3 características acima está aprovado para namorar.

    • Questão levemente machista. Por que um pai deve aprovar ou não os candidatos a namorado de sua filha? E se fossem as candidatas a namorada de um filho? Ou os candidatos a namorado de um filho? Ou à namorada de uma filha? As bancas poderiam variar um pouco as historinhas das questões, para não ajudar a reproduzir padrões ultrapassados de pensamento. (Não me xinguem e não marquem meu comentário para ser deletado, por favor.)

      De qualquer forma, como não faz diferença trocar bananas por maçãs, a resposta da questão é letra B, pela regra da equivalência do condicional, que diz que se deve negar a primeira parte, manter a segunda e trocar o condicional por "ou".


    • Juliano, se você mesmo disse que não faz diferença, pra que essa preocupação? Sem falar que é completamente desnecessário esse seu comentário.

      Júlio, vai postar essas coisas no facebook, cara, aqui ninguém está nem aí para essas piadas de quem não tem simancol.

      Com relação à questão, como a condicional só tem uma possibilidade em que a mesma é falsa, o esquema é 'atacar' o candidato que atende a esse requisito. Assim, não é necessário fazer para todos eles, economizando tempo numa situação real de prova.

      Vamos na fé.

    • Ah, eu já tentei algumas vezes ir por lógica pura e tomei pau.

      Algumas coisas do raciocínio lógico não tem lógica, só tem que ter na cabeça as equivalências, negações etc.

      Prefiro sempre ir pela lógica proposicional, não tem erro.

      Vamos na fé.

    • Se não for torcedor do Vasco --> tem que ser rico v gostar  de música clássica = Verdadeiro

      P --> (Q V R) = V

      1 - PEDRO ==> F --> (F v F) = F (N)

      2 - CARLOS ==> V --> (V v V) = V (A)

      3 - MARCOS ==> F --> (V v F) = V (A)

      4 - THIAGO ==> V --> (F v V) = V (A)

      5 BRUNO ==> F --> (F v V) = V (A)

    • Fernanda Mahmud,

      você não conseguiu resolver a questão porque esqueceu de um detalhe na hora de montar.

      Como você montou:

      V  ->  (R   V   M)

      Como deveria montar:

      ~V -> (R V M)

      A partir disso segue o raciocínio da colega Thais:

      Atribui-se o valor lógico à cada proposição simples, de acordo com as características dada no texto.

      Após, resolve primeiro a disjunção inclusiva dentro do parêntes.

      Depois, resolve o condicional, com os valores lógicos da tabela da verdade.

      Tenha como premissa que o valor de toda proposição composta tem que dá "verdadeiro", caso dê "Falso" contextualizamos esse valor negativo como a "não- aprovação" do candidato à namorado da filha.

    • O não aprovado só podia ser torcedor do Flamengo. Kkkkkk

    • b-

      p: nao é vasc nem rico. N
      c: A na 1º afirmacao. A
      m: nao é vasc, mas cumpre pelo menos 2 dos demais req. A
      t: A na 1º afirmacao. A
      b: nao vas, mas cumpre pelo menos 2 dos demais req. A

      NAAAA

    • Marcos Rigel, é serio que voce escolheu um site de questoes para levantar se a questao é machista ou nao? Eu devo ta dopada, pois meu objetivo so foi encontrar a resposta e que bom que acertei rsrsr. Aqui no QC e no concurso é o que importa.

    • A condicional do enunciado é do tipo p-->(q ou r), onde:

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica

      Avaliando os candidatos:

       

      - Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é F. Temos V-->(F ou F), o que é falso. Não temos um candidato (N).

      - Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é V, r é V. Temos V-->(V ou V), o que é verdadeiro. Temos um candidato aprovado (A).

      - Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é V. Temos V-->(F ou V), que é verdadeiro. Temos mais um candidato aprovado (A).

      Ficamos com N, A, A, A e A.

      Resposta: B

    • A condicional do enunciado é do tipo p-->(q ou r), onde:

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica

      Avaliando os candidatos:

       

      - Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é F. Temos V-->(F ou F), o que é falso. Não temos um candidato (N).

      - Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é V, r é V. Temos V-->(V ou V), o que é verdadeiro. Temos um candidato aprovado (A).

      - Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é V. Temos V-->(F ou V), que é verdadeiro. Temos mais um candidato aprovado (A).

      Ficamos com N, A, A, A e A.

      Resposta: B

    • A condicional do enunciado é do tipo p-->(q ou r), onde:

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica

      Avaliando os candidatos:

       

      - Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é F. Temos V-->(F ou F), o que é falso. Não temos um candidato (N).

      - Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é V, r é V. Temos V-->(V ou V), o que é verdadeiro. Temos um candidato aprovado (A).

      - Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é V. Temos V-->(F ou V), que é verdadeiro. Temos mais um candidato aprovado (A).

      Ficamos com N, A, A, A e A.

      Resposta: B

    • A condicional do enunciado é do tipo p-->(q ou r), onde:

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica

      Avaliando os candidatos:

       

      - Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é F. Temos V-->(F ou F), o que é falso. Não temos um candidato (N).

      - Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é V, r é V. Temos V-->(V ou V), o que é verdadeiro. Temos um candidato aprovado (A).

      - Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é V. Temos V-->(F ou V), que é verdadeiro. Temos mais um candidato aprovado (A).

      Ficamos com N, A, A, A e A.

      Resposta: B

    • A condicional do enunciado é do tipo p-->(q ou r), onde:

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica

      Avaliando os candidatos:

       

      - Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é F. Temos V-->(F ou F), o que é falso. Não temos um candidato (N).

      - Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é V, r é V. Temos V-->(V ou V), o que é verdadeiro. Temos um candidato aprovado (A).

      - Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é V. Temos V-->(F ou V), que é verdadeiro. Temos mais um candidato aprovado (A).

      Ficamos com N, A, A, A e A.

      Resposta: B

    • A condicional do enunciado é do tipo p-->(q ou r), onde:

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica

      Avaliando os candidatos:

       

      - Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é F. Temos V-->(F ou F), o que é falso. Não temos um candidato (N).

      - Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é V, r é V. Temos V-->(V ou V), o que é verdadeiro. Temos um candidato aprovado (A).

      - Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é V. Temos V-->(F ou V), que é verdadeiro. Temos mais um candidato aprovado (A).

      Ficamos com N, A, A, A e A.

      Resposta: B

    • Eu discordo dos comentários dos colegas. Vejam, o enunciado diz:

      “ — Se não for torcedor do Vasco então tem que ser rico ou gostar de música clássica".

      No meu entendimento, não sendo torcedor do vasco, o rapaz tem que ser rico OU gostar de música. Logo, não pode ser as duas coisas. Para ser as duas coisas, deveria existir ali o conectivo E (conjunção). Assim, eu marcaria a letra C e não letra B.

      O que acham?

    • Enunciado do tipo p-->(q ou r), onde:

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica

      Vamos avaliar os candidatos:

       

      - Pedro: é torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é F. Temos V-->(F ou F), o que é falso. Não temos um candidato (N).

      - Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é V, r é V. Temos V-->(V ou V), o que é verdadeiro. Temos um candidato aprovado (A).

      - Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é V. Temos V-->(F ou V), que é verdadeiro. Temos mais um candidato aprovado (A).

      Ficamos com N, A, A, A e A.

      Resposta correta: B

    • “ — Se não for torcedor do Vasco então tem que ser rico ou gostar de música clássica".

      Considere os seguintes candidatos:

      Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica. Reprovado

      Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      Aprovado

      Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      Aprovado

      Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      Aprovado

      Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      Aprovado

    • Questão vinda diretamente de 70 anos atrás, quando pai dava aval pra namoro de filha.

    • O enunciado é do tipo p --> (q ou r), onde:

       

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica.

       

      Logo, temos:

       

      Pedro: V, F = F

      Carlos: F, V = V

      Marcos: V, V = V

      Tiago: F, F = V

      Bruno: V, V = V

    • O enunciado é do tipo Se... então. Deste modo é possível fazer sua equivalência do "ou". Onde nega-se a primeira parte e mantem o restante, ficando dessa forma:

      "For torcedor do Vasco ou for rico ou gostar de música clássica"

      Logo, como estamos diante de um "ou", qualquer verdadeiro é aceito para a premissa completa. Assim, basta ele ser torcedor do Vasco ou rico ou gostar de música clássica, que ele será aprovado!

    • Não for torcedor do Vasco = V

      Ser rico = V

      Gostar de música clássica = V

      P -> (Q v R)

      Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      V -> (F v F) =  F

      Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      F -> (V v ...) = V

      Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      V -> ( V v ...) = V

      Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      F -> ( F v F) = V

      Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      V -> ( F v V) = V

      GABARITO -> [B]

    • mano.... que questão misógina...

    • Mimizentos estão aqui enchendo o saco. kkkkk

    • Antônio é muito permissivo.

    • Poxa, vim ver a zoeira mas a galera tá toda séria =D

    • Sério que estão problematizando uma questão de raciocínio lógico? Geração mimimi e do politicamente correto tá absurdamente fora da casinha. Se perderam nos próprios personagens. Sorte que ninguém com bom senso leva esse pessoal a sério.

    • Ainda bem que sou vas cão

    • Achei tão fácil que cogitei ter errado alguma antes de marcar.

    • Essa é para não zerar a prova!

    • Se não for torcedor do Vasco então tem que ser rico ou gostar de música clássica".

      Logo, se o “candidato” a namorado da filha for vascaíno, este já era aprovado direto, assim, Tiago e Carlos automaticamente já estão aceitos.

      Separando em premissas:

      P1: não for torcedor do Vasco - (q)

      P2: tem que ser rico - (p)

      P3: gostar de música clássica - (t)

      Logo: qà(p v t), vamos tomar como verdadeiras os valores lógicos de q, p e t.

      Assim:

      Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      Tomando como base os valores lógicos das premissas acima: Và(F v F) = Falsa

      Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      Tomando como base os valores lógicos das premissas acima: Và(V v V) = Verdadeiro

      Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      Tomando como base os valores lógicos das premissas acima: Và(F v V) = Verdadeiro

      Logo na ordem certa temos: N, A, A, A, A

      Letra B.

      Fonte: QC

    • A condicional do enunciado é do tipo p-->(q ou r), onde:

      p = não ser torcedor do Vasco

      q = ser rico

      r = gostar de música clássica

      Avaliando os candidatos:

       

      - Pedro: torcedor do Flamengo, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é F. Temos V-->(F ou F), o que é falso. Não temos um candidato (N).

      - Carlos: torcedor do Vasco, é rico, gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Marcos: torcedor do São Raimundo, é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é V, r é V. Temos V-->(V ou V), o que é verdadeiro. Temos um candidato aprovado (A).

      - Tiago: torcedor do Vasco, não é rico, não gosta de música clássica.

      p é F, logo a condicional é V. Temos um candidato aprovado (A).

      - Bruno: torcedor do Nacional, não é rico, gosta de música clássica.

      p é V, q é F, r é V. Temos V-->(F ou V), que é verdadeiro. Temos mais um candidato aprovado (A).

      Ficamos com N, A, A, A e A.

      -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

      “ — Se não for torcedor do Vasco então tem que ser rico ou gostar de música clássica".

      Pedro: torcedor do Flamengo (V), não é rico (F), não gosta de música clássica (F) - N

      Carlos: torcedor do Vasco (F), é rico (V), gosta de música clássica (V) - A

      Marcos: torcedor do São Raimundo (V), é rico (V), gosta de música clássica (V) - A

      Tiago: torcedor do Vasco (F), não é rico (F), não gosta de música clássica (F) - A

      Bruno: torcedor do Nacional (V), não é rico (F), gosta de música clássica (V) - A

      Na tabela-verdade, no caso de "se... então" só será falso quando a primeira proposição for verdadeira e a segunda falsa; no caso do "ou" só é falso se ambas proposições forem falsas

      Portanto, gabarito correto LETRA B

    • Fiz por conjuntos.

      Gabarito letra B.

    • p: não ser torcedor do vasco

      q: ser rico

      r: gostar de Msc Clássica

      Pedro -> N,N,N = N

      Carlos -> A,A,A = A

      Marcos -> N,A,A = A

      Tiago -> A,N,N = A

      Bruno -> N,N,A = A

      Gabarito letra B

    • Certeza que o examinador era Vascaíno

    • PEDRO: V -> (F v F) = V -> F = F

      CARLOS: F -> (V v V) = F -> V = V

      MARCOS: V -> (V v V) = V -> V = V

      TIAGO: F -> (F v F) = F -> F = V

      BRUNO: V -> (F v V) = V -> V = V

    • Por mais examinadores vascaínos kkkk


    ID
    1011538
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    Considere como verdadeiras as afirmativas a seguir.

    I. Se Carlos mentiu, então João é culpado.
    II. Se João é culpado, então Carlos não mentiu.
    III. Se Carlos não mentiu, então Pedro não é culpado.
    IV. Se Pedro não é culpado, então João não é culpado.

    Com base nas afirmativas acima, é correto concluir que

    Alternativas
    Comentários
    • Letra D
      Qdo vc encontrar uma questão em que todas as premissas são condicionais, vc pode resolver por encadeamento:
      CM = Carlos mentiu
      JC = João é culpado

      PC = Pedro é culpado

      Vamos colocar as premissas em fórmulas
      I.     CM ---> JC.
      II.    JC ---> ~CM
      III.   ~CM ---> ~PC 
      IV.    ~PC ---> ~JC

      Agora se faz o esquema por encadeamento, lembre que na condicional não pode haver V --> F, pois isso é F

      Itens CM --> JC --> ~CM --> ~PC --> ~JC Obs
      1 V V V V V Não ok: se CM é V, ~CM não pode ser V
      2 F V V V V Não ok: msm motivo do item 1  
        3 F F V V V AQUI NÃO HÁ CONTRADIÇÃO
      4 F F F V V Não ok: msm motivo do item 1
      5 F F F F V Não ok: msm motivo do item 1
      6 F F F F F Não ok: msm motivo do item 1
       
      Veja que o item 3 não tem contradição: Carlos não mentiu, João não é culpado e Pedro não é culpado
    • Resolvi da seguinte forma:

      Partindo do princípio que todas as premissas são verdadeiras. para chegar ao resultado utilizaremos a tabela verdade P-->Q

      P  Q  P->Q
      V  V       V
      V  F       F
      F  V       V
      F  F       V


      I. Se Carlos mentiu, então João é culpado.
                     F                       V                             (V)
      II. Se João é culpado, então Carlos não mentiu.

                     V                                  V                          (V)
                                         
      (Para a premissa ser verdadeira, essa preposição deve ser verdadeira,
                                          logo a primeira "Se Carlos mentiu" é falsa)

      III. Se Carlos não mentiu, então Pedro não é culpado. 
                             V                                   V                          (V)
      IV. Se Pedro não é culpado, então João não é culpado. 

                            V                                    V                          (V)


      Logo, Carlos não mentiu, João não é culpado, Pedro não é culpado.
    • CONDICIONAL => SE ENTÃO, SOMENTE É FALSA QUANDO V->F 

      I. Se Carlos mentiu, então João é culpado.

                         F                                  F 
      II. Se João é culpado, então Carlos não mentiu.

                           F                                          V 
      III. Se Carlos não mentiu, então Pedro não é culpado. 

                           V                                         V 
      IV. Se Pedro não é culpado, então João não é culpado. 
                                V                                     V
    • Resolução dessa questão pelo método tentativa e erro e pelo método Encadeamento lógica das premissas https://www.youtube.com/watch?v=oqQpU5Ix4CU

    • Vamos trabalhar com hipóteses:

      1) Pra considerarmos a premissa 1 como verdadeira há três situações:

      V ---> V  = V ( sem consistência) 

      F----> V  = V ( sem consistência)

      F----> F  = V (essa opção é a correta)

      2) Como já sabemos que "Carlos não mentiu" é verdadeiro e " João não é culpado" também é verdadeiro, matamos a questão:

      I. Se Carlos mentiu, então João é culpado.

                F             ------->             F          =            V 
      II. Se João é culpado, então Carlos não mentiu.

                F            -------->            V          =             V
      III. Se Carlos não mentiu, então Pedro não é culpado. 

                V           --------->           V          =              V
      IV. Se Pedro não é culpado, então João não é culpado.

                V           --------->           V          =              V   

    • Todas as afirmações são verdadeiras, logo todas as condicionais são verdadeiras, substituindo cada proposição simples nas condicionais de forma que as mesmas continuem verdadeiras.Tomando Carlos mentiu, João é culpado e Pedro é culpado como V, temos:

      I. Se Carlos mentiu, então João é culpado. = C→J
      II. Se João é culpado, então Carlos não mentiu. = J→~C
      III. Se Carlos não mentiu, então Pedro não é culpado. = ~C→~P
      IV. Se Pedro não é culpado, então João não é culpado. = ~P→~J

      Logo, pelo princípio da transitividade: C→J~C→~P→~J

      Assim, concluímos que Carlos não mentiu, João não é culpado, Pedro não é culpado. 

      Resposta: Alternativa D.


    • Pena que o vídeo está privado :( Fábio Reccanello

    • Pelo que entendi, o fato de João não ser culpado quando Pedro também o for não implica, necessariamente, que ele será culpado quando Pedro o for. 


    • Sabemos que se Carlos mentir ou não mentir João poderá ser culpado.

      Vejamos:
      1 - Se Carlos NÃO MENTIR: João é culpado e Pedro não é culpado.
      2 - Se Carlos MENTIR: João será culpado e Pedro será culpado.
      Existe uma inconsistência se Carlos mentir, logo Carlos NÃO MENTIU.

      Partindo da premissa que Carlos NÃO MENTIU, as duas últimas são ditas como verdadeiras:

      "Se Carlos não mentiu, então Pedro não é culpado
       Se Pedro não é culpado, então João não é culpado."

      Logo: Carlos não mentiu, João não é culpado, Pedro não é culpado.

      Resposta: Letra D.

       



    • Achei mais seguro fazer, deduzindo o valor das proposições...

      Cf --- > Jf

      Jf ---> ~Cv

      ~C ---> nPv

      ~Pv ---> ~Jv



    • Poe as duas da IV como verdadeiro e segue o baile

    • Mto boa dica Fábio, obrg!!!

      segue a dica dada pelo colega: https://www.youtube.com/watch?v=oqQpU5Ix4CU

    • Na tabela do SE... ENTÃO, só uma pode ser falsa, se a primeira premissa for VERDADEIRA e a segunda for FALSA. Coloquei todas as premissas como verdadeiras, porém deu erro na premissa II, já que o resultado é VERDADEIRO. Ficou a primeira verdadeira e a segunda falsa. Inverti e coloquei falsa na I. Desse modo cheguei no resultado.

         F              F 

      I. Se Carlos mentiu, então João é culpado.= V

              F                     V

      II. Se João é culpado, então Carlos não mentiu.=V

               V                  V 

      III. Se Carlos não mentiu, então Pedro não é culpado. =V

             V V

      IV. Se Pedro não é culpado, então João não é culpado.=V

    • Resolução da questão:

      https://www.youtube.com/watch?v=oqQpU5Ix4CU

    • GAB: LETRA D

      Complementando!

      Fonte: Prof. Eduardo Mocellin

      Método da transitividade do condicional 

      Lembre-se que as afirmações são descritas por: 

      • Afirmação I: c → j 
      • Afirmação II: j →~ c 
      • Afirmação III:  ~ c →~ p 
      • Afirmação IV:  ~ p →~ j 

      Ao concatenarmos a afirmação I com a afirmação II, conclui-se c →~ c 

      • Afirmação I: c →
      • Afirmação II: j →~ c 
      • Conclusão I: c →~ c 

      Como  a  conclusão c →~ c  é uma  consequência  verdadeira  das  duas primeiras  afirmações do  enunciado, temos que c é F

      Agora que sabemos que c é falso, podemos utilizar essa informação nas demais afirmações. 

      ➥ A afirmação III é um condicional verdadeiro. Como o antecedente  ~ c é verdadeiro, o consequente  ~ p não pode ser falso, pois caso contrário recairíamos no condicional falso V → F. Logo,  ~ p é V e, portanto, p é F

      ➥ A afirmação IV é um condicional verdadeiro. Como o antecedente  ~ p é verdadeiro, o consequente  ~ j não pode ser falso, pois caso contrário recairíamos no condicional falso V → F. Logo,  ~ j é V e, portanto, j é F

      ➥ Obtemos, portanto, que c, p e j são proposições falsas. Note que as afirmações I e II também são verdadeiras, pois são, respectivamente, as condicionais F → F e F → V. 

      Como c, j e p são todas proposições falsas,  ~ c,  ~ j e  ~ p são proposições verdadeiras. Logo, é correto concluir que "CARLOS NÃO MENTIU, JOÃO NÃO É CULPADO, PEDRO NÃO É CULPADO". Novamente, obtemos que o gabarito é letra D. 


    ID
    1011544
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    José afirmou: “— Todos os jogadores de futebol que não são ricos jogam no Brasil ou jogam mal."

    Assinale a alternativa que indica a sentença que representa a negação do que José afirmou.

    Alternativas
    Comentários
    • A negação de TODO é ALGUM! Assim, eu elimino as duas primeiras e a última. Restam apenas C e D. Tratando-se de uma disjunção, a negação de OU será E. Sobra apenas a letra C
    • Pessoal, complementando os comentários dos colegas, a negação do TODO, pode ser feita das seguintes formas:

      José afirmou: “— Todos os jogadores de futebol que não são ricos  jogam no Brasil ou jogam mal."


      A Negação será:

      Algum jogador de futebol que não é rico não joga no Brasil e não joga mal. (Afirmativa C da questão)

      Pelo menos um jogador de futebol que não é rico não joga no Brasil e não joga mal.

      Existe um jogador de futebol que não é rico não joga no Brasil e não joga mal.

      Nem todo jogador de futebol que não é rico joga no Brasil ou joga mal.


      RESUMINDO:

      Afirmação: "Todo..."

      Negação: "Algum... não" ou "Pelo menos um... não" ou "existe... não" ou "Nem todo..."


      Espero ter ajudado.


    • Marquei letra C nesta questão por eliminação, mas discordo da resposta. Pois negar "Todo" concordo que é "Algum" ou "Pelo menos um" ou "Existe um" etc. Mas quando se nega: Todos os jogadores de futebol não são ricos, o certo é "Algum jogador de futebol é rico".

    • Negação de todo = algum

      Negação de p ou q (jogam no brasil ou jogam mal) = ~p e ~q  (não jogam no brasil e não jogam mal)

    • A questão trás: todo A é B ou C.

      Sua negação é: algum A não é B e não C.

    • Pela Lei de Morgan, a negação de : “— Todos os jogadores de futebol que não são ricos  jogam no Brasil ou jogam mal." Será:

      Algum jogador de futebol que não é rico não joga no Brasil e não joga mal.

      Letra C.


    • Esse Comentario do professor... foi o mesmo que nada!!!

    • Irenio a explicação do professor é padrão petista de educação.

    • Explicação inútil a do professor.

    • INICIALMENTE TIVE DÚVIDA, MAS RESOLVI ASSIM:

          TODOS os jogadores que NÃO são ricos jogam no Brasil OU jogam mal

      ~ ALGUM jogador de futebol que NÃO é rico NÃO joga no Brasil E NÃO joga mal.

      No lugar do TODO usei ALGUM.

      Para afirmar que o jogador rico joga no Brasil posso NEGAR DUAS VEZES: não + não= sim

      No lugar do OU uso o E 

      Neguei a última proposição.

    • Gabarito C. Negação = Mantém a primeira e nega a segunda.

    • Nataly, cuidado ao manter a primeira proposição, veja que na questão ela foi negada: 

      c) Algum jogador de futebol que não é rico não joga no Brasil e não joga mal.

      Esta regra aplica-se ao elemento de ligação SE...ENTÃO

    • Alguém poderia me explicar se caberia essa resposta: Algum jogador de futebol que é rico não joga no Brasil e não jogam mal ?
      Pois entendi assim,mas por eliminação acertei.

    • Com esse esquema da pra fazer qualquer questão desse tipo:

      Todo vai para Algum (-)

      Nenhum vai para Algum

      Algum vai para Nenhum

      Algum vai para Todo (-)


      Lembrando que:

      Algum pode ser Existe, Pelo menos um...

      Nenhum pode ser Não Existe...

      Todo pode ser qualquer que seja...


      Todos os jogadores de futebol que não são ricos jogam no Brasil ou jogam mal

      Algum.................................... Nega o resto.............................................................

      ......................................................................... não joga no Brasil e não joga mal

    • O professor praticamente falou: "Busca 'Lei de De Morgan' no Google!"
    • Nessa questão é necessário saber a negação do TODO e a negação do conectivo OU (v), mas, para fazer isso corretamente, também deve-se saber dividir a frase. Observa a frase dada e, em seguida, a divisão:

      Todos os jogadores de futebol que não são ricos  jogam no Brasil ou jogam mal.

      Primeira parte (p): "Todos os jogadores de futebol que não são ricos  jogam no Brasil
      Segunda parte (q): jogam mal."


      A negação do conectivo disjunção OU (v) é: ~(p v q)   (~p ^ ~q). Na primeira parte da frase deve ser negada a ação, ou seja, devemos negar a ação do verbo jogar. Mantemos o fragmento "que não são ricos", ok? 

      A negação do TODO: 
      Todo A é B. -------------> Nega-se assim: Algum A não é B. Ou então: Existe A que não é B. Pelo menos um A não é B. Nem todo A é B.
      Aplicando-se o que foi mostrado acima, temos como resultado:
      Algum jogador de futebol que não é rico NÃO joga no Brasil E NÃO joga mal.

      Espero que tenha ficado claro. Bons estudos!

    • Comentário do professor:


      "vai lá no google e se vira"

    • Comentário do professor:

      "Pela Lei de Morgan, a negação de : “— Todos os jogadores de futebol que não são ricos  jogam no Brasil ou jogam mal." Será:

      Algum jogador de futebol que não é rico não joga no Brasil e não joga mal."

      Falta de respeito! Absurdo.


    • Todo mundo tem que reclamar sobre esses cométarios do Professor parece que está fazendo um favor.

    • Por que o primeiro NÃO não é negado?

    • Fique esperto com essa questão, pois algumas bancas consideram a negação de "TODO" ou "ALGUM" fora do padrão da lógica.

      Para algumas bancas a negação de "Todo macaco é marrom" é "Algum macaco é marrom".
      E ainda dizem que "Algum macaco é marrom" é equivalente a "Algum macaco não é marrom".
      Então numa prova faça o seguinte: se te pedirem a negação de "todo macaco é marrom", procure primeiro nas respostas por "algum macaco não é marrom", caso não tenha essa opção busque por "algum macaco é marrom".

      Espero ter acrescentado...

      Bons Estudos!!!!

    • -(-p)= p

      letra C

    • Todos os jogadores de futebol que não são ricos jogam no Brasil ou jogam mal.

      Algum jogador de futebol que não é rico não joga no Brasil e não joga mal.

      Negação de TODOS = ALGUM

      Negação da disjunção "v" (ou) = conjunção ^ (e)

    • Podemos reescrever essa frase, sem perda de lógica, como uma condicional:

      “Se um jogador de futebol não é rico, então ele joga no Brasil ou joga mal”

      Para negar p-->q, basta escrever “p e não-q”, ou seja:

      “Um jogador de futebol não é rico E ele NÃO joga no Brasil E NÃO joga mal”

      Repare que, de fato, se encontrarmos um jogador não-rico que jogue fora do Brasil e jogue bem, temos um contraexemplo (ou seja, uma negação) da frase do enunciado.

      Resposta: C

    • NEGAÇÃO

       

                       TODO  ------------------->  ALGUM ... NÃO / PELO MENOS UM ... NÃO ... / EXISTE ... NÃO...

                 NENHUM / NÃO EXISTE      ----------------------->  ALGUM 

                       ALGUM                ------------------------->   NENHUM / NÃO EXISTE

      ALGUM ... NÃO / PELO MENOS UM ... NÃO ... / EXISTE ... NÃO... --------->  TODO

    • Gab. C)

       Todos os jogadores de futebol que não são ricos jogam no Brasil ou jogam mal.

      Algum jogador de futebol que não é rico não joga no Brasil e não joga mal

      TODO PODE SER SUBSTITUÍDO POR ALGUM, PELO MENOS, EXISTE

      NEGAR O VERBO!!!!

    • Os comentários dos colegas são bem mais eficientes que os do professor


    ID
    1011550
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Raciocínio Lógico
    Assuntos

    Imagine que um objeto para se deslocar no espaço tridimensional só possa fazê- lo com
    deslocamentos unitários verticais para cima ( C ) ou para baixo ( B ) e com deslocamentos, também unitários, horizontais nos quatro sentidos dos pontos cardeais: norte (N ), sul (S ), leste ( L ), oeste ( O ).

    Para se deslocar de um ponto P a um ponto Q, ambos do espaço tridimensional, um objeto percorreu a seguinte trajetória:

    N L C L S B S O N C C L S .

    Para voltar ao ponto, a partir de Q, percorrendo exatamente o caminho inverso, a
    trajetória correta é

    Alternativas
    Comentários
    • letra B. Só consegui na base do desenhinho kkk
    • Essa questão é muito simples. Basta observar o caminha que foi feito e invertê-lo. Para ilustrar, basta pegar o final do caminho percorrido e invertê-lo: inverter a ordem e a direção. O final é CCLS. Convertendo:
      1º Passo: Inverter a ordem: SLCC;
      2º Passo: Inverter a direção: S->N, L->O, C->B, C->B;
      Pronto, encontramos a alternativa que começa com NOBB: a "b".
    • Não esquecer de inverter a ordem também de trás para frente, pois é o caminho de volta.
    • Não consegui entender. Alguém se habilita a explicar de outra forma?? Obrigada.

    • Luana é só inverter  a posição anterior Se é sul vira Norte Leste vira oeste , Cima vira baixo e vce e versa

    • Primeiro passo) Somei as direções dadas no enunciado: 

      N:2; S:3 --> 3-2=1S   L:3; O:1 --> 3-1= 2L  C:3; B:1 --> 3-1= 2C

      Segundo passo) Busquei, alternativa por alternativa, qual me daria o oposto disso:

      Alternativa A) N:2; S:3 --> 3-2= 1S (preciso de 1N, já que quer voltar) --> descartei letra A

      Alternativa B) N:3; S:2 --> 1N (bom) L:1; O:3--> 2O (bom)  C:1; B:3--> 2B (bom) --> resposta correta

      Pronto! Alternativa B bate com o caminho de volta! 



    • A melhor opção re fazer esta questão é ir desenhando a medida que o objeto for deslocando. Uma pena o QC não poder colocar figuras ou desenhar percursos.

      Mas fica a dica, assim conseguir responder o exercício.
    • Meu cérebro só funciona com o desenho também, mas dessa vez não consegui resolver nem com o desenho aff ¨¨¬¬

    • A melhor opção não é sair desenhando. Perda de tempo. Até eu como Eng. me perdi tentando kkkk.

      A forma mais rápida é atribuir o oposto:

      N -> S      |     S -> N

      O -> L      |     L -> O

      C -> B      |    B -> C

      Se o caminho foi : NLCLSBSONCCLS

      De trás pra frente fica: SLCCNOSBSLCLN.

      Mudando fica: NOBBSLNCNOBOS.

      Resposta: B 

      =)

    • A melhor opção não é sair desenhando. Perda de tempo. Até eu como Eng. me perdi tentando kkkk.

      A forma mais rápida é atribuir o oposto:

      N -> S      |    S -> N

      O -> L      |     L -> O

      C -> B      |    B -> C

      Se o caminho foi : NLCLSBSONCCLS. 

      De trás pra frente fica: SLCCNOSBSLCLN.

      Mudando fica: NOBBSLNCNOBOS.

      Resposta: B 

      =)

    • Bah, que delíííícia de questão. Fácil demais. Galera, muito simples.

      Pegue as três últimas tragetórias e simplesmente as refaça, ao contrário! Sem difículdades. Já da pra perceber pelas assertivas que os três primeiros tragetos (de volta) são todos diferentes, logo a resposta necessáriamente está nas três últimas tragetórias invertidas.

      Facinho facinho... vem comigo, vem contigo!

    • Patricia sua explicação é perfeita!

    • No início eu me compliquei mas depois entendi a lógica da questão e realmente é muito fácil.

      Prestem atenção:

      N L C L S B S O N C C L S

      O N indica o Norte, C indica cima , B indica Baixo e assim por diante até o S 

      O caminho inverso é só voltar mudando os pontos. Onde é Sul fica Norte,Leste fica Oeste...

      Resposta gabarito B 

      Espero ter ajudado.

    • essa questão deveria ser nível fundamental. Se você sai de um ponto A qualquer é só dobrar à direita  vai pra um ponto B, pra fazer o caminho inverso seria do B dobrando à esquerda para A. Mesma coisa com Norte e Sul, Leste e Oeste. 

    • Gabarito: B

    • A prof. do QC, Letícia, resolveu de uma maneira bem simples:

      Escreveu o oposto das 3 últimas letras: N L C L S B S O N C C L S .

      Logo: B O N. Agora vc inverte pq é para retornar do ponto Q, fica: N O B ....

      Única alternativa com essa sequência é a B.

    • Como é que você se desloca horizontalmente pro norte ou pro sul? Horizontal, só se for leste ou oeste, não? Tô sem entender esse enunciado até agora...


    ID
    1011580
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Noções de Informática
    Assuntos

    Um funcionário do Tribunal de Justiça do Amazonas digitou um texto no Word 2010 BR para Windows. Para corrigir alguns aspectos no texto, executou os procedimentos listados a seguir.

    • Selecionou o título, configurado na cor preta, e acionou ícone IC_1 para aplicar a cor azul.

    • Selecionou o segundo parágrafo e acionou o ícone IC_2 para aumentar o nível de recuo do parágrafo.

    Os ícones IC_1 e IC_2 são, respectivamente:

    Alternativas
    Comentários
    • Letra D.
      Pela descrição solicitada, a primeira ação é pelo 'Cor da fonte' e a segunda ação pelo "Aumentar recuo".

      Na letra A temos os ícones Realce e Diminuir recuo. Na letra C temos o ícone de Estilo.


    • GAB: D

    • a) ERRADA. Cor do realce do texto (faz o texto parecer como se tivesse sido marcado com um marca-texto).

      Diminuir recuo (diminui o nível de recuo do parágrafo)


      b) ERRADA. Cor do realce do texto (faz o texto parecer como se tivesse sido marcado com um marca-texto).

      Aumentar recuo (aumenta o nível de recuo do parágrafo)


      c) ERRADA. Alterar estilos (altera o conjunto de estilos, cores e fontes usado neste documento).

      Aumentar recuo (aumenta o nível de recuo do parágrafo)


      d) CERTA. Cor da fonte (altera a cor do texto).

      Aumentar recuo (aumenta o nível de recuo do parágrafo)


      e) ERRADA. Cor da fonte (altera a cor do texto).

      Diminuir recuo (diminui o nível de recuo do parágrafo)



    • Ninguém falou se ele queria mudar a cor da fonte ou realçar o texto, pra mim a B também poderia estar certa.


    ID
    1011586
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
    Assuntos

    Segundo a Lei Complementar n. 17/97 – Lei de Divisão e Organização Judiciária do Estado do Amazonas –, conceder - se- á licença ao Magistrado


    I. Para tratamento de saúde ou por motivo de doença em pessoa da família;

    II. Para prestação de serviços à Justiça Eleitoral.

    III. Para frequência a curso ou seminário de aperfeiçoamento e estudos, a critério do Tribunal Pleno, pelo prazo máximo de dois anos.

    Assinale:

    Alternativas
    Comentários
    • Art. 271 - Conceder-se-á licença:

      I - Para tratamento de saúde;

      II - Por motivo de doença em pessoa da família;

      III - Para o serviço militar;

      IV - Para repouso à gestante;

      V - Para frequência a curso ou seminário de aperfeiçoamento e estudos, a critério do Tribunal Pleno, pelo prazo máximo de dois anos;

      VI - Para prestação de serviço à Justiça Eleitoral;

      V - Especial.

      I. Para tratamento de saúde ou por motivo de doença em pessoa da família;

      Resposta: Creio que a confusão maior seria por causa do ou , eu responderia como errada, e manteria na alternativa D, se for por copia da lei seria a alternativa D mesmo.Não existe um OU na lei.


    ID
    1011592
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação Estadual
    Assuntos

    Sobre a composição, funcionamento e atribuições do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, analise as afimativas a seguir .

    I. O Tribunal de Justiça tem sede na Capital do Estado, jurisdição em todo o território do Estado o, sendo composto por 19 Desembargadores.

    II. O Tribunal de Justiça tem como órgãos julgadores o Tribunal Pleno, as Câmaras Isoladas Cíveis e Criminais, as Câmaras Reunidas e o Conselho da Magistratura.

    III. O Tribunal Pleno funcionará com a presença mínima da maioria absoluta de seus membros desimpedidos, e será secretariado pelo Secretário Geral do Tribunal de Justiça.

    Assinale:

    Alternativas
    Comentários
    • Art. 428 - O Quadro de Magistrados do Poder Judiciário é integrado dos seguintes cargos:

      I - Dezenove (19) Desembargadores;

      II - Cento e Vinte e Nove (129) de Juiz de Direito de Segunda Entrância;

      III - Oitenta (80) de Juízes de Direito, compreendidos aí os Juízes Substitutos

      de Carreira e Juízes de Direito de Primeira Entrância.

      Dos Órgãos Julgadores do Tribunal de Justiça

      Art. 18 - O Tribunal de Justiça tem como órgãos julgadores o Tribunal Pleno, as Câmaras Isoladas Cíveis e Criminais, as Câmaras Reunidas e o Conselho da Magistratura.

      Do Funcionamento do Tribunal Pleno

      Art. 25 - O Tribunal Pleno funcionará com a presença mínima da maioria

      absoluta de seus membros desimpedidos.

      Parágrafo único - O Tribunal Pleno será secretariado pelo Secretário Geral do

      Tribunal de Justiça.


    • Atualmente são 26 desembargadores, e não mais 19.

      Art. 428, I da LC 17/97.

      Alteração pela Lei Complementar 126/2013.


    ID
    1011598
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação Estadual
    Assuntos

    O Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas prevê, que será
    considerado como de efetivo exercício, o período de afastamento do funcionário em virtude de:

    I. Licença, inclusive a que determinar a perda do vencimento.

    II. Competições esportivas em que represente o Brasil ou o Estado do Amazonas.

    III. Prestação de concurso público.

    Assinale:

    Alternativas
    Comentários
    • Não sei o motivo da anulação

      Art. 56 - Será considerado como de efetivo exercício o afastamento do funcionário em virtude de:

      I - Férias;

      II - Casamento, até oito dias;

      III - Falecimento do cônjuge ou parente consangüíneo ou afim, até o segundo grau, não excedente a oito dias;

      IV - Serviços obrigatórios por lei;

      V - Licençasalvo a que determinar a perda do vencimento;

      VI - Faltas justificadas, até o máximo de três por mês, na forma prevista no artigo 86 deste Estatuto;

      VII - Missão ou estudo fora da sede de exercício, quando autorizado o afastamento pela autoridade competente;

      VIII- Trânsito em decorrência de mudança da sede de exercício, até quinze dias;

      IX - Competições esportivas em que represente o Brasil ou o Estado do Amazonas;

      X - Prestação de concurso público;

      XI - Disposição ou exercício de cargo de confiança no serviço público.

    • Letra B

      Let It Be

    • Será considerado como efetivo exercício de SERVIÇO:

      II- competições esportivas em que represente o BRASIL

      III- Prestação de Concurso Público 

    • Questão possivelmente anulada por extrapolar o conteúdo do edital.


    ID
    1011604
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação Estadual
    Assuntos

    A Lei n. 1.762/86 dispõe sobre o regime jurídico dos funcionários públicos civis do Estado do Amazonas. De acordo com tal diploma, as formas de provimento dos cargos públicos estão relacionadas a seguir, à exceção de uma . Assinale- a.

    Alternativas
    Comentários
    • Art. 5º São formas de provimento dos cargos públicos:
      I - nomeação;
      II - promoção;
      III - acesso;
       Dispositivo não recepcionado pelo sistema constitucional vigente.
      V - readmissão;
       Dispositivo não recepcionado pelo sistema constitucional vigente.
      V - reintegração;
      VI - reversão;
      VII - aproveitamento;
       Vide art. 30 a 33.
      VIII - transferência; e
       Dispositivo não recepcionado pelo sistema constitucional vigente.
      IX - readaptação.

       

    • Art. 5.º - São formas de provimento dos cargos públicos:
      I - Nomeação;
      II - Promoção;
      III - Acesso;
      IV - Readmissão;
      V - Reintegração;
      VI - Reversão;
      VII - Aproveitamento;
      VIII - Transferência; e
      IX - Readaptação.

    • Remoção - NÃO É PROVIMENTO! REMOÇÃO- QUANDO UM FUNCIONÁRIO PÚBLICO É DESLOCADO DE UM ÓRGÃO PÚBLICO PARA OUTRO DENTRO DE UMA MESMA REPARTIÇÃO. 


    ID
    1011610
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
    Assuntos

    A Lei Ordinária n. 3.226/08, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Amazonas, prevê a existência das seguintes vantagens e benefícios, na forma e condições da lei, para os servidores efetivos dos Órgãos do Poder Judiciário do Estado do Amazonas, à exceção de uma. Assinale- a.

    Alternativas
    Comentários
    • Art. 32. Aos servidores efetivos dos Órgãos do Poder Judiciário do Estado do Amazonas, ficam asseguradas as seguintes vantagens e benefícios:

      I - Gratificação Adicional de Qualificação – concedida aos servidores do quadro efetivo, em razão dos conhecimentos adicionais adquiridos em diplomas ou certificados correlacionados com o cargo área de atuação, deste modo podendo ser aproveitado dentro da estrutura do Poder Judiciário, nos cursos de pós-graduação, mestrado ou doutorado, em sentido amplo ou estrito, cujo adicional incidirá sobre o vencimento básico, de acordo com as especificações abaixo:

      § 4.º Além das gratificações previstas neste artigo serão concedidas aos servidores as seguintes vantegens:

      I - Auxílio-Alimentação – concedido a todos os servidores, em efetivo exercício, dos Órgãos do Poder Judiciário do Amazonas;

      II - Auxílio-Saúde – concedido a todos os servidores ativos, equivalente a 100% (cem por cento) do valor básico do plano de saúde adquirido junto a sua entidade representantiva;

      III - Ajuda de Custo – concedida a todos os servidores e serventuários do Poder Judiciário do Amazonas, que desempenhem suas atividades do cargo no interior do Estado e que sejam removidos por interesse da Administração, no valor equivalente a 100% (cem por cento) do vencimento básico do cargo,

      pago de uma única vez.

    • Ao que descreve o Art. 32 - Lei 3.266/08, Inciso I, alínea a, b e c, Parágrafo 4o - Incisos I, II e III, podemos dizer que o errado é a letra "b". Por que será foi anulada?

    • A questão deve ter sido "ANULADA", pois o enunciado diz " A Lei Ordinária n. 3.226/08, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Amazonas, prevê a existência das seguintes vantagens e benefícios, na forma e condições da lei, para os servidores efetivos dos Órgãos do Poder Judiciário .." - No Art. 32 - Lei 3.266/08 - diz o seguinte:

      II - Auxílio-Saúde – concedido a todos os servidores ativos, equivalente a 100% (cem por cento) do valor básico do plano de saúde adquirido junto a sua entidade representantiva; (nesta parte não é falado em órgão do poder judiciário, e sim em entidade representantiva. Ou seja cópia da lei, em relação ao auxilio saúde é o único , que na lei, não expressa "órgão do Poder judiciário.

      A questão poderia ter completado o enunciado ou a alternativa, assim com sentido completo.

      Respondendo @katela marques!

    • ERRO DA QUESTÃO É DIZER VANTAGENS E BENEFÍCIOS E NÃO SOMENTE VANTAGENS:

       

      Art. 32. Aos servidores efetivos dos Órgãos do Poder Judiciário do Estado do Amazonas, ficam asseguradas as seguintes vantagens e benefícios:

      I - Gratificação Adicional de Qualificação – concedida aos servidores do quadro efetivo, em razão dos conhecimentos adicionais adquiridos em diplomas ou certificados correlacionados com o cargo área de atuação, deste modo podendo ser aproveitado dentro da estrutura do Poder Judiciário, nos cursos de pós-graduação, mestrado ou doutorado, em sentido amplo ou estrito, cujo adicional incidirá sobre o vencimento básico, de acordo com as especificações abaixo:

      a) 10% (dez por cento) destinado ao portador de curso de especialização (pós-graduação), mínimo de 360 (trezentas e sessenta) horas;

      b) 15% (quinze por cento) em se tratando de título de mestre;

      c) 20% (vinte por cento) em se tratando de título de doutor.

       

      §1º O servidor somente poderá receber uma Gratificação Adicional de Qualificação.

      §2º Os percentuais e valores não são cumulativos.

      §3º As gratificações têm que ser requeridas pelo servidor e autorizadas pelo Presidente do Tribunal de Justiça, para o fim de controle do sistema da Divisão de Pessoal e da Coordenadoria de Recursos Humanos, nos termos de ato administrativo regulamentador

       

      COMO NA QUESTÃO NÃO PEDE SOMENTE AS VANTAGENS

       

       

      §4º Além das gratificações previstas neste artigo serão concedidas aos servidores as seguintes VANTAGENS:

      I - Auxílio-Alimentação – concedido a todos os servidores, em efetivo exercício, dos Órgãos do Poder Judiciário do Amazonas;

      II - Auxílio-Saúde – concedido a todos os servidores ativos, equivalente a 100% (cem por cento) do valor básico do plano de saúde adquirido junto a sua entidade representativa;

      III - Ajuda de Custo – concedida a todos os servidores e serventuários do Poder Judiciário do Amazonas, que desempenhem suas atividades do cargo no interior do Estado e que sejam removidos por interesse da Administração, no valor equivalente a 100% (cem por cento) do vencimento básico do cargo, pago de uma única vez

    • Não entendi o motivo da anulação.


    ID
    1011616
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
    Assuntos

    A LC n. 17/97 dispõe que estão sujeitos às correições gerais os processos findos, iniciados no triênio anterior à correição, e os pendentes, exceto

    Alternativas
    Comentários
    • Art. 78 - Estão sujeitos às correições gerais:

      I - Os processos findos iniciados no triênio anterior à correição, e os pendentes, exceto:

      a) os que estiverem com recursos interpostos, se ainda não esgotado o prazo para alegações e remessa;

      b) os conclusos para julgamento, não excedidos os prazos legais;

      c) os preparados para o júri, salvo quando não houver sessão convocada;

    • gab:A


    ID
    1011622
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação Estadual
    Assuntos

    A Lei n. 1.762/86 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas – traz algumas definições a serem adotadas no âmbito de sua incidência.

    Dentre as definições listadas a seguir, assinale a incorreta.

    Alternativas
    Comentários
    • Não entendo porque anularam, a resposta esta claramente na alternativa 'A' e as demais estão corretas, vejam: 

      Art. 2º Para efeito desta Lei: 

      I - Funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público: 

      II - Cargo é a designação do conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a um 

      funcionário, identificando-se pelas caraterísticas de criação por lei, denominação própria, 

      número certo e pagamento pelos cofres do Estado; 

      III - Classe é o conjunto de cargos de igual denominação e com iguais atribuições, 

      responsabilidades e padrões de vencimentos; 

      IV - Série de Classes é o conjunto de classes da mesma denominação, dispostas, 

      hierarquicamente, de acordo com o grau de complexidade das atribuições, nível de 

      responsabilidade, e constitui a linha natural de promoção do funcionário. 

      V - Lotação é o número de cargos e funções gratificadas fixado para cada repartição, ou 

      ainda o número de servidores que devem ter exercício em cada unidade administrativa. 


    • Concordo plenamente Paloma. Hoje revisando as questão de Legislação Estadual , cheguei nessa questão e fiquei questionando o porquê da anulação da questão.

    • Art. 2º - Para efeito desta Lei:

      I - Funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público;

      II - Cargo é a designação do conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a um funcionário identificando-se pelas características de criação por lei, denominação própria, número certo e pagamento pelos cofres do Estado;

      III - Classe é o conjunto de cargos de igual denominação e com atribuições, responsabilidades e padrões de vencimento;

      IV - Série de Classes é o conjunto de classes da mesma denominação dispostas, hierarquicamente, de acordo com o grau de complexidade das atribuições, nível de responsabilidade, e constitui a linha natural de promoção do funcionário.

      V - Lotação é o numero de cargos e funções gratificadas fixado para cada repartição, ou ainda o número de servidores que devem ter exercício em cada unidade administrativa.

    • A questão realmente está correta. Deve ter sido anulada porque, muito provavelmente, o assunto não estava devidamente previsto no edital. 

    • Art. 2.º - Para efeito desta Lei:


      I - Funcionário é a pessoa legalmente investida em cargo público;


      II - Cargo é a designação do conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a um
      funcionário, identificando-se pelas características de criação por lei, denominação própria, número certo e
      pagamento pelos cofres do Estado;


      III - Classe é o conjunto de cargos de igual denominação e com atribuições, responsabilidades e
      padrões de vencimento;


      IV - Série de Classes é o conjunto de classes da mesma denominação, dispostas, hierarquicamente,
      de acordo com o grau de complexidade das atribuições, nível de responsabilidade, e constitui a linha natural
      de promoção do funcionário.


      V - Lotação é o numero de cargos e funções gratificadas fixado para cada repartição, ou ainda o
      número de servidores que devem ter exercício em cada unidade administrativa.

    • Alternativa A é a Incorreta


      Art. 2º Para efeito desta Lei: 

      III - Classe é o conjunto de cargos de igual denominação e com atribuições, responsabilidades e padrões de vencimento;

    • Questão anulada, por apresentar conteúdo não previsto no edital.

    • Acredito que pelo fato de so constar "estatuto...amazonas" e não "agentes públicos; estatuto...amazonas" o povo deve ter conseguido a proeza de anular essa questão.


    ID
    1011628
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação Estadual
    Assuntos

    São deveres do funcionário, segundo o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas, além do exercício das atribuições de seu cargo,

    I. a assiduidade e a pontualidade.

    II. o sigilo sobre os assuntos da repartição.

    III. a urbanidade com companheiros de serviços e público em geral.

    Assinale:

    Alternativas
    Comentários
    • DOS DEVERES

      Art. 149 - Além do exercício das atribuições do cargo, são deveres do funcionário:

      I - Lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas;

      II - Assiduidade e pontualidade;

      III - Cumprimento de ordens superiores, representando quando manifestamente ilegais;

      IV - Desempenho, com zelo e presteza, dos trabalhos de sua incumbência;

      V - Sigilo sobre os assuntos da repartição;

      VI -  Zelo pela economia do material e pela conservação do patrimônio sob sua guarda ou para

      sua utilização.

      VII - Urbanidade com companheiros de serviços e o público geral;

      VIII - Cooperação e espírito de solidariedade com os companheiros de trabalho;

      IX  -  Conhecimento  das  leis,  regulamentos,  regimentos,  instruções  e  ordens  de  serviços

      referentes às suas funções; e

      X - Procedimento compatível com a dignidade da função pública.



    • resposta letra e

       

    • GABARITO LETRA E

       

      Urbanidade: com companheiros de serviço + público em geral

      Cooperação e Espírito de Solidariedade: apenas com companheiros de serviço

       

      Deus no Comando!


    • GABARITO E

      DEVERES

      Art. 149 - Além do exercício das atribuições do cargo, são deveres do funcionário:

      I - Lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas;

      II - Assiduidade e pontualidade;

      III - Cumprimento de ordens superiores, representando quando manifestamente ilegais;

      IV - Desempenho, com zelo e presteza, dos trabalhos de sua incumbência;

      V - Sigilo sobre os assuntos da repartição;

      VI - Zelo pela economia do material e pela conservação do patrimônio sob sua guarda ou para sua utilização.

      VII - Urbanidade com companheiros de serviços e o público geral;

      VIII - Cooperação e espírito de solidariedade com os companheiros de trabalho;

      IX - Conhecimento das leis, regulamentos, regimentos, instruções e ordens de serviços referentes às suas funções; e

      X - Procedimento compatível com a dignidade da função pública.


    • Letra E

      se todos os itens estiverem corretos.

    • por favor, né

      isso é o minimo

    • RESOLUÇÃO:

      A assertiva correta é a letra E, nos termos do art.149 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos:

      Art. 149. Além do exercício das atribuições do cargo, são deveres do funcionário:

      I - lealdade e respeito às instituições constitucionais e administrativas;

      II - assiduidade e pontualidade;

      III - cumprimento de ordens superiores, representando quando manifestadamente ilegais;

      IV - desempenho, com zelo e presteza, dos trabalhos de sua incumbência;

      V - sigilo sobre os assuntos da repartição;

      VI - zelo pela economia do material e pela conservação do patrimônio sob sua guarda ou para sua utilização;

      VII - urbanidade com companheiros de serviços e o público em geral;

      VIII - cooperação e espírito de solidariedade com os companheiros de trabalho;

      IX - conhecimento das leis, regulamentos, regimentos, instruções e ordens de serviços referentes às suas funções; e

      X - procedimento compatível com a dignidade da função pública.

      Resposta: E


    ID
    1011634
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação Estadual

    Com relação às incompatibilidades no exercício da Magistratura, previstas na LC n. 17/97, assinale a afirmativa correta.

    Alternativas
    Comentários
    • Letra C

      LC n. 17/97

      Art. 307 - No Tribunal, não poderão ter assento na mesma Turma, Câmara ou grupo de Câmaras, cônjuge e parentes consanguíneos ou afins, em linha reta, bem como em linha colateral, até o 3o grau.

      Parágrafo único - Nas sessões do Tribunal Pleno, o primeiro dos membros mutuamente impedidos que votar, excluirá a participação do outro no julgamento.


    ID
    1011640
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Legislação Estadual
    Assuntos

    É assegurado ao funcionário o direito de requerer, representar, pedir reconsideração e recorrer, desde que o faça dentro das normas de urbanidade. O prazo para pleitear na esfera administrativa, segundo o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Amazonas, quanto aos atos de demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade e aos referentes à matéria patrimonial, é de

    Alternativas
    Comentários
    • Letra E


      Art. 124. O direito de pleitear na esfera administrativa prescreverá:
      I - Em cinco anos, quantos aos atos de demissão, cassação de aposentadoria ou
      disponibilidade e aos referentes a matéria patrimonial
      ;
      II - Em cento e vinte dias, nos demais casos.

    • Quanto a essa legislação, se tiver que chutar quanto a prazos, faça um chute inteligente, ou seja, em regra, de 5 anos.

    • Lei 1.762/86

       

      Art. 124 - O direito de pleitear na esfera administrativa prescreverá:

       

      I - Em cinco anos, quando aos atos de demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade e aos referentes a matéria patrimonial;

       

      II - Em cento e vinte dias, nos demais casos.

    • Letra E


      Lei 1.762/86

      Art. 124 - O DIREITO DE PLEITEAR na esfera administrativa prescreverá:


      I - Em 5 anos, quando aos atos de:

      1.    Demissão,

      2.    Cassação de aposentadoria ou disponibilidade e aos

      3.    Referentes a matéria patrimonial;


      II - Em 120 dias, nos demais casos.


    • RESOLUÇÃO:

      A assertiva correta é a letra E, nos termos do art.124, inciso I, do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos:

      Art. 124. O direito de pleitear na esfera administrativa prescreverá:

      I - em cinco anos, quantos aos atos de demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade e aos referentes a matéria patrimonial;

      II - em cento e vinte dias, nos demais casos

      Resposta: E


    ID
    1242352
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Noções de Informática
    Assuntos

    O MS Word 2010 BR para Windows oferece diversos recursos para a correção do texto digitado. Dentre esses recursos, o atalho de teclado Shift + F3 deve ser utilizado com a finalidade de

    Alternativas
    Comentários
    • Grupo: Fonte

      SHIFT + F3 = Maiúsculas e Minúsculas
    • Word temos a opção maiúsculos e minúsculos e vise versa usando o "Shift"+"F3", já no Excel o mesmo comando mostra a janela "inserir função".
    • O que o Adson Guimaraes disse tb funciona nas versões 2007.

    • Testando aki no word 2007 notei que se estiver minúscula, e aperar shift+F3, irá passar a primeira letra para maiúscula, se apertar de novo, passa a palavra toda para maiúscula. menu => Menu =>MENU

    • Shift +f3 serve para o LibreOffice.

    • Letra A.

      Shift+F3 alterna entre 3 modos: todas minúsculas, primeira letra de cada parágrafo em maiúscula e todas maiúsculas.

    • Shift+F3 a primeira letra irá dá maiúscula para minúscua,ou vice-versa

    • Shift+F3 alterna entre 3 modos: todas minúsculas, primeira letra de cada parágrafo em maiúscula e todas maiúsculas.

    • Qual a necessidade de comentar a mesma coisa? 


    • SHIFT+F3  Alternar as letras entre maiúsculas e minúsculas

      SHIFT+F4  Repetir a ação Localizar ou Ir para

      SHIFT+F5  Ir para a última alteração

      SHIFT+F6  Ir para o painel ou estrutura anterior (após pressionar F6)

      SHIFT+F7  Escolher o comando Dicionário de Sinônimos (guia Revisão, grupo Revisão de Texto)

      SHIFT+F9  Alternar entre o código de campo e seu resultado

      SHIFT+F12  Escolher o comando Salvar 

      ALT+F4 =  Sair do Word 2010.

    • Fábio, acho que quando você ensina, você também está aprendendo. Quando o conhecimento é passado, quer dizer que você de alguma forma o domina. Umas das técnicas utilizadas para absorção eficiente de conhecimento é ensinar, da mesma forma que também fazendo exercícios.


    • Essas questões são ótimas para treinar as técnicas de chute! Rsrs. Pelas minhas técnicas acabei errando, mas fiquei por decidir entre "a" ou "e", quer dizer, minha técnica até que está boa. Rsrs.

    • SHITF + F3 -> Alterna entre maiúsculas e minúsculas.
      CTRL + = -> Subscrito
      CTRL + SHIT + + -> Sobrescrito
      CTRL + SHIFT + > -> Aumenta o tamanho da fonte

      GABARITO -> [A]

    • Autor: Fernando Nishimura , Professor de Informática

      Letra A.

      Shift+F3 alterna entre 3 modos: todas minúsculas, primeira letra de cada parágrafo em maiúscula e todas maiúsculas.

    • PM CE 2021


    ID
    1242358
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Noções de Informática
    Assuntos

    Um funcionário do Tribunal de Justiça do Amazonas, seleciona a pasta C:\TJ_AM no Windows Explorer, na qual estão armazenados diversos arquivos armazenados, e executa o atalho de teclado Ctrl + A. Esse atalho de teclado gera o seguinte resultado:

    Alternativas
    Comentários
    • Letra E

      A) Exclui todos os arquivos armazenados na pasta C:\ TJ_AM de forma permanente.
      Para isso... selecionar todos os arquivos e utilizar Shift+Del

      B) Transfere todos os arquivos armazenados na pasta C:\ TJ_AM para a Lixeira.
      Para isso... selecionar todos os arquivos e utilizar Del

      C) Ordena todos os arquivos armazenados na pasta C:\ TJ_AM por nome.
      Para isso... acessar o menu Exibir | Organizar ícones por | Nome
      (não conheço nenhum atalho para tal ação, mas acredito que exista)

      D) Classifica todos os arquivos armazenados na pasta C:\ TJ_AM por data.
      Para isso... acessar o menu Exibir | Organizar ícones por | Modificado em
      (não conheço nenhum atalho para tal ação, mas acredito que exista)

      E) Seleciona todos os arquivos armazenados na pasta C:\ TJ_AM.
      Para isso... utilizar o atalho Ctrl + A
    • Aproveitando o assunto de seleção: apesar de funcionar no Windows, para selecionar tudo no Word deve ser usado o comando CRTL+T.

    • Gabarito E: Para selecionar todos os ícones (arquivos e pastas) da pasta que você está explorando, é possível acionar o comando Selecionar Tudo (no menu Editar) ou acionar a tecla de atalhos CTRL + A.


      Fonte: João Antônio — Informática para Concursos Públicos, pág. 209

    • "...na qual estão armazenados diversos arquivos armazenados..."

    • Ainda bem que a pessoa é boa em informática, pq em português....tsc, tsc


    • Prezados,

      O windows explorer possui algumas teclas de atalho , uma delas é o CTRL + A, que seleciona todos os arquivos da janela do windows explorer que está aberta.

      Portanto a alternativa correta é a letra E




    ID
    1335649
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    A reatância de uma máquina síncrona de 100 MVA e 20 kV é de 10%. A reatância dessa máquina, em p.u., estando ela em um setor do sistema elétrico cujas bases são 400 MVA e 40 kV, é de

    Alternativas
    Comentários
    • Mudança de base:

      Xn = Xa*(Va/Vn)^2*(Sn/Sa)

      Xa = .1,Va = 20Kv,Sa = 100MVA,Vn = 40Kv,Sn = 400 MVA

      Xn = .1*(1/2)^2*(4) = .1 - > letra c


    ID
    1335652
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Considere as alternativas a seguir que dizem respeito a uma falta em uma linha de transmissão de energia elétrica.
    I. O curto-circuito trifásico depende somente do circuito equivalente de Thèvenin de sequência zero.
    II. O curto-circuito bifásico depende somente dos circuitos equivalentes de Thèvenin de sequências positiva e negativa.
    III. O curto-circuito monofásico depende somente do circuito equivalente de Thèvenin de sequência positiva.
    Assinale:

    Alternativas
    Comentários
    • Gab. B


      I (FALSO):  Corrente de curto: Ia1 = Vth/(Zth1); Portanto depende de Zth1 (Sequência +)

      II (VERDADEIRO):  Corrente de curto: Ia1 = Vth/(Zth1 + Zth2); Portanto depende de Zth1 (Sequência +),Zth2 (Sequência -) 

      III (FALSO): Corrente de curto: Ia1 = Vth/(Zth1 + Zth2 + Zth0); Portanto depende de Xth1 (Sequência +),Xth2 (Sequência -), Xth0 (Sequência  zero)


    ID
    1335655
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    A respeito dos motores CC (corrente contínua), assinale a afirmativa correta.

    Alternativas
    Comentários
    • Gab: A

       

      Motor CC Shunt tem enrolamento de campo com fios finos para aumentar a resistência de campo, sendo assim a corrente de excitação é pequena comparada com a nominal.

       

       

       

      "Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo".

      João 16:33

    • a) A corrente de excitação, para a excitação em derivação, é baixa em relação à corrente nominal.

      Certo, pois a corrente se divide, e a corrente de armadura é maior do que a de campo.

      b) A queda de tensão no enrolamento de excitação, para a excitação série, é elevada em relação à tensão nominal.

      Errado, a queda de tensão é desprezível no enrolamento de campo.

      c) A corrente de excitação, para a excitação em derivação, é próxima à corrente nominal.

      Errado, no motor série que a corrente de excitação é próxima à corrente nominal.

      d) A queda de tensão no enrolamento de excitação, para a excitação série, é baixa em relação à tensão nominal.

      Errado, a queda de tensão é desprezível. não baixa.

      e) A corrente de excitação em relação à corrente nominal, para a excitação em derivação, depende da carga ligada ao motor.

      Errado, independe da carga, pois estão em paralelo, logo, uma não influencia na outra.

    • A alternativa D também esta correta, o fato da tensão ser desprezivel em relação a nominal não significa que não seja baixa.


    ID
    1335658
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Uma subestação abaixadora, em uma linha de transmissão de energia, comporta-se como um elemento de interface entre dois níveis de tensão de um sistema elétrico.
    Uma dada subestação é dotada de um único transformador com relação de transformação de 1 : 50 e com configuração estrela no lado de baixa e delta no lado de alta. A tensão de fase do transformador no lado de baixa é igual a U.
    Sabendo-se que foram adotadas uma tensão de base U, referida ao lado de baixa desse transformador, e uma potência de base S. É correto afirmar que a tensão e a potência de bases, referidas ao lado de alta, são respectivamente, iguais a

    Alternativas
    Comentários
    • Gab: B

      Para um Trafo ideal S1=S2, logo S1=S

      No lado de baixa (Y)

      Vf2 = U

      Usando a relação de transformação do transformador temos:
      Vf1/Vf2 = 50

      Vf1 = 50U
    • Creio que o gabarito esteja errado, afinal, o transformador é elevador de tensão (RT = 1:50). Portanto, a tensão no primário deve ser inferior à tensão no secundário.

      Para trafo delta-estrela, vale a seguinte relação:

      Vl1/Vl2 = α/√3 ---> Vl é a tensão de linha e "α" a relação de transformação (RT);

      Vl2 = √3 Vf2, sendo Vf2 a tensão de fase no secundário, portanto: Vl2 = √3 U

      Substituindo: Vl1 = U α = U/50;

      V(pu)2 = V(pu)1 = Vl2/Vb2 = √3U/U = √3

      V(pu)1 = Vl1/Vb1 ---> √3 = U/50xVb1

      Vb1 = U/50√3


    ID
    1335664
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    A chave estrela-delta para a partida de motores trifásicos, alterna a configuração dos enrolamentos desses motores a fim de diminuir a corrente de partida. Para um dado motor, a corrente de partida é oito vezes a corrente nominal.
    Sabendo-se essa corrente de partida é igual a I, pode-se dizer que, na configuração delta, a corrente nominal será igual a

    Alternativas
    Comentários
    • Corrente de partida em Y = I

      Corrente de partida em delta = raiz(3)*I

      In = I partida em delta /8

      In = (raiz(3)*I)/8

      questão com enunciado confuso.. 


    ID
    1335667
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Uma instalação elétrica possui duas cargas trifásicas: a primeira é de 60 kW, com fator de potência igual a √3 /2 indutivo e a segunda é de 20 kW, com fator de potência igual a √2 /2 indutivo.
    O fator de potência global dessa instalação é:

    Alternativas
    Comentários
    • Gab. C


      Carga 1:

      θ1 = arcacos(√3/2) = 30º

      Q1 = P1*tg(30º) = 60k*√3/3 = 20√3   kVAr



      Carga 2:

      θ2 = arccos(√2/2) = 45º

      Q2 = P2*tg(45º) = 20k*1 = 20 kVar



      Potência aparente total:

      S = (P1 + P2) + j*(Q1 + Q2)

      S = (60 + 20) + j*(20√3 +  20 ) kVA


      θfinal = arctg[ (20√3 + 20 )/(60 + 20)]

      θfinal = arctg [(√3 + 1)/4]


      Fator de potência:

      FP = cos (θfinal )

      FP =cos {arctg [(√3 + 1)/4]}




    ID
    1335670
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Uma subestação industrial é dotada de diversos equipamentos. Quatro equipamentos que normalmente são utilizados em instalação desse tipo estão apresentados a seguir.
    1. Mufla.
    2. Chave seccionadora.
    3. Para-raio de distribuição.
    4. Chave faca.
    Associe os equipamentos acima às suas características físicas ou de emprego.
    ( ) possui em sua constituição um centelhador série.
    ( ) utilizado para conectar um condutor isolado a um condutor nu através de uma parede.
    ( ) destinado a tornar visível a interrupção de um barramento.

    Assinale a alternativa que mostra a relação correta, de cima para baixo.

    Alternativas

    ID
    1335676
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Um motor de indução possui 4 polos e opera na frequência de 60 Hz. A velocidade do campo magnético girante, em rpm, é igual a

    Alternativas
    Comentários
    • Gab: C

      Ns = 120*f/p

      Ns = 120*60/4

      Ns = 1800 rpm
    • N = 60 * f / pp 

      N = 60 * 60 / 2 ( 2 PARES DE POLO E PARES DE POLOS = 4 POLOS ) 

      N = 1.800 RPM 


    ID
    1335679
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    O esquema IT possui maior continuidade de serviço, tendo em vista que a proteção, sem expor a segurança do usuário, não atua diante da primeira falta. A adoção do esquema de aterramento IT em partes de uma instalação é conseguida por meio de um transformador de isolação. Para garantir essa continuidade do fornecimento de energia elétrica que o esquema IT possibilita, faz-se necessário utilizar um dispositivo supervisor de

    Alternativas
    Comentários
    • Gab . D


      DSI = Dispositivo Supervisor de Isolação é um dispositivo desenvolvido para monitorar as instalações em esquema de aterramento IT , neste tipo de aterramento , se uma fase vai a massa ou terra a corrente desta fase não tem como retornar a fonte , porque não esta aterrada , então não ha a formação do curto circuito fase terra , para detectar se uma fase foi a terra a norma de instalações elétricas define que a instalação deve ter um monitor que monitore a isolação entre as partes vivas e a terra. Os nossos DSI funcionam através da monitoração de um sinal eletrico injetado nos condutores , se houver uma ponto de baixa isolação o sinal volta pela massa ou terra a um ponto do DSI que é aterrado , este sinal é medido e se tiver intensidade superior referente ao valor ajustado o DSI comuta um contato seco que é utilizado para acionar o alarme.


    • 5.1.2.2.4.4 Esquema IT

      d) deve ser previsto um dispositivo supervisor de isolamento (DSI), para indicar a ocorrência de uma primeira falta à massa ou à terra.


    ID
    1335682
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Os requisitos e as condições mínimas necessárias à manutenção da segurança e à saúde dos trabalhadores que interagem com eletricidade são estabelecidos pela Norma Regulamentadora 10 (NR-10). Uma das medidas é a chamada Medida de Controle. Das alternativas a seguir, assinale a que se enquadra como uma Medida de Controle.

    Alternativas
    Comentários
    • 10.2.3 As empresas ESTÃO OBRIGADAS a manter ESQUEMAS UNIFILARES ATUALIZADOS das instalações elétricas dos seus estabelecimentos com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de proteção.


      NOTA: (O esquema unifilar das instalações elétricas é uma representação gráfica do circuito elétrico em sua totalidade, e respectivos dispositivos elétricos, de forma organizada, desde a fonte (transformador(es) próprio(s), rede secundária em baixa tensão da concessionária de energia elétrica e/ou geração própria) até as cargas.)

    • GARANTIA DE ILUMINAÇÃO ADEQUADA- SEGURANÇA EM PROJETOS;

      DESENERGIZAÇÃO ELÉTRICA OU EMPREGO DA TENSÃO DE SEGURANÃ- É UMA MEDIDA DE PROTEÇÃO COLÉTIVA;

      MANUTENÇÃO DE ESQUEMAS UNIFILARES ATUALIZADOS-É UMA MEDIDA DE CONTROLE;

      ADOÇÃO DE ATERRAMENTO TEMPORÁRIO SEMPRE QUE NECESSÁRIO-SEGURANÇA EM PROJETOS.


    ID
    1335685
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    O prontuário de instalações elétricas é necessário em estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kW, bem como a sua atualização no decorrer dos anos.
    Considere as alternativas abaixo a respeito dos documentos obrigatórios para esse tipo de instalação elétrica.
    I. Laudo pericial sobre dos equipamentos que provocaram acidente elétrico.
    II. Diagramas unifilares atualizados.
    III. Especificação dos equipamentos de proteção coletiva e individual e do ferramental, aplicáveis, conforme NR-10.
    Assinale:

    Alternativas

    ID
    1335688
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Geradores elétricos de grande porte devem possuir equipamentos de proteção contra as anomalias operativas. Diante da perda da energia primária, o equipamento que entra em operação é a proteção contra

    Alternativas

    ID
    1335691
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Um circuito série composto por um resistor e um indutor é alimentado por uma fonte senoidal de 100 V. O valor do resistor é de 40 O. Sabe-se que a potência ativa solicitada pelo circuito é de 160 W. O valor da frequência da fonte é, em Hz, igual a

    Alternativas
    Comentários

    • OBS: A questão falta o valor da indutância (L), Por isso deveria ser anulada.
      Gab. B ( Considerando L=1 H)
      P = RI^2I = 2A

      mod(Z) = V/I

      mod(Z) = 100/2 = 50 

      mod (Z) =raiz[ (R^2) + (xL^2)]

      xL = 30 ohms
      2π*f*L = 30

      f = 15/πL (FALTOU O VALOR DE "L" )

    ID
    1335694
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    O esquema de aterramento utilizado em uma instalação predial residencial é o TN. Esse esquema possui, basicamente, três variações, sendo uma delas o TN-C.
    A respeito desse esquema, assinale a afirmativa correta.

    Alternativas

    ID
    1335700
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Sabe-se que o Índice de Desempenho de Prazo (IDP) é dado pela relação COSR/COSE, em que:
    COSR: custo orçado do serviço realizado.
    COSE: custo orçado do serviço estimado.
    A respeito do IDP, considere as afirmativas a seguir.
    I. IDP igual à unidade pode indicar que a obra está no prazo planejado.
    II. IDP maiores que a unidade pode indicar a execução de serviços não previstos no planejamento.
    III. IDP menores que a unidade pode indicar um adiantamento na obra.
    Assinale:

    Alternativas

    ID
    1335703
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Em uma indústria foram instalados dois equipamentos elétricos iguais. Um deles, em uma dependência externa, e o outro, em um local em que funciona um forno de alta temperatura.
    Para as instalações desses equipamentos, pode-se dizer a respeito do dimensionamento dos cabos elétricos, com relação à capacidade de condução de corrente elétrica, que

    Alternativas
    Comentários
    • FCT SERÁ MENOR NO AMBIENTE MAIS QUENTE

    • a) não, coeficientes de correção devido temperatura diferentes

      b) nao, pvc rompe sua isolação em temperaturas menores que XLPE EPR à 70 graus

      c) Não necessariamente, pode ser qualquer um

      d) sim, bitola maior devido ao coeficientes de correção devido temperatura ser menor, o que aumenta a corrente corrigida e a bitola

      e)nao, contrario da D


    ID
    1335712
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Em uma instalação elétrica predial existe um DR de quatro pólos em um quadro geral trifásico de distribuição de circuitos terminais. Das alternativas abaixo, assinale aquela que apresenta os esquemas de aterramento que permitem o uso de DR geral no quadro de distribuição:

    Alternativas
    Comentários
    • C

    • TNC não admite DR, a não ser que seja transformado a montante em TNCS. ALém disso, IT não usa DR pois não visa seccionar circuito na primeira falta, apenas para a segunda falta é admitido


    ID
    1335715
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Um transformador trifásico de 400 kVA e impedância de 0,2 p.u. tem como tensão de linha de 20 kV no primário e 1,0 kV no secundário. A impedância no lado de alta desse transformador é, em ohms, igual a

    Alternativas
    Comentários
    • Gab : B

      Lado de alta:

      Zb = (Vb^2)/Sb

      Zb = 20k*20k/(400k)

      Zb = 1000 ohms

      Zpu = Z/Zb

      Z = 1000*0,2

      Z=200 ohms


    ID
    1335718
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Após serem realizados estudos nas faturas de uma indústria, foram adotadas algumas medidas a fim de diminuir os custos com a energia elétrica. Entre as medidas adotadas, aquela que, sob o ponto de vista do consumidor, caracteriza-se como uma medida de conservação é a

    Alternativas
    Comentários
    • Alguém pode dizer por que é a  letra A?


    ID
    1335724
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Uma determinada carga elétrica é alimentada por meio de um equipamento tipo no-break em série com um conversor CC/CA de potência e tensão nominais no lado CC de 10 kVA e 50 Vcc. A capacidade do banco de baterias é de 25 Ah. Após a falta de energia, o
    no-break supre uma carga igual à carga nominal do conversor. O tempo máximo que esse no-break consegue sustentar a carga, é de

    Alternativas
    Comentários
    • Gab: D

      Lado CC:

      I = S/V = 10000/50 = 200 A


      Capacidade do banco = I*t

      25 = 200*t

      t = 1/8 h

      t = (1/8)*60

      t = 7,5 min


    ID
    1335733
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    A altura mínima de dois captores para um sistema de proteção contra descarga atmosférica tipo Franklin, em um prédio com largura e comprimento iguais a, respectivamente, 8 e 12 metros, cujo ângulo de proteção é de 45°, é de

    Alternativas
    Comentários
    • rp=> raio de proteção

      he => Altura minima da haste

      rp=he*tg θ

      Como são dois captores, deve se dividir o comprimento por 2. Dessa forma o novo comprimento é 6, encontrando um retangulo 6X8. 

      Encontrando o rp:

      rp=(3^2 + 4^2)^1/2 = 5

      he=rp/tgθ = 5/tg(45)= 5 m

      Referencia:

      http://joinville.ifsc.edu.br/~edsonh/Repositorio/2017-2/PIP/Projeto%20predial/spda_v5_15.pdf


    ID
    1335736
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    A potência de curto-circuito na entrada de uma subestação industrial, cujo transformador possui 330 kVA de potência, é de 150 kVA.
    Considerando-se que a tensão de base no setor da entrada do transformador é igual à sua tensão nominal na entrada, e que a potência de base é igual à metade da potência do transformador, a reatância reduzida do sistema, em p.u., é igual a

    Alternativas
    Comentários
    • Gab: A

      Sb = Strafo/2

      Sb = (330k)/2 = 165 kVA

      Scc3Ø(pu) = Scc3Ø/Sb

      Scc3Ø(pu) = 150k/165k = 10/11 pu

      Scc3Ø(pu) = 1/xth

      xth = 11/10 = 1,1 pu

    ID
    1335742
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Arquitetura de Computadores
    Assuntos

    A memória permanente localizada na placa mãe que mantém os dados armazenados mesmo sem corrente elétrica, permitindo apenas operações de leitura, mas que pode ser apagada com raios ultravioleta de alta potência, é a memória

    Alternativas
    Comentários
    • Uma EPROM (sigla do inglês "erasable programmable read-only memory", significando "memória programável apagável somente de leitura") é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. Em outras palavras, é não-volátil. Uma EPROM é programada por um dispositivo eletrônico que dá vantagens maiores do que os usados normalmente em circuitos elétricos. Uma vez programado, uma EPROM pode ser apagada apenas por exposição a uma forte luz ultravioleta. EPROMs são facilmente reconhecíveis pela janela transparente no topo do pacote, pela qual o chip de silíciopode ser visto, e que admite luz ultravioleta durante o apagamento. Esta janela transparente é feita de cristal para permitir a passagem da luz ultravioleta, pois o vidro comum bloqueia grande parte do UV. O corpo de uma EPROM é feito em Cerâmica, pois o Epoxy comumente usado em outros chips não seria apropriado para garantir a fixação da janela de cristal.

       

      https://pt.wikipedia.org/wiki/EPROM

    • EEPROM: Apagável eletricamente;

      EPROM: Apagável por raios ultravioletas.

      At.te

      Foco na missão!

    • PROM- (Rom Programável) tipo de memória que só pode ser programada uma única vez.

      EPROM- (Rom apagável e programável) é a ROM que pode ser apagada com o uso de luz ultravioleta (podendo ser reprogramada).

      EEPROM- (Rom apagável e programável eletricamente) é a ROM que pode ser apagada ou programada novamente de impulsos elétricos.


    ID
    1335745
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Eletrônica
    Assuntos

    Sistema é um fenômeno que se deseja operar com algum objetivo. Ele é representado por uma variável de entrada uma de saída. A relação entre elas é definida como sendo uma função de transferência. Pode-se dizer, a respeito de polos e zeros de uma função de transferência, que

    Alternativas

    ID
    1335751
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    A respeito das propriedades magnéticas dos materiais, analise as afirmativas a seguir.
    I. Para a fabricação de ímãs permanentes utilizam-se materiais com grande remanência e alta força coercitiva.
    II. Nas peças sujeitas a magnetização alternada, convém que o ciclo de histerese do seu material seja de grande área.
    III. Para algumas aplicações em blindagens para desviar campos muito fracos, utilizam-se materiais com uma grande permeabilidade inicial.
    Assinale:

    Alternativas

    ID
    1335754
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Um condutor retilíneo de 50 cm é percorrido por uma corrente elétrica de 3 A. Esse condutor está imerso em um campo magnético uniforme de 5T. Sabendo-se que o campo magnético atinge esse condutor, longitudinalmente, com um ângulo de 30°, a intensidade da força magnética nesse condutor é de

    Alternativas
    Comentários
    • Gab. C

       Fm = B*I*L/sen(θ)

      Fm=5*3*0,5*1/2

      Fm = 3,75 N
    • A fórmula da força magnética sobre um condutor retilíneo é:

      F=B*i*L*sen(θ)

      F=5*3*0,5*0,5

      F=3,75N


    ID
    1335757
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Eletrônica
    Assuntos

    Um sistema tido como linear é aquele que atende ao princípio da sobreposição de efeitos. Sob o ponto de vista matemático, um sistema é linear, quando pode ser modelado por meio de equações lineares. As variáveis que permitem determinar ou conhecer o “estado” do circuito é dado o nome de variáveis de estado.
    Assinale a alternativa que corresponde a uma variável de estado de um sistema descrito pela equação Y’’’ + 3 y’’ + 5 y’ = 2 u.

    Alternativas
    Comentários
    • 78 (A)

      dy³/dt³ + 3dy³/dt³ + 5dy/dt = 2 du/dt

      aplicando a propriedade da diferenciação:

      [s³Y(s) - sy²(0-) - sy(0-) - dy/dt] + 3[ s²Y(0-) - sy(0-) - dy/dt] + 5[ sY(0-)  - dy/dt] = 5[ sU(0-)  - du/dt]

      como as condições iniciais são nulas, então fica:


      s³Y(s) + 3s²Y(s) +  5sY(s) =  5sU(s)

      reorganizando

      Y(s)[s³ + 3s² +  5s] =  [5s]U(s)

      então fica:

      Y(s) =  (5s/s³ + 3s² +  5s )*U(s)

       

       

    • Corrigindo :)

      78 (A)

      dy³/dt³ + 3dy²/dt² + 5dy/dt = 2 du/dt

      aplicando a propriedade da diferenciação:

      [s³Y(s) - sy²(0-) - sy(0-) - dy/dt] + 3[ s²Y(s) - sy(0-) - dy/dt] + 5[ sY(s)  - dy/dt] = 5[ sU(s)  - du/dt]

      como as condições iniciais são nulas, então fica:


      s³Y(s) + 3s²Y(s) +  5sY(s) =  5sU(s)

      reorganizando

      Y(s)[s³ + 3s² +  5s] =  [5s]U(s)

      então fica:

      Y(s) =  (5s/s³ + 3s² +  5s )*U(s)


    ID
    1335760
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Os transformadores trifásicos são submetidos a diversos ensaios, antes e durante a operação. O ensaio que define a energia consumida pelo transformador quando opera sem carga e ainda fornece a energia necessária para a magnetização do seu circuito magnético, é

    Alternativas
    Comentários
    • Gabarito errado - correto letra A)


    • Gabarito no mínimo estranho, sempre conheci o ensaio como sendo simplesmente "a vazio", alguém conhece alguma literatura renomada que o trate como "corrente a vazio"?

      Questão, ao meu ver, passível de mudança de gabarito/anulaçao, não sei como sustentaram a d) como correta.

       

    • Também não conheço. Conheço como ensaio "a vazio"


    ID
    1335763
    Banca
    FGV
    Órgão
    TJ-AM
    Ano
    2013
    Provas
    Disciplina
    Engenharia Elétrica
    Assuntos

    Os sistemas elétricos de potência são protegidos, principalmente por relés de proteção. Eles são responsáveis em retirar, de forma rápida e segura, um elemento do sistema que tenha sido submetido a uma falta, impedindo a propagação do problema. O relé que compara o ponto de ocorrência da falta com o ponto onde se encontra o relé, analisando a relação entre a tensão e a corrente é o relé

    Alternativas
    Comentários
    • O relé de distancia (21) recebe este nome genérico devido a sua filosofia de atuação basear-se na impedância, admitância ou reatância da linha de transmissão vista pelo relé. Como estes parâmetros são baseados na distância da linha de transmissão, estes relés são chamados de relés de distancia.

      O relé de distância é alimentado por duas grandezas elétricas de entrada: tensão e corrente, fornecidas por TP e TC. A grosso modo, pode-se dizer que a razão Z=V/I é a impedância vista ou medida pelo relé.