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Prova CESPE - 2014 - INPI - Pesquisador em Propriedade Industrial (Classe A, Padrão I) - Cargo 22


ID
2462470
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com relação à registrabilidade de marcas, julgue o item subsequente.

Quando se quer indicar ao consumidor que determinados produtos ou serviços são fabricados ou prestados por membros de uma entidade específica, deve ser aplicada a esses produtos ou serviços a marca coletiva relacionada à entidade em questão.

Alternativas
Comentários
  •   Art. 123. Para os efeitos desta Lei, considera-se:

     

     III - marca coletiva: aquela usada para identificar produtos ou serviços provindos de membros de uma determinada entidade.

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

  • Para revisão:

    Lei 9279/96 - Lei de propriedade industrial: - Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial.

     

     Art. 123. Para os efeitos desta Lei, considera-se:

            I - marca de produto ou serviço: aquela usada para distinguir produto ou serviço de outro idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa;

            II - marca de certificação: aquela usada para atestar a conformidade de um produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas, notadamente quanto à qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada; e

            III - marca coletiva: aquela usada para identificar produtos ou serviços provindos de membros de uma determinada entidade.

     

    Bons Estudos

  • Gabarito: Correto!

     

    a)      Marca de produto/serviço: é o que estamos acostumados.

     

    b)      Marca de certificação: marca usada para atestar a conformidade do produto com determinadas normas técnicas. INMETRO. ISSO 9000.

     

    c)       Marca coletiva: identifica que aquele produto faz parte de uma coletividade. Ex. bíblia – associação dos cristãos do Brasil. Indica que tem a qualidade daquela coletividade. Produtores de café da cidade tal de MG. Produtores de artesanato do Maranhão.

     

    L u m o s 

  • GABARITO: CERTO.


ID
2462473
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com relação à registrabilidade de marcas, julgue o item subsequente.

É admissível no Brasil o registro de sinal sonoro como marca distintiva de determinado produto ou serviço.

Alternativas
Comentários
  • Lei 9.279/1996

     Art. 122. São suscetíveis de registro como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis, não compreendidos nas proibições legais.

  • Gabarito: E

     

    Definição legal de marca:

     

    Art. 122. São suscetíveis de registro como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis, não compreendidos nas proibições legais.

     

    Para poder registrar uma marca é necessário que essa marca seja:

    - um SINAL,

    - DISTINTIVO (diferente de outro já existente)

    - VISUALMENTE PERCEPTÍVEL,

    - NÃO PROIBIDO POR LEI (no artigo 124 temos as proibições)

     

    Visualmente Perceptível

     

    Por essa regra, não é possível registrar como marca, em nosso ordenamento, os SINAIS SONOROS, os SINAIS OLFATIVOS, os SINAIS TÁTEIS ou SINAIS GUSTATIVOS.

     

    Em outros países há essa possibilidade, no Brasil não. Exemplo: A globo não pode registrar como marca o “plim-plim”. Um restaurante não pode registrar o “cheiro” do seu famoso prato.

     

    Fonte: https://www.tecconcursos.com.br/dicas-dos-professores/prova-inpi-direito-empresarial-cargo-22-tecnologista

  • o pan pan pan da vitória do senna não pode?

  • Marca é caso de propriedade industrial, sendo um dos quatro bens imateriais protegidos pelo Direito Industrial: patente de invenção e modelo de utilidade e registro de marca e desenho industrial.

    Brevemente, invenção é ato de originalidade do espírito humano, é patenteável a invenção que atenda aos requisitos de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial, modelo de utilidade é objeto de uso prático, sendo patenteável como modelo de utilidade o objeto de uso prático, ou parte deste, suscetível de aplicação industrial, que apresente nova forma ou disposição, envolvendo ato inventivo, que resulte em melhoria funcional no seu uso ou em sua fabricação.

    Já marca são sinais distintivos visualmente perceptíveis, não compreendidos nas proibições legais. E, por fim, considera-se desenho industrial a forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial.


ID
2462476
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com relação à registrabilidade de marcas, julgue o item subsequente.

A designação ou sigla de entidade ou órgão público não é registrável, salvo quando requerido o registro pela própria entidade ou órgão público a que a sigla está vinculada.

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 9.279: Art. 124. Não são registráveis como marca:  IV - designação ou sigla de entidade ou órgão público, quando não requerido o registro pela própria entidade ou órgão público;


ID
2462479
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com relação à registrabilidade de marcas, julgue o item subsequente.

A marca de produto ou serviço é um sinal ou símbolo utilizado por uma empresa para distinguir um produto ou serviço seu de outro idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa.

Alternativas
Comentários
  •   Art. 122. São suscetíveis de registro como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis, não compreendidos nas proibições legais.

     

            Art. 123. Para os efeitos desta Lei, considera-se:

     

            I - marca de produto ou serviço: aquela usada para distinguir produto ou serviço de outro idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa;

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

  • GABARITO: CERTO.

  • A questão tem por objeto tratar da propriedade industrial. A proteção da Propriedade Industrial é resguardada pela Lei nº 9.279/96. Constituem bens incorpóreos que compõem o estabelecimento empresarial: as marcas, desenho industrial, patente de invenção e modelo de utilidade. A proteção da invenção e do modelo de utilidade decorrem da patente, enquanto o desenho industrial e as marcas são objeto de registro. Os direitos de propriedade intelectual são considerados bens móveis.

    A proteção efetuar-se-á mediante: a) concessão de patentes de invenção e de modelo de utilidade; b) concessão de registro de desenho industrial; c) concessão de registro de marca; d) repressão às falsas indicações geográficas; e e) repressão à concorrência desleal.

    As marcas consistem em sinais distintivos destinados a apresentar e identificar, de forma direta ou indireta, produtos e serviços oferecidos no mercado. A identificação direta está relacionada a um serviço ou produto determinado.

    Marca de produto ou serviço: é utilizada para distinguir um produto ou serviço de outro que seja idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa;

    Podemos destacar como a) marca de serviço – Itaú; b) marca de produto - BIC. O art. 122, da LPI determina que “são suscetíveis como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis, não compreendidas as proibições legais”. 


    Gabarito do Professor : CERTO


    Dica: As marcas consistem em sinais distintivos destinados a apresentar e identificar, de forma direta ou indireta, produtos e serviços oferecidos no mercado. A identificação direta está relacionada a um serviço ou produto determinado. 


ID
2462482
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com relação à registrabilidade de marcas, julgue o item subsequente.

Embora seja utilizada para atestar a qualidade de produtos, de acordo com padrões estabelecidos pelas entidades competentes, a marca de certificação não é instrumento adequado para atestar a qualidade de serviços técnicos especializados.

Alternativas
Comentários
  •  Art. 123. Para os efeitos desta Lei, considera-se:

     

     II - marca de certificação: aquela usada para atestar a conformidade de um produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas, notadamente quanto à qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada; e

     

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996. - Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial.

  • P. ex., ISO 9000.

  • Gabarito: Errado. 

     

    a)      Marca de produto/serviço: é o que estamos acostumados.

     

    b)      Marca de certificação: marca usada para atestar a conformidade do produto com determinadas normas técnicas. INMETRO. ISSO 9000.

     

    c)       Marca coletiva: identifica que aquele produto faz parte de uma coletividade. Ex. bíblia – associação dos cristãos do Brasil. Indica que tem a qualidade daquela coletividade. Produtores de café da cidade tal de MG. Produtores de artesanato do Maranhão.

     

    L u m o s 


ID
2462485
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Acerca do requerimento de registro de marcas, julgue o item a seguir.

É admitido, para fins de registro, em se tratando de pessoas jurídicas de direito privado, requerimentos relativos a produtos ou serviços prestados por empresas que controlem direta ou indiretamente.

Alternativas
Comentários
  •  Art. 128. Podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado.

     

     

            § 1º As pessoas de direito privado só podem requerer registro de marca relativo à atividade que exerçam efetiva e licitamente, de modo direto ou através de empresas que controlem direta ou indiretamente, declarando, no próprio requerimento, esta condição, sob as penas da lei.

     

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996. - Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial.

  • GABARITO: CERTO


ID
2462488
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Acerca do requerimento de registro de marcas, julgue o item a seguir.

No caso de marcas coletivas, o requerimento pode ser efetuado por pessoa física, desde que comprovado o caráter filantrópico do mesmo, em razão do manifesto desinteresse comercial ou industrial a ser declarado no ato do requerimento, sob as penas da lei.

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 9.279: Art. 128.  § 2º O registro de marca coletiva só poderá ser requerido por pessoa jurídica representativa de coletividade, a qual poderá exercer atividade distinta da de seus membros.

  • O examinador buscou confundir o candidato quanto à legitimidade para requerer registro de marca de certificação:

     

    Lei nº 9.279: Art. 128.  § 3º O registro da marca de certificação só poderá ser requerido por pessoa sem interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço atestado.

     

    Bons estudos

  • A questão tem por objeto tratar das marcas, espécie de propriedade industrial, regulado pela Lei 9.279/96. As marcas consistem em sinais distintivos destinados a apresentar e identificar, de forma direta ou indireta, produtos e serviços oferecidos no mercado. A identificação direta está relacionada a um serviço ou produto determinado. O art. 122, da LPI determina que “são suscetíveis como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis, não compreendidas as proibições legais”. 

    As marcas são bens incorpóreos que integram o estabelecimento empresarial. A proteção das marcas ocorre através do registro, realizado no INPI. As marcas podem ser denominadas como marcas de produto ou serviço, marcas de certificação e marcas coletivas, sendo o seu conceito estampado no art. 123, LPI.

    O requerimento do registro da marca coletivo é restrito as pessoas jurídicas. Nesse sentido o art. 128, LPI dispõe que podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado.

    As pessoas de direito privado só podem requerer registro de marca relativo à atividade que exerçam efetiva e licitamente, de modo direto ou através de empresas que controlem direta ou indiretamente, declarando, no próprio requerimento, esta condição, sob as penas da lei (art. 128, §1º, LPI).

    O registro de marca coletiva só poderá ser requerido por pessoa jurídica representativa de coletividade, a qual poderá exercer atividade distinta da de seus membros (art. 128, §2º, LPI).


    Gabarito do Professor : ERRADO


    Dica: Segundo Sergio Campinho “as marcas consistem em sinais distintivos destinados a apresentar e identificar, de forma direta ou indireta, produtos e serviços oferecidos no mercado. A identificação direta se relaciona especificamente a um serviço ou produto determinado. A identificação indireta se manifesta por meio de espécies ou categoria de marcas, nominadas de marca de certificação e marca coletiva” (Campinho S. , 2014, p. 357).


ID
2462491
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Acerca do requerimento de registro de marcas, julgue o item a seguir.

O requerimento de marca de certificação deve ser feito por entidade profissional competente que tenha relação direta com a fiscalização do produto ou serviço atestado.

Alternativas
Comentários
  • Lei n.º 9.279: Art. 128, § 3º O registro da marca de certificação só poderá ser requerido por pessoa sem interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço atestado.

  • Gabarito: Errado. 

     

    Segue inteiro teor do art. 128 da Lei 9279 de 1996, que fundamenta a questão:

     

    CAPÍTULO III
    DOS REQUERENTES DE REGISTRO

     

            Art. 128. Podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado.

            § 1º As pessoas de direito privado só podem requerer registro de marca relativo à atividade que exerçam efetiva e licitamente, de modo direto ou através de empresas que controlem direta ou indiretamente, declarando, no próprio requerimento, esta condição, sob as penas da lei.

            § 2º O registro de marca coletiva só poderá ser requerido por pessoa jurídica representativa de coletividade, a qual poderá exercer atividade distinta da de seus membros.

            § 3º O registro da marca de certificação só poderá ser requerido por pessoa sem interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço atestado.

            § 4º A reivindicação de prioridade não isenta o pedido da aplicação dos dispositivos constantes deste Título.

     

    L u m o s 

  • A questão tem por objeto tratar da propriedade industrial no tocante as marcas. As marcas são bens incorpóreos que integram o estabelecimento empresarial. A proteção das marcas ocorre através do registro, realizado no INPI. As marcas podem ser denominadas como marcas de produto ou serviço, marcas de certificação e marcas coletivas, sendo o seu conceito estampado no art. 123, LPI.

    Nesse sentido dispõe o art. 128, § 2º, LPI que o registro de marca coletiva só poderá ser requerido por pessoa jurídica representativa de coletividade, a qual poderá exercer atividade distinta da de seus membros. O registro da marca de certificação só poderá ser requerido por pessoa sem interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço atestado.

    Resposta: ERRADO

     

    Dica: A Marca de certificação: aquela usada para atestar a conformidade de um produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas, notadamente quanto à qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada; Já a Marca coletiva: aquela usada para identificar produtos ou serviços provindos de membros de uma determinada entidade.


ID
2462494
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Acerca do requerimento de registro de marcas, julgue o item a seguir.

Quando o requerimento for efetivado com reivindicação de prioridade, ocorre o fenômeno da isenção indireta, haja visto que tal fato altera o procedimento ordinário de registro, isenta o interessado da aplicabilidade dos dispositivos relacionados a marcas e atribui ao procedimento de registro o rito sumário.

Alternativas
Comentários
  • Errado

     

            Art. 128. Podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado.

            § 4º A reivindicação de prioridade não isenta o pedido da aplicação dos dispositivos constantes deste Título.

  • Gabarito: Errado. 

     

    Vide arts. 127 e 128 § 4º da Lei n. 9279 de 1996:

     

            Art. 127. Ao pedido de registro de marca depositado em país que mantenha acordo com o Brasil ou em organização internacional, que produza efeito de depósito nacional, será assegurado direito de prioridade, nos prazos estabelecidos no acordo, não sendo o depósito invalidado nem prejudicado por fatos ocorridos nesses prazos.

     

            § 1º A reivindicação da prioridade será feita no ato de depósito, podendo ser suplementada dentro de 60 (sessenta) dias, por outras prioridades anteriores à data do depósito no Brasil.

            § 2º A reivindicação da prioridade será comprovada por documento hábil da origem, contendo o número, a data e a reprodução do pedido ou do registro, acompanhado de tradução simples, cujo teor será de inteira responsabilidade do depositante.

            § 3º Se não efetuada por ocasião do depósito, a comprovação deverá ocorrer em até 4 (quatro) meses, contados do depósito, sob pena de perda da prioridade.

            § 4º Tratando-se de prioridade obtida por cessão, o documento correspondente deverá ser apresentado junto com o próprio documento de prioridade.

     

              Art. 128  § 4º A reivindicação de prioridade não isenta o pedido da aplicação dos dispositivos constantes deste Título.

     

    L u m o s 


ID
2462497
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Acerca do requerimento de registro de marcas, julgue o item a seguir.

O exercício do direito de requerer o registro de marcas, no caso de empresas privadas, está associado à efetividade e licitude da atividade por elas exercidas.

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 9.279: 

     Art. 128. Podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado.

            § 1º As pessoas de direito privado só podem requerer registro de marca relativo à atividade que exerçam efetiva e licitamente, de modo direto ou através de empresas que controlem direta ou indiretamente, declarando, no próprio requerimento, esta condição, sob as penas da lei.

  • GABARITO: CERTO

    Lei nº 9.279: 

     Art. 128. Podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado.

            § 1º As pessoas de direito privado só podem requerer registro de marca relativo à atividade que exerçam efetiva e licitamente, de modo direto ou através de empresas que controlem direta ou indiretamente, declarando, no próprio requerimento, esta condição, sob as penas da lei.

  • GABARITO: CERTO.


ID
2462500
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Quanto aos direitos sobre a marca, julgue o item que se segue.

É defeso ao titular da marca ceder o registro ou licenciar o uso da marca.

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 9.279: 

    Art. 130. Ao titular da marca ou ao depositante é ainda assegurado o direito de:

            I - ceder seu registro ou pedido de registro;

            II - licenciar seu uso;

            III - zelar pela sua integridade material ou reputação.

  •  nº 9.279: 

    Art. 130. Ao titular da marca ou ao depositante é ainda assegurado o direito de:

            I - ceder seu registro ou pedido de registro;

            II - licenciar seu uso;

            III - zelar pela sua integridade material ou reputação.

  • Defeso=proibido
  • Gabarito: Errado:

     

    Conforme exposto pelo art. 130 mencionado pelos colegas: o titular da marca pode sim CEDER o seu registro, LICENCIAR seu uso e ZELAR pela sua integridade

     

    O rol de atitudes defesas (proibidas) está no art. 132 da Lei 9279 de 1996:

     

            Art. 132. O titular da marca não poderá:

     

            I - impedir que comerciantes ou distribuidores utilizem sinais distintivos que lhes são próprios, juntamente com a marca do produto, na sua promoção e comercialização;

            II - impedir que fabricantes de acessórios utilizem a marca para indicar a destinação do produto, desde que obedecidas as práticas leais de concorrência;

            III - impedir a livre circulação de produto colocado no mercado interno, por si ou por outrem com seu consentimento, ressalvado o disposto nos §§ 3º e 4º do art. 68; e

            IV - impedir a citação da marca em discurso, obra científica ou literária ou qualquer outra publicação, desde que sem conotação comercial e sem prejuízo para seu caráter distintivo.

     

    L u m o s

  • gabarito: ERRADO

    lei nº 9.279: 

    Art. 130. Ao titular da marca ou ao depositante é ainda assegurado o direito de:

            I - ceder seu registro ou pedido de registro;

            II - licenciar seu uso;

            III - zelar pela sua integridade material ou reputação.

  • GABARITO: ERRADO.


ID
2462503
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Quanto aos direitos sobre a marca, julgue o item que se segue.

A aquisição da propriedade sobre a marca ocorre com a expedição válida do registro, e, a partir de então, ao titular é assegurado o uso exclusivo da marca registrada em todo o território nacional.

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 9.279:

    Art. 129. A propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido, conforme as disposições desta Lei, sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo em todo o território nacional, observado quanto às marcas coletivas e de certificação o disposto nos arts. 147 e 148.

  • Gabarito: Certo

    Lei nº 9.279:

    Art. 129. A propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido, conforme as disposições desta Lei, sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo em todo o território nacional, observado quanto às marcas coletivas e de certificação o disposto nos arts. 147 e 148.


ID
2462506
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Quanto aos direitos sobre a marca, julgue o item que se segue.

A utilização de marca para distinguir determinado produto assegura ao requerente direito inalienável de precedência ao registro.

Alternativas
Comentários
  • Errado. Lei 9279: art.128,   § 2º O direito de precedência somente poderá ser cedido juntamente com o negócio da empresa, ou parte deste, que tenha direta relação com o uso da marca, por alienação ou arrendamento.

  • Art. 129 da Lei 9.279/96 (LPI) . § 2º O direito de precedência somente poderá ser cedido juntamente com o negócio da empresa, ou parte deste, que tenha direta relação com o uso da marca, por alienação ou arrendamento.

  • Lei 9279

    CAPÍTULO IV
    DOS DIREITOS SOBRE A MARCA

    Seção I
    Aquisição

            Art. 129. A propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido, conforme as disposições desta Lei, sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo em todo o território nacional, observado quanto às marcas coletivas e de certificação o disposto nos arts. 147 e 148.

            § 1º Toda pessoa que, de boa fé, na data da prioridade ou depósito, usava no País, há pelo menos 6 (seis) meses, marca idêntica ou semelhante, para distinguir ou certificar produto ou serviço idêntico, semelhante ou afim, terá direito de precedência ao registro.

            § 2º O direito de precedência somente poderá ser cedido juntamente com o negócio da empresa, ou parte deste, que tenha direta relação com o uso da marca, por alienação ou arrendamento.

    Seçã

  • Para complementar

     

    Através do direito de precedência, a legislação brasileira permitiu às pessoas - que usavam uma marca livremente sem devidamente registrá-la no órgão competente, perquirirem seus interesses e, eventualmente, não perderem a titularidade dessa marca em razão dessa falta de registro.  Assim, a Lei de Propriedade Industrial definiu que qualquer pessoa que, de boa fé, usava em seu país, marca idêntica ou semelhante, há pelo menos 6 meses antes da data do depósito de uma outra marca idêntica ou semelhante, terá direito de precedência ao registro desta. Melhor dizendo, quando há choque de interesses entre dois titulares, ambos de boa fé́, de depósitos idênticos (ou bem semelhantes) de uma marca, a Lei favorece o detentor que já se utilizava da marca anteriormente, mesmo que de maneira informal. Essa prova de antecedência será feita através de documentos e depoimentos pessoais, e quando necessário, perícia. Agora atenção: o direito de precedência é ao registro da marca. Ou seja, uma vez que o registro já́ foi concedido, e o detentor informal da marca não soube ou nada fez, em tempo hábil, ele perde a oportunidade de exercer esse direito, deixando de ter, subsequentemente, o direito de usar aquela marca. A Lei de Propriedade Industrial é clara: a titularidade da marca obtém-se somente pelo registro validamente emitido pelo INPI, sendo ao seu detentor o uso exclusivo em todo o território nacional daquela marca.

     

    Fonte: http://caetanoadvogados.blogspot.com/2012/04/o-que-e-direito-de-precedencia-ao.html

     

    L u m o s 


ID
2462509
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Quanto aos direitos sobre a marca, julgue o item que se segue.

Os fabricantes de acessórios de determinada marca podem referir-se a ela para indicarem a destinação dos seus produtos, independentemente de autorização do titular da marca, estando condicionados a observarem a lealdade de concorrência.

Alternativas
Comentários
  • Lei 9.279, art. 132. O titular da marca não poderá:

            II - impedir que fabricantes de acessórios utilizem a marca para indicar a destinação do produto, desde que obedecidas as práticas leais de concorrência;

  • Gabarito: Certo. 

     

    Segue artigo 132 completo:

     

          Art. 132. O titular da marca não poderá:

     

            I - impedir que comerciantes ou distribuidores utilizem sinais distintivos que lhes são próprios, juntamente com a marca do produto, na sua promoção e comercialização;

            II - impedir que fabricantes de acessórios utilizem a marca para indicar a destinação do produto, desde que obedecidas as práticas leais de concorrência;

            III - impedir a livre circulação de produto colocado no mercado interno, por si ou por outrem com seu consentimento, ressalvado o disposto nos §§ 3º e 4º do art. 68; e

            IV - impedir a citação da marca em discurso, obra científica ou literária ou qualquer outra publicação, desde que sem conotação comercial e sem prejuízo para seu caráter distintivo.

     

    L u m o s 


ID
2462512
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando a legislação que rege o funcionamento do INPI, julgue o item seguinte.

O planejamento da política de qualidade das atividades de marcas é função exclusiva do presidente do INPI ou do vice-presidente em exercício.

Alternativas
Comentários
  • Art. 17 da Portaria n. 11/2017 (Regimento Interno do INPI). À Diretoria Executiva compete:

    (...)

    V - elaborar e gerir a política de qualidade no âmbito de atuação do INPI;


ID
2462515
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando a legislação que rege o funcionamento do INPI, julgue o item seguinte.

À diretoria de marcas compete participar das atividades articuladas entre o INPI e outros órgãos, empresas e entidades, visando ampliar a participação de brasileiros nos sistemas de proteção da propriedade intelectual.

Alternativas
Comentários
  • Art. 111 da Portaria n. 11/2017 (Regimento Interno do INPI). À Diretoria de Marcas, Desenhos Industriais e Indicações Geográficas compete:

    (...)

    V - participar das atividades articuladas do INPI com outros órgãos, empresas e entidades, com vistas à maior participação de brasileiros nos sistemas de proteção da propriedade intelectual;

  • GABARITO: CERTO.


ID
2462518
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando a legislação que rege o funcionamento do INPI, julgue o item seguinte.

Com regimento próprio criado por seu conselho nacional, o INPI é uma autarquia federal autônoma cuja estruturação e funcionamento não podem ser objeto de pronunciamento ou regulamentação por parte do Poder Executivo.

Alternativas
Comentários
  • Art 1º da Lei 5.648/7 (Criação do INPI). Fica criado o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), autarquia federal, vinculada ao Ministério da Indústria e do Comércio, com sede e foro no Distrito Federal.

     

    Art 6º da Lei 5.648/70 (Criação do INPI). O Poder Executivo disporá sobre a estruturação, atribuições e funcionamento dos diversos órgãos do Instituto, bem como sobre regime de pessoal e contratação de serviços.

  • Art 1º da Lei 5.648/7 (Criação do INPI). Fica criado o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), autarquia federal, vinculada ao Ministério da Indústria e do Comércio, com sede e foro no Distrito Federal.

     

    Art 6º da Lei 5.648/70 (Criação do INPI). O Poder Executivo disporá sobre a estruturação, atribuições e funcionamento dos diversos órgãos do Instituto, bem como sobre regime de pessoal e contratação de serviços.

    Gostei (

    21

    )

  • Gabarito"Errado"

    Lei 5.648/70, Art 1º. Fica criado o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), autarquia federal, vinculada ao Ministério da Indústria e do Comércio, com sede e foro no Distrito Federal.

    Lei 5.648/70, Art 6º. O Poder Executivo disporá sobre a estruturação, atribuições e funcionamento dos diversos órgãos do Instituto, bem como sobre regime de pessoal e contratação de serviços.


ID
2462521
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando a legislação que rege o funcionamento do INPI, julgue o item seguinte.

Por não poder agir de ofício, o INPI não indefere pedido de registro de marca a não ser que haja representação de terceiro interessado que comprove ter direito à marca.

Alternativas
Comentários
  • Art. 126, § 2º O INPI poderá indeferir de ofício pedido de registro de marca que reproduza ou imite, no todo ou em parte, marca notoriamente conhecida.

  • Gabarito:"Errado"

    Poderá agir "ex officio".

    Lei 9.279/96, art. 126, § 2º O INPI poderá indeferir de ofício pedido de registro de marca que reproduza ou imite, no todo ou em parte, marca notoriamente conhecida.

  • GABARITO: ERRADO.


ID
2462524
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando a legislação que rege o funcionamento do INPI, julgue o item seguinte.

Cabe ao INPI processar, mediante requisição da parte interessada, a averbação de contrato de licença para uso de marca, e esse contrato produz efeitos perante terceiros a partir da data de publicação da respectiva averbação.

Alternativas
Comentários
  • Art. 62. O contrato de licença deverá ser averbado no INPI para que produza efeitos em relação a terceiros.

     

            § 1º A averbação produzirá efeitos em relação a terceiros a partir da data de sua publicação.

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

  • GAB: CERTO

    L9279

    Art. 139. O titular de registro ou o depositante de pedido de registro poderá celebrar contrato de licença para uso da marca, sem prejuízo de seu direito de exercer controle efetivo sobre as especificações, natureza e qualidade dos respectivos produtos ou serviços.

    Art. 140. O contrato de licença deverá ser averbado no INPI para que produza efeitos em relação a terceiros.

    § 1º A averbação produzirá efeitos em relação a terceiros a partir da data de sua publicação.

  • GABARITO: CERTO.


ID
2462527
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando a legislação que rege o funcionamento do INPI, julgue o item seguinte.

É de competência do presidente do INPI a nomeação e exoneração de servidores e prover as funções comissionadas no instituto, cujo exercício é privativo de seus servidores ativos.

Alternativas
Comentários
  • Art. 152 da Portaria n. 11/2017 (Regimento Interno do INPI). Ao Presidente do INPI incumbe:

    (...)

    IV - nomear e exonerar servidores, provendo os cargos efetivos, os cargos em comissão, as funções comissionadas e as funções gratificadas, nos termos da legislação em vigor;

     

    Art. 4º da Portaria n. 11/2017 (Regimento Interno do INPI). (...)

    § 1º A designação para as Funções Comissionadas do Poder Executivo - FCPE do INPI recairá, exclusivamente, em servidores ocupantes de cargos efetivos oriundos de órgão ou entidade de quaisquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  • A questão tem por objeto tratar da competência do INPI. Regulada pelo Decreto 77/1991, que Aprova a Estrutura Regimental do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), e dá outras providências. É de competência do presidente do INPI a nomeação e exoneração de servidores e prover as funções comissionadas no instituto, cujo exercício é privativo de seus servidores ativos.

    A questão tem por objeto tratar das competências do INPI.

    Decreto 77/1991, em seu art. 14, dispõe que compete ao Presidente do INPI: I - representar o INPI em juízo ou fora dele; II - aprovar a programação orçamentária, para encaminhar aos órgãos competentes; III - nomear ou designar titulares de cargos em comissão; IV - enviar a prestação de contas ao Ministério ao qual a Autarquia está vinculada, para o fim de submetê-la ao Tribunal de Contas da União; V - praticar os demais atos administrativos necessários ao funcionamento do INPI.  

    Resposta: CERTO


    Dica: O Presidente do INPI será nomeado pelo Presidente da República e os Diretores (art. 2º, inciso II, alínea c e inciso III, alíneas a, b e c ), pelo titular da pasta à qual a autarquia se vincula.


ID
2462530
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o item seguinte, acerca da propriedade industrial e do direito autoral.

Os programas de computador não são protegidos pelo direito de propriedade industrial, mas pelo direito autoral.

Alternativas
Comentários
  • LEI DE PROPRIEDADE INDUSTRITAL (Lei nº 9.279/96):
     

      Art. 10. Não se considera invenção nem modelo de utilidade:

            I - descobertas, teorias científicas e métodos matemáticos;

            II - concepções puramente abstratas;

            III - esquemas, planos, princípios ou métodos comerciais, contábeis, financeiros, educativos, publicitários, de sorteio e de fiscalização;

            IV - as obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas ou qualquer criação estética;

            V - programas de computador em si;

            VI - apresentação de informações;

            VII - regras de jogo;

            VIII - técnicas e métodos operatórios ou cirúrgicos, bem como métodos terapêuticos ou de diagnóstico, para aplicação no corpo humano ou animal; e
            IX - o todo ou parte de seres vivos naturais e materiais biológicos encontrados na natureza, ou ainda que dela isolados, inclusive o genoma ou germoplasma de qualquer ser vivo natural e os processos biológicos naturais.

     


     

    LEI DE DIREITOS AUTORAIS (Lei 9.610/98):

    Art. 7º São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:

    I - os textos de obras literárias, artísticas ou científicas;

    II - as conferências, alocuções, sermões e outras obras da mesma natureza;

    III - as obras dramáticas e dramático-musicais;

    IV - as obras coreográficas e pantomímicas, cuja execução cênica se fixe por escrito ou por outra qualquer forma;

    V - as composições musicais, tenham ou não letra;

    VI - as obras audiovisuais, sonorizadas ou não, inclusive as cinematográficas;

    VII - as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia;

    VIII - as obras de desenho, pintura, gravura, escultura, litografia e arte cinética;

    IX - as ilustrações, cartas geográficas e outras obras da mesma natureza;

    X - os projetos, esboços e obras plásticas concernentes à geografia, engenharia, topografia, arquitetura, paisagismo, cenografia e ciência;

    XI - as adaptações, traduções e outras transformações de obras originais, apresentadas como criação intelectual nova;

    XII - os programas de computador;

    XIII - as coletâneas ou compilações, antologias, enciclopédias, dicionários, bases de dados e outras obras, que, por sua seleção, organização ou disposição de seu conteúdo, constituam uma criação intelectual.

  • Afirmação certa. Conforme a Lei nº 9.279/96, da proteção à propriedade Industrial, em seu Art. 10: “Não se considera invenção nem modelo de utilidade: [...] V - Programas de computador em si; [...]” Já Lei 9.610/98, da proteção dos direitos autorais em seu Art. 7º deixa claro que: “São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como: [...] XII - os programas de computador;” [...]


ID
2462533
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o item seguinte, acerca da propriedade industrial e do direito autoral.

Enquanto a apresentação para registro de uma ideia contida em uma patente já registrada infringe direito industrial, a utilização em obra literária de ideia aventada em uma obra literária anteriormente publicada não viola direito autoral se não contiver cópia de trechos.

Alternativas
Comentários
  • "No caso analisado, segundo o ministro, não há comprovação de cópia do trabalho ou de trechos dele, apenas a constatação de que o curso de pós-graduação oferecido versa sobre o mesmo assunto: a história literária dos vampiros.

    O ministro lembrou que o artigo 8º da lei dispõe expressamente que as ideias não estão abarcadas no conceito de direito autoral: 'O ordenamento protege apenas e tão somente a forma de expressão utilizada na obra, e não a ideia nela contida, que se encontra em domínio público e pode ser por todos utilizada.'

    'Se ideias fossem apropriáveis por aquele que primeiro as tivesse, haveria, sem dúvida, um engessamento das artes e das ciências, cujo desenvolvimento dependeria, sempre, da autorização de quem previamente detivesse o direito àquela ideia', declarou Sanseverino.

    Quanto à bibliografia, o ministro disse que é assegurada a proteção quando, por sua disposição, seleção e organização, possa configurar criação intelectual, nos termos do artigo 7º, inciso XIII, da Lei 9.610/98. Mas essa proteção, ressalvou, 'não abarca, de forma alguma, os dados ou materiais em si mesmos'."

    REsp 1.528.627

    Fonte: http://www.conjur.com.br/2017-mar-17/direito-autoral-protege-obra-nao-ideias-qual-ela-baseia

  • Aos não assinantes:

    Gabarito: CERTO.


ID
2462536
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o item seguinte, acerca da propriedade industrial e do direito autoral.

O autor de uma obra literária pode exigir exclusividade da exploração econômica dessa obra desde que a registre no órgão competente, assim como ocorre com o titular de um direito de propriedade industrial.

Alternativas
Comentários
  • Art. 18, Lei 9610/98 (Direitos Autorais): A proteção aos direitos de que trata esta Lei independe de registro.

  • Complementando a resposta do colega:

     

    Lei 9.279/1996

    Art. 10. Não se considera invenção nem modelo de utilidade:

    [...]

    IV - as obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas ou qualquer criação estética;

     

    Bons estudos!

  • Guilherme, a questão não afirma que o registro ocorre no mesmo órgão, apenas que em ambos os casos é necessário registro no órgão competente

  • Primeiro que "Obra Literária" não pode ser Invenção nem Modelo de Utilidade (Art. 10, IV). Segundo porque se fosse uma Invenção ou Modelo de Utilidade, seria o caso de Patenteá-la (Art.2º, I) e não registrá-la.


ID
2462539
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Um fabricante de roupas masculinas, ex-senador da República, deseja registrar como marca o nome Ternos do Senador, acrescentando abaixo do nome o desenho do Congresso Nacional.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Embora possa utilizar o desenho do Congresso Nacional, o empresário não pode registrá-lo como marca, já que a figura de monumentos públicos não pode ser objeto desse tipo de registro.

Alternativas
Comentários
  • Art. 124. Não são registráveis como marca:

     

            I - brasão, armas, medalha, bandeira, emblema, distintivo e monumento oficiais, públicos, nacionais, estrangeiros ou internacionais, bem como a respectiva designação, figura ou imitação;

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

  • quem altera, falsifica ou faz uso indevido de marcas, logotipos, siglas ou quaisquer outros símbolos utilizados ou identificadores de órgãos ou entidades da Administração Pública comete crime. Art.296, $1°, CP. Desde quando ele poderia fazer uso do desenho do congresso? Discordomdo gabarito.

  • LPI

    Art. 124. Não são registráveis como marca:

            I - brasão, armas, medalha, bandeira, emblema, distintivo e monumento oficiais, públicos, nacionais, estrangeiros ou internacionais, bem como a respectiva designação, figura ou imitação;


ID
2462542
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Um fabricante de roupas masculinas, ex-senador da República, deseja registrar como marca o nome Ternos do Senador, acrescentando abaixo do nome o desenho do Congresso Nacional.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A marca Ternos do Senador deve ser classificada como marca de produto, pois tem a finalidade de diferenciar as peças fabricadas pela empresa do ex-senador de outras idênticas ou semelhantes de origem diversa.

Alternativas
Comentários
  • Art. 123. Para os efeitos desta Lei, considera-se:

     

            I - marca de produto ou serviço: aquela usada para distinguir produto ou serviço de outro idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa;

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

  • Gabarito: CERTO

  • LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

    Art.. 123. Para os efeitos desta Lei, considera-se:

     

            I - marca de produto ou serviço: aquela usada para distinguir produto ou serviço de outro idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa;

     

    SIMBORA!!! RUMO À POSSE!!


ID
2462545
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando que a associação dos produtores de morangos de uma cidade do interior deseje registrar a marca Morangos BLZ, julgue o item que se segue.

Caso a associação dos produtores de morango deixe de existir, a marca Morangos BLZ, que é uma marca coletiva, também será extinta.

Alternativas
Comentários
  •  Art. 151. Além das causas de extinção estabelecidas no art. 142, o registro da marca coletiva e de certificação extingue-se quando:

     

            I - a entidade deixar de existir; ou

     

            II - a marca for utilizada em condições outras que não aquelas previstas no regulamento de utilização.

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

  • Lei 9.279/96 (LPI)

    Art. 151. Além das causas de extinção estabelecidas no art. 142, o registro da marca coletiva e de certificação extingue-se quando:

     I - a entidade deixar de existir;


ID
2462548
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando que a associação dos produtores de morangos de uma cidade do interior deseje registrar a marca Morangos BLZ, julgue o item que se segue.

O uso do termo “Morangos” permite a classificação da marca como emblemática ou figurativa.

Alternativas
Comentários
  • expressões genéricas são consideradas marcas fracas ou evocativas. podem, pois, ser utilizadas por todos.

  • As marcas podem ser classificadas ainda como nominativas, figurativas, mistas ou tridimensionais.

    As marcas nominativas são as criadas a partir de palavras e/ou números ou combinação de palavras e números. Podem ser expressões já existentes ou criações originais.

    As marcas figurativas, por seu turno, são aquelas constituídas por desenhos, símbolos ou figuras que apresentam configuração gráfica decorativa, incomum, não usual.

    As marcas mistas, como o nome já indica, são as que se constituem por meio da combinação das duas espécies de marcas acima mencionadas.

    As marcas tridimensionais são outra novidade da lei. Trata-se daquelas que são constituídas pela forma plástica do produto, ou seja, sua configuração física, com capacidade distintiva e dissociada de efeitos técnicos (por exemplo, um vidro de perfume).

    Fonte: Legislação Empresarial para Concursos - André Luiz Santa Cruz Ramos - 2016

  • A questão tem por objeto tratar das marcas, espécie de propriedade industrial, regulado pela Lei 9.279/96. As marcas consistem em sinais distintivos destinados a apresentar e identificar, de forma direta ou indireta, produtos e serviços oferecidos no mercado. A identificação direta está relacionada a um serviço ou produto determinado.

    O art. 122, da LPI determina que “são suscetíveis como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis, não compreendidas as proibições legais”. 

    As marcas são bens incorpóreos que integram o estabelecimento empresarial. A proteção das marcas ocorre através do registro, realizado no INPI. As marcas podem ser denominadas como marcas de produto ou serviço, marcas de certificação e marcas coletivas, sendo o seu conceito estampado no art. 123, LPI.

    A utilização do nome morango para produtores de morango é considerado como marca fraca ou evocativa. O STJ firmou entendimento no REsp. 1.315.621-SP no tocante a mitigação da exclusividade decorrente do registro da MARCA EVOCATIVA, determinando que “ainda que já tenha sido registrada no INPI, a marca que constitui vocábulo de uso comum no segmento mercadológico em que se insere – associado ao produto ou serviço que se pretende assinalar – pode ser utilizada por terceiros de boa-fé”.  

    Gabarito do Professor:  Errado.


    Dica: No Brasil não há proteção da marca sonora. As marcas possuem forma de apresentação, podendo ser nominativas, figurativas, tridimensionais ou mistas.

    a)        Marcas nominativas: São aquelas em que registramos apenas um nome (expressão/palavra), não importando a sua apresentação.

    b)        Marcas figurativas – São aquelas que representam logotipos ou ainda desenhos. Diferente da nominativa a marca figurativa não tem palavras, podendo conter no máximo duas letras.   

    c)         Marcas mistas – são aquelas que apresentam nome (palavra) e uma figura.

    d)        Marcas tridimensionais – são aquelas que representam a embalagem do produto, e essa por si só já identifica aquele determinado produto.


ID
2462551
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Considerando que a associação dos produtores de morangos de uma cidade do interior deseje registrar a marca Morangos BLZ, julgue o item que se segue.

Após o registro da marca pela associação, um associado que deseje utilizar Morangos BLZ em suas embalagens deve dirigir requerimento ao INPI.

Alternativas
Comentários
  • deve requerer a associaçao que detém o registro de marca coletiva, que atestará se o produto está conforme as especificações tecnicas da associação, e se esse fornecedor está vinculado a tal associação.

  • Art. 150 da Lei 9.279/96 (LPI). O uso da marca independe de licença, bastando sua autorização no regulamento de utilização.

  • A questão tem por objeto tratar das marcas coletivas. O pedido de registro de marca coletiva conterá regulamento de utilização, dispondo sobre condições e proibições de uso da marca.

    O regulamento de utilização, quando não acompanhar o pedido, deverá ser protocolizado no prazo de 60 (sessenta) dias do depósito, sob pena de arquivamento definitivo do pedido.

    A marca coletiva é aquela usada para identificar produtos ou serviços provindos de membros de uma determinada entidade.

    José Carlos Tinoco, conforme noticiado por Sergio Campinho, conceitua a marca coletiva como a marca de “toda uma comunidade, um grupamento de pessoas jurídicas de natureza privada ou pública, destinada a assinalar e distinguir os produtos e/ou as mercadorias oriundas de uma cidade, região ou país, como se fora um selo de garantia, autenticidade, excelência e qualidade” (Campinho S. , 2014, p. 358). Podemos citar como exemplo de marca coletiva a AMPAQ/ABRINK.

    O uso da marca coletiva independe de licença, bastando sua autorização no regulamento de utilização.        

    Gabarito do Professor : ERRADO

     

    Dica: A Marca de certificação: aquela usada para atestar a conformidade de um produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas, notadamente quanto à qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada;


ID
2462554
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

A respeito da marca de certificação, julgue o próximo item.

Se algum usuário da marca de certificação deixa de observar as condições regulamentares para sua utilização, cabe ao titular da marca de certificação acionar o Poder Judiciário para a tutela do seu direito.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Art. 148 da LPI. O pedido de registro da marca de certificação conterá:        I - as características do produto ou serviço objeto de certificação; e        II - as medidas de controle que serão adotadas pelo titular.

  • GAB: CERTO

    L9279

    Art. 151. Além das causas de extinção estabelecidas no art. 142, o registro da marca coletiva e de certificação extingue-se quando:  II - a marca for utilizada em condições outras que não aquelas previstas no regulamento de utilização.

  • Mas o titular da marca de certificação PRECISA, necessariamente, acionar o Judiciário? Não poderia o INPI, como entidade administrativa que é, solucionar a situação?

  • Salvo melhor juízo, conforme o site do Governo Federal, a marca certificada "Destina-se à pessoa física ou jurídica, sem interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço atestado, que pretenda atestar a conformidade de um produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas, notadamente quanto à qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada. O registro somente poderá ser requerido por pessoas sem interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço a ser certificado. O serviço consiste, basicamente, no recebimento do pedido de registro de marca e no seu exame. O registro tem validade por 10 anos renováveis sucessivamente (Códigos 374 e 375)".

    São exemplos dessas marcas INMETRO, ABNT, ABIC, etc.

    O INMETRO é autarquia. Assim, pode possuir o poder de autoexecutoriedade.

    Mas a ABNT, ou a ABIC, por exemplo, são pessoas jurídicas de direito privado. Assim, precisam recorrer ao judiciário para tutelar seus direitos.


ID
2462557
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

A respeito da marca de certificação, julgue o próximo item.

A marca de certificação tem como finalidade atestar que um produto ou serviço atende a determinadas normas ou especificações técnicas.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: CERTO

     Art. 123. Para os efeitos desta Lei, considera-se:

            I - marca de produto ou serviço: aquela usada para distinguir produto ou serviço de outro idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa;

            II - marca de certificação: aquela usada para atestar a conformidade de um produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas, notadamente quanto à qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada; e

            III - marca coletiva: aquela usada para identificar produtos ou serviços provindos de membros de uma determinada entidade.

  • ESPÉCIES

    Ø  De produto ou serviço: aquela usada para distinguir produto ou serviço de outro idêntico, semelhante ou afim, de origem diversa; Podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado. As pessoas de direito privado só podem requerer registro de marca relativo à atividade que exerçam efetiva e licitamente, de modo direto ou através de empresas que controlem direta ou indiretamente, declarando, no próprio requerimento, esta condição, sob as penas da lei.

    Ø  De certificação: que atesta a qualidade de determinado produto ou serviço conforme normas técnicas estabelecidas por institutos especializados, os quais podem ser de natureza governamental ou apenas credenciadas pelos órgãos oficias competentes. Aquela usada para atestar a conformidade de um produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas, notadamente quanto à qualidade, natureza, material utilizado e metodologia empregada. O registro da marca de certificação só poderá ser requerido por pessoa sem interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço atestado.

    Ø  Marca coletiva: atesta a proveniência de determinado produto ou serviço. Aquela usada para identificar produtos ou serviços provindos de membros de uma determinada entidade. O registro de marca coletiva só poderá ser requerido por pessoa jurídica representativa de coletividade, a qual poderá exercer atividade distinta da de seus membros.

    Ø  Nominativas: criadas a partir de palavras e/ou números ou combinação de ambos. É quando se tem escrito.

    Ø  Mistas: combinação de tudo, junta-se a escrita/nominativa com a figurativa/tridimensional.

    Ø  Tridimensionais/figurativa: constituídas pela forma plástica do produto

  • O art. 123 da LPI distingue três espécies de marca.

    a)     Marca de produto ou serviço: usada para identificar e distinguir produto ou serviço de um outro semelhante ou idêntico. É a espécie mais comum de marca (é a marca mesmo, do dia a dia – registrada pelo próprio empresário que irá utiliza-la).

    b)    Marca de certificação: usada para atestar a conformidade de determinado produto ou serviço com determinadas normas ou especificações técnicas (registrada por um ente certificador).

    c)     Marca coletiva: usada para identificar produtos ou serviços provenientes de membros de uma determinada entidade. Atesta a proveniência de determinado produto ou serviço (registrada pela entidade que congrega os membros que vão usa-la). 

  • Exemplos simples pra gravar:

    Marca de produto: Peugeot

    Marca de certificação: ISO 9001

    Marca coletiva: Amorango (associação dos produtores de morango)

  • GABARITO: CERTO.


ID
2462560
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente a marca de alto renome.

A proteção da marca de alto renome limita-se ao território nacional.

Alternativas
Comentários
  • Marca de alto rEnomE: exceção ao princípio da EspEcialidadE (segue o princípio da territorialidade)

    Marca noTória: exceção ao princípio da TerriTorialidade (segue o princípio da especialidade)

  • Gabarito CERTO

    É o que dispõe o art. 125 da Lei nº 9.279/96

    Seção III Marca de Alto Renome
    Art. 125. À marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial, em todos os ramos de atividade.

  • Vejamos a diferença entre marca notória e marca de alto renome:

     

    MARCA NOTÓRIA

    Não precisa de registro para ser protegida.

    Só tem proteção no ramo de atividade da atividade específica.

    Precisa ter reconhecimento internacional.

    Protegida nos países signatários do acordo.

    Ex.: Coca-Cola, MC, Nike, etc.

     

     

    MARCA DE ALTO RENOME

    Precisa ser registrada.

    Tem proteção em todos os ramos de atividade.

    Reconhecimento no país.

    Protegida apenas no território nacional.

    Ex.: Natura, Kibon.

    Obs.: Não é possível fazer chinelo com o nome Bombril, Boticário.

     

     

  • Marca de alto Renome à Registro no INPI - goza de proteção em qualquer ramo de atividade.

    Marca Notoriamente Conhecida à goza de proteção em seu ramo de atividade, mas independentemente de estar previamente registrada ou depositada no Brasil.


ID
2462563
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente a marca de alto renome.

Uma marca passa a ser classificada e protegida como marca de alto renome após seu reconhecimento como tal pelo INPI.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: CERTO

    A marca de alto renome precisa de registro no páis, ao passo que a notioriamente conhecida não precisa.

    Art. 125. À marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial, em todos os ramos de atividade.

    Abraços

  • Gabarito: CERTO.

    Dica para não errar mais:

    Marca Notória = Não precisa de Registro (art. 126 da LPI),.

    Marca de alto Renome = precisa do Registro (art. 125 da LPI).

  • Marca de alto Renome à Registro no INPI - goza de proteção em qualquer ramo de atividade.

    Marca Notoriamente Conhecida à goza de proteção em seu ramo de atividade, mas independentemente de estar previamente registrada ou depositada no Brasil.


ID
2462566
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o item a seguir, referente a marca de alto renome.

A proteção a marca de alto renome restringe-se ao ramo de atividade econômica exercida pelo proprietário da marca.

Alternativas
Comentários
  • Art. 125. À marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial, em todos os ramos de atividade.

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

     

  • Marca de alto rEnomE: exceção ao princípio da EspEcialidadE (segue o princípio da territorialidade)

    Marca noTória: exceção ao princípio da TerriTorialidade (segue o princípio da especialidade)

  • Resumov

    Marca notória/notoriamente conhecida:

    - Proteção especial apenas em seu ramo de atividade;

    Não precisa depositar ou registrar no Brasil.

    Art. 126, LPI. A marca notoriamente conhecida em seu ramo de atividade nos termos do art. 6º bis (I), da Convenção da União de Paris para Proteção da Propriedade Industrial, goza de proteção especial, independentemente de estar previamente depositada ou registrada no Brasil.

     

    Marca de alto renome:

    - Proteção especial em todos (ALL) os ramos de atividade;

    Precisa depositar ou registrar no Brasil.

    Art. 125, LPI. À marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial, em todos os ramos de atividade.

  • Marca de alto renome: É registrada no INPI e goza de proteção em todos os ramos de atividade. É assegurada a proteção somente no Brasil. 

    Marca notoriamente conhecida: Não é registrada no INPI, mas tem proteção no seu ramo de atividade. 

     

  • Marca de alto Renome à Registro no INPI - goza de proteção em qualquer ramo de atividade.

    Marca Notoriamente Conhecida à goza de proteção em seu ramo de atividade, mas independentemente de estar previamente registrada ou depositada no Brasil.

  • 1) Marca de Alto renome:

    Registrada no INPI;

    Goza de proteção em TODOS os ramos de atividade.

    2) Marca Notoriamente reconhecida:

    Não está registrada no INPI ("no" registro);

    Tem proteção no SEU ramo de atividade.


ID
2462569
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com relação a marca notória, julgue o item subsequente.

No Brasil, a proteção conferida a marcas notórias não se estende a marcas do setor de serviços.

Alternativas
Comentários
  • Art. 126. A marca notoriamente conhecida em seu ramo de atividade nos termos do art. 6º bis (I), da Convenção da União de Paris para Proteção da Propriedade Industrial, goza de proteção especial, independentemente de estar previamente depositada ou registrada no Brasil.

     

            § 1º A proteção de que trata este artigo aplica-se também às marcas de serviço.

     

    LEI Nº 9.279, DE 14 DE MAIO DE 1996.

  • Lembrando que tem que ser específico

  • Art. 126, §1º, Lei 9.279: a proteção de que trata este artigo aplica-se também às marcas de serviço.


ID
2462572
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com relação a marca notória, julgue o item subsequente.

A proteção contra tentativas de apropriação de marca de que goza o proprietário de marca notória independe de registro junto ao INPI.

Alternativas
Comentários
  •         Art. 126. A marca notoriamente conhecida em seu ramo de atividade nos termos do art. 6º bis (I), da Convenção da União de Paris para Proteção da Propriedade Industrial, goza de proteção especial, independentemente de estar previamente depositada ou registrada (não precisa de registro no INPI para conferir proteção) no Brasil.

  • Para não errar mais:

    Marca Notória = Não precisa de Registro (art. 126 da LPI),.

    Marca de alto Renome = precisa do Registro (art. 125 da LPI).

  • Pessoal, sobre as marcas de alto renome e notoriamente conhecidas, destaco o seguinte:

    Marcas de alto renome: são marcas que possuem proteção em qualquer ramo de atividade, configurando exceção ao princípio da especificidade ou especialidade. Trata-se da marca de alto renome, a qual, conforme disposto no art. 125 da LPI, tem proteção em todos os ramos de atividade. Eis o teor da regra em comento: “à marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial, em todos os ramos de atividade”.

    O reconhecimento como marca de alto renome NÃO É automático. O proprietário deverá requerê-lo junto ao INPI.

    Marcas Notoriamente Conhecidas: são aquelas MUNDIALMENTE conhecidas que serão protegidas, MESMO sem que se tenha nenhum registro no INPI.

    É preciso estar atento para não confundir a marca de alto renome com a marca notoriamente conhecida, disciplinada no art. 126 da LPI. Aquela (alto renome), conforme vimos, tem proteção especial em todos os ramos de atividade, enquanto esta (notoriamente conhecida) goza de proteção especial no seu ramo de atividade, mas independentemente de estar previamente depositada ou registrada no Brasil, podendo o INPI, inclusive, indeferir de ofício pedido de registro de marca que a reproduza ou a imite, no todo ou em parte. Com efeito, dispõe o art. 126 da LPI que “a marca notoriamente conhecida em seu ramo de atividade nos termos do art. 6.º bis (I), da Convenção da União de Paris para Proteção da Propriedade Industrial, goza de proteção especial, independentemente de estar previamente depositada ou registrada no Brasil”. E o § 2.º deste art. 126 determina que “o INPI poderá indeferir de ofício pedido de registro de marca que reproduza ou imite, no todo ou em parte, marca notoriamente conhecida”.

    Fonte: meus resumos + comentários de outros colegas do QC.

    Por favor, caso haja algum equívoco, me corrijam.


ID
2462575
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

A respeito dos procedimentos do registro de marcas, julgue o item.

Um único pedido de registro de marca pode se referir a duas ou mais marcas, desde que cada uma delas esteja individualizada no pedido.

Alternativas
Comentários
  • Errada. O pedido de registro deve se referir a apenas um objeto. O art. 104 fala sobre desenho industrial, mas acredito que se aplica à marca.

     

            Art. 104. O pedido de registro de desenho industrial terá que se referir a um único objeto, permitida uma pluralidade de variações, desde que se destinem ao mesmo propósito e guardem entre si a mesma característica distintiva preponderante, limitado cada pedido ao máximo de 20 (vinte) variações.

     

     

      

  • A Lei de Propriedade Industrial traz artigo específico acerca do depósito do pedido de registro de marca. Trata-se do art. 155 e não do art. 104 como Drummond Moraes referiu acima, o qual é aplicável ao desenho industrial.

    Art. 155. O pedido deverá referir-se a um único sinal distintivo e, nas condições estabelecidas pelo INPI, conterá:

    I - requerimento;

    II - etiquetas, quando for o caso; e

    III - comprovante do pagamento da retribuição relativa ao depósito.

    Parágrafo único. O requerimento e qualquer documento que o acompanhe deverão ser apresentados em língua portuguesa e, quando houver documento em língua estrangeira, sua tradução simples deverá ser apresentada no ato do depósito ou dentro dos 60 (sessenta) dias subseqüentes, sob pena de não ser considerado o documento.

  •   Art. 155. O pedido deverá referir-se a um único sinal distintivo e, nas condições estabelecidas pelo INPI, conterá:

            I - requerimento;

            II - etiquetas, quando for o caso; e

            III - comprovante do pagamento da retribuição relativa ao depósito.

    O artigo 155 (L.9279/96) fala sobre o depósito do pedido de registro de marca. Acho que só pode pedir uma marca por pedido...


ID
2462578
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

A respeito dos procedimentos do registro de marcas, julgue o item.

Se o pedido de registro não estiver devidamente instruído mas contiver identificação do requerente e indicação do sinal e da classe da marca, o INPI deve dar ao requerente a oportunidade de sanar as irregularidades em cinco dias.

Alternativas
Comentários
  • Certo. Lei 9.279: Art. 103. O pedido que não atender formalmente ao disposto no art. 101, mas que contiver dados suficientes relativos ao depositante, ao desenho industrial e ao autor, poderá ser entregue, mediante recibo datado, ao INPI, que estabelecerá as exigências a serem cumpridas, em 5 (cinco) dias, sob pena de ser considerado inexistente.

  • Apesar de também ser cinco dias, o artigo que justifica a questão é o 157, que trata do registro da marca, o art. 103 se refere desenho industrial:

    Lei 9.279/96

    Art. 157. O pedido que não atender formalmente ao disposto no art. 155, mas que contiver dados suficientes relativos ao depositante, sinal marcário e classe, poderá ser entregue, mediante recibo datado, ao INPI, que estabelecerá as exigências a serem cumpridas pelo depositante, em 5 (cinco) dias, sob pena de ser considerado inexistente.


ID
2462581
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

A respeito dos procedimentos do registro de marcas, julgue o item.

Para requerer o registro de uma marca, é preciso que a pessoa natural ou jurídica de direito privado interessada efetivamente exerça a atividade econômica vinculada à marca que deseja registrar.

Alternativas
Comentários
  • CERTO. Lei 9.279: Art. 128. Podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado. § 1º As pessoas de direito privado só podem requerer registro de marca relativo à atividade que exerçam efetiva e licitamente, de modo direto ou através de empresas que controlem direta ou indiretamente, declarando, no próprio requerimento, esta condição, sob as penas da lei.

  • Embora a questão tenha sido gabaritada como CERTO, não há nenhum dispositivo na LPI que obrigue a pessoa jurídica a desempenhar atividade econômica:

    Lei 9.279: Art. 128. Podem requerer registro de marca as pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou de direito privado. § 1º As pessoas de direito privado só podem requerer registro de marca relativo à atividade que exerçam efetiva e licitamente, de modo direto ou através de empresas que controlem direta ou indiretamente, declarando, no próprio requerimento, esta condição, sob as penas da lei.

    O critério econômico em nenhum momento é trazido pela LPI. Imaginemos que uma organização filantrópica (sem fins lucrativos) voltada a atividades humanitárias, que por seu histórico goza de prestígio, resolve requerer o registro de sua marca junto ao INPI. Se levada em consideração a definição trazida pela questão, o registro de sua marca seria negado pelo INPI.

    Enfim, CESPE sendo CESPE.

    Vamos em frente, bons estudos


ID
2462584
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

A respeito dos procedimentos do registro de marcas, julgue o item.

Oposição a pedido de registro de marca pode ser feita a qualquer tempo até a data da expedição do respectivo certificado de registro.

Alternativas
Comentários
  • -Errada. O prazo para oposição será de 60 dias após a publicação do pedido de registro.

     

            Art. 158. Protocolizado, o pedido será publicado para apresentação de oposição no prazo de 60 (sessenta) dias.

     

    Vencido o prazo de 60 dias, o INPI irá analisar se o registro através do exame para, só após, deferir o registro e publicar. 

  • Lei 9279/96. Art. 158. Protocolizado, o pedido será publicado para apresentação de oposição no prazo de 60 (sessenta) dias.


ID
2462587
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

A respeito dos procedimentos do registro de marcas, julgue o item.

A análise de oposição feita a pedido de registro de marca fundamentada em suposta imitação tem como requisito a comprovação imediata, no momento de protocolização da oposição, do registro já existente da marca.

Alternativas
Comentários
  •  Art. 124. Não são registráveis como marca:

     

    XXIII - sinal que imite ou reproduza, no todo ou em parte, marca que o requerente evidentemente não poderia desconhecer em razão de sua atividade, cujo titular seja sediado ou domiciliado em território nacional ou em país com o qual o Brasil mantenha acordo ou que assegure reciprocidade de tratamento, se a marca se destinar a distinguir produto ou serviço idêntico, semelhante ou afim, suscetível de causar confusão ou associação com aquela marca alheia.

     

     

     Art. 158. Protocolizado, o pedido será publicado para apresentação de oposição no prazo de 60 (sessenta) dias

     

    § 1º O depositante será intimado da oposição, podendo se manifestar no prazo de 60 (sessenta) dias.

     

    § 2º Não se conhecerá da oposição, nulidade administrativa ou de ação de nulidade se, fundamentada no inciso XXIII do art. 124 ou no art. 126, não se comprovar, no prazo de 60 (sessenta) dias após a interposição, o depósito do pedido de registro da marca na forma desta Lei.

  • Art. 158,§ 2º Não se conhecerá da oposição, nulidade administrativa ou de ação de nulidade se, fundamentada no inciso XXIII do art. 124 ou no art. 126, não se comprovar, no prazo de 60 (sessenta) dias após a interposição, o depósito do pedido de registro da marca na forma desta Lei.

    Art. 124. Não são registráveis como marca:

    XXIII - sinal que imite ou reproduza, no todo ou em parte, marca que o requerente evidentemente não poderia desconhecer em razão de sua atividade, cujo titular seja sediado ou domiciliado em território nacional ou em país com o qual o Brasil mantenha acordo ou que assegure reciprocidade de tratamento, se a marca se destinar a distinguir produto ou serviço idêntico, semelhante ou afim, suscetível de causar confusão ou associação com aquela marca alheia.

  • Gabarito:"Errado"

    Prazo de 60 dias(art.158,§2º, Lei 9.279/96).

  • 60dias


ID
2462590
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.

A proposição P é logicamente equivalente a “Se não forem humanos, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países”.

Alternativas
Comentários
  • CERTO 

     

    A CONDICIONAL SE EQUIVALE A "DESDE DE"

    A FRASE SÓ FOI COLOCADA NA ORDEM DIRETA

     

  • Errei a questão, mas está certa. Já é a segunda questão do CESPE que eu vejo sendo cobrada desta maneira. Colocam o conectivo Se... então e apenas reescrevem a frase com algum de seus sinônimos e pede se são equivalentes. Vejam outra questão parecida:

    _________________________________________________________________________________

    Q327884 Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: IBAMA Prova: Analista Administrativo

    Considerando o argumento acima, em que as proposições de P1 a P4 são as premissas e C é a conclusão, julgue os itens seguintes. 

    P4: Se o atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do fenômeno, como a presença humana no planeta é recente, então a presença humana no planeta não é a causadora do atual aquecimento global.

     

    A proposição P4 é logicamente equivalente a “Como o atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do fenômeno e a presença humana no planeta é recente, a presença humana no planeta não é causadora do atual aquecimento global”.

    Gabarito: CERTO!!!!!

    ____________________________________________________________________________________

     

    Ou seja, conforme falei acima, ela apenas reescreveu a frase com um dos sinônimos do conectivo "Se... então" (neste caso, o "Como") e pediu se são equivalentes. Sim, são! São raras questões sobre isso, vi apenas duas vezes até hoje, mas vale a pena anotar para não errar caso caia na sua prova! Avante!

  • Mas condicional não é comutativo 

  • Só inverteu. E a regra, cadê?

     

  • ATENÇÃO!!! O Cespe vem adotando o posicionamento, neste tipo de questão, de que equivalente = sinônimo. Deixando de lado aquelas equivalências lógicas que decoramos com tanto sacrifício.  :/

     

    Gab.: CERTO

  • complicado de saber quando ele quer o sinônimo

     

    2017

    “Basta um de nós mudar de ideia e a decisão será totalmente modificada.”

     

    A proposição é equivalente, sob o ponto de vista da lógica sentencial, à proposição “Desde que um membro mude de ideia, a decisão será totalmente modificada”.

     

  • Excelentes comentários Gabriel e "isso passa". 

    Grande abraço, segue o jogo

  • a questão veio na ordem INDIRETA, o item só fez colocar na ordem DIRETA. Percebe-se que o "Se..então" só caberia na ordem direta, pois da forma que estava não fazia sentido.

  • Quer dizer que agora P->Q é equivalente a Q->P ??

  • CERTO

    A ^ B -> C      (O "desde que" é a forma indireta do "Se...então")

    C -> A ^ B

  • O "x" da questão é a palavra equivalência. Na verdade... ele não quer a equivalência que a gente está acostumado a fazer (p. ex: nega tudo e inverte). Leia a questão da seguinte forma: A proposição P pode ser escrita da seguinte forma: “Se não forem humanos, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países”. Você perceberá que sim. Item correto.

  • O Cespe apenas inverteu as bolas.

    A proposição continua sendo igual a anterior, ficando apenas com a ordem da senteça invertida.

    Nesse caso não entra as regras do "Nega a primeira ou Mantém a segunda" etc.

     

    Sigam-me os bons!

  • P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”.

    P: “Se não forem humanos, (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países”.

    OBS: Q327884

    Considerando o argumento acima, em que as proposições de P1 a P4 são as premissas e C é a conclusão, julgue os itens seguintes.

    P4: Se o atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do fenômeno, como a presença humana no planeta é recente, então a presença humana no planeta não é a causadora do atual aquecimento global.

    A proposição P4 é logicamente equivalente a

    “Como o atual aquecimento global é apenas mais um ciclo do fenômeno e a presença humana no planeta é recente, a presença humana no planeta não é causadora do atual aquecimento global”.

    Gab: Certo.

  • Gabarito: certo

    Fonte: anotações de outras questões CESPE.

    --

    Portanto, pois e desde que: exprimem uma condicional, em que seu uso troca a ordem das proposições.

  • se desde que é igual a se...então, a questão diz que se...então é equivalente de se...então?

    Não entendi a questão.

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos --> os seres vivos são patenteáveis

    Assim, a frase proposta neste item é logicamente equivalente a P. Item CORRETO.

  • 03 tipos de equivalência. Se então 

    Repetir a frase mudando detalhes que não irão influenciar na ideia;

    Nega a primeira e coloca o OU e mantenha a segunda ( ~p ou q);

    Negar as premissas e invertendo de posições.

  • Interpretei a proposição desta maneira e não errei.

    Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos

    ...... são patenteáveis, se não forem humanos.

    ou seja,

    Se não forem humanos, então ....... são patenteáveis.

    Não sou expert... Mas entendi desta forma. Alguém concorda?

  • apenas reescreveu a frase.

    NÃO TEMAS, POIS NO FIM DO TÚNEL TEM XANDÃO. REVOLTAS 12:16

  • ✅Gabarito Certo.

    A questão apenas trocou a ordem das proposições o que não muda em nada seu valor.

    "Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”.

    Se não forem humanos, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países”.

    E na troca de ordem o Desde que se equivale ao Se...Então.

  • acredito que quando estamos diante de uma condicional, onde o CESPE coloca a finalidade e depois a codição, para a equivalência, ele apenas inverte colocando na ordem, primeiro a condição, depois a conclusao, sem fazer alteração nos valores lógicos

  • GABARITO CORRETO

    De forma simplificada: (Q desde que P) = (P --> Q).

    desde que = "Se, então" invertido.

    Portanto, se trata de uma equivalência, pois não houve alteração alguma na proposição P, ela apenas foi colocada na ordem do conectivo "se, então".

    "É justo que muito custe o que muito vale". -D'Ávila

  • ERREI ESSA PO** FILHO D* P***,

    P -> Q

    ~Q -> ~P

    ELE NÃO NEGOU NENHUMA DAS 2 APENAS, MANTEVE.

    Q - > P

    WTF ESSA QUESTÃO.

  • Tem uma equivalência lógica que se aplica a todos os conectivos. Já vi muitos professores omitirem ela nas suas explicações, porém alguns ainda dão uma passada por cima por conta da pouca incidência em questões.

    Equivalência: Mantêm o conectivo principal e inverte as proposições. SOMENTE ISSO.

    Pode gravar como --> "Mantêm e inverte"

    Como falei, cai em poucas questões, mas acho que vale a pena gravar!

    Geralmente questões de equivalência com textos compridos exigem esse conhecimento. Ou ela vai reescrever o argumento da mesma forma, mudando somente algumas palavras, ou pedirá a regrinha acima.

    Exclua a palavra desistir do seu vocabulário!

    Nos vemos na ANP!

    Deus abençoe!


ID
2462593
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.

Se a proposição “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis” for falsa e a proposição “Seres vivos não são humanos” for verdadeira, então a proposição P será falsa.

Alternativas
Comentários
  • Apareceu " Desde que" ,liguem o sinal de alerta, pois a oração , a principo, está invertida. A, desde que B = Se B, então A. Sendo assim, a oração : Em outros paí­ses, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos., está invertida. Na ordem correta, fica: Se Seres vivos não são humanos, então  Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis. Se V, então F = Falsa.. Antecedente verdadeiro, consequente falso 

  • Boa noite,

     

    Conforme muito bem ressaltado pelo "Escrivão PF", quando aparecer o DESDE QUE teremos enormes chances de termos uma oração invertida;

     

    A: patenteáveis
    B: Humano

    ~B (v) => A (f) = F

     

    No (SE ENTÃO) a única possibilidade de termos um resultado falso é tendo a primeira premissa V e a segunda F, resultando, portanto, em F

     

    Bons estudos

  • Boa Escrivão PF 

  • GABARITO CORETO.

     

    P: V--->F= FALSA.

     

    Nada mais. Só isso.

  • CORRETO

     

    QUESTÃO INVERTIDA
    P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”
    --
    NORMAL 
    SE Seres vivos não são humanos (V), ENTÃO Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis (F) = FALSA

  • P: se os seres vivos não são humnos então os microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis. 

    p: seres vivos não são humanos

    q: microorganismos geneticamente modificados são patentiáveis

    r: animais geneticamente modificados são patentiáveis

     P: Fica assim: ~p ---> q ^ r

    P2:  microorganismos e animais geneticamente modificados são patentiáveis

    Fica assim: q ^ r

    P3: seres vivos não são humanos

    Fica assim: ~p

    afirmativa

     “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveisfor falsa e a proposição “Seres vivos não são humanosfor verdadeira, então a proposição P será falsa.

    Traduzindo: 

    q ^ r  (F)

    ~p  (V)

    preposição P: ~p ---> q ^ r

                             V ---> F (NA CONDICIONAL NÃO PODE SER V --> F)

                                 (F)     GABRARITO CERTO POIS A PREPOSIÇÃO P É FALSA

     

  • https://www.youtube.com/watch?v=dTpx65YVLOY
    ​Melhor que ficar dependendo de regra Neymar, ou da amante... ou quaisquer outras.

  • Cuidado com comentários errados, vá direto no comentário do ESCRIVÃO PRF. :)

     

    GAB C

  • “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis” F

    “Seres vivos não são humanos” V

     

    "Desde que" indica Condição, ou seja, CONDICIONAL (Se...Então...)

     

    SE seres vivos não são humanos, ENTÃO seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis.

    V --> F = F (Vera Fischer Falsa)

  • Valeu PRF....não sabia que o "desde que" invertia o "se...então" na ordem que a questão entrega fica F->V logo= verdadeira...mas com essa parada de inverter quando for "desde que" faz que fique : V->F logo=Falsa...já errei um monte de questão por não saber dessa regra....

  • Utilizando o conectivo E para a resposta ser verdadeira a duas proposições tem de ser verdadeiras se qualquer uma for falsa a proposição é falsa.

  • Se a proposição “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis” for falsa e a proposição “Seres vivos não são humanos” for verdadeira, então a proposição P será falsa.

    Esse trecho "Seres vivos não são humanos" saiu de onde? Uma questão simples dessa e eu me enrolei todo por causa dessa parte que eu achei sem sentido, sendo que eles poderiam ter colocado "Desde que não sejam humanos" (que é a parte original da proposição)

  • Finalmente estou acertando muitas dessa peste, kkkkkk. Se você que está lendo está errando muitas, lembre-se: "Repetição leva a perfeição".

    Todos somos capazes. Já está dando certo!

  • Gabarito: certo

    Fonte: anotações de outras questões CESPE

    --

    Portanto, pois e desde que: exprimem uma condicional, em que seu uso troca a ordem das proposições.

  • Vera Fischer Feia

  • P: Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos.

    P: Se não forem humanos, (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países.

    p: Se não forem humanos (Seres vivos não são humanos) - V

    q: (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países - F

    Para a condicional ser F, "p" deve ser V e "q" deve ser F.

  • Respondi da seguinte maneira:

    P = Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis,

    Q = desde que não sejam humanos

    P e Q sendo P=F e Q=V então será Falso, pois na conjunção só é verdadeiro quando ambas forem verdadeira.

  • Gabarito: Certo!

    Se não são humanos,

    V

    então seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis.

    F

    Vera Fisher = Falsa

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • Só eu que vi uma bicondicional?

    Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis SE E SOMENTE SE não sejam/ não forem humanos.

    As duas tem que ser V ou F para serem verdadeiras. As demais opções da tabela verdade dariam falsa.

    Pra mim ficou tão claro...

    Ia acertar na cagada.

  • Muito boa a questão. ERREI mas tamo ai

  • Dica: Primeiro reescreva a frase para que a condicional fique clara.

    Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos.

    Se seres vivos não são humanos, então eles não são patenteáveis.

    A partir disso, aplique o "VeraFischer" e mate a questão.

    Arthur Lima | Direção Concursos

    A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • Desde que é Sinônimo de Se...Então.

    Só se ligar no seguinte: a proposição de vem logo após o desde que é a que fica ligada ao SE.

    A que vem antes do desde que é a que fica ligada ao então.

    Logo: V+F=F

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos são patenteáveis). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos -> os seres vivos são patenteáveis

    Se o trecho “seres vivos são patenteáveis” for F e o trecho “não forem seres humanos” for V, temos V-->F, que é uma condicional falsa. Item CORRETO.

    Resposta: C

  • VERA FISHER MANDOU LEMBRANÇAS

  • Errando que se aprende, segue o barco!

  • Fonte: anotações de outras questões CESPE.

    - Portanto, pois e desde que: exprimem uma condicional, em que seu uso troca a ordem das proposições.

  • VERA FISHER FALSA

    GAB: CERTO

  • Apareceu " Desde que" ,liguem o sinal de alerta, pois a oração , a principo, está invertida. A, desde que B = Se B, então A. Sendo assim, a oração : Em outros paí­ses, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos., está invertida. Na ordem correta, fica: Se Seres vivos não são humanos, então Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis. Se V, então F = Falsa.. Antecedente verdadeiro, consequente falso 

    Vivi Fernandes= FALSA

  • Apareceu " Desde que" ,liguem o sinal de alerta, pois a oração , a principo, está invertida. A, desde que B = Se B, então A. Sendo assim, a oração : Em outros paí­ses, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos., está invertida. Na ordem correta, fica: Se Seres vivos não são humanos, então Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis. Se V, então F = Falsa.. Antecedente verdadeiro, consequente falso 

    Vivi Fernandes= FALSA

  • Questão invertida... :( na hora da prova eu não descobriria NUNCA !

  • ATENÇÃO:

    desde que = se

  • a lógica da ideia é que manda, ficaria incoerente o contrário.

    exp:

    se como, a comida esta pronta = errado.

    a comida é condição está pronta é condição necessária, não condicional.

    Por conseguinte, posso ter A, posso ter A ->B, mas não posso ter B sem A porque aquele depende desse.

  • Errei por não inverter

  • Achei que o Desde que seria equivalente a '' E '', acabei acertando a questão, F^F = F / F ^ V = F

  • Procura a conjunção que substitui o "'SE", inverte e faz a questão

  • Quem errou por não ter percebido que o enunciado das proposições está invertido (que é o meu caso) entendeu o valor condicional. Ou seja, "Se não forem seres humanos, então seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis".

    Errando aqui para acertar na hora da prova.

  • Atenção aos detalhes

    1 parte afirma o seguinte :

    Em outros países, seres vivos como microrganismos E animais geneticamente modificados são patenteáveis

    e na sequencia afirma que são falsos ou seja = f ^ f = f

    depois segue :

     E a proposição “Seres vivos não são humanos” for verdadeira,

    substituindo :

    f ^ v = f = a questão afirma que é FALSA , GARABITO = CERTO

  • Desde equivale (neste caso) a "E".

    F^V = F

    Corrijam - me se estiver errado..

  • Ótima questão de condicional reorganizando a proposição.

  • Galera, tomem cuidado, conectivo "E" ligando dois sujeito não é considerado proposição simples pela banca CESPE.

    A questão está correta, pois precisa fazer a inversão das proposições.

    Não ser humano é uma condição necessário para patentear seres vivos, portanto, Não ser humano será antecedentes e o resto será consequente.

    Fazendo as devidas alterações, ficamos com V -> F = F

  • Se --> conjunção condicional, expressa uma hipótese ou condição

    Sinônimos: caso; contanto que; desde que; a menos que; a não ser que; salvo se

  • Na minha opinião fez mais sentido usar o se, somente se

  • Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos.

     

    P: Se não forem humanos, (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países.

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    Portanto, pois e desde que: exprimem uma condicional, em que seu uso troca a ordem das proposições.

     

    Uni 2 comentarios q destrincham essa questao.

  • Gabarito:Certo

    Principais Regras:

    • Símbolos dos Conectivos: e (^), ou -Vovó - (V), ou...ou (⊻), se...então - VAI (→), se..., e somente...se - VAI E VOLTA (↔)
    • Número de Linhas da Tabela da Verdade: 2ˣ, onde x é o número de proposições distintas.
    • Lembre se da sequência para resolver: primeiro colchetes, depois parêntese etc
    • Resolver separadamente cada frase ou símbolo atribuindo valores (V-Verdadeiro ou F-Falso)
    • Não decorar todas as tabelas da verdade de cada conectivo. Seguir as dicas abaixo:
    • E (2 verdades = TUDO ser VERDADEIRO)
    • OU (1 verdade = TUDO vai ser VERDADEIRO)
    • OU...OU (SÓ pode ter 1 verdade = TUDO vai ser VERDADEIRO)
    • SE...ENTÃO (Vovó Falsa - 1º deve ser VERDADE e a 2º FALSA = TUDO vai ser FALSO)
    • SE..., SOMENTE SE... (As duas devem ser iguais - 2 VERDADES ou 2 FALSAS = TUDO vai ser VERDADEIRO)

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação !!

  • Deixei de marcar a certa porque lembrei da regra que diz "todas as proposições lógicas estudas possuem a propriedade comutativa EXCETO a proposição CONDICIONAL. Por isso achei que não fosse permitido inverter a proposição a fim de transforma-la em uma condicional.

  • ~B (v) => A (f) = F

  • GABARITO CORRETO

    De forma simplificada: (Q desde que P) = (P --> Q).

    desde que = "Se, então" invertido.

    Valorando as proposições simples conforme o comando da questão, temos:

    Q = F

    P = V

    Portando:

    V --> F = F

    "A persistência é o caminho do êxito". -Chaplin

  • VOU À PRAIA, DESDE QUE NÃO CHOVA.

    SE NÃO CHOVER, ENTÃO VOU À PRAIA.

    de nada.

  • Que canalhice!

  • AMIGO FORÇA VOCÊ PERTENCERÁ ACREDITE !!!!! NÃO DESISTAAAAAAAAAAAAAAAA

  • #Respondi errado!!!

  • Engraçado que nessa questão eu não vi uma condicional, mas uma bicondicional:

    "Em outros paí­ses, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, se e somente se, não forem humanos."

    Nesse caso o gabarito seria C do mesmo jeito, mas alguém conseguiria justificar porque não é uma bicondicional?


ID
2462596
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.

A negação da proposição P pode ser corretamente expressa por “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que sejam humanos”.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

     

    Na sentençao o "Desde que" é o se, ...então.

    Portanto

    Não se nega se então com se então sem fazer a inversão

  • Valeu Rener. Nao fosse voce, estaria quebrando a cabeça até agora.

  • Bom dia, 

     

    Apareceu o DESDE QUE fique muito alerta, pois provavelmente a frase estará invertida.

     

    P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”

     

    é o mesmo que: SE não são humanos então é patenteável (colocando a frase bem enxuta), ou seuja, temos:  ~H => P

     

    P: patenteáveis

    H: humanos

     

    A negação correta seria: ~H ^ ~P    (Não são humanos e não são patenteáveis)

     

    Outro ponto para matar a questão rápido é saber que não se nega um SE ENTÃO com outro SE ENTÃO

     

    Possibilidades de negação

     

    ·        P ^ Q = ~P v ~Q

    ·        P v Q = ~P ^ ~Q

    ·        P => Q = P ^ ~Q

     

    Bons estudos

    ·       

     

     

  • GABARITO ERRADO.

     

    O "desde que" sinaliza uma condicional invertida, ou seja, só inverte as proposições e coloca o "se....então"

     

    P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”

    P: Se não sejam humanos, então em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis.

     

    “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que sejam humanos”.

    Se são humanos, então em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis

     

    BIZU: não se nega uma condicional com outra condicional. Para negar teria que aplicar o MANÉ - mantém a primeira E nega a segunda.

     

  • A proposição trata-se de uma CONDICIONAL, sendo que, quanto sua negação desenvolve-se MANTENDO A PRIMEIRA e NEGANDO A SEGUNDA. 

     

    GAB ERRADO

  • GAB: ERRADO 

    ~( ^ ) vira ( v )  resumindo, negação do conectivo "E" vira  "OU". 

  • Eu resolvi pela negação do (e), troquei pelo (ou), e neguei todo mundo.

  • Muito bom o comentário do colega Emerson Moro. Cuidado que nesse caso do "desde que" no SE...ENTAO  indica inverter a proposiçao.

  • Desça para o comentário do Emerson Moro.

  • É negação do “Se,então”

    Portanto, não posso repeti-lo.

    Acertei a questão assim.

  • P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”.

    P: “Se não forem humanos, (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países”.

    Negação da condicional: Se p então q = p ^ ~q

    P: Não são humanos e seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados não são patenteáveis em outros países.

  • Proposição:

    ~P -> Q (condicional)

    Negação:

    ~P ^ ~Q (regra do Mané - mantém a 1ª e nega a 2ª)

  • literalmente ele repetiu a mesma proposição

  • Gab ERRADO.

    A única negação do SE, ENTÃO (Desde que) é a regra do MAENÉ. Logo, para a questão estar correta, deveria ter colocado um "E", porém continuou com o SE, ENTÃO (Desde que).

  • A NEGAÇÃO DE QUALQUER CONECTIVO NUNCA RECAÍ SOBRE ELE MESMO.

    DESDE QUE É CONDICIONAL - EQUIVALE A SE.

    VC NÃO NEGA UM CONDICIONAL COM OUTRO CONDICIONAL .

  • Já estou sem paciência de saber o assunto e vim uma palavra nova que representa um conectivo, e errar a questão.

  • Gabarito: errado

    Fonte: anotações de outras questões CESPE.

    --

    Portanto, pois e desde que: exprimem uma condicional, em que seu uso troca a ordem das proposições.

  • Não forem seres humanos --> os seres vivos são patenteáveis

    Sabemos que a negação de p-->q é dada por “p e ~q”. Neste caso, ~q seria algo como “os seres vivos NÃO são patenteáveis”. Assim, uma forma de expressar “p e ~q” seria:

    “Seres vivos não são seres humanos E não são patenteáveis”

    Já a frase deste item nos dá uma condição (“sejam seres humanos”) que leva a um resultado (“seres vivos são patenteáveis”). Isto é:

    Forem seres humanos --> os seres vivos são patenteáveis

    Comparando com a nossa esquematização de P, note que foi fornecido neste item a proposição ~p-->q. Sabemos que ela não é a negação de p-->q, portanto o item está ERRADO. 

  • Proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis (P), desde que não sejam humanos (Q)

    O desde que nos trás uma ideia de condição (Se....,então)

    LEMBRE-SE DA REGRA DE NEGAÇÃO DA PROPOSIÇÃO : MANTEM 1 + E + NEG 2

    Logo, a reescrita da frase ficaria: Em outros países, seres vivos como micro-organismos e animais geneticamente modificados SÃO patenteáveis E são humanos. DIFERENTE DO QUE A QUESTÃO AFIRMOU “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que sejam humanos”.

    Caso colocasse o desde que novamente tornaria condicional, o que no meu entendimento estará errado

  • GAB: E

    Escrevendo na ordem correta:

    "Se não forem humanos, -> então seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis"

    Negação da Condicional: Repete a 1º e (^) Nega a 2º:

    "Não são humanos e (^) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados não são patenteáveis."

    Qlr erro, é só dar um alow.

  • A NEGAÇÃO DE QUALQUER CONECTIVO NUNCA RECAÍ SOBRE ELE MESMO.

    CONFORME JÁ COMENTADO ABAIXO (PATRICIA AGOSTINHO).

  • Para negar uma condicional (P --> Q) basta encontrar uma forma em que tal proposição seja FALSA, o que somente acontece quando P é Verdadeiro e Q é Falso. Logo, devemos garantir que isso ocorra. Portanto:

    ~ (P --> Q) = P ^ ~Q

    No texto fica assim:

    ~ ( Se não são humanos, Então são patenteáveis) = não são humanos E não são patenteáveis

  • Errado,

    Desque que, Quando, Pois, Como, Sempre que, Toda vez que, Aquele, Quando... = --->.

  • Gab ERRADO.

    Desde que = Condicional

    e a negação da condicional é o "E" (conjunção).

    #PERTENCEREMOS

    insta: @_concurseiroprf

  • Uma observação:

    Disjunção antes do Então não se nega

    ex: X ou Y então Z = X ou Y e não Z

    Disjunção depois do Então se nega

    ex: X então Y ou Z = X e não Y e não Z

    Qualquer erro por favor avisar.

  • A conjunção "desde que" expressa uma condição que deve ser negada com "MANÉ".

  • Só um complemento aos comentários dos colegas!

    "Desde que" equivale ao "Se" da condicional. Observar assim o contexto! Igual aos conectivos "pois", "porque", "dado que"

    Se A, então B

    Desde que A, então B

    B, desde que A => Aqui sim é uma condicional invertida igual na questão!!

  • GABARITO ERRADO

    De forma simplificada: (Q desde que P) = (P --> Q).

    desde que = "Se, então" invertido.

    Logo, a negação correta de (P --> Q) é a aplicação do conectivo "e" com a regra do "mané" = (P ^ ~Q) = "Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados não são patenteáveis, desde que não sejam humanos".

    "Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço".

  • "desde que" ideia de condicional, nem precisa fazer a questão. A negação do "se então" NUNCA pode ser ele mesmo.

  • Não se nega condicional com condicional. Desde que = Se, então.


ID
2462599
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.

De acordo com a proposição P, em outros países, não ser humano é condição necessária para que seres vivos, como microrganismos e animais geneticamente modificados, sejam patenteáveis.

Alternativas
Comentários
  • Não ser humano é condição suficiente.

     

    suficiente ---> necessária

  • Q? Não entendi o erro

  • GABARITO: Errado

     

    Entendi da seguinte forma:

     

    A afirmação do enunciado é uma condicional, mas está escrita na ordem inversa. Além disso, "desde que" pode ser substituído por "se", de modo a facilitar a visualização da proposição condicional.

     

    Colocando na ordem com a qual estamos acostumados:

    Se não forem humanos, então, em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis.

    (p -> q)

     

    Na condicional, "p" é condição suficiente para "q", enquanto "q" é condição necessária para "p".

     

    Portanto:

    Não ser humano é condição suficiente para que seres vivos, como microrganismos e animais geneticamente modificados, sejam patenteáveis.

     

    ----------------------------------------------------

     

    Se eu estiver errado, por favor, corrijam-me.

  • P: “ seres vivos  são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, ou seja,  " Se não são humanos ---> são patenteáveis"

     

    Regra:  suficiente ---> necessario

     

    Não ser humano é condição SUFICIENTE.

     

    Gabarito: ERRADO

     

     

     

    Outra ajuda a responder:

     

    Q28723  Ano: 2008 Banca: CESPE Órgão: Banco do Brasil Prova: Escriturário

     

    A proposição "Se as reservas internacionais em moeda forte aumentam, então o país fica protegido de ataques especulativos" pode também ser corretamente expressa por "O país ficar protegido de ataques especulativos é condição necessária para que as reservas internacionais aumentem".Correto.

  • Discordo desse gabarito.
    Parece que o intuito era essa linha de raciocínio:
    1) "Não é um ser humano" é a causa
    2) "Ser um ser vivo patenteável" é a consequência.
    Logo,
    SE "Não é um ser humano", ENTÃO "é um ser vivo patenteável".
    ~P → Q
    "Não é um ser humano" é condição suficiente.

     

    Porém, isso leva a um problema. Do ponto de vista lógico, quando a condição suficiente for falsa e a condição necessária for verdadeira, a proposição unida pela condicional é verdadeira também.

    Sendo assim, a existência de um ser humano patenteável não vai de encontro ao argumento inicial. Claramente, essa não é uma interpretação adequada.

    A meu ver, há uma grande dificuldade em traduzir a linguagem falada para a linguagem lógica, mas o conectivo que melhor se aproxima da intenção da frase é a bicondicional.
    P↔Q
    O ser vivo é patenteável, se, e somente se, não for um ser humano.
    Caso este em que "não ser um humano" seria condição suficiente E necessária. O enunciado estaria incompleto, mas não incorreto.

  • Decoreba:

    Se --> eNtão

    (Suficiente) --> (Necessária)

  • GABARITO ERRADO.

     

    As proposições estão na ordem indireta e "desde que" equivale a "se...então" então devemos colocar na ordem direta e trocar o "desde que" pelo "se...então"

     

    ORDEM INDIRETA: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”

     

    ORDEM DIRETA:Se não forem humanos, (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países”.

     

    SE ---> ENTÃO

    SECondição suficiente;

    ENTÃO: Condição necessária.

     

    O erro está em dizer que "não ser humano é condição necessária" na verdade é condição suficiente (o que é mais fácil de visualizar quando se coloca na ordem direta).

  • Gabarito: errado

    Fonte: anotações de outras questões CESPE.

    --

    Portanto, pois e desde que: exprimem uma condicional, em que seu uso troca a ordem das proposições.

  • P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”.

    P: “Se não forem humanos, (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países”.

    p: Se não forem humanos

    q: (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis em outros países

    Na condicional, p é condição suficiente para q, enquanto q é condição necessária para p.

    Não ser humano é condição suficiente para que seres vivos, como microrganismos e animais geneticamente modificados, sejam patenteáveis em outros países.

    OBS: Q28723:

    A proposição:

    "Se as reservas internacionais em moeda forte aumentam (p), então o país fica protegido de ataques especulativos (q)" 

    pode também ser corretamente expressa por

    "O país ficar protegido de ataques especulativos (q) é condição necessária para que as reservas internacionais aumentem (p)".

    Gab: Certo.

  • Não forem seres humanos --> os seres vivos são patenteáveis

    Em uma condicional p-->q como esta, sabemos que p é condição suficiente para q, e q é condição necessária para p. Portanto, este item está ERRADO, pois ele afirma que p é condição necessária para q.

  • "Desde que" é uma condição, equivale ao "Se":

    Desde que não sejam humanos, (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis.

    Se não são humanos, (então) seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis.

    A parte que contém a expressão condicional (gramaticalmente falando), é a condição suficiente. A parte que traz a ideia de consequência é a condição necessária.

    Outro exemplo que poderia ser equivalente ao da questão:

    Seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, caso não sejam humanos.

    Caso não sejam humanos, (então) seres vivos como microrganismos geneticamente modificados são patenteáveis.

  • Colocando na ordem correta fica:

    Se (condição Suficiente) não forem seres humanos eNtão (condição Necessária) seres vivos como microrganismos e animas geneticamente modificados são patenteáveis. 

  • Apareceu na prova termos como "condição necessária" e "condição suficiente" sempre vai estar ligada a um Se ... então.

    ➜ Bizu: Se de suficiente ... então de necessário

    P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”

    Reescrita: Se não sejam humanos (suficiente), então em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis (necessário).

    ➜ Atenção: Já que, uma vez que, pois, desde que = Se ... Então

    Gabarito: Errado.

    Outra questão: Q820867

  • Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.

    Coloque na ORDEM DIRETA

    DESDE QUE equivale, no contexto, ao "SE"

    SE não ser humano, ENTÃO seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis

    Suficiente

    Necessária

    BIZU!!

  • Pegadinha, é condição suficiente e não necessária

ID
2462602
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Tendo como referência a proposição P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”, julgue o item seguinte, acerca da lógica sentencial.

A tabela-verdade correspondente à proposição P tem mais de 5 linhas.

Alternativas
Comentários

  • P: se não forem humanos
    Q: microorganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis

    PQ
    v v
    v f
    f v
    v f

     

    Exatamente 4 linhas

  • Apesar da primeira proposição nos induzir ao erro por supor que teria um conectivo ^ (e) , "microorganismos e animais", por apresentar apenas um verbo ela será representada da seguinte forma:

    P ---> ~Q

    Ou seja;

    Temos apenas duas letras P e Q, logo:

    2^2 ( dois elevado a dois) = 2 x 2 = 4 linhas

    Questão ERRADA , não apresenta mais de 5 linhas !!

    Bons Estudos !!!!!

  • Rener Arrow, só em marte mesmo, mas a questão afirmou que teria "mais" de 5 linhas.

  • o Rener Arrow quis mostrar que acertou a resposta. Mas, mesmo assim é muito desatento.

  • discordo do gabarito do casal federal, apesar de ter entendido com o comentário.

    A expressão seria: ~P--->Q.

    pois o desde que equivale ao se então, com oq está antes sendo a condição necessária (consequente) e o que vem depois sendo a condição suficiente (antecedente).

    nessa mesma prova tem uma questão de equivalência que corrobora isso.

  • A proposição P é uma condicional do tipo p-->q. Como ela é formada por n = 2 proposições simples, o número de linhas de sua tabela-verdade é dado por:

    2 = 2 = 4 linhas

    Item ERRADO. 

  • microrganismos E animais geneticamente modificados são patenteaveis, DESDE QUE sejam humanos

    (p ^ q) --> r

    no meu ponto de vista a banca ignorou o conectivo E oque tornaria a questão correta tendo 2 elevado a terceira potência que é igual a 8

  • A frase P nos mostra que, se uma condição for atendida (não forem seres humanos), um resultado é alcançado (os seres vivos podem ser patenteados). Temos a condicional:

    Não forem seres humanos –> os seres vivos são patenteáveis

    Em uma condicional p–>como esta, sabemos que p é condição suficiente para q, e q é condição necessária para p. Portanto, este item está ERRADO, pois ele afirma que p é condição necessária para q.

    Resposta: E

    Estratégia Concursos, Prof. Brunno Lima

  • Eu erraria essa questão várias vezes e não por falta de entendimento, mas sim pela evidente presença do conectivo (e). Tanto ele existe que a banca usou o verbo no plural (são). Não anulou ou mudou o gabarito, porque não quis. O negócio é decorar o entendimento da banca nesse aspecto!

  • P: “Em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis, desde que não sejam humanos”

    desde que = Se ... então (portanto pega o proposição e inverte colocando o se ... então)

    Reescrita de P: Se não for humanos, então em outros países, seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis.

    Abreviando: Se não são humanos, então seres vivos modificados são patenteáveis. (Pois o restante é uma mera explicação da proposição, assim esse E ai no meio esta apenas enumerando)

    Portanto tem 2 proposições simples. Cada letra equivale a 2, assim 2 x 2 = 4.

  • É uma oração explicativa:

    seres vivos, como microrganismos e animais geneticamente modificados, são patenteáveis

  • De uns tempos pra cá a CESPE mudou seu entendimento, mas nessa época entendia que orações com sujeito composto como nesse caso "seres vivos como microrganismos e animais geneticamente modificados são patenteáveis" eram simples; logo, à época da questão a resposta era 4 (quatro) mesmo.

    Hoje o entendimento não é mais esse, mas, sim, o que se coaduna com o entendimento majoritário que é o de que na presença de dois sujeitos e apenas um verbo, ainda assim, ter-se-á duas proposições simples.

    Não me lembro da questão em específico em que houve essa discussão, mas acho que foi uma de meados de 2018, pela qual a banca considerou esse último entendimento como correto.

    Desse feito temos como atual resposta 8 (oito) linhas.

    Isso só mostra como, de modo geral, essa banca é contraditória e, infelizmente, leva o candidato à loucura, tendo que anotar suas "jurisprudências".

    Obs.: Queria catar a tal questão, mas tô correndo contra o tempo haha. abrçs.

    Bons estudos.

  • Esse "desde que" do Cespe...

  • lembrando que essa conjunção aditiva retoma o mesmo argumento, se expressasse outra ideia ai sim teríamos 3 argumentos


ID
2462605
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Das proposições P, Q, R, S e C listadas a seguir, P, Q, R e S constituem as premissas de um argumento, em que C é a conclusão: P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

Com base nessa argumentação, julgue o item seguinte.

O argumento apresentado não é um argumento válido.

Alternativas
Comentários
  • *O primeiro passo é fazer a conclusão ficar falsa.

    *Se as premissas ficarem verdadeiras mesmo com a conclusão falsa, o argumento é inválido.

    *Única maneira da conclusão ficar falsa: (V) -> (F)

  • Acredito que o problema dessa questão seja a montagem. Montando-a, basta testá-la usando o método da CONCLUSÃO COMO FALSA e PREMISSAS COMO VERDADEIRAS (Coloca-se a conclusão como falsa e testam-se as premissas. Se a conclusão é FALSA e uma ou mais premissas são FALSAS o argumento é VÁLIDO. E se a conclusão for FALSA e TODAS as premissas forem VERDADEIRAS o argumento será INVÁLIDO).

     

    DEFININDO

     

    P: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento (A) e leva muito tempo (B), então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto (C)
    Q: Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento (~D) ou não leva muito tempo (~E), o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo (H).
    R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto (C), a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina (~G).
    S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo (F), a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina (~G).
    C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento (A), ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo (~E), então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina (~G).

     

    MONTANDO

     

    P: A ^ B  > C
    Q: D v ~E > H
    R: C > ~G
    S: F > ~G
    C: A v ~E > ~G

  • Que o método da conclusão falsa é o melhor a ser usado beleza. Porém, o cara tem 4-5 horas pra fazer a prova, só pra montar e organizar SOMENTE COM CANETA (porque em casa uso lapieira e vou apagando os V ou F) uma questão extensa dessas vai uns 30 minutos. Desnecessário pra medir conhecimento, ainda mais na Cespe que quase sempre tem 120 questões ;/

  • O jeito mais prático de resolver esta questão é retirando tudo que se repete nas premissas, e não pode aparecer na conclusão: Se assim tiver será válida!

     

    P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

    Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

    R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

    S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

    C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

  • No argumento do Erik, não tem como saber se o Q é verdadeiro, ou me passei???

  • Essa questao é o "pega besta". Pq se eu me deparo com ela na prova, fica pra depois de fechar redacao e marcar o gabarito. Essa questao pode ate nao testar conheciento, mas testa sagacidade!

  • Boa Robson HWP,

     

    É isso que a cespe anda fazendo ultimamente, derruba o candidato no tempo.

  • Ver Q650799.

  • Vamos começar fazendo uma breve análise das proposições P e Q, para reescrevê-las em um formato que conhecemos melhor:

    P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

    Aqui temos uma condição (desenvolvimento exige investimento e leva muito tempo) que leva a um resultado (o tempo na lei é curto). Ou seja, temos uma condicional, que pode ser reescrita assim:

    P: “Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto”.

    Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

    Aqui temos uma condição (“o desenvolvimento não exige muito investimento ou não leva muito tempo”) que leva a um resultado (“o tempo de validade é longo”). Podemos reescrever assim:

    Q: “Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo”.

    Ficamos, portanto, com o argumento:

    P: “Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto”.

    Q: “Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo”.

    R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

    S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

    C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

    A conclusão C do argumento é uma proposição do tipo (p ou q)-->r, onde:

    p = o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento

    q = o desenvolvimento de um software não leva muito tempo

    r = a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina

    Vamos assumir que essa conclusão é falsa. Para isso (p ou q) deve ser V, e r deve ser F. Com isso em mãos, vamos tentar tornar todas as premissas verdadeiras.

    Em R, vemos que o trecho “a lei de patentes não atende ao fim público que se destina” é F, de modo que “o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto” deve ser F também.

    Em P, o trecho “o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto” é F, de modo que o trecho “o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo” precisa ser F também. Essa conjunção, para ser F, basta que uma das proposições simples que a compõem sejam ser F. Assim, podemos dizer que p (p = o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento) é V e que q é F (q = o desenvolvimento de um software não leva muito tempo). Dessa forma, atendemos o requisito para a conclusão ser falsa, visto que (p ou q) deve ser V.

    Em S, vemos que o trecho “a lei de patentes não atende ao fim público que se destina” é F, de modo que “o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo” deve ser F também.

    Em Q, o trecho “o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo” é F, de modo que o trecho “o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo” precisa ser F também. Nessa disjunção, sabemos que q é F (q = o desenvolvimento de um software não leva muito tempo). Basta que a outra proposição simples também seja F para que a disjunção seja F.

    Portanto, é possível tornar as 4 premissas verdadeiras e, simultaneamente, a conclusão falsa, o que caracteriza um argumento INVÁLIDO.

    Item CORRETO.

  • Tem algo errado nessa questão. É impossível ela ser inválida pelos seguintes motivos:

    A única forma de deixar a conclusão (C) F é deixando os valores V > F.

    Perceba que a última proposição da conclusão (C), também é a última proposição de R e S.

    Por fim, perceba que as proposições iniciais de R e S são negações entre si, dessa forma, elas sempre terão valores lógicos opostos!

  • É possível resolver esse tipo de questão? SIM

    Ela é trabalhosa e EXISTE A POSSIBILIDADE de cair na sua prova? SIM

    Você vai tentar resolver uma questão desse tipo caso apareça na sua prova? NÃO

  • Gabarito: CERTO

  • Em P ele dá duas condições a serem atendidas para tornar a primeira oração verdadeira (uso do conectivo E)

    Em Q pelo menos uma das condições deve ser atendida para tornar a primeira oração verdadeira (uso do conectivo OU)

    R e E convergem P e Q na conclusão C ( a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina)

    Entretanto, em C, ele aponta apenas uma condição de P (conector E requer as duas condições), o que torna o argumento inválido!

    GABARITO CERTO!

  • GAB: CERTO. A Resolução é a seguinte:

    Na conclusão: SE o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento (V), OU o desenvolvimento de um software não leva muito tempo (F), ENTÃO a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina (F) .

    A partir daqui, apenas vá deixando as premissas verdadeiras (lembrando que P e Q estão invertidas):

    P: SE o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento (V) E leva muito tempo (F), ENTÃO o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto (F). = condicional verdadeira

    Q: SE o desenvolvimento de um software não exige muito investimento (F) OU não leva muito tempo (F), ENTÃO o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo (F) = condicional verdadeira

    R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto (F), a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina (F). = condicional verdadeira

    S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo (F), a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina (F). = condicional verdadeira

    Avante.

  • tipo de questao que elimina muitos candidatos preparados

  • Questão não tem nada de difícil, simplesmente 90% dos candidatos não leram corretamente a

    questão nesse ponto ""O argumento apresentado não é um argumento válido."" basta deixar a conclusão falsa que vera que as proposições ficaram verdadeiras.

  • Fico imaginando onde a cabeça do examinador está ao elaborar uma questão dessas. O relógio deve está quebrado, só pode.

  • O ARGUMENTO NÃO É VÁLIDO POIS NA CONCLUSÃO HÁ UMA PROPOSIÇÃO QUE NÃO ESTÁ NAS PREMISSAS!

    Veja que em nenhuma das premissas foi dito que o desenvolvimento de um REMÉDIO exige muito investimento.

    O que foi dito na premissa Q é que o desenvolvimento de um SOFTWARE não exige muito investimento.

    Para o argumento ser válido a conclusão deve ser uma consequência necessária das premissas.

    Questão que exige atenção na hora de passar para simbologia lógica.


ID
2462608
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Das proposições P, Q, R, S e C listadas a seguir, P, Q, R e S constituem as premissas de um argumento, em que C é a conclusão: P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

Com base nessa argumentação, julgue o item seguinte.

Conforme a proposição P, o fato de o desenvolvimento de um remédio exigir muito investimento é condição suficiente para se afirmar que o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto.

Alternativas
Comentários
  • Condição suficiente = o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto.

    Condição necessária = o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

     

    Bons estudos

  • Ué, não entendi o motivo dessa questão estar errada. A proposição P é uma condicional invertida, escrevendo-a na forma direta e a simbolizando ficaria desta forma:
    - Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto.

    - Simbolizando: (I ^ T) -> C

     

    Logo, o fato de o desenvolvimento de um remédio exigir muito investimento (Proposição I) é condição suficiente SIM para se afirmar que o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto (Proposição C), pois ele vem antes. Suficiente = Antecedente.

     

    Não identifiquei o erro, alguém ajuda?

  • Gabriel Vacaro, você mesmo demonstrou o erro:

    Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento "E" leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto.

    - Simbolizando: (I ^ T) -> C

    (I^T) são condição suficiente, não apenas uma delas...

  • Suficiente----Necessária        (sempre nessa ordem)

  • A condição suficiente é o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo

     

    Lembrando que no caso temos um condicional invertido

  • A condição suficiente é :o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo. Não apenas a primeira parte, como afirma a questão!

  • P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

    P: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo (p), então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto (q).

    Na condicional, p é condição suficiente para q, enquanto q é condição necessária para p.

    Ou seja, somente o fato de o desenvolvimento de um remédio exigir muito investimento não é condição suficiente para se afirmar que o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, pois além do alto investimento há a questão do tempo.

  • Gabarito: errado

    --

    P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

    Condição suficiente;

    Condição necessária.

    Portanto, estaria certa a questão assim:

    Conforme a proposição P, o fato de o desenvolvimento de um remédio exigir muito investimento é condição necessária para se afirmar que o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto.

  • Copio aqui a maneira como reescrevemos P:

    “Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto”.

    Em uma condicional (p e q)-->r como esta, (p e q) é condição suficiente para r. Portanto, o fato “o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo” é suficiente para afirmarmos que “o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto”.

    Este item está ERRADO, pois a condição suficiente é a conjunção “o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo”. 

  • Tem gente justificando errado ai...

    Estão esquecendo de inverter a lógica da causa e consequência...

    A preposição suficiente é essa parte ai mesmo, o erro está em não incluir "...e leva muito tempo."

  • Apareceu na prova termos como "condição necessária" e "condição suficiente" sempre vai estar ligada a um Se ... então.

    Bizu: Se de suficiente ... então de necessário

    P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

    Reescrita de P: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto.

    Portando: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo suficiente), então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto (necessário).

    Assim, gabarito errado, pois faltou a parte "e leva muito tempo".

    Atenção: Já que, uma vez que, pois, desde que = Se ... Então

    Outra questão: Q820864

  • QUESTÃO ME PEGOU 2 VEZES , MAS NAO PROVA NÃO . ENTENDI ...AGORA..Condição suficiente = o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto.

    Condição necessária = o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

     

  • Bom dia pra quem já acordou (05:20)!

    Galera é o seguinte.

    Ex:

    A -> B

    Meu macete: Surfar é Necessário

    A ---> B

    Surfar = suficiente kkkkk

    Olha a proposição P.

    A: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto = CONDIÇÃO SUFICIENTE.

    B: uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo = NECESSÁRIA

    Ela inverteu a condição..

    Grande Abraço! #Estudareocaminho #forca #foco #fe

  • Repare que

    podemos dizer que

    O desenvolvimento do remédio não exigir muito investimento é suficiente para levar muito tempo.

  • Atentem-se aos comentários; acredito que todos têm boa intenção, mas muitos explicam erradamente. Vejam:

    Percebe-se que a proposição P é uma condicional e está em ordem inversa ( a conjunção causal aponta isso "uma vez que), já que em um condicional segue a ordem de causa -> consequência, enquanto a proposição supracitada está na ordem consequência -> causa.

    Portanto:

    P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo É IGUAL A:

    P: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto.

    Em uma condicional P -> Q, temos que P é a condição suficiente para Q, enquanto Q é a condição necessária para P ( em uma bicondicional ambas são suficientes e necessárias).

    Ora, sendo assim, de fato, o desenvolvimento de um remédio seria condição suficiente para a proposição "o tempo previsto em lei para a validade da patente de uma fármaco é curto"; contudo, podemos perceber que não, haja vista que a condição suficiente é composta por duas proposições simples ligadas pelo conectivo "e".

    Dessa forma, temos que "o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo" são as condições suficientes para "o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto", porque para que toda a proposição A ^ B seja verdadeira, ambas as proposições terão que ser verdadeiras.

  • Temos duas condições suficientes. A banca não restringiu, apenas perguntou se era condição suficiente e é, logo discordo do gabarito.

  • P: o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e Q: leva muito tempo. = P ^ Q Condição Suficiente

    Está invertida!

  • achei que a omissao do "leva muito tempo" nao deixaria o item errado, errei...


ID
2462611
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Das proposições P, Q, R, S e C listadas a seguir, P, Q, R e S constituem as premissas de um argumento, em que C é a conclusão: P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

Com base nessa argumentação, julgue o item seguinte.

A proposição “O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é longo” constitui uma correta negação da proposição “O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto”.

Alternativas
Comentários
  • Solução:

    Essa questão pega muita gente bem preparada. Devemos ter em mente que o tempo previsto pode ser longo, pode ser curto, mas também pode ser o adequado, ou seja, nem longo nem curto. Assim, a negação de “algo é curto” é dado por “algo NÃO é curto” que é diferente de dizer que “algo é longo”.

    Item

    errado

    .

  • Concordo que está errado. 

    O professor do Estratégia também.

     

    Solução: Essa questão pega muita gente bem preparada. Devemos ter em mente que o tempo previsto pode ser longo, pode ser curto, mas também pode ser o adequado, ou seja, nem longo nem curto. Assim, a negação de “algo é curto” é dado por “algo NÃO é curto” que é diferente de dizer que “algo é longo”.

     

    Item errado.

     

    Fonte: https://dhg1h5j42swfq.cloudfront.net/2014/12/Prova_2014_INPI_raciocinio_logico_resolucao.pdf

  • O Cespe tem destas questões, mas concordo que temos que contar com a sorte para ser o caso em tela ou não.

    Por exemplo, para negar a proposição "Eu comprei uma casa" basta dizer "Eu não comprei uma casa". É assim em 95% dos casos, insere-se o NÃO antes do verbo da proposição.

     

    Maaaas, há proposição que podem ser negadas sem a utilização do não. É o caso, por exemplo, da proposição "José está vivo". Para negar a proposição, pode-se tanto dizer que "José não está vivo" como também "José está morto". Ambas significam a mesma coisapois ou ele está vivo ou está morto, não existe um meio termo!

     

    Nesta questão, portanto, o CESPE utilizou esta lógica. Fui nela e acertei a questão, mas concordo que também foi um pouco de sorte, pois não dá para adivinhar o que o examinador considerou na hora de elaborar a questão. Se uma coisa não é curta, sim, ela pode ser "média", mas considerando a sua NEGAÇÃO ela então será longa. Não sei se me fiz entender, mas comentei apenas para ficarem atentos a questões deste tipo do Cespe, porque elas existem e não adianta chorar! Abraços!!

  • Apesar que eu tenha acertado está questão, também não concordo, pois estou de acordo com a explicação do colega Eron Junior.

  • Olha, sinceramente em questões do CESPE (apesar de eu também não concordar) devemos adotar essa ideia de que a negação de VIVO é MORTO, de LONGO é CURTO, de SATISFAÇÃO é INSATISFAÇÃO e por aí vai.... até sabemos que isso é verdade, entretanto para a lógica temos algumas lacunas, pois algo que não é curto não será necessariamente longo.

     

    Acertei a questão por não entrar em atrito com o enunciado, o negócio é se adaptar à banca e não brigar com ela.

     

    Bons estudos

  • Imoral  

  • GABARITO: CERTO

     

    Errei a questão, mas é uma bela questão pra derrubar muitos candidatos e nos deixar preparados para a classificação. Avante!

     

    Deus é a nossa força!

  • Curto = Não longo

  • Se você estudou o assunto........... errou!!! 

    "Tamo junto".

  • E o fármaco MÉDIO tem não? kkkkk ah sacanagem

  • Se não está quente, está frio? 

     

    Complicado...mas fazer o que?

  • ser contrário não é negação, uma pena essa questão.

  • É uma tendência da banca CESPE utilizar antônimos  de palavras para negar proposições, ela não anula esse tipo de questão e nem possui entendimentos diferentes para embasar recursos, sabendo disso só nos resta se adaptar à banca e acertar questões desse tipo no futuro.

  • Malditos sejam os examinadores da CESPE. Uma variável qualitativa pode ter vários valores e se ela nao dá a porra dos valores é foda. O tempo pode ser curto, longo, medio, Médio-baixo, Médio-alto, enfim pode ser qualquer coisa desde que você defina. Porém esses doidos do cespe consideram esse tipo de questão como variávies Binárias ou seja só aceitam 0 ou 1 ou nesse, caso longo e curto. Sempre que o Cespe vier com essa palhaçada considere a palavra dita como um valor e seu antônimo como valor contrário e nada mais.

  • A maior surpresa dessa questão é não saber como a cespe ainda não mudou o nome da empresa para "Porque eu quero LTDA".

  • Errei feio essa!! eu sempre digo:cabeça de examinador do cespe é igual bunda de galinha,nunca sabemos o que virá!

    só nos resta anotar e engolir o choro!

     

  • Utilização de sinônimos para a negação:

    “O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é longo

     “O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto”.

    Correta a questão.

  • Pohaa passei 2 horas para transpor cada premissa para no final a questão perguntar isso.. kkkk

  • Essa cespe é uma peste mesmo! gabarito questionável.

    para os não assinantes: GAB CERTO

  • Para quem não entende os comentários sem o gabarito e não tem acesso a resposta.

    Gaba: CERTO

     

    Copiando o comentario do colega A. Almeida que é muito bom pra decorar essa perola da CESPE e não cair mais nessas palhaçada dela:

     

    "Devemos adotar essa ideia de que a negação de VIVO é MORTO, de LONGO é CURTO, de SATISFAÇÃO é INSATISFAÇÃO e por aí vai.... "

  • Fica um debate na cabeça:

    "Sim, a negação de curto é longo...

    E também é 'não é curto'...

    Mas e se a banca não quer essa resposta?

    Mas e se ela quiser como 'não é curto'?

    Mas e se quiser a resposta 'longo'?"

     

    No fim a gente ainda erra.. =/

  • Crianças, não se esqueçam que isso é uma questão de raciocínio lógico, não de português.

    Saudações de Marte.

  • tomar no C.......

    Ano: 2018 Banca:  Órgão:  Prova: 

    Proposição CG1A5AAA

    A qualidade da educação dos jovens sobe ou a sensação de segurança da sociedade diminui.

    Assinale a opção que apresenta uma proposição que constitui uma negação da proposição CG1A5AAA.

    E) A qualidade da educação dos jovens desce ou a sensação de segurança da sociedade aumenta.

    essa porr@ nao foi considerada o gabarito, vai entender mano

    mais uma

    Ano: 2013 Banca:  Órgão:  Prova: 

    Considerando a proposição P: Se cada um busca o melhor para si em uma complexa relação de interdependência de estratégias similar a um jogo, quando você toma uma decisão, o resultado de sua escolha depende da reação dos outros jogadores, julgue o próximo item a respeito de proposição logicamente equivalente. 

    A negação da proposição “cada um busca o melhor para si em uma complexa relação de interdependência de estratégias similar a um jogo e você toma uma decisão” é logicamente equivalente a “cada um busca o pior para si em uma complexa relação de interdependência de estratégias similar a um jogo ou você não toma uma decisão”.

    errado

  • Não aceito... so poderia ser negação se houvesse duas possibilidades como impar ou par,

    dizer que algo não é longo não é possivel deduzir que é curto

  • Quem não errou então Acertou? Não, pode ter deixado em branco kkkkkk

  • Verdadeira questão da teórica cespiana

  • Tomar no C... mesmo. Isso não pode, não se nega as palavras e afirma ser a negação da argumentação !! Nas provas da Iades, por exemplo, a resposta é errada.

  • A banca pediu UMA negação da proposição.

    Seriam possíveis DUAS negações: Tempo médio ou tempo longo.

    Observem que a banca utilizou um artigo indefinido (uma), que pela sua função sintática nos permite inferir que o termo o qual qualifica é um termo vago, impreciso ou geral.

    Caso fosse utilizado um artigo definido (o, a, os, as), como o próprio nome já diz, seria estabelecida uma qualificação precisa, particular e exata. Portanto, chegaríamos à conclusão de que a única possibilidade seria a trazida na assertiva e, neste caso, o gabarito estaria equivocado.

    A questão está correta e não merece anulação, assim como não o foi.

  • Assim tá difícil, há divergência entre as bancas e explicações de professores a respeito desse tipo de questão.

    A negação seria dizer que não é longo.

    Não se pode deduzir que o que não é longo é curto.

    Não necessariamente!!!!

    Pode ser médio.

  • a questao é de logica. nao de interpretaçao de texto. extao nao viaja!

    se o tempo nao é longo, é curto. ponto final. RLM!!!

    se fosse interpretação de texto o 'tempo' poderia ser medio, meio longo, um pouco curto etc...

  • Não concordo com o gabarito pq o que não é curto não necessariamente é longo.

  • A banca considerou o item CORRETO, entendendo que “é longo” é uma negação de “é curto”. Sendo mais rigoroso, a negação de “é curto” deveria ser “não é curto” (afinal, se o tempo não é curto, não é preciso que necessariamente seja longo – talvez seja o tempo adequado, nem curto nem longo demais). 

  • Poxa Cespe, negação não é antônimo...

  • Discordo do gabarito! Negação não é antônimo. Não se trata de interpretação, como a colega Taciana está alegando. É uma questão de raciocínio lógico mesmo. A própria Cespe já deu como errada negações como essa. A banca precisa é definir oq pensa a respeito e parar de confundir os candidatos com suas lógicas equivocadas, se contradizendo.
  • Ridícula essa questão...

    Ele poderia considerar ERRADO tbm..

    Na prova eu não marco!

  • Esse CESPE não dá pra ENTENDER mesmo...Gabarito Ridículo e extremamente QUESTIONÁVEL...

    QUANDO O CESPE INVENTA MODA na Resposta definitiva, é realmente uma VOADORA em quem estuda, de modo que  NINGUÉM ENTENDE NADA...RSRS

     

  • A representação nas proposições textuais ocorre geralmente com a palavra não, mas também pode aparecer palavras antônimas. Por exemplo,

  • Quer dizer então Cespe que necessariamente o que não é longo é curto e vice-versa????

    Essa é nova!!!

    Existem questões que o gabarito é engolido a seco!

  • O professor do Alfacon fala sobre algumas palavras que podem ser consideradas negações umas das outras quando trocadas. São exemplos :

    morto - vivo

    aprovado - reprovado

    aberto - fechado

    aceso - apagado.

    Acredito que as palavras "curto" e " longo" também seguem a mesma regra.

    para exemplificar :

    Uma das negações de "joão está morto" é "joão está vivo".

    uma das negações de "o portão está aberto" é " o portão está fechado"...

  • A negação não ocorre exclusivamente com o acréscimo do 'NÃO'. A negação pode ser feita simplismente furando a ideia.
  • O tipo de questão: Quem estudou se lascou e quem não estudou acertou, fim.

  • Beleza, então para o CESPE, se eu disser "O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco É MÉDIO" eu não poderei atribuir valor verdadeiro/falso, pq o tempo ou e curto ou é longo. Tá "serto".

  • Vou parar de estudar e começar fazer provas de raciocínio sem estudar só assim vou bem

  • Primeiro: Curto e Longo são adjetivo, que um termo subjetivo, e assim não há como garantir ser verdadeiro ou falso.

    Segundo: Curto e Longo não são termos dicotômicos/binário, temos intermediário para adjetivar prazos.

    Portanto a questão é FALSA

  • Delta Brandão, na primeira questão, a alternativa (e) está errada por que o conectivo de disjunção inclusiva ''ou'' não foi negado devidamente pelo conectivo de conjunção ''e''.

    Na segunda questão, a alternativa está errada por que em primeiro lugar a Negação proposta da proposição da questão está errada. E mesmo que estivesse certa, na alternativa que você diz que deveria estar certa está dizendo que a equivalência de ''e'' é ou, quando na verdade ''ou'' é negação de ''e'' e vice-versa.

    Então o erro não está nos antônimos e sim na estruturação da lógica proposicional destas questões, são pegadinhas e você nem percebeu. Em suma, nada tem a ver com o erro desta questão em que nós estamos reclamando sobre.

  • Perder uma questão dessa na prova deve doer

  • Tipo de questão que quando você erra significa que estudou.

  • Errei aqui, mas na prova deixaria em branco !

  • Não sei nem errar;

  • Questão pegadinha do cespe. Não presica usar as outras premissas, só a R, daí só negar e pronto. Questão dada para quem prestou atenção;.

  • Qualquer tempo NÃO-CURTO (médio, longo, intermediário, quase-longo, etc.) é uma correta negação da proposição que afirma um prazo curto.

  • As duas premissas podem ser falsas ao mesmo tempo. Ainda não compreendi pq é uma negação correta. Para mim a negação deveria ser "O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco NÃO é curto".

  • Quem também ERROU por achar que uma coisa que não é longa, não necessariamente é curta ? KKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • GAB: CERTO

    Discordo do gabarito. O prazo pode ser médio, intermediário... logo o correto seria NÃO é curto.

  • Gabarito do CESPE: Certo.

    Acho que sempre que topar essa questão, marcarei errado sem medo. Recentemente, a quadrix tentou fazer a mesma coisa que o CESPE fez nessa questão e a questão foi anulada.

    Q1132515 (Quadrix)

    A frase “A casa é de qualquer cor, menos branca” é a negação da frase “A casa é branca”.

    Inicialmente, a quadrix tinha dado como gabarito certo, mas ao fim, a questão foi anulada.

    Bons estudos.

  • Oxe, então a máxima que eu aprendi de que "NUNCA SE MEXE NOS ELEMENTOS DA PROPOSIÇÃO, APENAS NOS CONECTIVOS" não está correta. =/

  • O que me garante que algo que não é longo é necessariamente curto? Discordo plenamente desse gabarito!!

  • Essa vai pro meu caderno de questões inúteis e repetidas.

  • q questão estranha. pq ñ foi anulada ainda ?

  • Nao sei se existe teoria para isso, mas a ideia da questão é discutir o fato de que é possível que exista mais de uma negação para uma proposição.

  • A negação de uma proposição é aquela que a torna falsa.

    tempo curto - a torna falsa por isso é negação

    repare que tempo médio também a torna falsa, sendo assim também seria uma negação.

  • É uma das negações, mas não a única.

    Correto!!!!

  • Cespe considera as seguintes negações .

    inocente/culpado

    par/ impar

    menor/ maior

    difícil/ fácil

  • outra de quem acertou, errou

  • Discordo desse gabarito no sentido. Há casos em que poderá ser aplicada essa lógica e casos em que não, pelo menos é o que eu acho. Ex: João está morto. João está vivo. até porque não existe meio vivo. Mas voltemos a questão. Dizer que o que não é curto é nescessáriamente longo eu não concordo. Mas vida de concurseiro é assim mesmo. Na próxima eu boto que eles quiserem.
  • Depende da personalidade do dia do examinador.

    Tem dia que ele considera antônimo correto, tem dia que não.

  • Quer dizer que não existe tempo MÉDIO então é?!

    Ê cebraspe!

    Questão erradissima!

  • Mais vale virar bandido que perder a vaga por uma questão fuleira dessas.

  • O fato de NÃO ser curto, não quer dizer que é longo. Poderia ser médio. Sacanagem essa questão.

  • A negação se da pelo Verbo ou pelo Adjetivo? trocar o adjetivo é negar?

    Peço correção por favor amigo !

  • Se acertou pq estudou...estude +

    se acertou pq chutou...coloque o pe na forma

  • já cai muito em antônimos do cespe em rlm, hj não mais.

  • Questão mais sem lógica. Vai entender o CESPE...

  • QUESTÃO errada. Delírio do examinador.

    Não ser longo não é necessariamente ser curto.

    Ser categórico assim vale para situações de: aberto ou fechado, vivo ou morto...

    Não é o caso da questão.

  • creio que a questão escolheu seu palavreado cuidadosamente para confundir o candidato.

    Acredito que "tempo longo" é sim uma correta negação de "tempo curto", mas não a única negação possível. Se a assertiva falasse em "tempo médio", acredito que essa seria outra correta negação de "tempo curto".

    Pensando a respeito: se eu perguntasse "João é baixo?" e respondessem "João é mediano", isso seria uma resposta negativa à minha pergunta. Também seria uma resposta negativa se respondessem "João é alto".

  • Examinador do cebraspe que se preze nao nega longo com curto.

  • isso sim é uma subjetividade absurda. Como faz pra saber se o certo da negação é meter um ''não'' ou é o antônimo kk ?

  • cuidado:

    Ano: 2021 Banca:  Órgão:  Prova: 

    A negação de “Algum agente que trabalha no distrito policial tem tipo sanguíneo igual a O− ” é:

    RESPOSTA: Todo agente que trabalha no distrito policial tem tipo sanguíneo diferente de O− .

    A cespe não considerou que a NEGAÇÃO DE O - SERIA O + CUJA ALTERNATIVA LETRA A DA QUESTÃO ACIMA.

  • A proposição “O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é longo” constitui uma correta negação da proposição “O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto”.

    Certo!

  • questão com enunciado longo apenas para cansar o candidato. não há necessidade de ler toda questão.. tem que ficar esperto..


ID
2462614
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Das proposições P, Q, R, S e C listadas a seguir, P, Q, R e S constituem as premissas de um argumento, em que C é a conclusão: P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

Com base nessa argumentação, julgue o item seguinte.

A negação da proposição “O desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo” está corretamente expressa por “O desenvolvimento de um remédio não exige muito investimento ou não leva muito tempo”.

Alternativas
Comentários
  • Questão correta.

     

    Para negar (~) a conjunção (representado pela letra "e" e também pelo símbolo "^"), troca o conectivo da conjunção por disjunção (ou), negando as proposições.

    P = O desenvolvimento de um remédio exige muito investimento

    e (^)

    Q = leva muito tempo.

     

    Negação de P ^ Q = ~ P \/ ~Q

    ~P = O desenvolvimento de um remédio não exige muito investimento

    ou (\/)

    ~Q = não leva muito tempo.

     

    Bons estudos

  • GABARITO: CERTO

     

    O desenvolvimento de um remédio exige muito investimento E leva muito tempo” está corretamente expressa por “O desenvolvimento de um remédio não exige muito investimento ou não leva muito tempo”

     

    NEGAR UMA PROPOSIÇÃO COM CONECTIVO E:

     

    P ^ Q = ~P v ~Q

     

    Deus é a nossa força!

     

     

  • NEGAÇÃO DA CONJUNÇÃO e

    Formula: p ^ q = ~P V ~Q

    Metodo:

    1º- Negar a 1º proposição: O desenvolvimento de um remédio não exige muito investimento

    2º- Colocar o conectivo da disjunção inclusiva: (ou) V

    3º- Negar a 2º proposição: não leva muito tempo.​

  • Não precisa nem de ler tooodas as proposições, basta ir direto à pergunta do examinador. Veja que ao final de todas as proposições, ele questiona sobre a negação de uma proposição que nada tem a ver com as outras, é só pra cansar nosso cerébro.

     

  • “O desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo

     “O desenvolvimento de um remédio não exige muito investimento ou não leva muito tempo”.

    -Nega as duas frases

    - Troca o conectivo E pelo OU

    Correta a questão.

  • Simplificando 

    Premissa:P^Q ( P e Q)  

    Negação --> ~Pv~Q (não P ou não Q) 

  • Negação de P^Q (PeQ) = ~Pv~Q (~P ou ~Q)--> nega tudo e troca o conectivo "^" por "v".

  • aquela questão que se leva mais tempo pra ler o enunciado do que pra resolver

  • Lei de Morgan.

  • quando vejo uns textão assim nem perco tempo... vou reto pra pergunta... se me faltar informação aí volto pra ler..

  • Negações das proposições compostas

    ^ : Ne ou Ne (~Pv~Q)

    v: Ne e Ne (~P^ ~Q)

    : Ma e Ne (P^ ~Q)

    ⊻: Ma se Ma (P↔ Q)

    ↔: Ma ou ou Ma ( P ⊻:Q)

  • “O desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo”.

    Negação com conectivo "e": nega e troca por "ou"

    “O desenvolvimento de um remédio não exige muito investimento ou não leva muito tempo”.

  • Pessoal, quando a questão for muito grande, vá direto ao ponto (pergunta). Nessa questão, não tem a necessidade ler tudo, basta ler a pergunta principal e pronto. A questão é de um nível muito fácil, mas, as vezes, por falta de conhecimento sobre a banca e das armadilhas, um ponto acaba sendo perdido na prova (no caso do cespe será 2 pontos em ) por falta de atenção.

  • CORRETO, a negação de “p e q” é dada por “~p ou ~q”, que é exatamente o que vemos neste item.

  • Negação do E e do OU:

    MACETE: NEGA AS DUAS E TROCA UM PELO OUTRO

    Se é E fica OU,

    Se é OU fica E.

    Exemplos:

    Patrícia voltou e foi ao clube.

    Patrícia não voltou ou não foi ao clube.

    Corro ou ando.

    Não corro e não ando.

  • resumindo: Quando for conjunção "E", troca-se pelo "OU" e nega os dois lados.

  • Nega! Nega! Nega!

  • Minha contribuição.

    A ^ B

    Negação: ~A v (~B)

    Abraço!!!

  • lei de morgan

  • Negação do conectivo "e" ou "v", chamado de conjunção: NEGA NEGA NEGA.

  • O textão deu medo, mas a pergunta foi fácil.

  • essa questão é bem simples, basta trocar o conectivo "E" pelo "OU", e negar tudo eles aceitam a propriedade COMUTATIVA, SIGNIFICA QUE, pode mudar de ordem, que não altera o seus significados
  • Questão relativamente tranquila, mas que dá 10 tipos de medo de responder depois de um textão desse.


ID
2462617
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Das proposições P, Q, R, S e C listadas a seguir, P, Q, R e S constituem as premissas de um argumento, em que C é a conclusão: P: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, uma vez que o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento e leva muito tempo.

Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

R: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um fármaco é curto, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

S: Se o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

C: Se o desenvolvimento de um remédio exige muito investimento, ou o desenvolvimento de um software não leva muito tempo, então a lei de patentes não atende ao fim público a que se destina.

Com base nessa argumentação, julgue o item seguinte.

A proposição Q é equivalente a “Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo”.

Alternativas
Comentários
  • Na hora da montagem, denota-se a conjunção "já que" que é CAUSAL , ou seja, é a causa da afirmação "O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo". 

    Logo, a assertiva apenas botou a proposição na ordem direta, como se fosse língua portuguesa, portanto, é a mesma frase abordada de forma diferente.

  • Essa é a chama condicional Invertida. O CESPE gosta dela.

    Quando há uma frase com as conjunções causais (porque, que, como (= porque, no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que), então quer dizer q ela está invertida. 

    Basta colocar na ordem direta para ver o tradicional "Se...então.."

  • UAAAAIIIII????

    Alguém poderia me ajudar a entender essa questão está CORRETA?

    Segue abaixo meu argumento

    O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

                                           A                              →                                            B

    É EQUIVALENTE PELA FRASE ABAIXO:

    Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo.

      B                                               →                                A                             

    COMO A FRASE DE CIMA PODER SER EQUIVALENTE COM A FRASE DEBAIXO SE AS EQUIVALÊNCIAS DA CONDICIONAL SÃO:

    A B   =>  SE n B A

                 =>       n A OU B

  • Pessoal...respondendo a minha própria pergunta acima.

    Os CONECTIVOS "JÁ QUE" e "UMAS VEZ QUE" mesmo sendo CONDICIONAL "não deverão" trocar o sinal, pois é CERRRRRRTEZA de fazerem a mesma análise que fiz anteriormente, ok? Essa é uma boa dica.

    Por isso É EQUIVALENTE

    Bom...é isso.

    FOCO..FORÇA E FÉ.

    "FAÇAM O POSSIVEL E DEIXE O IMPOSSIVEL COM DEUS"

  • A ordem da frase está inversa em virtude do conectivo "já que", quando esse tipo de conectivo aparece devemos reescrever a frase como o Fernando fez abaixo. :

    Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo.

    A pergunta é : A proposição Q é equivalente a “Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo”. ?????

    Resposta: É equivalente sim, uma vez que é a mesma frase, não mudou nada.

     

  • É português ou RL?

  • Q: O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo.

    Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo”.

  • Eu pensei que o já que tava no sentido de POIS. o Pois é condicional, invertendo as premissas, na maioria das vezes, claro.

  • Em Q temos uma condição (“o desenvolvimento não exige muito investimento ou não leva muito tempo”) que leva a um resultado (“o tempo de validade é longo”). Podemos reescrevê-la assim:

    “Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo”.

    Temos exatamente isso neste item, o que o torna CORRETO.

  • Fui seco negando o ''OU''.

  • EQUIVALÊNCIA DO SE ENTÃO , NÃO INVERTE E NEGA? APRENDI DESSE JEITO, ALGUÉM PODERIA ME EXPLICAR???

  • CERTA

    A questão pergunta qual proposição logicamente equivale à seguinte proposição:

    “O tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo, já que o desenvolvimento de um software não exige muito investimento OU não leva muito tempo”.

    O termo “já que” pode ser substituído por “se”.

    Sendo assim, a proposição inicial pode ser reescrita como: “Se o desenvolvimento de um software não exige muito investimento ou não leva muito tempo, então o tempo previsto em lei para a validade da patente de um software é longo”.

    Portanto, a questão está correta.

    Fonte: estratégia

  • Eu mais uma vez caindo na condicional invertida!

  • 41% de erros, me incluindo.


ID
2462620
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:

A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.

C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.

O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência ou prejudica o mercado.

Alternativas
Comentários
  • prejudica ao mercado ao limitar a concorrência, pois a concorrência gera um melhor produto por um preço menor. porém incentiva a criatividade, pois garante que suas invenções não irão ser utilizados por todos, incentivando a criatividade, e por corolário o progresso da ciência.

  • isso é rlm

  • Fiz pelo método da conclusão falsa.

     

    Seguem as premissas:

     

    I:  X --->  Y

    II: W ---> ~ Y ^ Z

    III:  Y  v  Z                      

    C: Y v Z                         

     

    I:  X (F) --->  Y (F) = VERDADEIRO 

    II: W (F) ---> ~ Y (V) ^ Z (F) = VERDADEIRO 

    III:  Y (F)  v  Z (F) = FALSO                     

    C: Y (F) v Z (F) = FALSO                     

     

    Conclusão falsa com pelo menos uma sentença com o mesmo valor falso, argumento válido!

     

    GABARITO CORRETO.

     

    OBS: a parte difícil da questão é montar a sentença II de forma correta.

  • A parte mais dificil da questão é montar as premissas da maneira correta, que foi bastante dificil. Despois disso você utiliza as premissas falsas e vai perceber que a conclusão falsa é identica a ultima premissa o que torna o argumento válido.

     

  • 1 ) A ----> B   (V)

    2) B/\C  (V)

    3) B ---->       C          (V)

           <------

    CONCLUSÃO) B\/C  (F)

    ARUGMENTO VALIDO, POIS NA SEGUNDA PREMISSA A TROCA DE VALOR POIS COMO B e C SÃO FALSOS N TEM COMO SER VERDADEIRO, O QUE TORNA O ARGUMENTO VALIDO PELO METODO DA PREMISSA FALSA.

  • Têm alguns comentários errados, o gabarito é o comentário de Arthur Henrique, que por sinal explicou muito bem.

  • C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

    C: Ou um ou outro

    O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência ou prejudica o mercado.

    Como na assertiva basta um verdadeiro para confirmar a assertiva, apenas com a premissa C, consegue-se responder a questão.

  • 20 min só para traduzir o enunciado. D=
    Definitivamente a deixaria por último.

  • Quebrei a cabeça montando todo o esquema, fiz pela técnica da conclusão falsa. Daí achei uma das premissas falsas e marquei argumento inválido. Porque falso é inválido na minha cabeça cansada. Esqueci que se a premissa der falsa assim como a conclusão, daí é VÁLIDO! Tchê, olha, tu fica louco com estas questões.

     
  • Essa eu deixaria em branco.

  • Geral não conseguiu esquematizar a questão.

    O correto é:

    P1: (A^B)-->(C^D)

    P2: (C^E)-->(D^F)

    P3: C^DvF

    C: C^DvF

    Percebe-se que na P1 vc tem 4 informações diferentes, por isso "A/B/C/D".

    A mesma coisa na P2 e P3.

    Ao julgar a conclusão como falsa vc não garante as premissas também como falsa. Logo, pelo metodo da disjunção ou condicional: conclusão falsa e pelo menos uma premissa verdadeira, argumento válido.

  • Aqui temos o argumento:

    A: proteção é por tempo limitado --> patente contribui

    B: patente é para monopólio --> patente não contribui e prejudica mercado

    C: ou patente contribui ou prejudica mercado

    Conclusão: patente contribui ou prejudica mercado

    Assumindo que a conclusão é falsa, vemos que “patente contribui” deve ser F e “prejudica mercado” deve ser F também. Note que, com isso, a premissa C será falsa (pois Ou F ou F é uma disjunção exclusiva falsa). Portanto, não será possível tornar todas as premissas verdadeiras e a conclusão falsa ao mesmo tempo, o que permite dizer que este é um argumento válido.

    Item CORRETO. 

  • Passando pra letras tudo fica mais fácil:

    P1: a→b V

    P2: c→b^d V

    P3: bVd F

    C: bVd F

    Pelo método da conclusão falsa conseguimos apresentar a premissa P3 como falsa, portanto tornando o argumento válido.

  • É impressão minha ou o examinador diz que o "ou exclusivo" e "ou" são a mesma coisa? No ou as duas assertivas válidas invalida o argumento, no ou simples isso não ocorre. Para mim essa assertiva está flagrantemente errada.

  • O problema dessa questão é esquematizar certinho, depois disso fica sussa....

  • Alguém explica essa no youtube para nós?!

  • Seguinte Galera: Primeiro vamos analisar as premissas para depois a Conclusão

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

    Leia comigo ok

    Uma patente ou ela contribui para o progresso da ciência OU prejudica o mercado CERTO?

    Veja que não podem ser ambos........................

    Conclusão trata-se de uma EQUIVALÊNCIA.....................

    Vejam se a frase da conclusão não dá mesma coisa?

    O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da

    ciência

    v

    ou prejudica o mercado

    V

    Gabarito correto: Ou Progride ou Prejudica NÃO PODE SER AMBOS (DESCRIÇÃO DA PREMISSA C.............

  • Nem é tão difícil, mas toma tempo. Tem 120 questões mais redação. Definitivamente eu deixaria em branco ou só faria se sobrasse tempo no final.

  • CUIDADO COM QUESTÕES ASSIM NA PROVA ELAS SERVEM PARA ROUBAR SEU TEMPO E TE DERRUBAR NA PROVA! AQUI NO MOMENTO DO ESTUDO VALE A PENA GASTAR TEMPO TREINANDO,MAS NO DIA DA PROVA ESSA DAI VC PULA.POIS JÁ SABE DAS MAS INTENÇOES.

  • Quando o conectivo presente na conclusão do enunciado for um condicional [=>] ou uma disjunção [V], ou quando a conclusão for uma proposição simples, devemos usar o método da conclusão falsa.

    É simples e prático, eu resolvi a questão em menos de 1 minuto.

    Conclusão: O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência ou prejudica o mercado = F

    O conectivo é o "ou", só admite uma hipótese na qual a proposição composta fica FALSA na tabela verdade => Quando os dois valores da proposição forem falsos.

    Partindo desse pressuposto, tu não precisaria nem perder teu tempo valorando todas as proposições do enunciado. Bastava olhar para a proposição C, que indiquei abaixo, e saber da tabela verdade da proposição que a compõe.

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

    Ou + Ou = Disjunção exclusiva. Quando os valores da proposição em uma D.Exclusiva forem iguais, seu valor será, OBRIGATORIAMENTE, falso.

    Método da Conclusão Falsa = Conclusão falsa + Premissas verdadeiras + erro = Argumento válido.

    Forte abraço!!!

  • Pelo método da conclusão falsa, bastava analisar o item C. Não há como deixá-lo com valor lógico verdadeiro. CONCLUSÃO FALSA + NÃO CONSEGUIU DEIXAR O ITEM COM VALOR VERDADEIRO = argumento válido.

    Diferente seria se conseguíssemos deixar todos os itens VERDADEIRO com uma conclusão falsa. O argumento seria INVÁLIDO.

  • Galera não sei se isso só deu certo nessa questão, mas eu apenas li as premissas e assumi na minha mente como verdadeiras e julguei as conclusões sem ir pro papel e acertei as todas as questões com esse enunciado, mas ai vai um ensinamento quando parecer muito difícil faça o simples...
  • Por esse motivo que RLM e estatística devem ser as ultimas questões da sua prova.

  • Uma vez identificadas as proposições, fica fácil fácil. Pura tabela-verdade combinada com o teste da conclusão falsa.


ID
2462623
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:

A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.

C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.

Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção não prejudica o mercado.

Alternativas
Comentários
  • Fiz pelo método da conclusão falsa.

     

    Seguem as premissas:

    E: a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo;

    C: o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência ;

    U: o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado

    P: o direito de requerer uma patente de invenção prejudica o mercado

     

    I:  E --->  C

    II: U ---> (~ C ^ P)

    III:  C  v  P                    

    C: E ---> (~ P )                    

     

    (2º Passo)  I:  E (V) --->  C (V) = VERDADEIRO     (Sabendo-se que E é (V), então para que a proposição I seja (V), C deve ser (V))

     

    (3º Passo)  II: U (F) ---> [~ C (F) ^ P (V) ] (F) = VERDADEIRO      

     (Sabendo-se que C é (V), então  ~C deve ser (F). Sabe-se que P é (V), então  [~ C (F) ^ P (V) ] é (F), dessa forma, U tem que ser (F) para que a proposição II seja verdadeira)

     

    (4º Passo)  III:  C (V)  v  P (V) = FALSO  (Sabendo-se que C=(v) e P=(V). e como v só é (F) quando forem valores iguais, então III é Falso)

    ----------------------------------------------------------------------------------------------              

    (1º Passo)  C: E (V) ---> ~ P (F) = FALSO          (Primeiramente, deve-se transformar a conclusão em uma proposição falsa)

     

    Conclusão falsa com pelo menos uma sentença com o mesmo valor falso, argumento válido!

     

    GABARITO CORRETO.

     

    OBS: Se eu estiver equivocado, avise. Obrigado.

  • Esta correto conforme o colega explicou abaixo. A segunda afirmação pode ser representada assim:

    D -> (~D^M) = V

    SUBSTITUINDO TEMOS:

    V -> (F ^ F)

    V -> F = F

    ARGUMENTO VÁLIDO, POIS DEU FALSO!

  • Ver Q650799.

  • cadê os comentários dos professores??? questão monstro vey

  • Que questão cabulosa. A resposta do colega ajudou um pouco...mas ainda fico sem entender algumas coisas. Nem comentários tem direito. Cadê os profs pra dar uma luz??? Queria saber se existe outra forma de resolucionar isso.

  • Corrijam-me se eu estiver errado, mas a questão pede que julguemos se a argumentação é válida com base na conclusão para as premissas que a própria questão nos apresenta. Vale salientar que a argumentação pode ser VÁLIDA e INVÁLIDA, e os argumentos VÁLIDOS podem ser VERDADEIROS ou FALSOS. Eu posso perfeitamente concluir se a Conclusão é verdadeira ou falsa com base nas premissas que me são apresentadas, portanto o argumento da questão é VÁLIDO, tornando a questão Certa, no entanto a conclusão apresentada a mim é Falsa devido ao fato de haver contradição na validade de uma das premissas que são ao mesmo tempo Verdadeira e Falsa.

  • Aqui temos o argumento:

    A: proteção é por tempo limitado --> patente contribui

    B: patente é para monopólio --> patente não contribui e prejudica mercado

    C: ou patente contribui ou prejudica mercado

    Conclusão: proteção é por tempo limitado --> não prejudica mercado

    Para a conclusão ser falsa, precisamos que “não prejudica mercado” seja F e “proteção é por tempo limitado” seja V. Assim, “prejudica mercado” é V. Em C, é preciso que “patente contribui” seja F. Logo, “patente não contribui” é V. Em A, como “patente contribui” é F, precisamos que “proteção é por tempo limitado” seja F também, mas falamos anteriormente que este trecho é V, de modo que A fica V-->F, o que a torna falsa.

    Como não é possível ter todas as premissas falsas quando a conclusão é falsa, o argumento é válido.

    Item CORRETO. 

  • Simbolizando fica:

    Premissas:

    A->B

    C->B^D

    BvD

    Conclusão: A->~D

    Para saber se a conclusão é verdadeira torno ela falsa:

    1) Eu vou coloco a conclusão como falsa (condicional para ser falsa a primeira é verdadeira e a segunda é falsa)

    2) substituo nas premissas os valores da conclusão > os valores V para o 'A' e F para o '~D' (onde for 'D' será verdadeiro)

    3) depois vou, de baixo para cima, completando os outros valores tentando tornar as premissas VERDADEIRAS

    4) se eu conseguir tornar todas as premissas verdadeiras com uma conclusão falsa, o argumento é INVALIDO

    A(v)->B (f)  (F)

    C (v ou f)->~B(v)^D(v) (V) -> (se a o lado direito é V, então a premissa será verdadeira independentemente do outro lado)

    B(f)vD(v)  (V)

    Conclusão: A(v)->~D (f)   (F)

     Se com a conclusão falsa eu encontrei UMA premissa falsa, então a conclusão é verdadeira

  • Os professores comentam a maioria das fáceis e as difíceis ficam a nosso critério hahah

  • A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção não prejudica o mercado.

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

    Argumento válido!

    Tranquilidade galera!

    Cespe é pensar, se esta difícil repense!!

  • não faz sentido equipe Qconcursos, os professores estão selecionando as questões para comentar? A mesma questão que é dividida em vários subitens, as mais tranquilas de resolver temos comentários de professor e as mais complexas eles não sabem resolver? É isso que devemos entender? Absurdo de verdade! Vocês cairam muito em qualidade, repensem, pois estão perdendo muitos alunos pra outras plataformas de questões. Gostava muito daqui mas já estou pensando em, ao término do meu contrato, também migrar!

  • A contradiz a C;

    Certo.

  • Aqui temos o argumento:

    A: proteção é por tempo limitado --> patente contribui

    B: patente é para monopólio --> patente não contribui e prejudica mercado

    C: ou patente contribui ou prejudica mercado

    Conclusão: proteção é por tempo limitado --> não prejudica mercado

    Para a conclusão ser falsa, precisamos que “não prejudica mercado” seja F e “proteção é por tempo limitado” seja V. Assim, “prejudica mercado” é V. Em C, é preciso que “patente contribui” seja F. Logo, “patente não contribui” é V. Em A, como “patente contribui” é F, precisamos que “proteção é por tempo limitado” seja F também, mas falamos anteriormente que este trecho é V, de modo que A fica V-->F, o que a torna falsa.

    Como não é possível ter todas as premissas falsas quando a conclusão é falsa, o argumento é válido.

    Item CORRETO. 

    Fonte:Arthur Lima | Direção Concursos

  • Minha contribuição.

    Argumentos: Uma forma de clarear mais a questão é substituir as proposições por letras.

    a) A -> B

    b) C -> B ^ D

    c) B v D

    Conclusão: A -> (~D)

    Resolução: Quando a conclusão for uma condicional, o pontapé da questão estará com ela.

    Sendo assim: A - confirma - A, A - confirma - B, B - confirma - B e nega D, negar D - nega B ^ D, negar B ^ D - nega C, negando D - confirma ~D.

    Argumento válido.

    Abraço!!!

  • Gabarito: Certo.

    Questão linda!

    Uma dica pra acertar esse tipo de questão com mais agilidado: Silogismo hipotético. Sempre que encontrarem uma questão que proposições desencadeiam as demais, você pode resolver utilizando o silogismo hipotético pela regra da implicação. Essa regra, parece, de certa forma, com o que o Speedy e outros colegas fizeram para resolver.

    Bons estudos!

  • sdds ivan chagas

  • Minha contribuição.

    a) A -> B

    b) C -> ~B ^ D

    c) B v D

    Conclusão: A -> ~D

    Obs.: Quando a conclusão for uma condicional, a primeira proposição será o pontapé inicial.

    Abraço!!!

  • tentem pelo método da conclusão falsa:

    1) atribua valores para as proposições da conclusão de modo que façam ela ficar falsa

    2) tente deixar as premissas todas verdadeiras (sempre observando os valores que vc já atribuiu -até prq tem proposição da conclusão que tá lá nas premissas tbm), se por acaso alguma delas ficar falsa espontâneamente, o argumento será válido.

    Pois, se:

    > premissas todas verdadeiras e a conclusão falsa--> argumento INVÁLIDO

    > pelo menos uma premissa falsa e a conclusão falsa--> argumento VÁLIDO

    *obs: não tente deixar as premissas falsas, vc tem que achar essa "pelo menos uma falsa" de forma "natural", tente a qualquer custo deixar tudo verdadeiro, se pelo menos 1 ficar falsa no meio do caminho ótimo.

  • Eu não sei se meu raciocínio tem lógica, mas pensei assim: se A= x -> y e C diz que o direito de requerer a patente de invenção ou é y ou é z, e na A já diz que é y, então não pode ser Z.

    Não sei se deu pra entender o meu raciocínio, me corrijam se eu estiver errada.

  • método conclusão falsa

  • A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não

    contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

    Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento.

    Julgue se

    a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.

    Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção não prejudica o mercado.

    Acho que as marcações ajudam a entender.

    Gab: Correto.

  • Valei-me! O maior problema nem é resolver e sim criar coragem, rs. O comentário da Divina ajudou bastante.

    O sentindo da banca é nos cansar então vamos simplificar as propósições e jogar com ela. Eu fiz pela regra da proposição FALSA e deu certinha.

    Simplifica:

    A: proteção é por tempo limitado --> patente contribui

    B: patente é para monopólio --> patente não contribui e prejudica mercado

    C: ou patente contribui ou prejudica mercado

    Conclusão: proteção é por tempo limitado --> não prejudica mercado

    Depois aplica as regras.

  • Várias questões que é necessário ter o comentário do professor para entendimento do conteúdo, não tem! isso é muito ruim. o Qconcursos deveria em vez de colocar várias aulas (que no YouTube encontramos melhores ) deveriam colocar o comentário do professor para cada questão, iria ajudar bem mais.
  • CERTO

    MÉTODO DAS PREMISSAS FALSAS

    P1: A ---> B

    -----V------V-------(V)

    P2: C ---> ~B ^ D

    ------V-------F----V--------(V)

    P3: B V D

    -----V-------V---------(V) (Diferentes é igual a Verdadeiro e iguais é Falso na tabuada do OU...OU)

    C: A ---> ~D

    ----V---------F---------------------F

    Tabuada lógica conectivos:

    ^ = 2 V igual a Verdadeiro

    v = 1 V igual a Verdadeiro

    ---> = Vera Fisher é Falsa = Falso (v --> f = f) restante é Verdadeiro

    V = Diferentes é Verdadeiro

    <---> = Iguais é Verdadeiro

  • Gabarito:Certo

    Principais Regras:

    • 50% das questões é para você verificar se o argumento é válido ou inválido e 50% é para você achar a conclusão. O método de RESOLUÇÃO é o mesmo.
    • Às vezes, a banca coloca sinônimos, então atenção, pois 99,9% das questões que aparecerem sinônimos das palavras, você continuará resolvendo da mesma forma.
    • Como identificar se o argumento é válido ou inválido? Passos: 1) Transformar as frases em siglas; 2)A conclusão vai ser SEMPRE FALSA e as premissas SEMPRE VERDADEIRAS; 3) Solucionar; 4) Se ao final, você resolver tudo sem encontrar erro, o argumento será inválido e se encontrar alguma divergência durante a resolução, será argumento válido.

    Ex: A: Igor foi estudou e passou; B: Igor estudou; Conclusão: Igor passou;

    1) Transformar as frases acima em siglas ou termos reduzidos - eu coloquei a primeira letra de cada termo, mas você pode fazer do jeito que for melhor, mas o intuito é reduzir as frases, logo ficará:

    A (E ^ P); B (E); Conclusão (P)

    2) As 2 primeiras sentenças serão as premissas que colocarei o valor final de verdadeiro e a conclusão de falsa. Logo, ficará:

    A (E ^ P) = V; B (E) = V; Conclusão (P)= F

    3) Solucionar

    A única alternativa para solucionar é a premissa A. Logo ficará:

    A (V ^ F) = V ?

    No conectivo "e" quando se tem V ^ F, o final será Falso, logo ocorreu uma divergência.

    4) Divergência, logo argumento válido.

    • Já em relação as questões para achar a conclusão? O método descrito acima é aplicado, porém você deverá iniciar por sentenças simples, depois conectivo "e" e assim sucessivamente. Costumo dizer que é um pirâmide, a cada premissa resolvida, novas premissas serão abertas para você achar seu valor final. Geralmente existem diversas conclusões. CUIDADO: Exemplo: Premissa A: Carlos foi a festa; No momento que você identificar ao resolver que essa premissa é falsa, a conclusão trocará o valor semântico da frase, logo será "Carlos não foi a festa".

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação !!


ID
2462626
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:

A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.

C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.

O direito de requerer uma patente de invenção, além de contribuir para o progresso da ciência, também prejudica o mercado.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO ERRADO

     

    Não dá pra chegar a um argumentação válida só com base na premissa c

    A argumentação que a questão pede pra julgarmos poderia ser uma negação da premissa c mas nao uma argumentação valida.

  • GABARITO ERRADO

    Para responder essas questões com segurança, temos que esquematizar as premissas.

     

    PREMISSA A -  X = (a proteção...limitado de tempo) --> Y (o direito...progresso da ciência)     X--->Y

     

    PREMISSA B -  W = (o direito...foi agregado) --> Y (o direito...progresso da ciência) ^  Z (o direito...prejudica o mercado) Obs: Não só... como também equivale a "e".       W---> Y ^ Z

     

    PREMISSA C - Y = (O direito..progresso da ciência)  V (ou...ou) Z = (o direito...prejudica o mercado)    Y v Z

     

    DEPOIS DE ESQUEMATIZADO FICA FÁCIL:

    A  =   X ---->  Y

    B = W---> Y ^ Z

    C = Y  v  Z 

     

    A questão dá a seguinte premissa: O direito de requerer uma patente de invenção, além de contribuir para o progresso da ciência, também prejudica o mercado.  ESQUEMATIZANDO-A:  "além de... também" é igual a "e", assim: Y ^ Z

    A questão quer saber: Y ^ Z é equivalente a Y v Z (premissa C)????   ERRADO 

     

    Se o argumento dado fosse válido ele negaria a premissa C.

     

    Para dificultar, a CESPE coloca essas premissas grandes. Não dá pra ficar raciociando sobre o sentido da premissa, devemos esquematizar.

  • Fiz pelo método de validar as premissas e tentar confirmar se a conclusão também é verdadeira. 

     

    Aproveitando o esquema montado pelo Paulo, seguem as premissas:

     

    I:  X ---->  Y

    II: W---> ~ Y ^ Z

    III:  Y  v  Z 

    C: Y ^ Z

     

    O detalhe está na PREMISSA III. Notem que para a DISJUNÇÃO EXCLUSIVA ser VERDADEIRA, os valores de Y e Z devem ser opostos.

     

    III: Y ( V ) v ( F ) = V

    III: Y ( F ) v ( V ) = V

     

    No entanto, ao validar essa premissa, fica impossível fazer o mesmo com a conclusão, visto que se trata de uma CONJUNÇÃO, o que torna o argumento inválido:

     

    C: Y ( V ) ^ ( F ) = F

    C: Y ( F ) ^ ( V ) = F

     

    OBS: Partindo da premissa III, nem é necessário valorar as demais.

     

     

  • pq vcs usaram a premissa 3???? A "c"?? Não entendi

  • Indiquem pra comentário!

     

  • Premissa A: Se a proteção de inventores é estabelecida(X) ... então (---->) o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência(Y).

    X ----> Y

     

    Premissa B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado(Y)..., então (---->) esse direito não só não contribui para o progresso da ciência(W) como também (^) prejudica o mercado(Z).

    Y ----> W ^ Z

     

    C: O direito de requerer uma patente de invenção(Y)(daqui para frente é uma consequência do direito de requerer patente), ou contribui para o progresso da ciência(W), ou prejudica o mercado(Z), mas não ambos(ou exlcusivo).

    Y ----> W v Z

     

    CONCLUSÃO: O direito de requerer uma patente de invenção(y) (---->),além de contribuir para o progresso da ciência(W), também prejudica o mercado(Z).

    Y ----> W v Z

     

    A conclusão (Y ----> W v Z) vai contra a premissa C: (Y ----> W v Z) - mas não ambos... 

  • Após montar o texto de A, B e C em proposições, a C será uma disjunção exclusiva, ou seja, para ser V só poderá haver uma informação V.

     

    A conclusão proposta é: "O direito de requerer uma patente de invenção, além de contribuir para o progresso da ciência, também prejudica o mercado."  Que pode ser escrita como "P ^ Q".

    Quando a conclusão é uma conjunção, o melhor método é o da Conclusão Verdadeira, porque a conjunção só pode ser V em uma situação (V ^ V).

     

    Considerando a conclusão verdadeira e aplicando aos valores de C teríamos V v V, o que não pode ocorrer, ou seja, torna a proposição falsa e o argumento inválido.

  • errei porque considerei "W" como "não Y"...

  • Eu acertei pelo português ( o que está extremamente errado) mas se eu tentasse pelo conhecimento  tenho de RL teria errado kk

  • Galera, a resposta pode ser encontrada peo metodo da premissa e conclusão verdadeira.

    I:   a--->  b         =V

    II: c---> ~ b ^ d  =V

    III:  b  v  d          =V

    ------------------------

     C: b ^ d           =V

    -Ao analizar a premissa III percebe se que ela não pode ser verdadeira  se comparada com a conclusão pois na DISJUNÇÃO EXCLUSIVA os valores semelhantes são falsos [v  v = f]  ,e na conjunção  para o resultado ser verdadeiro é preciso que ambos sejam verdadeiros [v ^ v =V ].

    logo:

    I:   a--->  b         =V

    II: c---> ~ b ^ d  =V

    III:  v  d          = F   - o que invalida a questão!

    ------------------------

     C: b ^ d           =V

    p conferir jogue os valores logicos,assim vai dar p visulizar melhor!

     

     

     

  • As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:

    A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos

    Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.

    O direito de requerer uma patente de invenção, além de contribuir para o progresso da ciência, também prejudica o mercado.

    ERRADO.

     

     

    fiz assim: 

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

    O direito de requerer uma patente de invenção, além de contribuir para o progresso da ciência, também prejudica o mercado.

     

    Desta forma, conforme C, o direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui ou prejudica. Assm, não tem como ALÉM de contribuir, prejudicar.

  • ERRADO.

    A conclusão proposta é: "O direito de requerer uma patente de invenção, além de contribuir para o progresso da ciência, também prejudica o mercado." Que pode ser escrita como "P ^ Q".

    Quando a conclusão é uma conjunção, o melhor método é o da Conclusão Verdadeira, porque a conjunção só pode ser V em uma situação (V ^ V).

     

    Considerando a conclusão verdadeira e aplicando aos valores de C teríamos V v V, o que não pode ocorrer, ou seja, torna a proposição falsa e o argumento inválido.




  • Aqui temos o argumento:

    A: proteção é por tempo limitado --> patente contribui

    B: patente é para monopólio --> patente não contribui e prejudica mercado

    C: ou patente contribui ou prejudica mercado

    Conclusão: patente contribui e prejudica mercado

    Vamos resolver de um modo um pouco diferente. Assumindo que todas as premissas são V, vamos verificar se é possível ter conclusão F (se for possível, o argumento é inválido). Note que, se C for verdadeira, somente uma das informações (patente contribui, ou prejudica mercado) será V e a outra F. Deste modo, a conclusão certamente será F, pois é uma conjunção (que precisaria ficar V e V). Note que é possível tornar ainda as premissas A e B verdadeiras, simplesmente assumindo que são falsos os trechos “proteção é por tempo limitado” e “patente é para monopólio”.

    Temos um argumento inválido.

    Item ERRADO. 

  • GABARITO: ERRADO

    Bastava que se olhasse para a proposição C. Então se verificaria que a afirmativa contradiz a proposição C.

  • Resolvendo de forma mais simples TODAS essas questões que citava esse texto:

    PREMISSA C: OU a progressão da ciência (PC) OU a progressão do mercado (PM). = PC V PM.

    Na premissa B, no final diz:

    "esse direito não só não contribui para o progresso da ciência (PC) como também prejudica o mercado (PM)". = PM ^ PC. TEMOS UMA CONJUNÇÃO.

    Na tabela verdade do E (^ = conjunção), as duas tem que ser verdadeira para a premissa ser verdadeira.

    e na premissa C, diz que PC ou PM será Verdadeiro.

    Logo, alguma premissa está falsa. Argumento INVÁLIDO.

    A premissa C contradiz a B, logo, não há argumento válido.

  • Fez uma, consegue fazer todas

  • Cada parte da conclusão deve estar em alguma premissa e sem alterações. Como em todas as premissas eu notei diferenças ..concluí como incorreta. Tem dado certo nos outros exercícios tmbm. Entendi certo?

  • A: P -> Q

    B: R -> (~Q ^ S)

    C: Q v S

    Conclusão: Q ^ S

    Em regra, utiliza-se o método da conclusão falsa tentando tornar as premissas verdadeiras a fim de validar a argumentação.

    Nesse caso, como a conclusão se trata de uma conjunção, optei por torná-la verdadeira, já que a única possibilidade de ela ser verdadeira é com Q ^ S verdadeiros.

    Assim, ao analisarmos a terceira premissa (premissa C) e por conhecermos as características de uma disjunção exclusiva, vemos que é impossível C ser verdadeiro ao mesmo tempo que a conclusão seja verdadeira, já que o princípio da não contradição impede que uma proposição assuma dois valores (V e F) simultaneamente.

  • Simples. Para quem não conseguiu, basta atribuir valor lógico verdadeiro à conclusão e às premissas [Método da Conclusão Verdadeira] e resolver a proposição C.

    Conclusão => O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência ^ prejudica o mercado.

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência[v], ou prejudica o mercado[v], mas não ambos.

    Sabendo a tabela verdade da disjunção exclusiva, você mata a questão. Traduzindo, V + V na tabela da D.Exclusiva = F.

    Método da C.Verdadeira = Atribuir valores lógicos verdadeiros às premissas e à conclusão = Se algum valor ficar falso, o argumento e inválido.

    Gabarito errado.

  • Minha contribuição.

    a) A -> B

    b) C -> ~B ^ D

    c) B v D

    Conclusão: B ^ D

    Abraço!!!

  • Premissa C contradiz a premissa B, tornando-a inválida.

  • eu fiz a questão por portugues. OU -- OU .. no enunciado tem uma adição .

  • Aquela sensação boa... Acertei e o raciocínio foi correto.

    Gratidão universo!

  • GABARITO ERRADO!

    .

    DESTRINCHANDO AS PROPOSIÇÕES:

    p = Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo.

    q = O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    r = O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”.

    s = O direito de requerer uma patente de invenção prejudica o mercado.

    TRANSFORMANDO-AS EM SIMBOLOGIAS:

    p -> q

    r -> ~ q ^ s

    q v s

    p ^ r

    UTILIZANDO O MÉTODO DAS PREMISSAS E CONCLUSÃO VERDADE.

    P1: p -> q = V

    P2: r -> ~ q ^ s = V

    P3: q v s = V

    C: q ^ s = V

    NA CONCLUSÃO, PARA TERMOS VERDADE NA CONJUNÇÃO, PRECISAMOS DE DOIS VALORES LÓGICOS VERDADEIROS.

    NA P3, PARA TORNAR A PREMISSA VERDADEIRA, SÓ PODEMOS TER UMA VERDADE PARA A DISJUNÇÃO EXCLUSIVA.

    CONCLUI-SE, PORTANTO, QUE O GABARITO ESTÁ ERRADO, HAJA VISTA QUE, SEGUNDO A CONCLUSÃO, TEMOS VERDADE PARA q E s.

  • Gabarito:Errado

    Principais Regras:

    • 50% das questões é para você verificar se o argumento é válido ou inválido e 50% é para você achar a conclusão. O método de RESOLUÇÃO é o mesmo.
    • Às vezes, a banca coloca sinônimos, então atenção, pois 99,9% das questões que aparecerem sinônimos das palavras, você continuará resolvendo da mesma forma.
    • Como identificar se o argumento é válido ou inválido? Passos: 1) Transformar as frases em siglas; 2)A conclusão vai ser SEMPRE FALSA e as premissas SEMPRE VERDADEIRAS; 3) Solucionar; 4) Se ao final, você resolver tudo sem encontrar erro, o argumento será inválido e se encontrar alguma divergência durante a resolução, será argumento válido.

    Ex: A: Igor foi estudou e passou; B: Igor estudou; Conclusão: Igor passou;

    1) Transformar as frases acima em siglas ou termos reduzidos - eu coloquei a primeira letra de cada termo, mas você pode fazer do jeito que for melhor, mas o intuito é reduzir as frases, logo ficará:

    A (E ^ P); B (E); Conclusão (P)

    2) As 2 primeiras sentenças serão as premissas que colocarei o valor final de verdadeiro e a conclusão de falsa. Logo, ficará:

    A (E ^ P) = V; B (E) = V; Conclusão (P)= F

    3) Solucionar

    A única alternativa para solucionar é a premissa A. Logo ficará:

    A (V ^ F) = V ?

    No conectivo "e" quando se tem V ^ F, o final será Falso, logo ocorreu uma divergência.

    4) Divergência, logo argumento válido.

    • Já em relação as questões para achar a conclusão? O método descrito acima é aplicado, porém você deverá iniciar por sentenças simples, depois conectivo "e" e assim sucessivamente. Costumo dizer que é um pirâmide, a cada premissa resolvida, novas premissas serão abertas para você achar seu valor final. Geralmente existem diversas conclusões. CUIDADO: Exemplo: Premissa A: Carlos foi a festa; No momento que você identificar ao resolver que essa premissa é falsa, a conclusão trocará o valor semântico da frase, logo será "Carlos não foi a festa".

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação !!

  • MAS NAO AMBOS...

  • Eu usei o metódo da conclusão falsa relacionando "ou..ou " e o " se, então"


ID
2462629
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:

A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.

C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.

Se o direito de requerer uma patente de invenção for utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito contribui para o progresso da ciência.

Alternativas
Comentários
  • Questão 104

    https://dhg1h5j42swfq.cloudfront.net/2014/12/Prova_2014_INPI_raciocinio_logico_resolucao.pdf

  • Premissas

    I - "A proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo";

    II - "O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência"

    III - "O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado".

    IV - "O direito prejudica o mercado".

    Simplificação

    -> II Se I então II

    III -> (~II ^ IV) Se III então não II e IV

    II \-/ (ou ou) IV Ou II ou IV

    Possível conclusão

    III -> II  Se III então II

    Como a conclusão é uma condicional, basta negá-la e analisar as demais premissas, se todas forem verdadeiras, o argumento será inválido.

    Sendo assim temos

    Fazendo

    III = V

    II = F

    III -> II

    v - f

    (F) única possibilidade de uma condicional ser falsa é com o primeiro termo sendo verdadeiro e o segundo falso.

    I -> II

    f - f

    (V) - arbitrou-se que I era verdadeiro, pois era a única maneira de tornar esta premissa como verdadeira.

    III -> (~II ^ IV)

    v - v - v

    (V) Baseado nas premissas anteriores temos III como v e ~II como V, pois II é F. Arbitrou-se IV como V para tornar a premissa verdadeira.

    II \-/ IV

    f - v

    (V) Como II foi dado como F e IV como V temos que essa premissa também é uma premissa válida.

    Conclusão

    Ao negar o argumento, conseguimos encontrar uma possibilidade em que todas as premissas sejam verdadeiras e o argumento seja falso. Sendo assim, conclui-se que o argumento NÃO é válido.

    Gabarito E

    Qualquer dúvida favor entrar em contato.

    Um leão ferido continua sendo um leão

  • Premissas

    I - "A proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo";

    II - "O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência"

    III - "O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado".

    IV - "O direito prejudica o mercado".

    Simplificação

    -> II Se I então II

    III -> (~II ^ IV) Se III então não II e IV

    II \-/ (ou ou) IV Ou II ou IV

    Possível conclusão

    III -> II  Se III então II

    Como a conclusão é uma condicional, basta negá-la e analisar as demais premissas, se todas forem verdadeiras, o argumento será inválido.

    Sendo assim temos

    Fazendo

    III = V

    II = F

    III -> II

    v - f

    (F) única possibilidade de uma condicional ser falsa é com o primeiro termo sendo verdadeiro e o segundo falso.

    I -> II

    f - f

    (V) - arbitrou-se que I era verdadeiro, pois era a única maneira de tornar esta premissa como verdadeira.

    III -> (~II ^ IV)

    v - v - v

    (V) Baseado nas premissas anteriores temos III como v e ~II como V, pois II é F. Arbitrou-se IV como V para tornar a premissa verdadeira.

    II \-/ IV

    f - v

    (V) Como II foi dado como F e IV como V temos que essa premissa também é uma premissa válida.

    Conclusão

    Ao negar o argumento, conseguimos encontrar uma possibilidade em que todas as premissas sejam verdadeiras e o argumento seja falso. Sendo assim, conclui-se que o argumento NÃO é válido.

    Gabarito E

    Qualquer dúvida favor entrar em contato.

    Um leão ferido continua sendo um leão

  • Esta questão demoraria 1 hora pra ser resolvida, com certeza na prova, seria a ultima kkkkkkk.

  • A premissa C contradiz a B, logo, não há argumento válido.

  • GABARITO:ERRADO

    Galera, a resposta pode ser encontrada pelo método da premissa VERDADEIRA e conclusão FALSA.

    I:  a---> b        =V

    II: c---> (~ b ^ d) =V

    III: b v d        =V

    ------------------------

     C: c ---> b       =F

    De acordo com os valores lógicos de acordo com a TABELA VERDADE.

    I: f ---> f =V

    II: v ---> (v ^ ?) =?

    III:f  v ? =?

    ---------------------

    v ---> f = F

    Não posso afirmar se o argumento será valido ou invalido baseados nos dados fornecidos,pois não tenho os valores lógicos da proposição "d" ,o que pode validar ou invalidar a argumentação a depender do caso.

  • MÉTODO DAS PREMISSAS VERDADEIRAS E CONCLUSÃO FALSA

    Para facilitar vou utilizar as letras P, Q, R e S para representar as premissas:

    P: A proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período de tempo limitado.

    Q: O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    R: O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado para prorrogar o monopólio dos produtos meramente "maquiados".

    S: O direito de requerer uma patente de invenção prejudica o mercado.

    RESOLUÇÃO:

    1) Assumir que a conclusão é falsa;

    2) Tentar deixar as premissas verdadeiras;

    3) Se conseguir deixar todas as premissas verdadeiras, o argumento é inválido;

    4) Caso contrário, o argumento é valido.

    A: P ----> Q

    F ----> F = (VERDADEIRO)

    B: R -----> (~ Q ^ S)

    V -----> V ^ V

    V -----> V = (VERDADEIRO)

    C: Q v S

    F v V = (VERDADEIRO)

    CONCLUSÃO: R -----> Q

    V ----> F = (FALSO)

    O argumento é inválido, pois as premissas A, B e C são verdadeiras e a conclusão é falsa.

    GABARITO: ERRADO.

  • Aqui temos o argumento:

    A: proteção é por tempo limitado --> patente contribui

    B: patente é para monopólio --> patente não contribui e prejudica mercado

    C: ou patente contribui ou prejudica mercado

    Conclusão: patente é para monopólio --> patente contribui

    Assumindo que a conclusão é falsa, vemos que “patente é para monopólio” deve ser V e “patente contribui” deve ser F. Com isso, em B precisamos que “patente não contribui” seja V e “prejudica mercado” seja V, para que essa premissa seja verdadeira. Em A, como “patente contribui” é F, precisamos que “proteção é por tempo limitado” seja F também. Em C, vemos que “patente contribui” é F e “prejudica mercado” é V, o que torna C verdadeira.

    Conseguimos tornar as 3 premissas V e a conclusão F simultaneamente, caracterizando um argumento inválido.

    Item ERRADO. 

  • Resolvendo de forma mais simples:

    PREMISSA C: OU a progressão da ciência (PC) OU a progressão do mercado (PM). = PC V PM.

    Na premissa B, no final diz:

    "esse direito não só não contribui para o progresso da ciência (PC) como também prejudica o mercado (PM)". = PM ^ PC. TEMOS UMA CONJUNÇÃO.

    Na tabela verdade do E (^ = conjunção), as duas tem que ser verdadeira para a premissa ser verdadeira.

    e na premissa C, diz que PC ou PM será Verdadeiro.

    Logo, alguma premissa está falsa. Argumento INVÁLIDO.

    A premissa C contradiz a B, logo, não há argumento válido.

  • A meu ver o Cespe errou nessa questão. Para dar o gabarito como Errado o Cespe considerou que na proposição B: "... então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado." corresponde a (~P^Q), quando na verdade no PORTUGUÊS a expressão "não só... mas também" significa apenas adição. Ou seja, era para a segunda parte da proposição B ter ficado (P^Q). Não existe essa negação de P. Quando falamos, "não só mas também" inexiste negação, apenas adição.

    Complicado viu! Não sei de onde tiram isso. Igual considerar conectivo causal como um "se então" invertido.

  • É por isso que nego não estuda Raciocínio Lógico! kkk

  • Acredito que o gabarito seja ERRADO porque não é possível afirmar que a Proposição: "Esse direito prejudica o mercado."

    Resolvi utilizando o método da Conclusão Falsa. Da tudo certo, mas ao chegar na premissa "Esse direito prejudica o mercado" (D) não é possível afirmá-la como verdadeira ou falsa.

    Senão vejamos:

    A -> B

    C -> B ^ D Não é possível afirmar que a premissa "D" seja verdadeira ou falsa.

    B v D Não é possível afirmar que a premissa "D" seja verdadeira ou falsa.

    ___________

    C -> B

  • Tipo de questão que é mais benéfica deixar em branco. Cansa a mente, e tira pontos de outras questões por queimar uns milhares de neurônios.

  • É só usar o método da conclusão falsa !!!

  • Uma aberração essa questão, credo!

    Fiz usando a conclusão falsa e pela letra B já matei a questão.

  • A disjunção exclusiva entrega a questão, UMA VEZ QUE PARA QUE SEJA FALSA É NECESSÁRIO QUE SEUS VALORES SEJAM TODOS IGUAIS (TODOS VERDADEIROS = F) OU (TODOS FALSOS = F).

  • Minha contribuição.

    a) A -> B

    b) C -> ~B ^ D

    c) B v D

    Conclusão: C -> B

    Obs.: Quando a conclusão for uma condicional, a primeira proposição será o ponto de partida.

    Obs.: Se confirmou ~B, não tem como confirmar B. Além disso, é uma disjunção exclusiva.

    Abraço!!!

  • A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

    R: a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo.

    S: o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    T: o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado.

    U: O direito de requerer uma patente de invenção Prejudica o Mercado.

    A: R ----> S

    B: T ---->~S^U

    C: S V U

    (Se o direito de requerer uma patente de invenção for utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado)=T, então (esse direito contribui para o progresso da ciência.)=S

    T ----> S

    Usando a regra da conclusão falsa:

    A: R(f) ----> S(f).....V

    B: T(v) -----> ~S(v)^U(v)....V

    C: S(f)  V U(v)....V

    Conclusão: T(v) ----> S(f)...... (F)

    Atribuindo Falso para a conclusão é possível deixar as premissas Verdadeiras. Logo, temos um argumento inválido.

  • O jeito de resolver estas questões é colocar como F a conclusão e ver se todas as premissas são V. Se for, o argumento é inválido. Se não for, é válido.

    Trasnformando as frases em expressões:

    A: p -> q

    B: r -> (~q ^ s)

    C: q V s

    Concl: r -> q

    se r -> q = F => r=V, q=F

    Voltando nas premissas:

    A: p -> q(F) => para ser V, p=F

    B: r(V) -> (~q(V) ^ s)

    C: q(F) V s => para ser V, s=V

    A: p(F) -> q(F) => V

    B: r(V) -> (~q(V) ^ s(V)) => V

    C: q(F) V s(V) => V

    Resposta: ERRADO

  • Na moral, se eu atribuir F ou V à conclusão, dá no mesmo resultado... O que estou fazendo de errado?!

  • Conclusão: P -> Q.

    P1: R -> Q

    P2: P -> (~Q^S)

    P3: Q v S

    Método da conclusão falsa (vou substituir as proposições por seus valores lógicos V/F):

    C: V -> F (condicional fica falso)

    P1: F -> F, premissa verdadeira, pois Q é F, então R tem de ser F para torná-la V.

    P3: F v V, premissa verdadeira, disjunção lógica, como Q é F, então S tem de ser V para torná-la V.

    P2: V -> (V ^ V), premissa verdadeira, pois P é V (dado na conclusão), ~Q é V, pois é a negativa de Q e S é V, dado em P3.

    Dessa forma, foi possível tornar todas as premissas verdadeiras quando se atribuiu F à conclusão, o que torna o argumento inválido.

  • Método da conclusão F: Se a conclusão for falsa e as premissas continuarem verdadeiras, isto é, se pelo menos uma delas não ficar falsa, então o argumento será inválido.

    E sim, o argumento é inválido, veja:

    Conclusão - Se o direito de requerer uma patente de invenção for utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado (V), então esse direito contribui para o progresso da ciência (F)

       

    > Comece resolvendo de cima pra baixo e assuma que o valor das proposições sejam verdadeiros:

    A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo (?), então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência (F)

    Obs.: Não é necessário valorar a primeira parte da proposição A para resolver a questão.

    B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado (V), então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência (V) como também prejudica o mercado (V)

    Obs.: Sou obrigado a atribuir valor "V" para a proposição simples "prejudica o mercado" para que a proposição composta não se torne falsa.

       

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência (F), ou prejudica o mercado (V), mas não ambos.

    ----------------------------------------------------------------------------------------

    Como podemos ver, os valores das proposições continuam verdadeiros.

    Argumento inválido. Gabarito errado.

    Em caso de erros ou dúvidas, notifiquem-me.

  • "B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado."

    "Se o direito de requerer uma patente de invenção for utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito contribui para o progresso da ciência."

    Errada!

  • Essa é a que a gente erra com preguiça de pensar. Umas frase grande da moléstia.....credo!!!

  • Enquanto ele não disser nada sobre o " prejudica o mercado", nada pode ser afirmado.

  • GABARITO ERRADO!

    .

    DESTRINCHANDO AS PROPOSIÇÕES:

    p = Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo.

    q = O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    r = O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”.

    s = O direito de requerer uma patente de invenção prejudica o mercado.

    TRANSFORMANDO-AS EM SIMBOLOGIAS:

    p -> q

    r -> ~ q ^ s

    q v s

    p ^ r

    UTILIZANDO O MÉTODO DAS PREMISSAS VERDADEIRAS E CONCLUSÃO FALSA.

    P1: p -> q = V

    P2: r -> ~ q ^ s = V

    P3: q v s = V

    C: r -> q = F

    NA CONCLUSÃO, PARA DAR FALSO, PRECISAMOS DE UMA VERDADE E UMA FALSIDADE, RESPECTIVAMENTE.

    NA P1, COMO q É FALSO, PARA TORNAR A P1 VERDADEIRA, PRECISAMOS ENTÃO TORNAR p FALSA TAMBÉM.

    NA P2, COMO r É VERDADE, E A NEGAÇÃO DE q É VERDADE, PARA TORNARMOS A PREMISSA VERDADEIRA, PRECISAMOS ATRIBUIR VERDADE PARA s TAMBÉM (REGRA DA DISJUNÇÃO).

    NA P3, COMO q É VERDADE, PARA TORNAR A PREMISSA VERDADEIRA, SÓ PODEMOS TER UMA VERDADE PARA DISJUNÇÃO EXCLUSIVA, TORNANDO s FALSO.

    EM SUMA, CONSEGUIMOS ATRIBUIR VERDADE PARA TODAS PREMISSAS E FALSO PARA A CONCLUSÃO. DESSA FORMA, CONCLUI-SE QUE O ARGUMENTO NÃO É VÁLIDO.

  • Gabarito:Errado

    Principais Regras:

    • 50% das questões é para você verificar se o argumento é válido ou inválido e 50% é para você achar a conclusão. O método de RESOLUÇÃO é o mesmo.
    • Às vezes, a banca coloca sinônimos, então atenção, pois 99,9% das questões que aparecerem sinônimos das palavras, você continuará resolvendo da mesma forma.
    • Como identificar se o argumento é válido ou inválido? Passos: 1) Transformar as frases em siglas; 2)A conclusão vai ser SEMPRE FALSA e as premissas SEMPRE VERDADEIRAS; 3) Solucionar; 4) Se ao final, você resolver tudo sem encontrar erro, o argumento será inválido e se encontrar alguma divergência durante a resolução, será argumento válido.

    Ex: A: Igor foi estudou e passou; B: Igor estudou; Conclusão: Igor passou;

    1) Transformar as frases acima em siglas ou termos reduzidos - eu coloquei a primeira letra de cada termo, mas você pode fazer do jeito que for melhor, mas o intuito é reduzir as frases, logo ficará:

    A (E ^ P); B (E); Conclusão (P)

    2) As 2 primeiras sentenças serão as premissas que colocarei o valor final de verdadeiro e a conclusão de falsa. Logo, ficará:

    A (E ^ P) = V; B (E) = V; Conclusão (P)= F

    3) Solucionar

    A única alternativa para solucionar é a premissa A. Logo ficará:

    A (V ^ F) = V ?

    No conectivo "e" quando se tem V ^ F, o final será Falso, logo ocorreu uma divergência.

    4) Divergência, logo argumento válido.

    • Já em relação as questões para achar a conclusão? O método descrito acima é aplicado, porém você deverá iniciar por sentenças simples, depois conectivo "e" e assim sucessivamente. Costumo dizer que é um pirâmide, a cada premissa resolvida, novas premissas serão abertas para você achar seu valor final. Geralmente existem diversas conclusões. CUIDADO: Exemplo: Premissa A: Carlos foi a festa; No momento que você identificar ao resolver que essa premissa é falsa, a conclusão trocará o valor semântico da frase, logo será "Carlos não foi a festa".

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação !!

  • P: A → B = V

    P :  C → (  ̴ B ꓥ D) = V                       (Método da conclusão falsa)

    P: (B v D) ꓥ ( ̴ D v  ̴B) = V

     

    C :  C → B= F

     

    (As proposições estão na sequência do enunciado)

    INTERPRETEM!!

  • Meu Deus, para que uma premissa desse tamanho? não tem nem como atribuir uma letra da palavra central para fazer o jogo de v ou f, eu hein.

ID
2462632
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

As proposições A, B e C listadas a seguir constituem as premissas de um argumento:

A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado.

C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

Tendo como referência essas premissas, em cada item é apresentada uma conclusão para o argumento. Julgue se a conclusão faz que a argumentação seja uma argumentação válida.

O direito de requerer uma patente de invenção estabelece a proteção de inventores atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, mas é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado.

Alternativas
Comentários
  • Olá meu povo!!!

     

    Usei o método da conclusão falsa e atribuí como verdadeiras as premissas. Se algum dos argumentos der falso, então o argumento será válido, caso todas os argumentos der verdadeiros o argumento será inválido.

     

    1º A: p -> q

             f       f               (v)

    2º B: r -> (~q ^ s)   

             f         v     f    (v)

    3º p -> r

        f       f                  (v)

    C: q v s 

         f     f                   (f)

     

    Percebam que todos os argumentos ficaram verdadeiros e a conclusão ficou falsa, portanto, o argumento não é válido, pois, pelo menos 1 argumento teria que ser falso para coicidir com a conclusão.

     

    Espero ter ajudado.

  • Questão 101:

    https://dhg1h5j42swfq.cloudfront.net/2014/12/Prova_2014_INPI_raciocinio_logico_resolucao.pdf

  • Premissas

    I - "A proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo";

    II - "O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência"

    III - "O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado".

    IV - "O direito prejudica o mercado".

    Simplificação

    I -> II Se I então II

    III -> (~II ^ IV) Se III então não II e IV

    II \-/ (ou ou) IV Ou II ou IV

    Possível conclusão

    I ^ III I e III

    Como a conclusão é uma conjunção, afirme que ela é verdadeira, e verifique se TODAS as premissas serão verdadeiras. Em caso afirmativo, o argumento será válido.

    Sendo assim temos

    Fazendo

    I = V

    III = V

    I ^ III

    v - v

    (V) - única possibilidade de uma conjunção ser verdadeira é quando ambas as premissas são verdadeiras.

    I -> II

    v - v

    (V) - arbitrou-se que II era verdadeiro, pois era a única maneira de tornar esta premissa como verdadeira

    III -> (~II ^ IV)

    v - f - v ou f

    (F) - Perceba que sendo II verdadeiro, sua negação será falsa, nesse sentido, não importa o valor de IV. Esta premissa sempre será falsa, pois (V -> F = F)

    II \-/ IV

    v - v ou f

    Neste caso, IV poderia ser F mas não importaria, pois a premissa anterior deu falsa. (Lembrando que, caso IV seja V, esta premissa será falsa, o que reforçaria que a conclusão não é um argumento válido).

    Caso eu tenha errado alguma coisa, favor me comunicar.

    Um leão ferido continua sendo um leão

  • Aqui temos o argumento:

    A: proteção é por tempo limitado --> patente contribui

    B: patente é para monopólio --> patente não contribui e prejudica mercado

    C: ou patente contribui ou prejudica mercado

    Conclusão: proteção é por tempo limitado E patente é para monopólio

    Novamente vamos tentar forçar todas as premissas a serem V e ver se a conclusão pode ser F (invalidando o argumento). Supondo que “proteção é por tempo limitado” é V, em A precisamos que “patente contribui” seja V. Com isso, em C precisamos que “prejudica mercado” seja F. Em B, vemos que “patente não contribui” é F, o que torna o trecho “patente não contribui e prejudica mercado” Falso, de modo que “patente é para monopólio” precisa ser F.

    Deste modo, veja que as 3 premissas estão verdadeiras. E a conclusão está falsa, pois “patente é para monopólio” é F. Assim, temos um argumento inválido.

    Item ERRADO. 

  • Resumindo a resposta do Prof. Marcos Piñon, do Estratégia Concursos:

    1º) Dividir as premissas em proposições simples e estabelecer sua relação

    p: A proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo.

    q: O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    r: O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado.

    s: O direito de requerer uma patente de invenção prejudica o mercado.

    Assim, temos:

    A: p -> q

    B: r -> (~q ^s)

    C: q v s

    2º) Analisando a conclusão, percebemos que uma nova proposição é adicionada, não tendo as premissas como base, a qual chamaremos de t

    t: O direito de requerer uma patente de invenção estabelece a proteção de inventores atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo.

    3º) Identificada a nova proposição, pode-se dizer que a conclusão é uma conjunção na forma t^r

    4º) A única possibilidade de que as premissas se tornem falsas é no caso de a proposição r assumir o valor V (basta olhar para a premissa B). Como t pode assumir qualquer valor (V ou F), criando a possibilidade de existirem premissas verdadeiras com uma conclusão falsa, o argumento se torna INVÁLIDO

    Resposta: Errado

  • Resolvendo de forma mais simples:

    PREMISSA C: OU a progressão da ciência (PC) OU a progressão do mercado (PM). = PC V PM.

    Na premissa B, no final diz:

    "esse direito não só não contribui para o progresso da ciência (PC) como também prejudica o mercado (PM)". = PM ^ PC. TEMOS UMA CONJUNÇÃO.

    Na tabela verdade do E (^ = conjunção), as duas tem que ser verdadeira para a premissa ser verdadeira.

    e na premissa C, diz que PC ou PM será Verdadeiro.

    Logo, alguma premissa está falsa. Argumento INVÁLIDO.

    A premissa C contradiz a B, logo, não há argumento válido.

  • ATENÇÃO

    Alves e Caio equivocados e com várias curtidas. Tomem cuidado!

    As duas sentenças da conclusão já estão nas premissas dadas, porém escritas de formas diferentes. Então, não temos uma nova sentença na conclusão como o Caio relatou em sua resposta.

    Resposta do assinante Adamo é a correta.

  • Essa prova teve questões muito fora do normal onde praticamente o Cespe adotou "doutrina" deles em RLM.

    Essa parte da conclusão "O direito de requerer uma patente de invenção estabelece a proteção de inventores atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo,..." não está presenta nas outras premissas!!! É uma premissa nova. A premissa da proposta A: "a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio..." é diferente. Ela não começa com "o direito de requerer uma patente".

    Prova muito confusa, não sei para que premissas tão grandes.

  • Essa questão enorme, só pra assustar. É só usar a regra da conclusão falsa colegas.

  • fui pela tecnica da conc falsa. Demorei mais de 15 min pra fazer

  • Tentei ir pelo método da conclusão falsa. Mas tava muito complicado de achar. Então fui pelo método de considerar todas as assertivas Verdadeiras e foi mais fácil.

    Quando chegou na assertiva C, para que seja considerada V no OU... OU preciso de uma falsa e uma verdadeira. Como as assertivas eram V, logo C era falsa.

    Assim o argumento não pode ser VÁLIDO.

  • ERRADO

  • melhor não perder tempo com essa :D

  • Nem teminei de ler e já chutei kkk dá não

  • Vou gastar o tempo dessa resolução aprendendo outra matéria o suficiente pra poder deixar ela em branco e ainda passar

  • MASSA!

    O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados” não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado E a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo.

  • Rapaz, uma dessa na hora da prova fica em branco com certeza; pois o fato nem é tanto o tempo que ela vai consumir, mas sim um possível vacilo que a gente pode cometer, valorando corretamente essas premissas tão extensas kkkkk

  • Vai por mim: usa o método da conclusão verdadeira, começa a resolver de cima pra baixo e acha o erro na proposição B.

    Conclusão - O direito de requerer uma patente de invenção estabelece a proteção de inventores atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo (V) mas é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado (V).

    A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo (V), então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência (V)

    B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado (V), então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência (F) como também prejudica o mercado.

    Premissa B = A => B ^ C.

    A = Verdadeiro.

    B = Falso

    C = Não importa, pois em uma estrutura com conjunção, uma proposição falsa torna toda proposição composta falsa (Tabela verdade ^).

    Portanto, de acordo com o método da conclusão V, conclusão verdadeira e pelo menos uma premissa F = Argumento inválido.

    Obs.: Se a premissa "então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência" for V, então sua negação - então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência - será, obrigatoriamente, falsa.

    Gabarito errado.

  • na moral, tu acha que vou perder meu tempo fazendo essa questão na prova ? kkkkk deixa para os leigos, tendo informática, contabilidade, estatística e um aprova de português com questões do interpretação pesada

    você que sabe, mas eu vou para uma prova técnica, não adianta perder tempo e acertar do que faltar tempo para o restante, se der tempo tu volta e faz, se não tu só deixa em branco meu irmão

  • no mínimo 5 a 8 minutos interpretando essa questão, não vale apena na hora da prova

  • FCC aprovou o tamanho desse texto!
  • "A: Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, então o direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência."

    "B: Se o direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado, então esse direito não só não contribui para o progresso da ciência como também prejudica o mercado."

    C: O direito de requerer uma patente de invenção, ou contribui para o progresso da ciência, ou prejudica o mercado, mas não ambos.

    "O direito de requerer uma patente de invenção estabelece a proteção de inventores atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo, mas é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”, aos quais nada efetivamente foi agregado."

    O "mas", logicamente, faz o papel do "E", adição.

    Questão errada!

  • Gente, não precisa de muita coisa. É só voces analisarem que as argumentações são diferentes da conclusões. Prof Daniel Lustosa do Alfacon fala disso .

  • GABARITO ERRADO!

    .

    DESTRINCHANDO AS PROPOSIÇÕES:

    p = Se a proteção de inventores é estabelecida atribuindo-lhes o monopólio da exploração comercial da invenção por um período limitado de tempo.

    q = O direito de requerer uma patente de invenção contribui para o progresso da ciência.

    r = O direito de requerer uma patente de invenção é utilizado tão somente para prorrogar o monopólio de produtos meramente “maquiados”.

    s = O direito de requerer uma patente de invenção prejudica o mercado.

    TRANSFORMANDO-AS EM SIMBOLOGIAS:

    p -> q

    r -> ~ q ^ s

    q v s

    p ^ r

    UTILIZANDO O MÉTODO DAS PREMISSAS E CONCLUSÃO VERDADEIRA.

    P1: p -> q = V

    P2: r -> ~ q ^ s = V

    P3: q v s = V

    C: p ^ r = V

    NA CONCLUSÃO, PARA SER VERDADE, PRECISA-SE DE DUAS VERDADES, POIS COMO SE SABE, NA CONJUNÇÃO, NECESSITA-SE QUE TODAS AS PROPOSIÇÕES SEJAM VERDADEIRAS.

    NA P1, COMO p É VERDADE, CONSEQUENTEMENTE, PARA A PROPOSIÇÃO SER VERDADEIRA, PRECISAMOS DE OUTRA VERDADE, SENÃO DARÁ FALSO.

    NA P2, TEMOS QUE r É VERDADE, E A NEGAÇÃO DE q FALSA. PODE-SE, POIS, CONCLUIR QUE TAL PREMISSA SERÁ FALSA, HAJA VISTA QUE PRECISAMOS DE DUAS VERDADES NA CONJUNÇÃO. TORNANDO A ASSERTIVA ERRADA E MACULANDO A POSSIBILIDADE DO ARGUMENTO SER VÁLIDO.

  • Questão muito simples de ser resolvida, segue passo a passo:

    1º PASSO: Transformar as proposições das premissas e da conclusão em símbolos, isto ajuda a ter uma melhor visibilidade em relação ao raciocínio a ser aplicado:

    PA: P Q

    PB: R → (~Q ^ M)

    PC: Q ⊻ M

    --------------------------

    C: P ^ R

    2º PASSO: De certa forma, é possível aplicar o método das premissas verdadeiras, o qual presume como verdadeiras as premissas e, caso dê falsa a conclusão, o argumento será inválido, contudo, se der verdadeira a conclusão, argumento válido. Como não há o start, para iniciar o método, aconselho iniciar pela disjunção exclusiva, pois, necessariamente, uma proposição tem que ser falsa e a outra verdadeira, a fim de a premissa se manter verdadeira:

    PA: P(F) Q(F) = V

    PB: R(V/F) → (~Q(V) ^ M(V)) = V

    PC: Q(F) ⊻ M(V) = V

    --------------------------

    C: P(F) ^ R(V/F) = FALSA (ARGUMENTO INVÁLIDO)

    OU

    PA: P(V/F) Q(V) = V

    PB: R(F) → (~Q(V) ^ M(F)) = V

    PC: Q(V) ⊻ M(F) = V

    --------------------------

    C: P(V/F) ^ R(F) = FALSA (ARGUMENTO INVÁLIDO)

    Percebe-se que não importa como os valores da disjunção exclusiva irão se alocar, os valores das proposições da conclusão sempre apresentarão pelo menos uma proposição falsa no meio da conjunção, tornando-a falsa, logo invalidando o argumento.

  • Não entendi foi nada!!!!!


ID
2462647
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

No triênio 2011-2013, 240 grupos internacionais de pesquisa patentearam seus produtos em pelo menos um dos seguintes países: Brasil, Estados Unidos da América (EUA) e França. Desses grupos, 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França; 27 patentearam seus produtos nos três países; 36 patentearam seus produtos somente no Brasil; 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França; 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil; e 130 patentearam seus produtos na França.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, considerando somente as patentes feitas por esses 240 grupos.

Menos de 60 grupos patentearam seus produtos na França e nos EUA.

Alternativas
Comentários
  • Resolução https://exatasparaconcursos.wordpress.com/2014/12/18/prova-do-inpi-2014/

  • 40 + 27 = 67 nos dois países

    Para quem precisa de uma ajuda na preparação, segue no instagram a página @lt.concursos

    Dicas que me levaram ao 1º lugar na PF!

  • Errado 

    Atenção na interpretação, pois na França e nos EUA é diferente de SOMENTE na França e nos EUA ;) 

    Somente Brasil: 36 
    Brasil e França: 50 
    Brasil e EUA: 60 
    França e EUA: 40 
    Nos três países: 27 

    Quantos grupos patentearam seus produtos na França e nos EUA? 
    França e EUA: 40 + Nos três países: 27 = 67 

  • Olá meu povo!!!

     

    A interpretação do Rinoceronte está equivocada, explico...

     

    Somente Brasil: 36 

    Somente Brasil e França: 50 

    Somente Brasil e EUA: 60 

    Somente França e EUA: 40 

    Nos três países: 27 

    Na França: 130

     

    Percebam que na questão NÃO FALOU SOMENTE 130 NA FRANÇA, portanto, no conjunto onde tem a França deverá ser subtraído de 130 os valores 27, referente aos três países, 50, referente a Brasil e França e 40, referente a Estados Unidos e França, ficando assim: 130-117=13. Logo, a França deverá ter SOMENTE 13.

    Por conseguinte, ficará assim:

    Somente Brasil: 36 

    Somente Brasil e França: 50 

    Somente Brasil e EUA: 60 

    Somente França e EUA: 40 

    Nos três países: 27 

    Somente na França: 13

     

    TOTALIZANDO: 226 PATENTES.

     

    Quantas patentes faltam para 240??

    Resposta: 14

     

    Portanto, 14 é o número de patentes que SOMENTE OS ESTADOS UNIDOS TEM.

    Agora vamos ao enunciado da questão: Quantos grupos patentearam seus produtos na França e nos EUA? 
     

    Resposta: Somente França: 13 + Somente Estados Unidos e França: 40 + Somente Estados Unidos: 14 

    Total: 67

     

    GABARITO ERRADO

     

    Espero ter ajudado.

     

    PORQUE DEUS É O REINO, O PODER E A GLÓRIA, AGORA E PARA SEMPRE, AMÉM...

     

     

  • A sua resolução que está errada Alves Sonhos. 

  • apaga esse comentário alves !!!

  • Se atentar que não tem ''somente'' então conta todos.

  • 13 + 14 + 40 = 67

  • Muita dúvida nessa questão que parece fácil, tem interpretações a mais. Podemos colocar EUA e FRANÇA ou EUA + FRANÇA. Pra mim a CESPE só elabora questão "maliciosa".
  • Vamos desenhar os conjuntos do Brasil, EUA e França, já colocando os 27 grupos que patentearam produtos nos 3 países:

    Vamos agora usar as demais informações, começando por:

    - 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França;

    - 36 patentearam seus produtos somente no Brasil;

    - 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França;

    - 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil;

    Identifique na figura abaixo onde eu posicionei cada uma dessas informações:

    Sabemos ainda que 130 patentearam seus produtos na França. Excluindo os 50, 27 e 40 que já colocamos no conjunto da França, temos 130 – 50 – 27 – 40 = 13 que patentearam somente na França. Com mais essa informação, nosso diagrama fica:

    Veja que coloquei um X para representar aqueles que patentearam somente nos EUA. Como ao todo temos 240 grupos, podemos escrever que:

    240 = 36 + 60 + 27 + 50 + 13 + 40 + X

    240 = 226 + X

    14 = X

    Julgando o item:

    Os grupos que patentearam seus produtos nos EUA e na França são 27 + 40 = 67. Item ERRADO. 

  • Gabarito errado para os não assinantes. Segue o diagrama para quem teve dificuldades.

    http://sketchtoy.com/69052203

  • Gab E

    Vai pegar os valores que compõem França e EUA..

    50 : Brasil e França

    27 : Os três países

    40 : EUA e França

    60: EUA e Brasil

    130 : França

    Total: 240

    50 + 27+ 40+ 60 + 130+ x = 240

    307 x = 240

    x 307 - 240 = 67 grupos.

  • Patenteados nos EUA e França: 67 grupos.

    Patenteados SOMENTE nos EUA e França: 40 grupos.

  • 27+40 = 67

    GAB ERRADO

  • cara até o Prof Luis Teles errou essa questão.. na aula  Aula 8 - Pontos - Chave PCDF 00:27:18 | cod: 146007

  • Essa o Telles errou não é porque é muito difícil, até porque ela tá classificada como fácil no QC, ele errou porque é um vendedor de pseudo método! Otário é quem cai na labia

  • Faça os diagramas

    Para confirmar = (EUA e França) = 67.

  • G-E

    https://sketchtoy.com/69516946

  • Gabarito:Errado

    Principais Dicas:

    • Principais questões são de 2 ou 3 conjuntos.
    • Primeiro acha sempre a intersecção e sai complementando. Ex: A ∩ B = 10; A= 20; B=30. Logo, A tem apenas 10 e B tem apenas 20.
    • Caso não tenha a intersecção? Soma tudo e subtrai do total. Ex: A= 20; B=30; Total= 40. Logo, a intersecção é 50-40=10.
    • E cuidado nas questões que ele fala APENAS, SOMENTE etc.

     

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação juntos !!

  • Após a interpretação da questão, ficará assim:

    Somente BRASIL = 36

    Somente EUA = 14

    Somente FRANÇA = 13

    Somente BRASIL e EUA = 60

    Somente BRASIL e FRANÇA = 50

    Somente FRANÇA e EUA = 40

    BRASIL, EUA e FRANÇA = 27

    TOTAL = 240

    .

    .

    Questão: Menos de 60 grupos patentearam seus produtos na França e nos EUA.

    A questão não falou em SOMENTE, então soma-se a intercecção dos 3 conjuntos (27) + a intercecção de França e EUA (40) = 67

    .

    .

    GABARITO ERRADO

    Obs: apesar do erro do professor Telles, não deixa de ser um ótimo professor. Se consegui resolver essa questão, foi graças aos ensinamentos dele.

  • Imagine o cabra errar uma conta e erra RLM inteiro na prova kkjjj

  • esse SOMENTE é perigoso, fui com Deus nessa questão por ele


ID
2462650
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

No triênio 2011-2013, 240 grupos internacionais de pesquisa patentearam seus produtos em pelo menos um dos seguintes países: Brasil, Estados Unidos da América (EUA) e França. Desses grupos, 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França; 27 patentearam seus produtos nos três países; 36 patentearam seus produtos somente no Brasil; 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França; 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil; e 130 patentearam seus produtos na França.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, considerando somente as patentes feitas por esses 240 grupos.

Mais de 30 grupos patentearam seus produtos somente na França.

Alternativas
Comentários
  • https://exatasparaconcursos.wordpress.com/2014/12/18/prova-do-inpi-2014/

    Resolução

     

  • 13 somente na França

    Para quem precisa de uma ajuda na preparação, segue no instagram a página @lt.concursos

    Dicas que me levaram ao 1º lugar na PF!

  • Alguém sabe me explicar porque na hora de montar os conjuntos é colocado o valor inteiro dos mesmos? Por exemplo, eu aprendi que nestas questões de 3 conjuntos, primeiro preenche-se a informação central, referente aos três (BR, EUA, FR), depois as informações periférias, referente aos dois e dois (BR e EUA, EUA e FR, etc), mas descontando o valor da informação central, e por último as informações particulares, referente aos países isolados (somente BR, somente EUA, etc.) mas também descontando o valor das informações anteriores já preenchidas.

     

    Sempre fiz assim, mas desta vez deu errado. Alguém sabe o motivo? Obrigado!

  • Gabriel é o seguinte os valores reportados na questão estão diretos:

    desta forma fica

    Brasil 36

    EUA 14

    Fran 13

    Br e EUA 60

    BR e Fr 50

    EUA e FR 40

    Os três 27

     

  • BRASIL = 36
    EUA = 14
    FRANÇA = 13
    BRASIL e EUA = 60
    EUA e FRANÇA = 40
    FRANÇA e BRASIL = 50
    TODOS OS TRÊS = 27
    GABARITO: ERRADO.

     

  • Gabriel Vacaro a questão pode te induzir ao erro, eu tbm errei por falta de atenção!

    Vc tem razão ao começar o preenchimento pela informação central, mas observe os detalhes:

    "50 patentearam produtos SOMENTE no Brasil e na França" 

    "40 patentearam seus produtos SOMENTE nos EUA e na França"

    "60 patentearam SOMENTE nos EUA e no Brasil"

    Então esse valores entrarão inteiros no seu diagrama, a partir daí ficará fácil chegar aos 13, que é resultado de quem patenteou produtos somente na França, tornando a questão ERRADA.

     

    .

  • Errado
    .
    240 grupos
    50 somente no Brasil e França
    27 Brasil, EUA, França
    36 somente Brasil
    40 somente EUA e França
    60 somente EUA e Brasil
    130 França
    .
    França: 50+27+40+x = 130
    50+27+40+x = 130
    117 +x = 130
    x=130-117
    x= 13
    .
    Mais de 30 grupos patentearam seus produtos somente na França?
    R: Errado, somente na França são apenas 13.

  • 50: somente Brasil e França

    27: Brasil, EUA e França

    40: somente EUA e França

    x: somente França

    130: França

    50 + 27 + 40 + x = 130

    117 + x = 130

    x = 130 - 117

    x = 13

  • Primeira vez que vi a resposta ser um número distante do número que o cespe trouxe na assertiva.. ¬¬ CESPE não pegue essa mania.

  • Vamos desenhar os conjuntos do Brasil, EUA e França, já colocando os 27 grupos que patentearam produtos nos 3 países:

    Vamos agora usar as demais informações, começando por:

    - 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França;

    - 36 patentearam seus produtos somente no Brasil;

    - 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França;

    - 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil;

    Identifique na figura abaixo onde eu posicionei cada uma dessas informações:

    Sabemos ainda que 130 patentearam seus produtos na França. Excluindo os 50, 27 e 40 que já colocamos no conjunto da França, temos 130 – 50 – 27 – 40 = 13 que patentearam somente na França. Com mais essa informação, nosso diagrama fica:

    Veja que coloquei um X para representar aqueles que patentearam somente nos EUA. Como ao todo temos 240 grupos, podemos escrever que:

    240 = 36 + 60 + 27 + 50 + 13 + 40 + X

    240 = 226 + X

    14 = X

    Julgando o item:

    ERRADO, foram apenas 13 grupos. 

  • Gabarito errado para os não assinantes. Segue o diagrama para quem teve dificuldades.

    http://sketchtoy.com/69052196

  • Gabriel Vacaro, eu também fui orientada a fazer assim, e não deu certo

  • SEM X no meio.

    50+27+40= 117

    Assim = 130( França) - 117= 14 somente na França.

    Esse enunciado está uma m****.

  • Minha contribuição.

    Diagramas de Venn

    Total: 240 grupos 

    36 somente Brasil

    14 somente EUA

    13 somente França

    50 somente no Brasil e França 

    40 somente EUA e França 

    60 somente EUA e Brasil 

    27 Brasil, EUA, França 

    Abraço!!!

  • GAB. E

    Enunciado: "Mais de 30 grupos patentearam seus produtos somente na França."  ERRADO! visto que "somente na França" desconsidera as interseções com os demais Países.

    Caso o enunciado fosse "Mais de 30 grupos patentearam seus produtos na França." o gabarito seria correto, uma vez que consideraria as interseções, totalizando 130 grupos.

  • Faça os diagramas

    Para confirmar: Apenas França = 13

  • Após a interpretação da questão, ficará assim:

    Somente BRASIL = 36

    Somente EUA = 14

    Somente FRANÇA = 13

    Somente BRASIL e EUA = 60

    Somente BRASIL e FRANÇA = 50

    Somente FRANÇA e EUA = 40

    BRASILEUA e FRANÇA = 27

    TOTAL = 240

    .

    Questão: Mais de 30 grupos patentearam seus produtos somente na França.

    Somente FRANÇA = 13

    .

    GABARITO ERRADO


ID
2462653
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

No triênio 2011-2013, 240 grupos internacionais de pesquisa patentearam seus produtos em pelo menos um dos seguintes países: Brasil, Estados Unidos da América (EUA) e França. Desses grupos, 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França; 27 patentearam seus produtos nos três países; 36 patentearam seus produtos somente no Brasil; 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França; 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil; e 130 patentearam seus produtos na França.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, considerando somente as patentes feitas por esses 240 grupos.

Menos de 110 grupos não patentearam nenhum de seus produtos nos EUA.

Alternativas
Comentários
  • https://exatasparaconcursos.wordpress.com/2014/12/18/prova-do-inpi-2014/ REsolução

  • 50 produtos somente no Brasil e na França;

    27 nos tres países;

    36 somente no Brasil;

    40 somente nos EUA e na França;

    60 somente nos EUA e no Brasil;

    130 na frança;

    FAZENDO OS DIAGRAMAS ENCONTREI 13 SOMENTE NA FRANÇA E 14 SOMENTE NOS EUA.

    Somando os resultados dos EUA: 60+27+40+14= 141

    A questão quer saber no total de 240 grupos quantos não patentearam os produtos nos EUA: 240 - 141 = 99

    QUESTÃO CERTA 

     

  • Brasil(36) + França(13) + Brasil e França(50) = 99 não patentearam nos EUA.
    Gabarito: Certo.

  • Certo

    .

    240 grupos
    50 somente no Brasil e França
    27 Brasil, EUA, França
    36 somente Brasil
    40 somente EUA e França
    60 somente EUA e Brasil
    130 França
    .
    França: 50+27+40+x = 130
    50+27+40+x = 130
    117 +x = 130
    x=130-117
    x= 13 (somente na França)

    .

    Excluindo as possibilidades dos EUA sobram: somente no Brasil(36) + somente na França(13) + no Brasil e França(50)  = 99

  • Só eu percebi que a questão está com erro de digitação? No final ela diz 130 na França. Nos coments vejo 13. Quem está 'serto', afinal?

  • Ficou assim:

    https://sketchtoy.com/68894892

  • leidson santos, os 13 na França é a diferença de 130 - as interseções(50+27+40) =13

  • 50: somente Brasil e França

    27: Brasil, EUA e França

    40: somente EUA e França

    x: somente França

    130: França

    50 + 27 + 40 + x = 130

    117 + x = 130

    x = 130 - 117

    x = 13

    50: somente Brasil e França

    36: somente Brasil

    13: somente França

    50 + 36 + 13 = 99

  • Vamos desenhar os conjuntos do Brasil, EUA e França, já colocando os 27 grupos que patentearam produtos nos 3 países:

    Vamos agora usar as demais informações, começando por:

    - 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França;

    - 36 patentearam seus produtos somente no Brasil;

    - 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França;

    - 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil;

    Identifique na figura abaixo onde eu posicionei cada uma dessas informações:

    Sabemos ainda que 130 patentearam seus produtos na França. Excluindo os 50, 27 e 40 que já colocamos no conjunto da França, temos 130 – 50 – 27 – 40 = 13 que patentearam somente na França. Com mais essa informação, nosso diagrama fica:

    Veja que coloquei um X para representar aqueles que patentearam somente nos EUA. Como ao todo temos 240 grupos, podemos escrever que:

    240 = 36 + 60 + 27 + 50 + 13 + 40 + X

    240 = 226 + X

    14 = X

    Julgando o item:

    Os grupos que não patentearam nada nos EUA somam 36 + 50 + 13 = 99. Item CORRETO. 

  • Gabarito certo para os não assinantes, segue o diagrama para quem teve dificuldades.

    http://sketchtoy.com/69052188

  • Rapaz... Não patentearam nenhum?? Isso quer dizer que patentearam algum!

    O correto seria "patentearam nenhum" ou "não patentearam algum"

    A redação da questão não leva a essa resposta!!

  • é só somar todos os que registraram nos EUA que será: 60+27+40+14 = 141, e subtrair do total que é 240.

    fazendo isso, teremos o resultado de 99 que não patentearam nos EUA

  • Total que patentearam nos EUA: 60 + 27 + 40 + 14 = 141.

    240 - 141 = 99 grupos que não patentaram nos EUA.

    Como sei que patentearam apenas 14 somente nos EUA?

    Sei que o total que patentearam na França foram 130, ou seja: 50 + 27 + 40 + X = 130 // X = 13

    Sabendo que na frança patentaram 13 posso fazer dos EUA.

    Se nos 3 países 177 investiram, no BR 36 e na FR 13, então

    240 - 177 - 36 - 13 = 14.

  • SOMENTE...RSS, É MENOS

  • Minha contribuição.

    Diagramas de Venn

    Total: 240 grupos 

    36 somente Brasil

    14 somente EUA

    13 somente França

    50 somente no Brasil e França 

    40 somente EUA e França 

    60 somente EUA e Brasil 

    27 Brasil, EUA, França 

    1° Passo: Retirar os valores que apresentam participação dos EUA.

    2° Passo: Somar o restante.

    36 somente Brasil + 13 somente França + 50 somente Brasil e França = 99

    Abraço!!!

  • 99 não patentearam seus produtos nos EUA.

  • Por que nessa questão não se subtrai o 27?

  • Faça os diagramas

    Para confirmar: 36 + 50 + 13 = 99.

  • Se apenas 1 não patenteou seus produtos nos EUA, a assertiva esta certa, pois, 1 é menor que 110.

  • Após a interpretação da questão, ficará assim:

    Somente BRASIL = 36

    Somente EUA = 14

    Somente FRANÇA = 13

    Somente BRASIL e EUA = 60

    Somente BRASIL e FRANÇA = 50

    Somente FRANÇA e EUA = 40

    BRASILEUA e FRANÇA = 27

    TOTAL = 240

    .

    Questão: Menos de 110 grupos não patentearam nenhum de seus produtos nos EUA.

    Soma-se tudo o que não tem EUA (36+13+50 = 99)

    .

    GABARITO CERTO


ID
2462656
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
INPI
Ano
2014
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

No triênio 2011-2013, 240 grupos internacionais de pesquisa patentearam seus produtos em pelo menos um dos seguintes países: Brasil, Estados Unidos da América (EUA) e França. Desses grupos, 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França; 27 patentearam seus produtos nos três países; 36 patentearam seus produtos somente no Brasil; 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França; 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil; e 130 patentearam seus produtos na França.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir, considerando somente as patentes feitas por esses 240 grupos.

Mais de 170 grupos patentearam seus produtos no Brasil.

Alternativas
Comentários
  • https://exatasparaconcursos.wordpress.com/2014/12/18/prova-do-inpi-2014/

  • Brasil(36) + Brasil e EUA(60) + Brasil e França(50) + os três(270) = 173.
    Gabarito: Certo.

  • Certo

    .

    240 grupos 
    50 somente no Brasil e França 
    27 Brasil, EUA, França 
    36 somente Brasil 
    40 somente EUA e França 
    60 somente EUA e Brasil 
    130 França

    .

    somente no Brasil (36) + somente no Brasil e EUA(60) + somente no Brasil e França(50) + nos três(27) = 173.

  • 50: somente no Brasil e na França

    27: nos três países

    36: somente no Brasil

    60: somente nos EUA e no Brasil

    50 + 27 + 36 + 60 = 173

  • Vamos desenhar os conjuntos do Brasil, EUA e França, já colocando os 27 grupos que patentearam produtos nos 3 países:

    Vamos agora usar as demais informações, começando por:

    - 50 patentearam produtos somente no Brasil e na França;

    - 36 patentearam seus produtos somente no Brasil;

    - 40 patentearam seus produtos somente nos EUA e na França;

    - 60 patentearam somente nos EUA e no Brasil;

    Identifique na figura abaixo onde eu posicionei cada uma dessas informações:

    Sabemos ainda que 130 patentearam seus produtos na França. Excluindo os 50, 27 e 40 que já colocamos no conjunto da França, temos 130 – 50 – 27 – 40 = 13 que patentearam somente na França. Com mais essa informação, nosso diagrama fica:

    Veja que coloquei um X para representar aqueles que patentearam somente nos EUA. Como ao todo temos 240 grupos, podemos escrever que:

    240 = 36 + 60 + 27 + 50 + 13 + 40 + X

    240 = 226 + X

    14 = X

    Julgando o item:

    Os grupos que patentearam produtos no Brasil foram 36+60+27+50 = 173. Item CORRETO.

  • Gabarito certo para os não assinantes, segue o diagrama para quem teve dificuldades.

    http://sketchtoy.com/69052183

  • Fiquem atentos para a palavra SOMENTE.

    A pegadinha está em vc sempre debitar os 27 das interseções.

  • P quem errou o bizu está na palavra "somente"

  • Minha contribuição.

    Diagramas de Venn

    Total: 240 grupos 

    36 somente Brasil

    14 somente EUA

    13 somente França

    50 somente no Brasil e França 

    40 somente EUA e França 

    60 somente EUA e Brasil 

    27 Brasil, EUA, França 

    Brasil = 36 somente Brasil + 50 somente Brasil e França + 60 somente EUA e Brasil + 27 Brasil, EUA, França = 173

    Abraço!!!

  • BR: 14 + 50 + 60 + 27 = 173

    GAB CERTO

  • BRASIL : 36 + 60 + 27 + 50 = 173

  • É só somar os que patentearam no Brasil:

    60+50+36+27= 173.

    Certo.

  • Galera fique atento a palavra SOMENTE, quando comecei fui tirando 27 de todos nas intersecções e ERREI, Pelo amor de Deus CAUTELA gente.

    Até a ANP.

  • CUIDADO com o somente.

  • Por que nessa questão não se subtrai o 27?

  • a banca sacaneou, percebeu que geral ja faz no automatico a retirada do valor das intersecções, então colocou um somente, dessa forma não é para tirar os 27 das intersecções, é so colocar os numeros de forma direta como ja deram no enunciado. passei uns 20 min errando essa p@rra, mas segue o baile.

    domingo é decisão, Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, mengo

  • 'somente' em 1 e em outro, ou seja, jamais subtraia os já existentes

  • Faça os diagramas

    Para confirmar: 36 + 60 + 27 + 50 = 173

  • Após a interpretação da questão, ficará assim:

    Somente BRASIL = 36

    Somente EUA = 14

    Somente FRANÇA = 13

    Somente BRASIL e EUA = 60

    Somente BRASIL e FRANÇA = 50

    Somente FRANÇA e EUA = 40

    BRASILEUA e FRANÇA = 27

    TOTAL = 240

    .

    Questão: Mais de 170 grupos patentearam seus produtos no Brasil.

    A questão não fala em somente, então soma tudo o que tem BRASIL = 36+60+50+27 = 173

    .

    GABARITO CERTO

  • Link http://sketchtoy.com/69884949

  • O tal do "somente" assim para aprender kkk

  • Certo

    http://sketchtoy.com/70176330

  • Alguém sabe me explicar quando vou subtrair o valor da interseção? ou essa regra tirei de vozes da minha cabeça?

  • Como o enunciado enfatiza a palavra "somente", então não é preciso debitar a interseção dos 3 países (27) nas demais situações. A resolução fica assim:

    Brasil, França e EUA = 27

    Brasil e França = 50

    Brasil e EUA = 60

    França e EUA = 40

    Brasil = 36

    França = 13

    EUA = 14

    Grupos que patentearam seus produtos no Brasil = 27+ 50+ 60+ 36 = 173