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Prova CESPE - 2013 - TJ-DFT - Analista Judiciário - Medicina - Psiquiátrica


ID
1313080
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Brasília – DF, 24 de outubro de 2012.

Assunto:   retificação do Relatório Justiça em Números no
                 sítio do Conselho Nacional de Justiça

                 Senhor Presidente,

                Como é do conhecimento de Vossa Excelência, o
Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional
de Justiça oferece aos tribunais a oportunidade de retificarem
os respectivos dados após publicação dos relatórios do
Sistema Justiça em Números. Em abril de 2012, o TJDFT
promoveu, na base de dados desse sistema, a correção de
seus indicadores relativos aos anos de 2009, 2010 e 2011.
               Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010,
publicado no sítio desse Conselho, não se considerou as
correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados
indicadores, o que implicou na apresentação, nesse referido
relatório, de informações equivocadas a respeito desta Corte de
Justiça.
               Como o resultado apresentado não reflete a realidade
da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, solicita-se a
Vossa Excelência a republicação do Relatório Justiça em
Números ou, caso não seja possível, a publicação de erratas
com os dados corretos referentes ao TJDFT.

              Respeitosamente,

                  Desembargador Fulano
                        Presidente do
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios


Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o seguinte item, relativo ao documento oficial acima, reproduzido, com adaptações, do sítio www.tjdft.jus.br.

O documento oficial em tela não respeita algumas características do padrão ofício, como a enumeração dos parágrafos e a identificação do tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão expedidor.

Alternativas
Comentários
  • Tudo bem que isso é redação oficial rs. 

    Gab certo. 

  •  O aviso, o ofício e o memorando devem conter as seguintes partes:

      a) tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede:

      b) local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita:

    c) assunto: resumo do teor do documento

    d) destinatário: o nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação. No caso do ofício deve ser incluído também o endereço.

    e) texto: nos casos em que não for de mero encaminhamento de documentos, o expediente deve conter a seguinte estrutura:

      – introdução, que se confunde com o parágrafo de abertura, na qual é apresentado o assunto que motiva a comunicação. Evite o uso das formas: "Tenho a honra de", "Tenho o prazer de", "Cumpre-me informar que", empregue a forma direta;

      – desenvolvimento, no qual o assunto é detalhado; se o texto contiver mais de uma idéia sobre o assunto, elas devem ser tratadas em parágrafos distintos, o que confere maior clareza à exposição;

      – conclusão, em que é reafirmada ou simplesmente reapresentada a posição recomendada sobre o assunto.

      Os parágrafos do texto devem ser numerados, exceto nos casos em que estes estejam organizados em itens ou títulos e subtítulos.

      f) fecho (v. 2.2. Fechos para Comunicações);

      g) assinatura do autor da comunicação; e

      h) identificação do signatário (v. 2.3. Identificação do Signatário).

  • CERTO.

    O documento está fora do padrão ofício porque não respeita a enumeração dos parágrafos e a identificação do tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão expedidor.

  • ® Parágrafo:

    ü espaçamento entre parágrafos: 6 pontos

    ü recuo de parágrafo: 2,5 da esquerda

    numeração de parágrafo: apenas quando tiver 3 ou mais. 


ID
1313083
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Brasília – DF, 24 de outubro de 2012.

Assunto:   retificação do Relatório Justiça em Números no
                 sítio do Conselho Nacional de Justiça

                 Senhor Presidente,

                Como é do conhecimento de Vossa Excelência, o
Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional
de Justiça oferece aos tribunais a oportunidade de retificarem
os respectivos dados após publicação dos relatórios do
Sistema Justiça em Números. Em abril de 2012, o TJDFT
promoveu, na base de dados desse sistema, a correção de
seus indicadores relativos aos anos de 2009, 2010 e 2011.
               Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010,
publicado no sítio desse Conselho, não se considerou as
correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados
indicadores, o que implicou na apresentação, nesse referido
relatório, de informações equivocadas a respeito desta Corte de
Justiça.
               Como o resultado apresentado não reflete a realidade
da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, solicita-se a
Vossa Excelência a republicação do Relatório Justiça em
Números ou, caso não seja possível, a publicação de erratas
com os dados corretos referentes ao TJDFT.

              Respeitosamente,

                  Desembargador Fulano
                        Presidente do
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios


Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o seguinte item, relativo ao documento oficial acima, reproduzido, com adaptações, do sítio www.tjdft.jus.br.

Devido ao fato de a autoridade a que se destina o documento ser tratada por “Vossa Excelência”, o endereçamento abaixo estaria adequado para figurar no envelope do expediente em questão.
A Sua Excelência o Senhor
Ministro Cicrano
Corregedor Nacional de Justiça
Anexo I – Supremo Tribunal Federal, Praça dos Três Poderes
CEP 70.175-901 – Brasília. DF

Alternativas
Comentários
  • Complementando as informações do Gabriel Lengruder. A forma correta neste caso é:


    Ao Excelentíssimo Senhor
    Ministro Cicrano
    Corregedor Nacional de Justiça
    Anexo I – Supremo Tribunal Federal, Praça dos Três Poderes
    CEP 70.175-901 – Brasília. DF 


    Item 19. Gabarito Preliminar: C. Gabarito Definitivo: E. Deferido com alteração.

    Apesar de tecnicamente correto, o endereçamento está em desacordo com o vocativo empregado no ofício, uma vez que, de acordo com o §1º e o § 5º do art. 103-B da Constituição Federal, o Conselho Nacional de Justiça é presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal e a função de Ministro-Corregedor é exercida pelo Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Portanto, opta-se por alterar o gabarito do item.

  • O gabarito foi alterado somente porque o Presidente do CNJ não é o Corregedor Nacional de Justiça?

  • Se o cargo de Corregedor Nacional de Justiça é exercido pelo Ministro do STJ,  e o cargo de Presidente do CNJ é exercido pelo Presidente do STF, então o correto seria a forma abaixo:

    Ao Excelentíssimo Senhor 
    Ministro Cicrano 
    Presidente do Conselho Nacional de Justiça
    Anexo I – Supremo Tribunal Federal, Praça dos Três Poderes 
    CEP 70.175-901 – Brasília. DF

  • ManúuH,

     

    O seu comentário está incorreto. Continuaria "A Sua Excelência o Senhor". No endereçamento, não se usa vocativo (Excelentíssimo).

     

    Tal termo é usado para vocativos referentes somente aos Chefes de Poder:

     

    "Excelentíssimo Senhor Presidente da República, "

    "Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional, "

    "Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal, "

     

    **Não confundam vocativo com destinatário! (Embora se tratem da mesma pessoa, os termos empregados são diferentes)

  • cuidado gente! muitos comentários errados!!! isso gera muita insegurança, pq normalmente acreditamos no que está escrito aqui! tenham cautela sempre!!!

    "A sua  excelencia o senhor" no envelope está correto! tanto para ministro quando para presidente do supremo.

    o erro é somente se dirigir a ele como um simples ministro corregedor, quando na verda ele é o Presidnete! só isso! por isso a cespe alterou o gabarito!

  • Acho q tem coisa errada nesse formato de destinario.
  • Me parece que essa banca faz tantas pegadinhas tentando derrubar os candidados que frqequentemente ela própria escorrega em suas cascas de banana.

    Só me resta dizer que acho lastimável uma banca séria ter de ficar alterando gabarito ou anulando suas questões. Dá a impressão que as coisas não foram feitas com a seriedade e honestidade necessárias! Parece que sobra imaginação por parte de quem as elabora, mas o mesmo não se pode dizer da competência!!!

  •  houve um equívoco no cargo do destinatário no endereçamento. O correto é Presidente do Conselho Nacional de Justiça e não Corregedor Nacional de Justiça. Mas aí vocês perguntam: como eu sei que o cargo correto é Presidente do CNJ? Bom, "Presidente" está descrito no vocativo. Para saber que é do CNJ basta ler o corpo do texto e verificará, além do contexto, que há menção a esse órgão no seguinte trecho: "...publicado no sítio desse Conselho...". Então o endereçamento correto seria:

     

    A Sua Excelência o Senhor

    Ministro Cicrano Corregedor Nacional de Justiça Presidente do Conselho Nacional de Justiça
    Anexo I – Supremo Tribunal Federal, Praça dos Três Poderes
    CEP 70.175-901 – Brasília. DF

     

    Ressalto que o vocativo empregado está, também, incorreto. Como o destinatário é Chefe de Poder (Judiciário - Presidente do CNJ = Presidente do STF - §1º do art. 103-B da CF) o vocativo correto é Excelentíssimo Senhor Presidente (ou  Excelentíssimo Senhor Presidente do Conselho Nacional de Justiça).

  • KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    aiai


ID
1313086
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Brasília – DF, 24 de outubro de 2012.

Assunto:   retificação do Relatório Justiça em Números no
                 sítio do Conselho Nacional de Justiça

                 Senhor Presidente,

                Como é do conhecimento de Vossa Excelência, o
Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional
de Justiça oferece aos tribunais a oportunidade de retificarem
os respectivos dados após publicação dos relatórios do
Sistema Justiça em Números. Em abril de 2012, o TJDFT
promoveu, na base de dados desse sistema, a correção de
seus indicadores relativos aos anos de 2009, 2010 e 2011.
               Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010,
publicado no sítio desse Conselho, não se considerou as
correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados
indicadores, o que implicou na apresentação, nesse referido
relatório, de informações equivocadas a respeito desta Corte de
Justiça.
               Como o resultado apresentado não reflete a realidade
da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, solicita-se a
Vossa Excelência a republicação do Relatório Justiça em
Números ou, caso não seja possível, a publicação de erratas
com os dados corretos referentes ao TJDFT.

              Respeitosamente,

                  Desembargador Fulano
                        Presidente do
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios


Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o seguinte item, relativo ao documento oficial acima, reproduzido, com adaptações, do sítio www.tjdft.jus.br.

O conteúdo e a estrutura do documento estão adequados para uma exposição de motivos, pois propõem a uma autoridade hierarquicamente superior sugestão de medida a ser adotada: a retificação de informações constantes no Relatório Justiça em Números 2010.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Errado.


    4. Exposição de Motivos

    4.1. Definição e Finalidade


    Exposição de motivos é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para:


      a) informá-lo de determinado assunto;

      b) propor alguma medida; ou

      c) submeter a sua consideração projeto de ato normativo.


    Em regra, a exposição de motivos é dirigida ao Presidente da República por um Ministro de Estado.


    Nos casos em que o assunto tratado envolva mais de um Ministério, a exposição de motivos deverá ser assinada por todos os Ministros envolvidos, sendo, por essa razão, chamada de interministerial.

  •         A exposição de motivos, de acordo com sua finalidade, apresenta duas formas básicas de estrutura: uma para aquela que tenha caráter exclusivamente informativo e outra para a que proponha alguma medida ou submeta projeto de ato normativo.

      No primeiro caso, o da exposição de motivos que simplesmente leva algum assunto ao conhecimento do Presidente da República, sua estrutura segue o modelo antes referido para opadrão ofício.   Já a exposição de motivos que submeta à consideração do Presidente da República a sugestão de alguma medida a ser adotada ou a que lhe apresente projeto de ato normativo – embora sigam também a estrutura dopadrão ofício –, além de outros comentários julgados pertinentes por seu autor.

    A exposição de motivos é a principal modalidade de comunicação dirigida ao Presidente da República pelos Ministros

  • EXPOSIÇÃO  DE MOTIVOS 

    EM (de trás pra frente) <-------------- ME = Ministros de Estado

     

  • ERRADO.

    A exposição de motivos deve ser de um Ministro para o Presidente da República. Na questão quem está propondo é um desembargador por isso alternativa errada.

  • com relação ao conteúdo cabe ressaltar que evita-se o uso de negrito.

  • O conteúdo e a estrutura do documento estão aquedaquados para um MEMORANDO.

  • Só pelo vocativo já pode ser considerada errada a questão , nesse caso seria correto : Excelentíssimo senhor presidente

  • Assertiva ERRADA.

    Observações na questão:

    1. Na exposição de motivos NÃO consta assunto.

    2. A exposição de motivos é o expediente dirigido por um Ministro de Estado ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente.

  • Modelo:

    Em N°38/2019/ME

    Local e data

    Vocativo,

    1. texto........................................ .
    2. Texto....................................... .
    3. Texto....................................... .

    Respeitosamente,

    Nome

    Cargo

  • A exposição de motivos deve ser de um ou mais Ministros para o Presidente da República. Na questão quem está propondo é um desembargador, o que torna a assertiva errada. O vocativo também não está em conforme, pois deveria ser excelentíssimo senhor presidente.

  • Um adendo ao comentário abaixo, agora o vocativo para o Presidente da República é "Senhor", mas na época dessa questão havia o "excelentíssimo". Cuidado ao fazer questões antigas!


ID
1313089
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Brasília – DF, 24 de outubro de 2012.

Assunto:   retificação do Relatório Justiça em Números no
                 sítio do Conselho Nacional de Justiça

                 Senhor Presidente,

                Como é do conhecimento de Vossa Excelência, o
Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional
de Justiça oferece aos tribunais a oportunidade de retificarem
os respectivos dados após publicação dos relatórios do
Sistema Justiça em Números. Em abril de 2012, o TJDFT
promoveu, na base de dados desse sistema, a correção de
seus indicadores relativos aos anos de 2009, 2010 e 2011.
               Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010,
publicado no sítio desse Conselho, não se considerou as
correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados
indicadores, o que implicou na apresentação, nesse referido
relatório, de informações equivocadas a respeito desta Corte de
Justiça.
               Como o resultado apresentado não reflete a realidade
da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, solicita-se a
Vossa Excelência a republicação do Relatório Justiça em
Números ou, caso não seja possível, a publicação de erratas
com os dados corretos referentes ao TJDFT.

              Respeitosamente,

                  Desembargador Fulano
                        Presidente do
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios


Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o seguinte item, relativo ao documento oficial acima, reproduzido, com adaptações, do sítio www.tjdft.jus.br.

De acordo com as disposições do MRPR, seria correto substituir a oração “Como é do conhecimento de Vossa Excelência” tanto por Como Vossa Excelência foi informada quanto por Como Vossa Excelência foi informado.

Alternativas
Comentários
  •     Quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é "Vossa Excelência está atarefado", "Vossa Senhoria deve estar satisfeito"; se for mulher, "Vossa Excelência está atarefada", "Vossa Senhoria deve estar satisfeita".

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm

  • Gabarito definitivo da banca ficou como ERRADO!

  • Acredito que seja porque no início do texto se lê "Senhor Presidente", logo, é uma figura masculina; sendo aceito apenas, portanto, "Como Vossa Excelência foi informado". 


  • Desta vez creio que o excelente Professor Alexandre Soares se equivocou.

    Conforme o Manual, na parte 2.1.2. Concordância com os Pronomes de Tratamento, temos:


    Já quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é "Vossa Excelência está atarefado", "Vossa Senhoria deve estar satisfeito"; se for mulher, "Vossa Excelência está atarefada", "Vossa Senhoria deve estar satisfeita".


    Fonte: MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm

  • ERRADO.

    Só poderia ser substituído por "Como Vossa Excelência foi informado", para concordar com Senhor Presidente.

  • Fiquei sem entender o comentário do professor. Que eu saiba a concordância seria com o sexo da pessoa.
  • Rodrigo Rodriguez vc confundiu adjetivo com o que acontece na questão ((particípio dentro de uma estrutura parecida com uma locução verbal --- parecida pq é uma oração reduzida de particípio)),

    lembrando:

    PARTICÍPIO indica uma ação praticada por alguém >> "O presidente FOI informado de algo por alguém."

    ao passo que adjetivo indica mera qualidade do substantivo >> "O presidente é uma pessoa informada."

  • De acordo com as disposições do MRPR, seria correto substituir a oração “Como é do conhecimento de Vossa Excelência” tanto por Como Vossa Excelência foi informada quanto por Como Vossa Excelência foi informado.

    ERRADO,

    "Senhor Presidente" é um homem, deve concordar com o gênero da pessoa.

    Feminino -> Como Vossa Excelência foi informada

    Masculino -> Como Vossa Excelência foi informado.

  • O que causou o erro no geral não foi nem o desconhecimento da regra , mas sim a identificação do gênero sexual do Presidente , mas como Inacio Muniz Franco Neto disse , ''Senhor Presidente'' indica que se trata de um homem .

  • Vossa Excelência foi informada = Mano, tu é?


ID
1313092
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Brasília – DF, 24 de outubro de 2012.

Assunto:   retificação do Relatório Justiça em Números no
                 sítio do Conselho Nacional de Justiça

                 Senhor Presidente,

                Como é do conhecimento de Vossa Excelência, o
Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional
de Justiça oferece aos tribunais a oportunidade de retificarem
os respectivos dados após publicação dos relatórios do
Sistema Justiça em Números. Em abril de 2012, o TJDFT
promoveu, na base de dados desse sistema, a correção de
seus indicadores relativos aos anos de 2009, 2010 e 2011.
               Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010,
publicado no sítio desse Conselho, não se considerou as
correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados
indicadores, o que implicou na apresentação, nesse referido
relatório, de informações equivocadas a respeito desta Corte de
Justiça.
               Como o resultado apresentado não reflete a realidade
da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, solicita-se a
Vossa Excelência a republicação do Relatório Justiça em
Números ou, caso não seja possível, a publicação de erratas
com os dados corretos referentes ao TJDFT.

              Respeitosamente,

                  Desembargador Fulano
                        Presidente do
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios


Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o seguinte item, relativo ao documento oficial acima, reproduzido, com adaptações, do sítio www.tjdft.jus.br.

Para se adequar o parágrafo iniciado pela expressão “Entretanto” ao padrão culto exigido nas comunicações oficiais, seria suficiente reescrever a oração “não se considerou as correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores” da seguinte forma: não foram consideradas as correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores.

Alternativas
Comentários
  • Existe ainda outro erro que é quanto à regência do verbo "implicar".

    Implicar - VTD - acarretar
    Implicar - VTI  - bulling

    Portanto o correto é:

    Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010, publicado no sítio desse Conselho, não foram consideradas as correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores, o que implicou a apresentação, nesse referido relatório, de informações equivocadas a respeito desta Corte de Justiça.


  • Depois de quebrar a cuca, e assistir ao vídeo do prof, compreendi. Ou seja, pelo que entendi, tal reescritura não é SUFICIENTE para tornar a escrita culta, mas sim o texto como um todo, e a regência do verbo "implicar" está errada. 

    Excelente questão.

  • Gente, fiquei com dúvida em relação ao "desta" na última linha do parágrafo em questão. Há algum erro?

  • Mah, espero que isto responda tua dúvida:


    PRONOMES DEMONSTRATIVOS: 

    São pronomes que situam o ser no espaço e no tempo, tomando como ponto de referência as pessoas gramaticais. 

    ✗ (D)este – (d)esta – (d)isto: indicam que o ser está perto do falante. Ex.: "(...) a respeito desta (perto do falante) Corte de
    Justiça." 

    ✗ Esse – essa – isso: indicam que o ser está perto do ouvinte. Também são empregados com segunda referência a pessoa ou coisa. Ex.: Antonio Moraes foi contratado em 1990 para o setor de RH. Esse funcionário... 

    ✗ Aquele – aquela – aquilo: indicam que o ser está afastado do falante e do ouvinte. Ex.: Feche aquela porta (aquela lá). 


    Na minha opinião, não há erro. Ele subentende estar falando sobre a corte a qual ele preside (TJDFT). 


    Fonte bibliográfica: http://www.vitoria.es.gov.br/arquivos/20090916_manual_redacao_oficial.pdf

  • ERRADO.

    O termo "o que implicou na apresentação" está errado porque nesse caso o verbo não pede preposição.

  • Questão complicada. Por partes:

     

    Segundo parágrafo:

     

    Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010, publicado no sítio desse Conselho, não se considerou as correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores, o que implicou na apresentação, nesse referido relatório, de informações equivocadas a respeito desta Corte de Justiça.

     

    Enunciado:

     

    Para se adequar o parágrafo iniciado pela expressão "Entretanto" ao padrão culto exigido nas comunicações oficiais, seria suficiente reescrever a oração "não se considerou as correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores" da seguinte forma: "não foram consideradas as correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores".

     

    Gab: E.

     

    Embora o trecho não foram consideradas as correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores esteja correto, o trecho o que implicou na apresentação está errado, pois implicar no sentido de acarretar é VTD. 

     

    A reescrita estaria correta desse modo:

     

    Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010, publicado no sítio desse Conselho, não foram consideradas as correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores, o que implicou a apresentação, nesse referido relatório, de informações equivocadas a respeito desta Corte de Justiça.

  • Para se adequar o parágrafo iniciado pela expressão “Entretanto” ao padrão culto exigido nas comunicações oficiais, seria suficiente reescrever a oração...

    Não seria suficiente para adequar todo o parágrafo visto que temos erros gramaticais logo após a proposta sugerida.

    Questão muito boa. Cobra atenção do candidato para o que está se pedindo: "todo o parágrafo".


ID
1313095
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Com relação ao ambiente Windows e a aplicativos de edição de textos e de navegação na Internet, julgue o item a seguir.


No Windows XP, a função de gerenciamento do computador permite que diversas atividades de manutenção em computadores locais e remotos sejam realizadas, como, por exemplo, gerenciar recursos compartilhados, visualizar usuários conectados e interromper serviços do sistema.

Alternativas
Comentários
  • Correto.

    Disponível em botão Iniciar, Painel de Controle, Ferramentas do Sistema, o Gerenciamento do Computador.

  • CORRETO!

    No win 7 também é poss´vel. Vá em meu Iniciar, Painel de controle, Sistemas e segurança,Central de ações.

  • Prezados,

    O Gerenciamento do computador é uma coleção de ferramentas administrativas do Windows que podem ser usadas para gerenciar um computador local ou remoto. As ferramentas estão organizadas em um único console, o que facilita a exibição de propriedades administrativas e a obtenção de acesso às ferramentas necessárias para realizar tarefas de gerenciamento do computador. 

    Fonte : https://support.microsoft.com/pt-br/kb/308423

    Portanto a questão está correta.

  • GABARITO: CERTO

    No Windows 10 essa opção está presente abrindo a pasta: 'ESTE COMPUTADOR' guia: 'COMPUTADOR' grupo: 'SISTEMA' botão: 'GERENCIAR'

  • A função do Windows em nosso computador: controlar todas as funções da nossa máquina, tanto o hardware quanto o software.

    CERTO

  • Cespe 2013

    No Windows XP, áreas de trabalho, como discos locais, impressoras e pastas de arquivos, podem ser compartilhadas para serem acessadas por outros usuários e sistemas, por meio da opção Meus Locais de Rede.


ID
1313098
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Com relação ao ambiente Windows e a aplicativos de edição de textos e de navegação na Internet, julgue o item a seguir.


No Windows, quando um ícone associado a um arquivo for arrastado para um disco diferente do atual, será criada uma cópia do arquivo, sendo mantido o arquivo no disco de origem.

Alternativas
Comentários
  • Correto. Com o mouse: mesma unidade, mover. Unidades diferentes, copiar.Com o mouse + CTRL - sempre copia. Com o mouse + SHIFT - sempre move. Com o mouse + ALT - criar atalho.
  • QUESTÃO CORRETA.

    Acrescentando:

    Arrastando parte do documento, no WORD.

    Arrastar com SHIFT = move.

    Arrastar com CTRL = copia.


  • Prezados,

    Ao arrastarmos um arquivo para uma pasta em outro disco, a primeira opção dada pelo Windows será de copiar o arquivo e não de mover. Para movermos o arquivo para outro disco, devemos clicar no arquivo pressionando a tecla Shift.

    Portanto a questão está correta.

  • E se esse ícone associado a um arquivo for um atalho? Não ocorrerá o que a questão fala. 

  • Pelo gabarito a resposta é Correta, mas ao testar no computador, ele não COPIOU de verdade... o que houve foi um CORTE, logo que ele deixa de existir na pasta anterior.

    A Questão não associa a alguma tecla como o Ctrl ou Shift.

    E agora?

  • Quando o documento é arrastado na mesma unidade de disco ele é movido(recortado)


    Quando o documento é arrastado para unidade de disco diferente ele é copiado

  • CERTO

     

    Macete : Mesma unidade = Mover   / Unidades diferentes copia
    Arrastar + CTRL = Copiar 
    Arrastar + ALT = Atalho ( apenas o atalho é copiado) 

     

    CONTINUE ESTUDANDO , VAI CHEGAR A SUA VEZ!!

  • Esses comentários abaixo de nada servem para os que não manjam muito em informática, como eu por exemplo.

    Para compreender a questão siga os passos abaixo:

    Insira um pendrive no PC e tente arrastar um arquivo do pc para o Pendrive ou vice versa, assim compreenderão a questão.

  • Comentários
    Note bem, quando é falado de ícone do arquivo, não está sendo falado de um atalho para o arquivo. Esta questão está falando especificamente do modo de gerenciamento de arquivos e pastas do Sistema Operacional Windows, e quando se arrasta um ícone do arquivo entre unidades de disco diferentes, por padrão o Sistema Operacional Windows cria uma cópia do mesmo na unidade de disco destino. No entanto, se a questão estivesse falando de arrastar o ícone entre pastas diferentes em uma mesma unidade de disco, não seria criada uma cópia do arquivo, no caso ele seria movido da pasta origem para a pasta destino.
    Gabarito: item correto.

     

    Fonte: Patrícia lima Quintão, Ponto dos Concursos

  • Gabarito: correto

    No Windows Explorer, quando se arrasta um arquivo de um local para outra unidade diferente da atual (por exemplo ao copiar do disco rígido para o pendrive), uma cópia desse arquivo é criada no novo local e a antiga permanece guardada no local de origem; quando arrastado para a mesma unidade, o arquivo é movido.

    Fonte: PDF do estratégia

  • Mesma unidade: Move

    Unidades diferentes: Copia

     

    Ctrl pressionado: cópia criada

    Shift pressionado: item movido

    Alt pressionado: atalho criado

  • e igual quando vc arrasta um arquivo e coloca no pen driver

  • Gabarito: Certo.

    A questão abordou arrastar para unidades diferentes. Exemplo: c:\ para d:\. Arrastando para unidades diferentes, o arquivo será COPIADO

  • Minha contribuição.

    Sistema Operacional Windows

    Arrasto

    Na mesma unidade => Move

    Em unidade diferentes => Copia

    Arrasto + Tecla

    Arrasto+CTRL => Copia

    Arrasto+ALT => Atalho

    Arrasto+SHIFT => Move

    Abraço!!!

  • Se eu arrasto para o MESMO DISCO: o arquivo é movido, não é criada uma cópia.

    Se eu arrasto para DISCOS DIFERENTES: o aquivo é copiado, ou seja, não é apagado do local de origem.

  • O que me pegou nessa questão foi o termo "ícone associado a um arquivo", de alguma forma associei "ícone" com uma forma de atalho.

    Mas o cerne da questão é a transferência de arquivos em unidades diferentes, que no caso há copia de arquivo.

  • Gabarito: CERTO.

    Outras operações são possíveis de serem realizadas com o auxílio do mouse. São elas:

    Arrastar com a tecla SHIFT pressionada = MOVER

    Arrastar com a tecla CTRL pressionada = COPIAR

    #pertenceremos

  • se ele copiar sim estará lá o arquivo na pasta de origem, agora se ele recortar não estará lá!

    Ctrl+C-->Copiar

    Ctrl+V-->Colar

    Ctrl+X-->recortar

    obs: algum erro me corrigem!

  • Uma informação importante caso o examinador queira aprofundar mais um pouco:

    Essa propriedade vale também para particões criadas em um disco.

    Ex: Tenho um HD de 500 GB e divido 250 gb para a particação C: (P/ o Sistema Operacional) e 250 gb para a partição D( P/Arquivos pessoais)

    Se eu arrastar um arquivo do Disco D para o disco D --> Vai mover (Mesma partição)

    Se eu arrastar um arquivo do Disco C para o disco D --> Vai copiar (Partições diferentes)

  • Lembrar:

    Documento é arrastado na mesma unidade de disco ele é movido(recortado)

    Documento é arrastado para unidade de disco diferente ele é copiado

  • Pra fixar:

    Mesma unidade: move.

    Unidades diferentes: copia.

    Pressionando SHIFT: move, independente das unidades.

    Pressionando CRTL: copia, independente das unidades.

    Pressionando ALT: cria atalho.

  • Unidades Diferentes: o arquivo é copiado

    Unidades Iguais: o arquivo é movido  

    Gabarito: Certo

  • Certo!

    Pra entender bem quando copia o arquivo ou não, pode-se pensar sempre na questão da redundância. O Windows "tende a evitar a repetição do arquivo" no mesmo disco, por isso, quando o usuário arrasta o arquivo dentro do mesmo disco, o arquivo é movido. Quando o usuário usuário arrasta o arquivo para um disco diferente, o arquivo é copiado.

  • Certo!

    Mesma unidade = MOVER

    Unidade diferente = COPIAR

  • Gabarito: Correto

    Arrasto:

    • Na mesma unidade: Move;
    • Em unidade diferente: Copia;

    Arrasto + Tecla:

    • Arrasto + Ctrl: Copia
    • Arrasto + Alt: Atalho
    • Arrasto + Shift: Move

    Ex: Questão

    (MPE/AL 2018) No Windows 10, se um arquivo localizado na pasta C:\Documentos for arrastado com o mouse para o diretório destino C:\TEMP e, simultaneamente, a tecla SHIFT for pressionada, o arquivo será:

    a) movido para o destino.

    b) mantido onde está, porém, uma cópia será criada na pasta destino.

    c) mantido onde está, porém, um atalho para este arquivo será criado na pasta destino.

    d) movido para o destino, porém, um atalho será criado na área de trabalho para este

    arquivo.

    e) enviado para a lixeira.


ID
1313101
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Com relação ao ambiente Windows e a aplicativos de edição de textos e de navegação na Internet, julgue o item a seguir.


O Word possui recurso de inserir, de forma automática, sem interferência do usuário, índice no documento em edição, o que é feito quando são reconhecidos os títulos dos itens do documento.

Alternativas
Comentários
  • Errado. Para a inserção automática de um sumário (índice), serão reconhecidos os estilos dos itens do documento (como título, título1, título2, sub-título, etc)

  • O erro está em "sem interferência do usuário", pois para o Word reconhecer quais são os títulos do documento, você precisa especificar (aba Página Inicial, grupo Estilo)

  • Assertiva CORRETA. 


    Comentário: no Word 2013, após definir um título com o estilo "Titulo 1" por exemplo, é necessário ir até o sumário e clicar em "Atualizar índices" para que os novos títulos adicionados sejam adicionados no sumário. 

  • Errado. O word possui recurso de inserir, de forma automática um índice no documento em edição, no entanto é necessário que o usuário dê o comando de inserção, indo na guia de referências, clicando em sumário e escolhendo o tipo de sumário e o local em que o mesmo irá ficar no documento. 


    1001 questões comentadas de informática. 2015. Patricia Lima Quintão.

  • Prezados,

    Os índices do Word são feitos com o reconhecimento de estilos e não de títulos. 

    Fonte : https://support.office.com/pt-br/article/Criar-ou-...

    Portanto a questão está errada.

  • O Word possui recurso de inserir, de forma automática, sem interferência do usuário, índice no documento em edição, o que é feito quando são reconhecidos os títulos (estilos no lugar de títulos) dos itens do documento.

    ERRADO

     

  • ERRADO

     

    O Word possui recurso de inserir, de forma automática, sem interferência do usuário.

     

    É necessária a interferência do usuário para que o Word trabahe a inserção (imagens, documentos, índices, tabela, etc). 

  • Errado. Para a inserção automática de um sumário (índice), serão reconhecidos os estilos dos itens do documento (como título, título1, título2, sub-título, etc).

    Fonte: Fernando Nishimura.

  • o comentário do professor do qc e o comentário com mais curtidas divergem. e agora?

  • Para que o usuário utilize da ferramenta de criação de índices que o Word dispõe, ele precisa ter formatado o arquivo previamente, isto é, para que a ferramenta funcione de maneira adequada, o usuário teve que interferir previamente ao comando.

    Além disso, o usuário escolhe o formato do índice, com isso, o Word faz a criação dele.

    Com isso, é necessário que o usuário intervenha.

    Redação do item é um pouco complicada, mas o item é, de fato, errado.

    Bons estudos!

  • Minha contribuição.

    Word

    Principais teclas de atalho:

    CTRL+A = Abrir

    CTRL+B = Salvar

    CTRL+C = Copiar

    CTRL+D = Caixa de diálogos do Grupo Fonte

    CTRL+E = Centralizar

    CTRL+G = Alinhar à direita ''gireita''

    CTRL+I = Itálico

    CTRL+J = Justificar

    CTRL+K = Inserir hiperlink

    CTRL+L = Localizar

    CTRL+N = Negrito

    CTRL+O = Novo ''Outro''

    CTRL+P = Imprimir

    CTRL+Q = Alinhar à esquerda

    CTRL+R = Refazer

    CTRL+S = Sublinhar

    CTRL+T = Selecionar tudo

    CTRL+U = Substituir

    CTRL+V = Colar

    CTRL+W = Fechar

    CTRL+X = Recortar

    CTRL+Z = Desfazer

    Fonte: Estratégia

    Abraço!!!

  • Errado. Para a inserção automática de um sumário (índice), serão reconhecidos os estilos dos itens do documento (como título, título1, título2, sub-título, etc)


ID
1313104
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

No que se refere à segurança da informação, julgue o item que se segue.


Worm é um software que, de forma semelhante a um vírus, infecta um programa, usando-o como hospedeiro para se multiplicar e infectar outros computadores.

Alternativas
Comentários
  • Worm não precisa ser hospedeiro. O conceito acima poderia ser de vídrus

  • Um worm é um software semelhante a um vírus de computador, no entanto ele não infecta um programa e o usa como hospedeiro, ele é auto-replicante. Quando digo auto-replicante, quero dizer que ele cria cópias funcionais de si mesmo e infecta outros computadores.

    (Prof Patrícia Quintão - Ponto dos Concursos)

  • ERRADO.

    Segundo o CERT.BR,"Diferente do vírus, o worm não se propaga por meio da inclusão de cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos, mas sim pela execução direta de suas cópias ou pela exploração automática de vulnerabilidades existentes em programas instalados em computadores."


    http://cartilha.cert.br/malware/

  • Prezados,

    O Worm é um tipo de código malicioso. É um programa capaz de se propagar automaticamente pelas redes, enviando cópias de si mesmo de computador para computador. Diferentemente do vírus, o Worm não embute cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos e não necessita ser explicitamente executado para se propagar, sua propagação se da por meio da exploração de vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de programas instalados em computadores.

    Portanto a questão está errada.

  • GABARITO: ERRADO

     

    Não é verdade. Worms são programas parecidos com vírus, mas que na verdade são capazes de se propagarem automaticamente através de redes, enviando cópias de si mesmo de computador para computador (observe que os worms apenas se copiam, não infectam outros arquivos, eles mesmos são os arquivos!!). Além disso, geralmente utilizam as redes de comunicação para infectar outros computadores (via e mails, Web, FTP, redes das empresas etc).

     

    Prof. Lênin e Júnior - Estratégia Concursos

  • Comentários

    Um worm é um software semelhante a um vírus de computador, no entanto ele não infecta um programa e o usa como hospedeiro, ele é auto-replicante. Quando digo auto-replicante, quero dizer que ele cria cópias funcionais de si mesmo e infecta outros computadores.

    Gabarito: item errado.

     

    Fonte: Prof.: Patrícia Quintão, Ponto dos Concursos.

  • Macete pra nunca mais esquecer:

    Vírus não é considerado um ser vivo, pois é um RNA em uma cápsula de proteína. Precisa de uma célula pra infectar para ser ativado.

    Worm é um verme que normalmente é assexuado e consegue se auto-replicar sem hospedeiro.

  • Worm não precisa ser hospedeiro

  • Worm é realmente um software (malicioso), no entanto ele não infecta programas para utilizá-lo

    como hospedeiro. Na verdade, ele pode se autorreplicar na rede sem a necessidade de um

    hospedeiro. Diferente do vírus, o worm não se propaga por meio da inclusão de cópias de si mesmo

    em outros programas ou arquivos, mas sim pela execução direta de suas cópias ou pela exploração

    automática de vulnerabilidades existentes em programas instalados em computadores.

  • GAB E

    WORM NÃO PRECISA DE HOSPEDEIRO

  • Gabarito: ERRADO

    Worm é realmente um software (malicioso), no entanto ele não infecta programas para utilizá-lo como hospedeiro. Na verdade, ele pode se autorreplicar na rede sem a necessidade de um hospedeiro. Diferente do vírus, o worm não se propaga por meio da inclusão de cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos, mas sim pela execução direta de suas cópias ou pela exploração automática de vulnerabilidades existentes em programas instalados em computadores.

    Fonte: ESTRATÉGIA CONCURSOS

  • GAB E

    O worm não usa um hospedeiro; ele é pleno. De modo contrário, o vírus busca um hospedeiro. Vale destacar que ambos podem criar cópias de si mesmos e infectarem outros computadores.

    Porém, os worms exploram vulnerabilidades e falhas de segurança na rede.

    PDF GRAN

  • Worm é um verme, ele executa diretamente suas cópias explorando AUTOMATICAMENTE as vulnerabilidades existentes, portanto, não precisa de hospedeiro.

  • ERRADO

    Virus: Precisa de um hospedeiro

    Worm: Não precisa de um hospedeiro

  • Parei de ler quando a questão falou que atuam de formas semelhantes.

    virus precisa de hospedeiro.

    worm nao precisa de hospedeiro.


ID
1313107
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

No que se refere à segurança da informação, julgue o item que se segue.


A autoridade certificadora, que atua como um tipo de cartório digital, é responsável por emitir certificados digitais.

Alternativas
Comentários
  • Funções da AC:

    - Verificar a validade dos certificados (ou seja, se o titular do certificado possui a chave privada corresponde a chave pública que está no certificado)

    - Emitir, Revogar, Renovar, Distribuir e Gerenciar os certificados

    - Emitir LCR (lista dos certificados revogados)


    www.meubizu.com.br


  • Prezados,

    A autoridade certificadora é a entidade responsável por emitir e gerenciar certificados digitais. Estes certificados podem ser emitidos para diversos tipos de entidades, tais como : pessoa , computador ou departamento de uma instituição.

    Portanto a questão está correta.

  • Uma Autoridade Certificadora (AC) é responsável por emitir, distribuir, renovar, revogar e gerenciar certificados digitais. Além disso, ela verifica se o titular do certificado possui a chave privada que corresponde à chave pública que faz parte do certificado. 

    Gabarito: item correto. 

    Prof . Patrícia Lima Quintão

  • CERTIFICADO DIGITAL - Informações retiradas de questões CESPE:

     

    *Responsável por gerar o certificado

     

    *Assinar

     

    *Entregar ao solicitante

     

    *Deve divulgar informações caso o certificado não seja mais confiável

     

    *Funciona como um cartório digital

     

     

    GABARITO: CERTO

  • A Autoridade Certificadora é uma entidade responsável por emitir certificados digitais – ela é uma espécie de Cartório Digital. Antes da existência de cartórios, existiam muitas fraudes porque contratos eram fraudados utilizando uma cópia assinatura do contratante. Foi necessária a criação de um cartório – uma terceira parte confiável – que armazenava a assinatura de várias pessoas. Se alguém quisesse confirmar essa assinatura, bastava ir a um cartório.

    Certo

  • A Autoridade Certificadora entrega ao usuário certificados e suas chaves privadas, guardando consigo a chave pública. Quando outro usuário deseja validar o certificado, ele consulta a Autoridade Certificadora, que guarda todas as chaves públicas de seus certificados emitidos. Ela funciona, portanto, como uma espécie de Cartório Digital.

    Gabarito: Correto 

    Fonte: Estratégia

  • Autoridade de Registro: Não emite certificados, só encaminha

    Autoridade Certificadora: Emite

  • Quem solicita? AUTORIDADE REGISTRO

    Quem cria? AUTORIDADE CERTIFICADORA

    Quem homologa? AUTORIDADE CERTIFICADORA RAIZ


ID
1313110
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

No que se refere à segurança da informação, julgue o item que se segue.


Firewall é um equipamento para redes que armazena e gerencia o software de antivírus, para garantir que toda a rede estará isenta de ataques maliciosos realizados por programas de computador.

Alternativas
Comentários
  • No que se refere à segurança da informação, julgue o item que se segue.

    Firewall é um equipamento para redes que armazena e gerencia o software de antivírus, para garantir que toda a rede estará isenta de ataques maliciosos realizados por programas de computador. 


    CORRETO SERIA: Firewalls são aplicativos ou equipamentos de rede utilizados para separar redes com necessidades de segurança distintas, de modo a filtrar e checar todo o fluxo de dados que transita entre ambos, auxiliando na proteção e aumento de confidencialidade e integridade da rede. 

    Fonte: Professora Patrícia Quintão - https://pt-br.facebook.com/professorapatriciaquintao/posts/311901682272485
  • Prezados,

    Firewall é um dispositivo de segurança usado para dividir e controlar o acesso entre redes de computadores. Entretanto um firewall não pode garantir que toda a rede estará isenta de ataques maliciosos, visto que alguns ataques podem não passar pelo firewall, e também que alguns ataques podem conseguir burlar o firewall.

    Portanto a questão está errada.

  • O Firewall é um equipamento para redes que permite seu isolamento e segurança.

    Entendo que o erro da questão é confundir os conceitos afirmando que ele gerencia o software de Antivírus.
  • Observação

    • O Firewall previne contra worms e hackers.

     

    CESPE - 2012 - ANAC

    Um firewall pessoal é uma opção de ferramenta preventiva contra worms. CERTO

    CESPE - 2014 - SUFRAMA

    O Microsoft Windows 7 Ultimate possui originariamente um aplicativo de firewall, o qual permite verificar informações provenientes da Internet, bloqueando ou permitindo que elas cheguem ao computador do usuário. Um firewall pode ainda ajudar a impedir que hackers ou worms obtenham acesso ao computador por meio de uma rede de computadores. CERTO

     

    Gabarito: E

  • Firewalls são aplicativos ou equipamentos de rede que ficam entre links e computadores, de modo a filtrar e checar todo o fluxo de dados que transita entre ambos, auxiliando na proteção e aumento de confidencialidade e integridade da rede.

     

    ERRADO

     

    Fonte: Patrícia Quintão, Ponto dos Concuros

  • assertiva ERRADA.

    Firewall é um equipamento para redes que armazena e gerencia o software de antivírus, para garantir que toda a rede estará isenta de ataques maliciosos realizados por programas de computador.

  • firewall não pode garantir que toda a rede estará isenta de ataques maliciosos, visto que alguns ataques podem não passar pelo firewall, e também que alguns ataques podem conseguir burlar o firewall.

  • Gabarito: ERRADO

    Informações preliminares:

    ► Firewall: solução de segurança baseada em hardware ou software que, a partir de um conjunto de regras ou instruções, analisa o tráfego de rede para determinar quais operações de transmissão ou recepção de dados podem ser executadas

    Resolvendo a questão:

    "Firewall é um equipamento para redes que armazena e gerencia o software de antivírus, para garantir que toda a rede estará isenta de ataquesmaliciosos realizados por programas de computador."

    TECCONCURSOS

  • Dois adendos,

    1)em regra a suspensão é por prazo determinado, mas há casos onde ela é por tempo indeterminado.

    Exemplo: pessoa que bate a cabeça em um acidente e perde a sua plena capacidade de consciência e tomada de decisões, esta pessoa terá seus direitos políticos suspensos até que se recupere, desta forma direitos políticos suspensos por tempo indeterminado.

    2)suspensão é com "s"

    https://duvidas.dicio.com.br/suspensao-ou-suspencao/#:~:text=A%20forma%20correta%20de%20escrita,%2C%20intervalo%2C%20descanso%20e%20pausa.

  • Dois adendos,

    1)em regra a suspensão é por prazo determinado, mas há casos onde ela é por tempo indeterminado.

    Exemplo: pessoa que bate a cabeça em um acidente e perde a sua plena capacidade de consciência e tomada de decisões, esta pessoa terá seus direitos políticos suspensos até que se recupere, desta forma direitos políticos suspensos por tempo indeterminado.

    2)suspensão é com "s"

    https://duvidas.dicio.com.br/suspensao-ou-suspencao/#:~:text=A%20forma%20correta%20de%20escrita,%2C%20intervalo%2C%20descanso%20e%20pausa.

  • FIREWALL

    É um dispositivo de segurança da rede que monitora o tráfego de rede de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto definido de regras de segurança.

    ➥ Em outras palavras, um firewall pode ser conceituado como hardware ou software que isola da Internet a rede interna de uma organização, permitindo o gerenciamento do fluxo de tráfego e dos recursos da rede e o controle - pelo administrador de rede - do acesso ao mundo externo.

    [...]

    ► CARACTERÍSTICAS:

    • Filtro de conexões;
    • Permite ou bloqueia o tráfego das portas TCP do computador;
    • Protege ou restringe o acesso aos dados armazenados em um PC;
    • Impede a passagem de vírus, worms ou cookies oriundos da internet;
    • Capaz de proteger o computador de ataques de crackers;
    • Consegue bloquear pacotes de requisição de eco ICMP;
    • Capaz de fazer Roteamento.

    São ferramentas de segurança capazes de detectar e evitar ataques provenientes de uma comunicação em rede!

    [...]

    UTILIDADES:

    É utilizado para bloquear acessos a determinados sítios ou endereços

    Usado para controlar os pacotes que entram e que saem da rede interna

    Aprovar pacotes de dados que atendem as exigências e bloquear os demais

    Pode ser instalado tanto como software e hardware

    • Como um software habilitado em cada computador da rede; e
    • Como um hardware Instalado na conexão da rede com a internet.

    Segundo a CESPE:

    "Um firewall serve, basicamente, para filtrar os pacotes que entram e(ou) saem de um computador e para verificar se o tráfego é permitido ou não."

    [...]

    MODO DE FUNCIONAMENTO:

    Utiliza filtro de endereçamento;

    Utiliza criptografia e autenticação;

    É dispensável o uso de equipamento de hardware na máquina.

    [...]

    O QUE ELE NÃO CONSEGUE FAZER:

    não estabelece política de comportamento; 

    ❌ não detecta sniffer (IDS que detecta sniffer);

    ❌ não bloqueia spam e nem e-mails indesejados;

    ❌ não faz varredura em anexo de e-mail;

    ❌ não impede que arquivos com vírus sejam abertos;

    ❌ não cria VPN; Nenhum firewall cria VPNs;

    ❌ não consegue evitar ataques de dentro da rede;

    ❌ não são eficazes contra ataques DDoS; e

    ❌ não criptografa documentos.

    [...]

    Questões Cespianas:

    1} Um firewall é um software que realiza análises do fluxo de pacotes de dados, filtragens e registros dentro de uma estrutura de rede e executa comando de filtragem previamente especificado com base nas necessidades de compartilhamento, acesso e proteção requeridas pela rede e pelas informações nela disponíveis. (CERTO)

    2} Convém que todo o tráfego da rede passe por firewall, uma vez que a eficácia da segurança proporcionada por esse dispositivo será comprometida caso existam rotas alternativas para acesso ao interior da referida rede. (CERTO)

    3} Um firewall filtra o tráfego de entrada e saída entre a rede interna e a externa. (CERTO)

    [...]

    ____________

    Fontes: cartilha.cert.br; Questões da CESPE e Instituto AOCP; Colegas do QC e Projetos Missão.


ID
1313113
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.


A penalidade de demissão pode ser aplicada a servidor público que deixa de utilizar os avanços do conhecimento e da ciência para desempenhar, com mais qualidade, suas atribuições e responsabilidades.

Alternativas
Comentários
  • DAS COMISSÕES DE ÉTICA

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura


  • ERRADO

    Não pode ser aplicado a penalidade de demissão.

  • Resposta: (Errado)

    DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE 1994
    Seção III  - Das Vedações ao Servidor Público
    XV - E vedado ao servidor público;
    (...)
    e) deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister;
    (...)

    Por ser vedação expressa do Código de ética (Decreto 1.171/1994), enseja tão somente a censura.
  • Eu nunca entendi o que é essa censura... o cara fica proibido de falar? Será que é isso?

  • Código de Ética Profissional do Servidor Público - Decreto 1171/94
    XXII - A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso.

  • A conduta descrita nesta afirmativa, de fato, constitui violação a uma das vedações contidas no Código de Ética Profissional do Servidor Público do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto 1.171, como se extrai dos dispositivos abaixo reproduzidos:  

    " XV - É vedado ao servidor público;  

    (...)  

    e) deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister;"


    No entanto, a única sanção prevista neste mesmo diploma normativo é a de censura, conforme previsto em seu item XXII, de seguinte teor:  

    "XXII - A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso."  

    Logo, está equivocado afirmar que o servidor estaria sujeito a uma pena de demissão.  

    Resposta: ERRADO
  • Tipo de questão que se resolve com o raciocínio, mesmo sem conhecimento da matéria. A pena de demissão, nesse caso, extrapolaria os limites da proporcionalidade e da razoabilidade.

  • Respondendo a dúvida do Klaus...

    Censura

    1.ação ou efeito de censurar

    2.Advertência severa, enérgica; repreensão

    Dentre outras definições...

    No meu entendimento, consiste no ato de criticar uma atitude ou postura de um determinado servidor, pontuando o(s) motivo(s) da censura. Uma advertência mais formal que será feita por uma comissão de ética. Um puxão de orelha rsrs

    Espero ter ajudado

    Bons estudos 



  • A censura aplicada pela comissão de ética tem dois efeitos: anotação na ficha funcional e proibição de figurar em lista de promoção por merecimento pelo prazo de um ano.
  • Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

  • Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

    Só CENSURA

  • Censura censura censura!
  • A pena que pode ser aplicada de acordo com o código de Ética é a censura:

    XXII - A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso.​

    O código veda a não utilização, mas não pune com demissão:

    XV - É vedado ao servidor público;

    e) deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister;

  • É imperdoável errar uma questão dessas.

     

    Errei!!!! Takilpariu. #CensuraZorra

  • XXII - A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso.


    ERRADA!

  • Vedações presentes no Código de Ética ensejam somente a censura.

  • A única pena aplicada pela comissão de ética é a de: CENSURA.

  • Concordo que a única pena que a Comissão de Ética pode aplicar é a de censura. Mas errei porque o comando da questão não foi explícito em pedir para resolver com base no Código de Ética. Vou ficar mais esperto com essas questões. 

  • Falou em COMISSÃO - penalidade é só CENSURA!

  • A penalidade de demissão pode ser aplicada a servidor público que deixa de utilizar (Celular) para desempenhar, com mais qualidade, suas atribuições e responsabilidades.


    Seria a mesma pergunta!


    Agora responda!!

  • Pena de censura!

    Censura pública é uma forma de punição, a qual estão sujeitas as pessoas cuja profissão é regulamentada ou supervisionada por algum órgão, devido a transgressão de princípios e/ou normas regulamentadas nessa profissão. Geralmente essa punição é levada ao conhecimento geral por meio de publicação na imprensa oficial, identificando o objetivo, o nome do censurado e o motivo da aplicação.

  • A penalidade é a CENSURA.

  • Censura.

    GAB. E

  • A penalidade de demissão pode ser aplicada a servidor público que deixa de utilizar os avanços do conhecimento e da ciência para desempenhar, com mais qualidade, suas atribuições e responsabilidades.

    A penalidade de censura pode ser aplicada a servidor público que deixa de utilizar os avanços do conhecimento e da ciência para desempenhar, com mais qualidade, suas atribuições e responsabilidades.

  • Gabarito errado.

    A pena de censura pode ser aplicada a servidor público que deixa de utilizar os avanços do conhecimento e da ciência para desempenhar, com mais qualidade, suas atribuições e responsabilidades.

    DECRETO 1.171

    CAPÍTULO II

    DAS COMISSÕES DE ÉTICA:

    XVI - Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

    Seção III

    Das VEDAÇÕES ao Servidor Público

    XV - E vedado ao servidor público;

    e) deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister; 

  • Por ser vedação expressa do Código de ética (Decreto 1.171/1994), enseja tão somente a censura.

  • Gabarito: Errado

    O servidor público que deixa de utilizar os avanços do conhecimento e da ciência para desempenhar, com mais qualidade, suas atribuições e responsabilidades, não será punido com pena de demissão, mas sim com pena de censura.


ID
1313116
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.


A qualidade dos serviços públicos depende fortemente da moralidade administrativa e do profissionalismo de servidores públicos.

Alternativas
Comentários
  • Oi?  Questão dada como correta. Aqui o candidato tem duas opções: gravar esse conceito e levar para as próximas provas ou simplesmente deixar em branco. 


  • Não entendi a surpresa com a questão, Vanessa... Realmente o servidor deve ter profissionalismo na sua conduta, e atrelado a isso a moralidade administrativa, que condiz com a sua postura ética.

  • Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal

    CAPÍTULO I

    Seção I

    Das Regras Deontológicas

    I - A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele, já que refletirá o exercício da vocação do próprio poder estatal. Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos.

    II - O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto, consoante as regras contidas no art. 37, caput, e § 4°, da Constituição Federal.

    III - A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da idéia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo.

  • A presente questão é extremamente intuitiva, de modo que não apresenta maiores dúvidas, a meu sentir. De fato, parece bastante difícil imaginar que um serviço público possa ser prestado com qualidade, mas de forma imoral. São ideias que não têm como ser conciliadas. Ora, é evidente que todo e qualquer serviço público que não observe a moralidade administrativa não terá como ser, ao mesmo tempo, um serviço de qualidade. Haverá, em suma, espaço para desonestidades, condutas antiéticas, corrupção, privilégios odiosos, perseguições indevidas, etc. Neste cenário desalentador, há condições de, ainda assim, ser prestado um serviço público de qualidade? É óbvio que não.  

    O mesmo pode se dizer em relação ao requisito do profissionalismo, exigido dos servidores públicos, o que, aliás, consta de forma expressa do Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto 1.171/94, verbis:  

    " VI - A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional."  

    Inteiramente correta, portanto, apresente assertiva.  

    Resposta: CERTO 
  • Muitos companheiros aqui no site, veem a questão sem nexo, aí começam a fantasear suas mentes no sentido de confortar a angústia de não saber de MMMM nenhuma. Depois ficam falando o que não convém PRA ELES, pros outros. QUESTÃO BESTA, SEM NEXO DO CESPE: VOCÊ DECORA E PARTE PRA PRÓXIMA. É SÓ ISSO.

  • gabarito CERTO

     

    Pessoal, por favor postem o gabarito das questões antes de discorrer sobre elas ok?

  • Pessoal, esta é uma questão simples. Mais uma vez uma questão de moralidade!

     

    Quanto a moralidade você aprendeu: "O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo."

     

    Em outras palavras, o servidor que tem a moralidade consolidada em seu serviço, atua com eficiência, o que nos remete ao trabalho de qualidade.

     

    Gabarito: Certo.

     

    Prof: Daniel Mesquita.
     

  • Lembrando que, para a Cespe, incompleto é certo.

  • Gabarito: Certo

    O comportamento ético no trabalho é atrelado ao profissionalismo e à moralidade administrativa.

  • De fato, parece bastante difícil imaginar que um serviço público possa ser prestado com qualidade, mas de forma imoral. São ideias que não têm como ser conciliadas. Ora, é evidente que todo e qualquer serviço público que não observe a moralidade administrativa não terá como ser, ao mesmo tempo, um serviço de qualidade. Haverá, em suma, espaço para desonestidades, condutas antiéticas, corrupção, privilégios odiosos, perseguições indevidas, etc.

  • Sinceramente, dizer que "A qualidade dos serviços públicos depende fortemente da moralidade administrativa e do profissionalismo de servidores públicos" acho muito exagero.

    Se isso fosse verdade não haveria necessidade da criação do Código de ética para o servidor público. Bastaria depender fortemente da moralidade administrativa e do profissionalismos dos servidores públicos.

    O Gabarito é Certo, mas discordo FORTEMENTE!

  • A qualidade dos serviços públicos depende fortemente da moralidade administrativa e do profissionalismo de servidores públicos.

    Certa!

    Creio que a dúvida do pessoal foi em "depende fortemente...", com medo de ser uma pegadinha do Cespe.

    Bom conforme o comentário de outro colega aqui abaixo: o servidor que tem a moralidade consolidada em seu serviço, atua com eficiência, o que nos remete ao trabalho de qualidade.

  • O mesmo pode se dizer em relação ao requisito do profissionalismo, exigido dos servidores públicos, o que, aliás, consta de forma expressa do Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto 1.171/94, verbis: 

    " VI - A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional." 

    Inteiramente correta, portanto, apresente assertiva. 

    Resposta: CERTO 

  • dever de Probidade: o administrador é obrigado a agir com MORALIDADE E HONESTIDADE no desempenho de suas funções.

  • Correto. Exemplo de puro profissionalismo que reflete numa instituição ética é a PRF!

    #PERTENCEREMOS

    #DEPEN2021

  • Relativo à ética no serviço público, é correto afirmar que: A qualidade dos serviços públicos depende fortemente da moralidade administrativa e do profissionalismo de servidores públicos.


ID
1313119
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.


A procrastinação é uma conduta que pode configurar ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário, por gerar atrasos e ineficiência do serviço público.

Alternativas
Comentários
  • Não causa prejuízo ao erário mas sim é um ato de improbidade que atenta contra os princípios da administração. Art. 11, inciso II da lei  8429/92. 

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;

  • ERRADO. A PROCRASTINAÇÃO GERA TRANSTORNOS GERAIS, MAIS NÃO EFETIVAMENTE PREJUIZOS AO ERÁRIO.

  • Procrastinação: Retardar alguma ação, deixar para depois, protelar uma ação, falta de vontade de realizar algo definido.

    Neste caso é um ato que atenta contra os princípios da Adm. Pública.



  • Conquanto condenável, o ato de procrastinar, ou seja, de estender indevidamente, de retardar a prestação de um serviço ou, genericamente, o cumprimento de um dever, não configura, em si, conduta enquadrável nos termos do art. 10 da Lei 8.429/92, que trata dos atos de improbidade causadores  de lesão ao erário.  

    Na verdade, em tese, a hipótese afina-se com o disposto no art. 11, II, de tal diploma, que tipifica como ato violador dos princípios da administração pública a conduta de "retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício."  

    De tal modo, está equivocada a assertiva em exame.  

    Resposta: ERRADO 
  • Quem entende essa banca louca, ora ela usa o PODE de um jeito, ora de outro, a questão diz que PODE gerar prejuízo ao erário, uá, por que não? A princípio é um ato que atenta contra os princípios da administração, mas PODER, pode sim gerar prejuízo ao erário. Fazer o que, o choro é liveeeee....

  • misturou ética e improbidade sai de baixo kkkk gaba E não ha previsão legal que procrastinação causa prejuízo ao erário, na verdade causa dano moral aos usuários do serviço público.

  • Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.


    A procrastinação é uma conduta que pode configurar ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário, por gerar atrasos e ineficiência do serviço público. 
     

    Tenta colocar a interpretação de um decreto misturando-se com a interpretação de uma lei. Totalmente sem sentido. 

  • Viola os princípios da administração.
  • Atenta contra os princípios da Adm ...tem tudo a ver com improbidade administrativo, porém , PODE causar prejuízo...

  • É cada cespice.. que MEU DEUS DO CÉU! 

  • Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública,

  • Dos Atos de Improbidade Administrativa que Atentam Contra os Princípios da Administração Pública

            Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

            I - praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência;

            II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;

    GABARITO: ERRADO

  • Acho que o X da questão foi o seguinte:

    Nem toda procrastinaçao CAUSARÁ prejuízo ao erário.

    A questão deixa a entender que o simples ato de procrastrinar causa o prejuizo ao arário

  • A procrastinação é uma conduta que pode configurar ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário, por gerar atrasos e ineficiência do serviço público. O certo seria: que atenta contra os princípios da administração pública.

  • Cespe gosta:

    Ano: 2013 Banca: Órgão: Provas:

    Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.

    Quando prejudica a reputação de um colega de trabalho, o servidor pratica ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.

    Resposta: Errada.

    Ano: 2013 Banca: Órgão: Prova:

    O servidor que se apresenta frequentemente embriagado no serviço comete ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.

    Resposta: Errada.

    Atenção porque algumas questões (cespe principalmente) tratam apenas de uma vedação do código de ética e colocam como se fosse improbidade, logo pela literalidade a afirmação seria errada.

  • A procrastinação se refere ao atraso, adiamento de alguma ação que deveria ser tomada. Retardar ou deixar de praticar ato de ofício constitui ato de improbidade administrativa.

    Contudo, essa ação se enquadra nos atos que atentam contra os princípios administrativos (art. 11, II) e não nos que causam prejuízo ao erário.

    Gab: Errado

    Fonte: Estratégia Concursos - Professor Hebert Almeida

  • procastinar= ineficiência= fere principio da eficiencia

  • Na verdade, em tese, a hipótese afina-se com o disposto no art. 11, II, de tal diploma, que tipifica como ato violador dos princípios da administração pública a conduta de "retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício." 

    De tal modo, está equivocada a assertiva em exame. 

    Resposta: ERRADO 

  • Então quer dizer que o ato de PROCRASTINAR, atrasando e prejudicando o serviço público, não pode causar prejuízo ao erário? TÁ "SERTO" CESPE.

  • Trata-se mais de um dano moral que um dano material, por isso não se trata de prejuízo ao erário, ainda que se trate de improbidade administrativa que atente contra os princípios nada administração pública. ART. 11, II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício.
  • Só a procrastinação ,não está prevista na LIA.

  • OLÁ QCONCURSEIROS.

    O erro da questão está em dizer que é ato de improbidade que causa prejuízo ao erário. Sendo que é ato que atenta contra os princípios da ADM. PÚBLICA.

     Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    {...}  II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;

  • Fui tapeado!!!

  • Não concordo com o gabarito!

    A procrastinação é uma conduta que pode configurar ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário, por gerar atrasos e ineficiência do serviço público.

    Pode sim! Não preciso nem citar exemplos em que essa situação PODE causar prejuízo ao erário.

    Estaria ERRADO e de acordo com o gabarito se assim estivesse a assertiva:

    A procrastinação é uma conduta que configura ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário, por gerar atrasos e ineficiência do serviço público.

    Assim, estaria que TODOS OS ATOS DE PROCRASTINAÇÃO causariam prejuízo ao erário.

  • ERRADO.

    Realmente, a procrastinação (e a consequente ineficiência do serviço público) poderia configurar ato de improbidade administrativa, mas, especificamente, na modalidade atentado aos princípios da Adm. Pública - Art. 11, II, LIA ("II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício") - e não de prejuízo ao erário.

    E, em que pese haver a possibilidade de cumulação de atos ímprobos, na hipótese em comento não há espaço para a concomitante configuração de lesão ao erário, pois não há qualquer menção de "Art. 10. (...) ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei" ou de uma das hipóteses presente nos incisos do referido artigo.

  • Gabarito: ERRADO!

    Art. 11 da lei 8429. PROCRASTINAR = RETARDAR, ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício. Atenta contra os PRINCÍPIOS.

  • PARA MIM A PALAVRA "PODE" TORNA A QUESTÃO CERTA. A DEPENDER DO CASO.

  • Questão parecida:

    Q437706

    CESPE / CEBRASPE - 2013 

    Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.

    Quando prejudica a reputação de um colega de trabalho, o servidor pratica ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.

    GABARITO: ERRADO

    Q437704

    CESPE / CEBRASPE - 2013 

    Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.

    A procrastinação é uma conduta que pode configurar ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário, por gerar atrasos e ineficiência do serviço público.

    GABARITO: ERRADO

  • "Pode configurar" é diferente de "configura"...


ID
1313122
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.


O poder-dever de agir do servidor público revela-se quando ele cumpre seu dever para com a comunidade e para com os indivíduos que a ela pertencem.

Alternativas
Comentários
  • D1171
    XIV - São deveres fundamentais do servidor público:
    e) tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de comunicação e contato com o público;
    f) ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos;
    g) ser cortês, ter urbanidade, disponibilidade e atenção, respeitando a capacidade e as limitações individuais de todos os usuários do serviço público, sem qualquer espécie de preconceito ou distinção de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, cunho político e posição social, abstendo-se, dessa forma, de causar-lhes dano moral;

  • Assertiva correta

  • De fato, o poder-dever de agir significa uma genuína obrigatoriedade, atribuída ao servidor público, de cumprimento de sua função, sempre que se deparar com situação fática em que sua atuação se faça necessária. Inexiste, para ele, faculdade entre agir ou omitir-se, o que decorre diretamente do princípio da indisponibilidade do interesse público. Por um lado, existe o poder, traduzido pelas prerrogativas de ordem pública postas à sua disposição, em ordem a que alcance os fins desejados pela lei. De outro, existe o dever, consistente na necessidade imperiosa de atuar, diante da hipótese fática prevista em lei, sob pena, inclusive, de sua responsabilização pessoal, em todas as esferas, se for o caso.



    Resposta: CERTO 
  • Poder-Dever de Agir- Para o particular o poder de agir é uma faculdade. Para o administrado público é uma obrigação de agir. Por exemplo, o Presidente da República não pode deixar de praticar atos de seu dever funcional. Ele tem o poder para praticar e o dever de praticar.

  • De fato, o poder-dever de agir significa uma genuína obrigatoriedade, atribuída ao servidor público, de cumprimento de sua função, sempre que se deparar com situação fática em que sua atuação se faça necessária. Inexiste, para ele, faculdade entre agir ou omitir-se, o que decorre diretamente do princípio da indisponibilidade do interesse público. Por um lado, existe o poder, traduzido pelas prerrogativas de ordem pública postas à sua disposição, em ordem a que alcance os fins desejados pela lei. De outro, existe o dever, consistente na necessidade imperiosa de atuar, diante da hipótese fática prevista em lei, sob pena, inclusive, de sua responsabilização pessoal, em todas as esferas, se for o caso.
     

    Resposta: CERTO

    Autor:Rafael Pereira, Juiz Federal

  • CERTO.

    Poder-Dever de Agir- Para o particular o poder de agir é uma faculdade. Para o administrado público é uma obrigação de agir. Por exemplo, o Presidente da República não pode deixar de praticar atos de seu dever funcional. Ele tem o poder para praticar e o dever de praticar.




  • Certo

    De fato, o poder-dever de agir significa uma genuína obrigatoriedade, atribuída ao servidor público, de cumprimento de sua função, sempre que se deparar com situação fática em que sua atuação se faça necessária. Inexiste, para ele, faculdade entre agir ou omitir-se, o que decorre diretamente do princípio da indisponibilidade do interesse público. Por um lado, existe o poder, traduzido pelas prerrogativas de ordem pública postas à sua disposição, em ordem a que alcance os fins desejados pela lei. De outro, existe o dever, consistente na necessidade imperiosa de atuar, diante da hipótese fática prevista em lei, sob pena, inclusive, de sua responsabilização pessoal, em todas as esferas, se for o caso.

  • Relativo à ética no serviço público, é correto afirmar que:  O poder-dever de agir do servidor público revela-se quando ele cumpre seu dever para com a comunidade e para com os indivíduos que a ela pertencem.


ID
1313125
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.


Quando prejudica a reputação de um colega de trabalho, o servidor pratica ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública.

Alternativas
Comentários
  • XV - É vedado ao servidor público:

    b) prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam;


    É vedado mas não constitui ato de improbidade adm. 

  • legalidade,impessoalidade,moralidade,publicidade e eficiência .

    O caso não tem nada a ver com os princípios .

  • Olá pessoal (GABARITO ERRADO)

    A questão está errada porque "prejudicar a reputação de um colega trabalho" ( fofoca) constitui violação ao Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal ( Decreto 1171) e não ato de improbidade administrativa que violam os princípios da administração pública (LIMPE)

  • A conduta em tela, de fato, configura infração ética, prevista no Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto 1.171/94, verbis:  

    "XV - É vedado ao servidor público;  

    (...)  

    b) prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam;"  

    Todavia, ao contrário do afirmado na presente questão, não se trata de ato de improbidade administrativa, previsto no rol do art. 11 da Lei 8.429/92, que traz os atos violadores dos princípios da administração pública.  

    Resposta: ERRADO 
  • E prejudicar a reputação de um colega acaso seria MORAL?

  • Errei a questão por pensar que prejudicar a reputação de colega não fosse moral, portanto estaria atentando aos princípios da administração pública...

    A pergunta que fica: se a mesma hipótese se referisse apenas à moralidade (e não ato de improbidade)... Estaria correta ou errada? Alguém já viu alguma questão nesse sentido?
    Obrigada!
  • Isso não se enquadra em ato de improbidade.

  • quando mistura etica com improbidade administrativa o bixo pega rsrs.

  • Errado

     

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

     

    I - praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência;

    II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;

    III - revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo;

    IV - negar publicidade aos atos oficiais;

    V - frustrar a licitude de concurso público;

    VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;

    VII - revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.

    VIII - descumprir as normas relativas à celebração, fiscalização e aprovação de contas de parcerias firmadas pela administração pública com entidades privadas.    

    IX - deixar de cumprir a exigência de requisitos de acessibilidade previstos na legislação.

  • Não é ato de improbidade administrativa. Apenas viola os princípios da administração pública.
  • Comentário do professor:

     

    A conduta em tela, de fato, configura infração ética, prevista no Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto 1.171/94, verbis:  

    "XV - É vedado ao servidor público;  

    (...)  

    b) prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam;"  

    Todavia, ao contrário do afirmado na presente questão, não se trata de ato de improbidade administrativa, previsto no rol do art. 11 da Lei 8.429/92, que traz os atos violadores dos princípios da administração pública.  

    Resposta: ERRADO 

  • (Cespe) Conforme a Lei n.º 8.112/1990, prejudicar a reputação de colegas de trabalho, permitir perseguições às pessoas ou que interesses pessoais interfiram nos relacionamentos de trabalho são condutas antiéticas configuradas como incontinência pública.

  • Já vi outras questões cobrando da mesma forma: pegam uma vedação do código de ética e colocam como improbidade.

     

    NA VIDA REAL, infringir o código de ética sempre vai ser lesão aos princípios. Explico: o rol de improbidade na modalidade lesão aos princípios é exemplificativo, por isso (com todo respeito) discordo dos colegaas que colam o rol do artigo 11. Se o rol é exemplificativo (e o é), o simples fato de não estar ali não significa que não se possa responder como improbidade.

     

    Por outro lado, a questão não chega nesse nível! A ideia desse tipo de questão é só cobrar a literalidade do código de ética. Por isso precisamos nos ater a ele pra acertar: só quer saber se "essa vedação está no codigo de ética ou na lei de improbidade?"

     

    Ok, sabemos que não tem como infringir vedação do código de ética sem que isso seja tb lesão aos princípios da administração, mas pra responder as questões vamos pensar que uma coisa é o rol do estatuto de ética (cuja violação gera infração ética), outra coisa é quando fala em lei de improbidade.

     

    Paciência, não adianta espernear, tem que aprender a acertar.

  • É apenas uma conduta vedada através do código de Ética.

  • Gente, esse tipo de conduta ensejaria censura pela comissão de ética?

  • beleza que é uma conduta vedada no código de ética, porém, se a CESPE diz que todo ato que atenta contra a moralidade é um ato de improbidade, penso que cabe aceitar como improbo prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam;

    Masssss............ Aprendi com os comentários dos colegas, que vedação expressa no código de ética é diferente do rol EXEMPLIFICATIVO de atos de improbidade.

  • O cometário da colega Raquel Urtassum, é muito bom.

  • Errado.

    Nem toda infração ética configura improbidade. Todavia, o contrário não é verdade, ou seja, todo ato de improbidade viola a ética.

  • ERRADO 

    A conduta configura infração ética, prevista no Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, a Decreto 1.171/94: 

    "XV - É vedado ao servidor público; 

    (...) 

    b) prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam;" 

    Portanto não se trata de ato de improbidade administrativa, previsto no rol do art. 11 da Lei 8.429/92, que traz os atos violadores dos princípios da administração pública, mas violação do código de ética. 

  • Não confundir a aplicação do Código de Ética com a Lei de Improbidade Administrativa.

    As vedações do Código de Ética são puníveis com censura, ao passo que as vedações da Lei de Improbidade Administrativa (LIA) são puníveis com ressarcimento ao erário, perda dos bens, suspensão dos direitos políticos, proibição de contratar com o poder público ou de exercer cargo público, pagamento de multa. Podem ter modalidade de advertência, suspensão e demissão.

  • Alternativa: Errada

    Eu acertei, mas não sei se foi pelos motivos certos kkkk

    Pensei: "Atingir a reputação de alguém é difamação ou seja, atinge a honra subjetiva da pessoa punível também no âmbito cível ramo do direito privado, já para se enquadrar na lei de improbidade são ações objetivas em face da máquina estatal e não da individualidade do servidor X ou Y, pois aí é esfera privada"

  • Seção III

    Das Vedações ao Servidor Público

    XV - É vedado ao servidor público:

    b) prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam;

    É vedado, ex: fofoca, mas não constitui ato de improbidade administrativa. 


ID
1313128
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Ética na Administração Pública
Assuntos

Julgue o item subsequente, relativo à ética no serviço público.


A modicidade das tarifas cobradas pela prestação de serviços públicos é um exemplo da conduta ética do Estado para com a sociedade.

Alternativas
Comentários
  • Princípio da modicidade: os serviços públicos devem ser prestados a preços módicos e razoáveis. Sua fixação deverá considerar a capacidade econômica do usuário e as exigências do mercado, de maneira a evitar que o usuário deixe de utilizá-lo em razão de ausência de condições financeiras, sendo, por esta razão, excluído do universo de beneficiários do serviço público.

  • Assertiva correta

  • Muito embora não seja frequente a associação do princípio da modicidade das tarifas com a ideia de um comportamento ético do Estado para com a sociedade, não vejo como discordar do conteúdo de tal assertiva.  

    Afinal, pelo princípio da modicidade, deve-se entender que o Estado deve prestar serviços públicos mediante contraprestações o mais acessíveis possíveis à coletividade, em ordem a que tais serviços alcancem, igualmente, o maior público possível.  

    No ponto, apenas para melhor ilustrar essa mesma noção, confira-se o escólio de Celso Antônio Bandeira de Mello:  

    "(...)se o Estado atribui tão assinalado relevo à atividade a que conferiu tal qualificação, por considerá-lo importante para o conjunto de membros do corpo social, seria rematado dislate que os integrantes desta coletividade a que se destinam devessem, para desfrutá-lo, pagar importância que os onerassem excessivamente e, pior que isto, que os marginalizassem." (Curso de Direito Administrativo, 30ª edição, 2012, p. 694-5).  

    Assim sendo, não se mostraria correto se o Estado, visando exclusivamente maximizar seus lucros, via prestação de serviços públicos, pretendesse fixar tarifas exorbitantes, alijando, com isso, substancial parcela de nossa população do acesso aos referidos serviços essenciais.  

    Tal conduta, acaso admitida, revelar-se-ia, sim, reprovável, inclusive sob o ângulo ético, conforme sustentado na presente questão.  

    Resposta: CERTO 
  • É a qualidade de ser módico, vocábulo advindo do latim "modicu", que pode ter entre outros significados, os de: pouco, excasso, cujo valor é baixo, proporcionado, moderado, que está na medida certa (Houaiss e Villar, 2001).

     

    CERTO

  • Questão bem relativa. Visto que em alguns lugares os preços das passagens não são nada razoáveis.

  • Princípio da modicidade: Os serviços públicos devem ser remunerados a preços módicos, avaliando-se o poder aquisitivo do usuário para que não deixe de ser beneficiário. Esse princípio traduz a ideia de que o lucro não é objetivo da função administrativa (CARVALHO FILHO, 2009).

    De acordo com princípio da modicidade, as tarifas cobradas para os usuários dos serviços devem ser as mais baixas possíveis, a fim de manter a prestação do serviço à maior parte da coletividade, uma vez que a cobrança de valores exorbitantes limitaria a fruição a determinadas camadas da população, excluindo as demais de atividades essenciais ao bem estar. Alguns doutrinadores mais tradicionais chegavam a pregar a aplicação do princípio da gratuidade, não admitindo a cobrança de tarifas pela execução das atividades públicas, entendimento já superado pela doutrina moderna (CARVALHO, 2015).

    Além desses princípios enumerados por José dos Santos Carvalho Filho (2009) com base na Lei nº. 8.987/95, o artigo 6º, § 1º da referida Lei, traz também o princípio da atualidade (já mencionado quando exposto o princípio da eficiência), da cortesia, da regularidade e da segurança.

    Contudo concluimos que este principio por si so na sua concepçao se trata de um exemplo etico da adm publica.

  • Oh! gente,... o Estado é tão bonzinho... Opicadu, Estado, por cobrar a bagatela de cinco reais pra eu andar numa lata velha caindo aos pedaços!

  • Muito Humorista, essa questão kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Tive dúvidas em relação ao termo MODICIDADE.

    Modicidade: Qualidade daquilo que é módico, pouco considerável em quantidade, valor, preço etc.

  • Amigos matei a questão da seguinte forma, os serviços públicos devem atender a toda população da melhor forma possível e com um preço justo para todos, seria anti ético o Estado cobrar 5 reais numa passagem de onibus, que o cara vai daqui a ali. Lembrar dos grandes impérios que sugavam a população com impostos abusivos e não tinha retorno nenhum. Parece até um país chamado Brasil né!?

  • modicidade = redução !!

    suficiente para lacrar a questão como correta!!

  • Tô me sentindo na escolinha do Professor Raimundo ! kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Nao sabia o que era *modicidade*.. Q inferno kkkkkkk

  • Esse conceito fica somente na teoria, porque na prática não é verdade.

  • Essa tal modicidade.

    acertei mesmo assim.

    GAB: CERTO.

    RUMO A PCDF/DEPEN

  • Gabarito: CERTO

    Módico:

    Que é pouco, escasso; cujo valor é baixo.

    Não exagerado; moderado, comedido, modesto.

  • PRINCÍPIO DA MODICIDADE OU MODERAÇÃO TARIFÁRIA: Os valores das tarifas devem ser "acessíveis aos usuários, de modo a não onerá-los excessivamente, pois o serviço público, por definição, corresponde à satisfação de uma necessidade ou conveniência básica dos membros da Sociedade. MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. 25ª ed. rev. e atual. São Paulo: Malheiros, 2008. p. 72

  • Até parece que as tarifas do Estado são módicas. kkkk

  • DETRAN tá aí pra mostrar a tal "MODICIDADE" kkk

  • COLOQUEM O GABARITO, ALÉM DE COMENTAR PARA OS NÃO ASSINANTES

  • Modicidade = taxas mais baratas


ID
1313131
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A respeito de aspectos diversos relativos ao cenário geopolítico brasileiro e mundial, julgue o próximo item.


Por meio do Programa Nacional de Apoio ao Sistema Prisional, o governo brasileiro pretende aumentar significativamente o número de vagas em presídios e reduzir o número de presos em delegacias de polícia, transferindo-os para cadeias públicas.

Alternativas
Comentários
  • Pretende, porém..... Certo.

  • De acordo com o Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, a população carcerária no País é de 550 mil presos, em uma estrutura que comportaria pouco mais de 300 mil detentos. Com este significativo déficit de vagas nos presídios, há dezenas de milhares de detentos, aprisionados em delegacias de polícia. O Brasil é a quarta maior população carcerária do mundo, só fica atrás dos Estados Unidos, da China e da Rússia.

     Lançado em novembro de 2011, o Programa Nacional de Apoio ao Sistema Prisional do Governo Federal, tem duas metas principais: zerar o déficit de vagas femininas e reduzir o número de presos em delegacias de polícia, transferindo-os para cadeias públicas. A meta é criar 42 mil novas vagas em presídios até 2014. 

    FONTE: Prof  Leandro Signori 

  • Em 2011, foi lançado pelo governo o Plano Nacional de Apoio ao Sistema Prisional. Esse plano inclui 99 convênios fechados com os estados, para criação de quase 46 mil vagas no sistema prisional, e possui duas metas principais: zerar o déficit de vagas feminino e reduzir o número de presos em delegacias de polícia, transferindo-os para cadeias públicas Nesse sentido, um dos objetivos principais do plano é reduzir a superlotação nos presídios do país.

    A resposta está correta


  • O Projeto “Cidadania nos Presídios” é muito mais que uma proposta de atualização de processos. É uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo reconhecimento e pela valorização de direitos, em sentido amplo. Discutir-se nova dinâmica e metodologia para o sistema de execução e fiscalização das penas, revendo o funcionamento das varas de execução penal e a superocupação dos presídios, com o reforço da interlocução e interação de todos aqueles que intervêm no processo e nas rotinas da execução penal, têm aptidão para tornar o sistema de justiça “mais humano, aproximando o juiz e a sociedade do jurisdicionado”.

    Atualmente, os mais de 700.000 presos que se encontram cumprindo penas no país em regime de encarceramento mais ou menos rígido fazem do Brasil o país com a terceira maior população prisional, em termos absolutos. E o modelo de encarceramento que praticamos, infelizmente, alimenta um ciclo de violências que se projeta para toda a sociedade, reforçado por uma ambiência degradante em estabelecimentos que pouco ou minimamente estimulam qualquer proposta de transformação daqueles que ali estão. O tratamento digno e com respeito de presos é indício da civilização de uma sociedade e o primeiro passo que se dá na tentativa de regenerar a vida daqueles que um dia haverão de estar entre nós.

    Contexto – Dados de 2014 do Ministério da Justiça mostram que o número de pessoas presas no Brasil aumentou mais de 400% em 20 anos. De acordo com o Centro Internacional de Estudos Penitenciários, ligado à Universidade de Essex, no Reino Unido, a média mundial de encarceramento é 144 presos para cada 100 mil habitantes. No Brasil, o número de presos sobe para 300.

    Em junho de 2014, o Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF), do CNJ, fez um levantamento inédito ao incluir nesta estatística as pessoas em prisão domiciliar. Os dados apresentados revelam que a população carcerária brasileira é de 711.463 presos, o que coloca o Brasil na terceira posição mundial de maior população de presos. Ao mesmo tempo há um déficit de 354 mil vagas no sistema carcerário. Se se considerarem os mandados de prisão em aberto – 373.991 – a população carcerária saltaria para mais 1 milhão de pessoas.

    Relatório divulgado pela Anistia Internacional em fevereiro de 2015 coloca o Brasil no topo dos países mais violentos do mundo. São pelo menos 130 homicídios por dia. O relatório aponta que a sensação de impunidade é um incentivador, já que 85% dos homicídios não são solucionados no Brasil, e cita como os principais fatores para a crise no Brasil a violência policial, registros de tortura e a falência do sistema prisional. A reincidência e as condições desumanas das unidades prisionais são também fatores preocupantes. Segundo a Anistia, sete em cada 10 presos voltam a praticar crimes.


ID
1313134
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A respeito de aspectos diversos relativos ao cenário geopolítico brasileiro e mundial, julgue o próximo item.


O sucessor de Hugo Chávez enfrentará dois grandes desafios no comando do governo da Venezuela: a violência no país e a alta taxa de analfabetismo, uma das maiores da América do Sul.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO


    A Venezuela está entre as 6 maiores taxas de ALFABETIZAÇÃO da América do Sul, a frente de Colômbia, Equador e Peru, por exemplo.
  •  A UNESCO, agência especializada das Nações Unidas, reconheceu em 2005 que o analfabetismo foi erradicado da Venezuela durante o governo Chavez.

    A resposta está incorreta.

  • Além do reconhecimento da UNESCO quanto a erradicação do analfabetismo na Venezuela durante o governo Chavez¹, considerei na questão que os dois maiores problemas a serem enfrentados por Nicolas Maduro (1 já citado na questão "taxas de violência"), inclusive número deprimente de homicídios, sendo o segundo grande desafio a excessiva INFLAÇÃO².

     

    ¹QC: Autor: Sávia Cordeiro , Mestre em Direito Constitucional (PUC-Rio) e Assessora da Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro.

    ²Rebecca Guimarães, professora Grancursos Online.

  • Taxa de analfabetismo: 4,8 para Venezuela e 8 para o Brasil, dados de 2015.


ID
1313137
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A respeito de aspectos diversos relativos ao cenário geopolítico brasileiro e mundial, julgue o próximo item.


A internação compulsória de usuários de crack, uma das metas do plano de governo Crack, é possível vencer!, foi adotada, na maioria das capitais brasileiras, como política pública de combate ao uso de drogas.

Alternativas
Comentários
  • Generalizou, errou!

  • http://oglobo.globo.com/brasil/apenas-metade-dos-estados-do-brasil-adere-plano-anticrack-7284560

  • O programa Crack, é possível vencer! é um programa coordenado pelo Ministério da Justiça que desenvolve, em parceria com outros Ministérios, uma ação integrada que envolve três frentes de atuação: prevenção, cuidado e autoridade. Dentro desses três aspectos, o programa integra vários grupos sociais, trabalhando, simultaneamente, na prevenção, no combate, na reabilitação e na reintegração social dos usuários desse tipo de droga.

      Desde que foi lançado em 2011, o plano não foi adotado pela maioria das capitais ou estados brasileiros devido à discussão sobre a constitucionalidade da internação compulsória, prevista no plano.  Apesar de ser amparado pela lei federal 10.216/2001, o tema de internação à força é amplamente debatido por  profissionais de saúde e representantes de instituições de defesa dos direitos humanos, que defendem que o discurso de “combate ao crack" tem servido de pretexto para a implementação de políticas públicas de viés repressivo e que violam direitos humanos, contrariando, inclusive, as diretrizes do SUS para o tema.

      Por generalizar o alcance do programa, a questão está errada.

  • Infelizmente não foi adotada como deveria


ID
1313140
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A respeito de aspectos diversos relativos ao cenário geopolítico brasileiro e mundial, julgue o próximo item.


A despeito da tradicional rivalidade existente entre Brasil e Argentina no campo esportivo, a escolha do cardeal Jorge Mario Bergoglio como sucessor do papa Bento XVI não reforçou a disputa entre esses países, pois, embora seja considerado argentino por ter sido arcebispo daquele país, Bergoglio é, efetivamente, filho de pais argentinos, mas cidadão italiano.

Alternativas
Comentários
  • Francisco (em latim: Franciscus; Buenos Aires, 17 de dezembro de 1936), nascido como Jorge Mario Bergoglio, é o 266.º Papa da Igreja Católica e atual Chefe de Estado do Vaticano, sucedendo o Papa Bento XVI, que abdicou ao papado em 28 de fevereiro de 2013.[3]

    É o primeiro papa nascido no continente americano e também o primeiro latino-americano, o primeiro pontífice do hemisfério sul, o primeiro papa a utilizar o nome de Francisco, o primeiro pontífice não europeu em mais de 1200 anos[4] e também o primeiro papa jesuíta da história. Tornou-se Arcebispo de Buenos Aires em 28 de fevereiro de 1998 e foi elevado ao cardinalato em 21 de fevereiro de 2001, com o título de Cardeal Presbítero de San Roberto Belarmino. Foi eleito papa em 13 de março de 2013.

    Jorge Mario Bergoglio nasceu numa família de imigrantes italianos. O seu pai, Mario Giuseppe Bergoglio Vasallo, nascido em Portacomaro em 2 de abril de 1908 e falecido em 1959, era um trabalhador ferroviário e sua mãe, Regina Maria Sivori Gogna, nascida em Buenos Aires, de pais genoveses, em 28 de novembro de 1911 e falecida em 8 de janeiro de 1981, era dona de casa. 

  • O Papa Francisco nasceu em Buenos Aires em 17 de dezembro de 1936, em uma família de imigrantes italianos. A Argentina reconhece a cidadania com base no “jus solo", ou seja, todos aqueles que nasceram em território argentino tem o direito à cidadania daquele país. Nesse sentido, o Papa tem cidadania argentina. Por outro lado, a Itália admite o direito à nacionalidade decorrente do “jus sanguinis", ou seja, por direito de sangue. Assim, filhos de italianos, como é o caso do Papa Francisco, têm direito à cidadania italiana. Conclui-se, portanto, que o Papa Francisco possui ambas as cidadanias.

    A resposta está errada. 


ID
1313143
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A respeito de aspectos diversos relativos ao cenário geopolítico brasileiro e mundial, julgue o próximo item.


Encontra-se em tramitação no Senado Federal proposta de emenda à Constituição Federal que prevê a expropriação de terras urbanas e rurais de empresas ou pessoas que abrigarem trabalhadores sujeitados a trabalho escravo, devendo as terras expropriadas ser encaminhadas para reforma agrária ou uso social.

Alternativas
Comentários
  • Olá pessoal,

    Somente para acrescentar nos estudos, é importante destacar que a EC 81/2014 alterou o art. 243 da CF/88 prevendo que as propriedades rurais e urbanas de qualquer região do País onde for identificada a exploração de trabalho escravo serão expropriadas.


    CF/88 Art. 243. As propriedades rurais e urbanas de qualquer região do País onde forem localizadas culturas ilegais de plantas psicotrópicas ou a exploração de trabalho escravo na forma da lei serão expropriadas e destinadas à reforma agrária e a programas de habitação popular, sem qualquer indenização ao proprietário e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei, observado, no que couber, o disposto no art. 5º(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 81, de 2014)

    -------------------------

    JUSTIFICATIVA PARA ANULAÇÃO :

    A redação do item prejudicou seu julgamento objetivo, motivo pelo qual se opta por sua anulação.


ID
1313146
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A respeito de aspectos diversos relativos ao cenário geopolítico brasileiro e mundial, julgue o próximo item.


O governo brasileiro pretende tornar permanente e ostensiva a fiscalização contra o desmatamento ilegal na Amazônia Legal, razão por que criou uma força nacional de segurança ambiental permanente na região, modelo de fiscalização que inclui serviços de inteligência com o envolvimento de órgãos governamentais e um programa de ação que será conduzido pelo Exército.

Alternativas
Comentários
  • http://www.ebc.com.br/2012/10/amazonia-legal-tera-forca-nacional-de-seguranca-ambiental-permanente-diz-ministerio

  •   Em outubro de 2012, foi anunciado a criação da Força Nacional de Segurança Ambiental, responsável pela fiscalização contra o desmatamento na Amazônia Legal, agindo de forma permanente na região, independente da sazonalidade de desmatamentos. Além dessa fiscalização ostensiva, outras medidas estão sendo implementadas como: o Proteger Ambiental, que é um estímulo à integração das ações de inteligência ambiental coordenadas pelos órgãos federais; a participação do Exército na atuação ambiental; e  advento de um grupo de trabalho permanente entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para monitorar os focos de desmatamento de forma permanente.

      O objetivo principal dessa iniciativa é modernizar o sistema de controle contra o desmatamento diante das mudanças verificadas nesse tipo de crime ambiental, que se torna cada vez mais difícil de ser combatido.

    A resposta está correta.
  • Brasília – A fiscalização contra o desmatamento ilegal na Amazônia Legal será permanente e ostensiva a partir de agora. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi criada uma força nacional de segurança ambiental permanente na região, independente da sazonalidade de desmatamentos observada nos últimos anos.

    “Não sairemos mais da Amazônia Legal, mesmo com chuva. Todo mundo espera que a gente saia na [época da] chuva, para desmatar”, disse a ministra. Segundo ela, o trabalho desses grupamentos foram iniciados na região há pouco mais de um mês. “Agora, a fiscalização com estratégia de inteligência estará permanente”

    Izabella disse que o novo modelo de fiscalização adotado pelo governo também inclui serviços de inteligência envolvendo outros órgãos do governo e um programa de ação de combate aos crimes que será conduzido pelo Exército. Intitulado Proteger Ambiental, a criação do programa deve ser publicada esta semana.

    Confira a matéria da Radioagência Nacional sobre o tema:

     

    “Mudou todo o arranjo de inteligência ambiental e de ação coordenada das entidades federais. Vamos trabalhar com o Exército, Marinha e Aeronáutica. Vamos contar com a inteligência militar”, disse. Em tom otimista, a ministra afirmou que os resultados vão aparecer em poucos dias.

    Em agosto deste ano, o Sistema de Monitoramento em Tempo Real (Deter), do  Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostrou que a degradação e o desmatamento na Amazônia Legal atingiram uma área quase 200% maior do que a destruída em agosto do ano passado. Em setembro, a devastação na região caiu para 282 quilômetros quadrados, mas ainda afetou uma área maior do que a do ano passado (213 quilômetros quadrados).

    A queda na comparação entre agosto e setembro foi impulsionada, principalmente, pela redução de 83% da área desmatada no Pará e de 32% no Mato Grosso.

    Apesar do aumento da área afetada em comparação a 2011, o governo anunciou os números em um clima mais otimista. Foi a primeira vez que as imagens da destruição foram analisadas e o governo conseguiu separar, nesses locais, o que foi degradação, que pode incluir as queimadas intensificadas pela seca do mês de agosto, e o que representa corte raso, ou desmatamento.

    “Dos 522 quilômetros quadrados em agosto, 40% estão associados a desmatamento [corte raso] e 60% a degradação, que inclui queimadas. É um período atípico, com intensificação de queimadas pela seca”, explicou a ministra. Em setembro, o desmatamento superou a degradação, respondendo por 63% da área identificada pelo satélite.

    “Muitas vezes o fiscal sai e se depara com desmatamento que já aconteceu ou com área que é queimada e não é desmatamento. Este aperfeiçoamento tecnológico foi concluído ontem entre Inpe e Ibama [Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Hídricos]”, disse a ministra.


ID
1590994
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A anamnese e o exame psíquico são as ferramentas básicas de investigação em psiquiatria. A respeito das várias formas de manifestações psicopatológicas, julgue o item a seguir.


A apraxia ideomotora, mais comumente associada a lesões do hemisfério cerebral esquerdo, caracteriza-se pela incapacidade de completar um ato de forma voluntária em resposta a uma ordem verbal.

Alternativas
Comentários
  • A apraxia ideomotoraé a incapacidade de completar um ato de forma voluntária em resposta a uma ordem verbal. O mesmo ato, entretanto, pode ser realizado pelo paciente de modo espontâneo (ex.: ordena-se que o paciente faça o sinal-da-cruz, ele não o faz, mas realiza-o automaticamente ao entrar em uma igreja). Tanto a apraxia ideativa como a ideomotora são resultantes geralmente de lesão no hemisfério esquerdo.


ID
1590997
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A anamnese e o exame psíquico são as ferramentas básicas de investigação em psiquiatria. A respeito das várias formas de manifestações psicopatológicas, julgue o item a seguir.


Tanto a catatimia como a alexitimia estão classicamente associadas à personalidade antissocial, relacionando-se à incapacidade do paciente de descrever seu próprio estado afetivo e(ou) de humor.


Alternativas

ID
1591000
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A anamnese e o exame psíquico são as ferramentas básicas de investigação em psiquiatria. A respeito das várias formas de manifestações psicopatológicas, julgue o item a seguir.


As fotopsias são alucinações visuais simples, e os indivíduos com esse tipo de alucinação veem, por exemplo, cores, bolas, pontos brilhantes ou escotomas cintilantes.


Alternativas
Comentários
  • fotopsia acontece quando o vítreo, fluído gelatinoso que preenche grande parte da cavidade interna do olho, fricciona ou pressiona a retina, fazendo com que os fotorreceptores sejam ativados e, com isso, resultando na sensação de flashes luminosos.

    gab:certo


ID
1591003
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Diversos quadros psicopatológicos clássicos não constam individualizadamente nas classificações atuais (CID 10 e DSM-IV-TR). Acerca desses quadros clínicos, julgue o item seguinte.


Apesar do seu início agudo e das suas frequentes recorrências, a psicose cicloide apresenta bom prognóstico. Esse tipo de psicose apresenta três variantes clássicas e caracterizam-se por confusão mental, delírios incongruentes com o humor, alucinações, alterações psicomotoras, oscilações de humor e ansiedade, entre outros sintomas.


Alternativas

ID
1591006
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Diversos quadros psicopatológicos clássicos não constam individualizadamente nas classificações atuais (CID 10 e DSM-IV-TR). Acerca desses quadros clínicos, julgue o item seguinte.


As parafrenias são formas de psicoses esquizofreniformes de início precoce cujas manifestações incluem delírios, geralmente acompanhados de alucinações, com relativa preservação da personalidade do paciente.


Alternativas
Comentários
  • As parafrenias são psicoses de início tardio cujas manifestações incluem delírios, geralmente acompanhados de alucinações, com relativa preservação da personalidade do paciente.

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    Gabarito: Errado


ID
1591009
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Diversos quadros psicopatológicos clássicos não constam individualizadamente nas classificações atuais (CID 10 e DSM-IV-TR). Acerca desses quadros clínicos, julgue o item seguinte.


A paralogia não relacionada a alteração dos níveis de consciência ou outros sintomas dissociativos corresponde à característica fundamental da síndrome de Ganser.


Alternativas

ID
1591012
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Os transtornos causados pelo uso de substâncias psicoativas constituem graves problemas de saúde pública. Em relação ao diagnóstico e tratamento desses transtornos, julgue o item subsecutivo.


Apesar de não haver tratamento aprovado para a síndrome de dependência de cocaína/crack, o uso de agentes gabaérgicos — por exemplo: topiramato, tiagabina e baclofen —, bem como antipsicóticos típicos e agentes de reposição — por exemplo: modafinil e metilfenidato — tem sido eficaz na redução do craving e do uso dessas substâncias.


Alternativas
Comentários
  • Diazepam IV – controlar as convulsões

    Benzodiazepínicos – tratamento da ansiedade e agitação da abstinência de cocaína (lorazepam)

  • Acredito que o erro está na parte que fala sobre o modafinil e metilfenidato


ID
1591015
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Os transtornos causados pelo uso de substâncias psicoativas constituem graves problemas de saúde pública. Em relação ao diagnóstico e tratamento desses transtornos, julgue o item subsecutivo.


A macrocitose, que afeta aproximadamente 90% dos pacientes dependentes de álcool, pode ser induzida pelo consumo de mais de 80 mg de álcool por dia. O aumento do volume corpuscular médio acontece mesmo em pacientes com níveis de folato e vitamina B12 normais e está relacionado à disfunção hepática subclínica.


Alternativas

ID
1591018
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Os transtornos causados pelo uso de substâncias psicoativas constituem graves problemas de saúde pública. Em relação ao diagnóstico e tratamento desses transtornos, julgue o item subsecutivo.


A interrupção abrupta, após o uso prolongado de benzodiazepínicos, pode levar à abstinência e(ou) à reagudização dos sintomas ansiosos. Diferentemente do que ocorre na reagudização, na síndrome de abstinência há melhora progressiva dos sintomas, que podem incluir, entre outros, alterações perceptuais, despersonalização e desrealização.


Alternativas

ID
1591021
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O comprometimento cognitivo leve (CCL) é um estado intermediário entre a ausência de prejuízo cognitivo e as demências. Com relação ao CCL e às demências, julgue o item subsequente.


A hidrocefalia de pressão normal, uma forma potencialmente reversível de demência, é caracterizada pela tríade alterações de marcha, comprometimento cognitivo e incontinência urinária. O mecanismo responsável pela deterioração clínica observada em pacientes com essa doença é a compressão de pequenas veias pelos ventrículos dilatados, com diminuição do fluxo sanguíneo e da perfusão ventricular.


Alternativas

ID
1591024
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O comprometimento cognitivo leve (CCL) é um estado intermediário entre a ausência de prejuízo cognitivo e as demências. Com relação ao CCL e às demências, julgue o item subsequente.


A taxa de conversão de CCL para doença de Alzheimer pode chegar a 15% ao ano, estando alguns marcadores liquóricos — tais como elevação dos níveis de proteína tau fosforilada, de proteínas precursoras de amiloide e de beta-secretase, bem como a redução dos níveis de peptídeo beta-amiloide 42 (Aβ 42) — associados a maior risco de conversão.


Alternativas

ID
1591027
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O comprometimento cognitivo leve (CCL) é um estado intermediário entre a ausência de prejuízo cognitivo e as demências. Com relação ao CCL e às demências, julgue o item subsequente.


A demência pode acometer de 20% a 30% dos pacientes com doença de Parkinson. Devido à natureza subcortical da doença, há a tendência de se preservarem habilidades intelectivas superiores como as funções executivas e visuoespaciais e a memória verbal.


Alternativas

ID
1591030
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O conhecimento dos mecanismos farmacológicos das substâncias com efeitos psicotrópicos é essencial para a prática clínica psiquiátrica. Considerando os aspectos clínicos e terapêuticos, julgue o item a seguir relativos aos psicofármacos.


O uso de glicocorticoides está associado ao aparecimento de sintomas psiquiátricos, e o tratamento com antidepressivos tricíclicos pode atenuar as alterações de humor por eles induzidas.


Alternativas

ID
1591033
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O conhecimento dos mecanismos farmacológicos das substâncias com efeitos psicotrópicos é essencial para a prática clínica psiquiátrica. Considerando os aspectos clínicos e terapêuticos, julgue o item a seguir relativos aos psicofármacos.


A associação de inibidores seletivos da receptação de serotonina e de inibidores da monoaminoxidase pode desencadear a síndrome serotonérgica, cujas manifestações incluem alterações do estado mental e do sistema autonômico e hiper-reatividade neuromuscular. O tratamento dessa síndrome baseia-se em medidas de suporte clínico, mas pode requerer o uso de antídotos específicos, como a ciproeptadina e a bromocriptina.


Alternativas
Comentários
  • gabarito: ERRADO

    Inibidores da recaptação da serotonina e agentes inibidores da enzima MAO aumentam a quantidade desses NT na fenda, o que pode desencadear as situações citadas no enunciado, no entanto a  bromocriptina é um agosnista dopaminérgico que entre outros usos clínicos pode ser utilizada em síndromes neuropléticas, mas não é um antídoto específico.

    A Ciproeptadina é um anti-histamínico  receptores H1, que possui atividades adicionais como anestésico local, anticolinérgico e antiserotonérgico, também pode ser utilizada nesse caso, mas da mesma forma não é um antídoto específico. 


ID
1591036
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O conhecimento dos mecanismos farmacológicos das substâncias com efeitos psicotrópicos é essencial para a prática clínica psiquiátrica. Considerando os aspectos clínicos e terapêuticos, julgue o item a seguir relativos aos psicofármacos.


A rivastigmina e a galantamina, medicações inibidoras competitivas e reversíveis da acetilcolinesterase, apresentam efeitos colaterais semelhantes e são indicadas para o tratamento da doença de Alzheimer, de leve a moderada.


Alternativas
Comentários
  • Errada!

    Galantina = seletiva para AchE

    Rivastigmina = não seletiva, ou seja, inibe AchE e BuchE.


ID
1591039
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O conhecimento dos mecanismos farmacológicos das substâncias com efeitos psicotrópicos é essencial para a prática clínica psiquiátrica. Considerando os aspectos clínicos e terapêuticos, julgue o item a seguir relativos aos psicofármacos.


O uso concomitante de psicofármacos inibidores da CYP2D6, como, por exemplo, fluoxetina e paroxetina, está associado à diminuição da eficácia do tamoxifeno no tratamento de pacientes com câncer de mama.


Alternativas
Comentários
  • Causa redução nos níveis plasmáticos do metabólito ativo do tamoxifeno [4-hidroxi-Ndesmetiltamoxifeno (endoxifeno)]


ID
1591042
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

No que se refere às características clínicas e terapêuticas da esquizofrenia, julgue o item que se segue.

Idade mais avançada, comorbidade com transtorno do pânico e história de abuso na infância são fatores de risco para o cometimento de suicídio por esquizofrênicos.

Alternativas

ID
1591045
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

No que se refere às características clínicas e terapêuticas da esquizofrenia, julgue o item que se segue.


No subtipo hebefrênico da esquizofrenia, o processo psicopatológico predominante é o transtorno da forma do pensamento, cuja manifestação clínica pode ser avaliada a partir da dimensão de desorganização.


Alternativas
Comentários
  • esquizofrenia hebefrênica: prevalência dos sintomas desorganizados, pensamento progressivamente desorganizado, de um leve afrouxamento das associações até a total desagregação e produção de um pensamento totalmente incompreensível e incoerente. Comportamentos desorganizados, inadequados, agitação psicomotora, vestimenta e aparência bizarras e afeto inadequado, ambivalente, pueril, de forma infantil, “boboca”; 

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    Gabarito: Certo


ID
1591048
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

No que se refere às características clínicas e terapêuticas da esquizofrenia, julgue o item que se segue.

O prejuízo cognitivo na esquizofrenia ocorre a partir da manifestação dos sintomas psicóticos e está diretamente relacionado à intensidade e cronicidade desses sintomas.


Alternativas
Comentários
  • Na verdade, os sintomas psicóticos, tais como alucinações e delírios, mais conhecidos como os positivos, acontecem sob um fundo de preservação cognitiva da atenção, memória e nível de CS (aspecto quantitativo). O prejuízo cognitivo na esquizofrenia ocorre a partir da manifestação dos sintomas negativos e está diretamente relacionado à intensidade e cronicidade desses sintomas.

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    Gabarito: Errado


ID
1591051
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

No que se refere às características clínicas e terapêuticas da esquizofrenia, julgue o item que se segue.


Apesar de a taxa de bloqueio dos receptores D2 ser muito inferior à do haloperidol, a risperidona e a olanzapina são medicações eficazes no tratamento dos sintomas positivos da esquizofrenia.


Alternativas
Comentários
  • São eficazes no tratamento dos sintomas NEGATIVOS, TAMBÉM melhoram os sintomas positivos.

    Já o haloperidol, pertencente ao grupo de primeira geração, esse sim é eficaz no tratamento dos sintomas POSITIVOS, no entanto, podem até piorar os sintomas negativos.


ID
1591054
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A fim de se evitar possíveis vieses dos ensaios clínicos financiados pelas indústrias farmacêuticas, na última década foram realizados diversos estudos multicêntricos financiados por órgãos oficiais de fomento à pesquisa referente às opções de tratamento de doenças psiquiátricas. A respeito desse assunto, julgue o item subsequente.


Apesar de controverso, o uso de antidepressivos no tratamento da depressão bipolar foi corroborado pelos resultados do estudo STEP-BD (systematic treatment enhancement program for bipolar disorder), que mostrou que a associação de sertralina ou bupropiona a estabilizadores de humor foi mais eficaz para se atingir a remissão do que o tratamento apenas com estabilizadores de humor.


Alternativas

ID
1591057
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A fim de se evitar possíveis vieses dos ensaios clínicos financiados pelas indústrias farmacêuticas, na última década foram realizados diversos estudos multicêntricos financiados por órgãos oficiais de fomento à pesquisa referente às opções de tratamento de doenças psiquiátricas. A respeito desse assunto, julgue o item subsequente.


O estudo CATIE (clinical antipsychotic trials of intervention effectiveness), que avaliou o tratamento com antipsicóticos de mais de 1.500 pacientes com esquizofrenia crônica, mostrou haver altas taxas de descontinuação do tratamento (até 74%), independentemente de os pacientes serem tratados com antipsicóticos de primeira ou de segunda geração.


Alternativas

ID
1591060
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A fim de se evitar possíveis vieses dos ensaios clínicos financiados pelas indústrias farmacêuticas, na última década foram realizados diversos estudos multicêntricos financiados por órgãos oficiais de fomento à pesquisa referente às opções de tratamento de doenças psiquiátricas. A respeito desse assunto, julgue o item subsequente.


Os resultados do estudo STAR*D (sequenced treatment alternatives to relieve depression), relativo ao tratamento do transtorno depressivo maior, demonstraram taxas de remissão de 70% a 75% após duas intervenções sequenciais de tratamento.


Alternativas

ID
1591063
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Com referência à depressão, julgue o próximo item.


A taxa de cometimento de suicídio por pacientes com depressão maior psicótica é maior que a de pacientes com depressão não psicótica e está associada a fatores como sexo masculino, tentativas prévias de suicídio e gravidade dos sintomas psicóticos. 


Alternativas
Comentários
  • Suicidality — Unipolar major depression with psychotic features is often accompanied by suicide attempts or suicidal ideation [9]. Among patients who are currently suffering from psychotic depression, suicide attempts will occur in roughly 20 to 25 percent:

    ●A randomized trial of 183 patients with unipolar psychotic depression found that 21 percent had attempted suicide during the current episode and another 39 percent had suicidal ideation [31]

     

    ●A community survey of 114 individuals with unipolar psychotic depression found that 27 percent had attempted suicide during the current episode [1]

     

    Suicide attempts and suicidal ideation in patients with unipolar psychotic depression are associated with [31]:

    ●Male gender

    ●Past suicide attempt

    ●Greater severity of depressive symptoms

    FONTE: UPTODATE

    gabarito da questão está errado


ID
1591066
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Com referência à depressão, julgue o próximo item.


O tratamento do transtorno depressivo maior em pacientes pós-infarto do miocárdio está associado não apenas à diminuição dos sintomas depressivos e melhora da qualidade de vida, mas também à melhora dos parâmetros cardiovasculares e à redução da mortalidade.


Alternativas

ID
1591069
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Com referência à depressão, julgue o próximo item.


Alterações de sono são muito frequentes em pacientes com transtorno depressivo maior. Os achados de polissonografia mais comumente associados a esse transtorno incluem diminuição da continuidade do sono, maior quantidade de despertares, menor latência do sono REM, aumento da densidade do sono REM e dificuldade de entrar e permanecer no sono de ondas lentas.


Alternativas

ID
1591072
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Com referência à depressão, julgue o próximo item.


Diversas características clínicas podem ajudar na diferenciação entre transtorno depressivo recorrente e transtorno de humor bipolar, estando mais associados a este último, por exemplo, início precoce, presença de mais de cinco episódios de depressão recorrente, depressão psicótica antes dos vinte e cinco anos de idade, depressão com agitação psicomotora e estado misto depressivo, além de características atípicas.


Alternativas

ID
1591075
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Julgue o item a seguir, a respeito do tratamento farmacológico do transtorno bipolar.


Pacientes bipolares que apresentem episódios maníacos ou hipomaníacos no período pós-parto podem, enquanto estiverem amamentando, ser tratadas com antipsicóticos típicos, preferencialmente o haloperidol, ou com antipsicóticos atípicos, como a risperidona e a olanzapina.


Alternativas

ID
1591078
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Julgue o item a seguir, a respeito do tratamento farmacológico do transtorno bipolar.


A poliúria associada ao diabetes insípido induzido pelo lítio está relacionada à redução dos níveis séricos de vasopressina e à redução da reabsorção de água no sistema tubular renal. As estratégias propostas para o tratamento dessa condição clínica incluem a redução da dose do medicamento usado pelo paciente e o uso de diuréticos, preferencialmente a amilorida.


Alternativas

ID
1591081
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Julgue o item a seguir, a respeito do tratamento farmacológico do transtorno bipolar.


Existem evidências de eficácia para o tratamento da depressão bipolar por meio dos antipsicóticos atípicos quetiapina e olanzapina, tendo a associação de fluoxetina e olanzapina se mostrado superior à monoterapia com olanzapina.


Alternativas

ID
1591084
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Acerca dos transtornos de ansiedade, julgue o próximo item.


O tratamento do transtorno do pânico com inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) ou com venlafaxina reduz os três componentes centrais da doença: frequência dos ataques, ansiedade antecipatória e evitação fóbica.


Alternativas
Comentários
  • A venlafaxina pertence a classe de inibidores da recaptação de serotonina -norepinefrina (IRSN). Normalmente, essa classe usado em pacientes que não respondem aos ISRS.

    Os fármacos da classe de inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS): fluoxetina, citalopram, sertralina, fluvoxamina e paroxetina.

    Os fármacos da classe de inibidores da recaptação de serotonina -norepinefrina (IRSN): venlafaxina, duloxetina e trazodona.


ID
1591087
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Acerca dos transtornos de ansiedade, julgue o próximo item.


Pacientes com transtorno de estresse pós-traumático apresentam redução do volume hipocampal, aumento do volume da amígdala e do córtex cingulado anterior, bem como diminuição dos níveis de glicocorticoides e up-regulation dos seus receptores, quando comparados a pacientes sem a doença


Alternativas

ID
1591090
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Acerca dos transtornos de ansiedade, julgue o próximo item.


Pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) sem comorbidades tendem a apresentar melhores respostas à terapia cognitivo-comportamental (TCC) do que à farmacoterapia com antidepressivos serotonérgicos. A exposição e prevenção de resposta é o componente principal da TCC para o TOC.


Alternativas

ID
1591093
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O tratamento dos transtornos alimentares é complexo e exige cuidados multidisciplinares. Em relação a esses transtornos, julgue o item que se segue.


A TCC para a bulimia nervosa apresenta resultados favoráveis na redução dos episódios de compulsão alimentar e dos comportamentos compensatórios, mas não tem sido útil para a melhora dos sintomas depressivos e dos problemas relacionados à autoestima e ao funcionamento social.


Alternativas

ID
1591096
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

O tratamento dos transtornos alimentares é complexo e exige cuidados multidisciplinares. Em relação a esses transtornos, julgue o item que se segue.


A recuperação do peso perdido é um dos fundamentos do tratamento da anorexia nervosa. Um dos riscos inerentes a esse tratamento é a síndrome de realimentação, cuja característica principal é a hipofosfatemia, que pode estar acompanhada de hipomagnesemia, hipocalemia, deficiências vitamínicas e de minerais e edema, entre outros.


Alternativas

ID
1591099
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito do transtorno factício, julgue o item seguinte.


O transtorno factício, mais prevalente em homens que em mulheres, é geralmente mais grave nas mulheres.


Alternativas

ID
1591102
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito do transtorno factício, julgue o item seguinte.


Pacientes internados com diagnóstico de transtorno factício comumente apresentam transtorno de personalidade borderline, principalmente quando há simulação de sintomas psicóticos.


Alternativas

ID
1591105
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito do transtorno factício, julgue o item seguinte.


No denominado transtorno factício por procuração, a motivação para o comportamento do perpetrador é assumir indiretamente o papel de doente.


Alternativas

ID
1591108
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito do transtorno factício, julgue o item seguinte.


Diferentemente do que se verifica no transtorno factício, na síndrome de Briquet, os sintomas são produzidos de forma involuntária.


Alternativas

ID
1591111
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito do transtorno factício, julgue o item seguinte.


Alucinações, depressão e mania são os sintomas mais frequentes da síndrome de Munchausen, um tipo de transtorno factício.


Alternativas

ID
1591114
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativos aos princípios éticos aplicados à psiquiatria.


Entre os princípios éticos essenciais a serem respeitados pelos psiquiatras incluem-se a autonomia, a não maleficência, a beneficência e a justiça.


Alternativas

ID
1591117
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativos aos princípios éticos aplicados à psiquiatria.


Sempre que a confidencialidade entre médico e paciente for quebrada, haverá violação da ética médica.


Alternativas

ID
1591120
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

No que se refere às perícias psiquiátricas no âmbito administrativo, julgue o seguinte item segundo o Manual de Perícias do Servidor Público Federal.


É vedada, durante a perícia psiquiátrica, a presença de familiar na condição de acompanhante do periciado, dado o risco de pressão, constrangimento ou ameaça ao perito.


Alternativas
Comentários
  • Gentileza reclassificar a questão, pois ela está no local errado!

  • KKK 8.112/90, está bem longe de ser.

  • Pessoal, embora essa lei se refira ao manual de perícias médicas, perceba o seguinte: estamos sob o império da legalidade e, a não ser que lei determine, esse manual, que não é lei, não pode criar direitos, nem obrigações ou proibições.

    Portanto, é possível extrairmos a resposta de um raciocínio e da Lei 8.112/90. O referido manual, aliás, apenas compila diversas regras da lei 8.112/90 e algumas questões mais propriamente médicas e outras normas, para orientar o profissional dessa área.

    Assim, notem que uma saída para questões desse tipo é usar a lógica: faria sentido impedir um familiar de acompanhar a perícia médica, mesmo se essa for a vontade dele? Lembre-se que esse servidor que se submeterá à perícia às vezes está com alguma debilidade de locomoção ou até mental, e a verdade é que a companhia de um familiar pode até se tornar inevitável.

    A resposta é: sim, pode até fazer sentido, se esse acompanhamento prejudicar o trabalho do médico, o interesse da Administração. 

    Em suma, o servidor é maior de idade (se não não poderia ser servidor) e pode decidir se quer ou não a presença de familiares na perícia, sem que a lei tenha que se preocupar com pressões etc. 

    Então, a resposta ao item é ERRADO, porque inexiste a proibição sugerida nas leis de regência.

    É por isso que o manual de perícias traz a seguinte previsão, genérica, e que demonstra que isso é algo a ser visto com liberdade e de acordo com o caso e o interesse da Administração (página 5):

    Fica a critério do perito a presença de acompanhante durante a perícia, desde que este não interfira nem seja motivo de constrangimento, pressão ou ameaça aos peritos. É garantido o acompanhamento do assistente técnico na avaliação pericial.

    Não percamos, então, a oportunidade de conferir os artigos da Lei 8.112/90 que tratam da perícia médica, esses sim capazes de gerar obrigações ou direitos:

    Art. 202.  Será concedida ao servidor licença para tratamento de saúde, a pedido ou de ofício, com base em perícia médica, sem prejuízo da remuneração a que fizer jus.
    Art. 203.  A licença de que trata o art. 202 desta Lei será concedida com base em perícia oficial. (Redação dada pela Lei nº 11.907, de 2009)
    § 1o  Sempre que necessário, a inspeção médica será realizada na residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde se encontrar internado.
    § 2o  Inexistindo médico no órgão ou entidade no local onde se encontra ou tenha exercício em caráter permanente o servidor, e não se configurando as hipóteses previstas nos parágrafos do art. 230, será aceito atestado passado por médico particular. (Redação dada pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)
    § 3o  No caso do § 2o deste artigo, o atestado somente produzirá efeitos depois de recepcionado pela unidade de recursos humanos do órgão ou entidade. (Redação dada pela Lei nº 11.907, de 2009)
    § 4o  A licença que exceder o prazo de 120 (cento e vinte) dias no período de 12 (doze) meses a contar do primeiro dia de afastamento será concedida mediante avaliação por junta médica oficial. (Redação dada pela Lei nº 11.907, de 2009)
    § 5o  A perícia oficial para concessão da licença de que trata o caput deste artigo, bem como nos demais casos de perícia oficial previstos nesta Lei, será efetuada por cirurgiões-dentistas, nas hipóteses em que abranger o campo de atuação da odontologia. (Incluído pela Lei nº 11.907, de 2009)
    Art. 204.  A licença para tratamento de saúde inferior a 15 (quinze) dias, dentro de 1 (um) ano, poderá ser dispensada de perícia oficial, na forma definida em regulamento. (Redação dada pela Lei nº 11.907, de 2009)
  • (E)

    Fica a critério do perito a presença de acompanhante durante a perícia,

    desde que este não interfira nem seja motivo de constrangimento, pressão

    ou ameaça aos peritos. É garantido o acompanhamento do assistente

    técnico na avaliação pericial

    http://www.ufal.edu.br/servidor/qualidade-de-vida/opt-appfiles-siapenet-banner-manual.pdf/at_download/file


ID
1591123
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação Federal

No que se refere às perícias psiquiátricas no âmbito administrativo, julgue o seguinte item segundo o Manual de Perícias do Servidor Público Federal.


A chefia imediata e o setor de recursos humanos têm livre acesso aos documentos relacionados a perícia psiquiátrica de servidor, que servirão de base para a tomada de medidas necessárias à sua adaptação ao trabalho.


Alternativas
Comentários
  • ?! Entendi essa não...


  • Errado


    Esse tipo de questão é muito especifico para a área de psiquiatria, mas elucidando:


    Não compete à chefia imediata ou aos setores de Recursos Humanos terem acesso aos documentos periciais do prontuário do servidor por conterem dados sigilosos.


    http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/files.do?evento=download&urlArqPlc=20150114_ManualPericiaMedica1.pdf

  • Questão de ética profissional,o que o setor de recursos humanos e a chefia imediata tem acesso é no relatório da pericia para fundamentar o parecer relacionado a qualquer pedido do servidor.Imagine vocês,o setor de recursos humanos onde psicologo,em que a pessoa revela segredos intimos de sua vida,ora,é isso não pode fica exposto.Mas o relatório pode ser acessado,pois lá vai ser fornecida informações técnicas.

  • Pessoal, embora essa lei se refira ao manual de perícias médicas, perceba o seguinte: estamos sob o império da legalidade e, a não ser que lei determine, esse manual, que não é lei, não pode criar direitos, nem obrigações ou proibições.

    Portanto, é possível extrairmos a resposta de um raciocínio baseado na Lei 8.112/90. O referido manual, aliás, apenas compila diversas regras da lei 8.112/90 e algumas questões mais propriamente médicas, alem de outras normas, para orientar o profissional dessa área.

    Assim, notem que uma saída para questões desse tipo é usar a lógica: faria sentido franquear ao setor de recursos humanos papeis que contem informações sigilosas e restritas à avaliação médica, considerando que há previsão de sigilo para esse caso como forma de preservação da intimidade do servidor?



    Então, a resposta ao item é ERRADO, porque não se poderia admitir essa devassa, por parte do departamento de pessoal, acerca de documentos que são técnicos e protegidos para o resguardo da intimidade.

    É por isso que o manual de perícias traz a seguinte previsão, genérica, e que demonstra que isso é algo a ser visto com liberdade e de acordo com o caso e o interesse da Administração (página 4):

    "Não compete à chefia imediata ou aos setores de Recursos Humanos terem acesso aos documentos periciais do prontuário do servidor, por conterem dados sigilosos."

  • se o servidor tiver problemas psíquicos ele será aposentado por ser portador de uma doença grave, portanto não poderá ser readaptado
    vide Art. 186 §1º

  • LEI No 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001.
     

    Art. 2o Nos atendimentos em saúde mental, de qualquer natureza, a pessoa e seus familiares ou responsáveis serão formalmente cientificados dos direitos enumerados no parágrafo único deste artigo.

    Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental:
    IV - ter garantia de sigilo nas informações prestadas;


ID
1591126
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação Federal

No que se refere às perícias psiquiátricas no âmbito administrativo, julgue o seguinte item segundo o Manual de Perícias do Servidor Público Federal.


Comprovada, por avaliação pericial de junta médica, deficiência mental grave de dependente de servidor, ser-lhe-á concedido auxílio pré-escolar até o limite da idade cronológica de dezoito anos.


Alternativas
Comentários
  • Grande utilidade no seu comentário X Júnior. Aff


  • Artigo 4º do Decreto 977/1993:
    "O dependente de um servidor que apresentar deficiência mental grave poderá ter direito a auxílio pré-escolar enquanto for constatada, por avaliação pericial, idade mental inferior a seis anos."


    Gabarito E.

    Força, Foco e FÉ – 2015, em 1º Lugar.

    “Quem quiser ser o primeiro, sirva a todos – Marcos 10;44”

  • Fernanda, o comentário é para quem não é assinante do QC.

    Para estas pessoas é de grande utilidade o comentário criticado.

    À galera que não tem assinatura, quando não tiver um comentário com o gabarito, tentar consultar as estatísticas da questão -fica logo ao lado dos comentários-, pois por meio delas já dá para saber qual a resposta correta.

    Abraços a todos.

  • DECRETO Nº 977, DE 10 DE SETEMBRO DE 1993 

    Art. 4° A assistência pré-escolar alcançará os dependentes na faixa etária compreendida desde o nascimento até seis anos de idade, em período integral ou parcial, a critério do servidor.

  • ERRADO!

     

    O dependente de servidor que apresentar deficiência mental grave poderá ter direito a auxílio pré-escolar enquanto for constatada, por avaliação pericial, idade mental inferior a seis anos.

     

     

    https://www.instagram.com/diariodapsicologa/?hl=pt-br


ID
1591129
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação Federal

No que se refere às perícias psiquiátricas no âmbito administrativo, julgue o seguinte item segundo o Manual de Perícias do Servidor Público Federal.


O servidor portador de quadro depressivo recorrente, com sintomas psicóticos, deve ser considerado, para fins periciais, alienado mental, ainda que não haja comprometimento grave e irreversível de sua personalidade.


Alternativas
Comentários
  • O alienado mental pode representar riscos para si e para terceiros, sendo impedido por isso de qualquer atividade funcional. Há indicação legal para que todos os servidores portadores de alienação mental sejam interditados judicialmente. O perito deve avaliar se é conveniente e apropriado o enquadramento do indivíduo como alienado mental. O simples diagnóstico desses quadros não é indicativo de enquadramento.


    Gabarito E.


    Disponívelhttp://www.ieprev.com.br/userfiles/file/736/Manual%20de%20Per%C3%ADcia%20Oficial%20do%20Servidor%20Federal%201.pdf. Acessado em agosto de 2015.



    Força, Foco e FÉ – 2015, em 1º Lugar.

    “Quem quiser ser o primeiro, sirva a todos – Marcos 10;44”

  • ERRADO.

     

    Conceitua-se alienação mental como sendo todo quadro de transtorno psiquiátrico ou neuropsiquiátrico grave e persistente, no qual, esgotados os meios habituais de tratamento, haja alteração completa ou considerável da sanidade mental, comprometendo gravemente os juízos de valor e de realidade, bem como a capacidade de entendimento e de autodeterminação, tornando o indivíduo inválido para qualquer trabalho.

    O indivíduo torna-se incapaz de responder por seus atos na vida civil, mostrando-se inteiramente dependente de terceiros no que tange às diversas responsabilidades exigidas pelo convívio em sociedade. O alienado mental pode representar riscos para si e para terceiros, sendo impedido, por isso, de qualquer atividade funcional.

     

    https://www.instagram.com/diariodapsicologa/?hl=pt-br


ID
1591132
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação Federal

No que se refere às perícias psiquiátricas no âmbito administrativo, julgue o seguinte item segundo o Manual de Perícias do Servidor Público Federal.


O servidor portador de transtorno de personalidade borderline, com histórico de múltiplas tentativas de suicídio, grave distúrbio da autoimagem, acentuado descontrole de impulsos e incapaz de viver de forma autônoma deve ser considerado, para fins periciais, alienado mental.


Alternativas
Comentários
  • Conceitua-se como alienação mental todo quadro de distúrbio psiquiátrico ou neuropsiquiátrico grave e persistente, no qual, esgotados os meios habituais de tratamento, haja alteração completa ou considerável da personalidade, comprometendo gravemente os juízos de valor e de realidade, bem como a capacidade de entendimento e de autodeterminação, tornando o indivíduo inválido total e permanentemente para qualquer trabalho.


    Gabarito E.


    Disponívelhttp://www.ieprev.com.br/userfiles/file/736/Manual%20de%20Per%C3%ADcia%20Oficial%20do%20Servidor%20Federal%201.pdf. Acessado em agosto de 2015.



    Força, Foco e FÉ – 2015, em 1º Lugar.

    “Quem quiser ser o primeiro, sirva a todos – Marcos 10;44”

  • Então, qual é o erro da assertiva?

  • Fui adentrar numa seara inadequada a mim e resultado: errei a questão! aha

  • Gabarito: Errado

    O servidor portador de transtorno de personalidade borderline, com histórico de múltiplas tentativas de suicídio, grave distúrbio da autoimagem, acentuado descontrole de impulsos e incapaz de viver de forma autônoma deve ser considerado, para fins periciais, alienado mental.

    Deve NÃO..Pode!

  • Os traços borderline na personalidade denotam a presença de um padrão global de instabilidade na forma habitual de funcionar que afecta as relações com os outros, a imagem que tem de si e os afectos, bem como o comportamento, no qual existe um reduzido controlo de impulsos. Essa instabilidade está provavelmente a ter um impacto negativo no seu dia-a-dia numa variedade de contextos, nos domínios social, familiar e profissional. Como resultado dessas especificidades na sua maneira de pensar, sentir e agir, poderá sentir um grande desconforto ou sofrimento pelo rumo que a sua vida está a tomar. Parece que uma enorme desorganização e caos se instalaram, nada tem um objectivo ou sentido.

  • O Síndrome de Borderline, também conhecido por transtorno de personalidade limítrofe, é uma doença psicológica grave que provoca oscilação de humor, medo de ser abandonado pelos amigos e comportamentos impulsivos, como gastar dinheiro de forma descontrolada ou consumo exagerado de comida, por exemplo.

    Geralmente, os indivíduos com Síndrome de Borderline têm momentos em que estão estáveis, que alternam com surtos psicóticos, manifestando comportamentos descontrolados. Esses sintomas começam a se manifestar na adolescência e se tornam mais frequentes no início da vida adulta.

    Por vezes, este síndrome é confundido com doenças como esquizofrenia ou doença bipolar, porém a duração e intensidade das emoções é diferente, sendo fundamental o paciente ser avaliado por um psiquiatra para saber o diagnóstico correto e iniciar o tratamento adequado.

    http://www.tuasaude.com/sindrome-de-borderline/ - Em 11/02/2016

  • O que eu vim fazer aqui?

  • Em que lugar isso se encaixa com a Lei 8112/90???

  • Cara, antes de responder errado dei uma olhadinha para qual cargo era e pasmem, era pra médico!
    Pulei hehe

  • QUE DESGRACERA EH ESSA?!

  • Não devia estar na 8.112..

  • Sinceramente

    ?????????????????????????????????????????????

  • Se for para técnico, pode deixar em branco: não faz vergonha!!!

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Galera pode esperar uma dessas na prova do inss. Só que não !

  • ERRADO.

     

    Conceitua-se alienação mental como sendo todo quadro de transtorno psiquiátrico ou neuropsiquiátrico grave e persistente, no qual, esgotados os meios habituais de tratamento, haja alteração completa ou considerável da sanidade mental, comprometendo gravemente os juízos de valor e de realidade, bem como a capacidade de entendimento e de autodeterminação, tornando o indivíduo inválido para qualquer trabalho.

    O indivíduo torna-se incapaz de responder por seus atos na vida civil, mostrando-se inteiramente dependente de terceiros no que tange às diversas responsabilidades exigidas pelo convívio em sociedade. O alienado mental pode representar riscos para si e para terceiros, sendo impedido, por isso, de qualquer atividade funcional.

     

    https://www.instagram.com/diariodapsicologa/?hl=pt-br


ID
1591135
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação Federal

No que se refere às perícias psiquiátricas no âmbito administrativo, julgue o seguinte item segundo o Manual de Perícias do Servidor Público Federal.


A perícia oficial em saúde deve estar a serviço de interesses sociais, seja para assegurar o exercício de direito do servidor, seja para defender a administração pública.


Alternativas
Comentários
  • A perícia oficial em saúde está a serviço de interesses sociais, seja para assegurar o exercício de um direito do servidor, seja para defender a Administração Pública Federal.


    Gabarito: CORRETA.

    Disponível
    http://www.ieprev.com.br/userfiles/file/736/Manual%20de%20Per%C3%ADcia%20Oficial%20do%20Servidor%20Federal%201.pdf. Acessado em agosto de 2015.

    Força, Foco e FÉ – 2015, em 1º Lugar.

    “Quem quiser ser o primeiro, sirva a todos – Marcos 10;44”

  • GABARITO: CERTO

    O colega Marcelo se equivocou ao postar o gabarito


    Manual de Perícia Oficial em Saúde do Servidor Público Federal


    A perícia oficial em saúde está a serviço de interesses sociais, seja para assegurar o exercício de um direito do servidor, seja para defender a Administração Pública Federal.


    Fonte: http://www.ieprev.com.br/userfiles/file/736/Manual%20de%20Per%C3%ADcia%20Oficial%20do%20Servidor%20Federal%201.pdf


ID
1591138
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Segundo a Lei n.º 10.216/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, julgue o item subsequente, a respeito dos direitos do doente mental.


O paciente que concorde com sua internação, mas que, pela natureza de seu transtorno mental, não esteja em condições de formar opinião, manifestar vontade e compreender a natureza de sua decisão, deve ser submetido à internação involuntária.


Alternativas
Comentários
  • http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/Repositorio/31/Documentos/S%C3%A9rie%20Legisla%C3%A7%C3%B5es%20Sa%C3%BAde%20Mental%20e%20Uso%20de%20Drogas%2011032013.pdf

  • Art. 6o A internação psiquiátrica somente será realizada mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos.

    Parágrafo único. São considerados os seguintes tipos de internação psiquiátrica:

    I - internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;

    II - internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro; e

    III - internação compulsória: aquela determinada pela Justiça.


    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10216.htm

  • "A Lei 10.216/2001 define três modalidades de internação psiquiátrica:

    a) internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;

    b) internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro;

    c) internação compulsória: aquela determinada pela Justiça.

    Internação voluntária

    A pessoa que solicita voluntariamente a própria internação, ou que a consente, deve assinar, no momento da admissão, uma declaração de que optou por esse regime de tratamento. O término da internação se dá por solicitação escrita do paciente ou por determinação do médico responsável. Uma internação voluntária pode, contudo, se transformar em involuntária e o paciente, então, não poderá sair do estabelecimento sem a prévia autorização.

    Internação involuntária

    É a que ocorre sem o consentimento do paciente e a pedido de terceiros. Geralmente, são os familiares que solicitam a internação do paciente, mas é possível que o pedido venha de outras fontes. O pedido tem que ser feito por escrito e aceito pelo médico psiquiatra.

    A lei determina que, nesses casos, os responsáveis técnicos do estabelecimento de saúde têm prazo de 72 horas para informar ao Ministério Público do estado sobre a internação e os motivos dela. O objetivo é evitar a possibilidade de esse tipo de internação ser utilizado para a cárcere privado.

    Internação compulsória

    Nesse caso não é necessária a autorização familiar. A internação compulsória é sempre determinada pelo juiz competente, depois de pedido formal, feito por um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre a própria condição psicológica e física. O juiz levará em conta o laudo médico especializado, as condições de segurança do estabelecimento,quanto à salvaguarda do paciente, dos demais internados e funcionários."

    Fontes: Lei 10.216/2001, Ministério da Justiça; Associação Brasileira de Psiquiatria; Cartilha Direito à Saúde Mental
    do Ministério Público Federal e da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão; governo do estado de São Paulo

    Neste sentido, esta questão está errada, porque se trata de uma internação compulsória.

  • Gab do site: C


ID
1591141
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Segundo a Lei n.º 10.216/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, julgue o item subsequente, a respeito dos direitos do doente mental.


O paciente portador de esquizofrenia paranoide internado de forma involuntária em clínica psiquiátrica tem direito à presença médica, a qualquer tempo, para os devidos esclarecimentos sobre o motivo de sua internação.


Alternativas
Comentários
  • CERTO

     

    10.216/01

     

    Art. 2o Nos atendimentos em saúde mental, de qualquer natureza, a pessoa e seus familiares ou responsáveis serão formalmente cientificados dos direitos enumerados no parágrafo único deste artigo.

    Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental:

    V - ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de sua hospitalização involuntária

     

     

    A fé, meus amigos, é nossa aliada para vencermos essa guerra. 

     


ID
1591144
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Segundo a Lei n.º 10.216/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, julgue o item subsequente, a respeito dos direitos do doente mental.


Internação involuntária é aquela que ocorre sem o consentimento do paciente e a pedido de terceiros.


Alternativas
Comentários
  • Letra da Lei. 

    Contemplando geralmente ela é solicitada por um familiar. Esse tipo de internação deve ser comunicada ao MPE no prazo máximo de 72h o mesmo procedimento é adotado em casos de pedido de alta de internação involuntária.

  • Existem três tipos de internação:

    I - internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;

    II - internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro; e

    III - internação compulsória: aquela determinada pela Justiça.

  • "Dos doente mental"


ID
1591147
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

        Marcos, de cinquenta anos de idade, com histórico bem documentado de esquizofrenia paranoide, assim que entrou em casa, após um dia de trabalho, encontrou a esposa com o amante e os matou com uma faca de cozinha. Após o crime, Marcos tentou esconder os corpos em um buraco cavado no jardim e eliminou os sinais de sangue do interior de sua residência.


Tendo como referência a situação hipotética apresentada acima, julgue o seguinte item.

Caso Marcos seja levado a julgamento e apresente, nessa fase, exacerbação dos sintomas psicóticos, o julgamento deverá ser suspenso até o restabelecimento do acusado.


Alternativas
Comentários
  • C.

    CPP:

    Art. 152. Se se verificar que a doença mental sobreveio à infraçãoo processo continuará suspensoaté que o acusado se restabeleça, observado o § 2o doart. 149.

            Art. 149. Quandohouver dúvida sobre a integridademental do acusado, o juiz ordenará,de ofício ou a requerimento do Ministério Público, do defensor, docurador, do ascendente, descendente, irmão ou cônjuge do acusado, seja este submetido a exame médico-legal

    § 2o Ojuiz nomeará curador ao acusado,quando determinar o exame, ficando suspenso oprocesso, se já iniciada a ação penal, salvo quanto às diligências que possam serprejudicadas pelo adiamento

  • O Gabarito é CERTO, mas não concordo.

     

    Segundo o art. 152 do CPP, a suspensão do processo ocorre quando a doença mental sobrevém à infração. Por outro lado, o art. 151 prevê que o processo prossegue caso o acusado já era inimputável ao tempo da infração, veja-se:

     

    Art. 151.  Se os peritos concluírem que o acusado era, ao tempo da infração, irresponsável nos termos do art. 22 do Código Penal, o processo prosseguirá, com a presença do curador.

     

    Neste sentido, entendo que não caberia a suspensão do processo com amparo no seguinte julgado:

     

    PENAL. INCIDENTE DE INSANIDADE MENTAL. DOENÇA PREEXISTENTE. SUSPENSÃO DO PROCESSO. INDEFERIMENTO. A lei processual penal dispõe no sentido de que, se ao tempo da infração, o réu não era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento (artigo 26 do Código Penal), prossegue o feito, com a presença de curador, nos termos do artigo 151 do Código de Processo Penal. A suspensão do processo até o restabelecimento do réu se aplica às hipóteses em que a doença mental seja superveniente à infração (artigo 152 do Código de Processo Penal).

     

  • Embora o gabarito aponte a assertiva como certa, entendo que, s.m.j., deveria ser considerada falsa.

     

    O enunciado assevera que o crime foi praticado por acusado "com histórico bem documentado de esquizofrenia paranoide". Logo, admite-se que a doença mental era preexistente ao tempo do crime, e não posterior a este, caso em que o processo deverá prosseguir, para que ao fim seja proferida uma sentença absolutória imprópria, como dispõe o art. 151 do CPP:

     

    Art. 151.  Se os peritos concluírem que o acusado era, ao tempo da infração, irresponsável nos termos do art. 22 do Código Penal, o processo prosseguirá, com a presença do curador.

     

    Note-se que a "exacerbação dos sintomas psicóticos" quando do julgamento não faz presumir que, antes da prática do delito, a doença inexistia, mas apenas que ela se agravou após o crime. Assim, penso que o gabarito só poderia admitir a assertiva como correta se a doença se manifestasse após a prática do delito, nos termos do art. 152 do CPP:

     

    Art. 152. Se se verificar que a doença mental sobreveio à infração processo continuará suspenso até que o acusado se restabeleça, observado o § 2o doart. 149.

     

    Em suma:

    - Doença contemporânea ou preexistente à infração ---> Processo prosseguirá

    - Doença sobreveio à infração ---> Suspensão do processo

  • Gabarito Certo pela banca, mas discordo desse com a devida vênia.

     

    "Caso Marcos seja levado a julgamento e apresente, nessa fase, exacerbação dos sintomas psicóticos, o julgamento deverá ser suspenso até o restabelecimento do acusado."
     

     

    Concordo com o pensamento dos colegas Direito e André, o termo "nessa fase" não aduz que o agressor não era portador de transtorno mental antes do fato criminoso. A questão mesmo relata "com histórico bem documentado de esquizofrenia paranoide" que ele já era esquizofrênico quando praticou o crime, nesse caso cabe medida de segurança e o processo não deve ser suspenso até que o acusado se restabeleça, deverá ser nomeado curador nos termos do art. 151 do CPP.

     

     

    Trata-se de um excludente de culpabilidade, art 151 do CPP e 26 do CP.

     

     

    Corrobora a tese o julgado que se segue:

    TJ-ES - Recurso Ex-officio RECEXOFF 15019000312 ES 15019000312 (TJ-ES)

    Data de publicação: 22/05/2002

    Ementa: RECURSO EX OFFICIO ABSOLVIÇÃO SUMÁRIA - ACUSADA PORTADORA DE ESQUIZOFRENIA PARANÓIDE - CAUSA DE EXCLUSÃO DA CULPABILIDADE - APLICAÇÃO DE MEDIDA DE SEGURANÇA - RECURSO A QUE SE NEGA PROVIMENTO - UNANIMIDADE. Restando demonstrado por meio de provas irrefutáveis que, ao tempo do crime, era o agente inteiramente incapaz de entender o caráter criminoso de sua ação ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, impõe-se a sua absolvição sumária, com a conseqüente aplicação da medida de segurança cabível à espécie.Recurso a que se nega provimento, à unanimidade.

     

    A dificuldade é para todos, avante !

  • CERTO

     

    ao tempo do crime -> 151 CPP
    após o crime -> 152 CPP

    ao tempo do crime c/ piora após o crime -> 152 CPP

  • Pior que a referida questão deixa muito claro que o autor já era portador de esquizofrenia, portanto, ao tempo da ação, era inimputável nos termos do artigo 22 do CP. Logo, conforme os ditames do artigo 151 do CPP, o processo PROSSEGUIRÁ, com a presença de curador.

  • Um macete bobo que me ajuda a memorizar:

    Ao temPo da infração: Prosseguirá

    Sobreveio à infração (ou se intenSificou): Suspenso

  • Quem chutou, acertou.

  • Se doença mental: 

     * for Concomitante à infração penal: Curador especial + processo prossegue (art. 151, CPP); 

     Sobrevier à infração penal: processo continua Suspenso até que acusado se restabeleça (artt. 152, CPP).

  • EU PENSEI ASSIM: O ACUSADO TEM QUE TER DISCERNIMENTO DOS MOTIVOS DA ACUSAÇÃO, LOGO NÃO POSSO ACUSAR UMA PESSOA QUE NO MOMENTO NÃO ESTA BEM PSICOLOGICAMENTE.

    GABARITO= CERTO.

    AVANTE GUERREIROS.

  • Os colegas estão dizendo que não concordam com a resposta da banca, PORÉM:

    Caso Marcos seja levado a julgamento e apresente, nessa fase, exacerbação dos sintomas psicóticos, o julgamento deverá ser suspenso até o restabelecimento do acusado.

    Embora ele já possua os sintomas à época da infração (no tempo da ação), isso diz respeito à culpabilidade ou não (imputabilidade). E aí vai depender se ele era inteiramente ou não inteiramente capaz de entender o caráter ilícito da sua ação. E a ação corre normal, sem suspensão, com o curador.

    No entanto, a questão informa que houve uma exasperação dos sintomas (o cara pirou de vez), nesse caso, tem-se que deve ser suspenso por força do art. 152 do CPP, até que sobrevenha melhora.

  • Gab. correto, loreDamasceno.

  • No meu entender, embora Marcos fosse portador da doença, ele chegou em casa após um dia de trabalho, matou a esposa e o amante, cavou uma cova e enterrou os corpos, limpou o sangue, o que demonstra que a doença não o afetava cognitivamente naquele momento. Depois a questão deixa expresso que a doença veio posteriormente. Acho que tem muita informação para dá como certa a resposta.

  • Comecei a redigir um comentário para explicar o erro da questão e percebi ser mais difícil desenvolver tal raciocínio do que aceitar o gabarito... kkk

    Duas considerações que pesaram mais, na minha concepção:

    • As atitudes tomadas pelo autor na ocasião do crime (esconder os corpos e eliminar sinais de sangue) sugerem que ele tinha ciência do ato cometido.
    • O fato de ser o autor previamente diagnosticado com esquizofrenia não implica deduzir que ele já fosse inimputável, aplicando-se o art. 151 ao invés do 152.
    • Necessário mencionar que na questão, a doença não foi correlacionada ao fato, apenas mencionada. Ademais, verifica-se que a exacerbação, ou seja, seu "crescimento" foi posterior ao fato, já na marcha processual, ensejando assim a aplicação do disposto no Art. 152 do Código de Processo Penal

ID
1591150
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

    Marcos, de cinquenta anos de idade, com histórico bem documentado de esquizofrenia paranoide, assim que entrou em casa, após um dia de trabalho, encontrou a esposa com o amante e os matou com uma faca de cozinha. Após o crime, Marcos tentou esconder os corpos em um buraco cavado no jardim e eliminou os sinais de sangue do interior de sua residência.


Tendo como referência a situação hipotética apresentada acima, julgue o seguinte item.


Se for condenado e, durante o cumprimento da pena, ocorrer exacerbação de sintomas psicóticos, Marcos deverá ser submetido a exame de superveniência de doença mental e transferido para hospital de custódia e tratamento.


Alternativas
Comentários
  • Art. 98 - Na hipótese do parágrafo único do art. 26 deste Código e necessitando o condenado de especial tratamento curativo, a pena privativa de liberdade pode ser substituída pela internação, ou tratamento ambulatorial, pelo prazo mínimo de 1 a 3 anos, nos termos do artigo anterior e respectivos  § § 1º a 4º.


    Questão correta.


  • Superveniência de doença mental? Marcos já possuía à época do crime histórico de doença mental. Questão no mínimo questionável. 

  • Importante lembrar que não basta que o individuo já possua doença mental no momento da ação para ser considerado inimputavel. É necessário:

    -  doença mental; +

    -  ser inteiramente incapaz de entender o carater ilicito do fato ou determinar-se segundo seu entendimento; +

    - manifestação da doença mental no momento da conduta.

     (critério biopsicologico adotado pelo nosso CP).

    Pela descrição da questão ele tinha inteira capacidade de entender o q estava fazendo (tentou esconder os corpos e eliminou os sinais de sangue); sendo assim considerado imputável e condenado a PPL. E com a superveniencia d doença mental, aplica-se art. 183, LEP

    Art. 183.  Quando, no curso da execução da pena privativa de liberdade, sobrevier doença mental ou perturbação da saúde mental, o Juiz, de ofício, a requerimento do Ministério Público, da Defensoria Pública ou da autoridade administrativa, poderá determinar a substituição da pena por medida de segurança.

  • Sinceramente, não concordo ! A questão diz "deverá" e o art. 183 da LEP diz "poderá" !

  • Concordo com vc Gil Teix. Esse "deverá" deveria gerar a anulação da questão.

  • Questão corretíssima!

     

              A banca embasou o gabarito no art. 41 do C.P. In verbis:

     

    Superveniência de doença mental

     

    Art. 41: O condenado a quem sobrevém doença mental deve ser recolhido a hospital de custódia e tratamento psiquiátrico ou, à falta, a outro estabelecimento adequado.

  • daniele vasconcellos, meu sonho é um dia ver um comentário seu aqui no QC que seja útil rsrs

     

  • CERTO

    154 CPP c/c 41 CP

  • Muita gente contestando porque não houve superveniência de doença. Mas fato é que ele sabia exatamente o que estava fazendo no momento do crime (tanto que escondeu o corpo e limpou os vestígios de sangue), portanto, não poderia ser considerado inimputável naquele momento. Se, após a pena privativa, a doença agravou, pode ser substituída, a teor da legislação vigente.

  • Acertei a questão, mas parando para analisar creio que realmente há um problema no comando da questão pelo "deverá", uma vez que se sobrevier doença mental ou saúde mental, o juiz poderá tanto transferir ao hospital de custódia (pertubação TEMPORÁRIA) ou converter a pena em medida de segurança (pertubação PERMANENTE). A questão não delimitou pedindo a letra do Código Penal (art. 41 deverá), a LEP (art. 183 poderá) ou afirmou que a pertubação é temporária.

    Colaborando com a doutrina do Cleber Masson:

    (...) Se no curso da execução da pena privativa de liberdade sobrevier ao condenado doença mental ou pertubação da saúde mental, o art. 183 da LEP autoriza o juiz de ofício, a requerimento do Ministério Público ou da autoridade administrativa, a substituí-la por medida de segurança.

    Essa substituição somente deve ocorrer quando a doença mental ou pertubação da saúde mental for de natureza permanente. Se transitória, transfere-se o condenado a hospital de custódia e tratamento psiquiátrico, e, uma vez curado, retorna ao estabelecimento prisional, nos moldes do art. 41 do Código Penal.

    A conversão somente poderá ser efetuada durante o prazo de cumprimento da pena e necessita de perícia médica. Realizada a conversão, discute-se o período máximo da duração da medida de segurança. O STJ entende que o prazo de duração está adstrito ao tempo que resta para o cumprimento da PPL estabelecida na sentença condenatória sob pena de ofensa à coisa julgada. (...)

    (Masson, Cleber. Direito Penal: Parte Geral. vol.1. 13. ed. Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2019. fl. 725.)

  • Esta é uma daquelas questões para as quais qualquer resposta poderá ser considerada certa ou errada pela banca, tanto faz como tanto fez.

    Se o candidato considera a proposição correta, a banca poderá alegar que na LEP (art. 183) ou no CP (art. 41) não há previsão de nenhum procedimento denominado exame de superveniência de doença mental e o candidato perderá a questão.

    Caso o candidato considere errada a proposição, justamente por não haver previsão legal de realização de um exame de superveniência de doença mental, a banca poderá alegar que o condenado foi transferido para o hospital conforme determina a lei e que o tal exame era apenas uma informação adicional e o candidato perderá a questão.

    Antes que alguém mencione haver algum precedente específico citando a realização do tal exame superveniência de doença mental, ainda assim a questão permanecerá indefinida, pois não há informação a respeito da resposta estar baseada na Lei, no CP, em doutrina ou jurisprudência, logo os argumentos acima expostos permanecem válidos.

    Digo isso, pois quando li a questão percebi logo que se tratava de uma loteria e que eu teria que "adivinhar" o que a banca gostaria que fosse respondido, muito embora eu tenha conhecimento do tema.

    Sinceramente eu não entendo com a CESPE continua aplicando com relativa frequência este tipo de questão sem que haja reação das instituições contratantes, visto que tal procedimento torna a questão aleatória, não permite qualquer avaliação de conhecimento, além de ser errado do ponto de vista ético.

  • Superveniência de doença mental

           Art. 41 - O condenado a quem sobrevém doença mental deve ser recolhido a hospital de custódia e tratamento psiquiátrico ou, à falta, a outro estabelecimento adequado. 

    Art. 183. Quando, no curso da execução da pena privativa de liberdade, sobrevier doença mental ou perturbação da saúde mental, o Juiz, de ofício, a requerimento do Ministério Público, da Defensoria Pública ou da autoridade administrativa, poderá determinar a substituição da pena por medida de segurança.

    MEDIDA DE SEGURANÇA

    Internação

    Tratamento ambulatorial

  • Correto,  Superveniência de doença mental:

           Art. 41 - O condenado a quem sobrevém doença mental deve ser recolhido a hospital de custódia e tratamento psiquiátrico ou, à falta, a outro estabelecimento adequado.

    LoreDamasceno, seja forte e corajosa.

  • É importante lembrar as duas situações que podem ocorrer com superveniência de doença mental:

    1.Se a doença mental ocorre durante o processo, haverá a suspensão processual até o restabelecimento do réu, art. 152 CPP:

    Art. 152.  Se se verificar que a doença mental sobreveio à infração o processo continuará suspenso até que o acusado se restabeleça, observado o § 2 do art. 149.

    2.Agora, se a doença mental ocorre no curso da execução da pena, deve-se substituir a pena aplicada por uma medida de segurança detentiva, na forma do 41 do CP.

    Art. 41: O condenado a quem sobrevém doença mental deve ser recolhido a hospital de custódia e tratamento psiquiátrico ou, à falta, a outro estabelecimento adequado.

    Pelos dados da questão, acredito que seja o caso de aplicação da 2ª hipótese.


ID
1591153
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

   Marcos, de cinquenta anos de idade, com histórico bem documentado de esquizofrenia paranoide, assim que entrou em casa, após um dia de trabalho, encontrou a esposa com o amante e os matou com uma faca de cozinha. Após o crime, Marcos tentou esconder os corpos em um buraco cavado no jardim e eliminou os sinais de sangue do interior de sua residência.


Tendo como referência a situação hipotética apresentada acima, julgue o seguinte item.


Por ser portador de esquizofrenia paranoide, Marcos deve ser considerado inimputável e deverá ser submetido a medida de segurança.


Alternativas
Comentários
  • Errado.

    CP

    "Inimputáveis

       Art. 26 - É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)"(GRIFEI)

    "Redução de pena

      Parágrafo único - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.(Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)"


  • A questão em nenhum momento cita que ele era ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato, portanto errado.

  • Errado, pois não necessariamente o fato de ter tido esquizofrenia vincula que ele seja inimputável. A inimputabilidade deve ser aferida no momento da ação ou omissão criminosa.


    A questão não fala nada que no momento do crime o autor estava em estado de esquizofrenia

  • Só pelo cuidado que o cara teve após o crime dá pra ter noção que estava perfeitamente capaz de entender o carater ilícito do fato.

  • Semi-imputável = desenvolvimento mental incompleto/retardado e doença mental -----> reduz a pena

    Inimputável = Embriaguez completa por caso fortuito ou força maior, menores de 18 anos ---> medida de segurança

  • às vezes dá uma raiva do Cespe!

    Vejam essa questão:


    Pedro, com 21 anos de idade, após ter sido ofendido moralmente por Caio em uma briga de bar, matou o desafeto com várias facadas. Processado criminalmente pela conduta delituosa, verificou-se, no curso do processo, que Pedro era, ao tempo do crime, inimputável por doença mental. Nessa situação, em decorrência disso, ao final do processo, Pedro deverá ser absolvido tendo como fundamento a inexistência de culpabilidade, embora típica e ilícita a ação praticada. 

    O gabarito foi considerado CERTO, mesmo a questão não falando se ele era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato!

    >:(

  • Sobre as questão proposta por HOUSE MENDES (abaixo):

    Pedro, com 21 anos de idade, após ter sido ofendido moralmente por Caio em uma briga de bar, matou o desafeto com várias facadas. Processado criminalmente pela conduta delituosa, verificou-se, no curso do processo, que Pedro era, ao tempo do crime, inimputável por doença mental. Nessa situação, em decorrência disso, ao final do processo, Pedro deverá ser absolvido tendo como fundamento a inexistência de culpabilidade, embora típica e ilícita a ação praticada.

    O gabarito foi considerado CERTO, mesmo a questão não falando se ele era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato!
    Comento: O termo inimputável, pelo que entendo, já diz tudo:
    "Inimputável é a pessoa que será isenta de pena em razão de doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado que, ao tempo da ação ou omissão, não era capaz de entender o caráter ilícito do fato por ele praticado ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. São causas da inimputabilidade: a) doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado; b) menoridade; c) embriaguez completa, decorrente de caso fortuito ou força maior; e d) dependência de substância entorpecente".
    Fonte: http://www.direitonet.com.br/dicionario/exibir/671/Inimputavel
  • No caso em questão podemos observar que no momento da ação o agente não sofria da doença mencionada, apesar de ter o histórico mencionado. Para verificar o comprometimento psicologico do agente deve-se verificar ao tempo da ação/omissão qual era o seu entendimento, neste ponto então a questão não menciona que o agente estava sob essa influencia, ou seja, sabia perfeitamente o que estava fazendo, sendo assim responde normalmente.

    Caso o agente tivesse sido influenciado pela pertubação no momento da sua conduta, ele com certeza seria absolvido - absolvição imprópria, por ausencia de culpabilidade e seria submetido a medida de segurança(que não deixa de ser uma sanção penal)

    Se durante o comentimento do delito ele fosse parcialmente incapaz, teria sua sanção reduzida de um a dois terços.

  • ele é semi-imputavel CASO no momento do crime ele estivesse acometido pela sua doença controlada. Porem, pelo caso apresentado ele estava em plena consciencia e agil com vontade, com dolo! Logo, é Imputável!

  • Marcos de doido não tem é nada!

    GAB. E ( PARA OS NÃO ASSINANTES)

  • Resumindo grotescamente: Marcos precisa estar LOUCASSO no momento do crime!

    Brincadeiras a parte, ele só seria inimputável, caso estivesse completamente sem capacitade cognitiva e de responder por seus atos, fora isso, é pedra, cimento e areia!

  • Na inimputabilidade por doença mental, não basta que ele seja doente mental para ser submetido a medida de segurança. Essa doença deve ser manifestada no momento do crime. Isso poque o código penal adota a teoria biopsicológica.

  • Ele tem que tá louco na hora de cometer o crime.
  • Art. 26 - É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ...

     

    Parece que marcos sabia muito bem o que tava fazendo: tentou esconder os corpos em um buraco cavado no jardim e eliminou os sinais de sangue do interior de sua residência.

  • Não basta ser doido, tem que ser COMPLETAMENTE DOIDO.

     

    Avante!!

  • Pelo sistema biopsicológico, é inimputável aquele que, ao tempo da conduta, apresenta um problema mental e, em razão disso, não possui capacidade para entender o caráter ilícito do fato.

    Portanto, para dizermos que esquizofrênico será inimputável, além de analisar o aspecto biológico (a enfermidade), é necessário, também, que se analise o aspecto psicológico do fato (se sabia que o que tava praticando, no momento da ação/omissão, era crime).

  •  Após o crime, Marcos tentou esconder os corpos e [...]

    Ainda que seja esquizofrênico, Marcos demonstrou possuir discernimento sobre sua conduta, pois, se não a tivesse, não teria agido na ocultação de cadáver logo após o crime.

    A consciência sobre a ilicitude não afasta o dolo, nem a culpa.

    _/\_

  • Pertubação de saúde mental - redução de pena!

  • O maluco tinha, ao tempo da ação, noção de que o que havia cometido é crime - portanto, mesmo tendo esquizofrenia, a imputabilidade do agente não é afastada. É bom lembrar também da teoria da biopsicologia!

    Bons estudos!

  • A inimputabilidade penal é aferida com base em um critério biopsicológico. Não basta a presença de um problema mental. Exige-se ainda que em razão dele o sujeito seja incapaz, ao tempo da conduta, de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento

    (Pg. 559, Masson, Cleber Direito penal esquematizado – Parte geral – vol.1 / Cleber Masson. – 9.ª ed. rev., atual. e ampl. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2015.)

  • SÓ SERÁ CONSIDERADO INIMPUTÁVEL SE A REFERIDA PATOLOGIA O DEIXAR EM TAL CONDIÇÃO NO MENTO DA AÇÃO OU OMISSÃO

  • A esquizofrenia paranoide não é suficiente e necessária para a não imputação, é preciso que Marcos, no momento de sua conduta, seja também inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

  • Como o agente após cometer o crime se preocupou em esconder os corpos, automaticamente ele tinha consciência do caráter ilícito do fato, ou seja, não está amparado pela excludente de culpabilidade.

  • Galera, cuidado em, a questão não diz o grau da esquizofrenia paranoide, pois bem, sabemos que deve ter total inconhecimento da ilicitude no tempo da ação e omissão, com pouquissimos conhecimentos é possivel absorver o que a questão esta pedindo, o cara escondeu o corpo de delito, "sabidinho" demais para não entender do que se trata, ne verdade?! kkkk

    GAB:ERRADO

  • Impossível não lembrar dos exemplos do Evandro Guedes !

    alôôooo você kkkk

  • PENSEI "O CARA TRABALHA, PQ NÃO PODE RESPONDER ELO CRIME?" KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • Não, o que definirá a imputabilidade será o exame feito após o crime, esse que irá responder se no ato ele estava em estado esquizofrênico.

  • Pelo sistema biopsicológico, é inimputável aquele que, ao tempo da conduta, apresenta um problema mental e, em razão disso, não possui capacidade para entender o caráter ilícito do fato.

    Portanto, para dizermos que esquizofrênico será inimputável, além de analisar o aspecto biológico (a enfermidade), é necessário, também, que se analise o aspecto psicológico do fato (se sabia que o que tava praticando, no momento da ação/omissão, era crime).

  • Marcos tinha total conhecimento do que estava fazendo durante o momento da ação.
  • uma questão dessa não dar pra errar, que venha questões como essa na prova kkkk

  • GABARITO: ERRADO.

    Para se constatar a inimputabilidade do sujeito ativo de determinado delito, não basta o diagnóstico da enfermidade mental(fator biológico), exige-se, também, que se afira se a doença mental da qual padece o agente efetivamente lhe retirou, ao tempo da ação ou omissão delituosa, a capacidade de entendimento ou de se determinar de acordo com esse entendimento (fator psicológico).

  • Olha a situação.O cara entrou e matou ambos, e ainda se preocupou em esconder todos os indícios do crime,será que nesse momento está ali a doença psicológica descrito na questão?

  • Nesse caso, para haver inimputabilidade do doente mental teria de ser feito o exame biopsicológico, que comprova se ele teve surtos durante o assassinato.

    GAB: E.

  • O CP ADOTOU O CRITÉRIO BIOPSICOLÓGICO : NÃO BASTA SER PORTADOR DE DOENÇA MENTAL DEVERÁ AO TEMPO DA AÇÃO OU OMISSÃO SER INTEIRAMENTE INCAPAZ DE ENTENDER O CARÁTER ILÍCITO DO FATO!

  • ele não era inteiramente incapaz de entender os fatos,pois ele enterrou os corpos ..... e a questão so fala que ele tem a doença e não fal anada de inteiramente incapaz e entender os fatos e ainda a doença pode ou não estar controlada.... então ele não é inimputaável ...

  • Tem que analisar para ver se ele era inteiramente incapaz ou não.


ID
1591156
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

A respeito da responsabilidade penal de portadores de transtorno mental, julgue o item a seguir.


Na avaliação da capacidade de autodeterminação do agente de uma infração penal, é fundamental a diferenciação entre impulso irresistível e impulso não resistido.


Alternativas
Comentários
  • Que, onde e como??

  • Simples: 


    Impulso irresistível - Impossível de se oferecer resistênciaImpulso não resistido (mais amplo) - A pessoa poderia (ou não), queria (ou não) oferecer resistência.
  • Essa prova e para medico psiquiatra, gente.

  • fiz analogia com a coação resistível e irresistível

  • Imagino que o impulso irresistível seja algo como o ato reflexo. Neste caso, não haverá conduta, excluindo-se o fato típico. O impulso não resistido, acredito eu, deve ser aquele que o agente poderia ter resistido e decidiu não resistir. Como a emoção, por exemplo. As consequências serão bem diferentes

  • Chuteeeee certeiro da porra kkkk

  • Pense num chute kkkkkk 

  • Nesse caso, fiz analogia com os tipos:

     

    Escusável, Inevitável, Perdoável = Irresistível

    Inescusável, Evitável, Não Perdoável = Resistível (Basta um esforço para saber que tal conduta é crime).

     

    Bons Estudos!!

  • só os loucos que acertam essa kkkkk

  • Perfeito o comentário de Alysson Santos

  • Para que não tem acesso a resposta, Gaba: Certo

    Na avaliação da capacidade de autodeterminação do agente de uma infração penal, é fundamental a diferenciação entre impulso irresistível ("espasmo, tremilique, vai que o doido ta com uma faca perto de vc e se treme todo e enfia a faca sem querer") e impulso não resistido (aqui ele tem noção e que causar o dano, "enfiar a faca").

    ou seja deve-se avaliar o agente no momento da ação era capaz  ou não. 

  • lembrando que impulso é DIFERENTE de movimento reflexo. este último retira a tipicidade (voluntariedade na conduta). 

    peço que me corrija e caso haja erro.

  • Acredito que no impulso irresistível tem a exclusão da exibilidade de conduta diversa. Prejudicando, portanto, a culpabilidade (imputabilidade, potencial consciência da ilicitude e exigibilidade de conduta diversa).

  • Felizes são os loucos, que vivem pouco, mas vivem como querem...(88 rsrs

     

    Obrigado aos amigos pelos esclareciementos, eu não sabia dessa. :D

  • impulso irresistível = inexcusável; aquele que o agente não consegue agir de acordo com sua vontade;

    impulso não resistido = escusável; o agente pode resistir, mas não o faz.

    _/\_

  • Brenda,

    Aquele que o agente não consegue agir de acordo com sua vontade, não deveria ser ESCUSÁVEL???

    Acredito que impulso irresistível = espasmo, tremilique (comete o ato sem querer) e impulso não resistido o agente tem noção, poderia ter resistido e não o fez


ID
1591159
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

A respeito da responsabilidade penal de portadores de transtorno mental, julgue o item a seguir.


Não se pode definir como crime a atitude ilícita cometida por portador de transtorno mental caso se constate que, no momento do ato, houve prejuízo da capacidade de entendimento e de autodeterminação do autor.


Alternativas
Comentários
  • A atitude ilícita é crime, mas neste caso será isento de pena. 

  • Crime é fato típico, antijurídico e culpável.

    Se o agente não é culpável, por qualquer circunstância, comete injusto penal (fato típico e antijurídico).

    Não entendi o gabarito.

  • Não entendo o gabarito também. Se considerarmos o crime (teoria tripartite) fato típico, antijurídico e culpável, não seria o caso d e isenção de culpa e assim inexistencia de crime?

  • A doença mental deve ser capaz de eliminar totalmente a vontade e não apenas causar prejuízo da capacidade de entendimento.

  • Nesse caso, como houve apenas prejuízo da capacidade de entendimento o agente é considerado semi-imputável. Não exclui a imputabilidade. Sendo constatada, o juiz poderá (direito subj. do agente) reduzir a pena de 1/3 a 2/3 ou impor medida de segurança.


    Art. 26, CP

    parágrafo único: a pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolveimento mental incompleto ou retardado, não era inteiramente capaz de entender o carater ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.


  • Se houve "no momento do ato, prejuízo da capacidade de entendimento e de autodeterminação do autor" trata-se de SEMI-IMPUTABILIDADE. O problema está nessa linguagem truncada que o código utiliza.

    O examinador não deixou claro (=expresso) que o agente era inteiramente incapaz, no momento do ato, mas sim que havia um "prejuízo", dando a entender que ainda há alguma quota de capacidade. Ora.. se ele não era inteiramente incapaz então tinha um pouco de capacidade haha - aqui está o famoso PULO DO GATO- miaau). Logo, se enquadra no que esta preconizado no parágrafo único do mesmo artigo!

    -->"Parágrafo único - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento"

    A semi-imputabilidade (= a doutrina tbm chama de "fronteiriço") (art. 26, P. Ú) é quando o agente no momento do ato infracional não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito da conduta ou de determinar-se. NAO é causa excludente de CULPABILIDADE, pois causa DIMINUIÇÃO DA PENA e não a isenção de pena como sugerem alguns dos comentários abaixo!

    Ademais, pode ainda o magistrado( veja bem.. PODE) substituir a PPL por uma Medida de segurança - pelo prazo mínimo de 1 a 3 anos!

    vale Lembrar que com a adoção do SISTEMA VICARIANTE pelo CP (após a reforma de 1984), o magistrado pode aplicar pena OU medida de segurança NAO podendo NUNCA (NEVER!) cumular as duas espécies!! 

    Eu errei essa questão por conta de uma leitura imprudente e afobada e me serviu de lição pras próximas! não adianta saber o conteúdo tem que saber fazer questão.

    Fé!

  • O CP prevê a imputabilidade (quando o agente era inteiramente INcapaz ao tempo da ação ou omissão), caso em que haverá isenção de pena, ou seja, exclusão da culpabilidade; e prevê, também, a figura da semi-imputabilidade (quando o agente não era inteiramente CAPAZ ao tempo da ação ou omissão), caso em que haverá apenas uma redução da pena, ou seja, a culpabilidade não será afastada.

    A questão não afirma que o agente era inteiramente INcapaz, asseverando, apenas, que houve prejuízo da percepção. Logo, que ele não era inteiramente capaz, caso da pena ser tão somente reduzida.

    Esperto ter ajudado.
  • Nesse caso será crime sim, porém será declarada a semi-imputabilidade do agente, que terá sua pena reduzida, de acordo com art. 26, parágrafo único do CP.

  • gabarito: errado

    Para ser culpável além da imputabilidade e exigibilidade de conduta diversa o agente tem que ter o POTENCIAL consciência da ilicitude.

    De forma resumida a questão narra a ATUAL consciência da ilicitude (teoria psicológica normativa - Neokantista - abandonada pelo CP).


    ATUAL CONSCIÊNCIA DA ILICITUDE          X        POTENCIAL CONSCIÊNCIA DA ILICITUDE

    No momento da prática delitiva o                     |        Tendo o indivíduo a POSSIBILIDADE de saber

    indivíduo tem que ter consciência                    |       que sua conduta é crime. Já configura a culbabilidade.

    da ilicitude, descartando-se dessa                   |

    forma a possibilidade do mesmo ter                 |

    tal consciência.                                              |

  • Neste caso, aplica-se a responsabilidade penal diminuída. Art.28. P2 do CP.

  • Neste caso, não se pode entender como CULPÁVEL, pois o fato é sim, em suma, ILÍCITO.

  • ERRADA

    O fato não deixa de ser ilícito, mesmo que seja excluída a culpa.

  • A própria questão diz que o ato é ilícito, amigos. Não é esse o ponto. Pela teoria tripartida, o crime é ato típico, ilícito e culpável.

    O cerne da questão é saber que o agente não estava inteiramente fora de sua capacidade cognitiva e volitiva. Sua capacidade de autodeterminação estava apenas prejudicada, e não inteiramente extirpada. Desse modo, não havia inimputabilidade, mas semi-imputabilidade.

  • Ocorreu o CRIME, porém foi excluido a culpa 

  • O erro da questão está na omissão da palavra "total". Uma vez que nada foi mencionado, presume-se que o prejuízo foi parcial, e não total, ensejando mera diminuição de pena do ato ilícito.

  • "Não se pode definir como crime", errado, pois é crime sim! Houve fato típico e ilícito, mas nesse caso o agente é inimputável, isentando-o de pena.

  • Nessa situação ficará isento de pena e não podemos falar em que não há crime.

  • Será uma atitude Típica ,Ilícita e também culpável ,porém a pena será reduzida de 1/3 a 2/3  pelo agente ser semi-imputável (Não houve prejuízo TOTAL da capacidade de entendimento e de auto-determinação).

  • Fico TRISTE por ver muitos comentários "mão grande". Agradeço especialmente a Bizantina Pinto, Nome Patronímico e O estudioso pelos comentários coerentes. 

  • Estaria correto caso fosse:

    Não se pode definir como crime a atitude ilícita cometida por portador de transtorno mental caso se constate que, no momento do ato, houve prejuízo TOTAL da capacidade de entendimento e de autodeterminação do autor. 

  • ERRADO 

    CASO DE ANOMALIA PSÍQUICA ! 

    Quando  o agente NÃO era inteiramente capaz , reduz-se a pena .
    Quando o agente ERA inteiramente incapaz , ISENTA de pena ;) 

  • ERRADO 

    É SEMI-IMPUTÁVEL 

    CASO DE REDUÇÃO E NÃO DE EXCLUSÃO DE PENA , NEM DE CRIME . 
     ;) 

  • Não vejo a questão pelos mesmos olhos dos outros concurseiros que aqui comentaram.
    De outro modo compreendo, mesmo que se adote a teoria tripartida de crime ou a bipartida, continuará a ser crime!

    Quando o juiz determina, na prolação da sentença, que o agente é inimputável, então haverá a sua absolvição, seja ela própria (e.g. embriaguez acidental completa, Art. 28, §1º, CP), seja ela imprópria (que é o caso da questão, pois retratou de um agente com transtorno mental). Nesta, ocasionará a isenção de pena (Art. 26, caput, CP), mas haverá a implicação de medida de segurança (Art. 97, CP)  ― sem se analisar se o agente era semi-imputável (Art. 98, CP: redução da pena ou aplicação de medida de segurança) ou inimputável.

    Pergunto: houve a retirada de implicação penal? Deixou de ser julgado por um juiz criminal? As duas respostas são não!

    *Primeiro: a medida de segurança está prevista no Código Penal (Arts. 96 a 99);
    *Segundo: o juiz da condenação foi criminal (se é criminal, então ele julga crimes, certo?).

    Outrossim, apenas haverá exclusão do crime quandoexcluir a tipicidade (fato típico) ou excluir a antijuridicidade (excludente de ilicitude). Caso seja hipótese de exclusão da culpabilidade, manter-se-á a ilicitude do ato e, por conseguinte, haverá a isenção da pena (absolvição).

    Posso estar enganado e, caso esteja, desculpem-me!
    A intenção era ajudar.

    Bons estudos a todos!

  • A conduta não deixa de ser crime, haverá, no entando, isenção de pena.

    gab Errado

  • O PREJUÍZO torna o autor semi-imputável, cabe redução de pena
    O PRIVAÇÃO incapacita o autor, cabe medida de segurança

  • A CONDUTA SEMPRE SERA CRIME, O QUE NAO PODE SE COSIDERAR E A IMPUTABILIDADE

  • A conduta continua sendo crime. 

    1.3.1.2 Doença Mental e Desenvolvimento mental incompleto ou retardo:

    Deve- se analisar se agente era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito da conduta ou se era parcialmente incapaz disso.

    Quando o agente era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito da conduta: será inimputável = isento de pena.

     

  • O fato continua sendo crime pois ele cometeu um FATO TÍPICO. Ele so NÃO será CULPADO por NÃO TER CAPACIDADE PLENA NO MOMENTO DA AÇÃO!!!! 

  • O fato continua sendo crime, pois o agente cometeu um fato típico e não foi descrito nenhuma excludente de ilicitude.
  • Direto ao ponto, sem precisar copiar o Código Penal inteiro para fundamentar a resposta.

                                                                                                                                                                                                                            

    Gabarito: ERRADO

    A inimputabilidade ou semi-imputabilidade (cuidado: não são sinônimos) diz respeito ao autor do crime.

    O fato típico diz respeito ao crime propriamente dito.      

                                                                                                                                                                                  

    Portanto, o fato do autor do crime ser inimputável ou semi-imputável não vai fazer com que o fato típico deixe de ser fato típico, em outras palavras, o crime não deixará de ser crime porque foi cometido por uma pessoa inimputável ou semi-imputável. Se a inimputabilidade se der porque o agente é menor de idade, só vai mudar a nomenclatura, não se podendo falar que a "criancinha" cometeu crime, e sim ato infracional.                                                                                                                                                                                           

    Explicação de maneira genérica, usando o mínimo possível de termos técnicos e aprofundação, para melhorar a compreenção. 

                                                                                                                                                                                                                     

    Já ía esquecendo: Pessoal, muita gente procurando pelo em ovo, não complica o descomplicado, faz o simples que dá certo!

  • O fato é criminoso ainda, todavia o agente ficará com sob uma excludente de culpabilidade.

  • Pessoal afirmando com convicção que a conduta praticada seria crime. No caso do semi-imputável, ok, mas e no caso do inimputável?? Reconhecida a inimputabilidade do agente, fica faltando o elemento "culpabilidade" do crime (obviamente, segundo a teoria tripartida do crime, adotada pelo CP). Acho que a questão está errada por ter generalizado, mencionando o "portador de transtorno mental" sem especificar se, em razão desse transtorno mental,  ele era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento (caso de inimputabilidade) ou se apenas não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento (caso de semi-imputabilidade). Nesse último caso, haveria crime sim, devendo-se apenas observar a redução da pena ou a substituição por medida de segurança.

  • Nesse caso, o fato não deixa de ser crime, mas o agente é isento de pena ( exclui a culpabilidade).

  • como foi SEMI IMPUTÁVEL não excluiu a culpabilidade. 

    crime é fato típico + antijurídico + culpável.

    se excluisse a culpabilidade, realmente, não haveria crime.

  • Apenas isenta o agente de pena, o crime continua sendo crime. 

     Art. 26 - É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento

  • NO LUGAR DE 

    NÃO SE PODE DEFINIR COMO CRIME,coloca-se,NÃO SE PODE ATRIBUIR CULPA

  • A ilicitude antingem o campo da tipicidade... enquanto que, a culpabilidade é a capacidade de receber pena,isto é, imputabilidade ou por assim dizer juizo de reprovação...

     

    GAB ERRADO

  • Nesse caso, a excludente não é de Tipicidade e sim de Punibilidade, pois o agente cometeu ato ilícito  mas dada sua incapacidade de plena consciência, não poderá ser punido.

    Espero ter ajudado.

  • COLEGAS, CUIDADO!

     

    Muitos colegas nos comentários utilizando de forma equivocada os conceitos da teoria do delito. A questão fala da responsabilidade penal do cometimento de ato ilícito (INJUSTO PENAL) por parte de um agente com PREJUÍZO da capacidade de entendimento e autodeterminação (PODE SER TOTAL OU PARCIAL).

     

    Diante desse raciocínio, sabendo que crime é fato típico, ilícito e CULPÁVEL (único substrato do crime que importa na questão, pois ela afirma que ocorreu um injusto penal [ fato típico e ilícito]. 

     

    Se a questão afirmasse que houve prejuízo TOTAL do entendimento e autodeterminação, a assertiva estaria correta, pois seria excluída a culpabilidade por inimputabilidade do agente, logo NÃO HÁ CRIME (fato típico, ilícito e culpável).

     

    Como a questão não afirma qual o grau de prejuízo, podemos supor que entre os prejuízos, PODE ocorrer apenas um prejuízo PARCIAL de entendimento e autodeterminação, dessa forma PODE OCORRER CRIME (FATO TÍPICO, ILÍCITO E CULPÁVEL), pois o prejuízo parcial do entendimento (agente semi-imputável) causa SOMENTE REDUÇÃO DA PENA DE 1/3 A 2/3, NÃO AFETANDO O CRIME EM SI.

  • Nesse caso, a excludente não é de Tipicidade e sim de Punibilidade, pois o agente cometeu ato ilícito  mas dada sua incapacidade de plena consciência, não poderá ser punido.

    ERRADO

  • Apenas o comentário de "Ombudsman X" está correto.

  • O crime, em sua definição analítica, é o fato típico, ilícito e culpável. Qualquer ato que não contenha os 3 não pode ser definido como crime, porém a questão não informa se a incapacidade é total ou parcial, então não podemos afirmar que está a excluída a culpabilidade.

  • É crime não tem culpabilidade, no caso não será punido.

  • Por que a galera complica tanto? Pelo amor de Deus! Se quer demonstrar inteligência, deixe para a hora da prova...

    Simples que resolve:

    A perturbação mental completa recai sobre a culpabilidade, logo não exclui o crime, mas isenta de pena.

  • a conduta ilícita É crime.

    porém, no caso do doente mental, a culpa será excluída da conduta ilícita.

    Assim, por não ter pleno discernimento de sua conduta ilícita (parcialmente incapaz), ou seja, vontade de praticá-la, a pena será diminuída de 1/3 a 2/3. Ou, no caso de ser inteiramente incapaz, o agente será isento de pena.

    _/\_

  • Ainda prefiro português.

  • O que ele cometeu é crime, porém se enquadra na inimputabilidade.

  • É crime é!!! Só o carinha que é inimputável

    Errado!

  • ERRADO

    A perturbação mental completa recai sobre a culpabilidade, logo não exclui o crime, mas isenta de pena. Assim, o que ele cometeu é crime, porém se enquadra na inimputabilidade.

  • Penso que a assertiva está errada porque, na verdade, HOUVE CRIME, entretanto, o prejuízo da capacidade não é o bastante para isentar de pena. Diante disso, haveria uma redução, e não isenção de pena. Os 3 elementos do crime estão caracterizados (fato típico, ilícito e culpável)

    Corrigindo: Pode-se definir como crime a atitude ilícita cometida por portador de transtorno mental, ainda que se constate que, no momento do ato, houve prejuízo da capacidade de entendimento e de autodeterminação do autor.

  • Acredito que o que exclui o crime são as excludentes de ilicitude. Como a questão fala de situação de excludente culpabilidade (imputabilidade), não se configura a exclusão do crime, mas da punibilidade.

    "A legislação penal substantiva recorre as expressões “não há crime” ou é “isento de pena”, quando trata das causas de exclusão de antijuridicidade e excludentes de imputabilidade, respectivamente, uma vez, que as primeiras excluem o crime e nas ultimas o delito existe, havendo apenas a exclusão da punibilidade". FONTE, Luciano da Silva. Culpabilidade: Pressuposto da Pena ou característica do crime? www.mundojuridico.adv.br/cgi-bin/upload/texto1131.rt. p.27.

  • O segredo da questão está na palavra prejuízo.

  • Depende da teoria adotada

    CORRENTE BIPARTIDE -> crime = fato típico + ilicitude

    CORRENTE TRIPARTIDE -> crime = fato típico + ilicitude + culpabilidade

  • A QUESTÃO É, SE ELE ERA PARCIAL OU COMPLETAMENTE INCAPAZ DE ENTENDER O CARÁTER ILÍCITO DO FATO OU DE DETERMINA - SE DE ACORDO COM ESSE ENTENDIMENTO, POIS O FATO DE TER A DOENÇA MENTAL NÃO CARACTERIZA ISENÇÃO DE PENA.

    inteiramente incapaz - ISENÇÃO DE PENA

    parcialmente incapaz - REDUZIDA DE UM A DOIS TERÇOS

  • A QUESTÃO É, SE ELE ERA PARCIAL OU COMPLETAMENTE INCAPAZ DE ENTENDER O CARÁTER ILÍCITO DO FATO OU DE DETERMINA - SE DE ACORDO COM ESSE ENTENDIMENTO, POIS O FATO DE TER A DOENÇA MENTAL NÃO CARACTERIZA ISENÇÃO DE PENA.

    inteiramente incapaz - ISENÇÃO DE PENA

    parcialmente incapaz - REDUZIDA DE UM A DOIS TERÇOS

  • A QUESTÃO É, SE ELE ERA PARCIAL OU COMPLETAMENTE INCAPAZ DE ENTENDER O CARÁTER ILÍCITO DO FATO OU DE DETERMINA - SE DE ACORDO COM ESSE ENTENDIMENTO, POIS O FATO DE TER A DOENÇA MENTAL NÃO CARACTERIZA ISENÇÃO DE PENA.

    inteiramente incapaz - ISENÇÃO DE PENA

    parcialmente incapaz - REDUZIDA DE UM A DOIS TERÇOS

  • ERRADO

    Continua sendo crime, o que ocorre é a retirada de sua culpabilidade, dependendo do caso.

  • Cuidado, pessoal. Quando o CP diz "é isento de pena" ele está dispondo sobre uma causa de exclusão da culpabilidade. A não ser que se trate da teoria bipartite, a qual não considera a culpabilidade como elemento do crime, não é possível concluir que a "isenção de pena" não exclui o crime. Se não há culpabilidade, não há crime (teoria tripartite). Leiam o segundo comentário mais curtido para entender por que a questão está errada.

  • Crime é crime, culpa é culpa.

  • A questão não deixa claro a gravidade dessa incapacidade,se é total ou parcual, logo não dá para afirmar se baseando no encunciado.

  • FELIZ ANO NOVO

    2021 PERTENCEREMOS Á GLORIOSA

    PRA CIMA DELES!

  • Em qualquer hipótese o fato típico iria existir, logo seria crime. O que poderia ocorrer é a isenção de pena, caso fosse um prejuízo total da capacidade de entender o caráter ilícito.
  • Crime é, ele só não vai ser punido.

  • A questão misturou os substratos do crime, quais sejam ILICITUDE e CULPABILIDADE. A circunstância de "...no momento do ato, houve prejuízo da capacidade de entendimento e de autodeterminação do autor.", condiz com ideia de culpabilidade (3º substrato do crime), não de ilicitude (2º substrato).

  • TALVEZ a CULPABILIDADE seria removida, não a TIPICIDADE.

  • O erro da questão está aqui (...)houve prejuízo da capacidade de entendimento... 

    Houve prejuízo de quanto? 100% ? 70% ? o prejuízo foi total ou parcial?

  • CRIME - OK

    CULPA - OFF

  • O fato de haver um prejuízo não significa que o agente era inteiramente incapaz de compreender o caráter ilícito do fato.

  • fraca a questão . O conceito de crime abrange a tipicidade, ilicitude e culpabilidade; logo se não é culpável não há crime

  • Meu povo não adianta brigar com a banca.

    A questão fala que teve PREJUÍZO, logo a capacidade de entendimento foi PARCIAL, o que não isenta a penalidade, apenas DIMINUI PENA, porque a perda da capacidade repito: FOI PARCIAL.

    Simples!

  • ERRADO.

    IMPUTABILIDADE POR DOENÇA MENTAL

    Para se constatar a inimputabilidade do sujeito ativo de determinado delito, não basta o diagnóstico da enfermidade mental(fator biológico), exige-se, também, que se afira se a doença mental da qual padece o agente efetivamente lhe retirou, ao tempo da ação ou omissão delituosa, a capacidade de entendimento ou de se determinar de acordo com esse entendimento (fator psicológico).

    [...]

    ____________

    Bons Estudos

  • Pessoal, considerando que houve apenas prejuízo da capacidade de entendimento e de autodeterminação do autor, continua sendo crime, e o indivíduo semi-imputável será condenado com a pena diminuída de 1/3 a 2/3 ou medida de segurança (sistema vicariante).

  • Precisa ser inteiramente incapaz.

    GAB: E

  • A atitude ilícita é crime, mas neste caso será isento de pena. 

    Errado

  • Não vai deixar de ser crime. Nesse caso, será extinta a punibilidade do deficiente mental.

    GAB: E.

  • sim é crime, mas penalmente inimputável.

  • Muito boa essa questão kkk

    Não se pode definir como crime a atitude ilícita cometida por portador de transtorno mental (a atitude não deixará de ser ilícita pois a mesma esta tipificada dessa maneira) caso se constate que, no momento do ato, houve prejuízo da capacidade de entendimento e de autodeterminação do autor. (se houve prejuízo vai está dentro da culpabilidade, mesmo a questão não deixando claro se o prejuizo foi total ou parcial, a primeira parte já esta errada)

  • A imputabilidade pode ser definida como a capacidade biopsicológica de entender o caráter ilícito do fato ou de agir de acordo com este entendimento, o que define a possibilidade de aplicação de pena a um ilícito penal, posto ser a imputabilidade um dos elementos da culpabilidade, que é, por sua vez, substrato do próprio crime.

    Contudo, a isenção de pena por inimputabilidade devido à doença mental ou desenvolvimento mental incompleto depende da completa incapacidade do agente ao tempo da conduta em função do transtorno mental. Assim, caso existe apenas um prejuízo parcial da capacidade de entendimento e autodeterminação, haverá semi-imputabilidade e, consequentemente, poderá haver punição com causa de diminuição de pena. Estas considerações são feitas pelo art. 26 do Código Penal. 

     

     Inimputáveis

    Art. 26 - É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.          

    Redução de pena

    Parágrafo único - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.   

     

                Isto posto, a assertiva está errada. 


     
    Gabarito do professor: Errado.
  • Ilícito o caso será, não há dúvidas, porque a conduta vai contra ao Direito penal e não sendo amparada por uma exclusão de ilicitude, a conduta com absoluta certeza será ILÍCITA. A questão trocou os termos, na verdade não poderia haver crime pelo critério da CULPABILIDADE, caso o agente não consiga entender a natureza do fato no momento da ação ou omissão.

  • Ilícito o caso será, não há dúvidas, porque a conduta vai contra ao Direito penal e não sendo amparada por uma exclusão de ilicitude, a conduta com absoluta certeza será ILÍCITA. A questão trocou os termos, na verdade não poderia haver crime pelo critério da CULPABILIDADE, caso o agente não consiga entender a natureza do fato no momento da ação ou omissão.

  • A atitude ilícita é crime, mas neste caso será isento de pena. 


ID
1591162
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Considerando as disposições do Código Penal (CP) sobre doença mental, julgue o item que se segue. 


O termo doença mental empregado no CP equivale a alienação mental, presente em outros textos legais.


Alternativas
Comentários
  • O alienado mental, do ponto de vista legal, é o indivíduo que por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, é inteiramente incapaz de entender os fatos ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

  • Resposta: ERRADO



    De acordo com Código Penal:

    Art. 173 - Abusar, em proveito próprio ou alheio, de necessidade, paixão ou inexperiência de menor, ou da alienação ou debilidade mental de outrem, induzindo qualquer deles à prática de ato suscetível de produzir efeito jurídico, em prejuízo próprio ou de terceiro:

    Pena - reclusão, de dois a seis anos, e multa.


  • O gabarito da questão é CERTO! Doente mental e alienado mental SÃO EQUIVALENTES.

  • Nocci, em seu livro Manual do direito penal, 11 ed - 2015, passa o conceito de Guido Arturo Palomba:"por doença mental compreende-se todas as demências cujos quadros mentais manisfestam-se POR REBAIXAMENTO GLOBAL DA ESFERAS PSÍQUICAS."

    A alienção nada mais é do que um rebaixamento da esfera psíquica do agente.

  • CERTO. A expressão doença mental deve ser interpretada em sentido amplo, englobando os problemas patológicos e também os de origem toxicológica. Ingressam nesse rol (doença mental) todas as alterações mentais ou psíquicas que suprimem do ser humano a capacidade de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    Fonte: Cleber Masson - Direito Penal Esquematizado (2015).

  • INIMPUTABILIDADE PENAL MAIS OU MENOS SEMELHANTE A INCAPACIDADE CIVIL..GAB CERTO

  • Como não sabia o que era fui pesquisar pra responder:

    Considera-se alienação mental o estado mental conseqüente a uma doença psíquica em que ocorre uma deterioração dos processos cognitivos, de caráter transitório ou permanente, de tal forma que o indivíduo acometido torna-se incapaz de gerir sua vida social.

  • CERTO

     

    "O termo doença mental empregado no CP equivale a alienação mental, presente em outros textos legais."

     

    Doente mental EQUIVALE a Alienado mental

  • DOENÇA MENTAL = ALIENAÇÃO MENTAL

    DOENÇA MENTAL = ALIENAÇÃO MENTAL

    DOENÇA MENTAL = ALIENAÇÃO MENTAL

    DOENÇA MENTAL = ALIENAÇÃO MENTAL

    DOENÇA MENTAL = ALIENAÇÃO MENTAL

  • UM ALCOOLATRA CRÔNICO, poderá ser equiparado a DOENTE MENTAL.


ID
1591165
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Considerando as disposições do Código Penal (CP) sobre doença mental, julgue o item que se segue. 


São considerados portadores de desenvolvimento mental incompleto, segundo o CP, os silvícolas não adaptados, os surdos-mudos com total ou quase total impossibilidade de comunicação e as pessoas com acentuado grau de primitivismo cultural.


Alternativas
Comentários
  • Segundo decidiu o STF, o índio é imputável, como qualquer cidadão, só não o sendo nos casos de menoridade, doença mental ou embriaguez completa por caso fortuito ou força maior. Atente que, hoje, a diferenciação que a doutrina fazia entre índio completamente integrado, índio parcialmente integrado e índio não integrado não subsiste. Todo índio, seja ele integrado ou não a nossa sociedade, é imputável, mas isso não significa que ele será culpável (ou seja, não significa que haverá um juízo de reprovabilidade sobre a sua conduta), pois pode lhe faltar a potencial consciência da ilicitude, estudada a frente.

  • silvícolas?

  • Significado de Silvícola

    adj. e s.m. e s.f. Que, ou quem vive nas florestas.
    Selvagem, indígena.

  • Gente, eu procurei no CP pelas hipóteses elencadas e não encontrei menção expressa. Alguém aí sabe o porquê dessa questão ser verdadeira? 

    No livro do Cléber Masson ele elenca como inimputáveis por desenvolvimento mental incompleto apenas os menores de 18 anos e os silvícolas. =(

  • A meu ver, seria mais correto em dizer "segundo a doutrina". Silvícolas, não achei nada sobre.
    Mas vejamos, o que Rogério Sanches trata em seu Manual de Direito Penal e também o código comentado:
    Pode o doente mental ser considerado imputável, bastando que, no momento da conduta, tivesse capacidade de entendimento e autodeterminação, isto é, o chamado critério biopsicológico.
    A doença mental deve ser tomada em sua maior amplitude e abrangência, sendo compreendida como qualquer enfermidade que venha a delibitar as funções psíquicas do agente.

    Quanto aos surdos-murdos, a doutrina alerta que a carência de certos sentidos pode caracterizar deficiência psíquica. Em relação ao surdo-mudo, é a perícia que deve fixar o grau de seu retardamento sensorial.

    GAB CERTO

  • Apesar de certo marquei errado, pois pensei que não é todo surdo-mudo. 

    a questão do surdo mudo embora traga muita controvérsia na doutrina, deve-se saber que não será todo o surdo mudo que será considerado inimputável para o direito penal. Até porque, é sabido que vários são os portadores dessas deficiências, mas que possuem a plena capacidade de entender e de se controlar frente as normas existentes.

    Somente aquele que realmente por conta dessa deficiência viver isolado, ao ponto de realmente não entender o caráter ilicitude uma conduta, quanto a este não há duvida de que deverá ser agraciado pela excludente de culpabilidade. Conforme dito em momento anterior, por se tratar de uma causa de exclusão de culpabilidade, e até por força da teoria da normativa pura, caberá ao julgador o papel de analisar caso a caso e aplicar ou não essa inimputabilidade.

  • Questao sem pe nem cabeca, "segundo o CP"???, o CPB nem fal sobre a inimputabilidade do surdo mudo, uma pesso TOTALMENTE surda pode ser imputavel a depender do caso concreto se ela tiver capacidade de entender o carater ilicito do fato e de determinar-se de acordo com ele...

  • Aos reclamantes: JURISPRUDÊNCIA CESPE, aceitem! rsrsrs

  • A questão foi extremamente maldosa quando diz no enunciado "Considerando as disposições do Código Penal (CP)..." e considera a resposta com base em jurisprudência do STF e doutrinária. Sabia que as hipóteses estavam corretas mas, seguindo o enunciado, levei em consideração o que está escrito no CP e errei. Não adianta brigar com a banca e ficar reclamando, mas nesse caso há uma evidente demonstração da CESPE querendo fazer sua própria jurisprudência.

  •           Mesmo sabendo que o CESPE "joga sujo" algumas vezes e, além disso, tendo em vista o posicionamento doutrinário, ainda sim a questão se encontra incorreta. Não se deve, numa questão de certo ou errado, afirmar categoricamente que tais personagens são considerados automaticamente (pelo simples fato de ser, por exemplo, surdo-mudo) semi-imputáveis. 

              Segundo a doutrina e o próprio C.P., há de observar-se, para o fim de reconhecer a semi-imputabilidade, o momento da ação ou omissão e se, naquele caso, o agente não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato e se determinar conforme esse entendimento. 

             Pode ser que para determinada infração o agente seja semi-imputável e, para um outro crime, o mesmo agente possua a capacidade de entender o caráter ilícito e poder agir para evitar o delito.

               

    Bons estudos!

  • Guilherme Nucci em seu livro Manual do Dir Penal 2015, 11º edição, cita Palomba: "Sob o nome desenvolvimento mental incompleto entende-se o menor de idade, o silvícula não aculturado e o surdo-mudo de nascença. O menor de idade ainda não tem totalmente desenvolvido o cérebro, consequentemente também o psiquismo. O silvícula não aculturado carece de identidade social, como ao doente mental falta identidade pessoal. Não sendo o selvagem identico ao civilizado, até que se adapte e adquira essa identidade social que lhe falta será não um louco ou um retardado, mas um incompleto."

  • Marquei errado 3x e se daqui a algum tempo fizer essa questão novamente, novamente marcarei errado
  • Pelo amor do que você acredita ! Insustentável essa da Cespe. Parei 

  • Uai... Quer dizer que se eu não falar e nao ouvir eu posso matar de boa, estuprar de boa e nao dá nada? Tá de sacanagem né... aff

  • Questão que só a peixada acerta!

     

  • Para piorar a pérola que foi essa questão ainda complementa dizendo "segundo o CP". Vai Tomar ....

  • O médico psiquiátrico tem que ser doido p acertar essa questão! 

  • Jurisprudência CESPE foi ótima, João Penaforte. kkkk

  • Na pirâmide de Kelsen, acima do CESPE só o Renan Calheiros mesmo! Questão absurda!

  • segundo o cp?????

  • Alguém encontrou o julgado do STF sobre imputabilidade dos silvículas?! Caso encontrem, postem por favor!

  • Ele quer saber "segundo o código penal". Entendimento igual ao colega ANSELMO SANTOS. No código penal que eu uso, não encontrei. Só pode estar no código penal cespe.

     

    Bons estudos a todos!!!

  • Não é qualquer surdo-mudo, são aqueles surdo-mudos que não se comunicam. Não usam libras, não entendem nada de comunicar-se. Embora oficialmente.

    - Silvículas são habitantes primitivos do país, como os indios, mas resalva-se aqueles não adaptados.

  • Para aferir a imputabilidade penal, não importa se o índio mantém contato com a cultura preponderante: basta aferir se o índio possuía condições de entender o caráter ilícito previsto na lei.

    Fonte: https://jus.com.br/artigos/8924/indios-e-imputabilidade-penal 

     

  • Esta é o tipo de questão que faz você repensar na sua trajetória de concurseiro. Rs. Bons estudos meu povo! 

  • Questão deveria ser anulada !

  • É o tipo da questão que só acerta quem pensou errado...

  • "(...) a expressão desenvolvimento mental retardado compreende as oligofrenias em suas mais variadas manifestações (idiotice, imbecilidade e debilidade mental propriamente dita), bem como as pessoas que, por ausência ou deficiência dos sentidos, possuem deficiência psísiquica, como se dá com o surdo-mudo" .

    Cleber Masson

  • Esse é o tipo de questão que a gente não tem que entender , só fingir que não viu kk

  • Gente, essa foi uma questão para o cargo de Medicina PSIQUIATRA. Não se preocupem... rsrsrs

  • Discordo com o gabarito. Segundo ensinamento do Rogerio Sanhez, o mero fato do silvicola (indio) nao estar integrado, nao o torna, per si, inimputavel. E necessario auferior os demais criterios (menoridade, desenvolvimento mental etc).

    Da mesma forma, o surdo-mudo, somente por essa condicao, nao e inimputavel. Deve ter laudo pericial comprovando suas condicoes de imputabilidade, semi-imputabilidade ou inimputabilidade.

    Desculpem a falta de acento.Nao sei usar esse teclado.

  • Não concordo com esse gabarito sob hipótese alguma. Se não considera nem o esquizofrenico “crônico” isento de culpabilidade por si só. Imagine um surdo-mudo ou um silvícola que não esteja eivado de outros fatores. Não e não!
  • CESPE , uma mãe que te bate e fica dizendo pra não chorar.

  • Chorando de rir com a "engraçadência" do povo! adorooooo!!

    É ótimo esse clima de descontração em momentos que dá vontade de chorar com essas pegadinhas absurdas que a CESPE usa contra a gt!

    É o vulgo "rir pra não chorar"

  • Prova: Analista Judiciário - Medicina - Psiquiátrica

     

    Ahh sim, ja estava ficando preocupado..., mesmo assim não concordo com o gabarito da questão.

     

    Eu respondendo a questão: Meu Deus, como que alguem poderia errar isso...

    Você errou! Resposta: certo

    0.0

  • Aquela questão que vc nem titubeia, responde errado com certeza, e perde 2 pontos de graça! Aff cespe!

  • Silvícolas (índios não integrados) e surdos mudos:

     

    O simples fato de ser um surdo-mudo ou um silvícola (índio não integrado à sociedade) não caracteriza a inimputabilidade.

    Somente serão inimputáveis os índios e surdos-mudos que se enquadrem em algumas das situações de exclusão de inimputabilidade:

     

    - Possuam menos de 18 anos (menoridade, art. 27 do CP);

    - Possuam doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado e incapacidade de entendimento ou de autodeterminação (anomalia psiquíca, art. 26 do CP);

    - Embriaguez completa acidental  (art. 28, § 1º, CP).

  • Segundo o CP?

    onde tem isso no CP.?

    Me mostre no CP , que os surdos-mudos  são considerados portadores de desenvolvimento mental incompleto.

    Questão sebosa...

    GABARITO: ANULADA

  • É a questão que alguém acerta chutando de "canhota"...
  • CERTO

     

    "São considerados portadores de desenvolvimento mental incompleto, segundo o CP, os silvícolas não adaptados, os surdos-mudos com total ou quase total impossibilidade de comunicação e as pessoas com acentuado grau de primitivismo cultural."

     

     

  • Quem leu o livro do Genival Veloso de França, acertou essa questão!

  • A questão trata de determinados grupamentos de pessoas que, em tese, podem ser considerados portadores de desenvolvimento mental incompleto, segundo o Código Penal. É certo que o artigo 26 do referido diploma legal não lista especificamente quem estaria inserido nesses grupos. Não obstante, a doutrina tradicionalmente considera que os silvícolas não adaptados e os surdos-mudos, que tenham dificuldade de se expressar, apresentam essa condição mental. Segundo Hungria, sob o título de "desenvolvimento mental incompleto e retardado se agrupam não só os deficitários congênitos do desenvolvimento psíquico ou oligofrênicos (idiotas, imbecis, débeis mentais), como os que são por carências de certos sentidos (surdos-mudos) e até mesmo os silvícolas inadaptados. O conceito de mente como adverte o ministro Campos, na Exposição de Motivos, é suficientemente amplo para abranger até o 'senso moral' (ensina TIRELLI que 'mente é o complexo funcional, quantitativa e qualitativamente harmônico, dos diversos elementos do arco diastáltico psíquico'), e, assim, não há dúvida entre os deficientes mentais é de se incluir também o homo sylvester, inteiramente desprovido das aquisições éticas do civilizado homo medius que a lei penal declara responsável". A lição de Hungria nos permite também enquadrar nesse grupo, portanto, "as pessoas com acentuado grau de primitivismo cultural". Nesse sentido também há precedentes jurisprudenciais, senão vejamos: 
    PROCESSO CRIMINAL. NA CLÁUSULA DESENVOLVIMENTO MENTAL INCOMPLETO OU RETARDADO, PREVISTA NO ART. 22 DO CÓDIGO PENAL, PODE SITUAR-SE O SILVICOLA. NA ESPÉCIE, NÃO HÁ INFRINGÊNCIA DA REGRA, EIS QUE O RÉU NÃO APRESENTA DESENVOLVIMENTO MENTAL INCOMPLETO. POR OUTRO LADO, NÃO SE CONFIGURA NEGATIVA DE VIGÊNCIA AO ART. 56 E SEU PARAGRAFO ÚNICO, DA LEI N. 6.001/73. RECURSO (RE 97065 / AM – AMAZONAS;  Min. DJACI FALCAO; Segunda Turma; Publicação DJ 19-11-1982)

    Note-se que o enunciado da questão menciona explicitamente "os silvícolas não adaptados, os surdos-mudos com total ou quase total impossibilidade de comunicação e as pessoas com acentuado grau de primitivismo cultural". Sendo assim, aplica-se a eles a regra do Código Penal, nos termos expostos na questão. Nos casos concretos, essas condições são verificadas casuisticamente por meio de perícia médica e avaliação por assistente social. Por fim, para que os membros desses grupos sejam considerados inimputáveis, deve-se verificar-se, ainda, se cada um era "ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento". 
    Gabarito do Professor: Certo

  • Achei a questão preconceituosa, mas enfim..

  • Questão preconceituosa? porque? kkk nada haver

  • Surdos-mudos como absolutamente incapazes:

    Essa noção preconceituosa é originariamente extraída do art. 3º, II e III do Código Civil, que tratava sobre os absolutamente incapazes por enfermidade ou causa transitória que impedisse a expressão de sua vontade. Contudo, o referido dispositivo foi revogado pela Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência)

     

    Como esse concurso é de 2013, a alternativa é CORRETA, pois há plausível justificativa sobre a ignorância ao reportar sobre surdos-mudos como portadores de desenvolvimento mental incompleto, uma vez que esta abordagem até essa época era "aceitável".

    Todavia, em 2015, após o advento do Estatuto da Pessoa com Deficiência, será necessária avaliação biopsicossocial para avaliar o grau de incapacidade física, psíquica ou social do agente surdo-mudo. Isso porque o surdo-mudo pode ter incapacidade física e social, mas não psíquica. Ou possui incapacidade mental em decorrência de sua incapacidade física e social. Ou possuir incapacidade física relativa, o que não interfere em sua esfera psíquica ou social, e assim sucessivamente.

     

    Conclusão: quando houver questões sobre a incapacidade psíquica dos surdos-mudos, cabe a análise de dois pontos: 1) se é posterior a 2015; 2) se o enunciado fala ao menos sobre a avaliação biopsíquica ou biopsicossocial;

  • Questão típica da jurisprudência do STC - Supremo Tribunal CESPE

  • Segundo Rogério Sanches, o indío não integrado ( ou silvícolas não adaptados  como diz o enunciado da questão) não é considerado inimputável, salvo se portador de anomalia psíquica, se menor de 18 anos ou se apresentar embriaguez completa acidental. Portanto, o gabarito da questão deveria ser alterado para errado.

  • Ver > Q240285 - Os surdos-mudos que não receberam instrução adequada são penalmente inimputáveis. ANULADA

     

    Resposta d colega Rafael Constantino:

     

    O surdo-mudo não é automaticamente inimputável. Pelo contrário, pois, completados 18 anos de idade, todos se presumem imputáveis. Compete à perícia indicar o grau de prejuízo a ele causado por essa falha biológica. Podem ocorrer três situações distintas:


    a) se ao tempo da ação ou da omissão era capaz de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se de acordo com esse entendimento, será considerado imputável;


    b) se ao tempo da ação ou da omissão não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, será considerado semi-imputável (CP, art. 26, parágrafo único); e


    c) se ao tempo da ação ou da omissão era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, será considerado inimputável (CP, art. 26, parágrafo único).”

     

    Fonte: MASSON, Cleber. Direito Penal Esquematizado - Parte Geral - Vol. 1 (2017). 

     

    O silvícola inadaptado ao convívio com a civilização, assim como o surdo­-mudo alijado da cultura, pode enquadrar­-se no art. 26, caput ou parágrafo único, de acordo com o caso concreto. É de ver que, ao tempo do Código Penal de 1890, tais pessoas eram expressamente mencionadas como “não criminosos”375. Essa ficção legal foi abandonada com a promulgação do atual Código Penal.

     

    Fonte: André Estefam. “Direito penal esquematizado: parte geral - 5ed (2016).

     

    Em Breve: Resumos: https://www.facebook.com/Aprendendo-Direito-108313743161447/

  • Aonde isso está escrito no CP?

  • Se eu fosse surdo-mudo processava doutrina, professor, jurisprudência, cespe e todo mundo.

  • Que absurdo de questão. No código civil mudou a questão da incapacidade.

  • A questão é de 2013 ainda, antes da alteração do código civil.

  • AI DENTO

     

  • Segundo Masson (pág. 366, 2014), são Inimputáveis por desenvolvimento mental incompleto:

    O desenvolvimento mental incompleto abrange os menores de 18 anos e os silvícolas.


    Para os menores de 18 anos de idade a regra é inócua, pois deles já cuidam o art. 228 da CF e o art. 27 do CP.

    Os silvícolas, por outro lado, nem sempre serão inimputáveis. Depende do grau de assimilação dos valores sociais, a ser revelado pelo exame pericial.

    Destarte, dependendo da conclusão da perícia, o silvícola pode ser: a) imputável: se integrado à vida em sociedade; b) semi-imputável: no caso de estar dividido entre o convívio na tribo e na sociedade; e c) inimputável: quando completamente incapaz de viver em sociedade, desconhecendo as regras que lhe são inerentes.

    Nada mais comenta dos outros em questão. Tenso...
     

  • Essa questão está por demais genérica. Surdo-mudo, cosoante doutrina de Cléber Masson, não tem desenvolvimento mental incompleto. Esta abrange apenas menores de 18 anos e índios não integrados. Surdo-mudo, quando, por motivo de deficiência nos sentidos, possuem deficiência psíquica, enquadram-se na categoria de pessoas com desenvolvimento mental retardado. Ou seja, desenvolvimento mental incompleto é outra categoria, segundo o doutrinador. Mas pensando bem, quem tem o desenvolvimento mental retardado terá necessariamente um desenvolvimento mental incompleto. Então aquele seria espécie deste. 

  • essas questões de psiquiatras são hilárias

  • Eu errei pois no CP nunca vi isso, lá so fala que desenvolvimento mental incompleto não entendi

  • Desatualizada.....


ID
1591168
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Acerca da responsabilidade penal de dependente de álcool e de outras drogas, julgue o seguinte item.


Segundo a teoria da actio libera in causa, considera-se imputável o indivíduo que, tendo tomado conscientemente a decisão de embriagar-se, cometa crime em estado de intoxicação aguda. 


Alternativas
Comentários
  • A teoria da actio libera in causa é aquela em que o agente, conscientemente, põe-se em estado de inimputabilidade, sendo desejável ou previsível o cometimento de uma ação ou omissão punível em nosso ordenamento jurídico, não se podendo alegar inconsciência do ilícito no momento fatídico, visto que a consciência do agente existia antes de se colocar em estado de inimputabilidade.

    Essa teoria esboçada por Bartolo veio solucionar os casos em que há a culpabilidade de agentes que seriam considerados inimputáveis, especialmente nos casos de embriaguez.


    Gabarito: Certo

    http://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/1877524/o-que-se-entende-pela-teoria-da-actio-libera-in-causa-lais-mamede-dias-lima

  • Somente a embriaguez resultante de caso fortuito ou força maior tem a capacidade de excluir a culpabilidade do agente por embriaguez.

    Há a figura da Embriaguez Patológica, que é o vício do álcool, droga ou qualquer outra substância. Segundo a OMS, é uma doença mental, logo, o agente poderá ser enquadrado no art. 26, caput do CP, se restar comprovado que ele não entende o caráter ilícito da conduta ou que não é capaz de comportar-se conforme tal entendimento. Note-se que ele será inimputável por doença mental e não por embriaguez.


  • IMputável -- punível 

    INimputável - isento 

  • QUESTÃO CORRETA.


    Outra:

    Q323832 Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: Polícia Federal Prova: Escrivão da Polícia Federal
    Considere que Bartolomeu, penalmente capaz e mentalmente são, tenha praticado ato típico e antijurídico, em estado de absoluta inconsciência, em razão de estar voluntariamente sob a influência de álcool. Nessa situação, Bartolomeu será apenado normalmente, por força da teoria da actio libera in causa.

    CORRETA.

  • Segundo Cleber Masson, pag. 574

    "a teoria da actio libera in causa, em claro e bom
    português, teoria da ação livre em sua causa.
    Fundamenta-se no princípio segundo o qual “a causa da causa também é a causa do que foi
    causado”, isto é, para aferir-se a imputabilidade penal no caso da embriaguez, despreza-se o tempo
    em que o crime foi praticado. De fato, nesse momento o sujeito estava privado da capacidade de
    entendimento e de autodeterminação, por vontade própria, pois bebeu e embriagou-se livre de
    qualquer coação. Por esse motivo, considera-se como marco da imputabilidade penal o período
    anterior à embriaguez, em que o agente espontaneamente decidiu consumir bebida alcoólica ou de
    efeitos análogos.
    Nas

  • A  teoria da actio libera in causa traz o entendimento de que a embriaguez foi voluntária e o crime foi cometido sob total incapacidade de discernimento do autor. Porém, é necessário que o autor tenha a intenção prévia de que está bebendo para cometer o crime.

    Na questão não consegui extrair isso. Concluo, então, que o CESPE considera que essa teoria apenas se baseia no fato de que a embriaguez é voluntária e completa no momento do crime, sendo que o autor está absolutamente incapaz em relação à sua consciência.

  • Final foi tenso, mas acertei. 

    #avante.

  • TEORIA ACTION LIBERA – AÇÃO  LIVRE CAUSA

    ·         APLICAVÉL HIPOTESES DE IMPUTABILIDADE – MESMO EMBRIAGADO

    ·         SUSTENTA AGENTE DEVER SER PUNIDO PELO CRIME

    ·         MESMO NÃO TENDO DISCERNIMENTO – NO MOMENTO DO FATO

    ·         POIS  SE TINHA DISCERNIMENTO ANTES DE BEBER – SABENDO QUE IRIA GERAR EMBRIAGUEZ

  • iMputável.

  • Essa intoxicação aguda me matou, mas acertei! Não sabia se ele tinha bebido ou tinha sido picado por uma cobra kkkkk
  • Actio libera in causa Na precisa definição de Narcélio de Queiroz, devemos entender por
    actio libera in causa “os casos em que alguém, no estado de não imputabilidade, é
    causador, por ação ou omissão, de algum resultado punível, tendo se colocado naquele
    estado, ou propositadamente, com a intenção de produzir o evento lesivo, ou sem essa
    intenção, mas tendo previsto a possibilidade do resultado, ou, ainda, quando a podia ou
    devia prever”.

     

    LIVRO - DIREITO PENAL - Rogério Greco - Código Penal Comentado - 2017

  • ʕ•́ᴥ•̀ʔ Lembrar: O prefixo 'IN' significa 'não' -

     

    IMputável -- punível - Pode levar culpa

    INimputável - isento - Não pode levar culpa

     

    Em Breve: Resumos: https://www.facebook.com/Aprendendo-Direito-108313743161447/

  • Na verdade, no caso de embriaguez voluntária ou culposa, adota-se a teoria da actio libera in causa, segundo a qual o agente, ao se embriagar, sabia da possibilidade de praticar o delito e era livre para decidir.

     

    Fonte: Um amigo do QC
     

  • POR FAVOR PAREM COM AS PROPAGANDAS NA PLATAFORMA, É CHATO E LEVA A PERDA DE TEMPO PARA OS ESTUDANTES, SOMENTE COMENTARIOS NECESSARIOS RELATIVOS A QUESTÃO!

    O comentário de Namaá Souza é bem interessante, devido ao fato de muitos errarem a questão por aqueles motivos.

  • GABARITO CERTO

    A embriaguez e a teoria da “actio libera in causa” A teoria da actio libera in causa(ação livre na sua causa), desloca o momento de aferição da imputabilidade do momento da ação ou omissão para o momento em que o indivíduo colocou-se em estado de inimputabilidade, isto é, o da ingestão do álcool.

     

    bons estudos

  • MALUCO QUER FICAR DOIDÃO,ENTÃO VAI PRA CADEIA SIM MEU IRMÃO

    FELIZ ANO NOVO

    2021 PERTENCEREMOS Á GLORIOSA

    PRA CIMA DELES!

  • Teoria “actio libera in causa” (ação livre na causa) – quem se coloca voluntária ou culposamente em situação de embriaguez, responde pelo que praticar nesse estado.

  • Como ensina Damásio de Jesus, “a moderna doutrina penal não aceita a aplicação da teoria da actio libera in causa à embriaguez completa, voluntária ou culposa e não preordenada, em que o sujeito não possui previsão, no momento em que se embriaga, da prática do crime.

    Se o sujeito se embriaga prevendo a possibilidade de praticar o crime e aceitando a produção do resultado, responde pelo delito a título de dolo. Se ele se embriaga prevendo a possibilidade do resultado e esperando que ele não se produza, ou não o prevendo, mas devendo prevê-lo, responde pelo delito a título de culpa. Nos dois últimos casos, é aceita a aplicação da teoria da actio libera in causa. Diferente é o primeiro caso, em que o sujeito não desejou, não previu, nem havia elementos de previsão da ocorrência do resultado”

    :)

  • Certo.

    De acordo com a teoria mencionada, a embriaguez voluntária não excluirá a imputabilidade do agente, o qual deverá responder pelo delito cometido.

  • IMPUTABILIDADE POR EMBRIAGUEZ

    O que NÃO exclui?

    VOLUNTÁRIA (tomar por conta própria)

    CULPOSA (tomar além da conta)

    PREORDENADA (tomar para criar coragem)  causa de aumento de pena

    _____

    O que EXCLUI?

    ↳ CASO FORTUITO (se completa isenta a pena / se semi-completa diminui 1/3 a 2/3)

     FORÇA MAIOR

    [...]

    ____________

    Bons Estudos.

  • EMBRIAGUEZ

    Culposa → Aplica pena

    Voluntária → Aplica pena

    Incompleta+ caso fortuito/força maior  reduz a pena

    Completa + caso fortuito/força maior  isenta de pena

    Pré-ordenada (beber para ter coragem de praticar)  agravante

  • Teoria da actio libera in causa --> O agente, conscientemente, põe-se em estado de inimputabilidade, sendo desejável ou previsível o cometimento de uma ação ou omissão punível em nosso ordenamento jurídico, não se podendo alegar inconsciência do ilícito no momento fatídico, visto que a consciência do agente existia antes de se colocar em estado de inimputabilidade.

    Ex.: tomar alguns copos de cerveja e acabar ficando bêbado por estar de estômago vazio.

    Neste caso, aplica-se a teoria da actio libera in causa, ou seja, no momento do crime pode ser que o agente não tivesse noção de seus atos, mas antes quando começou a ingerir a bebida ele sabia o que estava fazendo.

  • actio libera in causa = bebeu pra criar coragem

  • .ACTIO LIBERA IN CAUSA>>Teoria da actio libera in causa: consideramos imputável o agente, estando dotado capacidade de entender o caráter ilícito do fato e de se comportar conforme seu entendimento, porque o momento de análise é aquele em que ele ingeriu a substância. Entretanto, o tempo do crime é o da conduta, ou seja, da ação ou omissão. Neste momento, o sujeito está embriagado. Considera-se, portanto, que a ação foi livre na sua causa, ou seja, lá no ato antecedente, no momento em que o sujeito decidiu pela ingestão da substância e sabia, ou tinha condição de saber, a possibilidade de cometer um crime. “Teoria da actio Libera in causa” (ação livre na causa). Segundo esta Teoria, o agente deve ser considerado imputável mesmo não tendo discernimento no momento do fato, pois tinha discernimento quando decidiu ingerir a substância. Ou seja, apesar de não ter discernimento agora (no momento do crime), tinha discernimento quando se embriagou, ou seja, sua ação era livre na causa (tinha liberdade para decidir ingerir, ou não, a substância). Somente afastará a imputabilidade quando for acidental-> caso fortuito ou força maior. ( e a embriaguez deve ser completa)

  • EMBRIAGUEZ

    Culposa → Aplica pena

    Voluntária → Aplica pena

    Incompleta+ caso fortuito/força maior  reduz a pena

    Completa + caso fortuito/força maior  isenta de pena

    Pré-ordenada (beber para ter coragem de praticar)  agravante

  • Segundo a Teoria do actio libera in causa , melhor dizendo: ação livre em sua causa:

    -É CONSIDERADO O MOMENTO ANTERIOR A AÇÃO.

    O sujeito estava privado da capacidade de entendimento e de autodeterminação, por vontade própria, pois bebeu e embriagou-se livre de qualquer coação. Por esse motivo, considera-se como marco da imputabilidade penal o período anterior a embriaguez, em que o agente espontaneamente decidiu consumir bebida alcoólica ou de efeitos análogos.


ID
1591171
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Acerca da responsabilidade penal de dependente de álcool e de outras drogas, julgue o seguinte item.


Se um indivíduo que rotineiramente se embriaga cometer crime em momento de intoxicação aguda, ele deverá ser declarado inimputável.


Alternativas
Comentários
  • Somente a embriaguez resultante de caso fortuito ou força maior tem a capacidade de excluir a culpabilidade do agente por embriaguez.


    Há a figura da Embriaguez Patológica, que é o vício do álcool, droga ou qualquer outra substância. Segundo a OMS, é uma doença mental, logo, o agente poderá ser enquadrado no art. 26, caput do CP, se restar comprovado que ele não entende o caráter ilícito da conduta ou que não é capaz de comportar-se conforme tal entendimento. Note-se que ele será inimputável por doença mental e não por embriaguez.


  • Diz-se embriaguez patológica ou crônica aquela que, em razão da desproporcional intensidade ou duração dos efeitos decorrentes da intoxicação alcoólica, compromete parcial ou totalmente a imputabilidade penal. 


    Os efeitos do álcool ou de substâncias de efeitos análogos no organismo humano é contínuo e suas consequências permanecem no sistema nervoso mesmo após sua eliminação. Por isso, a embriaguez patológica é equiparada às doenças mentais, aplicando-se, nesses casos, o art. 26, caput, e seu parágrafo único, do CP (e não o art. 28, II).


    O ébrio poderá ser considerado inimputável ou semi-imputável, de acordo com a conclusão do laudo pericial.



    Inimputáveis

    Art. 26 - É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. 


    Redução de pena

    Parágrafo único - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.



    Art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal:

    II - a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos.



    FONTE: Cleber Masson. Direito Penal. Parte Geral. Volume 1.

  • Muito útil o esclarecimento feito por Nícholas Lima.

  • O fato de embriagar-se rotineiramente não quer dizer que são todos os dias - o que configuraria EMBRIAGUEZ PATOLÓGICA. Respondi a questão pensando assim: se eu bebo todas as sextas e sábados, isto é uma rotina e não me tornaria inimputável. 


    A dor é passageira!

  • caso fortuito ou força maior!!!!

  • QUESTÃO ERRADA.


    Mesmo que a embriaguez rotineira fosse considerada uma excludente de culpabilidade, ainda assim a questão estaria errada, haja vista que não é informado que a embriaguez era completa.

  • achei a questão capciosa, pois informaram dependente de álcool, sugerindo inimputabilidade.  

  • Obrigado, David!

  • Questão visa o reconhecimento da "vontade" - Se um indivíduo que rotineiramente se embriaga

  • fui mais pelo fato da questão não trazer a informação se o alcoolismo era proveniente de caso fortuito ou força maior...

  • ISSO SE CHAMA EMBRIAGUEZ HABITUAL QUE NÃO SE CONFUNDE COM EMBRIAGUEZ PATOLÓGICA. SÃO SIMPLESMENTE OS CACHAÇEIROS.

  • Na mesma prova há uma questão que responde essa: 

     

    Ano: 2013    Banca: CESPE    Órgão: TJ-DFT    Prova: Analista Judiciário - Medicina - Psiquiátrica  


    Segundo a teoria da actio libera in causa, considera-se imputável o indivíduo que, tendo tomado conscientemente a decisão de embriagar-se, cometa crime em estado de intoxicação aguda.   CERTO 

  • Errei pois pensei trata-se de uma embriaguez patológica

  • GAB: E

    Embriaguez pre-ordenada é causa de aumento de pena

  • Teoria da Actio Libera In Causa

  • Embriaguez resultante de caso fortuito ou força maior exclui a culpabilidade.

    Não é o caso.

  • actio libera in causa NELE.

  • ERRADO

    É importante não confundir  (rotineiramente se embriaga) com embriagues patológica.

    Bons estudos...

  • Actio Libera In Causa

  • Embriaguez patológica é diferente da habitual!

  • Eu fiz o seguinte raciocínio: Mesmo que a primeira parte da questão for considerada embriaguez patológica, ainda assim não poderá considera- lo inimputável, pois ainda precisa fazer o juízo referente a se ela não tinha o conhecimento do caráter início do fato ou se ele não podia se portar de acordo com esse entendimento (sistema biopsicologico)

  • GAB:ERRADO

    SEM COMENTÁRIOS, A QUESTÃO POR SI NEM PRECISA.

  • Teoria da ACTIO LIBERA IN CAUSA (BEBEU PORQUE QUIS) não isenta de pena.

  • RESUMINHO SOBRE EMBRIAGUEZ PARA NÃO ERRAR MAIS NENHUMA QUESTÃO DO ASSUNTO

    CULPOSA- Aplica a pena normal

    VOLUNTÁRIA- Aplica a pena normal

    INCOMPLETA + CASO FORTUITO/FORÇA MAIOR - Atenua a pena

    COMPLETA + CASO FORTUITO/FORÇA MAIOR - isenta a pena

    PRÉ-ORDENADA - agravante

    Bons estudos moçada!

  • Se não fala nada na questão, não podemos pressupor que seja a patológica.

  • Gabarito "errado".

    Modalidades de embriaguez:

    - Voluntária: ele quer embriagar-se, mas não quer cometer ilícitos. O autor responde normalmente pelo crime.

    - Culposa: não conhece seus próprios limites e acaba se embriagando. O autor responde normalmente pelo crime.

    - Preordenada: o autor se embriaga para praticar o crime, para “tomar coragem” para praticar o crime. É agravante.

    - Acidental: é a embriaguez resultante de caso fortuito ou força maior.

    Se for completa, é isento de pena.

    Se for incompleta, diminui a pena.

  • INCLUSIVE SE CONFIGURA UMA CIRCUNSTANCIA AGRAVANTE DE PENA

  • A questão é maliciosa, mas está correta. Ela faz o uso da expressão "dependência de álcool", que, de fato, remete a embriaguez patológica.

    Ocorre que a embriaguez patológica, pode ser tratada como anomalia psíquica, que, por sua vez, pode gerar a inimputabilidade do agente ou a redução da pena, nos termos do art. 26 do CP.

    Como a questão fez a assertiva de que o agente "deverá ser declarado inimputável", ela acabou restringido a hipótese a apenas uma das duas possibilidades jurídicas acima mencionadas (ou seja, não considerou a possibilidade da redução da pena), o que faz com que a resposta correta seja a opção "errada".

  • A FAMOSA PREORDENADA,TOMA UMA AGRAVANTE NELE

    FELIZ ANO NOVO

    2021 PERTENCEREMOS Á GLORIOSA

    PRA CIMA DELES!

  •     Circunstâncias agravantes

     l) em estado de embriaguez preordenada.

  • Embriaguez patológica – embora não seja disciplinada pelo CP, é equiparada pela doutrina à doença mental (Art. 26/CP).

    A questão não relata se a embriaguez é completa!

    ERRADO

  • Imputável + agravante

  • Sonhador PRF

    O fato de embriagar-se rotineiramente não quer dizer que são todos os dias - o que configuraria EMBRIAGUEZ PATOLÓGICA. Respondi a questão pensando assim: se eu bebo todas as sextas e sábados, isto é uma rotina e não me tornaria inimputável. 

    Acredito que se a banca quiser se referir a embriaguez patológica, ela deve ser clara para a questão não fique ambígua

    (E)

  • RESUMINHO SOBRE EMBRIAGUEZ PARA NÃO ERRAR MAIS NENHUMA QUESTÃO DO ASSUNTO

    CULPOSA- Aplica a pena normalÉ culposa , não tinha a intenção de se embriagar, mas por negligência ou imprudência acaba se embriagando. Se ele tivesse o desejo de se embriagar, seria voluntária.

    VOLUNTÁRIA- Aplica a pena normal

    INCOMPLETA + CASO FORTUITO/FORÇA MAIOR - Atenua a pena

    COMPLETA + CASO FORTUITO/FORÇA MAIOR - isenta a pena

    PRÉ-ORDENADA agravante

  • Se fosse assim, seria um verdadeiro caos !

    Gab: Errado

  • GAB :ERRADO PEGADINHA

    ISSO SE CHAMA EMBRIAGUEZ HABITUAL QUE NÃO SE CONFUNDE COM EMBRIAGUEZ PATOLÓGICA QUE SERIA BEBER TODOS OS DIAS


ID
1591174
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Acerca da responsabilidade penal de dependente de álcool e de outras drogas, julgue o seguinte item.


Tanto a síndrome de dependência física quanto a de dependência psíquica podem implicar redução da responsabilidade penal.


Alternativas
Comentários
  • Errado, cada um com se mata como pode.

  • Gabarito: Errado

    Art. 26, parágrafo único do CP: "A pena pode  ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de pertubação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento."
  • Esta questão é capiciosa. Só queria deixar um adendo.

    Algumas questões fisiológicas podem ter implicações na própria capacidade cognitiva e volitiva do agente. Exemplo disso são as febres altas que causam alucinações.

  • A dependencia fisica denota uma ideia de coação fisica iresistive a qual exclui a conduta, já a depedencia psiquica denota os iniputaveis que depedente da capacidade de se determirnar do carater ilicito pode deminuir a pena de 1 a 2/3 ou isentar de pena.
    gabarito errado.

     

  • Acredito que o colega Juarez tenha se equivocado ao exemplificar o "cadeirante" como dependente físico. Na verdade, a dependência física abordada pela questão refere-se à crise de abstinência (fissura) causada pela suspensão do uso de drogas. O problema neste ponto é físico e orgânico (não apenas psíquico), já que o corpo físico passa a depender da droga para manter um certo equilíbrio ainda que patológico (dependência física irresistível).

     

  • dependência física a uma substância psicoativa corresponde à necessidade de se utilizar novamente de uma substância devido ao organismo ter se adaptado à sua administração crônica e entrar em um estado de desequilíbrio quando esta não estiver presente. Nem todas as drogas apresentam dependência física, mas algumas delas se caracterizam particularmente por este componente, como o álcool, o tabaco e os opioides.

    Dependência psicológica é a necessidade de determinado comportamento para viver normalmente e sentir-se confortável.[4] Está fortemente associada às drogas, que podem causar dependência tanto psicológica quanto física.

     

    Tanto a dependencia físca quanto a psiquica são patologicas, podendo ser enquadradas no art. 26, caput do CP, se restar comprovado que o individuo não entende o caráter ilícito da conduta ou que não é capaz de comportar-se conforme tal entendimento. Note-se que ele será inimputável por doença mental.  A questão está errada porque não é causa de mera redução, mas sim de exclusão da culpabilidade.

     

    portanto não tem nada a ver com uma debilidade física que possa, porventura, fazer que uma pessoa dependa de outra para realizar atividades de qualquer natureza.

  • questão imcompleta

  • Gab: e

    Vamos pelo entendimento da banca.

    Dependência mental/ psiquica: sim (tem redução de pena)

    Dependência física: não tem redução de pena

    Deve ser por uma questão da letra de lei não falar nada de físico....

     Inimputáveis

            Art. 26 - É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    Redução de pena

            Parágrafo único - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

     

  • E na lei de drogas a dependência, proveniente de caso fortuito ou força maior, isenta de pena.


    Art. 45. É isento de pena o agente que, em razão da dependência, ou sob o efeito, proveniente de caso fortuito ou força maior, de droga, era, ao tempo da ação ou da omissão, qualquer que tenha sido a infração penal praticada, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

  • Por isso a importância de resolução de questão.

    Questão com porcentagem de erro maior que acerto e a princípio fácil, mas com pegadinha.

    Também colaborei com o percentual de erros rsrsrs.

  • Melhor comentário OWL. Na boa, falar de cadeirante nessa questão, pelamoooor heim...

  • IMPUTABILIDADE: capacidade de ser imputável, de culpabilidade;

    RESPONSABILIDADE: consequências práticas - pena - em razão da imputabilidade;

    ASSIM SENDO, uma vez INIMPUTÁVEL - inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento; ou SEMI-IMPUTÁVEL - não é inteiramente capaz; terão as responsabilidades penais ATENUADAS: o primeiro é ISENTO DE PENA e o segundo TERÁ A PENA DIMINUÍDA DE 1/3 A 2/3.

  • ERRADO: Para que ocorra a semi-imputabilidade, ou seja, a redução, é necessário que o critério biopsicológico seja atendido, da mesma forma que deve ser atendido na constatação da imputabilidade. Assim, é necessário que coexista um elemento biológico, no caso da embriaguez patológica, a dependência química, por exemplo, e um elemento psicológico: a redução da plena capacidade de entender o caráter ilícito da conduta ou de autodeterminar-se de acordo com esse entendimento.

    Assim, na embriaguez patológica, na hipótese de dependência psíquica, não se satisfaz o critério biopsicologico.

  • LEI DE DROGAS

    Art. 45. É isento de pena o agente que, em razão da dependência, ou sob o efeito, proveniente de caso fortuito ou força maior, de droga, era, ao tempo da ação ou da omissão, qualquer que tenha sido a infração penal praticada, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

  • Solicitem comentário professor

  • Seria legal um professor comentar essa questão, uma vez que mesmo as doenças mentais tem base em como afetam o sistema biológico de uma pessoa. Não raro a teoria adotada é a biopsicológica. Um exame irá averiguar o quadro "fisico" da doença mental, ou seja, psicológico, e, em seguida, o juiz, irá averiguar se o agente ao tempo da ação ou omissão era ou não interamente capaz de entender o caráter ilícito do fato e de determinar-se de acordo com tal entendimento.

    Dependência física? Então a dependência é física, mas não tem nenhuma consequência mental na pessoa? Psicossomatismo é uma corrente psicológica bem abrangente nos dias de hoje, acho difícil de isso ser verdade.

  • PESSOAL, É O TIPO DE QUESTÃO QUE SÓ PODERÁ CAIR EM PROVAS PARA PERITO MÉDICO. LOGO,

    QUEM NÃO É DA ÁREA, NÃO TEM MOTIVO PARA SE PREOCUPAR.

  • Fui com base na letra da lei, mas de fato somente por perícia pra averiguar, visto que a dependência física e psicológica estão intimamente relacionadas. Afinal, a maioria das drogas atuam a nível cerebral e possuem como consequência o desequilíbrio dos processos fisiológicos e químicos do corpo.

  • FELIZ ANO NOVO

    2021 PERTENCEREMOS Á GLORIOSA

    PRA CIMA DELES!

  • Quantas pessoas mencionando o conceito de concurso formal. Se a questão estiver errada, tente mostrar o erro, não ficar doutrinando.

    creio que o erro esteja em:

    Tanto a síndrome de dependência física quanto a de dependência psíquica podem implicar redução da responsabilidade penal.

  • Lamentável que uma questão de 2013 ainda não tenha comentário de professor. Lembrem sempre de clicar em pedir comentários em questões que geram dúvidas.

    Acredito que a questão quis discutir a Lei de Drogas, nos seguintes artigos:

    Art. 45. É isento de pena o agente que, em razão da dependência, ou sob o efeito, proveniente de caso fortuito ou força maior, de droga, era, ao tempo da ação ou da omissão, qualquer que tenha sido a infração penal praticada, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    (...)

    Art. 46. As penas podem ser reduzidas de um terço a dois terços se, por força das circunstâncias previstas no art. 45 desta Lei, o agente não possuía, ao tempo da ação ou da omissão, a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    Ou seja, a dependência pode gerar tanto a isenção de pena como a sua redução de 1/3 a 2/3.

    Perceba que não consta no artigo 45 se a dependência é psicológica ou física, entretanto, como fora citado por alguns colegas, as drogas são capazes de gerar os dois tipos de dependências.

    Por fim, a resposta foi considerada errada pois a simples dependência não pode implicar a redução da responsabilidade penal, como previu o enunciado.

    A dependência, considerada um critério biológico, deve estar acompanhada do critério psicológico do art 46 (...não possuía, ao tempo da ação ou da omissão, a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento), ensejando assim o critério biopsicológico da imputabildade penal, capaz de reduzir ou isentar a pena.

  • Art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal:

    I - a emoção ou a paixão;

           Embriaguez

    II - a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos.

    § 1º - É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    Tanto a síndrome de dependência física quanto a de dependência psíquica podem implicar redução da responsabilidade penal.

    A mera dependência não é premissa para alegação de caso fortuito ou força maior. A análise deve ser feita no momento da ingestão da substância.

  • PMAL 2021! Vibraaaaaaaaa

  • A questão cobrou conhecimentos acerca da inimputabilidade do agente.

    O art. 28, § 2° do Código Penal estabelece que “É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento".

    Já o art. 46 da lei n° 11.343/2006 – lei de drogas, dispõe que “É isento de pena o agente que, em razão da dependência, ou sob o efeito, proveniente de caso fortuito ou força maior, de droga, era, ao tempo da ação ou da omissão, qualquer que tenha sido a infração penal praticada, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento".

    Em ambos os casos a lei exige que a embriaguez seja proveniente de caso fortuito ou força maior e também que o agente seja inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    Dessa forma, a redução da responsabilidade penal só incidirá se a dependência for psíquica, pois é ela que retira a capacidade de entender o caráter ilícito do fato.

    Gabarito, Errado.
  • O que é dependência física?

  • A questão cobrou conhecimentos acerca da inimputabilidade do agente.

    O art. 28, § 2° do Código Penal estabelece que “É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento".

    Já o art. 46 da lei n° 11.343/2006 – lei de drogas, dispõe que “É isento de pena o agente que, em razão da dependência, ou sob o efeito, proveniente de caso fortuito ou força maior, de droga, era, ao tempo da ação ou da omissão, qualquer que tenha sido a infração penal praticada, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento".

    Em ambos os casos a lei exige que a embriaguez seja proveniente de caso fortuito ou força maior e também que o agente seja inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    Dessa forma, a redução da responsabilidade penal só incidirá se a dependência for psíquica, pois é ela que retira a capacidade de entender o caráter ilícito do fato.

    Gabarito, Errado.

    COMENTÁRIO DO PROFESSOR PARA OS NÃO ASSINANTES.


ID
1591177
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Em relação à perícia civil e à avaliação da capacidade civil, julgue o item subsecutivo.


Constatada a necessidade de interdição de portador de transtorno mental, todos os atos jurídicos por ele praticados antes da interdição serão anulados.


Alternativas
Comentários
  • Quando se reconhece judicialmente a incapacidade para os atos da vida civil, os atos processuais anteriores à interdição podem ser anulados, mas esse reconhecimento depende de provas em ação específica. Sendo assim, ato processual antes de interdição não é anulado de forma automática. Logo, não necessariamente todos os atos jurídicos por ele praticados antes da interdição serão anulados.

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    Gabarito: Errado


ID
1591180
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Em relação à perícia civil e à avaliação da capacidade civil, julgue o item subsecutivo.

A interdição civil enseja a perda dos direitos civis e a nomeação de curador para o interdito.


Alternativas

ID
1591183
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Em relação à perícia civil e à avaliação da capacidade civil, julgue o item subsecutivo.


Os excepcionais, que não apresentam desenvolvimento mental completo, são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil.


Alternativas

ID
1591186
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Em relação à perícia civil e à avaliação da capacidade civil, julgue o item subsecutivo.


Ao absolutamente incapaz é vedada a contração de matrimônio.


Alternativas

ID
1591189
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Psiquiatria
Assuntos

Em relação à perícia civil e à avaliação da capacidade civil, julgue o item subsecutivo.


Diferentemente do perito, que deve manter-se imparcial, o assistente técnico não está sujeito a impedimentos ou suspeições.


Alternativas

ID
1591192
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Em relação à perícia civil e à avaliação da capacidade civil, julgue o item subsecutivo.


No procedimento processual para a interdição de direitos civis de portador de transtornos mentais, são garantidos os princípios do contraditório e da ampla defesa.


Alternativas

ID
1591195
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Julgue o item seguinte, a respeito da responsabilidade civil do psiquiatra.


Para o médico obter do paciente um consentimento válido, livre e esclarecido, ele deve informar o diagnóstico, o tratamento proposto, seus riscos e benefícios, bem como as alternativas terapêuticas e o prognóstico.


Alternativas

ID
1591198
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Julgue o item seguinte, a respeito da responsabilidade civil do psiquiatra.


De acordo com a lei brasileira, para que a prática de ato médico seja caracterizada como erro médico, é suficiente a constatação da ocorrência de imperícia, imprudência ou negligência.


Alternativas

ID
1591201
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Julgue o item seguinte, a respeito da responsabilidade civil do psiquiatra.


O psiquiatra que prescreve antipsicótico atípico sem esclarecer o paciente ou seus familiares sobre os riscos relativos à síndrome metabólica comete ato de negligência médica.


Alternativas

ID
1591204
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

      Após a representação fundamentada subscrita por desembargador e o transcurso do prazo regimental para defesa prévia, sem que esta fosse apresentada, o Conselho Especial do TJDFT, por iniciativa do corregedor da justiça e por decisão de sua maioria absoluta, instaurou procedimento de apuração de falta punível com pena disciplinar contra Roberto, magistrado de primeiro grau.


Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item subsequente.


A não apresentação de defesa prévia por parte de Roberto não obsta a convocação do Conselho Especial para decisão a respeito da instauração do processo.



Alternativas
Comentários
  • Art. 332. Antes da decisão sobre a instauração do processo, será concedido ao magistrado prazo de quinze dias para a defesa prévia, contado da data de entrega de cópia do teor da acusação e de provas existentes, que lhe será remetida pelo Presidente do Tribunal, mediante ofício, nas quarenta e oito horas imediatamente seguintes à apresentação da acusação.

    §1º Findo o prazo concedido para a defesa prévia, haja ou não sido apresentada, o Presidente convocará o Conselho Especial para que decida sobre a instauração do processo ou o arquivamento do procedimento, encaminhando, previamente, aos seus integrantes cópias do teor da acusação e da defesa prévia, se apresentada, bem como cópias das provas existentes.

  • Regimento Interno (https://www.tjdft.jus.br/publicacoes/regimento-interno-do-tjdft/regimentoInternoTJDFT.pdf)


    Art. 412. Não sendo o caso de arquivamento, o Presidente do Tribunal, no caso de desembargadores, e o Corregedor, no caso de magistrados de primeiro grau, submeterá a acusação ao Conselho Especial.

    § 2º Findo o prazo concedido para a defesa prévia,haja ou não sido apresentada, o Presidente convocará o Conselho Especial para que decida sobre a instauração do processo ou o arquivamento do procedimento, encaminhando, previamente, aos seus integrantes cópias do teor da acusação e da defesa prévia, se apresentada, bem como cópias das provas existentes.

  • TJDFT 2022

  • Seção II

    Do Processo Disciplinar

    Art. 412.

    § 2º Findo o prazo concedido para a defesa prévia, haja ou não sido apresentada, o Presidente convocará o Conselho Especial para que decida sobre a instauração do processo ou o arquivamento do procedimento, encaminhando, previamente, aos seus integrantes cópias do teor da acusação e da defesa prévia, se apresentada, bem como cópias das provas existentes.

  • Art. 412. Não sendo o caso de arquivamento, o Presidente do Tribunal, no caso de desembargadores, e o Corregedor, no caso de magistrados de primeiro grau, submeterá a acusação ao Conselho Especial.

    § 2º Findo o prazo concedido para a defesa prévia, haja ou não sido apresentada, o Presidente convocará o Conselho Especial para que decida sobre a instauração do processo ou o arquivamento do procedimento, encaminhando, previamente, aos seus integrantes cópias do teor da acusação e da defesa prévia, se apresentada, bem como cópias das provas existentes.

  • Gab C

    § 2º Findo o prazo concedido para a defesa prévia,haja ou não sido apresentada, o Presidente convocará o Conselho Especial para que decida sobre a instauração do processo ou o arquivamento do procedimento, encaminhando, previamente, aos seus integrantes cópias do teor da acusação e da defesa prévia, se apresentada, bem como cópias das provas existentes.


ID
1591207
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

    Após a representação fundamentada subscrita por desembargador e o transcurso do prazo regimental para defesa prévia, sem que esta fosse apresentada, o Conselho Especial do TJDFT, por iniciativa do corregedor da justiça e por decisão de sua maioria absoluta, instaurou procedimento de apuração de falta punível com pena disciplinar contra Roberto, magistrado de primeiro grau.


Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item subsequente.


Há vício formal na instauração de processo contra o magistrado, já que, recebida a representação, caberia ao presidente do TJDFT a iniciativa da instauração do procedimento, e não ao corregedor.


Alternativas
Comentários
  • Art. 331. O procedimento de apuração de falta punível com pena disciplinar será instaurado mediante decisão da maioria absoluta do Conselho Especial, por iniciativa do Corregedor da Justiça, no caso de magistrados de Primeiro Grau, ou do Presidente do Tribunal, nos demais casos.


  • Regimento Interno (https://www.tjdft.jus.br/publicacoes/regimento-interno-do-tjdft/regimentoInternoTJDFT.pdf)

    Art. 410. O Presidente do Tribunal, no caso de desembargadores, e o Corregedor da Justiça, no caso de magistrados de primeiro grau, deverão promover, mediante procedimento preliminar, a apuração de falta disciplinar de que tiverem ciência.

    Art. 412. Não sendo o caso de arquivamento, o Presidente do Tribunal, no caso de desembargadores, e o Corregedor, no caso de magistrados de primeiro grau, submeterá a acusação ao Conselho Especial.

    § 2º Findo o prazo concedido para a defesa prévia,haja ou não sido apresentada, o Presidente convocará o Conselho Especial para que decida sobre a instauração do processo ou o arquivamento do procedimento, encaminhando, previamente, aos seus integrantes cópias do teor da acusação e da defesa prévia, se apresentada, bem como cópias das provas existentes.

  • Relator da acusação:

    Presidente TJDFT- Desembargadores

    Corregedor- Magistrados de primeiro grau

  • Art. 432. Verificada a existência de falta punível com pena disciplinar, o relator encaminhará cópia

    dos autos ao Corregedor da Justiça para as providências cabíveis.

  • Do Procedimento Preliminar

    Art. 410. O Presidente do Tribunal, no caso de desembargadores, e o Corregedor da Justiça, no caso de magistrados de primeiro grau, deverão promover, mediante procedimento preliminar, a apuração de falta disciplinar de que tiverem ciência.

  • Art. 410. O Presidente do Tribunal, no caso de desembargadores, e o Corregedor da Justiça, no caso de magistrados de primeiro grau, deverão promover, mediante procedimento preliminar, a apuração de falta disciplinar de que tiverem ciência.

  • Gab E

    vício formal na instauração de processo contra o magistrado, já que, recebida a representação, caberia ao presidente do TJDFT a iniciativa da instauração do procedimento, e não ao corregedor.

    Art. 410. O Presidente do Tribunal, no caso de desembargadores, e o Corregedor da Justiça, no caso de magistrados de primeiro grau, deverão promover, mediante procedimento preliminar, a apuração de falta disciplinar de que tiverem ciência.


ID
1591210
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

À luz do Provimento Geral da Corregedoria aplicado aos juízes e ofícios judiciais, julgue os item que se segue.


Serão averbados nos assentamentos funcionais dos juízes todos os elogios encaminhados ao corregedor, independentemente da origem do elogio.


Alternativas
Comentários
  • Serão averbados nos assentamentos funcionais dos juízes todos os elogios encaminhados ao corregedor, independentemente da origem.

    Nem tds os elogios serão averbados, o Corregedor fará o julgo e, se plausível o elogio, será anotado em pasta funcional do servidor.

    Art. 130. As condecorações e os elogios feitos por magistrado, diretor de secretaria ou gestor de unidade administrativa serão averbados nos assentamentos funcionais do servidor.

    (...)

    § 2º A averbação em pasta funcional de elogio encaminhado por autoridade pública, instituição pública ou instituição privada de reconhecida idoneidade fica condicionada à anuência da chefia imediata.

     

    Art. 2° Os elogios feitos por Desembargadores, autoridades públicas, instituições públicas e privadas de reconhecida idoneidade serão averbados nos assentamentos funcionais do Juiz de Direito ou do Juiz de Direito Substituto agraciado.

    § 1º Os Juízes de Direito poderão encaminhar elogio para registro nos assentamentos funcionais de Juiz de Direito Substituto. § 2º Os elogios recebidos por meio da Ouvidoria serão encaminhados, para ciência, ao endereço eletrônico do Juiz agraciado e, após, submetidos à análise do Corregedor, que poderá determinar a anotação nos assentamentos funcionais do Magistrado.

  • Art. 130. As condecorações e os elogios feitos por magistrado, diretor de secretaria ou gestor de unidade administrativa serão averbados nos assentamentos funcionais do servidor.

    § 1º Elogio é a expressão de reconhecimento individual a servidor que, devido à competência, ao zelo, à iniciativa e à dedicação se destaque no desempenho de suas obrigações e de atribuições além daquelas inerentes ao cargo.

    § 2º A averbação em pasta funcional de elogio encaminhado por autoridade pública, instituição pública ou instituição privada de reconhecida idoneidade fica condicionada à anuência da chefia imediata.


ID
1591213
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

À luz do Provimento Geral da Corregedoria aplicado aos juízes e ofícios judiciais, julgue os item que se segue.


Enquanto não sobrevier ato normativo que regule a eleição para juiz de paz, o cidadão interessado em candidatar-se à indicação para juiz de paz deve requerer a sua indicação ao corregedor, sendo necessário, entre outros requisitos, comprovar ser bacharel em direito.


Alternativas
Comentários
  • PGC - Atualizado até o Provimento 45 de 08-06 -2020

    Seção II

    Dos Juízes de Paz

    Das disposições preliminares

    Art. 262. Os juízes de paz, enquanto não for publicada lei que disponha sobre sua eleição, serão indicados pelo corregedor e nomeados pelo presidente do Tribunal de Justiça, para atuar junto aos serviços de registro civil do Distrito Federal.

    Art. 263. O interessado na nomeação formulará ao corregedor requerimento instruído com a seguinte documentação:

    IV - prova de ser bacharel em direito;

    Esse artigo faz parte do PROVIMENTO GERAL DA CORREGEDORIA DE JUSTIÇA DO DF APLICADO AOS SERVIÇOS NOTARIAIS E DE REGISTRO

    PGC - Atualizado até o Provimento 45 de 08-06 -2020.

    PGC - Atualizado até o Provimento 45 de 08-06 -2020


ID
1591216
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

À luz do Provimento Geral da Corregedoria aplicado aos juízes e ofícios judiciais, julgue os item que se segue.


As inspeções ordinárias nos processos em tramitação no TJDFT, realizadas anualmente pelos juízes, objetivam verificar a regularidade dos processos e seus incidentes, abrangendo, inclusive, a análise acerca da existência de ofícios que ainda não tenham sido respondidos.


Alternativas
Comentários
  • Art. 106.  Na inspeção será verificada a regularidade dos processos e os respectivos incidentes, abrangendo os seguintes aspectos:  I – numeração das folhas dos autos;  II – prazos processuais;  III – publicações;  IV – cumprimento dos mandados expedidos;  V – existência de ofícios não respondidos e de cartas precatórias e rogatórias não devolvidas; 

  • Essa questão não foi anulada...

  • Art. 106. Na inspeção será verificada a regularidade dos processos e os respectivos incidentes, abrangendo os seguintes aspectos:

    I – numeração das folhas dos autos;

    II – prazos processuais;

    III – publicações;

    IV – cumprimento dos mandados expedidos;

    V – existência de ofícios não respondidos e de cartas precatórias e rogatórias não devolvidas;

    VI – despachos e decisões ainda não cumpridos;

    VII – estado geral do processo;

    VIII – cumprimento das metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça – CNJ e pelo Tribunal;

    IX – expedição de mandados de prisão, seu registro no Banco Nacional de Mandados de Prisão – BNMP, do CNJ, e envio de cópia eletrônica, na forma determinada por este Provimento, para o órgão de capturas da Polícia Judiciária;

    X – registro dos dados relativos ao processo no Sistema Informatizado, incluindo, conforme o caso:

    a) dados das partes, advogados e terceiros;

    b) registro das preferências na tramitação;

    c) classificação do processo;

    d) baixa de documentos anexados;

    e) cadastramento da incidência penal;

    f) cadastramento de sentenças e decisões, conforme o caso;

    g) anotação e controle de réu preso;

    h) baixa de partes.

    i) cadastro de informações sobre presos provisórios em rotina própria.

    Parágrafo único. A situação de cada processo deverá ser registrada no Sistema Informatizado, observados os seguintes procedimentos:

    I – em todos os feitos inspecionados será aplicada, na borda inferior direita da última folha dos autos, no momento da inspeção, etiqueta padronizada devidamente datada e rubricada, conforme modelo aprovado pela Corregedoria;

    II – a ficha de inspeção somente será impressa e juntada aos autos se houver determinação do magistrado para saneamento de pendências;

    III – não será impressa a ficha de inspeção para os feitos em ordem.


ID
1591219
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

A respeito da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir com base nas disposições da Lei n.º 11.697/2008 e suas alterações.


Na circunscrição judiciária de Brasília, a distribuição dos feitos é presidida por juiz de direito substituto, devendo participar da correspondente audiência de distribuição um representante do Ministério Público e um representante da Ordem dos Advogados do Brasil; entretanto, eventual ausência de algum deles não impedirá a realização do ato.


Alternativas
Comentários
  • Juiz de Direito Substituto responsável pela distribuição da Circunscrição Judiciária de Brasília;

    Da audiência de distribuição, que será pública e terá horário prefixado, participarão 1 (um) representante do

    Ministério Público, designado pelo ProcuradorGeral

    da Justiça, e 1 (um) representante da Ordem dos Advogados do Brasil,

    Seção do Distrito Federal.

    § 3o A eventual ausência do membro do Ministério Público ou do advogado não impede a realização do ato.

    § 4o Em caso de manifesta urgência, a distribuição será feita em qualquer horário.


  • § 1 A distribuição na Circunscrição Judiciária de Brasília será presidida por Juiz de Direito Substituto, designado por ato do Corregedor da Justiça, e, nos Territórios, quando houver mais de uma Vara, incumbirá ao Juiz Diretor do Fórum fazê-lo.

    § 2 Da audiência de distribuição, que será pública e terá horário prefixado, participarão 1 (um) representante do Ministério Público, designado pelo Procurador-Geral da Justiça, e 1 (um) representante da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Distrito Federal. 

    § 3 A eventual ausência do membro do Ministério Público ou do advogado não impede a realização do ato.

    § 4 Em caso de manifesta urgência, a distribuição será feita em qualquer horário.


ID
1591222
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

A respeito da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir com base nas disposições da Lei n.º 11.697/2008 e suas alterações.


O corregedor do TJDFT é eleito por seus pares para um período de dois anos, permitida uma reeleição. Se, ao faltar um ano ou menos para completar o mandato, o cargo ficar vago, o desembargador mais antigo no tribunal deverá assumi-lo.


Alternativas
Comentários
  • É vedada a reeleição para os cargos de Direção. Mas é possível que o Vice 1 e 2 e o corregedor sejam eleitos para cargos diferentes.

    O Presidente não poderá se candidatar a nenhum cargo.

  • São dois erros: Abaixo as correções:

    - É vedada a reeleição;

    - Será realizada nova eleição, exceto se faltar menos de 06 meses aí o Desembargador mais antigo assumirá a vaga do corregedor.

    Tem mais uma - se for período menor de 30 dias (ex férias) do V2 o corregedor não pode substituir porque já tem trabalho demais. Menos de seis meses, V1 e V2 podem substituir o presidente.

    É possível que o Vice 1 e 2 e o corregedor sejam eleitos para cargos diferentes. Mas o presidente não poderá se candidatar a nenhum cargo


  • Fundamentação

    LEI Nº 11.697, DE 13 DE JUNHO DE 2008.

    "Art. 5o  O Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor serão eleitos por seus pares, na forma da Lei Orgânica da Magistratura Nacional - LOMAM, para um período de 2 (dois) anos, vedada a reeleição.

    § 1o  Vagando os cargos de Presidente, Primeiro e Segundo Vice-Presidentes ou Corregedor, realizar-se-á nova eleição para completar o mandato, salvo se faltarem menos de 6 (seis) meses para o seu término, caso em que a substituição do Presidente será feita pelo Primeiro e Segundo Vice-Presidentes, sucessivamente, e a destes ou do corregedor pelo desembargador mais antigo, observado o disposto no parágrafo único do art. 102 da Lei Complementar no 35, de 14 de março de 1979 – Lei Orgânica da Magistratura Nacional."

  • Regra geral: No caso de vacância nova eleição, o objetivo é completar o mandato.

    Exceção: Salvo se faltarem menos de 6 meses para o término do mandato, o presidente será substituído pelo 1° vice e 2° vice sucessivamente , se vagar o cargo do V1, V2 ou corregedor a substituição se dará pelo desembargador mais antigo.
  • A questão possui duas informações erradas, não é mesmo? Lembre-se que, segundo o caput do art. 5° da LOJDFT, o Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor serão eleitos por seus pares, na forma da Lei Orgânica da Magistratura Nacional - LOMAM, para um período de 2 (dois) anos, vedada a reeleição. Ou seja, não é permitida uma reeleição, conforme afirma a assertiva.

    Na sequência, o § 1° do referido dispositivo prevê que vagando os cargos de Presidente, Primeiro e Segundo Vice-Presidentes ou Corregedor, realizar-se-á nova eleição para completar o mandato, salvo se faltarem menos de 6 (seis) meses para o seu término, caso em que a substituição do Presidente será feita pelo Primeiro e Segundo Vice-Presidentes, sucessivamente, e a destes ou do corregedor pelo desembargador mais antigo, observado o disposto no paragráfo único do art.102 da Lei Complementar nº 35, de 14 de março de 1979 - Lei Orgânica da Magistratura Nacional.

    Note, portanto, que a substituição do Corregedor pelo desembargador mais antigo ocorrerá apenas nos casos em que a vacância ocorra quando faltarem menos de 6 meses para o fim de seu mandado

    GABARITO: ERRADO


ID
1591225
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

A respeito da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir com base nas disposições da Lei n.º 11.697/2008 e suas alterações.


Considere que, em determinada vara do DF, um analista judiciário subordinado ao respectivo juiz de direito titular tenha cometido infração disciplinar. Nesse caso, cumprido o devido processo legal, a punição disciplinar máxima que o juiz poderá aplicar será de até trinta dias de suspensão.


Alternativas
Comentários
  • CAPÍTULO VI

    DOS JUÍZES DE DIREITO

    Art. 45.  Aos Juízes de Direito cabe, além de processar e julgar os feitos de sua competência:

    I – inspecionar os serviços cartorários, informando, semestralmente, ao Corregedor o resultado das inspeções;

    II – aplicar aos servidores que lhes sejam subordinados penalidades disciplinares que não excedam a 30 (trinta) dias de suspensão;

  • Pena de advertência e suspensão de até 30 dias, cabe ao magistrado que o servidor é subordinado.

    Fora disso, deve enviar para o Corregedor de Justiça!


ID
1591228
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

A respeito da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir com base nas disposições da Lei n.º 11.697/2008 e suas alterações.


Considere que determinada entidade de classe do DF pretenda ajuizar, no TJDFT, ação direta de inconstitucionalidade para discutir, em face de sua Lei Orgânica, ato normativo do DF. Nesse caso, a referida entidade deverá demonstrar que a pretensão deduzida guarda relação direta com seus objetivos institucionais.


Alternativas
Comentários
  • § 2o  Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade:

    I – o Governador do Distrito Federal;

    II – a Mesa da Câmara Legislativa do Distrito Federal;

    III – o Procurador-Geral de Justiça;

    IV – a Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Distrito Federal;

    V – as entidades sindicais ou de classe, de atuação no Distrito Federal, demonstrando que a pretensão por elas deduzida guarda relação de pertinência direta com os seus objetivos institucionais;

  • É a chamada "pertinência temática". A LODF colocou por escrito assunto pacificado na jurisprudência do STF.

  • Lei 11697

    Art. 8  Compete ao Tribunal de Justiça:

    § 2  Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade:

    V – as entidades sindicais ou de classe, de atuação no Distrito Federal, demonstrando que a pretensão por elas deduzida guarda relação de pertinência direta com os seus objetivos institucionais;


ID
1591231
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-DFT
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Assuntos

A respeito da organização judiciária do DF e dos territórios, julgue o item a seguir com base nas disposições da Lei n.º 11.697/2008 e suas alterações.


Se determinado praça da Polícia Militar do DF cometer ilícito penal militar, ele será processado e julgado pelo Conselho Especial de Justiça.


Alternativas
Comentários
  • Quem tem competência é o conselho permanente de justiça de processar e julgar os praças

  • O conselho especial julga os Oficiais e o conselho permanente os praças. Assim:

    Art. 38.  Os Conselhos de Justiça serão de 2 (duas) espécies:

    I – Conselho Especial de Justiça, para processar e julgar os Oficiais;

    II – Conselho Permanente de Justiça, para processar e julgar os Praças.


  • ERRADO.


    Mnemonico prático : 

    ofiCIAL -  conselho espeCIAL 

    Praça - conselho Permanente 


  • ERRADO

    OFICIAL----------------processado/ julgado no Conselho Especial de Justiça

    PRAÇA------------------processado/ julgado no Conselho Permanente de Justiça