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Prova CONSULPLAN - 2019 - MPE-PA - Estagiário - Comunicação Social - Publicidade e Propaganda


ID
3326476
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

              Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


      Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

      Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

      Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

      Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

      Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

      Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

      Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

      Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

Dentre os termos/expressões destacados a seguir, indique aquele cujo sentido, de acordo com o contexto, NÃO foi indicado corretamente.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? Queremos o sentido incorreto, inadequado:

    ? Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois ? o termo apresenta a ideia que foi disparado sem rumo, ao acaso, não marca a ideia de "repentinamente/que ocorre de repente".

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Gab. Letra A, vejamos a definição: a esmo. Sem certeza nem fundamento; ao acaso; sem rumo: perdido.

    ... garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. (SEM RUMO)

  • Complemento..

    A esmo: Avaliação que se realiza de maneira aproximada, fazendo uma estimativa;

    Sucesso, bons estudos não desista!


ID
3326479
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

              Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


      Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

      Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

      Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

      Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

      Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

      Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

      Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

      Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

Considerando os excertos: “atendimento às vítimas” (2º§), “se antecipar a esse tipo de tragédia” (2º§), “de modo a estimular o diálogo” (5º§), “relacionados à estrutura das escolas” (7º§) pode-se afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ??atendimento às vítimas? (2º§), ?se antecipar a esse tipo de tragédia? (2º§), ?de modo a estimular o diálogo? (5º§), ?relacionados à estrutura das escolas? (7º§) 

    A) Em todos os fragmentos, o emprego da preposição ?a? está relacionado à regência verbal ? incorreto, no primeiro já temos regência nominal, substantivo "atendimento" pedindo a preposição "a" (=atendimento a alguma coisa).

    B) Os termos regidos são elementos determinantes no uso da preposição ?a?, em relação ao uso da norma padrão da língua ? incorreto, os termos regentes são determinantes no uso da preposição, ocorrerá a crase se o termo regido vier acompanha de artigo definido para que ela seja formada.

    C) A exigência ou não do acento grave, indicador de crase, na vogal ?a?, demonstra mudança do tipo de regência de um fragmento para o outro ? incorreto, a regência de todos os fragmentos é acerca do uso da preposição "a", não há mudança.

    D) O emprego obrigatório da preposição ?a? pode ser observado em todos os trechos destacados, sem exceção, tendo em vista a regência apresentada ? correto, atendimento a alguém; antecipar-se a algo; de modo a algo; relacionados a algo (=ambos termos regendo a preposição "a").

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • No caso da alternativa B, não estaria correto? Pois pra mim ambos são determinantes, tanto o termo regente quanto o regido. O termo regente pois determina a regência, e o termo regido pois mesmo que o termo regente exija crase, e o termo regido pois pode impedir ou facultar a crase.

    Por isso ao meu ver a assertiva B estaria incorreta, pois despreza a importância do termo regido.

    Ex: Pedi à menina que viesse (crase obrigatória por "menina") / Pedi a Júlia que viesse (nome próprio é crase facultativa, logo, como dizer que o termo regido não é determinante?)

  • A questão exige conhecimento de crase , de regência nominal e verbal. O comando da questão quer que analisemos as afirmações feitas nas alternativas e indiquemos qual está correta. Vejamos:

    a) Incorreta.

    Temos também regências nominais em “atendimento às vítimas” e “de modo a estimular o diálogo”, em ambos os casos temos um nome regendo a preposição.

    b) Incorreta.

    O erro foi dizer que os termos regidos são determinantes, na verdade os termos regentes que regem a preposição.

    c) Incorreta.

    Embora sejam regências nominal e verbal, todas regem a preposição "a".

    d) Correta.

    Está perfeita, todas as regências ( A) apresentadas são devidamente obrigatórias devido à exigência do termo regente.

    Atendimento a alguém; antecipar-se a algo; de modo a algo; relacionados a algo 

    GABARITO: D

  • Giovanna, mesmo que o termo regido impeça a crase, a regência se dará com o regente.

    Nos exemplos citados por você, quem determina a regência é o verbo "pedir", pois "quem pede, pede algo (que viesse) a alguém (a menina)" → Perceba a presença da preposição exigida pelo verbo. Ele é quem "manda" na regência da oração.

  • Não entendi porquê não é a letra C...

  • Para mim, a questão deveria ser anulada. A letra D está errada porque a preposição "a" poderia ser substituída pela preposição "com"
  • justificativa da banca para a letra C não estar certa:

    A alternativa “C) A exigência ou não do acento grave, indicador de crase, na vogal “a”, demonstra mudança do tipo de regência de um fragmento para o outro.” não pode ser considerada correta, pois, a mudança do tipo de regência deve ser observada nos trechos destacados no enunciado da questão, a saber: “atendimento às vítimas” (2º§), “se antecipar a esse tipo de tragédia” (2º§), “de modo a estimular o diálogo” (5º§), “relacionados à estrutura das escolas” (7º§).

    Deste modo, nos trechos destacados no enunciado, o emprego do acento grave, ou não, não demonstra alteração no tipo de regência, o que mudou foi a ocorrência do artigo feminino “a” e não a exigência da preposição “a”.


ID
3326482
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

              Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


      Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

      Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

      Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

      Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

      Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

      Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

      Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

      Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

De acordo com as informações e ideias apresentadas no texto, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? De acordo com o texto:

    ? Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: ?A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo?, me disse Cameron. [...] Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

    ? Temos a ideia de prevenção apresentada, mostra o propósito de trabalhar a prevenção dentro do contexto interno da escola e inclusive fora dos muros (=fora das escolas).

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • A banca deu como gabarito a letra 'B'

    Eu só não enxerguei o 'DETALHAMENTO' no texto, como aduz a alternativa.

    B - A prevenção é citada como uma proposta de intervenção para a situação-problema discutida no texto; tal ação apresenta-se em um contexto concreto com determinado detalhamento.

    A cada dia produtivo, um degrau subido. HCCB ®

    CONSTÂNCIA!!


ID
3326485
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

              Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


      Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

      Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

      Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

      Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

      Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

      Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

      Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

      Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

Em “Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. ” (3º§), acerca da expressão “segundo ele” pode-se afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. ”

    Introduz ideia de conformidade.

  • GABARITO: LETRA B

    ? Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida.

    ? Temos uma conjunção subordinativa conformativa, ela equivale a "conforme"; e depois o pronome pessoal do caso reto "ele" substituindo o substantivo próprio "Cameron".

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  • Direto:

    Vc retoma o sentido por meio das conjunções:

    Segundo , consoante, conforme.

    Sucesso, bons estudos não desista!


ID
3326488
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MPE-PA
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      Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

      Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

      Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

      Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

      Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

      Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

      Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

      Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

O emprego de verbos impessoais possui características específicas que os distinguem do que ocorre com outros verbos de modo geral. A conformidade de seu uso de acordo com a variedade padrão da língua pode ser observada em “há ao menos duas coisas importantes” (3º§). Indique, a seguir, a alternativa que NÃO apresenta erro de acordo com a norma padrão.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    A) Há (hão) de chorar pelos resultados todos que pleiteavam esta causa. ⇢ O verbo "haver" tem que ser flexionado na terceira pessoa do plural (hão). Quem hão de chorar são "todos que pleiteavam esta causa".

    B) Fatos estranhos havia naquele lugar, era o que constava no relato. ⇢ O verbo haver foi empregado no sentido de existir, Gabarito.

    C) Suponho que ainda devem (deve) haver argumentos para serem apresentados. ⇢ O verbo haver tem sentido de existir, sendo impessoal e deve ser flexionado no singular. Sendo assim, o verbo auxiliar deve ficar no singular.

    D) Certo é que houveram (houve) duas discussões sérias acerca do caso relatado, não mais. ⇢ O verbo haver com sentido de existir é impessoal, portando deve ser flexionado no singular.

  • GABARITO: LETRA B

    A) de chorar pelos resultados todos que pleiteavam esta causa ? temos uma locução verbal e o verbo "haver" é auxiliar, ele deve ser flexionado para concordar com o núcleo do sujeito posposto "todos", na ordem direta e com correção: Todos que pleiteavam esta causa hão de chorar pelos resultados.

    B) Fatos estranhos havia naquele lugar, era o que constava no relato ? correto, o verbo "haver" é impessoal e está com sentido de "ocorrer", não possui sujeito, logo, não deve ser flexionado.

    C) Suponho que ainda devem haver argumentos para serem apresentados ? locução verbal com verbo "haver" com sentido de "existir", impessoal e não deve ser flexionado, essa impessoalidade é transferida ao verbo que o acompanha (=deve haver).

    D) Certo é que houveram duas discussões sérias acerca do caso relatado, não mais ? verbo "haver" com sentido de "ocorrer", temos um verbo impessoal e que não deve ser flexionado (=houve).

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Verbo Auxiliar + Verbo Principal

    Se o verbo principal for um verbo impessoal (tal como o verbo haver), o verbo auxiliar também ficará no impessoal;

    Se o verbo principal for um verbo pessoal, o verbo auxiliar (mesmo sendo o verbo haver) concordará com o sujeito.

    ʕ•́ᴥ•̀ʔっ INSS 2020/21.

  • Objetivo:

    Quando não aparece no sentido de existir/ ocorrer /acontecer o verbo haver se flexiona..

    No caso

    A) Todos os que pleiteavam hão de chorar.

    C) quando o verbo haver está no sentido de existir o auxiliar fica impessoal por tabela.

    D) haver no sentido de existir..

    houve duas discussões.

    Sucesso,bons estudos não desista!

  • Simples e objetivo!!!

  • Os verbos impessoais são aqueles que não possuem sujeito. Ou seja, eles surgem em orações sem sujeito. Há alguns muito usados, como o verbo “haver” no sentido de “existir”, como o próprio “há” no início dessa oração. ... Os verbos impessoais ficam sempre na 3ª pessoa do SINGULAR.


ID
3326491
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

              Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


      Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

      Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

      Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

      Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

      Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

      Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

      Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

      Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

Em “exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.” (7º§), as vírgulas foram empregadas com o objetivo de:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C

    “exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.”

    ⇢ "não raro" exerce valor explicativo.

  • GABARITO: LETRA C

    ?  ?exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.? (7º§)

    ? Temos as vírgulas isolando um elemento explicativo, uma informação adicional, usada para marcar um valor circunstancial de tempo, algo que ocorre com frequência.

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  • Gabarito C

    “exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.”

    É um termo explicativo que realmente se refere à frase que está depois dele, ou seja, as escolas lidarem com problemas fora de seus muros não é um fato raro, e sim frequente.

  • Principais usos de vírgulas:

    1) termos em enumeração:

    João, Maria, Ricardo, Pedro e Augusto foram almoçar.

    2) explicações.

    Mário ,o moço do pão, não veio hoje.

    Dá-se uma explicação sobre quem é Mário. Se tivéssemos que classificar sintaticamente o trecho, seria um aposto.

    3) para separar lugar, tempo, modo..

    Quando um tipo específico de expressão — aquela que indica tempo, lugar, modo e outros — iniciar a frase, usa-se vírgula. Em outras palavras, separa-se o adjunto adverbial antecipado. Exemplos:

    Lá fora, o sol está forte.

    4) orações intercaladas..

    Chegou Cedo, acendeu um cigarro, foi embora.

    Sucesso, bons estudos não desista!


ID
3326494
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

              Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


      Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

      Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

      Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

      Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

      Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

      Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

      Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

      Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

Pode-se reconhecer que o desenvolvimento do conteúdo textual em análise teve como elemento motivador:

Alternativas
Comentários
  • Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira (13/03/19), ...

    O texto é de 20/03/19.

    Gabarito: Letra A

  • Bizarro.

  • Praticamente todas as alternativas poderia ser a correta. Alguém sabe dizer se anularam a questão?

  • as outras alternativas não fazem sentido campanha contra a violência não é o elemento motivador do texto

    c) um marcador argumentativo

    d) exemplos

  • Ao meu ver marquei a opção d), porém ao reler o enunciado, percebi que o que motivou o autor a escrever o texto ? foi o atentado no Brasil em Suzano. As citações referentes aos outros países foram usadas para contextualizar o problema de diferentes formas, mas o que motivou a elaboração do texto foi o atentado no brasil recente e real.

  • A resposta está no titulo e no 1º parágrafo do texto:

     Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

    Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.

    Fiquem de olho, essa banca é maldosa ......


ID
3326497
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

              Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


      Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

      Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

      Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

      Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

      Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

      Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

      Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

      Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)

Ao relacionar os desafios enfrentados nas escolas, o texto aponta duas situações específicas e diversas: a estrutura das escolas e o contexto vivido pelos alunos fora dela. No desenvolvimento dessas ideias, foram utilizadas as expressões “construir ambiente propício” e “problemas surgidos fora de seus muros”. Acerca dos sentidos produzidos, analise as afirmativas a seguir.


I. As duas expressões destacadas fazem referência a um mesmo espaço que é reconhecido sob olhares diferentes.

II. O sentido metafórico pode ser identificado mediante o emprego do verbo “construir” tendo em vista o contexto em que está inserido.

III. A expressão “fora de seus muros” indica a extrapolação de um limite para atuação na resolução de questões diversas referentes ao contexto vivido pelos alunos.


Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    I. As duas expressões destacadas fazem referência a um mesmo espaço que é reconhecido sob olhares diferentes ? incorreto, ?construir ambiente propício? (=refere-se ao ambiente interno da escola) e ?problemas surgidos fora de seus muros? (=refere-se a um ambiente externo à escola, fora da escola).

    II. O sentido metafórico pode ser identificado mediante o emprego do verbo ?construir? tendo em vista o contexto em que está inserido ? correto, apresentado em seu sentido figurado, marca o ato de efetivação.

    III. A expressão ?fora de seus muros? indica a extrapolação de um limite para atuação na resolução de questões diversas referentes ao contexto vivido pelos alunos ? correto, indica um espaço que está fora dos limites que a escola consegue atingir, indica o âmbito particular.

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • A meu ver essa III está errada.

    III. A expressão “fora de seus muros” indica a extrapolação de um limite para atuação na resolução de questões diversas referentes ao contexto vivido pelos alunos.

    Pois conf. o item “fora de seus muros” → referentes ao contexto vivido pelos alunos.

    E na verdade no texto o fora de seus muros, retrata a escola. Saindo da escola e entrando no mundo particular dos alunos. E não se refere fora do mundo vivido pelos alunos.

    A cada dia produtivo, um degrau subido. HCCB ®

    CONSTÂNCIA!!


ID
3326500
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.

      A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais poderão ser alcançados por softwares.

(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)

Considerando as ideias apresentadas, infere-se do texto que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? Há um confronto válido acerca da suposição inicial quanto à forma de aplicação de novas tecnologias baseado em argumentos que indicam uma posição favorável à manutenção de determinadas práticas.

    ? Correto, suposição inicial (=o desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente), logo após, o confronto válido é apresentado, é trazido através da conjunção coordenativa adversativa (=existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência).

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • No primeiro parágrafo a proposta é favorável para uso de softwares, porém, no segundo momento, há uma certa preocupação com o uso dos mesmos a exemplo disso foi citado a "emoção" caraterística humana e essencial em alguns casos. Portanto, gerou um conflito de afirmativas, porém com fundamentos válidos.


ID
3326503
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.

      A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais poderão ser alcançados por softwares.

(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)

Em “Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo (...)” (1º§) o termo separado por vírgulas:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

     “Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo (...)” 

    ⇢ Contudo temos uma conjunção de oposição, ou seja, contesta a informação anterior. Sendo equivalente a elas: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante.

  • GABARITO: LETRA B

    ??Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo (...)? 

    ? Temos uma conjunção coordenativa adversativa, ela traz um valor semântico de oposição, contraposição, ela contesta a informação apresentada anteriormente; conjunções com esse mesmo valor: não obstante, mas, porém, todavia, entretanto, no entanto, senão, agora, só que, ainda assim, entre outras.

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ID
3326506
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.

      A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais poderão ser alcançados por softwares.

(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)

O período “O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. ” (1º§) manteria a correção linguística e semântica de acordo com a seguinte reescrita:

Alternativas
Comentários
  • GAB C

  • A questão está solicitando a marcação da alternativa que seja semanticamente equivalente àquela do enunciado.

    A única que traz isso é a alternativa C. As outras trazem conteúdos incluindo certeza na afirmação ('certamente', 'concretamente') e, na última alternativa, o 'desenvolvimento tecnológico' não promove nada.

  • Nesse tipo de questão, é bom sempre procurar por erros de gramática e prestar atenção às conjunções.

  • Aviso de utilidade pública;

    Galera, não deem like pra quem não explica as questões. Não faz sentido estarem no topo comentários fora do objetivo supracitado.

    Abraços e bons estudos!

  • Pessoal, fiquei com uma dúvida quanto ao erro da alternativa B. O erro seria a utilização do termo "CONCRETAMENTE", que alteraria a semântica da frase? De antemão agradeço a ajuda.


ID
3326509
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.

      A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais poderão ser alcançados por softwares.

(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)

Quanto aos termos destacados em: “Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.” (1º§) pode-se afirmar que:


I. Todos têm o mesmo referente e são classificados como partículas integrantes das orações em que estão inseridos.

II. As duas ocorrências do vocábulo “que” demonstram o desempenho da função sintática de sujeito nas orações em que se apresentam.

III. Apenas as duas ocorrências do “que” possuem referente textual, o mesmo não ocorre com “o qual”, expressão responsável por contribuir para a progressão textual.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C

    I. Todos têm o mesmo referente e são classificados como partículas integrantes das orações em que estão inseridos. Todos eles são classificados como pronome relativo, ou seja, retoma seu antecedente. ⇢ O termo "o qual" retorna " parvo e limitado ponto de vista"

    II. As duas ocorrências do vocábulo “que” demonstram o desempenho da função sintática de sujeito nas orações em que se apresentam. ⇢ O pronome relativo "que" exerce papel de sujeito oracional. 1a "que" retoma "máquinas" 2a "que" retoma "softwares".

    III. Apenas as duas ocorrências do “que” possuem referente textual, o mesmo não ocorre com “o qual”, expressão responsável por contribuir para a progressão textual. ⇢ Todos termos são Pronomes Relativos, pois retornam seu antecedente.

  • GABARITO: LETRA C

    I. Todos têm o mesmo referente e são classificados como partículas integrantes das orações em que estão inseridos ? incorreto, ambos são pronomes relativos e não conjunções integrantes.

    II. As duas ocorrências do vocábulo ?que? demonstram o desempenho da função sintática de sujeito nas orações em que se apresentam ? correto, no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que(=pronome relativo retomando o substantivo "máquinas", equivalendo a "as quais" e exercendo a função sintática de sujeito do verbo "seriam") seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que(=pronome relativo "que" retomando o substantivo "softwares", equivalendo a "os quais" e com função sintática de sujeito do verbo "buscariam") buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência

    III. Apenas as duas ocorrências do ?que? possuem referente textual, o mesmo não ocorre com ?o qual?, expressão responsável por contribuir para a progressão textual ? incorreto, o pronome relativo "o qual" retoma o termo "ponto de vista".

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ID
3326512
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Considerando o disposto na Lei Complementar nº 57, de 06 de julho de 2006, acerca da autonomia do Ministério Público do Pará, analise as afirmativas a seguir.


I. Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa, não dispondo de dotação orçamentária própria.

II. Ao Ministério Público compete a elaboração das regras e normas de seu próprio regimento interno.

III. O Ministério Público detém autonomia para a prática de seus próprios atos de gestão.

IV. A aquisição de bens e a contratação de serviços, efetuada a respectiva contabilização, cabem ao Ministério Público.

V. Cabe ao Ministério Público, após proposta apresentada pelo Poder Legislativo, fixar e reajustar o subsídio de seus membros.


Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA D

    LEI COMPLEMENTAR N. 57/2006 - LOMPPA

    Art. 2º Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional, administrativa e financeira, dispondo de dotação orçamentária própria, cabendo-lhe, especialmente:

    I – praticar atos próprios de gestão;

    IV – adquirir bens e contratar serviços, efetuando a respectiva contabilização;

    VIII – elaborar seus regimentos internos;

    Fé.

  • Da autonomia do Ministério Público

    Art. 2o . Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional, administrativa e financeira, dispondo de dotação orçamentária própria, cabendo-lhe, especialmente:

    I – praticar atos próprios de gestão;

    II – decidir sobre a situação funcional e administrativa do pessoal, ativo e inativo, da carreira e dos serviços auxiliares, organizados em quadros próprios;

    III – elaborar suas folhas de pagamentos e expedir os competentes demonstrativos;

    IV – adquirir bens e contratar serviços, efetuando a respectiva contabilização;

    V – propor ao Poder Legislativo a criação e a extinção de seus cargos e de seus serviços auxiliares, bem como a fixação e o reajuste do subsídio de seus membros e da remuneração de seus servidores;

    VI – prover os cargos iniciais da carreira e dos serviços auxiliares, bem como nos casos de remoção, promoção e progressão funcional;

    VII – instituir, organizar e prover os seus órgãos de administração e de apoio administrativo, suas secretarias e os serviços auxiliares das Procuradorias de Justiça e das Promotorias de Justiça;

    VIII – elaborar seus regimentos internos;

    IX – exercer outras competências decorrentes de sua autonomia


ID
3326515
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Nos termos da Lei Orgânica do Ministério Público do Estado do Pará, no que se refere à organização, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Dos Órgãos do Ministério Público

    Art. 4o . O Ministério Público compreende:

    1 -  os Órgãos de Administração;

    2 -  os Órgãos de Execução;

    3 -  os Órgãos Auxiliares.

    Dos Órgãos de Administração

    Art. 5o . São órgãos da Administração Superior do Ministério Público:

    1 -  a Procuradoria-Geral de Justiça;

    2 -  o Colégio de Procuradores de Justiça;

    3 -  o Conselho Superior do Ministério Público;

    4 -  a Corregedoria-Geral do Ministério Público.

    Art. 6o . São também órgãos de Administração do Ministério Público:

    1 -  as Procuradorias de Justiça;

    2 -  as Promotorias de Justiça.

    Dos Órgãos de Execução

    Art. 7o . São órgãos de execução do Ministério Público:

    1 -  o Procurador-Geral de Justiça;

    2 -  o Conselho Superior do Ministério Público;

    3 -  os Procuradores de Justiça;

    4 -  os Promotores de Justiça.

    Dos Órgãos Auxiliares

    Art. 8o . São órgãos auxiliares do Ministério Público:

    1 -  os Subprocuradores-Gerais de Justiça;

    2 -  os Centros de Apoio Operacional;

    3 -  a Comissão de Concurso;

    4 -  o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional;

    5 -  os órgãos e serviços de apoio administrativo;

    6 -  as Coordenadorias de Procuradorias de Justiças e de Promotorias de Justiça;

    7 -  os estagiários.

  • GABARITO LETRA B

    ÓRGÃOS DO MP – ADMINISTRAÇÃO, EXECUÇÃO E AUXILIARES

    ADMINISTRAÇÃO

    Procuradoria-Geral de Justiça;

    Colégio de Proc. de Justiça;

    Conselho Superior;

    Corregedoria-Geral.

    Procuradorias de Justiça;

    Promotorias de Justiça.

    EXECUÇÃO

    PGJ;

    Conselho Superior;

    Procuradores de Justiça;

    Promotores de Justiça.

    AUXILIARES

    Subproc-Gerais de Justiça;

    Centros de Apoio Operacional (CAO);

    Comissão de Concurso;

    Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF);

    Órgãos e serviços de apoio adm;

    Coordenadorias de Procuradorias e Promotorias de Justiça;

    Estagiários.

    Conselho Superior = órgão de execução e de administração.

    GALERA, COLEM ISSO NA PAREDE PQ COM CERTEZA CAIRÁ NA PROVA.

    Fé.

  • Os subprocuradores-gerais fazem parte dos órgãos auxiliares;

    As promotorias são órgãos de administração

    A corregedoria-geral é órgão de administração Superior;

    Os estagiários integram os órgãos auxiliares

  • ✅Letra B.

    A) Nesse caso, eles são órgãos AUXILIARES.

    C) A Corregedoria-Geral do MP é um órgão de ADMINISTRAÇÃO.

    D) Os estagiários fazem parte dos órgãos AUXILIARES.

    Complementando...

    Órgãos do MP = Administração + Execução + Auxiliares.

    Os de administração são 06.

    Os de execução são 05.

    Os auxiliares são 07.

    Fonte: Prof: Paulo Guimarães, lei orgânica do MP-PA. Espero ter ajudado. Que a vontade de lutar e ir atrás seja maior a cada dia!! ❤️✍


ID
3326518
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Não definido

O Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do estado do Pará afastou-se em caráter de urgência, em licença médica. Diante do ocorrido, o Corregedor-Geral do Ministério Público o substituiu de imediato.

Considerando a situação hipotética narrada, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
3326521
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

A aprovação do Regulamento do Estágio no Ministério Público, que disciplina seleção, investidura, atribuições, vedações e dispensa de estagiários, é de competência do:

Alternativas
Comentários
  • Dos Estagiários

    Art. 67. O Ministério Público oferecerá estágio a alunos dos últimos três anos ou semestres equivalentes do curso de bacharelado em Direito e outras áreas afins às funções institucionais do Ministério Público, de estabelecimentos oficiais ou reconhecidos.

    § 1º O estágio a que se refere este artigo não poderá ser por tempo superior a três anos.

    § 2º A seleção, a investidura, as vedações, as atribuições e a dispensa dos estagiários serão definidas no Regulamento do Estágio do Ministério Público estabelecido em ato normativo do Colégio de Procuradores de Justiça, por proposta do Procurador Geral de Justiça.

    § 3º O estágio, ainda que remunerado, não configura vínculo empregatício com o Ministério Público, sendo vedado estender aos estagiários os direitos e vantagens assegurados aos servidores públicos.

  • GABARITO LETRA C

    Com relação ao Estagiários

    Oferecido ao alunos:

    Dos últimos 3 anos ou semestres (bacharelado em Direito e áreas afins às funções do MP, de estabelecimentos oficiais ou reconhecidos).

    Não pode ser superior a 3 anos.

    Seleção, investidura, vedações, atribuições e dispensa: definidas no Regulamento do Estágio do MP estabelecido em ato normativo do Colégio de Procuradorespor proposta do PGJ.

    Estágio, ainda que remunerado, não configura vínculo empregatício com MP.

    Vedado estender aos estagiários direitos e vantagens dos servidores públicos.

    Fé.

  • Solicitado pelo PGJ e aprovado pelo COLÉGIO.


ID
3326524
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Considerando o que dispõe a Lei Orgânica do estado do Pará sobre os estagiários, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Dos Estagiários

    Art. 67. O Ministério Público oferecerá estágio a alunos dos últimos três anos ou semestres equivalentes do curso de bacharelado em Direito e outras áreas afins às funções institucionais do Ministério Público, de estabelecimentos oficiais ou reconhecidos.

    § 1º O estágio a que se refere este artigo não poderá ser por tempo superior a três anos.

    § 2º A seleção, a investidura, as vedações, as atribuições e a dispensa dos estagiários serão definidas no Regulamento do Estágio do Ministério Público estabelecido em ato normativo do Colégio de Procuradores de Justiça, por proposta do Procurador Geral de Justiça.

    § 3º O estágio, ainda que remunerado, não configura vínculo empregatício com o Ministério Público, sendo vedado estender aos estagiários os direitos e vantagens assegurados aos servidores públicos.

  • GABARITO LETRA C

    Com relação ao Estagiários

    Oferecido ao alunos:

    Dos últimos 3 anos ou semestres (bacharelado em Direito e áreas afins às funções do MP, de estabelecimentos oficiais ou reconhecidos).

    Não pode ser superior a 3 anos.

    Seleção, investidura, vedações, atribuições e dispensa: definidas no Regulamento do Estágio do MP estabelecido em ato normativo do Colégio, por proposta do PGJ.

    Estágio, ainda que remunerado, não configura vínculo empregatício com MP.

    Vedado estender aos estagiários direitos e vantagens dos servidores públicos.

    Fé.

  • ✅Letra C.

    Tendo como base a lei orgânica do Estado do Pará...

    A) Não poderá ser superior a 03 ANOS. Nesse artigo da lei, não consta sobre PRORROGAÇÃO.

    B) NÃO gera vínculo empregatício.

    D) Nos últimos 03 anos ou semestres.

    BONS ESTUDOS!!! ❤️✍


ID
3326527
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, pautando-se por Princípios Institucionais. Indique a alternativa que contempla corretamente os Princípios Institucionais do Ministério Público.

Alternativas
Comentários
  • CF, Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

    § 1º - São princípios institucionais do Ministério Público a unidade, a indivisibilidade e a independência funcional.

    (...)

  • Pelo princípio da unidade diz-se que, embora o Ministério Público apresente vários ramos, ele é um só orgão, sob uma única chefia.

    O princípio da indivisibilidade compreende a ideia de que são inadmissíveis divisões internas que impossibilitem a atuação dos membros do Ministério Público, ou seja, inexiste vinculação a processos (se um promotor estiver de férias, outro pode dar andamento ao processo em que ele estava).

    Já quanto ao princípio da independência funcional, este preceitua que os membros do Ministério Público, nas suas convicções judiciais e /ou extrajudiciais, não se subordinam a ninguém.

  • LEI Nº 8.625, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1993.  

    Art. 1º O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

    Parágrafo único. São princípios institucionais do Ministério Público a unidade, a indivisibilidade e a independência funcional.

  • Constituição Federal:

    DO MINISTÉRIO PÚBLICO

     Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

    § 1º São princípios institucionais do Ministério Público a unidade, a indivisibilidade e a independência funcional.

    § 2º Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa, podendo, observado o disposto no art. 169, propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares, provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos, a política remuneratória e os planos de carreira; a lei disporá sobre sua organização e funcionamento.         (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    § 3º O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.

    § 4º Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3º.         (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    § 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.         (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    § 6º Durante a execução orçamentária do exercício, não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, exceto se previamente autorizadas, mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais.         (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

  • Princípios do MP: P.I.U.Í

    P rincípios:

    I ndivisibilidade

    U nidade

    I ndependência Funcional


ID
3326530
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Os cargos de Promotor de Justiça são classificados em entrâncias. A terceira entrância é correspondente às Promotorias de Justiça:

Alternativas
Comentários
  • terceira entrância = capital

  • GABARITO LETRA A

    1º ENTRÂNCIA = MUNICÍPIO PEQUENO PORTE, EX: ELDORADO DO CARAJÁS

    2º ENTRÂNCIA = MUNICÍPIO MÉDIO PORTE, EX: ALTAMIRA

    3º ENTRÂNCIA = COMARCA CAPITAL, BELÉM.

    Se ficar melhor, você pode ir na ordem crescente:

    1º Entrância = pequeno

    2º Entrância = médio

    3º Entrância = grande

    Fé.

  • Pensei : "Belém deve ser a primeira" e fiz a análise decrescente...rsr. AFF...

  • ✅Letra A.

    Lembrando que os cargos do Ministério Público são organizados em CARREIRA e classificados em CATEGORIAS E ENTRÂNCIAS.

    Promotores de Justiça ----------> 1° grau de jurisdição. Os cargos de promotores são classificados em ENTRÂNCIAS.

    Procuradores de justiça --------> 2° grau de jurisdição.

    Primeira entrância = Entrância INICIAL, corresponde às promotorias de justiça dos municípios ou comarcas de MENOR OU MÉDIO porte populacional.

    Segunda entrância = Entrância INTERMEDIÁRIA. Promotorias de justiça dos municípios ou comarcas de MAIOR PORTE populacional.

    Terceira entrância = Entrância MAIS ELEVADA, corresponde às promotorias de justiça da COMARCA DE BELÉM.

    Fonte: Legislação específica do MP.

    TOIL!!❤️✍

  • Lei Complementar nº 057/2006 – Lei Orgânica do Ministério Público do Estado do Pará

    Art. 75. Os cargos de Promotor de Justiça são classificados em entrâncias, a saber:

    I – primeira entrância, que constitui a entrância inicial, correspondente às Promotorias de Justiça dos Municípios ou comarcas de menor ou médio porte populacional e demanda de serviços, conforme o quadro constante do Anexo III e IV desta lei complementar, e aos Promotores de Justiça Substitutos;

    II – segunda entrância, que constitui a entrância intermediária, correspondente às Promotorias de Justiça dos Municípios ou comarcas de maior porte populacional e demanda de serviços, conforme o quadro do Anexo II desta lei complementar;

    III – terceira entrância, que constitui a entrância mais elevada, correspondente às Promotorias de Justiça da comarca de Belém.  


ID
3326533
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Para indicação à vaga de Desembargador pelo quinto constitucional devida ao Ministério Público, o candidato a integrar a lista sêxtupla deverá atender aos seguintes requisitos, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Art 94, CF/88

    Art. 94. Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais dos Estados, e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros, do Ministério Público, com mais de dez anos de carreira, e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada, com mais de dez anos de efetiva atividade profissional, indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes.

  • Art. 230. O candidato a integrar a lista sêxtupla para a indicação à vaga de desembargador pelo quinto constitucional devida ao Ministério Público no Tribunal de Justiça do Estado deverá atender os seguintes requisitos, além de outros que forem estabelecidos em ato normativo do Conselho Superior do Ministério Público:

    I - ter mais de dez anos de efetivo exercício na carreira;

    II - ter mais de trinta e cinco anos de idade;

    III - não ter sofrido qualquer punição disciplinar em toda a sua carreira como membro do Ministério Público.

  • GABARITO LETRA B

    LOMPPA - Lei Orgânica do MPPA

    Requisitos para ser DESEMBARGADOR:

    Para integrar a lista sêxtupla - indicação à vaga de desembargador pelo quinto constitucional:

    I - ter mais de 10 anos de efetivo exercício na carreira;

    II - ter mais de 35 anos de idade;

    III - não ter sofrido qualquer punição disciplinar em toda a sua carreira como membro do MP.

    OBS: outros requisitos podem ser estabelecidos em ato normativo do Conselho Superior do Ministério Público.

    Fé.


ID
3326536
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

A nomeação do Procurador-Geral de Justiça é feita pelo Chefe do Poder Executivo, dentre os integrantes da carreira do Ministério Público que atendam aos requisitos legais, mediante lista tríplice que será formada pelos membros do Ministério Público mais votados em eleição realizada para esse fim. Sobre as eleições para lista tríplice, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Da escolha, nomeação e posse do Procurador-Geral de Justiça

    Art. 10. O Procurador-Geral de Justiça é nomeado pelo Chefe do Poder Executivo, dentre os integrantes do Colégio de Procuradores de Justiça com mais de trinta e cinco anos de idade, mediante lista tríplice elaborada na forma desta Lei Complementar, para mandato de dois anos, permitida uma recondução, observado o mesmo procedimento.

    V - a Comissão Eleitoral é presidida pelo mais antigo dos Procuradores de Justiça que a integrar, cabendo à mesma escolher, dentre seus demais membros, o que exercerá as funções de secretário;

    XXIX - o desempate na votação será resolvido em favor do candidato que, sucessivamente:

    a) for mais antigo na carreira do Ministério Público;

    b) tiver maior tempo de serviço público;

    c) for o mais idoso;

    IX - contra a decisão da Comissão Eleitoral que deferir o registro de candidato inelegível ou que não preencha os requisitos do caput do art. 10, qualquer integrante da carreira em atividade, desde que não esteja afastado da carreira, poderá interpor recurso, com as devidas razões, ao Colégio de Procuradores de Justiça, mediante petição escrita endereçada à Comissão Eleitoral e apresentada

    no protocolo-geral do Ministério Público, no prazo de três dias corridos, a contar da publicação da decisão;

    X - o integrante da carreira que tiver seu pedido de registro de candidatura indeferido pela Comissão Eleitoral, poderá interpor recurso ao Colégio de Procuradores de Justiça, na forma e no prazo previstos no inciso anterior;

  • GABARITO LETRA B

    Escolha, nomeação e posse do PGJ

    Nomeado:

    Pelo Chefe do Poder Executivo, dentre os integrantes do Colégio.

    Requisitos:

    Mais de 35 anos de idade;

    Por lista tríplice (de acordo com a LC do MPPA)

    Mandato:

    2 anos + uma recondução, observado o mesmo procedimento.

    Comissão Eleitoral:

    Presidida pelo mais antigo dos Procuradores de Justiça que a integrar;

    Escolhe também, dentre seus demais membros, o secretário;

    Desempate na votação:

    Resolvido em favor do candidato que, sucessivamente:

    a) for mais antigo na carreira do MP;

    b) tiver maior tempo de serviço público;

    c) for mais idoso;

    Da Comissão Eleitoral

    Da decisão que deferir o registro de candidato inelegível ou que não preencha os requisitos:

    Qualquer integrante da carreira em atividade pode interpor recurso mais precisa:

    Não esteja afastado da carreira;

    Feita através de petição escrita e endereçada à Comissão Eleitoral + apresentação no protocolo-geral do MP;

    No prazo de 3 dias corridos, da publicação da decisão;

    Fé.

  • A) A Comissão é presidida pelo procurador mais antigo da carreira que faça parte da comissão

    B) Gabarito

    C) Cabe recurso ao Colégio por meio de petição escrita endereçada à Comissão no PRAZO DE 3 DIAS corridos.

    D) o requerimento deve ser encaminhado à comissão no prazo de 10 DIAS

  • Comecei o estudo para o MPPA agora. Alguém conhece algum grupo de whatsapp de estudantes? Obrigada.
  • a) A COMISSÃO É PRESIDIDA PELO MAIS ANTIGO DOS PROCURADORES DE JUSTIÇA

    b) CORRETA

    c) CABE RECURSO

    d) PRAZO DE 10 DIAS CORRIDOS, A CONTAR DA PUBLICAÇÃO DO EDITAL


ID
3326539
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

A destituição do Procurador-Geral de Justiça poderá ser proposta por iniciativa do Colégio de Procuradores de Justiça, devendo, neste caso, serem observadas a forma e a condução previstas na Lei Orgânica do Ministério Público. Serão razões para a destituição do Procurador-Geral de Justiça do cargo, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Resposta: Item C

    LEI Nº 8.625, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1993.

    SEÇÃO II

    Do Colégio de Procuradores de Justiça

    Art. 12. O Colégio de Procuradores de Justiça é composto por todos os Procuradores de Justiça, competindo-lhe:

    IV - propor ao Poder Legislativo a destituição do Procurador-Geral de Justiça, pelo voto de dois terços de seus membros e por iniciativa da maioria absoluta de seus integrantes em caso de abuso de poder, conduta incompatível ou grave omissão nos deveres do cargo, assegurada ampla defesa;

  • GABARITO LETRA C

    Para destituir o PGJ:

    1 - Proposta assinada pela maioria absoluta dos integrantes do Colégio.

    2 - É preciso ter provas, elementos, fundamentação jurídica de que o PGJ tem conduta incompatível, grave omissão ou abuso de poder.

    3 - A partir da proposta, Colégio sorteará, dentre seus membros, um relator, que tem a função de ordenar o processo de destituição, notificando o PGJ para que se defenda.

    4 - Finalizada fase de instrução, os membros devem se reunir no Colégio de Procuradores para decidir sobre o PGJ.

    4.1 - PGJ deve fazer a sustentação oral.

    5 - Após, encaminha-se a palavra ao relator, e é ele o primeiro a votar.

    6 - Se for decidido, por 2/3, pela procedência da proposta de destituição, o MP declara que o PGJ não tem mais condições de exercer a chefia, por isso encaminha a proposta de destituição ao Legislativo, que decidirá se destitui ou não.

    OBS.: STF - a Assembleia Legislativa não pode iniciar o processo de destituição do Procurador-Geral, ela apenas delibera pela destituição. Porém, para deliberar, ela tem que ser provocada pelo MP por intermédio de seu Colégio de Procuradores.

    Fé.

  • ✅Letra C.

    De acordo com a lei orgânica do Estado do Pará...

    Destituição do PGJ = Caso de abuso de poder, conduta incompatível ou grave omissão dos seus deveres legais.

    Demais informações sobre a destituição:

    -Proposta por iniciativa da maioria absoluta do Colégio de Procuradores de Justiça.

    -Petição ESCRITA e instruída com provas dos fatos.

    -Depende de aprovação de 2/3 de seus integrantes.

    -Voto secreto, assegurada ampla defesa.

    Bons estudos? Erros? Só avisar!! ❤️✍

  • a banca do contra
  • Artigo 36, da Lei orgânica do Ministério Público do Estado do Pará

    O Corregedor-Geral e os Subcorregedores-Gerais do Ministério Público poderão ser destituídos do respectivo mandato pelo voto de dois terços dos membros do Colégio de Procuradores de Justiça, em caso de abuso de poder, conduta incompatível ou grave omissão dos seus deveres legais. 


ID
3326542
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Em algumas situações específicas, é possível, ao membro do Ministério Público afastado de seu cargo, o reingresso, reestabelecendo o vínculo jurídico com o Ministério Público. Sobre as modalidades de reingresso, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Questão "A" - Errada: aproveitamento – é um tipo de provimento derivado que consiste no retorno do servidor em disponibilidade, sendo obrigatório seu regresso em cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com os do anteriormente ocupado (art. 30 da Lei 8.112/90). O ato administrativo de aproveitamento, quando for reestabelecido o cargo de cuja extinção decorreu a disponibilidade, é vinculado.

    Questão "B" - Correta: reversão – é uma espécie de provimento derivado decorrente do retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria; ou no interesse da Administração, desde que: a) tenha solicitado a reversão; b) a aposentadoria tenha sido voluntária; c) estável quando na atividade; d) a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação; e) haja cargo vago (art. 25 da Lei 8.112/90).

    Questão "C" - Errada: remoção – é deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. A remoção pode ser: a) de ofício: no interesse da Administração; b) a pedido, a critério da Administração ou, para outra localidade, independentemente do interesse da Administração.

    Questão "D" - Errada: Reintegração é uma modalidade de provimento derivado que ocorre pela reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens (art. 28 da Lei n. 8.112/90 c/c art. 41, § 2o, da CF).

  • GABARITO LETRA B

    Com base na Lei 5.810/94 - RJU PA.

    Aproveitamento – o reingresso na função é obrigatória.

    Reversão – retorno à atividade do servidor aposentado por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria.

    Remoção – movimentação do servidor efetivo, para outro cargo de igual denominação e forma de provimento, no mesmo Poder e no mesmo órgão em que é lotado.

    Reintegração - reinvestidura do servidor estável no cargo anterior ocupado, ou no resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

    Fé.

  • Restabelecer é a escrita correta Sr. Examinador.

    Restabelecer é estabelecer novamente. Restabelece, determina, impõe...

  • REVERSÃO - VELHO (LEMBRAR DA APOSENTADORIA)

  • ✅Letra B.

    Reversão = Retorno do MEMBRO do MP ao cargo em que anteriormente ocupava, ou no cargo decorrente de sua transformação, no caso de:

    1° - Aposentadoria por invalidez, quando, por laudo de junta médica oficial, forem declarados insubsistentes os motivos da aposentadoria.

    2° - Aposentadoria voluntária por tempo de serviço deferida há menos de 06 MESES.

    3° - Cassação da promoção ou da remoção.

    Obs: NÃO poderá reverter o aposentado que tiver alcançado a idade limite para a aposentadoria compulsória.

    Fonte: Lei Orgânica do MP-PA e PDFs Estratégia Concursos.

    FIRMEZA NO TREINO ❤️✍


ID
3326545
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Considerando as vedações impostas aos membros do Ministério Público, analise as afirmativas a seguir.


I. É vedado aos membros do Ministério Púbico receber, a qualquer título e sob qualquer pretexto, honorários, porcentagens ou custas processuais.

II. Poderá o membro do Ministério Público exercer a advocacia, tão logo seja afastado por aposentadoria, ainda que no juízo do qual se afastou.

III. Não há impedimentos para que o membro do Ministério Público participe de sociedade comercial.

IV. É permitido ao membro do Ministério Público o exercício do Magistério.


Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Comentários
  • CF, art. 128, §5º:

    (...)

    II - as seguintes vedações:

    a) receber, a qualquer título e sob qualquer pretexto, honorários, percentagens ou custas processuais;

    b) exercer a advocacia;

    c) participar de sociedade comercial, na forma da lei;

    d) exercer, ainda que em disponibilidade, qualquer outra função pública, salvo uma de magistério;

    e) exercer atividade político-partidária; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    f) receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    § 6º Aplica-se aos membros do Ministério Público o disposto no art. 95, parágrafo único, V. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    Art. 95. Os juízes gozam das seguintes garantias:

    (...)

    Parágrafo único. Aos juízes é vedado:

    (...)

    V - exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou, antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

  • Constituição Federal:

     Art. 128. O Ministério Público abrange:

    I - o Ministério Público da União, que compreende:

    a) o Ministério Público Federal;

    b) o Ministério Público do Trabalho;

    c) o Ministério Público Militar;

    d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios;

    II - os Ministérios Públicos dos Estados.

    § 1º O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução.

    § 2º A destituição do Procurador-Geral da República, por iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal.

    § 3º Os Ministérios Públicos dos Estados e o do Distrito Federal e Territórios formarão lista tríplice dentre integrantes da carreira, na forma da lei respectiva, para escolha de seu Procurador-Geral, que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo, para mandato de dois anos, permitida uma recondução.

    § 4º Os Procuradores-Gerais nos Estados e no Distrito Federal e Territórios poderão ser destituídos por deliberação da maioria absoluta do Poder Legislativo, na forma da lei complementar respectiva.

    § 5º Leis complementares da União e dos Estados, cuja iniciativa é facultada aos respectivos Procuradores-Gerais, estabelecerão a organização, as atribuições e o estatuto de cada Ministério Público, observadas, relativamente a seus membros:

    I - as seguintes garantias:

    a) vitaliciedade, após dois anos de exercício, não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado;

    b) inamovibilidade, salvo por motivo de interesse público, mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público, pelo voto da maioria absoluta de seus membros, assegurada ampla defesa;

    c) irredutibilidade de subsídio, fixado na forma do art. 39, § 4º, e ressalvado o disposto nos arts. 37, X e XI, 150, II, 153, III, 153, § 2º, I;

    II - as seguintes vedações:

    a) receber, a qualquer título e sob qualquer pretexto, honorários, percentagens ou custas processuais;

    b) exercer a advocacia;

    c) participar de sociedade comercial, na forma da lei;

    d) exercer, ainda que em disponibilidade, qualquer outra função pública, salvo uma de magistério;

    e) exercer atividade político-partidária;

    f) receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei.

    § 6º Aplica-se aos membros do Ministério Público o disposto no art. 95, parágrafo único, V.


ID
3338083
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Jornalismo
Assuntos

A Escola de Frankfurt foi composta por pensadores e cientistas sociais alemães, entre eles Theodor Adorno e Max Horkeimer, que criaram o conceito de “indústria cultural”. Tal conceito está relacionado à(s):

Alternativas
Comentários
  • indústria cultural:Manutenção do sistema econômico e social por meio do consumo estético massificado que mobiliza a população.


ID
3338086
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Marketing
Assuntos

O grupo de foco representa uma das estratégias de pesquisa de marketing utilizadas para conhecer o ponto de vista do público-alvo de uma instituição, seja ela pública ou privada. Sobre a organização e a realização do grupo de foco, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • O focus group é uma técnica na pesquisa qualitativa, cuja aplicação é muito útil (KOTLER, 2000).

    Os grupos geralmente são constituídos de 08 a 12 entrevistados que se reúnem com um moderador(4) para um debate em grupo, focando um produto ou qualquer outro assunto de interesse da pesquisa. Estas reuniões são geralmente registradas, utilizando-se aparelhos como câmaras de TV, máquinas fotográficas, etc. e, em sua maioria, observadas através de um vidro que permite ver, sem ser visto, conhecido como one-way mirror.
    No focus group os entrevistados são estimulados a debater seus interesses, atitudes, reações, motivos de estilo de vida, sentimentos acerca da categoria de produtos, experiência de uso e os moderadores vão registrando as considerações feitas pelos participantes. É importante salientar que a chave para o seu sucesso está nas livres intervenções e opiniões de seus membros, o que, no entanto, demanda habilidade do moderador para fazer com que todos participem da discussão, sem que se crie nenhum tipo de ascendência em dinâmica de grupo (ROSSI; SLONGO, 1997).

  • Grupo Focal, também conhecido como focus group, é um exemplo de pesquisa qualitativa que tem como alvo compreender profundamente um tema em estudo por meio do debate entre pessoas selecionadas segundo algumas características sociodemográficas convergentes e com a condução de um moderador.

    Vamos analisar as alternativas:

    A) Errado. O tempo médio de duração de um grupo focal oscila entre 90 a 120 minutos.

    B) Errado. O grupo focal reúne em média de 8 a 10 pessoas. Grupos com menos participantes tendem a perder densidade, pelo baixo número de interações possíveis; grupos com mais membros tendem a se comportar de modo caótico.

    C) Certo. De preferência, podem ser utilizadas câmeras e espelhos do tipo one way. As câmeras servem para posterior análise e transcrição das falas. Já os espelhos possibilitam a pessoas externas, como o contratante do projeto ou seus assessores, observar o desenvolvimento da discussão.

    D) Errado. Esse tipo de pesquisa é caracterizado pela presença obrigatória de um mediador, que é o responsável pela condução do bate-papo e direcionamento da discussão. É comum, no entanto, o moderador contar com o auxílio de um assistente, cuja função é tomar nota dos pontos mais importantes.

    Com base nessas explicações, podemos concluir que a alternativa correta é a C.

    Gabarito do professor: Alternativa C.

    Bibliografia:

    - Lima, Alexandre Correa. Pesquisas de Opinião Pública: teoria, prática e estudos de casos. São Paulo: Novatec Editora. 2017.


ID
3338089
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Jornalismo
Assuntos

Os profissionais da área da Comunicação aprendem que o maior valor de seu trabalho é a credibilidade; se o público não mais acreditar no que veiculam, não há razão para que existam. A credibilidade conduz à ética, que prima pelo(a):

Alternativas
Comentários

ID
3338092
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Comunicação Social
Assuntos

A obtenção do desenvolvimento econômico implica, atualmente, a conscientização sobre a importância da responsabilidade social. Trata-se de uma prática a ser incorporada por agentes como o Estado, a iniciativa privada e a cidadania em geral, e que deve estar articulada rumo a uma harmonia internacional, uma vez que as ações humanas, independentemente de onde sejam desencadeadas, produzem impactos sociais. A responsabilidade social pressupõe um comportamento que:

Alternativas

ID
3338095
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Comunicação Social
Assuntos

Um anúncio, independentemente de ser publicado no meio impresso ou eletrônico, precisa se valer de certas estratégias para que seu objetivo seja alcançado. Considerando-se essa premissa, ao elaborar um anúncio comercial, cabe ressaltar que ele deverá:

Alternativas

ID
3338098
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Marketing
Assuntos

De tempos em tempos, as empresas que faturam com a venda de aparelhos celulares oferecem um modelo atualizado e inovador, com diversas funções. Esse procedimento está atrelado à imagem que essas empresas nos transmitem em suas campanhas publicitárias.
(SERTEK, Paulo; GUINDANI, Roberto Ari; MARTINS, Tomas Sparano. Administração e Planejamento Estratégico. Curitiba: Ibpex, 2011. Adaptado.)

Com base no fragmento apresentado, considere as asserções e a relação proposta entre elas.

I. “O exemplo relacionado à comercialização de novas versões de aparelhos celulares leva a acreditar que o mercado está evoluindo.”

PORQUE

II. “A estratégia de venda com a criação de novos modelos de aparelhos celulares fixa-se ao jogo de custos e preços, em vez de valorizar o efeito de marketing causado nas pessoas pela constante inovação do produto.”

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito do Professor:

    De acordo com o Manual de Olso (2006), documento de referência mundial criado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), inovação é a implementação de uma novidade ou melhoria significativa em um produto, processo, método de marketing, método organizacional na realização dos negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas.

    As inovações podem ser radicais (mais intensas) ou incrementais (suaves e contínuas) e podem ser classificadas em cinco tipos: as que introduzem novos produtos, as que introduzem novos métodos de produção; as que abrem novos mercados; as que desenvolvem novas fontes provedoras de matérias-primas e outros insumos; e as que criam novas estruturas de mercado em uma indústria.

    As organizações buscam inovar para melhorar o desempenho, reduzir custos, obter vantagem competitiva sobre os concorrentes, aumento da participação no mercado ou conquista de nichos. Aprimorar as práticas, processos e métodos é essencial para a subsistência organizacional.

    Vamos analisar as asserções:

    I. “O exemplo relacionado à comercialização de novas versões de aparelhos celulares leva a acreditar que o mercado está evoluindo." Verdadeira. Quando as campanhas publicitárias apresentam inovações, subentende-se que o produto terá melhorias significativas e isso atrai a atenção e interesse dos clientes.

    II. “A estratégia de venda com a criação de novos modelos de aparelhos celulares fixa-se ao jogo de custos e preços, em vez de valorizar o efeito de marketing causado nas pessoas pela constante inovação do produto." Falsa.  Essa asserção não justifica de maneira adequada a primeira afirmação. Além disso, contém um erro: a estratégia de venda com a criação de novos modelos valoriza o efeito de marketing causado no consumidor.

    Com base nessas explicações, podemos afirmar que

    A) Errado. As duas asserções não são falsas.

    B) Certo. A primeira asserção é verdadeira e a segunda é falsa.

    C) Errado. A primeira asserção não é falsa e a segunda não é verdadeira.

    D) Errado. As duas asserções não são verdadeiras e a segunda não é uma justificativa da primeira.

    Gabarito do Professor: Letra B.

    Bibliografia:

    - Manual de Oslo - Diretrizes para Coleta e Interpretação de Dados sobre Inovação. 3ª. Edição. Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Gabinete Estatístico das Comunidades Europeias. 2006.

ID
3338101
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Comunicação Social
Assuntos

Conceitualmente, a identidade de uma empresa é o resultado das percepções públicas, ou seja, como o público a enxerga por meio de suas ações de comunicação. Assim, toda empresa tem uma identidade própria conferida por seus públicos. O reflexo dessa identidade é a imagem da empresa. Se a identidade inspirar confiança, coerência, alinhamento com interesses da sociedade, a imagem será positiva. Caso contrário, se for uma identidade associada à desconfiança, incoerência, falta de compromisso social, a imagem será negativa.
(SILVA NETO, Belmiro Ribeiro da. Comunicação Corporativa e Reputação: Construção e Defesa da Imagem Favorável. São Paulo: Saraiva, 2010, p. 4-5.)

Sabendo-se que o slogan corresponde a um dos recursos de divulgação da identidade corporativa, como, por exemplo, “Pfizer – trabalhamos juntos para um mundo mais saudável”, é válido pensar que ele é utilizado pela comunicação corporativa para:

Alternativas

ID
3338104
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Comunicação Social
Assuntos

O planejamento é, por definição, um processo que se respalda em dados sistematizados, informações, conhecimentos, vivências e saberes intrinsecamente vinculados aos objetivos, aos valores e à missão de uma organização, e não deve ser entendido como uma atividade episódica ou meramente operacional. A comunicação como inteligência se inicia com um planejamento adequado.
(BUENO, Wilson da Costa. A comunicação como Inteligência Empresarial Competitiva. In: KUNSCH, Margarida (Org.). Comunicação Organizacional: Histórico, Fundamentos e Processos. São Paulo: Saraiva, 2009. Adaptado.)

A respeito do planejamento em comunicação, constata-se que:

Alternativas

ID
3338107
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Marketing
Assuntos

Para que uma empresa seja bem-sucedida em seu contato publicitário com os receptores almejados, algumas etapas devem ser criteriosamente respeitadas, do contrário a desorganização de suas ações trará resultados prejudiciais. No que se refere aos procedimentos gerais do planejamento de mídia, assinale a alternativa que apresenta as atividades distribuídas na ordem correta de execução.

Alternativas
Comentários
  • Planejamento de mídia é um conjunto de decisões tomadas com o objetivo de selecionar e indicar os veículos mais adequados para a divulgação de uma mensagem de interesse do anunciante. Baseia-se no estudo e na observação dos veículos disponíveis, bem como nos objetivos a atingir, nas características especificas do que e como é anunciado (frequência, audiência, área a circulação, tiragem, duração, localização) e nos recursos financeiros disponibilizados pelo cliente.

    A primeira etapa do planejamento de mídia é a análise da situação de marketing. Seus objetivos são verificar como a organização está lidando com certas questões e/ou problemas, como solucioná-los e como conquistar vantagens em relação aos concorrentes, a fim de ser bem sucedida no mercado em que atua.

    O segundo passo é o plano estratégico de marketing. Neste, são definidos os objetivos e as ações.

    A fase seguinte é a criação da estratégia de criação, que diz respeito às decisões sobre o que será divulgado, como será feito, quais os resultados esperados, tema do texto publicitário e perfil do cliente.

    Por fim, o planejamento de mídia conclui o processo.

    Com base nessa explicação, concluímos que a alternativa A - Análise da situação de marketing / Plano estratégico de marketing / Estratégia de criação publicitária / Planejamento de mídia – está correta.

    Gabarito do professor: Letra A.

     Fonte:

    - Sissors, Jack Z., Bumba, Lincoln J. Planejamento de mídia – Grupo de mídia. NBL Editora. 2003.
  • Análise da situação de marketing / Plano estratégico de marketing / Estratégia de criação publicitária / Planejamento de mídia.


ID
3338110
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Comunicação Social
Assuntos

A Associação Brasileira de Agências de Publicidade produziu um e-book intitulado “As leis, a publicidade e as crianças: o que é preciso saber, o que dá pra fazer”, a fim de orientar profissionais da Publicidade quanto à criação de propagandas destinadas ao público infantil. Conforme o documento, constitui uma conduta que deve ser observada na propaganda dirigida às crianças:

Alternativas

ID
3338113
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Comunicação Social
Assuntos

Atualmente, vivemos num mundo transformado pela presença das chamadas novas Tecnologias de Comunicação e Informação (TICS). A esse respeito, e também considerando os conceitos a elas atinentes, analise as afirmativas a seguir.

I. São derivadas da fusão das telecomunicações analógicas com a informática.
II. Compreendem um novo modo de ser e estar no mundo, que possibilita contatos sociais em situação de presença física, fenômeno denominado virtualização.
III. Envolvem o processo de digitalizar uma informação, que consiste em traduzir essa mesma informação em letras.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Comentários
  • "Envolvem o processo de digitalizar uma informação, que consiste em traduzir essa mesma informação em letras."

    ??


ID
3338116
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Marketing
Assuntos

A comunicação voltada para as mídias sociais necessita da concretização de alguns passos e da observância a certos cuidados para que seja feita com êxito. Partindo-se da validade de tal postulado, são medidas essenciais para aprimorar a comunicação nas mídias sociais, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • As mídias sociais são um conjunto de canais que possibilita que indivíduos se relacionem com outras pessoas (físicas e/ou jurídicas), divulguem informações de modo descentralizado, deem suas opiniões sobre os mais variados assuntos e compartilhem conteúdos entre os usuários de modo simétrico (troca constante e amistosa de papeis entre emissor e receptor). É algo muito amplo e abrangente, que ocorre tanto nos ambientes online como offline. As redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat, etc) são um subgrupo das mídias sociais (já que seu foco, mais resumido, é o relacionamento e a interação entre usuários), assim como também são subgrupos os blogs, fóruns e sites wikis.

    A comunicação presente nas mídias sociais é bem diferente da comunicação praticada nos meios de comunicação tradicionais, como televisão, rádio e jornais. Em primeiro lugar, observamos a possibilidade real de interação entre organizações e consumidores. Também notamos maior engajamento do público em ações produzidas por organizações no ambiente digital, maior alcance e penetração da mensagem, humanização da empresa e a comunicação direcionada para indivíduos específicos.

    Vamos analisar as alternativas para encontrar a opção errada:

    A) Certo. Personificar, ou humanizar, a própria marca é uma maneira de mostrar que a organização é feita por pessoas, tem valores a prezar e que tem condições de ser autêntica. A personificação também possibilita interação constante com os receptores, que podem se comunicar de modo simétrico e horizontal.

    B) Certo. O estímulo à discussão e à participação do público nas postagens, por meio de enquetes, concursos e comentários, agrega valor ao conteúdo produzido e amplia o alcance e a simpatia pela marca.

    C) Certo. Mapear e monitorar os concentradores de tráfego de conteúdo e os influenciadores digitais são ações necessárias para entender quem, de maneira significativa, contribui para exercer impacto nos usuários de determinadas redes sociais, como Youtube, Tik Tok ou LinkedIn.

    D) Errado. Compartilhar informações irrelevantes não é uma medida essencial para aprimorar a comunicação nas mídias sociais. Os usuários hoje buscam fontes que compartilham conteúdo de qualidade, relevante e atualizado. Ao publicar materiais que não interessam aos internautas, há grande probabilidade de eles deixarem de acompanhar a marca ou de tê-la como referência.

    Com base nessas explicações, podemos afirmar que a alternativa errada é a D.

    Gabarito do professor: Alternativa D.

    Bibliografia:

    - Mariano, Ari Melo. Facebook: A Expansão do Marketing Nas Redes Sociais. Universidade de Brasília. 2013.

    - Casarotto, Camila. Marketing nas Redes Sociais: como alcançar os melhores resultados em cada rede.   Publicado em Setembro de 2020. Link: https://rockcontent.com/br/blog/marketing-nas-redes-sociais/. Acessado em Março de 2021.
  • O erro está em: "informações irrelevantes"

  • D

    Compartilhar informações irrelevantes, usando ferramentas que promovam o conteúdo, tornando-o acessível ao público


ID
3338119
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Comunicação Social
Assuntos

O advento da comunicação online, disseminada especialmente neste milênio, desencadeou consequências de tal modo que, “embora a publicidade desempenhe realmente um papel social e cultural vital, os profissionais da área continuam se preocupando com a eficiência dos anúncios individuais que eles criam”.
(ADLER e FIRESTONE, 2002, p. 30.)

Por causa da realidade exposta, Richard Adler e Charles Firestone alertam para o aumento da ansiedade dos anunciantes em relação ao sucesso da divulgação de suas marcas e produtos, afinal,

Alternativas

ID
3338122
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Comunicação Social
Assuntos

Hoje em dia a agência de publicidade é uma empresa independente, sem filiação legal ou econômica com o anunciante, que se dedica ao planejamento, execução e distribuição da publicidade de qualquer firma que precise de tais serviços. Em tese, qualquer um pode ter uma agência. É só registrar a empresa como outro negócio qualquer. Pode-se até comprar uma agência em funcionamento. Mas uma agência é, antes de mais nada, os clientes que ela conquista e conserva. Os serviços ela presta porque tem bons profissionais. A agência é a soma dos talentos a seu serviço na criação, arte, mídia, planejamento, pesquisa e administração. O resto são apenas móveis, arquivos e máquinas, como qualquer outro escritório.
(SANT’ANNA, Armando. Propaganda: Teoria e Prática. São Paulo: Pioneira, 1998.)

A escolha de uma agência de propaganda deve ser efetuada a partir de alguns quesitos, entre eles:

Alternativas
Comentários
  • Agência de Publicidade, ou de propaganda, é pessoa jurídica especializada na arte e técnica publicitária, que, através de especialistas, estuda, concebe, executa e distribui propaganda aos veículos de divulgação, por ordem e conta de clientes anunciantes, com o objetivo de promover a venda de produtos e serviços, difundir ideias ou informar o público a respeito de organizações ou instituições colocadas a serviço desse mesmo público.

    As agências são compostas por departamentos administrativos (comercial, financeiro e jurídico, por exemplo) e por setores que lidam diretamente com o cliente e sua demanda (atendimento, planejamento, pesquisa, criação, redação, mídia e produção).

    Vamos analisar as alternativas e encontrar a opção certa, de acordo com Sant'Anna (1998):

    A) Certo. A agência deve ter compreensão intuitiva do negócio e entender o negócio por meio do estudo de suas logísticas; sem isso, a consecução do trabalho torna-se árdua e as relações entre as partes, difíceis.

    B) Errado. O cliente precisa conhecer a equipe de apresentadores e dos profissionais que, de fato, farão o trabalho.

    C) Errado. A agência deve contar com profissionais talentosos em profundidade, que estarão pessoal e intimamente envolvidos com o negócio do cliente.

    D) Errado. Não é necessário reunir todo o pessoal da empresa do cliente com a equipe da agência no dia da apresentação; basta apenas que o cliente (geralmente representado pelo proprietário, diretor de marketing ou de comunicação) conheça a equipe de apresentadores e de trabalho da agência.

    Com base nessas explicações, podemos afirmar que a alternativa A é a certa.

    Gabarito do professor: Letra A.

    Bibliografia:

    - Sant'Anna, Armando. Propaganda :teoria, técnica e pratica. 7. ed. rev.—Sao Paulo: Pioneira,

    1998.

ID
3338125
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Jornalismo
Assuntos

O sociólogo Herbert Blumer separa quatro componentes sociológicos que, em conjunto, identificam a massa. Tomando-se por base as características de cada um deles, analise as afirmativas sobre os membros da massa.

I. Podem advir de qualquer profissão, desde que esteja ligada às classes C, D e E.
II. Compõem um grupo anônimo de pessoas.
III. Comunicam-se regularmente, fomentando a interação e a troca de experiências entre si.
IV. Formam uma unidade organizada, capaz de agir de comum acordo com os princípios norteadores da multidão.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Comentários
  • A massa é sempre disforme e anônima, sendo que seus integrantes nunca se comunicam. Pense da seguinte forma quando pensar em massa: um bando de gente assistindo programa dominical na TV, cada um no seu quadrado, em suas casas, absorvendo tudo o que é dito. Contudo, na segunda-feira ninguém discute no trabalho sobre o que o que viu na TV.

  • Herbert Blumer (1900-1987) elenca as características de massa:

    1) participantes oriundos de todas as profissões e categorias sociais;

    2) grupo anônimo (os elementos não se conhecem entre si);

    3) pouca interação ou troca de experiências;

    4) organização frágil. 

    Fonte: https://industrias-culturais.blogspot.com/2009/02/multidao-massa-propaganda-e-publico.html

    GAB.:A

  • massa: pessoas com interesses iguais, mas que não se conhecem (anônimas).

ID
3338128
Banca
CONSULPLAN
Órgão
MPE-PA
Ano
2019
Provas
Disciplina
Marketing
Assuntos

Bem-vindo ao maravilhoso mundo da propaganda online. Se não entende por que o seu site não gera o tráfego que você esperava, aqui encontrará a principal razão: você não investiu nele. Acostume-se a ver o seu site como uma nova empresa, com todos os direitos e obrigações que lhe correspondem. Os direitos são simples e dá para imaginá-los logo: lucro puro e simples. Porém, você realmente achava que esses direitos não lhe davam algumas obrigações? E que obrigações são estas? Felizmente, a web tem poucas. Por exemplo, não há impostos! Você não paga IPTU, taxa condominial, luz, etc., por ter um site imenso! Então, por que não reinvesti-lo em propaganda?
(CASTRO, Álvaro de. Propaganda e Mídia Digital: a web como a grande mídia do presente. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.)

Conforme Álvaro de Castro, fazer propaganda online é, portanto, uma prática vantajosa porque:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito do Professor:

    A propaganda online é uma vertente da propaganda, é veiculada em ambiente virtual e está se tornando cada vez mais comum na atualidade. Consiste no uso de ferramentas digitais que inovam na maneira de apresentar produtos e serviços, e no relacionamento com consumidores.

    Por meio da propaganda online, os usuários têm acesso a muito mais informações sobre uma mercadoria; podem ser impactados a qualquer horário do dia, em qualquer dia da semana (24-7), em vários dispositivos e plataformas; podem observar experiências, comentários e depoimentos de outros usuários; podem ser estimulados a interagir mais profundamente com a organização por meio dos canais de atendimento. O custo da propaganda online é consideravelmente menor (quando comparada à propaganda tradicional, em meios televisivos ou impressos, por exemplo). O alcance é proporcional ao investimento realizado e pode ser direcionado a públicos específicos. A facilidade em alterar informações e fazer promoções também são benefícios. E uma das maiores vantagens desse tipo de propaganda é a possibilidade de mensurar os resultados.

    No enunciado da questão, observamos que o foco foi a criação e manutenção de um site, que é uma vitrine virtual essencial quando falamos da propaganda online. Há, no entanto, outras ferramentas que podem, e devem ser usadas, para impactar positivamente os usuários: e-mail marketing, anúncios nas mídias sociais (blogs e redes sociais), anúncios patrocinados em motores de busca, rede de display, em plataformas que apresentam vídeos e no shopping, e remarketing.

    Vamos analisar as alternativas:

    A) Errado. A internet está no ar praticamente todos os dias do ano, 24 horas por dia. As oscilações decorrentes de falta de energia ou falhas técnicas (nos servidores, por exemplo) são insignificantes e não servem de empecilho para a adesão à propaganda online.

    B) Certo. Possui uma grande capacidade de segmentação, uma vez que cada site é acessado para um propósito específico. Esse direcionamento de informações de acordo com interesse e público é uma vantagem da propaganda online, já que pode apresentar o produto certo, para a pessoa certa, no momento adequado da forma correta.

    C) Errado. Diferentemente do que ocorre na propaganda tradicional, a veiculação de anúncios na propaganda online não sofre a influência dos horários e dias escolhidos. Podemos, portanto, escolher as datas e horários mais convenientes e oportunos para a campanha usando o mesmo investimento.

    D) Errado. Ao fazer propaganda online, especialmente na modalidade de anúncios patrocinados em motores de busca, há várias formas de precificação (custos). As mais comuns são CPC (custo por clique, com base na quantidade de cliques em um anúncio, para aumentar o tráfego do site), CPM (custo por mil, com base na quantidade de vezes que o anúncio foi exibido, para aumentar reconhecimento da marca) e CPA (custo por aquisição, com base na quantidade de conversões efetuadas, para aumentar o retorno do investimento). Se a campanha for bem planejada e executada, para se conseguir aumentar o número de usuários impactados deve-se aumentar o valor investido.

    Com base nessas explicações, podemos concluir que a alternativa correta é a B.

    Gabarito do Professor: Letra B.

    Fontes de pesquisa:

    - Site da Resultados Digitais

    - Site de Suporte do Google
  • Possui uma grande capacidade de segmentação, uma vez que cada site é acessado para um propósito específico.

    Os sites por exemplo, utilizam cookies (pequenos arquivos que salvam as preferencias) para salvar preferencias e nicho de determinado cliente, e por consequência, ter uma maior capacidade de segmentação.

    Ex: Você entra no site da americanas para comprar um celular de determinada marca, com isso, o site acessado terá uma maior capacidade de segmentação, pois irá emitir anúncios de acordo com as suas pesquisas, buscando vender mais produtos relacionados ao enfoque do cliente.

  • Sim, pois ao se valer da propaganda online, a empresa pode encontrar uma nova forma de segmentar seus clientes.

    A segmentação envolve separar os clientes em grupos menores para atende-los de forma específica, determinando com características semelhantes. 

  • Possui uma grande capacidade de segmentação, uma vez que cada site é acessado para um propósito específico.

  • É o conceito de cauda longa