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Prova Planexcon - 2018 - Câmara de Bofete - SP - Procurador Jurídico


ID
2962660
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A Exceção e A Regra

Nós vos pedimos com insistência:

Nunca digam – Isso é natural.

Diante dos acontecimentos de cada dia.

Numa época em que reina a confusão,

Em que corre o sangue,

Em que se ordena a desordem,

Em que o arbitrário tem força de lei,

Em que a humanidade se desumaniza…

Não digam nunca: Isso é natural.

A fim de que nada passe por ser imutável.

Sob o familiar, descubram o insólito.

Sob o cotidiano, desvelem o inexplicável.

Que tudo que seja dito ser habitual

Cause inquietação.

Na regra é preciso descobrir o abuso.

E sempre que o abuso for encontrado,

É preciso encontrar o remédio.

Vocês, aprendam a ver, em lugar de olhar bobamente.

É preciso agir em vez de discutir.

Aí está o que uma vez conseguiu dominar o mundo.

Os povos acabaram vencendo.

Mas não cantem vitória antes do tempo.

Ainda está fecundo o ventre de onde surgiu a coisa imunda.

BERTOLD BRECHT

Bertold Brecht, em seu texto “A exceção e a Regra” defende a ideia de que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    A) Discutir é melhor que agir. ---> Incorreto: É preciso agir em vez de discutir.

    B) Sempre foi assim e sempre será. ---> Incorreto: Não digam nunca: Isso é natural.

    C) Não se deve conformar com a mesmice. ---> Correto: Não digam nunca: Isso é natural (ou seja, não concordar coma a mesmice).

    D) Tudo que é dito deve causar aquietação. ---> Incorreto: aquietação é ficar calmo, quieto, o texto diz o contrário.

    E) Não adianta mexer um dedo para poder mudar. ---> É preciso agir em vez de discutir.

    Força, guerreiros(as)!!


ID
2962663
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A Exceção e A Regra

Nós vos pedimos com insistência:

Nunca digam – Isso é natural.

Diante dos acontecimentos de cada dia.

Numa época em que reina a confusão,

Em que corre o sangue,

Em que se ordena a desordem,

Em que o arbitrário tem força de lei,

Em que a humanidade se desumaniza…

Não digam nunca: Isso é natural.

A fim de que nada passe por ser imutável.

Sob o familiar, descubram o insólito.

Sob o cotidiano, desvelem o inexplicável.

Que tudo que seja dito ser habitual

Cause inquietação.

Na regra é preciso descobrir o abuso.

E sempre que o abuso for encontrado,

É preciso encontrar o remédio.

Vocês, aprendam a ver, em lugar de olhar bobamente.

É preciso agir em vez de discutir.

Aí está o que uma vez conseguiu dominar o mundo.

Os povos acabaram vencendo.

Mas não cantem vitória antes do tempo.

Ainda está fecundo o ventre de onde surgiu a coisa imunda.

BERTOLD BRECHT

Nos versos “Os povos acabaram vencendo./Mas não cantem vitória antes do tempo.”, o uso da conjunção insere a ideia de:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    Os povos acabaram vencendo./Mas não cantem vitória antes do tempo.

    -----> temos uma conjunção coordenativa adversativa, expressando uma oposição, adversidade, podendo ser substituída por: porém, entretanto, no entanto, todavia, não obstante...

    Força, guerreiros(as)!!

  • A questão é sobre a conjunção coordenativa adversativa "mas" e seu valor semântico.

    Conjunções coordenativas são as que ligam termos ou orações de mesmo valor. As conjunções coordenativas podem ser: aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas.

    Conjunções subordinativas são as que tornam orações dependentes, isto é, subordinam uma oração à outra. Com exceção das conjunções integrantes (que introduzem orações substantivas), essas conjunções introduzem orações adverbiais e exprimem circunstâncias (causa, comparação, concessão, condição, conformidade, consequência, fim, tempo e proporção).

    A Adição

    Conjunções coordenativas aditivas: têm valor semântico de adição, soma, acréscimo ...

    São elas: e, nem (e não), não só... mas também, mas ainda, como também, ademais, outrossim...

    Ex.: Estudaram muito e passaram no concurso.

    B Alternância

    Conjunções coordenativas alternativas: têm valor semântico de alternância, escolha ou exclusão

    São elas: ou... ou, ora... ora, já.. já, seja... seja, quer... quer, não... nem...

    Ex.: Ora estudava, ora trabalhava.

    C Conclusão

    Conjunções coordenativas conclusivas: têm valor semântico de conclusão, fechamento, finalização ...

    São elas: logo, portanto, por isso, por conseguinte, pois (posposto ao verbo), então, assim, destarte, dessarte...

    Ex.: Estudamos muito, portanto passaremos no concurso.

    D Explicação

    Conjunções coordenativas explicativas: têm valor semântico de explicação, justificativa, motivo, razão ...

    São elas: porque, pois (antes do verbo), porquanto, que...

    Ex.: Vamos indo, porque já é tarde.

    E Oposição

    Conjunções coordenativas adversativas: têm valor semântico de oposição, contraste, adversidade, ressalva ...

    São elas: mas, porém, entretanto, todavia, contudo, no entanto, não obstante, inobstante, senão (= mas sim)...

    Ex.: Não estudou muito, mas passou nas provas.

    Gabarito: Letra E


ID
2962666
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A Exceção e A Regra

Nós vos pedimos com insistência:

Nunca digam – Isso é natural.

Diante dos acontecimentos de cada dia.

Numa época em que reina a confusão,

Em que corre o sangue,

Em que se ordena a desordem,

Em que o arbitrário tem força de lei,

Em que a humanidade se desumaniza…

Não digam nunca: Isso é natural.

A fim de que nada passe por ser imutável.

Sob o familiar, descubram o insólito.

Sob o cotidiano, desvelem o inexplicável.

Que tudo que seja dito ser habitual

Cause inquietação.

Na regra é preciso descobrir o abuso.

E sempre que o abuso for encontrado,

É preciso encontrar o remédio.

Vocês, aprendam a ver, em lugar de olhar bobamente.

É preciso agir em vez de discutir.

Aí está o que uma vez conseguiu dominar o mundo.

Os povos acabaram vencendo.

Mas não cantem vitória antes do tempo.

Ainda está fecundo o ventre de onde surgiu a coisa imunda.

BERTOLD BRECHT

Leia e analise os versos abaixo:

Vocês, aprendam a ver, em lugar de olhar bobamente”

“Ainda está fecundo o ventre de onde surgiu a coisa imunda.”

A função sintática dos termos acima destacados está apresentada corretamente na alternativa:

Alternativas
Comentários
  • VOCÊS------> VOCATIVO, POIS É UM CHAMAMENTO E ESTÁ COM VÍRGULA

    ONDE-------> ADJUNTO ADVERBIAL DE LUGAR

    GABARITO C


ID
2962669
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A Exceção e A Regra

Nós vos pedimos com insistência:

Nunca digam – Isso é natural.

Diante dos acontecimentos de cada dia.

Numa época em que reina a confusão,

Em que corre o sangue,

Em que se ordena a desordem,

Em que o arbitrário tem força de lei,

Em que a humanidade se desumaniza…

Não digam nunca: Isso é natural.

A fim de que nada passe por ser imutável.

Sob o familiar, descubram o insólito.

Sob o cotidiano, desvelem o inexplicável.

Que tudo que seja dito ser habitual

Cause inquietação.

Na regra é preciso descobrir o abuso.

E sempre que o abuso for encontrado,

É preciso encontrar o remédio.

Vocês, aprendam a ver, em lugar de olhar bobamente.

É preciso agir em vez de discutir.

Aí está o que uma vez conseguiu dominar o mundo.

Os povos acabaram vencendo.

Mas não cantem vitória antes do tempo.

Ainda está fecundo o ventre de onde surgiu a coisa imunda.

BERTOLD BRECHT

Com referência as classes gramaticais, indique a qual delas pertencem os vocábulos destacados na ordem em que se apresentam:

1. Nunca digam – Isso é natural.

2. Numa época em que reina a confusão,

3. Sob o familiar, descubram o insólito.

4. Vocês, aprendam a ver, em lugar de olhar bobamente.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: letra A

    • nunca: advérbio de negação
    • confusão: substantivo
    • sob: preposição
    • bobamente; advérbio de modo.

ID
2962672
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A Exceção e A Regra

Nós vos pedimos com insistência:

Nunca digam – Isso é natural.

Diante dos acontecimentos de cada dia.

Numa época em que reina a confusão,

Em que corre o sangue,

Em que se ordena a desordem,

Em que o arbitrário tem força de lei,

Em que a humanidade se desumaniza…

Não digam nunca: Isso é natural.

A fim de que nada passe por ser imutável.

Sob o familiar, descubram o insólito.

Sob o cotidiano, desvelem o inexplicável.

Que tudo que seja dito ser habitual

Cause inquietação.

Na regra é preciso descobrir o abuso.

E sempre que o abuso for encontrado,

É preciso encontrar o remédio.

Vocês, aprendam a ver, em lugar de olhar bobamente.

É preciso agir em vez de discutir.

Aí está o que uma vez conseguiu dominar o mundo.

Os povos acabaram vencendo.

Mas não cantem vitória antes do tempo.

Ainda está fecundo o ventre de onde surgiu a coisa imunda.

BERTOLD BRECHT

Nos versos do texto “A exceção e a Regra”:

“Em que corre o sangue,

Em que se ordena a desordem,

Em que o arbitrário tem força de lei,

Em que a humanidade se desumaniza…”,

O emprego de repetições iniciais são características da figura de linguagem denominada:

Alternativas
Comentários
  • Anáfora é a figura da repetição. Ocorre quando uma mesma palavra ou várias, são repetidas sucessivamente, no começo de orações, períodos, ou em versos. A repetição tem o objetivo de dar ênfase e tornar mais expressiva a mensagem.

  • ANÁFORA - REPETIÇÃO DE UMA MESMA PALAVRA, GERALMENTE, NO INICIO DA FRASE

  • GABARITO: LETRA E

    -----> anáfora: consiste na repetição de uma palavra ou um grupo de palavras:

    Em que, em que, em que....

    Por que não é aliteração? Aliteração é a repetição de um grupo de FONEMAS, consoantes em um grupo próximo: Vozes veladas, veludosas vozes; que a brisa do Brasil beija e balança.

    Força, guerreiros(as)!!


ID
2962675
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

No edital de concurso nº 01/2017 da Câmara Municipal de Bofete/SP, cujo objeto de concurso é o cargo de Procurador Jurídico, consta que na prova serão solicitadas 5 questões de Língua Portuguesa, 5 questões de Raciocínio Lógico, 25 questões de Conhecimentos Específicos e 5 questões de Conhecimentos Gerais, totalizando 40 questões. Assim sendo, o número de questões de Raciocínio Lógico corresponde a:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito ( A)

    Regra de três!

    Se 40 questões são 100%

    5 questões será quantos %

    40   100

     5       X

    40X=500

    X=500/40

    12,5%

  • Peguei o numero de questões de RL = 5 dividi por 40 multipliquei por 100 = 12,5%


ID
2962681
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Luciana, Mariana e Paula possuem três gatos; um angorá, um persa e um siamês, não necessariamente nessa ordem. Um dos gatos e preto, o outro marrom e o outro branco. O gato de Luciana é o preto, o de Paula é o siamês e o de Mariana não é marrom e nem o angorá. 

As cores dos gatos angorá, persa e siamês são:

Alternativas
Comentários
  • Luciana tem um Gato Angorá Preto.

    Mariana tem um Gato Persa Branco.

    Paula tem um Gato Siamês Marrom

    To sum up: Preto, Branco e Marrom.

    Gabarito E


ID
2962684
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

De acordo com as premissas:

- Se Maria é farmacêutica, então José não é estagiário.

- Se José não é estagiário, então Paula é atendente.

- Ou Paula não é atendente, ou Lúcia é bióloga.

- Lúcia não é bióloga.


Pode-se concluir que:

Alternativas
Comentários
  • Dando nome aos bois (fictício):

    Maria é farmacêutica = mf

    José é estagiário = je

    Paula é atendente = pa

    Lúcia é bióloga = lb

    1º passo:

    De acordo com a quarta afirmação, sabe-se que Lúcia não é bióloga. Ou seja, "~lb" é Verdade e "lb" é Falso

    2º Passo:

    De acordo com a terceira afirmação, "ou Paula não é atendente, ou Lúcia é bióloga".

    ~pa ..disjunção exclusiva.. lb

    sabe-se (Pelo primeiro passo) que "lb" é Falso

    Pra proposição em disjunção exclusiva ser verdadeira, somente uma das afirmações deve ser verdadeira.

    Como "lb" é falso, "~pa" deve necessariamente ser Verdade.

    Logo, "~pa" é Verdade, concluindo-se que Paula não é atendente.

    3º Passo:

    De acordo com a segunda afirmação, "Se José não é estagiário, então Paula é atendente"

    ~je --> pa

    sabe-se que "~pa" é Verdade. Logo, "pa" é Falso.

    Para que a proposição Condicional com o segundo termo Falso seja Verdadeira, o primeiro termo deve necessariamente ser Falso (Caso do Vera Fischer -> Falso).

    Então, "~je" deve necessariamente ser Falso, concluindo-se que "je" é Verdade. Ou seja, José é estagiário

    4º Passo:

    De acordo com a primeira afirmação, "Se Maria é farmacêutica, então José não é estagiário."

    mf --> ~je

    sabe-se que "~je" é Falso. Trata-se do mesmo caso do terceiro passo, em que a primeira proposição deve necessariamente ser Falsa para que a afirmação seja Verdade.

    Então, "mf" deve necessariamente ser Falso, concluindo-se que "~mf" é Verdade. Ou seja, Maria não é farmacêutica.

    5º Passo: Analisando as assertivas,

    A) Maria é farmacêutica ou Paula é atendente.

    Disjunção Inclusiva: mf (F) OU pa (F) = F

    B) José é estagiário e Maria é farmacêutica.

    Conjunção: je (V) E mf (F) = F

    C) Paula não é atendente e José não é estagiário.

    Conjunção: ~pa (V) E je (F) = F

    D) Maria é farmacêutica ou Paula não é atendente.

    Disjunção Inclusiva: mf (F) OU ~pa (V) = V

    E) José não é estagiário e Maria é farmacêutica.

    Conjunção: ~je (F) E mf (V) = F

  • qual o erro da letra A ?

  • Forma como eu resolvi: Considerando que as premissas abaixo são verdadeiras, comecei a analisar uma a uma (de baixo pra cima) os seus conectivos (quando havia um):

    - Se Maria é farmacêutica F, então José não é estagiário. F       | V

    - Se José não é estagiário F, então Paula é atendente. F     | V

    - Ou Paula não é atendente V, ou Lúcia é bióloga.F              | V

    - Lúcia não é bióloga. V                                                        | V        

    Pode-se concluir que:

    Maria é farmacêutica F ou Paula é atendente. F  | F

    José é estagiário V e Maria é farmacêutica. F  | F

    Paula não é atendente V e José não é estagiário. F   | F

    Maria é farmacêutica F ou Paula não é atendente. V   | V

    José não é estagiário F e Maria é farmacêutica. F  | F


ID
2962687
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Três amigas foram a um shopping, em uma loja de roupas. Tão logo chegaram foram prontamente atendidas pelo vendedor. Uma delas é médica, a outra psicóloga e a outra professora. Ele sabe que uma se chama Adélia, a outra Betânia e a outra Gláucia. Ele sabe também que cada uma delas comprará uma peça diferente de vestuário: uma delas vai comprar uma calça, outra uma blusa e a outra uma saia. Para o vendedor que queria identificar o nome e o que cada uma compraria, elas informaram:

A médica: Não vou comprar blusa e nem saia.

A psicóloga: Meu nome não é Betânia e nem Gláucia.

A professora: Nem eu e nem Betânia compraremos blusa


O vendedor, com precisão, concluiu que: 

Alternativas
Comentários
  •  

                             Médica           Psicóloga          Professora                  Calça          Blusa          Saia 

    Adélia                                       o                           x                    x                  o                  x

    Betânia                                     x                           x                    o                  x                  x

    Cláudia                  x                                               o                    x                                 o

     

    o   sim

    x   não

     

     

    b) A médica é Betânia e vai comprar uma calça.


ID
2962690
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

De acordo com o instituto do controle da Administração Pública, assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Comentários
  • O poder legislativo pode fazer o controle de mérito apenas nos casos expressos na constituição.

  • Gabarito Letra E

     

    Controle Legislativo

     *O controle legislativo pode ser entendido como o controle exercido pelas casas legislativas (Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e Congresso Nacional) diretamente ou por meio dos Tribunais de Contas.

     

    *Principais focos dos controles são: legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação  das subvenções e renúncia de receitas.

     

    3. Fiscalização da Economicidade: Analisa a relação custo/benefício da despesa pública, isto é, se o gasto foi realizado com minimização dos custos e sem comprometimento dos padrões de qualidade. [controle de mérito]

     Exemplo: Verificar se o preço dos livros está de acordo com os referenciais de mercado ou, na falta, se o valor pago é razoável, compatível com a natureza e a qualidade da publicação.

     

  • B:

    Constituição Federal

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    I - avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;

    II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado;

    III - exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União;

    IV - apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.

    § 1º Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.

  • Gab. LETRA E

    a) CORRETA - Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    IV - apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.

    b) CORRETA - Art. 74. § 1º Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.

    c) CORRETA - São meios de controle judicial de que dispõe o administrado para impugnar os atos da administração:

    garantias individuais - mandado de segurança, habeas corpus, habeas data, mandado de injunção.

    garantias de direito coletivo - mandado de segurança coletivo, ação popular e ação civil pública.

    d) CORRETA - Quanto ao momento:

    Prévio( a priori): preventivo orientador

    Concomitante (Pari passu): tempestivo, preventivo.

    Posterior (a posteriori):corretivo e sancionador.

    E) INCORRETA -

    Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo.

    Maria Sylvia Z. Di Pietro: o controle da economicidade envolve ‘‘questão de mérito, para verificar se o órgão procedeu, na aplicação da despesa pública, de modo mais econômico, atendendo, por exemplo, a uma adequada relação custo-benefício.” ( DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. ‘‘Direito Administrativo’’, 8ªed., São Paulo, Atlas, 1997, p. 490.)

  • "Em nenhuma hipótese" matou a questão.

    "Não pare até que tenha terminado aquilo que começou". - Baltasar Gracián.

    Bons estudos!

  • CONTROLE LEGISLATIVO:

    - O Poder Legislativo possui como função típica, além de legislar, a de fiscalizar. Para o exercício da fiscalização, conta também com o auxílio do tribunal de contas.

    - O controle exercido diretamente pelo Poder Legislativo (por meio de suas Casas ou do Congresso Nacional) limita-se às hipóteses expressamente previstas na Constituição Federal, sob pena de ofensa ao princípio da separação dos poderes. Exemplos: competência do CN para autorizar o Presidente da República a declarar guerra e celebrar a paz; competência do CN para autorizar o Presidente e o Vice a se ausentarem do país, quando a ausência exceder a 15 dias; competência do CN para julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República.

    - Além disso, há o controle realizado pelo Tribunal de Contas: fiscalização contábil, financeira, orçamentária e patrimonial do Executivo. As atribuições do Tribunal de Contas estão previstas no art. 71 da CF/88.

    As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de TÍTULO EXECUTIVO.

    #ATENÇÃO: O TCU apenas APRECIA as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio, o qual deverá ser elaborado em 60 dias, a contar do seu recebimento. Todavia, quanto aos “administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta” e “daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público”, as contas serão julgadas pelo TCU.

  • Alguns exemplos de controle legislativo de mérito:

    Art. 52, III:- III - aprovar previamente, por voto secreto, após arguição pública, a escolha de:

    b) Ministros do Tribunal de Contas da União indicados pelo Presidente da República;

    c) Governador de Território;

    d) Presidente e diretores do banco central;

    e) Procurador-Geral da República;

    Equívocos? Dúvidas? mande msg.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Mérito = conveniencia e oportunidade,

    Controlado pela própria administração internamente pelo princípio da autotutela.

    O mérito atua sobre elementos discricionários dos atos,

    Mas até mesmo os atos discricionários contem elementos vinculados, os quais não podem ultrapassar o limite legal.

    (cabe então o judiciário atuando nestes elementos em caso de legalidade *quando provocado* e cabe ao legislativo atuar nestes elementos quando necessário diante de suas atividades de controle previstas na constituição)

  • A competência do Congresso Nacional para sustar atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa é uma hipótese de Controle de Constitucionalidade.

  • Vejamos cada assertiva:

    a) Certo:

    Trata-se de proposição que tem apoio no teor do art. 74, IV, da CRFB, que assim preconiza:

    "Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    (...)

    IV - apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional."

    b) Certo:

    Desta vez, a assertiva está devidamente respaldada na norma do art. 74, §1º, da CRBF, que assim estabelece:

    "Art. 74 (...)
    § 1º Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária."

    c) Certo:

    Realmente, o habeas corpus constitui remédio constitucional por meio do qual o Poder Judiciário pode ser acionado, no exercício da função jurisdicional, para exercer crivo sobre atos do Poder Público, os quais representem violação ou ameaça à liberdade de locomoção (CRFB, art. 5º, LXVIII). Acertado sustentar, portanto, que se trata de mecanismo de controle judicial de atos da Administração Pública.

    d) Certo:

    Realmente, a doutrina subdivide o controle da Administração Pública à luz do critério do momento em que o controle é efetivado, podendo ser prévio ou preventivo, concomitante ou simultâneo e posterior, subsequente ou corretivo. Sem equívocos, pois, no presente item.

    e) Errado:

    O controle legislativo abrange, sim, aspectos de legalidade e de mérito, uma vez que dotado de natureza política. Não se trata, portanto, de controle que se atenha, tão somente, a questões de legalidade, como é o caso do controle judicial. Cuida-se de controle mais amplo, a abarcar, sim, aspectos de mérito.

    Na linha do exposto, confira-se a lição esposada por Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo:

    "O controle legislativo possui marcada índole política, razão pela qual ele não se limita ao estrito controle de legalidade formal, abrangendo outros aspectos, como a eficiência e, para alguns autores, até mesmo a conveniência pública de determinadas atuações do Poder Executivo."

    Logo, equivocada a presente opção, ao aduzir que em nenhuma hipótese o Poder Legislativo poderia exercer o controle de mérito dos atos do Poder Executivo.


    Gabarito do professor: E

    Referências Bibliográficas:

    ALEXANDRINO, Marcelo. PAULO, Vicente. Direito Administrativo Descomplicado. 20ª ed. São Paulo: Método, 2012, p. 851.

  • aprovação do senado federal de ministro do stf é considerado controle de mérito do legislativo sobre o executivo

  • § 1o Os responsáveis pelo controle interno,

    • ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade,
    • dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União,
    • sob pena de responsabilidade solidária.

ID
2962693
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

De acordo com a Lei nº 8.666/93, assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Comentários
  • Letra C

    Art. 7 da lei 8666

    § 3o  É vedado incluir no objeto da licitação a obtenção de recursos financeiros para sua execução, qualquer que seja a sua origem, EXCETO nos casos de empreendimentos executados e explorados sob o regime de concessão, nos termos da legislação específica.

  • JUSTIFICATIVA DAS RESPOSTAS NA LEI 8.666/93

    A) Nos processos de licitação, poderá ser estabelecida margem de preferência para produtos manufaturados e para serviços nacionais que atendam a normas técnicas brasileiras. Correto - Art. 3o (...) § 5o  Nos processos de licitação, poderá ser estabelecida margem de preferência para:    

    I - produtos manufaturados e para serviços nacionais que atendam a normas técnicas brasileiras;    

    II - bens e serviços produzidos ou prestados por empresas que comprovem cumprimento de reserva de cargos prevista em lei para pessoa com deficiência ou para reabilitado da Previdência Social e que atendam às regras de acessibilidade previstas na legislação.  

    B) Via de regra, a licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura. Correto - Art. 3o (...) § 3o  A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

    c) Sem qualquer exceção, é vedado incluir no objeto da licitação a obtenção de recursos financeiros para sua execução, qualquer que seja a sua origem. Incorreto - Art. 7º (...) § 3o  É vedado incluir no objeto da licitação a obtenção de recursos financeiros para sua execução, qualquer que seja a sua origem, exceto nos casos de empreendimentos executados e explorados sob o regime de concessão, nos termos da legislação específica.

    d) O servidor ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela licitação, não poderá participar, direta ou indiretamente, da licitação ou da execução de obra ou serviço e do fornecimento de bens. Correta - Art. 9o  Não poderá participar, direta ou indiretamente, da licitação ou da execução de obra ou serviço e do fornecimento de bens a eles necessários:

    I - o autor do projeto, básico ou executivo, pessoa física ou jurídica;

    II - empresa, isoladamente ou em consórcio, responsável pela elaboração do projeto básico ou executivo ou da qual o autor do projeto seja dirigente, gerente, acionista ou detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou controlador, responsável técnico ou subcontratado;

    III - servidor ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela licitação.

    e) A empreitada por preço global, por preço unitário e integral, são regimes de execução indireta de obras e serviços. Correta. Art. 10.  As obras e serviços poderão ser executados nas seguintes formas:  

    I - execução direta;

    II - execução indireta, nos seguintes regimes:  

    a) empreitada por preço global;

    b) empreitada por preço unitário;

    c) (Vetado). 

    d) tarefa;

    e) empreitada integral.

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a opção INCORRETA. Para resolvê-la, exige-se do candidato conhecimento acerca das modalidades de licitação. Vejamos:

    Inicialmente importante fazermos menção a nova lei de licitações – Lei 14.133/2021, sancionada em 01/04/2021. Apesar desta sanção, a Lei nº 8.666/93 ainda terá aplicação por mais dois anos.

    Desta forma, nos primeiros 2 anos teremos a aplicação da lei nº 8.666/93, bem como da lei nº 14.133/21. Os órgãos terão a possibilidade de optar em utilizar a lei nº 8.666/93 ou a lei nº 14.133/21, devendo ser justificada a escolha, sendo vedada a combinação das duas leis.

    Como esta presente questão é anterior à nova lei, a lei que a fundamenta ainda é a Lei 8.666/93. Vejamos:

    A. CERTO.

    Art. 3º, § 5º, Lei 8.666/93. Nos processos de licitação, poderá ser estabelecida margem de preferência para: 

    I - produtos manufaturados e para serviços nacionais que atendam a normas técnicas brasileiras; e

    B. CERTO.

    Art. 3º, § 3º, Lei 8.666/96. A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

    C. ERRADO.

    Art. 7º, § 3º, Lei 8.666/93. É vedado incluir no objeto da licitação a obtenção de recursos financeiros para sua execução, qualquer que seja a sua origem, exceto nos casos de empreendimentos executados e explorados sob o regime de concessão, nos termos da legislação específica.

    D. CERTO.

    Art. 9º, Lei 8.666/93. Não poderá participar, direta ou indiretamente, da licitação ou da execução de obra ou serviço e do fornecimento de bens a eles necessários:

    III - servidor ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela licitação.

    E. CERTO.

    Art. 6º, Lei 8.666/93. Para os fins desta Lei, considera-se:

    VIII - Execução indireta - a que o órgão ou entidade contrata com terceiros sob qualquer dos seguintes regimes:     

    a) empreitada por preço global - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total.

    GABARITO: ALTERNATIVA C.


ID
2962696
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A Câmara Municipal de Bofete pretende realizar uma obra estimada em R$ 13.000,00 (treze mil reais). Referida obra não se refere a parcela de uma mesma obra, não possui a mesma natureza e também não será executada em local que possa ser realizada conjunta e concomitantemente com outra. Neste caso, assinale a assertiva que melhor atende aos preceitos da Lei nº 8.666/93: 

Alternativas
Comentários
  • § 5  É vedada a utilização da modalidade "convite" ou "tomada de preços", conforme o caso, para

    1- PARCELAS de uma mesma obra ou serviço;

    2- obras e serviços da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizadas conjunta e concomitantemente sempre que o somatório de seus valores caracterizar o caso de "tomada de preços" ou "concorrência", respectivamente, nos termos deste artigo,

    EXCETO para as parcelas de natureza específica que possam ser executadas por pessoas ou empresas de especialidade diversa daquela do executor da obra ou serviço.                     

    § 6  As organizações industriais da Administração Federal direta, em face de suas peculiaridades, obedecerão aos limites estabelecidos no inciso I deste artigo também para suas compras e serviços em geral, desde que para a aquisição de materiais aplicados exclusivamente na manutenção, reparo ou fabricação de meios operacionais bélicos pertencentes à União.               

    § 7 Na compra de bens de natureza divisível e desde que não haja prejuízo para o conjunto ou complexo, é permitida a cotação de quantidade inferior à demandada na licitação, com vistas a ampliação da competitividade, podendo o edital fixar quantitativo mínimo para preservar a economia de escala.                 

    § 8 No caso de consórcios públicos, aplicar-se-á o DOBRO dos valores mencionados no caput deste artigo quando formado por até 3 entes da Federação, e o TRIPLO, quando formado por maior número.         

  • Art. 23.  As modalidades de licitação a que se referem os incisos I a III do artigo anterior serão determinadas em função dos seguintes limites, tendo em vista o valor estimado da contratação:

    I - para obras e serviços de engenharia:           

    a) convite - até R$ 150.000,00 (cento e cinqüenta mil reais);          

    b) tomada de preços - até R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais);         

    c) concorrência: acima de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais);           

    II - para compras e serviços não referidos no inciso anterior:            

    a) convite - até R$ 80.000,00 (oitenta mil reais);           

    b) tomada de preços - até R$ 650.000,00 (seiscentos e cinqüenta mil reais);           

    c) concorrência - acima de R$ 650.000,00 (seiscentos e cinqüenta mil reais).           

  • Na verdade, a resposta é letra "a", pois a obra é estimada em R$ 13.000,00 (treze mil reais), dessa forma, respeita o critério para dispensa de licitação, conforme art. 24, combinado com art. 23, I, a, da Lei de Licitações:

    Art. 24.  É dispensável a licitação: 

     I - para obras e serviços de engenharia de valor até 10% (dez por cento) do limite previsto na alínea "a", do inciso I do artigo anterior (CONVITE), desde que não se refiram a parcelas de uma mesma obra ou serviço ou ainda para obras e serviços da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizadas conjunta e concomitantemente; 

       Art. 23.  As modalidades de licitação a que se referem os incisos I a III do artigo anterior serão determinadas em função dos seguintes limites, tendo em vista o valor estimado da contratação:

    I - para obras e serviços de engenharia:           

    a) convite - até R$ 150.000,00 (cento e cinqüenta mil reais); 

  • LEMBRANDO QUE OS VALORES DAS MODALIDADES FORAM ALTERADOS!!

  • PESSOAL, NÃO ESQUEÇAM QUE ESSA QUESTÃO ESTA DESATUALIZADA !!!!

  • Dispensável a licitação (art. 24):

    Para obras e serviços de engenharia: até 33 mil

    Para outros serviços e compras: até 17,6 mil

    (conforme valores atualizados do art. 23, incisos I e II)

  • A questão não está desatualizada! Os valores mudaram, mas a hipótese continua sendo de dispensa de licitação, uma vez que permite-se dispensa quando o valor for menor que 10% do convite.

    10% do convite p/ obras: R$ 33.000,00.

  • Dispensada e dispensável é bem diferente, infelizmente a banca não sabe diferenciar
  • Acredito que essa questão deveria ser anulada por não possuir alternativa correta.

    A banca afirmou: "Poderá ser dispensada a licitação pois o valor encontra-se dentro de limite previsto na alínea "a", do inciso I, do artigo 23 da Lei de Licitações".

    Entretanto, o que ela quis dizer, nos termos do art. 24, I, foi o seguinte: "Poderá ser dispensada a licitação pois o valor encontra-se dentro de 10% do limite previsto na alínea "a", do inciso I, do artigo 23 da Lei de Licitações."

    Portanto, nesse caso, a dispensa só será cabível, se o valor da obra estiver dentro do limite de 10% da modalidade convite para obras, ou seja, 10% de 330 mil (33 mil) e, não, como afirmado pela banca, dentro do limite de 330 mil, simplesmente.


ID
2962699
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A respeito do sistema remuneratório dos agentes públicos previstos na Constituição Federal, analise as assertivas abaixo e assinale V para a verdadeira e F para a falsa:


( ) Aos vereadores á vedado o pagamento sessões extraordinárias ou verbas de gabinete.

( ) Os Vereadores fazem jus ao abono de férias e décimo terceiro salário.

( ) O servidor público, investido e no exercício do mandato eletivo de Vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será mantido no cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.

( ) O subsídio dos vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada sessão legislativa para a subsequente, de acordo com os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e observado os limites dispostos na Constituição Federal.

As afirmativas são, respectivamente, de cima para baixo:

Alternativas
Comentários
  • a) CF - Art. 57 § 7º Na sessão legislativa extraordinária, o Congresso Nacional somente deliberará sobre a matéria para a qual foi convocado, ressalvada a hipótese do § 8º deste artigo, vedado o pagamento de parcela indenizatória, em razão da convocação. 

    b) CF - Art. 39 § 4º O membro de Poder, o detentor de mandato eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória, obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI.  INTERPRETAÇÃO DO STF EM REPERCUSSÃO GERAL:  "(...) 2. O regime de subsídio é incompatível com outras parcelas remuneratórias de natureza mensal, o que não é o caso do décimo terceiro salário e do terço constitucional de férias, pagos a todos os trabalhadores e servidores com periodicidade anual. (...)" (RE 650898, Relator(a): Min. MARCO AURÉLIO, Relator(a) p/ Acórdão: Min. ROBERTO BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 01/02/2017, ACÓRDÃO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-187 DIVULG 23-08-2017 PUBLIC 24-08-2017)

    c) CF - Art. 38. Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições:         

    (...) II - investido no mandato de Prefeito, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração;

    III - investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será aplicada a norma do inciso anterior;

    d) CF - Art. 29 (...) VI - o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subseqüente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos: 

  • (V) Aos vereadores á vedado o pagamento sessões extraordinárias ou verbas de gabinete.

    (V) Os Vereadores fazem jus ao abono de férias e décimo terceiro salário.

    (F) O servidor público, investido e no exercício do mandato eletivo de Vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será mantido no cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.

    (F) O subsídio dos vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada sessão legislativa para a subsequente, de acordo com os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e observado os limites dispostos na Constituição Federal.

  • O erro da ultima está na "Sessão legislativa" não é isto. O correto é legislatura.

  • 13° e terço de férias só se houver previsão legal. Item II está incorreto

  • A questão versa sobre os agentes públicos, que, genericamente, podem ser definidos como pessoas que exercem função pública. Hely Lopes Meirelles acrescenta a tal conceito a informação de que agentes públicos são pessoas físicas responsáveis, seja de modo definitivo ou transitório, do exercício de alguma função estatal conferido a órgão ou entidade da Administração Pública.



    (V) O artigo 39, §4º, CF/88 estabelece que o membro de Poder, o detentor de mandato eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória, obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI.

                Nesse sentido foi o julgamento da ADI 4.587, de relatoria do Min. Ricardo Lewandowski, julgado em 22-5-2014, P DJE 18-6-2014, onde se afirmou que o art. 57, § 7º, do Texto Constitucional veda o pagamento de parcela indenizatória aos parlamentares em razão de convocação extraordinária. Essa norma é de reprodução obrigatória pelos Estados-membros por força do art. 27, § 2º, da Carta Magna. A Constituição é expressa, no art. 39, § 4º, ao vedar o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória ao subsídio percebido pelos parlamentares.



    (V) O STF, ao julgar o RE 650.898, de relatoria do Min. Roberto Barroso, julgado em 01-02-2017, P 24-8-2017, tema 484, estabeleceu que o regime de subsídio é incompatível com outras parcelas remuneratórias de natureza mensal, o que não é o caso do 13º salário e do terço constitucional de férias, pagos a todos os trabalhadores e servidores com periodicidade anual.



    (F) Nos termos do artigo 38, III, CF/88, ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.



    (F) Segundo o artigo 29, VI, CF/88, o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subseqüente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica. Por legislatura, compreende-se o período de quatro anos de execução das atividades pelo Congresso Nacional. Sessão Legislativa é o período anual, em que o Congresso se reúne anualmente.

     



    V-V-F-F

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A


ID
2962702
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Em simetria com o artigo 30 da Constituição Federal, a Lei Orgânica do Município de Bofete dispõe que compete privativamente ao Município legislar sobre assuntos de interesse local, e ainda: 

Alternativas
Comentários
  • Art. 30 - Compete aos municípios:

    I - legislar sobre assuntos de interesse local;

    II - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;

    III - instituir e arrecadar os tributos de sua competência, bem como aplicar suas rendas, sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei;

    IV - criar, organizar e suprimir distritos, observada a legislação estadual; - GABARITO - B

    V - organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial;

    VI - manter, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, programas de educação infantil e de ensino fundamental;

    VII - prestar, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, serviços de atendimento à saúde da população;

    VIII - promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle de uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano;

    IX - promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local, observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e estadual.


ID
2962705
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Bofete, considere as opções abaixo:


1 – O brasão, a bandeira, o hino e o povo constituem símbolos representativos do Município.

2 – São bens do Município todos as coisas móveis e imóveis, direitos e ações que a qualquer título lhe pertençam.

3 – A sede do Município dá-lhe o nome e tem a categoria de cidade.

4 – A administração municipal é constituída dos órgãos integrados na estrutura administrativa da Prefeitura e de entidades dotadas de personalidade jurídica própria.

Levando em consideração as assertivas acima, indique a alternativa correta:

Alternativas

ID
2962708
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Dentre as opções abaixo, assinale a incorreta:

Alternativas
Comentários
  • A Câmara Municipal é um órgão, sendo assim, não tem personalidade jurídica. Apesar disso, ele é um órgão independente, neste caso, pode sim entrar em juízo para defender as suas prerrogativas. O erro consiste apenas na parte da personalidade jurídica.

  • Gabarito Letra A

    a) Incorreta - A Câmara Municipal NÃO tem personalidade jurídica, no entanto goza de personalidade judiciária;

    Súmula 525 STJ - A Câmara de Vereadores não possui personalidade jurídica, apenas personalidade judiciária, somente podendo demandar em juízo para defender os seus direitos institucionais.

    b) Correta - Art. 182. Incumbe à Advocacia Pública, na forma da lei, defender e promover os interesses públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por meio da representação judicial, em todos os âmbitos federativos, das pessoas jurídicas de direito público que integram a administração direta e indireta.

    c) Correta - Art. 183, § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

    d) Correta - Art. 191. De comum acordo, o juiz e as partes podem fixar calendário para a prática dos atos processuais, quando for o caso.

    e) Correta - Art. 192. Em todos os atos e termos do processo é obrigatório o uso da língua portuguesa.

  • A Letra "B" ta incompleta

  • LETRA A

    Súmula 525 STJ. A câmara de vereadores não possui personalidade jurídica, apenas personalidade judiciária, somente podendo demandar em juízo para defender os seus direitos institucionais.

  • CÂMARA MUNICIPAL NÃO POSSUI PERSONALIDADE JURÍDICA. Apenas possui personalidade judiciária porque precisa se defender em processos judiciais.

  • A questão em comento versa sobre Fazenda Pública, Câmara Municipal, atos processuais. A resposta está na doutrina, jurisprudência e CPC.

    A questão pede a alternativa incorreta.

    Atenção para o apontado na Súmula 525 do STJ:

    Súmula 525 STJ. A câmara de vereadores não possui personalidade jurídica, apenas personalidade judiciária, somente podendo demandar em juízo para defender os seus direitos institucionais.




    Diante do exposto, cabe comentar as alternativas da questão.

    LETRA A- INCORRETA. RESPOSTA ADEQUADA. A Câmara dos Vereadores não tem personalidade jurídica, mas possui personalidade judiciária, podendo, pois, demandar em juízo para defender seus interesses institucionais, tudo conforme dita a Súmula 525 do STJ.


    LETRA B- CORRETA. RESPOSTA INADEQUADA. Reproduz o art. 182 do CPC:

    Art. 182. Incumbe à Advocacia Pública, na forma da lei, defender e promover os interesses públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por meio da representação judicial, em todos os âmbitos federativos, das pessoas jurídicas de direito público que integram a administração direta e indireta.


    LETRA C- CORRETA. RESPOSTA INADEQUADA. Reproduz o art. 183, §1º, do CPC:

     Art. 183 (...)

     § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.


    LETRA D- CORRETA. RESPOSTA INADEQUADA. Reproduz o art. 191 do CPC:

    Art. 191. De comum acordo, o juiz e as partes podem fixar calendário para a prática dos atos processuais, quando for o caso.


    LETRA E- CORRETA. RESPOSTA INADEQUADA. Reproduz o art. 192 do CPC:

     Art. 192. Em todos os atos e termos do processo é obrigatório o uso da língua portuguesa.


    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A





  • Súmula 525 STJ. A câmara de vereadores não possui personalidade jurídica, apenas personalidade judiciária, somente podendo demandar em juízo para defender os seus direitos institucionais.

  • GABARITO LETRA A.

    Dentre as opções abaixo, assinale a incorreta:

    CPC

    GABARITO / INCORRETA / A) As Câmaras Municipais possuem personalidade judiciária e jurídica, podendo, com efeito, atuar judicialmente na defesa de direitos institucionais próprios. COMENTÁRIO: Súmula 525 STJ. A câmara de vereadores não possui personalidade jurídica, apenas personalidade judiciária, somente podendo demandar em juízo para defender os seus direitos institucionais. Entendidos esses como relacionados ao fundamento, autonomia e independência do órgão.

    B) Incumbe à Advocacia Pública defender e promover os interesses públicos dos Municípios, por meio da representação judicial, em todos os âmbitos federativos, das pessoas jurídicas de direito público que integram a administração direta e indireta. COMENTÁRIO: Art. 182. Incumbe à Advocacia Pública, na forma da lei, defender e promover os interesses públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por meio da representação judicial, em todos os âmbitos federativos, das pessoas jurídicas de direito público que integram a administração direta e indireta.

    C) A intimação pessoal do Município para fins de contagem de prazo processual far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico. COMENTÁRIO: Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal. § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico. § 2º Não se aplica o benefício da contagem em dobro quando a lei estabelecer, de forma expressa, prazo próprio para o ente público.

    D) De comum acordo, o juiz e as partes podem fixar calendário para a prática dos atos processuais, conforme o caso. COMENTÁRIO: Art. 191. De comum acordo, o juiz e as partes podem fixar calendário para a prática dos atos processuais, quando for o caso.

    E) Em todos os atos e termos do processo é obrigatório o uso da língua portuguesa. COMENTÁRIO: Art. 192. Em todos os atos e termos do processo é obrigatório o uso da língua portuguesa.


ID
2962711
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Constitui causa de suspeição, nos termos do Código de Processo Civil, quando: 

Alternativas
Comentários
  • Código de Processo Civil - CPC.

    Resposta correta letra E

    Art. 145. Há suspeição do juiz:

    I - amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes ou de seus advogados;

    Demais letras:

    Letra A

    Art. 144. Há impedimento do juiz, sendo-lhe vedado exercer suas funções no processo:

    IV - quando for parte no processo ele próprio, seu cônjuge ou companheiro, ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive;

    Letra B

    Art. 144. Há impedimento do juiz, sendo-lhe vedado exercer suas funções no processo:

    IX - quando promover ação contra a parte ou seu advogado.

    Letra C

    Art. 145. Há suspeição do juiz:

    III - quando qualquer das partes for sua credora ou devedora, de seu cônjuge ou companheiro ou de parentes destes, em linha reta até o terceiro grau, inclusive;

    Letra D

    Art. 144. Há impedimento do juiz, sendo-lhe vedado exercer suas funções no processo:

    VI - quando for herdeiro presuntivo, donatário ou empregador de qualquer das partes;

  • LETRA DA LEI 145 CPC !

  • A) Impedimento

    B) Impedimento

    C) Seria suspeição, no entanto, se até 3º grau fosse. Não existe a previsão conforme citado, de parentesco em 4º grau.

    D) Impedimento

    E) Correta, é causa de suspeição.

  • IMPEDIMENTO = Caráter OBJETIVO;

    SUSPEIÇÃO = Caráter SUBJETIVO.

  • GUARDE ESSE MNEMÔNICO NO SEU CORAÇÃO E VOCÊ NUNCA MAIS ERRARÁ QUESTÕES COMO ESSA !

    VOCÊ CONHECE A JUÍZA ARACI QUE FOI SUSPEITA NUM CASO ASSIM ASSIM ASSADO...

    Amigo ou inimigo

    Receber presentes

    Aconselhar as partes

    Credor

    Interessado no processo

  •  A questão em comento fala sobre suspeição do juiz e a resposta está na literalidade do CPC.

    Não há que se confundir impedimento e suspeição do juiz.

    São causas de impedimento do juiz no CPC:

      Art. 144. Há impedimento do juiz, sendo-lhe vedado exercer suas funções no processo:

    I - em que interveio como mandatário da parte, oficiou como perito, funcionou como membro do Ministério Público ou prestou depoimento como testemunha;

    II - de que conheceu em outro grau de jurisdição, tendo proferido decisão;

    III - quando nele estiver postulando, como defensor público, advogado ou membro do Ministério Público, seu cônjuge ou companheiro, ou qualquer parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive;

    IV - quando for parte no processo ele próprio, seu cônjuge ou companheiro, ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive;

    V - quando for sócio ou membro de direção ou de administração de pessoa jurídica parte no processo;

    VI - quando for herdeiro presuntivo, donatário ou empregador de qualquer das partes;

    VII - em que figure como parte instituição de ensino com a qual tenha relação de emprego ou decorrente de contrato de prestação de serviços;

    VIII - em que figure como parte cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge, companheiro ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, inclusive, mesmo que patrocinado por advogado de outro escritório;

    IX - quando promover ação contra a parte ou seu advogado.


    As causas de suspeição do juiz estão no art. 145 do CPC:

      Art. 145. Há suspeição do juiz:

    I - amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes ou de seus advogados;

    II - que receber presentes de pessoas que tiverem interesse na causa antes ou depois de iniciado o processo, que aconselhar alguma das partes acerca do objeto da causa ou que subministrar meios para atender às despesas do litígio;

    III - quando qualquer das partes for sua credora ou devedora, de seu cônjuge ou companheiro ou de parentes destes, em linha reta até o terceiro grau, inclusive;

    IV - interessado no julgamento do processo em favor de qualquer das partes.


    Feitas tais definições, cabe comentar as alternativas da questão.

    LETRA A- INCORRETO. Hipótese de impedimento do juiz do art. 144, IV, do CPC.

    LETRA B- INCORRETO. Hipótese de impedimento do juiz do art. 144, IX, do CPC.

    LETRA C- INCORRETO. Seria hipótese de suspeição se a previsão fosse de parentesco até terceiro grau, e não quarto grau, vide art. 145, III, do CPC.

    LETRA D- INCORRETO. Hipótese de impedimento do juiz do art. 144, VI, do CPC.

    LETRA E- CORRETO. Caso, de fato, de suspeição do juiz, previsto no art. 145, I, do CPC.


    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA E


  • Gabarito: E

    -Código de Processo Civil

     Art. 145. Há suspeição do juiz:

    I - amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes ou de seus advogados;

  • O juiz for parte no processo, seu cônjuge ou companheiro, ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o quarto grau, inclusive. Terceiro grau.

    O juiz promover ação contra a parte ou seu advogado. Impedimento.

    Qualquer das partes for sua credora ou devedora, de seu cônjuge ou companheiro ou de parentes destes, em linha reta até o quarto grau, inclusive. Terceiro grau.

    O juiz for herdeiro presuntivo, donatário ou empregador de qualquer das partes. Impedimento.


ID
2962714
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Caso a despesa com o com pessoal ativo e inativo de um determinado Município exceda o limite legal dentro do prazo legal, a Constituição Federal disciplina determinadas medidas a serem adotadas, dentre as quais podemos citar:

Alternativas
Comentários
  • Na CF

    Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar.

    § 3º Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo, durante o prazo fixado na lei complementar referida no caput, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios adotarão as seguintes providências:  

    I - redução em pelo menos 20% das despesas com cargos em comissão e funções de confiança;  

    II - exoneração dos servidores não estáveis.

  • Li rápido e vi 20% na letra B

  • A) Exoneração de servidores não estáveis.

    B e E) Redução em pelo menos 20% dos cargos em comissão e funções de confiança.

    D) O valor excedente deve ser eliminado nos 2 quadrimestres subsequentes, sendo, aos menos, 1/3 no 1º quadrimestre.


ID
2962717
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

A respeito do tempo dos atos e dos prazos processuais estabelecidos no Código de Processo Civil, é incorreto dizer quer:

Alternativas
Comentários
  • Art. 229. Os litisconsortes que tiverem diferentes procuradores, de escritórios de advocacia distintos, terão prazos contados em dobro para todas as suas manifestações, em qualquer juízo ou tribunal, independentemente de requerimento.

    § 2º Não se aplica o disposto no caput aos processos em autos eletrônicos.

    Gabarito: A

  • Art. 229. Os litisconsortes que tiverem diferentes procuradores, de escritórios de advocacia distintos, terão prazos contados em dobro para todas as suas manifestações, em qualquer juízo ou tribunal, independentemente de requerimento. (erro da questão) desde que requerido expressamente.

  • Art. 229. Os litisconsortes que tiverem diferentes procuradores, de escritórios de advocacia distintos, terão prazos contados em dobro para todas as suas manifestações, em qualquer juízo ou tribunal, independentemente de requerimento.( erro da questão  desde que requerido expressamente.)

  • INDEPENDENTE DE REQUERIMENTO

    PROCESSO EM AUTOS ELETRÔNICOS NÃOOOOOOOOO

  • LETRA- A) INDEPENDENTEMENTE DE REQUERIMENTO

  • ALTERNATIVA CORRETA (A) - SEGUE A FUNDAMENTAÇÃO DAS ALTERNATIVAS:

    LETRA A - Art. 229. Os litisconsortes que tiverem diferentes procuradores, de escritórios de advocacia distintos, terão prazos contados em dobro para todas as suas manifestações, em qualquer juízo ou tribunal, independentemente de requerimento.

    LETRA B - Art. 231. Salvo disposição em sentido diverso, considera-se dia do começo do prazo: II - a data de juntada aos autos do mandado cumprido, quando a citação ou a intimação for por oficial de justiça;

    LETRA C - Art. 213. A prática eletrônica de ato processual pode ocorrer em qualquer horário até as 24 (vinte e quatro) horas do último dia do prazo.

    LETRA D - Arts. 180, 183, e 186 do CPC

    LETRA E - Art. 216. Além dos declarados em lei, são feriados, para efeito forense, os sábados, os domingos e os dias em que não haja expediente forense.

  • Gabarito: A

    • Código de Processo Penal

    Art. 229. Os litisconsortes que tiverem diferentes procuradores, de escritórios de advocacia distintos, terão prazos contados em dobro para todas as suas manifestações, em qualquer juízo ou tribunal, independentemente de requerimento.


ID
2962720
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

O novo Código de Processo Civil – Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015 – disciplinou de forma expressa o instituto da desconsideração de personalidade jurídica. Nesse contexto, analise as assertivas abaixo e assinale V para a verdadeira e F para a falsa:


( ) O incidente de desconsideração é cabível no cumprimento de sentença e na execução fundada em título executivo extrajudicial, exceto nas fases do processo de conhecimento.

( ) A instauração do incidente é dispensada caso a desconsideração da personalidade jurídica seja requerida na petição inicial, hipótese em que será citado o sócio ou a pessoa jurídica.

( ) Os pressupostos da desconsideração da personalidade jurídica encontram-se previstos em legislação específica, em especial no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor.

( ) Cabe agravo de instrumento da decisão interlocutória que decide o pedido de desconsideração da personalidade jurídica.

As afirmativas são, respectivamente, de cima para baixo:

Alternativas
Comentários
  • CPC

    Art. 134. O incidente de desconsideração é cabível em todas as fases do processo de conhecimento, no cumprimento de sentença e na execução fundada em título executivo extrajudicial.

    § 1º A instauração do incidente será imediatamente comunicada ao distribuidor para as anotações devidas.

    § 2º Dispensa-se a instauração do incidente se a desconsideração da personalidade jurídica for requerida na petição inicial, hipótese em que será citado o sócio ou a pessoa jurídica.

    § 3º A instauração do incidente suspenderá o processo, salvo na hipótese do § 2º.

    § 4º O requerimento deve demonstrar o preenchimento dos pressupostos legais específicos para desconsideração da personalidade jurídica.

  • Quanto a assertiva "Os pressupostos da desconsideração da personalidade jurídica encontram-se previstos em legislação específica, em especial no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor.

    Vide: Art. 133. O incidente de desconsideração da personalidade jurídica será instaurado a pedido da parte ou do Ministério Público, quando lhe couber intervir no processo.

    § 1º O pedido de desconsideração da personalidade jurídica observará os pressupostos previstos em lei.

    Disse Didier:

    Corretamente, o CPC não cuidou das hipóteses de desconsideração,

    que serão definidas em lei específica (art. 133, § 1º, CPC). O CPC apenas

    regula o modo de aplicar-se a sanção da desconsideração da personalidade

    jurídica no processo. (CURSO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL· Vol. 1 - 2017)

    Disse Misael Montenegro Filho:

    Em termos de fundamentação, a lei processual previu que o requerimento deve demonstrar o preenchimento dos

    pressupostos legais específicos para desconsideração da personalidade jurídica, que estão nos arts. 50 do CC, 28 do

    CDC e 135 do CTN, com a seguinte redação:

    Art. 50. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela

    confusão patrimonial, pode o juiz decidir, a requerimento da parte, ou do Ministério Público quando lhe

    couber intervir no processo, que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam

    estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. (redação sem atualização de abril de 2019)

    Art. 28. O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do

    consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos

    estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada quando houver falência, estado de

    insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração. § 1°

    (Vetado.) § 2° As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas, são

    subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste Código. § 3° As sociedades

    consorciadas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste código. § 4° As

    sociedades coligadas só responderão por culpa. § 5° Também poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica

    sempre que sua personalidade for, de alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados

    aos consumidores.

    Art. 135. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias

    resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos: I –

    as pessoas referidas no artigo anterior; II – os mandatários, prepostos e empregados; III – os diretores,

    gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. (Processo civil sintetizado / Misael Montenegro Filho. – 15. ed., rev. e atual. – São Paulo: Forense,

    2018.)

  • Comentário da assertiva:

    Cabe agravo de instrumento da decisão interlocutória que decide o pedido de desconsideração da personalidade jurídica. - eu, particularmente, fiquei na dúvida aqui pq fiquei catando a letra da lei que não deixou claro no art. 136 que é instrumento.

    Diz Didier: O incidente será resolvido por decisão interlocutória- impugnável por agravo de instrumento [art. 1.015, IV, CPC). Se for por decisão de relator, o caso é de agravo interno (art. 136, par. ún., CPC). Se porventura o juiz decidir o incidente na sentença, o caso é de apelação (art. 1.009, CPC).  (CURSO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL· Vol. 1 - 2017)

  • (F) O incidente de desconsideração é cabível no cumprimento de sentença e na execução fundada em título executivo extrajudicial, exceto nas fases do processo de conhecimento.

    [Art. 134. CPC - O incidente de desconsideração é cabível em todas as fases do processo de conhecimento, no cumprimento de sentença e na execução fundada em título executivo extrajudicial]

    (V) A instauração do incidente é dispensada caso a desconsideração da personalidade jurídica seja requerida na petição inicial, hipótese em que será citado o sócio ou a pessoa jurídica.

    [Art. 134, §2º, CPC - Dispensa-se a instauração do incidente se a desconsideração da personalidade jurídica for requerida na petição inicial, hipótese em que será citado o sócio ou a pessoa jurídica]

    (V) Os pressupostos da desconsideração da personalidade jurídica encontram-se previstos em legislação específica, em especial no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor.

    [Código Civil - Teoria Maior - Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade ou pela confusão patrimonial, pode o juiz, a requerimento da parte, ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo, desconsiderá-la para que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares de administradores ou de sócios da pessoa jurídica beneficiados direta ou indiretamente pelo abuso]

    [Código de Defesa do Consumidor - Teoria Menor - .Art. 28. O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica provocados por má administração].

    (V) Cabe agravo de instrumento da decisão interlocutória que decide o pedido de desconsideração da personalidade jurídica.

    [Art. 1015, CPC -  Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre: [...] IV - incidente de desconsideração da personalidade jurídica];

  • Regras básicas sobre o incidente de desconsideração da personalidade jurídica;

    cabe em qualquer fase

    Se já foi pedido na inicial não provoca o incidente de desconsideração

    deve haver manifestação em 15 dias

    deve ser decidido por decisão interlocutória.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Um plus que se acresce:

    Na Petição Inicial -> NÃO SUSPENDE O PROCESSO.

    Após a instauração do processo -> SUSPENDE.

  • Gabarito D.

    Contra decisão interlocutória que decide desconsideração - cabe agravo de instrumento.

    Decisão feita pelo relator = cabe agravo interno.

  • O novo Código de Processo Civil – Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015 – disciplinou de forma expressa o instituto da desconsideração de personalidade jurídica. Nesse contexto, é correto afirmar que:

    -A instauração do incidente é dispensada caso a desconsideração da personalidade jurídica seja requerida na petição inicial, hipótese em que será citado o sócio ou a pessoa jurídica.

    -Os pressupostos da desconsideração da personalidade jurídica encontram-se previstos em legislação específica, em especial no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor.

    -Cabe agravo de instrumento da decisão interlocutória que decide o pedido de desconsideração da personalidade jurídica.

  • O incidente de desconsideração da personalidade jurídica está regulamentado nos arts. 133 a 137, do CPC/15. Explica a doutrina que ele "consiste na desconsideração da autonomia entre o patrimônio da pessoa jurídica e o dos seu sócios, de modo a permitir, em determinadas circunstâncias, que o patrimônio dos sócios seja atingido mesmo quando a obrigação tenha sido assumida pela pessoa jurídica. Normalmente, objetiva evitar que a autonomia patrimonial da pessoa jurídica possa ser usada como instrumento para fraudar a lei ou para o abuso de direito" (MARINONI, Luiz Guilherme, e outros. Novo Código de Processo Civil Comentado. São Paulo: Revista dos Tribunais. 1 ed. 2015. p. 207).  

    Afirmativa I) O incidente de desconsideração da personalidade jurídica é cabível em todas as fases do processo de conhecimento, no cumprimento de sentença e na execução fundada em título executivo extrajudicial (art. 134, caput, CPC/15). Afirmativa falsa.

    Afirmativa II)
    De fato, a lei processual admite que o pedido de desconsideração da personalidade jurídica seja formulado na petição inicial, ocasião em que não haverá a formação de um incidente, mas sim a citação direta do sócio da pessoa jurídica, senão vejamos: "Art. 134, §2º, CPC/15. Dispensa-se a instauração do incidente se a desconsideração da personalidade jurídica for requerida na petição inicial, hipótese em que será citado o sócio ou a pessoa jurídica". Afirmativa verdadeira.

    Afirmativa III)
    É certo que os requisitos para a desconsideração da personalidade jurídica constam em leis específicas e não no Código de Processo Civil. Para as relações civilistas, os requisitos constam no Código Civil, para as relativas às relações de consumo, no Código de Defesa do Consumidor, havendo requisitos específicos, ainda, para as relativas ao Direito Ambiental, ao Direito Tributário... Afirmativa verdadeira.  

    Afirmativa IV)
    Tal hipótese de cabimento consta expressamente no art. 1.015, IV, do CPC/15, segundo o qual cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre incidente de desconsideração da personalidade jurídica. Afirmativa verdadeira.  

    Gabarito do professor: Letra D.

ID
2962723
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

O Código de Processo Civil que entrou em vigor em 2016, alterou de forma significativa diversos instrumentos e atos processuais até então praticados, com vistas na celeridade da prestação jurisdicional e na solução consensual dos conflitos. Com efeito, o Livro V do Código é reservado às denominada Tutelas Provisórias, havendo diversas e específicas disciplinas a respeito do instituto.

Sobre esse assunto, relacione corretamente as colunas:


1 – Tutela de urgência.

2 – Tutela de urgência de natureza cautelar.

3 – Tutela de evidência.

4 – Tutela de urgência de natureza antecipada.

( ) Pode ser concedida liminarmente ou após justificação prévia, quando elementos evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.

( ) Pode ser efetivada mediante arresto, sequestro, arrolamento de bens, registro de protesto contra alienação de bem e qualquer outra medida idônea para asseguração do direito.

( ) Pode ser concedida liminarmente, quando as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas documentalmente e houver tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em súmula vinculante, independentemente da demonstração de perigo de dano ou de risco ao resultado útil do processo.

( ) Torna-se estável se da decisão que a conceder não for interposto o respectivo recurso.

A sequência correta é encontrada em: 

Alternativas
Comentários
  • Letra B

    Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.

    § 2º A tutela de urgência pode ser concedida liminarmente ou após justificação prévia.

    Art. 301. A tutela de urgência de natureza cautelar pode ser efetivada mediante arresto, sequestro, arrolamento de bens, registro de protesto contra alienação de bem e qualquer outra medida idônea para asseguração do direito.

    Art. 311. A tutela da evidência será concedida, independentemente da demonstração de perigo de dano ou de risco ao resultado útil do processo, quando:

    II - as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas documentalmente e houver tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em súmula vinculante;

    Parágrafo único. Nas hipóteses dos incisos II e III, o juiz poderá decidir liminarmente.

    Art. 304. A tutela antecipada, concedida nos termos do art.303, torna-se estável se da decisão que a conceder não for interposto o respectivo recurso.

  • É sempre bom ter um esqueminha na cabeça quando o assunto é tutela provisória

    Tutela de URGÊNCIA - Probabilidade e risco de lesão

    Pode ser: Cautelar (visa resguardar o resultado útil do processo - ex: arrestar, sequestrar os bens do executado para ao final o credor de fato receber) ou;

    Antecipada ( é satisfativa - o resultado que se espera lá no fim do processo é concedido antes )

    Tanto a cautelar quanto a antecipada podem ser em caráter antecedente ou incidental.

    Tutela de EVIDÊNCIA - ALTO grau de probabilidade - Não há perigo de lesão - Sempre incidental

    Importante decorar os 4 incisos do art. 311, CPC e lembrar que o inc. II e III - podem ser concedidos liminarmente.

    (ou seja, no início, sem instrução probatória. Liminar quer dizer " no início". Tutela concedida na sentença nunca será liminar)

  • MELHORES CONCEITOS, AGORA SIM!

    TJAM 2019 \O

  • GABARITO: B

    1 - Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.

    2 - Art. 301. A tutela de urgência de natureza cautelar pode ser efetivada mediante arresto, sequestro, arrolamento de bens, registro de protesto contra alienação de bem e qualquer outra medida idônea para asseguração do direito.

    3 - Art. 311. A tutela da evidência será concedida, independentemente da demonstração de perigo de dano ou de risco ao resultado útil do processo, quando: II - as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas documentalmente e houver tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em súmula vinculante;

    4 - Art. 304. A tutela antecipada, concedida nos termos do art. 303, torna-se estável se da decisão que a conceder não for interposto o respectivo recurso.

  • 1) Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo. § 2º A tutela de urgência pode ser concedida liminarmente ou após justificação prévia.

    2) Art. 301. A tutela de urgência de natureza cautelar pode ser efetivada mediante arresto, sequestro, arrolamento de bens, registro de protesto contra alienação de bem e qualquer outra medida idônea para asseguração do direito.

    3)  Art. 311. A tutela da evidência será concedida, independentemente da demonstração de perigo de dano ou de risco ao resultado útil do processo, quando: II - as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas documentalmente e houver tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em súmula vinculante;

    4)  Art. 304. A tutela antecipada, concedida nos termos do , torna-se estável se da decisão que a conceder não for interposto o respectivo recurso.

  • Que questão maravilhosa!!!

  • O Código de Processo Civil prevê duas espécies de tutela provisória: a tutela de urgência e a tutela da evidência. A tutela de urgência, que pode ser concedida liminarmente ou após justificação prévia, tem lugar quando houver nos autos elementos que indiquem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo (art. 300, caput c/c §2º, CPC/15).

    A tutela de urgência pode ter natureza cautelar, segundo o art. 301, do CPC/15, pode ser efetivada mediante arresto, sequestro, arrolamento de bens, registro de protesto contra alienação de bem e qualquer outra medida idônea para asseguração do direito.

    A tutela da evidência, por sua vez, tem lugar, independentemente da demonstração do perigo de dano ou do risco ao resultado útil do processo, quando "I - ficar caracterizado o abuso do direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório da parte; II - as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas documentalmente e houver tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em súmula vinculante; III - se tratar de pedido reipersecutório fundado em prova documental adequada do contrato de depósito, caso em que será decretada a ordem de entrega do objeto custodiado, sob cominação de multa; ou IV - a petição inicial for instruída com prova documental suficiente dos fatos constitutivos do direito do autor, a que o réu não oponha prova capaz de gerar dúvida razoável", podendo ser concedida liminarmente nas hipóteses trazidas nos incisos II e III  (art. 311, CPC/15). 

    A tutela de urgência de natureza antecipada, por fim, corresponde à tutela de urgência requerida em caráter antecedente. Se a tutela for concedida e a parte contrária não apresentar recurso, nos termos da lei ela se tornará estável, conservando seus efeitos enquanto não for revista, reformada ou invalidada por uma decisão de mérito, e o processo será extinto (art. 304, CPC/15).

    Gabarito do professor: Letra B.

ID
2962726
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No que tange ao controle de constitucionalidade, assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Comentários
  • O art.  da , elenca

    03 (três) pessoas, 03 (três) mesas e 03 (três) entidades para ajuizar ADI.

    As 03 (três) pessoas: Presidente da República, Procurador Geral da República e Governador de Estado/ DF

    As 03 (três) mesas: Mesa do Senado Federal, Mesa da Câmara dos Deputados e as Mesas da Assembleias Legislativas*

    * No Distrito Federal tem-se a Câmara Legislativa exercendo o papel exercido pelas as Assembleias nos Estados

    As 03 (três) entidades: Conselho Federal da OAB, Partido Político com representação no Congresso Nacional, Confederação Sindical ou entidade de classe de âmbito nacional*

    Confederação Sindical ou entidade de classe de âmbito nacional estão listadas em um único inciso, por isso, foram considerados contadas como uma

    O erro que torna alternativa incorreta é:

    Possuem legitimidade “ad causam”, legitimados universais para a propositura de ação direta de inconstitucionalidade, dentre outro, o Presidente da República, a Mesa do Congresso Nacional e a Procuradoria Geral de Justiça.

    O certo é Procuradoria Geral da Republica

  • A respeito da alternativa "B", consoante Pedro Lenza (pg. 270), a inconstitucionalidade formal orgânica decorre da competência legislativa para a elaboração do ato. Cita, como exemplo, a lei municipal que disciplina o uso de cinto de segurança, já que se trata de competência da União.

    Dessa forma, tenho minhas dúvidas quanto a ela.

  • É deveras importante esclarecer que o PGJ é legitimado para a propositura da ADIN ESTADUAL, sendo, portanto, legitimado para referida ação.

    O erro na letra D é quanto à Mesa do Congresso Nacional.

    Bons estudos.

  • A inconstitucionalidade formal pode ser:

    ORGÂNICA - inobservância da competência legislativa para elaboração do ato.

    FORMAL PROPRIAMENTE DITA - inobservância do devido processo legislativo.

    a) Vício formal subjetivo - vício na iniciativa.

    b) Vício formal subjetivo - demais vícios no processo legislativo, em momentos posteriores à iniciativa.

    VIOLAÇÃO A PRESSUPOSTOS OBJETIVOS DO ATO NORMATIVO - ex. elaboração de MP sem obediência aos requisitos de relevância e urgência ou criação de Municípios sem observância dos requisitos do art. 18, § 4º,da CF

  • Apesar da letra D possuir um erro mais evidente, entendo que a letra B também esteja incorreta, pois a inconstitucionalidade formal orgânica decorre da inobservância da competência legislativa para a elaboração do ato. Ou seja, a competência é de um ente (União, Estado, Distrito Federal ou Município) e há uma invasão de competência na elaboração daquele ato. Todavia, a impossibilidade de emendar a Constituição durante a intervenção federal trata-se de uma limitação circunstancial, pelo menos é o que grande parte da doutrina cita.

  • Colaborando com o comentário do @Concursando_resiliente, no mesmo sentido é a doutrina da Nathalia Masson:

    "(...) Inconstitucionalidade formal orgânica, quando há desobediência a regra de competência para produção do ato, como, por exemplo, quando um Estado-membro edita norma exercendo competência que, pela previsão do art. 22, I, CF/88, está destinada a ser regulamentada pela União, de modo privativa. (...) (Masson, Nathalia. Manual de Direito Constitucional. 6. ed. - Salvador: JusPODIVM, 2018. fl.1256).

  • Com o devido respeito ao comentário do colega Yeric Souza, mas acredito que não está integralmente correto, importante lembrar do conteúdo do art. 125. p.2, in verbis:

    § 2º Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição estadual, vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão.

    Os legitimados para propositura de ação de controle de constitucionalidade do art. 103, CF/88 não é norma de reprodução obrigatória pelos estado. Desta forma não é correto afirmar que o PGJ é legitimado para propositura da ADIN ESTADUAL, conforme consta no comentário do colega. O rol de legitimados de cada estado não é exatamente o mesmo do rol da CF, não se aplica o princípio da simetria nesses casos.

  • ATENÇÃO, pessoal. Essa pegadinha é muito recorrente em questões de controle.

    Mesa do CONGRESSO NACIONAL não é legitimada para propositura de ADIN (lembrar do sistema bicameral)

    Outra coisa, PGJ é legitimado para propositura de ADIN ESTADUAL.

    O erro da questão está em dizer que mesa do congresso pode propor ADI, não que o PGJ é legitimado para propor a ação.

  • Apesar do erro grosseiro da alternativa D, entendo que a B também está incorreta, no caso de Emenda Constitucional durante a intervenção federal seria inconstitucionalidade material.

  • GABARITO: D

    Macete: para facilitar a memorização, eles são divididos em 3 (três) grupos: 1) mesas; 2) pessoas/autoridades; e 3) instituições/entidades. Cada grupo possui 3 (três) integrantes. Desses 3 (três integrantes), o "mais fraco", o "menos importante", de cada grupo é legitimado especial, sendo, portanto, 3 (três) os legitimados especiais. Os demais são legitimados universais. Abaixo, sublinhados, estão os legitimados especiais.  

    1) 3 Mesas:

    1.1) Mesa do Senado Federal (inciso II);

    1.2) Mesa da Câmara dos Deputados (inciso III); 

    1.3) Mesa da Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do DF (inciso IV).

    2) 3 Pessoas/autoridades:

    2.1) Pres. da República (inciso I); 

    2.2) PGR (inciso VI);

    2.3) Governador do Estado ou do DF (inciso V);

    3) 3 Instituições:

    3.1) Conselho Federal da OAB (inciso VII);

    3.2) Partido político com representação no CN (inciso VIII); 

    3.3) Confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional (inciso IX). 

  • Essa questão, a meu ver, possui duas alternativas erradas, quais sejam, as assertivas "B" e "D".

    Explica-se.

    O erro da alternativa "B" consiste em dizer que a propositura de emenda constitucional durante a intervenção federal gera vício de inconstitucionalidade orgânica. Todavia, não é esse tipo de inconstitucionalidade.

    Segundo a professora Nathalia Masson, em seu Manual de Direito Constitucional, a inconstitucionalidade propriamente dita ocorre quando há um defeito na formação do ato, por desobediência às prescrições constitucionais referentes ao trâmite legislativo adequado para sua feitura. Ela pode ser subjetivo, quando o defeito deriva de desobediência à iniciativa estipulada, ou objetiva, nas hipóteses em que o vício está na desarmonia com regras atinentes aos outros atos do processo legislativo de gestação da norma. (...) tem-se a inconstitucionalidade formal orgânica quando há desobediência a regra de competência para produção do ato, como por exemplo, quando um Estado-membro edita norma exercendo competência que, pela previsão do artigo 22, I, CF/88 está destinada a ser regulamentada pela União, de modo privativo.

    Portanto, o caso aventado pelo examinador na alternativa "B" - levando-se em consideração na doutrina da Nathalia Masson - não se trata de inconstitucionalidade formal orgânica, porquanto não houve o desrespeito a regra de competência; trata-se, ao meu sentir, de inconstitucionalidade formal objetiva.

    Enfim, posso estar errado; corrigam-me (mandando uma mensagem) se eu estiver enganado.

  • B e D são o gabarito. Sem mais. Banca lixo

  • Li a B e já marquei.

  • Quanto à NATUREZA do vício, existem duas espécies de inconstitucionalidade

    1) MATERIAL (NOMOESTÁTICA): Ocorre quando o conteúdo da lei ou ato normativo está em desacordo com o conteúdo de uma regra ou princípio constitucional.

    Ex: é inconstitucional lei que estabeleça diferença de tratamento para filhos havidos fora do casamento. O conteúdo desta lei viola o conteúdo do art. 227, § 6º da CF/88.

    2) FORMAL (NOMODINÂMICA) Dica para guardar o nome: dinâmica = relacionada com o processo (movimento) legislativo: Ocorre quando é desrespeitada alguma regra do processo legislativo.

    Há uma violação no processo de produção da norma. Descumprimento dos requisitos formais.

    A inconstitucionalidade formal pode ser subdividida em três espécies:

    2.1) Inconstitucionalidade orgânica: Ocorre quando há inobservância das regras de competência para a edição do ato. Ex: uma lei estadual que trate sobre direito penal ou sobre direito civil.

    2.2) Inconstitucionalidade formal propriamente dita:

    Ocorre quando é descumprido o devido processo legislativo previsto na CF/88. Esse descumprimento pode ser:

    a) Subjetivo: se houve um vício de iniciativa (vício no “sujeito” que iniciou o processo legislativo). Ex: lei de iniciativa parlamentar sobre um assunto do art. 61, § 1º (que são de iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo).

    b) Objetiva: quando são violados outros aspectos do procedimento legislativo. Ex: uma lei complementar que é aprovada por maioria simples e não maioria absoluta (art. 69).

    2.2) Inconstitucionalidade por violação aos pressupostos objetivos do ato:

    A CF/88 prevê pressupostos objetivos para a edição de determinados atos. Ex: o art. 62 exige que a medida provisória somente seja editada em caso de “relevância e urgência”.

    FONTE: DOD INFO 926

    É inconstitucional lei estadual que impõe às montadoras, concessionárias e importadoras de veículos a obrigação de fornecer veículo reserva a clientes cujo automóvel fique inabilitado por mais de quinze dias por falta de peças originais ou por impossibilidade de realização do serviço, durante o período de garantia contratual. STF. Plenário. ADI 5158/PE, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 6/12/2018 (Info 926).

    O STF entendeu que há uma inconstitucionalidade orgânica na lei.

  • Quanto à NATUREZA do vício, existem duas espécies de inconstitucionalidade

    1) MATERIAL (NOMOESTÁTICA): Ocorre quando o conteúdo da lei ou ato normativo está em desacordo com o conteúdo de uma regra ou princípio constitucional.

    Ex: é inconstitucional lei que estabeleça diferença de tratamento para filhos havidos fora do casamento. O conteúdo desta lei viola o conteúdo do art. 227, § 6º da CF/88.

    2) FORMAL (NOMODINÂMICA) Dica para guardar o nome: dinâmica = relacionada com o processo (movimento) legislativo: Ocorre quando é desrespeitada alguma regra do processo legislativo.

    Há uma violação no processo de produção da norma. Descumprimento dos requisitos formais.

    A inconstitucionalidade formal pode ser subdividida em três espécies:

    2.1) Inconstitucionalidade orgânica: Ocorre quando há inobservância das regras de competência para a edição do ato. Ex: uma lei estadual que trate sobre direito penal ou sobre direito civil.

    2.2) Inconstitucionalidade formal propriamente dita:

    Ocorre quando é descumprido o devido processo legislativo previsto na CF/88. Esse descumprimento pode ser:

    a) Subjetivo: se houve um vício de iniciativa (vício no “sujeito” que iniciou o processo legislativo). Ex: lei de iniciativa parlamentar sobre um assunto do art. 61, § 1º (que são de iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo).

    b) Objetiva: quando são violados outros aspectos do procedimento legislativo. Ex: uma lei complementar que é aprovada por maioria simples e não maioria absoluta (art. 69).

    2.2) Inconstitucionalidade por violação aos pressupostos objetivos do ato:

    A CF/88 prevê pressupostos objetivos para a edição de determinados atos. Ex: o art. 62 exige que a medida provisória somente seja editada em caso de “relevância e urgência”.

    FONTE: DOD INFO 926

    É inconstitucional lei estadual que impõe às montadoras, concessionárias e importadoras de veículos a obrigação de fornecer veículo reserva a clientes cujo automóvel fique inabilitado por mais de quinze dias por falta de peças originais ou por impossibilidade de realização do serviço, durante o período de garantia contratual. STF. Plenário. ADI 5158/PE, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em 6/12/2018 (Info 926).

    O STF entendeu que há uma inconstitucionalidade orgânica na lei.


ID
2962729
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

De acordo com a Súmula Vinculante nº 55 do Supremo Tribunal Federal - STF, o direito ao auxílio-alimentação não se estende aos servidores inativos.

Suponha que determinada decisão contrarie expressamente tal orientação. Neste caso, a medida constitucional devida perante o STF seria:

Alternativas
Comentários
  • Reclamação (RCL) é um instrumento jurídico com status constitucional que visa preservar a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) e garantir a autoridade de suas decisões

  • *Reclamação constitucional:

    1)Conceito:

    A Reclamação (RCL) é um instrumento jurídico com status constitucional que visa preservar a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) e garantir a autoridade de suas decisões.

    Originalmente, ela é fruto da construção jurisprudencial do STF que, com o decorrer do tempo, foi sendo incorporada ao texto constitucional (artigo 102, inciso I, alínea “i”, da Constituição Federal).

    2)Cabimento:

    A Reclamação é cabível em três hipóteses. Uma delas é preservar a competência do STF – quando algum juiz ou tribunal, usurpando a competência estabelecida no artigo 102 da Constituição, processa ou julga ações ou recursos de competência do STF. Outra, é garantir a autoridade das decisões do STF, ou seja, quando decisões monocráticas ou colegiadas do STF são desrespeitadas ou descumpridas por autoridades judiciárias ou administrativas.

    Também é possível ajuizar Reclamação para garantir a autoridade das súmulas vinculantes: depois de editada uma súmula vinculante pelo Plenário do STF, seu comando vincula ou subordina todas as autoridades judiciárias e administrativas do País. No caso de seu descumprimento, a parte pode ajuizar Reclamação diretamente ao STF. A medida NÃO se aplica, porém, para as súmulas convencionais da jurisprudência dominante do STF.

    Fonte: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=271852

    Resposta: Letra B

  • Art. 103-A, CF. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei.  

    § 3º Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que, julgando-a procedente, anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada, e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula, conforme o caso.

  • Em regra, sempre que algum ato suprimir ou contrariar decisões do STF (emanadas diretamente por ele, como no caso de súmula vinculante) caberá reclamação (RCL). Por que? Explico!

    A reclamação é instrumento cabível para manter a "integridade" moral das decisões do Supremo, bem como a autoridade delas. No caso de ato que vai contra SV, cabe reclamação, pois SV é um ato, dotado de efeito vinculante, que é emanado diretamente pelo STF.

  • A Reclamação Constitucional: é cabível em três hipóteses. Uma delas é preservar a competência do STF – quando algum juiz ou tribunal, usurpando a competência estabelecida no artigo 102 da Constituição, processa ou julga ações ou recursos de competência do STF. Outra, é garantir a autoridade das decisões do STF, ou seja, quando decisões monocráticas ou colegiadas do STF são desrespeitadas ou descumpridas por autoridades judiciárias ou administrativas. Também é possível ajuizar Reclamação para garantir a autoridade das súmulas vinculantes: depois de editada uma súmula vinculante pelo Plenário do STF, seu comando vincula ou subordina todas as autoridades judiciárias e administrativas do País. No caso de seu descumprimento, a parte pode ajuizar Reclamação diretamente ao STF. A medida não se aplica, porém, para as súmulas convencionais da jurisprudência dominante do STF.

  • GABARITO LETRA B - SEMPRE QUE HOUVER VIOLAÇÃO À SÚMULA DO STF CABERÁ RECLAMAÇÃO CONSTITUCIONAL.

  • A questão exige conhecimento acerca da reclamação constitucional e pede ao candidato que assinale qual o instrumento jurídico cabível da decisão que contraria expressamente a súmula do STF.

    Para responder a questão, necessário conhecimento do art. 103, § 3º, CF, que preceitua:

    § 3º Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que, julgando-a procedente, anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada, e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula, conforme o caso.    

    Portanto, a decisão que contraria expressamente a orientação da Súmula Vinculante nº 55 cabe reclamação constitucional ao STF, de modo que somente o item "B" encontra-se correto.

    Gabarito: B

  • Devemos marcar a letra B, pois conforme a CF/88:

    Art. 103-A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei.

    § 3º Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que, julgando-a procedente, anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada, e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula, conforme o caso.


ID
2962732
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

De acordo com Código Civil Brasileiro, são pessoas jurídicas de direito público, exceto:

Alternativas
Comentários
  • Os partidos políticos são pessoas jurídicas de direito privado, por expressa previsão legal.

  • Artigo 41 e 42 do código civil dizem quem são as pessoas de direito público e artigo 44 as pessoas de direito privado.

  • Art. 44, Código Civil: São pessoas jurídicas de direito privado:

    I - as associações;

    II - as sociedades;

    III - as fundações.

    IV - as organizações religiosas;

    V - os partidos políticos;

    VI - as empresas individuais de responsabilidade limitada.

  • A questão trata das pessoas de direito público.

    A) Os Estados, o Distrito Federal e os Territórios.

    Código Civil:

    Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

    II - os Estados, o Distrito Federal e os Territórios;

    Correta letra “A”.

    B) As autarquias, inclusive as associações públicas.

    Código Civil:

    Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

    IV - as autarquias, inclusive as associações públicas;         (Redação dada pela Lei nº 11.107, de 2005)

    Correta letra “B”.

    C) Os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público.

    Código Civil:

    Art. 42. São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público.

    Correta letra “C”.

    D) Os Municípios.

    Código Civil:

    Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

    III - os Municípios;

    Correta letra “D”.

    E) Os partidos políticos.

    Código Civil:

    Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:

    V - os partidos políticos.         (Incluído pela Lei nº 10.825, de 22.12.2003)

    Os partidos políticos são pessoas jurídicas de direito privado.

    Incorreta letra “E”. Gabarito da questão.

    Resposta: E

    Gabarito do Professor letra E.

  • A questão trata das pessoas de direito público. 

    A) Os Estados, o Distrito Federal e os Territórios.

    Código Civil:

    Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

    II - os Estados, o Distrito Federal e os Territórios;

    Correta letra “A”.

    B) As autarquias, inclusive as associações públicas.

    Código Civil:

    Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

    IV - as autarquias, inclusive as associações públicas;         

    Correta letra “B”.

    C) Os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público.

    Código Civil:

    Art. 42. São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público.

    Correta letra “C”.

    D) Os Municípios.

    Código Civil:

    Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

    III - os Municípios;

    Correta letra “D”.

    E) Os partidos políticos.

    Código Civil:

    Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:

    V - os partidos políticos.         

    Os partidos políticos são pessoas jurídicas de direito privado.

    Incorreta letra “E”. Gabarito da questão.

    Resposta: E

    Fonte: Professora Neyse Fonseca.

  • Os Estados estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito internacional público são PESSOAS JURÍDICAS DE DIREITO PÚBLICO EXTERNO.

    Mas a questão pergunta qual das alternativas não representa uma PJ de Direito Público, a resposta é Partidos Políticos, pois trata-se de PJ de Direito Privado.

  • Planexcon, q banca é essa???!!


ID
2962735
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A respeito dos bens públicos, analise as assertivas abaixo e assinale V para a verdadeira e F para a falsa:


( ) As ruas e praças são bens de uso comum do povo.

( ) A sede da Prefeitura Municipal de Bofete é considerada um bem público de uso especial.

( ) Os bens públicos dominicais podem ser alienados, observadas as exigências legais específicas.

( ) Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação.


As afirmativas são, respectivamente, de cima para baixo:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    Código Civil

    Art. 99. São bens públicos:

    I - os de uso comum do povo, tais como rios, mares, estradas, ruas e praças; (I- VERDADEIRO)

    II - os de uso especial, tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal, inclusive os de suas autarquias; (II - VERDADEIRO)

    III - os dominicais, que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público, como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas entidades.

    Parágrafo único. Não dispondo a lei em contrário, consideram-se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado.

    Art. 100. Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação, na forma que a lei determinar.(IV- VERDADEIRO)

    Art. 101. Os bens públicos dominicais podem ser alienados, observadas as exigências da lei.

    (III- VERDADEIRO)

  • Bens comuns, especiais ou dominicais podem ser alienados, desde que desafetados.

  • Bens públicos (gênero)

    Classificação 

    •Titularidade

    •Destinação

    •Disponibilidade

    Características

    Inalienabilidade

    •Impenhorabilidade

    •Imprescritibilidade (usucapião)

    •Não onerabilidade

    Espécies:

    Bens públicos de uso comum do povo

    •Uso ilimitado 

    •Acesso irrestrito 

    •Pode ser de uso gratuito ou retribuído 

    •Destinação pública (afetação)

    •Inalienáveis

    •Imprescritíveis (usucapião )

    •Impenhoráveis

    •Praias, lagoas, praças , ruas , avenidas , rios e etc

    Bens públicos de uso especial 

    Uso limitado

    •Acesso restrito (regras)

    •Destinação pública específica 

    (afetação)

    •Inalienáveis 

    •Imprescritíveis (usucapião )

    •Impenhoráveis 

    •Onde a administração exerce suas atividades funcionais 

    •Destinado ao uso pelo próprio poder público para a prestação de seus serviços

    •Fórum, prédios das repartições públicas, departamentos e etc 

    Bens públicos de uso dominicais ou de domínio nacional 

    •Constituem patrimônio das pessoas jurídicas de direito público interno , como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas entidades.

    •Não possui destinação (desafetação)

    Alienáveis 

    •Imprescritíveis (usucapião )

    •Impenhoráveis 

    •Prédios , terrenos e lotes desativados e etc

    Observação

    •Apenas os bens públicos de uso dominicais podem ser alienados.

    •Os bens públicos não estão sujeito a usucapião.

    •Nenhuma espécie de bens públicos pode sofrer usucapião.

    Afetação e Desafetação 

    Afetação

    •Ocorre quando os bens públicos possui uma destinação determinada

    Desafetação

    •Ocorre quando os bens públicos não possui uma destinação

  • Nesta questão espera-se que o aluno assinale a opção CORRETA. Para resolvê-la, exige-se do candidato conhecimento acerca dos bens públicos. Vejamos:

    I. Bens de uso comum do povo ou do domínio público.

    Art. 99, CC. São bens públicos: I- os de uso comum do povo, tais como rios, mares, estradas ruas e praças.

    Não há uma conceituação e sim uma exemplificação. De forma prática, pode-se dizer que os bens públicos são aqueles que servem para o uso geral das pessoas, não sendo dotados de uma finalidade específica para sua utilização.

    II. Bens de uso especial ou do patrimônio administrativo.

    Art. 99, CC. São bens públicos: II- os de uso especial, tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal, inclusive os de suas autarquias.

    De novo, não há uma conceituação e sim uma exemplificação. Estes bens, por sua vez, no entanto, apresentam uma finalidade específica. Por exemplo, um posto de saúde é um bem público usado especialmente para a promoção da saúde. Podem tanto ser bens móveis (viaturas de polícia) quanto imóveis (prédio de um hospital, uma escola).

    Existem também os ditos bens de uso especial indireto, que são aqueles bens que embora pertencentes a Administração, ela não é a usuária direta deles. Como ocorre, por exemplo, com as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios, que são enquadradas como bens de uso especial, em razão da necessidade de preservação da área.

    III. Bens dominicais ou do patrimônio disponível.

    Art. 99, CC. São bens públicos: III- os dominicais, que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público, como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas entidades.

    Parágrafo único. Não dispondo a lei em contrário, consideram-se dominicais os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado.

    Os bens dominicais são aqueles pertencentes às pessoas jurídicas de direito público que, no entanto, não estão sendo usados para nenhuma finalidade, seja ela genérica ou específica. São bens desafetados, ou seja, que não apresentam uma utilidade pública. Como exemplos, podemos citar carros da polícia que não estejam mais funcionando, bens móveis sucateados, terras devolutas etc.

    Art. 100, CC. Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis, enquanto conservarem a sua qualificação, na forma que a lei determinar.

    Art. 101, CC. Os bens públicos dominicais podem ser alienados, observadas as exigências da lei.

    Art. 102, CC. Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião.

    Art. 103, CC. O uso comum dos bens públicos pode ser gratuito ou retribuído, conforme for estabelecido legalmente pela entidade a cuja administração pertencerem.

    Dito isso:

    (V)- Conforme art. 99, I, CC.

    (V)- Conforme art. 99, II, CC.

    (V)- Conforme art. 101, CC.

    (V)- Conforme art. 100, CC.

    Assim:

    C. V-V-V-V

    GABARITO: ALTERNATIVA C.


ID
2962738
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Tributário
Assuntos

No que concerne a limitação constitucional ao poder de tributar, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Comentários
  • Correta letra B.

    A letra E trata do principio da IRRETROATIVIDADE.

  • Para quem marcar a Letra E, vale a leitura do art. 150, III, "c" da CF/88:

    Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

    III - cobrar tributos:

    b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou; 

    c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, observado o disposto na alínea b;    

  • GABARITO: letra B

    -

    Incorreta a alternativa “A” - O empréstimo compulsório não exige a observância dos princípios da anterioridade e nonagesimal.

    CORRETA a alternativa “B” CF. Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI - instituir impostos sobre: a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;

    § 2º A vedação do inciso VI, "a", é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos serviços, vinculados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes.

    Incorreta a alternativa “C” - O imposto de importação (II) não se sujeita ao princípio da anterioridade anual e nonagesimal.

    Incorreta a alternativa “D” -

    CF. Art. 152. É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino.

    Incorreta a alternativa “E” -  A assertiva versa acerca do princípio da irretroatividade tributária, que estabelece que não haverá cobrança de tributo sobre fatos que aconteceram antes da entrada em vigor da lei que o instituiu.

    Por outro lado, (não confunda) segundo a regra trazida pelo princípio da anterioridade, é vedado a cobrança de tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. (anterioridade anual);

    Assim como, estabelece que muitos tributos não podem ser cobrados antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. (anterioridade nonagesimal)

  • Planexcom - Camara de Bofete.... fica no Brasil?

    :O

  • DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR

    "Art.150 Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado a União aos Estados , ao DF e aos Municípios instituir imposto sobre patrimônio, renda ou serviços uns dos outros." Denominado pela doutrina de imunidade recíproca.

  • a) empréstimos compulsórios para calamidades ou guerras tem aplicação imediata, ou seja, não se sujeitam nem a regra nonagesimal e nem a regra do exercício financeiro. Art. 150, §1 CF

    c) o II se encaixa na mesma regra do empréstimo na letra A

    d) cópia literal do artigo 152 da CF, apenas com uma pequena mudança no texto quanto a destinação.

    e) o correto seria princípio da irretroatividade tributária, art 150 III a CF

  • Defeso = proibido

    A banca FCC ama essa expressão e pelo jeito as outras bancas também copiam.

  • A) Os empréstimos compulsórios para atendimento de despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência, se sujeitam ao princípio da anterioridade tributária.

    No que se refere aos pressupostos fáticos do empréstimo compulsório - tributo de competência exclusiva da União - apenas a situação de "investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional" se submete à observância do princípio da anterioridade anual ( não poder ser cobrado no mesmo exercício no qual fora instituído) e nonagesimal ( não poder ser cobrado antes de decorridos 90 dias).

    B) À União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios é defeso a instituição de imposto sobre patrimônio, renda ou serviços uns dos outros, regra esta extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.

    C) O imposto de importação se sujeita ao princípio da anterioridade anual e nonagesimal.

    O imposto de importação (II); bem como o imposto e exportação (IE), imposto sobre operação financeira (IOF) e imposto sobre produto industrializado (IPI) não se sujeitam ao princípio da anterioridade anual ( não poder ser cobrado no mesmo exercício no qual fora instituído) e nonagesimal ( não poder ser cobrado antes de decorridos 90 dias), salvo no que se refere ao IPI, o qual - embora não esteja submetido ao primeiro (anterioridade anual) - está submetido ao segundo ( anterioridade nonagesimal).

    D) É vedado aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, exceto em razão de sua procedência ou destino.

    Com base no princípio da não discriminação tributária, acolhido pelo texto constitucional, o estados-membros, DF e municípios não podem estabelecer tratamento tributário diferenciado, principalmente se levando em consideração a procedência ou destino do bem ou serviço.

    E) Pelo princípio da anterioridade fica vedada a cobrança de tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado.

    O princípio que veda a cobrança de tributos em face de atos anteriores à lei instituidora não é do anterioridade ( vedação à cobrança do tributo no mesmo exercício no qual fora instituído e/ou antes de decorridos 90 dias), mas, sim, o da irretroatividade.

  • Não cair no peguinha:

    Irretroatividade é VIGÊNCIA.

    Anterioridade é PUBLICAÇÃO.

  • A) Os empréstimos compulsórios para atendimento de despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência, se sujeitam ao princípio da anterioridade tributária. ERRADA!!!

    Art. 148: A UNIÃO (competência exclusiva), mediante LEI COMPLEMENTAR, poderá instituir

    EMPRÉSTIMOS COMPULSÓRIOS:

    I - para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa

    ou sua iminência;

    II - no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional,

    observado o disposto no art. 150, III, "b". ANTERIORIDADE

    Nas situações que autorizam os ECs, sempre estão presentes a relevância e urgência. Entretanto,

    nos casos de guerra externa e sua iminência e de calamidade pública, há uma necessidade bem maior de celeridade, assim, nesses casos a exação pode ser criada de imediato, SEM NECESSIDADE

    DE OBEDIÊNCIA AOS PRINCÍPIOS DA ANTERIORIDADE E DA NOVENTENTA.

    C) O imposto de importação se sujeita ao princípio da anterioridade anual e nonagesimal. ERRADA!!!

    Pelo contrário, o II não se sujeita ao PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE ANUAL E NONAGESIMAL.

    D) É vedado aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, exceto em razão de sua procedência ou destino. ERRADA!!!

    Art. 152. É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino.

    E) Pelo princípio da anterioridade fica vedada a cobrança de tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. ERRADA!!!

    Trata-se do PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE TRIBUTÁRIA.

    O princípio da irretroatividade tributária possui duas exceções previstas no artigo  do :

    a) A lei tributária retroagirá quando for interpretativa. Lei tributária interpretativa é aquela promulgada para explicar uma lei anterior. A lei deve ser materialmente interpretativa.

    b) A lei tributária retroagirá quando for mais benéfica para o contribuinte em matéria de infração, desde que o ato não tenha sido definitivamente julgado.

  • Chamo de "Super Impostos"

    II - IE - IOF

    São "super impostos" porque não se sujeitam aos princípios da Legalidade, Anterioridade Anual e Anterioridade Nonagesimal.

    Com essa informação você já descartava a letra "C".

  • lembrando de tomar cuidado com a letra B, pois a imunidade extensiva a Autarquias e FP não limitadas às atividades essenciais ou delas decorrentes.

  • "Nas situações que autorizam a instituição de empréstimos compulsórios, a urgência e a relevância sempre se fazem presentes. Entretanto, o legislador foi sensível ao fato de que, nos casos de guerra externa e sua iminência e de calamidade pública, há uma necessidade bem maior de celeridade, de rapidez na instituição e cobrança do tributo. Justamente por isso, nesses casos a exação pode ser criada e cobrada de imediato, sem necessidade de obediência aos princípios da anterioridade e da noventena"

    Direito Tributario Esquematizado, Ricardo Alexandre, 2016, pg. 77.

  • GABA b)

    referente a letra e) Pelo princípio da anterioridade (irretroatividade) fica vedada a cobrança de tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado.

  • É DEFESO = É proibido.


ID
2962741
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A respeito do tema dos atos administrativos, relacione corretamente as colunas, indicando a espécie do ato e a qual poder da Administração ele mais se adequa.


1 – Licença.

2 – Permissão e autorização de uso.

3 – Ordem de serviço.

4 – Decreto Federal nº 5.450/05 - regulamenta o pregão eletrônico no âmbito federal.

5 – Auto de infração sanitária.

( ) Poder discricionário. 

( ) Poder vinculado.

( ) Poder de polícia.

( ) Poder normativo.

( ) Poder hierárquico.


A sequência correta é encontrada em: 

Alternativas
Comentários
  • O gabrito é a Letra A.

     

    Sabendo apenas que licença é vinculado, matava a questão.

  • DICA : SE TIVER "R" - ATO DISCRICIONÁRIO

    EX: peRmissão/ autoRização

    SE NÃO TIVER "R" - ATO VINCULADO

    EX: licença

  • sabendo também que Auto de infração sanitária é poder de policia ja mata a questão

  • ( 2) Poder discricionário. 

    (1 ) Poder vinculado.

    (5 ) Poder de polícia.

    (4 ) Poder normativo.

    (3 ) Poder hierárquico.

     

  • A questão versou sobre Atos e Poderes Administrativos e pediu para associarmos as duas colunas:

    1 – Licença. É ato negocial vinculado.

    2 – Permissão e autorização de uso. São atos precários e discricionários

    3 – Ordem de serviço. É ato ordinatório, ou seja, interno e revogáveis decorrentes do poder hierárquico

    4 – Decreto Federal nº 5.450/05. Deriva do poder normativo ou regulamentar.

    Atenção: o Decreto referido acima foi revogado! Atualmente vigora o seguinte decreto: Nº 10.024/2019

    "Art. 60. Ficam revogados:

    I - o Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005; e

    II - o Decreto nº 5.504, de 5 de agosto de 2005."

    Com base nessa alteração normativa, a questão encontra-se desatualizada em relação a esse item.

    5 – Auto de infração sanitária. O auto de infração é uma espécie de sanção aplicada na 4ª etapa do ciclo do Poder de Polícia, que por sua vez é a atividade que se manifesta por meio de seus atos normativos ou concretos, baseado na supremacia geral do interesse público, para, na forma da lei.

    Logo, a sequência original é : 2, 1, 5, 4 e 3. Gabarito "a".

    QUESTÃO DESATUALIZADA.

  • ESPÉCIES DE ATOS ADMINISTRATIVOS

    ATOS NORMATIVOS

    São aqueles que têm efeitos gerais, atingindo todos os que se encontram na mesma situação por ele regulada. Por exemplo: decretos, regimentos, resoluções, deliberações

    ATOS ENUNCIATIVOS

    São todos aqueles em que a administração se limita a certificar ou atestar um fato, ou então a emitir uma opinião acerca de um determinado assunto.

    Por exemplo: certidões, atestados,pareceres administrativos e apostilamento

    ATOS PUNITIVOS

    São aqueles que contêm uma sanção àqueles que infringem disposições legais, regulamentares ou ordinatórias dos bens e serviços públicos, visam punir e reprimir as infrações administrativas ou a conduta irregular dos servidores ou dos particulares perante a Administração.

    Os atos administrativos punitivos podem ser de atuação externa e interna. Internamente, cabe à administração punir disciplinarmente seus servidores e corrigir os serviços defeituosos por meio de sanções estatutárias. Externamente, incumbe-lhe velar pela correta observância das normas administrativas.

    Deriva do poder de polícia e poder disciplinar.

    Por exemplo: multa,interdição de estabelecimentos,destruição e etc

    ATOS NEGOCIAIS

    Administração pública informa vontade de realizar negócios, ou dá a um indivíduo particular o direito de exercer alguma atividade.

    Por exemplo: Licença, autorização, permissão, aprovação, visto, homologação, dispensa, renúncia.

    ATOS ORDINATÓRIOS

    Visa disciplinar o funcionamento da Administração e a conduta funcional de seus agentes.

    Deriva do poder hierárquico da Administração.

    Por exemplo: Instruções, Circulares, Avisos, Portarias, Ordens de Serviço,Despachos.


ID
2962744
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

De acordo com as regras estabelecidas no Regimento Interno da Câmara Municipal de Bofete, assinale a opção incorreta:

Alternativas
Comentários
  • GAB. E

    Membros da Mesa não podem participar de Comissões Permanentes.

    a - Mesa possui mandato de dois anos, permitida reeleição por mais dois anos.

    b - Não fala que deve ter a presença da maioria absoluta.

    c - Sim, em caso de empate, vence o mais idoso.

    d - não há a menção disso no Regimento que estudo.

    LMEBRE-SE QUE ESSAS RESPOSTAS SÃO DO MEU ESTUDO DA ''CÂMARA DE ARACAJU''.

    ADAPTE O SEU ESTUDO para questões sobre Regimento Interno.

    O gabarito dado é da questão mesmo, mas serve para o meu estudo.


ID
2962747
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O artigo 158 da Constituição Federal, disciplina a participação direta dos Municípios nas arrecadações da União e dos Estados. Segundo referido dispositivo, do produto arrecado com imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA), relativamente aos veículos licenciados em seus territórios, pertencem aos Municípios: 

Alternativas
Comentários
  • Art. 158. Pertencem aos Municípios:

    I - o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem;

    II - cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural, relativamente aos imóveis neles situados, cabendo a totalidade na hipótese da opção a que se refere o art. 153, § 4º, III; 

    III - cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios;

    IV - vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.

  • A questão exige do candidato o conhecimento acerca do que a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 dispõe sobre produto da arrecadação de impostos.

    Análise das alternativas:

    Alternativa A – Incorreta. Não é o que dispõe a CRFB/88 sobre o tema.

    Alternativa B – Incorreta. Não é o que dispõe a CRFB/88 sobre o tema.

    Alternativa C - Correta! É o que dispõe a Constituição em seu art. 158: "Pertencem aos Municípios: I - o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem; II - cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural, relativamente aos imóveis neles situados, cabendo a totalidade na hipótese da opção a que se refere o art. 153, § 4º, III; III - cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios; IV - vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação".

    Alternativa D - Incorreta. Não é o que dispõe a CRFB/88 sobre o tema.

    Alternativa E – Incorreta. Não é o que dispõe a CRFB/88 sobre o tema.

    Gabarito:

    O gabarito da questão, portanto, é a alternativa C.

  • Salvei de algum comentário aqui do QC:

    REPASSE DA UNIÃO PARA OS ESTADOS:

    1) 100% DO IRRF (imposto de renda retido na fonte) sobre os rendimentos pagos pelos Estados/DF;

    2) 20% dos impostos residuais (se criados);

    3) 10% do IPI proporcionalmente às exportações de produtos industrializados do Estado;

    4) 29% do CIDE Combustível;

    5) 30% do IOF sobre o ouro utilizado como ativo financeiro ou instrumento cambial conforme a origem da operação;

     REPASSE DA UNIÃO PARA OS MUNICÍPIOS

    1) 100% da arrecadação do IRRF sobre os rendimentos pagos pelo município;

    2) 50% do ITR relativos aos imóveis do município (ressalvada a hipótese do art. 153, §4º, III da CF, fiscalizado ou cobrado pelo município em que os municípios, em que poderão, por convênio com a UNIÃO, arrecadar 100% do ITR);

    3) 7,25% do CIDE Combustível;

    4) 70% do IOF sobre o ouro utilizado como ativo financeiro ou instrumento cambial conforme a origem da operação;

    REPASSE DOS ESTADOS PARA O MUNICÍPIO

    1) 50% do IPVA dos veículos licenciados em seu território;

    2) 25% do ICMS;

    3) 2,5% do IPI transferido pela União aos Estados proporcional às exportações ocorridas no território estadual (equivale à 25% dos 10% que os Estados receberam a título de IPI);

    FUNDOS DE PARTICIPAÇÃO:

    FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS/DF (FPE):

    21,5% do IPI E IR, já excluindo o IRRF que pertence integralmente aos Estados;

     FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS (FPM):

    22,5% +1% da arrecadação do IPI e do IR já excluindo a parcela do IRRF que pertence integralmente aos municípios;

    FUNDOS CONSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO DO NORTE (FNO), NORDESTE (FNE) E CENTRO-OESTE (FCO):

    3% do total da arrecadação do IPI e do IR destinados ao desenvolvimento econômico e social através de programas de financiamento aos setores produtivos das regiões; 50% do FNE é destinado às atividades do semi-árido.

    FUNDO DE COMPENSAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES (FPEX ou IPI-Ex):

    Criado tendo em vista a imunidade que afasta a incidência do ICMS sobre as exportações. Os valores transferidos têm viés compensatório.


ID
2962750
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Financeiro
Assuntos

Quais das opções abaixo indica uma lei orçamentária, de iniciativa do Poder Executivo, que estabelece as diretrizes, objetivos e metas da Administração para um interstício de quatro anos: 

Alternativas
Comentários
  • Para conhecimento:

     Lei Orçamentária Anual (LOA) é uma lei elaborada pelo Poder Executivo que estabelece as despesas e as receitas que serão realizadas no próximo ano. A Constituição determina que o Orçamento deve ser votado e aprovado até o final de cada ano (também chamado sessão legislativa).

    Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) tem como a principal finalidade orientar a elaboração dos orçamentos fiscais e da seguridade social e de investimento do Poder Público, incluindo os poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e as empresas públicas e autarquias.

    Lei Plano Plurianual (PPA), no Brasil, previsto no artigo 165 da Constituição Federal e regulamentado pelo Decreto 2.829, de 29 de outubro de 1998 é um plano de médio prazo, que estabelece as diretrizes, objetivos e metas a serem seguidos pelo Governo Federal, Estadual ou Municipal ao longo de um período de quatro anos.

  • § 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

    § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.


ID
2962753
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

O Plenário é o órgão deliberativo e soberano da Câmara Municipal, constituindo-se do conjunto de Vereadores em exercício, em local, forma e quórum legais para deliberar. Quanto ao quórum para deliberação, o Regimento Interno da Câmara Municipal de Bofete estabelece diversas disciplinas, exceto:

Alternativas
Comentários
  • GAB. E

    a - Deliberações por MAIORIA SIMPLES, em regra.

    b - Isso mesmo, se não há expressamente diferente, MAIORIA SIMPLES nas deliberações.

    • DEPENDE DE DOIS TERÇOS dos presentes: rejeição do veto do Prefeito, rejeição da solicitação de licença do cargo de vereador, solicitação do Prefeito para se afastar.

    DEPENDE DE MAIORIA ABSOLUTA: regimento interno, estatuto dos servidores municipais, código tributário, código de obras e urbanismo, código de administração, resolução que crie cargos na Câmara, requerimento que solicite votação secreta, lei do Plano Diretor do município.

    FONTE: CÂMARA DE ARACAJU


ID
2962756
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

O Presidente e o representante legal da Câmara Municipal nas suas relações externas, competindo-lhe as funções administrativas e diretivas internas, além de outras expressas no Regimento Interno ou decorrente de suas funções e prerrogativas. Neste contexto, assinale a alternativa que não indica uma competência privativa do Presidente:

Alternativas

ID
2962759
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

As Comissões Temporárias da Câmara são as constituídas com finalidades específicas e se extinguem com o término da legislatura ou antes dela, quando atingidos os fins para os quais foram constituídas.

Em contraposto, qual alternativa abaixo indica uma comissão de natureza permanente:

Alternativas

ID
2962762
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Urbanístico
Assuntos

A respeito das sessões legislativas da Câmara Municipal de Bofete, assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Comentários
  • GAB. B

    A INSTALAÇÃO DA CÂMARA é a sessão preparatória, ocorre no primeiro dia de cada legislatura, INDEPENDENTE DA PRESENÇA DO NÚMERO DE VEREADORES ELEITOS. De modo que se o vereador mais votado estiver ausente, quem assumirá a presidência será o SEGUNDO mais votado.

    FONTE: CÂMARA DE ARACAJU


ID
2962765
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Teori Zavascki morreu na tarde desta quinta-feira (19), aos 68 anos, após a queda de um avião em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro. A morte de Teori foi confirmada pelo filho do magistrado Francisco Zavascki em uma rede social, às 18h05.

A tragédia gerou consternação no meio jurídico, político e empresarial. Tão logo a informação foi confirmada, autoridades, entidades e empresas passaram a repercutir a morte.

(https://g1.globo.com/politica/noticia/relator-da-lava-jato-no-stf-teori-morre-aos-68- anos-apos-queda-de-aviao-em-paraty.ghtml)

Com a morte do ministro Teori Zavascki, qual fora o outro ministro nomeado para assumir como relator da Operação Lava Jato no STF:

Alternativas
Comentários
  • C Edson Fachin

  • Esse gabarito está errado o correto seria alternativa (A).

    "O ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, 48 anos, assumiu nesta quarta-feira (22) a cadeira de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF). O antigo relator da Lava Jato há dois meses no litoral do Rio de Janeiro. "

    https://g1.globo.com/politica/noticia/alexandre-de-moraes-toma-posse-e-assume-vaga-de-teori-no-supremo.ghtml

    Ademais, Luiz Edson Fachin assumiu a pasta deixada por Joaquim Barbosa.

  • Ferraz F,

    Alexandre de Moraes assumiu a cadeira de Teori Zavascki, mas Fachin passou a ser o relator.


ID
2962768
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Os britânicos vão às urnas no próximo dia 23 de junho para votar em um plebiscito crucial para o seu futuro. Os eleitores votarão por permanecer na União Européia ou abandonar o bloco comum. Nunca um país membro deixou a união política e econômica de 28 países - que desde seu início só tem se expandido. A saída britânica seria interpretada como um duro golpe ao projeto europeu, cujas origens remontam ao pós-2ª Guerra Mundial. Analistas dizem que esta será a decisão mais importante para os britânicos desde 1975, quando dois terços do eleitorado optaram por ingressar na então Comunidade Econômica Européia.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/06/

Este processo de saída do Reino Unido da União Européia, denomina-se de:

Alternativas
Comentários
  • Brexit= great britain + exit

  • GABARITO: LETRA B


ID
2962774
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

O ano de 2017 foi marcado pela série de furacões que atingiu os Estados Unidos. Em meados do mês de setembro, um furacão atingiu as ilhas baixas do Caribe que incluem São Martinho, St. Maarten e Barbuda, além do Estado da Flórida, a ilha de Porto Rico, a República Dominicana e o Haiti, causando muita destruição por onde passou. Segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, foi o maior já registrado na história do Oceano Atlântico, elevado para categoria 5, a máxima da escala, com tempestade de ventos de 297 quilômetros por hora, ao se aproximar das Antilhas, no nordeste do Caribe, mantendo essa velocidade por mais de 24 horas.

O texto acima faz referência ao furacão denominado:

Alternativas
Comentários
  • Gab e

  • furacão Irma atingiu o estado da Flórida, nos Estados Unidos, em 2017, e foi considerado o maior já registrado no Oceano Atlântico. O furacão atingiu a categoria 5, portanto, foi capaz de provocar danos catastróficos. Os ventos chegaram a 297 km/h na região do Caribe.

    Esse furacão formou-se dia 30 de agosto de 2017 e inicialmente foi classificado na categoria 2. Cerca de 24 horas depois, passou para a categoria 3, até atingir a categoria 5, em 5 de setembro. O furacão atingiu diversas regiões do Caribe e dos Estados Unidos, provocando cerca de 90 mortes.


ID
2962777
Banca
Planexcon
Órgão
Câmara de Bofete - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA – o Produto Interno Bruto (PIB) voltou a apresentar bom desempenho no terceiro trimestre de 2017, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), resultado que confere maior solidez a trajetória de recuperação gradual iniciada pela economia no início desse ano.

No dia 6 de dezembro de 2017, o Comitê de Política Monetária – COMPOM – anunciou novo corte da taxa básica de juros da economia para 7%, constituindo-se na décima redução seguida da Selic. A queda de 0,5 ponto percentual, que já era esperada pelos economistas do mercado financeiro, representa nova redução no ritmo de corte dos juros – que havia sido de 0,75 ponto percentual no fim de outubro. O próprio BC já havia indicado que essa desaceleração aconteceria.

(https://g1.globo.com/economia/noticia/cop om-baixa-juro-basico-para-7-ao-ano-no-10- corte-seguido-menor-desde-1986.ghtml http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/i ndex.php/2017/12/06/atividade-economicadesempenho-do-pib-3/)

A taxa de juros é utilizada pelo Banco Central como importante instrumento de controle da moeda, do crédito e do consumo propriamente dito. O ritmo de queda da taxa de juros se deve em grande parte pela recuperação e como estímulo da economia brasileira, mas pode-se considerar essencialmente que esta constante redução é decorrente:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B