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Prova VUNESP - 2011 - PM-SP - Sargento da Polícia Militar


ID
1990888
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Quanto ao dolo, especificamente na modalidade do crime tentado, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • GAB: C

     

    Ensina Guilherme Nucci:

    Não existe "dolo de tentativa". O crime tentado é subjetivamente perfeito e apenas objetivamente defeituoso.

    O dolo do crime tentado é o mesmo do delito consumado.

     

    Codigo Penal Comentado 17ª edição, pág 176.

  • Vontade voltada a cometer o ato.

    Acertei mas fiquei na duvida na hora

  • GAB B

    PMGO

    CFO 2020

  • a interrupção é mera expressão da vontade do agente.No crime tentado a interrupção dos atos executórios não è da vontade do agente,e sim uma circunstancia alheia que impede que a vontade do agente de conseguir o resultado.No crime tentado o agente tem a vontade de gerar o resultado porem uma circunstancia alheia vai impedir que a sua vontade aconteça.

  • não exige atos inequívocos de sua intenção dolosa.No crime tentado o agente tem o mesmo dolo do crime doloso,ele quer o resultado mais não consegue por circunstancias alheias.

  • No crime tentado o dolo é o mesmo do crime consumado,a diferença esta que no crime consumado a vontade do agente consumou o resultado que pretendia e no crime tentado a vontade do agente não consumou o resultado por circunstancias alheias.

  • Teoria objetivo-individual: Atos executórios são aqueles que, de acordo com o plano do agente, realizam-se no período imediatamente anterior ao começo da execução típica. Ex: Na mente do delinquente ele quer furtar, entrou na casa já é considerado como ato executório de furto.

    Já em relação a tentativa adotamos a teoria OBJETIVA TEMPERADA da punibilidade da tentativa, pois é levado em conta a não ocorrência do resultado como um fator determinante da pena do crime tentado. É temperada porque há exceções, como no Art.352 do CP, que é o de evasão mediante violência contra pessoa, aplica-se a mesma pena para quem se evadiu e para quem não logrou êxito na fuga, que é um exemplo de aplicação da teoria subjetiva, que leva em conta o ânimus do agente, é exceção a tentativa.

  • O mesmo dolo do crime tentado é do consumado.

    Vejam como foi de forma idêntica cobrado em prova

    MPE-PR/2013/Promotor de Justiça: O dolo no crime tentado é o mesmo do crime consumado; (correto)

  • Crime tentado: tentado, quando, iniciada e execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente.

  • O crime TENTADO não admite a modalidade CULPOSA.

    Com esse conceito em mente já daria pra eliminar as alternativas "A" e "C".

    A alternativa D está totalmente equivocada, uma vez que, para o crime tentado a interrupção da execução deve-se dar por circunstâncias ALHEIAS à vontade do agente e não pela expressão de sua vontade.

    Por eliminação, restou a alternativa B.

  • MPE /PR / CESPE / o dolo no crime tentado é o mesmo do crime consumado.

    gaba: certo .

  • Olá, colegas concurseiros!

    Há algum tempo venho utilizando os MAPAS MENTAIS PARA CARREIRAS POLICIAIS, e o resultado está sendo proveitoso, pois nosso cérebro tem mais facilidade em associar padrões, figuras e cores.

    Estou mais organizada e compreendendo maiores quantidades de informações;

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    Fiz esse procedimento e meu aproveitamento melhorou muito!

    P.s: gastei 192 horas pra concluir esse plano de estudo.

    Testem aí e me deem um feedback.

    Agora já para quem estuda estuda e estuda e sente que não consegui lembrar de nada a solução esta nos macetes e mnemônicos que são uma técnica de memorização de conceitos através de palavras e imagens que é utilizada desde a Grécia antiga e que é pouco explorada por muitos estudantes mas é muito eficaz. Acesse o link abaixo e saiba mais sobre 200 macetes e mnemônicos.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
1990891
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Um agente que, conscientemente, conduz um veículo com pessoas agarradas à sua traseira, sem qualquer segurança, arrisca-se a um resultado danoso, razão pela qual, em ocorrendo, responderá por ele a título de

Alternativas
Comentários
  • Ideias básicas:

    Dolo eventual - Prevê o resultado - Não quer, mas assume o risco.

    Culpa consciente - Prevê o resultado - Não quer, não assume risco e pensa poder evitar.

    Culpa inconsciente - Não prevê o resultado (que era previsível) - Não quer e não aceita o resultado.

    Dolo genérico -  Vontade de realizar conduta sem um fim especial, ou seja, a mera vontade de praticar o núcleo da ação típica (verbo do tipo), sem qualquer finalidade especifica.

  • Sem dúvida que quando o Agente prevê o resultado e assume o risco trata-se de dolo eventual. O problema que na questão falha em não demonstrar no caso em concreto o assumir os riscos do resultado. 

    Posso entender pela questão que o agente acredita que o resultado não vá ocorrer, por isso, não toma providências. O que caracterizaria a culpa consciente. 

  • A questão foi vaga em afirmar se o agente assumiu ou não o risco. Se tinha a ideia de que o pior não aconteceria. Dessa forma, não há como precisar se se trata de Dolo Eventual ou Culpa Consciente.

  • A chave para responder corretamente a questão está na informação arrisca-se a um resultado danoso

  • Muito BOM, PEDRO COUTO!!

  • Dolo Eventual!!

  • Deveria especificar pois em: arrisca-se a um resultado danoso

    podemos presumir que o sujeito assumiu o resultado; ou que ele acredita que pode evitar o resultado danoso.

  • Compreensível, de tal modo, que o agente tenha noção de que aquela conduta pode gerar o resultado, mas de forma alguma o deseja ou crê e aceita que ocorrerá.

    Neste sentido, em decisão do Habeas Corpus 107801 SP [3], o STF reconheceu a ocorrência de culpa consciente e decidiu por desclassificar o homicídio qualificado como doloso, para homicídio culposo na direção de veículo.

  • Dolo eventual: o agente assume o risco de produção do resultado.

  • A banca deu a questão quando disse: arrisca-se a um resultado danoso.

    Dolo indireto é caracterizado pela possibilidade.

    PM/BA 2020

  • Na culpa consciente, o agente, embora prevendo o resultado, acredita sinceramente na sua não ocorrência; o resultado previsto não é querido ou mesmo assumido pelo agente. Já no dolo eventual, embora o agente não queira diretamente o resultado, assume o risco de vir a produzi-lo. Na culpa consciente, o agente, sinceramente, acredita que pode evitar o resultado; no dolo eventual, o agente não quer diretamente produzir o resultado, mas, se este vier a acontecer, pouco importa.

  • Essa questão , como afirmou o colega, deixa a deseja. Ora, não há explanação do caso concreto. Se o agente assume o risco de produzir o resultado = Dolo eventual , mas se ele não espera que o resultado se produza = culpa consciente.

    Bons estudos!

  • Um agente que, conscientemente, conduz um veículo com pessoas agarradas à sua traseira, sem qualquer segurança, arrisca-se a um resultado danoso, razão pela qual, em ocorrendo, responderá por ele a título de

    se ele tem consciência, logo ele age com vontade = Dolo.

    a alternativa esta correta. Dolo eventual Porque o acidente pode ou não ocorrer.

    corrijam-me caso eu esteja errada.

  • LETRA A

    Dolo Eventual: é a situação em que o agente do fato não deseja o resultado previsto, mas assume o risco de produzi-lo.

    Entenda: o agente não quer o resultado, mas pra ele pouco importa se acontecer.

  • Olá, colegas concurseiros!

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    Agora já para quem estuda estuda e estuda e sente que não consegui lembrar de nada a solução esta nos macetes e mnemônicos que são uma técnica de memorização de conceitos através de palavras e imagens que é utilizada desde a Grécia antiga e que é pouco explorada por muitos estudantes mas é muito eficaz. Acesse o link abaixo e saiba mais sobre 200 macetes e mnemônicos.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Questão muito vaga. Dizer que o agente se arrisca não pressupõe que ele assumiu o risco de produzir o resultado.


ID
1990894
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Supondo-se a conduta de um agente que, regularmente habilitado, sai de uma garagem dirigindo seu veículo em marcharé e atropelando um pedestre, não observando as cautelas necessárias porque estava com pressa, a modalidade culposa se dará por

Alternativas
Comentários
  • impericia nao e a falta de habilidade? sendo que na questao diz que o argente tinha habilidade

  • o cara é habilitado. sendo habilitado ele tem habilidade. logo, não pode ser imperícia. Questão devia ser anulada. Ele foi imprudente e não imperito. POis demosntrou sua perícia ao ser aprovado no teste da carteira de motorista

  • GABARITO CERTO É IMPRUDÊNCIA!!! O CARA NÃO TEVE CAUTELA POR CONTA DA PRESSA!!! QUE BANCA É ESSA??!! KKK...

  • meu divino pai eterno .... espero que minha prova não caia uma desgraça dessas !!!! kkkkkkkkkkkkk

  • Resumo para não confundi imperícia, imprudência e negligência.

    a) Imperícia: é a demonstração de inaptidão técnica em profissão ou atividade.

    Consiste na incapacidade, na falta de conhecimento ou habilidade para o exercício de determinado.

    Se, além da demonstração da falta de habilidade, for ignorada pelo agente regra técnica e específica de sua profissão, haverá ainda aumento de pena, sendo essa modalidade de imperícia ainda mais grave.

     

    b)  Imprudência: é aquela que surge durante a realização de um fato sem o cuidado necessário.

    É ação descuidada.

    Uma característica fundamental da imprudência é a de que nela a culpa se desenvolve paralelamente a ação.

    Enquanto o agente pratica a conduta comissiva, vai ocorrendo simultaneamente imprudência. Ex: ultrapassagem proibida.

     

    c) Negligência: é a culpa de forma omissiva.

    Deixar alguém de tomar o cuidado devido antes de começar a agir.

    Dá sempre no início da conduta.

    Ex: Deixar arma ou substância tóxica ao alcance de criança.

  • Qaundo a pessoa habilitada (perito) deixa de observar regras de trânsito e atropela alguem é imprudente e não imperito. Diferente da situação em que a pessoa habilitada confundi os pedais de acelerador com o freio e causa um acidente de transito, ai sim foi imperito.

  • Esqueçam esse gabarito e partam pra próxima... sem condições essa questão. Pode saber o tanto que for.

  • esta questão ao meu ver é imprudência pois ele era habilitado. Imperícia é erro cometido por um profissional, a não ser que a questão ele usasse o veículo para meios profissionais, e sua habilitação fosse uma categoria profissional.

  • essa questão está errada a reposta é imprudência

  • Pra mim ele foi afoito, imprudente.

  • Vunesp cagou no pau. Essa banca sempre faz umas provas legais para treino

  • questao fraca lixo

     

  • Rapaz, sempre achei a Vunesp uma excelente banca, pelo visto ela deve ter um passado sombrio também.

  • Questão lixo!

     Imperícia: Conhecida como culpa profissional, pois somente pode ser praticado no exercício de arte, ofício ou profissão. Falta de aptidão técnica (desconhecimento de regra técnica). Exemplo: Cirurgião plástico que tenta realizar uma cirurgia cardíaca.

    Imprudência: É a forma positiva da culpa (in agendo). Atuação sem observância das cautelas necessárias. É a ação precipitada, afoita (forma positiva de culpa). Exemplo: Velocidade excessiva.

  • Pra mim foi imprudençia, se a questao viesse falando que o agente fosse motorista particular, profissional etc... ai sim impericia

  • Imprudença

  • Agora eu vi... quase surtei com a resposta.

  • Imperícia: Perito

    Imprudência: Apressado

    Negligente: Relaxado

  • Não entendi , 

    imperícia ?!

  • esa questao ta errada

     

  • esta errada, pois como ele é habilitade ele não é imperito, creio que

    seria imprudencia, pois nao tomou cautela. 

  • ainda bem que vim ler os valiosos comentários....pensei q estivesse louco kkkk

     
  • negligência Relaxado (Omissão)

    imprudência apressado (Ação)

    imperícia perito (Ação)

  • boa questão

  • questao errada falta de cuidado imprudencia

  • Bem fora !!!

  • Aquele tipo de questão que não existe!

  • 73% dos que responderam a questão erraram

  • Questão totalmente errada; o agente habilitado, jamais poderá responder por imperícia. Seria se, neste caso, o agente nao fosse habilita e nao soubesse de fato conduzir veiculos automotores.

  • QUESTÃO MAL ELABORADA . ELE E PERITO PQ E HABILITADO, NESSE CASO ELE E IMPRUDENTE

  • cheguei a bugar a cabeça, já ia abandonar os etudos, obrigado a vocês que comentaram.
  • foi IMPRUDENTE! houve equívoco ai..

  • Até eu estou assustado com tamanha atrocidade :O

  • Provavelmente houve um erro nesta questão, quanto ao enunciado. O correto pra tal resposta seria "não habilitado"

  • QUESTÃO DEVE SER RETIFICADA A RESPOSTA.

    Assim como os diversos comentários anteriores, trata-se de IMPRUDÊNCIA.

  • A imperícia é a ausência de habilidade. Habilidade comprovada através da Habilitação. E a imprudência é precedida pela pressa.
  • Questão louca, é habilitado ou não ?? Tem capacidade técnica que é a CNH,pois presume que sabe dirigir e não cai na imperícia. Deve ser anulada

  • "Errei mas acertei" hahahahaha.

  • Ufa! agora vou ali tirar os meus cadernos do lixo, já estava desistindo de tudo.
  • Gabarito manifestamente equivocado.

    Pessoal, não considerem a alternativa "A" como correta. Ela está errada!

    a alternativa correta é a letra "E"

  • cadê o comentário do professor !

  • Essa resposta é equivocada pq ele foi imprudente ou seja falta de ateção. O correto seria "E"

  • ESSA SÓ ACERTOU QUEM NÃO ESTUDOU KKKKKKKKKK

  • Sabe dirigir não kk

  • Gabarito correto seria Letra "E"

    Imprudência:

    imprudência: falta de cautela, de cuidado, é mais que falta de atenção, é a imprevidência a cerca do mal, que se deveria prever, porém, não previu.

  • É dificil a vida do concurseiro

  • Questão com gabarito errado, ele agiu com imperícia e não com imprudência, já que era habilitado!!!

  • O próprio enunciado da questão menciona que o autor é HABILITADO, ou seja, em regra, não há que se falar em imperícia. Combinado a isso, ao realizar a manobra o, não observou os deveres de cuidado e acaba por atropelar uma pessoa. No caso em concreto ele foi IMPRUDENTE, não imperito.  

  • Banca totalmente equivocada. IMPRUDÊNCIA!!!
  • ta certo que cabe imprudencia, mas eu marquei a b pq negligencia, deixou de fazer, no caso olhar o retrovisor e impericia pq nao sabe dirigir claramente

  • eu achando que ia acerta uma


ID
1990897
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Mévio, imaginando estar utilizando uma pomada cicatrizante, aplica a um ferimento do filho ácido corrosivo, ofendendo-lhe a integridade corporal. Nessa hipótese, Mévio responderá por

Alternativas
Comentários
  • Mévio não tinha intenção de lesionar o filho e nem sabia que a pomada era um ácido corrossivo.

    Logo, Não pode ser crime doloso por dolo eventual por falta do dolo!

    Para Damásio:“imputação objetiva significa atribuir a alguém a realização de uma conduta criadora de um relevante risco juridicamente proibido e a produção de um resultado jurídico” . Sendo que é necessário que haja outro nexo, além da relação de causalidade, para a atribuição de um resultado a uma pessoa, qual seja a realização de um risco proibido pela norma.

    Não pode ser crime culposo necessariamente porque o crime só pode ser punido como culposo quando houver previsão expressa na lei.

    Logo, a alternativa correta é a letra C.

  • Estranho. A questão demonstra a prática do tipo lesão corporal. 

    Pelas circunstâncias, nota-se que o agente não agiu com dolo, mas sim culpa.

    A lesão corporal é punivel a título de culpa.

    Qual a justificativa pra não ser a alternativa D a correta? O CP previu a punição na forma culposa dessa conduta, então necessariamente o caso em tela é um crime culposo.

    Eu estou viajando muito?

    Art. 129. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem .

     

       Lesão corporal culposa

            § 6° Se a lesão é culposa: (Vide Lei nº 4.611, de 1965)

            Pena - detenção, de dois meses a um ano.

  • NÃO ENTENDI !!!!! 

  • foi negligente e relaxado em nao observar a pomada que estava aplicando em seu filho, crime culposo.

  • Mévio, imaginando estar utilizando uma pomada cicatrizante, aplica a um ferimento do filho ácido corrosivo, ofendendo-lhe a integridade corporal. Nessa hipótese, Mévio responderá por.

    Erro do Tipo essencial

    artigo 20 o erro sobre o elemento constitutivo do tipo legal de crime exclui o dolo, mas permite a punição por crime culposo, se previsto em lei.

    Erro do tipo Essencial

    . escusável exclui o dolo e a culpa

    . Inescusável exclui o dolo não exclui a culpa, porem se não houver previsão legal na modalidade culposa , logo não haverá o crime.

    opção correta letra C

  • Clássico Erro de Tipo.

    Se inevitável, escusável, justificável: extingue o crime.

    Se evitável, inescusável, injustificável: crime culposo, se previsto em lei.

  • A previsão expressa em lei não seria negligência, impericia ou imprudencia?

  • Em direito, Imputação objetiva significa atribuir a alguém a responsabilidade penal, no âmbito do fato típico, sem levar em conta o dolo do agente, já que dolo é requisito subjetivo que deve ser analisado dentro da ação típica e ilícita.

  • Pode responder por lesão corporal culposa.

  • Art. 20 - O erro sobre elemento constitutivo do tipo legal de crime exclui o dolo, mas permite a punição por crime culposo, se previsto em lei.

  • Olá, colegas concurseiros!

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Pessoal, denunciem esse comentário da amanda santos.

    Ela ganha 30 reais a cada venda.

    Os Mapas Mentais são ótimos, mas eles custam R$97 e não R$127.

    Link com o preço real dos Mapas Mentais:

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  • Gabarito C, Crime Culposo é o crime praticado sem intenção. O agente não quer e nem assume o resultado!

  • Entendo que o agente praticou lesão corporal culposa.


ID
1990900
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Considerando a conduta de Tício, médico regularmente habilitado, que, desejando matar seu paciente, entrega à enfermeira uma injeção contendo veneno, afirmando tratar-se de um anestésico e faz com que ela a aplique no respectivo paciente, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra "b".

    É o clássico exemplo de autoria mediata. Conforme art. 20 do CP:

    Erro determinado por terceiro

    § 2º - Responde pelo crime o terceiro que determina o erro.

  • (B)

    ERRO PROVOCADO POR TERCEIRO


    Geralmente, no erro de tipo há um erro cometido espontaneamente, quando o sujeito atua por conta própria.

     


     Pode dar-se, entretanto, que um terceiro venha a determinar o erro no agente. Neste caso, diz o art. 20, § 2º, do CP, “Responde pelo crime terceiro que determina o erro”. Exemplo: o comerciante quer matar seu vizinho e não quer aparecer. No momento em que a empregada do vizinho vem comprar açúcar, maliciosamente lhe dá veneno e desse modo atinge seu objetivo, valendo-se do engano da empregada.

    http://www.jurisway.org.br/v2/dhall.asp?id_dh=966

  • Alguém sabe me responder porque a letra D está incorreta?

  • Jessika, ela não pode responder na forma culposa, pois não foi um erro dela, ela acreditou em seu superior, pois ela acreditava firmemente que era remédio.

  • Manual de Direito Penal Brasileiro, Parte Geral, 11ª Ed - Zaffaroni e Pierangeli - observação importante sobre o caso em tela, vejam: "O princípio da confiança, desenvolve-se de acordo com o dever de cuidado a conduta daquele que, em qualquer atividade compartilhada, mantém a confiança em que o outro se comportará conforme ao dever de cuidado, enquanto não tenha razão suficiente para duvidar ou acreditar no contrário". Com esse entendimento, pode-se perceber que a enfermeira não tinha motivos para desconfiar no médico quanto à apicação da injeção, portanto, a letra "c" é mais indicada, tendo em vista este princípio norteador.

    Espero ter ajudado!!!

  • Jessica , área da saúde não existe hierarquia, são funções distintas. Sendo assim, o médico não é superior a enfermeira.
  • Existe divergência! Se entendermos, como parte da doutrina entende, observando a postura da enfermeira, se enquadrará em erro de tipo essencial.

    Se fosse evitável por o rémedio conter cor diferente ou algo do tipo, ela responderia por Homicídio Culposo.

    Se fosse considerado inevitável a enfermeira não responderia por nada, visto que excluiria dolo e culpa. 

    Contudo a questão considerou como ERRO ACIDENTAL DETERMINADO POR TERCEIRO, seguindo o entendimento do artigo 20 §2º do CP - Responde pelo crime o terceiro que determina o erro. Assim a questão correta é a questão B .

  • Se o médico absrover as funções de um enefermeiro e o enfermeiro não absrover as funções do médico configura-se a hierarqui. Por outro prima, quem assume as responsabilidades de um plantão é são os médicos, pois estes, além de prescreverem as medicações a serem ministradas pelos enfermeiros fiscalizam os procedimentos destes que por consequinte fiscalizam os auxiliares de enfermagem, configuranso assim, a hierarquia entre as funções, do maior para o menor. Ainda sim, creio que a questão deixou especificado o induzimento e não a determinação/obrigação de uma eventual subordinação. O médico a induziu a erro, enfermeira de boa fé, confiante nos conhecimentos do médico, imaginou estar diante de uma situação legítima do cumprimento do dever.

  • erro cometido por terceiro ou determinado por terceiro?

  • Aqui opera o que a doutrina chama de autoria mediata há ausência de vinculo subjetivo e portanto afasta-se o concurso de pessoas. em resumo..só o autor mediato (quem ordena ) e não o imediado (quem executa) responde pelo crime.

  • Bom, todo profissional de saúde sabe que não se deve administrar medicamento preparado por outra pessoa, mas a menos que você tenha acompanhado a preparação

  • Erro determinado por terceiro        

    § 2º - Responde pelo crime o terceiro que determina o erro    

  • Levando em consideração a interpretação a Letra A e D seriam a mesma resposta. Ou seja, já eliminava 2.
  • Olá, colegas concurseiros!

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ID
1990903
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Supondo o comando e a execução de uma ordem não manifestamente ilegal de superior hierárquico, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA B

     

     Coação irresistível e obediência hierárquica (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

            Art. 22 - Se o fato é cometido sob coação irresistível ou em estrita obediência a ordem, não manifestamente ilegal, de superior hierárquico, só é punível o autor da coação ou da ordem.

  • Perguntinha subjetiva... se a coduta delituosa for por parte do agente, responderá esse culposa ou dolosamente, caso contrário fica a cargo de quem deu a ordem legal.

  • coaçao moral irresistivel e obediencia hierarquica sao causas de exclusao da culpabilidade.

  • eu conheço um mina que é boba e útil.

  • Exclui a culpabilidade.

    O executor não responde quando for: não manifestadamente ilegal, e nem houver excessos de seus atos.

    #PMMINAS

  • Art. 22 - Se o fato é cometido sob coação irresistível ou em estrita obediência a ordem, não manifestamente ilegal, de superior hierárquico, só é punível o autor da coação ou da ordem.

  • acredito que a letra A também está certa pois de acordo com a teoria das baionetas inteligentes: o subordinado verifica a ilegalidade da ordem, pois, esta é um ato administrativo, e todo ato tem os requisitos de validade, um deles é a legalidade, e um ato ilegal é inválido e não causa efeitos no mundo jurídico.


ID
1990906
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

A culpabilidade é um juízo de reprovação e somente pode ser responsabilizado o agente quando poderia ter agido em conformidade com a norma penal. É necessário saber, portanto, quando se pode atribuir ao agente a prática do crime, para se poder falar em censurabilidade da conduta. De acordo com a teoria da imputabilidade moral (livre-arbítrio), o homem é um ser inteligente e livre, podendo escolher entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, e por isso a ele se pode atribuir a responsabilidade pelos ilícitos que praticar. Essa atribuição é chamada imputação, de onde provém o termo “imputabilidade”, elemento (ou pressuposto) da culpabilidade. Portanto, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA A

     

    Excluem a imputablidade

     

      Inimputáveis

            Art. 26 - É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

            Redução de pena

            Parágrafo único - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.(Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

            Menores de dezoito anos

            Art. 27 - Os menores de 18 (dezoito) anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial. (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

     

    Não excluem a imputabilidade

     

     

      Art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal: (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

            I - a emoção ou a paixão; 

            II - a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos.

     

    Quanto a letra D, a resposta está disposta no Artigo 149 do Código de Processo Penal: Quando houver dúvida sobre a integridade mental do acusado, o juiz ordenará, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, do defensor, do curador, do ascendente, descendente, irmão ou cônjuge do acusado, seja este submetido a exame médico-legal.

     

     

  • a) CORRETA

    há imputabilidade quando o sujeito é capaz de compreender a ilicitude de sua conduta e de agir de acordo com esse entendimento.

    JUSTIFICATIVA: Mescla, nessa ordem, o critério biológico e o psicológico.

    -----------

     b) ERRADA

    não é reprovável a conduta se o sujeito tem certo grau de capacidade psíquica que lhe permite compreender a antijuricidade do fato e também a de adequar essa conduta à sua consciência.

    JUSTIFICATIVA: Se o agente tem capacidade de entendimento, a conduta delituosa será, sim, reprovável.

    ----------

     c) ERRADA

    nos termos do Código Penal Brasileiro, excluem a imputabilidade e, em consequência, a culpabilidade a doença mental e o desenvolvimento mental incompleto ou retardado; a menoridade, embriaguez voluntária ou culposa, pelo álcool ou substâncias de efeitos análogos.

    JUSTIFICATIVA: A embriaguez voluntária (quando vc passar no concurso e for encher a cara) ou a culposa (quando vc acaba bebendo mais do que devia e acaba ficando embreagado), não excluem a imputabilidade.

    -------------

     d) ERRADA

    quando houver dúvida quanto à integridade mental do réu, o Juiz poderá declará-lo inimputável tão somente por presunção e por livre consentimento, não havendo a necessidade de prova pericial.

    JUSTIFICATICA: O operador do direito não é médico. Não há que se falar em "presunção de inumputabilidade". Havendo dúvida, determinar-se-a a prova pericial quanto a imputabilidade.

    ------------

    Deu está contigo! Continue!

  • Não seria INCAPAZ de compreender? A letra A

  • Segue lícer entendi seu questionamento pois fiz a mesma coisa. Porém, lemos imputabilidade com foco no (im), no entanto para que seja esta palavra negativa temos que ler INIM - INIMputabilidade, IMPUTABILIDADE - adiciona-se aculpa e inimputabilidade - exclue-se a culpa.

  • a questão inverteu os padrões de questionamento, ao inves de perguntar se INImputavel não responde, afirmou que IMputavel responde. Desse modo, a questão está correta!

  • comecei a acertar mais questões depois que comecei a procurar somente os erros nas alternativas, ao invés de ficar louco pela parte correta...

  • #PMMINAS


ID
1990909
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Se o agente for considerado inimputável, o juiz determinará sua internação (artigo 97 do CP). Se, todavia, a conduta prevista como criminosa for punível com detenção, poderá o juiz submetê-lo a

Alternativas
Comentários
  • gabarito letra C

     

    Art. 97 - Se o agente for inimputável, o juiz determinará sua internação (art. 26). Se, todavia, o fato previsto como crime for punível com detenção, poderá o juiz submetê-lo a tratamento ambulatorial. 

  • SISTEMA VICARIANTE: adotado no Brasil, no qual permite ou a adoção de Pena ou Medida de Segurança (sistema unitário de aplicação da pena). Quando a pena for de detenção, o juiz poderá convertê-la em Tratamento Ambulatorial.

  • @pmminas #otavio

    "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    C

    SISTEMA VICARIANTE: adotado no Brasil;

    Art. 97 - Se o agente for inimputável, o juiz determinará sua internação (art. 26). Se, todavia, o fato previsto como crime for punível com detenção, poderá o juiz submetê-lo a tratamento ambulatorial. 

  • Esse assunto se encontra em: MEDIDAS DE SEGURANÇA, onde:

    • inimputável = internação
    • se o fato for previsto como um crime punível com detenção = tratamento ambulatorial

    #PMMINAS

  • MEDIDAS DE SEGURANÇA

    inimputável - internação

    se o fato for previsto como um crime punível com detenção - tratamento ambulatorial

    SISTEMA VICARIANTE: adotado no Brasil;

    Art. 97 - Se o agente for inimputável, o juiz determinará sua internação (art. 26). Se, todavia, o fato previsto como crime for punível com detenção, poderá o juiz submetê-lo a tratamento ambulatorial. 

    SISTEMA VICARIANTE:

    É o sistema adotado pelo Código Penal Brasileiro e consiste na aplicação da pena ou da medida de segurança em caso de semi imputabilidadeOu uma ou outra. Não há a possibilidade de aplicação conjunta da pena e da medida de segurança. Então, reconheceu-se que o réu é semi imputável? Aplica-se ou a pena reduzida de 1/3 a 2/3 ou a medida de segurança. Não há a possibilidade de se aplicar os dois juntos (sistema do duplo binário).

    Lembrando que se o Réu for considerado inimputável, ou seja, não compreende de modo absoluto a realidade, não será aplicada a pena. Ele vai ser absolvido, por falta de imputabilidade. Todavia, será aplicada a ele uma medida de segurança por conta da sua periculosidade.


ID
1990912
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No caso de morte de ofendido ou de ter sido declarado ausente por decisão judicial, o direito de oferecer queixa ou de prosseguir na ação privada passará

Alternativas
Comentários
  • * GABARITO: "d";

    ---

    * FUNDAMENTO LEGAL:

    1º)  CP, art. 100, § 4º: "No caso de morte do ofendido ou de ter sido declarado ausente por decisão judicial, o direito de oferecer
    queixa ou de prosseguir na ação passa ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão".

    2º) CPP, art. 24, § 1º: " § 1o No caso de morte do ofendido ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão".

    ---

    Bons estudos.


     

  • Famoso CADI


ID
1990915
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

O artigo 28 do Código Penal Brasileiro versa sobre a emoção e a paixão. Nesse sentido, é correto afirmar que tais causas

Alternativas
Comentários
  • gabarito letra C

     

    Emoção e paixão

            Art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal: (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

            I - a emoção ou a paixão; 

            Embriaguez

            II - a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos.

  • GAB: C

     

    Art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal: 

                I - a emoção ou a paixão;

     

    OBS: emoção ou paixão são Diferentes de VIOLENTA EMOÇÃO

     

                         " A emoção não está sujeita ao tempo cronológico, mas sim ao tempo psicológico"

     

    Art. 65 – São circunstâncias que sempre atenuam a pena:

    III – ter o agente:

    c) cometido o crime sob coação a que podia resistir, ou em cumprimento de ordem de autoridade superior, ou sob a influência de violenta emoção, provocada por ato injusto da vítima;

     

    SEJA FORTE !

  • Não exclui nada, somente são atenuantes.

  • Emoção - Não é causa de exclusão da culpabilidade

    Influência de Violenta Emoção - causa de atenuante genérica

    Domínio de Violenta Emoção (Homicídio/Lesão Corporal) - causa de redução de pena de 1/6 a 1/3

  • NÃO EXCLUEM.

    #PMMINAS

  • SÃO CONSIDERADAS CIRCUSTÂNCIAS ATENUANTES QUANDO SOMADAS A OUTROS REQUISITOS, PORÉM NÃO EXLUI A IMPUTABILIDADE PENAL.


ID
1990918
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Caso duas pessoas, ao mesmo tempo, sem conhecerem a intenção uma da outra, dispararem sobre a vítima, responderão cada uma por um crime se os disparos de ambas forem causas da morte. Se a vítima morreu apenas em decorrência da conduta de uma, a outra responderá por tentativa de homicídio. Havendo dúvida insanável quanto à autoria da morte, dever-se-á:

Alternativas
Comentários
  • Essa é clássica, sempre fazem alguma variação, as vezes dizem que um deles sabia da conduta do outro, as vezes dizem que aderiu posteriormente a conduta, tudo para complicar.

    O gabarito é letra D, pois ambos tinham dolo de matar, todavia, apenas um deles logrou êxito, não sabemos qual, se punirmos um deles corre-se o risco de errar inocentando um culpado, se punirmos os dois, duas pessoas respondem por uma única conduta na qual não há conexão, restou apenas a tentativa para ambos como uma questão de equidade. 

  • Pois é...

    O gabarito é D, porém a banca ao formular a resposta a tornou inquisitória, pois já os sentenciaram ao dizer que serão punidos por tentativa de homicídio, onde na verdade ainda "responderão", podendo o desfecho ser outro, podendo até serem absolvidos. Nos exemplos do próprio enunciado está que eles "responderão" . Portanto, passível de anulação.

  • Trata-se de autoria colateral ocorre quando dois agentes têm a intenção de obter o mesmo resultado, porém um desconhece a vontade do outro, sendo que o objetivo poderá ser atingido pela ação de somente um deles ou pela ação de ambos. Sendo assim a doutrina entende que cada um dos agentes responde pelo risco criado (tentativa de homicídio).

     

    Bons estudos, a luta continua. 

  • In dubio pro reo (na dúvida, a favor do réu) Essa expressão traz o princípio jurídico da presunção da inocência, que diz que em casos de dúvidas se favorecerá o réu.

  • Trata-se da Autoria Colateral Diversa, onde não há um liame subjetivo entre os agentes (requisito do concurso de pessoas), desse modo não poderão responder por crime único por não se tratar de concurso. Vez que não foi possível definir com exatidão quem foi o autor da causa mortis, não poderá o direito penal prejudicar o réu pela dúvida (indubio pro societate), devendo ambos responderem pela modalidade tentada.

  • Caso prático clássico! Em questão temos o exemplo em que dois agentes comentem o mesmo crime ao mesmo tempo,porém fica impossibilitado de saber qual dos dois realmente casou o dano. Nesses casos, não se pode julgar apenas um e nem absolver ambos, será então enquadrado no principio do in dubio pro réu, configurando a tentativa de homídio.

  • Autoria colateral-2 ou mais agentes,pratica um único crime,sem liame subjetivo entre eles ou seja,sem prévio ajuste,ambos responde por tentativa quando não souber quem matou primeiro.

  • Na autoria coletiva quando não souber qual dos 2 agentes matou primeiro ambos responderão por tentativa de homicídio para que não possa haver injustiça.

  • Gab. D

    Também conhecido como princípio do favor rei, o princípio do “in dubio pro reo” implica em que na dúvida interpreta-se em favor do acusado. Isso porque a garantia da liberdade deve prevalecer sobre a pretensão punitiva do Estado.

  • Alô vc!

  • Outra questão absurda da vunesp. Vejo que eles não sabem aplicar os conceitos: observe. Se ambos os agentes acertam a vítima, mas não se sabe quem a matou, ambos respondem por tentativa (autoria colateral). Se ambos os agentes acertam a vítima, sendo que um a matou, e o outro a atingiu morta, mas não se sabe quem efetivamente foi o responsável pela morte, não há que se falar em tentativa, sim em crime impossível: ai sim usa-se o raciocínio do favor rei.
  • GABARITO - D

    Ao caso apresentado aplica-se AUTORIA INCERTA

    Surge no campo da autoria colateral, quando mais de um a pessoa é indicada como autora do crime, mas não se apura com precisão qual foi a conduta que efetivamente produziu o resultado. Conhecem-se os possíveis autores, mas não se conclui, em juízo de certeza, qual comportamento deu causa ao resultado. 

    CONSEQUÊNCIA JURÍDICA = AMBOS RESPONDEM POR TENTATIVA

    AUTORIA COLATERAL =

    quando duas ou mais pessoas intervém na execução de um crime, buscando Igual resultado, embora cada uma delas ignore a conduta alheia.

    CONSEQUÊNCIA JURÍDICA =

     cada um dos agentes responde pelo crime a que deu causa.

    Se " A" atirou na cabeça e "B " na perna, “A” por homicídio consumado, e “B” por tentativa de homicídio.

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ID
1990921
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Havendo o agente subtraído um automóvel, e na fuga atropelado um pedestre e arrebatado uma mulher com o fim de praticar crime de estupro, pode-se afirmar que responderá na forma do

Alternativas
Comentários
  • Furto => Uma ação e um desígno. Lesão corporal e Fuga=> Duas ações e dois desígnos "Rapto"=>Uma ação um desígnio.

    Logo, concurso material entre todos. 4 Ações e 4 designios. 

  • Concurso material

            Art. 69 - Quando o agente, mediante mais de uma ação ou omissão, pratica dois ou mais crimes, idênticos ou não, aplicam-se cumulativamente as penas privativas de liberdade em que haja incorrido. No caso de aplicação cumulativa de penas de reclusão e de detenção, executa-se primeiro aquela.

            § 1º - Na hipótese deste artigo, quando ao agente tiver sido aplicada pena privativa de liberdade, não suspensa, por um dos crimes, para os demais será incabível a substituição de que trata o art. 44 deste Código. 

            § 2º - Quando forem aplicadas penas restritivas de direitos, o condenado cumprirá simultaneamente as que forem compatíveis entre si e sucessivamente as demais. 

  • Concurso material - Pluralidade de condutas. 

  • CRIME MATERIAL
    + de uma ação/omissão
     Dois ou + crimes
    Somatória das penas 

    CRIME FORMAL
     1 ação/omissão
    2 ou + crimes
    FORMAL PRÓPRIO 
    1 ação/omissão
    2 ou + crimes
    1 Delito dolo + outro culposo por erro
    Uma causa de aumento de 1/6 a 1/2
    FORMAL IMPRÓPRIO
    1 ação/omissão
    2 ou + crimes
    Aplica a soma as penas igual a do material.

    Espero ter ajudado! ;)

  • CONCURSO MATERIAL= + DE 1 AÇÃO

    CONCURSO FORMAL= 1 AÇÃO

    O AGENTE COMETEU 3 AÇÕES, LOGO SERÁ CONCURSO MATERIAL, GAB A

  • Concurso material entre roubo, lesão corporal e tentativa de estupro.

    Será denunciado no art. 157, 129 e 218 c/c art. 14, todos na forma do art. 69 do Código Penal.

  • CONCURSO DE CRIMES

    Homogêneo

    Crimes idênticos ou crimes da mesma espécie

    Heterogêneo

    Crimes não idênticos ou crimes de espécies diferentes

    Concurso material - Cúmulo material

    Art. 69 - Quando o agente, mediante mais de uma ação ou omissão, pratica 2 ou mais crimes, idênticos ou não, aplicam-se cumulativamente as penas privativas de liberdade em que haja incorrido. No caso de aplicação cumulativa de penas de reclusão e de detenção, executa-se primeiro aquela. 

    § 1º - Na hipótese deste artigo, quando ao agente tiver sido aplicada pena privativa de liberdade, não suspensa, por um dos crimes, para os demais será incabível a substituição de que trata o art. 44 deste Código. 

    § 2º - Quando forem aplicadas penas restritivas de direitos, o condenado cumprirá simultaneamente as que forem compatíveis entre si e sucessivamente as demais.

    Concurso formal próprio ou perfeito - Exasperação da pena

    Art. 70 - Quando o agente, mediante uma só ação ou omissão, pratica 2 ou mais crimes, idênticos ou não, aplica-se a mais grave das penas cabíveis ou, se iguais, somente uma delas, mas aumentada, em qualquer caso, de 1/6 até 1/2.

    Concurso formal impróprio ou imperfeito - Cúmulo material

    As penas aplicam-se, entretanto, cumulativamente, se a ação ou omissão é dolosa e os crimes concorrentes resultam de desígnios autônomos, consoante o disposto no artigo anterior.

    Parágrafo único - Não poderá a pena exceder a que seria cabível pela regra do art. 69 deste Código.

    Crime continuado genérico

    Art. 71 - Quando o agente, mediante mais de uma ação ou omissão, pratica 2 ou mais crimes da mesma espécie e, pelas condições de tempo, lugar, maneira de execução e outras semelhantes, devem os subsequentes ser havidos como continuação do primeiro, aplica-se a pena de um só dos crimes, se idênticas, ou a mais grave, se diversas, aumentada, em qualquer caso, de 1/6 a 2/3.  

    Crime continuado específico  

    Parágrafo único - Nos crimes dolosos, contra vítimas diferentes, cometidos com violência ou grave ameaça à pessoa, poderá o juiz, considerando a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e a personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias, aumentar a pena de um só dos crimes, se idênticas, ou a mais grave, se diversas, até o triplo, observadas as regras do parágrafo único do art. 70 e do art. 75 deste Código.  

    Multas no concurso de crimes

    Art. 72 - No concurso de crimes, as penas de multa são aplicadas distinta e integralmente.

  • Concurso material - Cúmulo material

    Art. 69 - Quando o agente, mediante mais de uma ação ou omissão, pratica 2 ou mais crimes, idênticos ou não, aplicam-se cumulativamente as penas privativas de liberdade em que haja incorrido. No caso de aplicação cumulativa de penas de reclusão e de detenção, executa-se primeiro aquela. 

  • CRIME CONTINUADO > os crimes tem que ser da mesma espécie, e em continuação. ( ROUBO + HOMICÍDIO )

  • #PMMINAS


ID
1990924
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

São espécies de penas:

Alternativas
Comentários
  • gabarito letra C

     

      Art. 32 - As penas são: (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

            I - privativas de liberdade;

            II - restritivas de direitos;

            III - de multa.

  • Questão passível de anulação, ao meu ver, Reclusão e Detenção tbm são espécies de pena, porém dentro do gênero privativa de liberdade.

     

  • Passível de anulação??? Ta no art. 32 amigo, como a Fernanda colou no comentário dela. Reclusão e detenção são subdivisões das penas privativas de liberdade... Tem gente que não se satisfaz em brigar com a banca, quer brigar com a LEI também haha

  • eita pegadinha.... kkkkkk aqui não vunesp.... toma... PEI ,,,,,, gabarito ----- charlie


ID
1990927
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Se a morte da vítima decorreu de suas condições pessoais, pois era cardíaca, circunstância ignorada pelo agente, não a tendo atingido os tiros desfechados por este, responderá por

Alternativas
Comentários
  • Trata-se de uma causa ABSOLUTAMENTE INDEPENDENTE, seja ela de forma PREEXISTENTE, CONCOMITANTE ou SUPERVENIENTE, responderá o sujeito ativo por TENTATIVA.

  • Quando iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias á vontade do agente. Não se admite os crimes culposos, contravenções, Mera conduta e crime preterdoloso.

  • Gab. A

    "Conclusão: em se tratando de concausa absolutamente independente, não importa a espécie (preexistente, concomitaante ou superveniente), o comportamento paralelo será sempre punido da forma tentada"

    Fonte: Código Penal para concursos; CP / Rogério Sanches Cunha - JusPodivm, 2018, pág.57.

     

  • Achei estranho. A questão fala "circunstância ignorada pelo agente" . Pensei que fosse Causa Relativamente indepedente superveniente, pois deu a entender que o agente sabia de que a vitima tinha o problema de saúde.

  • Wellenn Rijkaard


    Não deves interpretar "ignorar" como sinônimo de "menosprezo", mas sim como sinônimo de "desconhecimento".

  • analisem a linha fisiológica: sem o agente ter dado os tiros a vitima nao teria morrido, mesmo que nao a tenha acertado!

    CONCAUSAS RELATIVAMENTE INDEPENDENTES: Não produzem o resultado por si só. Ação combinada com as condições do momento. O AGENTE RESPONDE PELO RESULTADO

  • Apenas acrescentando...Ao se dizer : "a morte da vítima decorreu de suas condições pessoais, pois era cardíaca"

    Temos aquilo que se chama de causa Absolutamente independente ..as consequências jurídicas = A gente só responde pela tentativa , porque há um rompimento do nexo causal.

  • Absolutamente Independente? Como assim? O sujeito se espanta com os tiros, e tem um ataque cardíaco. Trata-se de uma concausa relativamente independente concomitante, e deve sim o agente ser responsabilizado pelo resultado. Essa banca VUNESP definitivamente não sabe fazer prova de direito penal.
  • Gabarito: Letra (A) ✔

    CRIMES TENTADOS

    ➥ São os crimes em que o agente inicia a execução do delito mas este não se consuma por circunstâncias alheias à sua vontade, ou seja, não consegue produzir o resultado pretendido.

    • o CP adotou a teoria OBJETIVA!

    Na tentativa Eu quero continuar, mas não posso.

    Ex: Indivíduo é preso pela polícia durante a prática de um homicídio.

  • Gabarito equivocado.

    Segundo o Rogério Sanches Cunha, em seu livro: Manual de direito penal: parte geral (arts. 1º ao 120). 8. ed. rev., ampl. e atual. - Salvador: JusPODIVIM, 2020. Pág. 304, trata-se de uma Causa relativamente independente CONCOMITANTE, inclusive, com exemplo idêntico ao da questão em análise: " "A", com a intenção de matar, atira em "B", mas não atinge o alvo. A vítima, entretanto, assustando, tem um colapso cardíaco e morre. O agente responde pelo resultado causado, ou seja, homicídio consumado."

    Portanto, o gabarito deveria ser a letra B.

  • Ele tentou matar ela, mas por circunstâncias alheias, não conseguiu. Ou seja; tentativa de homícidio

  • responde por homicídio consumado.

    Concausa relativamente independente concomitante, não importa se o agente sabia ou não.

  • Gabarito A, CP Art. 14 -  Diz-se o crime: (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

    Crime consumado (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

    I - consumado, quando nele se reúnem todos os elementos de sua definição legal; (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

    Tentativa (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)

    II - tentado quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)


ID
1990930
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Comprovada a autoria, contudo não comprovado o nexo de causalidade entre a influência do estado puerperal e a morte do infante, de modo a diminuir a capacidade de entendimento ou autoinibição, a parturiente responderá por

Alternativas
Comentários
  • (A)

    Como não foi comprovado o nexo de causalidade entre a influência do estado puerperal e a morte do infante, de modo a diminuir a capacidade de entendimento ou autoinibição, a parturiente responderá por: Homicídio


     

  • O infanticídio é um crime próprio. Deve-se atentar para os elemento do tipo penal, neste caso, por ser crime próprio, somente a mãe e, estando no estado puerperal, pode cometer o crime em tela.

    Ao faltar qualquer elemento descrito no tipo, passará a ser outro delito, se previsto no código.

  • Crime próprio, porém admite coautoria

     

    '' Vá e vença que por vencido não os conheça ''

  • Chega dá gosto de ler uma questão bem feita.

  • Questão venenosa e bem elaborada.

  • se ficar comprovado que não houve o nexo causal entre o estado puerperal e a morte do filho, a mãe respondera por homicídio.O crime de infanticídio é um crime próprio,pois exige a qualidade e condição especifica de ser mãe e de estar no estado puerperal,porem admite coautoria,o pai pode ser coautor no crime,respondendo ele por homicídio e a mãe por infanticídio.

  • SUJEITO Ativo e Passivo:

    Toda relação jurídica é constituída de um sujeito ativo e outro passivo, sendo necessário que haja uma adequação entre o fato e a conduta descrita na norma.

    No caso, o sujeito ativo é o autor, configurada pela figura da mãe, sob a influência do estado puerperal. Portanto, qualquer outra pessoa que pratique a conduta delituosa, que não seja a genitora, ou mesmo esta sem estar sofrendo influência do estado puerperal, responderá pelo crime de homicídio. Salvo, o sujeito passivo, que é o feto nascente ou recém nascido, que pode ter sua vida tentada durante o parto ou logo após.

    Obs: O AGENTE ( PARTÍCIPE ) EM CONCURSO COM A MÃE, SABENDO DA SITUAÇÃO, RESPONDERÁ TAMBÉM , COMO INFANTICÍDIO. Cabe CO-AUTORIA

    Art. 30 – Não se comunicam as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, salvo quando elementares do crime.

    Estar sob influência do estado puerperal é, sem dúvida, circunstância elementar do crime de infanticídio. Portanto, de acordo com o artigo 30, o estado puerperal se comunica a terceiro que participar do delito. Por exemplo: O pai que mata o nascente, a pedido da mãe, que se encontra sob influência do estado puerperal. Neste caso, de acordo com a legislação, tanto o pai quanto a mãe responderão por infanticídio.

  • Como não foi comprovado o INFANTICIDIO, Respondera por HOMICIDIO!

  • VIDA INTRAUTERINA= ABORTO

    VIDA EXTRAUTERINA= SE FOR A MÃE QUE MATA O PRÓPRIO FILHO SOB A INFLUÊNCIA DO ESTADO PUERPÉRIO É INFANTICÍDIO, EM OUTRO CASO SERÁ HOMICÍDIO.

  • Está gravida e quer matar - aborto

    está nascendo e por conta do estado puerperal mata o recém nascido - Infanticídio

    nasceu a criança e resolve matar - homicídio

    gabarito letra A

  • Leia a questão atentamente e verá


ID
1990933
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

O tipo penal do artigo 216-A, parágrafo 2.º, do Código Penal Brasileiro, prevendo o aumento da pena, em até 1/3 (um terço), se a vítima for menor de 18 (dezoito) anos, dispõe, in verbis: “constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função”.

Trata-se de crime de

Alternativas
Comentários
  • Assédio sexual

     

            Art. 216-A. Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função."

            Pena – detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos.

            §2º -  A pena é aumentada em até um terço se a vítima é menor de 18 (dezoito) anos. 

  • GABARITO - C

    Observações:

    I) e crime próprio, que só pode ser praticado por superior hierárquico ou ascendente em relação de emprego, cargo ou função. 

    II) EXIGE uma condição especial sua, qual seja, ser subalterno do autor. 

    III) não configura o crime mera relação entre docente e aluno, por ausência entre os dois sujeitos do vínculo de trabalho.

    Sanches

  • GAB: C

    Complementando:

      Art. 216-A. Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função."

            Pena – detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos.

         §2º - A pena é aumentada em até um terço se a vítima é menor de 18 (dezoito) anos. 

    Relação entre docente e aluno:

    Em recente decisão, o STJ, por meio da sua 6º Turma, entendeu que o crime de assédio sexual, definido no art. 216-A do CP e geralmente associado à superioridade hierárquica em relações de emprego, pode ser caracterizado no caso de constrangimento cometido por professores contra alunos.

  • Corrupção de Menores Art. 218.

    Estupro Art. 213

    Estupro Vulnerável Art. 217

    Registro Não Autorizado Art. 216 A

    Assédio Art. 216 B

  • #PMMINAS

  • BIZU RAIADO: Seria o patrão de uma empresa de iniciativa privada. Querendo obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de SUPERIOR HIERÁRQUICO.

    quando o patrão pede ás mulheres favores sexuais em troca de trabalho, de promoção ou aumento salarial'').

    gb \ C)


ID
1990936
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

O tipo penal do artigo 218, do Código Penal Brasileiro, dispõe, in verbis: “Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem”.

Trata-se de crime de

Alternativas
Comentários
  • Corrupção de menores 

    Art. 218.  Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem: (Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos. (Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)

    Parágrafo único.  (VETADO). (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)

     

    Portanto, apesar de a questão apontar como correta a assertiva que trata do estupro de vulnevárel, como podemos ver acima, o gabarito correto seria o da letra A (corrpução de menores).

  • a) Corrupção de menores 

    Art. 218.  Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem:

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

     

     

    b) Estupro de vulnerável (gabarito da prova)

    Art. 217-A.  Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos:

    Pena - reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos.

     

    d) Satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente 

    Art. 218-A.  Praticar, na presença de alguém menor de 14 (catorze) anos, ou induzi-lo a presenciar, conjunção carnal ou outro ato libidinoso, a fim de satisfazer lascívia própria ou de outrem: 

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos.”

  • Gabarito ERRADO, conforme bem explanado pelos companheiros.

  • Se tem uma coisa que bagunça todo o conteúdo na cabeça do candidato é questão com gabarito errado. AFF.

  • Na verdade, a questão deveria estar anulada pois nem a assertiva A está correta. O crime descrito no art. 218 CP deixou de ser conhecido como "Corrupção de Menores" por força do art. 244-B do ECA que trouxe uma nova tipificação com este nome. O crime do art. 218 CP ficou sem nome, mas a doutrina o nomeia como "Induzimento de menor a lascívia de outrem".

  • Se alguém tiver acesso ao gabarito oficial da banca cuja resposta da questão esteja correta ( LETRA A), por favor, enviem ao QC.

  • NOTIFICAR ERRO!!!

     

  •  Corrupção de menores 

    Art. 218.  Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem:

              

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.             

    Parágrafo único.  (VETADO). 

     

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del2848compilado.htm

  • Acertei errrando, kkk pois o gabarito correto é a letra A

  • questao doidaaaa kkk

    gabarito= A

  • No que tange ao caso em tela , temos o crime de Corrupção de Menores.

    a) Corrupção de menores 

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem:

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

  • A questão traz não só a descrição da conduta, como o artigo ao qual se refere. Não há dúvida, trata-se corrupção de menores. É como se a questão trouxesse "o artigo 155 traz que subtrair coisa alheia móvel..." e a resposta fosse roubo.

    É bem possível (e até provável) que, para se satisfazer a lascívia de outrem, haja ato libidinoso. Mas a questão não traz isso, trazendo tão somente a descrição típica (E ENUMERANDO O ARTIGO) do crime de Corrupção de menores.

  • GABARITO LETRA A

    QUESTAO ERRADA

    ART 218. Induzir alguem menor de 14 anos a satisfazer a lascívia de outrem

    PENA : reclusão de 2 a 5 anos

  • Há 3 respostas certas na questão. Será que foi preguiça de elaborar uma questão melhor?

  • rapaz, parabéns para essa banca

  • Questão que só acerta quem n estuda

  • O canditado conhecendo o significado da palara lasciva, ela acertará a questao, ainda que a alternativa D o induza ao erro.

    lascivo

    adjetivo substantivo masculino

  • Concurseiros, ignorem essa questão. A resposta correta é A

    Corrupção de menores

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem

  • Alternativa correta "A" Art. 218 - Corrupção de Menores

    Art. 217-A Estupro de Vulnerável - Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos: (Incluído pela lei n 12015, de 2009).

  • Gabarito incorreto!

    Corrupção de menores

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14(catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem:

    Pena - reclusão, de 2 a 5 anos.

    Portanto, resposta correta: alternativa A

  • que bagaceira é essa ?? oxeeee

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem: (Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)

    essa definicao é do artigo 218 , e o crime é corrupção de menores

    #pmba19

  • Aquela questão que você diz ta certa por que eu sei que esta certa.kkkkkkkkkkkkk

  • Corrupção de menores 

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem:          

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.              

    GABARITO AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

  • Questão confusa...

  • ESSE GABARITO TA INCORRETO , ESSA QUESTÃO E CORRUPÇÃO DE MENORES

  • AQUELE ERRADO QUE É CERTO

    .

    Em 07/01/20 às 16:38, você respondeu a opção A.!Você errou!

    Em 02/01/20 às 17:11, você respondeu a opção A.!Você errou!

    Em 11/12/19 às 15:21, você respondeu a opção A.!Você errou!

  • Trata-se do crime de Corrupção de menores previsto no art. 218 do CP:

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem.

    Já o terceiro que teve a lascívia satisfeita responderá pelo estupro de vulnerável previsto no art. 217-A do CP.

    No que tange a Corrupção de Menores prevista no art. 244 B da Lei 8.069/90 (ECA) remete-se a pratica de crime em concurso com inimputável:

    Art. 244-B. Corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 (dezoito) anos, com ele praticando infração penal ou induzindo-o a praticá-la: (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)

    Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos. (Incluído pela Lei nº 12.015, de 2009)

  • nao sei da onde essa banca achou esse gabarito , letra b

    Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem”. trata-se de corrupção de menores

    quem respondeu letra A está no caminho , vamos pra cima caveiras !!

    #pmba2020

  • sinceramente não entendi o gabarito dessa questão não kkkk

  • Chega a ser um absurdo o Qconcursos manter uma questão como essa em sua plataforma. O erro é evidente.

  • sem preocupação.

    gabarito A

  • Sem mais delongas... GABARITO A.

    segue pra próxima questão.....

  • é a típica questão que se você acertou , pode estudar mais ...

  • Gabarito mais sem sentido

  • Corrupção de menores

    • Art218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem: Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

    GABARITO CORRETO LETRA A

  • Tipo de questão que só erra quem estuda. Não sei como a banca não mudou ou anulou essa questão.

  • GAB LETRA A

    QUEM ERROU, ACERTOU RSRS

    Corrupção de menores

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de

    outrem:

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

  • QC DEIXA A QUESTÃO AÍ PARA TREINAR A CABEÇA DO POVO...KKKKK

  • Resposta A e B estão corretas, mas letra de lei mesmo = A

  • Feliz por ter errado. Gabarito é A, letra de lei, apenas.

  • Gratidão por ter errado

  • GAB online B

    GAB de acordo com o código penal letra nua e crua Letra A

  • GAB online B

    GAB de acordo com o código penal letra nua e crua Letra A

  • Gabarito: A

    Corrupção de menores

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem:

    Pena - reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

  • Gab do Qconcursos está errado. o certo é a letra A

  • Corrupção de menores 

    Art. 218. Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem:  

    Estupro de vulnerável  

    Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos:  

  • Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.Corrupção de Menores Art. 218.

    Corrupção de Menores Art. 218.

  • QC ENLOUQUECEU!

  • errado...

    corrupção de menores !

    #PMMINAS

  • Corrupção de Menores

    Induzir alguém -14 anos a satisfazer a lascívia de outrem

    Satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente

    Praticar, na presença de -14 anos, ou induzi-lo a presenciar, conjunção carnal ou outro ato libidinoso, a fim de satisfazer lascívia própria ou de outrem

    ESTUPRO DE VULNERÁVEL

    conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso -14 anos

    enfermidade ou deficiência mental; não pode oferecer resistência

  • fique aqui bugado mas sei qual e a correta letra (A)

  • REPOSTA DO QCONCURSO

    Prezado assinante,

    Sua notificação sobre a questão Q663643 foi devidamente avaliada por nossa equipe. A questão notificada encontra-se de acordo com o gabarito disponibilizada pela Banca.

    Agradecemos a sua colaboração.

    Atenciosamente,

    Equipe QC


ID
1990939
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Sobre a Lei Federal n.º 4.898/65, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • (B)

    (A)Errada,pois: § 4º As penas previstas no parágrafo anterior poderão ser aplicadas autônoma ou cumulativamente.

    (B)Correta:LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965.Regula o Direito de Representação e o processo de Responsabilidade Administrativa Civil e Penal, nos casos de abuso de autoridade.

    (C) Errada,porquanto:Art. 2º O direito de representação será exercido por meio de petição:

    (D)Errada,porque: § 5º Quando o abuso for cometido por agente de autoridade policial, civil ou militar, de qualquer categoria, poderá ser cominada a pena autônoma ou acessória, de não poder o acusado exercer funções de natureza policial ou militar no município da culpa, por prazo de um a cinco anos.

  • LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965.Regula o Direito de Representação e o processo de Responsabilidade Administrativa Civil e Penal, nos casos de abuso de autoridade.  B

     

  • b) regula o direito de representação e o processo de responsabilidade administrativa, civil e penal nos casos de abuso de autoridade.

     

     

     

    LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965.

     

     

    a) Art. 6º. § 4º As penas previstas no parágrafo anterior poderão ser aplicadas autônoma ou cumulativamente.

     

     

    b) Art. 1º O direito de representação e o processo de responsabilidade administrativa civil e penal, contra as autoridades que, no exercício de suas funções, cometerem abusos, são regulados pela presente lei.

     

     

    c) Art. 2º O direito de representação será exercido por meio de petição.
    a) dirigida à autoridade superior que tiver competência legal para aplicar, à autoridade civil ou militar culpada, a respectiva sanção;
    b) dirigida ao órgão do Ministério Público que tiver competência para iniciar processo-crime contra a autoridade culpada.

     

     

    d) Art. 6º. § 5º Quando o abuso for cometido por agente de autoridade policial, civil ou militar, de qualquer categoria, poderá ser cominada a pena autônoma ou acessória, de não poder o acusado exercer funções de natureza policial ou militar no município da culpa, por prazo de 1 a 5 anos.

  • LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965.

     

     

    a) Art. 6º. § 4º As penas previstas no parágrafo anterior poderão ser aplicadas autônoma ou cumulativamente.

     

     

    b) Art. 1º O direito de representação e o processo de responsabilidade administrativa civil e penal, contra as autoridades que, no exercício de suas funções, cometerem abusos, são regulados pela presente lei.

     

     

    c) Art. 2º O direito de representação será exercido por meio de petição.

    a) dirigida à autoridade superior que tiver competência legal para aplicar, à autoridade civil ou militar culpada, a respectiva sanção;

    b) dirigida ao órgão do Ministério Público que tiver competência para iniciar processo-crime contra a autoridade culpada.

     

     

    d) Art. 6º. § 5º Quando o abuso for cometido por agente de autoridade policial, civil ou militar, de qualquer categoria, poderá ser cominada a pena autônoma ou acessória, de não poder o acusado exercer funções de natureza policial ou militar no município da culpa, por prazo de 1 a 5 anos.

    Gabarito: Letra B

  • LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965.

     

     

    a) Art. 6º. § 4º As penas previstas no parágrafo anterior poderão ser aplicadas autônoma ou cumulativamente.

     

     

    b) Art. 1º O direito de representação e o processo de responsabilidade administrativa civil e penal, contra as autoridades que, no exercício de suas funções, cometerem abusos, são regulados pela presente lei.

     

     

    c) Art. 2º O direito de representação será exercido por meio de petição.

    a) dirigida à autoridade superior que tiver competência legal para aplicar, à autoridade civil ou militar culpada, a respectiva sanção;

    b) dirigida ao órgão do Ministério Público que tiver competência para iniciar processo-crime contra a autoridade culpada.

     

     

    d) Art. 6º. § 5º Quando o abuso for cometido por agente de autoridade policial, civil ou militar, de qualquer categoria, poderá ser cominada a pena autônoma ou acessória, de não poder o acusado exercer funções de natureza policial ou militar no município da culpa, por prazo de 1 a 5 anos.

    Gabarito: Letra B

  • ESTA LEI FOI REVOGADA, PESSOAL.


ID
1990942
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Sobre as formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, contidas no artigo 7.º, da Lei Federal n.º 11.340/2006, analise as assertivas que seguem:

I. a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;

II. a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

III. a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;

IV. a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;

V. a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.

Pode-se afirmar que

Alternativas
Comentários
  • CAPÍTULO II

    DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

    CONTRA A MULHER

    Art. 7o  São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:

    I - a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;

    II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

    III - a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;

    IV - a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;

    V - a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.

  • Resposta correta: Letra A

  • ATENÇÃO - A VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA SOFREU ALTERAÇÃO NORMATIVA

    II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, VIOLAÇÃO DE SUA INTIMIDADE, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação; 

  • Bizu mnemônico: PMSP é F*DA!

    Patrimonial;

    Moral;

    Sexual;

    Psicológica;

    Física;

    Acabei de criar, deu trabalho para pensar, mas consegui.

    Deixem o like, abraços! Rs.


ID
1990945
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal Militar
Assuntos

É correto afirmar que, consumado o crime de deserção, nos casos previstos na lei penal militar, o Comandante da Unidade, ou autoridade correspondente, ou ainda a autoridade superior

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra A

     

    a)Correta - Art. 451. Consumado o crime de deserção, nos casos previsto na lei penal militar, o comandante da unidade, ou autoridade correspondente, ou ainda autoridade superior, fará lavrar o respectivo termo, imediatamente, que poderá ser impresso ou datilografado, sendo por ele assinado e por duas testemunhas idôneas, além do militar incumbido da lavratura.

     

    b)Incorreta - Art. 451, § 1º A contagem dos dias de ausência, para efeito da lavratura do termo de deserção, iniciar-se-á a zero hora do dia seguinte àquele em que for verificada a falta injustificada do militar.

     

    c)Incorreta - Art. 451, § 2º No caso de deserção especial, prevista no art. 190 do Código Penal Militar, a lavratura do termo será, também, imediata.

     

    d)Incorreta - Art. 452. O termo de deserção tem o caráter de instrução provisória e destina-se a fornecer os elementos necessários à propositura da ação penal, sujeitando, desde logo, o desertor à prisão.

     

    * Todos os artigos mencionados são do Código Processual Penal Militar, e os grifos são as correções.

  • O erro da alternativa D não é a falta da menção que o termo tem caráter de instrução provisória, mas sim na omissão da palvra "termo".

    Vejam como fica a combinação do enunciado com a alternativa D:

    É correto afirmar que, consumado o crime de deserção, nos casos previstos na lei penal militar, o Comandante da Unidade, ou autoridade correspondente, ou ainda a autoridade superior fornecerá os elementos necessários à propositura da ação penal, sujeitando, desde logo, o desertor à prisão.

    Errado, quem fornece isso é o próprio termo e não as autoridades mencionadas.

  • O termo de deserção tem o caráter de instrução provisória e destina-se a fornecer os elementos necessários à propositura da ação penal, sujeitando, desde logo, o desertor à prisão.

    Abraços

  • gab a

    Foi consumado o crime de deserção, como vai ser realizado o processo?

    o comandante da unidade, ou autoridade correspondente, ou ainda autoridade superior vai ser responsável.

    o que vai fazer?

    fará lavrar o respectivo termo, imediatamente, aplica- se também na deserção especial

    como pode ser o termo?

    poderá ser impresso ou datilografado

    Vai ser assinado?

    Sim, pela autoridade correspondente ou comandante que lavrou o termo e por duas testemunhas idôneas, além do militar incumbido da lavratura, que vai ser a autoridade superior.

    Fontes: Meus Resumos

  • Art. 451. Consumado o crime de deserção, nos casos previsto na lei penal militar, o comandante da unidade, ou autoridade correspondente, ou ainda autoridade superior, fará lavrar o respectivo termo, imediatamente, que poderá ser impresso ou datilografado, sendo por ele assinado e por duas testemunhas idôneas, além do militar incumbido da lavratura.


ID
1990948
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

Pode-se afirmar que caracteriza o crime de motim, reunirem-se militares ou assemelhados:

Alternativas
Comentários
  • Motim

            Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:

            I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

            II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

            III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

            IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer dêles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar: Pena - reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um têrço para os cabeças.

    A) Separadamente (Palavra avulsa)

    B) Correta

    C) Qualquer local (palavra avulsa)

    D) Constitui outro delito.

  • Complementando a resposta do Murilo, na assertiva "d" se os militares se concentrarem com armamentos ou outros materiais bélicos a fim de praticar violência também caracteriza-se outro crime, qual seja, o de revolta, tipificado no parágrafo unico do artigo 149 do CPM.

  •   b-  assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

    esta questão embora correta, requer análise....

    A violência não necessariamente tenha que ocorrer contra o superior, pois o CPM no seu art. 149, II é claro "recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência"

     

     

     

     

     

     

  • a) agindo em conjunto ou separadamente, em favor da ordem recebida de superior e negando a cumpri-la de imediato.

     

    b) assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior.

     

    c) ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica, aeronave, viatura militar ou qualquer local para a prática de violência militar ou concertarem-se com armamento ou material bélico, a fim da prática de violência.

     

    d) com o intuito de patrocinar a clandestinagem de informações a países estrangeiros.

  • MOTIM 
     
    Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:  
    I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se
    cumpri-la;  
    II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem 
    ordem ou praticando violência;  
    III  -  assentindo  em  recusa  conjunta  de  obediência,  ou  em 
    resistência ou violência, em comum, contra superior;  
    IV  -  ocupando  quartel,  fortaleza,  arsenal,  fábrica  ou 
    estabelecimento  militar,  ou  dependência  de  qualquer  deles,  hangar, 
    aeródromo  ou  aeronave,  navio  ou  viatura  militar,  ou  utilizando-se  de 
    qualquer  daqueles  locais  ou  meios  de  transporte,  para  ação  militar,  ou 
    prática  de  violência,  em  desobediência  a  ordem  superior  ou  em 
    detrimento da ordem ou da disciplina militar:


ID
1990951
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

Sd PM Barreto, de serviço, havendo tão somente a si e um outro Sd PM no serviço de sentinela da OPM, e estando o serviço em aparente situação de normalidade, por volta das 23h 40m, sem solicitar autorização de seu Comandante, deliberou por sair para comprar uma pizza em uma lanchonete a cerca de 100 metros. Tal conduta caracterizará o crime de

Alternativas
Comentários
  • gabarito letra A

     

     Art. 195. Abandonar, sem ordem superior, o pôsto ou lugar de serviço que lhe tenha sido designado, ou o serviço que lhe cumpria, antes de terminá-lo:

            Pena - detenção, de três meses a um ano.

  • GABARITO - LETRA A

     

    Deserção: sem licença.

    Abandono de posto: sem ordem superior.

     

    DISCIPLINA, DISCIPLINA, DISCIPLINA.

  • Ta no pôsto ou em um lugar que foi determinado para ficar, saiu 1 metro, 1 segundo, configura abandono de posto. Porém atentar-se ao pega da banca, exemplo: sentinela que dorme dentro do paiol (designado para o posto) comente abandono ou dormir em serviço? Dormir em serviço, especialidade. Eu errei um assim, por isso estou comentando. 

     

    Bons estudos. 

  •     Art. 195. Abandonar, sem ordem superior, o pôsto ou lugar de serviço que lhe tenha sido designado, ou o serviço que lhe cumpria, antes de terminá-lo.

  • O crime de abandono de posto é um delito de perigo abstrato!

    Não importa a distância ou o tempo que ficou fora do posto, nem se houve ou não prejuízos maiores!

    Saiu do posto, configurado está o crime.

    Vale lembrar que posto é diferente de local de serviço.

    Fonte: Adriano Marreiros - Direito penal militar teoria crítica e prática.

  • E no fim o Comandante ainda comeu a pizza do Sd PM Barreto, força soldado!

  • Abandono de posto

    Art. 195. Abandonar, sem ordem superior, o posto ou lugar de serviço que lhe tenha sido designado, ou o serviço que lhe cumpria, antes de terminá-lo

    Pena - detenção, de 3 meses a 1 ano.

  • Questão boa,pois,se na questão estivesse dizendo que o superior não permitiu,logo enquadraria na recusa de desobediência


ID
1990954
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

Durante o serviço, no período noturno, em uma Unidade de Corpo de Bombeiros, um Soldado PM, escalado no serviço de telegrafia, sem intenção, acomodou-se em uma cadeira e dormiu.

Tal conduta

Alternativas
Comentários
  • Pra configurar o crime de Dormir em Serviço, tem que ter a intenção(dolo).

  • Dormir em serviço

            Art. 203. Dormir o militar, quando em serviço, como oficial de quarto ou de ronda, ou em situação equivalente, ou, não sendo oficial, em serviço de sentinela, vigia, plantão às máquinas, ao leme, de ronda ou em qualquer serviço de natureza semelhante:

            Pena - detenção, de três meses a um ano

  • Gabarito ERRADO

     

    Art. 33., do CPM - Diz-se o crime:

            Culpabilidade

            I - doloso, quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo;

            II - culposo, quando o agente, deixando de empregar a cautela, atenção, ou diligência ordinária, ou especial, a que estava obrigado em face das circunstâncias, não prevê o resultado que podia prever ou, prevendo-o, supõe levianamente que não se realizaria ou que poderia evitá-lo.

            Excepcionalidade do crime culposo

            Parágrafo único. Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

           OBS. (grifo meu): somente será punido pelo crime previsto, quando praticado dolosamente, salvo os casos expressos na lei, ou seja, os casos culposos deverão estar expressamente previsto, caso contrário é fato atípico.

    ****Há vários delitos neste código que prevêm a conduta dolosa e culposa.

  • "A doutrina castrense em posição majoritária entende que o crime é punível exclusivamente em decorrência do dolo, devendo ser comprovado analisando a conduta do acusado na prática do injusto. Ocorrendo hipótese de adormecimento culposo, a contenda resolve-se no âmbito administrativo disciplinar. Daí a máxima de que toda condenação criminal, por delito funcional, acarreta em punição disciplinar, mas nem toda infração administrativa exige sanção penal."

     

    Fonte: https://jus.com.br/artigos/32286/dormir-em-servico-implicacoes-na-esfera-penal-e-disciplinar-e-a-possibilidade-de-isencao-de-pena

  • GABARITO D = Gabarito sem erro, é necessário o DOLO.

  • Durante o serviço, no período noturno, em uma Unidade de Corpo de Bombeiros, um Soldado PM, escalado no serviço de telegrafia, sem intenção, acomodou-se em uma cadeira e dormiu.

     

    LETRA D - não caracterizará crime, em face da ausência de dolo.

     

  • Tenho curiosidade em saber como se verifica o dolo relacionado a esse delito. So perguntando para o cabra msm: e ai, quis dormir>

     

    kkkkkkkkkkk...

  • Tem que ter o dolo, tirar, colete, cinturão, bota,...

  • sem crime, na PMMG seria puniçao administrativa prevista no codigo de ética.

  • Aos colegas que estão na busca por aprovação nas Forças Armadas, cuidado com questões como esta.

    O STM entende que o crime de dormir em serviço é crime formal e prescinde da prova de perigo concreto, ou seja, só precisa dormir - elemento subjetivo do tipo -, não há necessidade de dolo ou de efetivo prejuízo. O STM entende que o militar assume o risco de dormir em serviço, quando deveria buscar meios de permanecer alerta ou, ainda, comunicar o superior.

  • Só seria crime se ele estivesse como oficial do dia, de quarto, sentinela, ronda, etc... Art 203 Dormi em serviço.

    Portanto, não caracterizará crime, em face da ausência de dolo.

  • O crime dormir em serviço (art. 203) não admite forma culposa, de forma que para haver consumação, o agente deve agir com dolo. Como na questão não deixou claro sua intenção em dormir (não disse que ele tirou o coturno, pegou um cobertor, por exemplo) não há crime por ausência de intenção, pelo que incide a regra geral do art. 33, p. único, verbis:

    “Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido pelo fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente”.

  • DORMIR EM SERVIÇO: exige-se dolo do agente (culposamente incorrerá em transgressão). dormir o militar, quando em serviço (Oficial: quarto, ronda); (Praça: sentinela, vigia, plantão as máquinas, leme, ronda). Não se exige lapso temporal para configurar o crime. A atividade desempenhada deverá ser de vigilância. Caso exerça atividade administrativa NÃO incorrerá neste crime. Aplica-se tanto para o Oficial como para o Praça, seja das Forças Armadas ou Auxiliares.

    NA PMMG TAL FATO PODERIA ENSEJAR AO MILICIANO A TRANSGRESSÃO DISCIPLINAR DE NATUREZA GRAVE PREVISTO NO CEDM.

  • O CRIME DE DORMIR EM SERVIÇO TEM QUE HAVER A INTENÇÂO(DOLO)DO CONTRÁRIO NÂO CONFIGURA O CRIME.

  • Inacreditável, não é esse o Exército que sirvo, aqui dormiu toma-lhe punição!!!

  • Num compartimento de Bombeiros militar... Um soldado PM?
  • kkkkkkkkkkkk, aqui no meu exército se dormir em pé, já é crime.kkkkkkkkkkkk

  • Se não tivesse esse "SEM INTENÇÃO" creio que seria crime de dormir em serviço, pois o termo "Acomodou-se" dá a entender que ele procurou uma situação confortável para dormir.

  • no corpo de bombeiros e permitido dormi kkķkkkkkk
  • O termo: SEM INTENÇÃO , tornou atípico, visto que é exigido o DOLO de dormir para configurar o crime de dormir em serviço.

    #PMMINAS

  • Então é só falar que dormiu sem querer, como que vão descobrir se o cara tá mentindo ou não?

  • Caso de PM dormindo em serviço sem dolo, todas as circunstâncias apontam que não havia dolo

    https://www.youtube.com/watch?v=TXBC3xFJhFk

  • Exige dolo


ID
1990957
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

Bombeiros, Militares do Estado, armados, reúnem-se e invadem instalações militares do Corpo de Bombeiros, pleiteando aumento salarial por meio da prática de violência, em desobediência a ordem superior.

Tal conduta

Alternativas
Comentários
  • Motim

            Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:

            I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

            II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

            III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

            IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer dêles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar: Pena - reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um têrço para os cabeças.

  • complementando o art. 149 do CPM

    Revolta

            Parágrafo único. Se os agentes estavam armados:

            Pena - reclusão, de oito a vinte anos, com aumento de um têrço para os cabeças.

  • Revolta!!! 

    Estavam armados! 

    Esquece o Motim!!!

  • Amigos uma dica um crime anulou o outro  Conspiração -> Motin -> " prática de violência, em desobediência a ordem superior. " = Revolta Corrija mim si estiver errado .

  • São duas as diferenças entre recusa de obediência e Revolta:

    1º Uso de Armas

    2º Revolta é crime de concurso necessário, que deve ter a presença de mais de 2 militares. Todavia, recusa de obediência pode ter apenas um militar.

    Thau, Obrigado!

  • Motim =SEM armas

    RevLta = revoLver (COM arma)

    crime de recusa de obediência consiste em descumprir ordem sobre assunto ou matéria de serviço, ou relativamente a dever imposto em lei, regulamento ou instrução, oque não se aplica no enunciado.

    A dor, o sofrimento é passageiro. A honra será eterna.


ID
1990960
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

A Lei Federal n.º 9.299, promulgada em 08 de outubro de 1996, alterou dispositivos dos Decretos-leis n.º 1.001 e 1.002, de 21 de outubro de 1969, Códigos Penal e de Processo Penal Militar, respectivamente, passando a vigorar com as alterações.

Sobre tais alterações, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • b) correta

    LEI Nº 9.299, DE 7 DE AGOSTO DE 1996. Altera dispositivos dos Decretos-leis n° s 1.001 e 1.002, de 21 de outubro de 1969, Códigos Penal Militar e de Processo Penal Militar, respectivamente.

    Art. 1º O art. 9° do Decreto-lei n° 1.001, de 21 de outubro de 1969 - Código Penal Militar, passa a vigorar com as seguintes alterações:

    Parágrafo único. Os crimes de que trata este artigo, quando dolosos contra a vida e cometidos contra civil, serão da competência da justiça comum."

     

    Posteriormente ainda tivemos a Redação dada pela Lei nº 12.432, de 2011, que incluiu os casos de tiro de destruição de aeronaves que entrarem em espaço aéreo brasileiro.

     

    Art. 9º, § único do CPM

    Parágrafo único. Os crimes de que trata este artigo quando dolosos contra a vida e cometidos contra civil serão da competência da justiça comum, salvo quando praticados no contexto de ação militar realizada na forma do art. 303 da Lei no 7.565, de 19 de dezembro de 1986 ­ Código Brasileiro de Aeronáutica. (Redação dada pela Lei nº 12.432, de 2011)
     

  • Questão desatualizada, Justiça Militar da União é competente para julgar casos de homicídio doloso cometidos por militares das Forças Armadas contra civis.

    Vide:  http://www.stm.jus.br/informacao/agencia-de-noticias/item/6219-stm-confirma-que-justica-militar-da-uniao-e-competente-para-apreciar-homicidio-doloso-contra-civil

  • Thalita, lê a materia, lê a pergunta, lê o órgão que está vinculado o concurso. Não é pacificado, sendo assim ainda não é aplicável. 

  • os crimes, quando dolosos contra a vida e cometidos contra civil, serão da competência da Justiça Comum.

     

    Qustao furada..... somente militares estaduais

  • CUIDADO. QUESTÃO DESATUALIZADA. ATUALIZAÇÃO FEITA PELA LEI 13. 491/2017

    Art. 9º Consideram-se crimes militares, em tempo de paz:

    § 1o Os crimes de que trata este artigo, quando dolosos contra a vida e cometidos por militares contra civil, serão da competência do Tribunal do Júri.    (Redação dada pela Lei nº 13.491, de 2017)

    § 2o Os crimes de que trata este artigo, quando dolosos contra a vida e cometidos por militares das Forças Armadas contra civil, serão da competência da Justiça Militar da União, se praticados no contexto:      (Incluído pela Lei nº 13.491, de 2017)

    I – do cumprimento de atribuições que lhes forem estabelecidas pelo Presidente da República ou pelo Ministro de Estado da Defesa;      (Incluído pela Lei nº 13.491, de 2017)

    II – de ação que envolva a segurança de instituição militar ou de missão militar, mesmo que não beligerante; ou      (Incluído pela Lei nº 13.491, de 2017)

    III – de atividade de natureza militar, de operação de paz, de garantia da lei e da ordem ou de atribuição subsidiária, realizadas em conformidade com o disposto no art. 142 da Constituição Federal e na forma dos seguintes diplomas legais:      (Incluído pela Lei nº 13.491, de 2017)

  • Galera prestem a atenção!

    Se for Militar estadual crime doloso civil = Tribunal do juri

    Se for Militar FEDERAL crime doloso civil = justiça militar da união!!

  • GABRIEL VILELA CUIDADO:

     QUANDO PRATICADO POR MILITARES FEDERAIS SERÃO DE COMPETENCIA DA JUSTIÇA MILITAR.

    MAS QUANDO PRATICADO POR MILITAR ESTADUAL CONTINUA SENDO TRIBUNAL DO JURI.

  • OBRIGADO RUMO APROVAÇÃO PMGO

    #ESSAFARDAÉMINHA PMGO 2019

  • Tribunal do juri é parte da justiça comum?

  • Os crimes de que trata este artigo, quando dolosos contra a vida e cometidos por militares contra civil, serão da competência do Tribunal do Júri. Questão Desatualizada!

  • CRIMES DOLOSOS CONTRA A VIDA E COMETIDOS POR MILITAR CONTRA CIVIL; MILITAR ESTADUAL-JUSTIÇA COMUM(TRIBUNAL DO JURI) MILITAR DA UNIÃO(FEDERAL)-JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO.


ID
1990963
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

Em relação à Declaração Universal dos Direitos do Homem, pode-se afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - "B" - proclama, dentre outros direitos, o direito à igualdade, à não discriminação, à vida, à nacionalidade, à propriedade.

    A DUDH estabelece direitos de 1ª e 2ª dimensão (não estabelece de 3ª dimensão), sendo proclamada pela Assembleia Nacional das Nações Unidas no ano de 1948, após a 2ª Guerra Mundial.

    1ª Dimensão: direitos civis e políticos

    2ª Dimensão: direitos econômicos, sociais e culturais

  • proclama, dentre outros direitos, o direito à igualdade, à não discriminação, à vida, à nacionalidade, SEGURANÇA PESSOAL

  • Sobre o assunto;

    A DUDH constitui uma resolução, que foi aprovada pela Assembleia Geral da ONU.

    Não Esqueça que ela tem natureza de resolução.

    Sucesso, bons estudos não desista!

  • DUDH

    Foi adotada e proclamada em 10 de dezembro de 1948 pela ONU por meio da resolução 217-A após a segunda guerra mundial.

  • GAB B

  • Apesar de não contemplar os direitos de 3ª geração (Fraternidade), o documento faz menções, ficar atento.


ID
1990966
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Em relação ao artigo 5.º, XXXVI, da Constituição da República, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

     

    Entende-se então que, ato jurídico perfeito é aquele que sob o regime de determinada lei tornou-se apto para dar nascimento aos seus efeitos desde que seja feita a devida verificação de todos os requisitos que lhe são indispensáveis.

     

    http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=8805&revista_caderno=2

  • GAB: C

    ERRADO a) Coisa julgada : É a qualidade conferida à sentença judicial contra a qual não cabem mais recursos, tornando-a imutável e indiscutível, é certeza do final do processo.

    ERRADO b) Ato jurídico perfeito: É aquele já realizado, acabado segundo a lei vigente ao tempo em que se efetuou, pois já satisfez todos os requisitos formais para gerar a plenitude dos seus efeitos, tornando-se portanto completo

    CERTO   c) Direito adquirido é o bem da vida incorporado definitivamente ao patrimônio jurídico de seu titular.

    ERRADO d) O direito adquirido não emana diretamente da lei, como o ato jurídico perfeito, o qual é uma decisão judicial fundada na lei, apta a produzir os seus efeitos.

     

    SEJA FORTE .

  • "bem da vida"

    (...)

    Aprioristicamente, o termo é utilizado, em regra, por autores processualistas, i.e., no campo do Direito Processual. Ocorre que, sendo o Direito Processual um instrumento pelo qual se efetiva o direito material, o termo bem da vida denota algo (um bem) extraído do mundo do direito material para o plano processual para que seja tutelado.

    Neste pé, sendo o processo um instrumentalizador de todo o sistema do Direito, i.e., de uma infinitude de bens, não há melhor termo para se definir de forma genérica, todos os bens tutelados pelo Direito, passiveis de serem trazidos para o plano do Direito Processual, na busca de sua tutela específica.

    Imperioso, ainda, é perscrutar o conteúdo gramatical do termo, em que pese à palavra bem, em suma significar uma coisa, já a palavra vida referir-se em um de seus sentidos, a existencialidade. Portanto, bem da vida é todo e qualquer bem (coisa), que se prende, que está junto a existencialidade. Noutro falar, bens passíveis de apreensão pelos homens, e neste sentido, torna-se demasiado lato o conteúdo do termo ora em discussão. Outrossim, conclui-se que bem da vida, neste sentido lato, abarca tudo aquilo que é passível de vinculação pelo Homem.

    (...)

    Por fim, há de se concluir que quando os autores processualistas usam o presente termo, em síntese, buscam trazer à baila todos e quaisquer bens tutelados pelo Sistema de Direito, levados pelas partes ao processo, por serem coisas importantes ao homem, e que por serem bens limitados estão sob a incidência da disputa entre as pessoas.

  • DIREITO ADQUIRIDO: É aquele já incorporado no patrimônio jurídico do titular. A regra antiga assim fica não pode ser prejudicado.

    ATO JURÍDICO PERFEITO: É aquele que se formou e gerou efeitos sob um determinado regime jurídico. Seguiu todo o procedimento legal, foi perfeito, atingiu sua finalidade.

    COISA JULGADA: É uma característica de imutabilidade que reveste a sentença contra a qual não caiba mais recursos. Decisão que não cabe mais recurso.

  • Letra C.

    O direito adquirido consiste na faculdade de continuar a extrair os efeitos de um ato ou continuar a gozar dos efeitos de uma lei pretérita mesmo depois de ter sido revogada. Assim, tal direito pode ser encarado como uma espécie de direito subjetivo definitivamente incorporado ao patrimônio jurídico do titular, já consumado ou não, porém exigível na via jurisdicional.

    Pra cima!!!!

  • Bizu: o ato jurídico perfeito gera o direito adquirido

    Ex: Previdência social, você cumpriu todo rito jurídico, então tem o direito de se aposentar ( DIREITO ADQUIRIDO), até não cumprir, ficará na expectativa do direito.


ID
1990969
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

De acordo com a Lei n.º 7.783/89 – Lei de Greve –, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: A



  • Sobre a lei Lei n.º 7.783/89 ( Lei de Greve )

    São considerados serviços ou atividades essenciais:

    I - tratamento e abastecimento de água; produção e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis;

    II - assistência médica e hospitalar;

    III - distribuição e comercialização de medicamentos e alimentos;

    IV - funerários;

    V - transporte coletivo;

    VI - captação e tratamento de esgoto e lixo;

    VII - telecomunicações;

    VIII - guarda, uso e controle de substâncias radioativas, equipamentos e materiais nucleares;

    IX - processamento de dados ligados a serviços essenciais;

    X - controle de tráfego aéreo;

    XI compensação bancária.

    XII - atividades médico-periciais relacionadas com o regime geral de previdência social e a assistência social; 

    XIII - atividades médico-periciais relacionadas com a caracterização do impedimento físico, mental, intelectual ou sensorial da pessoa com deficiência, por meio da integração de equipes multiprofissionais e interdisciplinares, para fins de reconhecimento de direitos previstos em lei, em especial na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência); e    

    XIV - outras prestações médico-periciais da carreira de Perito Médico Federal indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade.   

    RUMO AO OFICIALATO PMDF !!!

  • LEI Nº 7.783, DE 28 DE JUNHO DE 1989.

    Art. 10 São considerados serviços ou atividades essenciais:

    I - tratamento e abastecimento de água; produção e distribuição de energia elétrica, gás e combustíveis;

    II - assistência médica e hospitalar;

    III - distribuição e comercialização de medicamentos e alimentos;

    IV - funerários;

    V - transporte coletivo;

    VI - captação e tratamento de esgoto e lixo;

    VII - telecomunicações;

    VIII - guarda, uso e controle de substâncias radioativas, equipamentos e materiais nucleares;

    IX - processamento de dados ligados a serviços essenciais;

    X - controle de tráfego aéreo;

    X - controle de tráfego aéreo e navegação aérea; e                                    

    X - controle de tráfego aéreo;

    X - controle de tráfego aéreo e navegação aérea; e      

    X - controle de tráfego aéreo e navegação aérea;  

    XI compensação bancária.

    XII - atividades médico-periciais relacionadas com o regime geral de previdência social e a assistência social;            

    XIII - atividades médico-periciais relacionadas com a caracterização do impedimento físico, mental, intelectual ou sensorial da pessoa com deficiência, por meio da integração de equipes multiprofissionais e interdisciplinares, para fins de reconhecimento de direitos previstos em lei, em especial na  e             

    XIV - outras prestações médico-periciais da carreira de Perito Médico Federal indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade.     

    XV - atividades portuárias.       

    XV - atividades portuárias.       

    GAB: A

  • É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.


ID
1990972
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Nos termos da Lei n.º 7.716/89 – Lei do Preconceito Racial – e suas alterações, considera-se crime:

Alternativas
Comentários
  • (D)

    a)recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau, desde que o aluno seja menor de 18 (dezoito) anos.


    b)recusar hospedagem em hotel, pensão ou estalagem, salvo para manutenção do padrão social do estabelecimento.


    c)impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares, confeitarias, ou locais semelhantes, mesmo que não abertos ao público.


    d)impedir ou obstar o acesso de alguém ao serviço em qualquer ramo das Forças Armadas.

  • OBS: CRIME COMETIDO EM INSITUICAO DE ENSINO;VÍTIMA  MENOR DE 18 ANOS. CAUSA DE AUMENTO DE PENA> 1/3

  • Art. 6º Recusarnegar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau. Pena: reclusão de três a cinco anos. Parágrafo único. Se o crime for praticado contra menor de dezoito anos a pena é agravada de 1/3 (um terço).

  • d) impedir ou obstar o acesso de alguém ao serviço em qualquer ramo das Forças Armadas.

     

     

     

    LEI Nº 7.716, DE 5 DE JANEIRO DE 1989.

     

    a) Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau. Pena: reclusão de três a cinco anos.

     

     

    b) Art. 7º Impedir o acesso ou recusar hospedagem em hotel, pensão, estalagem, ou qualquer estabelecimento similar. Pena: reclusão de três a cinco anos.

     

     

    c) Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares, confeitarias, ou locais semelhantes abertos ao público. Pena: reclusão de um a três anos.

     

     

    d) Art. 13. Impedir ou obstar o acesso de alguém ao serviço em qualquer ramo das Forças Armadas. Pena: reclusão de dois a quatro anos.

  • CRIME DE RACISMO

    Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau.

    Pena: reclusão de três a cinco anos.

    Parágrafo único. Se o crime for praticado contra menor de 18 anos a pena é agravada de 1/3 .

    OBSERVAÇÃO

    ÚNICO CRIME PREVISTO NA LEI DE RACISMO QUE POSSUI CAUSA DE AUMENTO DE PENA.

    INJÚRIA RACIAL

    Atinge pessoa determinada

    RACISMO 

    Atinge a coletividade

    •Imprescritível

    •Inafiançável

    PENALIDADES

    •Sujeito a pena de reclusão

    •Não existe crime de racismo com pena de detenção

    •Na lei racismo possui somente um crime com pena de multa e prestação de serviço a comunidade

    Na lei de racismo possui somente um crime com causa de aumento de pena

    Discriminação ou preconceito 

    Finalidades específica ou dolo específico

    •Raça 

    •Cor

    •Etnia 

    •Religião 

    •Procedência nacional 

    •Orientação sexual (entendimento do STF)

    VERBOS OU NÚCLEO DO TIPO PENAL

    •RECUSAR

    •IMPEDIR

    •OBSTAR

    •NEGAR

    •INDUZIR

    •INCITAR

    AÇÃO PENAL

    •AÇÃO PENAL PÚBLICA INCONDICIONADA

    EFEITOS DA CONDENAÇÃO

    Não são automáticos, devendo ser motivadamente declarados na sentença

    •PERDA DO CARGO OU FUNÇÃO PÚBLICA PARA O SERVIDOR PÚBLICO

    •SUSPENSÃO DO FUNCIONAMENTO DO ESTABELECIMENTO PARTICULAR POR PRAZO NÃO SUPERIOR A 3 MESES

    •DESTRUIÇÃO DO MATERIAL APREENDIDO NOS CRIMES DE RACISMO COMETIDO POR INTERMÉDIO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL OU PUBLICAÇÃO DE QUALQUER NATUREZA

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    D

    LEI Nº 7.716, DE 5 DE JANEIRO DE 1989.

     

    Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau. Pena: reclusão de três a cinco anos.

    Parágrafo único. Se o crime for praticado contra menor de dezoito anos a pena é agravada de 1/3 (um terço). 

     

    Art. 7º Impedir o acesso ou recusar hospedagem em hotel, pensão, estalagem, ou qualquer estabelecimento similar. Pena: reclusão de três a cinco anos.

     

    Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares, confeitarias, ou locais semelhantes abertos ao público. Pena: reclusão de um a três anos.

     

    Art. 13. Impedir ou obstar o acesso de alguém ao serviço em qualquer ramo das Forças Armadas. Pena: reclusão de dois a quatro anos.


ID
1990975
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

No tocante à Lei n.º 9.099/95 – Juizados Especiais Cíveis e Criminais – e suas alterações, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • a) Art. 69. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a vítima, providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários. GABARITO.
    b) Art. 92. Aplicam-se subsidiariamente as disposições dos Códigos Penal e de Processo Penal, no que não forem incompatíveis com esta Lei.
    c) Art. 90-A.  As disposições desta Lei não se aplicam no âmbito da Justiça Militar.
    d) Art. 62. O processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade, informalidade, economia processual e celeridade, objetivando, sempre que possível, a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena não privativa de liberdade.

  • Vejamos as alternativas à luz da Lei 9.099/95, iniciando pelas incorretas:

    A alternativa B está incorreta, eis que a aplicação dos Códigos Penal e de Processo Penal é subsidiária, não concomitante:

    Art. 92. Aplicam-se subsidiariamente as disposições dos Códigos Penal e de Processo Penal, no que não forem incompatíveis com esta Lei.

    A alternativa C está incorreta, pois não se aplica a Lei 9.099/95 no âmbito da Justiça Militar, seja estadual ou federal.

    Art. 90-A.  As disposições desta Lei não se aplicam no âmbito da Justiça Militar.

    A alternativa D está incorreta, uma vez que a aplicação de pena privativa de liberdade não é um dos objetivos da Lei 9.099/95. Ao contrário, deve-se prestigiar a aplicação de penas não privativas de liberdade.

    Art. 62. O processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade, informalidade, economia processual e celeridade, objetivando, sempre que possível, a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena não privativa de liberdade.

    A alternativa A está correta, nos termos do artigo 69 da Lei 9.099/95.

    Art. 69. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a vítima, providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários.

    Gabarito do Professor: A

  • d) Art. 62. ERRADA- O processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade, informalidade, economia processual e celeridade, objetivando, sempre que possível, a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena NÃO privativa de liberdade.

  • D) CEIO - Celeridade, Econômia, Informalidade, Oralidade

  • DICA: O critério "Simplicidade" foi incluído na lei dos Juizados Especiais no ano de 2018, pela Lei nº 13.603/18.

    Portanto, os critérios agora sã:

    C eleridade

    E conomia processual

    I nformalidade

    O ralidade

    S implicidade

  • Quanto a "D", cumpre destacar que a partir do ano de 2018 houve a introdução do princípio da SIMPLICIDADE.

  • GAB A

    MNEMÔNICO PARA LEMBRAR DOS CRITÉRIOS - CESIO

    CELERIDADE

    ECONOMIA PROCESSUAL

    SIMPLICIDADE

    INFORMALIDADE

    ORALIDADE

  • Art. 69 A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a vítima, providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários.

  • #PMMINAS

    a) Art. 69. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a vítima, providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários. GABARITO.

    b) Art. 92. Aplicam-se subsidiariamente as disposições dos Códigos Penal e de Processo Penal, no que não forem incompatíveis com esta Lei.

    c) Art. 90-A.  As disposições desta Lei não se aplicam no âmbito da Justiça Militar.

    d) Art. 62. O processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade, informalidade, economia processual e celeridade, objetivando, sempre que possível, a reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena NÃO privativa de liberdade.

  • #PMMINAS


ID
1990978
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Sobre a Lei n.º 9.455/97 – Lei de Tortura – e suas alterações, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • a) Art. 2º O disposto nesta Lei aplica-se ainda quando o crime não tenha sido cometido em território nacional, sendo a vítima brasileira ou encontrando-se o agente em local sob jurisdição brasileira.
    b) § 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.GABARITO
    c) § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.
    d)§ 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada.

  • A: se aplica
    B:gabarito
    C: incorre na pena de detenção de 1 a 4 anos ( não é equiparado a hediondo)
    D: pelo DOBRO do prazo

  • estranha essa questao....! 

    inafiançavel e insuscetivel de GRAÇA, ANISTIA e INDUTO    (correto seria assim)

  • VITOOR,

    NA LEI ESTA TIPIFICADO ASSIM

  • RETIFICANDO COMENTARIO DO COLEGA "victoor henriquee":

     

    "§ 6º³ O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia."

     

    NÃO HÁ MENÇÃO A PALAVRA "INDULTO" NA LETRA DA LEI.

     

    FORTE ABRAÇO!

     

     

  • Lembrando que, os únicos crimes no qual sejam condenados penalmente em sentença judicial com trânsito em julgado e acarreta perda automática do cargo, função, emprego ou mandato eletivo são os de ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA e TORTURA!!!

  • Mandamento constitucional de criminalização

    Artigo 5 XLIII CF

    A lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem

    TORTURA

    Art. 1º Constitui crime de tortura:

    I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental:

    Tortura prova

    a) com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa

    Tortura crime

    b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa

    Tortura discriminação

    c) em razão de discriminação racial ou religiosa

    Tortura castigo

    II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.

    Tortura pela tortura

    § 1º Na mesma pena incorre quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança a sofrimento físico ou mental, por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante de medida legal.

    Pena - reclusão, de 2 a 8 anos.

    Tortura omissiva ou imprópria

    § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de 1 a 4 anos.

    Qualificadoras

    § 3º Se resulta lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, a pena é de reclusão de 4 a 10 anos, se resulta morte, a reclusão é de 8 a 16 anos.

    Majorantes

    § 4º Aumenta-se a pena de 1/6 até 1/3:

    I - se o crime é cometido por agente público

    II – se o crime é cometido contra criança, gestante, portador de deficiência, adolescente ou maior de 60 anos  

    III - se o crime é cometido mediante sequestro

    Efeitos da condenação

    § 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada.

    Vedações

    § 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.

    Regime inicial

    (inconstitucional a obrigatoriedade de regime fechado)

    § 7º O condenado por crime previsto nesta Lei, salvo a hipótese do § 2º, iniciará o cumprimento da pena em regime fechado.

    Extraterritorialidade incondicionada

    Art. 2º O disposto nesta Lei aplica-se ainda quando o crime não tenha sido cometido em território nacional, sendo a vítima brasileira ou encontrando-se o agente em local sob jurisdição brasileira.

  • Tortura

    Pena: Reclusão, 2-8 anos.

    Omissão em face das condutas de tortura.

    Pena: detenção 1-4 anos.

    Qualificadoras

    Lesão corporal grave ou gravíssima.

    Reclusão: 4-10 anos.

    Tortura com resultado de morte

    pena: Reclusão 8-16 anos.

    Majorantes

    Aumento da pena 1/6 - 1/3

    Nos casos em que a tortura é:

    1- Cometido por agente público

    2- contra criança, gestante , portador de deficiência, adolescente ou maior de 60 anos.

    3- mediante sequestro.

    EFEITOS DA CONDENAÇAO

    § 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada. (São automáticos)

    § 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.

    (Insuscetível indulto também segundo a lei de crimes hediondos na qual os crimes equiparados a hediondos recebe o mesmo tratamentos dos crimes

    § 7º O condenado por crime previsto nesta Lei, salvo a hipótese do § 2º, iniciará o cumprimento da pena em regime fechado.

    (É inconstitucional a obrigatoriedade do regime inicial fechado nos crimes hediondos e equiparados a hediondos)

    EXTRATERITORIALIDADE

    Art. 2º O disposto nesta Lei aplica-se ainda quando o crime não tenha sido cometido em território nacional, sendo a vítima brasileira ou encontrando-se o agente em local sob jurisdição brasileira

  • @PMMINAS PMMG 2021

  • GAB B

    § 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.

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ID
1990981
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação de Trânsito
Assuntos

De acordo com o artigo 201 da Lei n.º 9.503/97 – Código de Trânsito Brasileiro – consiste em infração de trânsito de natureza média, passível de multa: “Deixar (o condutor de veículo automotor) de guardar a distância lateral de_____________________  ao passar ou ultrapassar bicicleta”.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Comentários
  •  Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:

            Infração - média;

            Penalidade - multa

  • Lei 14071/2020 alterou o art 201 CTB para G7 (Gravíssima)


ID
1990984
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação de Trânsito
Assuntos

Ainda com relação à Lei n.º 9.503/97 – Código de Trânsito Brasileiro – e suas alterações, é correto afirmar que, se o réu for reincidente na prática de crime previsto neste Código:

Alternativas
Comentários
  •    Art. 296.  Se o réu for reincidente na prática de crime previsto neste Código, o juiz aplicará a penalidade de suspensão da permissão ou habilitação para dirigir veículo automotor, sem prejuízo das demais sanções penais cabíveis.

  • Reincidente em crime de trânsito -> o juiz deverá aplicar a suspensão. 


ID
1990987
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Ambiental
Assuntos

A respeito da Lei n.º 9.605/98 – Lei de Proteção ao Meio Ambiente –, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GAB: C

     

    A) Art. 3º As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente conforme o disposto nesta Lei, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da sua entidade

     

    B) Art. 3º § único. A responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras, co-autoras ou partícipes do mesmo fato.

     

    C) Art. 2º Quem, de qualquer forma, concorre para a prática dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade, bem como o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou mandatário de pessoa jurídica, que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la.

     

    D) Art. 4º Poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados à qualidade do meio ambiente.

     

    SEJA FORTE !

     

     

     


ID
1990990
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Assinale a alternativa correta, de acordo com a Resolução SSP-382, de 01.09.99, publicada no Bol G PM 171/99, de 08SET99 – Local de Crime.

Alternativas

ID
1990993
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Segundo o artigo 3.º do Decreto n.º 3.665/00 – Fiscalização de Produtos Controlados: “arma cujo peso e cujas dimensões permitem que seja transportada por um único homem, mas não conduzida em um coldre, exigindo, em situações normais, ambas as mãos para a realização eficiente do disparo” consiste na definição de

Alternativas

ID
1990996
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

De acordo com a Lei n.º 10.826/03 – Estatuto do Desarmamento – e suas alterações, constitui crime:

Alternativas
Comentários
  • Porte ilegal de arma de fogo de uso permitido

            Art. 14. Portar, deter, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar:

            Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
    a) 18 anos
    b) 24 horas

  • Não consegui observar o erro da alternativa C, alguem sabe?

  • a) deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18 (dezoito anos) anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade. Constitui o crime de Omissão de cautela.

    b) deixar o proprietário ou diretor responsável de empresa de segurança e transporte de valores de registrar ocorrência policial e de comunicar à Polícia Federal perda, furto, roubo ou outras formas de extravio de arma de fogo, acessório ou munição que estejam sob sua guarda, nas primeiras 24 (vinte quatro) horas depois de ocorrido o fato.Constitui o crime de Omissão de cautela.

    c) não constirui crime, uma vez que está de acordo com determinação legal ou regulamentar.

    d) correta. Artigo 14 da Lei nº 10826/203

  • Wilson, a questão está pedindo a alternativa que descreve um crime. A letra C não constitui crime, pelo contrário, está de acordo com determinação legal.

  • Por falta de atenção não acertei !

    questão boa.

  • Por falta de atenção não acertei !

    questão boa.

  • WILSON, a questão mencionada não contempla nenhum erro, está certa até demais.

  • questão furada, a letra B tbm constitui crime, uma vez que a empresa estrapolar o prazo de 24h, a letra B afirma 5 dias, mesmo não sendo a letra de lei,  a mesma se torna crime de Omissão de Cautela

  • Questão passível de anulação ou recurso. A letra B tbm constitui crime, uma vez que no prazo de 5 dias a empresa estaria extrapolando o prazo fixado em 24 para comunicar o fato ocorrido à PF. Se isso não for crime eu não sei mais interpretar nada nessa vida. 

  • A alternativa C está errada porque fala de acordo com determinação legal ou regulamentar, o correto seria dizer em desacordo com determinação legal ou regulamentar .

  • reclama muito e estuda pouco!

     

  •  

    c- possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, de acordo com determinação legal ou regulamentar, no interior de sua residência ou dependência desta, ou, ainda no seu local de trabalho, desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou empresa.

  • kkk é só lê com Calma, quase cai na pegadinha kkkk

  • CAPÍTULO IV

    DOS CRIMES E DAS PENAS

    Posse irregular de arma de fogo de uso permitido

    Art. 12. Possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, em desacordo com determinação legal ou regulamentar, no interior de sua residência ou dependência desta, ou, ainda no seu local de trabalho, desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou empresa:

    Pena – detenção, de 1 a 3 anos, e multa.

    Omissão de cautela imprópria

    Art. 13. Deixar de observar as cautelas necessárias para impedir que menor de 18 anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade:

     Pena – detenção, de 1 a 2 anos, e multa.

    Omissão de cautela própria    

    Parágrafo único. Nas mesmas penas incorrem o proprietário ou diretor responsável de empresa de segurança e transporte de valores que deixarem de registrar ocorrência policial e de comunicar à Polícia Federal perda, furto, roubo ou outras formas de extravio de arma de fogo, acessório ou munição que estejam sob sua guarda, nas primeiras 24 horas depois de ocorrido o fato.

           

    Porte ilegal de arma de fogo de uso permitido

    Art. 14. Portar, deter, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar:

    Pena – reclusão, de 2 a 4 anos, e multa.

  • O golpe tá ai...

    C

    possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, de acordo com determinação legal ou regulamentar, no interior de sua residência ou dependência desta, ou, ainda no seu local de trabalho, desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou empresa.

  • I- Menor de 18 anos;

    II- 24 horas;

    II- Em desacordo.

  • LETRA A TAMBEM ESTA EQUIVOCADA, NÃO PODE DEIXAR DE OBSERVAR CAUTELAS NECESSARIAS PARA INCAPAZ!


ID
1990999
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Conforme a Portaria Cmt G PM1-001/02/10, de 22FEV10, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
1991002
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

A respeito das sanções administrativas a que estão sujeitos os militares do Estado de São Paulo, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • A) ERRADA -- ART 22 PARAGRAFO ÚNICO O militar do Estado que sofrer reforma administrativa disciplinar receberá remuneração

    proporcional ao tempo de serviço policial-militar.

    B) CORRETA -- ART 23 ° I - AO OFIFIAL 

                                              II- AO PRAÇA

    C) ERRADA -- ART24 ° A expulsão será aplicada, mediante processo regular, à praça que atentar contra a segurança das instituições nacionais ou praticar atos desonrosos ou ofensivos ao decoro profissional.

    D) ERRADA ART 25 ° ATÉ O LIMITE DE 1 (UM) ANO 

  • A Apenas remuneração proporcional

    B Ambos pode ser demitido.

    C Oficial nao pode ser expulso, 

    d Artigo 25 - A proibição do uso de uniformes policiais-militares será aplicada, nos termos deste Regulamento, temporariamente, ao inativo que atentar contra o decoro ou a dignidade policial-militar, até o limite de 1 (um) ano.


ID
1991005
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Sobre o Regulamento de Uniformes da PMESP – R-5-PM – e suas alterações, especialmente quanto ao uso de coberturas, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Desatualizada


ID
1991008
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Dispõem as Instruções Para Correspondência na Polícia Militar – I-7-PM, que: “... a redação deve ater-se a fatos, eliminando-se aspectos subjetivos.”

Trata-se do aspecto, que toda correspondência policial-militar deve ter, de

Alternativas
Comentários
  • P/ os limitados, assim como eu: Gab. (A)

  • I - clareza: necessária ao seu perfeito entendimento;

    II - sobriedade: redação simples, sem ser vulgar;

    III - precisão: emprego exato dos vocábulos para evitar diferentes interpretações;

    IV - concisão: a redação deve ater-se a fatos, eliminando-se aspectos subjetivos.


ID
1991011
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

De acordo com as Instruções do Processo Administrativo da Polícia Militar, I-16-PM, havendo dúvida a respeito da imputabilidade disciplinar do acusado, em virtude de doença ou deficiência mental, o Presidente do processo, de ofício ou a requerimento do defensor:

Alternativas

ID
1991014
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Com base nas Instruções Para Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar na Polícia Militar, I-21-PM, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • LEI N 5.700, DE 1º DE SETEMBRO DE 1971.

    Art. 15. A Bandeira Nacional pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite.

    § 1º Normalmente faz-se o hasteamento às 8 horas e o arriamento às 18 horas.

    § 2º No dia 19 de novembro, Dia da Bandeira, o hasteamento é realizado às 12 horas, com solenidades especiais.

    § 3º Durante a noite a Bandeira deve estar devidamente iluminada.

  • D) Em ocasiões INFORMAIS , admite-se o abraço fraternal, partindo do superior.


ID
1991017
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Nos termos das Instruções Para Administração Logística e Patrimonial da Polícia Militar, I-23-PM, a atividade de Logística de Recursos Materiais é definida como:

Alternativas

ID
1991020
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Sobre a Licença-Adoção, disciplinada pelas Instruções Para o Afastamento na Polícia Militar, I-36-PM, em caso de policial militar casado ou que viva em união estável com outro policial militar, a licença será concedida na seguinte conformidade:

Alternativas

ID
1991023
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

De acordo com a Diretriz n.º PM3-012/02/05 – Programa de Policiamento Integrado –, o PM Integrado

Alternativas

ID
1991026
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

De acordo com a Diretriz n.º PM3-005/02/05 – Programa ROCAM –, o “Policiamento realizado nos grandes corredores de trânsito, caracterizados pelo elevado índice de roubos, nas cidades com população acima de 500 000 (quinhentos mil) habitantes.” Essa definição refere-se

Alternativas

ID
1991029
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

No tocante à Súmula de ICC – Instrução Continuada do Comando – de n.º 42, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
1991032
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Em relação ao Procedimento Operacional Padrão 5.03.00 – Uso de algemas –, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
1991035
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2011
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Em relação ao Procedimento Operacional Padrão 3.02.00 – Ocorrência Envolvendo Autoridade(s) –, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Imunidade funcional significa inviolabilidade, isenção de certas pessoas em vista do cargo ou função que ocupam ou exercem.