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Prova CESPE - 2012 - TJ-AC - Analista Judiciário - Contador


ID
871228
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

No exercício de 2011, a empresa ALFA auferiu juros no valor de
R$ 12.500,00 e comissões sobre vendas no valor de R$ 250.000,00
de sua controlada GAMA. Considerando essa situação, julgue os
itens a seguir, relacionados aos procedimentos de consolidação de
balanços, em conformidade com o Comitê de Pronunciamentos
Contábeis.

Para consolidar as demonstrações contábeis, a controladora ALFA efetuará lançamentos contábeis cujos débitos somam R$ 262.500,00.

Alternativas
Comentários
  • O lançamento será:

    D- Caixa - 262.500 Total do débitos
    C- Comissões - 250.000 
    C- Juros Ativos ou Receitas de Juros - 12.500

    E o lançamento de 2ª fórmula.

    Portanto, gabarito CERTO.
  • Ótimo comentário do nosso amigo, apenas uma complemento...

    Auferir (obter, colher, lucrar), ou seja, juros recebidos no valor de R$12.500,00 + Comissões de Vendas no valor de R$250.000,00.

    D – Caixa R$262.500 total (conta do ATIVO, débito para aumentar)
    C – Comissões R$250.000 (conta de RECEITA, crédito para aumentar)
    C – Juros Ativos ou Receitas de Juros R$12.500 (conta de RECEITA, crédito para aumentar)
    Origens (os dois créditos) = Aplicações (o débito)

    Bons estudos ;D
     
  • Permitam-me discordar dos colegas.
    Os lançamentos que vocês citaram referem-se a operações normais da empresa, porém, a questão diz: "p
    ara CONSOLIDAR as demonstrações contábeis..."

    "Tal qual ocorre com as vendas, os valores decorrentes de comissõs sobre as vendas, juros e outros quaisquer valores realizados entre as companhias devem ser eliminados na consolidação das demonstrações contábeis, mediante o seguinte lançamento"

       Receitas - Comissões e juros (Empresa A)
    a Despesas - Comissões e Juros (Empresa B)


    Fonte: Contabilidade Avançada - Francisco Velter e Luiz Roberto Missagia. 
  • /\
    ||
    ||
    ||
    Concordo com a opiniao do comentario acima. Como nao houve lançamento de estoque apenas contas de resultado sera debitado os lançamentos a Alfa e Creditado as despesas de juros e comissões pagas na empresa GAMA, pois nao esta falando que o lucro nao foi realizado, dar a entender que foi feito a venda a vista.
  • Pessoal, os lançamentos que vocês fizeram estariam corretos se a questão NÃO tratasse de demonstrações consolidadas.

    Nesse caso, os lançamentos são extracontábeis (ou seja, não são feitos em livro razão e nem diário) apenas para eliminar os valores que se originaram da Cia. Gama (controlada)

    Os lançamentos são a débito porque as receitas são contabilizadas a crédito. Assim, para eliminá-las, deve-se debitar.

    Creio que também foi o que o Joaquim Júnior disse no comentário dele, pra quem não entendeu.

  • Estou aqui e agora lendo e relendo o Livro Contabilidade Pública 3D - 3a. Edição/2020 - pág. 1.116 Prof. Giovanni Pacelli, e diz:

    "Os ajustes e as eliminações decorrentes do processo de consolidação devem ser realizados em documentos AUXILIARES, NÃO ORIGINANDO NENHUM TIPO DE LANÇAMENTO NA ESCRITURAÇÃO das entidades que formam a unidade contábil".

    A assertiva disse que "(...) EFETUARÁ lançamentos contábeis (...)", é isto mesmo ????

    Alguém me ajude.

    Att. Almir

  • Discordo do gabarito, não há o que se falar em lançamentos contábeis no que tange a consolidação. Pode haver sim, lançamentos EXTRA CONTÁBEIS e documentos acessórios. Não entendo como a questão não teve modificação de gabarito.

  • Vejamos que ela informa que a empresa ALFA auferiu juros e comissões sobre vendas de sua controlada GAMA. Desta feita, a controladora registrou receitas no valor de R$ 262.500,00 em suas demonstrações, enquanto a controlada registrou o mesmo valor em despesas.

    Assim, por ocasião da consolidação das contas, os seguintes lançamentos extra contábeis devem ser efetuados nas empresas:

    D Juros Ativos (Cia. ALFA) 12.500,00

    D Comissões sobre Vendas Ativas (Cia. ALFA) 250.000,00

    C Juros Passivos (Cia. GAMA) 12.500,00

    C Comissões sobre Vendas Passivas (Cia. GAMA) 250.000,00

    Portanto, para consolidar as demonstrações contábeis, a controladora

    ALFA efetuará lançamentos contábeis cujos débitos somam R$ 262.500,0

  • Vejamos que ela informa que a empresa ALFA auferiu juros e comissões sobre vendas de sua controlada GAMA. Desta feita, a controladora registrou receitas no valor de R$ 262.500,00 em suas demonstrações, enquanto a controlada registrou o mesmo valor em despesas.

    Assim, por ocasião da consolidação das contas, os seguintes lançamentos extra contábeis devem ser efetuados nas empresas:

    D Juros Ativos (Cia. ALFA) 12.500,00

    D Comissões sobre Vendas Ativas (Cia. ALFA) 250.000,00

    C Juros Passivos (Cia. GAMA) 12.500,00

    C Comissões sobre Vendas Passivas (Cia. GAMA) 250.000,00

    Portanto, para consolidar as demonstrações contábeis, a controladora

    ALFA efetuará lançamentos contábeis cujos débitos somam R$ 262.500,0


ID
871231
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

No exercício de 2011, a empresa ALFA auferiu juros no valor de
R$ 12.500,00 e comissões sobre vendas no valor de R$ 250.000,00
de sua controlada GAMA. Considerando essa situação, julgue os
itens a seguir, relacionados aos procedimentos de consolidação de
balanços, em conformidade com o Comitê de Pronunciamentos
Contábeis.

Para eliminar os efeitos da cobrança de juros da controlada GAMA, a controladora debitará R$ 12.500,00 na conta de despesas financeiras – juros.

Alternativas
Comentários
  • O lançamento será:



    D- Caixa - 262.500

    C- Comissões - 250.000 

    C- Juros Ativos ou Receitas de Juros - 12.500


    Os juros não foram passivos, por isso não é uma Despesa e sim Receita de Juros


    Portanto, gabarito ERRADO.
  • Embora o lançamento os Juros seja a Débito, como bem citado pelo colega, vale uma explanação:

    De acordo com a INTERPRETAÇÃO TÉCNICA ICPC 09 e o CPC 36  as coligadas/controladas não podem, ao fim do exercíco, lançar o lucro não realizado. 
    No exercício: Se os produtos vendidos pela empresa Alfa ainda não foram revendidos, no fim do exercício a empresa deve retirar do resultado, já líquido de tributos, o valor referente a diferença e jogá-lo em uma conta do passivo não circulante - Lucro Diferido ou a Apropriar.
    Fonte: Capítulo 10 - Manual de Contabilidade Societária
  • As comissões cobradas pela controladora da controlada, e vice-versa, geram receitas de comissões em uma empresa e despesa com comissões na outra, contudo, não representam receitas e despesas efetivas com terceiros, logo esses valores devem ser eliminados na consolidação.

    Na Consolidação das Demonstrações Contábeis há necessidade de eliminar as operações realizadas entre as empresas do mesmo grupo, nesse caso, incluem-se receitas e despesas geradas por meio de transações entre a empresa controladora e controlada.

    Espero ter ajudado. Bons estudos.
  • O lançamento será ao contrário, ALFA (controladora) DEBITARÁ na conta de RECEITAS DE COMISSÕES E JUROS e a empresa GAMA(controlada) CREDITARÁ  na conta DESPESAS DE COMISSÕES E JUROS.

     Receitas - Comissões e juros (ALFA)
    a Despesas - Comissões e Juros (GAMA)

    Por que deste lançamento? "As transações entre companhias do mesmo grupo econômico, como não se dão com agentes externos, não trazem reflexos patrimoniais na consolidação, por isso devem ser eliminadas para que não haja uma falsa interpretação de terceiros de boa-fé." 

    Fonte: Contabilidade Avançada - Francisco Velter e Luiz Roberto Missagia. 
     

ID
871234
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue os itens subsequentes, relativos à fusão, cisão e incorporação
de empresas.

Na operação de incorporação, apenas o passivo (obrigações) será absorvido pela empresa incorporadora.

Alternativas
Comentários
  • Errada! Código Civil
    Art. 1.116.
    Na incorporação, uma ou várias sociedades são absorvidas por outra, que lhes sucede em todos os direitos e obrigações
    devendo todas aprová-la, na forma estabelecida para os respectivos tipos.
  • DIRETOS E OBRIGAÇÕES !


ID
871237
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue os itens subsequentes, relativos à fusão, cisão e incorporação
de empresas.

Considere que as empresas ALFA e BETA têm, respectivamente, R$ 20 milhões e R$ 10 milhões em ativos, e R$ 10 milhões e R$ 8 milhões em passivos. Nesse caso, se ocorrer um operação de fusão dessas duas empresas, o patrimônio líquido da nova empresa será de R$ 12 milhões.

Alternativas
Comentários
  • Certa!

    CC. Art. 1.119. A fusão determina a extinção das sociedades que se unem, para formar sociedade nova, que a elas sucederá nos direitos e obrigações.

  • Para encontrar a resposta teremos que calcular o patrimônio líquido das duas empresas e somá-los, ou seja:

    ALFA tem  (20 de ativos - 10 de passivo) = 10 milhões líquido;
    BETA tem (10 de ativo - 8 de passivo) = 2 milhões líquidos;

    A soma dos valores líquidos da empresa ALFA e Beta é 12 milhões, já que não há mais nenhum passivo para diminuir.

    PS: Estudante de Direito fazendo conta dá até MEDO! heehehehheheh
  • CORRETO
    Ativo = Passivo + Patrimonio Liquido
    (20 + 10) = (10 + 8) + (PL da nova empresa)
    Logo,
    PL = 30 - 18
    PL da nova empresa = 12 milhoes

  • Uma dessa não cai na minha prova.

  • Questão envolve conhecimentos de contabilidade.

    ATIVO = PASSIVO + PL

    EMPRESA ALFA

    ATIVO = 20

    PASSIVO = 10

    PL = ATIVO - PASSIVO = 20 - 10 = 10

    EMPRESA BETA

    ATIVO = 10

    PASSIVO = 8

    PL = ATIVO - PASSIVO = 10 - 8 = 2

    PL ALFA + PL BETA = 10 + 2 = 12

  • Pensei que fosse uma pegadinha, mas cliquei no certo e saí para o abraço hehehe. 

  • Como há fusão, elas se tornam uma, soma o ativo e subtrai o passivo.

  • Fusão é a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar uma nova sociedade, que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações.

    Com isso, percebe-se que o Ativo desta nova sociedade contará com um Ativo de R$ 30 milhões e um passivo de R$ 18 milhões. Assim, seu Patrimônio Líquido será de R$ 12 milhões.

    Conformamos, portanto, a correção da afirmativa.

  • QUE QUESTÃO ! KKKKKKK tremi na base husahsuahsua


ID
871240
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Julgue os itens que se seguem, acerca da elaboração da
demonstração do valor adicionado (dva).

O valor adicionado líquido é distribuído em até quatro grandes categorias: pessoal, governo (impostos, taxas e contribuições), remuneração de capitais de terceiros e dividendos distribuídos.

Alternativas
Comentários
  • Pra mim, questão ERRADA. Seriam 5 categorias:
    8 – DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO
    8.1 – Remuneração do trabalho (pessoal e encargos)
    8.2 – Remuneração do governo (impostos, taxas e contribuições)
    8.3 – Remuneração do capital de terceiros (juros, aluguéis etc.)
    8.4 – Remuneração dos acionistas (juros s/ cap. próprio e dividendos)
    8.5 – Remuneração retida (lucros retidos/prejuízo do exercício)
  • O CESPE alterou o gabarito da questão para CERTO dando como justificativa o seguinte:

    A distribuição do valor adicionado inclui: (1) pessoal, (2) governo, (3) remuneração de capitais de terceiros e (4) remuneração de capital próprio. De fato, dividendos distribuídos representam remuneração de capital próprio. Por essa razão, opta-se pela alteração de gabarito.

    A Distribuição de Riqueza é a segunda parte de uma DVA, e deve apresentar de forma detalhada como a riqueza obtida pela entidade foi distribuída. Os principais componentes dessa distribuição são:

    1. Pessoal (Remuneração, FGTS)
    2. Governo (Impostos, Taxas, etc)
    3. Remuneração de capitais de terceiros (Juros, Aluguéis, etc)
    4. Remuneração de capitais de próprios (JCP, Lucros, etc)
  • O valor a ser distribuído é o VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR, resultante da soma do VALOR ADICIONADO LÍQUIDO com VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA, isso consta no CPC 09, o fato da questão trazer o valor adicionado líquido como valor a distribuir não a torna errada?

    Por favor se alguém souber explicar isso...
  • Michelle, o fato de distribuir também recursos recebidos em transferências não significa que não foi distribuído o Valor Adicionado Líquido.

    Comparação ridícula, mas: Maria doou roupas e calçados a Paulo. Se eu afirmar que Maria doou calçados a Paulo não está errado. 
    Ok, pode marcar como ruim aí, mas tentei.. rs
  • Concordo com a Michelle, pois de acordo com o CPC 09, o VALOR ADICIONADO LÍQUIDO = VALOR ADICIONADO BRUTO - DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO, para depois somar o VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA e finalmente encontrarmos o VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR.
  • Discordo do gabarito, pois na minha opinião a questão está errada. No CPC 09 traz que a remuneração de capitais próprios está dividida em três partes: JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO, QUANTIAS DESTINADAS AOS SÓCIOS E LUCROS OU PREJUÍZOS RETIDOS. Concordo que as duas primeiras partes dizem respeitos aos dividendos, porém, os lucros retidos farão parte das reservas, e quando houver prejuízo, este deverá constar com valor negativo. Portanto, os lucros ou prejuízos acumulados nada tem haver com os dividendos.

  • CPC 09 
    Demonstração do valor adicionado 
    1-Receitas 
    2-Insumos adquiridos de terceiros 
    3-Valor adicionado bruto (1-2) 
    4-Depreciação, amortização e exaustão 
    5-Valor adicionado líquido produzido pela entidade (3-4) 
    6-Valor adicionado recebido em transferência 
    7-Valor adicionado TOTAL a distribuir (5+6) 
    8-Distribuição do valor adicionado (*) 
    8.1 Pessoal 
    8.2 Impostos, taxas e contribuições 
    8.3 Remuneração de capitais de terceiros 
    8.4 Remuneração de capitais próprios (juros sobre o capital próprio, dividendos, lucros retidos/prejuízo do exercício, participação dos não-controladores nos lucros retidos (só p/consolidação)). 
    ---------------------- 
    (*) O total do item 8 deve ser exatamente igual ao item 7.


    De acordo com o demonstrado a questão deveria ser ERRADA.
  • Essa questão veio com gabarito preliminar : E

    Gabarito definitivo: C


    Justificativa

    A distribuição do valor adicionado inclui: (1) pessoal, (2) governo, (3) remuneração de capitais de terceiros e (4) remuneração de capital próprio. De fato, dividendos distribuídos representam remuneração de capital próprio. Por essa razão, opta-se pela alteração de gabarito.

    http://www.cespe.unb.br/concursos/TJ_AC_12_SERVIDOR/arquivos/TJ_AC_2012_SERVIDOR_JUSTIFICATIVAS_DE_ALTERA____ES_DE_GABARITO.PDF


  • Se  assertiva afirma grandes categorias deveria manter  o gabarito como errado, tendo em vista que dividendos é um dos elementos da categoria Remuneração de capitais próprios...( Juros sobre o capital próprio e dividendos, Lucros Retidos - Prejuizo do exercícios )

     

  • A afirmativa está duplamente errada, pois pelo próprio CPC 09 é o Valor Adicionado TOTAL a distribuir, não o líquido como afirma a questão, além disso, a grande categoria é Remuneração de Capitais Próprios, não dividendos como consta na questão que seria um item dessa categoria...


ID
871243
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Julgue os itens que se seguem, acerca da elaboração da
demonstração do valor adicionado (dva).

Considere que determinada empresa, no final do exercício, tenha levantado os seguintes dados para elaborar a dva.

depreciação, amortização e exaustão ............................... R$ 14.000,00
insumos adquiridos de terceiros ..........................................R$ 110.000,00
receita ..................................................................................R$ 300.000,00
valor adicionado recebido em transferência ....................... R$ 4.000,00



Nesse caso, com base apenas nos dados disponibilizados, é correto afirmar que o valor adicionado bruto e o valor adicionado a distribuir são, respectivamente, iguais a R$ 304.000,00 e R$ 200.000,00.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO

    Valor adicionado bruto = receita - insumos adquiridos de terceiros

    Valor adicionado bruto = 300.000 - 110.000 = 190.000

    Valor adicionado a distribuir = Valor adicionado bruto - depreciações + valor adicionado recebido em transferência

    Valor adicionado a distribuir = 190.000 - 14.000 + 4.000 = 180.000
  • Demonstração do Valor Adicionado
    Cia. Produtiva
    em R$ mil 20X1 20X2
    DESCRIÇÃO    
    1-RECEITAS    
    1.1) Vendas de mercadoria, produtos e serviços    
    1.2) Provisão p/devedores duvidosos – Reversão/(Constituição)    
    1.3) Não operacionais    
    2-INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (inclui ICMS e IPI)    
    2.1) Matérias-Primas consumidas    
    2.2) Custos das mercadorias e serviços vendidos    
    2.3) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros    
    2.4) Perda/Recuperação de valores ativos    
    3 – VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2)    
    4 – RETENÇÕES    
    4.1) Depreciação, amortização e exaustão    
    5 –VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4)    
    6 – VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA    
    6.1) Resultado de equivalência patrimonial    
    6.2) Receitas financeiras    
    7 – VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6)    
    8 – DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO    
    8.1) Pessoal e encargos    
    8.2) Impostos, taxas e contribuições    
    8.3) Juros e aluguéis    
    8.4) Juros s/ capital próprio e dividendos    
    8.5) Lucros retidos / prejuízo do exercício    
    * O total do item 8 deve ser exatamente igual ao item 7.    
  • Gabarito: Errado.

    Segue abaixo a DVA resumida: 

    1)      RBV (Receita Bruta de Venda): 300.000
    2) (-) Ins 3o (Insumos de terceiros):(110.000)
    3) (=) VAB (Valor Adicionado Bruto):190.000
    4) (-) DAE (Depreciação, Amortização e Exaustão): (14.000)
    5) (=) VAL (Valor Adicionado Líquido): 176.000
    6) (+) VART (Valor adicionado recebido em transferência): 4.000
    7) (=) VATD (Valor Adicionado Total a Distribuir):180.000
    8) (=) DVA (Distribuição do Valor Adicionado): 180.000

    Obs:  O item 7 tem que ser igual ao item 8.

    Portanto, o item está errado, pois os valores são respectivamente 190.000 180.000.

    Bons Estudos!
  • André, o valor adicionado recebido em transferência é somado ao Valor Adicionado Líquido e não diminuído resultado final: 180.000
  • Humm...Obrigado por me corrigir!

  • A partir dos dados fornecidos vamos calcular o valor adicionado bruto e o valor adicionado total a distribuir.

    Assim, incorreta a afirmativa.


ID
871246
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação à demonstração do fluxo de caixa (dfc), julgue os itens
subsequentes.

O aumento do valor de contas a receber de clientes no final do período em relação ao valor do início do período implica redução no fluxo de caixa operacional.

Alternativas
Comentários
  • Res. Correto.

    exemplo DFC - método direto

    Fluxo das Operações 
    +Recebimento de Clientes
    +Recebimento de Dividendos
    +Recebimento de aluguéis
    +Recebimento de Juros
    - pagamentos a fornecedores
    - pagamentos de salários 
    - pagamentos de Impostos
    - pagamentos de juros e encargos financeiros
    - pagamentos de despesas

    Para chegar ao valor recebido de clientes temos:

    Saldo Inicial de Clientes
    +vendas a prazo
    - PDD
    -Saldo final da conta de clientes
    = recebimento de clientes

    Desta forma, se o valor do saldo final da conta Clientes aumentar o "Recebimento" irá diminuir.



  • Uma maneira fácil de memorizar as relações do ativo e do passino na DFC é gravar que:
    - O sinal das operações no ATIVO é invertido na DFC (ou seja, reduções no ativo representam aumentos na DFC e vice-versa).
    - O sinal das operações no PASSIVO é igual na DFC (ou seja, reduções no ativo representam reduções na DFC e vice-versa).

    Abs.
  • Galera, a questão aborda um conceito do método indireto do DFC (Demonstração do Fluxo de Caixa) -tema que vem sendo muito cobrado pelo Cespe nas provas de Contabilidade.

    Segue macete para não mais esquecer:
    Partindo do racicíonio de que:

    1- Ativo=Passivo

    Vamos desmembrar:

    1.2- AC (Ativo Circulante) + ANC (Ativo Não Circulante) = PECP (Passivo Exigível a Curto Prazo) + PELP (Passivo Exigível a Longo Prazo) + PL (Pat. Líquido)

    ok? Isso nós já sabemos...
    Agora, para o DFC, o que realmente importa é o regime de Caixa, ou seja o que afetou ou não o Caixa.
    #Lembrando que, Caixa é considerado  o própria conta "Caixa" e seus equivalentes como Banco Conta Movimento, Aplicações com Liquidez Imediata e Numerários em trânsito (ou seja, as disponibilidades), portanto vamos considerar o seguinte:

    Disponibilidades (o foco do DFC)= Caixa, BCM, Aplic. de Liq. Imediata e Num. em trânsito

    Voltando para a fórmula 1.2, vamos continuar desmembrando-a, agora com o intuito de isolar o que nos importa: as disponibilidades, que estão na Ativo Circulante, vamos lá:

    1.3 - ACD (Ativo Circulante- Disponibilidades) + ACND (Ativo Circ. não disponibilidades - como clientes, estoques) + ANC   =    PECP + PELP +PL

    1.4-  ACD= PECP + PELP + PL - ACND - ANC.   Pronto!

    Agora vamos interpretrar:

    Para o ACD aumentar, precisamos que PECP ou PELP ou PL aumente ou o  ACND ou o ANC diminua e; 
    Para o ACD diminua, precisamos que PECP ou PELP ou ACND ou o ANC aumente.

    Logo, podemos chegar a seguinte conclusão:

    PASSIVO (PECP, PELP, PL): diretamente proporcional a disponibilidades, ou seja se aumenta, as disponibilidades aumentam também. Se diminuem, as disponibilidades tambem diminuem.

    ATIVO (ACND, ANC): inversamente proporcional a disponibilidades, ou seja de aumenta, as disponibilidades diminuem. Se diminuem, as disponibilidades aumentam.


    Na questão acima, a conta clientes é uma conta do Ativo Circulante não disponibilidades, por isso, se aumenta, ocorre uma redução no fluxo de caixa.
     

    Dentre as demonstrações contábeis, esta é a mais complicada, mas vamos lá!!


    Abraços! 

  • Só retificando o que foi dito no comentário do Kcio:
    - Na DFC, redução no passivo = redução no caixa, pois sairam recursos do caixa para reduzir tal passivo.

    abraço.
  • Dudu, seu comentário foi lindo! Me amarrei.
  • A conta "a receber" não movimenta o fluxo de caixa, ou seja, não entra valor nenhum no caixa. Futuramente, quando os clientes pagarem (vira uma receita), vai movimentar o caixa. Então dizer que a conta "a receber" interfere no fluxo de caixa está errado. Acho que é isso.

  • De forma simples: se aumentou a conta clientes, eh pq houve VENDAS, ou seja reduziu ESTOQUES, consequentemente reduz o fluxo operacional!! em contrapartida quando se verifica aumento em FORNECEDORES, estoques aumentam e portanto, adiciona ao custo operacional.

  • O aumento de "contas a receber" não impacta o caixa, pois pode ser considerado uma venda a prazo, com o seguinte lançamento:

     

    D Clientes (ou Contas a Receber)       2000

    C Vendas                                         2000

     

    D Custo da Mercadoria Vendida          1000

    C Estoques                                       1000

     

    Percebe-se que não há lançamento em conta Caixa ou Equivalentes de Caixa.

    No Método Indireto, o fato da conta clientes ter sido aumentada exige uma "redução" no lucro líquido, de forma a reduzir o valor do fluxo de caixa operacional. Porém isso ocorre justamente por estarmos fazendo um cálculo INDIRETO!

     

    Exemplo 1: Empresa X, ao longo do exercício, somente teve os seguintes fatos contábeis:
        1) Venda de serviços por 10.000, sem custo algum, para recebimento em 2 anos;
        2) Depreciação de 10.000;

    Método Indireto:
       LLE                                    0;
       (+) Depreciação                10.000;
       LLA                                    10.000;
       (-) Aumento de Clientes    (10.000);
       FCO =                                0;

     

    Exemplo 2: Empresa X, ao longo do exercício, somente teve o seguinte fato contábil:
        1) Depreciação de 10.000;

    Método Indireto:
       LLE      - 10.000;
       (+) Depreciação 10.000;
       LLA     0;
       FCO = 0;

     

    O aumento do saldo da conta clientes é uma dedução do Fluxo de Caixa Operacional (FCO) no método indireto --> CERTO!

    O aumento do saldo da conta clientes reduz FCO --> ERRADO!

  • Resumindo:

     

    + A = - Caixa

    - A = + Caixa

     

    + PE/PL = + Caixa

    - PE/PL = - Caixa


ID
871249
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação à demonstração do fluxo de caixa (dfc), julgue os itens
subsequentes.

As operações de pagamento de empréstimos e compra de imobilizados geram, respectivamente, reduções nos fluxos de caixa de investimento e de financiamento.

Alternativas
Comentários
  • A questao é errada.

    As operações de pagamento de empréstimos e compra de imobilizados geram, respectivamente, reduções nos fluxos de caixa e de financiamento, porém AUMENTO de investimento.

  • Errado.
    Pagamento de empréstimos --> (amortizar o principal) reduz o fluxo de financiamento

    Compra de imobilizado --> reduz o fluxo de investimentos

  • O erro da questão está no "respectivamente", uma vez que faz a ligação inversa dos termos e conceitos constantes no CPC 03 .

    CPC 03 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
     
    18. Atividades de Investimento
    (a)  pagamentos de caixa para aquisição de ativo imobilizado...

    19. Atividades de Financiamento
    (d) - amortização de empréstimos...

    Fonte:   http://www.cpc.org.br/pdf/CPC_03n.pdf
  • AUMENTO DO ATIVO          AJUSTE NEGATIVO

    DIMINUIÇÃO DO ATIVO       AJUSTE POSITIVO

    AUMENTO DO PASSIVO     AJUSTE POSITIVO

    DIMINUIÇÃO DO PASSIVO  AJUSTE NEGATIVO


  • Essa CESPE, fala sério, quem não prestar atenção, perdeu ...kkk

  • RESPOSTA E

    As Atividades de Investimento são os gastos efetuados no Realizável a Longo Prazo, em Investimentos, no Imobilizado ou no Intangível, bem como as entradas por venda dos ativos registrados nos referidos subgrupos de contas.

    As Atividades de Financiamento são os recursos obtidos do Passivo Não Circulante e do Patrimônio Líquido. Devem ser incluídos aqui os empréstimos e financiamentos de curto prazo. As saídas correspondem à amortização destas dívidas e os valores pagos aos acionistas a título de dividendos, distribuição de lucros.

    #SEFAZ-AL


ID
871252
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação à demonstração do fluxo de caixa (dfc), julgue os itens
subsequentes.

Na elaboração do fluxo de caixa operacional pelo método indireto, o valor das depreciações e amortizações do período é acrescentado ao saldo do lucro líquido.

Alternativas
Comentários
  • CERTO.

    O cálculo da DFC pelo método indireto, deve-se somar ao Lucro ou prejuízo, os valores correspondentes as despesas que não são provenientes de saída de caixa. Exemplo: Despesa com depreciação. Essa é uma despesa que serve apenas para o cálculo econômico do lucro ou prejuízo e evidenciar o valor contábil do bem no Balanço Patrimonial não representando nenhuma saída de caixa. Dessa forma, deve-se somar o valor correspondente a despesa de depreciação para ajustar o lucro ou prejuízo de forma a representar apenas as saídas e entradas de dinheiro.
  • CPC 03  - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

    22. De acordo com o método indireto, o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais
    é determinado ajustando o lucro líquido ou prejuízo quanto aos efeitos de:

    (b)  itens que não afetam o caixa, tais como depreciação, provisões, impostos
    diferidos, variações cambiais não realizadas, resultado de equivalência patrimonial em investimentos e participação de minoritários, quando aplicável;e

    (c)  todos os outros itens cujos efeitos sobre o caixa sejam fluxos de caixa
    decorrentes das atividades de investimento ou de financiamento. (amortização = pagamento = atividade de investimento, conforme item 18 (a) do mesmo CPC 03).

    Fonte: http://www.cpc.org.br/pdf/CPC_03n.pdf
  • Para se demonstrar as variações das disponibilidades pelo método indireto, a técnica aplicada na DFC é a de expor as transações que tiveram como contrapartida disponibilidades. Em linhas gerais, o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais é determinado pelo ajuste líquido ou prejuízo quanto os efeitos de:
    -Mudanças ocorridas no período nos estoques e nas contas operacionais a receber e a pagar;
    -Itens que não afetam o caixa, tais como depreciação, provisões, impostos diferidos, variações não realizadas, resultado de Equivalência Patrimonial em investimentos e participação minoritários, quando aplicável, e
    -Todos os outros itens cujos efeitos sobre o caixa sejam fluxos de caixa decorrentes das atividades de investimentos ou financiamentos.

    Fonte:
    Livro Contabilidade Básica - 8ª Edição, Pg 673
    Ricardo J Ferreira
    Editora Método

  • Gabarito Correto

    Por esse método, também denominado Método da Reconciliação, os recorsos derivados das atividades operacionais são demonstrados apartir do lucro líquido do exercício, ajustado pela adição das despesas e exclusão das receitas consideradas na apuração do resultado e que não afetaram o caixa da empresa.

     

    Fonte: Osni Moura Ribeiro, Contabilidade Facil, Pagina 424.

    Para se ter algo que nunca teve, é preciso fazer algo que nunca fez.


ID
871261
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A respeito dos princípios fundamentais de contabilidade
— aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC):
Resolução CFC n.º 750/1993, atualizada pela Resolução CFC
n.º 1.282/2010 —, julgue os itens a seguir.

Admite-se avaliar os ativos e os passivos pelo valor presente, isto é, pelo valor descontado do fluxo futuro de entrada ou de saída líquida de caixa, respectivamente, no curso normal das operações da entidade.

Alternativas
Comentários
  • Resolução CFC nº 1.282/2010:
    Art 7º O Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos em moeda nacional.
    § 1º As seguintes bases de mensuração devem ser utilizadas em graus distintos e combinadas, ao longo do tempo, de diferentes formas:
    I – Custo histórico. Os ativos são registrados pelos valores pagos ou a serem pagos em caixa ou equivalentes de caixa ou pelo valor justo dos recursos que são entregues para adquiri-los na data da aquisição. Os passivos são registrados pelos valores dos recursos que foram recebidos em troca da obrigação ou, em algumas circunstâncias, pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais serão necessários para liquidar o passivo no curso normal das operações; e
    II – Variação do custo histórico. Uma vez integrado ao patrimônio, os componentes patrimoniais, ativos e passivos, podem sofrer variações decorrentes dos seguintes fatores:     
    a) Custo corrente. Os ativos são reconhecidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais teriam de ser pagos se esses ativos ou ativos equivalentes fossem adquiridos na data ou no período das demonstrações contábeis. Os passivos são reconhecidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, não descontados, que seriam necessários para liquidar a obrigação na data ou no período das demonstrações contábeis;
    b) Valor realizável. Os ativos são mantidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais poderiam ser obtidos pela venda em uma forma ordenada. Os passivos são mantidos pelos valores em caixa e equivalentes de caixa, não descontados, que se espera seriam pagos para liquidar as correspondentes obrigações no curso normal das operações da Entidade;
    c) Valor presente. Os ativos são mantidos pelo valor presente, descontado do fluxo futuro de entrada líquida de caixa que se espera seja gerado pelo item no curso normal das operações da Entidade. Os passivos são mantidos pelo valor presente, descontado do fluxo futuro de saída líquida de caixa que se espera seja necessário para liquidar o passivo no curso normal das operações da Entidade;

     

  • PRONUNCIAMENTO CONCEITUAL BÁSICO (R1) 
     
    Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação 
    de Relatório Contábil-FinanceiroMensuração dos elementos das demonstrações contábeis 
     
    4.55. Um número variado de bases de mensuração é empregado em diferentes graus e 
    em variadas combinações nas demonstrações contábeis. Essas bases incluem o 
    que segue: 
     
    (d) Valor presente. Os ativos são mantidos pelo valor presente, descontado, dos 
    fluxos futuros de entradas líquidas de caixa que se espera seja gerado pelo 
    item no curso normal das operações. Os passivos são mantidos pelo valor 
    presente, descontado, dos fluxos futuros de saídas líquidas de caixa que se 
    espera serão necessários para liquidar o passivo no curso normal das 
    operações. 
  • Resolução CFC nº 1282/2010

    Art. 7º, §1º, II, 'C'

    AVALIAR 

        1 - ATIVO ------------ pelo valor PRESENTE --------descontado fluxo futuro de ----- ENTRADA líquida de caixa

        2 - PASSIVO--------- pelo valor PRESENTE --------descontado fluxo futuro de------ SAÍDA        líquida de caixa

    gab. C

  • AMIGOS:

     

    ·         VALOR PRESENTE:

     

    o    Os ativos são mantidos pelo valor presente, descontado, dos fluxos futuros de entradas líquidas de caixa que se espera seja gerado pelo item no curso normal das operações.

     

    o    Os passivos são mantidos pelo valor presente, descontado, dos fluxos futuros de saídas líquidas de caixa que se espera serão necessários para liquidar o passivo no curso normal das operações.

     

    o    As contas registradas no ativo e no passivo não circulante devem ser ajustadas a valor presente. As contas do ativo e do passivo circulante apenas são ajustadas a valor presente se os efeitos forem relevantes.

     

    Espero ter ajudado.

  • AGORA VAI UMA DICA!!!

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  • Valor presente (present value) - é a estimativa do valor corrente de um fluxo de caixa futuro, no curso normal das operações da entidade. Tal fluxo de caixa pode estar representado por ingressos ou saídas de recursos.

    Gab. Certo!


ID
871264
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A respeito dos princípios fundamentais de contabilidade
— aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC):
Resolução CFC n.º 750/1993, atualizada pela Resolução CFC
n.º 1.282/2010 —, julgue os itens a seguir.

O princípio da continuidade está relacionado à certeza de que, no futuro, a entidade continuará em operação e, por isso, os componentes do patrimônio devem ser avaliados pelos maiores valores.

Alternativas
Comentários
  • Princípio da Continuidade está correto, contudo é pelo menor valor do PL, ou menor valor do ativo e maior valor do passivo quando o bem, direito ou obrgação dispuser de duas ou mais possibilidade de valores legais.
  • ERRADO

    Conforme a Resolução CFC n.º 750/93

    Art. 5ºO Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância. (Redação dada pela Resolução CFC nº. 1.282/10)

  • Três erros, no meu entendimento:
    Segundo o princípio da continuidade, não há certeza de que a entidade continuará em operação, mas sim uma pressuposição; Os componentes do patrimônio devem ser avaliados pelos menores valores para o ativo e maiores valores para o passivo; O princípio que diz isso é o da prudência, não o da continuidade.
  • O Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância.

    O Princípio da PRUDÊNCIA determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido.
  • Pedro Henrique, você descreveu o principio da Prudência, não o da Continuidade. O problema da questão é que não há certeza, mas uma expectativa de que a entidade vá continuar indefinidamente. Também os diferentes itens patrimoniais se submetem a diferentes regras de mensuração, não são sempre pelo maior valor, conforme diz a questão.
  • Continuidade não faz referência a método de avaliação. Mesmo que a questão fizesse referência ao pressuposto de continuidade a questão continuaria errada a meu ver... Esse princípio apenas cita que partindo-se do pressuposto da continuidade das atividades da empresa, seus ativos devem ser avaliados levando em consideração isso... Por exemplo: Se uma empresa está em plena atividade, alguns ativos seus como máquinas e equipamentos devem ser avaliados pelo custo histórico. Entretanto, caso essa mesma empresa se encontre em situação de liquidação forçada seus ativos seriam avaliados pelo valor realizável líquido. 
  • A questão está incorreta porque não há essa certeza que está sendo afirmada, como alguns também comentaram.

    O princípio da continuidade apenas pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos
    componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância.

    É preciso ficar atento a esses pequenos detalhes ao fazer a prova do Cespe. A simples adição de uma palavra, conjunção ou afirmação, pode tornar a assertiva incorreta, como neste caso.
  • - A entidade é criada para um funcionamento indeterminado

    - Situação limite deste princípio é a paralisação

    - Se empresa pública, a continuidade está vinculada ao estrito cumprimento da destinação social do seu patrimõnio, ou seja, a continuidade da entidade se dá enquanto perdurar sua finalidade.

  • O PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE

     

     

    Art. 5º O Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância. (Redação dada pela Resolução CFC nº. 1.282/10)

     


ID
871267
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Análise de Balanços
Assuntos

Em relação à análise econômico-financeira, julgue os itens
seguintes.

Se uma análise horizontal mostra que a variação do ativo circulante no período final em relação ao período inicial é de 0,16 e a variação do passivo circulante é de 0,06, então o capital circulante líquido do período final é inferior ao do período inicial.

Alternativas
Comentários
  • Capital Circulante líquido = Ativo circulante - Passivo circulante
    Suponhamos os valores iniciais e finais do AC e do PC

    Inicial
    AC.....1000
    Final com variação de 16%
    AC.....1160
    Inicial
    PC.....100
    Final com variação de 6%
    PC.....106
    CCLinicial = 1000 - 100 = 900

    CCLfinal = 1160 - 106 = 1054

  • Difícil julgar uma questão onde não se sabe se a variação é positiva ou negativa de um ano e outro. Marquei errado por causa disso. Se eu estiver errado, alguém me corrija por favor.

  • Tive a mesma dúvida do Glaydson, mas percebe-se que tanto a variação sendo positiva ou negativa, a resposta é errada.

  • A questao fala que a variaçao do capital circulante foi 0,16 comparando o inicial com final e a variação do passivo circulante foi de 0,06 comparando o inicial com final, capital circulante liquido do final é maior ja que o passivo aumentou em uma proporção menor que o ativo circulante.

  • A questão afirma categoricamente:  é inferior ao do período inicial. Essa afirmação não dá margem para que seja superior. Como depende dos valores absolutos, a questão estaria errada de qualquer forma.

    Exemplo 1 (CCL1 > CCL2)

    AC: 100 -> 116

    PC 1000 -> 1060

    CCL1: 100-1000 = -900

    CCL2: 116-1060 = -944

    Exemplo 2 (CCL2 > CCL1)

    AC: 1000 -> 1160

    PC 100 -> 106

    CCL1 = 1000 - 100 = 900

    CCL2 = 1160 - 106 = 1054


ID
871273
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Análise de Balanços
Assuntos

Em relação à análise econômico-financeira, julgue os itens
seguintes.

Se um projeto for avaliado pelo índice de lucratividade, para a sua aceitação espera-se que esse índice seja superior a 1.

Alternativas
Comentários
  • O método do índice de lucratividade compara o valor presente das entradas de caixa futuras com investimento inicial de um projeto, conforme a fórmula: IL = (VP DO Fluxo de caixa / Investimento Inicial ) . Nesse método, apenas projetos com índice de lucratividade maiores ou iguais a 1 são aceitos. Dessa forma, o mesmo resultado é encontrado através da abordagem do valor presente líquido e do IL, devendo ser tomadas as mesmas precauções quanto à taxa de desconto utilizada para o cálculo do valor presente dos fluxos de caixa.

ID
871276
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade de Custos
Assuntos

Em relação à análise econômico-financeira, julgue os itens
seguintes.

Considere que determinada empresa tenha despesas fixas mensais de R$ 25.000,00 para comercializar o produto X, cuja despesa variável unitária seja de R$ 70,00. Nesse caso, se o preço unitário de venda for de R$ 120,00, para alcançar o ponto de equilíbrio, a empresa deverá vender 300 unidades do produto X por mês.

Alternativas
Comentários
  • MC = PV - CV - DV
    MC = 120 - 70 - 0 = 50
    PEC = DF + CF/MC
    PEC = 25000/50 = 500 unidades
  • 120,00 - 70,00 = R$ 50,00 ( valor deduzidos dos custos)

    R$ 50,00 x 300 unidades = 15.000,00

    15.000 - 25.000 = 10.000 (faltou 10.000,00 para alcaçar o equilibrio)
  • 300,00 x 70 = 21.000

    21.000 + 25.000 = 46.000

    46.000/120,00 = 383

    G: E

  • Margem de Contribuição (MC) = Preço/Receita de Vendas - (custo variável + despesa variável)

    No caso da questão, essa MC já é nossa MCU.

    Ponto de Equilíbrio (Pe) = (custos fixos + despesas fixas) / MCU.

    Logo,

    MCU = 120 - 70

    MCU = 50

    Pe = 25.000 / 50

    Pe = 500

    Gab.: Errado.

    BIZU. Lembre-se que a fórmula de MC leva em consideração o que é 'variável', enquanto que a fórmula do Pe leva em consideração o que é 'fixo'.


ID
871282
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade de Custos
Assuntos

Julgue os itens a seguir, a respeito de informações gerenciais e
custos.

O gestor, ao tomar uma decisão baseada em custos, deve considerar, por exemplo, os custos incorridos no passado e todos os custos futuros.

Alternativas
Comentários
  • Para tomar uma decisão baseada em informações de custos, os geesstor precisam conhecer as informações para determinada decisão, uma vez que  antes de tomar uma decisão, os gerentes precisam ter um entendimento profundo das informações de custos que são relevantes. O monitoramento do processo, analise da situação, escolha de um curso especifico de ação, aplicação do processo decisório precisa ter um parametro concreto que só se têm pela experiencia adquirida no passado. Os gestores não conhecem o futuro, não tem o poder de prever o que irá acontecer, além das informações que possuem,  onde pode-se sim criar expectativas, grifo, sem nenhuma CERTEZA.
  • errado, a Contabilidade gerencial baseada em custos para tomada de decisão, toma como fonte dados passados para fazer projeção de Custo, Volume e Lucro para o Futuro. Nesse contexto, é errado dizer que ele considera "todos os custos futuros", uma vez que esses dados são apenas estimados e projetados e não são concretos.


ID
871285
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Julgue os itens a seguir, a respeito de informações gerenciais e
custos.

Os tributos recuperáveis junto ao fisco não são contabilizados como custo dos estoques. Entretanto, custos de transporte ou de seguro, quando diretamente atribuíveis à aquisição do estoque, integram o valor do custo.

Alternativas
Comentários
  • O custo dos estoques compreende o preço de compra, os impostos de importação e outros tributos (quando não recuperáveis), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente relacionados com a aquisição dos materiais.
  • Gabarito: CERTO

     

    Segundo o texto do Pronunciamento CPC 16 (R1) – Estoques:

     

    11. O custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra, os impostos de importação e outros tributos (exceto os recuperáveis junto ao fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição. 

  • Custos do estoque

    Incluem: Preço de compra ; Custo de transporte (frete) ; impostos de importação ; tributos não recuperáveis ; seguro .. manuseio.

    Não incluem: tributos recuperáveis ; descontos comerciais ; abatimentos .

  • De acordo com o CPC 16 (estoques), o custo de aquisição dos estoques compreende: Preço de compra, os impostos de importação e outros tributos (exceto os recuperáveis junto ao fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição.

    Alfacon

  • GABARITO CORRETO

    Compras de mercadorias com tributos:

    Tributos recuperáveis: tributo lançado como direito no ativo, separadamente do valor das mercadorias, para ser compensado com tributos devidos.

    Tributos não recuperáveis: o valor destes tributos integrará o custo da mercadoria.

    As mercadores são contabilizadas no estoque pelo seu custo total, pelo valor integral que a empresa teve de despender para levar a mercadoria até seu estabelecimento, incluindo fretes e seguros sobre compras.

  • AGORA VAI UMA DICA!!!

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ID
871288
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em cada um dos itens seguintes, é apresentada uma situação
hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada.

Uma sociedade empresária mantém investimentos em uma coligada avaliados pelo método da equivalência patrimonial. A coligada apurou lucro no final do período. Nessa situação, no mesmo período, a sociedade empresária investidora deverá fazer um lançamento a débito de investimentos em coligadas (ativo não circulante) e a crédito de equivalência patrimonial (resultado).

Alternativas
Comentários
  • Se a empresa coligada auferir lucros, mesmo que não haja distribuição de dividendos, a participação da investidora aumentará. Esta reconhecerá a variação decorrente desse lucro auferido pela sociedade investida, aumentando o valor do seu investimento. O lançamento será:

       Participação Societária (ANC - Investimentos)
    a Ganhos por Equivalência Patrimonial (Outras Receitas - Antiga Outras Receitas Não Operacionais)
  • Conta Investimento: ANC - natureza devedora - Ela aumentou com o lucro, então, debita.

    Receita: DRE - natureza credora - ela aumentou, então, credita.

    Fica assim:

    D - investimento

    C - receita (resultado)

  • Método da Equivalência Patrimonial: O valor de aquisição de investimento avaliado pelo método da equivalência patrimonial é ajustado pelos lucros ou prejuízos apurados pela sociedade investida, em contrapartida com receita ou despesa no resultado da sociedade investidora. Os dividendos declarados pela sociedade investida são 7 considerados como redução do investimento na sociedade investidora, e não como receita de dividendos (método do valor justo). ​

    http://webserver.crcrj.org.br/APOSTILAS/A0841P0236.pdf

  • QUESTÃO PARA ENTENDER O MEP:

     

    (CESPE/Analista/Contabilidade/TJ/RO/2012) Uma companhia adquiriu 80% das ações ordinárias de certa empresa, desembolsando, nesse investimento, uma quantia equivalente ao patrimônio líquido registrado na contabilidade da investida, composto apenas pela conta capital social. Após o referido investimento e por ocasião da elaboração das demonstrações contábeis, a empresa investida apurou lucro líquido de R$ 2.000,00 e sua diretoria propôs a distribuição de dividendos no valor total de R$ 1.000,00, ainda pendente de deliberação pela assembleia geral. Considerando que o capital social da investida é de R$ 3.000,00, o lançamento contábil correto do reconhecimento da equivalência patrimonial na investidora é o seguinte:

     

    ·         Investimentos em coligadas e controladas

    ·         a Receita de equivalência patrimonial R$ 1.600,00

     

    ·         O lançamento por conta da aquisição é o seguinte:

     

    o    D – Investimento em coligadas e controladas (ativo) R$ 3.000,00

    o    C – Caixa (ativo) R$ 3.000,00

     

    ·         Quando do fechamento do exercício e transferência do lucro para o PL na investida, devemos reconhecer esta variação também na investidora, já que o valor de seu investimento também aumentará. Como o lucro foi de R$ 2.000,00, o aumento da conta investimentos será de R$ 1.600,00 (80%).

     

    o    D – Investimentos em coligadas e controladas R$ 1.600,00

    o    C – Receita de equivalência patrimonial R$ 1.600,00

     

    Espero ter ajudado!

  • O lançamento da equivalência patrimonial é realizado da seguinte forma:

    D – Investimentos em Coligadas                              (ANC – Investimentos)

    C – Receita de Equivalência Patrimonial               (Resultado)

    Com isso, correta a afirmativa.

  • Guarda essa questão na tábua do coração.

  • O lançamento da equivalência patrimonial é realizado da seguinte forma:

    D – Investimentos em Coligadas                              (ANC – Investimentos)

    C – Receita de Equivalência Patrimonial               (Resultado)

  • O lançamento da equivalência patrimonial é realizado da seguinte forma:

    D – Investimentos em Coligadas                              (ANC – Investimentos)

    C – Receita de Equivalência Patrimonial               (Resultado)

    Com isso, correta a afirmativa.

    Igor Cintra | Direção Concursos


ID
871291
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em cada um dos itens seguintes, é apresentada uma situação
hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada.

O patrimônio líquido de determinada sociedade empresária é constituído conforme tabela a seguir.

capital social autorizado.........R$ 800.000,00
capital social realizado...........R$ 400.000,00
reserva legal...........................R$ 79.500,00


Nesse caso, se a sociedade obtiver lucro líquido no valor de R$ 40.000,00, ela deverá contabilizar o valor de R$ 2.000,00 como reserva legal.

Alternativas
Comentários
  • A reserva legal deverá ser constituída mediante destinação de 5% (cinco por cento) do lucro líquido do exercício, antes de qualquer outra destinação. Esta reserva será constituída, obrigatoriamente, pela companhia, até que seu valor atinja 20% do capital social realizado, quando então deixará de ser acrescida.

    Assim, poderíamos calcular a reserva legal da seguinte forma:

    - 5% x lucro R$40.000 = R$
    2.000 ( reserva legal);

    Mas precisamos observar se o limite máximo já foi atingido:

    - Reserva Legal = R$79.500 (já constituída);
    -
    O teto máximo que poderá ser constituído é de = R$400.000 x 20% --> R$80.000

    Assim:

        80.000 (teto max. Res. Legal)
    (-)79.500 (Reserva legal constituída)
    =      500 ( que poderá ser ainda constituída como Res. Legal)

    Diferente, portanto, do proposta pelo enunciado (R$2.000)
  • Gabarito errado

    Basta verificar o limite da reserva legal (20% do capital Realizado).

    capital social autorizado.........R$ 800.000,00
    capital social realizado...........(R$ 400.000,00)

    Capital Realizado = 400.000 x 20%= R$ 500. Ela deverá contabilizar R$ 500.

     

    Para se ter algo que nunca teve, é preciso fazer algo que nunca fez.



     

  • GABARITO ERRADO!

    .

    .

    O limite para constituir reserva legal é 20% do CS; ou seja, R$ 80.000 bolsonaros. Mas já existe R$ 79.500 bolsonaros de reserva legal, entretanto poderá constituir, no máximo, R$ 500 conto (preço do revólver).

  • A reserva legal tem um limite, a partir do qual não poderemos mais constitui-la, qual seja, 20% do capital social realizado (capital social - capital social a realizar). Portanto, como temos um capital social realizado de R$ 400.000,00, só poderemos ter uma reserva legal máxima de 20% disso, ou seja, R$ 80.000,00. Como já temos R$ 79.500,00 constituído, só poderemos acrescer mais R$ 500,00 para que este limite seja atingido.

    Uma vez que o lucro foi R$ 40.000,00, teoricamente, se nenhum limite existisse, constituiríamos R$ 2.000,00 (5%) de reserva legal. Mas como o limite já foi atingido, faremos somente R$ 500,00.

    O gabarito é errado.

    Fonte: Professores Luciano Rosa e Júlio Cardozo – Estratégia Concursos.

  • Limite obrigatório:

    R$ 400.000 x 20% - R$ 79.500,00

    R$ 80.000,00 – R$ 79.500,00 = R$ 500,00.

    Caso a sociedade obtenha lucro de R$ R$ 40.000,00, temos que 5% representam R$ 2.000,00. Porém, o limite para constituição será atingido se constituirmos R$ 500,00

    GABARITO: ERRADO.

  • (ERRADO)

    • COMO É (sucesso):

    capital social realizado............ R$ 400.000,00

    Capital Realizado = 400.000 x 20%= R$ 80.000 (limite)

    L.L. ........................................ R$ 40.000 x 2% = 2.000

    Reserva legal constituída ..... R$ 79.500 (não pode constituir os 2.000)

    Constituir somente R$ 500 (80.000 - 79.500 )

    #######################################################

    • COMO O CEBRASPE QUERIA QUE PENSASSE (ferro):

    L.L. ........................................ R$ 40.000 x 2% = 2.000

    *** Art. 193. Do lucro líquido do exercício, 5% (cinco por cento) serão aplicados, antes de qualquer outra destinação, na constituição da reserva legal, que não excederá de 20% (vinte por cento) do capital social.

  • Questão perfeita para errar nesse momento!

  • ERRADO

    Sempre calcule logo o limite obrigatório:

    • Reserva legal = limite obrigatório = 20%
    • Lucro liquido destinado antes de qualquer destinação= 5%
    • Reserva legal + reserva de capital=+ 30% ->reserva legal facultativa

    ==================================================

    capital social autorizado..........................R$ 800 mil

    capital social realizado................................R$ (- 400 mil ) ( retifica o capital autorizado)

    Capital social ...............................................R$400 mil

    • Limite obrigatório = 400 mil * 20% = 80.000 (o máximo que a reserva legal poderia chegar )

    reserva legal..................................................R$ 79.500,00 ( saldo inicial )

    reserva legal .................................................R$ 80.0000( saldo final )

    Ou seja, 80 mil - 79500 = 500 poderia ser destinado para a reserva legal do lucro líquido.

    lucro líquido ................................................. R$ 40.000,00

    40.000×5%=2.000( está errado, pois a reserva legal extrapolaria a quantidade máxima permitida pela lei

  • 1º) Achar o Limite -> 20% x 400.000 = 80.000

    2º) Já existe um Reserva Legal no valor de 79.500 (80.000-79.500 = 500)

    3º) Lucro foi de 40.000 x 0,05(5%) = 2.000

    Essa 3º parte é o ponto chave, as questões em maioria esmagadora trazem as pegadinhas aqui, o candidato esquece do limite e é induzido ao erro!!! Realmente o valor que "deveria" ser levado a Reserva legal seria 2.000, mas o limite seria ultrapassado, ou seja, só é possível constituir o valor de 500 pila!

    Questão ERRADA!

    Bons estudos!

  • To escrevendo essa mensagem a 2 dias antes da Prova da PF, se Deus quiser uma vaga é minha!!


ID
871294
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em cada um dos itens seguintes, é apresentada uma situação
hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada.

Um ativo imobilizado foi submetido ao teste de recuperabilidade e o resultado mostrou perda no valor de R$ 80.000,00. Nessa situação, a contabilização a ser feita aumentará a conta do ativo em R$ 80.000,00 e a conta de despesa no mesmo valor.

Alternativas
Comentários
  • Se, e somente se, o valor recuperável de um ativo (maior valor entre o valor líquido de venda de um ativo ou de unidade geradora de caixa e o seu valor em uso) for menor do que seu valor contábil, o valor contábil do ativo deve ser reduzido ao seu valor recuperável. Essa redução representa uma perda por desvalorização do ativo. A perda por desvalorização do ativo deve ser reconhecida imediatamente no resultado do período.

    Lançamento será:

       Provisão para ajuste ao valor Recuperável - 80.000,00 (conta credora redutora do Ativo desvalorizado)
    a Perda por Desvalorização - 80.000,00 (Despesa)
  • Entendo que o saldo do ativo diminuirá. 

    Mas a conta do ativo, que é uma conta de ajuste retificadora, não será aumentada?

    "[...] aumentará a conta do ativo em R$ 80.000,00 [...]"

  • Acredito que o lançamento do Joaquim Junior esteja invertido. 

     

    O correto é débito na despesa e crédito na conta retificadora do ativo.

  • O lançamento de perda com teste de recuperabilidade é:

    D - Despesa com desvalorização de ativo (Resultado)

    C - Ajuste ao valor recuperável (Retificadora do ativo)

    Como ajuste ao valor recuperável é uma conta retificadora do ativo, a conta do Ativo diminuirá.

  • Gabarito: ERRADO

     

    ...a contabilização a ser feita DIMINUIRÁ a conta do ativo em R$ 80.000,00 e a conta de despesa no mesmo valor.

     

    D – Despesa com ajuste ao valor recuperável de ativos (resultado) .....R$ 80.000,00

     

    C – Ajuste ao valor recuperável de ativos (retificadora do ativo)......R$ 80.000,00

  • Bruno Horn, não acho que caiba essa interpretação. Quando a questão diz aumentará a conta do ativo, percebemos que só pode estar se referindo ao ativo total, visto que se estivesse se referindo a alguma conta específica do ativo deveria ter informado. Se tivesse vindo como vc falou "uma conta do ativo", até concordaria com você, mas não é o caso.

  • impairment só aumentá o ativo com a reversão

  • O mais complicado é a redação da questão.

  • gabarito E

    Uma perda registrada pelo teste de recuperabilidade diminui o resultado do exercício. Uma vez que

    a empresa não conseguirá recuperar todo o valor investido no imobilizado, há o lançamento de uma

    despesa. A contrapartida é uma conta redutora do valor contábil do ativo imobilizado, como se

    segue:

    D Despesa com ajuste ao valor recuperável de ativos (resultado)

    C Ajuste ao valor recuperável de ativos (redutora do ativo).

    Fonte: PDF Estratégia- Julio Cardozo

  • De forma simples e objetiva:

    Crédito em uma conta retificadora do Ativo

    Débito em uma conta de Despesa

    #FOCONAMISSÃO

  • Aumentará uma conta RETIFICADORA DO ATIVO.

  • Questão bem esquisita


ID
871297
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

De acordo com a Lei Federal n.º 4.320/1964 e suas alterações,
julgue os itens subsecutivos.

Ocorre excesso de arrecadação quando há diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro acrescido dos saldos dos créditos adicionais transferidos e das operações de crédito vinculadas.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: ERRADA
     O examinador descreveu o conceito do  superávit financeiro como se fosse de excesso de arrecadação.Vejamos
    Lei 4320
     Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa. (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

    § 3º Entende-se por excesso de arrecadação, para os fins deste artigo, o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício. (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)   (Vide Lei nº 6.343, de 1976)

     § 2º Entende-se por superávit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de credito a eles vinculadas. (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)
  • Resposta Errada
    Superávit Financeiro é o nome que eles dão pra diferença positiva entre Ativo Financeiro e Passivo Financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício anterior. A esse resultado você diminui os créditos adicionais que passaram pro outro exercício (aqueles abertos nos últimos 4 meses que foram prorrogados) e soma as operações de créditos a eles vinculadas.

    Lei 4.320: "§ 2º Entende-se por superávit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de credito a eles vinculadas."
    Ativo é a reunião de todos os direitos, bens e valores que devem ser recebidos de uma entidade. Isso significa é tudo que a sua empresa tem a receber de outra. Já o passivo é totalmente o contrário. Passivo é o conjunto de obrigações, financeiras ou não, de sua instituição com outras empresas

    Já o excesso de arrecadação é do exercício corrente, diz a mesma lei:

    § 3º Entende-se por excesso de arrecadação, para os fins deste artigo, o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício

    Ou seja, chega determinada época do exercício e por meio de estatística é calculado que haverá excesso de arrecadação, isso permite que seja utilizada como fonte, mesmo que o exercício não tenha terminado ainda.
  • meu mero e simples entendimento é que: arrecadação não tem nada a ver com créditos adicionais transferidos(crédito suplementar, extraordinário e adicional), pois os próprios nomes já destiguem-se.


    Foco, Força, Fé em Deus e nos Estudos !!
  • Excesso de arrecadação é a diferença positiva entre a receita arrecada e a receita prevista, menos os créditos extraordinários abertos no exercício.

  • § 3º Entende-se por excesso de arrecadação, para os fins deste artigo, o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício.

  • superávit Financeiro:  diferença positiva entre o ativo finananceiro e o passivo financeiro, conjugando-se , ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de credito a eles vinculados...

     

    excesso de arrecadação:  saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre arrecadação prevista e realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício.

  • Superávit Financeiro: Ativo Financeiro - Passivo Financeiro.

     

    Excesso de Arrecadação: Receita Arrecadada - Receita Prevista.

  • Gab: ERRADO

    Palavras-chave!

    Superávit Financeiro: diferença positiva entre ativo e passivo financeiro

    Excesso de Arrecadação: saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês.

  • Superávit Financeiro--------> Diferença positiva entre ATIVO-PASSIVO FINANCEIRO.

    Excesso de Arrecadação---->Diferença Positiva Acumulada mês a mês.

  • Olha a banca tentando trocar as bolas. É o Superávit Financeiro (SF) que é diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro: SF = AF – PF

    E no Superávit Financeiro ajustado, subtraímos os créditos adicionais reabertos (CAR) e adicionamos (de volta) as operações de créditos vinculadas (OCV) a eles: SF = AF – PF – CAR + OCV

    O excesso de arrecadação é o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada. É simplesmente arrecadar mais do que o previsto. Aqui nós ajustamos subtraindo os créditos extraordinários abertos no exercício: Excesso de arrecadação = Rec. Arrec. – Rec. Prevista – Créd. Extraordinários abertos

    Gabarito: Errado

  • GABARITO: ERRADO

    Há diferença nos conceitos de superávit financeiro e excesso de arrecadação. Veja:

    Superavit Financeiro = Ativo financeiro - Passivo financeiro (se for positivo, claro), apurado no Balanço Patrimonial, do exercício anterior.

    Excesso de Arrecadação = Receita realizada - Receita prevista (se for positivo, claro), apurado no Balanço Orçamentário, medido mês a mês.

  • Corrigindo:

    Ocorre superávit financeiro quando há diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro acrescido dos saldos dos créditos adicionais transferidos e das operações de crédito vinculadas.

    Excesso de arrecadação ocorre quando há diferença positiva entre a receita prevista e a arrecadada.

  • Superávit Financeiro = Ativo Financeiro - Passivo Financeiro - Créditos Reabertos + Operações de crédito a ele vinculadas.

    Excesso de Arrecadação = (Receita Arrecadada - Prevista) - Créditos extraordinários abertos no exercício.


ID
871300
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

De acordo com a Lei Federal n.º 4.320/1964 e suas alterações,
julgue os itens subsecutivos.

Os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos, exceto os especiais e os extraordinários.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: CORRETA

    Lei 4320
    Art. 45. Os créditos adicionais terão vigência adstrita ao exercício financeiro em que forem abertos, salvo expressa disposição legal em contrário, quanto aos especiais e extraordinários

    OBS: Apesar de postar esse comentário como forma de justificar o gabarito, vejo a possibilidade deste item estar errado, visto que o examinador considerou como regra a vigência para outro exercício dos créditos especiais e extraordinários, vimos que a lei que possui uma restrição
    (salvo expressa disposição legal em contrário).

     Veja o que diz a CF/88
    Art. 167. São vedados:

    XI - a utilização dos recursos provenientes das contribuições sociais de que trata o art. 195, I, a, e II, para a realização de despesas distintas do pagamento de benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    § 1º - Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.
            § 2º - Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente.

      Na minha opnião uma excessão foi usada como regra. 

  • [questão correta] Os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos, exceto os especiais e os extraordinários.

    O inciso III do art. 41 da lei 4.320/64 dispõe que os créditos extraordinários são destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública. Isso quer dizer que precisa acumular 2 características: ser imprevisível e (também) urgente. O crédito extraordinário não precisa de autorização legislativa prévia, todavia, após aberto o crédito, o Poder Legislativo irá analisar imediatamente e autorizar (ou não) essa despesa criada. Portanto, todos os créditos adicionais precisam de autorização legislativa. (seja prévia ou não)

    Para abertura de
    crédito especial
    o Executivo precisa:
    - indicar os recursos que irão cobrir a despesa a ser gerada; _ de autorização legislativa prévia; e _ deverá ser precedida de exposição justificada.


    Portanto, os créditos especiais objetivam atender as despesas novas, não previstas na LOA, mas que surgiram durante a execução do orçamento.
    Em princípio, os créditos adicionais especiais terão vigência dentro do exercício financeiro em que foram abertos. Se o ato da autorização for promulgado nos últimos 4 meses do exercício, poderão ser reabertos, nos limites de seus saldos, no exercício financeiro subsequente.
    A CF/88 e a lei 4.320/64 não estabelecem prazo para os créditos especiais e extraordinários sejam reabertos no exercício financeiro seguinte. Entretanto, para a União, a reabertura dos créditos especiais e extraordinários deverá ser efetuada
    apenas no primeiro mês do exercício seguinte (até 31 de Janeiro). A reabertura dos créditos orçamentários especiais, no exercício seguinte, gera uma receita extraorçamentária.
  • Item certo. Sintetizando os excelentes comentários feitos acima. Os créditos especiais e os extraórdinários em regra tem vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos. No entanto, a própria CF permite que aqueles abertos no último quadrimestre do exercício possam ser reabertos nos limites de saldos no exercício seguinte. Esse saldo adicional será incorporado pelo orçamento do exercício financeiro seguinte. Essa a razão pela qual muitos justificarem essa transferência de créditos adicionais entre exercícios financeiros como exceção ao princípio da anualidade.
    Para complementar nossos estudos, é importante entender por que a CF não incluiu a possibilidade de os créditos suplementares serem executados em exercício posterior. Vejamos. Os créditos suplementares apenas agregam para mais as despesas já criadas pela LOA, mas que por uma eventualidade não tiveram recursos no momento da excução. Dessa forma, pode-se dizer que a prorrogação dos créditos suplementares para exercício posterior equivaleria à transferência de um orçamento anual para outro, o que desrespeitaria completamente o princípio da anualidade e o da proibição do estorno/equilíbrio orçamentário.
  • Créditos suplementares terão vigência vinculada ao exercício financeiro da sua abertura.
    Jamais passará de um exercício para o outro.

    Creditos especias e suplementares ==> vinculados ao exercício financeiro de sua abertura, SALVO, quando o ato de sua autorização for promulgado nos últimos 4 meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados à LOA do exercício financeiro subsequente (ART 167, Parag. 2, CF/88)

    Fonte : professor Anderson ferreira => vestconcursos Brasilia
  • Os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos, exceto os especiais e os extraordinários.
    CORRETO pois os epeciais e os extraordinários se abertos nos últimos 04 meses do ano serão seus saldos reabertos no ano seguinte, ou seja, NÃO SÃO LIMITADOS AO EXERCICIO FINANCEIRO AO QUAL FORAM ABERTOS
  • Olá galeria concurseira!

    Eu comecei a estudar há pouco tempo esta matéria e ainda não assilimei direito muita coisa. 

    Minha dúvida: os comentários do "Henrique" e do "Cristiano" recebram nota "ruim" porque tem alguma coisa errada ou porque o pessoal aqui é exigente demais mesmo? Se tem algo errado, eu não consegui perceber e tenho receio de fixar informação incorreta. 

    Bom estudo :)
  • Olá Jussara!

    Nao se preocupe, quando alguem comenta alguma coisa errada, logo aparece um monte de discussao a respeito!
    Eh que o povo desse site sao fera mesmo, e termina que o nivel das avaliaçoes tambem aumenta. :)
  • Questão mal formulada do car*****
    Devem colocar macacos pra fazer a prova
  • Robson,

    Concordo plenamente com sua afirmação. O correto e justo seria:
    "Os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos, exceto os especiais e os extraordinários que podem ser prorrogados e incorporados ao orçamento do ano seguinte, desde que autorizados nos últimos quatro meses do ano em exercício."
    A questão além de incompleta, traz uma exceção como regra, assim como você mesmo colocou.
    Uma questão dessa não seleciona o que tem mais conhecimento, porque eu sei o conteúdo, mas a adivinhar o entendimento da banca é outra coisa. No entanto, ainda não temos o que fazer, senão aceitar esse tipo de coisa do Cespe, pelo menos, enquanto não tivermos uma lei para nos proteger.
  • Thais, pelo contrário!

    Como pode ver nos comentários da galera, quem realmente está estudando pra concurso, já domina o assunto.

    Uma maneira de o examinador conseguir "ganhar" do concurseiro, é deixar a questão um pouco obscura, mas com respaldo legal para evitar recursos.

    Vale lembrar que o examinador não é nem será nosso amigo, além de ser desprovido de genitora! rsrsrs

    Abraços!
  • Eu acredito que a questão esteja errada! Os créditos adicionais e extraordinários possuem sim vigência limitada ao exercício financeiro que foram criados. Apenas quando contratados nos quatro últimos meses do exercício que podem ser prorrogados. 
    Na minha humilde opinião está, no mínimo, incompleto o raciocínio da questão.
  • Pô..porque o CESPE faz isso com os concurseiros?

    Marquei errado por pensar exatamente o que a Lorena disse!

    Sacanagem

  • terão os créditos especiais, em regra, a vigência do exercício financeiro em que foram autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses do exercício financeiro, hipótese onde serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente. O mesmo vale para os créditos extraordinários.

    Art. 167, §2, CF:  Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente.

  • A regra é de sejam utilizados no mesmo exercício financeiro, a exceção é para os que foram abertos nos últimos quatro meses. Do jeito que foi abordada a questão, só com bola de cristal.

  • Cespe fdp. Generaliza a merda da afirmação e faz a gente marcar errado, achando que é uma casca de banana. Pqp!

  • Incrível a falta de consistência das questões sobre a matéria. Como a Lorena bem apontou, tudo depende da interpretação do avaliador: sim, em algumas hipóteses, créditos especiais e extraordinários podem ultrapassar o exercício financeiro, mas desde que autorizados nos últimos 4 meses deste!!

    Outra inconsistência frequente é a autorização para a abertura dos créditos extraordinários: uma hora aceita-se como certa assertiva no sentido de que créditos adicionais podem ser abertos por decreto (na União, os extraordinários são abertos por Medida Provisória, muito embora a regra geral ainda prevaleça para entes da federação que não disponham de tal instrumento), outra hora considera-se tal afirmação errada.

    Uma verdadeira loucura!!

  • Barbaridade, desde quando a exceção virou regra? Tá loco, tem horas que chego a desanimar... não é possível...

    Para a questão estar correta só faltou falar: que podem ser reabertos os créditos extraordinários e especiais nos respectivos saldos e se o ato de promulgação se deu nos últimos 4 meses do exercício... um insignificante detalhe... 

    Siga la pelota... fazer o que né!

  • Questão bem genérica, seria passível de anulação.

    Vejamos:

    Os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos - CERTO.

    E

    Os créditos adicionais e os extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados { §2º, art. 167, CF}.

    MAS a questão abordou a exceção do §2º do art.167, CF:

    Os créditos adicionais e extraordinários poderão ser reabertos no exercício seguinte se o ato de autorização for promulgado nos últimos 4 meses daquele exercício, e sendo reabertos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente.

    Bons estudos.

  • Quanto mais a gente sabe, mais difícil responder. 

    O examinador teria que deixar claro que a vigência dos créditos especial e extraordinários só ultrapassarão o exercício financeiro quando reabertos...


    Haja paciência!

  • Complementando...

    Os créditos adicionais ESPECIAIS E EXTRAORDINÁRIOS são exceções ao PRINCÍPIO DA ANUALIDADE.

    (CESPE/TJ-RO/ANALISTA JUDICIÁRIO/2012) Os créditos adicionais terão vigência no exercício financeiro em que forem abertos, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos, nos limites seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente. E

  • Lei 4320- Art. 45. Os créditos adicionais terão vigência adstrita ao exercício financeiro em que forem abertos, salvo expressa disposição legal em contrário, quanto aos especiais e extraordinários.
  • "Os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos, exceto os especiais e os extraordinários". Ou seja, está dizendo que os créditos adicionais epeciais e extraordinários NÃO têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos, o que é ERRADO. Art. 167, § 2º da CF. Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente.

    CESPE é patético!

  • Isso não se trata de medição de conhecimento, mas de adivinhação do que a banca vai decidir considerar como certa ou não. 

    "Os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos, exceto os especiais e os extraordinários." A regra é que os créditos adicionais têm vigência limitada e os créditos especiais e extraordinários só são uma excessão em caso especificado, existe uma exceção, mas para medir tal conhecimento deveriam ao menos formular uma afirmativa que permitisse tal interpretação e não explorar a dubiedade.

  • Acertei a questão mas com aquele receio de clicar em " Responder". O cespe é inimaginável! Faz uma questão simples virar um monstro kkkk

  • FDP!! Banca sem limites viu, se acha Deus. Pior que a gente respnde na convicção da certeza, pq realmente tem vigencia no exercicio financeiro. Agora se tivessem faldo na exceção tudo bem, estaria correta a questão!! Aff

  • Maria, veja:

    na LOA há previsão de receita e fixação de despesa. Ou seja, o governo sabe o quanto tem que gastar mas não sabe quanto vai conseguir recolher para pagar essas despesas. Só quando a LOA entra no terceio estágio, a execução, é que a SOF consegue saber o quanto realmente está sendo arrecadado e aí pode começar liberar os pagamentos. Assim, na formulação da LOA, pode-se estimar por exemplo 500mil para conta de água, mas isso é uma estivativa, porque só com a execução é que se saberá se 500 mil serão suficientes.

    E aí entram os créditos adicionais que são de três tipos:

    suplementares - orcei na LOA mas não foi suficiente ( a conta da agua foi 700mil e preciso de suplemento de mais 200mil). Para ser suplementar, obrigatoriamente a dotação principal deve estar na LOA

    especiais - não orcei na LOA, mas posso pedir  via Projeto de Lei específica. Por exemplo, a ponte caiu e não há orçamento para a nova. É uma obra necessária mas não urgente. 

    extraordinário - não orcei na LOA e é muito urgente ( calamidade publica, guerra ou comoção interna). Essas três situçãoes são taxativas na LC 4320 e exepllificativas na CF/88. ==> aqui tem que tomar cuidado com o comando da questão. Então, como é urgente, pode ser aprovado por MP pelo Chefe do executivo.

    A questão diz:"Os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro em que foram abertos, exceto os especiais e os extraordinários." 

    Está certo porque os especiais e os extraordinários além de não terem dotação na LOA, têm condições que podem extrapolar o exercicio financeiro . A construção da ponte pode levar dois anos e uma guerra, 10, 20 anos....

    O único que se encaixa no comando da questão é o suplementar porque já havia dotação na LOA, ainda que insuficiente. 

    Espero ter ajudado.

     

  • Aprendo MT com os comentários.


    E gostaria de acrescentar que a exceção q se faz é em relação a primeira afirmativa, de que os créditos adicionais são limitados ao exercício financeiro em q foram criados.

    Ja os especiais e extraordinarios NAO SAO LIMITADOS ao exercício financeiro q os criou. Isso torna a questão correta.

  • Questão um pouco confusa.

    A REGRA é que todos os créditos adicionais têm vigência limitada ao exercício financeiro que foram promulgadas.

    PORÉM, a Carta Magna elenca que se os créditos ESPECIAS e EXTRAORDINÁRIOS forem promulgados até 4 meses antes do fim do exercício financeiro ( do dia 1º de setembro até o dia 31 de dezembro) poderão ser reabertos na medida do valor remanescente no exercício subsequente.

    Na minha opinião caberia recurso

  • Aquela típica questão de adivinhamento.

  • TODOS OS CRÉDITOS ADICIONAIS TEM SUA VIGÊNCIA LIMITADA AO EXERCÍCIO FINANCEIRO QUE FORAM ABERTOS, SALVO OS CRéDITOS ESPECIAIS E EXTRAORDINÁRIOS ABERTOS NOS ÚLTIMOS 4 MESES DO ANO.

    a questão generalizou. apenas os créditos especiais e extraordinários abertos nos últimos 4 meses do exercício é que poderão ser reabertos no ano seguinte.


ID
871303
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

De acordo com a Lei Federal n.º 4.320/1964 e suas alterações,
julgue os itens subsecutivos.

As cotas trimestrais das despesas destinadas a cada unidade orçamentária não poderão ser alteradas durante o exercício, uma vez que já foram aprovadas e fixadas na lei orçamentária.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: ERRADA
    L 4320

    Art. 47. Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento e com base nos limites nela fixados, o Poder Executivo aprovará um quadro de cotas trimestrais da despesa que cada unidade orçamentária fica autorizada a utilizar.

            Art. 48 A fixação das cotas a que se refere o artigo anterior atenderá aos seguintes objetivos:

            a) assegurar às unidades orçamentárias, em tempo útil a soma de recursos necessários e suficientes a melhor execução do seu programa anual de trabalho;

            b) manter, durante o exercício, na medida do possível o equilíbrio entre a receita arrecadada e a despesa realizada, de modo a reduzir ao mínimo eventuais insuficiências de tesouraria.

            Art. 49. A programação da despesa orçamentária, para feito do disposto no artigo anterior, levará em conta os créditos adicionais e as operações extra-orçamentárias.

            Art. 50. As cotas trimestrais poderão ser alteradas durante o exercício, observados o limite da dotação e o comportamento da execução orçamentária.

  • ERRADO

    Art. 50 - As cotas trimestrais poderão ser alteradas durante o exercício, observados o limite da dotação e o comportamento da execução orçamentária.
  • Errada.

    Art. 50. As Cotas Trimestrais poderão ser alteradas durante o exercício, observados o limite da dotação e o comportamento da execução orçamentária.

  • Art. 50- As cotas trimestrais poderão ser alteradas durante o exercício, obsrvados o limite da dotação e o comportamento da execução orçamentária.

  • GABARITO: ERRADO

    CAPÍTULO I

    Da Programação da Despesa

    Art. 50. As cotas trimestrais poderão ser alteradas durante o exercício, observados o limite da dotação e o comportamento da execução orçamentária.

    FONTE:  LEI N° 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.


ID
871306
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

De acordo com a Lei Federal n.º 4.320/1964 e suas alterações,
julgue os itens subsecutivos.

As tarifas aduaneiras e os impostos lançados por motivo de guerra poderão ser criados ou reajustados, independentemente de existência em lei ou prévia autorização orçamentária.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: CORRETA
    Lei 4320
    Art. 51. Nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça, nenhum será cobrado em cada exercício sem prévia autorização orçamentária, ressalvados a tarifa aduaneira e o impôsto lançado por motivo de guerra.
  • Mas a questão fala em CRIAR um imposto de guerra...isso só por lei complementar!!

    CF 88

    Art. 154. A União poderá instituir:

    I - mediante lei complementar, impostos não previstos no artigo anterior, desde que sejam não-cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos discriminados nesta Constituição;

    II - na iminência ou no caso de guerra externa, impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua competência tributária, os quais serão suprimidos, gradativamente, cessadas as causas de sua criação.
    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

  • Atenção para a chamada do enunciado: de acordo com a lei federal 4320/64..
    Não tem nada de CF/88, para responder essa assertiva.
  • Só deixando claro que IEG prescinde de lei complementar para sua instituição.
    E realmente, como o colega acima citou, a questão baliza-se na Lei 4320.
  • Só algumas considerações a respeito da dúvida... Não confundir empréstimo compulsório com IEG.

    IEG: pode haver instituição por MP e não é vinculado  Portanto, o seu FG nem o destino da sua arrecadação podem estar relacionados com "nenhum despesa específica".
    Empréstimo compulsório: Instituição por lei complementar e seus recursos são vinculados à despesa que fundamentou a sua instituição
  • Não tive tempo de pesquisar a interpretação, mas pegar  o artigo e acreditar que a resposta é óbvia, em nada ajuda, vejamos a lei 4320:


    Art. 51. Nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça, nenhum será cobrado em cada exercício sem prévia autorização orçamentária,ressalvados a tarifa aduaneira e o impôsto lançado por motivo de guerra


    Ou seja, a autorização na LOA é que é dispensada, não a lei, pois, interpretação clara referir ia se apenas a segunda parte do artigo. Além disto, a constituição veda expressamente a cobrança de imposto sem lei que o defina. 


    Ridículo, Novamente, banca despreparada. Alguém conhece alguma interpretação diversa e bem fundamentada? 

  • Certo.

    São as 2 únicas exceções da Lei 4.320/64:

    Art. 51. Nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça, nenhum será cobrado em cada exercício sem prévia autorização orçamentária, ressalvados a tarifa aduaneira e o imposto lançado por motivo de guerra.

  • Gab: CERTO

    Errei bonitinho :)

    A tarifas aduaneiras são taxas aplicados a produtos importados. Quando entram em um território, ao passar pela alfândega, o importador deve pagar uma taxa sobre o valor do produto. Mas esse valor final acaba sendo pago pelo consumidor, porque o importador inclui ele no preço de venda.

    FONTE: https://www.nsctotal.com.br/noticias/tarifas-aduaneiras-tornam-se-importante-arma-comercial


ID
871309
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

De acordo com a Lei Federal n.º 4.320/1964 e suas alterações,
julgue os itens subsecutivos.

O lançamento, terceiro estágio da receita pública, consiste na concentração de pecúnia na conta única do tesouro.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: ERRADA
    Lei 4320
    Art. 53. O lançamento da receita, o ato da repartição competente, que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta.

    Para a L 4320, 
    1
    º Estágio da Receita = Lançamento
    2
    º  Estágio da Receita= Arrecadação 
    3
    º  Estágio da Receita= Recolhimento (Art. 56. O recolhimento de tôdas as receitas far-se-á em estrita observância ao princípio de unidade de tesouraria, vedada qualquer fragmentação para criação de caixas especiais.)
  • ITEM ERRADO

    Complementando:

    O Manual de Procedimentos Contábeis Orçamentários, elaborado pela STN/MF, traz quatro estágios para a receita orçamentária:

    Previsão
    A previsão ou estimativa da receita tem como ponto de partida a série histórica de arrecadação. De forma simplificada, pode-se dizer que o valor histórico é impactado pelos efeitos das projeções de crescimento da economia (efeito quantidade), do aumento dos preços (efeito preço ou inflação) e das alterações
    na legislação (efeito legislação).

    Lançamento
    Segundo o Código Tributário Nacional, art. 142, lançamento é o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo o caso, propor a aplicação
    da penalidade cabível. Tendo ocorrido o fato gerador, há condições de se proceder ao registro contábil do direito da fazenda pública em contrapartida a uma variação patrimonial aumentativa.
    Algumas receitas não percorrem o estágio do lançamento, conforme se depreende do art. 52 da Lei nº 4.320/1964: “São objeto de lançamento os impostos diretos e quaisquer outras rendas com vencimento determinado em lei, regulamento ou contrato.”

    Arrecadação
    Realizada pelos contribuintes ou devedores, corresponde à entrega dos recursos devidos ao Tesouro para os agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas pelo ente.

    Recolhimento
    É a transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro, responsável pela administração e controle da arrecadação e programação financeira, observando-se o Princípio da Unidade de Caixa, representado pelo controle centralizado dos recursos arrecadados em cada ente.



  • http://www.mapeandodireito.com.br/2013/05/fases-da-receita.html
  • Olá pessoal, para ratificar o gabarito ERRADO, segue resumo segundo professor Alexandre Teshima:

    ESTÁGIOS DA RECEITA ( PLAR)
    1) PREVISÃO= LOA
    2) LANÇAMENTO=Ex: Emissão Carnê IPTU;
    3) ARRECADAÇÃO=Bco CREDENCIADO ( Público ou privado)
    4) RECOLHIMENTO= CONTA ÚNICA (Bco OFICIAL PÚBLICO)


    LANÇAMENTO  (art 142 CTN )
    1) Procedimento Administrativo que verifica:
    a) Fato Gerador ( No caso do IPTU=Propriedade);b) Matéria tributável ( No caso do IPTU=imóvel); c) Montante devido= valor; d)SUJEITO PASSIVO=proprietário;e) Penalidade cabível= MULTA.

    Espero ter ajudado pessoal..Continuem firmes...


  • MACETE!

    L = LANÇAMENTO

    A = ARRECADAÇÃO

    R = RECOLHIMENTO

    BONS ESTUDOS

  • Afinal, são 3 fases ou 4 fases???

  • Mônica, são três fases expressas  na lei 4320/64 e uma fase doutrinária anterior chamada "previsão".

    No entanto, a questão expressamente se refere a lei, não a doutrina. 

  • Tem que ficar atento ao que o enunciado pede.Se falar em estágio doutrinário  teremos a previsão que antecede aos outros(PLAR).Quanto aos estágios legais(Lei 4320/64) serão  apenas o LAR.

  • Nessa questão, se levássemos em conta a doutrina ou a lei, daria para acertar, porque, segundo a doutrina são 4 estágios, quais sejam: previsão/lançamento/arrecadação/recolhimento. Vejam que neste caso, o lançamento seria o segundo estágio. Por outro lado, a lei diz lançamento/arrecadação/recolhimento, sendo que, agora o lançamento seria o primeiro estágio. Como a questão diz: ''lançamento é o terceiro estágio'', de um jeito ou de outro está errada!


ID
871312
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca do ciclo orçamentário, julgue os itens subsequentes.

A lei orçamentária contempla todas as receitas, inclusive as operações de crédito autorizadas em leis, como, por exemplo, a emissão de papel-moeda e entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros.

Alternativas
Comentários
  • Lei 4320/64

    Art. 3
    º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito autorizadas em lei.

    Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros . (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

  • principio da universalidade
  • Resposta Errado

    As receitas extraorçamentárias são recursos financeiros de caráter temporário. Não se incorporam ao patrimônio público e não integra, a LOA.  O Estado é mero depositário destes recursos, que constituem passivos exigíveis e cujas restituições  não se sujeitam à autorização Legislativa. Ex: depósitos em caução, fianças, operações de crédito por ARO, emissão de papel moeda e outras entradas compensatórias no ativo e passivo financeiros.
  • Não consigo entender porque as operações de credito por antecipação de receita, na Lei 4320, não são consideradas receita (conforme primeiro comentário) já que a CF/88 traz o seguinte em seu Art. 165, paragrafo 8: "A LOA não conterá dispositivo estranho à previsaõ de receita e fixação de despesa não se incluindo na proibição a autorização para abertura de cr[editos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei".

    Por favor se alguém puder me esclarecer....


  • Simone, a maneira mais simples de eu, ousadamente, tentar explicar-te seria da seguinte maneira:

    A OPERAÇÃO DE CRÉDITO POR ANTECIPAÇÃO DE RECEITA ORÇAMENTARIA, NADA MAIS É QUE UM ADIANTAMENTO QUE O ESTADO RECEBE EM VIRTUDE DE UMA RECEITA TRIBUTÁRIA QUE ELE RECEBERIA NO FUTURO. O DETALHE DESSE PROCESSO É QUE NA MEDIDA EM QUE O ESTADO ADIANTA ESSA QUANTIA, ELE TERÁ QUE COMPENSÁ-LA NO FUTURO, COM A RENÚNCIA DA RESPECTIVA RECEITA QUE ELE RECEBERIA. 

  • DE ACORDO COM O ART. 3º DA LEI 4320 A QUESTÃO ESTA ERRADA E NÃO POR CAUSA DA PARTE QUE FALA " INCLUSIVE AS OPERAÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS EM LEI" , POIS ESSAS NÃO SE CONFUNDEM COM AS OPERAÇÕES DE CRÉDITO POR ARO. O ERRO ESTA EM INCLUIR A EMISSÃO DE PAPEL MOEDA E AS ENTRADAS COMPENSATÓRIAS QUE DE ACORDO COM O PARÁGRAFO UNICO DO MESMO ART. NÃO SE INCLUEM NAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS.


    FÉ E FORÇA

  • Constituem exceção ao princípio da universalidade, conforme § único do art 3º da lei 4320.

  • Errado.
    Conforme a Lei 4.320/64:

    Art. 3º  A Lei de Orçamentos compreenderá tôdas as receitas, inclusive as de operações de crédito 

    autorizadas em lei. 

            Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por antecipação da 

    receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros .

  • ERRADO!

    Conforme a Lei 4.320/64:

    Art. 3º  A Lei de Orçamentos compreenderá tôdas as receitas, inclusive as de operações de crédito 

    autorizadas em lei. 

            Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por antecipação da 

    receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros .


  • Simone, com relação a sua dúvida, vou dar meu entendimento de mero estudante de concurso. Se eu estiver errado, podem me corrigir a vontade. Realmente, as operações de crédito por antecipação de receita são receitas extraorçamentárias e dessa maneira não constam no orçamento. Entretanto, o artigo 165, parágrafo oitavo da CF, permite que a lei orçamentária anual possa ter, em seu documento, autorização para contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita.  Perceba que esta é apenas uma autorização e não a operação de crédito por antecipação de receitas em si, que como já dito, é receita extraorçamentária. Enfim, acho que é isso. 

    Bons estudos. : )

  • A emissão de papel moeda é uma das ferramentas para combater o deficit publico. Qdo o país emite papel moeda, monetização, fomenta mais a inflação. Creio que não se inclui na LOA por que ela não trabalha com emissão, injeção de moeda no mercado interno, ela realiza aquilo que a LDO dispõe pra ela, executa algo pré fixado. AFO está ligado com Contabilidade pública e com Economia, macro e micro. Eu respondi essa questão não por saber da letra da lei, mas sim pela aulas de macro economia. O CESPE é interdisciplinar, não devemos esquecer isso. 

  • Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por antecipação da 

    receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros .

  • Classificação quanto à forma de ingresso:

     

    ORÇAMENTÁRIA (integra a LOA)

     

    EXTRAORÇAMENTÁRIA (não integra a LOA)

    > Temporário

    > Caução, emissão de papel moeda, entradas compensatórias, passivos exigíveis, ARO.

  • Lei n° 4.320.

    Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de crédito autorizadas em lei.

    Parágrafo único. Não se consideram para os fins deste artigo as operações de credito por antecipação da receita, as emissões de papel-moeda e outras entradas compensatórias, no ativo e passivo financeiros.          

  • ERRADA

     

    Entrada compensatória tem caráter devolutivo, constando assim receita extraorçamentária.

  • Gab: ERRADO

    A questão erra ao dizer que emissão de papel moeda e entradas compensatórias estarão contempladas na LOA!


ID
871315
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca do ciclo orçamentário, julgue os itens subsequentes.

As receitas provenientes da exploração do patrimônio público, do poder de tributar emanado do Estado e das atividades de prestação de serviços constituem receitas correntes.

Alternativas
Comentários
  • Segundo a 4320/64: 
    Art. 11 - A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Receitas de Capital. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

            § 1º - São Receitas Correntes as receitas tributária, de contribuições, patrimonial, agropecuária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

           § 2º - São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávitdo Orçamento Corrente. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

           § 3º - O superávit do Orçamento Corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, apurado na demonstração a que se refere o Anexo nº 1, não constituirá item de receita orçamentária. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

           § 4º - A classificação da receita obedecerá ao seguinte esquema: (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

    RECEITAS CORRENTES

    RECEITA TRIBUTÁRIA

    Impostos

    Taxas

    Contribuições de Melhoria

    RECEITA DE CONTRIBUIÇOES

    RECEITA PATRIMONIAL

    RECEITA AGROPECUÁRIA

    RECEITA INDUSTRIAL

    RECEITA DE SERVIÇOS

    TRANSFERÊNCIAS CORRENTES

    OUTRAS RECEITAS CORRENTES

    RECEITAS DE CAPITAL

    OPERAÇÕES DE CRÉDITO

    ALIENAÇÃO DE BENS

    AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS

    TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL

    OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL

     
  • Olá pessoal, para complementar os estudos e ratificar o gabarito correto, segundo querido professor Alexandre Teshima:

    RECEITA PÚBLICA ( Classificação quanto à procedência)

    1) ORIGINÁRIA ou de ECONOMIA PRIVADA : É NÃO IMPOSITIVA; Proveniente de bens pertencentes ao Estado; Estado funciona como PARTICULAR mediante exploração de atividade privada;
    2) DERIVADA ou de ECONOMIA PÚBLICA: É IMPOSITIVA; Proveniente do EXERCÍCIO, DA COMPETÊNCIA OU DO PODER DE TRIBUTAR; Caracterizada pelo constrangimento legal para sua arrecadação;

    RECEITAS CORRENTES

    1) TRIBUTÁRIA; ( IMPOSITIVA= DERIVADA)
    2) CONTRIBUIÇÕES; ( IMPOSITIVA= DERIVADA)
    3) PATRIMONIAL; ( NÃO IMPOSITIVA=ORIGINÁRIA)
    4) AGROPECUÁRIA;
    5) INDUSTRIAL;
    6) SERVIÇOS;
    7) TRANSFERÊNCIAS CORRENTES;
    8) OUTRAS RECEITAS CORRENTES;

    Espero ter ajudado pessoal...A dificuldade é para todos..

  • Mnemonicos que podem ajudar:

    Receitas correntes:

    TRI CO P A I S TRANS OU

    TRI = tributária
    CO = contribuições
    P= patrimonial
    A= Agropecuária
    I= industrial
    S= serviços
    TRANS= transferências
    OU= outras receitas

    Receitas de Capital:

    OPERA ALI AMOR TRANS OU

    OPERA= operações de créditos
    ALI= alienação de bens
    AMOR= amortização de empréstimos
    TRANS = transferências de capital
    OU = outras receitas de capital

  • Traduzindos os pontos do item:

    A) receitas provenientes da exploração do patrimônio público: é receita corrente patrimonial, pois os recursos advêm, por exemplo, dos aluguéis recebidos de imóveis da Administração.

    B) receitas proveniente do poder de tributar do Estado: é receita corrente tributária e derivada do poder coercitivo do Estado, ao qual cabe arrecadas os tributos para fazer frente às necessidades de governo.

    C) receitas provenientes da prestação de serviços: é receita corrente de serviços prestados pelo estado, como serviços financeiros, de transporte, de saúde, de armazenagem, de inspeção, judiciários, venda de mercadorias e produtos, etc. 
  • Receita Pública pelo MTO: Receita Orçamentária + ingressos extraorçamentários.
    O gabarito deve estar com problemas!
  • Lei 4320/1964:
      
    § 1º - São Receitas Correntes as receitas tributárias, de contribuições, patrimonial, agropecuária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes


ID
871318
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca do ciclo orçamentário, julgue os itens subsequentes.

Os restos a pagar são despesas extraorçamentárias que não foram pagas até o dia 31 de dezembro, distinguindo-se as fundadas das flutuantes.

Alternativas
Comentários
  • errado. 

    Lei. 4320

        Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.

  • Resposta perfeita da colega acima.

    Sobre dívida fundada e a dívida flutuante.
    [DECRETO 93.872/1986] Art . 115. A dívida pública abrange a dívida flutuante e a dívida fundada ou consolidada. § 1º A dívida flutuante compreende os compromissos exigíveis, cujo pagamento independe de autorização orçamentária, assim entendidos: a)   os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida  ; b) os serviços da dívida; c) os depósitos, inclusive consignações em folha; d) as operações de crédito por antecipação de receita; e) o papel-moeda ou moeda fiduciária. § 2º A dívida fundada ou consolidada compreende os compromissos de exigibilidade superior a 12 (doze) meses contraídos mediante emissão de títulos ou celebração de contratos para atender a desequilíbrio orçamentário, ou a financiamento de obras e serviços públicos, e que dependam de autorização legislativa para amortização ou resgate.
  • Complementando:

    Entende-se por Restos a Pagar de Despesas Processadas aqueles cujo empenho foi entregue ao credor, que por sua vez já forneceu o material, prestou o serviço ou  executou a obra, e a despesa foi considerada liquidada, estando apta ao pagamento. Nesta fase a despesa processou-se até a liquidação e em termos orçamentários foi considerada realizada, faltando apenas à entrega dos recursos através do pagamento.

    Já os Restos a Pagar de Despesa Não Processada são aqueles cujo empenho foi legalmente emitido, mas depende ainda da fase de liquidação, isto é, o empenho fora emitido, porém o objeto adquirido ainda não foi entregue e depende de algum fator para sua regular liquidação; do ponto de vista do Sistema Orçamentário de escrituração contábil, a despesa não está devidamente processada.
  • Apenas para acrescentar.

    "No momento da inscrição do empenho em Resto a Pagar a despesa é orçamentária visto que utilizou orçamento do exercício e, no momento do pagamento da despesa inscrita, é despesa extraorçamentária, pois o orçamento da despesa é o do exercício anterior."

    "Restos a Pagar é despesa orçamentária na inscrição e despesa extraorçamentária no pagamento."


    Então, a questão estava errada desde o início, quando afirmou que Restos a Pagar seria despesa extraorçamentária sem especificar o momento da análise.
    Fonte: AFO e LRF, Augustinho Paludo, 3º edição, pg. 231.
  • Galera,

    Segundo o prof. Sérgio Mendes, Resto a pagar sao: 

    1) despesas extraorçamentárias e integram a programação financeira do exercício em curso.
    2) constitue-se em modalidade de dívida pública flutuante e são registradas por exercício e por credor, distinguindo-se:

    Assim, o erro da questão é dizer que não faz parte da dívida flutuante.
    Para memorizar:

    Despesas processadas: referem-se a  empenhos executados e liquidados, prontos
    para o pagamento;
    Despesas não processadas: empenhos em plena execução, logo não existe ainda
    direito líquido e certo do credor.

    Vlw
  • A Lei 4.320 determina em seu Art. 36:

    "Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.”

    Deste modo, a despesa orçamentária empenhada que não for paga até o dia 31 de dezembro, final do exercício financeiro, será considerada como Restos a Pagar, para fins de encerramento do correspondente exercício financeiro. Uma vez empenhada, a despesa pertence ao exercício financeiro em que o empenho ocorreu, onerando a dotação orçamentária daquele exercício.

    Entende-se por Restos a Pagar de Despesas Processadas aqueles cujo empenho foi entregue ao credor, que por sua vez já forneceu o material, prestou o serviço ou  executou a obra, e a despesa foi considerada liquidada, estando apta ao pagamento. Nesta fase a despesa processou-se até a liquidação e em termos orçamentários foi considerada realizada, faltando apenas à entrega dos recursos através do pagamento.

    Já os Restos a Pagar de Despesas Não Processadas são aqueles cujo empenho foi legalmente emitido, mas depende ainda da fase de liquidação, isto é, o empenho fora emitido, porém o objeto adquirido ainda não foi entregue e depende de algum fator para sua regular liquidação; do ponto de vista do Sistema Orçamentário de escrituração contábil, a despesa não está devidamente processada.

  • FUNDADAS E FLUTUANTES são modalidades de DÍVIDA PÚBLICA.


    Dívida Fundada (consolidada) é a dívida que cria obrigação de amortização por prazo SUPERIOR a 12 MESES

    Dívida Flutuante é a dívida que cria obrigação de amortização por prazo de até 12 MESES, salvo os RESTOS A PAGAR.

  • Olá gente;

    Questão Errada.

    Lei. 4320

        Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.

    1º Erro: Se estas despesas são empenhadas, isto quer dizer qeu elas são orçamentárias e não extraorçamentárias, como diz a questão, pois não posso empenhar despeas qeu não fazem parte do meu orçamento.

    2º Erro: O final da questão não corresponde ao que diz a lei, pois a Lei fala : Distinguindo-se as processadas das não processadas; Questão fala:Distinguindo-se as fundadas das flutuantes.

    Se estiver enganada , fiquem à vontade para fazer observações...Obrigada.


  • Os restos a pagar são despesas extraorçamentárias.(errado)

    Restos a pagar são receitas orçamentárias referentes ao exercício financeiro anterior. Assim, teremos tipos de empenho distintos na execução orçamentária atual: os atuais, referente ao exercício presente, e os "esqueletos" de exercícios encerrados.

    Restos a pagar são sempre orçamentária, a sua execução é extraorçamentária.

    distinguindo-se as fundadas das flutuantes.(errado)

    Distinguindo-se as processadas ( liquidadas) das não-processadas.

  • O erro dessa questão é falar que o restos a pagar são despesas não pagas até 31 de dezembro.

    Na verdade são despesas empenhadas e não pagas, NÃO POSSO PAGAR NADA SEM EMPENHAR ANTES.

    Em relação a ser despesa extraorçamentária está certo.

    Porém na cespe uma termo errado torna a questão errada.


    ERRADA!!!

  • Segundo Giacomoni, os restos a pagar são despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, constituindo, assim, modalidade de dívida pública flutuante. Dividem-se em despesas processadas - liquidadas - e não processadas - empenhadas -, sendo indispensável esta caracterização, pois aquelas já se constituem como obrigação. Até o momento em que as despesas não são canceladas, ou seja, até 31 de dezembro do exercício subsequentes, consideram-se despesas orçamentárias. Após o cancelamento, quando ocorrida a liquidação, esta dar-se-á por meio de despesas de exercícios anteriores, ou seja extraorçamentária.

    Entendo que a questão estaria certa se afirmasse:

    Os restos a pagar são despesas orçamentárias que não foram pagas até o dia 31 de dezembro, classificando-se em modalidade da dívida pública flutuante.

  • Complementando...conforme a 4320/64

     Art. 92. A dívida flutuante compreende:

      I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;

      II - os serviços da dívida a pagar;

      III - os depósitos;

      IV - os débitos de tesouraria.

      Parágrafo único. O registro dos restos a pagar far-se-á por exercício e por credor distinguindo-se as despesas processadas das não processadas.


  •  Como já foi dito a questão erra ao mencionar "distinguindo-se as fundadas das flutuantes."  pois na verdade o certo seria "distinguindo-se as processadas das não processadas." , vejam o conceito de forma correta em outra questão:

    Restos a pagar são despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro do exercício corrente, distinguindo-se as processadas das não processadas.

    GABARITO: CERTA.

  • Restos a pagar é despesa orçamentária na inscrição ( no exercício do empenho )  e despesa extraorçamentária no pagamento. 

  • Lei 4.320/64, Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro, distinguindo-se as processadas das não processadas.


  • Dívida Flutuante Pública A contraída pelo Tesouro Nacional, por um breve e determinado período de tempo, quer como administrador de terceiros, confiados à sua guarda, quer para atender às momentâneas necessidades de caixa. Segundo a Lei nº 4.320/64, a dívida flutuante compreende os restos a pagar, excluídos os serviços de dívida (juros), os serviços de dívida a pagar, os depósitos e os débitos de tesouraria.

    Dívida Fundada Pública Compromissos de exigibilidade superior a doze meses (operações de crédito "receitas de capital" ), contraídos para atender a desequilíbrio orçamentário ou a financiamento de obras e serviços públicos (financiamento de despesas de capital). Dívida Interna Pública Compromissos assumidos por entidade pública dentro do país, portanto, em moeda nacional.


    Fonte: http://www3.tesouro.fazenda.gov.br/servicos/glossario/glossario_d.asp


  • "despesas extraorçamentárias" é um erro da questão.

  • A inscrição contabil é receita extraorçamentárias no ano do exercício e no seguinte despesa extraorçamentárias.

  • Art. 92. A dívida flutuante compreende:

      I - os restos a pagar, excluídos os serviços da dívida;

      II - os serviços da dívida a pagar;

      III - os depósitos;

      IV - os débitos de tesouraria


  • Sempre compõe a dívida flutuante. Sua diferenciação é em processada ou não, dependendo da situação em que se encontra (se foi liquidada ou não).

  • Os Restos a Pagar constituem compromissos financeiros exigíveis que compõem a dívida flutuante e podem ser caracterizados como as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro de cada exercício financeiro.Restos a pagar é um termo utilizado na lei 4320/64 para representar os valores pendentes de pagamento oriundo da emissão de empenho, ou seja, os Restos a Pagar têm origem no orçamento da despesa(despesa orçamentária).  

  • Restos a pagar pagos são despesas extraorcamentarias no ano exercício que foram pagas✔️

    Restos a pagar são dívidas flutuantes✔️, pois compõe o Ativo Financeiro (despesas sem autorização orçamentária), mas não são dívidas fundadas (q necessitam de autorização).

  • Galera, olhem bem o que diz a questão:

    Os restos a pagar são despesas extraorçamentárias que não foram pagas até o dia 31 de dezembro, distinguindo-se as fundadas das flutuantes.

    ERRADO!
    Somente será despesa extraorçamentária o pagamento, num exercício posterior, daquilo que já havia sido inscrito como restos a pagar.
    As despesas até 31/12 são orçamentárias (mesmo que não pagas), visto que ainda pertencem ao correspondente exercício.

    Art. 67. Considerem-se Restos a Pagar as despesas (orçamentárias) empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas (Lei nº 4.320/64, art. 36). (grifo meu).


  • Restos a pagar  são despesa extraorçamentária, CORRETO.

    Se uma despesa for empenhada em um exercício e somente for paga no exercício seguinte, ela deve ser contabilizada como pertencente ao exercício do empenho. Assim, os restos a pagar serão contabilizados como despesas extraorçamentárias.

    O erro da questão está em dizer que distingui-se da dívida flutuante. 

    Art. 92 Lei .4320/64 - Os Restos a pagar , excluídos os serviços da dívida, constituem-se em modalidade de dívida pública flutuante.

    Fonte: Adm. Finan. Orçamentária, Capítulo XIII, página 391 e 395. Autor: Sérgio Mendes

  • Cuidado!

    1. Restos a pagar é despesa orçamentária na inscrição visto que utilizou o orçamento do exercício da despesa e, posteriormente, será despesa extraorçamentária no pagamento, pois quando inicia-se o novo exercício financeiro a despesa torna-se referente ao exercício anterior.

    2. Restos a pagar é dívida flutuante, pois compreende os compromissos exigíveis, cujo pagamento independe de autorização orçamentária.

    3. Restos a pagar classifica-se como processados e não processados:

    3.1. Processados (despesas empenhadas e liquidadas, mas não pagas até 31/12)

    3.2. Não processados (despesas empenhadas e não liquidadas até 31/12)

    Lei nº 4.320/64

    Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.

  • Cancelamento de Restos a Pagar >> Receita Extraorçamentária

    Pagamento de Restos a Pagar >> Despesa Extraorçamentária

     

     

    F: Livro do Sergio Mendes

  • Processadas # não processadas

  • Errado

     

    Restos a pagar são despesas: 

     

    Orçamentárias na inscrição

     

    Extraorçamentárias no pagamento 


ID
871321
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca do ciclo orçamentário, julgue os itens subsequentes.

O superávit do orçamento corrente, apesar de ser resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, não constitui item de receita orçamentária.

Alternativas
Comentários
  • certo.


    Lei 4320/64

    Art. 11 - A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Receitas de Capital. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

    § 1º - São Receitas Correntes as receitas tributária, de contribuições, patrimonial, agropecuária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

    § 2º - São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávit do Orçamento Corrente. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

    § 3º - O superávit do Orçamento Corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, apurado na demonstração a que se refere o Anexo nº 1, não constituirá item de receita orçamentária. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)




  • Acho interessante inserir a lei, mas também é importante dizer o porquê das coisas serem do jeito que são. Penso que o superávit do orçamento corrente não constitui receita orçamentária pela seguinte situação. Imagine que o orçamento se resuma num crédito chamado "atividades" com dotação de R$ 1.000. Acontece que para realizar as atividades foram gastos apenas R$ 900. Apesar que sob o prisma do orçamento foram autorizados gastos de 1.000, efetivamente o que foi realizado foi 900, sobrando R$ 100. Esses cem reais não são receitas orçamentárias por que eles já estão contidos dentro da dotação "atividade", não podendo constar novamente como recurso orçamentário, embora seja um recurso financeiro.
  • o superávit do orçamento corrente é receita de capital (capitalização). Dessa forma o governo consegue investir o dinheiro a longo prazo.
  • O superávit do orçamento corrente é receita de capital, porém não é receita orçamentária. Segundo a Lei 4.320/1964, o superávit do Orçamento Corrente resulta do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, porém não constituirá item de receita orçamentária. Isso ocorre para evitar a dupla contagem, porque ela já foi considerada no orçamento corrente. 
  • Outra questão envolvendo o mesmo assunto, comentada pelo Professor Sérgio Mendes:

    Na busca do equilíbrio orçamentário, o Governo estabelece uma meta para superavit do orçamento corrente. Tal receita, consoante a Lei Geral que regula a Contabilidade Pública, é considerada como sendo uma receita de

    (A) capital (CORRETA)

    (B) inversão

    (C) exploração

    (D) aplicação

    (E) patrimônio


    O superávit do orçamento corrente é receita de capital, porém não é receita orçamentária.

    Segundo a Lei 4.320/1964, o superávit do orçamento corrente resulta do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, porém não constituirá item de receita orçamentária. Isso ocorre para evitar a dupla contagem, porque ela já foi considerada no orçamento corrente. Por exemplo, ao final de 2011, em determinado ente, a diferença entre as receitas correntes arrecadadas, no valor de R$ 10 bilhões, e as despesas correntes realizadas, de R$ 8 bilhões, é considerada superávit do orçamento corrente e receita de capital.

    http://www.portaldoorcamento.com.br/2014/04/prova-comentada-epe-analista-de-gestao.html

  • Excelentes comentários, mas o cara copiou e colou o comentário do outro colega, isso só atrapalha!  

  • Não confundir os termos abaixo:

    Superávit financeiro apurado no exercício anterior: fonte para abertura de crédito adicional.

    Superávit do orçamento corrente: não constitui item de receita orçamentária.

    GABARITO: CERTO.

  • lei 4320:

    Art. 11 

    § 3º - O superávit do Orçamento Corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, apurado na demonstração a que se refere o Anexo nº 1, não constituirá item de receita orçamentária. 

  • Questão certa.

    O SOC é receita de capital, mas não é receita orçamentária. O superavit é o resultado positivo da diferença entre Receitas Orçamentárias/Receitas Correntes e Despesas Orçamentárias/ Despesas correntes. Se for considerado novamente como orçamentária haverá uma dupla contagem. O SOC vira receita de Capital para ajudar nos gastos do Governo, por exemplo, bolsa familia, investimentos, etc. Vale lembrar que o Brasil tem déficits públicos e isso ajuda a saná-los. 

  • Superavit do Orçamento Corrente é receita Extraorçamentária.

  • FICO FELIZ QUANDO OS COLEGAS DITAM AS LEIS E FONTES.........AGORA......BEM EXPLICADO COM REQUINTES DE DETALHES.......DIGAMOS NÃO PICANTES..........o superávit do orçamento corrente não é nunca foi e nunca será RECEITA ORÇAMENTÁRIA.....PRONTO FALEI............SABE PORQUE? DIGAMOS QUE VC FOI A FEIRA E COMPROU 100,00 DE  PIQUI, ISSO MESMO PIQUI..........ISSO É A DOTAÇÃO..........DIGO,  ESSES R$ 100,00........SÓ QUE CHAGANDO A FEIRA........VC SOMENTE GASTOU R$ 50,00 -----E OLHA QUE VC LEVOU R$ 100,00 MAS, SOBROU OS R$ 50,00.............GRAÇAS A DEUS VC SABE ECONOMIZAR....NÉ? ISSO TUDO ACONTECEU NESTE ANOS DE 2015........ NO SEU ORÇAMENTO DO MES DE DEZAEMBRO.............LEMBRE SE DE QUE SUA DOTAÇÃO NO MES DE DEZEMBRO FOI R$ 100,00......ENTÃO,ESTE VALOR JÁ ESTÁ NO SEU ORÇAMENTO........CERTO? NÃO PODEMOS MAIS SOMAR COMO UM RECURSO ORÇAMENTÁRIO PRA ESTE ANO...

  • Superávit do orçamento corrente é receita de capital - extraorçamentária 

    Superávit do orçamento de capital deverá constituir receita orçamentária 

  • Muito simples: O superavit é nada mais do que o resultado de um exercício. Ou seja não se trata de receita, mas de receita subtraída de despesa! Mais simples de explicar não dá!

  • Pessoal, cuidado com os comentários errados, estou vendo muitas pessoas dizendo que superavit é receita extraorçamentária ou receita orçamentária...

    Superávit do Orçamento Corrente – Apesar de ser resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, apurados na demonstração, não constitui item de Receita Orçamentária.

    Sendo assim, ele é uma Receita de Capital porém não é uma Receita Orçamentária e nem Receita Extraorçamentária, pois ele já pertence as receitas e por este motivo não pode ser considerado como receita orçamentária nem extraorçamentário, se o considerar ficaria duplicado.

  • De acordo com o Mcasp 8° edição: Não devem ser reconhecidos como receita orçamentária os recursos financeiros oriundos de:

    a. Superávit Financeiro – a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de créditos neles vinculadas. Portanto, trata-se de saldo financeiro e não de nova receita a ser registrada. O superávit financeiro pode ser utilizado como fonte para abertura de créditos suplementares e especiais;

    b. Cancelamento de Despesas Inscritas em Restos a Pagar – consiste na baixa da obrigação constituída em exercícios anteriores, portanto, trata-se de restabelecimento de saldo de disponibilidade comprometida, originária de receitas arrecadadas em exercícios anteriores e não de uma nova receita a ser registrada. O cancelamento de restos a pagar não se confunde com o recebimento de recursos provenientes do ressarcimento ou da restituição de despesas pagas em exercícios anteriores que devem ser reconhecidos como receita orçamentária do exercício.

  • O termo extraorçamentário significa que não está na LOA (lei orçamentária anual) que, como o próprio nome já diz, se trata de um orçamento em formato de lei. Superavit significa quantia excedente positiva. Se no orçamento eu prevejo uma quantia de dinheiro a ser arrecadada e fixo as despesas a serem efetuadas e, ao rolar a prática, no término do exercício, percebo que sobrou money (que chamamos de superavit --> a diferença entre receitas e despesas é positiva), não há porque dizer que esse excedente é orçamentário, uma vez que sequer ele estava no orçamento quando o elaboramos (não temos bola de crista para saber, ao exato, se, ao término do exercício financeiro teremos déficit ou superávit). Razão pela qual dizemos que ele, o excedente, ou superavit, é extraorçamentário (palavra 'extra' de não estar no orçamento).

    Resposta: Certo.

  • GABARITO: CERTO

    Art. 11 - A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Receitas de Capital.                  

    § 1º - São Receitas Correntes as receitas tributária, de contribuições, patrimonial, agropecuária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes.                 

    § 2º - São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávit do Orçamento Corrente.                    

    § 3º - O superávit do Orçamento Corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, apurado na demonstração a que se refere o Anexo nº 1, não constituirá item de receita orçamentária. 

    FONTE:  LEI N° 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

  • Exatamente como disposto no art. 11, §3o, da Lei no 4.320/1964:

    § 2o - São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávit do Orçamento Corrente.

    § 3o - O superávit do Orçamento Corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, apurado na demonstração a que se refere o Anexo no 1, não constituirá item de receita orçamentária.

    Gabarito: CERTO

  • LEI Nº 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964

    Institui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.

    Art. 11 - A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Receitas de Capital.

    § 3º - O superávit do Orçamento Corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, apurado na demonstração a que se refere o Anexo nº 1, não constituirá item de receita orçamentária. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 1.939, de 20.5.1982)

  • O superávit do orçamento corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes é classificado como receita de capital e não constitui item da receita orçamentária (É EXTRAORÇAMENTÁRIA).

     

    GAB: CERTA

  • De forma bem simples, basta analisar a expressão abaixo:

    Receitas correntes + Receitas de capital = Despesas correntes + Despesas de capital

    Superávit do orçamento corrente é o mesmo que dizer que Receita corrente > Despesa corrente.

    .

    Logo, ocorrendo isto, é óbvio que esse superávit constituirá uma receita de capital, uma vez que será utilizado para despesas de capital. Portanto, esse superávit não é receita orçamentária pq se fosse seria contabilizado em duplicidade.

  • Exatamente, conforme a Lei 4.320/64:

    Art. 11, § 3º - O superávit do Orçamento Corrente resultante do balanceamento dos totais das receitas e despesas correntes, apurado na demonstração a que se refere o Anexo nº 1, não constituirá item de receita orçamentária.

    Gabarito: Certo

  • Funciona assim: a receita corrente já pagou todas as despesas correntes e a "sobra" vai ser utilizada para pagar as despesas de capital. É tratada como receita de capital.

  • https://youtu.be/sgaG6V4SapM video explicando


ID
871324
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue os itens seguintes, acerca da execução da gestão pública.

O superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício imediatamente anterior e os recursos provenientes de excesso de arrecadação, desde que não estejam comprometidos, podem ser utilizados para a abertura de créditos suplementares e especiais.

Alternativas
Comentários
  •        
    Lei 4.320

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa. 

            § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos: 

            I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior; 
            II - os provenientes de excesso de arrecadação;
            III - os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei
            IV o produto de operações de credito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realiza-las. 
  • ITEM CORRETO

              QUADRO DAS FONTES DE RECURSOS PARA A ABERTURA DE CRÉDITOS ADICIONAIS
     
    Superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior.
    Excesso de arrecadação.
    Anulação total ou parcial de dotações.
    Operações de créditos.
    Recursos sem despesas correspondentes.
    Reserva de contingência.

    Superávit financeiro é um conceito estudado na Contabilidade Pública, que corresponde à diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de crédito a eles vinculadas.

    excesso de arrecadação é o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício.

     
  • Pessoal, repasso truque que aprendi aqui no site para lembrar das fontes de recursos para abertura de créditos adicionais: 

    EXCESSO DE SARRO:

    - Excesso de Arrecadação;
    - Superávit Financeiro;
    - Anulação de Despesa;
    - Reserva de Contingência;
    - Recursos sem despesas correspondentes;
    - Operações de crédito.
  • CORRETO. De fato, o superávit financeiro do exercício anterior e o excesso de arrecadação do exercício atual (deduzidas as despesas decorrentes da abertura de créditos extraordinários) poderão ser utilizados para a abertura de créditos suplementares e especiais durante o exercício atual.

  • Tony Melo, só não te dou dois pontos porque não tem como rsrsrs ótima dica...

  • Gab: CERTO

    Fontes para abertura de créditos adicionais.

    Superávit financeiro;

    Excesso de arrecadação;

    Anulação total/parcial de anulações;

    Operações de créditos;

    Recursos s/ despesas correspondentes;

    Reserva de contingência.

    DICA: memorize apenas as palavras grifadas.

  • Certamente! Podem sim!

    SF É RARO

    “SF” de Superávit Financeiro. “É” de excesso de arrecadação.

    A questão baseou-se no texto da Lei 4.320/64, quer ver?

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.

    § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:

    I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    II - os provenientes de excesso de arrecadação;

    Gabarito: Certo

  • É bom lembrar que:

    Reserva de Contingência + Anulações + sobras : Não alteram o montante da LOA;

    Operações de Crédito + Excesso de arrecadação + Superavit financeiro do exercício anterior: altera o montante da LOA.


ID
871327
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue os itens seguintes, acerca da execução da gestão pública.

O pagamento de despesa orçamentária só será efetuado após sua regular liquidação.

Alternativas
Comentários
  • Liquidação: consiste na verificação, comprovação ou reconhecimento pela Administração Pública de que o credor cumpriu todas as obrigações do objeto. O impacto patrimonial da despesa ocorre somente com a liquidação.
    Pagamento: é a entrega dos recursos equivalentes à dívida líquida ao credor.

    Fonte: material do Prof. Anderson Ferreira
  • Para complementar o comentário do colega acima...
    Liquidação - Costatada a legitimidade do empenho daquela despesa, apurar-se-à a documentação (título e documento comprobatório) existente e total a pagar, para saldar a dívida. Este procedimento está previsto no art. 63 da Lei nº 4320/64 e no art. 36 a 41 do Decreto nº 93.872/86.

    "Deus te vê, não é indiferente a tua dor. Deus te entende, quer te envolver de amor. Ele quer te fazer feliz, tem muitos planos e sonhos pra ti. Basta confiar, saber esperar e Ele agirá!"
  • Segundo Augustinho Vicente Paludo, em seu livro "Orçamento Público, Administração Financeira e Orçamentária e Lei de Responsabilidade Fiscal", na página 201:

    "Toda despesa orçamentária é obrigada a percorrer os estágios de empenho, liquidação e pagamento - e não pode haver inversão de nenhuma fase".
  • Lei 4320, art. 62. O pagamento da despesa só será efetuado quando ordenado após sua regular liquidação.
  • Acrescentando aos comentários dos colegas, temos as fases da despesa:

    ELOP

    E - Empenho
    L - Liquidação
    O - Ordenação 
    P - Pagamento
  • Questão correta!

    Basta lembrar:

    "O pagamento da despesa somente será realizado após sua regular liquidação"


  • Ola.

    Discordo do gabarito, haja vista ocorre uma situação excepcional quanto a execução da despesa, em relação de suprimento de fundos, que, na prática, ocorre o seguinte esquema:

    EMPENHO > PAGAMENTO > LIQUIDAÇÃO

    Antes o agente público realiza o gasto....onde será apenas conferido pela administração pública (liquidação) apenas em momento posterior aos respectivos pagamentos (diárias, etc...)

    Ou será que estou enganado? alguem pode me esclarecer esse ponto? No aguardo pessoal!


ID
871330
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Julgue os itens seguintes, acerca da execução da gestão pública.

A dívida ativa tributária é o crédito da fazenda pública, proveniente de obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais e multas.

Alternativas
Comentários
  • A Dívida Ativa, segundo o artigo 2º da Lei 6830/80, é aquela conceituada no artigo 39 da  Lei  4320 de 17 de março de 1964, com as alterações introduzidas pelo Decreto Lei 1735 de 20 de dezembro de 1979.  O § 2º  do artigo 39 conceitua a  dívida ativa tributária como sendo o crédito da Fazenda  Pública dessa natureza, proveniente de obrigação legal relativa a tributos e respectivos adicionais e multas, e dívida ativa não tributária, os demais créditos da Fazenda Pública.

    Também constitui dívida ativa da Fazenda Pública qualquer valor (entenda-se qualquer crédito) que, por determinação da lei, deva ser cobrado por uma das entidades enumeradas no artigo 1º da lei 6830/80 (União, Estados, Distrito Federal e suas autarquias). Uma contribuição qualquer, para os efeitos da lei, passará a constituir-se em dívida ativa, se assim ela dispuser, como por exemplo, o Fundo de Garantia. 
     
    O conceito de Dívida Ativa Tributária está explicitado no art. 201 do Código Tributário Nacional: 
    Art. 201. “Constitui Dívida Ativa Tributária a proveniente de crédito dessa natureza,  regularmente inscrita na repartição administrativa competente, depois de esgotado o prazo fixado, para pagamento, pela lei ou por decisão final proferida em processo regular”. 

ID
871333
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Julgue os itens seguintes, acerca da execução da gestão pública.

A determinação da Constituição Federal de 1988, que estabelece que a lei orçamentária anual deve compreender o orçamento fiscal, o orçamento de investimento e o orçamento da seguridade social, configura uma exceção ao princípio orçamentário da unidade.

Alternativas
Comentários
  • Princípio da Unidade: determina que só poderá haver um orçamento único para cada ente da federação de forma a evitar a elaboração de orçamentos paralelos.

    Fonte: material do Prof. Anderson Ferreira
  • QUESTÃO ERRADA!!!


    1. PRINCÍPIO DA UNIDADE: O orçamento deve constar de uma peça única

    · Art. 2°, Lei n° 4.320/64

    · Cada esfera de governo deve possuir apenas 1 orçamento

    · Unidade orçamentária ≠ Unidade de Caixa[1]

    Exceções: Entidades Paraestatais dotadas de Autonomia Financeira (ex. Empresas estatais - apenas os seus investimentos devem constar da Lei Orçamentária Anual. O Plano de Dispêndios Globais (PDG), ato infralegal, constitui o orçamento das empresas estatais abrangendo também as despesas de custeio).

    Questão: A existência do orçamento fiscal, da seguridade social e o de investimentos das estatais viola o princípio da unidade?


    2. PRINCÍPIO DA TOTALIDADE ORÇAMENTÁRIA: Admite a coexistência de diversos orçamentos, os quais, entretanto, deverão receber consolidação para que o governo tenha uma visão geral do conjunto das finanças públicas.

    James Giacomonni - Sustenta que a CF/88 estabelece que a LOA respeita o princípio da totalidade orçamentária, pois os três orçamentos (Fiscal, Seguridade Social e Investimento das Estatais) são elaborados de forma independente sofrendo, contudo, consolidação que possibilita o conhecimento do desempenho global das finanças públicas.

    fonte: http://direito-administrativo.blogspot.com.br/2006/04/oramento-pblico-princpios.html
  • Não se trata de exceção ao Princípio Orçamentário da Unidade, mas sim do Orçamento Público (Lei Orçamentária Anual) na perspectiva de Peça Multidocumental.
  • Outra pra ajudar a responder


    Q280229  Imprimir    Prova: CESPE - 2012 - IBAMA - Técnico Administrativo


    A existência do orçamento fiscal, da seguridade social e de investimento das empresas contraria o princípio orçamentário da exclusividade.

    Gabarito: ERRADO


  • Princípio da UNIDADE: o orçamento deve ser uno, isto é, cada unidade governamental deve possuir apenas um oraçamento.

    Composição do orçamento anual: Orçamento fiscal (compreendendo as receitas e despesas de todas as unidades e entidades da administração direta e indireta; orçamento de investimento das empresas estatais e orçamento das entidades de seguridade social.

    Gabarito ERRADO.

  • Unidade: Embora a LOA seja composta por 3 tipos de orçamento (fiscal, de investimento, e da seguridade social) e apesar da existência dos três poderes, do ministério público e da DP ela é peça única em cada ente da federação.

  • Um adendo:

     

    Tal tripartição orçamentária (fiscal, seguridade social e investimento das estatais) ocorre apenas para uma melhor organização da LOA, pois há uma integração, coordenação e consolidação entre eles.

     

    FONTE: Sérgio Mendes

     

    bons estudos
     

  • Tal tripartição orçamentária (fiscal, seguridade social e investimento das estatais) ocorre apenas para uma melhor organização da LOA, pois há uma integração, coordenação e consolidação entre eles.

     

    FONTE: Sérgio Mendes

     


ID
871336
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública

Acerca do orçamento público e da contabilidade governamental,
julgue os itens a seguir.

O objetivo da contabilidade pública é avaliar o patrimônio público, tendo como alicerce os princípios orçamentários.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Errado

    O objetivo da Contabilidade Aplicada ao Setor Público é fornecer aos usuários informações sobre os resultados alcançados e sobre os aspectos de natureza orçamentária, econômica, financeira e física do patrimônio da entidade do setor público e suas mutações, em apoio ao processo de tomada de decisão, a adequada prestação de contas e o necessário suporte para a instrumentalização do controle social (Resolução CFC n° 1.128/08). 
  • Objetivo da Contabilidade Governamental: captação, registro, acúmulo, resumo e interpretação dos fenômenos que afetam as situações orçamentárias, financeiras e patrimoniais das entidades de direito público interno e suas autarquias, por meio de metodologia especialmente concebida para tal fim.
    (fonte: Sérgio Jund - Livro Administração, Orçamento e Contabilidade Pública)
  • O objeto, e não objetivo, é o patrimônio público!
  • ERRADO

    De acordo com as NBCASP  O objetivo da Contabilidade Aplicada ao Setor Público é fornecer aos usuários
    informações sobre os resultados alcançados e os aspectos de natureza orçamentária,
    econômica, financeira e física do patrimônio da entidade do setor público e suas
    mutações, em apoio ao processo de tomada de decisão; a adequada prestação de
    contas; e o necessário suporte para a instrumentalização do controle social.
  • Acrescentado ao comentário do colega Fernando. O objeto é o patrimônio públicoe o alicerce são os princípios CONTÁBEIS, e não orçamentários como está no item.
  • O objeto é: patrimonio, orçamento e os atos potenciais...........
    devemos ficar atentos se pedem CFC ou Direito Financeiro....

    pegadinha essa questão....objeto e objetivo....rsrsrsr
  • Objeto = Patrimônio

    Objetivo = Informações

    #Rumopcperitocontabiltocantins2014


  • Objetivo: fornecer

    O objeto: patrimônio 

    Função social: evidenciar 

  • O objetivo da Contabilidade Aplicada ao Setor Público é FORNECER aos usuários INFORMAÇÕES sobre os resultados alcançados e os aspectos de natureza orçamentária, econômica, financeira e física do patrimônio da entidade do setor público e suas mutações, em apoio ao processo de tomada de decisão; a adequada prestação de contas; e o necessário suporte para a instrumentalização do controle social. 

    A função social da Contabilidade Aplicada ao Setor Público deve refletir, sistematicamente, o ciclo da administração pública para EVIDENCIAR INFORMAÇÕES necessárias à tomada de decisões, à prestação de contas e à instrumentalização do controle social.
  • ERRADO.

    O objetivo da Contabilidade Aplicada ao Setor Público é fornecer aos usuários informações sobre os resultados alcançados e sobre os aspectos de natureza orçamentária, econômica, financeira e física do patrimônio da entidade do setor público e suas mutações, em apoio ao processo de tomada de decisão, a adequada prestação de contas e o necessário suporte para a instrumentalização do controle social (Resolução CFC n° 1.128/08). 

  • NBC T16.1

    Contabilidade aplicada ao setor público
    3. Contabilidade Aplicada ao Setor Público é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo gerador de informações, os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as normas contábeis direcionados ao controle patrimonial de entidades do setor público.

     


ID
871339
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Acerca do orçamento público e da contabilidade governamental,
julgue os itens a seguir.

Na contabilidade pública, por utilizar diferentes sistemas de contas, há a necessidade de se utilizar contas de diferentes grupos ou diferentes sistemas em um mesmo lançamento.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Errado


    As contas no PCASP (plano de contas aplicado ao setor público) são classificadas segundo a natureza das informações que evidenciam:

    a) Contas com informações de natureza patrimonial;
    b) Contas com informações de natureza orçamentária;
    c) Contas com informações de natureza típica de controle.

    O PCASP está dividido em 8 classes:

    1.Ativo;
    2.Passivo e Patrimônio Líquido;
    3.Variações patrimoniais diminutivas;
    4.Variações patrimoniais aumentativas;
    5.Controle da aprovação do planejamento e orçamento;
    6.Controle da execução do planejamento e orçamento;
    7.Controle devedores;
    8.Controle credores.

    O registro contábil deve ser feito pelo método das partidas dobradas e os lançamentos devem debitar e creditar contas que apresentem a mesma natureza de informações seja patrimonial, orçamentária ou de controle. Assim os lançamentos estão fechados dentro das classes 1, 2, 3, 4 ou 5 e 6 ou 7 e 8.

    Fonte: MCASP 2013
  • Segundo Sérgio Jund, "(...) os lançamentos contábeis devem guardar contrapartidas dentro de cada sistema de contas envolvido, ou seja, o lançamento a débito em uma conta do Sistema Financeiro deve ter como contrapartida um lançamento a crédito em conta do mesmo sistema, caso contrário, teremos um saldo devedor maior no Sistema Financeiro e um saldo credor a maior no outro sistema de contas utilizado, gerando desequilíbrio nos dois sistemas."
  • Errado. 

    Utilizar diferentes sistemas de contas não é a razão pela qual há a necessidade de se utilizar contas de diferentes grupos ou diferentes sistemas em um mesmo lançamento.

    Na verdade depende do lançamento. Se um lançamento depender do orçamento, deverá utilizar o sistema orçamentário. Se houver transação financeira, deverá usar o sistema financeiro. Se interferir no patrimônio, deverá utilizar o sistema patrimonial. Se for um ato que não afeta o patrimônio de imediato, mas possa afetar futuramente (Ex: Contrato), deverá utilizar o sistema de compensação.
    Há lançamentos que afetam os quatro sistemas, como alienação de bens vinculada a um contrato. Depende do orçamento, há transação financeira, afeta o patrimônio e necessita de controle no sistema de compensação por conta do contrato.
    ENTÃO, utilizar diferentes sistemas de contas não é a razão. A razão para utilizar contas de diferentes grupos ou diferentes sistemas em um mesmo lançamento é a natureza do próprio lançamento.

  • RESPOSTA E

    não tem nem lógica, só iria complicar mais.

    #SEFAZ-AL #TRE-AL

  • Assertiva faz inferência ERRÔNEA sobre regra de integridade do PCASP. (Os lançtos são fechados dentro do respectivo subsistema).

    Bons estudos.


ID
871342
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Acerca do orçamento público e da contabilidade governamental,
julgue os itens a seguir.

O Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI) é um sistema de integração de dados que abrange, essencialmente, a programação financeira, a execução contábil e a administração orçamentária.

Alternativas
Comentários

  • Descrição dos objetivos do SIAFI:


    1 - Prover os Órgãos da Administração Pública de mecanismos adequados ao

    controle diário da execução orçamentária, financeira e contábil;
     

    2 - Fornecer meios para agilizar a programação financeira, otimizando a

    utilização dos recursos do Tesouro Nacional, através da unificação dos

    recursos de caixa do Governo Federal;

     

    3 - Permitir que a Contabilidade Aplicada à Administração Pública seja fonte

    segura e tempestiva de informações gerenciais para todos os níveis da

    Administração Pública;

     

    4 - Integrar e compatibilizar as informações no âmbito do Governo Federal;

     

    5 - Proporcionar a transparência dos gastos públicos.


    Fonte: http://manualsiafi.tesouro.fazenda.gov.br/020000/020200/020201/

  • Ola pessoal, para complementar o excelente comentário do colega acima:

    SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal)
    1)É o principal instrumento utilizado para registro contábil, acompanhamento e controle da execução orçamentária, financeira e patrimonial do Governo Federal. Sistema desenvolvido e mantido pelo Serpro a pedido da STN.
    2)Implementado em 1987, permitiu que o MF começasse a realizar ORÇAMENTO UNIFICADO;
    3) O SIAFI vem sendo atualizado frequentemente para garantir OTIMIZAÇÃO.


    Fonte: https://www.serpro.gov.br/conteudo-solucoes/produtos/fazenda-publica/subsistemas-do-sotn/siafi/?searchterm=siafi
  • Gostaria de colocar a definição de forma completa:

    O SIAFI é o principal instrumento utilizado para registro, acompanhamento e controle da execução orçamentária, financeira e patrimonial do Governo Federal. Desde sua criação, o SIAFI tem alcançado satisfatoriamente seus principais objetivos :

    a) prover mecanismos adequados ao controle diário da execução orçamentária, financeira e patrimonial aos órgãos da Administração Pública;

    b) fornecer meios para agilizar a programação financeira, otimizando a utilização dos recursos do Tesouro Nacional, através da unificação dos recursos de caixa do Governo Federal;

    c) permitir que a contabilidade pública seja fonte segura e tempestiva de informações gerenciais destinadas a todos os níveis da Administração Pública Federal;

    d) padronizar métodos e rotinas de trabalho relativas à gestão dos recursos públicos, sem implicar rigidez ou restrição a essa atividade, uma vez que ele permanece sob total controle do ordenador de despesa de cada unidade gestora;

    e) permitir o registro contábil dos balancetes dos estados e municípios e de suas supervisionadas;

    f) permitir o controle da dívida interna e externa, bem como o das transferências negociadas; 

    g) integrar e compatibilizar as informações no âmbito do Governo Federal;

    h) permitir o acompanhamento e a avaliação do uso dos recursos públicos; e

    i) proporcionar a transparência dos gastos do Governo Federal.


    Fonte:
    https://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/siafi


ID
871345
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca do orçamento público e da contabilidade governamental,
julgue os itens a seguir.

Para efeito de cálculo do limite de pessoal, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) permite que se desconte, do total das despesas, os valores relativos à indenização por demissão de servidores ou empregados, os incentivos à demissão voluntária e os decorrentes de decisão judicial e da competência de períodos anteriores.

Alternativas
Comentários
  • Letra da LRF

    art. 19. Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constituição, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados:

            I - União: 50% (cinqüenta por cento);

            II - Estados: 60% (sessenta por cento);

            III - Municípios: 60% (sessenta por cento).

            § 1o Na verificação do atendimento dos limites definidos neste artigo, não serão computadas as despesas:

            I - de indenização por demissão de servidores ou empregados;

            II - relativas a incentivos à demissão voluntária;

            III - derivadas da aplicação do disposto no inciso II do § 6o do art. 57 da Constituição;

            IV - decorrentes de decisão judicial e da competência de período anterior ao da apuração a que se refere o § 2o do art. 18;

  • então o gabarito deveria ser "ERRADO"... ou estou enganado????
  • Inicialmente, eu pensei da mesma forma.
    Mas, depois analisando direitinho, percebi que o trecho "a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) permite que se desconte" (enunciado da questão) se refere que essa despesa não será considerada no cálculo.
  • Meu deus, que redação HORRÍVEL!
    "limite de pessoal" ??
    "competência de períodos anteriores" ?? anteriores a quê??
  • A questão realmente está CORRETA, pois, aqui diz para efeito de cálculo........ na lRF fala que não serão computados:

    art. 19.

      § 1o Na verificação do atendimento dos limites (com pessoal) definidos neste artigo, não serão computadas as despesas:

      I - de indenização por demissão de servidores ou empregados;

      II - relativas a incentivos à demissão voluntária;

      III - derivadas da aplicação do disposto no inciso II do § 6o do art. 57 da Constituição;

      IV - decorrentes de decisão judicial e da competência de período anterior ao da apuração a que se refere o § 2o do art. 18;

  • Errei a questão e de início achei a redação confusa. Mas depois de ler com calma dá pra ver que ela está certa!

    Quando a banca fala: "Para efeito de cálculo do limite de pessoal, a LRF permite que se desconte..." Ela está apenas reescrevendo essa parte do artigo 19. "...não poderá exceder os percentuais..." e ainda "... § 1°- não serão computadas as despesas..." - Vejam que os incisos estão em sua literalidade! Quanto mais gente cair, melhor.

  • Gab: CERTO

    OBS: Costumo enxugar bastante o texto para "catar" as palavras-chave e gravar apenas o necessário. Já existe muito mnemônico, então, para mim funciona assim.

    1. Art. 19. §1° - Para atender aos limites da Despesa Total com Pessoalnão serão computadas:
    • I - indenização por demissão;
    • II - incentivos à demissão voluntária;
    • III - convocação extraordinária;
    • IV - decisão judicial;
    • V - com pessoal, do DF e do Amapá e Roraima, custeadas pela União;
    • VI - Inativos ( segurados; compensação financeira; demais receitas inclusive alienação de bens, direitos e ativos e superávit.

    Erros, mandem mensagem :)

  • O PROBLEMA É COMO O TEXTO FOI REDIGIDO, LEVANDO O CANDIDATO AO ERRO, TIPO EU KKK


ID
871348
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Acerca do orçamento público e da contabilidade governamental,
julgue os itens a seguir.

O valor inscrito em restos a pagar inferior ao valor da despesa, os restos a pagar com prescrição interrompida e as despesas oriundas de exercícios encerrados e não processados na época própria configuram despesas de exercícios anteriores.

Alternativas
Comentários
  • De acordo com Sérgio Jund (2008, p. 212), se a despesa estava regularmente inscrita em Restos a Pagar, podem ocorrer duas situações: a) se o valor inscrito é inferior ao valor real a ser pago, a diferença deverá ser empenhada à conta de Despesas de Exercícios Anteriores; e b) se o valor inscrito é superior ao valor real a ser pago, o saldo remanescente deverá ser anulado. Após essa anulação, caso o saldo remanescente seja reclamado posteriormente, deverá ser contabilizado em Despesas de Exercícios Anteriores, conforme dispõe o art. 692 do Decreto Federal n. 93.872/86.
  • Lei 4320/64 Art. 37. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito
    próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria, bem como os
    Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício
    correspondente poderão ser pagos à conta de dotação específica consignada no orçamento, discriminada por
    elementos, obedecida, sempre que possível, a ordem cronológica.
     
  • As despesas de Exercícios Anteriores são:
    1 - Despesas de Exercícios Encerrados Não Processadas na Época própria;
    2 - Restos a Pagar com Prescrição Interrompida;
    3 - Compromissos reconhecidos após o encerramento do Exercício Financeiro, criados em virtude de Lei;
    4 - Valor Inscrito em Restos a Pagar menor que o valor real da despesa a ser pago.


    Fonte: Lei 4.320/64 - Título IV - Do Exercício Financeiro.
  • QUESTÃO CORRETA!!

    LEI 4320/64

    Art. 37. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente poderão ser pagos à conta de dotação específica consignada no orçamento, discriminada por elementos, obedecida, sempre que possível, a ordem cronológica.
  • O correto seria: "a diferença do valor inscrito em restos a pagar e o valor da despesa serão pagos a conta de DEA"...

  • A diferença que é despesa de exercicio anterior, não o restos a pagar inferior ao valor a ser pago..

  • GAB: CERTO

    Complementando!

    Fonte: Gilmar Possati - Estratégia

    O § 2º do Art. 22 do Decreto n. 93.872/86 explica as hipóteses que ensejam o pagamento a título de despesas de exercícios anteriores, definindo que: 

    Despesas que não se tenham processado na época própria são aquelas cujo empenho tenha sido considerado insubsistente e anulado no encerramento do exercício correspondente, mas que, dentro do prazo estabelecido, o credor tenha cumprido sua obrigação. 

    Restos a pagar com prescrição interrompida correspondem à despesa cuja inscrição como restos a pagar tenha sido cancelada, mas ainda vigente o direito do credor. 

    Compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício são obrigações decorrentes de lei, em que o direito do credor somente foi reconhecido após o encerramento do exercício. 

    A doutrina destaca, ainda, outra hipótese a ensejar o pagamento a título de despesas de exercícios anteriores, qual seja: 

    Quando o valor inscrito em restos a pagar for menor que o valor real a ser pago. A diferença deve ser empenhada como despesa de exercícios anteriores. 

    ========

    Leitura da lei!!

    As Despesas de Exercícios Anteriores (DEA) estão previstas no art. 37, da Lei n. 4.320/64, assim como no art. 22 do Decreto n. 93.872/1986: 

    Lei n. 4.320/64, Art. 37As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio, com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente, poderão ser pagas à conta de dotação específica consignada no orçamento, discriminada por elemento, obedecida, sempre que possível, a ordem cronológica. 

    Decreto n. 93.872/86, Art. 22. As despesas de exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo consignava crédito próprio com saldo suficiente para atendê-las, que não se tenham processado na época própria, bem como os Restos a Pagar com prescrição interrompida, e os compromissos reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente, poderão ser pagos à conta de dotação destinada a atender despesas de exercícios anteriores, respeitada a categoria econômica própria. 


ID
871351
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Acerca do orçamento público e da contabilidade governamental,
julgue os itens a seguir.

As variações patrimoniais são, de forma exclusiva, aquelas derivadas de operações qualitativas.

Alternativas
Comentários
  • Errado 
    Todas as alterações ocorridas no patrimônio são denominadas Variações Patrimoniais e podem ser classificadas em: Quantitativas e Qualitativas
  • As variações quantitativas são decorrentes de transações no setor público que aumentam ou diminuem o patrimônio líquido. Já as variações qualitativas são decorrentes de transações no setor público que alteram a composição dos elementos patrimoniais sem afetar o patrimônio líquido.
    O resultado patrimonial do período é apurado pelo confronto entre as variações patrimoniais quantitativas aumentativas e diminutivas.
  • As demonstrações das variações patrimoniais são aquelas resultantes das variações quantitativas.

  • GABARITO ERRADO

    As variações patrimoniais são qualitativas ou quantitativas.

    Qualitativas são as que não alteram a composição do patrimônio líquido, já as quantitativas alteram o pl para mais ou para menos.


ID
871354
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

No que se refere às demonstrações contábeis, ao suprimento de
fundos e à Lei de Diretrizes Orçamentárias, julgue os próximos
itens.

A demonstração das variações patrimoniais deve contemplar as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou não da execução orçamentária.

Alternativas
Comentários
  • Certo
    Transações que resultam em alterações nos elementos patrimoniais da entiidade do setor público, mesmo em carater compensatório, afetando, ou não o seu resultado, devem contemplar as modificações verificadas no patrimonio.  
  • Art. 104. A Demonstração das Variações Patrimoniais evidenciará as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da 
    execução orçamentária, e indicará o resultado patrimonial do exercício.”
    (Lei 4.320/1964)
  • QUESTÃO CORRETA!!


    De acordo com a LEI 4320/64:


    art. 100. As alterações da situação líquida patrimonial, que abrangem os resultados da execução orçamentária, bem como as variações independentes dessa execução e as superveniências e insubsistência ativas e passivas, constituirão elementos da conta patrimonial.
    art. 101. Os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, no Balanço Financeiro, no Balanço Patrimonial, na Demonstração das Variações Patrimoniais
    art.104. A Demonstração das Variações Patrimoniais evidenciará as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicará o resultado patrimonial do exercício


  • Lógico que um fato que não seja resultante de execução orçamentária mas seja relevante na alteração do PL, deve estar nas demonstração das variações patrimoniais.


ID
871357
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

No que se refere às demonstrações contábeis, ao suprimento de
fundos e à Lei de Diretrizes Orçamentárias, julgue os próximos
itens.

No balanço patrimonial, o ativo real é obtido somando-se as parcelas que compõem o ativo financeiro e o ativo não financeiro ou permanente.

Alternativas
Comentários
  • A ESAF no concurso da CGU 2006 considerou correta a seguinte alternativa:
    O ativo real é a soma do ativo financeiro com o ativo não-financeiro
  • ATIVO REAL=ATIVO FINANCEIRO + ATIVO PERMANENTE (OU NÃO FINANCEIRO)
  • QUESTÃO CORRETA!!!



    O Ativo Real é a soma dos Ativos Financeiros e Não Financeiros. Ou seja, soma-se os Ativos Financeiros e o Permanente. No caso da contabilidade pública é excluido apenas o Ativo Compensado.
  • ARL= AR + PR

    AR= AF+ ANF

    PR= PF+PNF

  • BALANÇO PATRIMONIAL (pela Lei 4.320/64)

                    ATIVO                                                  PASSIVO

    ATIVO FINANCEIRO (AF)                                  PASSIVO FINANCEIRO (PF)


    ATIVO PERMANENTE (AP)                                PASSIVO PERMANENTE (PP)


    ATIVO REAL = AF + AP                                 PASSIVO REAL = PF + PP

       

    SALDO PATRIMONIAL                        

                                         

    ATIVO COMPENSADO                                        PASSIVO COMPENSADO   

    TOTAL                                                                TOTAL 


    Obs:

    .Saldo Patrimonial positivo (ou seja, Ativo Real>Passivo Real)  = ATIVO REAL LÍQUIDO do lado do passivo

    .Saldo Patrimonial negativo (ou seja, Ativo Real<Passivo Real) = PASSIVO A DESCOBERTO do lado do ativo.


    Bons estudos

  • Ativo Real – representa a soma do ativo financeiro e do ativo não financeiro.


ID
871360
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

No que se refere às demonstrações contábeis, ao suprimento de
fundos e à Lei de Diretrizes Orçamentárias, julgue os próximos
itens.

São necessárias quatro leis de diretrizes orçamentárias para completar o ciclo de cada plano plurianual, visto que o ciclo corresponde aos quatros anos de mandato de um mesmo presidente da República.

Alternativas
Comentários
  • Acredito que o erro esta no período do mandato. Já que o PPA começa no segundo ano de um mandato e termina no primeiro ano do mandato seguinte.
  • também acho que o erro é sobre o mandato, mas se a Dilma entrou em 01/01/2011 elaborou e entregou até 22/12/2011. Certo?
    O PPA para 2012 a 2015. Então a primeira LDO que é baseada nesse PPA deveria ser entregue até 15/04/2012 e devolvida até 17/07/2012 e as outras em 15/04/2013,  2014 e 2015? 
    01/01/2015 já não é o outro PR? 
    Já acabou o mandato da Dilma e a ultima LDO nao seria entregue em 17/07/2015? e quem faz essa LDO?

    Vixi acho que está dando curto!

    Help me!!! 
  • [Questão Errada] São necessárias quatro leis de diretrizes orçamentárias para completar o ciclo de cada plano plurianual, visto que o ciclo corresponde aos quatros anos de mandato de um mesmo presidente da República.(Na parte das diretrizes orçamentárias, considero que ficou 'mal formulada', quanto a parte do ciclo do PPA (está errado), serão durante dois mandatos presidenciais.)

    (LDO) Lei de Diretrizes Orçamentárias = Compromisso dos 4 anos e as ações que deverá fazer a cada ano.

    O PPA, começa no segundo ano do novo governo e termina no primeiro ano do governo seguinte. Plano Plurianual, acompanha o mesmo tempo do período da Presidência => 04 anos.
  • QUESTÃO ERRADA!!


    O processo de elaboração do orçamento público no Brasil obedece a um “ciclo” integrado ao planejamento de ações, que, de acordo com a Constituição Federal de 1988, compreende o Plano Plurianual - PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e a Lei Orçamentária Anual - LOA.
    Ciclo orçamentário corresponde ao segundo ano de governo do novo presidente e termina no primeiro ano do governo seguinte.


ID
871363
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

No que se refere às demonstrações contábeis, ao suprimento de
fundos e à Lei de Diretrizes Orçamentárias, julgue os próximos
itens.

Não será concedido suprimento de fundo a servidor que já responde por um adiantamento.

Alternativas
Comentários
  • qUESTÃO ERRADA!   ATÉ DOIS PODE!
  • conforme art. Art. 69.da lei 4320/64:
    "Não se fará adiantamento a servidor em alcance nem a responsável por dois adiantamento"
  • Olá pessoal, segundo o querido professor Alexandre Teshima do Canal dos Concursos:
    SUPRIMENTO DE FUNDOS ou ADIANTAMENTO art. 68 lei 4320
    1) Aplicável aos casos de despesas EXPRESSAMENTE definidos em lei;
    2) Consiste na entrega de numerário a servidor;
    3) Precedido
    SEMPRE
    de empenho na dotação própria;
    4) Realização de despesa que não possa subordinar-se ao processo normal de aplicação
     
    APLICABILIDADE DO ADIANTAMENTO ( Manual da Receita Federal):
    1) Despesas eventuais de pronto PG;
    2) Despesas de caráter sigiloso, conforme regulamento ( Ex: ABIN);
    3) Despesas de pequeno vulto;

    VEDAÇÕES AO ADIANTAMENTO ( Caso da questão em tela):
    1) Responsável por 2 suprimentos;
    2) Servidor que tenha a seu cargo guarda ou utilização do material a adquirir, salvo se não houver na repartição outro servidor
    ( Segregação de funções para evitar desvio ou desfalque)
    3) Responsável por suprimento de fundos que esgotado o prazo, não tenha prestado contas;
    4) Servidor declarado
    EM ALCANCE ( PRESTOU CONTAS, MAS TEVE SUAS CONTAS IMPUGNADAS)

    Espero ter ajudado pessoal...
      
  • QUESTÃO ERRADA!!!

    Lei nº 4.320 de 17 de Março de 1964

    Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e contrôle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.

    Art. 69. Não se fará adiantamento a servidor em alcance nem a responsável por dois adiantamentos.
  • Complemento os estudos...
    De acordo com o professor Wilson Araújo (Eu vou passar e CERS)

    RESTRIÇÕES A CONCESSÃO DE ADIANTAMENTO DE NUMERÁRIOS:

    a) Responsável por 2 suprimentos: cada servidor poderá ter até 2 adiantamentos. Não poderá receber 1 terceiro adiantamento se não prestar contas de 1 dos 2 que já recebeu.

    b) Servidor que tenha a sua guarda/utilização do material a adquirir, salvo quando não houver na repartição outro servidor.

    c) O suprido que esgotado o prazo, NÃO tenha prestado contas de sua aplicação.

    OBS: prazo máximo para aplicação do suprimento é de até 90 dias e não ultrapassará o término do exercício financeiro. Tal prazo começa a contar do ato de concessão do suprimento. Possui mais 30 dias para prestar contas, podendo chegar até a 120 dias (90 dias para aplicação + 30 para prestar contas).

    d) Servidor que esteja respondendo a inquérito administrativo (IN n. 10/01 STN).


  • 12.1 - Não se concederá suprimento de fundos:

     

    12.1.1 - a responsável por dois suprimentos;

     

    12.1.2 - a servidor que tenha a seu cargo a guarda ou a utilização do material a

    adquirir, salvo quando não houver na repartição outro servidor;

     

    12.1.3 - a responsável por suprimento de fundos que, esgotado o prazo, não tenha

    prestado contas de sua aplicação; e

     

    12.1.4 - a servidor declarado em alcance, entendido como tal o que não prestou

    contas no prazo regulamentar ou o que teve suas contas recusadas ou impugnadas

    em virtude de desvio, desfalque, falta ou má aplicação dos recursos recebidos.

     


ID
871366
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Julgue os itens seguintes, referentes a orçamento empresarial,
mercados de capitais e informações gerenciais para a tomada de
decisões no ambiente empresarial.

O orçamento de despesas administrativas da empresa está relacionado aos gastos necessários para gerir o negócio, incluindo a provisão para depreciação de móveis e utensílios e os serviços profissionais de auditoria e consultoria.

Alternativas
Comentários
  • Achei mais Administração do que Contabilidade:
                  O orçamento de despesas administrativas está relacionado aos gastos necessários para gerir a empresa. “São constituídas de despesas como: Salários e encargos sociais do pessoal administrativo, Honorários do conselho e diretoria, Impostos e taxas, Aluguéis de escritórios, depreciação de móveis e utensílios, serviços profissionais de auditoria e consultoria.” (HOJI, 2010, p. 268).

ID
871369
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Julgue os itens seguintes, referentes a orçamento empresarial,
mercados de capitais e informações gerenciais para a tomada de
decisões no ambiente empresarial.

Integrante do mercado financeiro, o mercado de capitais é o ambiente no qual são negociadas ações e títulos de crédito, assim como são obtidos empréstimos e financiamentos para dar suporte às necessidades de capital das empresas.

Alternativas
Comentários
  • Acredito que a solução está em que ações e títulos ficam em ATIVO não circulante - investimentos, e empréstimos e financiamentos ficam em Passivo circulante ou passivo não circulante. Por isso a acertiva está errada.
  • Mercado de capitais é onde são negociados títulos e ações. Para financiamentos e empréstimos é utilizado o sistema bancário.
  • a) Mercado de capitais (captação das empresas) : é um sistema de distribuição de valores mobiliários, proporcionando liquidez aos títulos de emissão e viabilizando seu processo de capitalização. 
    Tipos de título negociados :
    - Ações => títulos que representam o capital das empresas. 
    - Debêntures => títulos de créditos, emitidos pelas empresas (podem ser conversíveis em ações). 
    - Outros => Empréstimos de terceiros 
    - Reinvestimentos de lucros 
    - Empréstimos de acionistas 

    b) Mercado de crédito: onde são efetuados os empréstimos e financiamentos de curto, médio e em menor escala, longo prazo, visando atender desde as necessidades de consumo corrente de bens duráveis até o capital de giro das empresas. 
    É onde são feitos os empréstimos do dia-a-dia. 
     
     
     
     
     
     
  • Quem concede emprestimos e financiamentos é o mercado de crédito


ID
871372
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Julgue os itens seguintes, referentes a orçamento empresarial,
mercados de capitais e informações gerenciais para a tomada de
decisões no ambiente empresarial.

A estimativa da receita líquida pode ser obtida pela soma de todos os custos e despesas com a margem de lucro desejada.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Correto

    Margem de contribuição são as  vendas liquidação deduzidas das despesas variáveis e custos variáveis.

    MC = V - (Dv + Cv) 


     

  • ANP - 2013

    A receita líquida pode ser estimada conhecendo-se os custos, as despesas fixas e variáveis e, ainda, a previsão de lucro.

    CERTO

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    Para quem vai fazer PF e PCDF os professores William Notario e Rani Passos do ESTRATEGIA CONCURSOS fizeram uma mentoria voltada pra contabilidade e informática que juntas somam 50% da prova. Estou fazendo e está me ajudando muito nessa reta final, certamente é decisivo dar um foco nessas duas disciplinas. Fica a sugestão.

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ID
871375
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade de Custos
Assuntos

Julgue os itens seguintes, referentes a orçamento empresarial,
mercados de capitais e informações gerenciais para a tomada de
decisões no ambiente empresarial.

O sistema de custeio direto ou variável não é aceito pelo Fisco porque proporciona possível forma de justificar enriquecimento ilícito por parte do empresário, uma vez que informa maior lucro líquido ao final do exercício, se comparado com o custeio por absorção.

Alternativas
Comentários
  • Custeio variável informa lucro líquido MENOR ao final do exercício, proporcionando um IR menor.
    No entanto, lembrar que em uma situação fechada, ou seja, zero de estoque inicial e zero de estoque final, o custeio variável será o mesmo que o custeio por absorção.
  • Pedro, seu comentário está equivocado.

    A questão está errada porque o lucro líquido será igual nos dois métodos, pois os custos fixos integrarão o custo dos produtos vendidos no custeio por absorção e estarão entre as despesas operacionais no custeio variável.
  • Custeio direto ou variável não é aceito pelo fisco,  por tratar os custos fixos como despesa, deixandoos custos variáveis mais visíveis aos olhos dos gestores. 

    Este método fere osprincípios contábeis, pois apropria os custos fixos de produção como despesasdentro do período independente de sua venda ou não, pois o princípio dacompetência prevê que se deve apropriar as receitas e delas deduzir todos os sacrifíciosenvolvidos na sua obtenção. 


  • Mara Freitas, o seu comentário é que está equivocado, pois se a empresa não vender todoa a produção no custeio variável tudo será apropriado ao resultado, ao contrário do custeio por absorção, no qual se apropriará somente a parte proporcional à venda.

  • o comentário da geisi está perfeito

  • O método variável ou direto não é aceito pelo Fisco porque provoca Lucro Líquido MENOR!

  • O sistema de custeio direto ou variável não é aceito pelo Fisco porque proporciona possível forma de justificar enriquecimento ilícito por parte do empresário, uma vez que informa MENOR lucro líquido ao final do exercício, se comparado com o custeio por absorção

  • Vamos usar o raciocínio

     

    Despesas                                                 | Custos

    1. Ocorrem fora do Processo Produtivo       | 1. Ocorrem dentro do processo produtivo

    2. Visão à Obtenção de receitas                | 2. Visam a obtenção de outros bens

    3. Imediatamente à ocorrência de seus      | ou novos serviços

    fatos geradores são lançados diretamente | 3. Passam inicialmente pelo ativo da companhia

    no resultado do exercícios                       | 4. Não reduzem de imediato o PL. Isso só

    4. Reduzem de Imediato o patrimônio       | ocorrerá no momento da venda dos

    líquido (PL) das entidades                        | produtos    

     

    Para facilitar a compreensão, vou considerar a venda de mercadorias (e não de serviços) para diferenciar os 2 métodos de custeio

     

    Fórmula para o Custeio por Absorção (a grosso modo, só para explicar a questão)

     

    Receita de Vendas

    (-) Custo de Mercadorias Vendidas (Custos Fixo e Variáveis - os 2 tipos incorporados aos produtos vendidos)

    (=) Lucro Operacional Bruto

    (-) Despesas (Fixas e Variáveis)

    (=) Lucro Líquido

     

    Fórmula para o Custeio Variável (a grosso modo, só para explicar a questão)

    Receitas de Vendas

    (-) Custo de Mercadorias Vendidas (Custos Variáveis incorporados aos produtos vendidos)

    (-) Despesas Variáveis

    (=) Margem de Contribuição

    (-) Gastos Fixos (Custos Fixos + Despesas Fixas)

    (=) Lucro Líquido

  • Continuando...

    Como foi dito nos comentários anteriores, o regime de competência diz que, para toda receita, deve ser incorporado todos os sacrifícios (custos ou despesas) para a sua obtenção

     

    Assim sendo, segundo esse regime, às receitas de venda, devem ser descontadas todos os custos para a fabricação dos produtos (custos fixos e variáveis para a obtenção as mercadorias que geraram receita – as mercadorias que foram vendidas). Já os custos fixos para a produção das mercadorias que não foram vendidas, como não geraram receita, são incorporados ao custo do estoque final (junto aos custos variáveis para a produção das mercadorias não vendidas).

     

    Conforme também dito nos comentários anteriores, o Custeio Variável, além de não obedecer ao regime de competência (pois não associa as receitas diretamente aos sacrifícios para sua obtenção) faz com que todos os custos fixos (não só os incorporados as mercadorias vendidas) sejam fonte de desconto, gerando um Lucro Líquido Menor. Com isso somente os custeios variáveis que não geraram receita serão incorporados ao custo do estoque final.

     

    Como o Lucro Líquido será Menor, a arrecadação de Impostos que tem como base de cálculo o Lucro Líquido (IRPJ e CSLL) será menor

     

    Observação

     

    Não influenciam na diferença entre o Lucro Líquido dos 2 métodos de custeio

    _Despesas Variáveis: nos 2 casos, elas são descontadas inteiramente na Demonstração de Resultado do Exercício (e variam segundo o número de mercadorias vendidas – e não segundo o número de mercadorias produzidas)

    _Despesas Fixas: nos 2 casos, elas são descontadas inteiramente

    _Custos Variáveis: nos 2 casos, os custos variáveis das mercadorias vendidas serão descontados das receitas de venda (e os custos variáveis para a produção de mercadorias que não foram vendidas serão incorporados ao valor do estoque final)


    GABARITO ERRADO
     

    Fontes:

     

    Apostila Vestcon SEFAZ-RJ 2013 Auditor Fiscal da Receita Estadual Prova 1 (1º Módulo) / Contabilidade de Custos
     

    http://peritocontador.com.br/wp-content/uploads/2015/04/Ana-Paula-Lobo-Vieita-O-Custeio-por-Absor%C3%A7%C3%A3o-e-o-Custeio-Vari%C3%A1vel-Vantagens-e-Desvantagens-sobre-o-M%C3%A9todo-a-ser-Adotado-pela-Empresa.pdf

  • "SEMPRE QUE NÃO FOR ACEITO PELO IR, É PORQUE PROPORCIONA MENOR LUCRO... POIS MAIOR O LUCRO MAIOR O IMPOSTO PAGO"


ID
871378
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade de Custos
Assuntos

Julgue os itens seguintes, referentes a orçamento empresarial,
mercados de capitais e informações gerenciais para a tomada de
decisões no ambiente empresarial.

Caso se empregue o custeio variável na avaliação dos estoques de produtos elaborados na própria empresa, apenas os custos variáveis serão considerados, o que, comparando-se com o custeio de absorção, implica menor valor para o estoque final dos produtos fabricados e não vendidos no exercício.

Alternativas
Comentários
  • Achei difícil a compreesão da frase, mas acredito que está correta, pois, no custeio variável, subtrai-se da receita os custos variáveis referentes ao material vendido e posteriormente subtrais-se os custos fixos totais do mês, ou seja, os custos fixos dos materiais vendidos e também daqueles que ficram no estoque (dos que não foram vendidos). A questão está perguntando sobre a avaliação do estoque de produto elaborado, ou seja, nesse estoque somente constará o custo variável, já que o fixo total foi contabilizado na DRE do mês.
  • Está correta porque no custeio variável os Custos Fixos são considerados integralmente como despesas, enquanto no custeio por absorção os Custos Fixos são proporcionais/rateados pelas unidades produzidas permanecendo no custo dos produtos em estoque. Para ser mais claro:

      Absorção Variável
    CF: 10.000 8.000 10.000
    CV: 5.000 4.000 4.000
    Estoque 3.000 1.000
    Produção: 100 peças    
    Venda: 80 peças    

    Abs.
  • Valeu Kcio, ótimo comentário!!!!

ID
871381
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Tributário
Assuntos

Em relação às finanças das empresas que investem no país e no
exterior e a aspectos societários e tributários referentes a essas
empresas, julgue os itens subsecutivos.

Os impostos de importação de produtos estrangeiros e de exportação de produtos nacionais ou nacionalizados podem ser cobrados no mesmo exercício financeiro da publicação da lei que os instituíram ou aumentaram.

Alternativas
Comentários
  •     Os impostos de importação (II) e de exportação (IE), diante do caráter regulatório que  exercem  na  economia  de  um  país,  constituem  exceção  ao  princípio  da  anterioridade, conforme dispõe o art. 150, §1º da Constituição da República de 1988, por serem revestidos de caráter extrafiscal.
        Sobre  o  poder  regulatório  desses  impostos  e  sua  exceção  ao  princípio  da anterioridade, leciona Kiyoshi Harada:
           "Esses  impostos,  existentes  em  todos  os  países,  têm  a  função  de  regular  o  comércio internacional, sempre sujeito às oscilações conjunturais. Por isso, acham-se livres do princípio  da  anterioridade  tributária,  a  fim  de  propiciar  ao  governo  da  União  flexibilidade no exercício do poder ordinatório, através desses impostos".
  • Segue anterioridade anual: IPVA, IPTU, IR Segue anterioridade nonagesimal: IPI, CIDE, ICMS Excessao á anterioridade : II, IE, IOF
  • GABARITO: CERTO

    Os impostos de importação e de exportação são exceções aos princípios da anterioridade de exercício, nonagesimal e também ao princípio da legalidade. 

  • Exceções à anterioridade:

    do exercício financeiro ----------------------------------- Ambos -------------------------------------- nonagesimal

     

    Contrib. seguridade social ---------------------------------- II --------------------------------------------- Fixação de BC - IPTU

    IPI ----------------------------------------------------------------- IE --------------------------------------------- Fixação de BC - IPVA

    CIDE Combustível * ------------------------------------------ IOF ------------------------------------------- IR

    ICMS Combustível * ----------------------------------------- IEG ------------------------------------------- EC - Investimento Público ***

    ---------------------------------------------------------------------- EC ** ---------------------------------------- 

     

    * = Somente para redução e reestabelecimento de alíquota;

    ** = Somente para Calamidade Pública, Guerra Externa ou sua iminência;

    *** = Segundo a letra da CRFB, mas a doutrina entende que obedece a ambas anterioridades.

  • GABARITO: CERTO

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

     

    III - cobrar tributos:

     

    a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado;

    b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou; (PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE ANUAL OU PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE DO EXERCÍCIO FINANCEIRO)

    c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, observado o disposto na alínea b; (PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE NONAGESIMAL OU PRINCÍPIO DA NOVENTENA)

     

    § 1º A vedação do inciso III, b, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, IV e V; e 154, II; e a vedação do inciso III, c, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, III e V; e 154, II, nem à fixação da base de cálculo dos impostos previstos nos arts. 155, III, e 156, I. 

     

    ============================================================

     

    ARTIGO 153. Compete à União instituir impostos sobre:

     

    I - importação de produtos estrangeiros;

    II - exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados;

    III - renda e proventos de qualquer natureza;

    IV - produtos industrializados;

    V - operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários;

    VI - propriedade territorial rural;

    VII - grandes fortunas, nos termos de lei complementar.
     


ID
871384
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação às finanças das empresas que investem no país e no
exterior e a aspectos societários e tributários referentes a essas
empresas, julgue os itens subsecutivos.

Se um investimento societário no exterior for avaliado pelo método da equivalência patrimonial, os dividendos gerados serão contabilizados como receita pelo valor recebido em moeda estrangeira.

Alternativas
Comentários
  • Correta!

    Moeda Nacional.

  •  ERRADO


     Os valores tem que ser contabilizados convertendo em moeda nacional.

  • A escrituração contábil deve ser executada:

     

    o    a) em idioma e em moeda corrente nacionais;

     

    o    b) em forma contábil;

     

    o    c) em ordem cronológica de dia, mês e ano;

     

    o    d) com ausência de espaços em branco, entrelinhas, borrões, rasuras ou emendas; e

     

    o    e) com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.

  • Gab errado

    Creio que caiba uma complementação para os comentários dos colégas, pois temos um ponto relevante da questão: uma pega da receita. Vejamos alguns pontos sobre equivalência patrimonial:

     

    1. Resultado positivo ou negativo reconhecido pela investidora

                  a) Resultado positivo

    d - Investimentos eq. patrimonial (ANC)

    c - receita eq patrimonial (RESULTADO - Outras receitas operacionais)

     

                  b) Resultado negativo

    d - Despesa eq patrimonial (RESULTADO - Outras despesas operacionais)

    c - investimentos eq patrimonial (ANC)

     

    2. Reconhecimento de dividendos pela investida

    d - dividendos a receber (AC)

    c - investimentos eq patrimonial (ANC - investimento)

     

    3. Conclusão: dividendo a receber pela equivalência patrimonial não gera receita, pois já foi reconhecido no resultado da equivalÊncia patrimonial, do contrário teríamos dupla contagem de receita.

  • CPC.18 Investimentos

    Dividendos distribuídos à INVESTIDORA pelo MEP

    D- Dividendos a Receber

    C - ANC/Investimentos.

    Diferentemente do que foi dito na assertiva, os dividendos são contas de ATIVO, e não receita no resultado.

    Bons estudos.


ID
871387
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação às finanças das empresas que investem no país e no
exterior e a aspectos societários e tributários referentes a essas
empresas, julgue os itens subsecutivos.

Nas transações de itens monetários em moeda estrangeira, que tenham sido liquidadas dentro do mesmo período contábil em que foram originadas, toda a variação cambial deve ser reconhecida dentro desse mesmo período de ocorrência da operação.

Alternativas
Comentários

  • Correto

    O Princípio da Competência determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento.

    Fonte:  Resolução CFC n.º 750/93

    Para se ter algo que nunca teve, é preciso fazer aglgo que nunca fez.

     

  • correto

    29. Quando itens monetários são originados de transações em moeda estrangeira e há mudança na taxa de câmbio entre a data da transação e a data da liquidação, surge uma variação cambial. Quando a transação é liquidada dentro do mesmo período contábil em que foi originada, toda a variação cambial deve ser reconhecida nesse mesmo período.(CPC 02)

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ID
871390
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação às finanças das empresas que investem no país e no
exterior e a aspectos societários e tributários referentes a essas
empresas, julgue os itens subsecutivos.

O investidor de determinado empreendimento controlado em conjunto que tiver influência significativa sobre esse empreendimento deve contabilizar sua participação de acordo com o investimento em coligada e em controlada.

Alternativas
Comentários

  • Gabarito Correto

    São coligadas as sociedades nas quais a investidora tenha influência significativa.

    Considera-se influência significativa quando a investidora detém ou o poder de participar nas decisões das políticas financeira ou operacional da investida, sem controlá-la.

     

     

     

  • o    A influência significativa existe quando a investidora detém ou exerce o poder de participar nas decisões das políticas financeira ou operacional da investida, sem controlá-la. Ela é presumida quando se possui 20% do capital votante (ações ordinárias). Essa presunção, entretanto, admite prova em contrário! Uma empresa pode ter mais de 20% e não ter influência significativa e ter menos de 20% e ter influência significativa.

     

    GAB: CORRETO.


ID
871393
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação às finanças das empresas que investem no país e no
exterior e a aspectos societários e tributários referentes a essas
empresas, julgue os itens subsecutivos.

Nas atividades que afetam as finanças da empresa, a integralização de capital é exemplo de fluxo de caixa advindo das atividades de investimentos.

Alternativas
Comentários
  • Nas atividades que afetam as finanças da empresa, a integralização de capital é exemplo de fluxo de caixa advindo das atividades de investimentos.
    A integralização de capital é um exemplo de fluxo de caixa das atividades de financiamento

  • Grupos de atividades que afetam as finanças:

    a) Atividades Operacionais - recebimento de uma venda, pagamento de fornecedores, pagamento de funcionários;

    b) Atividades de Investimentos - transações com ativos financeiros, aquisições de ativos utilizados na produção de bens;

    c) Atividades de Financiamentos - emprestimos, pagamentos de dividendos.

  • Grupos de atividades que afetam as finanças:

    a) Atividades Operacionais - recebimento de uma venda, pagamento de fornecedores, pagamento de funcionários;

    b) Atividades de Investimentos - transações com ativos financeiros, aquisições de ativos utilizados na produção de bens;

    c) Atividades de Financiamentos - emprestimos, pagamentos de dividendos.


ID
871396
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A respeito dos conceitos e aplicações das operações de leasing e
derivativos financeiros, julgue os itens que se seguem.

O arrendamento mercantil será classificado como financeiro se houver transferência integral dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do bem objeto do negócio.

Alternativas
Comentários
  • Arrendamento Mercantil Financeiro = LEASING = transfere riscos e benefícios e no final tem a possibilidade de venda do bem por valor bem abaixo do mercado.
    Arrendamento Mercantil Operacional = um simples aluguel, não transfere riscos e benefícios, não possui cláusula de venda do bem no final do contrato.
  • Leasing Financeiro

    • Transmite substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade
    • Riscos e benefícios da utilização do bem permanecem com o Arrendatário

    Leasing Operacional

    • Não transmite substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade
    • Riscos e benefícios da utilização do bem arrendado permanecem com o Arrendador
    Riscos e Benefícios no Arrendamento Mercantil:

    Riscos:
    - Possibilidade de perdas devido à capacidade ociosa ou obsolescência tecnológica;
    - Obsolescência tecnológica e de variações no retorno em função de alterações nas condições econômicas.

    Benefícios:
    - Expectativa de funcionamento lucrativo durante a vida econômica do ativo;
    - Ganhos derivados de aumentos de valor ou de realização do valor residual.

    Fonte: http://www.cpc.org.br/pdf/CPC-06.pdf

  • 8.       Um arrendamento mercantil deve ser classificado como financeirose ele transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade. Um arrendamento mercantil deve ser classificado como operacionalse ele não transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade.
  • "Integral" é sinônimo de "substancial" para o Cespe? Você nunca sabe se a banca quer a literalidade dos conceitos trazidos pelas normas ou não. 

  • Certo, de acordo com o CPC 06 – Operações de Arrendamento Mercantil, “arrendamento mercantil financeiro é aquele em que há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo.”

    Bons estudos!
    Profª Camila Gomes

  • Gabarito: CERTO

     

    O Arrendamento mercantil (leasing), basicamente, pode ser de dois tipos: operacional e financeiro. A diferença entre um e outro reside principalmente no seguinte critério: o leasing transfere ou não os riscos e benefícios inerentes à propriedade.

     

    Se transferir, será classificado como leasing financeiro. Se não, como leasing operacional. O tema está prescrito no CPC 06, que dispõe sobre o arrendamento mercantil.

     

    BIZÚ:

     

    trasFere --> Financeiro

  • integral != substancial (considerável, grande parte)

    anyway, está desatualizada.

  • CPC 06

    Classificação de arrendamento (itens B53 a B58)

    62. O arrendamento é classificado como arrendamento financeiro se transferir substancialmente todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo subjacente.


ID
871399
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A respeito dos conceitos e aplicações das operações de leasing e
derivativos financeiros, julgue os itens que se seguem.

Independentemente do instrumento financeiro principal, um derivativo que esteja anexo ao instrumento financeiro, ainda que seja contratualmente transferível, será considerado um derivativo embutido.

Alternativas
Comentários
  • PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 38
     
    Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração

    Derivativos embutidos

     
    10      Derivativo embutido é um componente de instrumento híbrido (combinado) que também inclui um contrato principal não derivativo – em resultado disso, alguns dos fluxos de caixa do instrumento combinado variam de forma semelhante a um derivativo isolado. O derivativo embutido faz com que alguns ou todos os fluxos de caixa que de outra forma seriam exigidos pelo contrato sejam modificados de acordo com a taxa de juros especificada, preço de instrumento financeiro, preço de mercadoria, taxa de câmbio, índice de preços ou de taxas, avaliação ou índice de crédito, ou outra variável, desde que, no caso de variável não financeira a variável não seja específica de uma das partes do contrato. Um derivativo que esteja anexo a um instrumento financeiro, mas que seja contratualmente transferível independentemente desse instrumento, ou que tenha uma contraparte diferente desse instrumento, não é um derivativo embutido, mas um instrumento financeiro separado.

    O erro da questão está em dizer que ainda que seja contratualmente transferível, será considerado um derivativo embutido.
  • 4.3 Derivativo embutido 4.3.1 Derivativo embutido é um componente de contrato híbrido que inclui também um componente principal não derivativo, com o efeito de que parte dos fluxos de caixa do instrumento combinado varia de forma similar ao derivativo individual. O derivativo embutido faz com que a totalidade ou parte dos fluxos de caixa, que seria, de outro modo, exigido pelo contrato, seja modificada de acordo com determinada taxa de juros, preço de instrumento financeiro, preço de commodity, taxa de câmbio, índice de preços ou taxas, classificação ou índice de crédito ou outra variável, desde que, no caso de variável não financeira, essa variável não seja específica a uma das partes do contrato. O derivativo que esteja vinculado ao instrumento financeiro, mas que possa ser contratualmente transferido independentemente desse instrumento, ou que possua contraparte diferente, não é derivativo embutido, mas instrumento financeiro separado.


    CPC 48 - PAG 14



    CPC 38 - REVOGADO.


ID
871402
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação ao imposto sobre a renda para pessoas jurídicas (IRPJ),
ao imposto operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal
e de comunicação (ICMS), à contribuição social sobre o lucro
(CSLL) e às participações governamentais sobre a tributação,
julgue os próximos itens.

As empresas contribuintes do IRPJ tributadas com base no lucro real devem adicionar ao lucro líquido os custos, as despesas, os encargos e demais valores não dedutíveis, como multas fiscais pagas.

Alternativas
Comentários
  • Lucro real e o lucro tributavel = (art. 247 do RIR/1999) e o lucro liquido do periodo de apuracao ajustado pelas adicoes, exclusoes ou compensacoes prescritas ou autorizadas pela legislacao fiscal.

    Entre outros, serao adicionados ao lucro liquido:
    - os custos, despesas, encargos, perdas, provisoes, participacoes e quaisquer outros valores deduzidos na apuracao do lucro liquido que, de acordo com a legislacao tributaria, nao sejam dedutiveis na determinacao do lucro real (ex: resultados negativos de equivalencia patrimonial; custos e despesas nao dedutiveis)

    (Manual de instrucoes da DIPJ/2009, ficha 05A/19- despesas operacionais- PJ em geral) nao so dedutiveis como custo ou despesas operacionais as multas por infracoes fiscais, salvo as de natureza compensatoria e os impostos por infracoes de que nao resultem falta ou insuficiencia de pagamento de tributo.                  
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  • São despesas indedutíveis, logo devem ser adicionadas no cálculo do lucro real.

    Resposta: certo


ID
871405
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação ao imposto sobre a renda para pessoas jurídicas (IRPJ),
ao imposto operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal
e de comunicação (ICMS), à contribuição social sobre o lucro
(CSLL) e às participações governamentais sobre a tributação,
julgue os próximos itens.

Se determinadas despesas já tiverem sido consideradas na contabilidade da empresa, mas sua dedutibilidade, para fins de CSLL, só for ocorrer em períodos posteriores, a contrapartida dessa despesa contabilizada será uma conta de ativo que representa a referida contribuição.

Alternativas
Comentários
  • D - CSLL Pago por Estimativa (Ativo Circulante)
    C – Bancos Cta. Movimento (Ativo Circulante)

    D – Provisão para a CSLL (Conta de Resultado)
    C – CSLL a Pagar (Passivo Circulante)


    ---------

    Transferência da CSLL paga por estimativa á conta de CSLL a Pagar: 
    D – CSLL a Pagar (Passivo Circulante)
    C - CSLL Pago por Estimativa (Ativo Circulante)


    Se o montante pago a título de estimativa for superior ao devido, transfere-se somente o valor suficiente para “CSLL a Compensar” devidos ou se houver prejuízo fiscal, os saldos são transferidos para “CSLL a Compensar”.
  • Para quem não entende os comentários sem o gabarito e não tem acesso a resposta.

    Gaba: CERTO

     

    D - CSLL Pago por Estimativa (Ativo Circulante)
    C – Bancos Cta. Movimento (Ativo Circulante)

    D – Provisão para a CSLL (Conta de Resultado)
    C – CSLL a Pagar (Passivo Circulante)

    ---------

    Transferência da CSLL paga por estimativa á conta de CSLL a Pagar: 
    D – CSLL a Pagar (Passivo Circulante)
    C - CSLL Pago por Estimativa (Ativo Circulante)

    Se o montante pago a título de estimativa for superior ao devido, transfere-se somente o valor suficiente para “CSLL a Compensar” devidos ou se houver prejuízo fiscal, os saldos são transferidos para “CSLL a Compensar”.


ID
871408
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação ao imposto sobre a renda para pessoas jurídicas (IRPJ),
ao imposto operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal
e de comunicação (ICMS), à contribuição social sobre o lucro
(CSLL) e às participações governamentais sobre a tributação,
julgue os próximos itens.

Na tributação do IRPJ, um passivo fiscal diferido é o valor do tributo sobre o lucro a ser recuperado ou compensado em período futuro, relacionado às diferenças temporárias tributáveis.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    De acordo com a norma IBRACON NPC No 25:

    12.     Ativos Fiscais Diferidossão os valores do imposto de renda e da contribuição social a recuperar em períodos futuros com relação a:
    a)     diferenças temporárias dedutíveis;
    b)     compensação futura de prejuízos fiscais não utilizados.
  • O erro do item está em dizer que o passivo fiscal diferido é o valor do tributo sobre o lucro a ser recuperado ou compensado em período futuro. Na verdade, ele é um valor a ser pago em período futuro.


    Fonte: RESOLUÇÃO CFC Nº 1189/09
  • A questão pergunta sobre  passivo fiscal diferido  e não sobre ativo fiscal diferido.

    PASSIVO POR TRIBUTOS DIFERIDOS

    é o valor do tributo resultante da aplicação da alíquota do IR e CSLL

    sobre as diferenças temporárias existentes entre o lucro contábil e o

    lucro tributável que deve ser pago em períodos subsequentes.

    Dá para resumir pela expressão:

    LUCRO CONTÁBIL > LUCRO TRIBUTÁVEL ou LC > LT


    PASSIVO FISCAL DIFERIDO

    é o valor do tributo sobre o lucro devido em período futuro relacionado às

    diferenças temporárias tributáveis


    GABARITO: ERRADO





  • • O passivo fiscal diferido é o valor do imposto que será cobrado sobre o lucro em um futuro pré-determinado, de acordo com as diferenças temporárias tributáveis.

    • Já o ativo fiscal diferido abrange o valor do imposto que será cobrado de acordo com o lucro recuperável no futuro. Este tem relação com as diferenças temporárias dedutíveis e aborda também a compensação futura dos prejuízos e créditos fiscais que não tiverem sido utilizados.

    Para deixar claro, a tal diferença temporária no imposto diferido é a diferença entre o valor contábil de ativo ou passivo no balanço e sua base fiscal, que podem ser tributáveis ou dedutíveis.

    Fonte: https://www.suno.com.br/artigos/imposto-diferido/#:~:text=O%20passivo%20fiscal%20diferido%20%C3%A9,com%20as%20diferen%C3%A7as%20tempor%C3%A1rias%20tribut%C3%A1veis.&text=J%C3%A1%20o%20ativo%20fiscal%20diferido,o%20lucro%20recuper%C3%A1vel%20no%20futuro.


ID
871411
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação ao imposto sobre a renda para pessoas jurídicas (IRPJ),
ao imposto operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal
e de comunicação (ICMS), à contribuição social sobre o lucro
(CSLL) e às participações governamentais sobre a tributação,
julgue os próximos itens.

No caso de o valor do IRPJ retido na fonte ser superior ao imposto devido no período de apuração trimestral, a diferença poderá ser compensada com o imposto devido no período de apuração subsequente.

Alternativas
Comentários
  • Se o montante pago a título de estimativa for superior ao devido, transfere-se somente o valor suficiente para “IRPJ a Compensar” devidos.
     
    Exemplo:
     
    1) Transferência do IRPJ pago por estimativa á conta de IRPJ a Pagar:
     
    D – IRPJ a Pagar (Passivo Circulante)
    C - IRPJ Pago por Estimativa (Ativo Circulante)
  • Para quem não entende os comentários sem o gabarito e não tem acesso a resposta.

    Gaba: CERTO

     

    Se o montante pago a título de estimativa for superior ao devido, transfere-se somente o valor suficiente para “IRPJ a Compensar” devidos.
     
     

    Exemplo:
     

    1) Transferência do IRPJ pago por estimativa á conta de IRPJ a Pagar:
     
    D – IRPJ a Pagar (Passivo Circulante)
    C - IRPJ Pago por Estimativa (Ativo Circulante)

     

  • O IRPJ é calculado no LAIR

    Esse imposto incide sobre a forma de tributação adotada pela pessoa jurídica, ou seja, sobre o lucro real, presumido ou arbitrado. O imposto, em regra, é apurado trimestralmente, mediante a aplicação da alíquota de 15% sobre a base de cálculo correspondente, acrescido do adicional de 10% quando a base de cálculo do imposto ultrapassar a multiplicação do valor de R$ 20.000,00, pelo número de meses do período de apuração. 


ID
871414
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em relação ao imposto sobre a renda para pessoas jurídicas (IRPJ),
ao imposto operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal
e de comunicação (ICMS), à contribuição social sobre o lucro
(CSLL) e às participações governamentais sobre a tributação,
julgue os próximos itens.

O valor do ICMS devido pelas empresas é representado pela soma entre o imposto incidente sobre as vendas e o imposto pago na aquisição da mercadoria vendida.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Errado.

    ICMS a Pagar =      ICMS a Recolher       -         ICMS a Recuperar 
                             (destacado nas vendas)         (destacado nas compras)
    Logo, o correto seria: O valor do ICMS devido pelas empresas é representado pela subtração entre o imposto incidente sobre as vendas e o imposto pago na aquisição da mercadoria vendida. 
  • ICMS A RECOLHER

    (ICMS A RECUPERAR)

    --------------------------------------

    IMPOSTO DEVIDO

  • A mercadoria não precisa ser vendida, o imposto a recuperar é gerado no momento da aquisição das mercadorias.

  • Por um momento eu pensei em considerar essa questão CORRETA.

    ex: ICMS s/ compra (+500); ICMS s/ venda (-1000)

    500 SOMA+ (-1000) = -500

    Sim, seria uma viagem louca!

  • ERRADO

    Não é soma e sim subtração ;

    ICMS A RECUPERAR = ATIVO= NA COMPRA

    ICMS A RECOLHER = PASSIVO= NA VENDA

    ===============================================

    ICMS A RECUPERAR - ICMS A RECOLHER = ICMS DEVIDO

    E quando ;

    ICMS A RECUPERAR >ICMS A RECOLHER = ICMS a recuperar= crédito tributário=direito

    ICMS A RECUPERAR < ICMS A RECOLHER = ICMS a recolher= débito tributário=obrigação


ID
871417
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Tributário
Assuntos

Em relação ao imposto sobre a renda para pessoas jurídicas (IRPJ),
ao imposto operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal
e de comunicação (ICMS), à contribuição social sobre o lucro
(CSLL) e às participações governamentais sobre a tributação,
julgue os próximos itens.

No caso de um consumidor final do Amapá comprar, pela Internet, um bem produzido em São Paulo, o ICMS sobre essa compra será calculado pela alíquota interna se esse destinatário não for contribuinte do imposto.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Certo.
    CF, Art. 155 § 2º VII:
    Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado, adotar-se-á:
    a) a alíquota interestadual, quando o destinatário for contribuinte do imposto;
    b) a alíquota interna, quando o destinatário não for contribuinte dele;
  • Funciona assim:

    Destinatário é contribuinte => aplica-se a aliquota interestadual => a diferença entre a aliquota interna e a aliquota interestadual, chamado diferencial de aliquotas, fica para o estado do destinatário.

    Destinatário não é contribuinte => aplica-se a aliquota interna => o ICMS fica na origem, ou seja, no estado remetente.

  • Com intuito de complementar os cometários, subinho que à época da questão a matéria era regida de uma forma pela CRFB, tornando certa a questão. Atualmente, no entanto, não mais, vejamos o porquê:

    Com o advento da EC 87/2015, a matéria ficou assim regulamentada:

    VII - nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, adotar-se-á a alíquota interestadual e caberá ao Estado de localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015) (Produção de efeito)

    a) (revogada); (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

    b) (revogada); (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

    VIII - a responsabilidade pelo recolhimento do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual de que trata o inciso VII será atribuída: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015) (Produção de efeito)

    a) ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

    b) ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

  • QUESTÃO DESATUALIZADA!!!!!!!!

    GABARITO: ERRADO!

    Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre:

    II - operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993)

    § 2º O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte:

    VII - nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, ADOTAR-SE-Á ALÍQUOTA INTERESTADUAL e caberá ao Estado de localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual;   (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)    (Produção de efeito)

    a) (revogada);   (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

    b) (revogada);   (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

    VIII - a responsabilidade pelo recolhimento do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual de que trata o inciso VII será atribuída:   (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)      (Produção de efeito)

    a) ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto;  (Incluído pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

    b) ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto;   (Incluído pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

    Art. 99. Para efeito do disposto no inciso VII do § 2º do art. 155, no caso de operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte localizado em outro Estado, o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será partilhado entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção:   (Incluído pela Emenda Constitucional nº 87, de 2015)

    I - para o ano de 2015: 20% (vinte por cento) para o Estado de destino e 80% (oitenta por cento) para o Estado de origem;

    II - para o ano de 2016: 40% (quarenta por cento) para o Estado de destino e 60% (sessenta por cento) para o Estado de origem;

    III - para o ano de 2017: 60% (sessenta por cento) para o Estado de destino e 40% (quarenta por cento) para o Estado de origem;

    IV - para o ano de 2018: 80% (oitenta por cento) para o Estado de destino e 20% (vinte por cento) para o Estado de origem;

    V - a partir do ano de 2019: 100% (cem por cento) para o Estado de destino.

     

  • Se o destinatário é o contribuinte, aplica-se a alíquota interestadual, caso haja diferença entrre a alíquota interna e a interestadual, essa diferença será destinada para o Estado destinatário. Caso o destinatário não seja o contribuinte do imposto, a alíquota fica para o Estado de oringem.

     

     


ID
871420
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Considerando a legislação nacional acerca das contribuições de intervenção no domínio econômico, PIS e COFINS, julgue os itens subsequentes.

A CIDE-Combustíveis pode ser utilizada para reduzir o valor a pagar das contribuições do PIS e da COFINS.

Alternativas
Comentários
  • Errada - Copiada direto do site da Receita Federal.

    902 A Cide-Combustíveis pode ser utilizada para reduzir o valor a pagar da contribuição para a Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins?
    A partir de 1 o /05/2004, foram reduzidos a zero os limites de dedução da contribuição para a Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, a que se refere o art. 8 o da Lei n o 10.336, de 2001 (Decreto n o 5.060, de 2004).
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    ESCRITURAÇÃO: https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes?discipline_ids[]=35&examining_board_ids[]=2&subject_ids[]=15367


ID
871423
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Considerando a legislação nacional acerca das contribuições de intervenção no domínio econômico, PIS e COFINS, julgue os itens subsequentes.

As contribuições para o PIS/PASEP e COFINS incidem sobre a receita bruta das empresas, sobre a importação e sobre a folha de salários das empresas.

Alternativas
Comentários
  • Correta
    O PIS/Pasep tem como fatos geradores:

    1. o auferimento de receita pela pessoa jurídica de direito privado e as que lhe são equiparadas pela legislação do imposto de renda;
    2. a folha de salários das entidades relacionadas no art. 13 e das cooperativas que excluírem da receita qualquer dos itens enumerados no art. 15 da MP n º 2.158-35, de 2001, e
    3. as receitas correntes arrecadadas e as transferências correntes e de capital recebidas pelas pessoas jurídicas de direito público interno, exceto as fundações públicas.

    A Cofins tem como fato gerador o auferimento de receita pela pessoa jurídica de direito privado inclusive as a ela equiparadas pela legislação do imposto de renda (Lei Complementar n º 70, de 1991, art. 1 º ; Lei n º 9.715, de 1998, art. 2 º ; Lei n º 9.718, de 1998, art. 2 º ; Lei n º 10.637, de 2002, art. 1 o ; e Lei n º 10.833, de 2003, art. 1 o ).

  • Discordo do gabarito. PIS/PASEP-Importação e COFINS-Importação são tributos completamente distintos da PIS/PASEP e COFINS. Embora tenham nomes praticamente idênticos, estes últimos são contribuições sociais que incidem sobre o faturamento das empresas do mercado nacional e não sobre as importações. Já PIS/PASEP-Importação e COFINS-Importação são contribuições sociais de intervenção no domínio econômico, incidindo sobre as importações. Inclusive elas foram instituídas por leis diferentes.

  • Impostos e contribuições sobre que incidem sobre a Receita Bruta: ICMS, ISS, Cofins, PIS/Pasep.

    Fonte: Prof. Gilmar Possati

  • CF 88 - Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais:

    I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre:     (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício;     (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    b) a receita ou o faturamento;     (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    c) o lucro;     (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    II - do trabalhador e dos demais segurados da previdência social, podendo ser adotadas alíquotas progressivas de acordo com o valor do salário de contribuição, não incidindo contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo Regime Geral de Previdência Social;    (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 103, de 2019)

    III - sobre a receita de concursos de prognósticos.

    IV - do importador de bens ou serviços do exterior, ou de quem a lei a ele equiparar. 


ID
871426
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Considerando a legislação nacional acerca das contribuições de intervenção no domínio econômico, PIS e COFINS, julgue os itens subsequentes.

Integram a base de cálculo da COFINS as receitas não operacionais auferidas na venda de bens do ativo permanente.

Alternativas
Comentários
  • ERRADA

    A base de cálculo do PIS / COFINS é a receita bruta com as exclusões permitidas na legislação: vendas canceladas, descontos incondicionados, entre outros.

    O valor auferido com a venda de um ativo permanente não constitui receita para fins de inclusão de base de cálculo, sendo lançado na conta caixa ou banco, se a venda for à vista, no balanço patrimonial.
  • Errado

    Decreto 4.524

    Art. 22. 
    Para efeito de apuração da base de cálculo de que trata este capítulo, observado o disposto no art. 23, podem ser excluídos ou deduzidos da receita bruta, quando a tenham integrado, os valores (Lei nº 9.718, de 1998, art. 3º ):

    I - das vendas canceladas;

    II - dos descontos incondicionais concedidos;

    III - do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);

    IV - do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), quando destacado em nota fiscal e cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário;

    V - das reversões de provisões;

    VI - das recuperações de créditos baixados como perdas, limitados aos valores efetivamente baixados, que não representem ingresso de novas receitas;

    VII - dos resultados positivos da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e dos lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição, que tenham sido computados como receita, inclusive os derivados de empreendimento objeto de Sociedade em Conta de Participação (SCP); e

    VIII - das receitas decorrentes das vendas de bens do ativo permanente.

    § 1º Não se aplica a exclusão prevista no inciso V na hipótese de provisão que tenha sido deduzida da base de cálculo quando de sua constituição.

    § 2º Na hipótese de o valor das vendas canceladas superar o valor da receita bruta do mês, o saldo poderá ser compensado nos meses subseqüentes.

  • Questão está desatualizada!

    Receitas e despesas NÃO OPERACIONAIS não existem mais!

    Foram substituidas por OUTRAS RECEITAS e OUTRAS DESPESAS respectivamente.


ID
871429
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Tributário
Assuntos

Considerando a legislação nacional acerca das contribuições de intervenção no domínio econômico, PIS e COFINS, julgue os itens subsequentes.

O adquirente de álcool etílico combustível de procedência estrangeira é responsável solidário pelo pagamento da CIDE-Combustíveis, no caso de importação realizada por sua conta e ordem, por intermédio de pessoa jurídica importadora.

Alternativas
Comentários
  • CERTO


    Literal do decreto 6.759/2009 art. 301.
  • Comlementando o colega acima:

    Decreto nº 6.759/2009, Art. 301.
      É responsável solidário pela CIDE-Combustíveis o adquirente de mercadoria de procedência estrangeira, no caso de importação realizada por sua conta e ordem, por intermédio de pessoa jurídica importadora (Lei n o 10.336, de 2001, art. 11).
  • GABARITO: CERTO 

     

    LEI Nº 10336/2001 (INSTITUI CONTRIBUIÇÃO DE INTERVENÇÃO NO DOMÍNIO ECONÔMICO INCIDENTE SOBRE A IMPORTAÇÃO E A COMERCIALIZAÇÃO DE PETRÓLEO E SEUS DERIVADOS, GÁS NATURAL E SEUS DERIVADOS, E ÁLCOOL ETÍLICO COMBUSTÍVEL (CIDE), E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)

     

    ARTIGO 11. É responsável solidário pela Cide o adquirente de mercadoria de procedência estrangeira, no caso de importação realizada por sua conta e ordem, por intermédio de pessoa jurídica importadora.


ID
871432
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Considerando a legislação nacional acerca das contribuições de intervenção no domínio econômico, PIS e COFINS, julgue os itens subsequentes.

Os partidos políticos e os templos religiosos foram excluídos da lista de contribuintes do PIS/PASEP incidente sobre a folha de salários de seus empregados.

Alternativas
Comentários
  • As pessoas jurídicas imunes a impostos como os templos religiosos, partidos políticos, inclusive suas fundações, entidades sindicais dos trabalhadores, instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, que atendam os requisitos legais, não se sujeitam às contribuições na modalidade não-cumulativa. Tais entidades ficam sujeitas ao recolhimento da contribuição ao PIS, sobre a folha de pagamento.

    Cabe observar que as entidades relacionadas no art. 13 da Medida Provisória nº 2.158-35/2001, isentas do PIS e da COFINS, quando auferirem receitas não decorrentes de suas atividades próprias, estarão sujeitas à incidência não-cumulativa em relação a essas receitas.

    Resposta: Errada

  •  Decreto  4524

    Art. 9º São contribuintes do PIS/Pasep incidente sobre a folha de salários as seguintes entidades

      I - templos de qualquer culto;

      II - partidos políticos;


ID
871435
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TJ-AC
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Tributário
Assuntos

Considerando a legislação nacional acerca das contribuições de intervenção no domínio econômico, PIS e COFINS, julgue os itens subsequentes.

As hipóteses de incidência da COFINS não incluem o pagamento, efetuado a pessoa jurídica domiciliada no exterior, referente a contraprestação por serviço prestado a empresa nacional.

Alternativas
Comentários
  • Art. 1o Ficam instituídas a Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público incidente na Importação de Produtos Estrangeiros ou Serviços - PIS/PASEP-Importação e a Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior - COFINS-Importação, com base nos arts. 149, § 2o, inciso II, e 195, inciso IV, da Constituição Federal, observado o disposto no seu art. 195, § 6o.

            § 1o Os serviços a que se refere o caput deste artigo são os provenientes do exterior prestados por pessoa física ou pessoa jurídica residente ou domiciliada no exterior, nas seguintes hipóteses:

            I - executados no País; ou

            II - executados no exterior, cujo resultado se verifique no País.

  • Para quem não entende os comentários sem o gabarito e não tem acesso a resposta.

    Gaba: ERRADO

     

    Art. 1o Ficam instituídas a Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público incidente na Importação de Produtos Estrangeiros ou Serviços - PIS/PASEP-Importação e a Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior - COFINS-Importação, com base nos arts. 149, § 2o, inciso II, e 195, inciso IV, da Constituição Federal, observado o disposto no seu art. 195, § 6o. § 1o Os serviços a que se refere o caput deste artigo são os provenientes do exterior prestados por pessoa física ou pessoa jurídica residente ou domiciliada no exterior, nas seguintes hipóteses:        

     

    I - executados no País; ou       

     

    II - executados no exterior, cujo resultado se verifique no País.