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Prova INSTITUTO AOCP - 2019 - IBGE - Analista Censitário - Ciências Contábeis


ID
3063715
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

Em relação ao excerto “Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp”, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    B) a palavra “rápida” caracteriza “ligação” enquanto as palavras “longa”, “confusa” e “série” caracterizam “mensagens”. → vejo "série" como u substantivo central, e o termo "de mensagens" como uma locução adjetiva, caracterizando o substantivo "série".

    C) ele é irônico, pois o conteúdo que se pretende veicular possui o significado contrário daquilo que é posto. → correto, passa um sentido contrário daquele que quer dar a entender, marcando que as ligações é que são importantes e as mensagens do whatsapp são confusas e inúteis.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Ótimo texto! É tão bom fazer uma prova com uma texto que fala do nosso cotidiano!

  • É irônico porque diz ... "não deixe arruinar ISSO" (ISSO = ALGO RUIM - no texto).

    Por que eu iria querer uma coisa longa e confusa?

  • Não vi o sentido técnico da palavra ironia em nenhum lugar da questão, mas segue o baile.

  • Enfim, se o autor do texto fizer essa questão ele erra... A ironia está no fato de realmente as pessoas trocarem uma ligação por ser mais rápida por várias mensagens de zap.

  • comentário do arthur foi "10" kkkkkkk meu pai

  • GABARITO: LETRA C

  • A ironia está no fato de passarmos muito tempo e não querermos atenter ligações que por muito tempo foi o motivo de existência de um telefone.

  • A ironia está em dizer que as pessoas ao invés de atenderem as ligações que seriam rápidas preferem responder à uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp.

  • Putz, não vi a palavra ''´serie'' na B..está errada mesmo!

  • A - O VERBO NO IMPERATIVO DÁ IDEIA DE CONSELHO, ORDEM, DESEJO . ENTRETANTO, NÃO É O CASO.

    B - RÁPIDA CARACTERIZA LIGAÇÃO. LONGA, CONFUSA E MENSAGENS CARACTERIZAM SÉRIE.

    C - GABARITO

    D - O VERBO NO IMPERATIVO DÁ IDEIA DE CONSELHO, ORDEM, DESEJO . ENTRETANTO, NÃO É O CASO.

    E - SÉRIE É SUBSTANTIVO NO TRECHO DO ENUNCIADO. NO TRECHO DA ASSERTIVA, SÉRIE É ADJETIVO.


ID
3063718
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

De acordo com o texto, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    → a ligação telefônica está presente na vida das pessoas.

    → ela está presente, apesar de ser evitada, MAS ESTÁ SIM PRESENTE.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • "A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê?"

    Se no próprio texto diz que está presente, quem somos nós pra negar isso.

    Gab: D

  • Qual o erro da alternativa A? Alguém poderia ajudar?

  • Não, pra mim nenhuma resposta estava certa. O próprio texto já expõe que as ligações são evitadas. Se são evitadas e respondidas com texto, então não estariam 100% presentes hoje - como a resposta da D dá a entender.

  • Uma grande pegadinha essa alternativa A. Eu caí. Bem, a autora não seguiu o conselho de Hemingway, o texto a autora não começa com "a psicóloga Cristina Pérez", mas sim com "Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo".

  • uma questão bem capciosa... mas faz sentido.
  • Qual o erro da alternativa A? Alguém poderia ajudar?

  • mais uma questão porcaria da aocp... falou o texto todo que as ligações são evitadas por vários motivos.... complicado...

  • Essa banca é um lixo!

  • Gab: D

  • GABARITO: LETRA D

    A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.

  • MARIANE QUIMQUIM ... o erro, na verdade é que Hemingway não deu conselho algum. Veja " Hemingway dizia a si mesmo"

    Quem diz a si mesmo não está dando conselho, já que não está se reportando a outrem.

  • As questões de interpretação de texto da AOCP são as piores. Essa banca força demais!

  • "A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê?"

    Observe que a ligação faz parte do cotidiano das pessoas, ainda que ela sendo rejeitada por estas.

  • Primeira frase do texto: "Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp"

    Conselho de Hemingway: "Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: 'Escreva a frase mais verdadeira que você conhece'."

    A) a autora seguiu o conselho de Hemingway.

    Gabarito: D) a ligação telefônica está presente na vida das pessoas.

    Ok, né?


ID
3063721
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

No segundo parágrafo do texto, a informação entre travessões

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    → A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − 

    → ESPERAR, TOLERAR E EVITAR (ambas são ações gradativas que se excluem, uma exclui a outra);

    → a oração entre travessões é adjetiva explicativa (entre pontuação), logo explica e não restringe e nem completa nenhum termo.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Fui confiante achando que era a letra E. Alguém consegue explicar?

  • Não consegui entender o erro da alternativa C. Ficaria agradecida se alguém pudesse me informar. Por favor. Obrigada!

  • Não pode ser a letra ''E'' porque para se referir a esse termo explicativo, deveria vir entre vírgula, sintetizando um aposto.
  • Dizer que ESPERAR, TOLERAR E EVITAR 'poderia transmitir uma sequência lógica de exclusão nessa frase' é diferente de 'verbos que se excluem', mas vamos em frente. Tolerar não exclui esperar necessariamente.

  • Gabarito B.

    Letícia Lepaus,

    no meu raciocínio, a letra C está errada, pois, ao contrário do que se afirma no item, os verbos pedem complemento. Então, a frase no texto

    " A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal −..." ficaria assim:

    # Nós esperávamos com alegria a ligação telefônica (quem espera, espera por algo. Verbo Esperar transitivo direto);

    # Nós tolerávamos com resignção a ligação telefonica;

    # Nós nunca evitávamos com uma rejeição universal a ligação telefônica.

    Verbos esperar, tolerar e evitar transitivo direto tendo a expressão "a ligação" como objeto direto.

    Raciocinei assim.

    Abraços.

  • Fui na E pq achei a menos "errada", certamente, erraria essa questão se fizesse essa prova, a B passaria longe...

  • Ao meu ver, o que poderia justificar a resposta ser a letra B é o valor semântico das conjunções que acompanham os verbos.

  • não entendi a exclusão.

    Quem espera pode TOLERAR o que esperou

  • Não vejo de modo algum a letra B como correta.

    A letra E é mais plausível, tanto que a massa a assinalou.

    Triste com essa questão.

  • Respondi a letra (e), depois pude perceber o erro da alternativa ao ver o comentário da colega Adriana.

    " A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal −..." ficaria assim:

    # Nós esperávamos com alegria a ligação telefônica (quem espera, espera por algo. Verbo Esperar transitivo direto);

    # Nós tolerávamos com resignação a ligação telefônica;

    # Nós nunca evitávamos com uma rejeição universal a ligação telefônica.

    Verbos esperar, tolerar e evitar transitivo direto tendo a expressão "a ligação" como objeto direto.

    Ou seja, esperávamos a ligação, tolerávamos a ligação, evitávamos a ligação...

    Não completa o sentido do termo "a ligação telefônica", acontece o contrário.

    Entendi desta forma.

  • Muito subjetiva essa assertiva presente na letra b.

  • Em 21/11/19 às 13:37, você respondeu a opção E.

    Você errou!

    Você errou!Em 04/10/19 às 18:23, você respondeu a opção E.

    Você errou!

  • A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê?

    A) descreve três atitudes negativas em relação à ligação telefônica. ERRADA. As atitudes não foram descritas negativamente pelo autor do texto.

    B) é constituída por três ações que se excluem mutuamente. CORRETA, pode ser percebida pela conjunção "ou" utilizada com o sentido de alternatividade.

    C) é constituída por verbos que não requerem um complemento. ERRADO, os verbos esperar, tolerar e evitar requerer complemento, pois quem espera, espera algo/alguém, da mesma forma com os demais verbos.

    D) restringe o sentido do termo “ligação telefônica”. ERRADO, visto que trata-se de uma oração subordinada adjetiva explicativa, exercendo a função de explicar, tornar mais claro o sentido da oração principal o sentido de ligação telefônica. Costumam ser postas entre vírgulas/travessões.

    E) completa o sentido do termo “ligação telefônica”. ERRADA. A oração não está exercendo função de complemento nominal. Orações completivas nominais podem ser substituídas por "isso", "nisso". Ex. Tínhamos certeza de que você estava doente. Tínhamos certeza "disso", "de que você estava doente é o complemento nominal.

  •  Não consigo enxergar a letra B como a correta. No trecho "esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal", eu concordo que somente as duas primeiras ações se excluem. Poderíamos esperar com alegria OU tolerar com resignação. Poderíamos, ainda, esperar com alegria e não evitar com uma rejeição universal ou tolerar com resignação e não evitar com uma rejeição universal.

  • Os 3 verbos da C são VTI, logo, não necessariamente precisam de complemento. Uso do travessão: macete é PVD; pode-se substituí-lo por parenteses, virgula ou dois-pontos.

  • Cuidado!

    São VTD e o complemento está ali : " ligação telefônica". 

     

    Esperávamos/tolerávamos/evitávamos o que? a ligação telefônica.

  • Esperávamos com alegria OU tolerávamos com resignação. Só vejo duas ações que se excluem mutuamente.

    Agora se a banca acrescentou o "evitávamos" ficam 3. De qualquer forma não concordo, mas na hora da prova se aparecer algo similar eu já fico sabendo como a AOCP trabalha.

  • Gabarito: B.

    Não é possível realizar as três ações ao mesmo tempo!

  • Para a letra B ser a resposta temos que fazer manobra mental muito grande, pois não vejo nenhum motivo para ela ser.

  • Esperávamos com alegria VS. tolerávamos com resignação VS. mas (conj. adversativa) nunca evitávamos com uma rejeição universal.

    As duas primeiras são mutuamente exclusivas e, junto a segunda que é iniciada por uma conjunção adversativa, tornam ambas contrastantes.

  • COM TRAVESSÃO* -> Explicativa

    SEM TRAVESSÃO* -> Restritiva

    *No caso, foi usado o travessão que é também usado para substituir a vírgula ou os parênteses em orações intercaladas ou no destaque de alguma parte da frase.

  • Galera, marca a questão pra solicitar o comentário do professor! Alternativa confusa...

  • Por que a letra C está incorreta??

    Pois no contexto em que está inserido os verbos "Esperar", "Tolerar" e "Evitar" estão intransitivos com apenas um adjunto adverbial, respectivamente "Com alegria", "Com resignação" e "Com uma rejeição universal".

    Sei não viu...


ID
3063724
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

Assinale a alternativa que apresenta a reescrita adequada, sintática e semanticamente, para o seguinte excerto: “O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.”.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    A) O paradoxo do grande vício do século consecutivo é estarmos presos ao celular, mas termos fobia das ligações telefônicas. → "consecutivo" equivale ao próximo século, é o século que vivemos no momento (XXI).

    B) A incoerência do grande vício do século consecutivo é estarmos presos ao celular, mas ficarmos doentes sem as ligações telefônicas. → incorreto, visto que não queremos saber de ligações, ficar sem elas é o que as pessoas querem.

    C) No século XXI, é contraditório estar preso ao celular por ter medo das ligações telefônicas. → temos uma ideia original de adversidade e não causa, motivo.

    D) Temos medo das ligações telefônicas porque estamos presos ao celular; esse é o paradoxo do grande vício do século XXI. → novamente a conjunção subordinativa "porque" expressa uma relação de causa e não é o que queremos.

    E) Estarmos presos ao celular, mas termos fobia das ligações telefônicas é a incoerência do grande vício do século vigente. → correto, ideia de adversidade, sentido adequado e apresentação correta do século vigente (o que estamos vivendo → século 21).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • SINÔNIMO DE PARADOXO =  INCOERÊNCIA .

  • Erro da A= século consecutivo;

    Acerto da E = século vigente (atual).

  • A resposta correta é a E, mas ela vem cheia de erros de ortografia e de pontuação.

    Traduzindo: Estarmos (Estamos) presos ao celular, mas termos fobia das ligações telefônicas.(ponto) É a incoerência do grande vício do século vigente.

  • Complicado quando a alternativa que deveria apresentar a reescrita adequada, sintática e semanticamente, contém erros.

    Não respondi a alternativa "E" devido vocábulo "Estarmos" e a ausência do ponto que deveria separar as orações.

    Ossada

  • GABARITO: LETRA E

    A) O paradoxo do grande vício do século consecutivo é estarmos presos ao celular, mas termos fobia das ligações telefônicas. → "consecutivo" equivale ao próximo século, é o século que vivemos no momento (XXI).

    B) A incoerência do grande vício do século consecutivo é estarmos presos ao celular, mas ficarmos doentes sem as ligações telefônicas. → incorreto, visto que não queremos saber de ligações, ficar sem elas é o que as pessoas querem.

    C) No século XXI, é contraditório estar preso ao celular por ter medo das ligações telefônicas. → temos uma ideia original de adversidade e não causa, motivo.

    D) Temos medo das ligações telefônicas porque estamos presos ao celular; esse é o paradoxo do grande vício do século XXI. → novamente a conjunção subordinativa "porque" expressa uma relação de causa e não é o que queremos.

    E) Estarmos presos ao celular, mas termos fobia das ligações telefônicas é a incoerência do grande vício do século vigente. → correto, ideia de adversidade, sentido adequado e apresentação correta do século vigente (o que estamos vivendo → século 21).

  • Prezados, gabarito letra E. Porém, vejamos com atenção uma coisa:

    E) Estarmos presos ao celular, mas termos fobia das ligações telefônicas é a incoerência do grande vício do século vigente.

    Essa vírgula não deveria estar sozinha ali. Obrigatoriamente deveríam ter colocado essa oração adversativa com duas vírgulas, pois ela está deslocada de sua posição original. Vejam:

    E) Estarmos presos ao celular, mas termos fobia das ligações telefônicas, é a incoerência do grande vício do século vigente.

    Questão passível de anulação.

    BONS ESTUDOS.

  • Oss predicativa + O s adv concessiva

    alternativa D: o s adv concessiva (mas) + Oss predicativa

  • A pontuação da última alternativa a torna incorreta.

    UMA DAS FUNÇÕES DA VÍRGULA É ISOLAR ORAÇÃO COORDENADA/SUBORDINADA INTERCALADA.


ID
3063727
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque NÃO indica circunstância de tempo, NÃO sendo, portanto, um adjunto adverbial de tempo ou uma oração subordinada adverbial temporal.

Alternativas
Comentários
  • Ok, mas "de antemão" não significa "antecipadamente"? Adjunto adverbial de modo?

  • Meu raciocínio foi igual ao do Carlos Filipe.

  • Carlos Felipe

    Saber de antemão qual será a duração do telefonema

    Saber antecipadamente qual será a duração do telefonema -> ideia de saber antes -> temporal

  • "De Antemão" é o mesmo que "Antes", ou seja, Advérbio Temporal. Só para constar para os que não sabiam a função sintática do termo "do século XXI", bastava observar que ele não está especificando um verbo, e sim um substantivo: "vício". Logo, não poderia de forma alguma ser advérbio.

    Gab: A

  • todas dão ideia de ação! menos a alternativa A

  • Fui sem freio na letra D kkkk

  • Fui na letra D cheio de prepotência.

  • Cadê o mizera do Arthur?

  • Questões como essa reforçam que preciso estudar mais Português, oh matéria dos infernos!

  • Na alternativa A temos um adjunto adnominal. A expressão sublinhada determina/especifica o "grande vício", que é, obviamente, um nome, não um verbo. "Século XXI" apenas compõe o sujeito da oração.

  • Resposta: alternativa a

     

    "O paradoxo do grande vício do século XXI" --> de o século XXI --> artigo antes de um nome faz com que este seja um substantivo, logo, não é advérbio.

  • Vício do=de+o século 

    O século=substantivo

  • Também fui sem freio na letra D igual a @J. Alves

  • Alguns comentários falando que do século XXI é adjunto adnominal.

    Não seria complemento nominal?

  • Foco!

    Obrigado Deus!

  • SD Farias, boa análise! se há o artigo ''o'', então ''século'' é substantivo!

  • Gabarito: A

    "século XXI" tem função de complemento nominal, e não de adjunto adnominal, como alguns comentários sugeriram. Vejamos:

    Esquema baseado nas aulas da professora Flávia Rita para diferenciar Adjunto Adnominal de Complemento Nominal.

      

     

    1ª pergunta: Há preposição?

     

    - NÃO: Adjunto Adnominal (pensar que está junto ao nome, sem preposição). Ex: O juízo final está próximo.         

     

     

    - SIM. Então temos que fazer uma 2ª pergunta: Qual a classe do antecedente?

     

    1) AdjetivoComplemento Nominal. Ex: Ela é capaz de sonhar.

     

    2) AdvérbioComplemento Nominal. Ex: Ela chegou anteriormente ao pedido.

     

    3) Substantivo concretoAdjunto Adnominal. Ex: O país do futebol está doente.

     

    4) Substantivo abstrato (SAQUE - Sentimento, Ação, QUalidade, Estado): 

     

      4.1) acompanhado de palavra com função de agente: Adjunto Adnominal. Ex: Amor de mãe é bom. (a mãe ama - agente)

      4.2) acompanhado de palavra com função de paciente: Complemento Nominal. Ex: Amor à mãe é bom. (a mãe é amada - paciente)  

     

     

     

    Resolvendo a questão:

    O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular

    "vício": substantivo abstrato

    "do século XXI": o século XXI é viciado pelo celular => função de paciente => COMPLEMENTO NOMINAL

  • antemão não seria um adjunto adverbial de modo? " saber como? de antemão" ?

  • Acertei achando que século 21 era sujeito. kkkkkkkkkk

  • Letra A

    Percebe-se que o enunciado nos indica duas coisas: excluir os advérbios temporais e as orações subordinadas temporais, portanto, devemos escolher a alternativa que não tenha nem advérbio temporal nem oração subordinada adverbial temporal.

    Nesse sentido, a alternativa em que não há oração subordinada adverbial temporal e nem advérbio temporal é a letra A.

    A - O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular => aqui não há oração subordinada adverbial temporal e muito menos o "século XXI" é um advérbio de tempo, embora seu sentido seja temporal. Aqui o examinador quis confundir o candidato.

    D - “[...] saber de antemão qual será a duração do telefonema => De antemão é um advérbio de tempo que significa antecipadamente ou previamente.

  • Além de podermos classificar o termo "século XXI" como Complemento Nominal, podemos Trocar toda a segunda oração por "ISSO", teríamos a seguinte construção:

    "(...) O paradoxo do grande vício do século XXI é ( isso).

    teríamos uma Oração subordinada Substantiva predicativa ( É SERIA VERBO DE LIGAÇÃO)

    Isso É o paradoxo do grande vício do século XXI.

    A questão pede para marcar a que alternativa em que não haja adj. adv. de tempo e também pede para que a oração não seja subordinada Substantiva Adverbial.

  • Além de podermos classificar o termo "século XXI" como Complemento Nominal, podemos Trocar toda a segunda oração por "ISSO", teríamos a seguinte construção:

    "(...) O paradoxo do grande vício do século XXI é ( isso).

    teríamos uma Oração subordinada Substantiva predicativa ( É SERIA VERBO DE LIGAÇÃO)

    Isso É o paradoxo do grande vício do século XXI.

    A questão pede para marcar a que alternativa em que não haja adj. adv. de tempo e também pede para que a oração não seja subordinada Substantiva Adverbial.

  • B- ao receber uma ligação (temporal)

    C- agora (temporal)

    D-Entendo que antemão quer dizer antecipadamente, ou seja advérbio temporal.

    E- Hoje (temporal)

    gabarito- A

  • O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular [...]”.

    Primeiramente, identificar que o sujeito da frase é : O paradoxo do grande vício do século XXI. e só depois dele vem o verbo ''é''

    analisando a palavra sublinhada século XXI temos ela como um COMPLEMENTO NOMINAL.

    complemento nominal completa substantivos abstratos (vício), e vem seguido de preposição, (do século). essas são as 2 diferenças entre adjunto adnominal e complemento nominal.

    ja o adj adverbial, tem q caracterizar o verbo*

  • Perfeita análise Camila Coviello
  • advérbio é uma classe gramatical invariável

    circunstância temporal ( bastante, mais)

    advérbio é ligado ao verbo, já a locuções adverbiais vem com um grupo de vocábulo exemplo com

  • a) " ... vício do século XXI ..."

     

    O sintagma "do século XXI" está especificando o termo "vício". Não é qualquer vício, é especificamente o vício do século XXI. Logo, trata-se de um adjunto adnominal. Além do mais, trata-se de um termo preposicionado que modifica a ideia de um substantivo, com valor agente.

     

  • DO = (prep + artigo) Artigo indica presença de substantivo, logo, século XXI é substantivo

  • LETRA A

    É um ADJUNTO ADNOMINAL.

    Adjunto adnominal:

    -Pode ser preposicionado ou não.

    -Faz referência ao substantivo abstrato ou ao substantivo concreto.

    -É agente.

    Fonte: Prof: Elias Santana, Gran cursos.

  • Peçam comentários do professor. Existe grande dúvida em relação à função do sintagma do século XXI no gabarito. Caso realmente se trate de complemento nominal, então o comentário mais curtido está errado e precisa de notificação.

  • É Complemento Nominal

    -Vício deriva do verbo Viciar -> Subs. abstrato

    -Do século XXI é o agente passivo, o século não pratica o vício, por isso não tem como ser AA

  • O fato de ser adjunto adnominal não torna a alternativa incorreta, pois a questão fala "Assinale a alternativa em que a expressão em destaque NÃO indica circunstância de tempo, NÃO sendo, portanto, um adjunto adverbial de tempo ou uma oração subordinada adverbial temporal";

    OK, NÃO é adj adverbial de tempo, nem oração subordinada adverbial, mas indica circunstância de tempo SIM. Não é o fato dela não ter essas duas classificações que faz com que ela não tenha circunstância temporal.

  • "De antemão" é advérbio que de quê????

  • há somente o complemento nominal "do século XXI", que qualifica "vício", portanto é a correta. Em B, há oração subordinada adverbial temporal, iniciada por "quando...". Em C há "nesse momento", adjunto adverbial de tempo. Em D e E idem, pois "de antemão" e "hoje" são adjuntos adverbiais de tempo. Espero ter ajudado. At.te, prof. Miguel Augusto Ribeiro. 

  • Muito boa essa questão! Ela é muito didática e faz o cara entender muito bem o conceito da matéria advérbio e tudo mais.

  • A - CERTO - "século XII" se refere à vício, que é substantivo. Logo, trata-se de adjunto adnominal.

    B - ERRADO - "quando recebemos uma ligação" é uma oração iniciada com conjunção temporal. Logo, trata-se de adjunto adverbial.

    C - ERRADO - " nesse momento" se refere a "falar", que é verbo. Logo, trata-se de adjunto adverbial.

    D - ERRADO - "de antemão se refere a "saber", que é verbo. Logo, trata-se de adjunto adverbial.

    E - ERRADO - "hoje.” se refere a "comunicar", que é verbo. Logo, trata-se de adjunto adverbial.

    ______________

    ADJUNTO ADVERBIAL X ADJUNTO ADNOMINAL

    ADJUNTO ADVERBIAL

    # VERBO

    # ADJETIVO

    # ADVÉRBIO

    ADJUNTO ADNOMINAL

    # SUBSTANTIVO

    # ARTIGO

    # NUMERAL

    # PRONOME

    # ADJETIVO

    # LOCUÇÃO ADJETIVA

    OBS.:ADJUNTO ADVERBIAL NUNCA SE REFERE A SUBSTANTIVO

  • O vício pertence ao século XXI --- adjunto adnominal - Letra A

  • fui tanta sede na D kkskjsksksjsksjk

  • Fui com tanta certeza na D :/


ID
3063730
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

Qual é a relação de sentido estabelecida no excerto “Não posso falar, é melhor me escrever”?

Alternativas
Comentários
  • "É melhor me escrever porque não posso falar".

    B

  • GABARITO: LETRA B

    “Não posso falar, é melhor me escrever”

    → O FATO DE... FAZ QUE: O FATO DE (CAUSA) não poder falar FAZ QUE (CONSEQUÊNCIA) seja melhor que você me escreva.

    → SUBSTITUIÇÃO POR CONJUNÇÃO: JÁ QUE não posso falar... (conjunção subordinativa causal, expressando a causa).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • “Não posso falar, é melhor me escrever”

    EM RAZÃO DISSO

    POR CAUSA DISSO

  • Causalidade, "COMO não posso falar, é melhor escrever." COMO antecipado expressa sentido de Causa.

  • GABARITO B.

    É melhor escrever porque não posso falar. - Estabelece uma relação de causalidade.

  • Não posso falar, é melhor me escrever ! ideia de explicação! porque, pois é melhor escrever. letra b

  • "Não posso falar, POR CAUSA DISSO, é melhor me escrever."

    "Não posso falar, POR ESSE MOTIVO, é melhor me escrever."

    "Não posso falar, POR ISSO, é melhor me escrever."

  • Usando o raciocínio lógico: JÁ QUE NÃO POSSO FALAR, ENTÃO É MELHOR ME ESCREVER. Causa e consequência. Letra B tem causa.

  • GAB B

    IDEIA DE CAUSALIDADE

    JÁ QUE, VISTO QUE, PORQUE

  • Já que não posso falar, é melhor me escrever


ID
3063733
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

Em “[...] esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal.”,

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    → Em “[...] esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal.”,

    A) há uma relação de oposição entre esperar com alegria e tolerar com resignação. → relação de alternância, marcada pela conjunção coordenativa alternativa "ou".

    B) a acentuação de “esperávamos”, “tolerávamos” e “evitávamos” se deve ao fato de serem verbos. → incorreto, são proparoxítonas.

    C) não é possível identificar os sujeitos dos verbos presentes no excerto. → incorreto, o sujeito é oculto, marcado pelo uso da 1ª pessoa do plural "nós", referindo-se ao autor e ao leitor, logo é possível identificar.

    D) todos os verbos apresentam o mesmo sujeito e estão no mesmo modo. → correto, sujeito oculto "nós" e verbos no pretérito imperfeito do indicativo.

    E) o uso da vírgula é facultativo. → uso da vírgula obrigatório, separando uma oração coordenada sindética adversativa marcada pela conjunção "mas".

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Sujeitos desinenciais, ou ocultos: "nós";

    Verbos estão na Primeira Pessoa do Plural do Tempo Pretérito Imperfeito do Modo Indicativo.

    Gab: D

  • D) mesmo sujeito NÓS, MODO - PRETÉRITO.

  • A) não há oposição , pois o conectivo empregado possibilita uma das duas possibilidades.

    B) proparoxítonas. Todas são acentuadas.

    C) características do sujeito oculto;

    Possível identificação pelo contexto

    Ou pela terminação verbal.

    D) facilmente percebemos que o sujeito das formas verbais é o mesmo.

    E) vírgula antes de oração coordenada adversativa com mas= obrigatória.

    Dúvidas equivocos? Mande msg.

    Sucesso, bons estudos, não desista!

  • Acertei.

    Mas penso ser esse "mas" ADITIVO e não adversativo. Se fosse adversativo com certeza a vírgula seria deveras obrigatória.

    O texto "esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação" e "nunca evitávamos com uma rejeição universal", a meu ver, não se contradiz, é só um adicional.

    Ora, se alguém espera com alegria uma ligação, é claro que ela não vai rejeitar.

    Concordam?

  • Arthu Carvalho : continue fazendo seus comentários ajuda pacas kkk

  • Arthu Carvalho : continue fazendo seus comentários ajuda pacas kkk

  • sujeito oculto nós

  • GABARITO: LETRA D

    → Em “[...] esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal.”,

    A) há uma relação de oposição entre esperar com alegria e tolerar com resignação. → relação de alternância, marcada pela conjunção coordenativa alternativa "ou".

    B) a acentuação de “esperávamos”, “tolerávamos” e “evitávamos” se deve ao fato de serem verbos. → incorreto, são proparoxítonas.

    C) não é possível identificar os sujeitos dos verbos presentes no excerto. → incorreto, o sujeito é oculto, marcado pelo uso da 1ª pessoa do plural "nós", referindo-se ao autor e ao leitor, logo é possível identificar.

    D) todos os verbos apresentam o mesmo sujeito e estão no mesmo modo. → correto, sujeito oculto "nós" e verbos no pretérito imperfeito do indicativo.

    E) o uso da vírgula é facultativo. → uso da vírgula obrigatório, separando uma oração coordenada sindética adversativa marcada pela conjunção "mas".

  • (nós) esperávamos(PII) com alegria ou (nós )tolerávamos(PII) com resignação, mas nunca(nós) evitávamos (PII)com uma rejeição( e isso não seria um verbo?) universal.”,

  • (D) todos os verbos apresentam o mesmo sujeito e estão no mesmo modo.

    Sujeito: Nós

  • DUPLO GABARITO. BANCA FRAUDULENTA. EXAMINADOR ANALFABETO FUNCIONAL

    Parafraseando a interpretação do gabarito da Q1021238, uma questão da mesma prova, temos que essa mesma frase é constituída por três ações que se excluem mutuamente; agora, no entanto, é considerada errada a alternativa que diz que há uma relação de oposição entre esperar com alegria e tolerar com resignação. Ora, p*. Repito o que disse na Q976066: o dono da AOCP deveria ser PRESO.

  • GAB-D

    Nós esperávamos com alegria ou nós tolerávamos com resignação, mas nós nunca evitávamos com uma rejeição universal.

    Trata-se de Sujeito Oculto

  • ⚖~Matheus Oliveira~☕☠♪♫ e Arthu Carvalho o meu muito obrigado.

  • A) Não é traz a ideia de oposição pois o conectivo dá a ideia de alternância ( ou isso ou aquilo )

    B) acentuação se dá ao fato de todas as palavras serem proparoxítonas e que todas as proparoxítonas são acentuadas.

    C) sujeito oculto "nós"

    D) CERTO. Todos os verbos têm o mesmo sujeito ( sujeito oculto "nós") e estão no pretérito imperfeito ( caracterizado por "VA - IA") ---> Nós cantáVAmos.

    E) virgula está separando uma oração subordinada substantiva adversativa iniciada pela conjunção adversativa "mas". portanto virgula obrigatória

  • a vírgula é obrigatória para que se separe orações coordenadas com ou sem síndetos/conjunções.

  • Estão no modo indicativo, pretérito imperfeito. D
  • Para responder a esta questão, exige-se conhecimento em análise sintática. O candidato deve indicar a veracidade de cada assertiva levando em consideração a frase abaixo. Vejamos:

    Em “[...] esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal.”,

    a) Incorreta.

    A conjunção “ou” estabelece sentido de alternância, e não de oposição.

    b) Incorreta.

    A acentuação de “esperávamos”, “tolerávamos” e “evitávamos” se deve ao fato de serem proparoxítonas, isto é, terem a antepenúltima sílaba mais forte.

    c) Incorreta

    O sujeito é identificável pela conjugação dos verbos que estão na primeira pessoa do plural..

    d) Correta.

    Os verbos estão na primeira pessoa do plural do pretérito imperfeito do indicativo e possui como sujeito “nós” que é identificável pela conjugação do verbo.

    e) Incorreta.

    A vírgula é obrigatória por conta de ter uma conjunção adversativa “mas”.

    Gabarito: D


ID
3063736
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

É um sinônimo da palavra “ligação” o vocábulo

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    → sinônimo (significado semelhante):

    → "LIGAÇÃO" → equivale ao substantivo "telefonema".

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • O telefone e Celular são aparelhos que fazem o telefonema. Ou seja, pela lógica, se um estaria certo o outro também estaria, logo estão os dois Falsos

  • GABARITO: LETRA C

    No texto temos a frase: Recebemos um telefonema?

    que corresponde a: Recebemos uma ligação?

    Só pra constar @Rômulo Sufi não pode ser a letra "B telefone", porque essa palavra não é citada "no texto".

  • Como se vê, para responder as questões hoje, não se deve voltar apenas para o enunciado mas também ao texto. Como que a palavra foi empregada no texto. No último parágrafo temos a resposta da questão. É possível ver como o autora emprega a palavra.

    A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

  • Sobre o comentário da Mariana...

    Realmente, deve-se sim voltar ao texto muita das vezes, porém, muitas questões contêm textos enormes para se perguntar algo bem genérico, ou seja, o texto mesmo foi só para encher linguiça.

    Por isso seria bom que a banca deixasse claro se é de acordo com o texto, pois se assim não for, admite-se a hipótese de não ser de acordo com o texto.

    Letra C.

  • Áudio de Whatsapp é boa!

  • GABARITO: LETRA C

    Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.


ID
3063739
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

A repetição de “esperamos”, em “Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: [...]”,

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    → “Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: [...]”

    → indica que não é atendido o telefonema, depois de esperar muito é que se resolve escrever uma mensagem, deixando o telefonema de lado.

    → ou seja, marca um tempo considerável.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? - Eu toda kkkkkk

  • GABARITO: A

    Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”.

    ÀS VEZES, ESSE TEMPO CONSIDERÁVEL DE ESPERA, PODE DURAR SEMANAS! :/

    RS

  • Por que a letra C está errada?

  • O que é um tempo considerável para a AOCP?

    Para a banca AOCP "esperar", "esperar" da idéia de tempo definido. kkkk

    Na minha opinião cabe recurso com relação a letra C.

    Vivendo e aprendendo.

  • É necessário ler o texto. Quem não leu tá brigando com a banca. O texto fala que as pessoas têm fobia de ligação, quando recebem ligação não atendem, esperam um tempo e mandam wtzp dizendo que prefere que mande msg. GAB A

  • Leiam o texto antes de discordarem...não tem nada de errado na letra A...

    Caso tenha ficado com dúvida, era só ler o texto todo que ficaria mais compreensível essa ideia de ''tempo''


ID
3063742
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I


O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?


Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp

SILVIA LÓPEZ


     Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

     A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta. 

Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019

Assinale a alternativa que apresenta a reescrita adequada, sintática e semanticamente, para o seguinte excerto: “ [...] ‘Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever’.”.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    A) Você ligou-me? Não posso falar, é melhor eu escrever. → o correto seria: você me ligou.

    B) Ligastes para mim? Não posso falar, escreve a mim que és melhor. → incoerência no uso das pessoas verbais (ligastes → vós); escreve (tu). O correto seria: → Escreveis (imperativo afirmativo → escrevei VÓS).

    C) Me ligou? Não posso falar, escrever é melhor para mim. → regra primordial de colocação pronominal: não se inicia oração com pronome.

    D) Você ligou para mim? Não posso falar, é melhor que me escreva. → tudo correto.

    E) Me ligou? Não posso falar, me escreve que é melhor. → pronome iniciando a oração.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Na letra 'A', mais um ponto para excluir a opção é a mudança do sujeito de 'escrever'. Quem escreve é o outro.

  • alguém pode explicar o emprego do "mim" ??

  • @LUCAS, O MIM É UM PRONOME OBLÍQUO TÔNICO, CONSEQUENTEMENTE ELE É SOLICITADO POR PREPOSIÇÃO.

    ESPERO TER AJUDADO.

    DEUS ABENÇOE.

  • a) erro da alternativa: não sou eu quem deve escrever, mas a pessoa que ligou.

    c) e e) erro da alternativa: não se começa período, frase, com pronome. O certo: Ligou-me

    Gabarito: letra d)

    IMPORTANTE: Letra b), em minha humilde opinião, do Arthur, não está explicada corretamente:

    --> Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever (esse é o trecho real) Em que, sim, o sujeito do verbo escrever é "você", mas, na letra B, esse sujeito muda.

    -> Ligastes para mim? Não posso falar, escreve que (o que ou quem é melhor? escrever é melhor. Logo, o pronome "que" retoma uma oração. Se o sujeito é uma oração, o verbo fica na terceira pessoa do singular.) mim que és melhor.

  • E é o que mais utilizamos na linguagem coloquial " me ligou?"

    A pessoa sem estudar colocação pronominal se passa legal, ai entra a frase que minha vó falava: o costume do cachimbo deixa a boca torta...

  • o "que" atrai o "me"

  • GABARITO: LETRA D

    A) Você ligou-me? Não posso falar, é melhor eu escrever. → o correto seria: você me ligou.

    B) Ligastes para mim? Não posso falar, escreve a mim que és melhor. → incoerência no uso das pessoas verbais (ligastes → vós); escreve (tu). O correto seria: → Escreveis (imperativo afirmativo → escrevei VÓS).

    C) Me ligou? Não posso falar, escrever é melhor para mim. → regra primordial de colocação pronominal: não se inicia oração com pronome.

    D) Você ligou para mim? Não posso falar, é melhor que me escreva. → tudo correto.

    E) Me ligou? Não posso falar, me escreve que é melhor. → pronome iniciando a oração.

  • GABARITO: LETRA D

    ACRESCENTANDO:

    Próclise (antes do verbo): A pessoa não se feriu.

    Ênclise (depois do verbo): A pessoa feriu-se.

    Mesóclise (no meio do verbo): A pessoa ferir-se-á.

    Próclise é a colocação do pronome oblíquo átono antes do verbo (PRO = antes)

    Palavras que atraem o pronome (obrigam próclise):

    -Palavras de sentido negativo: Você NEM se preocupou.

    -Advérbios: AQUI se lava roupa.

    -Pronomes indefinidos: ALGUÉM me telefonou.

    -Pronomes interrogativos: QUE me falta acontecer?

    -Pronomes relativos: A pessoa QUE te falou isso.

    -Pronomes demonstrativos neutros: ISSO o comoveu demais.

    -Conjunções subordinativas: Chamava pelos nomes, CONFORME se lembrava.

     

    **NÃO SE INICIA FRASE COM PRÓCLISE!!!  “Me dê uma carona” = tá errado!!!

     

    Mesóclise, embora não seja muito usual, somente ocorre com os verbos conjugados no futuro do presente e do pretérito. É a colocação do pronome oblíquo átono no "meio" da palavra. (MESO = meio)

     Comemorar-se-ia o aniversário se todos estivessem presentes.

    Planejar-se-ão todos os gastos referentes a este ano. 

    Ênclise tem incidência nos seguintes casos: 

    - Em frase iniciada por verbo, desde que não esteja no futuro:

    Vou dizer-lhe que estou muito feliz.

    Pretendeu-se desvendar todo aquele mistério. 

    - Nas orações reduzidas de infinitivo:

    Convém contar-lhe tudo sobre o acontecido. 

    - Nas orações reduzidas de gerúndio:

    O diretor apareceu avisando-lhe sobre o início das avaliações. 

    - Nas frases imperativas afirmativas:

    Senhor, atenda-me, por favor!

    FONTE: QC

  • Nao se inicia frase com o pronome ME.

  • alguém pode me informar o motivo pelo qual esta errado essa escrita: você ligou-me? seria você me ligou? o pronome de tratamento você é palavra atrativa?
  • Gabarito D porque salta aos olhos em meio aos demais. kkk

  • ''Você me ligou ou você ligou-me'' estão corretos. Não há regra de próclise em pronome de tratamento; diferente seria se fosse pronome indefinido.! O erro está na segunda parte, na letra A.

  • escreva a mim que és melhor kkkkkkkkkkkkk

    se essa moda pega!

  • na letra B, obs:

    Ligou: Ele Ligou (3ª pessoal do singular)

    Ligastes: vós ligastes (2ª pessoal do plural)

    GAB: D

    --> Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever (esse é o trecho do enunciado)

    Quem? TU (2ª pessoal do singular)

    d) Você ligou para mim? Não posso falar, é melhor que me escreva.

    Quem? TU (2ª pessoal do singular)

    OBS: se refere a mesma pessoa

  • o que me ajudou foi o "faz um favor pra eu?" "faz um favor pra mim".


ID
3063745
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II


Você é o que você se diz: a ciência do diálogo interno

PILAR JERICÓ


      Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior. A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade de enfrentar as dificuldades e determina a tomada de decisões. A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil para reforçar a autoestima. Entretanto, não vale qualquer comentário. Já ficou comprovado que frases como “aguento tudo” ou “sou uma pessoa superagradável” não ajudam muito. Quem as expressa não está realmente convencido disso, então essas expressões podem ter efeito contrário. A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre as técnicas que tornam nossas autoafirmações eficazes: devemos imaginar futuras situações agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.

Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/05/ciencia/1557083642_455016.html>. Acesso em: 25 jun. 2019.

Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de tratamento na segunda pessoa do singular.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    Pessoas do discurso – são aquelas que conjugam os verbos e, portanto, são representadas por pronomes:

    - 1ª pessoa: quem fala – Eu e Nós

    - 2ª pessoa: com quem se fala – Tu, Vós Você

    - 3ª pessoa: de quem se fala – Ele e Eles

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Gab: C

    Você é= TU é

  • Você = 2ª pessoa / Concordância Verbal = 3ª pessoa.

  • Belo motivacional para continuar com os estudos!

  • GABARITO: LETRA C

    → Pessoas do discurso 

    EU - PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR

    TU - SEGUNDA PESSOA DO SINGULAR (Você é = TU é)

    ELE - TERCEIRA PESSOA DO SINGULAR

    NÓS - PRIMEIRA PESSOA DO PLURAL

    VÓS - SEGUNDA PESSOA DO PLURAL

    ELES - TERCEIRA PESSOA DO PLURAL

     

  • O obstáculo da vida = Instituto AOCP

  • Pra quem nao sabe, meu nivel de conhecimento vai ate aqui.

  • Lembrei da música do zubumafu.

  • Eu, você e zubumafu


ID
3063748
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II


Você é o que você se diz: a ciência do diálogo interno

PILAR JERICÓ


      Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior. A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade de enfrentar as dificuldades e determina a tomada de decisões. A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil para reforçar a autoestima. Entretanto, não vale qualquer comentário. Já ficou comprovado que frases como “aguento tudo” ou “sou uma pessoa superagradável” não ajudam muito. Quem as expressa não está realmente convencido disso, então essas expressões podem ter efeito contrário. A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre as técnicas que tornam nossas autoafirmações eficazes: devemos imaginar futuras situações agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.

Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/05/ciencia/1557083642_455016.html>. Acesso em: 25 jun. 2019.

Em “Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior.”, a relação de sentido que se estabelece é de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior.”

    → em vermelho: conjunção subordinativa condicional, pode ser substituída por "caso" para ter certeza, estabelece uma condição para que algo aconteça, dando início a uma oração subordinada condicional.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • traca o se por caso sera uma conjunção condicional

  • Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, (então) precisa alterar seu diálogo interior.”. → Condição

  • O fato de (...) faz com que (...)

  • GABARITO: LETRA A

    Condicionaisintroduzem uma oração que indica a hipótese ou a condição para ocorrência da principal. São elas: se, caso, contanto que, salvo se, a não ser que, desde que, a menos que, sem que, etc. Por exemplo:

    Se precisar de minha ajuda, telefone-me.

    Não irei ao escritório hoje, a não ser que haja algum negócio muito urgente.

    FONTE: WWW.SÓPORTUGUÊS.COM.BR

  • GABARITO - A

    As orações subordinadas adverbiais trarão uma relação semântica de circunstância, como um advérbio, com função sintática de adjunto adverbial da oração principal.

    Podem ser temporais, causais, concessivas, condicionais, conformativas, finais, proporcionais, comparativas, consecutivas.

    Conjunções Subordinativas Adverbiais Condicionais: Iniciam oração subordinada de mesmo nome e indicam a hipótese ou a condição para a ocorrência da oração principal. Geralmente trazem verbo com sentido de hipótese e conjugado no modo subjuntivo, que é o tempo verbal com valor hipotético. São elas: se, caso, desde que, contanto que, quando, salvo se, a menos que, a não ser que, sem que.

    • Ex: Se eu puder, ensinarei tudo.
    • Ex: Se eu quisesse falar com você, te chamaria no whatsapp!
    • Ex: A não ser que haja uma catástrofe, não me atrasarei.
    • Ex: Sem que invista em bons materiais, não vai aprender rápido.
    • Ex: Qualquer renda, mesmo quando (se) for oriunda de ilícitos, será tributada.

    Cuidado, ao trocar “SE” por “CASO”, é preciso fazer um ajuste no verbo, como no exemplo:

    • Ex: Se eu puder, viajarei. (verbo no futuro do subjuntivo)
    • Ex: Caso eu possa, viajarei. (verbo no presente do subjuntivo) 


ID
3063751
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II


Você é o que você se diz: a ciência do diálogo interno

PILAR JERICÓ


      Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior. A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade de enfrentar as dificuldades e determina a tomada de decisões. A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil para reforçar a autoestima. Entretanto, não vale qualquer comentário. Já ficou comprovado que frases como “aguento tudo” ou “sou uma pessoa superagradável” não ajudam muito. Quem as expressa não está realmente convencido disso, então essas expressões podem ter efeito contrário. A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre as técnicas que tornam nossas autoafirmações eficazes: devemos imaginar futuras situações agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.

Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/05/ciencia/1557083642_455016.html>. Acesso em: 25 jun. 2019.

Em “A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade [...]”, o termo em destaque poderia ser substituído adequadamente por

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade [...]”

    você conversa comigo POR alguma forma: preposição "por" + artigo definido "as": pela + pronome relativo "qual": pela qual.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Por que não pode ser que? Que não substitui a/o qual? Daria para substituir por "por que"?
  • Essa me pegou. Fiquei .... rs

  • a forma expressa a ideia de meio

    a forma através da qual

    a forma pela qual

    a forma mediante a qual

    Caso se escrevesse "a forma que você conversa", o você estaria conversando a forma

  • Tiago GB, respondendo ao seu comentário. Se coubesse o "que" também caberia o "cuja", visto que eles são dois pronomes relativos e, dessa forma, teriam duas opções corretas.

    Logo, o termo: FORMA dá a ideia de meio, já dá para eliminar a alternativa: C (onde), que semanticamente possui valor de lugar.

    Assim, sobram duas alternativas: D(para qual) e E(pela qual). "Para" nesse contexto teria valor de finalidade e conforme meu entendimento não se encaixaria bem em um sentido que expressa meio.

    sobrando o "por" + "a"= pela, A FORMA PELA QUAL VOCÊ CONVERSA...

  • Apenas uma correção ao comentário do Caio Coelho, os pronomes relativos "que" e "cuja" não podem ser trocados, não. O pronome "cuja" só pode ser usado entre dois substantivos e tem carga semântica de posse. O pronome "que" pode ser trocado livremente. Logo, exceto pela exigência da preposição "por", (se fosse em outro contexto, com regências diferentes), poderia, sim, ser utilizado "que" e não necessariamente "cuja" serviria.

  • Cujo não pode ser diretamente substituído por nenhum outro pronome relativo

  • Queria comentário dessa questão

  • e-

    "como", neste contexto", equivale a

    pela qual,, atraves da qual, por meio da qual etc

  • O site poderia destacar pelo menos o termo correto. 

  • Muitos guerreiros caíram nessa batalha

  • ERRO ESSE TIPO DE QUESTÃO FAZ TEMPO RS

  • QUESTÃO ANULÁVEL!

    CLARAMENTE CABE O "QUE" PRONOME RELATIVO RETOMANDO "FORMA"...

  • Alguém sabe o motivo pelo qual não pode usar o "que"?

  • Segui o mesmo raciocínio Gedean Sá.

  • você conversa consigo mesmo PELA FORMA...

    Gab. "E"

  • realmente caberia que .
  • Pessoal, vamos pedir comentário do professor.

  • queeeeeeeee?

  • Gabarito: LETRA E.

     

    Em “A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade [...]”, o termo em destaque poderia ser substituído adequadamente pela expressão "pela qual".

     

    Neste caso, a palavra "como" funciona como ADVÉRBIO, sendo sinônima de "pela qual", "por meio da qual". Por isso, a letra E é a opção correta!

     

    O Dicionário Michaelis apresenta treze acepções para a palavra "como". Transcrevê-las-ei abaixo:

    co-mo

    adv

    1 Pelo qual, por que: Não gosto da forma como ele trata a esposa.

     

  • A BANCA INVENTOU REGÊNCIA. O DICIONÁRIO NÃO TRAZ PREPOSIÇÃO "POR" ACOMPANHANDO O VERBO CONVERSAR.

    CONVERSAR COM ALGUÉM DE/SOBRE ALGO

    ___________________

    conversar

       

    (con.ver.sar)

    v.

    1. Falar (com uma ou mais pessoas) trocando ideias, relatando coisas, tratando de assuntos etc. [tr. + com : O diretor conversou com os atores (sobre o filme)] [int. : As comadres conversaram três horas seguidas.]

    2. Tratar, discutir, discorrer sobre (algo) em conversa [td. : Sóa sabe conversar futebol.] [tr. + de, sobre : Passa horas conversando de/sobre música clássica.: "Conversávamos de fins e destinos humanos." ( Eça de Queirós , A cidade e as serras]

    3. Falar (com uma ou mais pessoas) sobre (ideias, assuntos etc.) [tr. + com, de, sobre : Vou conversar com ela de/sobre vários problemas.] [int. + de, sobre : Conversamos de/sobre vários problemas]

    4. Pop. Tentar convencer (alguém) ger. para conseguir algo ilegal ou ilícito. [td. : Tentou conversar o fiscal, mas acabou multado.]

    5. Tentar seduzir (alguém). [td. ]

    6. Sondar os sentimentos, as intenções de (alguém). [td. : Tentou conversar o ministro, mas não ficou sabendo de nada.]

    [F.: Do lat. *conversare, por conversari.]


ID
3063754
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II


Você é o que você se diz: a ciência do diálogo interno

PILAR JERICÓ


      Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior. A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade de enfrentar as dificuldades e determina a tomada de decisões. A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil para reforçar a autoestima. Entretanto, não vale qualquer comentário. Já ficou comprovado que frases como “aguento tudo” ou “sou uma pessoa superagradável” não ajudam muito. Quem as expressa não está realmente convencido disso, então essas expressões podem ter efeito contrário. A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre as técnicas que tornam nossas autoafirmações eficazes: devemos imaginar futuras situações agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.

Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/05/ciencia/1557083642_455016.html>. Acesso em: 25 jun. 2019.

Assinale a alternativa em que a palavra formada, assim como “autoafirmação” e “superagradável”, é grafada sem hífen.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    A) auto + hipnose. → vogal seguida de "h", usa-se hífen: auto-hipnose.

    B) auto + observação. → mesmas vogais, usa-se hífen: auto-observação, micro-ondas, anti-inflamatório.

    C) super + herói. → prefixo "super" + palavra iniciada por "h", usa-se hífen: super-homem, super-herói, sem hífen: supermodelo...

    D) super + requintado. → prefixo "super" terminado em "r" + palavra que começa em "r", usa-se o hífen: super-requintado, super-rato.

    E) super + salário. → aqui não temos a regra do "r" ou "h", logo não se usa hífen : supersalário.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • PREFIXOS TERMINADOS EM VOGAL --> HÍFEN SE A PRÓXIMA PALAVRA COMEÇAR COM COM H’ OU COM A MESMA VOGAL.

    - CASO A PRÓXIMA PALAVRA COMECE COM ‘R’, JUNTA E OBRIGATORIAMENTE TERÁ DE DOBRAR O ‘R’. RR

    - CASO A PRÓXIMA PALAVRA COMECE COM ‘S’, JUNTA E OBRIGATORIAMENTE TERÁ DE DOBRAR O ‘S’. SS

    SE NÃO FOR NENHUM DOS CASOS ACIMA: APENAS JUNTA.

    Exemplos:

    CONTRA-ATAQUE.

    CONTRASSENSO.

    CONTRARREFORMA.

    MINI-HOTEL.

    MINISSAIA.

    MICRORREGIÃO.

    MICRO-ONDAS.

    MICROEMPRESA.

    ANTTICO.

    -------------------------------------------------------------------------------------------------

    SUPER, HIPER, INTER --> HÍFEN SE A PRÓXIMA PALAVRA COMEÇAR COM ‘R’ OU ‘H’.

    SE NÃO FOR NENHUM DOS CASOS ACIMA: JUNTA.

    Exemplos:

    SUPER-REVISÃO.

    SUPER-HOMEM.

    SUPERLEGAL.

    SUPERMULHER.

    INTER-RELACIONAR.

    INTERPESSOAL.

    SUPERINTENSIVO.

    HIPERATIVO.

    Calma e Bons Estudos

  • a)auto - hipnose.

     b)auto - observação.

     c)super - herói.

     d)super - requintado.

     e)supersalário.

  • Dica: "subhumano" é exceção.

  • Rápido;

    Iguais se repelem

    auto -observação

    Diferes se atraem

    supersalário

    Se tem h = hífen.

    auto - hipnose

    Sucesso, bons estudos, não desista!

  • Gabarito: E

    auto + hipnose = auto-hipnose

    auto + observação = auto-observação

    super + herói = super-herói

    super + requintado = super-requintado

    super + salário = supersalário

    ------------------------------------------------------

    "sub-humano" ou "subumano"

    As duas grafias são oficialmente corretas, segundo o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

  • Só pra lembrar que os opostos se atraem "supersalário.",

    e os semelhantes se repelem (pedem hífen) "auto-observação"

  • "Os iguais se repelem e os opostos se atraem". Auto-observação, super-requintado

    Prefixos em que a próxima palavra se inicia com h, se usa hifen: auto-hipnose, super-herói. (Com exceção aos prefixos des- e in- e nas quais o segundo elemento perdeu o" h" inicial: desumano, inabil)

    Com isso, sobrou a alternativa e) supersalário pois consoantes diferentes não se usa hifen.

    GABARITO E

     

  • Em primeiro lugar, é importante mencionar que o ACORDO ORTOGRÁFICO  não alterou a formação de palavras com o prefixo super-. A regra permanece inalterada: haverá o hífen se a palavra posterior iniciar-se por -h ou -r. Na mesma esteira, seguirão os prefixos hiper- e inter-. Por essa velha razão, escrevem-se:

    1. Com hífen: super-habilidade, super-homem, super-requintado, super-resistente; hiper-hidratação, hiper-reativo, hiper-requintado; inter-racial, inter-regional, inter-resistente, inter-relacionado.

    2. Sem hífen: superaquecido, superdosagem, superfaturado, superlotado, supermercado; hiperativo, hipertensão, hipertrofia; interativo, intercâmbio, intercessão, intermunicipal, internacional.

    Se grafamos supersalário, iremos grafar: supersábio, supersafra, supersalgado, supersecreto, supersensibilidade, supersensível, supersimples, supersólido, superstição.

    Dessa forma, fica claro que grafaremos “supersalário”, sem duplicar o -s e sem colocar um hífen indesejado.

    FONTE: EDUARDO SABBAG JUS BRASIL

  • Resumo sobre o uso do hífen

    1- a letra "h" atrai o hífen: pré-histórico, anti-higiênico, super-homem.

    2- letras diferentes não tem hífen e são juntas: neoliberalismo, extraoficial.

    3- letras iguais têm hífen: anti-inflamatório, arqui-inimigo, sub-bibliotecário, super-realista.

    4- R e S terminado em vogal, usa-se a consoante dobrada: anti+ séptico= antisséptico, ultra+sonografia= ultrassonografia.

    5- pré, pró, pós e ex semprre terão hífen: pré-treino, ex-namorada, pós-graduação.

    6- pre, co e re não possuem hífen; preexistir, coresponsável, coorientador. 

    7-hífen em " inter, hiper e super" quando iniciados por "h ou r": super-homem, super-realista, superpopulação.

    8-Bem quando formador de unidade semântica: bem-aventurado, bem-criado. exceções> benfazejo, benquieto e benfeito.

    9-Mal quando formador de unidade semântica tendo a próxima palavra iniciado com: H, L ou VOGAL ficam separados: mal-humorado.  exceções: malvado, malvisto, malsinalizado, malpesado, malpago.

     

  • Aqui vale lembrar que as letras S e R só serão duplicadas quando o prefixo terminar em vogal, por isso no caso de supersalário não há essa duplicação.

  • MACETE: Os opostos se atraem, os iguais se separam.

  • SIGAM @etomedika

    RESPOSTA E

    USO DO HÍFEN

    Prefixo + Palavra iniciada com vogal idêntica = COM hífen. Ex: micro-ondas

    Prefixo + Palavra iniciada por vogal distinta = SEM hífen. Ex: microempresa

    Prefixo “co” ou “re” + Vogal igual ou distinta = SEM hífen. Ex: coordenar, coexistir

    Prefixo + Palavra iniciada por “s” duplica o “s” = SEM hífen. Ex: minissaia

    Prefixo + Palavra iniciada por “r” duplica o “r” = SEM hífen. Ex: contrarrazões

    Prefixos “super”, “hiper” ou “inter” = COM hífen com H e R. Ex: super-herói, supersalário

    Prefixos “sub” ou “sob” = COM hífen com H, B, R. Ex: sub-reino

    Prefixo “contra” = COM hífen com H e A. Ex: contra-amor

    Prefixos “circum” e “pan” = COM hífen com M, N, H ou vogal. Ex: pan-americano

    Prefixos “pre” e “pos” = COM hífen se tônicos (acentuados) SEM hífen se átonos. Ex: pré-natal, posposto.

  • Gabarito: E

    A letra "H" atrai hífen. Ex.: pré-histórico; anti-higiênico; super-homem, etc.; 

    Letras diferentes não tem hífen e são juntas. Ex.: neoliberalismo; extraoficial, etc.;

     Letras iguais = hífen. Ex.:  Anti-inflamatório; Arqui-inimigo, sub-bibliotecário, etc.; ATENÇÃO!!!!! "R" e "S" continuam seguindo a regra geral: super-realista;

  • Gabarito: E

    Direto ao ponto!

    O prefixo super- deve ser separado do segundo elemento por hífen somente nos casos em que este inicia por "r" ou "h". Nos demais casos, o hífen não é usado.

  • Após o acordo ortográfico, o hífen só será utilizado se o segundo elemento iniciar-se por H ou por vogal idêntica aquela do final de certos prefixos.

  • h gosta de hifen.

    vogais iguais = hifen

    o super nao gosta do rh - usa hifen para se separar deles.

  • é estranho, mas é verdade

  • GABARITO E.

    Um breve resumo da Regra Geral:

  • Geralmente os prefixos

    > AUTO

    > PRÉ

    > SUPER

    Precedidos de "r, h" recebem hífen

  • MACETE: Os opostos se atraem, os iguais se separam

  • a) antes de palavra com "h", SEMPRE há hífen. (auto-hipnose)

    b) usa-se hífen para separar vogais iguais (auto-observação)

    c) antes de palavra com "h", SEMPRE há hífen. (super-herói)

    d) usa-se hífen para consoantes iguais. (super-requintado)

    e) NÃO se usa hífen para unir consoantes diferentes (supersalário)

    GABARITO: E

  • A - está errada, pois "auto" termina com vogal e "hipnose" começa com "h". Assim, para preservar a letra "h", há hífen: auto-hipnose. 

    B - está errada, pois "auto" termina com vogal igual à que começa "observação". Assim, há hífen: auto-observação.

    C - está errada, pois "super" termina com consoante e "herói" começa com "h". Assim, há hífen: super-herói.

    D - está errada, pois "super" termina com consoante igual à que começa "requintado". Assim, há hífen: super-requintado.

    E - é a correta, pois "super" termina com consoante diferente da primeira consoante de "salário". Assim, não há hífen: supersalário.

  • Nas palavras "Super", "inter" e "hiper" usa-se hífen quando a próxima palavra inicia-se com "H" e "R"

    ex: supermãe, supermercado, internacional, inter-racial

  • Alô, QC!!!! Contrate o @ArturCarvalho porque os comentários desse menino são os melhores!!!!!

  • Organizando as ideias

    a) antes de palavra com "h", SEMPRE há hífen. (auto-hipnose)

    b) usa-se hífen para separar vogais iguais (auto-observação)

    c) antes de palavra com "h", SEMPRE há hífen. (super-herói)

    d) usa-se hífen para consoantes iguais. (super-requintado)

    e) NÃO se usa hífen para unir consoantes diferentes (supersalário)

    MACETE: Os opostos se atraem, os iguais se separam

  • HÍFEN EM PALAVRAS FORMADAS POR DERIVAÇÃO

    REGRA = NÃO TEM HÍFEN

    1 - PREFIXO + VOGAL DIFERENTE

    2 - PREFIXO CO / RE + VOGAL IGUAL OU DIFERENTE

    3 - PREFIXO + S / R = DUPLICA

    EXCEÇÃO = TEM HÍFEN

    1 - PREFIXO + VOGAL IGUAL

    2 - PREFIXO SUPER / HIPER / INTER + R / H

    3 - PREFIXO + H

    4 - PREFIXO SUB / SOB + H / B / R

    5 - PREFIXO CONTRA + H / A

    6 - PREFIXO PAN / CIRCUM + M / N / VOGAL

    7 - PREFIXO AÇU / GUAÇU / MIRIM

    8 - PREFIXO BEL / RECÉM / AQUÉM / ALÉM / BEM / MAL

    HÍFEN EM PALAVRAS FORMADAS POR COMPOSIÇÃO

    REGRA = NÃO TEM

    1 - PALAVRA + PREPOSIÇÃO / CONJUNÇÃO + PALAVRA

    2 - PERDEU A NOÇÃO DE COMPOSIÇÃO

    EXCEÇÃO = TEM HÍFEN

    1 - NOME DE PLANTA OU ANIMAL

    2 - DIAS DA SEMANA

    __________________

    REGRA = NÃO TEM

    #1 Quando a palavra for formada por um prefixo seguido de radical iniciado por vogal distinta, ela será grafada junta, ou seja, sem o emprego do hífen. Exemplo: auto + estima = autoestima. Micro + empresa = microempresa.

    #2 Nos casos de prefixo “co-“ ou “re-“ seguido de radical iniciado por vogal, seja ela igual, seja ela distinta, não haverá emprego de hífen. Exemplo: reescrever, reelaborar, coordenar, cooperar, coexistir, reavaliar.

    #3 Em palavras formadas por um prefixo seguido de radical iniciado pela letra “–s”, essa será duplicada, não se fazendo uso do hífen. Exemplo: Ultrassom, contrassenso, minissaia, cosseno…

    #4 Em palavras formadas por um prefixo seguido de um radical iniciado por “–r”, não haverá hífen, sendo a letra “-r” duplicada. Exemplo: Antirrábica, corréu, contrarrazões, ultrarromântica…

    EXCEÇÃO = TEM

    #1 Quando a palavra for formada por um prefixo seguido de radical iniciado por vogal igual, haverá hifenização, com a separado dos dois elementos. Exemplo: Micro + ondas = micro-ondas. Anti + inflamatório = Anti-inflamatório.

    #2 No caso dos prefixos “super-“, “hiper-“ e “inter-“, será obrigatório o uso do hífen quando o radical iniciar com as letras “h” e “r”. Exemplo: Supermercado, supermãe, internacional, super-homem, hiper-romântico, inter-racial, superdica.

     #3 Quando a palavra possuir radical iniciado pela letra “h”, será utilizado hífen. Exemplo: Reaver, contra-homenagem, anti-humano.

    #4 Nos casos dos prefixos “sub-“ ou “sob-“, será utilizado hífen quando forem eles seguidos das letras “h”, “b” e “r”. Exemplo: Sub-reino, subestimar.

     #5 No caso de Contra à com hífen quando seguido das letras “h” e “a”. Exemplo: contra-ataque, contrafilé…

     #6 No caso dos prefixos “pan-“ e “circum-“, o hífen será obrigatório quando seguido das as letras “m”, “n” e vogal. Exemplo: Pandemônio, pan-americano, pangeia, circum-navegação…

    #7 As palavras formadas pelos sufixos “açu-”, “guaçu-” e “mirim-” serão sempre separadas por hífen. Exemplo: rio-açu, rio-guaçu, rio-mirim.

    #8 Os vocábulos “bel”, “recém”, “aquém”, “além”, “bem” e “mal”, em geral, são grafados com hífen. Exemplo: Recém-nascido, bel-prazer, aquém-mar, bem-me-quer, além-mar.

    https://blog.flaviarita.com/uso-do-hifen-segundo-o-novo-acordo-ortografico/#.YO36rPpv-9d

  • Uma palavra com prefixo “super” só pode ser hifenizada quando a palavra a que ela se junta começar com “R” ou “H”.

    Então o correto é supersalários. ✔


ID
3063757
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II


Você é o que você se diz: a ciência do diálogo interno

PILAR JERICÓ


      Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior. A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade de enfrentar as dificuldades e determina a tomada de decisões. A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil para reforçar a autoestima. Entretanto, não vale qualquer comentário. Já ficou comprovado que frases como “aguento tudo” ou “sou uma pessoa superagradável” não ajudam muito. Quem as expressa não está realmente convencido disso, então essas expressões podem ter efeito contrário. A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre as técnicas que tornam nossas autoafirmações eficazes: devemos imaginar futuras situações agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.

Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/05/ciencia/1557083642_455016.html>. Acesso em: 25 jun. 2019.

De acordo com o texto, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    → A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre as técnicas que tornam nossas autoafirmações eficazes: devemos imaginar futuras situações agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.

    → ou seja, o ato de imaginar essas situações, a imaginação é um importante processo para a melhora da autoestima.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Linha 03. "A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil para reforçar a autoestima".

     

    Simon diz, B.

  • (E) o diálogo interior só é possível a partir de um diálogo exterior, no qual está presente uma segunda pessoa.

    O CONTRÁRIO!!!

    GAB (B)

  • ótimo texto

  • GABARITO (B)

    A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil para reforçar a autoestima.

    PENSAR COISAS POSITIVAS REFORÇA A AUTOESTIMA.

    ENTENDE_SE, PORTANTO, O QUE É REFORÇADO É MELHORADO.

    (B)a imaginação é importante no processo de melhora da autoestima.

  • DUPLO GABARITO. EXAMINADOR ANALFABETO FUNCIONAL

    Preservando-se as palavras do texto, a saber Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior. A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade de enfrentar as dificuldades e determina a tomada de decisões, não há nada que justifique a A não ser o gabarito.

  • Sobre a letra A: o fato de dizer que o diálogo interior melhora a autoestima NÃO QUER DIZER que isso tem relação direita com a depressão. Em nenhum momento o texto afirma ou deixa subentendido isso. Extrapolação. Estude mais interpretação de texto e raciocínio lógico.

  • Alciele Ramos, autoestima não tem relação direta com depressão? E o maluco sou eu...

  • É compreensão e NÃO INTERPRETAÇÃO! Saibam a diferença disso, por isso, em hipótese alguma, a letra A poderia ser a correta!

    Sobre a E achei estranha, mas não sei o erro...acho que esse negócio de ter ''segunda pessoa'' forçou a barra, sendo que é vc mesmo se vendo...deu a impressão de falar que tinha outra pessoa

  • Marcus Vinicius de Matos, embasamento seu = 0

  • A - ERRO DE EXTRAPOLAÇÃO = pode combater a depressão.

    B - GABARITO

    C - ERRO DE REDUÇÃO = não têm autoestima.

    D - ERRO DE CONTRADIÇÃO = porque isso não reflete como as outras pessoas falam conosco.

    E - ERRO DE REDUÇÃO = o diálogo interior só é possível a partir de um diálogo exterior

    _________________

    COMPREENSÃO x INTERPRETAÇÃO – Adriana Figueiredo

    COMPREENSÃO DE TEXTOS

    # EXPLÍCITO = O QUE O TEXTO DIZ

    # De acordo com o texto..., Segundo o texto..., O texto diz..., O texto fala..., Ideia presente no texto..., Segundo o autor..., Compreende-se no texto...

    INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

    # IMPLÍCITO = O QUE O TEXTO QUIS DIZER

    # Depreende-se..., Infere-se..., Conclui-se do texto que..., O texto permite deduzir/inferir que..., É possível subentender do texto que..., Qual a intenção do autor quando afirma que..., O texto possibilita o entendimento de que..., O autor pretende mostrar que...

    ERROS CLÁSSICOS DE INTERPRETAÇÃO

    # EXTRAPOLAÇÃO => ALÉM

    # REDUÇÃO ======> AQUÉM

    # CONTRADIÇÃO > PARADOXO (ideias contrárias) OU ANTÍTESE (palavras contraditórias)


ID
3473938
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Para ser útil como informação contábil, a informação deve corresponder à representação fidedigna dos fenômenos econômicos e outros que se pretenda representar. Essa representação é alcançada quando a representação do fenômeno é completa, neutra e livre de erro material. A informação que representa fielmente determinado fenômeno econômico deve retratar a substância da transação. Portanto, a 8ª edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) recomenda que se deve atentar para

Alternativas
Comentários
  • representação fidedigna - é completa, neutra e livre de erro material. Pode não corresponder à sua forma jurídica ou legal  

  • Conforme a NBC TSP ESTRUTURA CONCEITUAL, materializada pelo MCASP, os registros contábeis das transações das entidades do setor público devem ser efetuados, considerando as relações jurídicas, econômicas e patrimoniais, prevalecendo, nos conflitos entre elas, a essência sobre a forma. (Pág. 159 - MCASP 8ª)

    Os conceitos de ativo e passivo identificam os seus aspectos essenciais, mas não especificam os critérios para seu reconhecimento. Ao avaliar se um item se enquadra na definição de ativo, passivo ou patrimônio

    líquido, deve-se atentar para a sua essência e realidade econômica e não apenas sua forma legal.

    (Pág. 144 - MCASP 8ª)

    a. que prevaleça a conjuntura econômica e não apenas as políticas fiscais e tributárias.

    Errado: Não existe esta hipótese, uma vez que "os registros contábeis das transações das entidades do setor público devem ser efetuados, considerando as relações jurídicas, econômicas e patrimoniais, prevalecendo, nos conflitos entre elas, a essência sobre a forma".

    b. a forma legal.

    Errado: é a essência sobre a forma jurídica.

    c. que prevaleça a essência jurídica.

    Errado: vide letra b.

    d. as características quantitativas e não apenas qualitativas da informação contábil.

    Errado: não existe característica quantitativa.

    e. a essência e realidade econômica e não apenas sua forma legal.

    Certo

     

    Gabarito E

  • 6.2.2. Representação fidedigna

    Para ser útil como informação contábil, a informação deve corresponder à representação fidedigna dos fenômenos econômicos e outros que se pretenda representar. A representação fidedigna é alcançada quando a representação do fenômeno é completa, neutra e livre de erro material. A informação que representa fielmente um fenômeno econômico ou outro fenômeno retrata a substância da transação, a qual pode não corresponder, necessariamente, à sua forma jurídica. 


ID
3473941
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

A NBC TSP – Estrutura Conceitual – não propõe uma única base de mensuração (ou a combinação de bases de mensuração) para todas as transações, eventos e condições. Sobre as bases de mensuração dos ativos segundo o MCASP (8ª ed.), o valor presente, para a entidade, do potencial de serviços ou da capacidade de gerar benefícios econômicos remanescentes do ativo, caso este continue a ser utilizado, e do valor líquido que a entidade receberá pela sua alienação ao final da sua vida útil, refere-se ao

Alternativas
Comentários
  • Conforme o MCASP 8, Pág. 157, trata-se de mensuração que consiste em determinar os valores pelos quais os elementos das demonstrações contábeis devem ser reconhecidos e apresentados nas demonstrações contábeis.

    Ativo:

    → Custo histórico;

    → Valor de mercado (quando o mercado é aberto, ativo e organizado);

    → Valor de mercado (em mercado inativo);

    → Custo de reposição ou substituição; 

    → Preço líquido de venda;

    Valor em uso: valor presente, para a entidade, do potencial de serviços ou da capacidade de gerar benefícios econômicos remanescentes do ativo, caso este continue a ser utilizado, e do valor líquido que a entidade receberá pela sua alienação ao final da sua vida útil.

    Obs.: É valor de saída, não observável e específica para a entidade.

    Resolução: a definição se refere refere-se ao Valor em uso.

    Gabarito: Letra C.

  • Valor em uso é o valor presente, para a entidade, do potencial de serviços ou da capacidade de gerar benefícios econômicos remanescentes do ativo, caso este continue a ser utilizado, e do valor líquido que a entidade receberá pela sua alienação ao final de sua vida útil.

    Fonte: NBC TSP ESTRUTURA CONCEITUAL

    item 7.58

  • Outras informações sobre o valor de uso:

    Ele é um valor de Saída;

    Não é observável no mercado; e

    Específico para a entidade.

  • Valor em uso

    7.58 Valor em uso é o valor presente, para a entidade, do potencial de serviços ou da capacidade de gerar benefícios econômicos remanescentes do ativo, caso este continue a ser utilizado, e do valor líquido que a entidade receberá pela sua alienação ao final da sua vida útil.

  • Valor em uso:

    Descrição: Valor presente, para a entidade, do potencial de serviços ou da capacidade de gerar benefícios econômicos remanescentes do ativo, caso este continue a ser utilizado, e do valor líquido que a entidade receberá pela sua alienação ao final da sua vida útil

    Entrada ou saída: Saída

    Observavel ou nao no mercado: Nao observavel

    Especifica ou nao, a entidade: Especifica para entidade


ID
3473944
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Sobre o custo dos estoques no setor público, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. Segundo o MCASP (8ª ed.), o custo de aquisição compreende:


I. o preço de compra.

II. despesas de comercialização.

III. frete sobre a compra (transporte).

IV. seguro.

V. valor anormal de desperdício de materiais, mão de obra ou outros insumos de produção.

VI. despesas administrativas que não contribuem para trazer os estoques ao seu local e condição atuais.

Alternativas
Comentários
  • Trata-se dos itens que compõem o montante do estoque.

    Segundo o o MCASP 8ª, "O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais".

     São custos:

    ↳ Custos de aquisição: Preço de compra + impostos de importação e outros (exceto os recuperáveis junto ao fisco), + custos de transporte + seguro + manuseio e outros diretamente atribuíveis.

    ↳ Custos de transformação: custos diretamente relacionados com as unidades produzidas/linhas de produção (ex.: mão de obra direta+custos indiretos de produção, fixos e variáveis).

    ↳ Outros custos (não de aquisição nem de transformação): devem ser incluídos nos custos dos estoques somente na medida em que sejam incorridos para colocar os estoques no seu local e na sua condição atuais. Por exemplo: gastos gerais que não sejam de produção ou os custos de desenho de produtos para clientes específicos.

    ⇔ Não são custos: descontos comerciais + abatimentos + outros itens semelhantes. Devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição. 

    ⇔ Itens reconhecidos como despesa do período em que são incorridos:

    ↝ Valor anormal de desperdício de materiais, mão-de-obra ou outros insumos de produção;

    ↝ Gastos com armazenamento, a menos que sejam necessários ao processo produtivo entre uma e outra fase de produção;

    ↝ Despesas administrativas que não contribuem para trazer o estoque ao seu local e condição atuais; e

    ↝ Despesas de comercialização, incluindo a venda e a entrega dos bens e serviços aos clientes. 

    ↝ Despesas financeiras: "A entidade geralmente compra estoques com condição para pagamento a prazo. A negociação pode efetivamente conter um elemento de financiamento, como, por exemplo, uma diferença entre o preço de aquisição em condição normal de pagamento e o valor pago; essa diferença deve ser reconhecida como despesa de juros durante o período do financiamento".

    ➤ Resolução: o custo de aquisição compreende:

    I- Correto- O preço de compra inclui no custo.

    II- Incorreto- Despesas de comercialização não incluem no custo por ser despesa.

    III- Correto- Frete sobre a compra (transporte) inclui no custo.

    IV- Correto- Seguro inclui no custo.

    V- Incorreto- Valor anormal de desperdício de materiais, mão de obra ou outros insumos de produção não incluem no custo por ser despesa.

    VI- Incorreto- Despesas administrativas que não contribuem para trazer os estoques ao seu local e condição atuais não são custos, mas despesas.

    Gabarito: Letra D.

  • 4.2.2.Custo dos Estoques

    O valor de custo dos estoques deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais. O custo de aquisição compreende:

    a. O preço de compra;

    b. Os impostos de importação e outros tributos não recuperáveis;

    c. Frete (transporte);

    d. Seguro;

    e. Manuseio;

    f. Outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e suprimentos.

    Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público 165 

  • GAB: D

    Segundo MCASP 8ª Ed.

    O custo de aquisição compreende:

    a. O preço de compra;

    b. Os impostos de importação e outros tributos não recuperáveis;

    c. Frete (transporte);

    d. Seguro;

    e. Manuseio;

    f. Outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e suprimentos.

    Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição.


ID
3473947
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

A respeito dos estoques no setor público, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. De acordo com o MCASP (8ª ed.), uma entidade pública deve evidenciar, nas demonstrações contábeis:


I. as políticas contábeis adotadas na mensuração dos estoques, incluindo formas e critérios de valoração utilizados.

II. o valor total escriturado em estoques e o respectivo desdobramento utilizado pelo ente.

III. o valor de estoques reconhecido como variações patrimoniais diminutivas durante o período.

IV. o valor de qualquer ajuste de perdas de estoques reconhecido no resultado do período.

V. as circunstâncias ou acontecimentos que conduziram à reversão da redução de estoques.

VI. o valor escriturado de estoques dados como garantia a passivos.

Alternativas
Comentários
  • De acordo com o MCASP (8ª ed. - pág. 167), no que se refere aos estoques, as demonstrações contábeis devem divulgar:

    a. As políticas contábeis adotadas na mensuração dos estoques, incluindo formas e critérios de valoração utilizados; (I) Certo

    b. O valor total escriturado em estoques e o respectivo desdobramento utilizado pelo ente; (II) Certo

    c. O valor de estoques reconhecido como VPD durante o período; (III) Certo

    d. O valor de qualquer ajuste de perdas de estoques reconhecida no resultado do período; (IV) Certo

    e. As circunstâncias ou acontecimentos que conduziram à reversão da redução de estoques; e (V) Certo

    f. O valor escriturado de estoques dados como garantia a passivos.(VI) Certo

    Gabarito E

  • Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público pg 167

    4.3. EVIDENCIAÇÃO

    As demonstrações contábeis devem divulgar:

    a. As políticas contábeis adotadas na mensuração dos estoques, incluindo formas e critérios de valoração utilizados;

    b. O valor total escriturado em estoques e o respectivo desdobramento utilizado pelo ente;

    c. O valor de estoques reconhecido como VPD durante o período;

    d. O valor de qualquer ajuste de perdas de estoques reconhecida no resultado do período;

    e. As circunstâncias ou acontecimentos que conduziram à reversão da redução de estoques; e

    f. O valor escriturado de estoques dados como garantia a passivos.

  • GAB: E

    Segundo MCASP 8ª Ed.

    4.3. EVIDENCIAÇÃO

    As demonstrações contábeis devem divulgar:

    a. As políticas contábeis adotadas na mensuração dos estoques, incluindo formas e critérios de valoração utilizados;

    b. O valor total escriturado em estoques e o respectivo desdobramento utilizado pelo ente;

    c. O valor de estoques reconhecido como VPD durante o período;

    d. O valor de qualquer ajuste de perdas de estoques reconhecida no resultado do período;

    e. As circunstâncias ou acontecimentos que conduziram à reversão da redução de estoques; e

    f. O valor escriturado de estoques dados como garantia a passivos.

    As classificações mais comuns são: mercadorias para revenda, produtos e serviços acabados, matérias-primas e almoxarifado. O ente também pode ter trabalhos em andamento classificáveis como estoques de materiais em elaboração.


ID
3473950
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Sobre os reflexos Patrimoniais da Depreciação, Amortização e Exaustão em uma entidade pública, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.


1. Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP).
2. Balanço Patrimonial (BP).


( ) Variação Patrimonial Diminutiva (VPD).

( ) Diminui o Ativo e o Patrimônio Líquido, por meio da redução do resultado do exercício.

( ) Conta Retificadora do Ativo.

( ) 3.3.3.x.x.xx.xx Depreciação, Exaustão e Amortização.

( ) 1.2.x.x.x.xx.xx (-) Depreciação, Exaustão e Amortização Acumuladas.

( ) Diminui o Resultado Patrimonial.

Alternativas
Comentários
  • Conforme o MCASP 8ª.

    "O PCASP está estruturado de acordo com as seguintes naturezas das informações contábeis:

    ➥ Natureza Orçamentária: registra, processa e evidencia os atos e os fatos relacionados ao planejamento e à execução orçamentária.

    ➥ Natureza Patrimonial: registra, processa e evidencia os fatos financeiros e não financeiros relacionados com a composição do patrimônio público e suas variações qualitativas e quantitativas.

    ➥ Natureza de Controle: registra, processa e evidencia os atos de gestão cujos efeitos possam produzir modificações no patrimônio da entidade do setor público, bem como aqueles com funções específicas de controle".

    Natureza da informação e suas classes:

    Patrimonial:

    1. Ativo

    2. Passivo

    3. Variações Patrimoniais Diminutivas

    4. Variações Patrimoniais Aumentativas 

    Orçamentária:

    5. Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento

    [...]

    6. Controles da Execução do Planejamento e Orçamento

    [...]

    Controle:

    7. Controles Devedores

    8. Controles Credores

    As contas contábeis do PCASP são identificadas por códigos com 7 níveis de desdobramento, compostos por 9 dígitos, de acordo com a seguinte estrutura: 

    X . X . X . X . X . XX . XX

    1º Nível – Classe (1 dígito)

    2º Nível – Grupo (1 dígito)

    3º Nível – Subgrupo (1 dígito)

    4º Nível – Título (1 dígito)

    5º Nível – Subtítulo (1 dígito)

    6º Nível – Item (2 dígitos)

    7º Nível – Subitem (2 dígitos)

    Dados para preenchimento:

    1. DVP;

    2. BP.

    Lançamento contábil da depreciação, amortização e exaustão:

    3.3.3. Deprec., Exaustão e Amort. (é uma VPD)

    1.2. (-) Deprec., Exaustão e Amort. Ac. (é redutora do Ativo)

    ⇛ Resolução: a sequência correta é:

    (1) Variação Patrimonial Diminutiva (VPD).

    (2 ) Diminui o Ativo e o Patrimônio Líquido, por meio da redução do resultado do exercício.

    (2) Conta Retificadora do Ativo.

    (1) 3.3.3.x.x.xx.xx Depreciação, Exaustão e Amortização.

    (2) 1.2.x.x.x.xx.xx (-) Depreciação, Exaustão e Amortização Acumuladas.

    (1) Diminui o Resultado Patrimonial.

    Gabarito: Letra A.


ID
3473953
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Uma entidade da administração pública adquire um bem para seu ativo imobilizado. No que se refere à depreciação, de acordo com o MCASP (8ª ed.), assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • Trata-se da depreciação no setor público conforme o MCASP 8 - pág. 182.

    Resolução: Assinale a alternativa INCORRETA.

    A letra A está CORRETA. Segundo o MCASP, com relação aos bens que entrem em condições de uso no decorrer do mês, "A depreciação inicia-se no mês seguinte à colocação do bem em condições de uso, não havendo para os bens da entidade depreciação em fração menor que um mês".

    A letra B está CORRETA. "Caso o bem já tenha sido usado anteriormente à sua posse pela Administração Pública, pode-se estabelecer um novo prazo de vida útil".

    A letra C está CORRETA. "A taxa de depreciação do mês pode ser ajustada pro-rata em relação à quantidade de dias corridos a partir da data que o bem se tornou disponível para uso".

    A letra D está INCORRETA. Ao contrário do que se afirma, no caso dos imóveis, a parcela correspondente à construção deve ser, em regra, depreciada juntamente com o terreno.

    A letra E está CORRETA. "O lançamento contábil pode ser realizado pelo valor total da classe dos bens depreciados ao qual aquele item se refere, enquanto o cálculo do valor a depreciar deve ser identificado individualmente, item a item".

    Gabarito: Letra D.

  • Leiam esse texto vai ajudar...

    5.5.3.Aspectos Práticos da Depreciação

    A depreciação deverá ser realizada mensalmente em quotas que representam um duodécimo da taxa de depreciação anual do bem.

    Embora o lançamento contábil possa ser realizado pelo valor total da classe dos bens depreciados ao qual aquele item se refere, é importante destacar que o cálculo do valor a depreciar deve ser identificado individualmente, item a item, em virtude da possibilidade de haver bens similares com taxas de depreciação diferentes e bens totalmente depreciados. Também deve-se verificar que, no caso dos imóveis, somente a parcela correspondente à construção deve ser depreciada, não se depreciando o terreno. Com relação aos bens que entrem em condições de uso no decorrer do mês, existem duas alternativas para a realização da depreciação desse mês: a. A depreciação inicia-se no mês seguinte à colocação do bem em condições de uso, não havendo para os bens da entidade, depreciação em fração menor que um mês. b. A taxa de depreciação do mês pode ser ajustada pro-rata em relação a quantidade de dias corridos a partir da data que o bem se tornou disponível para uso. Nesse caso, um bem disponível no dia 5, será depreciado em uma função de 26/30 da taxa de depreciação mensal. Também é possível que seja definida uma fração do mês para servir como referência. Como exemplo desse segundo caso, poderia ser definido como fração mínima de depreciação o período de 10 dias. Nesse caso, o mesmo bem, seria depreciado em uma função de 20/30 da taxa de depreciação mensal. Caso o bem a ser depreciado já tenha sido usado anteriormente à sua posse pela Administração Pública, pode-se estabelecer como novo prazo de vida útil para o bem: a. Metade do tempo de vida útil dessa classe de bens; b. Resultado de uma avaliação técnica que defina o tempo de vida útil pelo qual o bem ainda poderá gerar benefícios para o ente; e c. Restante do tempo de vida útil do bem, levando em consideração a primeira instalação desse bem. As opções apresentadas acima, nas letras (a), (b) e (c), podem também ser utilizados nos casos em que o ente, após ajustar seu patrimônio a valor justo, começar a depreciar os bens já utilizados. Nesse caso, o controle patrimonial deverá ocorrer separadamente, para os bens utilizados e para os bens adquiridos na condição de novos, construídos, ou produzidos, já que possuirão vida útil diferenciadas.

  • talvez o maior erro seja porque bens que entram em condições de uso no decorrer do mês PODEM ser depreciados a partir do mês seguinte, ou a taxa de depreciação pode ser ajustada Pro-rata, em função dos dias efetivamente depreciados;

    A letra "A" fala "A depreciação inicia-se no mês seguinte à colocação do bem em condições de uso, não havendo para os bens da entidade depreciação em fração menor que um mês.

    Já o MCASP dispõe: "Com relação aos bens que entrem em condições de uso no decorrer do mês(...)". Então, essa leve distinção é que talvez torna a questão correta; a alternativa trata dos bens da entidade, que já estavam em condições de uso; o MCASP trata dos que entram em condições de uso NO DECORRER.

    Ademais considerando que a havia uma alternativa 100% errada, a questão tornou-se indiscutível, mas noutro caso, poderia levantar alguns questionamentos.

  • A alternativa "A" está incorreta.

    6.10 - Como regra geral, a depreciação será iniciada a partir do primeiro dia do mês seguinte à data da colocação do bem em utilização. Porém, em casos cujo custo de registro seja pequeno tendo em vista o benefício da informação, ou quando valor do bem adquirido e o valor da depreciação no primeiro mês sejam relevantes, admite-se, em caráter de exceção, o cômputo da depreciação em fração menor do que 1 (um) mês. 

    Fonte: 020330 - DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO NA ADM. DIR. UNIÃO, AUT. E FUND. (tesouro.gov.br)


ID
3473956
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Considerando as despesas correntes em uma entidade pública, analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta.


1. Pessoa Civil.

2. Subvenções Econômicas.

3. Pessoal Militar.

4. Material de Consumo.

5. Salário Família e Abono Familiar.

6. Juros da Dívida Pública.

Alternativas
Comentários
  • Trata-se da Lei 4.320/64

    Conforme o art. 12, a categoria econômica despesa corrente será classificada :      

    I. Despesas de Custeio: dotações para manutenção de serviços anteriormente criados, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e adaptação de bens imóveis.

    Pessoa Civil (1)

    Pessoal Militar (3)

    Material de Consumo (4)

    Serviços de Terceiros

    Encargos Diversos

    II. Transferências Correntes: as dotações para despesas as quais não corresponda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções destinadas a atender à manutenção de outras entidades de direito público ou privado.

    Subvenções Sociais

    Subvenções Econômicas (2)

    Inativos

    Pensionistas

    Salário Família e Abono Familiar (5)

    Juros da Dívida Pública (6)

    Contribuições de Previdência Social

    Diversas Transferências Correntes.

    Resolução:

    Ambas são despesas correntes. Mas, a letra B representa somente itens com despesa de custeio.

    Gabarito B

  • GABARITO: LETRA B

    Art. 13. Observadas as categorias econômicas do art. 12, a discriminação ou especificação da despesa por elementos, em cada unidade administrativa ou órgão de governo, obedecerá ao seguinte esquema:

    DESPESAS CORRENTES

    Despesas de Custeio

    Pessoa Civil (1)

    Pessoal Militar (3)

    Material de Consumo (4)

    Serviços de Terceiros

    Encargos Diversos

    FONTE: LEI N° 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.

  • Gabarito B

    DESPESAS CORRENTES

    1. Pessoa Civil. (Despesas de Custeio)

    2. Subvenções Econômicas.(Transferências Correntes)

    3. Pessoal Militar.(Despesas de Custeio)

    4. Material de Consumo.(Despesas de Custeio)

    5. Salário Família e Abono Familiar.(Transferências Correntes)

    6. Juros da Dívida Pública.(Transferências Correntes)

    Atenção!

    Material de Consumo> DESPESA CORRENTE- Custeio

    Material Permanente> DESPESA DE CAPITAL- Investimentos

    Fonte: Lei 4.320/64.


ID
3473959
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Segundo a Lei nº 4.320/1964, é/são Receitas de Capital:

Alternativas
Comentários
  • O §1º e 2º do art. 11 da Lei no 4.320/64, classificam as receitas orçamentárias em “Receitas Correntes” e “Receitas de Capital”

    "Receitas Correntes são arrecadadas dentro do exercício financeiro, aumentam as disponibilidades financeiras do Estado e constituem instrumento para financiar os objetivos definidos nos programas e ações orçamentários, com vistas a satisfazer finalidades públicas. Ex.: provenientes de tributos; de contribuições; da exploração do patrimônio estatal (Patrimonial); da exploração de atividades econômicas (Agropecuária, Industrial e de Serviços); de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes (Transferências Correntes); por fim, demais receitas que não se enquadram nos itens anteriores, nem no conceito de receita de capital (Outras Receitas Correntes)". 

    Conforme o art. 11, § 2º, da Lei 4.320/64, "são Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávit do Orçamento Corrente". 

    Resolução:

    A letra que contém despesa de capital é a A. Os demais itens (B, C, D e E) são Receitas Correntes.

    Gabarito A

  • GABARITO: LETRA A

    Art. 11 - A receita classificar-se-á nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Receitas de Capital                

    § 1º - São Receitas Correntes as receitas tributária, de contribuições, patrimonial, agropecuária, industrial, de serviços e outras e, ainda, as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes.                 

    § 2º - São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávit do Orçamento Corrente.  

    FONTE: LEI N° 4.320, DE 17 DE MARÇO DE 1964.


ID
3473962
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Para os efeitos da Lei Complementar nº 101/2000, o refinanciamento da dívida mobiliária refere-se

Alternativas
Comentários
  •   Trata-se de regras de controle dos gastos públicos impostas pela LRF conforme o art. 29.

     "I - dívida pública consolidada ou fundada: montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses;

     II - dívida pública mobiliária: dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios;

    III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

    IV - concessão de garantia: compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada;

    V - refinanciamento da dívida mobiliária: emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária".

    Resolução:[...] refinanciamento da dívida mobiliária [...]

    a. à dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios.

    Errado: é dívida pública mobiliária.

    b. ao compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada.

    Errado: é concessão de garantia.

    c. ao compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros.

    Errado: é operação de crédito.

    d. à emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária.

    Certo

    e. ao montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses.

    Errado: é dívida pública consolidada ou fundada.

    Gabarito D

  • A) dívida pública mobiliária > à dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios.

    B) concessão de garantia > ao compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada.

    C) operação de crédito > ao compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros.

    D) refinanciamento da dívida mobiliária > à emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária.

    E) dívida pública consolidada ou fundada > ao montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses.

    Gab. D

  • Letra D

    A) Aqui temos a definição da DÍVIDA PÚBLICA MOBILIÁRIA.

    B) Definição de CONCESSÃO DE GARANTIA.

    C) Definição de OPERAÇÃO DE CRÉDITO.

    E) Definição de DÍVIDA PÚBLICA CONSOLIDADA OU FUNDADA.

    Fonte: Art. 29 da LRF. Erros? Mandem msg. Bons estudos!!!

  • A) dívida pública mobiliária > à dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios.

    B) concessão de garantia > ao compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada.

    C) operação de crédito > ao compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros.

    D) refinanciamento da dívida mobiliária > à emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária.

    E) dívida pública consolidada ou fundada > ao montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses.

    Gab. D

    COMENTÁRIO DE Elvis O. F. ✔

  • GABARITO: LETRA D

    Seção I

    Definições Básicas

    Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições:

    I - dívida pública consolidada ou fundada: montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses;

    II - dívida pública mobiliária: dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios;

    III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

    IV - concessão de garantia: compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada;

    V - refinanciamento da dívida mobiliária: emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária.

    FONTE: LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000

  • A questão trata da DÍVIDA PÚBLICA, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n.º 101/2000 - LRF).

    Observe o art. 29, V, LRF:

    “Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições:

    V - refinanciamento da dívida mobiliáriaemissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária".

    Portanto, como pode se observar, a banca cobrou a literalidade da norma. Muito importante a leitura da mencionada lei.

    Observe as definições das outras alternativas:

    A) Dívida Mobiliária - art. 29, II, LRF.

    B) Concessão de Garantia - art. 29, IV, LRF.

    C) Operação de Crédito - art. 29, III, LRF.

    E) Dívida Consolidada ou Fundada - art. 29, I, LRF.


    Gabarito do Professor: Letra D.
  • Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições:

    V - refinanciamento da dívida mobiliária: emissão de títulos para pagamento do principal

    acrescido da atualização monetária.


ID
3473965
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.


As entidades do setor público possuem características que as diferem das demais entidades. Portanto é fundamental compreender os diferentes aspectos da contabilidade aplicada ao setor público. O aspecto ________________ compreende o registro e a evidenciação _________________ do ente público.

Alternativas
Comentários
  • "Conforme o MCASP 8ª, pág. 20, a contabilidade aplicada ao setor público (CASP) possui 3 aspectos de modo a interpretar corretamente as informações contábeis:

    orçamentário: Compreende o registro e a evidenciação do orçamento público, tanto quanto à sua aprovação quanto à sua execução. 

    patrimonial: Compreende o registro e a evidenciação da composição patrimonial do ente público. 

    fiscal: Compreende a apuração e evidenciação, por meio da contabilidade, dos indicadores estabelecidos pela LRF, dentre os quais se destacam os da despesa com pessoal, das operações de crédito e da dívida consolidada, além da apuração da disponibilidade de caixa, do resultado primário e do resultado nominal, a fim de verificar-se o equilíbrio das contas públicas".

    Resolução:

    A úncia lacuna que preenche corretamente o aspecto com sua definição é o patrimonial.

    Gabarito E


ID
3473968
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Considerando as disposições do MCASP sobre demonstrações contábeis, previstas na Lei nº 4.320/1964, para as entidades do setor público, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Trata-se das demonstrações contábeis conforme o MCASP 8ª.

    Considerações gerais:

    Conforme os MCASP 8ª e Lei 4.320/64 e ainda conjugando a NBC TSP 11, "compõem o conjunto de Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público (DCASP):

    ✓ Balanço Patrimonial;

    ✓ Demonstração das Variações Patrimoniais;

    ✓ Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido;

    ✓ Demonstração dos Fluxos de Caixa;

    ✓ Balanço Orçamentário;

    ✓ Balanço Financeiro;

    ✓ Notas explicativas, compreendendo a descrição sucinta das principais políticas contábeis e outras informações elucidativas.

    Resolução:

    A. Os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário e na Demonstração do Valor Adicionado.

    ERRADO. Não consta DVA.

    B. O Balanço Orçamentário demonstrará a receita e a despesa orçamentárias, bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extraorçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

    ERRADO. A definição se refere ao Balanço Financeiro.

    C. O Balanço Financeiro demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas.

    ERRADO. A definição se refere ao Balanço Orçamentário.

    D. O Balanço Orçamentário demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas.

    CERTO. Trata-se da definição do Balanço Orçamentária.

    E. A apresentação de notas explicativas é voluntária.

    ERRADO. Trata-se de informação obrigatória para melhor compreensão das demonstrações contábeis.

    Gabarito: Letra D.

  • A - Os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, no Balanço Financeiro, no Balanço Patrimonial, na Demonstração das Variações Patrimoniais, segundo os  números 12, 13, 14 e 15 e os quadros demonstrativos constantes dos Anexos números 1, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 16 e 17.

    B - O Balanço Orçamentário demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas.

    C- O Balanço Financeiro demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

    D - GABARITO

    FONTE: LEI 4.320/64 Artigos 101, 102 e 103.

  • LETRA D

    A. Os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário e na Demonstração do Valor Adicionado.

    ERRADO. Não consta DVA.

    B. O Balanço Orçamentário demonstrará a receita e a despesa orçamentárias, bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extraorçamentária, conjugados com os saldos em espécie provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte.

    ERRADO. A definição se refere ao Balanço Financeiro.

    C. O Balanço Financeiro demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas.

    ERRADO. A definição se refere ao Balanço Orçamentário.

    D. O Balanço Orçamentário demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas.

    CERTO. Trata-se da definição do Balanço Orçamentária.

    E. A apresentação de notas explicativas é voluntária.

    ERRADO. Trata-se de informação obrigatória para melhor compreensão das demonstrações contábeis.

    Prof. QC


ID
3473971
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Sobre o Balanço Patrimonial a ser elaborado e apresentado por entidades do setor público, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Trata-se da elaboração do Balanço Patrimonial segundo o MCASP 8ª.

    ➤ Resolução:

    A. Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que evidencia quantitativamente a situação patrimonial da entidade pública por meio de contas representativas do patrimônio público. As informações de natureza qualitativa devem ser apresentadas em notas explicativas.

    Errado. Houve omissão do termo qualitativo. Segundo o MCASP, "O Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que evidencia, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da entidade pública por meio de contas representativas do patrimônio público, bem como os atos potenciais, que são registrados em contas de compensação (natureza de informação de controle)".

    B. Os ativos e passivos serão apresentados em níveis analíticos.

    Errado: São apresentados no nível sintético. Segundo o MCASP, "Os ativos e passivos serão apresentados em níveis sintéticos (3º nível - Subgrupo ou 4º nível - Título)".

    C. O ciclo operacional da entidade é o tempo levado para converter entradas (inputs) ou recursos em saídas (outputs). Quando o ciclo operacional normal da entidade não for claramente identificável, pressupõe-se que sua duração seja de doze meses.

    Certo: A descrição da alternativa representa o exposto pelo MCASP.

    D. Os ativos e passivos financeiros e permanentes e o saldo patrimonial serão apresentados pelos seus valores totais, sendo compulsório o detalhamento dos saldos em notas explicativas.

    Errado. É facultativo. Segundo o MCASP, "Os ativos e passivos financeiros e permanentes e o saldo patrimonial serão apresentados pelos seus valores totais. É facultativo o detalhamento dos saldos em notas explicativas".

    E. ativo não circulante é aquele que está mantido essencialmente com o propósito de ser negociado.

    Errado: Trata-se de ativo circulante. Segundo o MCASP, "O ativo deve ser classificado como circulante quando o ativo está mantido essencialmente com o propósito de ser negociado".

    Gabarito: Letra C.

  • GAB:C

    MCASP

    O ciclo operacional da entidade é o tempo levado para converter entradas (inputs) ou recursos em saídas (outputs). Quando o ciclo operacional normal da entidade não for claramente identificávelpressupõe-se que sua duração seja de doze meses.

  • a)ERRADO, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da entidade pública

    b)ERRADO, ativos e passivos são apresentados em níveis sintéticos.. Os ativos

    e passivos serão apresentados em níveis sintéticos (3º nível - Subgrupo ou 4º nível - Título).

    d)ERRADO, "facultativamente apresentado o detalhamento em notas explicativas"

    e)ERRADO, trata-se de um ativo circulante quando estiver mantido essencialmente para fins de negociação.


ID
3473974
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) apresenta as entradas e saídas de caixa e as classifica em fluxos operacional, de investimento e de financiamento. Assinale a alternativa que apresenta atividade de investimento.

Alternativas
Comentários
  •  

    Trata-se da composição da Demonstração do Fluxo de Caixa.

    Conforme o MCASP 8, "a DFC deve ser elaborada pelo método direto e deve evidenciar as alterações de caixa e equivalentes de caixa verificadas no exercício de referência, classificadas nos seguintes fluxos, de acordo com as atividades da entidade:

    a. operacionais (FCO);

    b. de investimento (FCI); e

    c. de financiamento (FCF)".

    Resolução: Assinale a alternativa que apresenta atividade de investimento (FCI).

    A. Recebimentos de caixa decorrentes de impostos, taxas, contribuições e multas.

    Incorreto. É FCO.

    B. Recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de serviços.

    Incorreto. É FCO.

    C. Recebimentos de caixa de concessões ou transferências e outras dotações ou autorizações orçamentárias realizadas por outros entes ou entidades do setor público.

    Incorreto. É FCO.

    D. Recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorários, comissões e outras receitas.

    Incorreto. É FCO.

    E. Recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangível e outros ativos de longo prazo.

    Correto. É FCO.

    Gabarito: Letra E.

  • Gab: E

    Todas, salvo a e), são atividades operacionais

    Um dica para saber diferenciar os tipos de atividades:

    A.Opc → Em regra, receitas e despesas Correntes

    -

    A. Inv → Em regra, receitas e despesas de Capital e ANC

    Exceções:

    a. mantidos como equivalentes de caixa,

    b. mantidos para negociação imediata ou

    c. disponível para venda

    d. adiantamentos e empréstimos concedidos por instituição financeira pública

    e. pagamentos forem classificados como atividades de financiamento

    -

    A. Fin → MCASP exemplica 3:

    a. caixa recebido proveniente da emissão de debêntures, empréstimos contraídosnotas promissórias, títulos e valores, hipotecas e outros empréstimos contraídos de curto e de longo prazos;

     

    b. amortização de empréstimos e financiamentos que foram contraídos; e

     

    c. pagamentos em caixa por arrendatáriopara redução do passivo relativo a arrendamento mercantil financeiro

    Lista Completa → MCASP 8ªed pags 448 a 450

  • São exemplos de fluxos de caixa relacionados às atividades de investimento:

    b. recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangível e outros ativos de longo prazo;

    Secretaria do Tesouro Nacional – Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público – 9ª Edição


ID
3473977
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Dentre as demonstrações a serem elaboradas pelas entidades públicas, está o Balanço Financeiro (BF). O BF é composto por um único quadro que evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público, demonstrando, EXCETO

Alternativas
Comentários
  • Letra B

    O Balanço Financeiro é composto por um único quadro que evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público, demonstrando:

    A. a receita orçamentária realizada e a despesa orçamentária executada, por fonte / destinação de recurso, discriminando as ordinárias e as vinculadas;

    C. os recebimentos e os pagamentos extraorçamentários;

    D. as transferências financeiras recebidas e concedidas, decorrentes ou independentes da execução orçamentária, destacando os aportes de recursos para o RPPS; e

    E. o saldo em espécie do exercício anterior e para o exercício seguinte

  • Trata-se da composição do Balanço Financeiro.

    Conforme o MCASP 8ª, pág. 424, "o Balanço Financeiro (BF) evidencia as receitas e despesas orçamentárias, bem como os ingressos e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa do exercício anterior e os que se transferem para o início do exercício seguinte. É composto por um único quadro que evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público, demonstrando:

    I. a receita orçamentária realizada e a despesa orçamentária executada, por fonte/destinação de recurso, discriminando as ordinárias e as vinculadas;

    II. os recebimentos e os pagamentos extraorçamentários;

    III. as transferências financeiras recebidas e concedidas, decorrentes ou independentes

    da execução orçamentária, destacando os aportes de recursos para o RPPS;

    IV. o saldo em espécie do exercício anterior e para o exercício seguinte".

    Segundo o MCASP 8ª, "O Balanço Orçamentário é composto por:

    a. Quadro Principal;

    b. Quadro da Execução dos Restos a Pagar Não Processados; e

    c. Quadro da Execução dos Restos a Pagar Processados".

    Resolução: O BF é composto por um único quadro que evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público conforme as letras A, C, D e E, EXCETO: a execução dos restos a pagar não processados, que é evidenciada no Balanço Orçamentário.

    Gabarito: Letra B.

  • GAB: LETRA B

    Complementando!

    Fonte: MCASP 9ª Edição

    O Balanço Financeiro é composto por um único quadro que evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público, demonstrando

     

    • a.  a receita orçamentária realizada e a despesa orçamentária executada, por fonte / destinação de recurso, discriminando as ordinárias e as vinculadas; 

    • b.  os recebimentos e os pagamentos extraorçamentários; 

    • c.  as  transferências  financeiras  recebidas  e  concedidas,  decorrentes  ou  independentes  da execução orçamentária, destacando os aportes de recursos para o RPPS; e 

    • d.  o saldo em espécie do exercício anterior e para o exercício seguinte. 


ID
3473980
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A etapa de previsão da receita orçamentária constante na LOA (Lei Orçamentária Anual) implica planejar e estimar a arrecadação das receitas orçamentárias e deve

Alternativas
Comentários
  • LRF - Gabarito letra A

    Art. 12. As previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerarão os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou de qualquer outro fator relevante e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, e da metodologia de cálculo e premissas utilizadas.

  • Conforme a LRF, rt. 12, "as previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerarão os efeitos das alterações na legislação (a), da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou de qualquer outro fator relevante (b) e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos 3 anos (c), da projeção para os 2 seguintes àquele a que se referirem, e da metodologia de cálculo e premissas utilizadas.

    § 3 O Poder Executivo de cada ente colocará à disposição dos demais Poderes e do Ministério Público, no mínimo 30 dias antes do prazo final para encaminhamento de suas propostas orçamentárias, os estudos e as estimativas das receitas para o exercício subseqüente, inclusive da corrente líquida, e as respectivas memórias de cálculo (d)".

    Resolução:

    a. observar as normas técnicas legais, considerando os efeitos das alterações na legislação.

    Certo

    b. observar apenas os efeitos da variação do crescimento econômico.

    Erro no apenas!

    c. ser acompanhada de demonstrativo da evolução da receita dos últimos 4 anos, ou seja, do último PPA (Plano Plurianual).

    Erro: deve ser 3 anos. Não 4 conforme o PPA.

    d. utilizar, nas autarquias, metodologia de projeção com o auxílio de modelos estatísticos e matemáticos.

    Erro: colocará à disposição dos demais Poderes e do Ministério Público. E não das autarquias.

    e. apresentar projeção para 4 anos seguintes àquele a que se refere, ou seja, um PPA, e a metodologia de cálculo e remissas utilizadas.

    Erro: deve ser 2 anos. Não 4 conforme o PPA.

    Gabarito A

  • GABARITO: LETRA A

    Seção I

    Da Previsão e da Arrecadação

    Art. 12. As previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerarão os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou de qualquer outro fator relevante e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, e da metodologia de cálculo e premissas utilizadas.

    FONTE: LEI COMPLEMENTAR N° 101, DE 04 DE MAIO DE 2000.

  • A LDO deve observar as mudanças da legislação e não alterar qualquer norma legal.

  • Questão sobre etapas da receita orçamentária, especificamente sobre a previsão.

    Conforme o MCASP, as etapas da receita orçamentária podem ser resumidas em: previsão, lançamento, arrecadação e recolhimento.

    Dito isso, vou detalhar apenas a primeira etapa da previsão que é a que interessa para a questão:

    A previsão da receita antecede a fixação da despesa. Nessa etapa ocorre a estimativa de arrecadação da receita, que resulta da projeção orientada pelo art. 12 da LRF. Busca-se planejar e estimar as receitas orçamentárias que constarão na proposta orçamentária do ano respectivo.  
    Exemplo: Previsão de arrecadação de R$ 2 bilhões de ICMS no próximo ano em SP. 

    Essa etapa é muito importante para a gestão fiscal responsável e o correto planejamento da atividade financeira do Estado. Nesse contexto a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), reserva um capítulo inteiro para tratar da receita pública e estabelece diversas regras sobre previsão e arrecadação, que iremos analisar nas alternativas. Repare no teor do art. 12 da LRF:

    Art. 12. As previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerarão os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou de qualquer outro fator relevante e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, e da metodologia de cálculo e premissas utilizadas.

    Com base nesse dispositivo, vamos analisar cada uma das alternativas:

    A) Certo, como vimos, a etapa da previsão deve seguir as normas técnicas e legais, considerando os efeitos das alterações na legislação, sobretudo da legislação tributária, por exemplo, diminuições e majorações de alíquotas.

    B) Errado, segundo a LRF, a etapa da previsão deve considerar diversos efeitos: alterações na legislação, índice de preços (ex.: IPCA), crescimento econômico (ex.: projeção do PIB) entre outros fatores relevantes.

    C) Errado, segundo a LRF, a etapa da previsão deve ser acompanhada de demonstrativo da evolução da receita dos últimos três anos. Não tem a ver com o PPA.

    D) Errado, não há essa obrigatoriedade específica de metodologia para as autarquias. Apesar disso, costuma-se utilizar projeções com o auxilio de modelos estatísticos, respeitando as condições do art. 12 da LRF.

    E) Errado, segundo a LRF, a etapa da previsão deve ser apresentar projeção para os próximos dois anos seguintes àquele a que se refere. Não tem a ver com o PPA.


    Gabarito do Professor: Letra A.
  • GABARITO: A

    Apenas esquematizando o art.12 da LRF:

    As previsões de receita observarão as normas técnicas e legais e considerarão:

    1. Os efeitos das alterações na legislação
    2. da variação do índice de preços
    3. crescimento econômico ou qualquer fator relevante
    4. acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos
    5. acompanhadas da projeção para os dois seguintes
    6. metodologia de cálculo e premissas utilizadas

    __________________________________________________________________________________________

    Qualquer erro podem avisar no privado!

    Namastê

  • LETRA

    A) Certo, como vimos, a etapa da previsão deve seguir as normas técnicas e legais, considerando os efeitos das alterações na legislação, sobretudo da legislação tributária, por exemplo, diminuições e majorações de alíquotas.

    B) Errado, segundo a LRF, a etapa da previsão deve considerar diversos efeitos: alterações na legislação, índice de preços (ex.: IPCA), crescimento econômico (ex.: projeção do PIB) entre outros fatores relevantes.

    C) Errado, segundo a LRF, a etapa da previsão deve ser acompanhada de demonstrativo da evolução da receita dos últimos três anos. Não tem a ver com o PPA.

    D) Errado, não há essa obrigatoriedade específica de metodologia para as autarquias. Apesar disso, costuma-se utilizar projeções com o auxilio de modelos estatísticos, respeitando as condições do art. 12 da LRF.

    E) Errado, segundo a LRF, a etapa da previsão deve ser apresentar projeção para os próximos dois anos seguintes àquele a que se refere. Não tem a ver com o PPA.


ID
3473983
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Nos casos de renúncia de receita por isenção, quando feita a estimativa de impacto orçamentário-financeiro para o exercício e a demonstração de que tal renúncia não afetará as metas e resultados fiscais previstos na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias),

Alternativas
Comentários
  • MCASP - Gabarito letra C

    A isenção é a espécie mais usual de renúncia e define-se como a dispensa legal, pelo Estado, do débito tributário devido. Neste caso, o montante da renúncia será considerado no momento da elaboração da LOA, ou seja, a estimativa da receita orçamentária já contempla a renúncia e, portanto, não há registro orçamentário ou patrimonial.

  • Trata-se de renúncia de receita prevista na LRF

    Conforme o MCASP 8 - pág. 59, "a isenção é a espécie mais usual de renúncia e define-se como a dispensa legal, pelo Estado, do débito tributário devido. Neste caso, o montante da renúncia será considerado no momento da elaboração da LOA, ou seja, a estimativa da receita orçamentária já contempla a renúncia e, portanto, não há registro orçamentário ou patrimonial". 

    Gabarito C

    "A evidenciação de renúncia de receitas poderá ser efetuada de diversas maneiras, sendo contabilizada somente nos casos em que seja possível mensurar um valor confiável. Assim, deve-se utilizar a metodologia da dedução de receita orçamentária para evidenciar as renúncias, com o registro na natureza de receita orçamentária objeto da renúncia pelo seu total em contrapartida a uma dedução de receita (conta redutora de receita)". 

    Resumo no caso de isenção:

    a) é dispensa legal;

    b) é considerada no momento da elaboração da LOA;

    c) a estimativa da receita orçamentária já contempla a renúncia;

    d) não há registro orçamentário ou patrimonial.

    Portanto, a letra C é a correta.

    Gabarito C

  • Não achei nada relativo a isso na LRF ( que é o que cai no meu concurso). Essa parte é específica de AFO ??
  • CF 88 165 § 6º O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.

    +

    MCASP

    A isenção é a espécie mais usual de renúncia e define-se como a dispensa legal, pelo Estado, do débito tributário devido. Neste caso, o montante da renúncia será considerado no momento da elaboração da LOA, ou seja, a estimativa da receita orçamentária já contempla a renúncia e, portanto, não há registro orçamentário ou patrimonial.

  • Questão sobre o instituto da renúncia de receita.

    Conforme o MCASP, o art. 14 da LRF trata especialmente da renúncia de receita, estabelecendo suas diversas espécies, bem como os requisitos a serem observadas pelos entes públicos que decidirem pela concessão ou ampliação desse incentivo do governo:

    Art. 14 – A concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual decorra renúncia de receita deverá estar acompanhada de estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois seguintes, atender ao disposto na lei de diretrizes orçamentárias e a pelo menos uma das seguintes condições:
    (...)
    §1º A renúncia compreende anistia, remissão, subsídio, crédito presumido, concessão de isenção em caráter não geral, alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que implique redução discriminada de tributos ou contribuições, e outros benefícios que correspondam a tratamento diferenciado.

    Dica! Um bom mnemônico para decorar as principais espécies de renúncia de receita é CRASI. Crédito presumido, Remissão, Anistia, Subsídio e Isenção.  

    Nesse contexto, o MCASP detalha cada uma das espécies. Vejamos o que ele diz sobre a isenção que é o caso de renúncia citado na questão:

     “A isenção é a espécie mais usual de renúncia e define-se como a dispensa legal, pelo Estado, do débito tributário devido. Neste caso, o montante da renúncia será considerado no momento da elaboração da LOA, ou seja, a estimativa da receita orçamentária já contempla a renúncia e, portanto, não há registro orçamentário ou patrimonial. "

    Atenção! Perceba que, diferentemente de outras espécies de renúncia como a remissão e a anistia, na concessão da isenção não há registro orçamentário ou patrimonial.

    Feita a revisão, já podemos analisar cada alternativa:

    A) Errado, no caso da isenção há dispensa legal pelo do débito tributário.

    B) Errado, a estimativa da receita, no caso da isenção, já contempla a renúncia, por isso que não há necessidade de registro adicional.  

    C) Certo, pelo fato da estimativa da receita já considerar as isenções, tanto o controle orçamentário da receita e sua respectiva dedução, quanto o controle patrimonial são desnecessários, como vimos no MCASP.

    D) Errado, não há registro orçamentário ou patrimonial.

    E) Errado, não há registro orçamentário ou patrimonial.


    Gabarito do Professor: Letra C.
  • Diego, se o seu concurso for para área contábil, além da LRF, você tem de estudar também o MCASP....


ID
3473986
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Quanto aos procedimentos necessários para o registro contábil das transferências constitucionais legais, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Trata-se da evidenciação das transferências governamentais.

    Conforme o MCASP 8 - pág. 63 -, "as Transferências Intergovernamentais compreendem a entrega de recursos, correntes ou de capital, de um ente (chamado “transferidor”) a outro (chamado “beneficiário”, ou “recebedor”). Podem ser voluntárias ou decorrentes de determinação constitucional ou legal"

    Assim, "Transferências Constitucionais e Legais são aquelas que são arrecadadas por um ente, mas devem ser transferidas a outros entes por disposição constitucional ou legal".  

    O ente recebedor deve reconhecer um direito a receber (ativo) no momento da arrecadação pelo ente transferidor em contrapartida de variação patrimonial aumentativa, não impactando o superávit financeiro.

    Lançamento:

    → Natureza da informação: patrimonial

    D 1.1.2 Créditos Tributários a Receber (P)

    C 4.1.1 VPA – Tributos 

    No momento do ingresso efetivo do recurso, o ente recebedor deverá efetuar a baixa do direito a receber (ativo) em contrapartida do ingresso no banco, afetando neste momento o superávit financeiro.

    → Natureza da informação: patrimonial

    D 1.1.1.1 Caixa e Equivalentes de Caixa em Moeda Nacional (F)

    C 1.1.2.1 Créditos Tributários a Receber (P) 

    "Simultaneamente, deve-se registrar a receita orçamentária realizada em contrapartida da receita a realizar nas contas de controle da execução do orçamento. Esse procedimento evita a formação de um superávit financeiro superior ao lastro financeiro existente no ente recebedor". 

    Resolução:

    A. No momento do ingresso efetivo do recurso, o ente recebedor deverá registrar o superávit financeiro.

    Errado: O superávit não depende de registro específico. É o confronto entre ativo financeiro e passivo financeiro.

    B. No momento do ingresso efetivo do recurso, o ente recebedor deverá registrar a receita orçamentária a realizar nas contas de controle da execução do orçamento.

    Errado: Deve-se registrar receita orçamentária realizada.

    C. No momento do ingresso efetivo do recurso, o ente recebedor deverá registrar a receita orçamentária realizada nas contas de controle da execução do orçamento, para evitar a formação de um déficit financeiro.

    Errado: [...] evita a formação de um superávit financeiro, e não de um déficit.

    D. O ente recebedor deve reconhecer um direito a receber (ativo) no momento da arrecadação pelo ente transferidor em contrapartida de variação patrimonial aumentativa.

    Correto: Conforme exposto acima.

    E. O ente recebedor deve reconhecer um direito a receber (ativo) no momento da arrecadação pelo ente transferidor em contrapartida de variação patrimonial aumentativa, impactando o superávit financeiro.

    Errado: Não impacta o superávit financeiro.

    Gabarito: Letra D.

  • Gab. Letra D

    TRANSFERÊNCIAS INTERGOVERNAMENTAIS (um ente para outro)

    Transferência Constitucional ou Legal:

    Para o ente TRANSFERIDOR, Despesa ou dedução da Receita. O ente RECEBEDOR deve reconhecer um direito a receber (ativo) no momento da arrecadação pelo ente transferidor em contrapartida de VPA, não impactando o superávit financeiro. (GABARITO) No momento do ingresso efetivo do recurso, o ente recebedor deverá efetuar a baixa do direito a receber (ativo) em contrapartida do ingresso no banco, afetando neste momento o superávit financeiro.

    Transferência Voluntária:

    Para o ente TRANFERIDOR DEVE ser Despesa. Para o RECEBEDOR, deve registrar uma Receita Orçamentária apenas no momento da efetiva transferência financeira, pois não há garantias reais da transferência. Apenas se existir cláusula contratual garantindo a efetiva transferência é que o ente recebedor poderá registrar um direito a receber.

    Fonte: MCASP 8ª Ed.


ID
3473989
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Em relação aos créditos orçamentários adicionais, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Lei 4320 - Gabarito letra E

    Art. 40. São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento.

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

     I - suplementares, os destinados a refôrço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.          (Veto rejeitado no DOU, de 5.5.1964)

    § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:         (Veto rejeitado no DOU, de 5.5.1964)

    I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;      (Veto rejeitado no DOU, de 5.5.1964)

    II - os provenientes de excesso de arrecadação;        (Veto rejeitado no DOU, de 5.5.1964)

    III - os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;         (Veto rejeitado no DOU, de 5.5.1964)

    IV - o produto de operações de credito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realiza-las.        (Veto rejeitado no DOU, de 5.5.1964)

  • A) São autorizações específicas apenas para despesas não computadas na Lei Orçamentária. ERRADA

    ERRO: Não são todos os créditos que precisam de autorização específica.

    Os créditos EXTRAORDINÁRIOS são exceção, não precisam de autorização legislativa;

    São abertos por Medida Provisória;

    Para casos imprevisíveis e urgentes.

    B) São suplementares, especiais ou extraorçamentários como forma de classificação. ERRADA

    CLASSIFICAM-SE EM: Suplementares, especiais e extraordinários.

    C) Não podem ser considerados recursos disponíveis para utilização por meio de créditos suplementares ou especiais os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei.

    Erro está em "não podem", podem sim!

    Fonte de Recursos para abertura de créditos: ROSERA

    Reserva de contingência;

    Operação de crédito;

    Superávit financeiro do balanço patrimonial do exercício anterior;

    Excesso de arrecadação;

    Receita sem despesa correspondente;

    Anulação de despesa.

    D) Os créditos suplementares e especiais não necessitam da existência de recursos disponíveis se forem precedidos de exposição justificada.

    Erro está em " não necessitam da existência de recursos disponíveis";

    Créditos Suplementares e Especiais necessitam de:

    Recursos disponíveis;

    Exposição de justificativa;

    Autorização legislativa

    E) Os créditos suplementares e especiais serão abertos por decreto do poder executivo, dependendo de prévia autorização legislativa. CORRETA

  • Nossa. Essa foi difícil demais pra mim. Tô começando ainda.
  • Alguém explica pq a letra B está errada pelo amor de Deus!

  • Erro da letra B

    São suplementares, especiais ou EXTRAORÇAMENTÁRIO como forma de classificação. 

    Forma correta

    Classificado em: EXTRAORDINÁRIO.

    Extraorçamentário é a parte de Receita

    a) Receita orçamentária

    b) Receita extraorçamentária

  • Oi, Letícia. O erro da letra b é o termo " extraorçamentários"

    São suplementares, especiais ou extraorçamentários como forma de classificação.

    O correto é "extraordinários".

    Bons estudos!

  • Vai entender.. olha essa questão. Q1189624

  • Questão sobre os créditos adicionais, importantes mecanismos retificadores do orçamento.

    O processo orçamentário no modelo federal começa logo no início ano com a elaboração de pré-propostas, passa pela consolidação realizada pelo órgão central do orçamento e o envio do PLOA pelo Presidente até 31 de agosto. Aprovado o projeto pelo Plenário do Congresso Nacional, sua vigência geralmente terá início apenas no exercício financeiro subsequente. Repare que um período longo de tempo existe entre a elaboração e o início da execução do orçamento, sendo necessário adequar o que foi planejado com a realidade.

    Para conciliar essa situação a Lei nº 4.320/64 permite os créditos adicionais, que são autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento. De acordo com o art. 41 da respectiva lei, os créditos adicionais dividem-se em três:

    (1) suplementares, destinados a reforço de dotação orçamentária – “suplementam" a dotação existente.
    (2) especiais, destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica.
    (3) extraordinários, destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    Dica! Nesse momento conturbado que vivemos em 2020, vale ressaltar a importância dos créditos extraordinários que foram abertos para o Governo ter fôlego orçamentário para combater o Corona Vírus. Outros exemplos práticos de créditos extraordinários abertos são: a tragédia de Brumadinho (MG) ou ainda, as enchentes/desmoronamentos no Rio de Janeiro em 2010.

    Feita a revisão, já podemos analisar as afirmativas:

    A) Errado, os créditos adicionais são autorização para despesas não computadas OU insuficientemente dotadas, conforme Lei nº 4.320/64:

    Art. 40. São créditos adicionais, as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento.

    B) Errado, os créditos adicionais são classificados como suplementares, especiais ou extraordinários. Nesse contexto, não existe crédito extraorçamentário.

    C) Errado, os créditos resultantes de anulação de dotações podem ser considerados fonte de recursos, por força do art. 43 da Lei 4320/64.

    A abertura de créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis. Exige-se então uma fonte de recurso que indique a origem dos recursos para assegurar a realização das despesas dos créditos adicionais.

    São basicamente 6 fontes de recursos que podem ser empregadas para a abertura dos créditos. Temos 4 delas na Lei 4320/64, art. 43:

    I – o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;
    II – os provenientes de excesso de arrecadação;
    III – os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;
    IV – o produto de operações de crédito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realizá-las.

    D) Errado, como vimos, esses créditos dependem da existem de recursos disponíveis, bem como da exposição justificada. Um requisito não supre o outro, conforme art. 43:

    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa. (Veto rejeitado no DOU, de  5.5.1964)

    E) Certo, conforme Lei nº 4.320/64:

    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Dica! No nível federal, créditos extraordinários são abertos por Medida Provisória. Nos estados e municípios, esses créditos são abertos por MP (se prevista no processo legislativo do ente) ou Decreto Executivo.


    Gabarito do Professor: Letra E.

ID
3473992
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Quanto aos restos a pagar, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 4.320 de 1964

    Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas. 

    Parágrafo único. Os empenhos que sorvem a conta de créditos com vigência plurienal, que não tenham sido liquidados, só serão computados como Restos a Pagar no último ano de vigência do crédito.

    Gabarito: B

  • Trata-se da utilização dos restos a pagar conforme a LRF e o MCASP 8ª.

    Teoria:

    São Restos a Pagar todas as despesas regularmente empenhadas, do exercício atual ou anterior, mas não pagas ou canceladas até 31 de dezembro do exercício financeiro vigente. Distingue-se dois tipos de restos a pagar:

    ➜ Processados (despesas já liquidadas);

    ➜ Não processados (despesas a liquidar ou em liquidação).

    A inscrição de restos a pagar deve observar as disponibilidades financeiras e condições da legislação pertinente, de modo a prevenir riscos e corrigir desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, conforme estabelecido na LRF.

    ➤ Resolução:

    A. Existem dois tipos: os processados (despesas já empenhadas), e os não processados (despesas já liquidadas ou em liquidação).

    Errado: embora existam dois tipos de Restos a Pagar (Processados e os Não Processados), o item inverte as definições.

    ↘ B. a norma estabelece que, no encerramento do exercício, a parcela da despesa orçamentária que se encontrar empenhada, mas ainda não paga, poderá ser inscrita em restos a pagar.

    Correto: no fim do exercício, as despesas orçamentárias empenhadas e não pagas serão inscritas em restos a pagar. 

    ↘ C. A LRF determina o que pode ou não ser inscrito em restos a pagar.

    Errado: a LRF não aborda o mérito do que pode ou não ser inscrito em restos a pagar. Uma vez que a inscrição de restos a pagar deve observar as disponibilidades financeiras e condições da legislação pertinente, de modo a prevenir riscos e corrigir desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas.

    ↘ D. é vedado ao titular de Poder ou órgão, no último quadrimestre do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele.

    Errado: a proibição se dá nos 2 últimos quadrimestre.

    ↘ E. A inscrição de despesa em restos a pagar processados é realizada após a anulação dos empenhos que não serão inscritos em virtude de restrição em norma do ente da Federação.

    Errado: pois, só falta o pagamento, já que os restos a pagar processados já foram empenhados e liquidados. Então, não há anulação de empenho.

    Por fim, a alternativa correta é:

    Gabarito: Letra B.

  • GABARITO: "B"

    A) Distingue-se dois tipos de restos a pagar: os processados (despesas já liquidadas); e os não processados (despesas a liquidar ou em liquidação);

    B) CORRETO- De tal forma, a norma estabelece que, no encerramento do exercício, a parcela da despesa orçamentária que se encontrar empenhada, mas ainda não paga, poderá ser inscrita em restos a pagar.

    Art. 68.  A inscrição de despesas como restos a pagar no encerramento do exercício financeiro de emissão da Nota de Empenho depende da observância das condições estabelecidas neste Decreto para empenho e liquidação da despesa.    

    § 1  A inscrição prevista no caput como restos a pagar não processados fica condicionada à indicação pelo ordenador de despesas.

    Ainda, o MCASP destaca que: São Restos a Pagar todas as despesas regularmente empenhadas, do exercício atual ou anterior, mas não pagas ou canceladas até 31 de dezembro do exercício financeiro vigente. 

    Nesse ponto, o MCASP considerou somente aquelas despesas que foram empenhadas, não foram canceladas e não foram pagas. (essa frase aprendi com o prof. Marcel Guimarães).

    C) Observa-se que, embora a LRF não aborde o mérito do que pode ou não ser inscrito em

    restos a pagar, veda contrair obrigação no último ano do mandato do governante sem que exista a

    respectiva cobertura financeira[...]

    D) Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito.

    Parágrafo único. Na determinação da disponibilidade de caixa serão considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar até o final do exercício.

    E) A inscrição de despesa em restos a pagar não processados é realizada após a anulação dos

    empenhos que não serão inscritos em virtude de restrição em norma do ente da Federação, ou seja,

    verifica-se quais despesas devem ser inscritas em restos a pagar e anula-se as demais. Após, inscreve-se os restos a pagar não processados do exercício.

    Fonte: MCASP, 8ª ed e Decreto 93.872/86

  • a norma estabelece que, no encerramento do exercício, a parcela da despesa orçamentária que se encontrar empenhada, mas ainda não paga, poderá ser inscrita em restos a pagar.

    A REGRA para EMPENHADOS e NÃO LIQUIDADOS é o Cancelamento do empenho.

    como ele informou que PODE, logo está correto.

    MAS NÃO DEVE SER INSCRITO. Para ser inscrito depende de 5 hipóteses de exceção, no caso de NÃO PROCESSADOS.

  • Acho que aí seria para escolher a mais certa, pois a "D" fala na lei que seria nos dois últimos quadrimestres, logo não seria errado dizer que no último quadrimestre é vedado, também.

  • Questão sobre um dos incidentes na execução da despesa pública, os Restos a Pagar (RAP).

    A execução completa (ou normal) da despesa pública orçamentária, em regra, passa pelos estágios do empenho, liquidação e pagamento, dentro do exercício financeiro.  Entretanto, existem incidentes que fogem a essa regra, como os Restos a Pagar (RAP), o regime de adiantamento (ex.: suprimento de fundos) e as Despesas de Exercícios Anteriores (DEA).

    Os RAP, como o próprio nome diz, são resíduos de despesas cujos pagamentos não ocorreram até o fim do exercício financeiro. Por isso, essas despesas empenhadas mas não pagas, são inscritas em restos a pagar. Essa inscrição não garante o direito líquido e certo ao pagamento, pois alguns empenhos inscritos em RAP poderão ser cancelados dependendo do caso concreto. Exemplo: se o fornecedor não entregar a mercadoria ou não prestar o serviço de acordo com o contrato.

    Resumindo, RAP são despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro. Segundo o Decreto nº 93.872/1986, se a despesa foi liquidada no exercício, ela será inscrita em RAP processados, se não foi liquidada (apenas empenhada), será escrita em RAP não processados.

    Feita essa rápida revisão do conteúdo, já podemos analisar cada uma das alternativas:

    A) Errado, existem dois tipos: os processados (despesas já liquidadas), e os não processados (despesas não liquidadas ou em liquidação).

    B) Certo, no encerramento do exercício, a parcela da despesa regularmente empenhada e liquidada, será inscrita de forma automática como restos a pagar processados. Entretanto, a despesa empenhada, mas não liquidada, depende da indicação do ordenador de despesas para a inscrição.

    Logo, essa despesa empenhada mas não paga poderá ser inscrita em restos a pagar ou não, dependendo do caso concreto. Veja a disposição do Decreto nº 93.872/1986:

    Art. 68.  A inscrição de despesas como restos a pagar no encerramento do exercício financeiro de emissão da Nota de Empenho depende da observância das condições estabelecidas neste Decreto para empenho e liquidação da despesa.     (Redação dada pelo Decreto nº 7.654, de 2011)
    § 1o  A inscrição prevista no caput como restos a pagar não processados fica condicionada à indicação pelo ordenador de despesas.      (Incluído pelo Decreto nº 7.654, de 2011)

    C) Errado, a LRF reserva apenas o artigo 42 para tratar de RAP. Nele, a norma aborda a assunção de obrigação de despesa no final do mandato, não determina o que pode ou não ser inscrito em RAP. Apesar do Decreto nº 93.872/1986 tangenciar a matéria, ela é regulamentada de forma mais detalhada na legislação infralegal (ex.: Portarias).

    D) Errado, é vedado nos últimos dois quadrimestres, somente se a obrigação não puder ser cumprida integralmente dentro do mandato ou sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para pagar as parcelas no exercício seguinte, conforme a LRF:

    Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito.

    E) Errado, conforme o MCASP, a inscrição de despesa em restos a pagar não processados é realizada após a anulação dos empenhos que não serão inscritos em virtude de restrição em norma do ente da Federação, ou seja, verifica-se quais despesas devem ser inscritas em restos a pagar e anula-se as demais.


    Gabarito do Professor: Letra B.
  • kkkk... o pobre não tem um momento de paz!

    Ontem respondi essa questão e marquei a letra B, errei, pois o gabarito era letra E. Hoje respondi novamente e lembrei que o gabarito era E, errei pois era a letra B.

  • a)ERRADO, Todo resto a pagar foi empenhado, isso é um pré-requisito. Os restos a pagar são tipificados, na verdade, em processados e não processados.

    b)CORRETO, De tal forma, a norma estabelece que, no encerramento do exercício, a parcela da despesa orçamentária que se encontrar empenhada, mas ainda não paga, poderá ser inscrita em restos a pagar. (MCASP, pg 125)

    c)ERRADO, a LRF estabelece os limites para inscrição de restos a pagar c) observância dos limites das dívidas consolidada e mobiliária, de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, de inscrição em Restos a Pagar e de despesa total com pessoal; O que pode ou não está estabelecido em outras leis, como a lei 93.872, portarias e afins.

    d)ERRADO, são dois erros Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito

    e)ERRADO, A inscrição de despesa em restos a pagar não processados é realizada após a anulação dos empenhos que não serão inscritos em virtude de restrição em norma do ente da Federação, ou seja, verifica-se quais despesas devem ser inscritas em restos a pagar e anula-se as demais. (MCASP, pg 127)


ID
3473995
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Entende-se por transferência voluntária a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde. Pode ser considerada uma exigência para a realização de transferência voluntária

Alternativas
Comentários
  • Gab. E

    Segundo a LRF, tem-se:

            Art. 25. Para efeito desta Lei Complementar, entende-se por transferência voluntária a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde.

            § 1 São exigências para a realização de transferência voluntária, além das estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias:

            I - existência de dotação específica;

            II -  (VETADO)

            III - observância do disposto no inciso X do art. 167 da Constituição;

            IV - comprovação, por parte do beneficiário, de:

            a) que se acha em dia quanto ao pagamento de tributos, empréstimos e financiamentos devidos ao ente transferidor, bem como quanto à prestação de contas de recursos anteriormente dele recebidos;

            b) cumprimento dos limites constitucionais relativos à educação e à saúde;

            c) observância dos limites das dívidas consolidada e mobiliária, de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, de inscrição em Restos a Pagar e de despesa total com pessoal;

            d) previsão orçamentária de contrapartida.

            § 2 É vedada a utilização de recursos transferidos em finalidade diversa da pactuada.

            § 3 Para fins da aplicação das sanções de suspensão de transferências voluntárias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a ações de educação, saúde e assistência social.

  • Para as transferências voluntárias deve-se observar o art. 25 § 1° alínea a, que diz que uma das exigências para a realização de transferência voluntária é de que o ente se ache em dia quanto ao pagamento de tributos, empréstimos e financiamentos devidos ao ente transferidor, bem como quanto à prestação de contas de recursos anteriormente dele recebidos. Além disso, na alínea b ,do § 1 ° deve-se exigir o cumprimento dos limites constitucionais relativos à saúde e à educação. Não é necessário, para as transferência voluntárias, observar os limites constitucionais da despesa com pessoal, somente educação e saúde.

  • Quase fui na alternativa D...Mas como existe a máxima de sempre ler todo o enunciado , bem como todas as alternativas, mudei a marcação após ler a alternativa E.

  • Questão sobre as exigências estabelecidas na LRF para a realização de transferência voluntária.

    Vamos começar conceituando o termo técnico. As transferências de recursos entre entes podem ser classificadas em dois tipos:

    Transferências constitucionais/legais: entrega de recurso derivada de determinação prevista na Constituição/em lei.

    Exemplos: Fundo de Participação dos Municípios (FPM) o Fundo de Participação dos Estados (FPE), Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), segundo art. 5º da Lei 11.947/09. Outras transferências disciplinadas por leis específicas na área de Saúde e Assistência Social

    - Transferências voluntárias: conceituado por exclusão, é a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde, conforme art. 25, da LRF.

    Nesse contexto, diversos normativos (ex.: LRF, LDO, Instruções Normativas, etc.) criam exigências para a realização das transferências voluntárias. Vejamos aquelas elencadas no art. 25 da LRF que são as mais cobradas nos concursos públicos:

    Art. 25. § 1o São exigências para a realização de transferência voluntária, além das estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias:

    I - existência de dotação específica;
    II -  (VETADO)
    III - observância do disposto no inciso X do art. 167 da Constituição;
    IV - comprovação, por parte do beneficiário, de:
    a) que se acha em dia quanto ao pagamento de tributos, empréstimos e financiamentos devidos ao ente transferidor, bem como quanto à prestação de contas de recursos anteriormente dele recebidos;
    b) cumprimento dos limites constitucionais relativos à educação e à saúde;
    c) observância dos limites das dívidas consolidada e mobiliária, de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, de inscrição em Restos a Pagar e de despesa total com pessoal;
    d) previsão orçamentária de contrapartida.
    § 2o É vedada a utilização de recursos transferidos em finalidade diversa da pactuada.
    § 3o Para fins da aplicação das sanções de suspensão de transferências voluntárias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a ações de educação, saúde e assistência social.

    Feita a revisão e tendo em mente as exigências da LRF podemos analisar cada uma das alternativas:

    A) Errado, a norma exige a existência de dotação específica, mas não determina saldo mínimo.  

    B) Errado, a norma exige a existência de dotação específica, mas não determina saldo mínimo.  

    C) Errado, é vedada a utilização de recursos transferidos em finalidade diversa da pactuada.

    D) Errado, segundo o art. 25 IV b) a exigência da LRF que resguarda os limites constitucionais são relativos apenas à educação e à saúde, não para despesa de pessoal.

    Atenção! Repare que no mesmo artigo, inciso IV c) a LRF exige observância do limite de despesa total com pessoal. Mas esse limite é estabelecido na própria LRF, não na Constituição Federal de 1988. Por isso que a alternativa erra nessa parte final. Cumprimento dos limites constitucionais relativos a despesas com pessoal não é uma exigência. É uma pegadinha.

    E) Certo, essa é uma das exigências do art. 25, inciso IV a), que promove a responsabilidade na gestão fiscal.


    Gabarito do Professor: Letra E.

ID
3473998
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Pode-se considerar Dívida Pública ou Endividamento Público

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Item C

    CAPÍTULO VII

    DA DÍVIDA E DO ENDIVIDAMENTO

    Seção I

    Definições Básicas

     Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições:

    refinanciamento da dívida mobiliária: emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária.

    Fonte: LRF

    Bons Estudos!

  • Trata-se dos componentes da dívida pública conforme a LRF.

    Teoria:

    Conforme o art. 29 da LRF, do título DÍVIDA E ENDIVIDAMENTO, considera-se:

    "I - dívida pública consolidada ou fundada: montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a 12 meses;

    II - dívida pública mobiliária: dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios;

    III - operação de crédito: compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros;

    IV - concessão de garantia: compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada;

    V - refinanciamento da dívida mobiliária: emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária".

    ➤ Resolução:

    ↘ A. A dívida pública consolidada, mas não a dívida fundada.

    Errado: são termos sinônimos.

    ↘ B. A dívida pública imobiliária.

    Errado: não existe imobiliário, mas mobiliário.

    ↘ C. O refinanciamento da dívida mobiliária.

    Certo: conforme explanação acima.

    ↘ D. As operações de crédito realizadas em instituição financeira pública.

    Errado: a alternativa impôs restrição quanto à operação de crédito. LRF traz a definição de operações de crédito de forma muito mais ampla. E não apenas em instituição financeira pública.

    ↘ E. As operações de crédito realizadas em instituição financeira privada, apenas se o prazo de pagamento for inferior a 12 meses.

    Errado: é superior a 12 meses, em regra.

    Gabarito: Letra C.

  • A) Dívida fundada e consolidada são a mesma coisa,sendo assim, ambas fazem parte do endividamento publico.

    B) O erro está em IMOBILIÁRIA ao invés de MOBILIARIA

    C) GABARITO

    D) Operações de crédito de prazo inferior a doze meses cujas receitas tenham constado em orçamento.

    E) Operações de crédito de prazo inferior a doze meses cujas receitas tenham constado em orçamento.

  • O comentário da colega N.Vieira está excelente, mas eu acrescentaria que , em relação a letra D o erro estaria no fato da operação de crédito ter sido realizada em instituição financeira pública, pois , de outro modo, toda Op. crédito é uma dívida pública. Talvez tenham esquecido de mencionar que o ente a controlaria, sendo proíbido dessa forma a contratação de op crédito.

  • Questão sobre a dívida pública ou endividamento público, com base na legislação aplicável.

    A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) inovou ao tratar de crédito público, regulando essa matéria em diversos dispositivos. No art. 29, o legislador conceituou alguns institutos creditícios, com o fim de auxiliar o controle da dívida pública. Nesse contexto, a LRF traz duas formas de classificação da dívida pública:

    Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições:
    I - dívida pública consolidada ou fundada: montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses;
    II - dívida pública mobiliária: dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios Feita a revisão, já podemos analisar as alternativas:

    Repare que a LRF utiliza dois critérios diferentes:

    O 1º critério é a temporalidade, sendo a dívida de longo prazo, em regra, consolidada e curto prazo dívida flutuante.
    O 2º critério é de acordo com o instrumento utilizado para captação de recursos, sendo a emissão de títulos públicos dívida mobiliária e contratos firmados, principalmente com organismos multilaterais, dívida contratual.


    Pois bem, feita a revisão, já podemos analisar cada alternativa.

    A) Errado, como vimos, dívida pública consolidada e fundada são termos equivalentes, ambas fazem parte da dívida pública.

    B) Errado, o termo técnico correto é dívida pública mobiliária – representada por títulos emitidos. Essa é a classificação quanto ao instrumento utilizado para captação de recursos. Dívida imobiliária não existe nesse contexto.

    C) Certo, o refinanciamento da dívida mobiliária pode ser considerado dívida pública e configura uma nova emissão de títulos para pagamento do principal da dívida corrigido, segundo a LRF:

    Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições:
    (...)
    V - refinanciamento da dívida mobiliária: emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária.

    D) Errado, operações de crédito e dívida pública não se confundem. São termos técnicos que se relacionam, mas são distintos! Repare na disposição do art. 29 da LRF. Pode ser considerado dívida publica consolidada o montante total, das obrigações financeiras, assumidas em virtude da realização de operação crédito. Ou seja, operações de crédito (seja com instituição financeira pública ou privada) integram a dívida pública, mas não é a mesma coisa! Importante ficar atento no contexto da questão.

    E) Errado, as operações de crédito realizadas em instituição financeira privada, podem integrar a dívida pública, conforme LRF:

    Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, são adotadas as seguintes definições:
    § 3o Também integram a dívida pública consolidada as operações de crédito de prazo inferior a doze meses cujas receitas tenham constado do orçamento.

    Atenção! Perceba que para efeitos de classificação da operação de crédito é importante o prazo de amortização (pagamento do principal da dívida). Integram a dívida pública consolidada as operações de crédito com prazo maior de 12 meses ou inferior 12 doze meses cujas receitas tenham constado do orçamento.


    Gabarito do Professor: Letra C.

ID
3474001
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Não definido

Quanto à contabilização do suprimento de fundos, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
3474004
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Em um município, está finalizada a reforma do Terminal para os usuários do Transporte Coletivo. A reforma no prédio público foi feita em banheiros, rampas de acesso, paisagismo e áreas de espera. Essa é uma reivindicação antiga dos usuários e das empresas de transporte coletivo que prestam serviço à população, já que o prédio foi construído na década de 80. Considerando a situação exposta, é possível classificar o Terminal Central de ônibus como que tipo de bem público?

Alternativas
Comentários
  • Em razão do MCASP 8 - pág. 168 - , os bens imóveis classificam-se em:

    I. Bens de uso especial: compreendem os bens, tais como edifícios ou terrenos, destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual ou municipal, inclusive os de suas autarquias e fundações públicas, como imóveis residenciais, terrenos, glebas, aquartelamento, aeroportos, açudes, fazendas, museus, hospitais, hotéis dentre outros.

    II. Bens dominiais/dominicais: compreendem os bens que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público, como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas entidades. Compreende ainda, não dispondo a lei em contrário, os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado, como apartamentos, armazéns, casas, glebas, terrenos, lojas, bens destinados a reforma agrária, dentre outros.

    III. Bens de uso comum do povo: podem ser entendidos como os de domínio público, construídos ou não por pessoas jurídicas de direito público.

    IV. Bens imóveis em andamento: compreendem os valores de bens imóveis em andamento, ainda não concluídos. Exemplos: obras em andamento, estudos e projetos (que englobem limpeza do terreno, serviços topográficos etc), benfeitoria em propriedade de terceiros, dentre outros.

    V. Demais bens imóveis: compreendem os demais bens imóveis não classificados anteriormente.

    Exemplo: bens imóveis locados para terceiros, imóveis em poder de terceiros, dentre outros bens.

    Resolução:

    Em um município, está finalizada a reforma do Terminal para os usuários do Transporte Coletivo [...]. Essa é uma reivindicação antiga dos usuários e das empresas de transporte coletivo que prestam serviço à população.

    O Terminal é um espaço público e, quando muito, o estado transfere para o setor privado a execução de atividades. Porém, o município fez a reforma. Então, trata-se de um Bem de uso especial.

    Se fosse uma concessão, talvez faria sentido ser Bem dominial.

    Conforme o exposto, o gabarito é A. Os demais itens (B, C, D e E) estão descritos acima.

    Gabarito A

  • Bens( parte positiva) são todas as coisas que satisfaz os seres humanos com valor econômico (ex: carro, moto,casa...)

    Bens de venda: mercadorias, produtos [... ]

    Bens de renda : imóveis alugados, aplicações, investimentos[...]

    Bens de uso : móveis, imóveis, veículos[...]

    Bens numerários: caixa, banco [...]

    abraços.

  • Gab. A

    Bens de uso especial: são bens, móveis ou imóveis, que se destinam ao uso pelo próprio Poder Público para a prestação de serviços. A população os utiliza na qualidade de usuários daquele serviço. Ex.: hospitais, automóveis públicos, fórum etc. ...

  • LETRA A

    Em um município, está finalizada a reforma do Terminal para os usuários do Transporte Coletivo [...]. Essa é uma reivindicação antiga dos usuários e das empresas de transporte coletivo que prestam serviço à população.

    O Terminal é um espaço público e, quando muito, o estado transfere para o setor privado a execução de atividades. Porém, o município fez a reforma. Então, trata-se de um Bem de uso especial.

    Se fosse uma concessão, talvez faria sentido ser Bem dominial

    I. Bens de uso especial: compreendem os bens, tais como edifícios ou terrenos, destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual ou municipal, inclusive os de suas autarquias e fundações públicas, como imóveis residenciais, terrenos, glebas, aquartelamento, aeroportos, açudes, fazendas, museus, hospitais, hotéis dentre outros.

    II. Bens dominiais/dominicais: compreendem os bens que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público, como objeto de direito pessoal, ou real, de cada uma dessas entidades. Compreende ainda, não dispondo a lei em contrário, os bens pertencentes às pessoas jurídicas de direito público a que se tenha dado estrutura de direito privado, como apartamentos, armazéns, casas, glebas, terrenos, lojas, bens destinados a reforma agrária, dentre outros.

    III. Bens de uso comum do povo: podem ser entendidos como os de domínio público, construídos ou não por pessoas jurídicas de direito público.

    IV. Bens imóveis em andamento: compreendem os valores de bens imóveis em andamento, ainda não concluídos. Exemplos: obras em andamento, estudos e projetos (que englobem limpeza do terreno, serviços topográficos etc), benfeitoria em propriedade de terceiros, dentre outros.

    V. Demais bens imóveis: compreendem os demais bens imóveis não classificados anteriormente.

    Exemplo: bens imóveis locados para terceiros, imóveis em poder de terceiros, dentre outros bens.


ID
3474007
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Quanto ao recebimento de doações pelos órgãos públicos, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Trata-se do recebimento de doações pelo setor público.

    Conforme o MCASP 8ª, pág. 238, "Doações são transferências voluntárias de ativos incluindo dinheiro ou outros ativos monetários e bens em espécie para outra entidade".

    Resolução: Quanto ao recebimento de doações pelos órgãos públicos, assinale a alternativa correta.

    A letra A está INCORRETA. Há restrição apenas aos bens, uma vez que pode incluir dinheiro ou outros ativos monetários e bens em espécie.

    As letras B e C estão INCORRETAS. Pela contabilidade patrimonial e o MCASP, se condições estão atreladas às doações, um passivo deve ser reconhecido. Além do mais, para ser ativo, depende de gerar benefício econômico. Sendo assim, há a possibilidade de as doações recebidas não serem reconhecidas como ativo. Para acrescentar, "As doações recebidas em dinheiro, além de serem reconhecidas como variações patrimoniais aumentativas, por força do art. 57 da Lei nº 4.320/64, também, deverão ser reconhecidas como receitas orçamentárias".

    A letra D está CORRETA. "Se os bens em espécie são recebidos sem condições atreladas, a variação patrimonial aumentativa é reconhecida imediatamente".

    A letra E está INCORRETA. Se não tiver condições atreladas, não há passivo.

    Gabarito: Letra D.

  • Quando eu lembro que perdi essa vaga no desempate (fiquei em 2 lugar) dá vontade de chorar :(

  • Zenilde Menezes eu sei bem como é. Ano passado também passei pela mesma situação. Apesar de acertar 95% da prova, errei uma questão que não podia errar. Culpo-me bastante até hoje, mas no fundo suspeito mesmo de que houve sabotagem, pois os candidatos que passaram já trabalhavam no órgão. 

  • Faz parte Fredeilson, nossa hora vai chegar!

  • Nos órgão públicos são sempre reconhecidas em VPA ou em receitas quando as mesmas forem recebidas em dinheiro.


ID
3474010
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Nos casos de Receita de Transação com Contraprestação, a normatização do tratamento contábil aplicado às VPAs (Variações Patrimoniais Aumentativas) determina que

Alternativas
Comentários
  • Gab. Letra C

    Alternativa A: As VPA decorrentes de transações com contraprestação compreendem apenas os valores brutos de benefícios econômicos ou potencial de serviços recebidos ou a receber pela entidade em decorrência de suas atividades.

    Alternativa B: A VPA decorrente da transação deve ser reconhecida tomando por base a proporção dos serviços prestados até a data de apresentação das demonstrações contábeis.

    Alternativa C: Gabarito

    Alternativa D: As variações patrimoniais aumentativas oriundas de transações com contraprestação devem ser mensuradas pelo valor justo da contraprestação recebida ou a receber, considerando os eventuais descontos comerciais e/ou bonificações concedidos pela entidade.

    Alternativa E: Os critérios de reconhecimento são aplicados em conjunto a duas ou mais transações quando ligadas de um modo tal que seu efeito não possa ser compreendido sem estar relacionado às transações como um todo, ou seja, as partes analisadas isoladamente não representam a essência do todo.

    Fonte: MCASP 8ª Ed.


ID
3474013
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Quanto à normatização dos procedimentos contábeis relativos aos custos de empréstimos tomados por entes públicos, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • MCASP 8ª ed.

    [...]

    De modo geral, a abordagem padrão exige o reconhecimento imediato de tais custos no resultado do período.(Letra A)

    Permite, porém, como tratamento alternativo, a capitalização dos custos dos empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, à construção ou à produção de ativo qualificável.(Letra B - gabatito) - (pág. 245/246)

    [...]

    Custos dos empréstimos

    São os juros e outros custos em que a entidade incorre relacionados com o empréstimo de recursos. Esses custos podem incluir:

    a. Juros de empréstimos obtidos em curto e longo prazos e de saldo bancário a descoberto;(Letra C)

    b. Amortização de descontos ou prêmios relacionados com empréstimos obtidos;(Letra E) A questão afirma que não inclui.

    c. Amortização de custos adicionais relacionados com empréstimos obtidos;

    d. Encargos financeiros relativos a arrendamentos mercantis financeiros e contratos de concessão de serviços públicos; e e. Variações cambiais decorrentes de empréstimos em moeda estrangeira, na extensão em que elas sejam consideradas como ajuste do custo dos juros. (Letra D) A questão afirma que não inclui - (pág. 245/246)


ID
3474016
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Não definido

Quanto às provisões, é correto afirmar que

Alternativas

ID
3474019
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Quanto à contabilização dos Ativos e Passivos Contingentes, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • A) os ativos contingentes usualmente decorrem de eventos planejados ou esperados que não estejam totalmente sob o controle da entidade e que acarretam a possibilidade de um ingresso de recursos. (F) Ativo Contingente é um ativo possível resultante de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos que não estão totalmente sob o controle da entidade.

    B) os passivos contingentes não devem ser reconhecidos em contas patrimoniais. (V) Os passivos contingentes não devem ser reconhecidos em contas patrimoniais. No entanto, deverão ser registrados em contas de controle do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) e divulgados em notas explicativas. A divulgação só é dispensada nos casos em que a saída de recursos for considerada remota

    C) os ativos e passivos contingentes deverão ser registrados apenas em contas de controle e divulgados em notas explicativas.? (F) A afirmativa ficou quase certa, porém a divulgação só é dispensada nos casos em que a saída de recursos for considerada remota.

    D) os passivos contingentes devem ser periodicamente avaliados para determinar se uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos ou potencial de serviços se tornou provável. Caso a saída se torne provável, será preciso fazer o registro no Ativo.(F) Os passivos contingentes devem ser periodicamente avaliados para determinar se uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos ou potencial de serviços se tornou provável. Caso a saída se torne provável, uma provisão deverá ser reconhecida nas demonstrações contábeis do período em que ocorreu a mudança na probabilidade

    E) a entidade deve evidenciar, em notas explicativas: a estimativa dos efeitos financeiros, a indicação das certezas em relação às quantias ou periodicidade de saída e a possibilidade de reembolso. (F) Se envolver certezas deixa de ser contingentes

    Gab: B

    Fonte: NBC T SP 3 - PROVISÕES, PASSIVOS E ATIVOS CONTINGENTES

  • Passivos contingentes

    Não são reconhecidos como passivo porquê:

    - ainda não são obrigações, pois são apenas possíveis (e não prováveis) ou

    - são obrigações presentes mas não satisfazem os critérios de reconhecimento porque

    - não é provável que seja necessária uma saída de recursos para liquidar a obrigação ou

    - não pode ser feita uma estimativa suficientemente confiável do valor da obrigação.

    O passivo contingente é divulgado em NE, a menos que seja remota a possibilidade de uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos.

    Fonte: Professor Marcelo Seco

  • GAB : B

    1) Se falar que o passivo contingente deve ser reconhecido estará ERRADO:

    (CESPE/CADE/2014) Um passivo contingente deve ser reconhecido quando for decorrente de obrigação presente que resulte de eventos passados devendo as informações desse passivo ser detalhadas em nota explicativa às demonstrações contábeis.(ERRADO)

    (CESPE/FUNPRESP/2016) No término do exercício social em curso, a empresa deverá reconhecer um passivo contingente.(ERRADO)

    (CESPE/SUFRAMA/2014) No caso dos passivos contingentes, o valor reconhecido deve ser a melhor estimativa dos dispêndios necessários para liquidar a obrigação presente na data da apresentação das demonstrações contábeis.(ERRADO)

    (CESPE/TJ-CE/2014) No valor reconhecido como passivo contingente, deve-se considerar a melhor estimativa dos dispêndios necessários para liquidar a obrigação.(ERRADO)

    (CESPE/MJ/2013) As provisões são obrigações presentes que devem ser reconhecidas como passivos, desde que se possa fazer uma estimativa razoável do seu valor. Os passivos contingentes, no entanto, por representarem obrigações possíveis ou obrigações que não atendem aos critérios de reconhecimento estabelecidos pelo CPC, NÃO são RECONHECIDOS como passivos na contabilidade.(CERTO)

    2) Se falar que tem que fazer avaliação periódica estará CERTO

    Fonte: Mauro auditor qc

  • PCPA. Lá vamos nós.


ID
3474022
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Não definido

Considerando a elaboração das Demonstrações Contábeis e as informações do Plano de Contas Aplicados ao Setor Público, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
3474025
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

Quanto à prestação de contas, responsabilização (accountability) e tomada de decisão, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Accountability trata da prestação de contas. Accountability possui três planos:

    ➝ Prestação de contas: irá refletir na transparência do governo com a população. Exemplo: o Relatório de Gestão Fiscal, instituído pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF); 

    ➝ Responsabilização dos agentes: os agentes devem responsabilizar-se pela correta utilização dos recursos. Exemplo: a Lei de Improbidade Administrativa (LIA), que instituiu mecanismos para punir maus gestores;

    ➝ Responsividade dos agentes: diz respeito à capacidade de resposta do poder público às demandas sociais. Um governo responsivo buscará satisfazer as necessidades da população e colocar em prática as políticas escolhidas pelos cidadãos.

    Fonte:https://www.wrprates.com/governabilidade-governanca-e-accountability/

    gab. A

  • GABARITO: LETRA A

    Accountability é um termo da língua inglesa, que remete à obrigação de membros de um órgão administrativo ou representativo de "prestar contas" a instâncias controladoras ou a seus representados, tanto do ponto de vista da legalidade (conformidade) quanto do desempenho (gestão). refere-se à capacidade de resposta dos governos (answerability) e à obrigação de informar e explicar seus atos.

    Noutro sentido, assume a ideia de "responsabilização", usado em circunstâncias que denotam responsabilidade social, imputabilidade, obrigações, como aspecto central da governança.

    FONTE: Administração Geral e Pública para concursos - Elisabete de Abreu e Lima Moreira

  • Gab.: Alternativa A

    ACCOUNTABILITY: É a obrigação que um órgão/entidade possui de prestar contas dos resultados obtidos, em função das responsabilidades que decorrem de uma delegação de poder.

    O accountability horizontal: ocorre através da mútua fiscalização e controle existente ENTRE OS PODERES (os freios e contrapesos), ou ENTRE ÓRGÃOS, por meio dos Tribunais de Contas ou Controladorias Gerais e agências fiscalizadoras – pressupõe uma ação entre IGUAIS OU AUTÔNOMOS. 

    O accountability vertical: ocorre quando os cidadãos controlam os políticos e governos por meio de plebiscito, referendo e voto, ou mediante o exercício do controle social – pressupõe uma ação entre DESIGUAIS. O accountability vertical refere-se à “transparência das gestões em relação aos eleitores que podem assim fiscalizá-las e puni-las, principalmente por meio do voto em eleições livres e justas” (Marcelo Amaral, 2007).

    O terceiro tipo é o accountability social (ou societal), que não está ligado ao cidadão e ao voto, mas ligado às diversas ENTIDADES SOCIAIS COMO ASSOCIAÇÕES, SINDICATOS, ONGs, MÍDIA, etc, que investigam e denunciam abusos cometidos, e cobram responsabilização. 

     

  • Gab: A

    A questão foi baseada na NBC TSP Estrutura Conceitual

    2.8 Governos e outras entidades do setor público devem prestar contas àqueles que proveem os seus recursos, bem como àqueles que dependam deles para que os serviços sejam prestados durante determinado exercício ou em longo prazo.

    O atendimento das obrigações relacionadas à prestação de contas e responsabilização (accountability) requer o fornecimento de informações sobre a gestão dos recursos da entidade confiados com a finalidade de prestação de serviços aos cidadãos e aos outros indivíduos, bem como a sua adequação à legislação, regulamentação ou outra norma que disponha sobre a prestação dos serviços e outras operações.

    Em razão da maneira pela qual os serviços prestados pelas entidades do setor público são financiados (principalmente pela tributação e outras transações sem contraprestação) e da dependência dos usuários dos serviços no longo prazo, o atendimento das obrigações relacionadas à prestação de contas e responsabilização (accountability) requer também o fornecimento de informação sobre o desempenho da prestação dos serviços durante o exercício e a capacidade de continuidade dos mesmos em exercícios futuros.

    2.9 Os usuários dos serviços e os provedores de recursos também exigem informações como insumo para a tomada de decisão, como, por exemplo:

    (a) credores, doadores e outros que proveem recursos voluntariamente, incluindo transação com contraprestação, tomam decisões sobre se proveem recursos para dar suporte às atividades atuais ou futuras do governo ou de outra entidade do setor público. Em algumas circunstâncias, os membros do legislativo ou órgão representativo semelhante, que dependem dos RCPGs para obter a informação de que necessitam, podem tomar ou influenciar as decisões sobre os objetivos da prestação do serviço dos departamentos, órgãos ou programas do governo e os recursos alocados para dar suporte à sua realização; e

    [...]

    Fonte: https://www1.cfc.org.br/sisweb/SRE/docs/NBCTSPEC.pdf

  • LETRA A

    Demais assertivas apresentam negações que são inverídicas.

  • Accountability:

    ·        É o mecanismo que garante maior nível de transparência e exposição pública das políticas, por meio da indução dos dirigentes governamentais à prestação de contas dos resultados de suas ações à sociedade.

    _______________________________________

    Complementando:

     

    Accountability  nada mais é do que o dever de prestação de contas por parte dos gestores públicos. Está diretamente ligada ao princípio da publicidade e da transparência, e visa promover uma percepção positiva dos cidadãos em relação aos governantes, no sentido destes estarem agindo na defesa do interesse público/coletivo.

     

    ___________________________________________

     

    TIPOS:

    ·        Accountability vertical: se dá entre a população e o Estado, referindo-se ao controle que aquela exerce sobre os agentes públicos e os governos e é relacionada à capacidade da população de votar e de se manifestar de forma livre, tendo como exemplo o voto e a ação popular;

    ·         

    ·        Accountability horizontal: se dá entre entes ou órgãos estatais, ocorrendo quando um poder, órgão, agência reguladora, etc., fiscaliza o outro;

    ·         

    ·        Accountability societal: se dá entre a sociedade civil organizada e entes ou órgãos estatais, em que aquela, muitas vezes representada por ONG’s, sindicatos, associações, etc., fiscaliza os agentes públicos e o os governos, exercendo “pressão” legítima sobre a Administração Pública.


ID
3474028
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

As circunstâncias que dão origem à divulgação separada de itens de receitas e despesas incluem:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

    Segundo a NBC TSP 11/2018:

    107.As circunstâncias que dão origem à divulgação separada de itens de receitas e despesas incluem:

    (a) reduções nos estoques ao seu valor realizável líquido ou no ativo imobilizado ao seu valor recuperável, bem como as reversões de tais reduções; (alternativa A)

    (b) reestruturações das atividades da entidade e reversões de quaisquer provisões para gastos de reestruturação; (alternativa D)

    (c) baixas de itens do ativo imobilizado; (alternativa B)

    (d) baixas de investimento;

    (e) unidades operacionais descontinuadas;

    (f) solução de litígios; e

    (g) outras reversões de provisão.

    Disponível em: <http://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/47983558/do1-2018-10-31-norma-brasileira-de-contabilidade-nbc-tsp-11-de-18-de-outubro-de-2018-47983285>

    Se meu comentário estiver equivocado, por favor me avise por mensagem para que eu o corrija e evite assim prejudicar os demais colegas.


ID
3474031
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Caso uma classe do ativo imobilizado seja contabilizada a valores reavaliados, a entidade deve divulgar

Alternativas
Comentários
  • NBC TSP 07 - ATIVO IMOBILIZADO:

    92. Caso uma classe do ativo imobilizado seja contabilizada a valores reavaliados, a entidade deve divulgar o seguinte:

    (a) a data efetiva da reavaliação;

    (b) se foi ou não utilizado avaliador independente;

    (c) os métodos e as premissas significativos aplicados à estimativa do valor justo dos itens;

    (d) se o valor justo dos itens foi determinado diretamente a partir de preços observáveis em mercado ativo ou baseado em transações de mercado recentes realizadas sem favorecimento entre as partes ou se foi estimado utilizando outras técnicas de avaliação;

    (e) a reserva de reavaliação, indicando as alterações do período e quaisquer restrições sobre distribuição do saldo da reserva aos proprietários;

    (f) a soma de todas as reservas de reavaliação para itens individuais do ativo imobilizado dentro daquela classe; e

    (g) a soma de todos os déficits de reavaliação para itens individuais do ativo imobilizado dentro daquela classe.

    Gab: B

    PS: Esse assunto faz parte da Contabilidade Pública

  • Que questão meus amigos !

  • Contabilidade é horrível. Pode ser a pedra no meu caminho ao objetivo.
  • É aquela questão "segura na mão de Deus e vai".

  • PCPA. Lá vamos nós.


ID
3474034
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Sobre o relacionamento do Regime Orçamentário com o Regime Contábil, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • MCASP e 4320/64 - Gabarito letra C

    Art. 100 As alterações da situação líquida patrimonial, que abrangem os resultados da execução orçamentária, bem como as variações independentes dessa execução e as superveniências e insubsistência ativas e passivas, constituirão elementos da conta patrimonial.

    A) Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:

    I - as receitas nêle arrecadadas;

    II - as despesas nêle legalmente empenhadas.

    B) Resultantes ou Independentes da execução orçamentária

    D) Portanto, com o objetivo de evidenciar o impacto no patrimônio, deve haver o registro da variação patrimonial aumentativa, independentemente da execução orçamentária, em função do fato gerador.

    E) Fatos permutativos não alteram a situação líquida do patrimônio.

  • Art. 100 As alterações da situação líquida patrimonial, que abrangem os resultados da execução orçamentária, bem como as variações independentes dessa execução e as superveniências e insubsistência ativas e passivas, constituirão elementos da conta patrimonial.


ID
3474037
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Em relação aos Procedimentos Contábeis referentes à Receita Orçamentária, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • COMENTÁRIO LETRA E: NÃO impactando o superávit financeiro

    GAB LETRA A

  • MCASP 8ª ed.

    A) CORRETA - 3.6.1. Deduções da Receita Orçamentária

    O critério geral utilizado para registro da receita orçamentária é o do ingresso de disponibilidades. (pág. 55) 

    B) ERRADA - 3.6.1. Deduções da Receita Orçamentária 

    [...]

    A contabilidade utiliza conta redutora de receita orçamentária para evidenciar o fluxo de recursos da receita orçamentária bruta até a líquida, em função de suas operações econômicas e sociais. (pág. 55) 

    C) ERRADA - 3.6.1. Deduções da Receita Orçamentária 

    [...]

    Deve-se ter atenção, ainda, para situações específicas que incorram em diminuição da receita orçamentária, como o caso de retificação de informações ou estornos.

    A retificação consiste em corrigir dados informados erroneamente pelos contribuintes, que geraram registros incorretos na contabilidade do órgão. Exemplo: identificação do contribuinte, tipo de receita etc. A correção desses dados deve ser feita mediante registro de dedução de receita e, após isso, deve-se proceder ao lançamento correto.

    No caso de lançamentos em que ocorram erros de escrituração do ente (não motivados por informações incorretas dos contribuintes), a correção deve ser feita por meio de estorno e novo lançamento correto. (pág. 55) 

    D) ERRADA - 3.6.4.2. Registros das Transferências Intergovernamentais

    As transferências intergovernamentais constitucionais ou legais podem ser contabilizadas pelo ente transferidor como uma despesa ou como dedução de receita, dependendo da forma como foi elaborado o orçamento do ente.[...] (pág. 63) 

    E) ERRADA - 3.6.4.3. Transferências Constitucionais e Legais 

    [...]

    O ente recebedor deve reconhecer um direito a receber (ativo) no momento da arrecadação pelo ente transferidor em contrapartida de variação patrimonial aumentativa, não impactando o superávit financeiro. (pág. 64)


ID
3474040
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Quanto à classificação da Despesa Orçamentária, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Resposta B

    Segrega as dotações orçamentárias em funções e subfunções. “em que área” de ação governamental a despesa será realizada.  

  • Gab. Letra B

    Classificações da Despesa Orçamentária

    INSTITUCIONAL: Estrutura de alocação dos créditos orçamentários. Objetiva evidenciar as unidades administrativas responsáveis pela execução da despesa (fixação de responsabilidade). No Gov. Fed. está estruturada em 5 dígitos (2 primeiros ÓRGÃO e 3 últimos UNIDADE), as dotações são consignadas às UNIDADES, responsáveis pela realização das ações. ÓRGÃO Orçamentário UNIDADE Orçamentária.

    Unidade Orçamentária: Agrupamento de Serviços subordinada ao mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações próprias (3 últimos dígitos).

    Órgão Orçamentário: Agrupamento de Unidades (2 primeiros dígitos).

    FUNCIONALResponde em que área de ação governamental a despesa será realizada. É composta de FUNÇÕES e SUBFUNÇÕES prefixadas que servem como agregador dos gastos públicos por área de ação governamental. Aplicação comum e obrigatória à U, E, DF e M (permite consolidação nacional dos gastos públicos).Representada por cinco dígitos. Os dois primeiros referem-se à função, enquanto que os três últimos dígitos representam a subfunção.

    FUNÇÕES: maior nível de agregação das diversas áreas de atuação do setor público. Está relacionada com a missão institucional do órgão (Cultura, educação, saúde...).

    SUBFUNÇÕES: nível de agregação imediatamente inferior à função e deve evidenciar cada área da atuação governamental. Podem ser combinadas com FUNÇÕES diferentes daquelas às quais estão relacionadas

    PROGRAMÁTICA: Toda ação do Governo está estruturada em programas de trabalho orientados para a realização dos objetivos estratégicos definidos no PPA para o período de quatro anos. TODOS os entes devem ter, porém, cada um estabelece seus programas e ações.

    PROGRAMA: O Programa serve de elo entre o Plano Plurianual (PPA) e o orçamento e é o instrumento de organização da atuação governamental que articula um conjunto de ações que concorrem para a concretização de um objetivo comum preestabelecido, visando à solução de um problema ou necessidade da sociedade. Os programas de trabalho contêm informações qualitativas e quantitativas, que podem ser físicas financeiras.

    AÇÕES: As ações são operações das quais resultam produtos (bens ou serviços), que contribuem para atender ao objetivo de um programa. Inclui também as transferências obrigatórias e voluntárias a outros entes. As ações, conforme suas características podem ser classificadas como Atividade, Projeto e Operações Especiais (Consta apenas no Orçamento, não integra o PPA).

    SUBTÍTULOS: Permite maior controle governamental e social sobre a implantação das políticas públicas adotadas, evidencia a focalização, os custos e os impactos da ação governamental.

  • na letra C, a subfunção e indicada pelos 3 ultimos digitos .

  • A) São dois níveis hierárquicos

    C) A subfunção é indicada pelos 3 últimos dígitos da classificação funcional

    D) Cada esfera aplica os seus programas e ações. No MCASP:

    "4.2.3. Classificação por Estrutura Programática

    Toda ação do Governo está estruturada em programas orientados para a realização dos objetivos

    estratégicos definidos no Plano Plurianual (PPA) para o período de quatro anos. Conforme estabelecido

    no art. 3º da Portaria MOG nº 42/1999, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios

    estabelecerão, em atos próprios, suas estruturas de programas, códigos e identificação, respeitados os

    conceitos e determinações nela contidos. Ou seja, todos os entes devem ter seus trabalhos organizados

    por programas e ações, mas cada um estabelecerá seus próprios programas e ações de acordo com a

    referida Portaria."

    E) Compõe-se de CGE: Categoria Econômica, Grupo de Natureza da Despesa e Elemento de Despesa


ID
3474043
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em um bairro de uma cidade existem 10 casas, numeradas de 1 a 10. Duas pessoas visitaram algumas dessas casas, para divulgação de um novo produto no mercado. Sabe-se que a primeira pessoa visitou as casas de número ímpar e a segunda visitou as casas cuja numeração era um número par e divisor de 8. Dessa forma, as casas que NÃO foram visitadas foram as que possuem as respectivas numerações iguais a

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C, pessoal.

    Bom dia, com muitaaaaaaaaaaaaa força e alegria!!!!

    Dados da questão:

    total de casas = 10

    numeradas de 1 a 10 = 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10

    A primeira pessoa visitou as casas de número ímpar = 1,3,5,7 e 9.

    A segunda pessoa visitou as casas de número par e divisor de 8 = as casas de número par são 2,4,6,8 e 10; porém somente são divisores de 8 as casas de número 2,4 e 8.

    Portanto, os números de casas que não foram visitadas, foram: 6 e 10.

  • Resolvo essa questão aqui nesse vídeo

    https://youtu.be/OZ55U0JaJlk

    Ou procure por "Professor em Casa - Felipe Cardoso" no YouTube =D


ID
3474046
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Sete candidatos a uma vaga em uma empresa (identificados pelas iniciais de seus nomes: A, B, C, D, E, F e G) foram convocados para uma dinâmica. Três desses candidatos já estavam previamente contratados, porém nenhum deles sabia desse fato. Havia ainda mais duas vagas para serem preenchidas. Para a primeira dinâmica proposta pela empresa, foi formado um grupo com cinco pessoas, sendo que os candidatos A e B não foram incluídos. Em seguida, foi formado um segundo grupo para participar da segunda dinâmica, também com cinco pessoas, sendo que os candidatos C e D não foram incluídos. Sabendo que os três candidatos previamente contratados fizeram parte dos dois grupos citados anteriormente, então as outras duas vagas poderão ser preenchidas pelos candidatos

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C.

    Temos 7 candidatos convocados para a dinâmica = A,B,C,D,E,F,G.

    1º grupo é formado por 5 pessoas, excluídos A e B: C,D,E,F,G

    2º grupo também 5 pessoas, excluídos C e D: A,B,E,F,G

    Os três candidatos já contratados participaram dos dois grupos. Basta ver acima, que as pessoas que estão nos dois grupos são E,F e G, então já estão contratadas. Portanto, as outras duas vagas podem ser preenchidas por A,B,C ou D. A única assertiva que se encaixa é a C.

  • Complementando o comentário da Simone, a alternativa C é a correta porque as outras têm pelo menos uma das letras que já foram contratados:

    Já foram contratados: E, F e G

    a) A e F

    b) B e G

    c) C e B

    d) D e E

    e) E e A

  • GABARITO: LETRA C

    Os 3 contratados previamente participaram dos dois grupos

    A e B não participaram do primeiro grupo

    A B C D E F G

    C e D não participaram do segundo grupo

    A B C D E F G

    E F G foram os contratados previamente e restaram duas vagas para A B C D

    FONTE: Zé Richard Q1177363

  • Só tá repetindo essa poh.a


ID
3474049
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Para obter a informação sobre a origem de seus funcionários, identificados pelo estado em que nasceram, uma empresa selecionou um grupo de funcionários. Após essa seleção, foi obtido que 1/3 das pessoas eram do estado da Bahia, 3/7 das pessoas eram do estado do Rio de Janeiro, 1/9 das pessoas eram do estado do Paraná e o restante era do estado de Minas Gerais.

Dessa forma, a fração que representa a quantidade de pessoas originárias do estado do Rio de Janeiro em relação à quantidade de pessoas originárias do estado da Bahia é igual a

Alternativas
Comentários
  • Questão pediu a relação entre duas grandezas, ou seja, a divisão entre as mesmas. Para isso, é necessário seguir a ordem que foi proposta pelo enunciado da questão:

    "Quantidade de pessoas originárias do estado do Rio de Janeiro em relação à quantidade de pessoas originárias do estado da Bahia é igual a:"

    Resolução:

    Quantidade de pessoas do RJ = 3/7

    Quantidade de pessoas da Bahia = 1/3

    Q pessoas do RJ / Q pessoas da Bahia

    3/7 dividido por 1/3

    Para dividir frações, repete-se a primeira fração e multiplica pelo inverso da segunda, que fica:

    3/7 x 3/1 = 9/7 LETRA (A)

  • Gabarito A.

    fração que representa o estado do RJ = 3/7

    fração que representa o estado da Bahia = 1/3

    Uma coisa em relação a outra, quer dizer que teremos que montar uma fração:

    RJ / BAHIA

    3/7 / 1/3

    Temos uma divisão entre frações, então devemos MANTER A PRIMEIRA FRAÇÃO, INVERTER A SEGUNDA E MULTIPLICAR AS DUAS:

    3/7 x 3/1

    = 9/7

    Pessoal, divisão de frações é algo que precisamos saber. Se você não sabia, separe um tempo e revise essa questão uma outra hora, tentando fazer sozinho(a). É de suma importância aprender essas regrinhas básicas de operações fundamentais.

  • relação significa divisao !

    mantem a primeira e inverte a segunda

    3/7 x3/1 :9/7


ID
3474055
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Duas competidoras irão fazer uma disputa particular em uma pista circular de atletismo, cujo comprimento total é de 600 metros. Por meio de medições em disputas anteriores, a corredora Alice corre a uma velocidade de 120 metros por minuto e a corredora Tereza corre a uma velocidade de 180 metros por minuto. Ambas correm no mesmo sentido da pista. Como Tereza é mais rápida que Alice, fica estipulado que Alice iniciará a corrida em um ponto da pista e Tereza somente entrará na competição no exato momento em que Alice passar novamente no ponto de partida, ou seja, quando ela completar 1 volta. Dado o início da prova, a quantidade de voltas completas que Tereza dará na pista até encontrar Alice no ponto de partida pela terceira vez será igual a

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C.

    Tereza: 180 km/min

    Alice: 120 km/min

    Dividindo uma velocidade pela outra, chegaremos a uma razão:

    Tereza/ Alice

    180 / 120

    Simplificando por 6:

    =3/2

    Isso quer dizer que a cada três voltas de Tereza, Alice percorre 2 voltas e as duas se encontram.

    Então o número de voltas de Tereza, para que elas se encontrem três vezes, será: 3 x 3 = 9 voltas.

  • São 600 metros no total

    A cada 5 minutos Alice está no ponto "zero" (completou um volta)

    Tereza entra na primeira volta completa da Alice

    600 metros / 180 metros por minuto - > encontramos que Tereza completará uma volta em 10/3 (Mantenha sempre que possível a fração, geralmente costuma simplficar) de minuto

    10/3 minuto por volta X 3 voltas = 10 minutos

    Ou seja, em x 3 voltas encontramos que no minuto 10 Tereza estará no "ponto zero " dando a Terceira volta e a Alice estará no "ponto zero" dando a segunda volta. Ou seja, primeira vez que se encontraram.

    Logo, conclui-se que a cada 3 voltas Tereza e Alice se encontram. O Terceiro encontro será na Nona Volta.

    LETRA C- 9 voltas

  • O correto seria seis voltas, pois a Tereza já se encontrou com a Alice pela primeira vez no momento em que entrou na corrida.

  • EU ACHEI A RESPOSTA, MAS NÃO CONCORDO.

    Alice corre a uma velocidade de 120 metros p/minutos

    Tereza corre a uma velocidade de 180 metros p/minutos

    comprimento total DO CIRCUITO é de 600 metros

    Alice 600/120= 5 minutos

    Tereza 600/ 180= 3 minutos

    MMC de (5,3) = 15

    Isso significa que a cada 15 minutos elas se encontram, mas ele que O terceiro encontro 15*3 = 45 minutos. ISSO SIGNIFICA QUE DEPOIS DE 45 MINUTOS ELAS SE ENCONTRARAM PELA TERCEIRA VEZ. MULTIPLICAR 45 MINUTOS PELOS METROS.

    45*120= 5400 METROS PERCORRIDOS.

    5400 METROS, AGORA DIVIDIR PELO TAMANHO DO CIRCUITO 600

    5400/600= 9 VOLTAS,

    PORÉM COMO DIVIDIU POR 120 ESSAS VOLTAS SÃO DA ALICE

    O DA TERESA SERIA (45*180)/600

    NÃO CONCORDO COM O GABARITO, O COMANDO PEDIU ONDE ESTARIA TEREZA DEPOIS DE 3 ENCONTROS QUE DARIA DEPOIS DE 45 MINUTOS.

    PARA TIRAR A PROVA DOS REAL, 9 VOLTAS * 600= NUMERO DE METROS

    (VOLTAS) 9*600 = 5.400 METROS

    5400 METRO / 180 = 30 QUE É APENAS DOIS ENCONTROS

    SE TIRAR O MMC OS TRÊS ENCONTROS SERÃO DEPOIS DE 45 MINUTOS.

    O GABARITO VEIO 30 MINUTOS, CADA ENCONTRO LEVA 15 MINUTOS PARA ACONTECER.

  • *pode não ser o modo mais intuitivo, mas taí um raciocínio que da pra matar várias questões do tipo "encontro", usando MMC básico.

    Δs= VxT

    Δs= 1 volta = 600m

    V(Alice) = 120m/1min = 120/60s = 2m/s

    V(Teresa) = 180/1min = 180/60s = 3m/s

    Δs=V(Alice)xT(Alice) = 600 = 2xT(Alice) = Tempo que Alice completa uma volta = 300s

    Δs=V(Teresa)xT(Teresa) = 600 = 3xT(Teresa) = Tempo que Teresa completa uma volta = 200s

    ou seja... se Alice completa 300s para fazer uma volta completa e Teresa completa 200 s pra fazer uma volta completa....

    ... o ENCONTRO de Alice e Teresa na linha de chegada será o MMC de (300,200) = 600s.

    *macete: sempre que a questão se referir a "encontro"....é possível resolver a questão utilizando MMC.

    dessa forma, tomando o referencial Teresa...

    A cada [tempo = 600s] 3 voltas completas de Teresa, Alice terá completado 2 voltas.

    Como a questão pede o terceiro encontro, esse ocorrerá na 3 x 3 voltas de Teresa ( 3x 2 voltas de Alice).

    RESPOSTA: O 3º encontro de Teresa com Alice ocorrerá na 9ª volta de Teresa.

  • 600 / 180 = 3,33 (3 minutos e 0,33 milésimos de segundos é o tempo em que Alice percorre a pista)

    600 / 120 = 5 minutos (é o tempo em que Tereza percorre a pista)

    Transformando minutos em segundos para facilitar a conta por causa dos milésimos de segundos:

    3 x 60 = 180 segundos

    0,33 x 60 = 19,8 (quando temos um número acima de 5 após a vírgula significa que o número anterior a vírgula na verdade é o seu sucessor)

    19,8 = 20 (180 segundos + 20 = 200 segundos)

    5 x 60 = 300 segundos

    MMC

    300 , 200 | 2

    150 , 100 | 2

    75 , 50 | 2

    75 , 25 | 3

    25 , 25 | 5

    5 , 5 | 5

    1

    MMC: 2 x 2 x 2 x 3 x 5 x 5 = 600 segundos (se encontram a cada 600 segundos)

    600 / 180 = 3 (Tereza dá 3 voltas a cada corrida na pista com Alice)

    3 x 3 = 9

    Gabarito C


ID
3474058
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Não definido

Se não é verdade que na próxima quinta-feira não haverá jogo de futebol e também não é verdade que no próximo domingo vai chover, então é correto afirmar que

Alternativas

ID
3474061
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Não definido

Comparando a agilidade de quatro rendeiras na confecção de uma toalha de mesa, sabe-se que Fabiana não é mais ágil que Paula, ou Claudia ou Larissa é a rendeira menos ágil entre as quatro, Larissa não é mais ágil do que Paula e é mais ágil do que duas outras rendeiras. Sabendo que a cada duas rendeiras as agilidades são sempre diferentes, é correto afirmar que

Alternativas

ID
3474379
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Se não é verdade que, se o carro é um Fiesta, então sua cor não é azul, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • A negação do "se então" é a regra do MANÉ: mantém a primeira, nega a segunda e troca o "se então" por "e".

    (A) o carro é um Fiesta e sua cor é azul.

  • GABARITO: LETRA A

    PROPOSIÇÃO:

    Se o carro é um Fiesta, então sua cor não é azul

    A NEGAÇÃO DA CONDICIONAL É MANTENHO A PRIMEIRA E NEGO A SEGUNDA

    A e ~B

    O CARRO É UM FIESTA E SUA COR É AZUL.

    COMPLEMENTANDO:

    ➤NEGAÇÃO COM CONECTIVO "E" (CONJUNÇÃO):

    ⇛ TROCA-SE O "E" POR "OU" E NEGA TUDO.

    ➤NEGAÇÃO COM CONECTIVO "OU" (DISJUNÇÃO INCLUSIVA):

    ⇛ TROCA-SE O "OU" POR "E" NEGA TUDO.

    ➤NEGAÇÃO COM SE... ENTÃO (CONDICIONAL):

    ⇛ RETIRO O "SE" MANTENHO A PRIMEIRA PARTE E NEGO A SEGUNDA PARTE.

    ➤NEGAÇÃO DO SE E SOMENTE SE (BICONDICIONAL):

    ⇛ TRANSFORMA E DISJUNÇÃO EXCLUSIVA (OU...OU).

    ➤NEGAÇÃO DO OU...OU (DISJUNÇÃO EXCLUSIVA)

    ⇛ TRANSFORMA EM BICONDICIONAL

  • LETRA A

  • Questão repetida umas 300 vezes. Mesmo notificando o problema, essas questões continuam aparecendo. QC!!! Por favor melhore sua plataforma, são muitos erros contínuos.

  • Se o carro é um Fiesta, então sua cor não é azul. (F)

    Para a condicional ser falsa os valores lógicos das proposições têm que ser V e F, nessa ordem. Desse modo:

    "o carro é um Fiesta" = (V)

    " sua cor não é azul" = (F)

    Portanto, o carro é um Fiesta e sua cor é azul.

  • A negação do "se então" é a regra do MANÉ: mantém a primeira, nega a segunda e troca o "se então" por "e".

    (A) o carro é um Fiesta e sua cor é azul.

    GABARITO: LETRA A

    PROPOSIÇÃO:

    Se o carro é um Fiesta, então sua cor não é azul

    A NEGAÇÃO DA CONDICIONAL É MANTENHO A PRIMEIRA E NEGO A SEGUNDA

    A e ~B

    O CARRO É UM FIESTA E SUA COR É AZUL.

    COMPLEMENTANDO:

    ➤NEGAÇÃO COM CONECTIVO "E" (CONJUNÇÃO):

    ⇛ TROCA-SE O "E" POR "OU" E NEGA TUDO.

    ➤NEGAÇÃO COM CONECTIVO "OU" (DISJUNÇÃO INCLUSIVA):

    ⇛ TROCA-SE O "OU" POR "E" NEGA TUDO.

    ➤NEGAÇÃO COM SE... ENTÃO (CONDICIONAL):

    ⇛ RETIRO O "SE" MANTENHO A PRIMEIRA PARTE E NEGO A SEGUNDA PARTE.

    ➤NEGAÇÃO DO SE E SOMENTE SE (BICONDICIONAL):

    ⇛ TRANSFORMA E DISJUNÇÃO EXCLUSIVA (OU...OU).

    ➤NEGAÇÃO DO OU...OU (DISJUNÇÃO EXCLUSIVA)

    ⇛ TRANSFORMA EM BICONDICIONAL

    (Repetindo)

  • Se ... Então possui 2 negações:

    Mantém a primeira + Conectivo E + Nega a segunda. Letra A

    Inverte as proposições e Nega tudo Letra C

    Logo duas respostas ...

  • se o carro é um Fiesta, então sua cor não é azul = p→~q

    ~(p→~q) = p^q = O carro é um Fiesta e a sua cor é azul

    gab. A

  • Gabarito: A

    Bastava saber que na Condicional a única forma de dar Falso é V---F

    se o carro é um Fiesta, então sua cor não é azul

    V ------------------------------------> F

    Se o carro é um Fiesta, então sua cor é azul

  • Volta negando, troca o conectivo por E.

  • alternativa C esta correta

    NEGAÇÃO DO SE...ENTÃO pode ser:

    Inverte tudo e nega

    SE o carro é azul, ENTÃO não é um Fiesta

    OU

    mantem a 1° troca o conectivo pelo E e nega a 2° proposição

    o carro é um fiesta E sua cor é azul

    OU

    nega a 1° troca pelo OU e mantem a 2°

    o carro não é um fiesta OU cor não é azul

  • NEGAÇÃO DO SE...ENTÃO

    PODE SER MA!

    MANTÉM A PRIMEIRA ------- NEGA A SEGUNDA " P ~Q "

    O carro é um Fiesta e sua cor não é azul

    P ~ Q

  • MANÉ - mantém e nega (O Se..Entao é trocado pelo conectivo E)

    2022 é nosso!

  • MA ^ NÉ - mantém e nega (O Se..Entao é trocado pelo conectivo E)

  • 10 vezes a msm questão... Ac poderia retirar repetidas
  • O erro da C é que a questão é de negação e não equivalência! ''Se não é verdade que''... ( negação)

  • ASSISTAM AS AULAS SUGERIDAS! O PROFESSOR É ÓTIMO!

  • Gabarito: Letra A.

    A questão pede a negação da proposição. Assim, adota-se a regra do "Mané" para negar a condicional: mantém a primeira e nega a segunda.

    Portanto, tem-se que:

    O carro é um fiesta e sua cor é azul.

    ___

    Bons estudos!

  • e eu procurando a equivalencia

  • Negação de --> é : A ^ ~B

  • Proposição: se o carro é um Fiesta, então sua cor não é azul

    MA E NE: o carro é um fiesta E sua cor é azul

    (A-o carro é um Fiesta e sua cor é azul.)

  • Nessa questão eu fui pela tabela verdade. Se a preposição é falsa, ou seja, não verdadeira, então V -> F, isto é, O carro é um Fiesta e sua cor é azul. O que vcs acham desse raciocínio?


ID
3531697
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
IBGE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

No último recenseamento de um bairro em uma grande cidade, foram utilizadas folhas de sulfite, com um questionário impresso em cada folha, e canetas esferográficas para preencher os questionários, tal que foram utilizadas 1000 canetas e a quantidade de folhas de sulfite utilizada foi o quádruplo da quantidade de canetas. O custo de cada caneta foi de R$ 2,00 e o custo de cada folha de sulfite foi de R$ 0,10. Em um novo recenseamento nesse mesmo bairro, ficou estipulado que serão utilizados 1/4 a menos de canetas e a metade de folhas de sulfite utilizadas no recenseamento anterior, mantido o custo de cada folha de sulfite, porém com um aumento de R$ 0,05 no custo de cada caneta. Dessa forma, a economia no custo total para esse novo recenseamento será de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B.

    Inicialmente:

    1000 canetas = 2,00 cada = 2 x 1000 = 2000,00 em canetas.

    sulfite foi quadruplo de canetas = 1000 x 4 = 4000 = 0,10 cada = 4000 x 0,10 = 400,00 em sulfite.

    Soma total = 2.000 + 400 = 2400,00

    Novo recenseamento:

    1/4 a menos de canetas = 1/4 de 1000 = 1000/4 = 250 canetas a menos, então 1000 - 250 = 750 canetas.

    O preço aumentou de 2,00 para 2,05 cada = 750 x 2,05 = 1537,50 em canetas.

    o número de sulfites caiu pela metade = 4000 / 2 = 2000, então 2000 x 0,10 = 200,00 em sulfite.

    Soma total = 1.537,50 + 200,00 = 1.737,50

    Para encontrar o valor economizado, basta fazer uma subtração:

    2400,00 - 1537,50 = 662,50

  • B