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Prova FCC - 2018 - SEAD-AP - Analista de Planejamento e Orçamento


ID
2850676
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo, do escritor e crítico profissional de literatura e teatro Décio de Almeida Prado.


                                         Vocação de escritor


      Os escritores, como os oficiais das forças armadas, são promovidos, seja por merecimento, seja por antiguidade. Alguns impõem-se ao público e aos seus pares em poucos golpes de audácia e talento. São os escritores natos, de vocação imperiosa e irresistível. Outros - e talvez seja este o meu caso - crescem na estima da classe intelectual graças à continuidade de um trabalho de muitos e muitos anos. Escrevem por força do ofício, mas é possível que preferissem permanecer como leitores inveterados.

      Quando vejo e revejo a minha vida, que já vai longa, passam-me pela memória várias imagens, as mais antigas às vezes, mais nítidas que as recentes. Verifico então, não sem surpresa, que fiz muitas coisas com as quais não contava e deixei de fazer outras tantas que planejara, é verdade que no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade.

      Na minha meninice, sonhei muito em ser poeta. Depois, já na adolescência, na hora difícil de optar por uma profissão, desejei ser médico, como meu pai, casando, de certo modo, clínica e literatura. Já no fim dos estudos superiores, na falta de melhor, tentei ser professor de filosofia, matéria que, apesar de não ter “a cabeça metafísica”, ensinei por bastante tempo em colégios estaduais, sem qualquer proveito para Aristóteles e Kant, mas com imenso prazer pessoal e alguma aquiescência dos alunos. Não podia imaginar que, levado, certa vez, a escrever uma crítica de teatro, estava definindo, para sempre, o meu futuro. Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.

(Adaptado de: PRADO, Décio de Almeida. Seres, coisas, lugares. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, 181-182)

No primeiro parágrafo, ao falar sobre escritores, o autor considera a distinção que há entre aqueles que

Alternativas
Comentários
  • Gabarito E


    1) Talentosos - Impõem-se ao público, "poucos golpes de audácia", talento, vocação

    2) Trabalhadores - crescem na estima da classe intelectual, continuidade de trabalho, força do oficio

  • Gabarito: Letra "D".

    Os escritores, como os oficiais das forças armadas, são promovidos, seja por merecimento, seja por antiguidade.

    Alguns impõem-se ao público e aos seus pares em poucos golpes de audácia e talento. São os escritores natos, de vocação imperiosa e irresistível.

    Outros - e talvez seja este o meu caso - crescem na estima da classe intelectual graças à continuidade de um trabalho de muitos e muitos anos. Escrevem por força do ofício (...)

  • a todos? forçou a barra,. ao publico e aos seus pares são todos?

  • "oficiais das forças armadas, são promovidos, seja por merecimento, seja por antiguidade"

    e) impõem a todos, audaciosamente, seu talento natural e os que se afirmam entre seus pares porque perseveram em seu ofício.

  • Não entendi esse gabarito, marquei a letra D e errei... QC um prof. pra explicar por favor !!!!!

    Prof Isabel que é top...

  • Não entendi esse gabarito, marquei a letra D e errei... QC um prof. pra explicar por favor !!!!!

    Prof Isabel que é top...

  • Também errei por causa disso, MAD MAX.

    No texto fala "ao público e aos seus pares" e na alternativa fala "todos"... Ora, "público e seus pares" não significa todos!!!

  • Tamara Baia, não pode ser a letra D pq, como o Rhuan explicou, o autor fala que há dois tipos de escritores: os naturalmente talentosos, que se firmam pelo merecimento e os trabalhadores persistentes, que se firmam pela antiguidade. A letra D fala que os trabalhadores são talentosos, o que não é falado no texto.


ID
2850679
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo, do escritor e crítico profissional de literatura e teatro Décio de Almeida Prado.


                                         Vocação de escritor


      Os escritores, como os oficiais das forças armadas, são promovidos, seja por merecimento, seja por antiguidade. Alguns impõem-se ao público e aos seus pares em poucos golpes de audácia e talento. São os escritores natos, de vocação imperiosa e irresistível. Outros - e talvez seja este o meu caso - crescem na estima da classe intelectual graças à continuidade de um trabalho de muitos e muitos anos. Escrevem por força do ofício, mas é possível que preferissem permanecer como leitores inveterados.

      Quando vejo e revejo a minha vida, que já vai longa, passam-me pela memória várias imagens, as mais antigas às vezes, mais nítidas que as recentes. Verifico então, não sem surpresa, que fiz muitas coisas com as quais não contava e deixei de fazer outras tantas que planejara, é verdade que no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade.

      Na minha meninice, sonhei muito em ser poeta. Depois, já na adolescência, na hora difícil de optar por uma profissão, desejei ser médico, como meu pai, casando, de certo modo, clínica e literatura. Já no fim dos estudos superiores, na falta de melhor, tentei ser professor de filosofia, matéria que, apesar de não ter “a cabeça metafísica”, ensinei por bastante tempo em colégios estaduais, sem qualquer proveito para Aristóteles e Kant, mas com imenso prazer pessoal e alguma aquiescência dos alunos. Não podia imaginar que, levado, certa vez, a escrever uma crítica de teatro, estava definindo, para sempre, o meu futuro. Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.

(Adaptado de: PRADO, Décio de Almeida. Seres, coisas, lugares. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, 181-182)

No segmento no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade, no contexto do 2° parágrafo, fica estabelecida uma oposição entre

Alternativas
Comentários
  • GAB: A



    Oposição entre a exterioridade dos desejos aparentes e a consistência das motivações mais pessoais.


    Acredito que o terceiro parágrafo apresenta esse contraste entre o que o escritor desejava e o que, de fato, aconteceu. Seus anseios e motivações.


    Na minha meninice, sonhei muito em ser poeta. Depois, já na adolescência, na hora difícil de optar por uma profissão, desejei ser médico, como meu pai, casando, de certo modo, clínica e literatura. Já no fim dos estudos superiores, na falta de melhor, tentei ser professor de filosofia, matéria que, apesar de não ter “a cabeça metafísica”, ensinei por bastante tempo em colégios estaduais, sem qualquer proveito para Aristóteles e Kant, mas com imenso prazer pessoal e alguma aquiescência dos alunos. Não podia imaginar que, levado, certa vez, a escrever uma crítica de teatro, estava definindo, para sempre, o meu futuro. Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.


    Bons estudos!



  • Questão do demônio. Cérebro bugou aqui...

  • Verifico então, não sem surpresa, que fiz muitas coisas com as quais não contava e deixei de fazer outras tantas que planejara, é verdade que no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade.

    Pessoal lendo essa parte inteira do parágrafo da pra mata a questão!

    O autor diz que as coisas das quais ele deixou de fazer foram as do plano superficial de sua vontade, ou seja, as forças mais profundas da sua personalidade ele não deixou de fazer.

     

    GABARITO- A - a exterioridade dos desejos aparentes(essa primeira parte não entendi muito bem) e a consistência das motivações mais pessoais( ou seja, a consistência de suas personalidades mais profundas).



    "Qualquer erro me avisem , bons estudos "

  • Só queria acertar todos as questões de português da fcc.
  • :(

  • Parabens a quem entendeu, porque eu...

  • pergunta digna de recorrer!!

  • A "a" não fez sentido pra mim pq "plano superficial da vontade" tá relacionado ao que ele não contava que ia fazer e fez, já "forças mais profundas" tá ligado ao que ele, de fato, planejou fazer e não conseguiu.. Se ele queria fazer e não fez, como essas "forças profundas/motivações mais pessoais" podem ser consistentes?! 

  • Ao meu ver, o que ele quis dizer com "[...] é verdade que no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade" foi o seguinte:

    Tem coisas que a gente tem vontade de fazer, mas não passa de mera vontade mesmo. Não usamos todas as "forças profundas" que temos para realizar isso.

    No caso do texto a gente vê que ele teve vontade de ser poeta e médico, mas deixou de fazer pois eram apenas desejos aparentes. Dessa forma, a exterioridade dos desejos aparentes e a consistência das motivações mais pessoais formam uma oposição, ou seja, os desejos que a gente aparentemente tem não são tão fortes como as nossas motivações pessoais.

    Use sua "força profunda da personalidade" para ser aprovado no cargo dos seus sonhos ;D

  • kkkkk....As questões de Português da FCC aumentam o risco de Depressão na sua vida.

    Mas senhores, a persistência é o caminho do sucesso.

    Segue o Breve apontamento que me levou a responder a questão:

    Superficial = Pouco Profundo, aquilo que está na superfície,

    Personalidade = aquilo que é pessoal

    ...................No segmento no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade, no contexto do 2° parágrafo, fica estabelecida uma oposição entre:

    ......A) a exterioridade dos desejos aparentes e a consistência das motivações mais pessoais. (É a alternativa mais concreta que se equipara ao segmento) (CORRETA)

    As outras alternativas utilizam palavras e conotações que divergem do sentido do enunciado.


ID
2850682
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo, do escritor e crítico profissional de literatura e teatro Décio de Almeida Prado.


                                         Vocação de escritor


      Os escritores, como os oficiais das forças armadas, são promovidos, seja por merecimento, seja por antiguidade. Alguns impõem-se ao público e aos seus pares em poucos golpes de audácia e talento. São os escritores natos, de vocação imperiosa e irresistível. Outros - e talvez seja este o meu caso - crescem na estima da classe intelectual graças à continuidade de um trabalho de muitos e muitos anos. Escrevem por força do ofício, mas é possível que preferissem permanecer como leitores inveterados.

      Quando vejo e revejo a minha vida, que já vai longa, passam-me pela memória várias imagens, as mais antigas às vezes, mais nítidas que as recentes. Verifico então, não sem surpresa, que fiz muitas coisas com as quais não contava e deixei de fazer outras tantas que planejara, é verdade que no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade.

      Na minha meninice, sonhei muito em ser poeta. Depois, já na adolescência, na hora difícil de optar por uma profissão, desejei ser médico, como meu pai, casando, de certo modo, clínica e literatura. Já no fim dos estudos superiores, na falta de melhor, tentei ser professor de filosofia, matéria que, apesar de não ter “a cabeça metafísica”, ensinei por bastante tempo em colégios estaduais, sem qualquer proveito para Aristóteles e Kant, mas com imenso prazer pessoal e alguma aquiescência dos alunos. Não podia imaginar que, levado, certa vez, a escrever uma crítica de teatro, estava definindo, para sempre, o meu futuro. Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.

(Adaptado de: PRADO, Décio de Almeida. Seres, coisas, lugares. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, 181-182)

No terceiro parágrafo, confessa o autor que sua atividade como crítico de teatro

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B


    manifestou-se por uma circunstância fortuita(Não podia imaginar que, levado, certa vez, a escrever uma crítica de teatro), mas acabou por se estabelecer de modo definitivo.(estava definindo, para sempre, o meu futuro)

  • Conceito de Fortuita: Que sucede por acaso; Inesperado.


    Redação dada pelo texto - (...) Não podia imaginar que, levado, CERTA VEZ, a escrever uma crítica de teatro, estava DEFININDO, para sempre, o meu futuro (...)


    GABARITO LETRA B.



  • eu acho que a melhor forma de responder essas questões de interpretação da FCC, é achando primeiro as alternativas erradas.


ID
2850685
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo, do escritor e crítico profissional de literatura e teatro Décio de Almeida Prado.


                                         Vocação de escritor


      Os escritores, como os oficiais das forças armadas, são promovidos, seja por merecimento, seja por antiguidade. Alguns impõem-se ao público e aos seus pares em poucos golpes de audácia e talento. São os escritores natos, de vocação imperiosa e irresistível. Outros - e talvez seja este o meu caso - crescem na estima da classe intelectual graças à continuidade de um trabalho de muitos e muitos anos. Escrevem por força do ofício, mas é possível que preferissem permanecer como leitores inveterados.

      Quando vejo e revejo a minha vida, que já vai longa, passam-me pela memória várias imagens, as mais antigas às vezes, mais nítidas que as recentes. Verifico então, não sem surpresa, que fiz muitas coisas com as quais não contava e deixei de fazer outras tantas que planejara, é verdade que no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade.

      Na minha meninice, sonhei muito em ser poeta. Depois, já na adolescência, na hora difícil de optar por uma profissão, desejei ser médico, como meu pai, casando, de certo modo, clínica e literatura. Já no fim dos estudos superiores, na falta de melhor, tentei ser professor de filosofia, matéria que, apesar de não ter “a cabeça metafísica”, ensinei por bastante tempo em colégios estaduais, sem qualquer proveito para Aristóteles e Kant, mas com imenso prazer pessoal e alguma aquiescência dos alunos. Não podia imaginar que, levado, certa vez, a escrever uma crítica de teatro, estava definindo, para sempre, o meu futuro. Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.

(Adaptado de: PRADO, Décio de Almeida. Seres, coisas, lugares. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, 181-182)

É clara, coesa e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

Alternativas
Comentários
  • ato ou efeito de aquiescer; anuência, consentimento, concordância.

  • Que viagem em colegas KK

    Eu acertei a questão tendo olhar bem objetivo do que se busca por exemplo:


    ° Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.


    Ele não exitou em citar que fez parte da evolução e isso que se afirma na assertiva C:

    Sem falsa modéstia, o autor não hesita em reconhecer que contribuiu para a tarefa de situar com maior dignidade o teatro brasileiro em nosso cenário cultural.

  • por favor comente as demais alternativas

     

     

  • No meu entendimento, essa questão não é sobre "qual alternativa está certa ou errada sobre o texto" e sim "qual alternativa está escrita com coesão".

  • ATENTEM SOBRE O ENUNCIADO. ELE NÃO PEDE APENAS A COESÃO. DEVE-SE FICAR ATENTO, TAMBÉM, À NORMA CULTA E AO SINONIMO.


    A) Desde sua meninice confiava o autor de (em) que seria um poeta, se bem que depois o pai o inspirara a ser médico, quando ele talvez se dispusesse a unir as vocações.


    B) Ensinando filosofia, a despeito de não tirar proveito de Kant e Aristóteles, cujas obras ensinava, nem por isso (conjunção subordinada) excluiu-se no autor o prazer com que lhes aquiescia.

    (...proclise em conjunção subordinada...)


    C) GAB.


    D) Lembra-nos o texto "de" que muitas vezes a gente é levado para realizarmos desejos ocultos, sem ignorar que os realiza, em vez daqueles que nos parecem claros.

    (...lembrar com colocação pronominal pede preposição de...)



  • D) Lembra-nos o texto que muitas vezes a gente é levado para realizarmos desejos ocultos, sem ignorar que os realiza, em vez daqueles que nos parecem claros.


    Confuso né?


    Inicialmente a dúvida foi entre C e D.

    Reli o comando da questão (que pede coesão e correção), marquei C.

  • É clara, coesa e correta a redação deste livre comentário sobre o texto


    Gabarito: C (Sem falsa modéstia, o autor não hesita em reconhecer que contribuiu para a tarefa de situar com maior dignidade o teatro brasileiro em nosso cenário cultural.)


    O que deixa evidente que a questão C é a correta, é a última parte do texto: Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.


    A questão fala de coesão e se observarmos bem foi utilizado a paráfrase ou seja utilizou conectores, sinônimos mas a ideia central da frase continuou.



    Foco, força e fé!

    Deus acima de tudo

  • Só para complementar:


    O erro da letra E está na colocação pronominal em "cujos critérios são bastante diversos dos que lhes promove o público em geral." .


    O "LHES" deveria ser substituído por "OS" , pois está se referindo aos "CRITÉRIOS". É objeto direto!


    O público em geral promove critérios, ou seja, O PÚBLICO EM GERAL OS PROMOVE!

  • Concordo com o colega do erro da letra A: Desde sua meninice confiava o autor DE que seria um poeta, se bem que depois o pai o inspirara a ser médico, quando ele talvez se dispusesse a unir as vocações. 

    Mas gostaria de saber se também há um erro a respeito do uso do verbo no pretérito mais que perfeito-INSPIRARA-, pois no passado ele diz que DEPOIS o pai inspirou a ser médico, o que, segundo o uso correto desse verbo, deveria ser um "passado mais passado do que o apresentado"



  • o erro da letra E? obrigado pelo comentários aprendemos muito com esses comentários 

  • Marinalva Reinato,

    Acredito que o erro da letra E seja de concordância:

    E) Os intelectuais detêm uma forma de reconhecer a vocação cultural alheia cujos critérios são bastante diversos dos que lhes promove o público em geral.

    O correto seria "cujo critério é bastante diverso", pois se refere à "cultura alheia"

  • nobre colega David William, a questão pede correção clara e coesa. Trata-se de gramática e não de interpretação textual.

  • E) Os intelectuais detêm uma forma de reconhecer a vocação cultural alheia DE cujos critérios são bastante diversos dos que lhes promove o público em geral.

    MUDANDO A FRASE, SUBSTITUINDO DOS PRONOMES RELATIVOS.

    OS INTELECTUAIS DETÉM UMA FORMA DE RECONHECER A VOCAÇÃO CULTURAL ALHEIA, OS CRITÉRIOS (DO QUE?) DA VOCAÇÃO (DE CUJOS CRITERIOS)

  • Wellington Cunha, o pronome relativo CUJO concorda com o possuído, não com o possuidor. No caso, a vocação cultural alheia possui os critérios. Sendo assim fica: cujos critérios.

  • Eu precisaria de uma hora com um excelente professor de português pra me convencer de que esse gabarito é realmente letra "C"...

    A questão de chamar a modéstia a ser depreendida do texto de "falsa" fica puramente relegado ao que o leitor quiser entender. Fica quase uma questão de empatia com o autor. E nessa alternativa, o começo dela diz que o autor, então, não usara de modéstia. Pois eu acho que usou sim, já que caso fosse ocultado/suprimido o trecho "na medida das minhas forças" (linha 12) seria claro, daí, a falta de modéstia do autor.

    [[Desabafo. Fique à vontade para ignorar]] Que saco ter que estudar assim só por conta de um emprego que pague decentemente. Esse tipo de habilidade no uso do nosso idioma raramente é posto em prática no exercício da função, o que me faz enxergar o modelo atual de concursos como uma coisa defasada (antiquada) e extremamente ineficiente. Ora, se o concurso é para --digamos-- escrivão de polícia, as principais habilidades a serem testadas seriam de digitação/datilografia, conhecimentos das leis penais e dos processos penais e redação. Já seria bem melhor se a parte do "basicão" fosse drasticamente reduzida e a parte dos conhecimentos específicos tivesse maior peso e relevância. Ainda assim, uma nota alta não é garantia nenhuma de que o cidadão não vá fazer corpo-mole ou algo do tipo (o que a grande maioria acaba fazendo pois desempenho ruim não é motivo pra ser exonerado depois dos 3 anos).

  • Jackson, concordo plenamente!

  • Jackson, a questão não é de interpretação...
  • GAB: C (vou comentar os erros que achei - podem ter outros)

    a)Desde sua meninice confiava o autor de que seria um poeta, se bem que depois o pai o inspirara a ser médico, quando ele talvez se dispusesse a unir as vocações. ERRADA - Primeiro o autor confiava, depois o pai o inspirou... o uso do pretérito mais que perfeito foi feito de modo equivocado.

    B Ensinando filosofia, a despeito de não tirar proveito de Kant e Aristóteles, cujas obras ensinava, nem por isso excluiu-se no autor o prazer com que lhes aquiescia. ERRADA - Palavra invariável atraí próclise. A redação tbm não ficou clara - no autor - pode ser: o autor do texto... ou Kant ou Aristóteles..

    D) Lembra-nos o texto que muitas vezes a gente é levado para realizarmos desejos ocultos, sem ignorar que os realiza, em vez daqueles que nos parecem claros. ERRADA - Erro de regência - quem lembra - lembra DE.. quem é levado - é levado A.

    E) Os intelectuais detêm uma forma de reconhecer a vocação cultural alheia cujos critérios são bastante diversos dos que lhes promove o público em geral. ERRADA - (Eu ainda tenho dúvidas de onde está o erro - e eliminei por achar que a redação não está clara)

  • O erro da E acredito que seja o emprego errado de "lhes". Deveria ser "os" pois se refere a critérios.

  • A) "de que..." (em que seria) / inspirara....(inspirou)

    B) " nem por isso excluiu-se" .....( nem por isso se excluiu) - Conjunções subordinadas, e pronomes relativos: " que, onde, o qual, a qual, os quais, as quais, cujo" atraem a próclise.

    Aqui cabe atentarmos uma dúvida interessante: final da frase....."lhes Aquiescia" = Aquiescer é VTI, logo pede Obj Indireto, portanto utiliza-se o lhe como pronome oblíquo. Ex: Aquiescer às Obras = lhes aquiescia

    C) CORRETA

    D) "Lembra-nos o texto que"......( Lembra-nos o texto de que... a gente é levado) Nessa ocasião, o termo "texto" pede a preposição de

    E) " cujos critérios  são bastante diversos dos que lhes promove o público em geral" ......( cujos critérios  são bastante diversos dos que os promove o público em geral) OS = CRITÉRIOS = OBJ. DIRETO, enquanto LHES é usado para objetos indiretos

    Fonte: Eu mesmo, e demorei bastante pra tentar ajudar aqui. Qualquer coisa, corrijam.

  • só para contextualizar, na letra c o termo " com maior dignidade " não deveria está intercalado entre vírgulas ? pois se trata de um adjunto adverbial longo, que refere - se ao verbo "situar" ! Posso estar errado, mas pensei desta forma !


ID
2850688
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo, do escritor e crítico profissional de literatura e teatro Décio de Almeida Prado.


                                         Vocação de escritor


      Os escritores, como os oficiais das forças armadas, são promovidos, seja por merecimento, seja por antiguidade. Alguns impõem-se ao público e aos seus pares em poucos golpes de audácia e talento. São os escritores natos, de vocação imperiosa e irresistível. Outros - e talvez seja este o meu caso - crescem na estima da classe intelectual graças à continuidade de um trabalho de muitos e muitos anos. Escrevem por força do ofício, mas é possível que preferissem permanecer como leitores inveterados.

      Quando vejo e revejo a minha vida, que já vai longa, passam-me pela memória várias imagens, as mais antigas às vezes, mais nítidas que as recentes. Verifico então, não sem surpresa, que fiz muitas coisas com as quais não contava e deixei de fazer outras tantas que planejara, é verdade que no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade.

      Na minha meninice, sonhei muito em ser poeta. Depois, já na adolescência, na hora difícil de optar por uma profissão, desejei ser médico, como meu pai, casando, de certo modo, clínica e literatura. Já no fim dos estudos superiores, na falta de melhor, tentei ser professor de filosofia, matéria que, apesar de não ter “a cabeça metafísica”, ensinei por bastante tempo em colégios estaduais, sem qualquer proveito para Aristóteles e Kant, mas com imenso prazer pessoal e alguma aquiescência dos alunos. Não podia imaginar que, levado, certa vez, a escrever uma crítica de teatro, estava definindo, para sempre, o meu futuro. Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.

(Adaptado de: PRADO, Décio de Almeida. Seres, coisas, lugares. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, 181-182)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado em:

Alternativas
Comentários
  • Saudades das questões à moda ESAF.

  • Seria preciso que o recomende amigos para a função de crítico teatral para que o autor efetivamente se consagrasse nesse trabalho.


    GAB D

  • Oi? Alguem poderia explicar o que essa questão queria?

     

  • Não entendi nada!

  • Deborah Ferreira


    ATRAVESSAR - Concorda com "o teatro nacional" .



  • Respondendo ao comentário da colega Luana Sousa de Farias, nessas questões da FCC ela pede que o verbo entre parênteses encontre seu sujeito, ou seja, o item sublinhado.

    Ocorre que em algumas alternativas a palavra sublinhada vem acompanhada de uma preposição. Nesses casos nós já as excluímos, pois nenhum sujeito vem com preposição (como pode ser observado na letra A, C, E) Depois fica mais fácil de responder ;) .

  • LETRA D


    Seria preciso que o recomendassem amigos para a função de crítico teatral para que o autor efetivamente se consagrasse nesse trabalho


    Na ordem:


    Para que o autor efetivamente se consagrasse nesse trabalho, seria preciso que amigos o recomendassem para a função de crítico teatral

  • Não sei se é criatividade demais ou de menos, aff !!!

  • Eu fiz por exclusão, porque até agora não consegui colocar um sentido na alternativa D, mas as outras contêm erros mais visíveis.

    Vida à cultura democrática, Monge.

  • quem seria o sujeito da alternativa A? Não consegui localiza-lo. Eu acho que não deve ser autor porque ele esta preposicionado.

  • Percebi que a FCC inverte a frase, para tanto devemos coloca-lá na ordem direta para achar o sujeito,  só assim consegui responeder questões da banca. sujeito+verbo+complemento+adjunto adverbial

  • A - Não (faltar) ao autor, a despeito de suas vocações aparentes, bastante ânimo para reerguer o prestígio do teatro nacional. 

     

    O verbo FALTAR concorda  com BASTANTE ÂNIMO e não com vocações. Reescrevendo a frase: A despeito de suas vocações, bastante ânimo não falta ao autor para reerguer o prestígio do teatro nacional. 

     

  • Se o sujeito vier depois do verboconcorda com o núcleo mais próximo.

  • cuidados com comentários errados da questão da letra A o verbo faltar não concorda com seu objeto e  vc vai encontrar isso em nenhuma gramática, pois o verbo concorda e sempre concorda com seu sujeito. Lembrando que existe exceções como o sujeito oracional, neste caso o verbo fica no singular. No exemplo citado acima, tal verbo concorda com bastante ânimo, como nosso colega César bem explica isso. Vamos estudar com qualidade e não só com quantidade ou seja estudar errado.

  • Gente, A Deborah falou que o sujeito do item A é o Autor". Mas queria saber melhor, pois o autor está preposicionado e no caso não seria o sujeito do item oracional, não? no caso, seria esse trecho: b"astante ânimo para reerguer o prestígio do teatro nacional. "

    Se alguém puder me responder, agradeço, pode mandar msg no privado tb. Obrigado

  • A questão está com a ordem invertida.

    Seria preciso que amigos o recomendassem para a função de crítco teatral, para que o autor efetivamente se consagrasse para o trabalho.

  • Na alternativa A, o verbo "faltar" concorda com bastante ânimo!

    Bastante ânimo não falta ao autor.


  • GAB D

  • Deborah Ferreira, fiz algumas correções... ;)


    a) Faltar - concorda com bastante ânimo

    b) Ocorrer - concorda com atender seus impulsos primeiros (suj oracional)

    c) Atravessar - concorda com o teatro nacional

    d) Recomendar - concorda com amigos (gabarito)

    e) Brindar - concorda com professor

  • Pessoal, qual é o sujeito da alternativa B?

  • a) bastante ânimo para reerguer o prestígio do teatro nacional não falta ao autor...

    b) Quando atender seus impulsos primeiros ocorrer a alguem...

    c) Diante das condições que o teatro nacional atravessa , naqueles anos...

    d)Seria preciso que amigos o recomendassem...

  • Alguém poderia me explicar como resolvo questão deste tipo da FCC, desde já agradeço.

  • questão desgraçada!

  • Gabarito D

    A Não (faltar) ao autor, a despeito de suas vocações aparentes, bastante ânimo para reerguer o prestígio do teatro nacional. [Ordem direta: Bastante ânimo não falta ao autor para reerguer o prestígio do teatro nacional a despeito de suas vocações].

    B Quando a alguém não (ocorrer) atender seus impulsos primeiros, é possível que venha a atender sua vocação essencial. [Ordem direta: É possível que venha a atender sua vocação essencial quando a alguém não ocorrer atender seus impulsos primeiros].

    C Diante das condições que (atravessar), naqueles anos, o teatro nacional, não hesitou o autor em buscar redimi-lo. [Ordem direta: Diante das condições que o teatro nacional atravessa, não hesitou o autor em buscar redimi-lo naquele ano].

    D Seria preciso que o (recomendassemamigos para a função de crítico teatral para que o autor efetivamente se consagrasse nesse trabalho.- (correto)

    E Aos alunos de colégio (brindar) o professor com suas aulas sobre Kant e Aristóteles, de modo modesto, segundo ele mesmo confessa. [Ordem direta: O professor com suas aulas sobre Kant e Aristóteles brinda aos alunos de colégio, de modo modesto, segundo ele mesmo confessa].

    Erros, avise-me.

    Tudo posso Naquele que me fortalece!

  • Melhor forma de responder essas questoes é escrevendo no caderno e perguntando ao verbo. diante das condições que atravessou naqueles anos o teatro nacional

    Que é que atravessou ? O TEATRO NACIONAL

  • nesse tipo de questão o pulo do gato é achar o sujeito, mas convenhamos quando se está fazendo uma prova não fica tão simples assim devido a tensão e o cansaço, porém ninguém falou que ia ser fácil.

  • essa eu acertei, mas não podemos esquecer que a FCC é bandida em português

  • Não marquei D, pois o período me pareceu fora de ordem para ter o "amigos" como sujeito. Pela formação da alternativa, parecia que os amigos é que seriam recomendados para a função, e não que amigos recomendariam ele para a função.

    Se alguém tiver uma explicação embasada, agradeço.

  • E encontrar o sujeito das orações

  • se você tem que achar o sujeito pra responder a questão para que colocar na ordem direta se logicamente se faz necessário localizar o sujeito? Uma coisa induz a outra. Tenho pra mim que colocar na ordem direta é quase uma tabela real.

  • questao dificil so colocando na ordem direta pra entender

  • Pela pergunta que se faz ao verbo, dá pra matar essa questão, RECOMENDAR é V.T.D. Quem recomenda, recomenda alguém ou algo, a pergunta que se faz é 'O quê?' ou 'quem?' logo percebemos, RECOMENDAR O QUÊ ? 'AMIGOS' e como a questão ai pediu para FLEXIONAR, o verbo fica no Imperf. do Subj., "RECOMDASSE" . Se eu estiver errado, avise-me !


ID
2850691
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                              Conversa sobre o liberalismo


      O liberalismo promoveu uma ideia curiosa: para fazer a felicidade de todos (ou, ao menos, da maioria), não seria necessário decidir qual é o bem comum e, logo, impor aos cidadãos que se esforçassem para realizá-lo. Seria suficiente que cada um se preocupasse com seus interesses e seu bem-estar. Essa atitude espontânea garantiria o melhor mundo possível para todos. Afinal, nenhum malandro seria tolo a ponto de perseguir seu interesse particular de maneira excessiva, pois isso comprometeria o bem-estar dos outros e produziria conflitos que reverteriam contra o suposto malandro.

      Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer. Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém. O caso seguinte ilustra o que digo.

      Converso com o moço que dirige o táxi. Falamos de perspectivas políticas. Ele está indignado com a corrupção das altas e das baixas esferas da política, convencido de que, não fossem os ladrões, o país avançaria e resolveríamos todos os nossos problemas. Concordo, mas aponto que, mesmo calculando generosamente, o dinheiro que some na corrupção não seria suficiente para mudar o Brasil. Sem dúvida, deve ser bem inferior ao dinheiro que o governo deixa de arrecadar por causa da sonegação banal: rendas não declaradas, notas fiscais que só aparecem sob pedido e por aí vai. Pergunto-lhe então quanto ele paga de Imposto de Renda. Ganho a famosa resposta: “Não adianta pagar, porque nada volta para a gente.” Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 252-253)

Em relação ao que se costuma entender por liberalismo, o autor acredita que

Alternativas
Comentários
  • Posso estar errado, mas não consigo ver a letra b como resposta da questão.

  • Nem eu, Felipe. Pra mim todas estão erradas, a B é uma inferência sobre o pensamento do autor, mas não há no enunciado nenhuma menção à inferência ou à dedução, tem que ir por eliminação mesmo.

  • Eu errei a questão, mas analisando o item B conjugado com o texto, o examinador só pode estar se referindo à ironia, como se esta tivesse sido usada pelo autor.


    "é equivocada a ideia de que a busca espontânea de satisfazer os interesses individuais redunda em benefício para todos. " (Letra B)


    "Seria suficiente que cada um se preocupasse com seus interesses e seu bem-estar." (1º parágrafo);


    "  Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer. Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém. O caso seguinte ilustra o que digo." (2º parágrafo)


    Aí no 3º parágrafo, ele conta o caso e parece que ele está ironizando essa linha de raciocínio de quem defende que o liberalismo seja este tipo de atitude.

  • Também não concordo com o gabarito da questão ! A alternativa "B" faz referência a convicção do autor, e não "ao que se costuma entender por liberalismo" como está posto no enunciado da questão.

  • Na minha percepção o autor foi irônico ao relacionar o Liberalismo como algo positivo para as pessoas.


    Denota-se no enunciado, "Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer. Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém. O caso seguinte ilustra o que digo"(2º parágrafo)



    Porém, no caso seguinte o taxista não está convencido que os interesses individuais é benéfico para todos, observa-se na seguinte passagem,(...) "Ele está indignado com a corrupção das altas e das baixas esferas da política, convencido de que, não fossem os ladrões, o país avançaria e resolveríamos todos os nossos problemas". (3º parágrafo)



    Portanto, GABARITO LETRA B. Espero que eu tenha ajudado.

  • Questão bem FCC mesmo, mas é fácil acertar indo por eliminação. No 1 e 2 parágrafo não é a ideia do autor, ou seja não é o que ele acredita, apenas citações "O liberalismo promoveu uma ideia curiosa" e "Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer." Ele está falando do que as pessoas pensam a respeito, e não no que ele acredita.


    Com a leitura do último parágrafo podemos entender melhor a ideia do autor "Concordo, mas aponto que, mesmo calculando generosamente, o dinheiro que some na corrupção NÃO seria suficiente para mudar o Brasil. Sem dúvida, deve ser bem inferior ao dinheiro que o governo deixa de arrecadar por causa da sonegação banal: rendas não declaradas, notas fiscais que só aparecem sob pedido e por aí vai. Pergunto-lhe então quanto ele paga de Imposto de Renda. Ganho a famosa resposta: “Não adianta pagar, porque nada volta para a gente.” Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga. ESSE É O PENSAMENTO DO AUTOR, ISSO QUE ELE ACREDITA, ENTÃO DA PARA MARCAR TRANQUILAMENTE A LETRA B, POIS NESSE ÚLTIMO PARÁGRAFO ELE CONTRADIZ AS IDEIAS EXPOSTAS ANTERIORMENTE.


  • GAB: B


    O autor se utiliza do sarcasmo num tom debochado. Pois, ele não acredita no liberalismo (o desfecho do caso corrobora isso).



  • Acertei, mas acho meio barra forçada as questões de interpretação da FCC. Cheguei a Letra B, mais por eliminação do que sentido, clareza ou até subjetividade.

  • Fcc é o caoooooooo
  • O autor não diz o que ele pensa. Mas fica subententido que ele é contrário à ideia do liberalismo.

  • .” Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga.

    justificativa da letra B

  •   É só fazer uma interpretação para chegar ao raciocínio da banca.

     Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém.

    é equivocada a ideia de que a busca espontânea de satisfazer os interesses individuais redunda em benefício para todos.

  • nem precisa analisar se esse texto está de acordo ou não com o dia a dia do brasil.

    Basta apenas encontrar a ironia no comentário seguido pelo exemplo que o próprio autor deu no decorrer do texto.

    Não dá pra viajar mt.

  • Lindo texto,parece até que foi escrito por Olavo de Carvalho, hahahahah


ID
2850694
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                              Conversa sobre o liberalismo


      O liberalismo promoveu uma ideia curiosa: para fazer a felicidade de todos (ou, ao menos, da maioria), não seria necessário decidir qual é o bem comum e, logo, impor aos cidadãos que se esforçassem para realizá-lo. Seria suficiente que cada um se preocupasse com seus interesses e seu bem-estar. Essa atitude espontânea garantiria o melhor mundo possível para todos. Afinal, nenhum malandro seria tolo a ponto de perseguir seu interesse particular de maneira excessiva, pois isso comprometeria o bem-estar dos outros e produziria conflitos que reverteriam contra o suposto malandro.

      Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer. Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém. O caso seguinte ilustra o que digo.

      Converso com o moço que dirige o táxi. Falamos de perspectivas políticas. Ele está indignado com a corrupção das altas e das baixas esferas da política, convencido de que, não fossem os ladrões, o país avançaria e resolveríamos todos os nossos problemas. Concordo, mas aponto que, mesmo calculando generosamente, o dinheiro que some na corrupção não seria suficiente para mudar o Brasil. Sem dúvida, deve ser bem inferior ao dinheiro que o governo deixa de arrecadar por causa da sonegação banal: rendas não declaradas, notas fiscais que só aparecem sob pedido e por aí vai. Pergunto-lhe então quanto ele paga de Imposto de Renda. Ganho a famosa resposta: “Não adianta pagar, porque nada volta para a gente.” Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 252-253)

Na conversa que manteve com o motorista do táxi, o autor firmou uma posição pessoal, representada no segmento

Alternativas
Comentários
  • Gabarito= Item E

    Trecho: Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga.


    Bons estudos!

  • esta questão é bem interessante pois se não prestarmos atenção que a questão pede um trecho na conversa com o motorista, ou seja, o único paragrafo em que ha uma conversa com o motorista é no 3º paragrafo.


    Na conversa que manteve com o motorista do táxi, o autor firmou uma posição pessoal, representada no segmento


    A) nenhum malandro seria tolo a ponto de perseguir seu interesse particular de maneira excessiva (1° parágrafo).


    aqui de fato ele mostra seu ponto de vista, no entanto não faz parte do trecho em que ele conversa com o motorista


    B) isso comprometeria o bem-estar dos outros (1° parágrafo). 


    mesma coisa da letra A


    C) Falamos de perspectivas políticas (3° parágrafo).


    não mostra ponto de vista.


    D) não fossem os ladrões, o país avançaria e resolveríamos todos os nossos problemas (3° parágrafo)


    este trecho ñ pertence a fala do autor e sim do motorista.


    E) não adianta esperar que algo volte se a gente não paga (3° parágrafo).


    de fato este é o gabarito, visto que além de ser a fala do autor está localizada no paragrafo da dialogo com o motorista



    GABARITO E


  • Leia o enunciado da questão, deixa de ser automático.


ID
2850697
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                              Conversa sobre o liberalismo


      O liberalismo promoveu uma ideia curiosa: para fazer a felicidade de todos (ou, ao menos, da maioria), não seria necessário decidir qual é o bem comum e, logo, impor aos cidadãos que se esforçassem para realizá-lo. Seria suficiente que cada um se preocupasse com seus interesses e seu bem-estar. Essa atitude espontânea garantiria o melhor mundo possível para todos. Afinal, nenhum malandro seria tolo a ponto de perseguir seu interesse particular de maneira excessiva, pois isso comprometeria o bem-estar dos outros e produziria conflitos que reverteriam contra o suposto malandro.

      Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer. Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém. O caso seguinte ilustra o que digo.

      Converso com o moço que dirige o táxi. Falamos de perspectivas políticas. Ele está indignado com a corrupção das altas e das baixas esferas da política, convencido de que, não fossem os ladrões, o país avançaria e resolveríamos todos os nossos problemas. Concordo, mas aponto que, mesmo calculando generosamente, o dinheiro que some na corrupção não seria suficiente para mudar o Brasil. Sem dúvida, deve ser bem inferior ao dinheiro que o governo deixa de arrecadar por causa da sonegação banal: rendas não declaradas, notas fiscais que só aparecem sob pedido e por aí vai. Pergunto-lhe então quanto ele paga de Imposto de Renda. Ganho a famosa resposta: “Não adianta pagar, porque nada volta para a gente.” Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 252-253)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

Alternativas
Comentários
  • infenso: em oposição a; inimigo de; contrário, hostil, oponente

  • Definição de inócuo: Que não provoca prejuízo ou danos; isto é, que não oferece perigo, é inofensivo.


    No caso, seria inofensivo aguardar, pois não traria nenhum prejuízo.


    Letra D.


  • só uma observação: já vi outras vezes a palavra inócuo em provas da FCC

  • porque não pode a B. Não entendi muito bem essa questão...

  • Inócuo = inofensivo

  • Michel Vieira ! Cuidado, pois ir de encontro significa opor-se, discordar.

    Ir ao encontro significa concordar, estar ciente, ser conivente.

    Perseguir seu interesse ( ir ao encontro de seu interesse).

  • ir de encontro = contra

    ir ao encontro = a favor

    já caiu mais vezes em provas

  • A questão pede a expressão / oração que traduz o significado da que foi previamente apresentada.

    Na letra C: Indignado com a corrupção = infenso às falcatruas (inimigo de, em oposição a) há uma pequena diferença de significado entre "indignado" e "infenso". É possível que alguém se oponha a algo, mas que não esteja indignado. Não são coisas, obrigatoriamente, iguais.

    Já na letra D: Alego que não adianta esperar (3° parágrafo) = Argumento que é inócuo aguardar. As orações possuem o mesmo significado.

  • FCC petista?

  • inócuo = não causa dano

  • Juro que tentei, mas não consegui entender até agora essa frase.


    Simpatia ao sono. =(

  • Não entendi. Pra mim "é inofensível esperar" é diferente de "não adianta aguardar".

    "Não adiantar" e "inofensivo esperar", qual a semelhança???????????????????

  • A) Errado. Promoveu uma ideia curiosa (1° parágrafo) = dispersou um pressuposto bizarro.

    Curioso: Característica do que desperta interesse.

    Bizarro: Característica do que é estranho, grotesco ou incomum.


    B) Errado. Perseguir seu interesse particular (1° parágrafo) = ir de encontro ao motivo pessoal.

    Interesse: algo relevante a ser perseguido.

    Motivo: explicação, justificativa.


    C) Errado. Indignado com a corrupção (3° parágrafo) = infenso às falcatruas.

    Indignado: revoltado, com raiva.

    Infenso: adverso, inimigo (sem necessariamente ter raiva).


    D) Certo. Alego que não adianta esperar (3° parágrafo) = Argumento que é inócuo aguardar.


    E) Errado. Algo volte se a gente não paga (3° parágrafo) = retorne o que não se ressarciu.

    Pagar: efetuar o pagamento.

    Ressarcir: devolver o que foi pago anteriormente.


  • Marquei C)


    Dicionário Michaelis


    infenso

    in·fen·so


    adj

    1 Que se opõe a; adverso, contrário, oposto.

    2 Cheio de raiva, irritação; agastado, colérico, enraivecido.


    http://michaelis.uol.com.br/busca?r=0&f=0&t=0&palavra=infenso

  • Eu memorizei assim:

    Ir Ao encontro de algo = Amigo, A favor

    Ir DE encontro a algo = DEfender-se de algo (contra)

  • Português dessa banca é tensoooo!!!!

  • Acredito que o grande erro da C é tentar dar às palavras "falcatruas" e "corrupção" conceitos sinônimos. Embora parecidas, não transmitem o mesmo sentido.

    Na minha cabeça, "corrupção" é algo mais gravoso, enquanto "falcatruas" faz parecer que engloba coisas triviais também.

    Questões de interpretação são muito subjetivas. É preciso entrar na cabeça da pessoa que elaborou questão (ao menos, tentar) e tomar certos apontamentos que não são tão concretos quanto a mera aplicação da Gramática.

    Relação de amor e ódio define.

  • a) promoveu uma ideia curiosa (1° parágrafo) = dispersou um pressuposto bizarro.

    promover ≠ dispersar

    curiosa ≠ bizarro

    b) perseguir seu interesse particular (1° parágrafo) = ir de encontro ao motivo pessoal.

    ir de encontro = se opor

    c) indignado com a corrupção (3° parágrafo) = infenso às falcatruas.

    infenso = inimigo

    d) Alego que não adianta esperar (3° parágrafo) = Argumento que é inócuo aguardar.

    inócuo = aquilo que não surte o efeito esperado

    e) algo volte se a gente não paga (3° parágrafo) = retorne o que não se ressarciu.

    ressarcir = cobrir o prejuízo

  • George, texto da falha de SP. O cara que escreveu pensa ser errado se você é uma pessoa que só trabalhar, estudar e constituir a sua própria carreira na vida, ou seja, indiretamente faz uma critica a si próprio kkkkkk. Duvido que o cidadão em questão socializasse o próprio salário...

  • Esse tipo de questão é do mau! Tem que ir com um dicionário para a prova kkkk


ID
2850700
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                              Conversa sobre o liberalismo


      O liberalismo promoveu uma ideia curiosa: para fazer a felicidade de todos (ou, ao menos, da maioria), não seria necessário decidir qual é o bem comum e, logo, impor aos cidadãos que se esforçassem para realizá-lo. Seria suficiente que cada um se preocupasse com seus interesses e seu bem-estar. Essa atitude espontânea garantiria o melhor mundo possível para todos. Afinal, nenhum malandro seria tolo a ponto de perseguir seu interesse particular de maneira excessiva, pois isso comprometeria o bem-estar dos outros e produziria conflitos que reverteriam contra o suposto malandro.

      Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer. Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém. O caso seguinte ilustra o que digo.

      Converso com o moço que dirige o táxi. Falamos de perspectivas políticas. Ele está indignado com a corrupção das altas e das baixas esferas da política, convencido de que, não fossem os ladrões, o país avançaria e resolveríamos todos os nossos problemas. Concordo, mas aponto que, mesmo calculando generosamente, o dinheiro que some na corrupção não seria suficiente para mudar o Brasil. Sem dúvida, deve ser bem inferior ao dinheiro que o governo deixa de arrecadar por causa da sonegação banal: rendas não declaradas, notas fiscais que só aparecem sob pedido e por aí vai. Pergunto-lhe então quanto ele paga de Imposto de Renda. Ganho a famosa resposta: “Não adianta pagar, porque nada volta para a gente.” Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 252-253)

Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém.


A frase acima ganha uma nova, coerente e correta redação no seguinte caso: Não paro de encontrar pessoas

Alternativas
Comentários
  • Na letra E, falta o hífen. Mal-efeito. Mal seguido de vogal, H ou L usa-se o hífen, de acordo com o novo Acordo Ortográfico.

  • Alguém pode me explicar o erro da alternativa C?

  • Na alternativa "A" o verbo interessar não tinha que ir para a 3ª pessoa?

  • Acredito que o erro da alternativa c está na regência do verbo implicar! Vejamos.


    sentido de acarretar --------------------------------------------------------------------------------------> VTD (QUESTÃO)

    sentido de importunar\aborrecer -------------------- -------------------------------------------------->VTI (preposição COM)

    sentido de envolve-se, nesse caso ele é pronominal ---------------------------------------------> VTI ( preposição EM)


    não impliquem no mal de quaisquer outros ERRADO

    não impliquem O mal de quaisquer outros CERTO

  • alguém pode comentar as outras alternativas obrigada

  • Qual a correta afinal? =)

  • IMPLICAR (= acarretar) - VTD


    As ausências dos funcionários implicaram danos à empresa.

  • Na alternativa A. o verbo interessar, não deveria estar no plural? ( * lhes interessam * )

  • Indiquem para comentário!!!

  • VANESSA BARBOZA: Acredito que o erro da letra C é por usar "outros", quando deveria citar "outras".

    Não paro de encontrar pessoas convictas quanto ao fato de que, por cuidarem delas exclusivamente, não impliquem no mal de quaisquer outras (pessoas).

    Visto que o termo 'outras' remete à 'pessoas', citado no início da frase, o correto é concordar com o gênero.

     

  • Valter Queiroz, na letra A o verbo está correto. O verbo não irá concordar com "lhes", pois está concordando com "o que" (o - sentindo aquilo). Pense na frase desta forma: [...] preservando apenas aquilo que interessa a elas.

  • a) certas de que, preservando apenas o que lhes interessa, elas, pelo menos, não trazem prejuízo a ninguém.

    b) inteiradas de que, ao tratar só dos seus interesses, não se esperem delas nem mesmo que possam prejudicar alguém. 

    c) convictas quanto ao fato de que, por cuidarem delas, exclusivamente, não impliquem no mal de quaisquer outros.

    d) em cujas certezas está que, pelo fato de preservar seus próprios interesses, não acarretam de qualquer malefício a outrem

    e) presumidas da certeza segundo a qual nenhum mal-efeito é proporcionado por quem se restringe às suas próprias necessidades.

  • Mal x Bem

    Mau x Bom


    Não seria mau efeito???

  •  d) em cujas certezas está que, pelo fato de preservar seus próprios interesses, não acarretam de qualquer malefício a outrem. 

     

    Acarretar é VTD. O que acarreta, acarreta algo. (não acarretam qualquer malefício a outrem).

  • Questão do capeta!

  • a) certas de que, preservando apenas o que lhes interessa, elas, pelo menos, não trazem prejuízo a ninguém.

    b) inteiradas de que, ao tratar só dos seus interesses, não se esperem delas nem mesmo que possam prejudicar alguém.

    O que se espera (é esperado) delas? QUE possam prejudicar alguém (oração subordinada substantiva subjetiva) => sujeito oracional => verbo SEMPRE na terceira pessoa do singular.

    c) convictas quanto ao fato de que, por cuidarem delas exclusivamente, não impliquem no mal de quaisquer outros.

    O verbo implicar, neste caso, é VTDI e não exige as preposições ''em'' nem ''de''. ''(...) não impliquem/ocasionem/suscitem/gerem/promovam O mal A quaisquer outros''.

    d) em cujas certezas está a de que, pelo fato de preservar seus próprios interesses, não acarretam de qualquer malefício a outrem.

    Temos certeza DE algo. ''Na (em +a) minha consciência, está a certeza DE QUE não acarreto malefício a ninguém''. O verbo ''acarretar'' é, na ocasião, VTDI. ''Não acarretam qualquer malefício (OD) a outrem (OI). Observamos, por conseguinte, que não há espaço para a preposição ''de'' presente na sentença.

    e) presumidas da certeza segundo a qual nenhum mal efeito é proporcionado por quem se restringe às suas próprias necessidades.

    Erro de ortografia. ''Nenhum mau (bom) efeito é proporcionado (...)''.

  • Fácil o ERRO da "C"...

    O verbo deveria estar no presente do indicativo, assim como está no enunciado da questão em "FAZEM". Logo, deve ser "IMPLICAM" e não impliquem.

  • Atenção para o verbo implicar, ele é muito recorrente.

  • gab. A

  • Aguem pode me explicar qual verbo pede a preposição "DE" ??

    nao consegui entender a justificativa da presença dessa preposição "de"...

    a) Não paro de encontrar pessoas certas de que, preservando apenas o que lhes interessa, elas, pelo menos, não trazem prejuízo a ninguém.


ID
2850703
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                              Conversa sobre o liberalismo


      O liberalismo promoveu uma ideia curiosa: para fazer a felicidade de todos (ou, ao menos, da maioria), não seria necessário decidir qual é o bem comum e, logo, impor aos cidadãos que se esforçassem para realizá-lo. Seria suficiente que cada um se preocupasse com seus interesses e seu bem-estar. Essa atitude espontânea garantiria o melhor mundo possível para todos. Afinal, nenhum malandro seria tolo a ponto de perseguir seu interesse particular de maneira excessiva, pois isso comprometeria o bem-estar dos outros e produziria conflitos que reverteriam contra o suposto malandro.

      Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer. Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém. O caso seguinte ilustra o que digo.

      Converso com o moço que dirige o táxi. Falamos de perspectivas políticas. Ele está indignado com a corrupção das altas e das baixas esferas da política, convencido de que, não fossem os ladrões, o país avançaria e resolveríamos todos os nossos problemas. Concordo, mas aponto que, mesmo calculando generosamente, o dinheiro que some na corrupção não seria suficiente para mudar o Brasil. Sem dúvida, deve ser bem inferior ao dinheiro que o governo deixa de arrecadar por causa da sonegação banal: rendas não declaradas, notas fiscais que só aparecem sob pedido e por aí vai. Pergunto-lhe então quanto ele paga de Imposto de Renda. Ganho a famosa resposta: “Não adianta pagar, porque nada volta para a gente.” Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 252-253)

Há ocorrência de forma verbal na voz passiva e pleno atendimento às normas de concordância na frase:

Alternativas
Comentários
  • A voz passiva analítica é comporta basicamente pela locução verbal de: verbo Ser/Estar + verbo no particípio

    Então, só em buscar essa estrutura nas alternativas, percebe-se que a única que a contém é a letra C. Simples assim, sem muito esforço.

  • Voz Passiva Analítica= que sejamos aquinhoados 

    verbo da passiva+ particípio

  • Alguém poderia explicar por que as alternativas D e E estão erradas?

  • Esau Nunes



    A alternativa D não possui voz passiva.


    A alternativa E tem um erro de concordância em "argumentos que o deixou convencido".

  • E argumentos QUE o DEIXARAM. Pronome relativo o verbo concorda com antecedente deste

     

  • D nao existe voz passiva

  • a)CostumaM ocorrer com frequência, conforme a argumentação do autor do texto, distorções graves quanto ao que se entende por liberalismo. 

     

     b)Não é dado a ninguém presumir que seus interesses pessoais, em todos os casos, haja de coincidir com os de seus semelhantes. NÃO HÁ VOZ PASSIVA, MAS SIM UMA OSSODRI  - ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA DIRETA REDUZIDA DE INFINITIVO

     

     c)Por que razão esperar que sejamos aquinhoados de um conjunto de benefícios que nada fizemos por merecer? [SER + PARTICÍPIO] > SEJAMOS ESTÁ NA PRIMEIRA PESSOA DO PLURAL DO PRESENTE DO SUBJUNTIVO - AQUINHOAR (VTD - repartir em quinhões, em partes; partilhar) ESTÁ NO PARTICÍPIO CONCORDANDO COM O VERBO SER. CORRETA!

     

     d)  Os impostos de renda dos sonegadores não poderão reverter em investimentos capazes de gerar benefícios públicos. NÃO HÁ VP, haveria, se tivesse a locução SER REVERTIDOS.

     

     e) O motorista de táxi acabou por fornecer ao autor argumentos que o deixou convencido da justeza de sua teoria sobre os liberais de ocasião. NÃO HÁ VP, um adendo: QUE O DEIXOU, DEIXOU QUEM? O PRONOME OBLÍQUO ÁTONO O SUBSTITUI AUTOR, O QUAL ficou convencido dos argumentos do motorista.

  • Questão complicada, mas eu discordo da explicação do Sísyphos CONCURSEIRO no que se refere à alternativa B. Acredito que também exista a voz passiva analítica (Não é dado). O agente da passiva não está na oração. Ainda, como bem destacado, existe a Oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida (presumir) e outra Oração subordinada substantiva objetiva direta (que seus interesses pessoais...). O VERDADEIRO ERRO DO PERÍODO está na concordância verbal (presumir que seus interesses pessoais, em todos os casos, hajaM de coincidir com os de seus semelhantes.

  • é melhor errar aqui do que na prova. na minha cara, verbo ser+particípio na letra C, e eu, viajei na maionese.

  • Na A contém voz passiva sintética, a qual foi pegadinha em questões anteriores, passando desapercebida pelos concurseiros. No entanto, há erro gramatical que a invalida.

  • Concordo com o colega William. Acredito que o erro da B é não ter flexionado o verbo haver para o plural. Notem que ele pode ser substituído pelo verbo ter (que seus interesses pessoais tenham de coincidir com os de seus semelhantes).

  • Achei que na letra C o verbo "aquinhoar" era transitivo indireto e portanto não ocorre voz passiva. Mas e aquela preposição "de" por que está ali?


    c)Por que razão esperar que sejamos aquinhoados de um conjunto de benefícios que nada fizemos por merecer?

  • pra quem tem dificuldade em achar voz passiva/ativa, etc.

    procure primeiro a concordancia!

    nesta, por exemplo, A,B,D,E têm erros 

  • O comentário da Silma está errado, na B também existe o verbo SER, porém ocorre um erro de concordância

  • Atenção! Um adendo para letra B

    O VERDADEIRO ERRO DO PERÍODO está na concordância verbal (presumir que seus interesses pessoais, em todos os casos, hajaM de coincidir com os de seus semelhantes).


    que eu haja

    que tu hajas

    que ele haja

    que nós hajamos

    que vós hajais

    que eles (OS INTERESSES PESSOAIS) hajam


    Acabei marcando letra B sem me atendar a concordância. Que possa servir de exemplo e atenção para todos!!

  • Estava ali bem escondida rsrs!


    A voz passiva analítica é comporta basicamente pela locução verbal de: verbo Ser/Estar + verbo no particípio

    Então, só em buscar essa estrutura nas alternativas, percebe-se que a única que a contém é a letra C. Simples assim, sem muito esforço.

  • OHHH PASSIVA ESCONDIDA, MAS ACHEI!!! KKKKKKK.

    GABARITO - C.

  • Voz passiva analítica= verbo Ser/Estar/Ficar + verbo no particípio.

     

    No texto alternativa C '' sejamos aquinhoados''.

  • Ser/estar + participio

  • ALELUIAS!! Até que enfim acertei..FCC sua linda....

  • Cara, que questão difícil! Mas vão na dica da Silma Araújo, que dá para responder.

  • Em questões como essa busca-se uma locução verbal, sendo que o verbo auxiliar deve ser (ser/estar) e o verbo principal (participio) que são os verbos terminados em ado, ido. Achou essa combinação você terá uma voz passiva analitica.

  • Só fiz procurar um verbo SER/ESTAR seguindo de outro que esteja no particípio.

  • Verbo ser + participio = voz passiva

  • Alguma pode explicar pq a alternativa b está errada?
  • ALEX YOUSSEF LOBATO ESTUMANO

    A letra B tem erro de concordância.

    Interesses pessoais HAJAM ( e não haja) de coincidir...

  • Diquinha rápida: procure logo pelo verbo SER/ESTAR + PARTICÍPIO ou pela partícula "se" (caso de passiva sintética). Assim você já elimina algumas alternativas e resolve com mais facilidade.

    Bons estudos!

  • Geralmente nestas questões costumam aparecer uma totalmente certa e outra que contem a voz passiva, mas com erro de concordância conforme a letra A.

  • GABARITO LETRA C

    A) Costuma (Constumam em concordância com "distorções graves") ocorrer com frequência, conforme a argumentação do autor do texto, distorções graves quanto ao que se entende por liberalismo.

    B) Não é dado a ninguém presumir que seus interesses pessoais, em todos os casos, haja (hajam em concordância com "seus interesses pessoais") de coincidir com os de seus semelhantes.

    C) Por que razão esperar que sejamos aquinhoados de um conjunto de benefícios que nada fizemos por merecer?

    D) Os impostos de renda dos sonegadores não poderão reverter em investimentos capazes de gerar benefícios públicos. (está na voz ativa)

    E) O motorista de táxi acabou por fornecer ao autor argumentos que o deixou convencido da justeza de sua teoria sobre os liberais de ocasião. (está na voz ativa)

  • Alguém poderia explicar por que a C está certa?

    OBS: eu seeeeeeei que voz passiva é SER + PARTICÍPIO, mas aquinhoados é seguido por uma preposição, que supostamente configuraria um OI não OD. Ademais, para as pessoas que acertaram a questão (não apenas por ter encontra ser + particípio, pois outras alternativas também possuem voz passiva analítica ou sintética) como ficaria a reescrita dessa frase na voz ativa?? Por não conseguir fazer a troca também não consegui chegar nessa resposta... Obrigada! :)

  • Alguém explica por que a alternativa correta é seguida por preposição e ainda assim pode ser considerada voz passiva ?

  • Esse "de" na letra C é o mesmo que "por/pelo", introduz o agente da passiva... O uso do "de" é aceito nesses casos.

    Por que razão esperar que sejamos aquinhoados POR um conjunto de benefícios que nada fizemos por merecer?

  • Uma dúvida na letra E: o verbo deixar não deveria concordar com argumentos? O sujeito não seria "argumentos" e "ele" o OD?

    Os argumentos deixaram-no convencido.

    Sobre a C, apesar de ter acertado por exclusão, fiquei com a mesma dúvida de alguns colegas por causa da preposição. Acredito que na voz ativa seja "por que razão esperar que um conjunto de benefícios que nada fizemos por merecer nos aquinhoe?"

  • a) Costuma ocorrer com frequência, conforme a argumentação do autor do texto, distorções graves quanto ao que se entende por liberalismo.

    não tem voz passiva e tem erro de concordância

    b) Não é dado a ninguém presumir que seus interesses pessoais, em todos os casos, haja de coincidir com os de seus semelhantes.

    não tem voz passiva e tem erro de concordância

    c) Por que razão esperar que sejamos aquinhoados de um conjunto de benefícios que nada fizemos por merecer?

    d) Os impostos de renda dos sonegadores não poderão reverter em investimentos capazes de gerar benefícios públicos.

    não tem voz passiva

    e) O motorista de táxi acabou por fornecer ao autor argumentos que o deixou convencido da justeza de sua teoria sobre os liberais de ocasião.

    não tem voz passiva

    VOZ PASSIVA SINTÉTICA: partícula apassivadora 'se'

    VOZ PASSIVA ANALÍTICA: verbo auxiliar (ser/estar) + particípio

  • Quanto mais estudo essa droga, menos entendo.

    Falando apenas em Voz Passiva:

    Na alternativa A) o trecho " ao que se entende por liberalismo"

    isso não é SE+VTD????? pq quem entende, entende alguma coisa. (o que não é o meu caso pq não to entendendo mais nada kkkk)

    Ou na B) o trecho "Não é dado"

    É do verbo SER e + o verbo DADO do verbo DAR no PARTICIPIO???????

    Aí fui ver a resposta da professora e nenhum desses é considerada voz passiva....aff

    Odeio Português

  • O enunciado não pediu apenas para que analisássemos a forma da voz passiva, mas também a questão da concordância. As únicas 3 alternativas que tinham a voz passiva eram a A , B e a C o resto já se podia eliminar. Agora analisando as 3 unicas alternativas vemos que a A tem um erro de concordancia:

    Costuma ocorrer (Costumam ocorrer) com frequência, conforme a argumentação do autor do texto, distorções graves quanto ao que se entende por liberalismo.

    Assim como a letra B:

    Não é dado a ninguém presumir que seus interesses pessoais, em todos os casos, haja (hajam) de coincidir com os de seus semelhantes. (O verbo haver aqui não esta no sentido de existir, por isso não é impessoal e deve ser flexionado para concordar com seu sujeito)

  • A primeira questão dessa prova, já vem como um tapa na cara! rssssss

  • A FCC tá pegando pesado nessas questões de voz passiva. Quando penso que tô bem, mais me lasco!

  • São as vozes verbais passivas:

    voz passiva analítica -> verbo+particípio. Ex.: sejamos aquinhonhados... É só lembrar que sempre será mais de um verbo.

    voz passiva sintética -> partícula se + verbo. Ex.: Alugam-se casas.

    A única alternativa que apresenta uma das construções acima é a C.

    c) Por que razão esperar que sejamos aquinhoados (verbo ser+particípio) de um conjunto de benefícios que nada fizemos por merecer?

    Dica:

    -Procurar uma das duas vozes verbais. (analítica ou sintética)

    -Se não houver nas alternativas, é só eliminar,

  • Silma Araujo, a B também tem voz passiva

  • HAJAM de coincidir é locução verbal ?

    Por isso o verbo Haver fica flexionado , já que está na posição de verbo auxiliar e não principal

    Dúvidas ...


ID
2850706
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma loja fez uma promoção e reduziu o preço do pneu em R$ 30,00 a partir de primeiro de março. Três meses depois, a promoção terminou, e o preço do pneu foi reajustado em 15%, de modo que o novo preço ficou R$ 0,30 maior do que o preço pelo qual o pneu era vendido antes da promoção. Supondo que não tenha havido outras alterações de preço no período, a soma dos algarismos que compunham, em reais, o preço do pneu antes da promoção é

Alternativas
Comentários
  • X =Valor antes da promoção

    Y=Valor após a promoção


    X-30=Y

    1,15 Y = X+0,3


    Fazendo a substituição temos:


    1,15 Y - 0,3 - 30 = Y


    1,15 Y - Y = 30,3


    Y = 30,3 / 0,15


    Y = 202


    Colocando-se y na primeira equação temos que X=232


    2+3+2 = 7

  • galera, dúvida:

    (1) Três meses depois, a promoção terminou, e o preço do pneu foi reajustado em 15%


    então se a promo terminou, esse reajuste seria em cima do preço original ne?


    (2)  o novo preço ficou R$ 0,30 maior do que o preço pelo qual o pneu era vendido antes da promoção


    antes da promo é sem contar com ela.



    aí a equação ficaria assim:

    preço original (P)


    1,15 x P = P + 0,30

    P=2 e nao temos gabarito :(


    o colega Ernon Filipe só achou o gabarito porque considerou o reajuste em cima da promo, porém tá esquisito esse enunciado.

  • Fiz da seguinte forma:

    (X-30). 1,15 = x+0,30

    1,15x - 34,50 = x+0,30

    1,15x - x = 0,30 + 34,50

    0,15x =34,80

    x=34,80/0,15

    x=232

    2+3+2=7


    Oli 1S, tive a mesma dúvida na questão, mas como não havia resposta considerei como base do reajuste o valor com desconto. Entendo que deveria ser sobre o valor normal já que o desconto havia caído, mas...

  • Olá Oli 1s


    Não pode ser 1,15 x P, pois o P ainda não sabemos, lembrando que ele vem de uma outra equação P-30 = 'Y" use o "Y"


    Assim,


    1,15 x Y = P + 0,30

    1,15 (P-30) = P + 0,30


    Chegamos a R= 232 = 7


    Força, Garra e Luta

  • Eu não entendi as contas de vocês, tambem admito que só resolvi depois de saber a resposta, mas fiz assim:


    15% = 30,00 +0,30= 30,30


    Regra de 3:


    30,30 ----- 15%

    x ----- 100%


    x = 3030/15 =202,00(valor da promoção + os R$0,30 )


    Considerando que o preço inicial foi reduzido em 30 reais é só somar ao valor da promoção

    30,00 + 202,00= 232,00


    2+3+2=7



  • QUESTAO SO PRA ENROLAR MESMO O CANDIDATO

    quando a questao da dar valor usamos o 100 logo:

     15% x 100 = 115

    100 

    soma dos algarismos 1+1+5 = 7

     

     

  • 1,15 (P-30) = P + 0,30

    P=232

    GABARITO: D

  • Esta questão está com uma redação péssima. Ela diz que o preço do pneu foi reajustado depois que a promoção terminou. O que acontece quando uma promoção termina? O preço volta ao valor antigo.

    Mas, para se chegar à resposta correta, deve-se calcular que o pneu foi reajustado com o valor ainda da promoção, o que não está dito na questão. Por raciocínio lógico, presumi que, sendo que do outro modo não se encontrava resposta, o único modo de encontrá-la era calculando o reajuste com base no valor da promoção. E é assim que se chega à resposta.

    Isso não está certo. A questão está dizendo, indubitavelmente, outra coisa.

    -----

    Thiago

  • x = vlr. inicial do pneu

    y = vlr. após reajuste

    Então,

    x- 30 = y

    y + 0,15y = x + 0,30

    Calculando a equação, você encontrará x = 232,00. Somando os algarismos, terá 07.

  • FIZ DA SEGUINTE MANEIRA

    Supondo que o pneu custava R$100,00 foi dado o desconto de R$30,00

    Ficando o valor de R$70,00.

    Depois aumentou 15% do valor com desconto. Preciso descobrir qual o valor de 15% para somar ao valor inicial sem o desconto de R$30,00.

    70 = 100% na promoção

    x = 15% que foi aumento

    Multipliquei cruzado ficando x = 1050 / 100 = 10,50

    somando o valor inicial de R$100,00 com o aumento de 15% sobre os R$70,00

    teremos 10,50+100,00 = R$110,50.

    Somando os algarismo chegaremos ao resultado.

    1+1+0+5+0= 7

    Não sei se é a melhor maneira, mas achei a resposta correta. srsr

  • Lendo os comentários dos amigos reparei que independentemente do valor que você colocou no pneu, dará o mesmo resultado.

    Eu coloquei como sendo 30,00 o pneu (até porque não tinha reparado que a questão não tinha dado o valor do pneu, pensei que o valor era 30,00 mesmo).

    Aí achei 15% de 30,00 = 4,50

    30,00 + 4,50 = 34,50

    3+4= 7

    Não desistam! Eu sempre fui péssima em matemática e agora estou começando a entender!

  • regra de três

    valor do penu hoje é x-30 que é 100%

    valor que passa a ser com 15% a mais é x +0,30 que é 115%

    x-30 ------------- 100%

    x + 0,30 -------- 115%

    115x - 3450 = 100x + 30

    15x= 3480

    x = 232

    2+3+2=7

    gabarito D

  • Preço antes da promoção: x

    Promoção: x-30

    Três meses depois: (x-30)+ 15% = x + 0,30

    (x-30) + 0,15(x-30) = x + 0,30

    x - 30 + 0,15(x-30) = x + 0,30

    x - 30 + 0,15x - 4,50 = x + 0,30

    0,15x = 34,8

    x = 232

    SOMA = 2+3+2

    SOMA = 7

  • x = valor do pneu

    x - 30 = valor do pneu com a promoção

    x + 0,3 = valor do pneu após o reajuste

    assim temos

    x - 30 (valor do pneu após a promoção) + 0,15.(x - 30) [15% aplicado sobre o valor do pneu após a promoção) = x + 0,3 (valor final do pneu após o reajuste)

    {calculando tudo}

    x = 232

    gabarito: 7, letra D

  • GAB D

    FIZ POR RACIOCÍNIO.

    1 DE MARÇO = - 30 REAIS

    NÚMERO 100 PARA IMAGINARMOS.

    100 - 30 = 70(RESPOSTA )

    70 + REAJUSTE DE 15 % = 80,5


ID
2850709
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

As inscrições para um concurso ficaram abertas durante 31 dias. No total, inscreveram-se 1370 pessoas. Nessas condições,

Alternativas
Comentários
  • Acertei a questão imaginando o que a banca estava pedindo mas não concordo com a resposta.

    Em nenhum momento o enunciado diz que as inscrições foram proporcionais em todos os dias, logo poderia ter ficado abertas por 31 dias, mas todas as inscrições terem sido efetuadas no primeiro ou nos 5 primeiros assim como nos 5 últimos dias. Portanto nenhuma das respostas estão corretas de acordo com o enunciado. Mas imaginei que a banca quisesse cobrar a média de inscrições por dia. Fiz 1370/31 vai dar 44 e sobrar 6 logo em pelo menos 1 dia foram inscritos mais de 44. Poderia em um dia ter havido 50 inscrições em um dia e 44 nos outros 30.

  • Amigos, a questão não pede cálculos e sim raciocínio. Vamos lá: Digamos que todos deixassem pra efetuar a inscrição no concurso no dia 31. Dessa forma em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, ao menos, 45 pessoas. Mas se você fosse dividir 1370/31 iria perceber também que seria impossível não ter ao menos um dia com 45 inscrições

  • 1370/31=44

     

    E) em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, ao menos, 45 pessoas.

  • Tbm não concordo com o gabarito, compartilho do mesmo pensamento do Erick Pedro

  • Erick pedroso, claro que tem pow, se nos 31 dias, 44 pessoas realizasse a inscrição a cada dia, teríamos 1364 inscritos. ou seja ta faltando mais 6 pessoas se inscrever, o que vai resultar em no minimo um dia terá 45 inscritos ainda que elas se escrevam em dias diferentes ou todas juntos.

  • Jose Vitor, desculpa amigo, mas seu argumento está equivocado.

    Analise o seguinte: "em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, ao menos, 45 pessoas."

    Se todas as pessoas se inscreveram em apenas um dia, a alternativa permanece correta, pois ai diz que: em pelo menos um dos dias, inscreveram-se, AO MENOS, 45 pessoas. Logo, se todas se inscreveram em um único dia, são mais de 45 na mesma data, assim, deixando a assertiva correta.


    Abraço.

  • José Victor

    "TODOS PODEM TER SE INSCRITOS NO MESMO DIA". DESSA FORMA PODERÍAMOS DERRUBAR O GABARITO.

    Não iria derrubar, pois nesse dia que você fala inscreveram-se mais de 45 pessoas que é o suficiente.

    E) em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, ao menos, 45 pessoas.


  • Boa questão! Tive que pensar um pouco! Os comentários do Erick Pedro e do Anderson explicam bem a questão, para quem ainda não entendeu.

  • 1370/31 = 44,19

    Por dia, podem se inscrever 44 e "sobra um pedaço de pessoa". Após certo tempo, completa 1 pessoas. Então, em algum dia, o número de inscrição tem que ser ao menos 45. (mesma ideia de ano bissexto)

    Caso algum dia não seja feita inscrição, necessariamente um outro haverá mais de 45 inscritos.

  • E

    Atenção pessoal. Princípio da casa dos pombos. A questão não disse que foram proporcionais as inscrições em cada dia, mas apenas que em ao menos em 1 dia terão mais do que 45 pessoas.

    Raciocínio lógico. Não tem nada de anulação!

    Tanto pode ter sido proporcional (um pouco em cada dia), como pode ter sido todas as inscrições no mesmo dia. O raciocínio continua sendo da casa dos pombos.



  • Pessoal, a questão versa sobre o Princípio da Casa dos Pombos.

    Não adianta concordar ou discordar, mas aplicar o referido princípio. Parece-me que o gabarito E está adequado.

    Vida à cultura democrática, Monge.

  • alguém explica a letra A?

  • Um exemplo clássico para quem ainda está em dúvida: Quantas pessoas são necessárias para que possa garantir que há pelo menos duas delas fazendo aniversário no mesmo mês?

    Resposta: 13 pessoas. Pelo princípio da casa dos pombos se houver mais pessoas (13) do que meses (12) é certo que pelos menos duas pessoas terão nascido no mesmo mês.

  • Sem conhecer o princípio da casa dos pombos, resolvi da seguinte maneira:


    Fiz a divisão de 1370 por 31, resultando em 44,19.


    Diante disso, temos que 44,19 pessoas, pelo menos, inscreveram-se em cada dia dos 31 dias ao todo, totalizando 1370.


    A alternativa que mais se aproxima com esse resultado é a E, pois imaginamos que a "sobra" em algum momento completará 45 ao final do mês completo.



  • letra E

    1370/31 = 44,19, ou seja, para que pudesse se chegar ao n° 1370, é necessário que haja 44,19 inscrições por dia... entretanto, não temos como contar 0,19 pessoas porque 1 (uma) pessoa só pode ser inteira. Logo, ao menos, um dia, inscreveram-se, ao menos, 45 pessoas. Como assim ? 44,19 x 31 = 1369,89 ( NÃO DAR 1370), então 44,19 x 30 = 1325,7 + "45 pessoas" (ao menos, um dia) = 1 370,7 ... para puder completar os 1370, é necessário que ao menos um dia tenha sido inscrito 45 pessoas, pois não tem uma pessoa NÃO INTEIRA.

  • Quando aparece esse tipo de questão eu vou tentando '' quebrar '' a ideia da alternativa.

    A) pelo menos metade das inscrições concentraram-se em 15 dos 31 dias do período de inscrições.

    -Não tem como saber,pois a questão não fornece nenhum dado para deduzir isso.

    .

    B) houve, pelo menos, uma inscrição em cada dia do período de inscrições.

    -As 1370 inscrições poderiam ser feitas em um único dia e depois disso ninguém se inscreveu.

    .

    C) em nenhum dos dias do período de inscrições inscreveram-se mais do que 50 pessoas.

    -Mesma coisa da B

    .

    D) em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, no máximo, 40 pessoas.

    -Mesma coisa da B

    .

    E)em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, ao menos, 45 pessoas.

    Mesmo que nesses 31 dias ocorressem, exatamente, 44 inscrições não seria suficiente para chegar as 1370 inscrições

    31x44 = 1364

    Então é possível afirmar que em, pelo menos, um dos dias pelo menos 45 pessoas se inscreveram

  • Ma Isa, o que eu entendi da A:

    'A) pelo menos metade das inscrições concentraram-se em 15 dos 31 dias do período de inscrições.'

    foi que as inscrições podem ter se concentrado em 1 dia; 2 dias; 3 dias; ....Enfim, não necessariamente em 15 dos 31 dias.

  • Fiz a questão imaginando da seguinte forma: todo as inscrições poderiam ter sido feitas no último dia, no primeiro ou em qualquer outra data. Não teria como afirmar em número somente pelo comando da questão . Depois, fui eliminando as alternativas até chegar na correta.

    Gab: E

  • Não importa se as inscrições foram feitas de forma proporcional ao longo dos 31 dias. Mesmo que elas tenham ocorrido de forma completamente disparitária.

    Ex: Dia 1 = 1 inscrições,

    Dia 2 = 2 inscrições,

    E assim por diante, até no último dia ter que serem feitas 905 inscrições

    Ou se fossem feitas da forma mais proporcional possível, 44 inscrições por dia durante 30 dias (o que totalizaria 1320 inscrições).

    No último dia ainda seria necessário serem feitas 50 inscrições.

    De qualquer forma que se imaginar a distribuição dos inscritos por dia, seria necessário pelo menos 1 dia com pelo menos 45 inscrições.

  • Nesse caso é só utilizar a regra das casas e dos pombos, você as casas pelas quantidades de pombos, no caso 1370 pessoas por 31 dias, o resultado vai dar 44 você sempre adiciona + 1: 45 e o resto vai dar 6. Assim conclui-se que em pelo menos 6 dias irão ter 45 inscrições

  • GABARITO= E

    É só multiplicar 44x31=1364.

    Ou seja, para chegar a 1370 ainda faltam 6 pessoas. Essas 6 pessoas poderão ser distribuídas em qualquer um dos 31 dias que já contam com 44 pessoas.

    Assim, pelo menos um dia vai ter 45 pessoas inscritas!!!!

    Dê um gostei!!!

  • Na pior das hipóteses, se fossem divididas as pessoas pelos dias, daria os 44,19. Como não se divide uma pessoa, algum dos 31 dias teria a inscrição de 45 pessoas. De resto, qualquer que seja a divisão das pessoas pelos dias, sempre vai haver um dia com pelo menos 45 inscrições!
  • nao tem outro professor nao

     

  • eu acertei mas acho que a questão está errada. porque 1370/4 dá 44,1. entao na verdade, ao menos se inscreveram 44 pessoas num dia.

  • O Qconcursos precisa, urgentemente, trocar o professor que comenta as questões de RLM.

  •  

     

    Princípio casa dos pombos (PCP)

    Imaginamos que 31 dias sejam 31 caixas : Dentro de cada caixas 44 pessoas , ou seja, você dividindo 1370 / 31 = 44,1 mas você utiliza 44 .

    Multiplicando 44 x 31 = 1364 pessoas que fez inscrições.

    Mas subtraindo 1364 – 1370 pessoas resta 6 pessoas.

    Neste caso, você terá que pegar 6 caixas e somar mais 1 ( 44+1) = 45 pessoas.

    Então, terá 25 caixas com 44 pessoas. ( Você multiplicando 25 x 44 = 1.100)

    E, 6 caixas com 45 pessoas. ( Você multiplicando 6 x 45 = 270)

    Finalizando 1.100 + 270 = 1.370 ( entretanto, utilizei a soma de ( +1) em cada 6 caixas

    Resposta : E

    Espero ter ajudado!

    SUCESSO É UMA DECISÃO! AVANTE!

     

     

     

     

     

     

  • E se todos tiverem se inscrito em um dia específico? Não é possível provar que isso não possa acontecer. Questão estranha. Quem discordar de mim, por favor me prove essa possibilidade.

  • professor sem didática. péssimo

  • A questao nao impoe nenhuma condiçao. Entao, vc elimina todas as alternativas(menos o gabarito) com a pergunta:

    E se todos se inscreveram no mesmo dia?

  • Professor Thiago nunes não esta ajudando, ele deixa os exercícios mais confusos, peo menos comigo não consigo entender nenhuma explicação dele.

  • Que professor ruim para explicar.

  • Caríssimos,

    Por mais que todos tenham realizado a inscrição em um mesmo dia, então "em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, ao menos, 45 pessoas."

    Bons Estudos!

  • A negação de "TODOS" se dá por "Alguns", "pelo menos". A quantidade de pessoas, 1370 dividido pelos 31 dias. Dá o quociente 44 (resultado).

    Sempre que for proposição Universal afirmativa, nega com a proposição particular negativa. Ex.: "Todos são" nega, "Alguns não são".

    A particular Negativa nega com a Universal positiva. Ex. "Alguns não são" nega, "Todos são".

    Universal Negativa nega com Particular afirmativa. Ex. "Nenhum é", nega "Algum é".

    Particular afirmativa nega com Universal Negativa. Ex. Algum é nega Nenhum é.

    Bons estudos!!!

  • questão impossível de responder porque falta informação, daí a você deduzir que é casa de pombo ou casa de pato é totalmente sem noção

  • A questão nos dá apenas duas informações: 1370 pessoas se inscreveram para o concurso. O prazo de inscrição ficou aberto por 31 dias.

    Como a questão não traz nenhuma informação extra, precisamos trabalhar com a probabilidade e a aleatoriedade, sem ter que fazer inúmeras contas.

    Durante esses 31 dias, pode ter acontecido inúmeros cenários.

    Dia 1 - se inscrito os 1370 candidatos

    ou

    Dia 1 - se inscrito 0 candidatos

    ou

    Dia 1 - se inscrito 1 candidato

    E assim por diante.

    A questão é que de alguma forma precisamos encaixar as 1370 pessoas dentro dos 31 dias de inscrições.

    Se considerarmos que as inscrições ocorreram de forma mais ou menos equilibrada. Teríamos 1370/31 = 44, 19...

    Já que não podemos dividir uma pessoa ao meio, temos que imaginar que em 30 dias 44 pessoas se inscreveram e em 1 dia 45 pessoas se inscreveram, para então totalizar as 1370 pessoas.

    Mesmo que não considerarmos que isso ocorreu de forma equilibrada, e considerarmos dias em que nenhuma pessoa se inscreveu, ou apenas 2, 3 ou 4 pessoas se inscreveram, por sabermos qual a média de pessoas que necessariamente precisam se inscrever por dia para completar a quantidade total de candidatos, sabemos que precisamos compensar esses dias que tiveram menos candidatos, transferindo para outros dias. O que obrigatoriamente levaria a ainda mais candidatos do que os 45.

    Ou seja, em qualquer cenário que se puder pensar, em pelo menos um dia 45 pessoas precisarão ter se inscrito, do contrário, não fecharia as 1370 pessoas finais.

  • Essa questão eu fiz simplesmente por dedução e foi bem simples.

    As opções A, B e C não podem estar certas, pois você não tem informação suficiente pra colocar como Certo ou Errado

    A)

    (Podem ter feito todas no primeiro dia, logo PODE estar falsa)

    B)

    (Mesma resposta da A)

    C)

    (Mesma resposta da A)

    D)

    Agora é só fazer uma conta simples, é possível que em todos os dias tenham se inscrito mais que 40 pessoas? Se sim, a opção D estará errada. A conta é 41 pessoas x 31 dias = 1271, então é possível que tenham tido mais de 40 pessoas em todos os dias, dando a possibilidade da questão ser FALSA

    E)

    E como saber se a E está certa? A conta é um pouco mais chata para fazer no dia da prova, mas 1370 candidatos / 31 dias dá mais que 44, que faz com que em pelo menos 1 dia tenham se inscrito ao menos 45 pessoas. (A conta pode ser feita 31 dias x 44 pessoas, que vai dar menos que 1370 candidatos)

    Gabarito, letra E

    A explicação é meio grande, mas não leva 2 minutos para responder depois que você pega o jeito e entende a questão, vale a pena tentar fazer.

    Bons estudos!

  • vc quebra a ideia q nem o comentario do mlk do drangon ball e depois tira a duvida q nem o comentario do gustavo torres...

  • Pessoal, vou compartilhar a forma que eu resolvi a questão, não sei se está certa, mas consegui acertar.

    1º Dividi o número de inscritos pelo número de dias: 1370 / 31 = 44 e sobra 14.

    Fui analisando as questões e fui por anulação:

    b) houve, pelo menos, uma inscrição em cada dia do período de inscrições.

    Até houve ao menos uma inscrição por dia, mas sabe-se que de modo geral ocorreram 44 inscrições por dia, ou seja, número muito mais do que um.

    c) em nenhum dos dias do período de inscrições inscreveram-se mais do que 50 pessoas.

    Não há como afirmar 100%, pois se em média haviam 44 inscrições por dia e sobraram 14 em um dia poderiam haver 58 inscrições.

    d) em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, no máximo, 40 pessoas.

    A média de inscrições por dia foram 44 e não 40

    e) em, pelo menos, um dos dias do período de inscrições, inscreveram-se, ao menos, 45 pessoas.

    Não foram 45 pessoas, mas sim 44 pessoas, número menor do que a questão diz.

    a) pelo menos metade das inscrições concentraram-se em 15 dos 31 dias do período de inscrições.

    Assinalei essa, pois como sobrou 14 e uns quebrados de pessoas (hehehehe) pelo menos desse dias houveram um maior número de inscritos.

    Espero ter ajudado e espero estar certa.

    Bons Estudos!!!

  • Errei. Espero ter ajudado.

  • Fernanda Santos muito boa sua explicação. Porem, eu acertei com base de afirmar alguma coisa. E a questão não te dar informações suficiente para afirmar alguma coisa. Por isso marquei Letra E e acertei.

  • Minha gente, socorro! Eu acertei, mas ainda tenho dúvidas: Não seria possível todas as pessoas terem se inscrito no mesmo dia? Lógica e Informática pregam peças.

  • Luíza, teria sim! Logo, ao menos 45 pessoas se inscreveram em um dia.

    Fazendo as contas , em 31 dias dando 44 pessoas, ainda faltariam 6 pessoas para completar as 1370.

  • princípio da casa dos pombos galera, tem que dar uma exagerada...
  • RESOLUÇÃO DA QUESTÃO

    https://youtu.be/abkSkichxvk

  • Questão absurda. achei 44,19. Não forneceu dados para arredondar. Coisas da FCC. Misericórdia. Só tendo prática em adivinhação do que se passa na cabeça do examinador.


ID
2850712
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um grupo de 17 amigos se reuniu para assistirem, juntos, um jogo na televisão e fizeram um levantamento entre eles sobre que comidas e bebidas deveriam comprar para o programa. Ao final do levantamento, contabilizaram-se, ao todo, 8 votos para refrigerante, 12 votos para sorvete e 8 votos para pizza. Sabe-se, também, que 3 dos amigos votaram para refrigerante e pizza, 5 votaram para refrigerante e sorvete, e 5 votaram para pizza e sorvete. O número de pessoas que votou para refrigerante, pizza e sorvete foi

Alternativas
Comentários
  • U = união

     

    E = intersecção

     

    (R u S u P)= (R) + (S) +  (P) -  (R e S) - (R P) - (S P) + (R e S P)

         

    17       =  8   +  12 +   8   -       5     -      3      -      5      +        x

         

    17  =  28 - 13 + x 

         

    17  = 15 + x 

     

    (R e S e P)   =   2       gab. EEEEEE

  • 8+12+8=28

    3+5+5=13

    28-13=15

    17-15=2

    gabarito 2

  • Total = 17

    Refrigerante = 8

    Sorvete = 12

    Pizza = 8

    R e P = 3

    R e S = 5

    P e S = 5


    Refrigerante = 3 + 5 = 8 - 8 = 0

    Sorvete = 5 + 5 = 10 - 12 = 2

    Pizza = 3 + 5 = 8 - 8 = 0


    Gab.: E

  • Se alguém quiser saber como achar a intersecção de 3 conjuntos

    1- Soma os valores individuais. 8+12+8= 28 (esqueça o TOTAL)

    2- Soma os valores coletivos. 3+5+5=13

    3- Diminua os valores INDIVIDUAIS MENOS OS COLETIVOS 28-13? 15

    4- Por fim, é só pegar o TOTAL de amigos (17) e diminuir com o resultado do valor '' INDIVIDUAIS MENOS OS COLETIVOS '' (15)

    17-15? 2!

    É uma regrinha. Só basta segui-lá sempre em ordem crescente que dará certo.

  • Grupo 17 amigos


    8 votos refrigerante

    12 votos sorvete

    8 votos pizza

    3 votos refri e pizza

    5 votos refri e sorvete

    5 votos pizza e sorvete


    pizza, sorvete e refrigerante ?


    letra E

  • Nossa demorei muito para entender que a questão queria o número de votos somados só para refrigerante, só para sorvete e só para pizza... eu tava procurando a intersecção, ou seja, o número de pessoas que votaram nas 3 coisas simultaneamente... que no caso, é 0.

  • Basta utilizar a regra para união de conjuntos:

    n(A ꓴ B) = n(A) + n(B) – n(A ꓵ B)


    Trazendo para a questão:

    Refrigerante (R) = 8

    Pizza (P) = 8

    Sorvete (S) = 12

    Refrigerante e Pizza (R ꓵ P) = 3

    Refrigerante e Sorvete (R ꓵ S) = 5

    Pizza e Sorvete (P ꓵ S) = 5

    Refrigerante, Pizza e Sorvete (R ꓵ P ꓵ S) = ?


    Logo a expressão fica assim:

    (R ꓴ P ꓴ S) = R + P + S - (R ꓵ P) - (R ꓵ S) - (P ꓵ S) + (R ꓵ P ꓵ S)

    17 = 8 + 8 + 12 - 3 - 5 - 5 + (R ꓵ P ꓵ S)

    (R ꓵ P ꓵ S) = 17 - (28 - 13) = 2

  • Eu usei o método do prof. Telles:

    Total = 17

    Refrigerante = 8

    Sorvete = 12

    Pizza = 8

    R+S+P = 28

    28 (verifica-se que passou do valor total estipulado) - 17= 11

    -------------

    R e P = 3

    R e S = 5

    P e S = 5

    3+5+5 = 13 (um e outro)

    Conclusão:

    13 - 11 = 2

    Gab. E

    Bons estudos, nos vemos no DOU!

  • A questão traz uma ambiguidade (diria até um erro mesmo, pois a única interpretação da conjunção "e" no raciocínio lógico é de coisas acontecendo em conjunto) que deve ser resolvida observando as alternativas. Se você interpretar a última frase do enunciado como pedindo o número de votos pelas três guloseimas, o resultado será zero, que não está nas alternativas. Porém se a interpretação for no sentido dos votos em separado, a resposta será dois; duas pessoas votaram apenas em sorvete.

  • Pessoal, estou precisando de um curso bom de redação, caso alguém possa me indicar algum agradeço!

    email: vgcp2015@gmail.com

  • Pelo visto a banca não conhece a palavra APENAS, SOMENTE, SÓ, EXCLUSIVAMENTE

    ...

  • Até agora não entendi o que a questão quer!

  • Pessoal eu fiz pelo diagrama de Venn. Fazendo por ele, consigo chegar ao resultado 2, mas acabei errando por que mesmo chegando ao resultado ficam faltando 2 votos sem definição para chegar aos 17. Vi o pessoal fazendo as contas em que fazem a subtração dos votos individuais(28) - votos duplos(13) e chegam ao resultado 15. Esse resultado 15 é o número efetivo de votos e dentre eles já está os 2 votos correspondentes as pessoas que votaram em SORVETE. Os 2 votos restantes, para que se chegue ao número 17, com as informações da questão, ficam sem paradeiro específico, podendo ser de REFRIGERANTE, PIZZA, SORVETE ou NÃO VOTADOS EM NENHUMA DAS OPÇÕES. Se alguém chegou no mesmo impasse ou puder esclarecer ficarei muito agradecido.

    Obrigado de bons estudos!!

  • Fiz de duas formas diferentes, sou péssima em matemática tento desenvolver de uma forma que eu consiga resolver:

    Não sei se a maneira mais correta, mas encontrei o resultado.

    Sorvete: 8

    Refrigerante: 12

    Pizza: 8

    Total: 28

    se somar o total dos amigos que votaram

    sorvete: 5+5 : 10

    Refrigerante: 3+5: 8

    Pizza: 3+5: 8

    Total: 26

    28-26: 2

    Ou então, subtrair o números de votos, com a soma dos amigos que votaram

    Sorvete: 10 - 8: 2

    Refrigerante: 12 - 8: 4

    Pizza: 8 -8 : 0

    4 - 2 : 2

  • Não sei se é a maneira correta, mas cheguei no resultado rs....

    Total amigos 17

    Refri 8

    Sorvete 12

    Pizza 8

    Votos:

    3 amigos (refri + pizza)

    5 amigos (refri + sorvete)

    5 amigos (pizza + sorvete)

    Soma:

    refri ( 3 amigos +2 amigos) = 5

    pizza ( 3 amigos+2 amigos) =5

    sorvete 5 amigos = 5. Soma-se os resultados 5+5+5 = 15 e subtrai com total de amigos ou seja 17 - 15 = 2

  • Desenvolvendo o Diagrama de Venn,chega-se nas seguintes quantidades:

    Votaram nos três: X

    Votaram em Pizza e Refrigerante:3 - X

    Votaram em Pizza e Sorvete: 5 - X

    Votaram em Refrigerante e Sorvete: 5 - X

    Votaram SOMENTE em Pizza: X

    Votaram SOMENTE em Refrigerante: X

    Votaram SOMENTE em Sorvete: 2

    Somando todos os valores:

    X + (5 - X) + (5 - X) + (3 - X) + X + X + (X + 2) = 17

    4X - 3X + 13 + 2 = 17

    X=2

    Letra E

  • FAZENDO SEM MACETE!

    Demorei um pouco para entender mas depois de ler algumas vezes saiu!

    Quando a questão fala, por exemplo, que 3 votaram para refrigerante e pizza, você precisa saber que provavelmente também está sendo contado o caso que votaram em sorvete também. Logo, você precisa fazer 28-17=11 e depois somar as interseções que ele deu, que vai ser 13. Fazendo a diferença desses valores você vai encontrar o que é comum aos 3, que será 2. Após isso, basta vc fazer a diferença da informação dada, (Sorvete e Refri) = 5, (Sorvete e pizza) =5 e (pizza e refri)= 3 do valor encontrado na interseção dos 3 conjuntos. Dessa forma vc vai conseguir encontrar individualmente quantos votaram em cada. Uma boa prova real é somar todos os valores encontrados e vê se dá 17, que é o número de pessoas que votaram.

  • n(R U S U P) = n(R) + n(S) + n(P) – n(R ∩ S) – n(R ∩ P) – n(S ∩ P) + n(R U S U P) 

    17 = 8 +12 + 8 - 5 - 3 - 5 + n(R U S U P)

    17 = 15 + n(R U S U P)

    n(R U S U P) = 2

  • Deveria ser anulada. a resposta é 0

  • Somar todos os elementos que ficam de fora do diagrama, isto é sem abater com as suas intersecções: 8+12+8= 28. depois somar todas as intersecções dadas no problema ( 5+5+3= 13) por fim pegue o valor obtido da primeira soma e subtrai-o pela soma das intersecções 28-13=15, o total dado na questão é 17, como obtermos 15 então para chegar a esse mesmo total falta quanto????????? 2.

  • Eu demorei a entender a questão pois ela não deixa claro quantos votos cada amigo poderia fazer. Pela resolução apresentada pelos colegas, é como se fosse assim:

    "amigo A escreve em 1 papelzinho que gostaria de refri e sorvete. Amigo B escreve em 1 papelzinho que quer os três." Assim, no final de todo somatório, de fato há 17 papelzinhos.

    Pois lendo o enunciado dá para se imaginar (como eu fiz no começo) que um amigo poderia dar 3 papelzinhos contendo uma das opções em cada um, ou dois papelzinhos, ou apenas 1. Mas cada papelzinho contendo 1 opção de comida. Desse modo, o conjunto somatório total seria maior de 17. Acredito que faltou uma frase, ou algo que dissesse que cada amigo votaria unicamente, ou somente, ou apenas uma vez. Eu senti essa mesma dificuldade na questão Q967913. O que vcs acham?

  • 8 +8 + 12= 28; Subtraia este resultado pelas interseções que votaram em ambos, de acordo com o enunciado , 28-3-5-5=15.

    Agora pegue o total de amigos 17 - 15= 2

    Letra E correta!

  • Nao concordo que seja 2 o gabarito, não com essa redação ai..

    Pra mim o gabarito correto seria ZERO..

    Bem ambigua a redação

    =)

  • http://sketchtoy.com/69303668

  • Não estou entendendo, fiz com o diagrama e deu 1 na intersecção, com todos os detalhes do diagrama batendo, pra quem fez com diagrama e quiser comparar ficou 1 no só refrigerante, 4 refrigerante e sorvete, 3 só sorvete, 4 sorvete e pizza, 1 só pizza e 2 pizza e refrigerante, DANDO 1 COMO RESULTADO DA INTERSECÇÃO DOS 3, me ajudem


ID
2850715
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em um restaurante, para compor um prato, um cliente deve selecionar quatro ingredientes, sendo que, necessariamente, pelo menos, um deles deve ser um legume e, pelo menos, um deles deve ser uma carne. Há três opções de legumes e quatro opões de carnes. O número de combinações possíveis de pratos é

Alternativas
Comentários
  • Ignorando as exigências iniciais. Temos a combinação (não importa a função/papel de cada) de 7 para escolher 4 ingredientes. C^7,4 = 7.6.5.4 / 4.3.2.1 = 35 Combinações.


    Como devemos ter PELO MENOS, uma carne e um legume. A Única combinação de pratos que não podemos ter é: (carne - carne - carne - carne), logo, somente 01 Combinação vedada.


    obs: se utilizarmos todos os legumes, ainda sim, cumpriremos a exigência de ter pelo menos UMA carne.


    35 - 1 = 34 Combinações


    Gabarito letra E

  • Fiz pelo método da força bruta.

    Combinações possíveis:

    1 legume 3 carnes --> 3 x 4 = 12

    ou

    2 legumes 2 carnes --> 3 x 6 = 18

    ou

    3 legumes 1 carne = 1 x 4 = 4

    Total: 34

  •  

    * L (3)+ L (2)+ L (1)+ C(4)

    * L(3) + L (2) + C (4) + C(3)

    * L (3) + C (4) + C (3)+ C (2)

    Total: 34

    Gabarito Letra: E

  • Podem ser 3 combinações distintas:

    L, L, L, C ---> C(3,3) . C(4,1) = 1 . 4 = 4

    L, L, C, C ---> C(3,2) . C(4,2) = 3!/2! . 4!/2! = 3 . 6 = 18

    L, C, C, C ---> C(3,1) . C(4,3) = 3 . 4 = 12

    Aí é só somar os 3 valores: 4 + 18 + 12= 34.

    Deve-se ter atenção no enunciado, pois é o que determina como serão as permutações: "pelo menos" significa que tem que ter pelo menos 1 elemento de cada.

  • ufa! dessa vez acertei!

    Em 14/02/19 às 17:19, você respondeu a opção D.

    Você acertou!Em 06/02/19 às 14:10, você respondeu a opção B.

    !

    Você errou!Em 11/01/19 às 12:31, você respondeu a opção B.

    !

  • A questão deixa a entender que tem que prencher os 4 espaços ( não pode sobrar )

    1 opção = C3,1 . C4,3 = 12 ( 1 legume dentre 3 / 3 carnes dentre 4 )

    2 opção = C3,2 . C4,2 = 18

    3 opção = C3,3 . C4,1 = 4

    12+18+4 = 34

  • Fabiano Schmaltz, muito bom seu raciocínio. Simples e funciona. Parabéns!

    Agora, Rapael Andreas, você falou que somente a combinação (carne-carne-carne-carne) é vedada. Discordo pois, seguindo este raciocínio, a combinação (legume-legume-legume-legume) também é vedada já que tem que ter pelo menos uma carne no prato.

    Sendo assim, seriam duas combinações vedadas.....

  • O ideal de questões assim e fazer o ( total - o que vc não quer ) . Nessa questão dava pra deduzir por outra forma , pq era mais fácil, porém fique sempre com o que eu disse na cabeça , é uma saída rápida pra questões impossíveis de fazer na prova
  • acompanhe o raciocínio dessa questão:

    vc dispõe de 3 tipos de legumes e 4 tipos de carne e montará um prato com exatamente 4 desses ingredientes.

    Pois bem, as opções de prato que vc tem são estas:

    1º prato: LLCC (dois legumes diferentes e duas carnes diferentes)

    2º prato: LCCC (um legume e três carnes diferentes) e

    3º prato: LLLC (três legumes diferentes e uma carne).

    ___________

    agora é hora dos cálculos:

    no primeiro prato, vc deve escolher 2 dentre os 3 tipos de legumes e 2 dentre os 4 tipos de carne , ou seja, vc deve fazer duas combinações, e por que COMBINAÇÕES? porque , se vc escolhe as carnes A e B para o prato , então não importa a ordem em que elas aparecerão no prato, o prato será o mesmo.

    C4,2 = 6 duplas distintas de carne para o primeiro prato;

    C3,2 = 3 duplas distintas de legumes para o primeiro prato

    ora, o total de pratos que eu poderei fazer com 6 duplas de carne e 3 duplas de legumes é justamente o produto 6*3 = 18 (guarde o 18)

    ____

    o segundo prato é formado por 1 tipo de legume e 3 tipos de carne, assim, C4,3 = 4, ou seja, 4 grupos de três tipos de carne, como vou compor o prato com 1 único legume, tenho 3 opções de legume, assim eu posso montar esse segundo prato de 3*4 = 12 formas diferentes

    ______________

    por último, o terceiro prato, que será formado por 3 legumes e 1 carne, ora, eu só disponho de 3 tipos de legumes, portanto eu só tenho 1 combinação de legumes para esse último prato, e posso combiná-lo com qualquer uma dos 4 tipo de carnes, assim 1*4 = 4 formas de montar o terceiro prato.

    ___________

    somando: 18 + 12 + 4 = 34

  • Todas as Combinação possíveis: Tenho 7 quero 4,( tenho/quero) C^7,4 = 7.6.5.4 / 4.3.2.1 = 35 .

    Mas não quero 4 carnes juntas e ( não tem como ter 4 legumes) então retiro a única opção de ter 4 carnes.

    tudo carne—> tem apenas 1 combinação possível.

    logo : tudo-1

    35-1=34.


ID
2850718
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

As principais conquistas portuguesas obtidas pelo Tratado de Utrecht (1713) em relação às pretensões francesas na Amazônia foram:

Alternativas
Comentários
  • 11 de abril de 1713__ Tratado de Utrecht, estabelecia o limite entre a Guiana Francesa e o Amapá pelo rio Oiapoque e que a França abdicava das terras em Litígio.

    GABA a

  • Letra a) o reconhecimento do Rio Oiapoque como fronteira entre as possessões francesas e portuguesas e a posse das duas margens na Foz do Rio Amazonas

  • A POSSE DAS DUAS MARGENS NA FOZ DO RIO AMAZONAS???

  • Art 8° do Tratado de Utrecht: "Determinava a fronteira pelo Rio Oiapoque, o Vicente Pizón, em caráter perpétuo."


ID
2850721
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Durante a Cabanagem, guerra civil que marcou o território do Grão Pará em meados do século XIX, o atual território do Amapá serviu como

Alternativas
Comentários
  • CABANAGEM:

    Local de concentração de forças legalistas, principalmente em MACAPÁ e MAZAGÃO, amparadas pelas elites locais e contrárias aos cabanos.

  • Gabarito B

  • Os cabanos, em menos de um dia, atacaram e conquistaram a cidade de , assassinando o presidente Lobo de Souza e o Comandante das Armas, apoderando-se de uma grande quantidade de material bélico.

    No dia 7 de janeiro, Clemente Malcher foi libertado e escolhido como presidente da província e  para Comandante das Armas.

    O governo cabano não durou muito tempo, pois o novo presidente, Félix Malcher - tenente-coronel, latifundiário e dono de engenhos de açúcar - era mais identificado com os interesses do grupo dominante derrotado, sendo deposto em 19 de fevereiro de 1835, com o apoio das classes dominantes, que pretendiam manter a província unida ao .

  • Hum.. Interessante!

  • História do Pará na veia S2


ID
2850724
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Considere o texto abaixo.


Com o aprofundamento da guerra, Vargas teve que escolher o lado norte-americano, uma vez cortadas as relações marítimas com a Europa. Conquistou mais ganhos materiais que nenhum outro país do continente, como armamentos e treinamento de uma tropa para lutar na Europa, a FEB (Força Expedicionária Brasileira), e dinheiro para instalação da primeira grande siderúrgica latino-americana, a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) de Volta Redonda. Em troca, forneceu matérias-primas e produtos estratégicos, como a borracha, e cedeu 16 bases em território nacional para ocupação de soldados e oficiais dos Estados Unidos, como a Base Aérea do Amapá. Com a construção dessa Base, antes mesmo do Amapá se tornar território, o governo central demonstrou na prática a importância das terras amapaenses para o Brasil e para o mundo em guerra. Por conta da expansão alemã pela Europa e a África, o litoral norte do Brasil se tornou estrategicamente crucial, para concentrar as forças armadas que pudessem combater os nazistas nessa altura do Oceano Atlântico.

(Adaptado de: CAVLAK, luri e GRANJER, Stéphane. Entre criação do Amapá e intercâmbios econômicos, as consequências da Segunda Guerra Mundial nas relações entre o Brasil e a Guiana Francesa Revista Fronteiras & Debates, Macapá, v. 1, núm, 1,2014, pp. 69-70)


Segundo o trecho acima,

Alternativas
Comentários
  • A Doutrina da Segurança Nacional (DSN)

    O governo Vargas defendia a necessidade de defender as regiões de fronteira de possíveis ataques do EIXO (Alemanha, Itália e Japão) durante a segunda Guerra Mundial. O Amapá destacava-se em função da existência de uma base aérea e militar construída pelos Estados Unidos em 1942. Vargas afirmava ainda que estas áreas necessitavam ser integradas ao contexto nacional. Esta integração seria econômica, social, administrativa e cultural.

     

    GABA c

    Não dá pra não responder estas questões sem um "quê" de ranço dos americanos

  • GABARITO LETRA C

    Os trabalhos de construção da Base Aérea de Amapá tiveram início em 1941, que foi montada como ponto de apoio para as Forças Aliadas na Segunda Guerra Mundial, na década de 1940.

    Localizada no estado do Amapá, a 302km da capital Macapá,a base fazia parte da rota aérea do Atlântico Sul, que começava em Miami e terminava no Brasil, principalmente no nordeste, onde era o ponto mais próximo para a travessia do oceano com destino ao continente africano e depois europeu.

     

  • Texto da questão com a resposta: https://periodicos.unifap.br/index.php/fronteiras/article/view/1512/844


ID
2850727
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

São características demográficas do estado do Amapá: 

Alternativas
Comentários
  • Conforme dados do último Censo Demográfico de 2010,realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), a taxa média de crescimento anual está entre as maiores do país: 3,4%. Essa taxa é consequência do grande fluxo migratório com destino ao Amapá, além do crescimento vegetativo. Pouco mais de 600 mil amapaenses residem em áreas urbanas, o que corresponde a 89,8% da população. A zona rural é habitada por 68,1 mil habitantes, respondendo por 10,2%. Com relação ao sexo, 50,1% são homens e 49,9%, mulheres.

     

    GABA b

  • Gabarito letra B

    -> O Amapá passa pelo chamado período de transição demográfica, no qual ocorre um maior envelhecimento da população em detrimento da quantidade de crianças e adultos.

    -> Pode-se observar tal fenômeno nas pirâmides etárias. A base, que antes era muito alargada, agora vem diminuindo, e o topo da pirâmide (idosos) passa a crescer gradualmente.

    -> O Amapá é o 1º Estado no ranking dos países com mortalidade infantil

    -> De acordo com o IBGE de 2010, o Amapá possui IDH de 0,708, sendo o 12º lugar no ranking de 27 Estados. Nesta parte, a letra "C" estava correta.

    -> Segundo o IBGE(2010), a faixa etária que predominava em 2010 era a de pessoas entre 10 e 14 anos.

  • Eu só quero saber oque o texto trouxe para a resolução da questão

  • Sempre vá direto ao comando da questão, isso otimiza seu tempo (que é precioso na hora da prova). #FicaADica

  • Alternativa c ERRADA, PORQUÊ?

    A taxa de mortalidade infantil em estados do Norte do país está acima da média nacional. É o que mostra o estudo “Cadê? Brasil – Crianças e Adolescentes em Dados e Estatísticas”, que traz as informações com foco na primeira infância.

    Enquanto a taxa média nacional de mortalidade infantil é de 12%, Roraima aparece em primeiro lugar no ranking, com índice de 20%. A cada 1.000 bebês nascidos vivos, 20 morrem durante o primeiro ano de vida no estado.

    Amapá vem logo depois, com 18%. Em seguida vem o Acre, com 16%; Amazonas e Pará, com 15%, e Rondônia, com 14%.

    Ou seja, o Estado do Amapá não tem a menor taxa de mortalidade da região norte, muito pelo contrário, o estado do Amapá tem a segunda maior taxa.

    O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) - Amapá é 0,708, em 2010, o que situa essa Unidade Federativa (UF) na faixa de Desenvolvimento Humano Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799). A dimensão que mais contribui para o IDHM da UF é Longevidade, com índice de 0,813, seguida de Renda, com índice de 0,694, e de Educação, com índice de 0,629.

    Fonte: PNUD, Ipea e FJP

    Logo, o erro da questão é afirmar que o Estado do Amapá tem a menor taxa de mortalidade infantil, o que não é verdade.

  • Chata é pouco! Quanto mais estudo, menos sei :(


ID
2850730
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Criado em 22 de agosto de 2002, o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (PNMT) apresenta, dentre outras, as seguintes características:

Alternativas
Comentários
  • UM PARQUE NACIONAL: é uma área de conservação, geralmente de propriedade estatal, que tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e cênica,possibilitando a realização de pesquisas científicas e desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.

    ✔O parque nacional do Tumucumaque fica no Amapá, na região do Oiapoque;

    ✔Fica no Amapá na fronteira com a Guiana Francesa e o Suriname;

  • Gabarito letra A

    ->O Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral da natureza localizada nos Estados do Amapá e do Pará.

    -> O território do parque abrange uma área de 38.464km², pouco menor que a da Suíça. Tumucumaque é o maior parque nacional do Brasil e também o maior parque de floresta tropical do mundo. O parque, que ocupa 26,5% da área total do Estado do Amapá , está inserido na região conhecida como Escudo das Guianas, ao norte da planície amazônica.

    -> No parque existem florestas primárias intocadas. A área do parque é coberta por floresta ombrófila densa do tipo submontana.

    Fonte: Wikipédia (o bom e velho)

    -> (In)felizmente, a FCC exige do candidato o conhecimento de alguns termos técnicos para responder as questões. Portanto, não basta o conhecimento de geografia regional básica para responder as questões da banca.

  • GABARITO LETRA A

    B) Localiza-se na Bacia Sedimentar Amazônica (ERRADO), localiza-se no ESCUDO DAS GUIANAS

    Predominio de Floresta Aluvial Aciculifoliada (ERRADO) LATIFOLIADA

    C) Abranger 6 municipios do estado (ERRADO) Abrange 5 no Amapá e 1 no Pará

    D) faz Fronteira com 2 países (Guiana e Surinare) e NÃO com 1

    E) NÃO esta localizado INTEGRALMENTE em terras amapaenses, PARAENSES tambem.


ID
2850733
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Considere as afirmações abaixo sobre aspectos econômicos do estado do Amapá.


I. Os principais setores industriais do estado são: Madeira/Mobiliário e Minerais não metálicos.

II . Em 2013, as atividades agropecuárias e industriais, somadas, corresponderam a 55% do PIB do estado.

III . Em 2012, o maior PIB per capita foi registrado no município de Mazagão, enquanto que o menor foi registrado no município de Amapari.


Está correto o que consta APENAS de

Alternativas
Comentários
  • Item I e III corretos

    LETRA (C)

  • O setor industrial não é muito desenvolvido, entretanto, esse segmento da economia vem aumentando de forma significativa no estado, com destaque para os setores de mineração e alimentação.

  • Nem existe o município de Amapari
  • I. Os principais setores industriais do estado são: Madeira/Mobiliário e Minerais não metálicos.

    Participação percentual do setor no PIB industrial.

  • PEDRA BRANCA DO AMAPARI

  • @JosiasSouto Pedra Branca do ampara !
  • ta mais errado do q certo isso. Mazagão . affff. deu vontade até de comer conserva depois dessa . somente para filosofar

  • I. Os principais setores industriais do estado são: Madeira/Mobiliário e Minerais não metálicos. Exportações e Importações do Amapá: Em 2018, os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) apontam que o valor total das exportações realizadas pelo Amapá foi de 284,96 milhões de dólares, que foram distribuídas da seguinte maneira: 63% - Ouro 22% - Madeira 7% - Soja 7% - Outros produtos II . Em 2013, as atividades agropecuárias e industriais, somadas, corresponderam a 55% do PIB do estado. A atividade agropecuária é pouco desenvolvida, e sua produção não é suficiente para suprir a demanda estadual, havendo, portanto, necessidade de importar boa parte dos alimentos consumidos pela população. III . Em 2012, o maior PIB per capita foi registrado no município de Mazagão, enquanto que o menor foi registrado no município de Amapari. Considero esta questão errada! No site do G1 Amapá, em 13/12/2014, foi noticiado que Pedra Branca do Amapari e Serra do Navio apresentaram as maiores rendas per capitas do estado em 2012. Pedra Branca do Amapari: Renda R$ 22.392 a cada habitante; Serra do Navio: R$ 22.261 por habitante. Ressalto que esse índice é a soma de toda riqueza produzida dividida pelo número de habitantes da cidade. Fonte: http://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2014/12/pib-do-ap-surpreende-com-renda-capita-de-cidades-fortes-em-mineracao.html
  • primeiro, vtnc cobrar dados tão específicos de 2012 e 2013 numa prova de 2018. Segundo, o site portal da indústria (http://perfildaindustria.portaldaindustria.com.br/estado/ap) indica que a extração de minerais não metálicos corresponde a somente 0,7% da produção industrial, estando em 5º lugar, atrás de "serviços industriais de utilidade pública", "construção", "madeira" e "alimentos".

    As provas de conhecimentos regionais da FCC são um desastre.

  • Não sabia que no Amapá tinha um município chamado Amaparí.

  • Wenderson dias raxei com seu comentário kkkkk

  • Apesar de a questão tida como correta ser a mais escolhida pelos colegas, obteve até agora tão somente 34,6% dos votos. O comum é a questão correta obter mais de 50% das escolhas. Quando é menos, é porque o negócio é mau elaborado.

  • Questão mal feita. O AP se destaca pela extração de minerais METÁLICOS, como OURO, MANGANÊS e BAUXITA. A questão fala de minerais NÃO METÁLICOS, claramente errada. Na época nem lembro se fiz recurso da questão, mas acho que sim!

  • Município de Amapari kkkkkkk piada!

  • Quem fez essa prova entrou com recurso nessa questão? Pq não é possível que tenham validado.

ID
2854384
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Atenção: Para responder a questão utilize as informações abaixo.


As seguintes informações sobre as receitas de um determinado ente público estadual, referentes ao exercício financeiro de 2017, foram extraídas do seu sistema de contabilidade: 

- Arrecadação de R$ 900.000.000,00 referentes ao valor principal de Impostos.

- Arrecadação de R$ 80.000,00 referentes ao valor de multas e juros de Impostos.

- Obtenção de R$ 75.000.000,00 referentes a Operações de Crédito por Antecipação de Receita Orçamentária.

- Obtenção de R$ 52.800.000,00 referentes a Operações de Crédito de longo prazo.

- Arrecadação de R$ 47.000.000,00 referentes ao valor principal de Contribuições Sociais.

- Arrecadação de R$ 1.600.000,00 referentes ao valor principal de Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia.

- Arrecadação de R$ 800.000,00 referentes a Transferências de Capital.

- Arrecadação de R$ 200.000,00 referentes ao valor principal de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamentos.

- Alienação de Bens Móveis, à vista, por R$ 40.000,00, cujo resultado com a venda foi igual a zero.

- Arrecadação de R$ 25.000,00 referentes ao valor principal da Exploração do Patrimônio Imobiliário do Estado. 


Informações adicionais referentes ao exercício financeiro de 2017:

- Parcelas entregues aos municípios por determinação constitucional: R$ 200.000.000,00.

- Contribuição dos servidores estaduais para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social: R$ 15.000.000,00.

- Não houve receitas provenientes da compensação financeira citada no § 9º do artigo 201 da Constituição Federal de 1988.

- Não houve valores pagos e recebidos em decorrência da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, e do fundo previsto pelo artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

De acordo com as determinações da Lei Complementar nº 101/2000, o Poder Judiciário estadual receberia o alerta do Tribunal de Contas do respectivo Estado se a Despesa Total com Pessoal do referido poder, no exercício financeiro de 2017, ultrapassasse o limite, em reais, de 

Alternativas
Comentários
  • LRF:

    (+) Arrecadação de R$ 900.000.000 referentes ao valor principal de Impostos

    (+) Arrecadação de R$ 80.000 referentes ao valor de multas e juros de Impostos

    (+) Arrecadação de R$ 47.000.000 referentes ao valor principal de Contribuições Sociais

    (+) Arrecadação de R$ 1.600.000 referentes ao valor principal de Taxas

    (+) Arrecadação de R$ 200.000 referentes ao valor principal de Cessão do Direito

    (+) Arrecadação de R$ 25.000 referentes ao valor principal da Exploração do Patrimônio

    (=) Receita Corrente Total 948.905.000

    RCL: somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos:

    (-) Parcelas entregues aos municípios por determinação constitucional: R$ 200.000.000

    (-) Contribuição dos servidores estaduais p/ o sistema de previdência/assistência social: R$ 15.000.000

    (=) Receita Corrente Líquida Total 733.905.000

     

    Art. 19. [...], a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados:

    II - Estados: 60%;

    Art. 20. A repartição dos limites globais do art. 19 não poderá exceder os seguintes percentuais:

    II - na esfera estadual:

    b) 6% para o Judiciário;

    Limite Máximo p/ Pessoal do Estado=60%*733.905.000=440.343.000

    Limite Máximo p/ o TJ=6%*733.905.000=44.034.000 

     

    Art. 59.§ 1o Os Tribunais de Contas alertarão os Poderes ou órgãos referidos no art. 20 quando constatarem:

    II - que o montante da despesa total com pessoal ultrapassou 90% do limite;

    Limite de Alerta=90%*44.034.000=39.630.870

    Gab. A

  • Excelente questão! Não li as informações adicionais. =/

    Fala pessoal, no intuito de ajudar os colegas, eu criei um insta só com questões de Adm. Geral e Pública para compartilhar um pouco da minha experiência na área.

    @bizuadm

    Caso alguém ache será de alguma valia, será bem-vindo. Um grande abraço.

    (Caso discorde de algum comentário, discutiremos e aprenderemos juntos)

  • valeu Alan!

  • GAB A

    Ótima questão, porém parei no limite máximo e esqueci do limite de alerta :(

  • Que preguiça de resolvê-la.

  • Arrasou, Alan!! Obrigada!

  • Tenho dificuldade em acertar esse tipo de questão. Achei a letra D e pensei: consegui finamente. Só que não! Muita falta de atenção. 

    Mas vamo que vamo!!!

  • União - 50% (PE 40,90%; PL 2,5%; PJ 6%; MPU 0,6%)

    Estados/DF - 60% (PE 49%; PL 3%; PJ 6%; MPE 2%)

    Municípios - 60% (PE 54%; PL 6%)

  • Questão muito boa para fixarmos conceitos de despesa de Capital e Despesa Corrente.

  • Questão linda. Errei com gosto.

  • União - 50% (Poder Executivo 40,90%; Poder Legislativo 2,5%; Poder Judiciário 6%; MPU 0,6%)

    Estados/DF - 60% (Poder Executivo 49%; Poder Legislativo 3%; Poder Judiciário 6%; MPE 2%)

    Municípios - 60% (Poder Executivo 54%; Poder Legislativo 6%)

  • Gabarito A

    Complementando...

    Existem 3 Limites na LRF:

    art. 20. Limite Legal:

    União: 50% , Distribuídos: Leg 2,5%, Jud 6%, Exec 40,9%, Mp 0,6%

    Estados: 60%, Distribuídos: Leg 3%, Jud 6%, Exec 49% , Mp 2%

    Municípios: 60%, Distribuídos: Leg 6%, Exec 54%

    art. 59 §1°II. Limite Alerta: 90% do limite legal.

    art. 22. Paragrafo Único. Limite Prudencial: 95% do limite legal

    Tudo posso Naquele que me fortalece!

  • Esse tipo de questão exige muito tempo na hora da prova, são aqueles se sobrar tempo eu tento responder !
  • Alan...muito obrigada pela sua contribuição... mas há erro num dos valores.....

    Você colocou assim:

    Limite Máximo p/ o TJ=6%*733.905.000=44.034.000

    Limite de Alerta=90%*44.034.000=39.630.870

    O correto é:

    44.034.300

  • eu VOUUUUUUUUU

  • Você, meu amigo que está chegando agora no voraz mundo dos concursos públicos, atenção: fazer prova não é apenas ter conhecimento técnico, requer estratégia e preparo emocional. Sendo assim, na "hora do vamos ver", deixe para trás questões como essa. Ela vai te desafiar, vai te intimar, vai te olhar nos olhos e dizer que você quer aceitar o desafio. Você vai dizer a ela que não tem tempo para ela agora, mas que, depois que fizer bem-feita a sua redação, talvez volte.


ID
2854387
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Atenção: Para responder a questão utilize as informações abaixo.


As seguintes informações sobre as receitas de um determinado ente público estadual, referentes ao exercício financeiro de 2017, foram extraídas do seu sistema de contabilidade: 

- Arrecadação de R$ 900.000.000,00 referentes ao valor principal de Impostos.

- Arrecadação de R$ 80.000,00 referentes ao valor de multas e juros de Impostos.

- Obtenção de R$ 75.000.000,00 referentes a Operações de Crédito por Antecipação de Receita Orçamentária.

- Obtenção de R$ 52.800.000,00 referentes a Operações de Crédito de longo prazo.

- Arrecadação de R$ 47.000.000,00 referentes ao valor principal de Contribuições Sociais.

- Arrecadação de R$ 1.600.000,00 referentes ao valor principal de Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia.

- Arrecadação de R$ 800.000,00 referentes a Transferências de Capital.

- Arrecadação de R$ 200.000,00 referentes ao valor principal de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamentos.

- Alienação de Bens Móveis, à vista, por R$ 40.000,00, cujo resultado com a venda foi igual a zero.

- Arrecadação de R$ 25.000,00 referentes ao valor principal da Exploração do Patrimônio Imobiliário do Estado. 


Informações adicionais referentes ao exercício financeiro de 2017:

- Parcelas entregues aos municípios por determinação constitucional: R$ 200.000.000,00.

- Contribuição dos servidores estaduais para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social: R$ 15.000.000,00.

- Não houve receitas provenientes da compensação financeira citada no § 9º do artigo 201 da Constituição Federal de 1988.

- Não houve valores pagos e recebidos em decorrência da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, e do fundo previsto pelo artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

O valor da receita de capital arrecadada no exercício financeiro de 2017 foi, em reais,

Alternativas
Comentários
  • - Obtenção de R$ 52.800.000 referentes a Operações de Crédito de longo prazo.

    - Arrecadação de R$ 800.000 referentes a Transferências de Capital.

    - Alienação de Bens Móveis, à vista, por R$ 40.000

    (=) RECEITA DE CAPITAL TOTAL R$ 53.640.000

    GAB. E

  • Lei 4320/64 Art11, § 2º - São Receitas de Capital as provenientes da realização de recursos financeiros oriundos de constituição de dívidas; da conversão, em espécie, de bens e direitos; os recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, destinados a atender despesas classificáveis em Despesas de Capital e, ainda, o superávit do Orçamento Corrente.

  • Só lembrando que Operações de crédito por ARO são Receitas EXTRAORÇAMENTÁRIAS.

    Fala pessoal, no intuito de ajudar os colegas, eu criei um insta só com questões de Adm. Geral e Pública para compartilhar um pouco da minha experiência na área.

    @bizuadm

    Caso alguém ache será de alguma valia, será bem-vindo. Um grande abraço.

    (Caso discorde de algum comentário, discutiremos e aprenderemos juntos)

  • - Arrecadação de valor principal de Impostos. = corrente

    - Arrecadação de multas e juros de Impostos.= corrente

    - Obtenção por Antecipação de Receita Orçamentária. = extraorçamentária

    - Obtenção de Operações de Crédito de longo prazo. = capital

    - Arrecadação de Contribuições Sociais. = corrente

    - Arrecadação de valor principal de Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia.= corrente

    - Arrecadação de Transferências de Capital. = capital

    - Arrecadação de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamentos.= corrente

    - Alienação de Bens Móveis = capital (não entendi esse observação final "resultado com a venda foi igual a zero")

    - Arrecadação de Exploração do Patrimônio Imobiliário do Estado. = corrente



    corrijam-me se estiver errada.

  • - Obtenção de R$ 52.800.000 referentes a Operações de Crédito de longo prazo.

    - Arrecadação de R$ 800.000 referentes a Transferências de Capital.

    - Alienação de Bens Móveis, à vista, por R$ 40.000


    → COMO CHEGAR A R$ 53.640.000?

  • Alienação de Bens Móveis, à vista, por R$ 40.000,00, cujo resultado com a venda foi igual a zero → foi apenas uma inversão financeira.

  • Marcele, ainda que não haja lucro na venda, a alienação do bem constitui receita de capital e deve ser contabilizado no cálculo.

  • Devemos somar a receita de alienação de bens móveis, mesmo que o resultado tenha sido nulo, conforme o principio do orçamento bruto.

  • 52.800.000,00

        800.000,00

          40.000,00

    -----------------------------------

    53.640.000,00

    Receitas de capital: : OPERAÇÃO DE CRÉDITO / ALIENAÇÃO DE BENS/AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA/TRASF. DE CAPITAL.

  • Alguém pode me explicar por que a Arrecadação de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamentos é corrente?

    Está em qual classificação da receita corrente?

  • ARO é receita extraorçamentária. ARO é receita extraorçamentária. ARO é receita extraorçamentária. Tatuando na minha mão pra ver se aprendo.

  • @Keyla,

    "cessão do direito de operacionalização de pagamentos" tem o código 1.3.6.1.00.0.0

    1 - Receita Corrente (categoria)

    3 - Receita Patrimonial (origem)

    6 - Cessão de Direitos (espécie)

    1.00.0 - Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamentos (desdobramento)

    "O ingresso de recursos em questão advém de um ato de gestão discricionário da administração pública, por meio do qual esta celebra um contrato, em geral junto a uma instituição financeira, para que a sua folha de pagamento seja cedida para exploração econômica por um período de tempo bem definido". 

    Fontes:

    MTO 2019

    MCASP 7 - Perguntas e Respostas

  • RECEITA DE CAPITAL: OPERA ALI AMOR

  • Questão de bom nível.


ID
2854390
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Atenção: Para responder a questão utilize as informações abaixo.


As seguintes informações sobre as receitas de um determinado ente público estadual, referentes ao exercício financeiro de 2017, foram extraídas do seu sistema de contabilidade: 

- Arrecadação de R$ 900.000.000,00 referentes ao valor principal de Impostos.

- Arrecadação de R$ 80.000,00 referentes ao valor de multas e juros de Impostos.

- Obtenção de R$ 75.000.000,00 referentes a Operações de Crédito por Antecipação de Receita Orçamentária.

- Obtenção de R$ 52.800.000,00 referentes a Operações de Crédito de longo prazo.

- Arrecadação de R$ 47.000.000,00 referentes ao valor principal de Contribuições Sociais.

- Arrecadação de R$ 1.600.000,00 referentes ao valor principal de Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia.

- Arrecadação de R$ 800.000,00 referentes a Transferências de Capital.

- Arrecadação de R$ 200.000,00 referentes ao valor principal de Cessão do Direito de Operacionalização de Pagamentos.

- Alienação de Bens Móveis, à vista, por R$ 40.000,00, cujo resultado com a venda foi igual a zero.

- Arrecadação de R$ 25.000,00 referentes ao valor principal da Exploração do Patrimônio Imobiliário do Estado. 


Informações adicionais referentes ao exercício financeiro de 2017:

- Parcelas entregues aos municípios por determinação constitucional: R$ 200.000.000,00.

- Contribuição dos servidores estaduais para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social: R$ 15.000.000,00.

- Não houve receitas provenientes da compensação financeira citada no § 9º do artigo 201 da Constituição Federal de 1988.

- Não houve valores pagos e recebidos em decorrência da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, e do fundo previsto pelo artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

De acordo com as determinações da Lei Complementar nº 101/2000, as Operações de Crédito por Antecipação de Receita Orçamentária deveriam ter sido realizadas somente a partir do dia

Alternativas
Comentários
  • Gab. B

     

    OPERAÇÃO DE CRÉDITO POR ANTECIPAÇÃO DE RECEITA ---> destinada a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro.

     

    --> REALIZAÇÃO ---> A partir do dia DEZ DE JANEIRO (10/1).
     

    --> LIQUIDAÇÃO ---> Até o dia DEZ DE DEZEMBRO (10/12).

  • GAB.: B


     Art. 38. A operação de crédito por antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro e cumprirá as exigências mencionadas no art. 32 e mais as seguintes:

            I - realizar-se-á somente a partir do décimo dia do início do exercício;

            II - deverá ser liquidada, com juros e outros encargos incidentes, até o dia dez de dezembro de cada ano;

  • De 10 a 10: 10 de janeiro a 10 de dezembro.

  • OPERAÇÃO DE CRÉDITO POR ANTECIPAÇÃO DE RECEITA

    => REALIZADA E LIQUIDADA > Do dia 10/01 a 10/12

  • Característica da FCC: encher o enunciado de informações inúteis. Pra responder, bastava ler as duas últimas linhas do mesmo.

  •  Art. 38. A operação de crédito por antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro e cumprirá as exigências mencionadas no art. 32 e mais as seguintes:

            I - realizar-se-á somente a partir do décimo dia do início do exercício;

            II - deverá ser liquidada, com juros e outros encargos incidentes, até o dia dez de dezembro de cada ano;

     

    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LCP/Lcp101.htm

     

    Espero ter ajudado.

     

    Pessoal, estou divulgando por meio do Instagram dicas, macetes, resumos e leis esquematizadas.

     

     https://www.instagram.com/leis_esquematizadas_questoes/

     

    Bons estudos!

     

     

  • P/ memorizar -> ARO É 10/10

  • OPERAÇÃO DE CRÉDITO POR ANTECIPAÇÃO DE RECEITA ORÇAMENTÁRIA É: 10/10

  • O melhor exemplo do modelo de questões da FCC. O texto de referência não tem qualquer utilidade pra resolução da questão.

    Regra para responder questões dessa banca é ir direto para a pergunta objetiva e se necessário buscar as informações no texto de referência. O que não foi o caso aqui.

    O gabarito é 10/01 e 10/12

  • Nem precisa ler esta "baboseira" toda da questão. ARO 10/Jan a 10/Dez. e "zé fini tá na boca do brasi".....

    Brincadeiras a parte, bons estudos.


ID
2854393
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Em agosto de 2018, um determinado ente público arrecadou receita de R$ 990.000,00 com “Taxas pela Prestação de Serviços” e R$ 165.700,00 com a “Contribuição de Melhoria para Expansão da Rede de Água Potável e Esgoto Sanitário”. Assim, as receitas arrecadadas em agosto de 2018 devem ser classificadas quanto à espécie, respectivamente, como

Alternativas
Comentários
  • GABARITO B

     

    TAXAS E CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA SÃO ESPÉCIES TRIBUTÁRIAS.

     

    QUANTO À CATEGORIA ECONÔMICA AMBAS SÃO RECEITAS CORRENTES (ORIUNDAS DO PODER IMPOSITIVO DO ESTADO)

  • RECEITA: COEDT


    Categoria Econômica – um dígito

    Origem – um dígito

    Espécie – um dígito

    Desdobramentos para identificação de peculiaridades da receita – 4 dígitos

    Tipo – um dígito

  • Categoria Econômica > Receita Corrente e Receita de Capital

    Origem > Tributária; Contribuições; Patrimonial; Industrial; Serviços...

    Espécie > Impostos, Taxas, Contribuição de melhoria...

    Desdobramento para identificação das pecularidades

    Tipo

    • 1.0.0.0.00.0.0 Receitas Correntes

    1º Dígito [Categoria Econômica]: 1 - Receita Correte | 2 - Receita de Capital.

    • 1.1.0.0.00.0.0 Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria

    2º Dígito [Origem] da Receita Corrente: 1. Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria | 2. Contribuições | 3. Receita Patrimonial | 4. Receita Agropecuária | 5. Receita Industrial |6. Receita de Serviços | 7. Transferências Correntes | 9. Outras Receitas Correntes

    • 1.1.2.1.00.0.0 Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia

    3º Dígito [Espécie]: 1 - Impostos | 2 - Taxas | 3 - Contribuição de Melhoria

    • 1.1.3.0.00.0.0 Contribuição de Melhoria

    3º Dígito [Espécie]: 1 - Impostos | 2 - Taxas | 3 - Contribuição de Melhoria

    Fonte: MTO - 2022.

    Gabarito: Letra B.


ID
2854396
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder a questão utilize as informações abaixo. 


As seguintes informações, referentes a transações ocorridas no mês de novembro de 2017, foram extraídas do sistema de contabilidade de um determinado ente público estadual:

- Arrecadação de receita de Impostos no valor de R$ 33.000.000,00. Tal receita foi lançada no mês de outubro de 2017.

- Lançamento e arrecadação de Taxas no valor de R$ 90.000,00.

- Lançamento de Contribuição de Melhoria no valor de R$ 110.000,00. Tal receita foi arrecadada em dezembro de 2017.

- Arrecadação de Transferências Correntes no valor de R$25.550.000,00, cujo direito de recebimento foi reconhecido em outubro de 2017.

- Empenho, liquidação e pagamento de despesa com Pessoal e Encargos Sociais no valor de R$ 21.300.000,00.

- Empenho de despesa referente à aquisição de material de expediente no valor de R$ 32.000,00. A entrega do material pelo fornecedor ocorreu em 05/12/2017, data em que a despesa foi liquidada pelo valor total do empenho. Tal despesa foi paga em 17/01/2018 pelo valor total do empenho e o material foi utilizado para a prestação de serviços em 2018.

- Empenho de despesa referente à aquisição de material odontológico no valor de R$ 100.000,00. A entrega do material pelo fornecedor e a liquidação da despesa ocorreram em 17/01/2018 pelo valor total do empenho. Tal despesa foi paga em 12/02/2018 pelo valor total do empenho e o material foi utilizado para a prestação de serviços em 2018.

- Empenho e liquidação de despesa referente à aquisição de uma edificação no valor de R$ 1.200.000,00. Tal despesa foi paga em 12/01/2018 pelo valor total do empenho.

- Empenho de despesa referente à aquisição de um veículo no valor de R$60.000,00. Tal despesa foi liquidada em 18/12/2017 e paga em 10/01/2018 pelo valor total do empenho.

- Pagamento de R$ 9.000,00 a fornecedores referente a despesas com a aquisição de material de segurança, cujo empenho e liquidação ocorreram em outubro de 2017.


O impacto das transações ocorridas no mês de novembro de 2017, tomadas em conjunto, no resultado de execução orçamentária referente ao exercício financeiro de 2017, de acordo com a Lei nº 4.320/1964, foi

Alternativas
Comentários
  • Pertencem ao exercício as receitas nele arrecadadas e as despesas nele empenhadas, no caso de novembro, o impacto da execução foi:


    ARRECADADA:


    Arrecadação de receita de Impostos no valor de R$ 33.000.000,00

    Lançamento e arrecadação de Taxas no valor de R$ 90.000,00

    Arrecadação de Transferências Correntes no valor de R$25.550.000,00


    TOTAL = 58.640.000


    EMPENHADAS:


    Empenho, liquidação e pagamento de despesa com Pessoal e Encargos Sociais no valor de R$ 21.300.000,00

    Empenho de despesa referente à aquisição de material de expediente no valor de R$ 32.000,00

    Empenho de despesa referente à aquisição de material odontológico no valor de R$ 100.000,00

    Empenho e liquidação de despesa referente à aquisição de uma edificação no valor de R$ 1.200.000

    Empenho de despesa referente à aquisição de um veículo no valor de R$60.000,00


    TOTAL: 22.692.000


    RESULTADO POSITIVO: 35.948.000


    (C)

  • No Balanço Orçamentário e Financeiro utiliza-se Regime Misto:

  • Inicialmente eu fiquei confusa. Mas analisando entendi.

    Pertencem ao exercício financeiro as receitas neles arrecadadas e as despesas nele empenhadas.

    Todas as transações foram feitas em novembro como fala no início, apesar de ter datas futuras o que confunde.

    A última transação de 9 mil não entra porque foi um pagamento e não um empenho. E a arrecadação de melhoria (100 mil) não entrou porque foi arrecada em dezembro e a questão quer saber de novembro.

  • Alguém poderia explicar por favor quais valores entram para as receita e as despesas de novembro? Pois não encontrei valores que batem com o calculo do colega @Fernado Ribeiro.

  • Alguém poderia explicar por favor quais valores entram para as receita e as despesas de novembro? Pois não encontrei valores que batem com o calculo do colega @Fernado Ribeiro.

  • Complementando a analise do @Fernando Ribeiro

    R.E.O - Resultado da Execução Orçamentária

    R.A - Receitas Arrecadadas

    D.E - Despesas Empenhadas

    R.E.O = RA - DE

    R.EO = 58.640 - 22.692 = 35.948


ID
2854399
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder a questão utilize as informações abaixo. 


As seguintes informações, referentes a transações ocorridas no mês de novembro de 2017, foram extraídas do sistema de contabilidade de um determinado ente público estadual:

- Arrecadação de receita de Impostos no valor de R$ 33.000.000,00. Tal receita foi lançada no mês de outubro de 2017.

- Lançamento e arrecadação de Taxas no valor de R$ 90.000,00.

- Lançamento de Contribuição de Melhoria no valor de R$ 110.000,00. Tal receita foi arrecadada em dezembro de 2017.

- Arrecadação de Transferências Correntes no valor de R$25.550.000,00, cujo direito de recebimento foi reconhecido em outubro de 2017.

- Empenho, liquidação e pagamento de despesa com Pessoal e Encargos Sociais no valor de R$ 21.300.000,00.

- Empenho de despesa referente à aquisição de material de expediente no valor de R$ 32.000,00. A entrega do material pelo fornecedor ocorreu em 05/12/2017, data em que a despesa foi liquidada pelo valor total do empenho. Tal despesa foi paga em 17/01/2018 pelo valor total do empenho e o material foi utilizado para a prestação de serviços em 2018.

- Empenho de despesa referente à aquisição de material odontológico no valor de R$ 100.000,00. A entrega do material pelo fornecedor e a liquidação da despesa ocorreram em 17/01/2018 pelo valor total do empenho. Tal despesa foi paga em 12/02/2018 pelo valor total do empenho e o material foi utilizado para a prestação de serviços em 2018.

- Empenho e liquidação de despesa referente à aquisição de uma edificação no valor de R$ 1.200.000,00. Tal despesa foi paga em 12/01/2018 pelo valor total do empenho.

- Empenho de despesa referente à aquisição de um veículo no valor de R$60.000,00. Tal despesa foi liquidada em 18/12/2017 e paga em 10/01/2018 pelo valor total do empenho.

- Pagamento de R$ 9.000,00 a fornecedores referente a despesas com a aquisição de material de segurança, cujo empenho e liquidação ocorreram em outubro de 2017.


Os restos a pagar não processados inscritos em 31/12/2017 referentes à despesa corrente foram, em reais,

Alternativas
Comentários
  • GABARITO D

     

    SOBRE RESTOS A PAGAR

     

    ☞ RaP PROCESSADOS: EMPENHADO E LIQUIDADO, PORÉM AINDA NÃO PAGO.

     

    ☞ RaP NÃO-PROCESSADOS: EMPENHADO MAS NÃO LIQUIDADO.

     

     

    Empenho (em novembro de 2017)  de despesa referente à aquisição de material odontológico no valor de R$ 100.000,00. A entrega do material pelo fornecedor e a liquidação da despesa ocorreram em 17/01/2018 pelo valor total do empenho. Tal despesa foi paga em 12/02/2018 pelo valor total do empenho e o material foi utilizado para a prestação de serviços em 2018.

     

    NÃO-PROCESSADO: A LIQUIDAÇÃO OCORREU APÓS 31/12/2017.

  • ROCESSADOS: EMPENHADO E LIQUIDADO, PORÉM AINDA NÃO PAGO.

    Empenho de despesa referente à aquisição de material de expediente no valor de R$ 32.000,00.Liquidada em 05/12/2017.

    Empenho e liquidação de despesa referente à aquisição de uma edificação no valor de R$ 1.200.000,00

    Empenho de despesa referente à aquisição de um veículo no valor de R$60.000,00.Liquidada em 18/12/2017.

    NÃO-PROCESSADOS: EMPENHADO MAS NÃO LIQUIDADO.

     Empenho de despesa referente à aquisição de material odontológico no valor de R$ 100.000,00

     Processados= 32000+1200.000+60000= 1.292.000

    Não processados= 100.000


ID
2854402
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Considere as informações abaixo, extraídas do Orçamento da Despesa de um determinado ente público:


28 - Encargos Especiais........................................................................................ R$ 1.890.000.00.

841 - Refinanciamento da Dívida Interna............................................................... R$   875.000,00.


Os dois itens são, respectivamente, 

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

     

    PROGRAMA

    0907 Operações Especiais: Refinanciamento da Dívida Interna

    0908 Operações Especiais: Refinanciamento da Dívida Externa

     

    FUNÇÃO

    28 Encargos Especiais 

     

    SUBFUNÇÃO

    841 Refinanciamento da Dívida Interna

    842 Refinanciamento da Dívida Externa

     

     

    EXEMPLO RETIRADO DAQUI: https://www12.senado.leg.br/orcamento/documentos/loa/2014/elaboracao/autografos-e-leis/autografo/volume-iv-detalhamento-das-acoes-orgao-do-poder-executivo-presidencia-da-republica-e-ministerios-exceto-mec/75000-refinanciamento-da-divida-publica-mobiliaria-federal

  • Apenas para complementar...


    4.4 CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DA DESPESA

    A classificação funcional é formada por funções e subfunções [tabela no item 8.2.2.] e busca responder basicamente à indagação “em que áreas de despesa a ação governamental será realizada?”. Cada atividade, projeto e operação especial identificará a função e a subfunção às quais se vinculam.


    4.4.1 FUNÇÃO

    A função Encargos Especiais engloba as despesas que não podem ser associadas a um bem ou serviço a ser gerado no processo produtivo corrente, tais como dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras afins, representando, portanto, uma agregação neutra. A utilização dessa função irá requerer o uso das suas subfunções típicas, conforme tabela abaixo:


    função:

    28 - Encargos Especiais


    subfunção:

    841 - Refinanciamento da Dívida Interna

    842 - Refinanciamento da Dívida Externa

    843 - Serviço da Dívida Interna

    844 - Serviço da Dívida Externa

    845 - Outras Transferências

    846 - Outros Encargos Especiais

    847 - Transferências para a Educação Básica


    Fonte: MTO

  • Lembrem que Classificação por Função (Em que área?) são 5 dígitos

    XX - Função

    XXX - Subfunção

    Outra que são de 5 Dígitos é a Institucional (Quem?)

    XX - Órgão Orçamentário

    XXX - Unidade Orçamentária


ID
2854405
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Atenção: Para responder a questão utilize as informações abaixo e as da Lei nº 4.320/1964.


    Em decorrência de uma calamidade pública, o governador de um ente público estadual abriu crédito adicional no valor de R$ 1.180.000,00 em 11/12/2017 para a reconstrução de uma ponte que foi destruída em decorrência de imprevisíveis chuvas torrenciais, o que impossibilitou o tráfego de veículos e a circulação de pessoas. Em 31/12/2017, as obras referentes à reconstrução não tinham sido concluídas e, do crédito adicional aberto, restava um saldo de R$ 580.000,00.


De acordo com as determinações da Constituição Federal de 1988, o saldo remanescente de R$ 580.000,00 do crédito adicional

Alternativas
Comentários
  • GABARITO A

     

     

    CRÉDITOS ORÇAMENTÁRIOS ADICIONAIS

     

    → SUPLEMENTAR: Para reforço de dotação;

    → ESPECIAL: Quando há dotação no orçamento para aquilo;

    → EXTRAORDINÁRIO: Para urgências e impresivibilidades. 

     

    Daqui você já se liga que o crédito será do tipo EXTRAORDINÁRIO= URGÊNCIA 

     

     

    VALIDADE DOS CRÉDITOS ADICIONAIS: 

     

    → SUPLEMENTAR: limitado ao exercicio (morre em 31/12)

    → ESPECIAL e EXTRAORDINÁRIO: limitado ao exercicio, porém se houver saldo e esses forem reabertos nos últimos 4 meses do exercício, valerão até o fim do exercicio subsequente! 

     

  • CF

    Art. 167


    2º Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente.


  • Adstrita ao exercício financeiro = Regra ABSOLUTA Crédito Suplementar;

    Extraordinário e especial tem exceção: pode ir além do exercício financeiro;

  • pessoal onde esta o erro da assertiva c e o da letra d tbm ja que

    → SUPLEMENTAR: limitado ao exercicio (morre em 31/12)

    → ESPECIAL e EXTRAORDINÁRIO: limitado ao exercicio, porém se houver saldo e esses forem reabertos nos últimos 4 meses do exercício, valerão até o fim do exercicio subsequente! 

     

  • Welligton, o erro está no tipo de crédito.

    O tipo trazido no texto anexo Não é suplementar, nem especial. 

    É extraordinário- vc elimina as que falam diferente disso e vê qual diz que o saldo pode ser reaberto!. 

  • Para complementar:

    Exceção ao Princípio da Anualidade: Créditos Especiais e Extraordinários.

    Exceção ao Princípio da Exclusividade: Créditos Suplementares.

    Os suplementares só podem para 1 exercício financeiro., impossível prorrogar..

    Fonte: Anderson Ferreira

  • C. Extraordinário e Especial > Exceção ao P. da Anualidade

    -Se autorizados/abertos nos últimos 4M no EF, poderão ser reabertos no EF seguinte

    *Abertura: 11/12/2017 > Possível reabertura em 2018

    Gabarito: Letra A

  • Ora, ora, ora. Calamidade pública, imprevisíveis chuvas torrenciais. Só podemos estar falando de créditos extraordinários, afinal, conforme a Lei 4.320/64, é para isso que eles servem:

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

    I - suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    E os créditos extraordinários (e os especiais) possuem uma característica interessante. Os créditos adicionais especiais e extraordinários cujo ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses de um exercício,poderão ser reabertos, no exercício subsequente, nos limites de seus saldos. Nesse caso, eles serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente e, portanto, terão vigência até o término deste. Isso está na CF:

    Art. 167, § 2º Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente.

    Repare que o crédito extraordinário da questão foi aberto em 11/12/2017, ou seja, nos últimos quatro meses de um exercício. Portanto, poderá ser reaberto no exercício financeiro de 2018.

    Gabarito do professor: A

  • GABARITO: LETRA A

    Art. 167. § 2º Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente.

    FONTE: CF 1988

  • Ora, ora, ora. Calamidade pública, imprevisíveis chuvas torrenciais. Só podemos estar falando de créditos extraordinários, afinal, conforme a Lei 4.320/64, é para isso que eles servem:

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

    I - suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III -  extraordinários
    , os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    E os créditos extraordinários (e os especiais) possuem uma característica interessante. Os créditos adicionais  especiais e extraordinários cujo ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses de um exercício, poderão ser reabertos, no exercício subsequente, nos limites de seus saldos. Nesse caso, eles serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente e, portanto, terão vigência até o término deste. Isso está na CF:

    Art. 167, § 2º Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente.

    Repare que o crédito extraordinário da questão foi aberto em 11/12/2017, ou seja, nos últimos quatro meses de um exercício. Portanto, poderá ser reaberto no exercício financeiro de 2018.


    Gabarito do professor: A
  • Essa é a informação que eu estava procurando, valeu!


ID
2854408
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Atenção: Para responder a questão utilize as informações abaixo e as da Lei nº 4.320/1964.


    Em decorrência de uma calamidade pública, o governador de um ente público estadual abriu crédito adicional no valor de R$ 1.180.000,00 em 11/12/2017 para a reconstrução de uma ponte que foi destruída em decorrência de imprevisíveis chuvas torrenciais, o que impossibilitou o tráfego de veículos e a circulação de pessoas. Em 31/12/2017, as obras referentes à reconstrução não tinham sido concluídas e, do crédito adicional aberto, restava um saldo de R$ 580.000,00.


O crédito adicional no valor de R$ 1.180.000,00 foi

Alternativas
Comentários
  • Gab. A

    Trata-se de um CRÉDITO EXTRAORDINÁRIO, pois foi usado para atender a uma calamidade pública.

     As suas principais características são:

    ◼ DISPENSA AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA PRÉVIA;

    ◼ DISPENSA A INDICAÇÃO DE RECURSOS;

    ◼ PODE SER ABERTO POR DECRETO DO EXECUTIVO OU MEDIDA PROVISÓRIA***;

    ◼ É DADO CONHECIMENTO, IMEDIATAMENTE, DA SUA ABERTURA AO LEGISLATIVO;

    ◼ VIGÊNCIA NÃO SE RESTRINGE AO EXERCÍCIO QUE FOI AUTORIZADO. 

    ***A abertura por decreto ocorrerá apenas nos Estados, DF e Municípios.

    ***Para a união, a abertura de crédito extraordinário, ocorre mediante MP.

  • GABARITO A

     

    CRÉDITOS ORÇAMENTÁRIOS ADICIONAIS

     

    SUPLEMENTAR: Para reforço de dotação/ autorização legislativa anterior a abertura/ decreto do P.E /indicação de recursos obrigatória/ limitada ao exercicio/;

     

    ESPECIAL: Quando há dotação no orçamento /autorização legislativa anterior a abertura/ decreto do P.E* /indicação de recursos obrigatória /limitada ao exercicio, salvo saldoS reabertos nos últimos 4 meses do exercicio..;

     

    EXTRAORDINÁRIO: Para urgências e impresivibilidades/ abertura independe de autorização legislativa/ via MP (união) e decreto (estado e Mun)/ Indicação de recursos facultativa./limitada ao exercicio, salvo saldoS reabertos nos últimos 4 meses do exercicio.

     

     

  • Cuidado!

    Abertura de Crédito Extraordinário:

    UNIÃO => Medida Provisória

    ESTADOS E MUN. => Decreto

    Edit: os estados e municípios apenas se valerão do decreto quando não houver previsão de medida provisória naquele ente federado. Assim, em regra, os estados e municípios se valerão também de medida provisória para abrir crédito extraordinário, salvo quando não houver previsão desse instituto, em que se valerão de decreto. (colega Felipe)

    Valeu!!

  • Apenas para complementar a Letícia; os estados e municípios apenas se valerão do decreto quando não houver previsão de medida provisória naquele ente federado. Assim, em regra, os estados e municípios se valerão também de medida provisória para abrir crédito extraordinário, salvo quando não houver previsão desse instituto, em que se valerão de decreto.

  • Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

     

     I - suplementares, os destinados a refôrço de dotação orçamentária;

     

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

     

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

     

    Art. 44. Os créditos extraordinários serão abertos por decreto do Poder Executivo, que deles dará imediato conhecimento ao Poder Legislativo.​

     

     

    Art. 45. Os créditos adicionais terão vigência adstrita ao exercício financeiro em que forem abertos, salvo expressa disposição legal em contrário, quanto aos especiais e extraordinários.​

     

     

    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4320.htm

     

     

    Espero ter ajudado.

     

    Pessoal, estou divulgando por meio do Instagram dicas, macetes, resumos e leis esquematizadas.

     

     https://www.instagram.com/leis_esquematizadas_questoes/

     

    Bons estudos!

     

  • Caso o Ente não possua Medida Provisória, o crédito extraordinário será aberto por Decreto Executivo, dando imediato conhecimento ao Poder Legislativo local.

  • GABARITO A

    Caso o Ente não possua Medida Provisória, o crédito extraordinário será aberto por Decreto Executivo, dando imediato conhecimento ao Poder Legislativo local.

    ART. 44 LEI 4320

    Art. 44. Os créditos extraordinários serão abertos por decreto do Poder Executivo, que dêles dará imediato conhecimento ao Poder Legislativo.

  • EXISTEM 3 FORMAS DE SE EMPRESTAR DINHEIRO, SEGUNDA A LEI 4320.

    1° SUPLEMENTARES → ADICIONAR DINHEIRO NOS GASTOS JÁ PREVISTO

    Exemplo: previ gasta 10, mas acabei tendo que gasta 12.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    2° ESPECIAIS → ADICIONAR DINHEIRO NOS GASTOS Ñ PREVISTOS

    Exemplo: ñ tinha previsto

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    3° EXTRAORDINÁRIOS → ADICIONAR DINHEIRO CASOS URGENTES E IMPREVISTOS

    Exemplo: aconteceu uma guerra no Brasil.

    Para pedir dinheiro no 1° e 2° caso:

    → autorização por lei + abertura por decreto

    Para pedir dinheiro no 3° caso:

    → decreto do executivo + conhecimento do legislativo

    FONTE: TITULO V, LEI 4320

  • Calamidade pública, imprevisíveis chuvas torrenciais...

    Só podemos estar falando de créditos extraordinários, afinal, conforme a Lei 4.320/64, é para isso que eles servem:

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

    I - suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.

    E como são abertos os créditos extraordinários?

    De acordo com a Lei 4.320/64, novamente: 

    Art. 44. Os créditos extraordinários serão abertos por decreto do Poder Executivo, que deles dará imediato conhecimento ao Poder Legislativo.

    E assim, encontramos o nosso gabarito na alternativa A. Repare que a alternativa D fala em decreto do Poder Legislativo e imediato conhecimento ao Poder Judiciário. 

    Já os créditos suplementares e especiais autorizados por lei e abertos por decreto executivo. E as demais alternativas tratam disso, olha só na Lei 4.320/64:

    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.

    Gabarito do professor: A

  • O sutil dessa questão é entender que o crédito extraordinário pode ser aberto por decreto do poder Executivo nos entes da federação que não dispõe de Medida Provisória como instrumento. E também por isso a letra A está correta. Errei por não perceber que a questão traz no enunciado "Governador" e que, por isso, poderia adotar outros instrumentos para. abertura do crédito.
  • Calamidade pública, imprevisíveis chuvas torrenciais...

    Só podemos estar falando de créditos extraordinários, afinal, conforme a Lei 4.320/64, é para isso que eles servem:

    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:

    I - suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.


    E como são abertos os créditos extraordinários?

    De acordo com a Lei 4.320/64, novamente: 

    Art. 44. Os créditos extraordinários serão abertos por decreto do Poder Executivo, que deles dará imediato conhecimento ao Poder Legislativo.

    E assim, encontramos o nosso gabarito na alternativa A. Repare que a alternativa D fala em decreto do Poder Legislativo e imediato conhecimento ao Poder Judiciário. 

    Já os créditos suplementares e especiais autorizados por lei e abertos por decreto executivo. E as demais alternativas tratam disso, olha só na Lei 4.320/64:

    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.


    Gabarito do professor: A
  • Créditos:

    Suplementar - Já tá na LOA - Decreto Executivo

    Especial - Já tá na LOA - Decreto Executivo

    Extraordinário - É URGENTE - Decreto Executivo - Avisa Legislativo


ID
2854411
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Em 27/12/2017, o ordenador de despesas de um determinado ente público estadual empenhou despesa no valor de R$ 410,00 referente ao adiantamento de valor a um servidor do referido ente para custear despesas com passagens e locomoção. A liquidação da despesa ocorreu em 28/12/2017 e o pagamento ao servidor, em 10/01/2018. O valor total do adiantamento foi utilizado pelo servidor em 12/01/2018 e a prestação de contas foi realizada em 30/01/2018. Assim, uma despesa

Alternativas
Comentários
  • GABARITO E

     

    O SUPRIMENTO DE FUNDOS É UMA DESPESA ORÇAMENTÁRIA (E NÃO PATRIMONIAL), QUE É UM NUMERÁRIO ENTREGUE A SERVIDOR NO QUAL SEMPRE SERÁ PRECEDIDA DE EMPENHO.

  • Gab. E (Complementando o comentário da Sheyla)



    Segundo o enunciado, o "ordenador de despesas de um determinado ente público estadual empenhou despesa no valor de R$ 410,00"


    Lei 4.320/64:


    Art. 35. Pertencem ao exercício financeiro:

    I - as receitas nêle arrecadadas;

    II - as despesas nêle legalmente empenhadas.


    Bons estudos!


ID
2854414
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

De acordo com a Lei Complementar nº 101/2000, o Relatório Resumido da Execução Orçamentária deve 

Alternativas
Comentários
  • Gab. B

     

     Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos relativos a:

        III - resultados nominal e primário;

  • GABARITO LETRA B.


    LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000.

    Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos relativos a:

    I - apuração da receita corrente líquida, na forma definida no inciso IV do art. 2o, sua evolução, assim como a previsão de seu desempenho até o final do exercício;

    II - receitas e despesas previdenciárias a que se refere o inciso IV do art. 50;

    III - resultados nominal e primário;

    IV - despesas com juros, na forma do inciso II do art. 4o;

    V - Restos a Pagar, detalhando, por Poder e órgão referido no art. 20, os valores inscritos, os pagamentos realizados e o montante a pagar.

    § 1o O relatório referente ao último bimestre do exercício será acompanhado também de demonstrativos:

    I - do atendimento do disposto no inciso III do art. 167 da Constituição, conforme o § 3o do art. 32;

    II - das projeções atuariais dos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos;

    III - da variação patrimonial, evidenciando a alienação de ativos e a aplicação dos recursos dela decorrentes.



  • Os erros...


    A) abranger todos os Poderes, o Ministério Público, as empresas estatais dependentes e as empresas estatais não dependentes.  ( Art. 52 lrf - ...abrangerá todos os Poderes e o Ministério Público, será publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre e composto de:)


    C) ser emitido ao final de cada quadrimestre e publicado até 60 dias após o encerramento do período a que corresponder (O relatório de gestão fiscal (RGF) que é a cada quadrimestre e até trinta dias após o encerramento do período a que corresponder)


    D) conter comparativo com os limites de que trata tal Lei Complementar dos montantes referentes às operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária. ( refere-se ao RGF  Art. 55. O relatório conterá: I - comparativo com os limites de que trata esta Lei Complementar, dos seguintes montantes: d) operações de crédito, inclusive por antecipação de receita;)


    E) conter anexo referente à avaliação da situação financeira, econômica e atuarial dos fundos públicos e programas estatais.(está no anexo de metas fiscais)


  • A ALTERNATIVA E faz parte do anexo de Metas Fiscais da LDO.

    LC 101/2000

    Art. 4º,

    § 2º O Anexo conterá:

    IV - Avaliação da situação financeira e atuarial:

    a) dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador;

    b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial.

  • Pode confundir muito!!!

    Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

  • Gab B

    Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos relativos a:

        I - apuração da receita corrente líquida, na forma definida no inciso IV do art. 2, sua evolução, assim como a previsão de seu desempenho até o final do exercício;

        II - receitas e despesas previdenciárias a que se refere o inciso IV do art. 50;

        III - resultados nominal e primário;

        IV - despesas com juros, na forma do inciso II do art. 4;

        V - Restos a Pagar, detalhando, por Poder e órgão referido no art. 20, os valores inscritos, os pagamentos realizados e o montante a pagar.

        § 1 O relatório referente ao último bimestre do exercício será acompanhado também de demonstrativos:

        I - do atendimento do disposto no , conforme o § 3 do art. 32;

        II - das projeções atuariais dos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos;

        III - da variação patrimonial, evidenciando a alienação de ativos e a aplicação dos recursos dela decorrentes.

  • Resumindo (referência na LRF):

    a) não abrange as não dependentes (Art. 52, caput)

    b) GABARITO (Art. 53, III)

    c) é bimestral e até 30 dias (Art. 52, caput)

    d) atribuição do Relatório de Gestão Fiscal (Art. 55, I, d)

    e) o anexo citado fez uma mistura louca com o conteúdo do Anexo de Metas Fiscais da LDO (Art. 4º, §2º, IV)


ID
2854417
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Em agosto de 2018, com a finalidade de adquirir um terreno para a construção de uma praça, um determinado ente público incorreu em obrigação financeira em virtude da contratação de operação de crédito no valor de R$ 995.000,00, com vencimento acordado para dezembro de 2021. De acordo com as determinações da Lei Complementar nº 101/2000, a dívida pública contraída pelo ente público em agosto de 2018 classifica-se como 

Alternativas
Comentários
  • Gab. A

     

    Dívida consolidada / fundada ----> dívidas de longo prazo / superior a 12 meses

    Uma das finalidades da dívida fundada é financiar obras e serviços públicos, no caso da questão a obra é a construção de uma praça.

     

    Composição da dívida fundada:

    --> Montante para amortização em prazo superior a doze meses;

    --> Operação de Créditos inferior a 12 meses com receitas contidas no orçamento --> Exceção ao longo prazo;

  • Dívida fundada ou consolidada: quando ultrapassam 12 meses;

    Dívida flutuante: até 12 meses.

  • apenas para complementar...


    a DÍVIDA PÚBLICA CONSOLIDADA (OU FUNDADA) é aquela com prazo de amortização superior a 12 meses, no entanto, também integram a dívida pública consolidada as operações de crédito de prazo inferior a 12 meses cujas receitas tenham constado do orçamento.


    parágrafo 3º do art. 29 - LRF

  • (Lei 101) Art. 29.       

    I - dívida pública consolidada ou fundada: montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses;

  • Gabarito: A

    Art. 29

    I - dívida pública consolidada ou fundada: montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses;

    § 3  Também integram a dívida pública consolidada as operações de crédito de prazo inferior a doze meses cujas receitas tenham constado do orçamento.

    LRF


ID
2854420
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Considere as informações abaixo, referentes a uma despesa classificada em “Outras Despesas Variáveis - Pessoal Civil” que integra o cálculo da Despesa Total com Pessoal de um determinado ente público estadual:  


Julho de 2018: empenho da despesa no valor de R$ 1.900,00.

Agosto de 2018: liquidação da despesa pelo valor total do empenho e reconhecimento da despesa no valor de R$ 1.900,00 de acordo com o regime de competência.

Setembro de 2018: pagamento da despesa pelo valor total do empenho.


O valor de R$ 1.900,00 deve integrar o cálculo da Despesa Total com Pessoal do referido ente, de acordo com as determinações da Lei Complementar nº 101/2000, em

Alternativas
Comentários
  • LRF

     Art. 18.


    § 2o A despesa total com pessoal será apurada somando-se a realizada no mês em referência com as dos onze imediatamente anteriores, adotando-se o regime de competência.


    Portanto, o mês de referência será Agosto.


    MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO 7ª Edição

    4.2.4.5. Elemento de Despesa Orçamentária

    16 Outras Despesas Variáveis – Pessoal Civil 

  • A despesa foi empenha em julho, ou seja, foi considerada realizada. No entanto, o mês de referência é o mês ANTERIOR ao atual. Por isso, o mês atual sendo julho, o mês de referência seria o mês de Junho e essa despesa não seria computada. Para que fosse computada, o mês atual deveria ser AGOSTO.

    O elemento de despesa é o 4º nível da classificação da despesa por natureza CGMMEEDD e diz respeito ao objeto de gasto, isto é, com o que está sendo gasto, nesse caso Outras Despesas Variáveis – Pessoal Civil.

    GABARITO Letra B

  • Lei 4320/64 regime misto (Caixa p/receitas e Compet. p/desp.), Porém, para LRF é tudo COMPETÊNCIA.

    Bons estudos.


ID
2854423
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Considere os dados, abaixo, extraídos das demonstrações contábeis de um determinado ente público estadual:


Ativo Financeiro em 31/12/2017............................................................................................. RS 80.000.000.00.

Ativo Financeiro em 30/04/2018............................................................................................. RS 70.000.000.00.

Passivo Financeiro em 31/12/2017......................................................................................... RS 75.000.000.00.

Passivo Financeiro em 30/04/2018......................................................................................... RS 68.000.000.00.

Reabertura de Créditos Adicionais Especiais em 2018......................................................... RS 1.500.000.00.


Não houve abertura de créditos adicionais até 30/04/2018 e não havia operações de crédito vinculadas aos créditos adicionais especiais reabertos em 2018.


De acordo com as determinações da Lei n° 4.320/1964, em 30/04/2018, o valor do superávit financeiro, que poderia ser utilizado como recurso de cobertura para a abertura de créditos 

Alternativas
Comentários
  • Considerei o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial de 2017 (exercício anterior), conforme a Lei 4.320/64.


    Ativo Financeiro em 31/12/2017............................................................................................. RS 80.000.000.00

    Passivo Financeiro em 31/12/2017.........................................................................................(R$ 75.000.000.00)

    (-)Reabertura de Créditos Adicionais Especiais em 2018....................................................... (R$ 1.500.000.00)

    (=)Valor do superávit financeiro................................................................................................. R$ 3.500.000,00



  • A resposta da Mariana está errada. Considera se o superávit financeiro apurado no ano anterior e não em 30/04.

  • Lei n° 4.320/1964


    Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa.     

    § 1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:      

    I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;


    § 2º Entende-se por superávit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de credito a eles vinculadas.


    O superávit financeiro DEVE SER apurado em balanço patrimonial do exercício ANTERIOR, ou seja, na questão seria 2017 (exercício anterior), conforme a Lei 4.320/64.


    Ativo Financeiro em 31/12/2017............................................................................................. RS 80.000.000.00

    Passivo Financeiro em 31/12/2017.........................................................................................(R$ 75.000.000.00)

    (-)Reabertura de Créditos Adicionais Especiais em 2018....................................................... (R$ 1.500.000.00)

    (=)Valor do superávit financeiro................................................................................................. R$ 3.500.000,00


    Obs.: A reabertura de créditos adicionais deve ser SUBTRAÍDA.

  • "Art. 43. A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer à despesa e será precedida de exposição justificativa.

    §1º Consideram-se recursos para o fim deste artigo, deste que não comprometidos;

    I – o superavit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    ** Considerando ainda as opções para a assertiva, por eliminação já excluiria a alternativa B, C e E, pelo fato de créditos extraorçamentários não ser dependente de existência de recursos

    A) suplementares e especiais, era R$ 5.000.000,00.

    B) especiais e extraordinários, era R$ 2.000.000,00.

    C) suplementares e extraordinários, era R$ 500.000,00.

    D) suplementares e especiais, era R$ 3.500.000,00

    E) suplementares e extraordinários, era R$ 2.000.000,00.

    ** Logo os dados apresentados na questão relativos ao ano de 2018 não são contabilizados pois fazem parte do ano corrente em questão.

    Ativo Financeiro em 31/12/2017.................................................... RS 80.000.000.00

    Passivo Financeiro em 31/12/2017................................................(R$ 75.000.000.00)

    (-)Reabertura de Créditos Adicionais Especiais em 2018.................(R$ 1.500.000.00)

    (=)Valor do superávit financeiro....................................................... R$ 3.500.000,00

  • A questão deveria ter sido anulada, se não foi, pois a reabertura de créditos poderia ter sido por anulação, excesso ou até mesmo com o saldo das reservas de contingência, por isso não tem como afirmar se o saldo deve  ou não ser deduzido

  • SF= (AF-PF do ano anterior)- Créd. adicional reaberto -  operação de crédito

    SF= (80.000.000,00-75.000.000,00)-- 1.500.000,00

    SF=5.000,000,00 - 1.500,000,00

    SF=3.500,000,00

    D

    instagram@agpconcursos.com.br

  • Essa questão versa sobre superavit financeiro, o qual é apurado no Balanço Patrimonial do exercício anterior e que constitui uma fonte de recursos para abertura de créditos adicionais (conforme Lei n.º 4.320/1964, art. 43).

    O superavit financeiro consiste na diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de crédito a eles vinculadas (Lei nº 4.320/1964, art. 43, §2º).

    Assim, temos que:

    Superavit Financeiro = Ativo Financeiro - Passivo Financeiro - créditos especiais/extraordinários do exercício anterior reabertos + operações de crédito a eles vinculadas

    Como queremos saber o valor do superávit financeiro, que poderia ser utilizado como recurso de cobertura para a abertura de créditos em 30/04/2018, temos que tomar a posição do final de 2017 e atualizá-la.

    Assim:

    Superavit financeiro em 30/04/2018 = Ativo Financeiro (em 31/12/2017) - Passivo Financeiro (em 31/12/2017) - créditos especiais/extraordinários de 2017 reabertos + operações de crédito a eles vinculadas = R$ 80.000.000,00 - R$ 75.000.000,00 - R$1.500.000,00 + 0 = R$ 3.500.000,00.

    Como não foram abertos outros créditos adicionais até 30/04/2018, tem-se que o saldo de R$ 3.500.000,00 para abertura de créditos suplementares e especiais se mantém. Assim, está correta a alternativa D.


    Gabarito do Professor: Letra D.
  • Acertei, mas achei a questão bem bizarra... essas bancas não querem medir o conhecimento, querem saber se o conteúdo foi decorado :(


ID
2854426
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Considere as informações, abaixo, referentes à receita de Impostos de um ente público estadual:


12/01/2018: a repartição competente verificou a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe era devedora e inscreveu o débito desta.

02/02/2018: o devedor pagou o Imposto em uma instituição financeira autorizada pelo ente.

06/02/2018: o valor total recebido pela instituição financeira foi transferido à conta específica do Tesouro Estadual.


Com base nessas informações, em

Alternativas
Comentários
  • Gab. B

     

     

    12/01/2018: LANÇAMENTO ----> Verifica a procedência do crédito fiscal e pessoa que deve;

    02/02/2018: ARRECADAÇÃO ---> Entrega dos recursos, devidos ao tesouro, aos agentes de arrecadadores: bancos;

    06/02/2018: RECOLHIMENTO -> Transferência dos recursos à conta do tesouro.

     

    Para não confundir:

     ARRECADAÇÃO = CONTRIBUINTE -> BANCO 

     RECOLHIMENTO = BANCO -----------> TESOURO


ID
2854429
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

O orçamento-programa de um ente público estadual

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

     

    O Orçamento-programa é o elo entre o planejamento e as funções executivas da organização (integração entre o planejamento e o orçamento público), uma vez que, com o seu advento, surgiu a necessidade de se planejar as ações, antes de executar o Orçamento. Ênfase nas realizações e nos resultados.

     

     

  • a) discrimina, por função, as despesas públicas que devem ser realizadas nos exercícios a que se refere o Plano Plurianual. (Tradicional)

    b) dá ênfase ao objeto de gasto e proporciona o controle político sobre as finanças públicas (tradicional).

    c) é o elo entre o planejamento e as funções executivas da organização (gabarito).

    d) realiza a alocação de recursos visando à aquisição de meios (até aqui é tradicional), e as decisões orçamentárias são tomadas com base em análises técnicas das alternativas (2a parte é Orçamento-programa - Moderno).

    e) visa avaliar a legalidade no cumprimento do orçamento (tradicional, não se preocupa com a eficiência,efetividade e economicidade, apenas a legalidade e honestidade do agente)

  • GAB C

     

    Apenas complementando ...

     

    Orçamento clássico ou tradicional 

    - características 

    *Explica-se apenas o objeto do gasto;

    *Utiliza linguagem contábil;

    *Classificações suficientes  apenas para instrumentalizar o controle de despesas

    (por unidades administrativas isto é, os órgãos responsáveis pelos gastos, e por objeto ou item de despesa.

    - OBS

    *Apresenta valores para as despesas com pessoal, material, serviços, etc., sem relacionar os gastos a nenhuma finalidade

    (programa ou ação).

    - finalidade 

    *Não contempla um programa de trabalho e um conjunto de objetivos  a atingir.

    *Orç baseado no que foi gasto no exercício anterior, e não, em função do que se pretendia realizar.

     

    Orçamento de desempenho ou orç funcional

    *Apresenta duas dimensões do orç.: objeto do gasto e um programa de trabalho, contendo as ações desenvolvidas;

    *Enfatiza o desempenho organizacional;

    *NÃO é mais apenas um documento de previsão de receita e autorização de despesas, POIS JÁ CONTEMPLA OS OBJETIVOS A ATINGIR;

    *Busca saber o que o governo fez e não o que comprou, ou seja, a ênfase passou a ser nos resultados e não apenas na execução legal do orç.

    - finalidade 

    *EMBORA LIGADO AOS OBJETIVOS FALTA A VINCULAÇÃO AO SISTEMA DE PLANEJAMENTO.

     

    Orçamento - programa

    *Expressa financeira e fisicamente os programas de trabalho de governo, possibilitando:

    - INTEGRAÇÃO DO PLANEJAMENTO COM O ORÇ.;

    - quantificação de objetivos e a fixação de metas;

    -  relações insumo - produto;

    - alternativas programáticas;

    - acompanhamento físico - financeiro;

    - AVALIAÇÃO DE RESULTADOS;

    - GERÊNCIA POR OBJETIVOS.

    Plano de trabalho expresso por um conjunto de ações a serem realizadas e pela identificação dos recursos necessários a sua execução. Surge com o objetivo de sanar a lacuna entre o planejamento e o orçamento.

    - OBS

    Originalmente, integrava o sistema de planejamento, programação e orçamentação introduzido nos EUA, no final da déc. de 1950, sob a denominação PPBS  (PLANNING PROGRAMMING BUDGETING SYSTEM). - isso aqui tb cai em questão

     

    Fonte: http://www.lrf.com.br/mp_op_evolucao_orcamento_publico.html

     

    Vlw galera.. sangue no olho..

     

  • As demais alternativas referem-se ao orçamento tradicional, com exceção do trecho "as decisões orçamentárias são tomadas com base em análises técnicas das alternativas", que se refere ao orçamento-programa.

  • Orçamento Programa: Efetivo elo entre o planejamento e as ações executivas da Administração Pública, cuja ênfase é a consecução de objetivos e metas onde são considerados os custos dos programas de ação e classificados a partir do ponto de vista funcional-programático.

    Fonte: Administração Financeira e Orçamentária - Marcelo Adriano, cap II, pág 84

  • Comentário de alguém aqui no Q

    O orçamento programa tem como ênfase o que o governo faz

  • O conteúdo do vídeo não corresponde ao conteúdo da questão. O QConcursos precisa melhorar urgente a disponibilidade dos comentários dos professores e os vídeos associados às questões.

    Desse jeito ser assinante quase não compensa.

  • Vamos analisar a questão:

    De acordo com o Glossário do Tesouro Nacional, o orçamento-programa foi introduzido nos Estados Unidos da América, no final da década de 50, sob a denominação de PPBS (Planning Programning Budgeting System). Suas principais características são: integração, planejamento, orçamento; quantificação de objetivos e fixação de metas; relações insumo-produto; alternativas programáticas; acompanhamento físico-financeiro; avaliação de resultados; e gerência por objetivos.

    orçamento-programa é um plano de trabalho que integra planejamento e orçamento com objetivos e metas a alcançar. Ele consiste em um método de orçamentação por meio do qual as despesas públicas são fixadas a partir da identificação das necessidades públicas sob a responsabilidade de um certo nível de governo e da sua organização segundo níveis de prioridades e estruturas apropriadas de classificação da programação.


    Ok. Depois dessas definições, vamos para as alternativas:


    a) Errada. O orçamento-programa utiliza mesmo a classificação funcional (e a classificação programática). Em outras palavras, o seu principal critério de classificação é o funcional-programático. Mas, de acordo com o princípio da anualidade, o orçamento público é anual, portanto discrimina somente as despesas públicas que devem ser realizadas naquele exercício financeiro (e não nos exercícios a que se refere o Plano Plurianual).


    b) Errada. Esse aqui é o orçamento clássico (ou tradicional), cuja ênfase é no objeto do gasto (o que se compra). Ademais, de acordo com o autor James Giacomoni, em sua obra “Orçamento público", 15ª edição, página 55: a principal função do orçamento clássico era o controle político. 


    c) Correta. Segundo o mestre James Giacomoni, o orçamento é o elo entre o planejamento e as funções executivas da organização.


    d) Errada. No orçamento tradicional, a ênfase era nos meios (o que se compra), não nos resultados. Não é à toa que ele ganhou o rótulo de “Lei de Meios" (ainda muito utilizado pelo jargão jurídico).


    e) Errada. Ainda de acordo com James Giacomoni, no orçamento tradicional, o controle visa avaliar a honestidade dos agentes governamentais e a legalidade no cumprimento do orçamento.

    Para finalizar, deixo você com uma comparação entre o orçamento clássico e o orçamento-programa:

     



    Fonte: James Giacomoni, em sua obra “Orçamento público", 15ª edição, página 170.


    Gabarito do professor: C
  • Características do orçamento-programa:

    • Ações melhor planejadas;
    • Identificação dos gastos e realização por programas e sua comparação em termos absolutos e relativos;
    • Orçamento mai preciso;
    • Inter-relação entre custos e programas vinculada ao objeto;
    • Maior possibilidade de redução de custos;
    • Mais fácil de identificar funções duplas;
    • Ênfase no que a instituição realiza e não no que se gasta;
    • Melhor controle e execução do programa
    • Vincula planejamento e objetivos

    Qualquer erro, avisem-me, por favor!


ID
2854432
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

A despesa com terceirização de mão de obra para a substituição de um servidor público estadual deve ser classificada em um ente público estadual na categoria econômica

Alternativas
Comentários
  • Lei 101

    Art. 18. Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como despesa total com pessoal: o somatório dos gastos do ente da Federação com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, civis, militares e de membros de Poder, com quaisquer espécies remuneratórias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos da aposentadoria, reformas e pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência.

            § 1o Os valores dos contratos de terceirização de mão-de-obra que se referem à substituição de servidores e empregados públicos serão contabilizados como "Outras Despesas de Pessoal".

            § 2o A despesa total com pessoal será apurada somando-se a realizada no mês em referência com as dos onze imediatamente anteriores, adotando-se o regime de competência.


    De acordo com o Manual


    4.2.4.2. Categoria Econômica

    A despesa orçamentária, assim como a receita orçamentária, é classificada em duas categorias econômicas, com os seguintes códigos:

    Categoria Econômica:


    3 - Despesas Correntes

    4 - Despesas de Capital


    3 – Despesas Correntes

    Classificam-se nessa categoria todas as despesas que não contribuem, diretamente, para a formação ou aquisição de um bem de capital.

    Gabarito letra A

  • questão confusa...a letra E também está certa

  • Jéssica, creio que o erro da "E" está no fator de que o enunciado pediu a categoria econômica, então teria que estar entre despesas correntes e despesas de capital.

  • Marquei E com quase certeza e a questão fala da letra A como correta. Complica menos FCC. rsrsrs

  • Meu amigo, que questão marota! Comentário perfeito do Roberto.

  • Atualizando*

    § 1 Os valores dos contratos de terceirização de mão-de-obra que se referem à substituição de servidores e empregados públicos serão contabilizados como "Outras Despesas de Pessoal".

    • § 2 A despesa total com pessoal será apurada somando-se a realizada no mês em referência com as dos onze imediatamente anteriores, adotando-se o regime de competência. redação antiga..

    § 2º A despesa total com pessoal será apurada somando-se a realizada no mês em referência com as dos 11 (onze) imediatamente anteriores, adotando-se o regime de competência, independentemente de empenho.   (Lei Complementar 178/2021)


ID
2854438
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

O “número de moradias populares entregues” corresponde a um indicador

Alternativas
Comentários
  • Simples : única medição


    Composto : Diversas medições

  • Além do que o colega colocou, saiba também o seguinte:

    É importante conseguir distinguir os termos indicador e índice. Indicador é uma métrica, pode ser indicador de eficiência (fazer mais com menos) ou até mesmo um indicador de eficácia (atingimento de resultados).

    O índice representa o valor do indicador em um dado momento. É o número para uma dada ocasião (valor numérico atribuível). Um indicador X qualquer pode exibir o índice 5% hoje, e 6,3% amanhã.

    Por que para o “número de moradias populares entregues” estamos falando de um indicador de eficácia? Pois o resultado (5 casas, 10 casas, mil casas) é fruto do resultado do programa. Seria um indicador de eficiência se fosse "o número de moradias populares construídas em 1 mês", por exemplo. Assim, teríamos 5 casas construídas no mês de janeiro....10 casas construídas no mês de fevereiro (opa! Mais eficiente que janeiro).

    Ao dizer “número de moradias populares entregues” nos referimos tão somente ao resultado final (a eficácia).

    Resposta: Letra D.

  • número de moradias populares entregues (ele foi eficaz ao entregar)!

    não há que se falar em eficiência (meios/modos) e efetividade (produção de efeitos).

     

    já se pode eliminar 3! ABC.

    na letra E, se fosse verdade que numa administração contemporanea só duas variáveis, era verdade que a prima da vizinha da sua tia passou em 2 meses

  • Ao meu entender:


    Eficiência: As casas populares foram construídas de acordo com o orçamento previsto (ou até abaixo dele);

    Eficácia: As casas populares construídas foram entregues (a meta era entregar X casas à população);

    Efetividade: Redução da desigualdade social e atingimento do objetivo da dignidade da pessoa humana e ao direito à moradia, previstos na CF (efeitos a longo prazo).

  • Eficiência: as casas foram feita conforme os recurso disponíveis e tempo previstos;

    Eficaz: as casas foram entregue;

    Efetividade: caso os futuros moradores aprovarem o empreendimento e estas foram bem feita e está atendendo a suas expectativas.

  • Simples = um valor numérico atribuído a uma variável Compostos (relativos) = relação entre duas ou mais variáveis. Podem ser: 1. Proporção /coeficiente 2. Porcentagem 3. Razão ou índice 4. Taxa Complexos (índices agregados) : o resultado vem da composição de vários indicadores e aspectos.
  • Para resolução da questão, faz-se necessário o conhecimento e aplicação prática dos conceitos de Eficiência, Eficácia e Efetividade. Segundo Paludo (2013):

    Eficiência: é o uso racional e econômico dos insumos na produção de bens e serviços; é uma relação entre insumos e produtos. Insumos são recursos humanos, materiais e componentes. A eficiência também considera o custo dos insumos e não pode comprometer a qualidade.

    Eficácia: é o grau de alcance das metas, é uma medida de resultados utilizada para avaliar o desempenho da administração. Demonstra a capacidade de entregar bens/serviços imediatos. A eficácia não considera custos.

    Efetividade: é o impacto final das ações; é o grau de satisfação das necessidades e dos desejos da sociedade pelos serviços prestados pela instituição. A efetividade vai além das entregas imediatas (metas) e analisa a transformação causada pela execução das ações." (PALUDO, 2013, p. 364).


    Ante o exposto, vamos analisar cada item.

    A) Errado, pois o item afirma que a entrega de casas se vincula ao indicador de efetividade, que é um indicador que mede o impacto das ações. Entretanto, o “número de moradias populares entregues" está relacionado com o indicador de eficácia, que se refere ao alcance dos objetivos.


    B) Errado, pois o item afirma que a entrega de casas se vincula ao indicador de eficiência, que é um indicador que mede o uso racional dos meios. Entretanto, a questão não informa que as casas tiveram bom custo benefícios ou que foram construídas em menor tempo, o que demonstraria uma eficiência. Lado outro, o “número de moradias populares entregues" está relacionado com o indicador de eficácia, que se refere ao alcance dos objetivos.


    C) Errado, pois o item afirma que a entrega de casas se vincula ao indicador de efetividade, que é um indicador que mede o impacto das ações. Entretanto, o “número de moradias populares entregues" está relacionado com o indicador de eficácia, que se refere ao alcance dos objetivos.


    D) Certo, pois o “número de moradias populares entregues" está relacionado com o indicador de eficácia (alcance dos objetivos), que é um indicador simples que representa um valor numérico atribuível a uma variável.


    E) Errado, pois apesar do item estabelecer corretamente que o indicador normalmente é utilizado para medir eficácia, o item afirma que o indicador é “composto e que expressa a relação entre duas variáveis", sendo que o indicador de eficácia é simples, tendo em vista que representa um valor numérico atribuível a uma variável.


    Gabarito do Professor: Letra “D".

    Fonte:

    Paludo, Augustinho. Administração geral e pública para AFRF e AFT. 2. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.

ID
2854441
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

De acordo com as determinações da Lei Complementar nº 101/2000, os Anexos que integram a Lei de Diretrizes Orçamentárias de um ente público estadual para um determinado exercício financeiro devem conter

Alternativas
Comentários
  • Gab. D

     

    O anexo de metas fiscais integrará a LDO, esse anexo conterá:

     --> avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;

  • GAB.: D


      § 2o O Anexo (de Metas Fiscais) conterá, ainda:

            I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;

           II - demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional;

            III - evolução do patrimônio líquido, também nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos;

            IV - avaliação da situação financeira e atuarial:

            a) dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador;

            b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial;

            V - demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado.

  • C - a compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes no Anexo de Gestão Fiscal. LOA

  • Anexos que integram a Lei de Diretrizes Orçamentárias: Anexo de Metas Fiscais e Anexo de Riscos Fiscais -  Art. 4  da LRF

    A) a aplicação das receitas orçamentárias vinculadas a fundos especiais do estado.

    (Na lei não fala nada sobre isso)

    B)a avaliação da situação financeira e atuarial das fundações e empresas estatais não dependentes.

     A avaliação da situação financeira e atuarial será dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador; e dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial;

    C) a compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes no Anexo de Gestão Fiscal.

    Os anexos contidos na LDO são apenas o de Metas Fiscais e Riscos Fiscal. A LRF apresenta o relatório de gestão fiscal que deve ser emitido ao final de cada quadrimestre pelos titulares dos Poderes e órgãos

    D)a avaliação do cumprimento das metas relativas ao exercício financeiro anterior - Certa

    E)o programa anual atualizado dos investimentos, inversões financeiras e transferências previstos no Quadro de Recursos e de Aplicação de Capital.

    (Na lei não fala nada sobre isso)

  • CAPÍTULO II

    DO PLANEJAMENTO

    Seção II - Da Lei de Diretrizes Orçamentárias

    Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição (CF = A LDO compreenderá metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente, orientará a elaboração da LOA, disporá sobre as alterações sobre legislação tributárias e estabelecerá sobre a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento) e:

    I - disporá também sobre:

    a) equilíbrio entre receitas e despesas;

    b) critérios e forma de limitação do empenho,(...)

    e) normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financeiros com recursos dos orçamentos;

    f) demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas;

    §1º Integrará o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública para o exercício financeiro e para os dois subsequentes.

    §2º O Anexo conterá, ainda:

    I - Avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;

    II - Demonstrativo das metas anuais, instruindo com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional.

    III - Evolução do patrimônio líquido, também nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos obtidos com alienação de ativos;

    IV - Avaliação da situação financeira e atuarial:

    a) dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidos públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador;

    b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial;

    V - Demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado.

    § 3º A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas pública, informando as providências a serem tomadas caso se concretizem.

  • Art.4° $2° O anexo conterá, ainda:

    I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;

    GABA "d"

  • Os anexos que integram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) são: Anexo de Metas Fiscais (AMF) e o Anexo de Riscos Fiscais (ARF). Ressalte-se que existe também um anexo específico que acompanha mensagem que encaminhar o projeto de LDO da União (LRF, art. 4º, § 4º), mas na questão estamos falando de um ente público estadual.

    Ok. Vamos para as alternativas:

    a) Errada. Isso não deve estar nos anexos que integram a LDO. A LRF não fala isso.

    b) Errada. O AMF até deve conter avaliação da situação financeira e atuarial, mas não é das fundações e empresas estatais não dependentes. Confira:

    Art. 4º, § 2º O Anexo conterá, ainda:

    IV - avaliação da situação financeira e atuarial:

    a) dos regimes geral de previdência social (RGPS) e próprio (RPPS) dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT);

    b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial;

    c) Errada. Anexo de Gestão Fiscal? Esse anexo não existe!

    d) Correta. Exatamente como determina o art. 4º, § 2º, I:

     

    Art. 4º, § 2º O Anexo conterá, ainda:

    I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;

    e) Errada. A LRF também não fala nada disso.

    Gabarito do professor: D

  • Sem muitas delongas:

    Avaliação é do Ano Anterior: AAA

  • Os anexos que integram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) são: Anexo de Metas Fiscais (AMF) e o Anexo de Riscos Fiscais (ARF). Ressalte-se que existe também um anexo específico que acompanha mensagem que encaminhar o projeto de LDO da União (LRF, art. 4º, § 4º), mas na questão estamos falando de um ente público estadual.


    Ok. Vamos para as alternativas:

    a) Errada. Isso não deve estar nos anexos que integram a LDO. A LRF não fala isso.


    b) Errada. O AMF até deve conter avaliação da situação financeira e atuarial, mas não é das fundações e empresas estatais não dependentes. Confira:

    Art. 4º, § 2º O Anexo conterá, ainda:

    IV - avaliação da situação financeira e atuarial:

    a) dos regimes geral de previdência social (RGPS) e próprio (RPPS) dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT);

    b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial;



    c) Errada. Anexo de Gestão Fiscal? Esse anexo não existe!


    d) Correta. Exatamente como determina o art. 4º, § 2º, I:

    Art. 4º, § 2º O Anexo conterá, ainda:

    I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;



    e) Errada. A LRF também não fala nada disso.


    Gabarito do professor: D
  • Erros:

    a) está na LOA, não na LDO (art. 72, Lei 4320/64)

    b) não se incluem as estatais não dependentes nessa avaliação, que está no Anexo de Metas Fiscais. A avaliação é nos RGPS, RPPS, FAT e outros fundos/programas estatais de natureza atuarial (Art. 4º, §2º, IV, LRF)

    c) não existe esse anexo na LDO. Essa compatibilidade está no PLOA (Art. 5º, I, LRF)

    d) GABARITO. Está no Anexo de Metas Fiscais. Art. 4º, §2º, I, LRF

    e) está na LOA, não na LDO (Art. 2º, §2º, III, Lei 4320/64)

  • *Anexo de METAS Fiscais contém:

    ------- a) evolução do PL

    ------- b)Avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior

    ------- c)Avaliação da situação financeira e atuarial:

    -------d)Demonstrativo:

    ------- ------- --das metas anuais

    ------- ------- -- da estimativa e compensação de receitas

    ------- ------- -- da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado

    -

    -

    * Anexo de RISCOS fiscais contém:

    ------- a)Passivos Contingentes

    ------- b)Outros Riscos


ID
2854444
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Atenção: Para responder a questão, utilize as informações abaixo.


Um ente público estadual definiu o valor de R$2.155.000,00 para a Reserva de Contingência para o exercício financeiro de 2018. 

De acordo com a Lei Complementar nº 101/2000, a forma de utilização da Reserva de Contingência teve que ser estabelecida na Lei 

Alternativas
Comentários
  • Gab. C

     

    RESERVA DE CONTINGÊNCIA 
      --> Integrada na LOA

      --> Terá forma de uso e montante estabelecido na LDO

      --> É destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

      --> Forma de uso e montante definido com base na Receita Corrente Líquida - RCL.

  • A forma de utilização da reserva de contingência estará na LDO. Pode ser utilizada para cobrir passivos contingentes e outros riscos.

  • LC 101/2000

    Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    ........

    III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

     a) (VETADO)

     b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

  • Na LOA conterá o valor estabelecido para a Reserva de contingência, porém, é na LDO que são estabelecidos os montantes e a foram de utilização!

  • Arthur xerez e foi exatamente aí que eu troquei as bolas e fui induzida ao erro,como a banca sugeriu. Que FDP!!!!

  • Lembra do nosso exemplo?

    Imagine que a Reserva de Contingência seja um bolo. Isso mesmo: um bolo!

    Muito bem. O bolo está na LOA, mas a forma (o molde) que você utilizou para fazer esse bolo está na LDO.

    Portanto, a reserva de contingência está na LOA, mas forma de utilização e montante estão na LDO.

    “De onde você tirou isso mesmo, professor?”

    Da LRF, olha só:

    Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

    b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

    Analisando a questão, eliminamos as alternativas A, B e D, porque a forma de utilização e montante são estabelecidos na LDO (e não na LOA). E eliminamos a alternativa E, porque a reserva de contingência é destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos (e não ao pagamento das despesas relativas à dívida pública).

    Gabarito: C

  • Reserva de Contigencia está prevista na LOA, mas a forma de utilização e monstante está previsto na LDO.

  • Eu costumo ensinar aos meus alunos assim: imagine que a Reserva de Contingência seja um bolo. Isso mesmo: um bolo!

    Muito bem. O bolo está na LOA, mas a forma (o molde) que você utilizou para fazer esse bolo está na LDO.

    Portanto, a reserva de contingência está na LOA, mas forma de utilização e montante estão na LDO.

    “De onde você tirou isso mesmo, professor?"

    Da LRF, olha só:

    Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

    III - conterá reserva de contingênciacuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

    b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

     



    Fonte: imagem cedida pelo professor.

    Analisando a questão, eliminamos as alternativas A, B e D, porque a forma de utilização e montante são estabelecidos na LDO (e não na LOA). E eliminamos a alternativa E, porque a reserva de contingência é destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos (e não ao pagamento das despesas relativas à dívida pública).


    Gabarito do professor: C
  • Excelente a explicação do Profe do QC Sérgio Machado.


ID
2854447
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Atenção: Para responder a questão, utilize as informações abaixo.


Um ente público estadual definiu o valor de R$2.155.000,00 para a Reserva de Contingência para o exercício financeiro de 2018. 

De acordo com a Lei Complementar n° 101/2000, o ente público estadual considerou, no somatório das receitas que serviu de base para a definição do valor destinado à Reserva de Contingência, aquelas classificadas como

Alternativas
Comentários
  • Gab. B

     

    A LRF diz que a reserva de contingência terá seu montante definido com base na Receita Corrente Líquida - RCL.

     

    RCL é composta pelo somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes.

     

     

    ***Galera, usei esse raciocínio, não sei se é bem por aí, mas foi como consegui resolver a questão:

    ***Se eu estiver equivocado, por favor, entre em contato e diga-me.

     

     


  • MANUAL DE DEMONSTRATIVOS FISCAIS 2019

    9ª edição

    Pág. 171

    O principal objetivo da RCL é servir de parâmetro para o montante da reserva de contingência e para os limites da despesa total com pessoal, da dívida consolidada líquida, das operações de crédito, do serviço da dívida, das operações de crédito por ARO e das garantias do ente da Federação. 


    LRF

    Art. 2o Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

    IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos [...]


    GAB. B. Somente receita corrente!!!

  • Complementando:


    A - tributárias, patrimoniais e outras receitas correntes e de capital. (O que está de vermelho corresponde à Receita de Capital)

    B - industriais, transferências correntes e outras receitas correntes. (Gabtarito, são classificadas como Receitas Correntes)

    C - patrimoniais, transferências de capital e operações de crédito. (O que está de vermelho corresponde à Receita de Capital)

    D - de contribuições, operações de crédito e outras receitas correntes. (O que está de vermelho corresponde à Receita de Capital)

    E - de serviços, patrimoniais e alienação de bens. (O que está de vermelho corresponde à Receita de Capital)



  • Como trata-se de receita corrente líquida (RCL), para matar a questão deve-se eliminar as alternativas que contenham receitas de capital.

  • Mesmo que você não soubesse que se trata de Receita corrente líquida - RCL, daria para usar o raciocínio lógico, haja vista que as demais opções possuem ao menos uma Receita de capital.

    A) tributárias, patrimoniais e outras receitas correntes e de capital.B

    B) industriais, transferências correntes e outras receitas correntes.

    C) patrimoniais, transferências de capital e operações de crédito. 

    D) de contribuições,operações de crédito e outras receitas correntes.

    E) de serviços, patrimoniais e alienação de bens.

    Fala pessoal, no intuito de ajudar os colegas, eu criei um insta só com questões de Adm. Geral e Pública para compartilhar um pouco da minha experiência na área.

    @bizuadm

    Caso alguém ache será de alguma valia, será bem-vindo. Um grande abraço.

    (Caso discorde de algum comentário, discutiremos e aprenderemos juntos)

  • A RCL (Receita Corrente Líquida) define o MONTANTE da Reserva de Contingência.

     

    RCL - É composta pelo Somatório de Receitas TRIBUTÁRIAS, DE CONTRIBUIÇÕES, PATRIMONIAIS, INDUSTRIAIS, AGROPECUÁRIAS, DE SERVIÇOS, TRANSFERÊNCIAS CORRENTES E OUTRAS RECEITAS CORRENTES.


  • Sobre o tema Reserva de Contingência há alguns artigos relevantes:

    LRF, Art. 5:

       O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar:

      III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

    a)  (VETADO)

    b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

    Conceito de Receita Corrente Líquida:

    LRF, Art 2º:

         IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos[...].

    LEI Nº 13.707, DE 14 DE AGOSTO DE 2018 - LDO:

    Art. 12. A Reserva de Contingência, observado o inciso III do caput do art. 5º da Lei de Responsabilidade Fiscal, será constituída, exclusivamente, de recursos do Orçamento Fiscal, equivalendo, no Projeto e na Lei Orçamentária de 2019, a, no mínimo, dois décimos por cento da receita corrente líquida constante do referido Projeto.

  • A Reserva de Contingência é calculada com base na Receita Corrente Líquida (RCL). Logo, tal cálculo não abrange receitas de capital.

  • O cálculo da Reserva de contingência é baseado na Receita corrente líquida (no mínimo 0,2% da RCL). Desta forma, basta eliminar as opções onde constem as receitas de capital:

    a) tributárias, patrimoniais e outras receitas correntes e de capital.

    b) Industriais, transferências correntes e outras receitas correntes.

    c) patrimoniais, transferências de capital e operações de crédito.

    d) de contribuições, operações de crédito e outras receitas correntes.

    e) de serviços, patrimoniais e alienação de bens.

    Bônus:

    Receitas de capital englobam: Operações de crédito, Tranferências de capital, Alienação de bens, Amortização de empréstimos, Outras (não classificáveis)

    FONTE: https://portal.fazenda.sp.gov.br/acessoinformacao/Downloads/Webservice/Conceitos%20de%20receitas%20LC%20131.pdf

  • RESERVA DE CONTINGÊNCIA 

     --> Integrada na LOA

     --> Terá forma de uso e montante estabelecido na LDO

     --> É destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

     --> Forma de uso e montante definido com base na Receita Corrente Líquida - RCL.

    LRF -  Art. 2  , IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes.

    Gabarito ( B )

    Obs: Quando meus comentários estiverem desatualizados ou errados, mandem-me msgns no privado, por favor, porque irei corrigi-los.

  • Em outras palavras, a questão quer está lhe perguntando: quais são as receitas que servem de base para a definição do valor destinado à Reserva de Contingência?

    A resposta está na Lei de Responsabilidade Fiscal, olha só:

    Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar: (...)

    III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:

    Certo. Mas o que é Receita Corrente Líquida (RCL)?

    De novo, vamos para a LRF:

    Art. 2º Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

    IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos: (...)

    Ou seja: a RCL é a soma das receitas correntes (não das receitas de capital), feitas algumas deduções (daí o nome “líquida”).

    Agora vamos encontrar a resposta:

    a) Errada. Outras receitas de capital não compõe a RCL, portanto não servem de base para a definição do valor destinado à Reserva de Contingência.

    b) Correta. Todas aqui são receitas correntes, compõem a RCL e servem de base para a definição do valor destinado à Reserva de Contingência.

    c) Errada. Transferências de capital e operações de crédito são receitas de capital.

    d) Errada. Operações de crédito são receitas de capital.

    e) Errada. Alienação de bens é receita de capital.

    Gabarito do professor: B

  • Em outras palavras, a questão quer está lhe perguntando: quais são as receitas que servem de base para a definição do valor destinado à Reserva de Contingência?

    A resposta está na Lei de Responsabilidade Fiscal, olha só:

    Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar: (...)

    III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:


    Certo. Mas o que é Receita Corrente Líquida (RCL)?

    De novo, vamos para a LRF:

    Art. 2º Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

    IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos: (...)


    Ou seja: a RCL é a soma das receitas correntes (não das receitas de capital), feitas algumas deduções (daí o nome “líquida").


    Agora vamos encontrar a resposta:

    a) Errada. Outras receitas de capital não compõe a RCL, portanto não servem de base para a definição do valor destinado à Reserva de Contingência.


    b) Correta. Todas aqui são receitas correntes, compõem a RCL e servem de base para a definição do valor destinado à Reserva de Contingência.


    c) Errada. Transferências de capital e operações de crédito são receitas de capital.


    d) Errada. Operações de crédito são receitas de capital.


    e) Errada. Alienação de bens é receita de capital.


    Gabarito do professor: B

ID
2854450
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

De acordo com as determinações da Lei Complementar n° 101/2000, o demonstrativo relativo aos resultados nominal e primário, de um determinado ente público estadual, deve acompanhar

Alternativas
Comentários
  • Gab. E

     

     Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos relativos a:

        III - resultados nominal e primário;

     

    Direto ao ponto...

     

     

  • Lei 101 de 2000


    Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos relativos a:

            I - apuração da receita corrente líquida, na forma definida no inciso IV do art. 2o, sua evolução, assim como a previsão de seu desempenho até o final do exercício;

            II - receitas e despesas previdenciárias a que se refere o inciso IV do art. 50;

            III - resultados nominal e primário;

            IV - despesas com juros, na forma do inciso II do art. 4o;

            V - Restos a Pagar, detalhando, por Poder e órgão referido no art. 20, os valores inscritos, os pagamentos realizados e o montante a pagar.

  • Do Relatório Resumido da Execução Orçamentária

            Art. 52. O relatório a que se refere o  abrangerá todos os Poderes e o Ministério Público, será publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre e composto de:

            I - balanço orçamentário, que especificará, por categoria econômica, as:

            a) receitas por fonte, informando as realizadas e a realizar, bem como a previsão atualizada;

            b) despesas por grupo de natureza, discriminando a dotação para o exercício, a despesa liquidada e o saldo;

            II - demonstrativos da execução das:

            a) receitas, por categoria econômica e fonte, especificando a previsão inicial, a previsão atualizada para o exercício, a receita realizada no bimestre, a realizada no exercício e a previsão a realizar;

            b) despesas, por categoria econômica e grupo de natureza da despesa, discriminando dotação inicial, dotação para o exercício, despesas empenhada e liquidada, no bimestre e no exercício;

            c) despesas, por função e subfunção.

            § 1 Os valores referentes ao refinanciamento da dívida mobiliária constarão destacadamente nas receitas de operações de crédito e nas despesas com amortização da dívida.

            § 2 O descumprimento do prazo previsto neste artigo sujeita o ente às sanções previstas no § 2 do art. 51.

            Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos relativos a:

            I - apuração da receita corrente líquida, na forma definida no inciso IV do art. 2, sua evolução, assim como a previsão de seu desempenho até o final do exercício;

            II - receitas e despesas previdenciárias a que se refere o inciso IV do art. 50;

            III - resultados nominal e primário;

            IV - despesas com juros, na forma do inciso II do art. 4;

            V - Restos a Pagar, detalhando, por Poder e órgão referido no art. 20, os valores inscritos, os pagamentos realizados e o montante a pagar.

            § 1 O relatório referente ao último bimestre do exercício será acompanhado também de demonstrativos:

            I - do atendimento do disposto no , conforme o § 3 do art. 32;

            II - das projeções atuariais dos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos;

            III - da variação patrimonial, evidenciando a alienação de ativos e a aplicação dos recursos dela decorrentes.

            § 2 Quando for o caso, serão apresentadas justificativas:

            I - da limitação de empenho;

            II - da frustração de receitas, especificando as medidas de combate à sonegação e à evasão fiscal, adotadas e a adotar, e as ações de fiscalização e cobrança.

  • Do Relatório de Gestão Fiscal

            Art. 54. Ao final de cada quadrimestre será emitido pelos titulares dos Poderes e órgãos referidos no art. 20 Relatório de Gestão Fiscal, assinado pelo:

            I - Chefe do Poder Executivo;

            II - Presidente e demais membros da Mesa Diretora ou órgão decisório equivalente, conforme regimentos internos dos órgãos do Poder Legislativo;

            III - Presidente de Tribunal e demais membros de Conselho de Administração ou órgão decisório equivalente, conforme regimentos internos dos órgãos do Poder Judiciário;

            IV - Chefe do Ministério Público, da União e dos Estados.

            Parágrafo único. O relatório também será assinado pelas autoridades responsáveis pela administração financeira e pelo controle interno, bem como por outras definidas por ato próprio de cada Poder ou órgão referido no art. 20.

            Art. 55. O relatório conterá:

            I - comparativo com os limites de que trata esta Lei Complementar, dos seguintes montantes:

            a) despesa total com pessoal, distinguindo a com inativos e pensionistas;

            b) dívidas consolidada e mobiliária;

            c) concessão de garantias;

            d) operações de crédito, inclusive por antecipação de receita;

            e) despesas de que trata o inciso II do art. 4o;

            II - indicação das medidas corretivas adotadas ou a adotar, se ultrapassado qualquer dos limites;

            III - demonstrativos, no último quadrimestre:

            a) do montante das disponibilidades de caixa em trinta e um de dezembro;

            b) da inscrição em Restos a Pagar, das despesas:

            1) liquidadas;

            2) empenhadas e não liquidadas, inscritas por atenderem a uma das condições do inciso II do art. 41;

            3) empenhadas e não liquidadas, inscritas até o limite do saldo da disponibilidade de caixa;

            4) não inscritas por falta de disponibilidade de caixa e cujos empenhos foram cancelados;

            c) do cumprimento do disposto no inciso II e na alínea b do inciso IV do art. 38.

            § 1o O relatório dos titulares dos órgãos mencionados nos incisos II, III e IV do art. 54 conterá apenas as informações relativas à alínea a do inciso I, e os documentos referidos nos incisos II e III.

            § 2o O relatório será publicado até trinta dias após o encerramento do período a que corresponder, com amplo acesso ao público, inclusive por meio eletrônico.

            § 3o O descumprimento do prazo a que se refere o § 2o sujeita o ente à sanção prevista no § 2o do art. 51.

            § 4o Os relatórios referidos nos arts. 52 e 54 deverão ser elaborados de forma padronizada, segundo modelos que poderão ser atualizados pelo conselho de que trata o art. 67.

  • Art. 167. São vedados:

    III - a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta;

  • Questão sobre os instrumentos de transparência da gestão fiscal, estabelecidos pela LRF.

    A LRF reforçou o princípio da transparência, abrangendo todo o planejamento (planos, diretrizes orçamentárias e orçamentos) até a execução dos programas e divulgação de resultados obtidos.

    Nesse contexto, a LRF define os instrumentos de transparência da gestão fiscal: planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) e o Relatório de Gestão Fiscal (RGF); e as versões simplificadas desses documentos.

    Dica! É muito comum cair em prova a distinção entre os dois Relatórios. Memorize que o RGF traz comparações com os limites da LRF, enquanto que o RREO traz o balanço orçamentário e demonstrativos diversos de cada ente (engloba todos os Poderes e órgãos). O RGF só traz demonstrativos no último quadrimestre.

    Feita a revisão do assunto, já podemos analisar as alternativas:

    A) Errada. Segundo a LRF, não há demonstrativo relativo aos resultados fiscais (nominal e primário) que acompanha a LDO.

    Atenção! Não confunda esse demonstrativo com o anexo de metas fiscais, que integrará o projeto de LDO, conforme art.

    “Art. 4º § 1º Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes."

    B) Errada. Vide alternativa A.

    C) Errada. Apesar do nome ser Relatório de Gestão Fiscal, segundo a LRF, não há demonstrativo relativo aos resultados fiscais (nominal e primário) que acompanha o RGF.

    Dica! Esse é um peguinha que sempre cai em prova! Lembre sempre que demonstrativos são no RREO. Demonstrativos no RGF só no último quadrimestre, tratando especificamente de restos a pagar e disponibilidade de caixa (não de resultados fiscais).

    D) Errada.  Vide alternativa C. Além disso, segundo a literalidade da LRF, RGF é um instrumento de transparência, não planejamento.

    E) Certa. Conforme art. 48 e 53 da LRF:

    “Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido demonstrativos relativos a:

    I - apuração da receita corrente líquida, na forma definida no inciso IV do art. 2º, sua evolução, assim como a previsão de seu desempenho até o final do exercício;

    II - receitas e despesas previdenciárias a que se refere o inciso IV do art. 50;

    III - resultados nominal e primário;

    IV - despesas com juros, na forma do inciso II do art. 4º;"


    Gabarito do Professor: Letra E.

ID
2854453
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O chefe do Poder Executivo de um determinado ente público pretende construir uma escola para a abertura de 500 vagas no ensino fundamental. A execução iniciar-se-á em dezembro de 2018 com conclusão prevista para dezembro de 2021. De acordo com as determinações da Constituição Federal de 1988, a construção da escola

Alternativas
Comentários
  • Art. 167. São vedados: § 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

  • Lei n. 4.320 Art. 12. § 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a execução de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamentos e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de caráter comercial ou financeiro.

    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4320.htm


  • E

    não poderá ser iniciada sem prévia inclusão no Plano Plurianual, ou sem lei que autorize a sua inclusão, por se tratar de uma despesa classificada como investimento, cuja execução ultrapassa um exercício financeiro.

  • Basicamente, a inversão financeira é quando o governo compra um imóvel que costumava alugar para evitar gastos com despesas de aluguel.

  • Gabarito: E

    SEÇÃO II

    DOS ORÇAMENTOS

    Art. 167. São vedados:

    § 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

    fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm

  • A questão exige conhecimento relacionado à disciplina constitucional acerca dos orçamentos. Analisando o caso hipotético narrado e considerando a disciplina constitucional acerca do assunto, é correto afirmar que a construção da escola não poderá ser iniciada sem prévia inclusão no Plano Plurianual, ou sem lei que autorize a sua inclusão, por se tratar de uma despesa classificada como investimento, cuja execução ultrapassa um exercício financeiro. Nesse sentido, conforme a CF/88:

    Art. 167, § 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

    Gabarito do professor: letra e.


  • Com relação aos investimento - despesas de capital:

    Despesas de investimentos: despesas necessárias ao planejamento e execução de obras, aquisição de instalações, equipamentos e material permanente, constituição ou aumento do capital do Estado que não sejam de caráter comercial ou financeiro, incluindo-se as aquisições de imóveis considerados necessários à execução de tais obras;

    Despesas de capital:

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Despesa_p%C3%BAblica

    Bons estudos!

  • I) Despesas correntes não enriquecem o patrimônio público e são necessárias à execução dos serviços públicos e à vida do Estado, sendo, assim, verdadeiras despesas operacionais e economicamente improdutivas:

    a) Despesas de custeio são feitas objetivando assegurar o funcionamento dos serviços públicos, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e adaptação de bens imóveis, recebendo o Estado, em contraprestação, bens e serviços (art. 12, §12, e art. 13):

    1. Pessoal civil

    2. Pessoal militar

    3. Material de consumo

    4. Serviços de terceiros

    5. Encargos diversos

    b) Despesas de transferências correntes são as que se limitam a criar rendimentos para os indivíduos, sem qualquer contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções destinadas a atender à manifestação de outras entidades de direito público ou privado, compreendendo todos os gastos sem aplicação governamental direta dos recursos de produção nacional de bens e serviços (art. 12, § 2º, e art. 13, Lei 4320/64):

    1. Subvenções sociais

    2. Subvenções econômicas

    3. Inativos

    4. Pensionistas

    5. Salário-família e Abono familiar

    6. Juros da dívida pública

    7. Contribuições de Previdência Social

    8. Diversas transferências correntes

    II)Despesas de capital são as que determinam uma modificação do patrimônio público através de seu crescimento, sendo, pois, economicamente produtivas, e assim se dividem:

    1. Despesas de investimentos são as que não revelam fins reprodutivos (art. 12, § 42, e art. 13):

    I- Obras públicas

    II- Serviços em regime de programação especial

    III- Equipamentos e instalações

    IV- Material permanente

    V- Participação em constituição ou aumento de capital de empresas ou entidades industriais ou agrícolas

    2. Despesas de inversões financeiras são as que correspondem a aplicações feitas pelo Estado e suscetíveis de lhe produzir rendas (art. 12, § 5º, e art. 13):

    I- Aquisição de imóveis

    II- Participação em constituição ou aumento de capital de empresas ou entidades comerciais ou financeiras

    III- Aquisição de títulos representativos de capital de empresas em funcionamento

    IV- Constituição de fundos rotativos

    V- Concessão de empréstimos

    VI- Diversas inversões financeiras

    3. Despesas de transferências de capital são as que correspondem a dotações para investimentos ou inversões financeiras a serem realizadas por outras pessoas jurídicas de direito público ou de direito privado, independentemente de contraprestação direta em bens ou serviços, constituindo essas transferências auxílios ou contribuições, segundo derivem diretamente da lei de orçamento ou de lei especial anterior, bem como dotações para amortização da dívida pública (art. 12, § 6º, e art. 13):

    I- Amortização da dívida pública

    II- Auxílios para obras públicas

    III Auxílios para equipamentos e instalações

    IV- Auxílios para inversões financeiras

    V- Outras contribuições

    Fonte: http://www.stf.jus.br/repositorio/cms/portalTvJustica/portalTvJusticaNoticia/anexo/Caio_Bartine.doc

  • Constituição Federal:

    Art. 167. São vedados:

    I - o início de programas ou projetos não incluídos na lei orçamentária anual;

    § 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

    § 2º Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reabertos nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente.

    § 3º A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública, observado o disposto no art. 62.

    § 4º É permitida a vinculação de receitas próprias geradas pelos impostos a que se referem os arts. 155 e 156, e dos recursos de que tratam os arts. 157, 158 e 159, I, a e b, e II, para a prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta.

    § 5º A transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra poderão ser admitidos, no âmbito das atividades de ciência, tecnologia e inovação, com o objetivo de viabilizar os resultados de projetos restritos a essas funções, mediante ato do Poder Executivo, sem necessidade da prévia autorização legislativa prevista no inciso VI deste artigo.

  • Gabarito: E (acertô miseravi)

    Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade (atr. 167, § 1º, da CF/1988). Portanto, no caso em tela, a construção da escola não poderá ser iniciada sem prévia inclusão no Plano Plurianual, ou sem lei que autorize a sua inclusão, por se tratar de uma despesa classificada como investimento, cuja execução ultrapassa um exercício financeiro.

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  • CF/88 - Art. 167 §1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem a previa inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

    Lei n. 4.320 - Art. 12. § 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a execução de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados necessários à realização destas últimas, bem como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamentos e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de caráter comercial ou financeiro.

    Gabarito: Letra E

  • Esse é aquele tipo de questão em que primeiro temos que analisar a situação. Vamos lá: o

    chefe do Poder Executivo quer construir uma escola e esse investimento vai começar em dezembro

    de 2018 e terminar em dezembro de 2021: 3 anos.

    Hum! Que interessante um investimento cuja execução dura 3 anos...

    A LOA é só para um exercício financeiro, que tem duração de um ano, porque coincide com o

    ano civil (Lei 4.320/64, art. 34).

    Será que o chefe do Poder Executivo pode começar esse investimento só incluindo-o na LOA?

    Não parece muito coerente, não é?

    E não é mesmo!

    Vejamos a regra na CF/88:

    Art. 167, § 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro

    poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a

    inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

    Então:

    Investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro: precisa estar no PPA.

    Investimento cuja execução seja inferior a um exercício financeiro: não precisa estar

    no PPA.

    “E se essa regra for desrespeitada, o que acontece?”

    Crime de responsabilidade!

    Portanto, esse investimento da questão, cuja execução está ultrapassando um exercício

    financeiro (porque dura 3 anos), precisa estar incluído no PPA! Já elimine as alternativas B e C.

    Agora vejamos as demais.

    A alternativa A está errada, porque essa despesa não é classificada como inversão financeira,

    e sim como investimento.

    “Ah, professores. É verdade. Lá no texto constitucional fala em ‘investimento’!”

    Na verdade, temos uma imprecisão aí no texto constitucional.

    É o seguinte: ao classificar por Natureza da despesa, primeiro classificamos a despesa em

    Categorias Econômicas. Elas podem ser:

    Despesas correntes; ou Despesas de capital.

    Em seguida, classificamos por Grupo de Natureza da Despesa (GND). Aqui as despesas de

    capital podem ser classificadas como:

    Investimentos;

    Amortização da Dívida;

    Inversões financeiras.

    “Como é que eu faço para lembrar das despesas de capital, professores?”

    Você vai chegar para seu amigo(a) e perguntar: IAI?

    I = Investimentos

    A = Amortização da dívida

    I = Inversões financeiras.

    Vejamos agora a definição de investimentos e inversões financeiras, na Lei 4.320/64:

    Art. 12, § 4º Classificam-se como investimentos as dotações para o planejamento e a

    execução de obras, inclusive as destinadas à aquisição de imóveis considerados

    necessários à realização destas últimas, bem como para os programas especiais de trabalho,

    aquisição de instalações, equipamentos e material permanente e constituição ou aumento do

    capital de empresas que não sejam de caráter comercial ou financeiro.

    § 5º Classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a:

    I - aquisição de imóveis, ou de bens de capital já em utilização; (...)

    Quer diferenciá-los de forma bem fácil? Investimento é algo novo. Inversão financeira é algo já

    usado. Pronto!

    “Certo, e que imprecisão é essa do texto constitucional?”

    É que a CF/88 falou “investimento”, mas ela não se referiu somente as despesas classificadas

    como despesas de capital do Grupo de Natureza de Despesa (GND) “investimentos”. Isso significa

    que uma inversão financeira cuja execução ultrapasse um exercício financeiro também só

    poderá ser iniciada com prévia inclusão no plano plurianual (PPA), ou sem lei que autorize a

    inclusão.

    Agora, finalmente voltando para a alternativa da questão: estamos diante de uma construção de

    uma nova escola. Por isso, trata-se de um investimento e não de uma inversão financeira.

    A alternativa C também está errada, porque estamos diante de uma despesa de capital e não

    uma despesa corrente. As despesas correntes não contribuem, diretamente, para a formação ou

    aquisição de um bem de capital. Uma escola nova é um bem de capital.

    E assim chegamos ao nosso gabarito: alternativa E. Está tudo certo aqui: precisa estar no PPA,

    é uma despesa de capital – investimento, e sua execução ultrapassa um exercício financeiro.

    Gabarito: E

  • Se vai construir, vai investir.

    Se vai utilizar algo já construído, vai realizar uma inversão financeira.

    De qualquer forma, seja um investimento ou inversão financeira, um projeto que dure mais de um exercício financeiro deve ser previamente incluído no PPA ou ter uma lei que autorize a sua inclusão no PPA antes do seu início.

  • GABARITO LETRA E

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 167. São vedados:

     

    § 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

  • Gabarito E

    § 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.(art. 167, § 1º, da CF/1988).

    Despesas de capital

    Investimentos: aquisição de imóveis novos /ou com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização de obras. 

    Inversões financeiras: aquisição de imóveis já em utilização.


ID
2854456
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Segundo o princípio orçamentário

Alternativas
Comentários
  • Exclusividade

    A lei orçamentária deverá conter apenas matéria orçamentária ou financeira. Ou seja, dela deve ser excluído qualquer dispositivo estranha à estimativa de receita e à fixação de despesa. O objetivo deste princípio é evitar a presença de "caldas e rabilongos". Não se inclui na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita.

    Não Vinculação ou Não Afetação das Receitas

    Nenhuma parcela da receita geral poderá ser reservada ou comprometida para atender a certos casos ou a determinado gasto. Ou seja, a receita não pode ter vinculações. Essas reduzem o grau de liberdade do gestor e engessa o planejamento de longo, médio e curto prazos.Este princípio encontra-se claramente expresso no inciso IV do art. 167 da CF de 88, mas aplica-se somente às receitas de impostos."São vedados "a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts., 158 e 159, a destinação de recursos para manutenção e desenvolvimento do ensino (art. 212), prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita, previstas no art. 165, § 8º".

    Totalidade

    Coube à doutrina tratar de reconceituar o princípio da unidade de forma que abrangesse as novas situações. Surgiu, então, o princípio da totalidade, que possibilitava a coexistência de múltiplos orçamentos que, entretanto, devem sofrer consolidação, de forma a permitir uma visão geral do conjunto das finanças públicas.A Constituição de 1988 trouxe melhor entendimento para a questão ao precisar a composição do orçamento anual que passará a ser integrado pelas seguintes partes: a) orçamento fiscal; b) orçamento da seguridade social e c) orçamento de investimentos das estatais. Este modelo, em linhas gerais segue o princípio da totalidade.

     

    http://www2.camara.leg.br/orcamento-da-uniao/cidadao/entenda/cursopo/principios.html

  • Princípio da Totalidade = princípio da Unidade
  • Justificando a letra "E" , princípio que eu ainda não tinha visto em AFO:

    E )da descentralização, uma fundação pública possui cronograma de execução orçamentária e financeira distinto do ente público a que pertence. 


    Princípio da Descentralização

    Segundo o princípio da descentralização, é preferível que a execução das ações ocorra no nível mais próximo de seus beneficiários. Com essa prática, a cobrança dos resultados tende a ser favorecida, dada a proximidade entre o cidadão, beneficiário da ação, e a unidade administrativa que a executa. 


    Fonte: http://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/2170/1/Or%C3%A7amento%20P%C3%BAblico%20Conceitos%20B%C3%A1sicos%20-%20M%C3%B3dulo%20%20%281%29.pdf


    Bons estudos!

  • Gabarito: "D".

    Unidade: o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não mais que um para cada ente da federação em cada exercício financeiro.

    Totalidade: há coexistência de múltiplos orçamentos que, entretanto, devem sofrer consolidação.

    Prof. Sérgio Mendes - Estratégia Concursos

  • O princípio da Totalidade deriva do princípio da Unidade. Gabarito, Letra D).

  • Caí feito pato, falar em TOTALIDADE, lembrar de CONSOLIDAÇÃO.

  • LETRA  D

     

    Unidade: O orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não mais que um para cada ente da federação em cada exercício financeiro.

    Totalidade: há coexistência de múltiplos orçamentos que, entretanto, devem sofrer consolidação.

     

    Prof. Sérgio Mendes

  • A) Exceções ao princípio da exclusividade: abertura de créditos suplementares e operações de crédito, ainda que por antecipação de receita (ARO).

    B) Princípio da programação.

    C) Princípio do orçamento bruto.

    D) Perfeito. O princípio da totalidade deriva do princípio da unidade.

    E) A descentralização procura aproximar a execução orçamentária de sua realidade fática.

  • Princípio da exclusividade - a lei orçamentária não conterá matéria estranha à previsão da receita e à fixação da despesa,  não se incluindo na proibição a autorização para a abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação da receita.

  • O princípio da UNIDADE ou TOTALIDADE está previsto no art. 2º da Lei nº 4.320/64 e também pode ser extraído do que dispõe o art. 165 da CF. Ele expressa que a lei orçamentária deve ser UMA PEÇA SÓ, isto é, TODAS AS RECEITAS E DESPESAS DEVEM INTEGRAR UM ÚNICO DOCUMENTO LEGAL.

  • Gab.: Alternativa D

    Princípio da UNIDADE ou Totalidade.

    O princípio da unidade é respaldado legalmente por meio do Art. 2º da Lei 4.320/64 e pelo § 5º do art. 165 da CF 88. DEVE EXISTIR UM ÚNICO ORÇAMENTO, uma única peça orçamentária (orçamento uno). O orçamento é uma peça uma.

    Portanto, cada ente da Federação (União, estados, Distrito Federal e municípios) deverá elaborar um único orçamento, uma única Lei Orçamentária Anual –LOA. 

    QUESTÕES PARA FIXAÇÃO:(2018/Q839413/Q919813/Q919693_2016/Q617224)

  • Pra quem (assim como eu) não conhecia o princípio da descentralização:

    DESCENTRALIZAÇÃO --> A execução das ações devem ocorrer no nível mais próximo de seus beneficiários.

    Fonte: http://www.fazenda.pr.gov.br/arquivos/File/pdf/iiseminario/orcamento.pdf

  • O princípio da totalidade é um desdobramento do princípio da unidade.

  • Vamos logo para as alternativas:

    a) Errada. De acordo com o princípio da exclusividade, a Lei Orçamentária Anual (LOA) não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Mas, como exceção, a LOA pode conter autorização para abertura de créditos adicionais suplementares. Somente os suplementares.

    Conforme a Lei 4.320/64, os créditos adicionais classificam-se em: suplementares, especiais e extraordinários. A LOA pode conter autorização para abertura de créditos suplementares. Como a alternativa falou “créditos adicionais”, entende-se que ela se referiu também aos créditos especiais e extraordinários. Aqui está o primeiro erro da alternativa.

    Outro erro é dizer que a LOA pode conter autorizações para alternações das alíquotas tributárias. A segunda exceção ao princípio da exclusividade é a autorização para contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita orçamentária (ARO).

    Esse princípio está expresso na CF:

    Art. 165, § 8º A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.

    Resumindo: além da previsão de receitas e fixação de despesas, também poderão estar na LOA:

    • Autorização para abertura de créditos adicionais suplementares;

    • Autorização para contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita orçamentária (ARO).

    b) Errada. Princípio orçamentário do controle? Desse eu nunca ouvi falar. E a alternativa está mais relacionada ao princípio da programação, que preceitua que orçamento público deve evidenciar os programas de trabalho, servindo como instrumento de administração do Governo, facilitando a fiscalização, gerenciamento e planejamento.

    c) Errada. De acordo com o princípio da não afetação das receitas, nenhuma parcela da receita geral poderá ser reservada ou comprometida para atender a certos e determinados gastos. Quanto ao Poder Público ter que registrar todas as receitas públicas pelo valor total (vedadas quaisquer deduções), esse é o princípio do orçamento bruto, previsto no artigo 6º da Lei 4.320/64:

    Art. 6º Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções.

    d) Correta. Observe este trecho do Manual Técnico de Orçamento (MTO) 2021: “De acordo com este princípio, o orçamento deve ser uno, ou seja, cada ente governamental deve elaborar um único orçamento. Este princípio é mencionado no caput do art. 2º da Lei nº 4.320, de 1964, e visa evitar múltiplos orçamentos dentro da mesma pessoa política. Dessa forma, todas as receitas previstas e despesas fixadas, em cada exercício financeiro, devem integrar um único documento legal dentro de cada nível federativo: LOA.”

    e) Errada. No curso de Introdução ao Orçamento Público, oferecido pela Escola Nacional de Administração Pública – ENAP, em seu módulo 1 ,consta que: “segundo o princípio da descentralização, é preferível que a execução das ações ocorra no nível mais próximo de seus beneficiários. Com essa prática, a cobrança dos resultados tende a ser favorecida, dada a proximidade entre o cidadão, beneficiário da ação, e a unidade administrativa que a executa.”

    Gabarito do professor: D

  • Vamos logo para as alternativas:


    a) Errada. De acordo com o princípio da exclusividade, a Lei Orçamentária Anual (LOA) não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Mas, como exceção, a LOA pode conter autorização para abertura de créditos adicionais suplementares. Somente os suplementares.

    Conforme a Lei 4.320/64, os créditos adicionais classificam-se em: suplementares, especiais e extraordinários. A LOA pode conter autorização para abertura de créditos suplementares. Como a alternativa falou “créditos adicionais", entende-se que ela se referiu também aos créditos especiais e extraordinários. Aqui está o primeiro erro da alternativa.

    Outro erro é dizer que a LOA pode conter autorizações para alternações das alíquotas tributárias. A segunda exceção ao princípio da exclusividade é a autorização para contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita orçamentária (ARO).

    Esse princípio está expresso na CF:

    Art. 165, § 8º A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.

    Resumindo: além da previsão de receitas e fixação de despesas, também poderão estar na LOA:

    • Autorização para abertura de créditos adicionais suplementares;

    • Autorização para contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita orçamentária (ARO).


    b) Errada. Princípio orçamentário do controle? Desse eu nunca ouvi falar. E a alternativa está mais relacionada ao princípio da programação, que preceitua que orçamento público deve evidenciar os programas de trabalho, servindo como instrumento de administração do Governo, facilitando a fiscalização, gerenciamento e planejamento.


    c) Errada. De acordo com o princípio da não afetação das receitas, nenhuma parcela da receita geral poderá ser reservada ou comprometida para atender a certos e determinados gastos. Quanto ao Poder Público ter que registrar todas as receitas públicas pelo valor total (vedadas quaisquer deduções), esse é o princípio do orçamento bruto, previsto no artigo 6º da Lei 4.320/64:

    Art. 6º Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções.


    d) Correta. Observe este trecho do Manual Técnico de Orçamento (MTO) 2021: “De acordo com este princípio, o orçamento deve ser uno, ou seja, cada ente governamental deve elaborar um único orçamento. Este princípio é mencionado no caput do art. 2º da Lei nº 4.320, de 1964, e visa evitar múltiplos orçamentos dentro da mesma pessoa política. Dessa forma, todas as receitas previstas e despesas fixadas, em cada exercício financeiro, devem integrar um único documento legal dentro de cada nível federativo: LOA."


    e) Errada. No curso de Introdução ao Orçamento Público, oferecido pela Escola Nacional de Administração Pública – ENAP, em seu módulo 1 ,consta que: “segundo o princípio da descentralização, é preferível que a execução das ações ocorra no nível mais próximo de seus beneficiários. Com essa prática, a cobrança dos resultados tende a ser favorecida, dada a proximidade entre o cidadão, beneficiário da ação, e a unidade administrativa que a executa."


    Gabarito do professor: D

ID
2854459
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

O número de leitos em um hospital público estadual é um indicador de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO A

     

    Os indicadores sociais que são mais interessantes para a análise de políticas públicas são:

     

    Indicador-insumo  

    correspondem às medidas associadas à disponibilidade de recursos humanos, financeiros ou de equipamentos alocados para um processo ou programa que afeta uma das dimensões da realidade social. São tipicamente indicadores de alocação de recursos para políticas sociais

     

    Indicador-processo

    são indicadores intermediários, que traduzem em medidas quantitativas, o esforço operacional de alocação de recursos humanos, físicos ou financeiros (indicadores-insumo) para a obtenção de melhorias efetivas de bem-estar (indicadores-resultado e indicadores-impacto), como número de consultas pediátricas por mês, merendas escolares distribuídas diariamente por aluno ou ainda homens-hora dedicados a um programa social 

     

    Indicador-resultado

    são aqueles mais propriamente vinculados aos objetivos finais dos programas públicos, que permitem avaliar a eficácia do cumprimento das metas especificadas, como por exemplo, a taxa de mortalidade infantil, cuja diminuição espera-se verificar com a implementação de um programa de saúde materno-infantil.

     

    Indicador-impacto

    referem-se aos efeitos e desdobramentos mais gerais, antecipados ou não, positivos ou não, que decorrem da implantação dos programas, como, no exemplo anterior, a redução da incidência de doenças na infância ou a melhoria do desempenho escolar futura, efeitos decorrentes de atendimento adequado das gestantes e da criança recém-nascida.

     

    FONTE:https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/farmacia/analise-de-indicadores-diferentes-classificacoes-para-os-indicadores/43933

     

     

    Acredito que seja mais uma questão mal classificada (n edial nem tem recursos materiais): 

    Avaliação das políticas públicas; metas, indicadores e desempenho 

  • Resolvi na base da lógica (não sei se há algo específico para esse tipo de questão). Fiquei em dúvida entre A e C

    a) Os leitos em um hospital são um dos recursos utilizados para que ele realize sua atividade fim, por isso podem ser classificados como insumos em um processo de produção

    Leitos -> Pacientes -> Tratamento das pessoas

    c) Desconsiderei essa alternativa por saber que produto é algo que passou por um processo de produção, , uma vez que a função do hospital não é produzir leitos, ele não pode ser classificado como produto.

    Mas isso foi só interpretação rsrsrs

  • Indicador-insumos

ID
2854462
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

O Projeto de Lei Orçamentária

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: C


    CF 88


    Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:

    I - o plano plurianual;

    II - as diretrizes orçamentárias;

    III - os orçamentos anuais.

    (...)

    § 6º O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.

  • GABARITO C

     

    CF/88: O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.

  • A) LDO.

    B) Despesas com investimento.

    D) Sobre a Receita Corrente Líquida (RCL).

    E) LDO.

  • Fazendo um adendo no comentário do Guilherme Nunes, com relação à alternativa "d". O limite não é de 1,8%, e sim de 1,2%. Aí sim da Receita Corrente Líquida - RCL

  • Erro na letra D -  no § 9º, do art. 166 da CF estabeleceu que as emendas individuais ao projeto de lei orçamentária serão aprovadas no limite de 1,2% (um inteiro e dois décimos por cento) da receita corrente líquida (RCL) prevista no projeto encaminhado pelo Poder Executivo, sendo que a metade deste percentual será destinada a ações e serviços públicos de saúde.


    Fonte: Professor Deusvaldo Carvalho


    Bons estudos


  • Erro da B)


    O orçamento das empresas estatais dependentes constará do Orçamento Fiscal.


    No Orçamento De Investimentos constarão apenas as estatais Independentes.


    A diferença entre dependente e independente é que na primeira o Estado fornece recursos para custeio e manutenção de pessoal e na segunda não; a semelhança entre elas é que ambas são controladas, classificação dada às empresas em que o Estado detenha a maioria do capital social com direito a voto.


  • Além de, como bem apontado pelo colega, o orçamento de investimentos em estatais só compreender as estatais não dependentes, existe um outro ponto muito interessante já cobrado em prova:

    " (...) Empresa estatal NÃO dependente é a empresa cuja maioria do capital social com direito a voto pertença a um ente federado e que NÃO DEPENDA de recursos deste para o financiamento de seus dispêndios. Ou seja, é aquela empresa cujas despesas operacionais (custeio, pessoal etc) são bancadas com recursos próprios (não públicos), gerados ao longo de seu processo produtivo, prestação de serviços etc.Ora, se tais entidades não dependem de recursos públicos para o financiamento de suas despesas, então, por definição, não deveriam integrar qualquer orçamento público. Ocorre que, no entanto, há algo de especial em relação às despesas de investimento dessas entidades que justificam que tais dispêndios (e apenas estes) devam ser autorizados no âmbito do OI. (...) Percebe-se, portanto, que existem claras diferenças entre o conteúdo dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social e o Orçamento de Investimentos. Entre outras que poderiam ser listadas, temos:(i) as entidades que integram o OF e o OSS dependem de recursos públicos, enquanto que as que integram o OI são financiadas com recursos próprios;(ii) todas as receitas e despesas das entidades que integram o OF e o OSS devem ser estimadas e autorizadas em referidos orçamentos, enquanto que no OI apenas as despesas de investimentos e respectivas fontes de financiamento é que precisam ser analisadas;(iii) o OI é composto apenas por um único tipo de entidade, enquanto que o OF e o OSS são compostos por toda e qualquer entidade que dependa de recursos do tesouro público para o financiamento de seus dispêndios.".

    Com base nisso, as despesas operacionais das estatais não dependentes não integram o Orçamento de Investimentos.

    Fonte:

    https://www2.camara.leg.br/orcamento-da-uniao/estudos/2018/copy_of_ARegradeOuroeoOramentodeInvestimentos.pdf

  • a) LDO disporá sobre critérios e forma de limitação de empenho.

    b) somente as dependentes

    c) correta. Art. 165 § 6º CF

    d) 1,2%

    e) está no anexo de metas fiscais, da LDO

  • Vamos confirmar essas informações sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA):

    a) Errada. Essa aqui é a Lei de Diretrizes Orçamentárias, confira na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF):

    Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e:

    I - disporá também sobre:

    a) equilíbrio entre receitas e despesas;

    b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9º e no inciso II do § 1º do art. 31;

    b) Errada. A LOA conterá o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto. Observe:

    Art. 165, § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;

    E outra, de acordo com a LRF:

    Art. 2º Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

    II - empresa controlada: sociedade cuja maioria do capital social com direito a voto pertença, direta ou indiretamente, a ente da Federação;

    III - empresa estatal dependente: empresa controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária;

    Isso significa que As Empresas Estatais Independentes (EEI) também são controladas e também podem receber recursos financeiros, mas não para o pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral.

    c) Correta, de acordo com a Constituição Federal:

    Art. 165, § 6º O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.

    d) Errada. As emendas individuais parlamentares poderão ser aprovadas até o limite de 1,2 % da Receita Corrente Líquida prevista no PLOA, confira aqui na CF:

    Art. 166, § 9º As emendas individuais ao projeto de lei orçamentária serão aprovadas no limite de 1,2% (um inteiro e dois décimos por cento) da receita corrente líquida prevista no projeto encaminhado pelo Poder Executivo, sendo que a metade deste percentual será destinada a ações e serviços públicos de saúde.

    e) Errada. Novamente, essa aqui é a LDO. Esse demonstrativo está contido no Anexo de Metas Fiscais, que integra a LDO. Olha só:

    Art, 4º, § 1º Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

    Art, 4º, § 2º O Anexo conterá, ainda: (...)

    II - demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional;

    Gabarito do professor: C

  • Vamos confirmar essas informações sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA):


    a) Errada. Essa aqui é a Lei de Diretrizes Orçamentárias, confira na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF):

    Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e:

    I - disporá também sobre:

    b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9º e no inciso II do § 1º do art. 31;



    b) Errada. A LOA conterá o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto. Observe:

    Art. 165, § 5º A lei orçamentária anual compreenderá:

    II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;


    E outra, de acordo com a LRF:

    Art. 2º Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

    II - empresa controlada: sociedade cuja maioria do capital social com direito a voto pertença, direta ou indiretamente, a ente da Federação;

    III - empresa estatal dependente: empresa controlada que receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária;

    Isso significa que As Empresas Estatais Independentes (EEI) também são controladas e também podem receber recursos financeiros, mas não para o pagamento de despesas com pessoal ou de custeio em geral.


    c) Correta, de acordo com a Constituição Federal:

    Art. 165, § 6º O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.


    d) Errada. As emendas individuais parlamentares poderão ser aprovadas até o limite de 1,2 % da Receita Corrente Líquida prevista no PLOA, confira aqui na CF:

    Art. 166, § 9º As emendas individuais ao projeto de lei orçamentária serão aprovadas no limite de 1,2% (um inteiro e dois décimos por cento) da receita corrente líquida prevista no projeto encaminhado pelo Poder Executivo, sendo que a metade deste percentual será destinada a ações e serviços públicos de saúde.


    e) Errada. Novamente, essa aqui é a LDO. Esse demonstrativo está contido no Anexo de Metas Fiscais, que integra a LDO. Olha só:

    Art. 4º, § 1º Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

    Art. 4º, § 2º O Anexo conterá, ainda: (...)

    II - demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional;



    Gabarito do professor: C

ID
2854465
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder a questão, utilize as informações abaixo e as da Lei nº 4.320/1964.


Em 09/08/2018, o ordenador de despesas de um ente público estadual empenhou despesa no valor de R$ 6.500,00 referente à aquisição de material de construção para reparos em imóveis. O fornecedor, atendendo as cláusulas contratuais, entregou o material em 16/08/2018, data em que a despesa foi liquidada. A despesa foi paga em 10/09/2018 pelo valor total do empenho.

Em 09/08/2018 foi extraído um documento denominado

Alternativas
Comentários
  • Gab. C

     

    NOTA DE EMPENHO

    Documento utilizado para registar as despeas orçamentárias realizadas pela Administração que. 

    Identifica:

      -> nome do credor,
      -> a especificação,  
      -> importância da despesa e
      -> a célula orçamentária,

    E deduz o saldo da dotação aprovada.

  • Art. 61. Para cada empenho será extraído um documento denominado "nota de empenho" que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa bem como a dedução desta do saldo da dotação própria.

  • Na Verdade o Gabarito dessa questão é a Letra D. Pelos motivos destacados pelo amigo Reinaldo Sousa.


  • O gabarito é letra D. Na liquidação não há EXTINÇÃO da obrigação. Isso só ocorre no PAGAMENTO.

  • 4.4.2.1. Empenho

    Empenho, segundo o art. 58 da Lei nº 4.320/1964, é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. Consiste na reserva de dotação orçamentária para um fim específico.

    O empenho será formalizado mediante a emissão de um documento denominado “Nota de Empenho”, do qual deve constar o nome do credor, a especificação do credor e a importância da despesa, bem como os demais dados necessários ao controle da execução orçamentária.

    MCASP 7ºEdição


ID
2854468
Banca
FCC
Órgão
SEAD-AP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Contabilidade Pública
Assuntos

Atenção: Para responder a questão, utilize as informações abaixo e as da Lei nº 4.320/1964.


Em 09/08/2018, o ordenador de despesas de um ente público estadual empenhou despesa no valor de R$ 6.500,00 referente à aquisição de material de construção para reparos em imóveis. O fornecedor, atendendo as cláusulas contratuais, entregou o material em 16/08/2018, data em que a despesa foi liquidada. A despesa foi paga em 10/09/2018 pelo valor total do empenho.

A liquidação da despesa referente à aquisição de material de construção para reparos em imóveis teve por base

Alternativas
Comentários
  • GABARITO "C"


    A) o contrato, os comprovantes da entrega do material e a ordem de pagamento.

    Errado. A ordem de pagamento é posterior a liquidação.


    B) o edital de licitação, os comprovantes da entrega do material e a ordem de pagamento. 

    Errado. A ordem de pagamento é posterior a liquidação.


    C) o contrato, a nota de empenho e os comprovantes da entrega do material. 

    Correto.


    D) a nota de empenho, o edital de licitação e a ordem de pagamento

    Errado. A ordem de pagamento é posterior a liquidação.


    E) o edital de licitação, o contrato e a nota de empenho.

    Errado. Faltou o comprovante de entrega dos materiais. Além disso, o edital já ficou para trás, uma vez que serviu de base para a elaboração do contrato, bem como para a emissão da nota de empenho.

  • GABARITO C


    Lei 4.320/64


    Art. 63. A liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.

    §1o Essa verificação tem por fim apurar:

    I - a origem e o objeto do que se deve pagar;

    II - a importância exata a pagar;

    III - a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.

    §2o A liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base:

    I - o contrato, ajuste ou acordo respectivo;

    II - a nota de empenho;

    III - os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço.

  • Liquidação ⇒ verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito

    Quais são esses títulos e documentos comprobatórios ?

    ⇒ Contrato, ajuste ou acordo respectivo

    ⇒ Nota de empenho

    ⇒ Comprovante da entrega do material ou da prestação efetiva do serviço

    Gabarito: Letra C