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Prova CESGRANRIO - 2011 - Transpetro - Administrador Júnior


ID
463858
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

No trecho “ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos." (L. 37-38), o sentido da palavra mesmo equivale àquele usado em:

Alternativas
Comentários
  • LETRA A

    Ambos com o mesmo sentido de adjetivo, que figura em pessoa; que se apresenta em caráter pessoal:

    “Eles mesmos pressentiam .... qualquer coisa de trágico, de mau...” (Antônio Patrício, Serão Inquieto, p. 140);

    “Responde / Como eu mesma: ‘Não sei’.” (Vicente de Carvalho, Poemas e Canções, p. 280);

    “Mas agora estou pensando no erro mais profundo que me divide de mim mesmo.” (Gustavo Corção, Lições de Abismo, p. 125);

    “esquecida de si mesma” (Antônio Patrício, Serão Inquieto, p. 57).
    • “ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos (adj. próprios).” - semelhança, identidade
    • a) Ele mesmo falou com a escritora. (próprio)
    • b) Mesmo a pessoa mais sagaz não perceberia o erro. (adv. "até")
    •  c) Mesmo que  eu me vá, a festa continuará animada. (loc. conj.  Mesmo que, ainda que, conquanto)
    •  d) Ele acertou mesmo a questão. (adv. de verdade, verdadeiramente)
    •  e) Só mesmo o diretor para resolver esta questão.  usada com valor reforçativo somente
  • Porra, tu ler o texto e tiram uns trechos que nao tem nada a ver, achei que estava maluco

  • No excerto, a palavra mesmo possui o sentido de a próprio. Assim, analisando as assertivas, teremos:

    a) Correto: Apresenta o mesmo sentido do enunciado - " Ele próprio falou com a escritora.";
    b) Errado: Possui o sentido de inclusão (inclusive, até);
    c) Errado: Apresenta sentido de incerteza, dúvida (ainda);
    d) Errado: Expressa certeza, verdade;
    e) Errado: Representa um advérbio que pode ser substituído por unicamente, somente.

  • a-

    tem sentido reflexivo, com funcao de realce, podendo ser removido sem afetar a oracao


ID
463861
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

Observe as palavras “se” no trecho “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” (L. 16-17)

Afirma-se corretamente que ambas apresentam, respectivamente, as mesmas funções das palavras destacadas em:

Alternativas
Comentários
    •  “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” (Conjunção subordinativa condicional/partícula expletivaPartícula integrante do verbo
    • a) Tire um tempo livre se quiser/ se tratar. (Classe gramatical de tratar-severbo pronominal )
    • Conjunção subordinativa condicional/Partícula integrante do verbo
    • b) Ele se considera sabido/ se acerta todas as questões.(Classe gramatical de considerar-se: verbo pronominal)
    • Partícula integrante do verbo/Conjunção subordinativa condicional
    •  c) O consumidor virá queixar-se, se você não devolver o produto. (pronominais  orgulhar-se apaixonar-se dignar-se arrepender-se queixar-se)
    •  Partícula integrante do verbo: ligada a verbos pronominais./Conjunção subordinativa condicional
    • d) Formaram-se diversos grupos para debater se é o melhor momento.
    • Partícula apassivadora: quando se liga a verbos transitivos diretos com a intenção de apassivá-los./Conjunção subordinativa integrante: a conjunção introduz orações subordinadas substantivas (pode ser substituida por isso "se é o melhor momento = isto")
    • e) Se ele desconhecia se ia adotar uma nova política, por que tocou no assunto?

    Conjunção subordinativa condicional: introduz orações subordinadas adverbiais condicionais. /Conjunção subordinativa integrante: a conjunção introduz orações subordinadas substantivas  ( "se ele desconhecia isso")

  • Questão repetida, igual a 33.
  • Como o primeiro "se" é uma condicional troca-se por: caso e o segundo é reflexivo mude a "voz"
    Trecho: Caso nao cuidar-se botam numa jaula

     a) Tire um tempo livre caso quiser tratar-se 
    • Conjunção subordinativa condicional / Partícula integrante do verbo

  • Gabarito letra A!

    O primeiro "se" se refere a uma conjunção condicional, devido a possível substituição por " caso "
    O segunda "se" é parte integrante do verbo, já que o verbo " tratar " é pronominal. 
    ex: eu me trato, tu se tratas, nós nos tratamos.

    Força guerreiro!

  • a correta... c correta também

  • a-

    1° se- conjuncao p/ condicao

    2° se - pronome reflexivo p/ 3° pessoa

  • GAB: LETRA A

    Complementando!

    Fonte: SQ Estratégia

    A - Tire um tempo livre se quiser se tratar.

    • CORRETA.

    • Assim como na frase do enunciado, o primeiro "se" está funcionando como conjunção subordinativa condicional e o segundo, como pronome reflexivo.

    • Vejamos os conceitos:

    • As conjunções condicionais iniciam uma oração subordinada em que é indicada uma hipótese ou uma condição necessária para que seja realizada ou não o fato principal: Exemplos: Se, caso, quando, conquanto que, salvo se, sem que, dado que, desde que, a menos que, a não ser que.

    • Os pronomes reflexivos são pronomes pessoais oblíquos que, embora funcionem como objetos direto ou indireto, referem-se ao sujeito da oração. Indicam que o sujeito pratica e recebe a ação expressa pelo verbo.

    ===

    B - Ele se considera sabido se acerta todas as questões.

    • INCORRETA.

    • Vale lembrar:

    • Os pronomes reflexivos são pronomes pessoais oblíquos que, embora funcionem como objetos direto ou indireto, referem-se ao sujeito da oração. Indicam que o sujeito pratica e recebe a ação expressa pelo verbo.

    ===

    C - O consumidor virá queixar-sese você não devolver o produto.

    • INCORRETA.

    • No trecho em destaque as palavras 'se' exercem função de pronome reflexivo e conjunção subordinativa condicional.

    ===

    D - Formaram-se diversos grupos para debater se é o melhor momento.

    • INCORRETA.

    • Na frase em comento, temos pronome apassivador e conjunção subordinativa condicional.

    • Revisando:

    • Quando pronome apassivador, o "se" acompanha verbos transitivos diretos (VTD) e transitivos diretos e indiretos (VTDI) na formação da voz passiva sintética.

    ===

    E - Se ele desconhecia se ia adotar uma nova política, por que tocou no assunto?

    • INCORRETA.

    • Na frase as palavras "se" estão funcionando como conjunção subordinativa condicional e conjunção integrante.

    • Vale lembrar:

    • Conjunções integrantes são conjunções subordinativas que introduzem orações substantivas, ou seja, orações que atuam como um substantivo na frase, desempenhando funções de sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicado nominal e aposto. Conjunções integrantes: que, se.


ID
463864
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

Embora no texto “Um pouco de silêncio" predomine o emprego da norma-padrão, em algumas passagens se cultiva um registro semiformal.

O fragmento transposto corretamente para a norma-padrão é:

Alternativas
Comentários
    • a) “Quem não corre com a manada (...)” (L. 15) / Quem não corre à manada
    • incorreto: verbo correr não aceita apreposição (neste caso)
    •  
    • b) “notamos as frestas (...)” (L. 36) / notamos às frestas
    • incorreto: verbo notar é t.d., então não pede preposição
    •  
    • c) “Chegamos em casa (...)” (L. 48) / Chegamos a casa
    • correto:
    • verbo chegar pede a preposição a, indicando deslocamento (como a maioria dos verbos de movimento)
    • palavra casa não aceita artigo quando não está determinada, assim não pode aparecer crase
    •  
    • d) “(...) assistir a um programa:” (L. 49-50) / assistir à um programa
    • incorreto: não aparece artigo definido diante de artigo indefinido, então também não aparece crase


    • e) “trazendo à tona (...)” (L. 52) / trazendo há tona
    • incorreto: à tona é uma locução (adv.) feminina, que leva(m) crase, mas é o v. haver, empregado no sentido de existir, o que não encaixa na oração
    •  
    • a) “Quem não corre com a manada (...)” (L. 15) / Quem não corre à manada
    • O verbo correr é intransitivo  (regido pelas  preposições "com e de":
    • b) “notamos as frestas (...)” (L. 36) / notamos às frestas
    • verbo transitivo direto, não rege preposição
    • c) “Chegamos em casa (...)” (L. 48) / Chegamos a casa (correta)
    • Ele chegou a casa. 
      O verbo chegar é intransitivo, logo quem  chega, chega a algum lugar, a
      Tal construção existe tanto no Brasil quanto em Portugal, apesar de oralmente (e culturalmente) o brasileiro utilizar a oração "chegar em casa".

       "a casa" só vai ter crase se casa tiver um adjunto adnominal (um modificador) como em "chegou/fui/vou à casa de pedro", mas "chegou/fui/vou a casa.
    • d) “(...) assistir a um programa:” (L. 49-50) / assistir à um programa (errada)
    • incorreto: A crase não deve ser empregada junto a alguns pronomes indefinidos.
    • Nos sentidos de presenciar, estar presente a, comparecer, assistir é Transitivo Indireto e exige a preposição a.

    • e) “trazendo à tona (...)” (L. 52) / trazendo há tona (incorreto)
    • ha é vervo haver = existir
  • Só um detalhe:

    c) “Chegamos em casa (...)” (L. 48) / Chegamos a casa (correta)

    "Chegar" é intransitivo. Quem chega, chega.
    O verbo pede preposição "a" (direção, destino) mas nem toda preposição é o indicativo de que o verbo tenha objeto indireto.
    No caso, "a casa" é circunstância de local (onde?). A carga semântica da preposição é direção, destino.

    []s

  • Não se usa crase:

    Antes da palavra "casa" no sentido de "próprio lar":
    Chegamos a casapode-se substituir por -> Chegamos em casa.
     
    Antes da palavra "terra" no sentido de "solo": Os marinheiros voltaram a terra. (terra no sentido de solo, chão firme, porém não especificada). Caso "terra" fosse especificado então se utilizaria crase. Ex.: "Irei à terra de meus pais" (terra no sentido de solo, chão firme, porém especificada). Se "Terra" for um substantivo, também se utilizaria a crase. Ex: "Os astronautas voltaram à Terra".

  • O verbo chegar é usado, majoritariamente, como verbo intransitivo. Contudo, pode atuar também como verbo transitivo direto, estabelecendo regência sem a presença de uma preposição, e como verbo transitivo indireto, estabelecendo regência com as preposições a, de, para, em,...

    Verbo chegar como verbo intransitivo

    O verbo chegar é intransitivo, não necessitando de complementos verbais, com os seguintes sentidos:

    - Quando indica a ação completa de ir a algum lugar.

    Ele ainda não chegou.

    Você chegou cedo hoje!

    - Quando indica o ato de acontecer, tendo início no tempo.

    O verão chegou!

    As férias já chegaram!

    Verbo chegar sem regência de preposição

    O verbo chegar apresenta uma transitividade direta, não necessitando da presença de uma preposição, quando indica o ato de aproximar ou movimentar alguma coisa.

    Chega o teu banco para perto do meu.

    Chega as tuas mãos para lá!

    Verbo chegar com regência da preposição a

    O verbo chegar apresenta uma transitividade indireta, estabelecendo regência com a preposição a com os seguintes sentidos:

    - Quando indica o ato de se aproximar de um lugar para onde se foi.

    Cheguei ao aeroporto às duas da manhã.

    Ninguém chegou à festa na hora marcada.

    - Quando indica o ato de atingir ou alcançar um determinado lugar, valor ou importância.

    Chegamos ao fim do trajeto.

    A dívida do condomínio chega a vinte mil reais.

    Você nunca chegará aos pés dele.

    Atenção: preposição em!

    Embora o uso da preposição a seja o correto, há uma preferência entre os falantes para o uso da preposição em nesses sentidos. Embora esse uso já esteja consagrado pelo uso, deverá ocorrer apenas em contextos informais.

    Já cheguei em casa.

    Ainda não cheguei no trabalho.

    O trem chegou no fim da linha.

    Você não chega nos meus pés.

     

    Fonte: https://www.conjugacao.com.br/regencia-do-verbo-chegar/

  • O verbo chegar pode ser:
    - Transitivo indireto: Quando significa valor de limite.
    ex.: Seu estudo chegou ao extremo do saber.

    - Intransitivo: Quando indica movimento a um destino. Neste caso, usa-se a preposição a. Com a ideia de movimento do local de origem, deve-se usar e preposição de.
    ex: Chegamos a casa.
          Chegamos de Fortaleza.
     

  • c-

    chegar a casa - cheguei a minha casa

    mas....

    chegar à casa do joao.


ID
463867
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

A mudança na pontuação mantém o sentido da frase original, preservando a norma-padrão da língua, em:

Alternativas
Comentários
    •  a) “Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.” (L. 1-2) / Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho gostar de sossego é uma excentricidade.
    • aposto explicativo deve ser isolado por duas vírgulas
    •  
    • b) “algumas que não combinam conosco nem nos interessam.” (L. 6-7) / algumas que não combinam conosco, nem nos interessam.
    • correta

    • c) “Quem não corre com a manada praticamente nem existe,” (L. 15-16) / Quem não corre, com a manada praticamente nem existe,
    • erro grave separar complemento do verbo

    • d) “disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters (...)” (L. 19-20) / disparamos sem rumo ou em trilhas determinadas feito hamsters
    • separa oração intercalada, que depende da primeira, por motivo de elipse do verbo:
    • disparamos sem rumo – ou disparamos em trilhas determinadas – feito hamsters

    • e) “Estar sozinho é considerado humilhante,” (L. 26) / Estar sozinho, é considerado humilhante,
    • erro grave separar sujeito do precidativo
  • Vimos anteriormente que as alternativas a, c, d e e estão incorretas porque as alterções propostas acarretam erros gramaticais, o que não ocorre na letra b, sobrando essa como resposta.
     
    Entretanto, a questão pede “a mudança na pontuação (que) mantém o sentido da frase original”. Mas, ao analisar a alternativa b, percebemos que a alteração proposta pode acarreta alteração semântica:
     
    sem virgula:
    Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.”
     
    Percebemos que trata-se de uma enumeração, e o nem funciona como o e e o ou, conjunção coordenativa aditiva, que possue a função de adicionar um termo a outro, ou uma oração à outra, de mesma função gramatical, e que é um caso de uso proibido da virgula.
     
    Assim, sendo o sentido é: “Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco e algumas que nem nos interessam.”
     
     
    com virgula:
    Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco, nem nos interessam.”
     
    O uso da vírgula pode indicar supressão ou deslocamente de um termo ou expressão:
    Deslocamente: “Muitas desnecessárias, outras impossíveis, nem nos interessam algumas que não combinam conosco.” (há alteração no sentido)
    Supressão: “Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco, algumas que nem nos interessam.” (idem ao caso sem virgula)


    Então, percebe-se que, com ou sem vírgula, o sentido pode ser o mesmo, apesar de também possibilitar outras interpretações.
  • b-

    ambas sao oracoes coordenadas aditivas assindeticas - nao ha conjuncao unindo as oracoes. isso é possivel se o contexto deixar obvio a conjuncao omitida.


ID
463870
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

No diálogo abaixo, cada fala corresponde a um número.
I — Por que ele adquiriu somente um ingresso!
II — Comprou dois: um para você outro para mim.
III — Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!"
IV — Pelo visto você acredita em tudo, o que ele diz.

Em relação ao diálogo, a pontuação está correta APENAS em

Alternativas
Comentários
  • I — Por que ele adquiriu somente um ingresso! ?

    II — Comprou dois: um para você, outro para mim.

    III — Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!”
    correto

    IV — Pelo visto você acredita em tudo, o que ele diz. 

  • O ítem IV fica assim: IV — Pelo visto, você acredita em tudo o que ele diz.

    O "Pelo visto" está deslocado na oração.
  • 11. Acentua-se, regra geral, o i e o u tónicos antecedidos de vogal sem formar ditongo, tanto nas palavras agudas como nas graves: , mas ai; saí(s), mas sai(s); baú(s), mas mau(s);caísLuísegoístaheroínajuízes, juízopeúgas, saúdeviúvamiúdograúdodistraí-la,retribuí-o.

    11. 1. Não são acentuadas quando o i e o u são precedidos de ditongo: saiabaiucamaoismo,tauismo.

    11. 2. Nem se acentuam o i ou o u se forem seguidos de lmnrz pertencentes à mesma sílaba ou de nhMadailRaulruimcontribuintecontribuirdesdemiurgojuizmoinho.

    11. 3. Também não se acentuam os ditongos tónicos iu e ui precedidos de vogal: saiuatraiu,pauis.


  • II — Comprou dois: um para você, outro para mim.
     Usa-se vírgula para indicar a supressão de uma palavra ou de um grupo de palavras, no caso "e"

    IV — Pelo visto você acredita em tudoo que ele diz. 

    Adjuntos adverbiais curtos: não se exige vírgula com eles, salvo se for exigida pausa:
    Depois disso tudo voltou ao normal. (ou Depois disso, tudo voltou ao normal)
    No verão passado fomos à Paris. (ou No verão passado, fomos à Paris)
  • Sim, e cadê o ponto final da frase????
    Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!” 
    A exclamação (!) é a finalização da oração citada, agora a minha frase está SEM PONTO FINAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Como pode estar correta??

    E se eu esquecer de colocar ponto final na minha redação a Cesgranrio vai achar bem bonito né...
    Ai ai...
  • Poderia ficar também:

    Por que ele adquiriu somente um ingresso?! (com a interrogação na frente da exclamação)


    quanto à III, faltou, de fato, o ponto final. Bem confuso isso
  • Em atenção à III, o Prof.º da LFG, Agnaldo Martino, preleciona o seguinte: quanto citamos a fala ou escrita de alguém, se o sinal de entonação - neste caso a exclamação - for parte da citação, não carece a inserção do ponto-final. Contudo, caso a citação não venha com o sinal de entonação, carece a frase, depois da sinalização com aspas, de ser pontuada, a fim de se indicar que o período terminou e goza de sentido completo. Eis o motivo de ter sido a omissão utiilizada de maneira correta. Vejamos as possibilidades:
    1 - Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu!”
    2 - 
    Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu”.
    3 - 
    Mas ele saiu daqui dizendo: “Só comprarei o meu.”
  • I — Por que ele adquiriu somente um ingresso?
    II — Comprou dois: um para você, outro para mim.
    III — ok
    IV — Pelo visto você acredita em tudo o que ele diz.


ID
463876
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

O trecho em que se encontra voz passiva pronominal é:

Alternativas
Comentários
  • Voz passiva pronominal (sintética):
    forma-se com um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto na 3ª pessoa do singular ou plural + se (pronome apassivador ou particula apassivadora) + sujeito paciente.
    ex: Vendem-se casas.

    • a) “feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.” (L. 20-21)
    • não é voz passiva
    • não tem sujeito paciente
    •  
    • b) “Recolher-se em casa,” (L. 23)
    • não é voz passiva
    • não tem sujeito paciente
    •  
    • c) “sinal de que não se arrumou ninguém” (L. 26-27)
    • correta
    •  
    • d) “Mas, se a gente aprende a gostar (...)” (L. 55)
    • não é voz passiva
    • se não é pronome
    •  
    • e) “nela a gente se refaz (...)”(L. 65)
    • não é voz passiva
  • A voz passiva pronominal (ou sintética) ocorre apenas com os verbos transitivos diretos, cujo objeto se converte em sujeito por obra do pronome apassivador "se".

    Toda voz passiva pronominal, pode ser transformada em voz passiva analítica.

    a) “feito hamsters /que (Os hamsters) se alimentam de sua própria agitação.”  = voz ativa b) “Recolher-se em casa,” = recolher-se pronominal (São considerados verbos pronominais aqueles que se apresentam sempre com um pronome oblíquo átono como parte integrante do verbo)  c) “sinal de que não se arrumou ninguém” = sinal de que ninguém foi arrumado - voz passiva pronominal (ou sintética) d) “Mas, se a gente aprende a gostar (...)”  - o "SE" é conjunção subordinativa condicional   e) “nela a gente se refaz (...)” - refazer-se: verbo pronominal
  • Letra C. ''Voz passiva pronominal (ou sintética) apresenta pronome apassivador se.
    Para que o ''se'' seja um pronome apassivador, ele deve estar relacionado a um verbo
    transitivo direto, com sujeito paciente explícito na frase. Exemplo: Alugam-se casas.
    (Casas são alugadas). Vejamos cada alternativa: (A) “feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.” — os hamsters praticam a ação de “se alimentar”; este se é
    pronome reflexivo. (B) “Recolher-se em casa,” — o verbo recolher é intransitivo e o
    se é partícula integrante do verbo. (C) “sinal de que não se arrumou ninguém” — o
    verbo arrumar é transitivo direto e o se é uma partícula apassivadora; na voz passiva
    analítica temos: “sinal de que não foi arrumado ninguém”. (D) “Mas, se a gente
    aprende a gostar (...)” — o se é uma conjunção condicional. (E) “nela a gente se
    refaz (...)” — “a gente” pratica a ação de “se refazer”, ou seja, refazer a si mesmo; o
    se é um pronome reflexivo.''  FERNANDO PESTANA 

  • GAB: LETRA C

    Complementando!

    Fonte: SQ Estratégia

    A questão trata de vozes verbais.  

    As vozes verbais classificam-se em voz ativa, voz passiva e voz reflexiva.

    • Voz ativa: a ação verbal é praticada pelo sujeito agente.

     Voz passiva: a ação verbal é sofrida pelo sujeito paciente.

    • Voz reflexiva: o sujeito pratica e sofre a ação ao mesmo tempo. 

    DICA: Devemos sempre analisar a transitividade do verbo, visto que a voz passiva só ocorre quando o verbo é transitivo direto ou bitransitivo (direto e indireto).

    ===

    A - “feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.” (ℓ. 20-21)

    • INCORRETA.

    • Primeiramente devemos analisar a regência do verbo, ou seja, se há transitividade, se o verbo pede ou não complemento. O segundo passo é analisar se o sujeito é agente (pratica a ação) ou paciente (recebe a ação). 

    • Na frase destacada o verbo está na voz reflexiva. 

    • Na voz reflexiva o sujeito pratica e sofre a ação ao mesmo tempo.

    ===

    B - “Recolher-se em casa,” (ℓ. 23)

    • INCORRETA.

    • A voz passiva só ocorre diante de verbo transitivo direto e verbo bitransitivo (direto e indireto). Quando os verbos forem transitivos indiretos, de ligação ou intransitivos não haverá voz passiva.

    • Na frase destacada, o verbo é intransitivo e o SE é partícula integrante do verbo, logo não há voz passiva.

    ===

    C - “sinal de que não se arrumou ninguém” (ℓ. 26-27)

    • CORRETA.

    • A voz passiva só ocorre diante de verbo transitivo direto e verbo bitransitivo (direto e indireto). Quando os verbos forem transitivos indiretos, de ligação ou intransitivos não haverá voz passiva.

    • A voz passiva pode ser analítica (formada por verbo auxiliar + particípio) ou pronominal ou sintética (formada por verbo na 3ª pessoa +SE). 

    • A alternativa está correta, pois o verbo é transitivo direto e a partícula SE é pronome apassivador.

    ===

    D - “Mas, se a gente aprende a gostar (...)” (ℓ. 55)

    • INCORRETA.

    • A voz passiva só ocorre diante de verbo transitivo direto e verbo bitransitivo (direto e indireto). Quando os verbos forem transitivos indiretos, de ligação ou intransitivos não haverá voz passiva.

    • A frase destacada está na voz ativa. O sujeito "a gente" pratica a ação e o SE é conjunção condicional.

    ===

    E - “nela a gente se refaz (...)”(ℓ. 65)

    • INCORRETA.

    • As vozes verbais classificam-se em voz ativa, voz passiva e voz reflexiva.

    • Na frase destacada o verbo está na voz reflexiva. 

    • Na voz reflexiva o sujeito pratica e sofre a ação ao mesmo tempo. "a gente se refaz" = refaz a si mesmo.


ID
463879
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

A explicação correta, de acordo com a norma-padrão, para a pontuação utilizada no texto, é a de que

Alternativas
Comentários
  • a) usa-se a vírgula para separar orações coordenadas assindéticas (que omitem a conjunção)

    b) usa-se dois-pontos antes de uma explicação ou sequência

    c) As aspas na alternativa servem para destacar a palavra ou expressão que queira se dar especial relevo na frase, no caso porque se usa o verbo arrumar como neologismo (arrumar no sentido de arranjar é um brasileirismo)

    d) novamente, os dois-pontos são usados antes de uma explicação ou sequência

    e) a vírgula é usada no caso para separar vários termos coordenados em enumeração
  •     a) a vírgula em “É indispensável circular, estar enturmado.” (L. 14) indica uma relação de explicação entre os termos coordenados.
    Que é termo coordenado é fácil de ver.
    Só não vejo a relação explicativa entre os termos.
    Alguém comenta algo?!

        b) os dois pontos em “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” (L. 16-17) assinalam a ideia de consequência.
    Assinala a ideia de causa!

        c) as aspas em “(...) se ‘arrumasse’ (...)” (L. 28) acentuam o sentido de organização do verbo “arrumar”.
    Ideia de adquirir, obter, comprar.

        d) os dois pontos em “(...) pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo?” (L. 30-31) indicam dúvida entre duas possibilidades distintas.
    Indica apenas uma possibilidade: terapia E antidepressivo.

        e) a vírgula antes do “e” em “transa, ganha dinheiro, e come, envelhece,” (L. 43) marca a diferença entre dois tipos de enumeração.
    Numa enumeração, todos os itens tem o mesmo "peso"

    []s
  • Letra A!

    Ela esta na forma reduzida, ou seja, o verbo esta na forma nominal do infinitivo.

    “É indispensável circular, estar enturmado.” (L. 14)


    Tirando da forma nominal ficaria.

    É indispensável circular, que/pois/porque esteja enturmado.

    Podemos perceber que é uma oração coordenada explicativa.


  • (B) os dois pontos em “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” assinalam a ideia de consequência.   Não se trata de uma conseqüência. A expressão “um animal estranho” sintetiza o que foi afirmado antes.   (C) as aspas em “(...) se ‘arrumasse’ (...)” acentuam o sentido de organização do verbo “arrumar”.   As aspas acentuam o sentido irônico no emprego do verbo “arrumar”.   (D) os dois pontos em “(...) pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo?” indicam dúvida entre duas possibilidades distintas.   Os dois pontos aparecem antes de uma enumeração de possibilidades.   (E) a vírgula antes do “e” em “transa, ganha dinheiro, e come, envelhece,” marca a diferença entre dois tipos de enumeração.   A vírgula marca um realce ao item da enumeração introduzido pela conjunção “e”.

    http://www.gramatiquice.com.br/2011/07/prova-de-portugues-comentada-concurso_12.html

ID
463882
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

A frase em que todas as palavras estão escritas de forma correta, conforme a ortografia da Língua Portuguesa, é:

Alternativas
Comentários
  • a) privilégio

    b) cogitando

    c) possui
         sesta = Repouso que se costuma fazer, depois do almoço, nos países quentes: fazer a sesta.

    d) trás (trás) = prep. e adv. Atrás, após, detrás.           Traz = verbo

    O termo “trás” (com acento e grafado com “s”) tem o mesmo significado de atrás, detrás. Tem função de advérbio de lugar, vem sempre acompanhado de uma preposição, formando com esta uma locução adverbial. 

    O termo “traz” (sem acento e escrito com “z”) tem o mesmo significado de conduzir, transportar, causar, ocasionar, oferecer. É a conjugação do verbo “trazer” na terceira pessoa do singular do indicativo ou na primeira pessoa do singular do imperativo.

    até à = 
    tualmente no Brasil o emprego da crase diante da preposição "até" é facultativo.

    Não precisa ser sábio para entender as coisas, basta ser sensato - frase retirada de um conto de minha autoria
  • Facultativa o uso da crase desde que o verbo exiga a preposição.

    ex: obedeço até à mãe do pedro. Usa-se a crase por que o verbo exige a preposição, nesse caso vc opta por usar ou nao o acento grave.
    mas veja

    EX: Conheço até a mãe de daniel.  Nesse caso nao se faz uso da crase por que o verbo nao exigi o uso da crase.

    abçss

  • Correta E
    a) Foi um previlégio PRIVILÉGIO ser acompanhado pelo advogado do sindicato.
    b) Estão cojitando COGITANDO de fabricar salas acústicas.
    c) A senhora possue POSSUI algumas horas para tirar a cesta ( SESTA - repouso após o almoço).
    Os verbos terminados em "-uir" não têm a terminação "-ue".
    A terceira pessoa do singular do presente do indicativo desses verbos termina em "-ui": ele atribui, ele contribui, ele distribui, ele retribui, ele possui.

    d) O lado de traz  (trás) segue até à sala de descanso.
    advérbio -1. depois de; após
    2 na parte posterior; atrás, detrás
    preposição - 3 relaciona por subordinação e expressa anterioridade e/ou o que está sob falsa aparência. Ex.: t. aquela fala macia, ex iste uma grande raiva contida

    e) CORRETA

  • exemplo de "questão dada"...

  • a) privilégio;

    b) cogitando;

    c) possui;

    d) trás! (traz ===> trazer).

  • GABARITO LETRA E.

    A frase em que todas as palavras estão escritas de forma correta, conforme a ortografia da Língua Portuguesa, é:

    A) Foi um PRIVILÉGIO ser acompanhado pelo advogado do sindicato.

    B) Estão COGITANDO de fabricar salas acústicas.

    C) A senhora POSSUI algumas horas para tirar a cesta.

    D) O lado de TRÁS segue até à sala de descanso.

    GABARITO / E) Estava hesitante/ EM DÚVIDA sobre a escolha do bege claro para a mobília. Hesitar (titubear, estar em dúvida).


ID
463885
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.

A sentença em que o verbo entre parênteses está corretamente flexionado é

Alternativas
Comentários
  • O verbo "reaver" é defectivo e só será conjugado onde (no mesmo tempo e modo) o verbo haver tiver a letra "v", veja:

    Presente do Indicativo
    Hei -
    Hás -
    -
    Havemos Reavemos
    Haveis Reaveis
    Hão -
     
    Perceba que no presente do indicativo a letra "v" só aparece na 2ª e 3ª pessoa do plural, logo, só haverá "reaver" neste mesmo tempo e modo nas 2ª e 3ª pessoas.

     Presente do subjuntivo
    Haja -
    Hajas -
    Haja -
    Hajamos -
    Hajais -
    Hajam -
     
    Perceba que no presente do subjuntivo, em nenhuma das pessoas a parece, no verbo "haver" a letra "v" logo não haverá reaver no presente do subjuntivo.
  • No primeiro comentário, a colega fez confusão entre "rever" e "reaver". O correto é: O coordenador reviu.
  • Vamos estudar em vez de perder tempo puxando cabelo e beliscando.
    Já passamos do jardim de infância! :-)
  • Alguém sabe qual a regência de apreciar?
  • Vamos lá justificar por alternativa:

    a) Verbo "Rever"
    O verbo nesta oração está conjugado no modo Indicativo, tempo Pretérito Perfeito:
    eu revi
    tu reviste
    ele/ela reviu (modo correto: O coordenador reviu as necessidades dos grupos)
    nós revimos
    vós revistes
    eles/elas reviram

    b) Verbo "Deter"
    O verbo nesta oração também está no tempo Pretérito Perfeito:
    eu detive
    tu detiveste
    ele/ela deteve (modo correto: A impaciência deteve as pessoas)
    nós detivemos
    vós detivestes
    eles/elas detiveram

    c) Verbo "Reaver"
    Pela mesma dica do primeiro amigo, justifico o erro dessa alternativa. Nesse tempo e pessoa não existe a conjugação do verbo reaver. A oração está no modo Indicativo , tempo Presente e 1º Pessoa do Singular:
    eu -         (não existe maneira correta de se reescrever a frase)
    tu -
    ele/ela -
    nós reavemos
    vós reaveis
    els/elas -

    d) Vebo "Opor"
    O verbo nessa oração está no modo Subjuntivo, tempo Futuro:
    quando eu opuser
    quando tu opuseres (modo correto: Quando você opuseres à minha solidão,...)
    ou (Quando você se opuser à minha solidão, ...[por causa do pronome se])
    quando ele/ela opuser
    quando nós opusermos
    quando vós opuserdes
    quando eles/elas opuserem

    e) Verbo "Apreciar"
    O verbo está no modo Indicativo e no tempo Presente:
    eu aprecio
    tu aprecias
    ele/ela aprecia
    nós apreciamos  (Nós apreciamos os bons alunos. Correta a frase)
    vós apreciais
    eles/elas apreciam
  • Alguém sabe o porque da letra E está incorreta?no entendi
  • Priscila, a questão E é a única correta.

  • a) reviu

    b) deteve

    c) reaver é defectivo, nao havendo declinacao para 1° pessoa singular

    d) opuser

    e) ok


ID
463888
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

The communicative intention of the article is to

Alternativas
Comentários
  • O segundo paragrafo do texto embasa a alternativa correta. Em sua tradução temos:
    "A pesquisa, apresentada fevereiro..., poderia ajudar a obter suprimentos para as áreas que sofreram catástrofes naturais ou ajudar a preparar para uma distribuição eficiente de vacinas quando os golpes contra a gripe"
  • b-

    The outset of the passage presents the overall difficulties when disaster strikes and there comes the obligatory need to ship aid to the affected areas. Then it brings up the proposed solution, a devised system that takes into account a number of factors in addition to cost and time constraints and outputs an path optimised for wrecked routes and convoluted circumstances. 

    Esse é o tipo de questao que tem que fazer depois de responder 3 ou 4 questões para se ter uma ideia clara do texto sem precisar lê-lo de novo. O texto é somente informativo, relatando um sistema que planeja rotas para transporte em situacoes de emergencia


ID
463891
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

According to Anna Nagurney, in paragraph 3 (lines 14-26), an efficient logistics system must consider the

Alternativas
Comentários
  • Cleanest path to a minimum cost = lowest cost to....

    Sendo assim, uma eficiente logística deve considerar o menor preço.

  • De acordo com Anna Nagurney, no parágrafo 3 (linhas 14-26), um sistema de logística eficiente deve considerar 
    A) o caminho mais curto que liga dois pontos finais frágeis.
    B) apenas meios de levar mercadorias perecíveis por via terrestre.
    C) a rede mais rentável, em termos de transporte barato.
    D) menor custo para colocar as mercadorias de forma segura e em condições adequadas.
    E) a utilização de  meios de transporte padrão normalmente utilizados para produtos médicos.
    "Mais do que considerar o caminho mais curto de um lugar para outro para maximizar o lucro, seu  sistema  tem como objetivo  o caminho mais simples a um custo mínimo, enquanto capta fatores tais como como a perecibilidade do produto e a incerteza de rotas de abastecimento. "Você não sabe onde está a demanda, por isso é complicado, disse Nagurney."

    "Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. 'You don't know where demand is, so it's tricky,' said Nagurney.
    Segundo parágrafo 3, inferimos que a alternativa D está correta.
  • d-

    Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’

    A logistics system shouldn't follow a greedy algorithm pattern and just work out the shortest possible route to arrive at the desired destination. Rather, it has to take into account a number of constraints such as infrastrcuture conditions, sell-bydate of the transported goods, costs and unpredictability of the available paths. 

    O parágrafo compara uma abordagem conveniocnal (o qual verifica caminho mais curto) com o sistema proposto (caminho mais seguro e outras variaveis). 

  • Segundo parágrafo 3, inferimos que a alternativa D está correta.

    De acordo com Anna Nagurney, no parágrafo 3 (linhas 14-26), um sistema de logística eficiente deve considerar 

    A) o caminho mais curto que liga dois pontos finais frágeis.

    B) apenas meios de levar mercadorias perecíveis por via terrestre.

    C) a rede mais rentável, em termos de transporte barato.

    D) menor custo para colocar as mercadorias de forma segura e em condições adequadas.

    E) a utilização de meios de transporte padrão normalmente utilizados para produtos médicos.

    "Mais do que considerar o caminho mais curto de um lugar para outro para maximizar o lucro, seu  sistema tem como objetivo  o caminho mais simples a um custo mínimo, enquanto capta fatores tais como como a perecibilidade do produto e a incerteza de rotas de abastecimento. "Você não sabe onde está a demanda, por isso é complicado, disse Nagurney."

    "Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. 'You don't know where demand is, so it's tricky,' said Nagurney.


ID
463894
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

Nagurney's comment “'It's a multicriteria decision-making problem.'" (lines 25-26) refers to the fact that

Alternativas
Comentários
  • O 3° parágrafo do texto fala sobre a necessidade de se otimizar a melhor rota para o transporte. Ela depende, entre outros, do custo, da natureza do produto, do local de destino. Estes são os múltiplos critérios para a tomada de decisão
    a alternativa E "delivering products in emergency situations requires analyzing many factors besides cost and time." responde a questão.
  • e-

    Rather than undertake the usual approach of just plain working out the shortest possible path, the text avers that efficiency is achieved through a more complex decision-making process that involves costs, nature of the perishable goods being transported, obstacles to navigate etc.

    O texto afirma que ha mais do que custo e velocidade empregados no processso de eficiente transporte de ajuda humanitaria. 


ID
463897
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

Iain Couzin is mentioned in paragraph 5 (lines 33-40) because he

Alternativas
Comentários
  • a-

    The text treats computational and mathematical tools as contextual synonyms upon stating that Iain also uses computational tools in his field of work. 

     a)ok

     b) texto nao restringe a descoberta a somente 1 ocorrência. 

     c) o contrário. 

     d) texto nao faz comparacoes entre os 2 sistemas. 

     e) collective, e nao individual


ID
463900
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

“such critical perturbations," (lines 34-35) refers to all the items below, EXCEPT

Alternativas
Comentários
  • todas as alternativas mostram os problemas que podem ocorrer no transporte de produtos: congestionamento (a), atrasos de entrega (b), estradas com problemas (d), perda de produtos (e).
    A letra C não mostra um problema, mas sim uma solução para estes problemas: aporte/suprimento computadorizado.
  • c-

    By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion (a) and incorporating penalties for time (b) and products that are lost (e), the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted (d).


ID
463903
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

The expression in boldface introduces the idea of conclusion in

Alternativas
Comentários
  • but - "MAS"  
    rather than - "EM VEZ DE"
    while - "ENQUANTO" 
    So -  "ENTÃO", "PORTANTO" (introduz ideia de conclusão)
    Such as - "TAIS COMO"
  • d-

    so, therefore, then, thus, hence, henceforth, therewith, então. 

  • Letra D.

    a. but / yet: opposition

    b. rather than / instead of: opposition

    c. while: contrast

    d. so: conclusion

    e. such as: exemplification

    Questão comentada pelo Prof.  Alexandre Hartmann


ID
463906
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

In terms of pronominal reference,

Alternativas
Comentários
  • ... transport in fragile networks - where supply, demand and ....
    ... transporte em redes frágeis, onde (redes nas quais) oferta, demanda e ...
  • a) “…that…" (line 2) refers to area
    b) “…which…" (line 11) refers to areas (line 10).

    c) “where…" (line 16) refers to “…networks" (line 15).
    but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach

    d) “…where…" (line 31) refers to demands
    e) “This…" (line 37) refers to Mathematical tools being essential to develop formal means to predict


ID
463909
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

Based on the meanings in the text, the two items are antonymous in

Alternativas
Comentários
  • tough = difícil
    complicated = complicado
     
    clogged = entupido
    crowded = lotado
     
    disrupted = interrompido
    destroyed = destruído
     
    breaches = violações
    violations = violações
     
    pressing = premente, urgente, imediato, que não pode esperar
    trivial = trivial, comum, sem muito importância ou urgência, ordinárias
  • e-

    pressing, urgent, compelling, dire, high-priority.

    trivial, secondary, unimportant, minor, low-priority

  • GABARITO LETRA E.

    Based on the meanings in the text, the two items are antonymous in:

    A) “…tough/DIFÍCIL/RESISTENTE/DURO…" (subtitle) – complicated/COMPLICADO/COMPLEXO

    B) “…clogged/ENTUPIDO…" (line 7) – crowded/LOTADO

    C) “…disrupted/PERTURBADO." (line 32) – destroyed/DESTRUÍDO

    D) “…breaches/VIOLAÇÕES…" (line 40) – violations/VIOLAÇÕES

    GABARITO / E)pressing/PRESSIONANDO…" (line 41) – trivial/TRIVIAL/BANAL/INSIGNIFICANTE.


ID
463912
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

In “The work can be applied to immediate, pressing situations," (lines 41-42), the fragment “can be applied" is replaced, without change in meaning, by

Alternativas
Comentários
  • Em "O trabalho pode ser aplicado em situações  urgente e imediatas," (linhas 41-42), o fragmento "can be applied" é substituído, sem mudança de sentido, por

    “Can" e “May"
    “Can" – Habilidade mental ou física de fazer algo ou perguntar sobre a possibilidade de fazer algo.
    Por exemplo:
    “Can you play the violin?"
    (Você sabe tocar o violino?)

    “May" – Autorização ou permissão para fazer algo.
    Por exemplo:
    “May I please use your stapler?"
    (Eu posso usar o seu grampeador, por favor?)

    May - também pode ser usado para expressar possibilidades. 
    No contexto acima podemos substituir "may"pelo "can"
    Alternativa A está correta.

    A) Pode ser aplicado.                                                                                                                             B) tem que ser aplicado.                                                                                                                         C) deve ser aplicado.                                                                                                                             D) vai certamente ser aplicado.                                                                                                             E) pode ocasionalmente ser aplicado.

  • a-

    Can & may sao equivalentes quando expressarem possibilidade. This can/may be done. Usos exclusivos do can: habilidade de executar algo. I can swim. Sei nadar. I can see the neighbour's garden from my porch. Usos exclusivos do may: permissao. You may open the window. May I close the door?


ID
463915
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Model copes with chaos to deliver relief Computer program helps responders transport supplies in tough conditions
By Rachel Ehrenberg Science News, Web edition: Monday, February 21st, 2011
WASHINGTON — Getting blood or other perishable supplies to an area that’s been struck by an earthquake or hurricane isn’t as simple as asking what brown can do for you. But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.
The research, presented February 18 at the annual meeting of the American Association for the Advancement of Science, could help get supplies to areas which have experienced natural disasters or help prepare for efficient distribution of vaccines when the flu hits.
Efficient supply chains have long been a goal of manufacturers, but transport in fragile networks — where supply, demand and delivery routes may be in extremely rapid flux — requires a different approach, said Anna Nagurney of the University of Massachusetts Amherst, who presented the new work. Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product and the uncertainty of supply routes. ‘You don’t know where demand is, so it’s tricky,’ said Nagurney. ‘It’s a multicriteria decision-making problem.’
By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted.
‘Mathematical tools are essential to develop formal means to predict, and to respond to, such critical perturbations,’ said Iain Couzin of Princeton University, who uses similar computational tools to study collective animal behavior. ‘This is particularly important where response must be rapid and effective, such as during disaster scenarios … or during epidemics or breaches of national security.
’ The work can be applied to immediate, pressing situations, such as getting blood, food or medication to a disaster site, or to longer-term problems such as determining the best locations for manufacturing flu vaccines. . Retrieved April 7th, 2011.

The computer model discussed in the text “…copes with chaos to deliver relief" (title) and analyzes different factors. The only factor NOT taken in consideration in the model is the

Alternativas
Comentários
  • O modelo de computador discutido no texto " ... lida com o caos para entregar alívio" (título) e analisa diferentes fatores.

    A) probabilidade de deterioração ou perda do produto.
    B) possíveis congestionamentos nas áreas caóticas.
    C) redução de custos para aumentar os lucros.
    D) imprevisibilidade do estatuto de determinadas rotas.
    E) rota mais eficiente entre as áreas geográficas.

    O único fator não levado em consideração no modelo é "a redução de custos para aumentar os lucros." Não é mencionado no texto que a redução de custos implicaria no aumento de lucros.

    Alternativa C está correta.

     


  • c-

    The text avows that more profit isn't the goal of the proposed system, although it's made to work out a route with the minimum possible costs, the aim of the cost variable isn't profit, but render humanitarian aid at a more efficient rate. 

    Lucro (profit) não é o incentivo do sistema. As outras opcoes estao em:

    But a new model quickly determines the best routes and means for delivering humanitarian aid, even in situations where bridges are out or airport tarmacs are clogged with planes.(e)

    Rather than considering the shortest path from one place to another to maximize profit, her system aims for the cleanest path at minimum cost, while capturing factors such as the perishability of the product (a) and the uncertainty of supply routes (d). ‘

    By calculating the total cost associated with each link in a network, accounting for congestion and incorporating penalties for time and products that are lost, the computer model calculates the best supply chain in situations where standard routes may be disrupted (b)


ID
463924
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática Financeira
Assuntos

Uma empresa solicita um financiamento de R$ 2.000.000,00 pelo prazo de 360 dias, pagando, a cada mês, os juros correspondentes e devolvendo integralmente o principal no fim do prazo contratado. Sabendo-se que o credor cobra uma taxa de juros de 3% ao mês, e o cliente, no ato da liberação do empréstimo, tem que pagar 1% de imposto sobre o valor do empréstimo, o valor líquido recebido, o valor dos juros mensais e o valor total pago além do principal, pelo cliente, são, em reais, respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • Questão bem facil , basta calcular o 1% do imposto que é : 0,01*2.000.000 = 20000 , logo alternativa A

  • Correto. Em situação de concurso  pode parar  aí .  Mas complementando:  

    2 milhões corresponde a 100%

    200 mil     corresponde  a 10%

    20 mil     corresponde a 1%   imposto

    60 mil      corresponde a 3% juros


    O enunciado não disse mas veremos como fica em juros simples:   (senão testaremos por juros compostos)

    J = cit = 2 milhões x 3% x 12    = 720 mil   

     
    Observação: 3 % ao mês   x 12 meses =     3       x 12 meses  ( unidades meses se cancelam)
                                                                  100.mês

    Impostos: 20 mil

    Juros simples: 60 mil por mês

    Valor total pago: juros + impostos = 740 mil
     

    alternativa: a




    bons estudos!

ID
463927
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Análise de Balanços
Assuntos

Iniciando-se o processo de análise econômico-financeira de uma empresa, foram coletadas, em reais, as informações abaixo, com base no último balanço publicado.

Estoque em 31/12/X0                           = 180.000,00
Estoque em 31/12/X1                           = 220.000,00
Contas a Receber em 31/12/X0             = 350.000,00
Contas a Receber em 31/12/X1             = 326.000,00
Custo da Mercadoria Vendida                 = 900.000,00
Financiamentos de curto prazo               = 550.000,00
Financiamentos de longo prazo              = 850.000,00
Ativo Imobilizado                                  = 847.000,00
Patrimônio Líquido                                = 660.000,00
Fornecedores                                       = 290.000,00

A partir das informações acima, qual o valor, em reais, do capital de giro em 31/12/X1?

Alternativas
Comentários
  • CGL = (PL + ELP) – (AP + RLP)
    CGL = (660.000 + 850.000) – 847.000
    CGL =  663.000
  • CCL = PASSIVO PERMANENTE - ATIVO PERMANENTE
  • A formula do capital de giro = AC - PC;

    Fazendo pela formula, não é possivel fazer a questão.

  • Pessoal,


    Capital Circulante Líquido é DIFERENTE  de capital de giro líquido

  • Não consegui entender essa questão...por favor alguém pode explicar melhor? Achei que CGL= AC - PC...


  • Pessoal, em apostilas e pela internet encontrei como definição que "capital de giro líquido" e "capital circulante líquido" são a mesma coisa, ou seja, AC - PC. 

    E que capital de giro é equivalente a ativo circulante. Na verdade a questão pede o capital de giro... Continuo sem saber como resolver....


    http://www.sundfeld.com.br/o-que-e-capital-de-giro-liquido.html; www.mackenzie.br/fileadmin/FMJRJ/coordenadoria_pesq/.../giro.doc

  • Encontrei esta questão comentada no site: http://admcomentada.com.br/transpetro2011/24-cesgranrio-transpetro-administrador2011/#comments


    Segue:




    "Ja falei de capital de giro aqui: http://administracaocomentada.wordpress.com/2011/06/21/36-cesgranrio-%E2%80%93-transpetro-%E2%80%93-administrador2006/

    E peço desculpas por um erro que cometi, acabei resolvendo essa questão pela fórmula que tinha lá, mas a fórmula do capital de giro quem tem lá (Capital de Giro = (Patrimônio Líquido + Exigível a Longo Prazo) – (Ativo Permanente + Realizável a Longo Prazo)) na verdade é igual a fórmula do capital de giro líquido. Só para provar:

    Capital de giro = (PL + ELP) – (AP + RLP)
    PL + ELP é tudo que sobra do lado do passivo se tirarmos o Passivo Circulante, ou seja, vou chamar essa parcela agora de P – Pc.
    O mesmo acontece na outra AP + RLP é tudo que sobra do ativo se tirarmos o ativo circulante, ou seja, A – Ac.

    Sendo assim, ficamos com:
    Capital de giro = (P – Pc) – (A – Ac)
    Capital de giro = P – Pc -A + Ac -> Como lado A e lado P são iguais, podemos cortar, ficando:
    Capital de giro = – PC + Ac, rearrumando, Capital de Giro = Ac – Pc, ou seja, a fórmula do capital de giro líquido.

    Resolvi no dia da prova pela fórmula lá de cima, a primeira, sem nem me ligar e achei estranho quando vi o pessoal dizendo que a questão estava errada, mas de fato está. O que a questão considerou como certa foi o capital de giro líquido, pois o capital de giro é somente o ativo circulante. Mas fiquem com a primeira fórmula na cabeça como uma alternativa ao Capital de Giro Líquido, nessa questão, por exemplo, deu certo.

    Vamos lá, se a questão realmente quisesse o Capital de Giro, acharíamos assim, pela equação fundamental da contabilidade:

    Ativo = Passivo + Patrimônio Líquido      [Ativo = Ac + Añc ; Passivo = Pc + Pñc]
    Ac + Añc = (Pc + Pñc) + PL

    Nessa questão, tomaríamos:
    Añc = 847 -> Ativo Imobilizado
    Pc = 550 + 290 =  840 -> Financiamentos de curto prazo + Fornecedores
    Pñc = 850 -> Financiamentos de longo prazo
    PL = 660

    Ac + 847 = (850 + 840) + 660
    Ac = 1.503
    Mas não temos resposta assim.

    Mas se resolvermos pelo Capital de Giro Líquido, temos:

    CGL = (PL + ELP) – (AP + RLP)
    CGL = (660 + 850) – 847
    CGL =  663.

    Ou, pegar os 1.503 que achamos acima e diminuir 840 = 663.

    RESPOSTA LETRA B

    Ou seja, a banca deu o gabarito como Capital de Giro Líquido. O candidato teria que adivinhar na hora, por não ter alternativa com o capital do giro e, como é de costume, a CESGRANRIO não anulou."

  • Dentro do Balanço Patrimonial, o Capital de Giro tambem pode ser encontrado em uma análise de "baixo para cima":

    (Patrimonio Liquido + exigível a longo prazo) - (ativo permanente + realizável a longo prazo).

    E isso nos dá o mesmo resultado que a análise mais comum "de cima para baixo":

    Ativo Circulante - Passivo circulante.


ID
463930
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Análise de Balanços
Assuntos

Duas empresas, Alfa e Beta, concorrentes no mercado, têm por coincidência o preço e as quantidades vendidas exatamente iguais. Os preços são de R$ 30,00 por unidade e as vendas de 190.000 unidades. A Alfa tem custos e despesas operacionais fixos anuais de R$ 1.094.000,00 contra R$ 1.820.000,00 da Beta. A Beta, em compensação, tem custos e despesas operacionais variáveis de R$ 10,00 por unidade, contra R$ 13,00 da concorrente.

Com base nessas informações, qual o grau de alavancagem operacional das empresas Alfa e Beta, respectivamente, assumindo um crescimento para as vendas de 20%?

Alternativas
Comentários
  • GAO = (MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO UNITÁRIA x QUANTIDADE VENDIDA) / LUCRO OPERACIONAL.

    GAO ALFA = 17 x 190.000 / 2136000

    GAO ALFA = 1,51
  • Grau de Alavancagem Operacional= Margem de Contribuição Unitária x Quantidade / Lucro

    Margem de Contribuição= Preço de venda - Custo Unitário Variável

    No caso da Beta= R$ 30,00 - R$ 10,00 = R$ 20,00


    Lucro= Receitas - Custos Fixos - Custos Variáveis= (30x190.000) - R$ 1.820.000 - (10x190.000) = R$ 1.980.000

    Na fórmula: 20 x 190.00 / 1.980.000 = 1,92
  • Nao entendi esta questao. Pois voces responderam sem levar em consideração o crescimento das vendas de 20%.  O que levaria a uma quantidade vendida de 228.000 unidades

    A minha resposta nao esta no gabarito mas entendi dessa forma:


    GAO = 228000 (30,00 - 13,00)                                                 GAO = quantidade ( Preço de venda - Custo Variavel) / Quantidade ( PV - CV) - Custo Fixo
                 228000 (30,00-13,00) - 1094000
    = 1,39

    GAO = 228000 (30,00 - 10,00)                                                 GAO = quantidade ( Preço de venda - Custo Variavel) / Quantidade ( PV - CV) - Custo Fixo
                 228000 (30,00-10,00) - 1820000
    = 1,66

    Porque nao consideraram os 20% de aumento nas vendas?
  • Concordo com Fabio. A questão fala em " assumindo um crescimento para as vendas de 20%". Deveria ser anulada.

  • Há duas maneira de se calcular o GAO:


    1) MC / LUCRO

    2) Variação percentual do LAJIR / Variação percentual das vendas.

    Neste caso, ao indicar a variação das vendas, a banca tenta induzir o candidato a responder com base na segunda fórmula, quando, na verdade, basta dividir as margens de contribuição pelo lucro de cada item!

  • GAO = %LUCRO (VARIAÇÃO) / % DE VENDAS (VARIAÇÃO) 

    Como tem respostas diferentes em todas só precisamos calcular de uma.

    Lucro (alfa) = Receita - custo fixo - cv  OU  MCu x Qtd - Custo fixo =  (30-13)x 190.000 - 1.090.000 = 2.136.000

    Lucro (alfa c/ aumento de 20%) = (30-13)x190.000x1.2 - 1.090.000  = 2.786.000

    % lucro = 2.786.000/2136.000 -1 = 30,4%

    Então GAO = 30,4/20 = 1,52. (Não deveria dar diferença no gabarito)

    Outra forma de cacular o GAO é GAO = (P – CV) x Q0 / L0)

    Para Alfta daria = 17x 190.000 / 2.136.000 = 1.51 

    As duas fórmulas usam o mesmo princípio e podem ser encontradas na fonte abaixo:

     

    http://www.contabilidade-financeira.com/2010/03/grau-de-alavancagem-operacional.html

  • Diogo Dias, quando vc citou isso "Então GAO = 30,4/20 = 1,52. (Não deveria dar diferença no gabarito)" acho que dá realmente 1,51, pois no seu primeiro cálculo, 17x190000 -1090000= a resposta correta seria 2140000, e na porcentagem do lucro daria 2786000/2140000 - 1 = 30,2%

    GAO: 30,2/20 = 1,51

    Sua explicação ficou top, acho que foi isso que fez dar os 1,52 que vc citou que não deveria ter dado.

  • http://admcomentada.com.br/transpetro2011/25-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

    Bons estudos !

  • Usei o mesmo pricípo do GAF: ALFA

    (Lajir) Lucro depois do CV: (30-13)x190.000= 3.230.000

    (Lair) Lajir (-) Custo/Despesa Fixo -- 3.230.000 - 1.094.000= 2.136.000

    GAO(GAF) - Lajir/Lair= 3.230.000/2.136.000= 1.51

    Aplicar o Mesmo a BETA


ID
463933
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática Financeira
Assuntos

Um cliente obteve junto a um banco um empréstimo no valor de R$ 10.000,00 para pagamento em 90 dias, a taxa de 8% ao mês, com capitalização mensal. Um imposto de 5% incidente sobre o montante da operação (valor do principal e juros), é cobrado na data de liberação do empréstimo.

A partir dessas informações, qual o custo trimestral, expresso em percentagem, a ser determinado para o cliente?

Alternativas
Comentários
  • O imposto incide sobre o montante da operação, o qual é calculado por : 10000(1,08)3=12597,12
    Sendo assim, o imposto é de: 0.05*12597,12=629,86
    O valor líquido recebido (capital menos impostos) foi de 9370,14

    O custo trimestral é calculado pela razão entre tudo o que foi pago no trimestre sobre o valor efetivamente recebido: 12597,12/9370,14= 1,34438= custo de 34,44%
  • Complementando o comentário da colega

     

    Valor Financiado = S - Imposto => Valor Financiado = 12.597,12 - 629,86 = 9.370,14

     

    Deste modo,

    Valor Financiado = 9.370,14

    O "custo trimestral, expresso em porcentagem" é a taxa trimestral

    i ao trimestre = ?

    n = 1 trimestre

    S = 12.597,12

     

    Reescrevendo a equação: S = Valor Financiado * (1 + i)^n

    12.597,12  = 9.370,14 * (1 + i)^1

    (1 + i)^1  = 12.597,12 / 9.370,14

    (1 + i) = 1,344

    i = 1,344 - 1

    i = 0,344

    i = 34,4%

     

     

  • Trabalhosa!


ID
463936
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Análise de Balanços
Assuntos

Uma empresa, considerada como a maior fabricante de componentes eletrônicos para a indústria eletroeletrônica do país, publicou, em seu último balanço, as seguintes informações:

Vendas Anuais                                      = R$ 840.000,00
CMV                                                         = 65% das vendas
Prazo Médio de Contas a Receber            = 27 dias
Prazo Médio dos Estoques                          = 30 dias
Prazo Médio de Pagamento                         = 45 dias
Patrimônio Líquido                                         = R$ 200.000,00
Ativo Não Circulante                                       = R$ 720.000,00
Passivo Não Circulante                                 = R$ 940.000,00

Com base nas informações fornecidas e sabendo que o estoque inicial é igual ao estoque final, qual o ciclo de caixa da empresa?

Alternativas
Comentários

  • Resposta: E

    Para calcularmos o Ciclo do Caixa temos que saber ante o Ciclo Econômico e o Operacional. 

    Prazo Médio de Estocagem (PME) = 30 dias
    Prazo Médio de Contas a Receber (PMCR) = 27 dias
    Prazo Médio de Pagamento a Fornecedores (PMPF) = 45 dias

    1  Ciclo Econômico
    O ciclo econômico é o tempo em que a mercadoria permanece em estoque. Vai desde a aquisição dos produtos até o ato da venda, não levando em consideração o recebimento das mesmas.
    Fórmula:
    Ciclo Econômico = Prazo Médio de Estocagem (PME)
     
    Exemplo:
    Ciclo Econômico = 30 dias


    2  Ciclo Operacional
    Compreende o período entre a data da compra até o recebimento de cliente. Caso a empresa trabalhe somente com vendas á vista, o ciclo operacional tem o mesmo valor do ciclo econômico.
    Fórmula:
    Ciclo Operacional = Ciclo Econômico + Prazo Médio de Contas a Receber (PMCR)
     
    Exemplo:
    Ciclo Operacional = 30 dias + 27 dias
    Ciclo Operacional = 57dias


    3  Ciclo Financeiro
    Também conhecido como Ciclo de caixa é o tempo entre o pagamento a fornecedores e o recebimento das vendas. Quanto maior o poder de negociação da empresa com fornecedores, menor o ciclo financeiro.
    Fórmula:
    Ciclo Financeiro = Ciclo Operacional - Prazo Médio de Pagamento a Fornecedores (PMPF)
     
    Exemplo:
    Ciclo Financeiro = 57 dias - 45 dias
    Ciclo Financeiro = 12 dias


    Fonte: Jonatan de Sousa Zanluca
     
     
     
  • a questao nao fala se é estoque de MP ou de Produto acabado

     

    MP: 30 + 45 - 27 = 48 (nao tem gabarito)

     

    P. Acab.: 30 + 27 - 45 = 12 (alt E)

     

    misto: qquer valor ente 12 e 48 (poderia ser 15 e 18 também)

     

    no enunciado fala que a empresa é uma fábrica, entao estoque é de MP + P. em Elaboração + P. Acabado

    se fosse Distribuidora / Varejista: ai o estoque seria só de P. Acabado = Mercadoria

     

  • Questão já com os dados para o cálculo do ciclo de caixa:

    Prazo Médio de Contas a Receber            = 27 dias
    Prazo Médio dos Estoques                          = 30 dias
    Prazo Médio de Pagamento                         = 45 dias

    CF = 27 + 30 - 45 = 12 (Letra E)


ID
463942
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Contabilidade de Custos
Assuntos

Uma empresa industrial que sofre com a grande sazonalidade de suas vendas deve reestruturar a composição de seus custos de maneira a aumentar a proporção de seus custos fixos em relação aos custos variáveis.

PORQUE

Sendo mais estáveis e controláveis pela administração, os custos fixos diminuem a incerteza de uma empresa com relação a eventos externos que não estão sob seu controle.
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • A primeira afirmação é falsa porque momentos de sazonalidade significam que haverão períodos de muitas vendas e períodos em que pouco será vendido. Neste último caso se os custos fixos forem altos a empresa terá dificuldade em cobri-los, já que não estará vendendo. Já se a estrutura maior for de custos variáveis eles variarão com as vendas e, portanto, em períodos de poucas vendas os custos também serão menores.
  • A segunda afirmação é correta uma vez que os custos fixos, como o próprio nome diz, são fixos e não variam como os variáveis.
    Ex: Imagine os custos com matéria-prima (variáveis), eles são suscetíveis a alteração de preço, transporte, armazenamento e com uma frequência relativamente grande, pois o fornecedor repassará parte desse aumento para o comprador).
    Assim os custos fixos, em certo ponto, são preferíveis aos variáveis já que a adm tem a possibilidade de controle maior.
  • A primeira afirmação é falsa pq os custos fixos apesar de serem mais estáveis não são tão controláveis. Aluguel sofre os reajustes por índices que a empresa não pode controlar. O mesmo ocorrendo com contas públicas como luz, água e telefonia. Folha de funcionários são reajustadas conforme dissídio da categoria. Esses reajustes por índices não são controláveis.Podem ser estimados e de uma certa forma esperados, mas não controláveis.

  • Considerei a segunda errada pelo trecho "os custos fixos diminuem a incerteza de uma empresa com relação a eventos externos que não estão sob seu controle". Imagine um choque de demanda externo, com por exemplo os incidentes de 11 de setembro, para uma empresa de aviação. De repente não há demanda por voos e os custos fixos permanecem inalterados. E aí? Temerário fazer esse tipo de afirmação. Além disso a assertiva também cita como característica dos custos fixos o fato de serem controláveis. Isso também depende. Custos variáveis são controláveis no curto prazo, ao passo que os custos fixos são controláveis no longo prazo. No curto prazo há pouco espaço para manobra por parte dos gestores.  

  • Uma empresa industrial que sofre com a grande sazonalidade de suas vendas deve reestruturar a composição de seus custos de maneira a aumentar a proporção de seus custos fixos em relação aos custos variáveis.

     

    Errado, pessoal!

     

    Se uma indústria sofre grande sazonalidade de suas vendas, significa que ela enfrenta períodos de grande volume de vendas e períodos de baixo volume vendido.

     

    Assim, sendo, aumentar a proporção de seus custos fixos em relação aos variáveis poderia fazer com que a empresa incorresse em prejuízos em diversos períodos, já que os custos fixos são aqueles cujo valor não se altera quando a produção é baixa.

     

    Alternativamente, se os custos variáveis predominarem, ainda que a empresa venda muito pouco, não incorrerá em prejuízo, já que os custos acompanharão a quantidade produzida numa proporção bem próxima.

     

    Afirmativa Falsa

     

    Sendo mais estáveis e controláveis pela administração, os custos fixos diminuem a incerteza de uma empresa com relação a eventos externos que não estão sob seu controle.

     

    Aqui temos uma afirmação correta!

     

    De fato, os custos fixos são estáveis e controláveis, já que não variam de acordo com o volume produzido.

     

    Isso diminui as incertezas em relação a eventos fora do controle da empresa.

     

    Afirmativa Verdadeira

     

    Por fim, reparemos que ainda que a segunda afirmação seja correta, isso não justifica a primeira.

     

    Primeiro porque aquela é falsa e, além disso, dizer que custos fixos são mais estáveis e controláveis não significa afirmar que devem ser estimulados.

     

    Gabarito: Alternativa D


ID
463945
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Contabilidade de Custos
Assuntos

Após uma série de estudos efetuados sobre o comportamento dos custos fixos e variáveis de uma empresa de móveis, chegou-se à conclusão de que a equação que melhor representava as relações de custo-volume-lucro de sua linha de produção de cadeiras era a seguinte: L = 4q – 6.000, onde L é o lucro contábil, e q é a quantidade total de móveis vendida/produzida. Sendo assim, o coeficiente 4 nessa equação representa

Alternativas
Comentários
  • Para mim há duas respostas corretas a letra A e a letra B porque a questão não explica se os 6000 da fórmula refere-se a Custos Totais ou Custos Fixos. A exemplificação das fórmulas abaixo demonstra a necessidade da explicação do que trata os 6000.

    Se a produção de Q unidades é vendida ao preço de $ P por unidades, a receita de unidades totaliza P x Q. O lucro dessa operação é dado pela seguinte operação:
     
    Lucro = P x Q – CT
    P=Preço
    Q=Quantidade
    CT=Custos Totais
     
    Podendo ser também:
     
    Lucro = Margem de contribuição  total – Custo Fixo
     
                A diferença (P – V) entre o preço e o custo variável unitário é definida como margem de contribuição unitária. Esse é o montante com que cada unidade produzida e vendida contribui para cobrir os custos fixos e obter lucro. A equação do lucro fica da seguinte forma:
     
    Lucro = Margem de contribuição Unitária x Produção em Unidades – Custos Fixos

    Sendo assim, há duas respostas corretas.
  • Entendo que a única resposta possível é a letra A. Senão, vejamos:
         
    A equação apresentada: L = 4q - 6000, poderia ser assim representada: q = 6000 +L 
                                                                                                                                                        4
    Assim, entendemos que trata-se da equação do ponto de equilíbrio econômico >  
    PEE = CFT + CUSTO DE OPORTUNIDADE 
                                     MCU
    Onde: MCU é a margem de contribuição unitária
                Custo de oportunidade pode ser representado, na fórmula dada, por lucro (projetado)

    Desse modo, dependendo do lucro que se pretende obter (L) eu posso calcular o total de unidades produzidas/vendidas, ou mesmo o contrário, com o total das quantidades produzidas/vendidas, saber quanto eu teria de lucro.

    Neste caso, o número 4 representa a margem de contribuição unitária do produto. Lembrando que o número quatro não poderia ser o valor unitário de venda, pois o mesmo já foi considerado para o cálculo da margem de contribuição unitária (Preço de venda  unitário - Custos variáveis)

    Assim, a única resposta possível é a LETRA A

    Espero ter ajudado.

  • Resposta "A"
    Quando o enunciado fala de relações de custo-volume-lucro, ele está falando de ponto de equilíbrio.
    Não poderíamos considerar os 6000 como custos totais, pois o custo variável varia em relação à quantidade produzida, e como o enunciado não nos fornece essa quantidade, caberia apenas considerar o 6000,00 como custo fixo.
    Partindo do principio que temos 6000,00 como custos fixos temos:

    L = (Pv-CVun).q - CF

    ou seja:  L= MCun.q - CF => Lucro = Margem de contribuição Unitária x Produção em Unidades – Custos Fixos

    Lembrando que não pode ser preço de venda justamente por não podermos considerar os 6000,00 como custos totais, pois os custos totais variáveis sempre vão variar em função do q, sendo assim seria impossível prever estes custos sem saber o valor de q.

    Espero ter esclarecido.


ID
463951
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Uma empresa perdeu todas as informações relativas aos saldos iniciais de seus estoques do ano de X1. A empresa resolveu então efetuar uma avaliação de seus estoques de produtos ao final do ano e chegou ao valor de R$ 5.000,00. Verificou, também, ter realizado compras durante este mesmo ano no valor de R$ 12.000,00.

Sabendo-se que o custo das mercadorias vendidas no período foi de R$ 15.000,00, qual era, em reais, o valor dos estoques da empresa no início do ano (estoque inicial)?

Alternativas
Comentários
  • Para responder essa questão é necessário conhecer a fórmula do CMV.

    CMV = Estoque Inicial + Compras - Estoque Final

    Substituindo temos a seguinte equação:


    15.000 = EI + 12.000 - 5.000

    EI = 8.000


    Gab. C

ID
463957
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Um dos objetivos da Deliberação no 506, emitida pela Comissão de Valores Mobiliários, é estabelecer o tratamento contábil e a divulgação de mudanças em práticas e estimativas contábeis pelas empresas.

Tal preocupação visa a aumentar a qualidade das informações contábeis das empresas, atendendo ao princípio contábil da

Alternativas
Comentários
  • Resposta: E  
    Primeiro vamos ler  parte da DELIBERAÇÃO CVM Nº 506, DE 19 DE JUNHO DE 2006.
     O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,  em reunião realizada em 26 de maio de 2006, com fundamento no § 3 ......,e considerando a importância e a necessidade de que as práticas contábeis brasileiras sejam convergentes com as práticas contábeis internacionais, seja em função do aumento da transparência e da segurança nas nossas informações financeiras, seja por possibilitar, a um custo mais baixo, o acesso das empresas nacionais às fontes de financiamento externas,
    DELIBEROU:
    I - aprovar e tornar obrigatório, para as companhias abertas, o Pronunciamento anexo à presente Deliberação sobre Práticas Contábeis, Mudanças nas Estimativas Contábeis e Correção de Erros emitido pelo IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, elaborado em conjunto com a Comissão de Valores Mobiliários; e,
    II - que esta Deliberação entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União.   
    Segundo o Prof. Humberto F. Lucena segue a definição de PRINCÍPIOS E CONVENÇÕES CONTÁBEIS
    Com o fim de obter a uniformização dentro do campo de atuação profissional em que se desenvolve, a Contabilidade segue princípios doutrinários; que são critérios e normas de procedimentos que norteiam as diretrizes do processo contábil. Classificamos assim esses critérios em Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos (PCGA) e em Convenções Contábeis. Onde os PCGA são as regras de caráter geral, e as Convenções correspondem às normas de procedimento, que qualificam, delimitam e, por vezes, restringem a aplicação de certos Princípios.
    Acerca de tais Mandamentos Contábeis, dispõe a resolução CFC n• 750/93.
     
    Convenção da Consistência:
    De acordo com a essa Convenção Contábil, os critérios adotados no registro dos atos e fatos administrativos não devem mudar frequentemente. No caso de necessidade de
    mudanças em tais critérios, tais devem ser informadas em notas explicativas. A quebra da consistência na escrituração provoca influências nos demonstrativos contábeis, o que prejudica a análise clara e eficiente em comparação com os demonstrativos de exercícios anteriores.
  • o enunciado da questão está errada, consistência não é princípio e sim Convenção.
  • O que ele está pedindo é CONVENÇÃO e não PRINCÍPIO!!!

    PRINCÍPIO É:

    ENTIDADE
    CONTINUIDADE
    OPORTUNIDADE
    REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL
    COMPETENCIA
    PRUDENCIA
  • Creio que a banca cometeu um erro gravíssimo ao citar uma convenção como princípio, a questão é passível de anulação.
  • Convenções

    Com base na grande margem de liberdade na qual os Princípios de Contabilidade apresentam para o contador, as convenções restringem ou delimitam estes princípios definindo de forma mais clara e precisa seu significado.

    1 Consistência

    A convenção da Consistência refere-se a utilização dos mesmos métodos para os mesmos itens, uma vez adotado um tipo de processo, dentre os métodos possíveis de atender um mesmo objetivo em geral. Este método não deve ser mudado com frequência, pois prejudica a comparabilidade dos relatórios contábeis.

    2 Conservadorismo

    A convenção do Conservadorismo persiste na presunção por motivo de precaução, que quando um contador se defrontar com alternativas que são igualmente válidas para caracterizar os valores dos elementos do ativo e ou do passivo, o mesmo deverá atribuir o menor valor ao ativo e quando se tratar de um passivo atribuir o maior valor.

    3 Materialidade

    A convenção do Conservadorismo está atrelada a evitar desperdícios de tempo e de dinheiro. Na apuração da contabilidade deve-se registrar e apurar apenas fatos que sejam dignos de atenção e na ocasião oportuna.

    4 Objetividade

    A convenção da Objetividade remete o contador na escolha de um método mais objetivo entre a escolha de um método objetivo e subjetivo. O Objetivo desta convenção é restringir e ou eliminar excessivos liberalismos nas escolhas de critérios, objetivamente quando se trata de valores.

  • Não cabe mais falarmos em Convenções. A Deliberação 029/86 da CVM foi revogada pela Deliberação 539/2008. Não existem mais Convenções.


ID
463960
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Uma empresa decidiu contrair em 30 de junho seu único financiamento no valor principal de R$ 36.000,00 que será amortizado no prazo de 2 anos, pagos em parcelas mensais constantes. Os juros totais do empréstimo, no valor de R$ 2.400,00, foram pagos antecipadamente na data da liberação do empréstimo e serão apropriados de forma linear. Os saldos das contas específicas relacionadas a essa operação, na data do Balanço de 31 de dezembro deste mesmo ano, em reais, serão


Alternativas
Comentários
  • Conforme as alterações devido a convergência da contabilidade brasileira com a internacional, introduziu o técnica de apuração a valor presente, ou seja, o direitos, obrigações  encargos etc a longo prazo serão ajustados a valor presente, sendo assim, os encargos, tais como juros serão apurados separadamente e realizados por competências, apropriado as despesas com juros mensalmente. Abri-se uma conta denomina JUROS PASSIVOS A TRANSCORRER redutora do passivo, neste caso, em específco por ser uma empréstimo contraído. Caso seje um empréstimo concedido, seria uma conta JUROS ATIVOS A TRANSCORRER resutora do ativo.

    Nesse caso em específco não há necessidade de abrir as contras de juros a transcorrer, tendo em vista que os juros  foram pagos antecipadamente, assim classifica o juros na conta despesas pagas antecipadamente no ativo.

    a alternativa correta é letra "C" 
    Após decorrido 6 meses seria apurado como valor pago do principal R$9.000 (1.500 x 6) e R$ 600,00 (100 x 6) referente aos juros que foi apropriado mensalmente a depesa.
    Restando 18 parcelas, sendo 12 classificada no passivo circulante e 6 no passivo não circulante
    Passivo Circulante R$18.000 (1.500 x 12)
    Passivo Não Circulante R$ 9.000 (1.500 x 6)
    Despesas antecipadas R$1.800 (100 x 18)
    Despesas Financeiras R$ 600 (100 x 6)
  • Não entendi. Alguém pode me explicar? O Circulante não seria apenas para 12 meses e, dessa forma, 12 meses para o Não Circulante? Obrigado!

  • Luiz,

    No mês de junho, é considerado como circulante, tudo que está compreendido entre este período + 12 meses após a data do balanço, ou seja (6 + 12 = 18 meses) e como passivo circulante, o tempo restante (24 - 18 = 6 meses).

    Em dezembro, é ativo circulante tudo que acontece em até 12 meses após a data de balanço (dezembro), ou seja, 12 meses neste caso.

    Por isso, como a questão pede a operação na data do balanço (dezembro), é considerado como Passivo circulante o total de 12 meses, e, no longo prazo, faltam 6 meses para finalizar a operação (já que já se passaram 6 meses entre junho e dezembro).


ID
463963
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Análise de Balanços
Assuntos

Analisando-se as informações contidas nas Demonstrações Financeiras Padronizadas nos anos de 2010, 2009 e 2008 de uma determinada empresa, verificou-se que seu Contas a Receber e seus Estoques permaneceram constantes, enquanto seus Custos das Mercadorias Vendidas e Receitas de Vendas quase dobraram.

Observando apenas essas informações, considere as afirmativas abaixo quanto à rotação e aos prazos médios.

I - A rotação do Contas a Receber aumentou.

II - O prazo médio de recebimento diminuiu.

III - O prazo médio de estocagem aumentou.

IV - O giro do estoque aumentou.

São corretas APENAS as afirmativas

Alternativas
Comentários
  • essa questão aqui eu resolvi pela lógica. Contabilidade ainda é próximo de latim pra mim: tá lá mais não compreendo muito.
    A questão diz:
    Contas a Receber e seus Estoques permaneceram constantes, (~~)
    Custos das Mercadorias Vendidas e Receitas de Vendas quase dobraram. (^^)


    aí tem-se:
    I - A rotação do Contas a Receber aumentou. 
    Receita de vendas e custo de mercadorias vendidas quase dobrou, então a rotação(saída e entrada, pelo que entendo) aumentou também.
    II - O prazo médio de recebimento diminuiu. 
    A Receita de venda aumentou, logo o prazo  de recebimento da receita das vendas deve ser menor se o fluxo é maior.
    III - O prazo médio de estocagem aumentou. 
    Se o Estoque permaneceu constante, se a receita quase dobrou, o máximo que pode ter acontecido com o prazo médio de estoque é ter diminuído, e a reposição ficou mais frequente para suprir a demanda que causou o aumento da receita.
    IV - O giro do estoque aumentou. 
    Se a receita aumenta mas não o Estoque, quer dizer que a "rotatividade", reposição de mercadorias é mais frequente, logo aumenta o giro sim.
    Gabarito: D

ID
463966
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um investidor precisa calcular a variância dos lucros de algumas empresas para auxiliá-lo na caracterização do risco de um investimento. As informações sobre lucros são fornecidas em reais e, como ele não quer trabalhar com valores muito grandes, resolveu trabalhar com os números em milhões de reais.
A variância obtida com os dados em milhões de reais é a variância dos dados em reais dividida por

Alternativas
Comentários
  • Se µ = E(X) é o valor esperado (média) da variável aleatória X, então a variância é
    \operatorname{var}(X)=\operatorname{E}((X-\mu)^2).
    Isto é, é o valor esperado do quadrado do desvio de X da sua própria média. Em linguagem comum isto pode ser expresso como "A média do quadrado da distância de cada ponto até a média". É assim a "média do quadrado dos desvios". A variância da variável aleatória "X" é geralmente designada por  \operatorname{var}(X)\sigma_X^2  ou simplesmente ,\sigma^2.
     
     
     
  • O investidor usou como unidade milhões de reais, isso quer dizer que se ele achou como variância o número 2, na verdade a variância é de 2 milhões de reais. Assim a variância obtida (2) é a variância em reais (2.000.000) dividida por um número que é a nossa resposta.
    Colocando em equação temos: 2 = 2.000.000/ x e resolvendo achamos que 2 = 2.000.000/1.000.000.

    1.000.000 é o mesmo que 106 e temos essa resposta, mas esse não é o gabarito, o que deve ter feito muita gente errar! É aí que entra a propriedade que aprendemos! Variância é uma medida de dispersão absoluta sendo afetada por divisões, mas ela tem uma propriedade particular em relação às outras medidas de dispersão absoluta. Sendo K = número constate, observe:

    Multiplicação por K – variância x k²
    Divisão por K – variância / k²
    Assim se 1.000.000 é um número constante em vez de dividir por ele, vamos dividir por ele ao quadrado.
    1.000.000² é 1012.

  • desvio S

    variança Se2

     

    se a média está em metros a variança estara em metros e2

    se a média está em litros a variança estara em litros e2

     

    se a média está em milhao que é 10e6... Se2 estará em (10e6)e2 = 10e12.....e v.v.

    alternativa A

     

     

     

     


ID
463969
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Dez participantes de um programa de televisão serão distribuídos aleatoriamente em duas casas, sendo que, em cada casa, haverá o mesmo número de participantes, isto é, 5 em cada uma. Desses 10 participantes, 3 preferem a casa X e 2 preferem a casa Y.

Qual é a probabilidade de as preferências serem atendidas?

Alternativas
Comentários
  • combinação

    C n,x = n! / ( x! . (n-x)! )

    Possibilidades total = C10,5 = 252
    Dado que os 3 que preferem estar em X estão em X e os 2 que preferem estar em Y estão em Y, podemos concluir que as duas vagas restantes em X podem ser ocupadas por C5,2 maneiras diferentes( preenchendo as 2 vagas de X, os que sobrarem preencheriam obrigatoriamente as 3 vagas restantes em Y). Logo,


    P = C5,2 / C10,5 
    P = 10 / 252
    P = 5 / 126

  • olá amigo,

                       me tire uma dúvida, percebi que você utilizou como base as 2 vagas restantes da casa x, sendo que faltavam 5 pessoas para serem alojadas. Assim você armou a combinação C5,2. 
                       Agora por que você utilizou a casa X como base? Caso utilizasse a casa Y que tem 3 vagas, fazendo a combinação entre as 5 pessoas que faltam ser alojadas C5,3 a questão não daria certo.
  • Olá Cau.
    Se utilizarmos a casa y como base, o resultado será o mesmo. Veja:
     C5,3= 5!/3!(5-3)!
             = 5!/3!2!
             = 5.4.3!/3!2! (neste passo você simplifica o 3! com 3! e o 2! (2!=2) com o 4 que fica 2, certo..depois resolve 5.2)
             = 10
    Depois resolve:
    P= 10/252
    P= 5/126
    Espero ter ajudado!



  • desculpe, mas não consegui entender, se o problema pede a probabilidade de uma e outra serem atendidas, pq calculamos apenas a probabilidade da ocorrência de um evento? achei que tivessemos que calcular a probabilidade dos dois eventos(10+10) e depois dividi-los com o total de eventos possíveis(252).
  • Olá,

    Eu entendi que ao satisfazer uma preferência a outra se satisfaria automaticamente, por se tratar dos participantes restantes...Sendo assim a probabilidade que deve ser considerada é a 5/126 mesmo : )
  • caso fosse utilizar as duas possibilidades dos que preferem a casa Y ou X realmente daria 20/252..
    .como não existe a opção 5/63,,,,,não existe a opção ....conta errada !!!
    no enunciado esta escrito "3 preferem a casa X E 2 preferem a casa Y"
  • Muito boas essas soluções, mas minha intimidade com combinatória não é tão grande... 
    Logo:
     
     Pegando a casa x como base.
     As chances de os 3 interessados estarem na casa x é:         (3/10).(2/9).(1/8)
     As chances de os dois restantes não estarem na casa x é:   (5/7).(4/6)

    Logo os 3 iteressados estarão em x e os dois outros não!

    Os 3 interessados em estar na casa x podem ocupar as 5 posições de C5,3 formas = 10

    ou seja  (1/252).10 =  5/126
  • RESOLUÇÃO SEM COMBINAÇÃO:

    Probabilidade dos que querem estar na Casa X: (5/10).(4/9).(3/8)

    Probabilidade dos que não querem estar na Casa X: (5/7).(4/6)

    Multiplicando tudo, dá 5/126.

  • Seja, Probabilidade = Evento / Amostra


    São 10 participantes e escolherá 5 pessoas para cada uma das duas casas. => esse é a Amostra.

    resolvendo...


    (Observo que não há interesse na ordem dos participantes, então é Combinação)


    C10,5 = 10!/[5!(10-5)!] = 252 => Amostra = 252


    Agora achando o Evento


    Na casa x há 3 participantes com preferência por essa casa, então restam 2 vagas. => C5,2 

    E na casa y  há 2 participantes, então restam 3 vagas => C3,3 (negritei o 3, porque o raciocínio é... como já escolhemos 2 candidatos na casa x, então restam 3 candidatos na casa y)

    C5,2C3,3 = 10 (Evento)

    P = 10/252 => 5/126

  • Questão comentada e super detalhada. 


    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/38-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • Alternativa D
    É uma questão de raciocínio chato, o difícil não é a conta e sim a parte lógica.
    Para facilitar, por se tratar da probabilidade da ocorrência de um determinado fato, ou seja 3 candidatos preferem a casa X e 2 candidatos preferem a casa y.  Partiremos do pressuposto que estes candidatos estão nessas respectivas casas.

    Primeiro deve se calcular a amostra total. ou seja. para casa X temos 10 para escolher 5 CS (10,5) e para casa Y temos 5 para escolher 5 CS(5,5) o resultado desta operação é 252*1=252

    Então como na casa X já temos 3 candidatos e na casa Y temos dois. só nos resta alocarmos os 5 candidatos que não possuem preferência, para alocarmos os 3 candidatos que faltam na casa X temos selecionar dentre os 5 restante ou CS (5,3) e para selecionarmos os 2 candidatos da casa Y temos que pegar 2 dos únicos 2 que restaram ou seja uma combinação de 2 para selecionar 2, que é CS (2,2)
    Então temos, CS(5,3)*CS(2,2) = 10

    A partir dai temos que 10/252 é a probabilidade de que as pessoas fiquem exatamente aonde querem ficar. simplificando dá 5/126 que é o gabarito

  • ai... cada resolucao complicada

     

    Casa X da Xuxa: 3/10 x 2/9 x 1/8 x 5/7 x 4/6 = 1 / 252 (com certeza, pois é cesgarnrio, a conta nao poderia parar aqui)

     

    os 3 interressados já estao na casa X  de 5 quartos...

    vamos escolher pros 2 quartos restantes 2 entre 7 pessoas... não

    vamos escolher pros 2 quartos restantes 2 entre 5 pessoas... 5! / 2! 3! = 10 possibilidades

     

    P = 10 / 252 = 5 /126 (alt D)

  • Bizu: Com esta frase tente lembrar do aumento de pena que serve tanto para 302 quanto para o 303: 1/3 à 1/2

    ''Socorro pede calça sem permissão no exercício da profissão''

    Art. 302, $1º

     I - não possuir Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação;

     II - praticá-lo em faixa de pedestres ou na calçada;

     III - deixar de prestar socorro, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à vítima do acidente;

     IV - no exercício de sua profissão ou atividade, estiver conduzindo veículo de transporte de passageiros.

    Obs: As bancas vão confundir com as agravantes do CTB, decore a frase e o resto é agravante!

    Até a próxima!

  • Boa!

  • Muito bom, obrigada!

  • Tem que tomar cuidado também.. pois na agravante fala sobre transporte de passageiros e de carga, fala também da faixa de pedestres fixas ou temporárias.


ID
463975
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Duas empresas diferentes produzem a mesma quantidade de aparelhos celulares, ou seja, ao se comprar um aparelho celular, a probabilidade de ele ter sido produzido por qualquer uma delas é a mesma. Cada aparelho produzido pela fábrica A é defeituoso com probabilidade 1%, enquanto cada aparelho produzido pela fábrica B é defeituoso com probabilidade 5%. Suponha que você compre dois aparelhos celulares que foram produzidos na mesma fábrica. Se o primeiro aparelho foi verificado e é defeituoso, a probabilidade condicional de que o outro aparelho também seja defeituoso é

Alternativas
Comentários
  • Bem, se a probabilidade do celular ser defeituoso for da fábrica A = 1%
    fabrica B = 5%, então a probabilidade do 1º celular ser defeituoso será 1% OU 5%, OU em probabilidade equivale a + então = 1% + 5% = 6%

    qual a probabilidade dos dois serem defeituosos?



    se for da fábrica A = 1% e 1%
    se for da fábrica B = 5% e 5%



    então ficará : Prob. = 1%1% + 5%5% = 1/10.000 + 25/10.00 = 13/300
                                               6%                           6%


























     

  • Juliana, ficou  otima sua explicação mas fiquei em duvida nos 
    calculos finais para obter 13/300, vc pode explicar por favor , obrigada! 
  • então ficará : Prob. = 1%1% + 5%5% = 1/10.000 + 25/10.00 = 13/300
                                               6%                           6%

    continuando...

    que é igual a (1/10.000 + 25/10.000) / (6/100) ==>

    26 /10.000    ==>  inverte ==>
        6 / 100 

        26    x 100  ==>  simplifica ==>
    10.000      6

     26   ==>  simplifica de novo ==>
    100       6

    13
    300
  • Qual a formula utilizada para a resolução deste problema?
  • http://admcomentada.com.br/transpetro2011/38-cesgranrio-transpetro-administrador2011/#more-827
  • O raciocínio que desenvolvi foi:

    P(A) = 1/100 * 1/2 = 1/200

    P(B) = 5/100 * 1/2 = 5/200

    P(A+B) =6/200

    Pensando somente nos defeituoso

    A- 1/200 / 6/200 = 1/6

    B- 5/200 / 6/200 = 5/6


    P(A) = 1/6 * 1/100 = 1/600

    P(B) = 5/6 * 5/100 = 25/600


    P(A+B) = 1/600 + 25/600 = 26/600  = 13/300


  • P(A) = 1 / 2
    P(B) = 1 / 2
    P(def / A) = 1 / 100
    P(sem def / A) = 99 / 100
    P(def / B) = 5 / 100
    P(sem def / B) = 95 / 100

    Logo, 
    P (A, def, def) = 1 / 2 x 1 / 100 x 1 / 100 = 1 / 20000
    P(A, def, sem def) = 1 / 2 x 1 / 100 x 99 / 100 = 99 / 20000
    P(B, def, def) = 1 / 2 x 5 / 100 x 5 / 100 = 25 / 20000
    P(B, def, sem def) = 1 / 2 x 5 / 100 x 95 / 100 = 475 / 20000


    P = 1 + 25 / 1 + 99 + 25 + 475
    P = 26 / 600
    P = 13 / 300

    Letra C

  • Link da explicação do exercicio
    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/40-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • Melhor explicação é esta:

     

    http://engprodpetrobras.blogspot.com.br/2014/10/transpetro-prova-resolvida-2011.html

  • gente querida

    posso comprar AA AB BA BB

    expandindo, podem vir: bom bom, bom def, def bom, def def para cada par acima

    total de possibilidades = 4 x 4 = 16

     

    mas o enunciado já diz que sao da mesma marca: AA ou BB

     

    quem nao sabe arranjo / pemutacao / combinacao ou sei sei lá mais o que... tipo eu... usa a tecnica da árvore

    nesse caso 4 galhos:

     

    AdAb - 0.01 x 0,99 = 99 / 10.000

    AdAd - 0,01 x 0,01 = 1 / 10.000

    BdBb - 0,05 x 0,95 = 475 / 10.000

    BdBd - 0,05 x 0,05 = 25 / 10.000

     

    assim, brasileiros

    corto os 10.000 (em evidencia)

    a tia Maria falou, lá no ginásio, que P = Q satisfaz condicao / Q total

    Q total = 99 + 1 + 475 + 25 = 600

    Q satisfaz = 1 + 25 = 26

     

    resposta:  P = 26 / 600 = 13 / 300

     

    uhu... eu e a tia Maria vamos passar... porque a gente não complica o que é fácil!!!

     

     

  • Vamos analisar:

    1 (ou 1/6) é produzido em A e 5 (ou 5/6) são produzidos em B.

    Portanto, como o primeiro celular é defeituoso, há 1/6 de probabilidade de ele ter sido fabricado em A, e com isso há 1% de chance de o outro celular também ser defeituoso, totalizando P = (1/6) x 1% de probabilidade de o segundo celular ser defeituoso.

    Da mesma forma, como o primeiro celular é defeituoso, há 5/6 de probabilidade de ele ter sido fabricado em B, e com isso há 5% de chance de o outro celular também ser defeituoso, totalizando P = (5/6) x 5% de probabilidade de o segundo celular ser defeituoso.

    P = (1/6) x 1% + (5/6) x 5%

    P = (1/6) x (1/100) + (5/6) x (5/100)

    P = 1/600 + 25/600

    P = 26/600 = 13/300


ID
463978
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Engenharia de Produção
Assuntos

Uma fábrica de móveis produz cadeiras de ferro e mesas de madeira. São produzidas cadeiras do tipo 1, 2 e 3. As mesas produzidas são do tipo X e Y. Sabe-se que os recursos de produção utilizados para produzir as cadeiras e as mesas são distintos e não compartilhados, logo, o gerente de planejamento central precisa definir o planejamento de produção nos níveis estratégico, tático e operacional.

Para que o planejamento da produção esteja de acordo com os princípios hierárquicos do PCP, o gerente deve

Alternativas
Comentários
  • Tendo essa figura em mente, resolvia-se a questão. Nessa é melhor item a item, apesar de não ser minha metodologia preferida para explicar, em algumas questões é melhor se valer dela.


    (A) determinar as quantidades e datas de produção e aquisição dos componentes das cadeiras tipo 1, para os próximos 15 dias, definindo, assim, o planejamento agregado para a família “cadeiras”.


    A parte errada é que definir componentes para um produto, você não define para a família toda de produtos, pois cada produto tem a quantidade de matéria que leva.  Ainda poderíamos ter uma discussão quanto ao prazo, se 15 dias é ou não médio prazo.Alternativa errada.


    (B) estabelecer a quantidade de cadeiras equivalentes a serem produzidas nas próximas 4 semanas, através do planejamento mestre de produção (MPS).


    O erro aqui está em um pequeno detalhe. A palavra “equivalente” deixa a frase incorreta. Não é o número de cadeiras equivalentes, é o número real de cada cadeira que é definido no MPS. O MPS detalha o quê, quando e quanto de tudo que passa pela linha de produção.
    Equivalente é quando se usa uma unidade padrão e se calcula as outras em relação a essa, muito utilizado lá nos custos.


    (C) estimar, no planejamento das necessidades de materiais (MRP), a quantidade de cadeiras equivalentes que serão produzidas nos meses subsequentes.


    Nessa o erro salta na sua vista. Planejamento das necessidades de materiais não diz quantidade de nada que será produzido, diz o que será preciso de material para atender à produção.


    (D) definir, no planejamento das necessidades de materiais (MRP), a quantidade a ser produzida e/ou adquirida dos componentes da mesa X, através da lista técnica e da estrutura analítica do produto.


    O planejamento de materiais leva em conta uma lista técnica e a estrutura do produto. O que é isso? A famosa receita do bolo, que diz tudo o que se precisa para fazer o bolo, não só em quantidade, mas também em especificação de cada ingrediente. Se faz isso na produção, cada produto tem uma “receita” para fazê-lo e é a partir dela que o planejamento das necessidades de materiais sabe o que precisa ter em estoque para a produção.


    (E) agregar os produtos “cadeira” e “mesa” numa única família, para realizar o planejamento agregado, e projetar a demanda agregada para os próximos meses.


    A questão diz claramente “Sabe-se que os recursos de produção utilizados para produzir as cadeiras e as mesas são distintos e não compartilhados”, logo como iríamos unir os dois em uma única família? Famílias de produtos tem que ter o mínimo em comum para serem planejadas em alguns aspectos juntas. Só se separam na hora do curto prazo.


    FONTE: ADM COMENTADA: http://admcomentada.com.br/transpetro2011/41-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • a) determinar as quantidades e datas de produção e aquisição dos componentes das cadeiras tipo 1, para os próximos 15 dias, definindo, assim, o planejamento agregado para a família “cadeiras”.

    A determinação da quantidade de componentes e materiais para aquisição ou produção, fica a cargo do MRP. Já o planejamento dos produtos por família, é o planejamento agregado (Vendas e Operações).

    b)  estabelecer a quantidade de cadeiras equivalentes a serem produzidas nas próximas 4 semanas, através do planejamento mestre de produção (MPS).

    O estabelecimento da quantidade de cadeiras, que é o produto acabado, refere-se de fato ao MPS. Mas, neste caso, o erro está na palavra "equivalente"

    c)  estimar, no planejamento das necessidades de materiais (MRP), a quantidade de cadeiras equivalentes que serão produzidas nos meses subsequentes.

    O MRP prevê o planejamento da necessidade de materias/componentes. A quantidade de cadeiras é o produto acabado, logo, a cargo do MPS/Programa Mestre de Produção.

    d)  definir, no planejamento das necessidades de materiais (MRP), a quantidade a ser produzida e/ou adquirida dos componentes da mesa X, através da lista técnica e da estrutura analítica do produto.

    Exatamente a definição do MRP, que, ao determinar a quantidade a ser produzida/adquirida de componentes ou materiais, utiliza técnicas como a Estrutura analítica do produto (ou BOM = Bill of material).

    e)  agregar os produtos “cadeira” e “mesa” numa única família, para realizar o planejamento agregado, e projetar a demanda agregada para os próximos meses.

    Idem comentário anterior: A questão diz claramente “Sabe-se que os recursos de produção utilizados para produzir as cadeiras e as mesas são distintos e não compartilhados”, logo como iríamos unir os dois em uma única família? Famílias de produtos tem que ter o mínimo em comum para serem planejadas em alguns aspectos juntas. Só se separam na hora do curto prazo.


ID
463984
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração de Recursos Materiais
Assuntos

O diretor de logística de uma empresa de produção de bens de consumo tem a missão de colaborar na expansão do negócio. Para isso, ele está avaliando duas opções de investimento, a saber:

• Opção 1 - Expansão da fábrica na mesma localidade
• Opção 2 - Transferência da fábrica para outra localidade mais próxima do mercado consumidor

O critério de decisão do diretor é o custo logístico total da operação. No auxílio à sua decisão, o diretor encomendou um estudo de localização para avaliar a opção 2. A consultoria responsável pelo estudo decidiu utilizar o método do centro de gravidade para uma única instalação.

Para que o estudo de localização seja realizado e o diretor possa decidir entre apenas uma das opções de investimento (1 ou 2), utilizando-se do critério do custo logístico total, a única informação DESNECESSÁRIA, dentre as abaixo relacionadas, é sobre

Alternativas
Comentários
  • Custos logísticos totais não se resumem apenas ao transporte, apesar desse ser o de maior impacto nesse custo. O custo logístico total se refere também ao custo de armazenagem, movimentação, manutenção de inventários e etc. Ou seja, tudo que mexer em um desses custos será importante nessa análise, mas vamos só ao que é método do centro de gravidade que a questão fala.

    Método do centro de gravidade busca a melhor localização para a implantação de uma determinada estrutura, seja ela uma fábrica, uma estrutura de armazém ou um centro de distribuição e essa melhor localização é que minimiza os custos de transporte. Ou seja, no método do centro de gravidade nós procuraremos o melhor local perto de todos os locais onde precisaremos enviar/receber produtos/materiais.

    Resposta da questão letra B: Histórico de defeitos de máquinas não é uma informação necessária para o método de centro de gravidade. Influencia algo em custo de armazenagem, movimentação ou transporte? Não. Influencia em velocidade de produção, custos de manutenção, mas não diretamente nos custos logísticos totais. Essa é a resposta!

    Bons estudos!!!!

     


ID
463990
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração de Recursos Materiais
Assuntos

Na gestão dos estoques de grandes empresas, é necessário adotar políticas distintas para tratar os itens de estoque. A principal razão para isso é que alguns itens são mais relevantes, seja pelo critério financeiro ou operacional.

Associe os parâmetros usados no planejamento de estoques às políticas correspondentes.

I   - Nível máximo de estoque      P - Revisão Periódica
II  - Ponto de Ressuprimento      Q - Revisão Contínua
III - Período de Revisão


As associações corretas são:

Alternativas
Comentários
  • Características dos modelos de reposição/revisão de estoque:

    - Contínuo: O sistema contínuo, como o nome já diz, é feito a toda hora, continuamente. A cada movimentação o estoque é atualizado, normalmente por meio de um software de gestão de estoques. Sendo assim, a qualquer hora o gerente sabe a que nível anda seu estoque. Nesse sistema é onde o ponto de ressuprimento é definido, ou seja, um ponto que quando o estoque chegar nele o pedido será gerado automaticamente. Sendo assim, o período de ressuprimento pode variar, porém o lote será sempre o mesmo, pois sempre o ponto onde o pedido será feito será o mesmo. Chegando a uma qtde X de estoque o pedido será feito, e, este pedido será feito em uma quantia Y pré-determinada.

    - Periódico: O sistema periódico já me diz que de tempos em tempos o estoque será revisado, poderá ser uma vez por mês, por semana e assim vai. Ou seja, eu escolho um determinado período e quando chegar o dia eu analiso meu estoque e faço um pedido. O pedido aqui variará de acordo com o que foi consumido no período de revisão. Ele terá um dia certo para ser feito e o pedido irá variar de acordo com o que foi consumido desde a última revisão.

    I - Quem se importa com o nível máximo de estoque é o Periódico, pois nele o lote de pedido varia e é dado pelo estoque máximo menos o estoque atual, normalmente . Ou seja, o gerente determina uma qtde de estoque máximo e na hora de realizar o pedido, este, normalmente será na qtde que falta até chegar a quantia máxima de estoque.

    II – Ponto de ressuprimento é do contínuo, ele que gera um pedido sempre que o ponto é alcançado.

    III – Período de revisão é meio dado. É do periódico.

    Bons estudos!!!












     

  • As vezes com um PQP, voce resolve a questao hauhuaha..

  • Revisão Períodica - A partir de um período estabelecido (semana, mensal, etc.) é feito um novo pedido que atinge nível máximo de estoque.

    Revisão Contínua - Sempre que atingir o nível mínimo é feito um novo pedido com uma quantidade estabelecida (100, 500, 1000, etc.).

     


ID
463993
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Muitas empresas consideram que podem ser mais efetivas se realizarem parcerias estratégicas. Para poderem concorrer em melhores condições no mercado mundial, duas empresas brasileiras do ramo de petroquímica resolveram comercializar seus produtos conjuntamente. Como oferecem produtos complementares, a parceria permite que possam apresentar aos clientes uma carteira mais completa de produtos com menores custos de comercialização.

Essa parceria estratégica é classificada como

Alternativas
Comentários
  • a) correta.
    Aliança de produtos ou serviços. Acho que poderia ser aliança de produtos e serviços. Dá pra confundir também com aliança logística, mas a efetividade , nesse caso, aponta diretamente para o lucro.
  • Alianças estratégicas: No mundo de hoje, as empresas estão descobrindo que precisam de parceiros estratégicos para serem mais efetivos, é difícil alcançar a liderança sem alianças com empresas que alavanquem ou complementem suas capacidades e recursos. Nesse sentido, existem 4 categorias principais de aliança:

    - Aliança de produtos ou serviços: “Uma empresa licencia outra para fabricar seu produto ou duas empresas comercializam conjuntamente produtos, complementares ou um novo produto”.

    - Alianças promocionais: Uma das empresas concorda em promover um produto ou serviço da outra. O caso do McDonalds oferecendo coisas da Disney no menu de crianças.

    - Alianças de logística: Uma empresa pode oferecer serviços de logística para o produto da outra.

    - Colaboração com preços: “Uma ou mais empresas poder formar uma colaboração especial para a determinação de preços. É comum hotéis e locadoras de automóveis oferecerem descontos mútuos.”

    RESPOSTA LETRA A

    Fonte: http://admcomentada.com.br/transpetro2011/46-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • GAB: LETRA A

    Complementando!

    Fonte: Thuanny Paula Santos

    Para responder essa questão é necessário conhecer o conceito de ALIANÇAS ESTRATÉGICAS.

    Estabelecer uma aliança estratégica é um processo de organização e manutenção de colaborações entre diferentes empresas ou entre empresas.

    De acordo com Pitassi e Macedo-Soares, "Para sustentar sua vantagem competitiva, um número crescente de empresas no Brasil, como no resto do mundo, está estabelecendo múltiplas alianças de diferentes tipos, constituindo-se em redes, inclusive virtuais.

    Atualmente, grande parte das empresas brasileiras e mundiais tem buscado formar redes e alianças estratégicas de modo a poder compartilhar recursos e competências, além de reduzir seus custos".

    Quanto às motivações para a realização de alianças estratégicas, Barney (1996) aponta sete fatores determinantes da tomada de decisão:

    • 1.º) Economia de escala. 
    • 2.º) Aprendizado com os concorrentes. 
    • 3.º) Gerenciamento de riscos e compartilhamento de custos. 
    • 4.º) Redução dos custos de entrada em novos mercados. 
    • 5.º) Redução do custo de entrada em novos setores ou em novos segmentos do setor. 
    • 6.º) Gerenciamento das incertezas. 
    • 7.º) Facilidade de formação de conluio tácito. 

    Essas alianças podem ser divididas em quatro categorias principais.

    • Alianças de produtos ou serviços. Uma empresa licencia outra para fabricar o produto em mercado estrangeiro, ou duas empresas comercializam conjuntamente produtos complementares ou um novo produto.

    • Alianças promocionais. Uma empresa concorda em promover um produto ou serviço de outra, exemplo, McDonald´s associa produtos da Disney.

    •  Alianças de logística. Uma organização pode oferecer serviços de logística para o produto de outra empresa. Como os Correios.

    • Colaboração em preços. Uma ou mais empresas podem formar uma colaboração especial para determinação de preço. É comum hotéis e locadoras de automóveis oferecerem descontos mútuos.

    O caso em tela menciona que duas empresas brasileiras do ramo de petroquímica resolveram comercializar seus produtos conjuntamente. Esses produtos seriam complementares.

    Portanto, trata-se de uma Aliança de produtos ou serviços.

    As demais alternativas estão INCORRETAS, os conceitos estão descritos acima.


ID
463996
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Marketing
Assuntos

Depois de analisar o mercado brasileiro de combustíveis, uma distribuidora de atuação nacional, percebeu que poderia atuar de forma mais lucrativa se concentrasse suas atividades em cidades com população entre 50.000 e 100.000 habitantes. A diretoria, então, realizou um levantamento dessas cidades e traçou suas metas operacionais. Considerando essa característica, a decisão de segmentação dessa empresa é classificada como

Alternativas
Comentários
  • b) correta
    A segmentação geográfica requer a divisão do mercado em diferentes unidades geográficas, como:
    •  Nações;
    •  Estados;
    •  Regiões;
    •  Condado;
    •  Cidades ou
    •  Bairros

    A empresa pode atuar em uma, em algumas ou em todas as áreas geográficas, prestando atenção nas variações locais.
    Principais Variáveis de segmentação para Mercados Consumidores

     Região
    •  Pacífico;
    •  Montanhas;
     Porte da cidade ou região metropolitana
    •  Menos de 4.999;
    •  De 5 mil a 19.999;
    •  De 20 mil a 49.999;
    •  De 50 mil a 99.999;
    •  De 100 mil a 249.999;
    •  De 250 mil a 499.999;
    •  De 500 mil a 999.999;
    •  De 1 milhão a 3.999.999 e
    •  Acima de 4 milhões
     Densidade
    •  Urbana;
    •  Suburbana e
    •  Rural
     Área
    • Norte
    •  Sul
  • O processo de segmentação de mercado utiliza sempre a pesquisa. Com ela, é possível que se chegue ao resultado do agrupamento desejado (segmento-alvo). As formas ou critérios para a segmentação são:

    Segmentação demográfica estuda estatisticamente as populações e usas características como faixa etária, sexo, tamanho médio da família, estado civil, números de unidades domiciliares, nacionalidade, religião, raça e genealogia.
    Segmentação socioeconômica divide o mercado com base nas características sociais e econômicas da população como classe social, renda, escolaridade, ocupação profissional, etc.
    Segmentação geográfica divide o mercado com base em critérios geográficos, como localização e densidade populacional.
    Segmentação por benefícios divide o mercado com base nos benefícios procurados pelos clientes.
    Segmentação por grau de utilização divide o mercado com base no nível de consumo.
    Segmentação Psicografia divide o mercado com base no modo como as pessoas pensam e levam suas vidas.

    Fonte: Gestão de Marketing – Departamento de Mercadologia da FGV, Capitulo 02, pág: 18 a 35.
  • Gabarito letra B:
    Geográfica: divisão do mercado em partes geográficas como países, cidades, regiões ou de acordo com critérios como densidade demográfica (sim, apesar de ter esse “demográfica” no nome, densidade demográfica é geográfica. Pegadinha presente em diversas provas de administrador já).
    Na questão a empresa segmentou o mercado em cidades com população entre 50.000 e 100.000 habitantes. Ela fez uma segmentação geográfica, já que levou em consideração o tamanho da população.

    Bons estudos!
  • • Segmentação geográfica:

    É aquela que propõe dividir o mercado em unidades geográficas diferentes. A empresa pode operar em uma, algumas ou todas as regiões, mas sempre observando as diferenças de cada uma delas. Operando de maneira distinta.



  • De acordo com a classificação adotadas por Kotler e Armstrong, as principais variáveis de segmentação de mercados consumidores são: 

     

    Geográfica: região do mundo, país, estado e mesmo bairros; tamanho da cidade/densidade populacional; clima.

    Demográfica: idade, sexo, tamnho da família, ciclo de vida familiar, renda, ocupação, nível de instrução, religião, etnia, geração, nacionalidade.

    Psicográficas: classe social, estilo de vida, persolnalidade.

    Comportamental: ocasiões, benefícios, status do usuário, classificação do usuário, status de fidelidade, estágio de preparação, atitude em relação ao produto. 

     

     

  • Questão sobre os tipos de segmentação, vamos analisar as alternativas.

    Alternativa A. Errado. Na segmentação socioeconômica os consumidores são divididos com base nas características econômicas da população como classe social, escolaridade, ocupação profissional, renda, etc.

    Alternativa B. Certo. Na segmentação geográfica os consumidores são divididos em estados, cidades, bairros ou nações.

    Alternativa C. Errado. Na segmentação psicográfica os consumidores são divididos em grupos compostos por traços psicológicos, personalidade, estilo de vida e valores diferentes.

    Alternativa D. Errado. Na segmentação demográfica os consumidores são divididos de acordo com algumas variáveis como sexo, renda, idade, tamanho da família, etc.

    Alternativa E. Errado. Na segmentação comportamental os consumidores são divididos segundo suas atitudes, conhecimentos ou reações a um produto.

    Gabarito: B


ID
463999
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Um consultor foi contratado para realizar um levantamento a respeito da preferência dos moradores de uma cidade por combustíveis. Como não poderia entrevistar todos os consumidores de combustíveis da região, optou por entrar em contato apenas com membros de um grupo de discussão chamado “Loucos por Motor”.

Além de conhecerem profundamente mecânica e dedicarem grande parte do tempo à manutenção e ao aprimoramento de seus carros, esse grupo era conhecido na cidade, acompanhava as preferências dos demais consumidores e tinha bom contato com donos de postos de gasolina, onde costumavam realizar suas reuniões.

Classifica-se o tipo de amostra utilizada pelo consultor como

Alternativas
Comentários

  •  

    AMOSTRA PROBABILÍSTICA

      Amostra aleatória simples

    Cada membro da população tem uma chance conhecida e igual de ser escolhido.

    Amostra aleatória estratificada

    A população é dividida em grupos mutualmente excludentes (como grupos de idade) e amostras randômicas são sorteadas para cada grupo.

    Amostra de agrupamento (área)

    A população é dividida em grupos mutualmente excludentes (como quarteirões) e o pesquisador sorteia uma amostra de grupos para ser entrevistada.

    AMOSTRA NÃO PROBABILÍSTICA

      Amostra por conveniência

    O pesquisador seleciona membros da população mais acessíveis.

    Amostra por julgamento

    O pesquisador usa o seu julgamento para selecionar os membros da população que são boas fontes de informação precisa.

    Amostra por quota

    O pesquisador entrevista um número predefinido de pessoas em cada uma das várias categorias.

    fonte: http://www.fecap.br/adm_online/art23/tania2.htm

  • Vamos começar definindo amostra como uma parte da população que foi selecionada para análise. Na maioria das vezes, torna-se impossível fazer uma pesquisa de marketing com todos os moradores de uma cidade como é o caso da questão. Assim, selecionamos uma parcela dessa população (amostra) e a partir da pesquisa com essa amostra estimamos as informações para toda a população. É importante ressaltar que os resultados da pesquisa podem ser diversos e até tendenciosos de acordo com a amostra selecionada. Por exemplo, quero estimar a porcentagem de estudantes de nível superior em uma cidade. Se eu selecionar a amostra escolhendo pessoas que estão saindo de um polo universitário, terei um resultado que não representa a população honestamente.
    O pesquisador escolheu um grupo específico com conhecimentos sobre carro. Como o grupo tem grande conhecimento sobre o tema da pesquisa, vemos que o pesquisador julgou que sua amostra daria informações importantes para seu objetivo.

    Amostra por julgamento ou intencional: seleciona um subgrupo da população que, com base nas informações disponíveis, possa ser considerado representativo de toda a população. A seleção de amostras intencionais é realizada de acordo com o julgamento do pesquisador. Se for adotado um critério razoável de julgamento, pode-se chegar a resultados favoráveis. 

    Bons estudos!!!
  • Vejamos agora os tipos de amostra mencionados na questão:

    Amostra Aleatória Simples: é aquela em que cada indivíduo ou item possui a mesma chance de seleção que cada um dos outros. É a mais simples amostragem.

    Amostra Aleatória Estratificada: os indivíduos ou itens são primeiramente subdivididos em populações ou estratos de acordo com alguma característica em comum. Depois fazemos uma amostragem simples dentro de cada estrato e os resultados de cada estrato são combinados. É mais eficiente do que a amostra aleatória simples.

    Agrupamento, Cluster ou Conglomerado: os indivíduos ou itens são divididos em diversos grupos ou clusters, de forma que cada grupo seja representativo da população total. Depois é feita uma amostragem aleatória dos grupos  e todos os indivíduos selecionados são analisados. É menos eficiente que os dois tipos anteriores, pois precisa de uma amostra de tamanho maior para obter resultados com a mesma precisão. Observe que esse tipo é parecido com a amostra estratificada, mas as subdivisões não são feitas por características comuns. Nesse caso, cada subdivisão deve representar o todo.

    Conveniência ou Acidental: o pesquisador escolhe uma amostra por conveniência, ou seja, para facilitar o trabalho. Muitas vezes a amostra está disponível no local e é usada sem critérios específicos.

    Julgamento ou Intencional: o pesquisador escolhe a amostra de acordo com um julgamento, pois ele considera a amostra adequada a situação. Embora seja mais rápida e menos custosa, é uma amostra tendenciosa.

    A imagem a seguir é um esquema de como esses tipos de amostragem podem ser divididos de acordo com critérios de probabilidade e critérios de não-probabilidade:

    RESPOSTA LETRA E

    Para responder essa questão, usei como referência o livro “Estatística – Teoria e Aplicações – Levine , 3ª edição”. Obs.: não é um livro voltado para concursos!

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/48-cesgranrio-transpetro-administrador2011/


ID
464002
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma empresa presta serviços de transporte a 250 clientes e acredita que ainda haja 50 outros clientes potenciais na região. Considerando que a frequência média ideal de visitação dos vendedores é de 2 visitas mensais aos clientes, que a avaliação do tempo real de vendas de um vendedor é de 30 horas mensais e que cada visita dura em média 3 horas, qual deve ser o tamanho da força de vendas?

Alternativas
Comentários
  • 30 horas mensais / 3 horas média por visita = 10 visitas.

    Como eles fazem 2 visitas mensais por cliente - 10 visitas / 2 visitas mensais = 5 clientes visitados

    250 clientes / por 5 clientes = 50 vendedores.

    300 clientes / por 5 clientes = 60 vendedores.

    Portanto:

    300 clientes / por 5 visitas = 60 vendedores.

    ou

    250 clientes x 6 horas mensais (3 horas por visita, sendo 2 visitas mês) = 1.500 horas.

    1.500 horas / 30 horas = 50 (número de vendedores necessários).

    portanto.: 300 clientes x 6 horas = 1.800 horas / 30 horas = 60 (número de vendedores).
  • 300 * 2 * 3 / 30 = 10 * 2 * 3 = 60

  • Questão idêntica a essa caiu na prova da BR 2012 e tem similar na prova da Biocombustíveis 2010 e da Petrobras 2011,  ambas já detalhadas no blog .

    A questão é puramente de cálculo, então vamos lá:

    250 (clientes) + 50 (clientes potenciais) = 300
    300 x 2 (visitas por clientes) = 600 (visitas por mês)
    600 x 3 (horas para cada visita) = 1.800 (horas por mês)
    1.800 / 30 (horas por mês que cada vendedor trabalha) = 60 vendedores

    RESPOSTA LETRA D

     


ID
464005
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Atendimento (Escriturário)
Assuntos

Uma empresa transportadora brasileira contratou um consultor para estudar a imagem da empresa frente aos seus clientes. A pesquisa apontou que a maioria dos clientes considerava a empresa pouco flexível e lenta ao realizar as entregas. Para reverter esse quadro, o consultor sugeriu que a empresa alterasse sua marca, renovasse a frota de caminhões e desenvolvesse material de comunicação com textos e imagens que passariam a ideia de eficiência e rapidez.

As ações sugeridas pelo consultor estão relacionadas à seguinte característica exclusiva dos serviços:

Alternativas
Comentários
  • resposta: intangibilidade

    KOTLER (1998, pp. 412-416) Define serviço como "qualquer ato ou desempenho que uma parte possa oferecer a outra e que seja essencialmente intangível e não resulte na propriedade de nada". Este autor complementa a definição do serviço através de quatro características: intangibilidade, inseparabilidade, variabilidade e perecibilidade:

    Intangibilidade - reside no fato de que o serviço é prestado num respectivo local, e somente pela pessoa ou empresa que o propõe. Esta característica expressa a exata condição e momento em que o mesmo deve ser vendido. Sendo assim, torna-se impossível conhecê-lo ou adquiri-lo antes que este seja oferecido, ou seja, os serviços são intangíveis porque não podem ser vistos, provados, sentidos, ouvidos ou cheirados antes de serem comprados.

    Inseparabilidade - caracteriza a aquisição e consumo do serviço no exato momento em que este é produzido. A especificidade do serviço relaciona-se também a esta característica, pois uma consultoria ou uma palestra proferida por um respectivo expert, em hipótese alguma seria substituída por outro, uma vez que o cliente "pagou para ouvi-lo". Os produtos físicos são fabricados, estocados, mais tarde vendidos e, por fim, consumidos. Porém, os serviços são primeiro vendidos, depois produzidos e consumidos ao mesmo tempo. Já em serviços, produção e consumo são simultâneos. Serviços são inseparáveis daqueles que os fornecem, sejam pessoas ou máquinas.

    Variabilidade - implica numa dificuldade de uniformização, na medida em que os serviços são altamente variáveis e dependem de quem os executa e de onde são prestados. Desta forma, o autor alerta para a importância do marketing interno visando o treinamento e a qualificação daqueles que lidam diretamente com o cliente (funcionários), bem como, a satisfação e motivação destes, além da importância da padronização do processo de prestação de serviços, utilizando ferramentas como o fluxograma e o script para conhecer pontos fortes e fracos do serviço envolvido.

    Perecibilidade - os serviços são perecíveis, não podem ser estocados e, se não forem usados, estarão perdidos. Esta característica não representa um problema quando a demanda é estável, mas torna-se mais difícil de ser administrada quando a demanda é cíclica. Estratégias especiais de marketing devem ser implementadas para lidar com essas flutuações de oferta e procura. A perecibilidade retrata a característica de que os serviços não são estocáveis. Este fato exige das empresas soluções criativas e ativos em propaganda, buscando aumentar a oferta em períodos em que o respectivo serviço se mostra menos solicitado.


    MARKETING DE SERVIÇOS, Autor: 

  • Essa questão pede para verificar qual característica dos serviços está de acordo com a sugestão do consultor. Ele sugeriu que “a empresa alterasse sua marca, renovasse a frota de caminhões e desenvolvesse material de comunicação com textos e imagens que passariam a ideia de eficiência e rapidez”, ou seja, ele quer passar uma ideia de rapidez e eficiência para o serviço. Essa sugestão está ligada a característica da intangibilidade. Já que o serviço não pode ser testado antes da aquisição, a imagem que ele passa é fundamental para convencer os clientes da sua qualidade. 

    Bons estudos!!
    • Intangibilidade: Serviços não podem ser tocados, apalpado. Serviços são ideias e conceitos (processos). Não são patenteáveis. O consumidor baseia-se na reputação de uma marca ou de um serviço.

  • As características exclusivas dos serviços já foram detalhadas em questão anterior da Petrobrás 2011.

    Essa questão pede para verificar qual característica dos serviços está de acordo com a sugestão do consultor. Ele sugeriu que “a empresa alterasse sua marca, renovasse a frota de caminhões e desenvolvesse material de comunicação com textos e imagens que passariam a ideia de eficiência e rapidez”, ou seja, ele quer passar uma ideia de rapidez e eficiência para o serviço. Essa sugestão está ligada a característica da intangibilidade. Já que o serviço não pode ser testado antes da aquisição, a imagem que ele passa é fundamental para convencer os clientes da sua qualidade.

    RESPOSTA LETRA C

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/1000/

  • A questão fala sobre o principio da "Intangibilidade", ou seja é um serviço no qual não pode ser mensurado e analisado antes de ser comprado.

    Isso pode acontecer somente quando ele é adquirido. E a questão fala de pessoas que pela avaliação acharam o serviço " Pouco flexível e lento", ou seja pelo texto elas já o adquiriram.

    Esse é um dos princípios da Intangibilidade.

  • Intangibilidade: já que o serviço não pode ser testado antes da aquisição, a imagem que ele passa é fundamental para convencer os clientes da sua qualidade.


ID
464008
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Uma empresa da indústria de produtos de limpeza, higiene e beleza atua em 157 países. Cada unidade de negócio nacional opera de forma independente, mas suas diferentes estratégias de produto são consideradas fontes de ideias para toda a corporação, que possui um centro mundial de inovação. Ao mesmo tempo, cada unidade procura obter economias de escala ao se especializar em determinadas categorias de produto, exportando para os países vizinhos e formando uma rede de unidades de negócios.

Em uma perspectiva global, que estrutura foi adotada pela empresa?

Alternativas
Comentários
  • http://admcomentada.com.br/transpetro2011/51-cesgranrio-transpetro-administrador2011/
  • Uma estrutura Transnacional tenta obter o melhor de duas estratégias internacionais extremas: a estratégia multidoméstica (seria suportada pelas subsidiárias locais, com gde autonomia de projetos, produção e comercialização para todos os produtos) e a estratégia global (geralmente é suportada pelas divisões de produtos globais).
    Esta estrutura transnacional tem as seguintes características detalhadas:
    - Cada unidade nacional opera independentemente, mas é uma fonte de ideias e capacidades para toda a corporação. 
    - Unidades nacionais podem obter maiores economias de escala através da especialização em nome de toda corporação, ou pelo menos de gdes regiões. 
    - O centro corporativo administra essa rede global estabelendo o papel de cada unidade de negócios, depois sustentando sistemas, relações e culturas para fazer a rede de unidades de negócios operar efetivamente. 
    O sucesso da corporação transnacional depende de sua capacidade de atingir simultaneamente competências globais, receptividade local, inovação e aprendizado em toda organização. Isso exige clareza em relação a fronteiras, relações e papéis que os vários gerentes têm que desempenhar. 

    Fonte: 

    http://books.google.com.br/books?id=6APDyVsHHBoC&pg=PA440&lpg=PA440&dq=o+que+%C3%A9+estruturas+transnacionais&source=bl&ots=EGyee5Dfgl&sig=EuYdO--cxeXnI_rrU2KQCBJmNGY&hl=pt&sa=X&ei=YgBBUZ2xOYGs9ASHh4GIDg&ved=0CD0Q6AEwAg#v=onepage&q=o%20que%20%C3%A9%20estruturas%20transnacionais&f=false

    Bons estudos!!

  • gabarito D

    Detalhe: a empresa descrita na questão é a AVON.
  • TRANSNACIONAL: ATIVIDADES COMUNS A VÁRIAS NAÇÕES INTEGRADAS NA MESMA UNIÃO ECONÔMICA.

    "EX.: Programas transnacional entre os países-membros da União Europeia. Nesta caso, envolve atividades políticas de uma união política.

     

     

    GABARITO ''D''

     

  • Resposta D

     

    Opções estruturais para empresas que buscam estratégias internacionais:

     

    1- Federação descentralizada: decisões estratégicas e operacionais são delegadas ás divisões ou subsidiárias.

     

    2- Federação coordenada: decisões estratégicas são tomadas na Matriz Corporativa, já as decisões  e operacionais são delegadas ás divisões ou subsidiárias.

     

    3- Núcleo centralizado: decisões estratégicas e operacionais são tomadas na matriz corporativa

     

    4- Transnacional: decisões estratégicas e operacionais são delegadas áquelas entidades operacionais que maximizam a responsividade a condições locais e integração internacional. Operações internacionais são redes integradas de recursos e capacidades e interdependentes. Subsidiária pode adquirir competência para ser transferidora de tecnologia.

     

    Obs.: são casos especiais da estrutura multidivisional

     

    fonte: administração estratégica Barney e Hesterly

     


ID
464011
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Um importante empresário no cenário atual de moda iniciou seu negócio, na década de 70, revendendo roupas importadas, inclusive jeans. Alguns anos mais tarde, uma amiga recém-chegada de Saint Tropez mostrou um jeans mais claro, o délavé, que não existia no Brasil. O empresário gostou da ideia, investiu no tecido, começou a produzir as calças no país e a vendê-las com sucesso para grifes cariocas.

A opção por produzir um novo tipo de jeans foi uma estratégia do tipo

Alternativas
Comentários
  • Estratégia emergente
    A estratégia emergente é aquela que nasce naturalmente dos processos, cultura, situação do momento e experiência dos envolvidos com o trabalho. A estratégia “brota” durante o desenvolvimento de projetos, ou mesmo durante processos como o de vendas.
    As abordagens que compartilham a estratégia emergente são a “evolucionária” e a “processual”.
    A abordagem evolucionária pode ser definida de certa forma como “fatalista”, ela delega todo o poder ao mercado, sendo ele quem escolhe (como na seleção natural de Darwin) as organizações que sobreviverão. Muito pouco é depositado na habilidade da alta gerência em planejar e agir racionalmente.
    A recomendação dos defensores dessa abordagem é a de manter a organização “saudável”, ou seja, manter os custos baixos, para estar pronta para os impactos do mercado, também recomenda investir em uma série de diferentes iniciativas analisando rapidamente seus retornos e cancelando as que não derem frutos.
    A abordagem processual prega que a estratégia emerge de um complexo conjunto de relações interpessoais de dependência e poder, estabelecidas entre os gerentes da organização. Os resultados dessas relações leva a empresa a assumir determinados rumos que podem vir a ser positivos. Para os processualistas, a estratégia deliberada é apenas um impulso, algo que anime os gerentes a agir, contudo, o seu conteúdo pouco tem a ver com a realidade e independente do seu detalhamento. Por fim, a estratégia real emerge dessas relações.
    Em suma, os processualistas valorizam a existência de um plano, como algo motivador para os gerentes, todavia desconsideram o valor do seu conteúdo, uma vez que são as complexas relações existentes dentro da organização que definirão de fato as estratégias (emergentes) a serem desenvolvidas.
    A estratégia deliberada
    As abordagens “clássica” e “sistêmica” ocupam o extremo esquerdo desta linha que defende a geração deliberada da estratégia, ou seja, a estratégia como um plano oriundo dos altos escalões da empresa, que, como generais posicionados à uma distância segura do campo de batalha, porém, com uma visão privilegiada, ditam detalhadamente as ações a serem tomadas, ações que são, por sua vez, repassadas ao longo de uma cadeia hierárquica bem definida.
    A geração deliberada da estratégia, principalmente na abordagem clássica possui origens também na economia no que tange à otimização racional. Segundo Whittington (2002), a abordagem trouxe para as organizações uma imagem que pode ser chamada de “homem econômico racional”, ou seja, um único indivíduo empreendedor agindo com perfeita racionalidade para maximizar a “sua” vantagem econômica. Esta imagem é a essência filosófica para seus pressupostos.
    Segundo o autor, o poder de sedução da geração deliberada da estratégia reside na promessa de que o sucesso pode ser dirigido pela técnica e distanciado da execução.
    Fonte: http://www.kerber.com.br/texto.php?ID=349
  • Gabarito Correto B.
    Estratégia Pretendida: É a estratégia que surge na empresa, pensada e estudada para aquele padrão ser sempre seguido. Ainda não se sabe se ela será ou não posta em prática, mas ela foi pensada.

    Estratégia Realizada: Não tem erro, foi a estratégia que foi posta em prática. Simples assim.
    A estratégia que foi posta em prática tem 2 caminhos:
     Deliberada: A que foi previamente pensada, a estratégia pretendida a caminho da realização.
    Emergente: Estratégia que surgiu fora da empresa e acabou sendo realizada. Ou um padrão não pensado, que não foi planejado, mas acabou virando um padrão. 
    A estratégia não realizada foi a pensada que não seguiu em frente. Por qualquer razão que seja.

    A questão nos diz que a estratégia surgiu fora da empresa (amiga recém-chegada de Saint Tropez mostrou um jeans mais claro) e foi decidido implementar. Como não foi planejada, surgiu externamente, é uma estratégia emergente.




    Bons estudos!!!
  • Para complementar os estudos e memorizar achei interessante a explicação pelo aúdio na CBN.
    Bons estudos pessoal !

    http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/carlos-julio/2013/04/12/A-DIFERENCA-ENTRE-ESTRATEGIA-DELIBERADA-E-EMERGENTE.htm


  • Essa questão será comentada completamente pelo livro do Mintzberg, “O Processo da Estratégia”.

    Começo a explicação com uma imagem do livro dele, que já dá uma ideia bastante boa do que é cada estratégia.

    O Mintzberg falou dos famoso 5 P’s da estratégia. Que seria, estratégia como:

    – Plano
    – Pretexto
    – Padrão
    – Posição
    – Perspectivas

    Esses tipos de estratégia são tratadas na P de Padrão, ou seja, estratégia como um padrão, uma consistência sejam elas pretendidas ou não. É o tipo de estratégia que a Coca-cola adota ao dizer em seus PDV’s, por exemplo, a ordem exata em que as latas tem que estar. Você nota que, olhando da esquerda para a direita, sempre as Coca-colas estão primeiro, logo após a Coca-zero, depois o Sprite e depois as fantas (não lembro se essa a ordem, mas reparem que sempre está na mesma ordem, nos grandes PDV’s). Sempre nesse padrão. Isso identifica a estratégia como um padrão, uma consistência no comportamento.

    Tendo isso, identificamos os tipos de estratégias, de padrões que podem existir de acordo com a figura.

    – Estratégia Pretendida: É a estratégia que surge na empresa, pensada e estudada para aquele padrão ser sempre seguido. Ainda não se sabe se ela será ou não posta em prática, mas ela foi pensada.
    – Estratégia Realizada: Não tem erro, foi a estratégia que foi posta em prática. Simples assim.

    A estratégia que foi posta em prática tem 2 caminhos:

    – Deliberada: A que foi previamente pensada, a estratégia pretendida a caminha da realização.
    – Emergente: Estratégia que surgiu fora da empresa e acabou sendo realizada. Ou um padrão não pensado, que não foi planejado, mas acabou virando um padrão.

    A estratégia não realizada foi a pensada que não seguiu em frente. Por qualquer razão que seja.

    Na questão ele nos diz uma estratégia que surgiu fora da empresa e eles decidiram implementar. Como não foi planejada, surgiu externamente, é uma estratégia emergente.

    RESPOSTA LETRA B

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/52-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • GAB: LETRA B

    Complementando!

    Fonte: Thuanny Paula Santos

    O caso em tela apresenta um exemplo de ESTRATÉGIA EMERGENTE.

     

    estratégia emergente é aquela que nasce naturalmente dos processos, cultura, situação do momento e experiência dos envolvidos com o trabalho. A estratégia surge durante o desenvolvimento de projetos, ou mesmo durante processos como o de vendas.

    Percebe-se que o empresário não programou vender um novo produto revolucionário, isso ocorreu de forma inusitada. A questão menciona que a estratégia surgiu fora da empresa e eles decidiram implementar. Como não foi planejada, surgiu externamente, é uma estratégia emergente.

     

    Sobre as demais alternativas, estão incorretas, pois possuem conceitos divergentes do exposto na questão. Observe abaixo.

     

    Na ESTRATÉGIA DELIBERADA a empresa antecipa os acontecimentos do meio ambiente e desenvolve um plano de ação prévio para responder a esses eventos de forma a maximizar os seus resultados. É uma estratégia que foi previamente pensada, a estratégia pretendida a caminho da realização.

     

    ESTRATÉGIA PRETENDIDA é aquela que surge na empresa, pensada e estudada para aquele padrão ser sempre seguido. Ainda não se sabe se ela será ou não posta em prática, mas ela foi pensada. Note que existe a pretensão de colocá-la em prática, mas ainda não é certeza se acontecerá.

    ESTRATÉGIA REALIZADA, o nome já diz, é a estratégia que foi posta em prática. 

    ESTRATÉGIA NÃO REALIZADA foi aquela estratégia pensada que não seguiu em frente. Por qualquer razão que seja.

    Portanto, alternativa B.

  • LETRA B

    emergente.


ID
464014
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Análise de Balanços
Assuntos

A incorporação da Swift norte-americana pela JBS, em 2006, foi considerada uma importante estratégia para alcançar mercados internacionais. Contudo, o indicador “Ebitda” era de 14,2% antes da compra e, depois da compra, foi para 4,1%. Enquanto isso, o desempenho das rivais brasileiras foi, no mesmo ano, Bertin com 17%, Marfrig com 12% e BRFoods com 10%.

Analise as afirmativas abaixo sobre a empresa JBS, considerando o desempenho dos concorrentes, quanto ao indicador mencionado.

I - A empresa passou a apresentar vantagem competitiva por obter desempenho acima da média.

II - A empresa passou a apresentar paridade competitiva por obter desempenho na média.

III - A empresa passou a apresentar desvantagem competitiva por obter desempenho abaixo da média.

É correto APENAS o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Primeiramente vamos achar a média do indicador “Ebitda”: (4,1 + 17 + 12 + 10) / 4 = 10,775.
    Para resolver a questão não precisamos saber o que é o indicador 
    “Ebitda”, mas somente a média.
    Podemos perceber também que através da exclusão já eliminamos as letras "d" e "e", já que um indicador não poderá estar acima da média, na média ou abaixo da média ao mesmo tempo.
    A questão nos fala que o indicador depois da compra da Swift foi para 4,1. Então chegamos a conclusão que o indicador está abaixo da média que é 10,775.

    Resposta letra C.
  • A questão pede para fazer uma análise em relação a empresa citada e seus concorrentes e o indicador Ebitda. Primeiramente, é importante observar que todas as opções são excludentes, pois a empresa não pode estar abaixo, acima ou na média ao mesmo tempo e com isso já descartamos as opções D e E.

    Ebitda (earnings before interest, taxes, depreciation and amortization), ou seja, lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Lajida). Assim sendo, quanto maior o ebitda melhor será, mas observe que entender o que é o ebitda não tem significância na questão, pois conseguimos a resposta somente usando a média do setor.

    Se observarmos as opções, veremos que todos citam desempenho em relação a média. Vejamos qual a média do setor:

    4,1 + 17 + 12 + 10 = 43,1/4 = 10,775% é a média do Ebitda no setor

    Se compararmos a média do setor (10,775%) com o Ebitda da JBS (4,1%), vemos que está abaixo da média e, portanto, a empresa apresenta desvantagem competitiva.

    RESPOSTA LETRA C

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/53-cesgranrio-transpetro-administrador2011-2/


ID
464017
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Os executivos de uma rede de agências de turismo “X” ao utilizarem a análise SWOT no processo de planejamento estratégico se equivocaram ao considerar que os ataques terroristas ocorridos no exterior, naquele ano, representariam uma ameaça ao negócio.

PORQUE

Os clientes da rede de agências de turismo “X”, no ano em que ocorreram os ataques terroristas, passaram a optar por pacotes turísticos nacionais, em detrimento dos internacionais, gerando um crescimento de 50% nas operações e 30% na margem de lucro, dados os custos inferiores nas operações nacionais.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • Afirmação I - Verdadeira - Os ataques terroristas são fatores externos que independem da ação da empresa, então serão ou ameaça ou oportunidade. Com base no contexto da segunda afirmação, vemos que os ataques proporcionaram mudança na procura dos clientes, uma oportunidade que a empresa aproveitou por ter disponível opções de turismo nacional. 

    Afirmação II - Verdadeira - 
    A alternativa nos fala que os custos de operações nacionais são inferiores e, com um custo menor, a margem de lucro aumenta. 

    Analisando as duas afirmativas em conjunto percebemos que os executivos  se equivocaram qdo consideraram que os ataques terroristas representavam uma ameaça aos negócios, o que no caso é considerado uma oportunidade. Assim, se não analisarmos a segunda afirmação, podemos acabar considerando os ataques como uma ameaça e assim cair em uma pegadinha. É importante observar que um fator por pior que seja (ataques terroristas) não representa necessariamente uma ameaça. 

    Bons estudos!!
  • Questão na minha opinião extremamente mal feita e dúbia. Partindo-se do princípio que agencias nacionais tb vendem pacotes para o exterior, como é que isso poderia significar uma oportunidade para a agencia nesse caso????

    Sim, Ok, a empresa acabou vendendo mais pacotes para viagens nacionais...mas de alguma forma ela deixou de vender pacotes para o exterior tb!!!

    Se estiver equivocado, por favor alguém me explique!!!!

    Valeu!
  • tive o mesmo raciocínio do joelson. também não entendi. 
  • Questão Horrível!!!

    Vamos lá. Na primeira realmente existe uma ameaça. Mas a questão traz que a empresa se EQUIVOCOU ou seja, ela errou passando isso a ser uma oportunidade que é explicado na segunda afirmação. Na minha opinião ela não se EQUIVOCOU. Ela viu uma ameaça e TRANSFORMOU em oportunidade. A ameaça era visível e não equivocada.
  • Só consigo ver conerência na pergunta qndo me atenho a palavra "porque". Fora isso, analisando as duas afirmativas, não vejo que a empresa tenha errado ao considerar oa ataques uma ameaça. Ao contrário, na segunda frase temos o termo: "detrimento dos internacionais" o que nos possibilita concluir que a empresa teve sim ônus financeiro, apenas este foi compensado pelo lucro dos pacotes nacionais vendidos.

    Questão muito mal feita!!Até me surpreendeu a banca não ser CESPE....kkkk
  • Questão muito bem feita! Parem de bater de frente com a banca, a gente deve andar a favor da banca!!!!  Com a grande concorrência em concursos não dá pra ficar nessa...Tentem entender, não encontrar motivos para erro, quando a banca erra a questão será anulada pode ter quase 100% de certeza.

    Também marquei errado, mas ao analisar vejamos que a assertiva B esta corretíssima. Pensei que a primeira poderia estar errada pela empresa ter considerado equivocadamente que os ataques terroristas seriam uma ameaça. A princípio pensamos que os ataques seriam sim uma ameaça a empresa, e que ela não estaria equivocada. Porém pensem, se ela não foi prejudicada pelos ataques, ao contrario teve um aumento em seus lucros, realmente ela esta equivocada ao achar que os ataques seriam uma ameaça!!! Compreendem o motivo da primeira estar certa e a segunda justificar a primeira??? Pura interpretação e claro uma dose de conhecimento...


    Vamos á luta galera!

  • Questão correta. Os executivos erraram porque na realidade o que seria ameaça acabou sendo uma oportunidade e por consequência aumentou o faturamento da empresa como mostra na segunda relação.

  • Eles se equivocaram pois realmente as viagens externas caíram, mas NÃO por causa dos ataques terroristas, mas sim pelo baixo custo do turismo interno.

  • Os executivos realmente se equivocaram, pois pensaram que pelo fato de as pessoas não viajarem para fora o negócio seria prejudicado, contudo, o que houve foi um aumento nas viagens nacionais, ou seja, devido aos ataques terroristas deixou-se de viajar para fora e, intensificou-se as viagens nacionais. Questão muito interessante... é preciso ter muita atenção.


  • Questão mau elabora, quando montamos a análise SWOT é elencado todos os pontos e os ataques terroristas não deixa de ser uma ameaça o que realmente poder ocorrer que é a aqueda da venda de pacotes internacionais, e a venda de pacotes nacional é uma oportunidade. 

  • questão sacana - se analisar todo o texto letra A é a correta. Se analisar por partes, letra D é a correta.

  • Os executivos de uma rede de agências de turismo “X”, ao utilizarem a análise SWOT no processo de planejamento estratégico, equivocaram-se ao considerar que os ataques terroristas ocorridos no exterior, naquele ano, representariam uma ameaça ao negócio, PORQUE os clientes da rede de agências de turismo “X”, no ano em que ocorreram os ataques terroristas, passaram a optar por pacotes turísticos nacionais, em detrimento dos internacionais, gerando um crescimento de 50% nas operações e 30% na margem de lucro, dados os custos inferiores nas operações nacionais. Logo, se aumentou o lucro e a demanda, realmente se equivocaram, pois realmente não se trata de uma ameaça, mas de uma OPORTUNIDADE!

  • OPORTUNIDADES: variável externa | não controlável


    ambiente externo (Oportunidades e Ameaças) - Confiabilidade e Confiança nos dados, Informação imediata de apoio à Gestão e Decisão estratégica, Redução de erros.


  • Antes de analisar as afirmações vamos relembrar análise swot que é citada na primeira afirmação:

    A análise SWOT verifica os ambientes internos e externos da empresa em busca de usar suas forças para aproveitar as oportunidades ou mitigar as ameaças e corrigir as fraquezas que podem prejudicar a empresa. O termo SWOT vem do inglês (strengths, weaknesses, opportunities, threats) e pode ser chamado de FOFA em português (forças, oportunidades, fraquezas, ameaças). A matriz a seguir resume bem a estratégia:

    PositivoNegativo

    Ambiente InternoFORÇASFRAQUEZAS

    Ambiente ExternoOPORTUNIDADESAMEAÇAS

    Nesse tipo de questão, o recomendado é que analisemos a segunda afirmação e depois a primeira.

    A segunda afirmação não tem como ser analisada do ponto de vista teórico visto que é uma afirmação sobre uma situação hipotética. O que podemos extrair como verdadeiro nessa questão é que geralmente os custos de operações nacionais são inferiores e, com um custo menor, a margem de lucro aumenta, sendo possível oferecer preços mais atrativos ao cliente, o que pode gerar um crescimento nas operações. Afirmação verdadeira.

    Os ataques terroristas são fatores externos que independem da ação da empresa, então serão ou ameaça ou oportunidade. Com base no contexto da segunda afirmação, vemos que os ataques proporcionaram mudança na procura dos clientes por um produto com maior margem de lucro para empresa, um fato positivo, ou seja, uma oportunidade que a empresa aproveitou por ter disponível opções de turismo nacional. Nessa afirmação, se não levarmos em consideração o contexto da segunda afirmação, podemos acabar considerando os ataques como uma ameaça e assim cair em uma pegadinha. É importante observar que um fator por pior que seja (ataques terroristas) não é necessariamente uma ameaça, portanto os executivos se equivocaram. Afirmação verdadeira.

    Vemos claramente que a segunda afirmação justifica a primeira e dá o contexto necessário para que ela seja verdadeira.

    RESPOSTA LETRA A

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/54-cesgranrio-transpetro-administrador2011/


ID
464020
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Uma montadora optou por adotar uma estratégia de liderança de custo ao concentrar a produção de um novo modelo de automóvel em apenas uma fábrica por continente. Dessa forma, maior quantidade de unidades seria produzida no Brasil para distribuição nas Américas do Sul e do Norte.

No caso, a eficiência de custo foi determinada por

Alternativas
Comentários
  • economia de escala

    Organizar e utilizar o processo produtivo para diminuir custos, visando otimizar a qualidade de um determinados produto e elevar o nível de lucratividade para a empresa, esse é um dos principais objetivos que caracteriza a economia de escala, ou seja, quanto mais se produz numa determinada quantidade, menor é o valor do custo de cada unidade produzida.

    participação no mercado: designa a fatia de mercado detida por uma organização. Sua medida quantifica em porcentagem a quantidade do mercado dominado por uma empresa.

    Fontes:
    http://www.portal-gestao.com/slideshow/management/item/6202-o-que-s%C3%A3o-economias-de-escala?.html
  • Resposta letra E: A questão nos diz que a empresa está com a estratégia de liderança em custo e que está centralizando sua produção de cada continente para produzir muito mais tendo um ganho de custos pelo tamanho da produção. Independente do tipo de custo que a empresa utilize, quanto maior a escala de produção, ou seja, quanto maior o número de produtos fabricados, menor será o custo de produto unitário. Pelo poder da emrpesa de barganha com os fornecedores, por comprar grandes quantidades; ou por diluir mais os custos fixos entre os produtos; ou por cada produto precisar levar uma margem de contribuição menor. O nome desse fenômeno é ganho de escala. 

    Demais alternativas: 
    A) 
    a questão nada fala em mudar os processo, ou seja, alterar o design (o desenho).
    B) O custo de fornecimento não é o fator determinante para o aumento da eficiência. A diminuição desse custo é consequência, resultado do ganho de escala.
    C) A teoria da curva de experiência diz que o meu segundo produto produzido será fruto de uma produção mais eficiente, devido à experiência adquirida em produzir o primeiro produto. E assim, quanto mais eu vou produzindo, mais experiência vou ganhando e mais eficiente irá ficando minha produção. Mas isso não tem nada a ver com a centralização da produção para ganhar em quantidade, até pelo fato da teoria da curva de experiência não mencionar períodos. Ou seja, meu segundo produto pode ser feito um mês depois somente, mas ainda assim será produzido mais eficientemente.
    D) A questão n
    ão menciona nada se a participação no mercado está projetada para maior ou menor. 

    Bons estudos!!
  • – Diferenciação: O investimento da empresa passa mais para passar uma imagem, uma ideia de que seu produto é melhor, é diferenciado. Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, pós-venda, pesquisa de mercado e na qualidade dos produtos são bastante pesados, para passar esse conceito de ser o melhor produto para o consumidor.

    – Liderança em custo: Aqui a preocupação da empresa é ter o produto mais barato do mercado. Não se preocupa tanto com serviços agregados, como o pós-venda e concentra seus esforços na eficiência produtiva. Empresas que adotam essa estratégia costumam ter uma produção bastante alta, pois assim conseguem diminuir seus custos de produção unitários, gerando preços altamente atrativos.

    Essas duas estratégias as empresas buscam abranger todo o mercado. Ser a líder em custo para todo o mercado ou ser o produto com maior diferenciação do mercado. A diferença dessas duas para o “Foco” é simplesmente a abrangência. Podemos ter o:

    – Foco na diferenciação: A empresa adota todas as estratégias da diferenciação, porém atua somente em um nicho, um segmento de mercado específico.

    – Foco nos custos: A empresa adota todas as estratégias da liderança em custo, porém atua somente em um nicho, um segmento de mercado específico.

    Dito isso, vamos para a questão. Ela já nos diz que a empresa está com a estratégia de liderança em custo e que está centralizando sua produção de cada continente para produzir muito mais tendo um ganho de custos pelo tamanho da produção.

    Independente do tipo de custo que a empresa utilize, quanto maior a escala de produção, ou seja, quanto maior o número de produtos fabricados, menor será o custo de produção unitário. Pela capacidade da empresa barganha com os fornecedores, por comprar grandes quantidades; ou por diluir mais os custos fixos entre os produtos; ou por cada produto precisar levar uma margem de contribuição menor. O nome desse fenômeno é ganho de escala.

    RESPOSTA LETRA E

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/55-cesgranrio-transpetro-administrador2011/


ID
464023
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

O Diretor de RH de uma empresa decidiu levar em conta, no processo de planejamento estratégico, uma possível elevação de 5% no índice de rotatividade. Para tal, ele solicitou aos gerentes informações, dos últimos 5 anos, quanto aos custos com entrevistas, aplicação de provas e checagem de referências.

No caso, o diretor solicitou informações relativas aos custos de

Alternativas
Comentários
  • “A partir das informações sobre o cargo a ser preenchido ou das competências a serem agregadas, o passo seguinte é a escolha das técnicas de seleção para conhecer, comparar e escolher os candidatos adequados. As técnicas de seleção são agrupadas em cinco categorias: entrevista, provas de conhecimento ou capacidade, testes psicológicos, testes de personalidade e técnicas de simulação.”

    Fonte: Gestão de Pessoas
    Autor: Idalberto Chiavenato
  • Gabarito E.

    Funções do RH:
    Recrutamento: Divulga oportunidades oferecidas pela organização. É onde a empresa tenta atrair os candidatos divulgando salários, condições de trabalho e outras informações sobre o cargo a ser ocupado. O recrutamento acaba no momento da entrega do currículo.

    Seleção: 
    É onde se faz a triagem das pessoas. É um filtro que busca, dentre vários candidatos, os mais adequados para a organização. Usa de uma comparação entre o que o cargo quer e o que o candidato oferece. Para isso existem diversas técnicas: entrevistas, provas, testes psicológicos, técnicas de simulação dentre outros, cabendo ao selecionador aplicar o mais indicado a cada situação.

    Treinamento: 
    Seria a atividade de preparar alguém para fazer uma tarefa. Seja preparar um novato para exercer a função para a qual for contratada ou um funcionário veterano para ser treinado para uma nova tecnologia, procedimento ou aperfeiçoar o jeito de fazer.

    Desenvolvimento: 
    Essa atividade procura explorar o potencial de aprendizado e capacidade produtiva das pessoas através da mudança ou adequação de comportamentos. É um outro lado da moeda do treinamento, mas não passa necessariamente por uma técnica em sala de aula ou algo assim, como o treinamento. O desenvolvimento não é uma melhoria individual, mas sim uma melhoria dentro da organização.

    Desligamento: 
    É quando o funcionário sai da empresa, não importando qual seja o motivo desse desligamento. 

    Bons estudos!!


  • Basta lembrar que a entrevista é uma atividade exclusiva de seleção.

  • COMENTÁRIO

    A questão dá como opções funções do setor de RH e pergunta em qual função estaria agrupado os dados de entrevistas e seleções de candidatos. Vou relacionar para cada opção quais dados seriam possíveis de ser colhido, além de uma breve explicação.

    – Recrutamento:
    Divulga oportunidades oferecidas pela organização. É onde a empresa tenta atrair o candidato divulgando salários, condições de trabalho e outras informações sobre o cargo a ser ocupado. O recrutamento acaba no momento da entrega do currículo.
    Nessa função os dados que podem ser gerados tem a ver com o alcance do recrutamento. Quantas pessoas se interessaram pelas vagas. A relação candidato x vagas. Custos de anúncios de emprego.

    – Seleção:
    É onde se faz a triagem das pessoas. É um filtro que busca, dentre vários candidatos, os mais adequados para a organização. Usa de uma comparação entre o que o cargo quer e o que o candidato oferece. Para isso existem diversas técnicas: Entrevistas, provas, testes psicológicos, técnicas de simulação dentre outros, cabendo ao selecionador aplicar o mais indicado a cada situação.
    Nessa função pode ser gerados dados de relação candidatos gerais e candidatos aptos. O quociente de seleção (Candidatos Admitidos/Candidatos Examinados) e os custos gerais de seleção, inclusive os citados na questão. Sendo essa a nossa resposta. Mas vamos continuar.

    – Treinamento:
    Seria a atividade de preparar alguém para fazer uma tarefa. Seja preparar um novato para exercer a função para a qual for contratada ou um funcionário veterano para ser treinado para uma nova tecnologia, procedimento ou aperfeiçoar o jeito de fazer.
    Aqui seria possível retirar dados como  custo de treinamento, atividades que mais demandam tempo de treinamento dentre outros dados.

    – Desenvolvimento:
    Essa atividade procura explorar o potencial de aprendizado e capacidade produtiva das pessoas através da mudança ou adequação de comportamentos. É um outro lado da moeda do treinamento, mas não passa necessariamente por uma técnica em sala de aula ou algo assim, como o treinamento. O desenvolvimento não é uma melhoria individual, mas sim uma melhoria dentro da organização.

    – Desligamento:
    É quando o funcionário sai da empresa, não importando qual seja o motivo desse desligamento.
    Daqui podemos obter dados de motivos que as pessoas pedem parar sair ou são demitidas, quantas pessoas saem por período.

    Logicamente aqui eu resumi bastante. Os autores dedicam um capítulo ou mais de seus livros para falar de cada um dos assuntos acima, afinal é “a alma” do RH as funções acima. Tentei dar uma ideia para que todo mundo conseguisse raciocinar na questão.

    RESPOSTA LETRA E

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/56-cesgranrio-transpetro-administrador2011/


ID
464026
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

Uma empresa de transportes aéreos decidiu recentemente implantar um sistema de avaliação de desempenho, do tipo 360 graus, junto ao corpo de comissários de bordo.

Esse sistema de avaliação

Alternativas
Comentários
  • “A avaliação 360º é feita de modo circular por todos os elementos que mantém alguma interação com o avaliado. Participam da avaliação o gerente, os colegas e pares, os subordinados, os clientes internos e externos, os fornecedores, enfim, todas as pessoas ao redor do avaliado, em uma abrangência de 360º.”

    Fonte: Gestão de Pessoas
    Autor: Idalberto Chiavenato


  • Resposta correta: B
    Como o funcionário recebe o feedback do seu trabalho sobre diversas perspectivas, ele pode se ajustar às variadas demandas. De acordo com Chiavenato: “a avaliação 360° proporciona condições para que o colaborador se adapte e se ajuste às várias e diferentes demandas que recebe do seu contexto de trabalho ou de seus diferentes parceiros”. A avaliação de desempenho 360° é feita de modo que todas as pessoas que tenham contato com o avaliado possam dar suas impressões. Assim sendo, tanto os superiores quanto os subordinados e pares podem avaliar. Até mesmo o avaliado participa fazendo uma auto-avaliação. Com o resultado da avalição em mãos, pode-se fazer um planejamento de melhoria individual.

    Bons estudos!!
  • Pode ser chamado de feedback as avaliações de desempenho?  Pois o feedback precisa ser solicitado e no caso da avaliação de desempenho esta é uma imposição do chefe.
  • A avaliação 360 é também conhecida como Feedback 360 Graus, Feedback com Múltiplas Fontes, e Avaliação Multivisão.
  • LIDERANÇA AUTOCRÁTICA

    • Apenas o líder fixa as diretrizes, sem qualquer participação do grupo;
    • O líder determina as providências e as técnicas para a execução das tarefas, cada uma pôr vez, na medida em que se tornam necessárias e de modo imprevisível para o grupo;
    • O líder determina qual a tarefa que cada um deve executar e qual o seu companheiro de trabalho;
    • O líder é Dominador e é "pessoal" nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada membro.
  • Alguém poderia explicar quem são os pares? Não entendi isso . Obrigada

  • O colaborador recebe feedbacks simultâneos de diversas fontes ao seu redor (daí o nome 360º). Ele pode ser avaliado por seus pares de trabalho, superiores, subordinados, clientes internos e externos.
    Pares: Possui mesmo grau hierárquico de função e possui relação direta com o avaliado.

  • caros,


    atenção!


    após algumas dezenas de questões, pude perceber que tanto a CESGRANRIO quanto a FCC adotam a mesma conceituação com relação à avaliação 360! Eles não vão pelo conceito mais comumente conhecido (circular, feito por todos que interagem com resultado, envolvendo supervisor, parceiros, fornecedor).. nada disso... o conceito das 2 bancas é "ajustar o funcionário às demandas organizacionais, sejam elas internas ou externas". Palavra chave é: DEMANDA.

    Quer ver?

    Olha como a FCC cobrou o tema:

    método de avaliação de desempenho mais adequado para assegurar o ajustamento de funcionário às demandas que ele recebe do ambiente interno e externo à organização (CERTO)

    olha como a CESGRANRIO cobrou acima:

    produz informações dos pares para a garantia de ajuste do funcionário às variadas demandas no trabalho (CERTO)


    Portanto, vai a dica...


  • A avaliação de desempenho 360° é feita de modo que todas as pessoas que tenham contato com o avaliado possam dar suas impressões. Assim sendo, tanto os superiores quanto os subordinados e pares podem avaliar. Até mesmo o avaliado participa fazendo uma auto-avaliação. Com o resultado da avalição em mãos, pode-se fazer um planejamento de melhoria individual. A figura a seguir do livro Gestão de Pessoas do Chiavenato ilustra bem:

     

    A qualidade da informação advinda de inúmeras fontes está entre os prós da avaliação 360°. Por outro lado, temos alguns contras como a complexidade para administrar esse tipo de avalição.

    Vejamos as opções:

    – Proporciona maior liberdade e flexibilidade para que cada gerente seja o gestor de seu pessoal. Essa é uma característica da Avaliação Participativa por Objetivos. Nessa avaliação, o gerente e o subordinado definem conjuntamente qual será o objetivo do colaborador. Há sempre um consenso para definição do objetivo e todo o processo é feito em conjunto com o gerente que está sempre dando retorno sobre como anda o desempenho do funcionário em relação ao objetivo acordado.

    – Produz informações dos pares para a garantia de ajuste do funcionário às variadas demandas no trabalho. Essa é a nossa resposta! Como o funcionário recebe o feedback do seu trabalho sobre diversas perspectivas, ele pode se ajustar às variadas demandas. Atenção, essa opção é encontrada com muita semelhança no livro do Chiavenato no seguinte trecho “a avaliação 360° proporciona condições para que o colaborador se adapte e se ajuste às várias e diferentes demandas que recebe do seu contexto de trabalho ou de seus diferentes parceiros”.

    – Padroniza o desempenho das pessoas em vez de olhar o desempenho individualizado. Essa característica é geralmente encontrada nos métodos de avaliação tradicionais como o método da escala gráfica onde temos um fator (por exemplo, produção)  e graus de avaliação (por exemplo, ótimo, bom, regular, sofrível, fraco).

    – Permite ao grupo negociações e intercâmbios com o superior hierárquico. Mais uma característica da Avaliação Participativa por Objetivos. Com os objetivos traçados, chega a hora do colaborador buscar seu sucesso e para isso precisa sempre negociar os recursos necessários com seu gerente.

    – Favorece a adoção de um estilo mais autocrático de gestão. Outra característica presente nos métodos de avaliação tradicionais. A avaliação 360° não favorece o estilo autocrático, ou seja, autoritário, já que existe a participação de muitos colaboradores e, inclusive, a auto-avaliação.

    RESPOSTA LETRA B

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/57-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • se é 360...

     

    é para cima...superior

     

    é para baixo...subordinado

     

    é p/ os lados... pares... clientes

     

    é p/ ele mesmo... feedback 360

     

    ai encaixa B e encaixa D

     

    erro da D: permite ao grupo... correto seria funcionário

     

    obs: pares - aquele que tem o mesmo cargo que vc (nessa questao, comissários)

     

    obs 2: superior, subordinado, pares, clientes são os stakeholders

     

    stakeholders = colaboradores (em RH)

     

    stakeholders = investidores (em finanças)

  • FONTE:admcomentada.com.br/transpetro2011/57-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

    – Proporciona maior liberdade e flexibilidade para que cada gerente seja o gestor de seu pessoal. Essa é uma característica da Avaliação Participativa por Objetivos. Nessa avaliação, o gerente e o subordinado definem conjuntamente qual será o objetivo do colaborador. Há sempre um consenso para definição do objetivo e todo o processo é feito em conjunto com o gerente que está sempre dando retorno sobre como anda o desempenho do funcionário em relação ao objetivo acordado.

    – Produz informações dos pares para a garantia de ajuste do funcionário às variadas demandas no trabalho. Essa é a nossa resposta! Como o funcionário recebe o feedback do seu trabalho sobre diversas perspectivas, ele pode se ajustar às variadas demandas. Atenção, essa opção é encontrada com muita semelhança no livro do Chiavenato no seguinte trecho “a avaliação 360° proporciona condições para que o colaborador se adapte e se ajuste às várias e diferentes demandas que recebe do seu contexto de trabalho ou de seus diferentes parceiros”.

    – Padroniza o desempenho das pessoas em vez de olhar o desempenho individualizado.Essa característica é geralmente encontrada nos métodos de avaliação tradicionais como o método da escala gráfica onde temos um fator (por exemplo, produção) e graus de avaliação (por exemplo, ótimo, bom, regular, sofrível, fraco).

    – Permite ao grupo negociações e intercâmbios com o superior hierárquico. Mais uma característica da Avaliação Participativa por Objetivos. Com os objetivos traçados, chega a hora do colaborador buscar seu sucesso e para isso precisa sempre negociar os recursos necessários com seu gerente.

    – Favorece a adoção de um estilo mais autocrático de gestão. Outra característica presente nos métodos de avaliação tradicionais. A avaliação 360° não favorece o estilo autocrático, ou seja, autoritário, já que existe a participação de muitos colaboradores e, inclusive, a auto-avaliação.


ID
464029
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Uma nova empresa da área de tecnologia, recentemente, decidiu reter talentos e reduzir a rotatividade ao praticar uma remuneração 15% acima do mercado de trabalho.

Nesse caso, o plano de remuneração e benefícios levou em consideração fatores que relacionam

Alternativas
Comentários
  • Resposta correta letra A:
    Equilíbrio interno x equilíbrio externo:  Relação entre o salário de pessoas com cargos e tarefas similares. Assim sendo, vejo meu salário e minhas responsabilidades e comparo com o salário dos meus colegas da empresa que fazem o mesmo que eu e com pessoas que fazem o mesmo serviço em outras empresas. Se estiver recebendo mais ou a média, ok. Se estiver recebendo menos, começo a me sentir injustiçado.

    Demais alternativas:
    b) 
    Desempenho x tempo de casa  A pessoa pode ter sua remuneração estipulada de acordo com seu desempenho (alcance de metas, avaliação de desempenho etc) ou pode receber aumentos de acordo com seu tempo de serviço, ou seja, quanto mais tempo de casa maior o adicional recebido.
    c) 
    Prêmios monetários x prêmios não-monetários   Os prêmios monetários como salários reforçam a responsabilidade e o alcance de objetivos e os prêmios não-monetários como trabalhos mais interessantes ou segurança no emprego reforçam o comprometimento de longo prazo.
    e) 
    Remuneração fixa x remuneração variável   A remuneração pode ser fixa (salário mensal ou por hora) ou pode ser variável (de acordo com o desempenho). Além disso, pode-se receber um salário fixo baixo adicionado do variável por desempenho como acontece com muitos vendedores.

    Fonte: 
    Gestão de Pessoas - Chiavenato.
  • complementando: o equilibrio externo é alcançado por meio de pesquisa salarial e o equilibro interno pela avaliação e classificação de cargos.

  • Essa questão tem relação com os nove critérios para construção do plano de remuneração.

    Equilíbrio interno x equilíbrio externo  Relação entre o salário de pessoas com cargos e tarefas similares. Assim sendo, vejo meu salário e minhas responsabilidades e comparo com o salário dos meus colegas da empresa que fazem o mesmo que eu e com pessoas que fazem o mesmo serviço em outras empresas. Se estiver recebendo mais ou a média, ok. Se estiver recebendo menos, começo a me sentir injustiçado.

    Remuneração fixa x remuneração variável   A remuneração pode ser fixa (salário mensal ou por hora) ou pode ser variável (de acordo com o desempenho). Além disso, pode-se receber um salário fixo baixo adicionado do variável por desempenho como acontece com muitos vendedores.

    Desempenho x tempo de casa  A pessoa pode ter sua remuneração estipulada de acordo com seu desempenho (alcance de metas, avaliação de desempenho etc) ou pode receber aumentos de acordo com seu tempo de serviço, ou seja, quanto mais tempo de casa maior o adicional recebido.

    Remuneração do cargo x remuneração da pessoa   A remuneração pode ser definida de acordo com o cargo da pessoa ou de acordo com suas competências. O primeiro caso é mais tradicional. Por exemplo, todos os gerentes podem receber o mesmo salário por remuneração do cargo ou podem receber salários distintos de acordo com as competências individiduais de cada um.

    Igualitarismo x elitismo  O igualitarismo inclui o maior número possível de colaboradores sob o mesmo sistema de remuneração e os planos de participação nos lucros definem percentuais iguais para todos. Já o elitismo estabelece diferentes planos de acordo com o nível hierárquico. O sistema elitista é utilizado por organizações mais velhas, bem estabelecidas no mercado e de pequena competição.

    Remuneração abaixo do mercado ou acima do mercado   Como o próprio nome diz, a remuneração pode ser abaixo ou acima do mercado. As empresas estabelecidas em áreas economicamente desfavoráveis tendem a pagar abaixo do mercado enquanto a remuneração acima do mercado é mais comum em empresas que buscam reter seus funcionários.

    Prêmios monetários x prêmios não-monetários   Os prêmios monetários como salários reforçam a responsabilidade e o alcance de objetivos e os prêmios não-monetários como trabalhos mais interessantes ou segurança no emprego reforçam o comprometimento de longo prazo.

    Remuneração aberta x remuneração confidencial  Na remuneração aberta, todos podem ter acesso à informação sobre a remuneração dos demais. Já na remuneração confidencial, essa informação é evitada.

    Centralização x descentralização das decisões salariais  As decisões sobre a remuneração dos colaboradores pode ser centralizada por um órgão ou pode ser descentralizada para os gerentes.

    Com base nos critérios descritos acima e nas opções disponíveis, vemos que o enunciado fala do equilíbrio interno x externo ao citar remuneração 15% acima do mercado.

    RESPOSTA LETRA A

     


ID
464032
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Considere as afirmativas abaixo a respeito de programas de treinamento, baseados em competências, adotados por uma empresa de modo a tornar as pessoas mais produtivas, criativas e inovadoras, contribuindo ainda mais para o desempenho organizacional.

I - É necessário preparar o ocupante para o desempenho no cargo ao invés de desenvolver competências individuais.

II - É necessário o desenvolvimento de competências essenciais para o negócio ao invés de treinamento para a ocupação de um cargo.

III - É necessário priorizar a rapidez na construção e no desenvolvimento de competências para o negócio, ao invés da rapidez, da qualidade e do baixo custo do treinamento.

Está correto APENAS o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Alguém poderia me explicar essa questão por favor?
  • Para responder essa questão eu levei em conta o enunciado, pois ele diz: "de modo a tornar as pessoas mais produtivas, criativas e inovadoras, contribuindo ainda mais para o desempenho organizacional." Então verifiquei que esse era o principal objetivo, capacitar o funcionario para suas competências essescias e não para ocupação de um cargo específico, logo anulei o item I e confirmei o II.
    Para o item III retoma a questão de competências para o negócio, sendo essa a prioridade:

    III- É necessário priorizar a rapidez na construção e no desenvolvimento de competências para o negócio, ao invés da rapidez, da qualidade e do baixo custo do treinamento.

    Prioridade maior, inclusive, que o segundo trecho, que diz: '
    invés da rapidez, da qualidade e do baixo custo do treinamento.'

    Sucesso colegas!
  • Esse tipo de questão, só pela coerência você resolve. É o que a gente costuma dizer que o erro “salta aos olhos”, mesmo sem você ter estudado a matéria específica, com um pouco de noção em administração você fazia. Se não vejamos item a item: 


    I – É necessário preparar o ocupante para o desempenho no cargo ao invés de desenvolver competências individuais. – A questão fala em treinamento baseado em competências e não em tarefas ou cargos. Preparar o ocupante para o desempenho no cargo, significa ensiná-lo tudo que é preciso para ocupar o cargo. Tarefas e rotinas do trabalho e não é isso que a questão propõe. Alternativa falsa.


    II – É necessário o desenvolvimento de competências essenciais para o negócio ao invés de treinamento para a ocupação de um cargo. – É justamente o inverso da afirmação I. É necessário o desenvolvimento das competências que mais agregarão valor para a empresa, somente saber o que tem que ser feito, as rotinas não são o suficiente ou o necessário no caso. Afirmativa verdadeira.


    III – É necessário priorizar a rapidez na construção e no desenvolvimento de competências para o negócio, ao invés da rapidez, da qualidade e do baixo custo do treinamento. – Sim, tem que ser priorizado a construção e desenvolvimento de competências para o negócio acima de qualquer coisa. Quanto mais rápida essa construção e esse desenvolvimento, melhor será para a empresa que terá mais produtividade. Afirmativa Verdadeira. Responde-se a questão sem saber o que é competência e nenhum conceito sobre treinamento. Somente um pouco de “instinto de administrador”, já diria um professor que tive. Mas como aqui não estamos ensinando ninguém a ser selvagem e agir pelos instintos, vamos à teoria. Existem diversas formas de se conceituar o que é competência (organizacional ou individual). Os conceitos sempre se baseiam em habilidades, atitudes e outras características individuais para caracterizar uma competência individual, assim como se baseiam na gestão e na cultura para determinar as competências organizacionais.

    "Fonte: http://admcomentada.com.br/transpetro2011

  • Gab.: E

    Só a III que me deixou bolado. É certo que no contexto da questão se deve priorizar o desenvolvimento de competencias, mas não em detrimento da qualidade e dos custos. Para que essa assertiva esteja correta é preciso considerar que a intensão do examinador era de dizer que se deve priorizar o desenvolvimento de competencias ao invés de acelerar os ganhos na qualidade e a redução dos custos com treinamentos.

  • Ainda bem que encontrei comentários úteis, fiquei surpresa com a resposta. Agradeço aos que explicaram item por item.

  • também fiquei meio na dúvida. concordo que a questão fala em competências...mas priorizar elas em detrimento do baixo custo? então eu posso gastar uma fortuna desde que consiga o objetivo das comepetências?

  • Desenvolvimento (na carreira) x treinamento (no cargo).

    desempenho organizacional.

    Tem de prevalecer o DESENVOLVIMENTO em detrimento do treinamento.

    I - É necessário preparar o ocupante para o desempenho no cargo ao invés de desenvolver competências individuais. ERRADA.

    CERTO É necessário desenvolver competências individuais (desenvolvimento) ao invés de preparar o ocupante para o desempenho no cargo (treinamento)

    II - É necessário o desenvolvimento de competências essenciais para o negócio ao invés de treinamento para a ocupação de um cargo. CORRETA

    III- É necessário priorizar a rapidez na construção e no desenvolvimento de competências para o negócio, ao invés da rapidez, da qualidade e do baixo custo do treinamento. CORRETA.

    letra e.


ID
464035
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Uma organização pretende adotar os princípios da Aprendizagem Organizacional, de forma que as pessoas descartem seus velhos modos de pensar e suas rotinas padronizadas, visando a resolver os problemas e a desempenhar seus cargos por meio de novas maneiras de pensar, testar e melhorar suas práticas.

De acordo com Peter Senge, dentre os fatores que compõem a Aprendizagem Organizacional, o conceito descrito acima faz referência a uma das cinco disciplinas. Qual?

Alternativas
Comentários
  • PETER SENGE E AS 5 DISCIPLINAS
    • Domínio pessoal:
    Aprender a expandir as capacidades pessoais
    Criar um ambiente empresarial que estimule todos os participantes alcançando assim as metas escolhidas.
    Estimular os trabalhadores a buscarem e alcançarem seus objetivos sem medo de errar.
     
    • Modelos mentais:
    Consiste em refletir, esclarecer continuamente
    Melhorar a imagem que cada um tem do mundo
    Verificar como moldar atos e decisões
    Rever nossos modelos mentais e ajustá-los a realidade.
     
    • Visão compartilhada:
    Estimular o engajamento do grupo em relação ao futuro.
    Elaborar princípios e diretrizes que permitirão alcançar esse futuro.
     
    • Aprendizado em equipe:
    Desenvolver o pensamento e a comunicação coletiva a fim de superar a soma dos talentos individuais.
     
    • Pensamento sistêmico:
    Analisar e compreender a organização como um sistema integrado.
    Criar uma forma de analisar e uma linguagem para descrever e compreender as forças e inter-relações que modelam o comportamento dos sistemas.

    Como afirma  Peter Senge (2008, p. 42), os modelos mentais são "pressupostos profundamente arraigados, generalizações ou mesmo imagens que influenciam nossa forma de ver o mundo e de agir", Como a questão fala em abandonar velhos hábitos, criar novas formas de pensar e melhorar suas práticas, pressupõe abandonar esses pressupostos e construir um novo, permitindo assim que a resposta correta seja a letra "d". 
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Senge
  • QUE PEGADINHA É O TCHAN

  • Complementando...

     

    Modelos mentais são pressupostos arraigados que influeciam nossa forma de pensar e ver o mundo. É o filtro pelo qual nossa percepção capta as informações do ambiente e esse filtro é construído de acordo com nossas experiências de vida e todas as informações que temos. Se o objetivo é tornar a organização uma organização que aprende, as pessoas que nela estão devem questionar os próprios pressupostos que utilizam para pensar sobre as coisas e enxergar as situações. Essa é a disciplina "modelos mentais".

     

    FONTE:  DURAN, Cristiana. Gestão de Pessoas – Coleção Concursos Públicos. 1º edição. Salvador: JusPODIVM, 2016.

     

    [Gab.D]

     

    bons estudos

  •  conforme o autor, haveria cinco disciplinas fundamentais para a constituição de organizações capazes de aprender generativa e adaptativamente:

    Domínio pessoal: entendido como a capacidade de os indivíduos da organização esclarecerem e buscarem a efetivação de suas aspirações pessoais; possibilita esclarecer a visão pessoal e o significado e importância do aprendizado para cada funcionário.

    • Modelos mentais: identificados como as ideias profundamente arraigadas, generalizações e imagens que influenciam a visão de mundo e os comportamentos pessoais.

    Objetivo comum: considerado como a busca de imagens do futuro que promoveriam o engajamento dos membros da organização.

    • Aprendizado em grupo: considerado como decorrente da capacidade de reconhecer os padrões de interação entre integrantes de um grupo capazes de favorecer ou dificultar o desempenho conjunto.

    Raciocínio sistêmico: definido como a estrutura conceitual, cujo objetivo seria tornar clara a visão de conjunto, a partir da qual as alterações necessárias à melhoria da organização seriam identificadas. 

     

    prof. Ribas - PAG 147

  • Essa questão aborda as cinco disciplinas estudadas por Peter Senge. Segundo ele, “disciplina significa um conjunto de técnicas que devem ser estudadas e dominadas para serem postas em prática”. Vamos ver do que se trata cada uma dessas disciplinas:

    Domínio Pessoal  “O que distingue as pessoas com alto grau de domínio pessoal é que elas desenvolveram um grau maior de comunicação entre o consciente e o subconsciente.” As pessoas com essa habilidade pensam mais no resultado desejado do que no caminho e nos obstáculos para alcançá-lo.

    Modelos mentais   “são ideias profundamente arraigadas, generalizações ou mesmo imagens que influenciam nosso modo de encarar o mundo e nossas atitudes.” “Eles modelam nosso modo de agir.”

    Visão compartilhada (ou objetivo comum)  “As pessoas criam um sentimento de coletividade que permeia a organização e dá coerência às diversas atividades”

    Aprendizagem em Grupo  “é o processo de alinhamento e desenvolvimento da capacidade de um grupo criar os resultados que seus membros realmente desejam. Ele se desenvolve a partir da criação de um objetivo comum e também do domínio pessoal, pois equipes talentosas são formadas por indivíduos talentosos. Mas objetivo e talento não são suficientes. O mundo está cheio de equipes formadas por indivíduos talentosos que compartilham um objetivo por algum tempo, e no entanto, não conseguem aprender.” É aí que entra a aprendizagem em grupo, a sinergia.

    Raciocínio Sistêmico   “é a quinta disciplina, pois é a disciplina que integra as outras quatro, fundindo-as num conjunto coerente de teoria e prática, evitando que elas sejam vistas isoladamente como simples macetes ou o último modismo para efetuar mudanças na organização. Reforçando cada uma delas, o raciocínio sistêmico está sempre nos mostrando que o todo pode ser maior que a soma das partes.”

    Em suma, “o raciocínio sistêmico precisa das outras quatro disciplinas: objetivo comum para conseguir engajamento a longo prazo; modelos mentais para detectar as falhas na nossa maneira atual de ver o mundo; aprendizado em grupo para que as pessoas possam enxergar além dos limites das suas perspectivas pessoais; e domínio pessoal para nos motivar a pesquisar continuamente como as nossas ações afetam o mundo em que vivemos”.

    Agora que sabemos do que se trata cada uma das disciplinas, vemos que a descrição do enunciado se refere a modelos mentais.

    RESPOSTA LETRA D

    Essa questão foi resolvida com base no seguinte artigo.

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/60-cesgranrio-transpetro-administrador2011/


ID
464038
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

A cultura organizacional é aprendida, transmitida e partilhada entre os membros da organização ao longo do tempo. Alguns de seus aspectos são formais, e outros são informais. Cabe aos líderes reconhecer todos esses aspectos e alinhá-los aos objetivos organizacionais.

Qual, dentre os aspectos apresentados abaixo, é(são) de natureza informal?

Alternativas
Comentários
  • Gabarito correto D.

    Aspecto Formal: São os aspectos planejados da organização. Tudo da organização que foi planejado para acontecer, seja um planejamento escrito ou não. Muita gente confunde achando que formal é somente o que está no papel, na verdade formal é o que foi planejado com alguma antecedência. Se o gerente hoje avisa aso funcionários que no fim do dia terá uma reunião, essa será uma reunião formal e os resultados dela serão levados em consideração como objetivos, métodos ou o que quer que tenha sido discutido, será levado em conta formalmente. A hierarquia, organograma, relação de cargos, programas de treinamento, objetivos, missão, visão, diretrizes, regras entre outros não são fazem parte do aspecto formal por estarem escritos, mas sim por terem sidos planejados. São aspectos oficiais da organização.
    Aspectos Informais: São aspectos mais intrínsecos, aspectos não planejado como as amizades dentro do ambiente de trabalho, a maneira que cada funcionário faz uma atividade, até mesmo como cada funcionário entende uma certa mensagem, ou seja,  a percepção que cada um tem quanto ao que acontece no ambiente. 

    A única dentre as alternativas que fala de um aspecto não planejado, não oficial da organização é a que fala “Percepções e Atitudes”.

    Bons estudos!!
  • Letra D 

    A cultura organizacional mostra aspectos formais e facilmente perceptíveis, como as políticas e diretrizes, os métodos e procedimentos, os objetivos, a estrutura organizacional e a tecnologia adotada, porem oculta aspectos informais, como as percepções, sentimentos, atitudes, valores, interações informais, normas grupais etc.


    Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/a-organizacao-formal-e-a-organizacao-informal/36855/#ixzz2nwzPiL3R

  • Lorrayne Carvalho,

    Eu não compreendi bem o seu comentário, em primeiro momento você escreve: "na verdade formal é o que foi planejado com alguma antecedência" e em segundo momento: "A hierarquia, organograma, relação de cargos, programas de treinamento, objetivos, missão, visão, diretrizes, regras entre outros não são fazem parte do aspecto formal por estarem escritos, mas sim por terem sidos planejados." , eu acho que houve uma contradição.

  • Natureza informal é o que qualquer um consegue fazer sem ter se qualificado.  Além de informal é subjetivo, a pessoa pode mentir e voce nunca vai saber. Ja s demais alternativas.... são formais e estão em documentos.

  • Dá-se o nome de organização formal à estrutura de relações profissionais entre pessoas, planejada no sentido de facilitar a realização dos objetivos globais da organização. A organização formal é a organização oficialmente adotada e é geralmente caracterizada pelo organograma e pelos manuais de organização. Os principais aspectos apresentados pela organização formal são: Os órgãos, como departamentos, divisões, seções, setores etc.



    A organização informal é a rede de relacionamentos e interações que se desenvolve espontaneamente entre as pessoas que ocupam posições na organização formal.


    Grupos informais que se desenvolvem de acordo com os interesses comuns e a identificação entre as pessoas. Podem ser blocos de interesses, círculos de amizades, "panelas" etc.


    - Atitudes e comportamentos que manifestam percepções favoráveis ou desfavoráveis as práticas administrativas.


    - Normas de trabalho que os diversos grupos estabelecem como padrão de desempenho aceitável nas suas atividades e que são impostas a todos os seus membros, independentemente das normas formais e oficiais da organização.


    - Padrões de liderança que podem conferir autoridade informal e certas pessoas, independentemente de sua posição na organização formal.








  • Para essa questão era necessária a simples diferenciação entre aspectos formais e informais da administração.

    – Aspecto Formal: São os aspectos planejados da organização. Tudo da organização que foi planejado para acontecer, seja um planejamento escrito ou não. Muita gente confunde achando que formal é somente o que está no papel, na verdade formal é o que foi planejado com alguma antecedência. Se o gerente hoje avisa aso funcionários que no fim do dia terá uma reunião, essa será uma reunião formal e os resultados dela serão levados em consideração como objetivos, métodos ou o que quer que tenha sido discutido, será levado em conta formalmente.
    A hierarquia, organograma, relação de cargos, programas de treinamento, objetivos, missão, visão, diretrizes, regras entre outros não são fazem parte do aspecto formal por estarem escritos, mas sim por terem sidos planejados. São aspectos oficiais da organização.

    – Aspectos Informais: São aspectos mais intrínsecos, aspectos não planejado como as amizades dentro do ambiente de trabalho, a maneira que cada funcionário faz uma atividade, até mesmo como cada funcionário entende uma certa mensagem, ou seja,  a percepção que cada um tem quanto ao que acontece no ambiente. Cuidado com um pequeno detalhe, disse logo acima que o objetivo é algo planejado, ou seja algo formal, porém dentro da organização um grupo pode estabelecer uma meta maior para ele, essa será uma meta informal. Bem como em concurso, existe um mínimo para se fazer, essa seria a meta formal, mas você coloca na sua cabeça, como seu objetivo pessoal fazer 20% acima da meta, essa é uma meta informal. Falo isso, pois pode ser alvo de uma boa pegadinha em prova.

    Pois bem, dada a explicação, a única dentre as alternativas que fala de um aspecto não planejado, não oficial da organização é a que fala “Percepções e Atitudes”.

    RESPOSTA LETRA D

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/61-cesgranrio-transpetro-administrador2011/


ID
464041
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Uma determinada empresa desenvolveu, ao longo dos últimos anos, um programa de relações com empregados que contava com o ‘gerenciamento por caminhadas’ e uma ‘política de portas abertas’. No primeiro, os gerentes e supervisores devem sempre ir às pessoas em seus locais de trabalho, para verificar como se sentem a respeito das atividades e seus desempenhos pessoais. No segundo, os gerentes e supervisores devem promover no local de trabalho um ambiente favorável a explicitar a filosofia de trabalho e permitir a livre expressão de ideias e sugestões.

O programa de relações com empregados tem como eixo central a

Alternativas
Comentários

  • Não entendi essa questão..

    Difícil saber QUAL o eixo central, pois um programa de relações com empregados devem incluir todos os citados nas alternativas.

    Para Milkovich e Boudreau, as principais decisões
    dos gerentes de linha para desenhar um programa de relações com empregados
    devem incluir:



     

    1.  Comunicações:
    a organização deve comunicar e explicitar a sua filosofia aos funcionários e
    solicitar deles sugestões e opiniões sobre assuntos do trabalho. As
    comunicações devem ser de mão-dupla.



     

    2.  Cooperação:
    a  organização deve compartilhar o
    processo decisório e o controle das atividades com os funcionários para obter
    sua cooperação e comprometimento.



     

    3.  Proteção:
    o local de trabalho deve afetar o bem-estar dos funcionários sob o ponto de
    vista físico e proporcionar proteção contra possíveis retaliações ou
    perseguições do ponto de vista psicológico. As pessoas devem sentir que seu
    local de trabalho é agradável e seguro.



     

    4.  Assistência:
    a organização deve responder as necessidades especiais  de cada funcionário dando-lhes suporte e
    apoio para tanto. As pessoas devem sentir apoio e suporte da organização em
    suas necessidades e expectativas.



    Disciplina e
    conflito: a organização deve ter regras claras para lidar com a disciplina e a
    resolução de possíveis conflitos

    Fonte: CHIAVENATO. Gestão de Pessoas.

     

  • COMENTÁRIO
    (Por Pâmella Arruda)

    As 5 opções dadas pela questão são características que devem ser incluídas no desenho de um programa de relações com empregados. Vejamos cada uma:


    Assistência  os funcionários devem receber apoio e suporte da organização em suas necessidades individuais.


    Comunicação  deve ser de mão dupla. A empresa deve comunicar sua filosofia a todos os empregados.


    Cooperação  a organização deve proporcionar a possibilidade de que todos cooperem na tomada de decisões e no controle de atividades.


    Disciplina a empresa deve ter regras claras quanto aos procedimentos de disciplina e conflitos.


    Proteção todos devem se sentir seguros e protegidos em seu ambiente de trabalho.


    Com base nisso, vemos que todos as opções são necessárias no programa de relações com empregados. No livro do Chiavenato, não há uma definição do eixo central do programa, mas há um caso de apoio que cita o gerenciamento por caminhadas e uma política de portas abertas e dentro desse caso está escrito que “a principal força (…) foi a eficácia da comunicação – tanto descendente como ascendente – dentro da organização”. Assim, apesar dos programas de relações com empregados não terem necessariamente um único eixo central, no caso de políticas de portas abertas e outros projetos similares, o foco passa a ser na comunicação aberta entre os níveis.

    RESPOSTA LETRA B


    FONTE: ADM COMENTADA

  • s 5 opções dadas pela questão são características que devem ser incluídas no desenho de um programa de relações com empregados. Vejamos cada uma:

    Assistência  os funcionários devem receber apoio e suporte da organização em suas necessidades individuais.

    Comunicação  deve ser de mão dupla. A empresa deve comunicar sua filosofia a todos os empregados.

    Cooperação  a organização deve proporcionar a possibilidade de que todos cooperem na tomada de decisões e no controle de atividades.

    Disciplina  a empresa deve ter regras claras quanto aos procedimentos de disciplina e conflitos.

    Proteção  todos devem se sentir seguros e protegidos em seu ambiente de trabalho.

    Com base nisso, vemos que todos as opções são necessárias no programa de relações com empregados. No livro do Chiavenato, não há uma definição do eixo central do programa, mas há um caso de apoio que cita o gerenciamento por caminhadas e uma política de portas abertas e dentro desse caso está escrito que “a principal força (…) foi a eficácia da comunicação – tanto descendente como ascendente – dentro da organização”. Assim, apesar dos programas de relações com empregados não terem necessariamente um único eixo central, no caso de políticas de portas abertas e outros projetos similares, o foco passa a ser na comunicação aberta entre os níveis.

    RESPOSTA LETRA B


ID
464044
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gestão de Pessoas
Assuntos

Uma empresa na área de mineração decidiu ampliar a produção de uma mina de minério de ferro. Para tal, constituiu uma equipe de profissionais de diversas especialidades para atuar desde o planejamento até a entrega da obra, incluindo todo o processo de licenciamento ambiental. Quando da entrega da mina em produção, a equipe será desfeita, e os profissionais serão novamente movimentados para posições em que possam contribuir com suas habilidades e competências.

A empresa optou por desenvolver uma equipe

Alternativas
Comentários
  • Olha discordo cabe um recurso, pois ações coordenadas necessitam de dados e informações ou seria possível realizar sem. 
  • Segue abaixo um comentário desta questão, detalhando sobre o desenvolvimento de equipes. Não é meu o comentário porém vi e gostaria de contribuir com vocês.

    COMENTÁRIO
    (Por Pâmella Arruda)
    Essa questão é fácil de ser resolvida sem aprofundamento dos conhecimentos teóricos. No entanto, é sempre bom relembrar alguns conceitos.
    Tipos de equipe:
     
    Equipes autodirigidas  são altamente treinadas para desempenhar várias tarefas e tomam decisões em consenso.

    Equipes funcionais cruzadas  são formadas por pessoas de diversas áreas (engenharia, marketing, finanças).

    Equipes de força-tarefa são destinadas a resolver um problema imediatamente. O grupo fica responsável por um plano de longo prazo.

    Equipes de projetos são compostas por pessoas com habilidades distintas para um projeto e são desfeitas com o término do projeto.

    Equipes de melhoria de processos  formadas por pessoas experientes de vários departamentos para melhorar processos da organização.

    A equipe do enunciado é formada por pessoas com competências distintas o que cabe de certa forma a todos os tipos de equipe. O que nos dá a resposta é o fato da equipe ser desfeita com a entrega da mina.
    RESPOSTA LETRA D


  • Complementando...

     

    A questão coloca que a equipe é formada por pessoas com competências distintas (profissionais de diversas áreas) e que a equipe será desfeita com a entrega da mina. Com essa dica, sabemos que é uma equipe formada especialmente para isso. Assim fica saber que essa é uma equipe de projetos.

    Equipes de projeto: formadas especialmente para desenhar/entregar um novo produto ou serviço.

     

    FONTE:  DURAN, Cristiana. Gestão de Pessoas – Coleção Concursos Públicos. 1º edição. Salvador: JusPODIVM, 2016. 

     

    [Gab. D]

    bons estudos

  • As equipes funcionais cruzadas diferenciam-se das equipes de projetos somente pelo fato das de projetos serem temporárias, certo?

     

  • eu fiquei com bastante dúvida nessa questão, pois me confunde muito com equipes funcionais cruzadas," as quais também são formadas para alcançar um objetivo específico, compostas por várias pessoas de diferentes áreas da empresa". Na questão fala em "constitui uma equipe de profissionais de diversas especialidades"...e agora o que faço??

  • Vamos ver rapidamente as características de cada um dos tipos de equipe mencionados na questão:

     

    - Equipes autogerenciadas/autodirigidas: são equipes que geralmente possuem entre 10 e 15 membros, realizando trabalhos que são profundamente inter-relacionados ou até interdependentes. As equipes passam a assumir, assim, muitas das funções que anteriormente eram executadas pelos supervisores dos indivíduos.

     

    - Equipe funcional-cruzada ou interfuncional: são equipes multifuncionais com membros de diferentes setores funcionais da organização (marketing, finanças, rh, etc.).

     

    - Equipes do tipo força-tarefa: são formadas para resolver assuntos específicos e operam temporariamente até que seus objetivos sejam atingidos.

     

    - Equipes de projetos: são equipes multifuncionais criadas para o gerenciamento de um conjunto de atividades estruturadas de forma temporária para produção de um resultado exclusivo, único (projeto).

     

    - Equipes de resolução de problemas e melhoria: são equipes formadas por um pequeno número de funcionários, geralmente de cinco a doze, que se reúnem algumas horas por semana para realizar o melhoramento de questões organizacionais ou a resolução de problemas. Elas fazem recomendações sobre como os processos da organização podem ser melhorados.


    Com essa breve revisão, dado que se busca criar uma equipe paragerenciar um projeto de expansão da capacidade de mineração, incluindo
    diversas atividades, o tipo de equipe mais apropriada é a equipe de projeto.


    GABARITO: D.

     

    Fonte: prof. Carlos Xavier

  • Essa questão é fácil de ser resolvida sem aprofundamento dos conhecimentos teóricos. No entanto, é sempre bom relembrar alguns conceitos.

    Tipos de equipe:

    Equipes autodirigidas  são altamente treinadas para desempenhar várias tarefas e tomam decisões em consenso.

    Equipes funcionais cruzadas  são formadas por pessoas de diversas áreas (engenharia, marketing, finanças).

    Equipes de força-tarefa são destinadas a resolver um problema imediatamente. O grupo fica responsável por um plano de longo prazo.

    Equipes de projetos são compostas por pessoas com habilidades distintas para um projeto e são desfeitas com o término do projeto.

    Equipes de melhoria de processos  formadas por pessoas experientes de vários departamentos para melhorar processos da organização.

    A equipe do enunciado é formada por pessoas com competências distintas o que cabe de certa forma a todos os tipos de equipe. O que nos dá a resposta é o fato da equipe ser desfeita com a entrega da mina.

    RESPOSTA LETRA D

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/63-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • Na Perspectiva de CHIAVENATO

    Equipes funcionais cruzadas: são formadas por profissionais de diversos setores da empresa que se unem para buscar uma meta através de um mix de competências. São normalmente designadas para uma determinada tarefa.

    Equipes de projetos: são equipes criadas fora da estrutura formal da empresa. Sua criação ocorre para um propósito especial, por exemplo, a criação de um novo produto. Exige criatividade e pessoas especializadas para a tarefa. Geralmente se desfaz ao cumprimento da atividade designada.

    Equipes autodirigidas: são compostas por pessoas altamente treinadas para desempenhar um conjunto de tarefas interdependentes dentro de uma unidade natural de trabalho. Os membros usam o consenso na tomada de decisão para desempenhar o trabalho, resolver problemas ou lidar com clientes internos ou externos.

    Equipes de força-tarefa: designadas para a solução de um problema de ordem imediata. O grupo se reúne em busca de uma solução de longo prazo que possa resolver a situação inicial e que futuramente, possa ser implementada na organização.

    Equipes de melhoria de processos: é um grupo de pessoas experientes de diferentes departamentos ou funções encarregadas de melhorar a qualidade, reduzir custos, incrementar a produtividade em processos que afetam todos os departamentos ou funções envolvidas. Os membros são geralmente designados, isto é, indicados pela administração.

    Apostila de Administração – Prof. Heron Lemos – Tiradentes

  • Para que a questão em apreço seja respondida corretamente, é preciso que tenhamos conhecimentos sobre os tipos de equipes. Neste caso, assinalemos a alternativa que contempla corretamente o tipo descrito no enunciado.

    Tipos de equipes

    Equipes virtuais, segundo Robbins (2005), são aquelas que utilizam a tecnologia da informática para seus reunir os membros fisicamente dispersos. Elas permitem que as pessoas colaborem online – utilizando meios de comunicação como redes internas e externas, videoconferências ou correio eletrônico – quando estão separadas apenas por uma parede ou em outro continente. Geralmente, são utilizadas para elaboração de projetos.

    • Usam tecnologia da informação para unir os membros fisicamente dispersos.
    • Enfrentam desafios especiais porque há um relacionamento menos social

    As equipes virtuais podem fazer tudo o que as outras equipes fazem: compartilhar informações, tomar decisões, realizar tarefas. Segundo Robbins, existem três fatores que diferenciam as equipes virtuais das demais (face a face):

    • ausência de gestos não verbais ou paraverbais
    • contexto social limitado
    • capacidade de superar limitações de tempo e espaço

    As equipes virtuais frequentemente possuem menor empatia e interação direta entre seus membros. Não são capazes de imitar as trocas pessoais que ocorrem em uma discussão face a face. Especialmente quando os membros não se conhecem pessoalmente, as equipes virtuais tendem a se voltar mais para a tarefa e menos para a troca de informações sociais e emocionais. Não é surpreendente, portanto, que os membros dessas equipes demonstrem menor satisfação com o processo de interação do grupo do que os participantes de equipes que trabalham face a face (ROBBINS, 2005, p.215, 216).

    Equipes autogeridas: são grupos de funcionários (geralmente entre 10 e 15 pessoas) que realizam trabalhos muito relacionados ou interdependente s e assumem muitas das responsabilidades que antes eram de seus antigos supervisores. Normalmente, isso inclui o planejamento e o cronograma de trabalho, a delegação de tarefas aos membros, o controle coletivo sobre o ritmo do trabalho, a tomada de decisões operacionais e a implementação de ações para solucionar os problemas. As equipes de trabalho totalmente autogerenciadas até escolhem seus membros e avaliam o desempenho uns dos outros. Consequentemente, as posições de supervisão perdem a sua importância, podendo até ser eliminadas. 

    • Seus membros realizam trabalhos muito relacionados e assumem muitas das responsabilidades de seus antigos supervisores.
    • Cargos de supervisão passam a ter menos importância e por vezes são eliminados.

    Equipes multifuncionais: são formadas por funcionários do mesmo nível hierárquico, mas de diferentes setores da empresa, que se juntam para cumprir uma tarefa.

    As equipes multifuncionais representam uma forma eficaz de permitir que pessoas de diferentes áreas de uma empresa (ou até de diferentes empresas) possam trocar informações, desenvolver novas ideias e solucionar problemas, bem como coordenar projetos complexos.

    • Seus funcionários possuem mesmo nível hierárquico, mas são de áreas de trabalho diferentes.
    • Seus estágios iniciais de funcionamento são geralmente longos, pois os membros estão aprendendo a trabalhar com diversidade e complexidade.

    Sendo assim, podemos concluir que a alternativa "D" é a correta.

    GABARITO: D

    Fontes:

    CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 4. ed. Barueri, SP: Manole, 2014.

    RIBAS, A.; SALIM, C, R. Gestão de Pessoas para concursos. Alumuus, 2013.

    ROBBINS, S, P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 


ID
464047
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Em uma escola, todo aluno que gosta de matemática, gosta de física. Todo aluno que gosta de português, se não gostar de matemática, gosta de química ou gosta de geografia. Não há aluno que não goste de geografia e não goste de português.

Então, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • a resposta se responde da leitura da primeira frase: Em uma escola, todo aluno que gosta de matemática, gosta de física.

    são dois grupos na escola:
    (i) gosta de matemática;
    (ii) não gosta de matemática.

    lembre que todo aquele que gosta de matemática, gosta de física; portanto, o grupo (i) é assim : gosta de matemática = gosta de física.

    Voltemos aos dois grupos:
    (i) gosta de matemática = GOSTA DE FÍSICA;
    (ii) NÃO GOSTA DE MATEMÁTICA.

    ou seja:
    TODO ALUNO OU NÃO GOSTA DE MATEMÁTICA (GRUPO ii); ou GOSTA DE FÍSICA (grupo ii). alternativa E.

    Ufa!
  • Meu raciocínio foi o seguinte:

    - Se gosta de matemática, então gosta de física.

    Gosta de matemática=   P

    Gosta de física= Q

    P → Q

    Os equivalentes da negação desta sentença podem ser:

    a)      ~ Q → ~ P  = SE NÃO GOSTA DE FÍSICA, ENTÃO NÃO GOSTA DE MATEMÁTICA.

    b)      ~ P v Q = NÃO GOSTA DE MATEMÁTICA OU GOSTA DE FÍSICA. (= LETRA E)
     
  • Pessoal, a questão pode ser respondida também por conjuntos:
  • Essa questão deveria ter sido anulada. A letra e faz uso de disjunção exclusiva (ou ... ou), o que não é equivalente à condicional do texto.

    Estaria correta se dissesse: todo aluno não gosta de matemática ou gosta de física.

    Porém, ao colocar o "ou" anterior, a proposição ficou errada.

    É também possível verificar que é possível um aluno não gostar de matemática e também não gostar de física.

    O pior é perder horas achando que se trata de uma questão muito difícil, quando na verdade se trata de uma questão errada.
  • Ricardo, sinto em te informar mas é justamente o contrário do que você disse. Se estivesse do jeito que você colocou aqui, daí sim estaria errada.



    Bons estudos!
  • Concordo plenamente com o Ricardo.
    Pra tirar a dúvida fiz até a tabela verdade de 32 linhas mostrando que a letra E está errada. Ficaria correta se nao fosse disjunção exclusiva e tivesse apenas um "OU". 
    Questão errada.

  • Parece complexo mas não é, e se trata de uma questão super válida ao contrário do que muitos disseram!!!
    Se todos alunos que gostam de matemática gostam de física, então se ele não gostar de matemática não irá gostar de física 

    sendo assim:

    Todos os alunos ou não gostam de matemática ou gostam de física.

    seria o mesmo que dizer, ou eles gostam de matemática ou não gostam de matemática, visto que todos que gostam de matemática gostam de física!

  • p1: todo aluno que gosta de matemática, gosta de física. (Matemática=Física)

    p2: Todo aluno que gosta de português, se não gostar de matemática (isso é importante), gosta de química ou gosta de geografia. (Existem alunos que gostam de Português e Matemática/Física e também alunos que gostam de Português e que NÃO gostam de Matemática/Física)

    p3: Não há aluno que não goste de geografia e não goste de português. (Todos os alunos gostam de Português)

    Tendo em vista esse raciocínio, temos na escola dois grupos.
    Alunos que gostam de Português e que não gostam de Matemática/Física, mas gostam de Geografia.
    Alunos que gostam de Português, Matemática/Física e Geografia.
    Penso que ninguém gosta de Química.
    Logo, todos os alunos ou não gostam de matemática ou gostam de física.
  • Com a primeira proposição, a gente já mata a questão. Considerando, primeiramente, as seguintes premissas

    M: Todo aluno gosta de matemática
    F: Todo aluno gosta de física

    A primeira proposição diz que todo aluno que gosta de matemática gosta de física (M ---> F). 

    Agora basta fazermos a equivalência (Regra do Neymar: Nega a primeira e mantém a segunda, usando o conectivo "OU")

    M --->F : ~M v F

    Logo, todo aluno não gosta de matemática ou gosta de física. 

    GAB: Letra E
  • Primeiro: todo aluno que gosta de matemática, gosta de física. Ou seja, existe algum aluno que goste de matemática e não goste de física? Não. Mas o contrário pode existir, alunos que gostem de física e não gostem de matemática. Então Matemática está contido em Física.

    Segundo:  Todo aluno que gosta de português, se não gostar de matemática, gosta de química ou gosta de geografia.
    Dessa frase tiramos que: OU o aluno gosta de português e matemática, OU  o aluno gosta de português e química OU o aluno gosta de português e geografia. Excludentes entre si.
    O que nos diz que os grupos Geografia, química e matemática não tem pessoas em comum e português tem com esses todos.

    Último: Não há aluno que não goste de geografia e não goste de português. Daqui podemos tirar que geografia está contido em português, ou seja, todos que gostam de geografia gostam de português.

    Então, representamos o grupo e vamos para as opções, ficaria assim, mais ou menos:

     

    (A) todo aluno gosta de matemática. – Visivelmente não, existem várias partes de alunos que não gostam de matemática.

    (B) todo aluno gosta de química. – Também visivelmente não.

    (C) todo aluno ou gosta de matemática ou gosta de química. Para essas com Todos seguidos de “ou … ou” faça uma pergunta negando a primeira e veja se é verdade, assim:
    Quem não gosta de matemática, necessariamente gosta de química? Não. Falsa a alternativa.

    (D) todo aluno ou gosta de física ou gosta de química.
    Que não gosta de física  necessariamente gosta de química? Não.

    (E) todo aluno ou não gosta de matemática ou gosta de física. Aqui, somente para lembrar, negar um “não” é tirar ele, a pergunta fica.
    Quem gosta de matemática necessariamente gosta de física? Sim.

    RESPOSTA LETRA E

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/63-cesgranrio-transpetro-administrador2011-2/

  • Temos os conjuntos dos que gostam de matemática (M), de física (F), de português (P), de química (Q) e de geografia (G). 

    Não há aluno que não goste de geografia e não goste de português. Ou seja, o total de alunos se encontra no interior desses dois conjuntos (podendo, inclusive, estar na intersecção dos dois).

    Todo aluno que gosta de matemática, gosta de física – isto é, M está contido em F.

    Todo aluno que gosta de português, se não gostar de matemática, gosta de química ou gosta de geografia. Na região PG do gráfico estão os alunos que gostam de português e geografia. Na região PQ estão os que gostam de português e química. E na região PM estão os que gostam de português e matemática:

    Analisando as alternativas:

    a) todo aluno gosta de matemática. -> FALSO. Pode haver alunos que só gostam de outras matérias, como Português e Química, por exemplo.

     b) todo aluno gosta de química. -> FALSO. Pode haver alunos que só gostam de outras matérias, como Português e Geografia, por exemplo.

     c) todo aluno ou gosta de matemática ou gosta de química. -> FALSO. Pode haver alunos que só gostam de Português e Geografia, por exemplo.

     d) todo aluno ou gosta de física ou gosta de química. -> FALSO. Pode haver alunos que só gostam de Português e Geografia, por exemplo.

     e) todo aluno ou não gosta de matemática ou gosta de física. -> CORRETO. Podemos fazer uma divisão simples entre os alunos: os que gostam de matemática (grupo azul) e os que não gostam de matemática (todos os demais). Ocorre que, dentre os que gostam de matemática, todos gostam de física. Assim, é possível falar que ou o aluno NÃO gosta de matemática ou, se gosta de matemática, gosta também de física. 

    Resposta: E


ID
464050
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Dez caixas idênticas precisam ser embarcadas em três navios com capacidades para 2, 4 e 5 dessas caixas, respectivamente.

O embarque pode ser feito de quantas maneiras diferentes?

Alternativas
Comentários
  • Como temos dez caixas idênticas e capacidade de 11 lugares, significa dizer que apenas um navio ficará incompleto. Logo, como temos 3 navios, poderíamos fazer a combinação de três, um a um  (C?,?).
  • Conclui-se que, cada navio só pode estar cheio ou com uma posição vazia, sendo que só um navio pode estar com uma posição vazia por vez. Sendo assim;
     
    1) Navio 1: 1X 1C (posição vazia)
        Navio 2: 4C
        Navio 3: 5C
     
    2) Navio 1: 2C
        Navio 2: 1X 3C (posição vazia)
        Navio 3: 5C
     
    1) Navio 1: 2C
        Navio 2: 4C
        Navio 3: 1X 4C (posição vazia)
    Ou C3,1=3, como o amigo falou acima, pois poderemos ter "um vazio" em cada navio ("um vazio" para três possibilidades [navio], ou seja, C3,1).
    Letra A
  • Sinceramente...?  Não entendi nada!!
    Alguém pode esplanar com mais clareza?

  • Vou tentar explicar.

    Como todas as caixas são idênticas não tem como permuta-las
    Então.
    Temos 10 Caixas e 11 Vagas, logo sempre um navio ficara com 1 Vaga sobrando.

    Maneira 1
    Navio 1
    [Vaga 1 | VAGO]
    e os outros 2 navios cheios.

    Maneira 2
    Navio 2
    [Vaga 1 | Vaga 2 | Vaga 3 | VAGO]
    e os outros 2 navios cheios.

    Maneira 3
    Navio 3
    [Vaga 1 | Vaga 2 | Vaga 3 | Vaga 4 | VAGO]
    e os outros 2 navios cheios.

    Não sei se deu pra entender melhor ou se confundiu mais. rsrsrs

    Bons estudos.
  • Navios    1         2        3  

    caixas     2         4        4
    caixas     1         4        5
    caixas     2         3        5
  • Obrigada Frederico! Melhorou um pouco o entendimento.
    Bons estudos!
  • Como temos dez caixas idênticas e capacidade de 11 lugares, significa dizer que apenas um navio ficará incompleto. Logo, como temos 3 navios, poderíamos fazer a combinação de três, um a um  (C?,?).

    C?,? = 3! / (1! x 2!) = 3

    Um erro provável seria pensar em  C??,??. O erro é que estaríamos considerando cada posição vazia do navio. Por exemplo, no navio de capacidade 5, estaria considerando:
     
    1) x C C C C
    2) C x C C C
    3) C C x C C
    4) C C C x C
    5) C C C C x
     
    sendo “x” a posição vazia e “C” ocupada pela caixa.
    Porém essas posições não existem. Só podemos considerar quantas caixas o navio leva, ou, o raciocínio inverso, quantas posições vazias existem. E nesse ultimo caso, percebe-se que em todos as situações acima o navio possui apenas uma posição vazia. Logo, cada navio só pode estar cheio ou com uma posição vazia, sendo que só um navio pode estar com uma posição vazia por vez. Sendo assim,
     
    1) Navio 1: 1X 1C (posição vazia)
        Navio 2: 4C
        Navio 3: 5C
     
    2) Navio 1: 2C
        Navio 2: 1X 3C (posição vazia)
        Navio 3: 5C
     
    1) Navio 1: 2C
        Navio 2: 4C
        Navio 3: 1X 4C (posição vazia)
     
  • questao dúbia... se os 3 navios tiverem q receber cargas, ai sao 3 possibilidades, se nao, teriamos mais 3 possibilitades caso N3 nao levasse caixa nenhuma e mais 1 possibilidade caso N3 levasse todas as 10 caixas. Total 7 possiblidades. Ainda bem que 7 nao tem nas alternativas... ufa...

     

  • Recebi essa questão de algumas pessoas por e-mail assim que passou a prova. Muitas tentaram alguma fórmula para saber como poderia saber ou fazendo as combinações possíveis. Ou seja, muita gente pensou em como colocar as caixas dentro dos navios.

    Nessa questão ficava bem fácil de fazer, pois eram poucas possibilidades, mas para ficar mais fácil, ao invés de raciocinarmos como poderíamos colocar as caixas, como poderíamos tirar.

    Temos 10 caixas e 11 lugares. Ou seja, um lugar tem que ficar vazio. As caixas são idênticas, indicando que não importa a ordem, ou seja, se eu simplesmente trocar uma caixa com outra, nada mudará. A ordem não importa.

    Sendo assim temos 1 lugar vazio para escolher onde colocar. Se temos três navios, podemos colocar em um dos 3 o espaço vazio, nos dando 3 maneiras de alocação das caixas.
    Essa é fácil e não precisa nem fazer a fórmula da Combinação (C3,1). Complicaria mais.

    Quem pensou em fazer listando as maneiras, ficaria:

    2 – 4 – 4
    1 – 4 – 5
    2 – 3 – 5

    Qualquer outra maneira seria uma repetição dessas, o que não conta como outra, já que as caixas são idênticas.

    RESPOSTA LETRA A

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/65-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • se as caixas são IDÊNTICAS, então não há alteração quanto à mudança da natureza dos elementos de um agrupamento (combinação) nem quanto à posição dos mesmos elementos de um agrupamento (permutação).

    se há 10 caixas e 11 lugares, então ou o navio 1 fica com uma vaga vazia ou o navio 2 fica com uma vaga vazia ou o vazio 3 fica com uma vaga vazia.

    se eu determino, por exemplo, que o navio 1, o que comporta 2 caixas, ficará com uma vaga vazia, então, consequentemente, os outros 2 navios terão suas vagas ocupadas integralmente, porém, tanto faz a disposição que eu dou a essas 9 caixas que irão para esses outros 2 navios, pois as caixas são iguais.


ID
464053
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Qual é o número de anagramas da palavra TRANSPETRO em que as letras PETRO ficam juntas e nessa ordem?

Alternativas
Comentários
  • Trata-se de um arranjo com a palavra  TRANS e a palavra PETRO pode ser considerada uma letra somente, pois ela não pode ser separada. Portanto fica Aranjo de 6 elementos tomados de 6 lugares.  A66= 6!/(6-6)!         =  6!
  • Questão é bem simples e bem explicada pelo colega acima. Consideramos PETRO, como se fosse apenas uma letra. Ficar atento que T-R-A-N-S não tem nenhuma letra repetida. Caso contrário, a equação mudaria de acordo com a quantidade de repetições. Exemplo: Quantos anagramas podemos ter com a palavra C-O-N-C-U-R-S-O?

    Resposta:
    total de letras=8
    o "C" repete duas vezes e o "O" também. A equação de resolução ficaria: 8!/(2!*2!)

    #ficaadica

    até mais!
    ;)
  • Nossa essa foi no chute mesmo, dei uma lida nos comentários aqui mais não entendi nada!
  • LETRA B
    Quando se pede um anagrama, mas que uma parte deve ser "mantida" junta consideraremos assim:
    T . R . A . N . S . PETRO
    Logo faremos a combinação como se tivessemos 6 letras, pois "PETRO" não irá se separar, logo a nossa combinação será:
    6 . 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 6!
  • Anagramas da palavra TRANSPETRO em que as letras PETRO ficam juntas e nessa ordem: significa que "PETRO" é uma unidade, assim como as letras individuais: T-R-A-N-S-"PETRO". Um anagrama é a combinação de letras entre si, não importa se elas repetam ou não. Em T-R-A-N-S-"PETRO" a combinação é: 6! = 6*5*4*3*2*1= 720
  • Pessol, meu raciocínio ERRADO foi o seguinte:

    5  4  3  2  1         1
    _  _  _  _  _   PETRO

    5! x 1!  aí permutei a palavra PETRO também.. e deu a resposta C=  6! . 5!..... mas está mesmo errada, pois PETRO fica nessa ordem...

  • o meu raciocínio foi 6!/2!.2! , pois temos as letras t e r repetidas, mas como o petro tem que ser uma letra só essa repeticão não vale.
  • Vc tem que contar a palavra PETRO como sendo uma letra: T-R-A-N-S-PETRO = 6!
  • Ficaria desse modo: 

    6 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 720 = 6 ! 

    Gabarito letra = B

  • TRANS(5 LETRAS) + PETRO( JUNTAS EQUIVALE A UMA LETRA) = 6!/2! = 360

    PORÉM 360 TEM DE SER MULTIPLICADO POR 2X POIS A PALAVRA PETRO PODE SER DESCOLADA DUAS VEZES.

    RESULTADO = 360 X 2= 720   = 6!

  • Primeiramente, vejamos o que é um anagrama: palavra formada pela transposição das letras de outras palavras. Por exemplo, um possível anagrama para a palavra roma é amor. No entanto, um anagrama não necessariamente deve ser uma palavra com sentido, assim outro anagrama de roma é oarm.

    Para saber quantos anagramas existem para a palavra roma, devo ter em mente que há 4 espaços para “ocupar”, assim no primeiro espaço posso colocar 4 letras (R, O, M, A), no segunda espaço posso colocar 3 letras, pois uma já foi alocada ao primeiro espaço e assim por diante. Em outras palavras, devo fazer uma permutação com a quantidade de letras existentes, ou seja, uma permutação de 4.

    4! = 4 x 3 x 2 x 1 = 24  –>  Existem 24 anagramas para a palavra roma.

    (Usamos ! para indicar que devemos fazer o fatorial de 4, ou seja, 4 x 3 x 2 x 1. Se fosse 5! seria 5 x 4 x 3 x 2 x 1)

    Com a palavra transpetro, seguiremos o mesmo raciocínio. Contudo, a banca acrescentou uma condição, ela quer somente a quantidade de anagramas em que as letras P,E,T,R,O ficam juntas e nessa ordem. Quando a banca solicitar isso, devemos considerar as letras P,E,T,R,O como se fossem uma única letra (chamaremos aqui de letra X).

    Assim temos 6 letras –> T, R, A, N, S, X

    6! = 6 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 720 anagramas da palavra TRANSPETRO em que as letras P,E,T,R,O ficam juntas e nessa ordem.

    Algumas dessas 720 possibilidades: T P E T R O R A N S  /  A S P E T R O T R N

    A banca facilitou a questão ao dar como opção 6! , assim não seria necessário chegar a resolver as contas!

    RESPOSTA LETRA B

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/66-cesgranrio-transpetro-administrador2011/

  • Resolvo essa e outras questões da CESGRANRIO aqui nesse vídeo

    https://youtu.be/BFNVQBdOHWE

    Ou procure por "Professor em Casa - Felipe Cardoso" no YouTube =D


ID
464065
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Transpetro
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Em um site de compras coletivas, foi anunciada uma oferta para um jantar em um restaurante de luxo. As regras para utilização dos cupons eram as seguintes:

• Limite de uso de 1 cupom por pessoa, gasto em uma única visita.
• Não é válido para entrega ou viagem.
• Validade: de segunda a sexta-feira, dentro de uma determinada semana.

Sabendo-se que foram vendidos N cupons e que, na semana destinada à utilização da oferta, metade dos compradores compareceram ao restaurante na segunda-feira; um terço do restante foi na terça-feira; na quarta-feira, a quarta parte do que faltava; na quinta-feira, a quinta parte do restante; e que, na sexta-feira, último dia da oferta, restavam menos de 20 clientes para utilizar o cupom.

Se todos os compradores utilizaram o cupom, o número de compradores que foram atendidos na sexta-feira foi

Alternativas
Comentários
  • se  efetuarmos todas as frações solicitadas  teremos : segunda/1/2, terca 1/2x1/3=1/6 e temos resto 1/2-1/6= 2/6//,quarta 2/6x1/4= 2/24 =1/12  e temos

    como resto 2/6-1/12=3/12,  quinta 3/12x1/5= 3/60 e o resto será a parte de sexta-feira que é:  3/12-3/60=12/60// .
  • SEGUNDA
    1/2--Sobra 1/2

    TERÇA (1/3 do que Sobrou)
    1/2*1/3=1/6--Sobra 1/2-1/6=2/6=1/3

    QUARTA (1/4 do que Sobrou)
    1/3*1/4=1/12--Sobra 1/3-1/12=3/12=1/4

    QUINTA (1/5 do que Sobrou)
    1/4*1/5=1/20--Sobra 1/4-1/20=4/20=1/5

    PROPORÇÃO DOS QUE FORAM SEG, TER, QUA e QUI:
    1/6+1/12+1/20+1/2=48/60 (Ou seja, deu um total de 60, e já foram 48. Faltam 12 [SEX] para completar os 100%).

    Obs.:Questão um tanto quanto marota. Vejam que tive que simplificar as proporções de TER, QUA e QUI para chegar a essa resposta. Caso contrário, chegaria em uma fração maior e o número de pessoas da sexta, seria maior que 20.

    até mais!
    ;)
  • Realmente falta dado...

    48/60 é uma fração...

    não quer dizer que tinham 60...

    por exemplo ser foram vendidos 100, sobraria 5...

    alguém saber se essa questão foi anulada???
  • Então galera, depois de pensar, pensar.... cheguei a seguinte conclusão
    - Segunda - x/2 - sobra metade
    - Terça - 1 terço do restante, ou seja x/2/3 = x/6 => sobra 2x/6 ou x/3
    - Quarta - 1 quarto de x/3 = x/3/4 = x/12 => sobra 3x/12 ou x/4
    - Quinta - 1 quinto de x/4 = x/4/5 = x/20 => sobra 4x/20 ou x/5
    - Sexta o que sobrou, ou seja x/5
    Precisamos descobrir o valor mínimo para x/5 já que o exercício não cita números. Portanto somamos todas as partes

    x/2 + x/6 + x/12  + x/20 +  x/5
    Tiramos o minimo multiplo comum, o qual resulta em 60. Sendo assim, para o menor valor de x/5, consideramos x=60.  60/5 = 12.
    Espero ter ajudado.




     

  • Vamos lá...macetinho de concurso: usar as opções para saber a resposta!

    2ª feira: metade: X/2 (falta a outra metade: X/2)
    3ª feira: 1/3 do restante: 1/3 de X/2= X/6 (até aqui ja compareceram X/2 + X/6 = 2X/3. Faltam então [X - (2X/3)]= X/3)
    4ª feira: 1/4 do restante: 1/4 de X/3= X/12 (até aqui ja compareceram X/2 + X/6 + X/12 = 3X/4. Faltam então [X - (3X/4)]= X/4)
    5ª feira: 1/5 do restante: 1/5 de X/4= X/20 (até aqui ja compareceram X/2 + X/6 + X/12 + X/20 = 4X/5. Faltam então [X - (4X/5)]= X/5)
    6ª feira: 1/5 clientes = X/5

    Então temos que a quantidade de clientes por dia foi a seguinte:

    2ª        3ª        4ª        5ª        6ª
    X/2    X/6     X/12   X/20    X/5


    Bom, a questão quer saber quantos clientes foram na sexta feira. Então vamos calcular com base nas respostas.

    a) 10 ----> Se 10 clientes foram na sexta, então a quantidade total de clientes é 50 (X/5=10; X=50). Mas 50 dividido por 6 é 8,33 e não é possível que 8,33 PESSOAS tenham ido ao restaurante na 3ª.

    b) 12 -----> Se 12 clientes foram na sexta, então a quantidade total de clientes é 60 (X/5=12; X=60). E 60 é divisível por 2, 6, 12, 20 e 5. Dando um número redondo de pessoas para cada dia da semana. Logo, essa é a resposta. 

    Já dava pra marcar a resposta e seguir. Se continuar calculando para as outras opções, verá que todas tem uma divisão decimal.

    Espero ter ajudado!
  • Com os dados fornecidos é impossível resolver a questão. Tudo que sabemos é que até 5ª feira (inclusive), N/2 + N/6 + N/12 + N/20 = 4N/5 clientes usaram o cupom, ou seja, N/5 clientes ainda estão por usar. O enunciado diz ainda que N/5 < 20 e que todos esses foram atendidos na 6ª feira (já que ninguém deixou de utilizar o cupom), mas daí não é possível concluir nada.

    Não concordo com o gabarito (opção B).
    (B) 12    (Ver comentário)
  • As respostas dos colegas que colaboraram são todas muito boas e muito completas.
    Portanto, basta apenas realçar o detalhe mais importante que é a chave da questão:
    O único numero que permite fazer as divisões fracionárias, resultando apenas números inteiro é o número 12. Se consideramos que não existe a possibilidade de existir 0,65 pessoa, matamos a questão!

  • Não entendi o motivo de multiplicar as frações, alguem sabe o pq ?

  • Vamos lá, essa questão não tem tanta teoria, ela é mais no raciocínio, interpretação e na matemática.

    Vou fazer dia por dia, o número de clientes que foi e que sobrou, para conseguirmos ir construindo melhor a questão na cabeça.

    Número de clientes: N

    – Na segunda:
    Foram: N/2
    Sobraram: N/2

    – Na terça, foi 1/3 do que sobrou, isso quer dizer que os outros 2/3 do que faltava não foram na terça:
    Foram: N/2 x 1/3 = N/6
    Sobraram: N/2 x 2/3 = N/3

    – Mesmo raciocínio: na quarta, foi 1/4 do que sobrou, restando 3/4:
    Foram: N/3 x 1/4 = N/12
    Sobraram: N/3 x 3/4 = N/4

    – Igualmente: na quinta, foi 1/5 do que sobrou, sobrando 4/5 :
    Foram: N/4 x 1/5 = N/20
    Sobraram: N/4 x 4/5 = N/5

    Agora a única coisa que sabemos é que N/5 é menor do que 20, mas não nos ajuda muito. Como saímos.

    Sabemos que, a não ser em shows de mágica, não se pode ir apenas meia pessoa a um restaurante, o que quer dizer que todas as vezes uma parte de N foi ao restaurante, essa parte teria que ser um número inteiro, o que nos que N é um número que pode ser divisível por: 2, 3, 4, 5, 6, 12 e 20. Basta tirar o velho conhecido da gente desde a 5ª série (agora chamado 6º ano, para quem faz tempo que não pisa numa escola, os nomes mudaram em uma série a mais. Hehehehe!), enfim, basta tirar o M.M.C. Calculando esse M.M.C. ele nos dá 60. Então 60 é o número N de clientes.

    Se na sexta foi tudo que sobrou da quinta, foi N/5 = 60/5 = 12 clientes.

    RESPOSTA LETRA B

    http://admcomentada.com.br/transpetro2011/70-cesgranrio-transpetro-administrador2011/