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Prova FCC - 2015 - DPE-RR - Oficial de Diligência


ID
1790629
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

De acordo com o texto, o autor

Alternativas
Comentários
  • LETRA D

    "eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência..."

  • Não identifico "temática  política". Mesmo constando do texto "donos do poder".  

  • Kildere Irineu. Deve ser levando em conta o contexto histórico: Brasil, 1968, Ditadura..

  • Achei que era A pois ,o mensionamento da palavra política,me levou a ficar em dúvida. ;(

  • Gabarto letra D:

     

    eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência. 

  • Fiz essa prova no dia e errei, agora responde e errei de novo. É um pouco dufícil, mas vc tem que ter noção do que significa um texto panfletário.

    Qualidade de quem faz a apologia de alguma causa ou ideologia
    termo por vezes usado com conotação negativa

    "Um panfletário.

  • odeio poemas

  • Não está no texto explicitamente. Está mais para interpretação "a resposta não está no texto" do que compreensão "De acordo com o autor" . Não entendi essa questão.

  • 1968 HAVIA INTERVENCÃO MILITAR NO BRASIL.
    ALGUMAS PARTES QUE EVIDENCIAM TAL ÉPOCA :

    opressores e oprimidos
    símbolo de resistência. 

     

  • a) procurou, com a metáfora do boi, um animal rural, mostrar sua inadequação à modernidade, impotente para satisfazê-lo em seus anseios mais profundos. (...o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.)

    b) usou, ainda que sem a autorização de Guimarães Rosa, um de seus personagens como protagonista de um poema de caráter comercial. (Contradição, o poema é de cunho político)

    c) compôs um poema para sua namorada, mostrando toda sua angústia e descontentamento em relação às injustiças praticadas contra os animais. (...queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho)

    d) queria, por mais inusitado que fosse para a temática política, incluir um boi em seu poema, que refletisse seu posicionamento alheio a toda ordem preestabelecida.(opressores e oprimidos // boi como símbolo de resistência, correta)

    e) escrevia textos de cunho político, ainda que o tom panfletário vez e outra interferisse em seus objetivos iniciais, que eram agradar a seus amigos militantes. (Extrapolação)

  • a) procurou, com a metáfora do boi, um animal rural, mostrar sua inadequação à modernidade, impotente para satisfazê-lo em seus anseios mais profundos.

    b) usou, ainda que sem a autorização de Guimarães Rosa, um de seus personagens como protagonista de um poema de caráter comercial.

    c) compôs um poema para sua namorada, mostrando toda sua angústia e descontentamento em relação às injustiças praticadas contra os animais.

    d) queria, por mais inusitado que fosse para a temática política, incluir um boi em seu poema, que refletisse seu posicionamento alheio a toda ordem preestabelecida.

    e) escrevia textos de cunho político, ainda que o tom panfletário vez e outra interferisse em seus objetivos iniciais, que eram agradar a seus amigos militantes.

    O negrito é o que está extrapolando.

  • Alternativa D

  • Só quero entrar na mesma sintonia da FCC

    Ou você entra no texto e faz parte dele ou erra a questão!

  • Texto muito difícil de interpreta-lo, não consegui fazer analogias ao texto.


ID
1790632
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

Com respeito ao gênero, é correto afirmar que o texto acima é

Alternativas
Comentários
  • A crônica é uma forma textual no estilo de narração que tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano. Sendo uma leitura agradável, em que o  leitor interage com os acontecimentos e por muitas vezes se identifica com as ações tomadas pelas personagens.

    Características da Crônica:

    • Narração curta;
    • Descreve fatos da vida cotidiana;
    • Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/ou irônico;
    • Possui personagens comuns;
    • Segue um tempo cronológico determinado;
    • Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo na fala das personagens;
    • Linguagem simples.

  • Crônica é uma narração, segundo a ordem temporal. O termo é atribuído, por exemplo, aos noticiários dos jornais, comentários literários ou cientificos, que preenchem periodicamente as páginas de um jornal. 

    Crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e pré-determinada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando-se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o lêem. 

    Características 
    A crônica é, primordialmente, um texto escrito para ser publicado no jornal. Assim o fato de ser publicada no jornal já lhe determina vida curta, pois à crônica de hoje seguem-se muitas outras nas próximas edições. Há semelhanças entre a crônica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se inspira nos acontecimentos diários, que constituem a base da crônica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro. Após cercar-se desses acontecimentos diários, o cronista dá-lhes um toque próprio, incluindo em seu texto elementos como ficção, fantasia e criticismo, elementos que o texto essencialmente informativo não contém. Com base nisso, pode-se dizer que a crônica situa-se entre o Jornalismo e a Literatura, e o cronista pode ser considerado o poeta dos acontecimentos do dia-a-dia. A crônica, na maioria dos casos, é um texto curto e narrado em primeira pessoa, ou seja, o próprio escritor está "dialogando" com o leitor

  • Cadê a linguagem coloquial no texto?

  • ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    Apesar de cobrar gênero textual, pode-se chegar a resposta com a analise das afirmações, vamos a elas;

     

    A) um poema em prosa, visto que se pauta pelo uso recorrente de metáforas e de linguagem melodiosa. ERRADA!

    Não há no texto uso recorrente de metaforas, da mesma forma não se encontra o uso de liguagem melodiosa.

     

     

     B) uma crônica, por trazer reflexão sobre um momento histórico com uso de linguagem coloquial. CORRETA!

     Por volta de 1968 julguei que o bom mineiro não ficaria chateado (...). O uso da Primeira Pessoa Gramátical, demonstra, mesmo que sultilmente, o coloquialismo. Da mesma forma o uso da particula explitiva em o que é que um boi pode fazer num poema panfletário? 

     

     

     C) um conto, por trazer um enredo sucinto, cuja ação, com início, meio e fim, ocorre em uma realidade fabulísticaERRADA!

    Não há um enredo. E aqui, na verdade, faz-se com que se confunda o poema tratado no texto com o próprio texto. Quem possui uma realidade fabulística é o poema "Boi no Asfalto", e não o texto.

     

     D) uma crônica, por dar voz a animais, inseridos em uma ambientação puramente ficcional. ERRADA!

    Mesma coisa que a C. Quem possui uma ambientação ficcional é o poema, e não o texto.

     

     

     E) um conto, por inserir, no relato imaginário de um boi, elementos da vida particular do autor. ERRADA!

    Não há no relato imaginário de um boi elementos particular da vida do autor. Pelo contário!

     

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

  • Momento histórico é questionável

  • O autor refere à era dos 17 atos institucionais, de 1964 a 1969.

    "essa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência."

     

  • Conto: É uma narrativa curta. O tempo em que se passa é reduzido e contém poucas personagens que existem em função de um núcleo. É o relato de uma situação que pode acontecer na vida das personagens, porém não é comum que ocorra com todo mundo. Pode ter um caráter real ou fantástico da mesma forma que o tempo pode ser cronológico ou psicológico.

    Crônica: por vezes é confundida com o conto. A diferença básica entre os dois é que a crônica narra fatos do dia a dia, relata o cotidiano das pessoas, situações que presenciamos e já até prevemos o desenrolar dos fatos. A crônica também se utiliza da ironia e às vezes até do sarcasmo. Não necessariamente precisa se passar em um intervalo de tempo, quando o tempo é utilizado, é um tempo curto, de minutos ou horas normalmente.

     

    https://www.infoescola.com/redacao/tipos-de-textos-narrativos/

  • "Gabarito B"

     

    conto -> apresenta um narrador, personagens, ponto de vista e enredo.

     

    crônica ->  Possui assim uma finalidade utilitária e pré-determinada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando-se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    **Percebam que o fato do autor querer colocar "o boi no asfalto" foi com a intenção de conseguir uma certa familiaridade, ou seja, um termo que não se encontra nos demais poemas, por isso trate-se de uma crônica. 

     

    Poema -> pode surgir em forma de versos, estrofes ou prosa, com a finalidade de manifestar sentimento e emoção.

     

    linguagem coloquial, informal ou popular ->  não exige a atenção total da gramática, de modo que haja mais fluidez na comunicação oral, por exemplo, as gírias.

     

    Tenha Deus acima de todos os seus planos.


ID
1790635
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

Mantendo-se o sentido em ... sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante... (3° parágrafo), o segmento sublinhado pode ser corretamente substituído por

Alternativas
Comentários
  • “senão” (junto) é uma conjunção adversativa, serve para ligar duas frases em que uma se opõe à outra. Quer dizer “do contrário”, “de outro modo”, “mas”. Também pode ser, raramente usado, “mais do que” e “a não ser”. 

  • SENÃO - Conjunção adversativa e preposição, com o sentido de: 

    1 - do contrário, caso contrário, de outro modo, de outra forma; 

    2 - mas, mas sim; 

    3 - mais do que; 

    4 - a não ser. 

    Exemplos: 

    Um espaço cultural deve estar a serviço da qualidade, senão é desserviço. [do contrário] 

    É ele quem decide as obras prioritárias, não com bairrismos ou individualismos, senão com o espírito de bom administrador. [mas sim] 

    Para que Paulo se conformasse com a ruptura, disse que ele não fora senão um zero à esquerda todos aqueles anos. [mais do que] 

    As drogas não oferecem senão uma tênue e fugaz visão do paraíso. [a não ser, mais do que] 

    O Pareiassaurus é uma prova incontestável de que a América do Sul e a África pertenciam a placas continentais próximas, no passado. Senão, como explicar a presença de um animal eminentemente terrestre dos dois lados do Atlântico? [de outro modo, do contrário] 



    SE NÃO - Aqui são duas palavras distintas: conjunção subordinativa condicional se + o advérbio de negação não. Significa dizer "caso não ...". 

    Exemplos: 

    Espero que não me culpes se não der certo. 

    Preocupa-nos o desempenho da instituição se não for feito o desembolso dos recursos prometidos. 

    Também se escreve separadamente quando equivalente a quando não: 

    Esse tipo de escola é considerado um funil para quem deseja evoluir e escapar, se não do anonimato, pelo menos da marginalidade. 

    A história nos ensina que é muito difícil, se não impossível, encontrar um bom político que seja um bom administrador. 

    Com esta máquina, o Brasil terá condições, se não de disputar, pelo menos de acompanhar o desenvolvimento de um dos setores mais avançados da ciência no mundo. 

    Devo frisar que há casos em que a conjunção "senão" na acepção 1 (= do contrário) pode se confundir com a oração condicional; a interpretação depende da pessoa: 

    - Se o produto for bom, fico com ele; senão / se não, vou devolvê-lo. [do contrário devolvo / se não for bom, devolvo] 

    O Dicionário Aurélio assim exemplifica esse caso: Lute, senão está perdido. / Lute; se não, está perdido. E nesta última frase sugere uma pausa enfática, traduzida pelo ponto-e-vírgula antes e pela vírgula depois da expressão. 

    Expressões estereotipadas [em que "senão" não se encaixa em nenhum dos significados vistos acima]: 

    (eis) senão quando : equivale a "de repente", "mas, quando menos se esperava": A quietude tomava conta do ambiente. Eis senão quando um estrondo se fez ouvir. 

    senão vejamos / senão, vejamos : vírgula opcional; em vez de mostrar o contrário – como poderia parecer – , a expressão leva a uma confirmação do que foi anteriormente enunciado. V. exemplo no início do artigo. 

    Espero ter ajudado!

  • Senão - a não ser, apenas (a encontrar apenas, como no exercício). 

    Gabarito: a. 

    ----

    Use “se não” (união da conjunção se + advérbio não) quando puder trocar por “caso não”, “quando não” ou quando a conjunção “se” for integrante e estiver introduzindo uma oração objetiva direta. Exemplo: perguntei a ela se não queria dormir em minha casa.

    Use “senão” quando puder substituir por “do contrário”, “de outro modo”, “caso contrário”, “porém”, “a não ser”, “mas sim”, “mas também”.
     

    Boa sorte e bons estudos!

    http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/senao-ou-se-nao.htm

  • Gabarito: A.

     

    "A forma senão (...) é uma preposição acidental indicando exceção (pode ser substituído por afora, exceto, salvo, a não ser) (...)" A gramática para concursos públicos, 2º edição, 2015, p. 91.

     

    Nesse caso a forma senão é uma preposição acidental, podendo ser trocado por apenas que também indica exceção, vejam que se admite a troca por exceto no trecho " ...sangrando a língua sem encontrar exceto o chão duro e escaldante...". 

     

    Bom estudo!

     

     

  • kkkk, nada justificou esse (a encontrar apenas)

  • Que isso!!!!!!!!! Não estou acertando nenhuma desse texto!!!..

     

  • Galera, fiz pelo sentido...

    Assim:

    O boi, que estava no asfalto, já tinha a língua ferida (sangrando), pois não encontrava nada (pasto, água...), a não ser o asfalto escaldante.

    Ou seja, o boi nao encontrava nada para comer, exceto o asfalto duro. Só encontrava o asfalto..

    Logo, a única que encaixa é,  "encontrava apenas". So nessa se mantem o sentido.

     

     

     

  • sangrando a língua sem encontrar senão um avião andando de cabeça para baixo encima da água sem gasolina. olha eu sou um examinador kkk 

  • Se não: condicional.

     

    Senão:
    - Exclusão (exceto) => "sem encontrar senão o chão duro e escaldante", traduzindo... encontrou nada, EXCETO/ APENAS o chão duro e escaldante.
    - Adversativo.

     

     

  • "sem encontrar senão" => oposição da oposição = apenas, somente

    sem - negação

    senão - conj. adversativa (negação)

    a) a encontrar apenas - certo

    d) a encontrar todavia - todavia também é conj. adversativa, mas faltou o elemento de negação no início


ID
1790638
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria... (3° parágrafo)

Mantendo-se a correção, uma pontuação alternativa para o trecho acima encontra-se em:

Alternativas
Comentários
  • c)

    − Vamos, confesse! − Confesso: eu queria um boi perdido no asfalto... sei que era exatamente isso o que eu queria.

    =================

    Os três pontinhos, ou melhor reticências, podem marcar uma interrupção de pensamento, que indica que o sentido da oração ficou incompleto, ou uma introdução de suspense, depois da qual o sentido será completado. 

    No primeiro caso, a seqüência virá em maiúscula - uma vez que a oração foi fechada com um sentido vago proposital e outra será iniciada à parte. 

    No segundo caso, há continuidade do pensamento anterior, como numa longa pausa dentro da mesma oração, o que acarreta o uso normal de minúscula para continuar a oração. 


    Exemplos: 

    Ah, como era verde o meu jardim... Não se fazem mais daqueles. 

    Foi então que Manoel retornou... mas com um discurso bastante diferente! 

    Fonte: https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080226074658AAyPqI2

  • Uso dos travessões:

    - No discurso direto, para indicar a fala da personagem ou a mudança de interlocutor nos diálogos.

    - Para separar expressões ou frases explicativas, intercaladas.

    - Para destacar algum elemento no interior da frase, servindo muitas vezes para realçar o aposto.

    - Para substituir o uso de parênteses, vírgulas e dois-pontos, em alguns casos.


  • rapaiz mai que professor ruim pqp o qc insiti em manter esse prof.

  • Não achei o professor ruim! Explicou bem, ao meu ver.  

  • Alguém poderia explicar por que foi utilizado o '... ' no lugar do ' ; ' ?

  • Alguém poderia explicar por que foi utilizado o '... ' no lugar do ' ; ' ?

  • Não achei esse professor ruim, achei ele simplesmente péssimo.

     

  • Uso das reticências: Marcam uma interrupção da sequência lógica da frase, muitas vezes, devido a elementos de natureza emocional. São usadas:

    A) Para indicar continuidade de uma ação ou fato.
    Ex.: O balão foi subindo...

    B) Para indicar suspensão ou interrupção do pensamento.
    Ex.: E eu que trabalhei tanto pensando que...

    C) Para representar, na escrita, hesitações comuns na língua falada.
    Ex.: Não quero sair... porque... porque eu não estou com vontade.

    D) Para realçar uma palavra ou expressão.
    Ex.: Não há motivo para tanto... choro.

    FONTE: Professor Marcelo Bernardo.

  • Deixo aqui minha clara indignação com o fato: questões com baixo nível de dificuldade recebem a atenção e os comentários do professores; já questões com médios e altos níveis de dificuldade acabam por serem negligenciadas pelo QC e pelo corpo docente que o assiste.  

    .

    Prestem mais atenção às solicitações de "INDICAR PARA COMENTÁRIO"!

  • Achei o comentário do professor normal. Acho que mesmo discordando, devemos ficar atentos à forma que reclamamos disso. Mais respeito é sempre bom.
  • A explicação do professor é muito vaga. De acordo com o prof. Agnaldo da LFG, sempre podemos trocar travessões por virgulas ou vice versa. 

  • Gabarito: C

    − Vamos, confesse! − Confesso: eu queria um boi perdido no asfalto... sei que era exatamente isso o que eu queria.

  • com todo respeito, sem querer diminuir o professor, mais de fato a didatica do professor não me agrada, nunca explica com detalhes  é sempre vago e pareçe q ta com má vontade !

  • Português é assim: você pensa que sabe, mas na realidade você nunca aprende sempre tem algo que te surpreende. 

  • LETRA C

     

    QUESTAO MUITO BOA, BASTAVA O CANDIDATO PERCEBER QUE ERA UMA CONVERSA ENTRE DUAS PESSOAS E PRONTO; QUESTAO RESOLVIDA.

     

    − Vamos, confesse!

    − Confesso: eu queria um boi perdido no asfalto... sei que era exatamente isso o que eu queria.

  • Não entendi porque a B está errada. Pode-se usar travessões no lugar das vírgulas.

  • Levei meia hora pra responder e o prof solta uma "mole mole" heheh..foda! =/

  • Alguém sabe dizer por que a B está errada? O professor não falou nada com nada. Acredito que talvez o uso dos parênteses seja uma pausa muito pequena ou então não pode ser utilizado em fim de frase? Alguém?

  • O ponto depois de confesse está incorreto, Cristopher.

  • "Gabarito C"

     

    Complementando os colegas através do esquema:

     

                                        Sentido da oração completo = sequência virá com inicial MAIÚSCULA. Ex: "Vamos jantar amanhã?                                                                                                                                                                                      – Vamos...Não...Pois vamos.

    RETICÊNCIAS ->

    (suspensão ou interrupção do pensamento)

                                    Sentido da oração incompleto = sequência virá com inicial MINÚSCULA. Ex: Não há motivo para tanto...mistério

     

     

    Deus sempre ouvirá nossas orações. Bons Estudos.

  • ERRO DA B

    É o ponto final 

     b)

    − Vamos − confesse. − Confesso: eu queria um boi perdido no asfalto (sei que era exatamente isso o que eu queria).

  • Gabarito Letra C

     

     

    Na verdade, O ERRO DA LETRA  B NÃO É O USO DO PONTO CONTINUATIVO, e sim, o fato de que há dois travessões na fala de um mesmo personagem.

     

     

    b) (ERRADA) − Vamos confesse. − Confesso: eu queria um boi perdido no asfalto (sei que era exatamente isso o que eu queria).

    ( CORREÇÃO) − Vamos, confesse. − Confesso: eu queria um boi perdido no asfalto (sei que era exatamente isso o que eu queria)

                                                                                        OU ENTÃO

                               − Vamos, confesse! − Confesso: eu queria um boi perdido no asfalto (sei que era exatamente isso o que eu queria). 

  • Esse professor precisa evoluir mais essa didática dele! Usa palavras muito rebuscadas para explicar coisas simples! E fica sempre dizendo: ''Podre". Falta de respeito com quem está aprendendo. Porque para ele essa questão pode ser fácil, mas para algumas pessoas é um desafio aprender.


ID
1790641
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

... sei até onde está o velho caderno com o velho poema. (último parágrafo)

Quanto ao termo sublinhado no segmento acima, é correto afirmar que se trata de 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    Advérbios de Intensidade: muito, demais, pouco, tão, em excesso, bastante, mais, menos, demasiado, quanto, quão, tanto, assaz, que (equivale a quão), tudo, nada, todo, quase, de todo, de muito, por completo, extremamente, intensamente, grandemente, bem (quando aplicado a propriedades graduáveis).

    bons estudos

  • Eu sei "muito e tanto" que sei ATÉ (muito) onde está o velho caderno.

    Gabarito letra E
  • Vamos lá...Apenas consultando discionários :)=[

    até 
    a.té 
    prep (lat ad+tenus ou ár Hatta) Expressa relações de: 1 Limitação no espaço: chegar até a janela2 Limitação no tempo: até 20 de maio3Limitação: até 200 dólares, até o fim; comer até saciar-se
    Advérbio de inclusão: o mesmo: Respiravam e até transpiravam.


    a.

    tambémaindaExpressões[editar]até mesmoaté à morteaté agoraaté amanhãPreposição[editar]

    a.

    indicativa de limite.




    prep. Denota uma demarcação posterior de tempo: ele pretende trabalhar até 2016.
    Expressa o final de um espaço entre dois lugares, duas superfícies: siga até aqui.
    adv. De modo inclusivo; também: vive até debaixo d'água.


  • tipo de questão que derruba quem estudou exclusivamente pela CESPE...

  • Perceba tirando o até:
    ... sei onde está o velho caderno com o velho poema.

    Colocando o ATÉ, intensifica o SEI (saber).

    Gabarito: E

  • Palavras do professor Pestana:

    "Não confunda até (preposição) com até (palavra denotativa – ou advérbio – de inclusão): “Ninguém chegará até mim.” / “Resolver este problema até eu consigo.”.

     

    Bons estudos

  • Para mim "até" é advérbio de inclusão, não de intensidade. A questão não teria uma alternativa correta.

  • Esse tipo de questao nao é facil... Podemos confundir o sentido..

  • De acordo com a circunstância que exprime, o advérbio pode ser de:

     

     

    LUGAR: aqui, antes, dentro, ali, adiante, fora, acolá, atrás, além, lá, detrás, aquém, cá, acima, onde, perto, aí, abaixo, aonde, longe, debaixo, algures, defronte, nenhures, adentro, afora, alhures, embaixo, externamente, a distância, à distância de, de longe, de perto, em cima, à direita, à esquerda, ao lado, em volta.

     

     

    TEMPO: hoje, logo, primeiro, ontem, tarde, outrora, amanhã, cedo, dantes, depois, ainda, antigamente, antes, doravante, NUNCA, então, ora, JAMAIS, agora, sempre, já, enfim, afinal, amiúde, breve, constantemente, entrementes, imediatamente, primeiramente, provisoriamente, sucessivamente, às vezes, à tarde, à noite, de manhã, de repente, de vez em quando, de quando em quando, a qualquer momento, de tempos em tempos, em breve, hoje em dia.

     

    ***         Jamais -   NUNCA = EM TEMPO ALGUM

     

     

    MODO: bem, mal, assim, adrede, melhor, pior, depressa, acinte, debalde, devagar, às pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às escondidas, aos poucos, desse jeito, desse modo, dessa maneira, em geral, frente a frente, lado a lado, a pé, de cor, em vão e a maior parte dos que terminam em "-mente": calmamente, tristemente, propositadamente, pacientemente, amorosamente, docemente, escandalosamente, bondosamente, generosamente.

     

     

     

     

     

    AFIRMAÇÃO: sim, certamente, realmente, decerto, efetivamente, certo, decididamente, deveras, indubitavelmente.

     

    NEGAÇÃO: não, nem, nunca, jamais, de modo algum, de forma nenhuma, tampouco, de jeito nenhum.

    Q822878 CUDIADO PARA NÃO CONFUNDIR COM PRONOME INDEFINIDO:  NENHUM

     

     

     

    DÚVIDA: acaso, porventura, possivelmente, provavelmente, quiçá, talvez, casualmente, por certo, quem sabe.

     

     

    Q803300

    INTENSIDADE: muito, demais, pouco, tão, em excesso, bastante, mais, menos, demasiado, quanto, quão, tanto, assaz, que (equivale a quão), tudo, nada, todo, quase, de todo, de muito, por completo, extremamente, intensamente, grandemente, BEM rápido (quando aplicado a propriedades graduáveis).

     

     

    EXCLUSÃO: apenas, exclusivamente, salvo, senão, somente, simplesmente, só, unicamente.
    Por exemplo: Brando, o vento apenas move a copa das árvores.

     

    Q596878

    INCLUSÃO: ainda, ATÉ =  INCLUSIVE, mesmo, inclusivamente, também.

    Por exemplo: O indivíduo também amadurece durante a adolescência.

     

     

    ORDEM: depois, primeiramente, ultimamente.
    Por exemplo: Primeiramente, eu gostaria de agradecer aos meus amigos por comparecerem à festa.

     

    Q643168

     

    No contexto da FRASE:   "Jamais" não é considerado um advérbio de negação e sim advérbio de TEMPO, pode ser substituído por "Em tempo algum".

     

    MUITO = UM POUCO/BASTANTE/MEIO  : ADVÉRBIO (INVARIÁVEL)

     

     

    MUITOS, MUITAS  = BASTANTES:  ADJETIVO (VARIÁVEL)

  • LETRA E 

    Eu sei ATÉ ( INCLUSIVE) onde está o velho . 

     

  • Essa questão é a prova de que não existe fórmula (ou decoreba puro) para português. Cada caso é um caso!

     

     

     

    Abraço e bons estudos.

  • Diferenças entre o advérbio e a preposição:

    Um advérbio é capaz de funcionar isoladamente, não depende de outras palavras e pode mudar a posição na frase. Uma preposição, ao contrário sempre precisa das palavras que estão depois dela (e com as quais constitui um grupo) para que a frase faça sentido. A preposição, portanto, não pode aparecer sozinha.

    Vejamos os exemplos:

    - Estava em cima da mesa.
    - Estava sobre a mesa.

    As duas frases acima têm o mesmo significado, mas “em cima” é um advérbio e “sobre” uma preposição. Ao perguntarmos: Estava em cima da mesa? Poderemos responder: Sim, estava em cima. Não há, neste caso, necessidade de nenhum complemento!
     
    No entanto, se perguntarmos: Estava sobre a mesa? Não se admitira a resposta: Sim, estava sobre. A frase, nesta resposta, ficaria sem sentido, isto é, incompleta. Essa é a diferença fundamental entre o advérbio e a preposição.

    https://www.recantodasletras.com.br/gramatica/1952300

  • "Gabarito E"

     

    Frase: ... sei até onde está o velho caderno com o velho poema.

     

    Fazendo uma análise mais profunda do trecho grifado percebe-se que o advérbio ATÉ está modificando o verbo saber, porque Saber onde está o velho caderno é uma coisa, já saber ATÉ onde está o velho é outra. Notem que o verbo saber é que está sofrendo alterações.

     

    Que Deus nos dê forças. Bons Estudos.

  • Por que este até não é uma preposição essencial.


ID
1790644
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

Considere:

I. No segmento ... que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? (2° parágrafo) os verbos sublinhados possuem o mesmo sujeito.

II. Na oração ... o que é que um boi pode fazer num poema panfletário? (2° parágrafo), o segmento sublinhado é expletivo, de modo que pode ser suprimido sem prejuízo para a correção.

III. No segmento ... as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância... (2° parágrafo), a locução verbal sublinhada pode ser substituída por "tivesse chegado a ver", por estar no pretérito-mais-que-perfeito.

Está correto o que se afirma APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • Alguém poderia me explicar a razão pela qual a assertiva "I" foi considerada correta? O verbo "morava" não remete a "cara de vinte de anos de idade" e "iria precisar" não remete a "poema panfletário"?

    Agradeço desde já.

  • Também fiquei na dúvida... Mas depois de ler e reler percebi que na verdade a frase  -  escrita de forma indireta  - ficaria na forma direta como:

    Um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado (or. sub adj, expl.),  iria precisar de um boi para um poema panfletário.

    Quem iria precisar de um boi? um cara de vinte anos de idade.

    A forma como está no texto pode confundir mesmo, dando a entender que o poema era quem precisa de um boi.

    Bom, espero ter ajudado.


    Força e Fé sempre!


  • Muito obrigado pelo esclarecimento, Silvani!

  • I. No segmento ... que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? (2° parágrafo) os verbos sublinhados possuem o mesmo sujeito. 

    ====

    Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? 

    ====

    Notem que o trecho em negrito é dispensável.

    ====

    Logo a oração teria sentido se estivesse da seguinte forma:

    Mas por que diabos um poema panfletário  iria precisar de um boi? 

    ====

    Logo, a I está incorreta pois o sujeito de morava é um cara e de iria precisar é poema panfletário.

    Gabarito deve ser alterado para a letra C. 

  • Alguém poderia explicar o erro da assertiva III? Desde logo agradeço!!


  • Renata, a substituição da proposta na III teria que ser: "tinha chegado a ver", conforme fundamentação abaixo:



    03) Pretérito Mais-que-perfeito Composto do Indicativo:

    É a formação de locução verbal com o auxiliar ter ou haver no Pretérito Imperfeito do Indicativo e o principal no particípio, tendo o mesmo valor que o Pretérito Mais-que-perfeito do Indicativo simples.

    Por exemplo:Eu já tinha estudado no Maxi, quando conheci Magali.



    http://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf66.php

  • Entendo que na assertiva I o sujeito de morava é o QUE, pois retoma "cara de vinte anos de idade". Tudo bem que quando o pronome relativo retoma, podemos inferir que o sujeito é o mesmo para as duas orações, mas acredito que tal assertiva não poderia ser considerada correta, nesses moldes. Mais alguém pensa da mesma maneira? 

  • A explicação de guilherme sonksen está correta, o gabarito foi alterado para letra C.

  • Acho que o item III está errado porque há um conflito nas substituições. Talvez o correto seria "tinha chegado a ver" e não "tivesse chegado a ver..."

  • O erro da III é simples: "tivesse chegado" é uma locução cujo verbo auxiliar está no modo subjuntivo (imperfeito do subjuntivo - tivesse), o que denota hipótese; ao passo que "chegara" é um verbo no modo indicativo (preterito-mais-que-perfeito do indicativo), o que denota certeza, afirmação. Logo, as duas expressões não podem ser sinônimas.

    A dica corriqueira pra identificar o modo subjuntivo (que denota hipótese, conjetura) é colocar as partículas QUE, SE e QUANDO antes da frase:

     

    QUE eu passe no concurso (presente do subjuntivo).

    SE eu passaSSE  no concurso (pretérito imperfeito do subjuntivo).

    QUANDO eu passar no concurso (futuro do subjuntivo).

    Sorte pra nós todos!

  • NUNCA ESQUECI ESSA DA PROF. FLAVIA RITA

    FORMULA DO AMOR: TINHA / HAVIA + PARTÍCIO = RA / RÉ (VÓS)

     

    ESPERO TER AJUDADO

  • I. No segmento ... que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? (2° parágrafo) os verbos sublinhados possuem o mesmo sujeito. 

    ====

    Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? 

     

    O sujeito do verbo morar é o " QUE" .

    O " que " exerce a função de pronome demonstrativo . A oração entre virgulas é uma Oração Adjetiva Explicativa . O  verbo morar concorda com o seu antecedente " um cara de vinte anos de idade", contudo o sujeito é o " Que ". 

  • No item III,o correto é "tinha chegado a ver"

  • Resumindo:

     

    I- Quem morava num bairro  inteiramente urbanizado? R: Um cara de vinte anos de idade. Quem iria precisar de um boi? R: o poema. ERRADA!

     

    II- Certa, a supressão do termo sublinhado não impacta no entendimento da passagem do texto.

     

    III- ERRADA! Mesmo que você não soubesse nada sobre conjugação, note que o "chegara" passa a idéia de certeza que ocorreu, e o "tivesse" passa incerteza.

     

    Gabarito letra C

  • Só errei porque não li o trecho do texto que fala o item I. Baseie-me apenas no trecho escrito. Boa parte das questões não se faz necessário ler novamente o trecho do texto para entender, mas agora ficarei mais atento quanto a isso.

  • Prova de alto nível essa, da FCC. Nivelando por cima.

  • O item I está errado, pois o sujeito do verbo " morava" é na verdade o pronome relativo "QUE".

     

  • que prova difícil, se do TRE estiver assim, já era, errei bastante.

  • Algum ALFARTANO aqui? Alfartaaaanos!!!!! Forçaaaaaaa!!!! Paragominas-Pará aqui Rumo ao TRF1
  • Tinha chegado a ver...

  • Gabarito deu como certo a questão "E", NÃO ENTENDI

     

  • III- ERRADA! Mesmo que você não soubesse nada sobre conjugação, note que o "chegara" passa a idéia de certeza que ocorreu, e o "tivesse" passa incerteza

    Correto seria TINHA( havia) CHEAGADO.

  • campanha , nao comente mas nada professor ARENILDO , muito ruim esse professor affff

  • I. o erro está no seguinte: o v. 'morava' tem como sujeito 'um cara de 20 anos de idade'; a loc. v. 'iria precisar' tem como sujeito 'um poema panfletário'.

    II. certa.

    III. o v. 'chegara' poderia ser substituído por 'tinha/havia chegado'.

  • O Arenildo é excelente pessoal.

  • Errei por não ler o texto ;/ rsrs

  • Questão até fácil porque você mesmo pode arquitetar a forma correta e perceber o erro. Só essa alternativa I que realmente precisou de atenção, hahahahha

  •  

    Ailton Hugo

    56% não acharam facil, comentário sem conteúdo, humildade sempre....

  •  

    I- Quem morava num bairro  inteiramente urbanizado?  Um cara de vinte anos de idade.

     Quem iria precisar de um boi? o poema. ERRADA

     

    II- Partícula expletiva- É um termo da oração considerado desnecessário, podendo ser retirado sem qualquer prejuízo para ela. 

    o que é que um boi pode fazer num poema panfletário? 

    o que um boi pode fazer num poema panfletário?  NÃO ALTERA   CERTA

     

    III-as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância...

      poderia ser substituído por tinha ou havia chegado ERRADA

    GAB- C

     

    ''Talento é dom, é graça. E sucesso nada tem haver com sorte, mas com determinação e trabalho.''

    Augusto Branco

  • C) Expletivo- Que serve para preencher ou completar.Gramática Diz-se das palavras ou expressões não indispensáveis ao sentido de uma frase, mas usadas como realce ou ênfase.

  • Expletivo: É um termo da oração considerado desnecessário, podendo ser retirado sem qualquer prejuízo para ela. A partícula expletiva é também chamada de partícula de realce.

    Fonte: https://professoramarialucia.wordpress.com/2012/02/23/o-que-e-uma-particula-expletiva/

  •     Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? 

    O sujeito semântico de ''morava'' é ==> um cara de vinte anos de idade

    O sujeito sintâtico de ''morava'' é ==> o pronome ''que'' que retoma o ''um cara de vinte anos de idade''

     

    O sujeiro de ''iria precisar'' é ==> um poema panfletário

  • Só lembrando que, sintaticamente, o sujeito de "morava" não é "um cara de vinte anos de idade", mas sim o pronome relativo "que", que retoma, semanticamente, a ideia de "um cara de vinte anos de idade", o que não é a mesma coisa que afirmar que o sujeito é esse termo. Posto isso, a explicação das demais já foi bem dada pelos colegas. Bons estudos e atenção com esse tipo de questão.

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: C

  • Já teve questões da FCC que na l estaria correta

  • Errei por causa da III. Não vi erro gramatical, apenas mudança de sentido. O enunciado não falou nada de sentido.

  • Pensei da seguinte forma:

    III - "as grandes carroças de lixo que chegara a ver (vira) em sua infância..." > locução verbal no pretérito mais que perfeito do INDICATIVO, indica fato certo.

    "tivesse chegado a ver" > Locução verbal de tempo composto no pretérito mais que perfeito do SUBJUNTIVO , indica hipótese

    Embora eles estejam no mesmo tempo verbal ( pretérito mais que perfeito), seus modos verbais são diferentes. Os sentidos são diferentes se os modos verbais também são, logo não daria para substituí-los.


ID
1790647
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

Alterando-se as orações justapostas no segmento Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda... (2° parágrafo), de modo que se obtenha uma subordinação que mantenha, em linhas gerais, o sentido original, deve-se usar a conjunção

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    no trecho acima, o advérbio, cujo sentido seria objeto de subordinação, é o causal: "Digo mal, porque um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda"

    Advérbios causais: porque, visto que, já que, uma vez que, como, visto como, dado que, na medida em que, etc.

    a) ainda que. = concessivo
     

    c) caso.= condicional
     

    d) contanto que.= condicional
     

    e) a fim de que.= finalidade


    bons estudos

  • Renato, muito boa explicação. Obrigada!

  • Opa, ''contanto que'' não é concessiva, é condicional.

     

    Semelhante a se, caso, desde que, etc.

  • Exemplo de oração Justaposta (sem conectivos):

    Inclinei-me, apanhei o embrulho, segui para casa.

     

     

    Frase:

     

     

    Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos.

     

     

    O que está justaposto (sem conectivo)?

     

     

    Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal, (por causa que) um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos.

     

     

    Conectivos Causais: PORQUE, QUE, POIS, NA MEDIDA EM QUE, COMO (ordem inv.), PORQUANTO, VISTO QUE, JÁ QUE, UMA VEZ QUE VISTO COMO, DADO QUE, DESDE QUE, HAJA VISTA

     

     

    Alterando-se as orações justapostas de modo que se obtenha uma subordinação que mantenha, em linhas gerais, o sentido original:

     

     

    Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal, porque um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos.

     

     

     

    Gab: Letra B

     

     

    Outras Alternativas

     

     

     

    a) ainda que. = concessivo (EMBORA, CONQUANTO, A DESPEITO DE QUE, EM QUE PESE A QUE, APESAR DE QUE, AINDA QUE, MESMO QUE, POSTO QUE, MALGRADO, AINDA QUANDO , MESMO QUANDO, POR MAIS QUE, POR MUITO QUE, POR MENOS QUE, SE BEM QUE, NÃO OBSTANTE, NEM QUE, DADO QUE, SEM QUE (= embora não), QUANDO

    c) caso. = condicional (SE, CASO, CONTANTO QUE, EXCETO SE, SALVO SE, DESDE QUE, SEM QUE, A NÃO SER QUE, A MENOS QUE, DADO QUE, QUANDO

    d) contanto que. = condicional  (SE, CASO, CONTANTO QUE, EXCETO SE, SALVO SE, DESDE QUE, SEM QUE, A NÃO SER QUE, A MENOS QUE, DADO QUE, QUANDO

    e) a fim de que. = final (PARA QUE, A FIM DE QUE)

     

     

    obs.: o colega Renato. (que se diga de passagem, comenta muito bem todas as alternativas) se equivocou. contanto que é CONDICIONAL e não CONCESSIVA, como disse o colega Renato.

  • --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos.

    Relação de causa e consquência.

     

    Causa -> um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos.

     

    Consequência -> Digo mal

    --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

  • Renato, trata-se de conjunções e não de advérbios...

  • Porque, pois.

  • Pessoal, a princípio, eu fiquei na dúvida também, sem saber qual conjunção usar. Mas lendo o parágrafo do texto da pra saber.

  • Eu só entendi a questão após ler o 2° parágrafo. Observem que a expressão "Digo mal", vem depois de uma pergunta, portanto é uma resposta ao questionamento.

     

     

  • Sobre minha leitura:
    A consequência é a colocação do boi no panfleto, tedo como causa o comentário de causa que um bom ... é capaz de ....()

  • Acho que nessa questão a palavra chave seria o conhecimento simples do conceito de orações justapostas.

  • EU NÃO ENTENDI A QUESTÃO :((

  • rebecca, o sujeito queria colocar o boi de Guimarães em todos seus poemas, ao ser questionado - parece que por ele mesmo -, ele repensa a pergunta. "Digo mal; (POIS/PORQUE/VISTO QUE/HAJA VISTA...) um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos."

    A conjunção vem explicar o porquê que ele diz mal.

     

    Tendeu?

  • Lixo. N dá nem p reciclar.


ID
1790650
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela. (último parágrafo)

Atribuindo-se caráter hipotético ao trecho acima, os verbos sublinhados devem assumir a seguinte forma: 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D


    MODO SUBJUNTIVO: ao contrário do indicativo, é o modo que expressa a dúvida, a incerteza, a hipótese, a suposição, o desejo, trabalhando com remotas possibilidades de concretização.

  • não entendi o encheria?

  • O futuro do pretérito é usado, entre outras coisas para falar sobre fato incerto, fazendo hipóteses ou suposições:

    Ex.: Estaria procurando alguém?

  • Alguém poderia explicar as alternativas?

  • Tanto o futuro do pretérito quato o subjuntivo expressão dúvida.

    Gabarito: D

     iria (fut. do pret.simples ) - teria sido ( fut. do pret.composto ) - encheria ( fut. do pret.simples )

  • -

     

    GAB: D
    errei a questão, fiquei na dúvida entre "D" e "E"... vou dar uma olhada no assunto
    e posto uma explicação plausível, analisando cada assertiva, assim que entender!!


    #avante

     

     

    PS: obrigada Eliel pelo aviso, tinha marcado o gabarito errado O.o

  • Amigos, atentemos ao modo Subjuntivo "caráter hipotético" que é solicitado pela Banca para os verbos: ir, ser e encher (fut. do pret.simples, composto e simples, respectivamete).

  • Da mesma forma que o Lindomar INSS, acredito que na alternativa D todos os verbos estão no futuro do pretérito, que também pode indicar fato incerto, hipótese ou suposição.

  • Gab. D

    De cara podemos eliminar as letras B,C e E. Restando somente duas aternativas A e D, visto que o verbo Vou (Presente do indicativo), passando para o Futuro do Pretérito ficará IRIA.

     

     

     

  • -
    amigos, acho que agora vai rsrs:

    A questão pede pra que trabalhemos o carater hipotético certo? então vamos lá:
    Na gramática, temos o subjuntivo ( podendo ser no presente, passado/pretérito e futuro: todos trazendo a idéia de incerteza).
    Em virtude disso a assertiva D é a que traz os devidos verbos, senão vejamos:


    * Quando conjugamos o verbi ir no Futuro do Pretérito do Subjuntivo, ele fica iria ( então o candidato tem que associar
    que é um futuro que, como ta no subjuntivo não posso dar tanta certeza e dizer que "realmente eu irei");


    * Esse modo do futuro do subjuntivo, pode ser composto tb ( só pra fazer a gente decorar mais coisa =~ ),
    daí vamos nos atentar apenas para o verbo auxiliar que, no caso, sempre assume a desinencia "ia" ja percebeu?
    tipo...o verbo ir = iria...o verbo ter= teria...como na assertiva tem "teria sido" devemos pensar: opa! tem algo composto
    aqui, então se o auxiliar ta trazendo a idéia de possibilidade e ta com a desinencia "ia" ta correto!

     

    *Continuando com o raciocínio, de incerteza e a desinência falada " ia". Só nos resta essa assertiva.
    É só marcar, e correr pro abraço que vc acertou e subiu umas 100 posiçoes!!

     

    #avante
     

  • Gabarito letra d

    Justificativa:

    Ideia de Hipótese: podemos utilizar o modo subjuntivo OU o futuro do pretérito do Indicativo.

     

    a)iria (futuro do pretérito) − iria ser (ideia de futuro, diferente da frase que está no tempo passado) − teria enchido  

     b)ia (pretérito imperfeito do indicativo) − tinha sido − encheria   => esse tempo não apresenta ideia de hipótese

     c)viria (IR é diferente de VIR) − iria ser − encheria 

     d)iria (futuro do pretérito)− teria sido (ideia de passado) − encheria (futuro do pretérito)

     e)viria (IR é diferente de VIR) − teria sido − teria enchido

     

     

     

    O Futuro do pretérito do indicativo (-RIA) também se emprega para expressar dúvida, incerteza ou hipótese em relação a outro fato passado. 

    Exemplo: Se ela conversasse menos, teria facilidade na matéria.

  • Conforme disseram os colegas: sentido hipotético é presente do subjuntivo ou futuro do pretérito.

     

    1) Presente do subjuntivo - é derivado do presente do indicativo , sendo formado pela conjução QUE + Vogal Contrária

     

    Exemplo: Hoje eu amo (indicativo) ------------>   Que eu ame (subjuntivo)

     

    Obs: Vogal Contrária de verbos terminados em AR -----> E     de terminados em ER/OR/IR ----------> A

     

    2) Futuro do pretérito do indicativo - é derivado do verbo - "R" + "RIA"

     

    Exemplo: AMAR------------>   Eu AmaRIA

     

    Conjuguei todos os verbos para poder achar a resposta:

    TER: que eu tenha, teria

    IR: que eu vá, iria

    ENCHER: que eu encha, encheria

     

    A correta é a letra D

  • iria e encheria --> é futuro do pretérito do Indicativo - pode trazer ideia de hipótese, dúvida, condição, dependendo do contexto.

    !!!tem gente aí falando que é subjuntivo

     

     

    teria sido é futuro do pretérito composto do indicativo

     

    para a frase ter correlação pode tudo ficar no pretérito que está ok.

     

  • O correto MESMO seria 'encher-me-ia', mas das alternativas, a menos errada é a 'd'.

  • Saga Gêmeos, vi que mesóclise é a regra mais " fraca " entre as três regras de emprego dos pronomes...

    Posso estar errado, mas AINDA não é um advérbio ? Nesse caso, tornaria-se uma palavra atrativa para próclise... não?

     

    obrigado..

  •  d) iria (futuro do preterito do indicativo: que também pode expressar condição/hipótese) − teria sido (futuro do pretérito composto indicadivo) − encheria (futuro do preterito do indicativo)


  • GAB: D

    ja errei essa questão mais de duas vezes por nao saber a conjugação correta dos verbos IR e VIR.
    Acredito que esse é o primeiro passo para acertar uma questão de verbo: saber a sua conjugação.
    Deixarei aqui alguns tempos e modos deles.
     
    verbo ir ( no indicativo)

    Presente             Pretérito Perfeito                                          Pretérito Imperfeito         Futuro do Pretérito do Subjuntivo  
    Eu vou                       Eu fui                                                            Eu ia                                    Eu iria
    Tu vais                      Tu foste ( n tem S no final em galera)           Tu ias                                   Tu irias
    Ele vai                       Ele foi                                                            Ele ia                                    Ele iria
    Nós vamos                Nós fomos                                                     Nós íamos                            Nós iríamos
    Vós vais                    Vós fostes                                                     Vós íeis                                 Vós iríeis
    Eles vão                    Eles foram                                                    Eles iam                                 Eles iriam


    verbo vir ( no indicativo)

    Presente                               Pretérito Perfeito                      Futuro do Pretérito
    Eu venho                              Eu vim                                          Eu viria
    Tu vens                                Tu vieste                                       Tu virias
    Ele vem                                Ele veio                                         Ele viria
    Nós vimos ( e não, vamos)  Nós viemos ( e não, vinhemos)    Nós viríamos

    Vós vindes                            Vós viestes                                   Vós virieis
    Eles vêm                               Eles vieram ( e não, vinheram)     Eles viriam


    FONTE: http://www.conjuga-me.net/verbo-vir   e http://www.conjuga-me.net/verbo-ir

    qualquer erro, favor avisar : )

  • Existem alguns verbos que nós TEMOS que saber a conjugação deles. Os que você deve conjugar no seu caderno são: HAVER, VER, VIR, IR, SER, TER, PÔR, VIGER, REAVER, REQUERER, CABER, VALER, MARIO (MEDIAR/ANSIAR/REMEDIAR/INCENDIAR-INTERMEDIAR/ODIAR). 

     

    Estes verbos estão sempre presente nas provas de concurso. Conjugue-os! 

  • bracinho dormiloque kkkk

    só os #cascas entendem...

  • "Gabarito D"

     

    Frase: Mas não vou  pegá-lo − o poema já foi  reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela. (último parágrafo).

     

    ** Para passarmos para o caráter hipotético, devemos nos ater ao tempo e modo verbal, e não só ao fato de ser hipotético, pois tanto o futuro do pretérito quato o subjuntivo expressão dúvida. 

     

    Ficando assim: vou-> iria 

                             Foi -> teria sido ( repare que não alterou o sentido de passado concluído (pretérito perfeito))

                             enche-> encheria

     

    *Grifos próprios sujeito a erros, caso encontra-los avise-me.

     

    Senhor Deus guie nossos passos no caminho da sabedoria.

  •  

    GABARITO: D

    pelo que tenho visto em alguns comentários, a desinência modo temporal RIA estar  como futuro do preterito do indicativo, quando na verdade FUTURO DO PRETERITO DO INDICATIVO é: (REI) e FUTURO DO PRETERITO DO SUBJETIVO é (RIA)

     

     

    FUTURO DO PRETERITO DO INDICATIVO é: (REI)

    Ex: ------->  Eu faREI (certeza)

     

     

    Já o FUTURO DO PRETERITO DO SUBJETIVO é a  desinência modo temporal (RIA)

    Ex: --------->>  Eu faRIA (possibilidade/hipótese)

     

    Peço que alguém me corrija caso eu esteja errada!

  • Para transformar estes verbos numa situação hipotética, só há duas maneira:

    - Futuro do Pretérito do ndicativo; ou

    - modo subjuntivo.

     

    Mantendo-se a ideia do texto.

  • LETRA D


ID
1790653
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

Nos segmentos abaixo, a relação estabelecida pelo termo sublinhado está indicada corretamente em:

Alternativas
Comentários
  • C) Está é uma oração subordinada substantiva objetiva direta. O que da frase é uma conjunção subordinativa integrante. Como saber?? Substitua por isso, disso. Frase : Mas você disse que era um poema panfletário. Mas você disse ISSO. Se couber o isso na frase, será uma conjunção subordinativa integrante. O que complementa o verbo dizer: mas você disse o que? que era um poema panfletário. Assim teremos um objeto direito que completa o verbo dizer. Resposta correta letra C. 

  • letra D não é explicativa e sim restritiva! 

  • Gabarito Letra C

    A) O pronome retoma o segmento um poema
    B) O pronome se refere ao segmento o boi
    C) CERTO: trata-se de uma conjunção integrante (substituível por "isso"), faz o papel de complemento do verbo dizer
    D) A conjunção introduz uma restrição relativa à oração precedente.
    E) A locução introduz uma finalidade

    bons estudos

  • C - O boi ia entrar onde ? No poema ! 

    O 'onde' não se refere ao 'Poema' ??

  • Não viajem - o "que"da letra D tem a mesma função da letra C: conjunção integrante que introduz um complemento, no caso, o objeto direto do verbo VER: "Queria que a minha namorada visse ALGO" (AlGO O QUÊ? = " que eu seria capaz de pegar um boi").

  • Renato gosto muito dos seus comentários.

    Mas concordo com TRT TRT e  Maria Spinola.

  • Sobre a D:

    queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa 
    queria que a minha namorada visse
    isso
    que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa = Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta

    Oração Subordinada Substantiva​ Objetiva Direta ≠ Oração Subordinada Adjetiva restritiva/explicativa

     

  • Não consegui ver diferença entre os "que"s da letra c) e d), além do que O 'onde' não se refere ao 'Poema' ? O Boi ia entrar onde? no poema!

    alguém por favor sabe explicar, como faço pra resolver uma questão assim no dia da prova?

  • Entendi que o "onde" na letra B esta se referindo a: em que parte do poema entraria o boi; qual dos versos será inserido o boi ou em que momento do poema entra o boi.

  • Como outros já disseram, o comentário do Renato está errado..D)... a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi... − restrição 

    Não é restrição: Se ela visse ISSO = Oração subordinada substantiva objetiva direta. O que nesse caso é conjunão integrante e não pronome relativo.
     

  • JUSTIFICATIVA DA LETRA D

    RESTRIÇÃO = SEM  VÍRGULA

     

    EXPLICAÇÃO = VÍRGULA

  • Pensei do mesmo jeito que vocês Ronaldo e Kidere, a letra "c" é ambigua, existem duas interpretações possíveis, "mas onde o boi ia entrar no poema?" " é igual a "em que seguimento no poema o boi ia entrar?" aí vem a questão e diz: O pronome se refere ao segmento no poema.

  • GABARITO: LETRA C

    Nos segmentos abaixo, a relação estabelecida pelo termo sublinhado está indicada corretamente em:

     a)... se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi... − O pronome retoma o segmento um deles.

    ERRADO - Retoma: um poema

     b) Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? − O pronome se refere ao segmento no poema.

    ERRADO - Refere-se a 'o boi'

     c) Mas você disse que era um poema panfletário. − A conjunção introduz um complemento do verbo dizer.

    CERTO - DIZER: VTDI

     d)... a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi... − A conjunção introduz uma explicação relativa à oração precedente.

    ERRADO - BIZU: Sem vírgulas - reStritivas; Com vírgulas - expliCativas

     e)... queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse... − A locução introduz uma consequência.

    ERRADO - 'PARA QUE' - conjunção subordinativas adverbial FINAL (IDEIA DE FINALIDADE)

  • Gabarito Letra C

    A) O pronome retoma o segmento um poema
    B)  O pronome se refere ao segmento o boi
    C) CERTINHA: trata-se de uma conjunção integrante (substituível por "isso"), faz o papel de complemento do verbo dizer
    D) A conjunção introduz uma restrição relativa à oração precedente.
    E) A locução introduz uma finalidade

  • ONDE, na frase, NÃO é um Pronome, pois não retoma nada, mas sim ADVÉRBIO de lugar.

  • RESPOSTA DO QCONCURSOS: A) QUE = retoma poema cabuloso; B) ONDE= advérbio de lugar; C) DISSE QUE... = conjunção integrante; (GABARITO) D) QUE = elemento de ligação sem carga semântica; E) PARA QUE = Finalidade
  • B- Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? − O pronome se refere ao segmento no poema. ==> ''Onde'' não retoma nenhum elemento, se não tem referente p/ retomar então não pode ser pronome. C Mas você disse que era um poema panfletário. − A conjunção introduz um complemento do verbo dizer. ==> Objetiva direta


  • B- Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? − O pronome se refere ao segmento no poema. ==> ''Onde'' não retoma nenhum elemento, se não tem referente p/ retomar então não pode ser pronome. C Mas você disse que era um poema panfletário. − A conjunção introduz um complemento do verbo dizer. ==> Objetiva direta


  • B- Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? − O pronome se refere ao segmento no poema. ==> ''Onde'' não retoma nenhum elemento, se não tem referente p/ retomar então não pode ser pronome. C Mas você disse que era um poema panfletário. − A conjunção introduz um complemento do verbo dizer. ==> Objetiva direta


  • Letra c.

    A letra a está errada, pois o pronome retoma “poema cabuloso”; a b está errada, pois “onde” não é pronome relativo, mas interrogativo; a d está errada, pois “que” é uma conjunção integrante, que introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta; a e está errada, pois “para que” introduz finalidade.
     

     

    Questão comentada pelo Prof. Elias Santana

  • Trata-se de uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

    "MAS VOCÊ(suj) DISSE(verbo) ISSO(complemento verbal)"


ID
1790656
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi.

      Mas por que diabos um poema panfletário de um cara de vinte anos de idade, que morava num bairro inteiramente urbanizado, iria precisar de um boi? Não podia então ter pensado naqueles bois que puxavam as grandes carroças de lixo que chegara a ver em sua infância? O fato é que na época eu estava lendo toda a obra publicada de Guimarães Rosa, e isso influiu direto na minha escolha. Tudo bem, mas onde o boi ia entrar no poema? Digo mal; um bom poeta é de fato capaz de colocar o que bem entenda dentro dos seus versos. Mas você disse que era um poema panfletário; o que é que um boi pode fazer num poema panfletário?

      Vamos, confesse. Confesso. Eu queria um boi perdido no asfalto; sei que era exatamente isso o que eu queria; queria que a minha namorada visse que eu seria capaz de pegar um boi de Guimarães Rosa e desfilar sua solidão bovina num mundo completamente estranho para ele, sangrando a língua sem encontrar senão o chão duro e escaldante, perplexo diante dos homens de cabeça baixa, desviando-se dos bêbados e dos carros, sem saber muito bem onde ele entrava nessa história toda de opressores e oprimidos; no fundo, dentro do meu egoísmo libertador, eu queria um boi poema concreto no asfalto, para que minha impotência diante dos donos do poder se configurasse no berro imenso desse boi de literatura, e o meu coração, ou minha índole, ficasse para sempre marcado por esse poderoso símbolo de resistência.

      Fez muito sucesso, entre os colegas, o meu boi no asfalto; sei até onde está o velho caderno com o velho poema. Mas não vou pegá-lo − o poema já foi reescrito várias vezes em outros poemas; e o meu boi no asfalto ainda me enche de luz, transformado em minha própria estrela.

(Adaptado de: GUERRA, Luiz, "Boi no Asfalto", Disponível em: www.recantodasletras.com.br. Acessado em: 29/10/2015) 

Mantendo-se a coesão e, em linhas gerais, o sentido original, o primeiro parágrafo do texto encontra-se corretamente reescrito em:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra E

    Impertinente. Que não pode ou não consegue ser pertinente; que não tem pertinência; que não faz relação com o tópico em questão; inadequado ou descabido: sua colocação, neste caso, é impertinente. 

    Diz-se da pessoa que age sem pertinência; que se comporta de uma maneira descabida ou despropositada; que é inconveniente; insolente: seus comportamentos sempre são impertinentes. 
    Diz-se da pessoa que implica com tudo; que demonstra rabugice; rabugento ou implicante.
    s.m. e s.f. Pessoa rabugenta, mau humorada, ranzinza.

    Cabuloso é aquele indivíduo que é considerado importuno, aborrecido. É aquela pessoa que tem o hábito de reclamar, de incomodar, que causa constantes aborrecimentos.

    Fonte: http://www.significados.com.br


  • FCC "caprichou" nessa prova hein?!

  • Pra mim, essa parte " de modo que julguei não ficar chateado comigo o bom mineiro" da Alt. E não faz o menor sentido, fiquei em dúvida entre a D e a E, mas acabei colocando a D por conta dessa parte e errei...

     

    Alguém sabe o erro da letra D? 

  • Erro da letra D: Por volta de 1968 o autor do texto julgou que Guimarães não ficaria chateado.

    A alternativa D fala sobre a quantidade de bois que Guimarães conduzia por volta de 1968. O que não é a interpretação correta do parágrafo.

  • que prova fuderosa!!!!!!!!!

  • Eu acho que erro entre a letra d e letra e está na colocação do " , por volta de 1968, "

    que tem função de advérbio temporal.

    Já vi outras questões da FCC muitos parecidas onde o problema estava na colocação do adverbio.

  • Vi o erro da letra D, na interpretação.
    Veja este trecho da alternativa D: "... pensei comigo que o bom mineiro não se incomodaria de usar um de seus animais num poema renitente que estava precisando de um só deles."
    Ficou parecendo que Guimarães Rosa não iria se importar de, ele mesmo, usar um de seus bois em um poema.


    Agora veja o trecho original:  "...julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi."
    Aqui fica claro que é o autor julgou que Guimarães Rosa não ficaria chateado caso ele, o autor, utilizasse um de seus bois em um poema.

    Eu enxerguei dessa maneira.

    Espero ter ajudado. Bons estudos a todos.

  • olha, essa D acredito que o erro dela é " a quantidade de bois conduzidos, sendo que o nucleo é " a quantidade", porém isso é um achismo meu, nao fundamentei, dai acredito que deveria ser a quantidade de bois conduzida. 

  • Gente, o erro na letra D não seria em " o bom mineiro não se incomodaria de usar"? O verbo não  exige a preposição "em"?

  • Tava em dúvida entre a D e a E. Mas vi que no texto original, ele fala da importância de um só boi e depois reafirma essa importância. A letra D não mostra essa reafirmação, coisa que a E faz. Aí pela bondade de Deus, acertei.

     

     

    Tô é lascado, mano!

  • a) Acerca de 1968, com a impressão da quantidade de bois por que Guimarães Rosa vinha conduzido do pasto ao sonho, cogitei comigo o bom mineiro não ficar chateado ao usar um deles num poema gazeteiro que estava precisando de um único boi.

    HÁ cerca de  indicando tempo. 

     

     

    b) Quando, em 1968, impressionei-me com a quantidade de bois com que era conduzido Guimarães Rosa, do pasto ao sonho; julguei o bom mineiro, que não ficasse chateado comigo ao usar um deles num poema encabulado que estava precisando de um boi solitário.

    Conduzir é VTD, assim , não há motivo dessa preposição.

     

     c) Às voltas de 1968, impressionado que estava à quantidade de bois de Guimarães Rosa, conduzidos do pasto ao sonho, julguei ao bom mineiro que não ficaria chateado comigo, por usar um deles num poema conveniente que precisasse de um único boi.

    Não achei justificativa para essa crase.

     

     d) Estando impressionado com a quantidade de bois conduzidos por Guimarães Rosa, por volta de 1968, do pasto ao sonho, pensei comigo que o bom mineiro não se incomodaria de usar um de seus animais num poema renitente que estava precisando de um só deles.

    NÃO fala que foi o autor do texto que iria usar o boi. A redação está ambigua, está parecendo que foi o Guimarães rosa que ia usar do boi.

     

    e) Estava eu impressionado, por volta de 1968, com a quantidade de bois que, do pasto ao sonho, eram conduzidos por Guimarães Rosa, de modo que julguei não ficar chateado comigo o bom mineiro, caso usasse um de seus animais num poema impertinente que precisava de um e apenas de um deles.

     

  • Pra mim um dos erros da D é que onde foi colocada a data deu a entender que Guimarães Rosa escreveu em 1968, e não que o autor do texto estava impressionado em 1968.

  • Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi. 

  • Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi. 

  • Por volta de 1968, impressionado com a quantidade de bois que Guimarães Rosa conduzia do pasto ao sonho, julguei que o bom mineiro não ficaria chateado comigo se usasse um deles num poema cabuloso que estava precisando de um boi, só um boi. 

    E

    Estava eu impressionado, por volta de 1968, com a quantidade de bois que, do pasto ao sonho, eram conduzidos por Guimarães Rosa, de modo que julguei não ficar chateado comigo o bom mineiro, caso usasse um de seus animais num poema impertinente que precisava de um e apenas de um deles.


ID
1790659
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna. Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

      Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses. Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. Seria possível aplicar essa teoria ao mundo moderno para governar sociedades maiores e mais complexas? Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições).

      O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas.

(Adaptado de: GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2010, p.48)

No texto, constituem uma causa e seu efeito, respectivamente:

Alternativas
Comentários
  • A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna.


  • A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna.

    A independência dos Estados Unidos - Causa
    criação da primeira democracia republicana da história moderna - Consequência
    Gabarito LETRA D:
  • Bastilha ??? garota totalmente Demais .... heheheheh kkkkkk

  • Essa facilitou pq no texto deixa bem explícita essa relação A resultou em B

  • Essa foi muito tranquila se comparada as outras, na primeira frase do texto já encontramos a resposta.

  • Poderiam dar 1 ponto logo de graça kk

     

  • Questão chata do caralho de se resolver. Sem falar que não é numerado no texto, você tem que sair "catando milho". Ô trajetória dolorida essa de estudar para concursos! 

     

    GAB LETRA D DE DOIDO.

  • "Gabarito D"

     

    Para resolver essa questão é preciso de CALMA e procurar no texto atentamente.

     

    Tenha Fé, Deus proverá.

  • Bah, essa não tem por que reclamar, tava dada. Como o Allan falou: A resultou em B.


ID
1790662
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna. Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

      Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses. Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. Seria possível aplicar essa teoria ao mundo moderno para governar sociedades maiores e mais complexas? Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições).

      O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas.

(Adaptado de: GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2010, p.48)

Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. (1° parágrafo)

O segmento sublinhado acima pode ser substituído, sem prejuízo da correção e do sentido, e sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, por: 

Alternativas
Comentários
  • possibilidade: RIA - SSE (futuro do préterito)

  • Gabarito: C


    Adversativasligam duas orações ou palavras, expressando ideia de contraste ou compensação. São elas: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante.




  • A) Embora= Concessivo;

    B)Possibilidade- Regência nominal pede preposição "DE";

    C) Contudo= adversativo;

    D) viabilidade- - Regência nominal pede preposição "DE";

    e) que se podia- que se PODERIA...

  • ADVERSATIVAS: Mas, Porém, Contudo, Todavia, No entanto...

    Colocou a letra E como pegadinha!

  • "... e sem que nenhuma outra modificação seja feita..."

    no entanto => conj. adversativa


    a) embora - conj. concessiva

    b) desse modo - conj. conclusiva

    c) contudo - conj. adversativa (certo)

    d) assim - conj. conclusiva

    e) todavia - conj. adversativa também, mas teria que acrescentar uma vírgula antes dela e após a palavra Montesquieu


ID
1790665
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna. Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

      Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses. Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. Seria possível aplicar essa teoria ao mundo moderno para governar sociedades maiores e mais complexas? Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições).

      O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas.

(Adaptado de: GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2010, p.48)

Atente para as afirmações abaixo.

I. As ideias largamente debatidas pelos filósofos iluministas concretizaram-se nos Estados Unidos após o país se declarar independente da Inglaterra.

II. Com a intenção de modificar o sistema em que todo o poder era exercido em nome do rei, pensadores iluministas ingleses ajudaram os Estados Unidos na sua luta pela independência.

III. Ao afirmar, na declaração de independência americana, que “todos os homens nascem iguais", Thomas Jefferson inspirou os termos da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Está correto o que se afirma APENAS em 

Alternativas
Comentários
  • I. As ideias largamente debatidas pelos filósofos iluministas concretizaram-se nos Estados Unidos após o país se declarar independente da Inglaterra. CERTO

    Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. (1º parágrafo)

    II. Com a intenção de modificar o sistema em que todo o poder era exercido em nome do rei, pensadores iluministas ingleses ajudaram os Estados Unidos na sua luta pela independência. ERRADO, TRECHO SUBLINHADO EXTRAPOLA O TEXTO. HÁ EMBASAMENTO APENAS PARA A PRIMEIRA PARTE.

    É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. (1º parágrafo)

    III. Ao afirmar, na declaração de independência americana, que “todos os homens nascem iguais", Thomas Jefferson inspirou os termos da Declaração Universal dos Direitos do Homem. CERTO

    Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. (3º parágrafo)

  • sabendo que Montesquieu era francês eu eliminei a II

  • Gabarito: D.

     

    I) Certo. "(...) os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores (...) O iluminismo preconizava uma nova era, (...) O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana (...)".

     

    II) Errado. "(...) marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, (...)".

     

    III) Certo. "(...) Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais” (...) O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette (...) escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem.(...)".

     

    Bom estudo!

  • Gabartio: Letra E

  • Não considerei a alternativa I correta, pois não está explícito que os EUA se declararam independentes da Inglaterra. Ao meu ver quando um país se torna independente, se torna  independente de todos os outros. O texto também não explicita o momento certo de tornarem-se concretas as ideias da democracia republicana. Indiquei p comentário

  • Conforme Guilherme Sonksen

    " I. As ideias largamente debatidas pelos filósofos iluministas concretizaram-se nos Estados Unidos após o país se declarar independente da Inglaterra. CERTO

    Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. (1º parágrafo) "

     

     

    Nesta parte do texto, não informa que as ideias foram largamente debatidas. Apenas que foram desenvolvidas nas décadas anteriores.
    Desconsiderei a alternativa I pois achei que estava extrapolando informações. Como em muitos outros textos, no qual colocam uma palavra a mais e alegam interpretação além do texto.
    Vai entender esses critérios.....

  • "Ao meu ver quando um país se torna independente, se torna independente de todos os outros". Não entendi essa passagem, Eric Botelho. Utilizamos o termo independência nesse período de que trata o texto comumente para falarmos do fim da condição de colônia de um país em relação a outro. Claro que não há fim de vínculos comerciais e políticos, mas aí seria outra análise e histórica, não léxica


ID
1790668
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna. Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

      Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses. Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. Seria possível aplicar essa teoria ao mundo moderno para governar sociedades maiores e mais complexas? Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições).

      O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas.

(Adaptado de: GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2010, p.48)

... os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos... (1° parágrafo)

O segmento que exerce a mesma função sintática do sublinhado acima está em: 

Alternativas
Comentários
  • ... todo o poder emanava do rei...

  • LETRA B 

    os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos...

    ''predominam'' : verbo transitivo indireto ( pode ser intransitivo tambem , depende do contexto )

    todo o poder emanava do rei...

    ''emanar'' : verbo transitivo indireto

    Ambos exigem o mesmo complemento : Objeto indireto

  • Qual é o erro das alternativas A e da D?

  • ACREDITO QUE SEJA:

    A) adjunto adverbial

    B) objeto indireto

    C) objeto direto

    D)adjunto adverbial

    E) adjunto

  • Na verdade, a letra C apresenta um sujeito simples.

    Veja:

    ... criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias...

     

    Ordem direta: As ideias seriam testadas com sucesso no laboratório.

     

    Dica: Sempre analise a oração colocando-a na ordem direta.

    Para isso, localize o verbo ou locução verbal e pergunte antes dele: Quem? ou O quê?

    A resposta será o sujeito que é o primeiro termo da oração na ordem direta.

  • Na verdade, a letra C apresenta sujeito paciente, pois está na voz passiva "seriam testadas"

  • Dica: se você não souber se o verbo é transitivo indireto ou intransitivo faça o seguinte, veja nas opções se existem mais de 2 adjuntos adverbiais, se tiverem mais de 2 é porque concerteza o verbo é transitivo indireto pois não existiriam 2 opções corretas.

  • Comando da questão: os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos(Função de Objeto Indireto) 

    A) Adjunto Adverbial de Lugar
    B) Objeto Indireto(gabarito)
    C) Sujeito
    D) Adjunto Adverbial de Lugar
    E) Adjunto Adnominal

  • Ainda bem que não fiz essa prova, me ferraria de verde & amarelo...

  • Ricky W. na alternativa D é um adjunto adverbial de modo, ao lado dos americanos era o modo como o nobre fracês havia lutado, e não o lugar.

  • Como eu cheguei até a resposta no passo a passo:

     

    Para saber qual é o segmento que apresenta a mesma análise eu preciso, primeiro, fazer a análise da oração que existe no comando da questão. Vamos lá!

     

    os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos...

    "Ok. Qual é o verbo da oração? Predominariam. Marquei ele e coloquei um V embaixo. Então fiz a pergunta: "O que predominariam?" e a resposta foi "Os direitos individuais". Então eu marquei os direitos individuais e coloquei "SUJEITO" embaixo. Olhei, então, para o "sobre os direitos divinos" e novamente olhei para o verbo. "Quem predomina, predomina algo (verbo transitivo direto), predomina algo sobre algo/alguém (verbo transitivo direto e indireto) ou predomina sobre algo (verbo transitivo indireto)? Sobre algo! O sobre é uma preposição. Se é preposição não pode ser objeto direto, se não é objeto direto é objeto indireto. Voltei no verbo e coloquei um TI (de VTI) ao lado do V que eu tinha escrito."

    Ok, agora vamos para as alternativas...

     

    a)... intensamente discutida nos cafés parisienses.

    "Terminou em mente é advérbio, portanto "intensamente" é um adjunto adverbial. Nos cafés parisienses é onde foi discutida. Se é o lugar onde foi discutida, então é um adjunto adverbial de lugar. Se eu tirei o que estava antes do verbo por ser adjunto adverbial e tirei o que estava depois do verbo por ser outro adjunto adverbial, não sobrou nada para o verbo "namorar", então é verbo intransitivo. Já sei que não pode ser essa alternativa o gabarito por duas coisas: intransitivo não pede objeto indireto e café parisiense é um adjunto adverbial, a questão quer um objeto indireto".

     

    b) ... todo o poder emanava do rei...

    "Ok. Qual é o verbo? Emanava. O que emanava? Todo o poder. Então já sei que todo o poder é sujeito. O que é emanar? É vir de algum lugar, ter origem de algum lugar. O poder vinha de onde? O poder tinha origem de onde, do quê, de quem? Do rei. O que emana, emana de algum lugar. Então emanar é Verbo Transitivo Indireto e "do rei" é de onde vinha o poder. Então é objeto indireto. Opa! É isso que a questão queria!"

     

    Aí já marquei. 

     

     

     

  • Na alternativa D

    ... nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos...

    O termo sublinhado não seria adjunto adverbial de companhia? Alguém saberia explicar?

  • a. adj. adv. 

    c. sujeito

    d. adj. adv.

    e. adj. adv.

    A resposta é um obj. indireto: 'b'.

  • LETRA B 
    os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos... OBJETO INDIRETO

     

     b)

    ... todo o poder emanava do rei... OBJETO INDIRETO 

  • "Gabarito B"

     

    ** O pega dessa questão é nos atentar para o fato do verbo predominar ser transitivo indireto.

     

    Frase: ... os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos...

                                                          (VTI)                           (OI)

     

    a) ... intensamente discutida nos cafés parisienses. (Adjunto adverbial de lugar)

     

     b) ... todo o poder emanava   do rei.. (Obejto indireto)

                                    (VTI)         (OI)

     

     c) ... criaram o laboratório onde seriam testadas ( que é que seriam testadas? As ideias!) com sucesso as ideias...

                                                                     (VI)                                                                             (Sujeito simples)

     

     d) ... nobre francês que havia    lutado              ao lado dos americanos...

                                                    (Particípio)                  (Adj. Adverbial)

     

     e) O paradigma                           da nova era aparecia logo na certidão...

            (Substantivo= Nome)          (Adj. Adnominal)        

     

    Bons Estudos e lembre-se Deus sempre é o dono da força, então peça- LHES quando estiver sem.

  • A... intensamente discutida nos cafés parisienses. Adj.Adv. de lugar B

    B... todo o poder emanava do rei... VTI, se emana, emane de...

    C... criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias... Suj. simples

    D... nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos... Adj. Adv - circunstancial

    E O paradigma da nova era aparecia logo na certidão... Adj. Adnominal ==> sempre que houver uma relação de posse entre uma expressão preposicionada.

  • não foi fácil deduzir que "predominariam" seria objeto indireto, seria só esse, the jump the cat.
  • Na D,o adjunto adverbial é de companhia.


ID
1790671
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna. Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

      Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses. Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. Seria possível aplicar essa teoria ao mundo moderno para governar sociedades maiores e mais complexas? Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições).

      O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas.

(Adaptado de: GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2010, p.48)

Sem prejuízo da correção e do sentido, e sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, o elemento sublinhado pode ser substituído pelo que se encontra entre parênteses em:

Alternativas
Comentários
  • gab -> letra A


    FALAA GALERA..


    CAI NESSA QUESTAOZINHA SACANA


     a)

    Coube aos norte-americanos demonstrar que... (Competiu) (ESSE AQUI EH O VERBO)


    Logo, ficaria>


    demonstrar que... (Competiu)  Coube aos norte-americanos


    ta vendo onde a FCC faz as pegadinhas???


    Ela SEMPRE inverte as ordens pra nos confundir


    mas A PARTIR DE HJ nunca mais erraremos!!!!! 

    amem?



    nao desistam porraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa


  • Gabarito letra A.

    Trata-se de sujeito oracional e por isso o verbo tem que estar sempre no singular.

  • a) gabarito

    b) aos quais

    c) tal ideia

    d) muda o sentido

    e) muda o sentido

  • A) Coube é o passado de Cabe.. Competiu é o passado de Compete. mesmo sentido. CERTA!

  • Galera vamos ficar ligado, Onde, pronome relativo é usado para indicar lugar.... E só......

  • Gabarito letra a).

     

     

    a) Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder (SUJEITO ORACIONAL).

    Sinônimos de competir (no sentido de ser da competência, obrigação, jurisdição): pertencer, impender, caber, tocar, incumbir, cumprir, concernir.

    O verbo competir aí não tem que concordar com "norte-americanos", porque este não é seu sujeito. Observe que está aos norte-americanos; a preposição indica que o sintagma craseado será o objeto indireto, pois não existe sujeito preposicionado. 

    Competir é verbo transitivo indireto: compete a alguém.

     

    Frase na ordem direta:

    Demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder (SUJEITO ORACIONAL) competiu aos americanos (OBJETO INDIRETO).

     

    Fontes: 

    http://www.linguabrasil.com.br/mural-consultas-detail.php?id=4727&busca=

    https://www.sinonimos.com.br/competir/

     

     

    b) ...os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores.

    O pronome relativo "onde" aparece apenas no período composto, para substituir um termo da oração principal numa oração subordinada. Na língua culta, escrita ou falada, "onde" deve ser limitado aos casos em que há indicação de lugar físico, espacial. Quando não houver essa indicação, deve-se preferir o uso de em queno qual (e suas flexões na qual, nos quais, nas quais) e nos casos da ideia de causa / efeito ou de conclusão.

    Portanto, "onde" não pode ser substituído por "ao qual". Além disso, "ao qual" tem a função de ser um retomador e exercer a função de objeto indireto em seu período. E o perído acima não exige um objeto indireto como complemento (DICA: SEMPRE PERGUNTAR AO VERBO). 

    Ex: Ele entregou o carro ao qual (OBJETO INDIRETO DE "SE REFERIU") seu irmão se referiu (QUEM SE REFERE, REFERE-SE "A").

    Fonte: http://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint39.php

     

     

    c) Durante muito tempo tudo isso (SUJEITO DE "FUNCIONOU") funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses.

    Se trocar por "tais ideias", "funcionou" deverá flexionar para "funcionaram", para concordar com o novo sujeito ("tais ideias"). Logo, assertiva errada.

     

     

    d) Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade.

    Se trocar por "perante", haverá mudança de sentido e poderá gerar até mesmo uma frase sem sentido.

    Perante: Trata-se de preposição que tem o sentido de ante, diante de. Ex: Enfim, o réu estava perante o juiz. 

    Fonte: http://www.migalhas.com.br/Gramatigalhas/10,MI210599,61044-Perante+Como+usar

     

     

    e) ... com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade.

    Se trocar por "que contém", haverá um erro de acentuação e concordância. 

    Frase: com alguns direitos inalienáveis, que (RETOMANDO "DIREITOS INALIENÁVEIS" E DESEMPENHANDO FUNÇÃO DE SUJEITO NA ORAÇÃO) contém, a liberdade e a busca da felicidade.

    Derivados do verbo "ter" e "vir" + sujeito no plural = contêm, advêm. Olhar a questão Q707988 (QUESTÃO SOBRE ESSE ASSUNTO).

  • Essa mais fácil que anterior:

    resumo:

    a)mais correta

    b)nao posso substituir (ao qual) por (onde) onde=indica lugar ''em que''

    c)tudo isso é uma expressão que foi falado algo antes. Nao dá para substituir por tais ideias

    d) perante = diante, nao faz lógica substituir por (por)

    e)mais absurda colocar um ''que'' ali ficaria estranho em realação ao verbo incluir

  • Coube e competiu

    Os dois verbos estão no pretérito perfeito do modo indicativo, por isso não houve modificação, uma vez que também são sinônimos, vejam, mas agora no afirmativo do imperativo: 

    Cabe a você estudar para mudar de vida! 

    Compete a você estudar para mudar de vida! 

     

    A mesma pessoa que te critica hoje, é a mesma que vai te aplaudir amanhã.

  •  a) Coube aos norte-americanos demonstrar que... (Competiu)Correto mesmo sentido

     b)... os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas... (ao qual) Para ficar correta teria que ser (no qual), pois refere-se ao laboratório.

     c) Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria... (tais ideias) Tudo isso =pronome indefinido que generalisa e não obriga o termo "funcionou" ir para o plural. Para ficar correta teria que ser (tais ideias funcionaram)

     d) ... eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. (perante) Por = noção de tempo e perante= noção de presença

     e) ... e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida... (que contém)  ficaria certo se o acento fosse circunflexo (que contêm), visto que incluindo refere-se a vida e contém refere-se aos direitos inalienáveis.

  • a) C
    b) E. Haverá alteração. O correto seria: no qual.
    c) E. Haverá alteração por causa da concordância. Ao substituir pelo termo proposto, devemos flexionar o verbo no plural. Veja: ... tais ideais funcionaram (e não funcionou) apenas ...
    d) E Por = noção de tempo e perante = noção de presença
    e) E. O termo anterior está no plural. O correto é: que contêm (indicando plural).


ID
1790674
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna. Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

      Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses. Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. Seria possível aplicar essa teoria ao mundo moderno para governar sociedades maiores e mais complexas? Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições).

      O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas.

(Adaptado de: GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2010, p.48)

Considerado o contexto, afirma-se corretamente:

Alternativas
Comentários
  • Sinônimos de "POR MEIO DE"


    *MEDIANTE

    *Através de

    *Por

    *Por intermédio de

    *Recorrendo a


  • Alguém pode me explicar o erro da letra B?

  • Alternativa B:

    - 1° "que" - é um pronome realtivo, pois introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva (particulariza o sentido da oração principal). Não é qualquer Francês, é aquele que havia lutado.

    - 2 ° "que" - é uma conjunção integrante, pois introduz uma oração subordinada substantiva subjetiva (exerce a função de sujeito em relação à oração principal). A razão, a liberdade ... predominariam...

     

    Obs! Gente, eu não estou falando isso com toda a segurança do mundo, foi o que eu entendi depois de pesquisar o erro da B, pois fiquei com a mesma dúvida da Carolzinha P. Corrijam-me se não for bem assim, por favor. Estamos aqui pra isso ;)

  • Com um colega do Facebook do grupo INSS ele me mostrou meu grande erro.. erro fatal.

    Está perguntando na Letra B a função sintaxe do "que".. O primeiro tem função de sujeito e o segundo tem função de advérbio de tempo (em que lugar)

    Estudar mais que a prova do INSS 2016 tá chegando e erros assim são imperdoáveis. bons estudos a todos.

  • Erro da B:

    O texto de Jefferson serviria de inspiração para que (conjunção integrante = isto) o marquês de Lafayette, nobre francês que (o qual = função de sujeito dessa oração adjetiva explicativa) havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem

    O iluminismo preconizava uma nova era, em que (na qual - função de objeto direto, retorna uma nova era, porque quem preconiza (VTD), preconiza alguma coisa) a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

    Logo não exercem a mesma função. Espero ter ajudado.

  • esse segundo QUE não é objeto direto, nem adverbio, nem conjunção integrante...na mina opiniao...eu achei que era um pronome relativo, mas agora não sei de mais nada....

  • Posso estar redondamente enganado, mas o que me parece estar errado é quanto à classificação das  orações subordinadas adjetivas.

     ".. nobre francês que havia lutado..." ("Que" é um pronome relativo. Está-se diante de uma oração subordinada adjetiva RESTRITIVA - sem vírgula)

     e "O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam " ("Em que" poderia ser substituído por "na qual". Portanto este "que" também é pronome relativo. Oração Subordinada Adjetiva EXPLICATIVA - com vírgula)

      

  • Erro da C?

  • Erro da letra C: "seria adotada" está se referindo à Declaração Universal dos Direitos do Homem. Assim, se substituir "carta" por "trato" não se flexiona a locução verbal, pois ela se refere a outro termo.

  • Porque a E está errada? não poderia ser um pronome possessivo?

  • Diego Oliveira, acredito que seja porque está no plural "Dos reis", então seria "Lhes" e não "Lhe".

    Gabarito: A

  • Gabarito: A.

     

    Fundamento:

     

     a) O segmento sublinhado em ... por meio de eleições... pode ser substituído por: mediante. correto: "por meio de" é sinônimo de mediante, através, por intermédio... 

     

     b) Os elementos sublinhados nos segmentos ... nobre francês que havia lutado... (3° parágrafo) e ... em que a razão, a liberdade de expressão... (1° parágrafo) exercem a mesma função sintática. incorreto: são funções sintáticas diferentes 

     

    1º QUE: O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês [que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência], escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. 

     

    Substituindo:  [nobre francês] [havia lutado] [ao lado dos americanos] [na guerra da independência]

    (nobres francês é o termo substituído pelo pronome relativo "que" e representa o sujeito)

    [sujeito] + [tempo composto] + [aa] + [aa]

    - é um pronome relativo (pode ser substituído por o qual)

    - desempenha a função sintática de sujeito

     

    2º QUE: O iluminismo preconizava uma nova era,[em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos] (...)

     

    Substituindo: [a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais] [predominariam] [sobre os direitos divinos] [em uma nova era] (esse é o termo substituído pelo pronome relativo "que" e representa uma circunstância = adj adv). 

    [sujeito] + [VTI] + [OI] + [adjunto adverbial]

    - é um pronome relativo (pode ser substituído por na qual)

    - desempenha a função sintática de adjunto adverbial

     

     c) No segmento ... seria adotada (...) como a carta de princípios das Nações Unidas (final do texto), caso se substitua "carta" por "tratado", o termo "adotada" deverá ser flexionado no masculino.

    incorreto: "(...) escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas." = a Declaração Universal dos Direitos do Homem seria adotada como o tratado... O sujeito de adotada é A Declaração

     

     d) O elemento sublinhado em ... invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios. (final do 1° parágrafo) deve ser flexionado no singular caso o segmento "pelos reis" seja suprimido da frase.

    incorreto: "O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios." = os direitos divinos invocados           pela nobreza... O sujeito de invocados é "os direitos"

     

     e) O segmento sublinhado em ... que era possível limitar o poder dos reis... (1°parágrafo) pode ser substituído por um pronome da seguinte forma: "que era possível limitar-lhe o poder".incorreto: Limitar é VTDI ("o poder" é OD e "dos reis" é OI): Limitar-lhes 

     

    Corrijam-me se estiver errada.

  • Questão pra cansar o candidato.

  •  NÃO ENTENDI O QUE A CAROLINA DISSE  0:

  • NA ALTERNATIVA E

    O PRONOME OBLÍQUO LHE TEM TRÊS FUNÇÕES SINTÁTICAS: OBJETO INDIRETO, COMPLEMENTO NOMINAL E ADJUNTO ADNOMINAL

    - QUANDO FOR OBJETO INDIRETO, PODE SER SUBSTITUÍDO POR "A ELE/ELA" E VAI SER UM COMPLEMENTO DE VTI.

    EX.: EU (SUJEITO) LHE (=A ELE - OI) QUERO (VTI).

    - QUANDO FOR COMPLEMENTO NOMINAL, PODE SER SUBSTITUÍDO POR "A ELE/ELA" E VAI SER UM COMPLEMENTO DE UM NOME (SUBSTANTIVO, ADJETIVO, ADVÉRBIO).

    EX.: EU (SUJEITO) SOU (VL) LHE (=A ELE - COMPL. NOM.) FIEL (ADJETIVO).

    - QUANDO FOR UM ADJUNTO ADNOMINAL, VAI INDICAR POSSE, E PODE SER SUBSTITUÍDO POR "DELE, SEU" (PRONOMES POSSESSIVOS) E SUAS FLEXÕES.

    EX.: ELE (SUJEITO) OUVIA (VTD) -LHES (=DELE- ADJUNTO ADNOMINAL) OS PASSOS(OD).

    NA ALTERNATIVA E, REESCRITA CORRETA: 

    ... QUE ERA POSSÍVEL LIMITAR O PODER DOS REIS ... ... QUE ERA POSSÍVEL LIMITAR (VTD) -LHES (=DELES - ADJUNTO ADNOMINAL) O PODER (OD) ...

  • Mediante no caso é uma preposição que passa a ideia de instrumento. A locução "por meio de" tem esse sentido de instrumento, por isso podem substituir uma a outra na frase.


ID
1790677
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna. Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

      Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses. Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. Seria possível aplicar essa teoria ao mundo moderno para governar sociedades maiores e mais complexas? Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições).

      O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas.

(Adaptado de: GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2010, p.48)

Uma redação alternativa para um segmento do texto, em que se mantêm a correção e a lógica, está em:

Alternativas
Comentários
  • a) Questionava-se sobre a possibilidade das (correto seria de as) hipóteses dos filósofos iluministas, enquanto teoria apta à (sem crase) governar sociedades maiores e mais complexas do mundo moderno.

     b) Até aquele momento, os conceitos de democracia e república, (vírgula não separa sujeito e verbo )haviam sido testados por breves períodos, na Antiguidade.

     c) Durante muito tempo, subsistiram apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses, as ideias dos filósofos iluministas. CERTA

     d) A despeito da implementação de eleições, os norte-americanos demonstraram a viabilidade de inversão da pirâmide do poder que, a partir dali (partícula explicativa deve estar entre vírgulas) emana do povo.

     e) Uma nova etapa do desenvolvimento do funcionamento social onde (onde se usa para lugar) os direitos individuais superavam os divinos, era apregoado pelo iluminismo.
  • Observação sobre a letra d (errada):

     

    Não poderia ser ''A despeito da implementação de eleições...''. A despeito é concessiva, poderia ser substituída por ''embora'' e não faria sentido - tem que manter a correção e a lógica.

     

    Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições). 

    Não ''a despeito da implementação de eleições''...

  • Sobre a Letra d

    A despeito da implementação de eleições, os norte-americanos demonstraram a viabilidade de inversão da pirâmide do poder que, a partir dali, (a virgula foi omitida o que causou erro de pontuação, já que o sujeito é separado do predicado) emana do povo.

  • Ideias não tem acento!

     

    Segundo o Novo Acordo Ortográfico, foi abolido o acento agudo nos ditongos abertos ei e oi, nas palavras paroxítonas.
    -Palavras com éi antes do acordo: idéia, européia, alcatéia, geléia, platéia,...
    -Palavras com ei depois do acordo: ideia, europeia, alcateia, geleia, plateia,...
    -Palavras com ói antes do acordo: jibóia, bóia, paranóia, heróico, jóia, …
    -Palavras com oi depois do acordo: jiboia, boia, paranoia, heroico, joia, …

     

    https://duvidas.dicio.com.br/ideia-ou-ideia/

    letra C

  • Creio que outro erro da alternativa e) é: O fato de apregoado estar no masculino sendo que deveria estar no feminino para concordar com nova etapa!

    Uma nova etapa do desenvolvimento do funcionamento social onde os direitos individuais superavam os divinos, era apregoado pelo iluminismo.

  • Acho que na alternativa D o erro também é esse :

    A despeito da implementação de eleições, os norte-americanos demonstraram a viabilidade de inversão da pirâmide do poder que, a partir dali, emana (emanava) do povo.

    Se estiver errado me corrijam...

  • a) Questionava-se sobre a possibilidade das hipóteses dos filósofos iluministas, enquanto teoria apta à governar sociedades maiores e mais complexas do mundo moderno.

    NÃO USA CRASE ANTES DE VERBO.

     

     b) Até aquele momento, os conceitos de democracia e república, haviam sido testados por breves períodos, na Antiguidade.

    NÃO SEPARA O SUJEITO DO VERBO. 

    Quem haviam sidos testados? os conceitos 

     

     c) Durante muito tempo, subsistiram apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses, as ideias dos filósofos iluministas.

     

     d) A despeito da implementação de eleições, os norte-americanos demonstraram a viabilidade de inversão da pirâmide do poder que, a partir dali emana do povo.

    DEVIA ESTAR ENTRE VÍRGULAS.

     

     e) Uma nova etapa do desenvolvimento do funcionamento social onde os direitos individuais superavam os divinos, era apregoado pelo iluminismo.

    ONDE É USADO NO SENTIDO DE LUGAR.

  • Durante muito tempo, subsistiram apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses, as ideias dos filósofos iluministas. 

    Não seria discutidas ? As ideias intensamente discutidas.

  • "Gabarito C"

     

     a) Questionava-se sobre a possibilidade das hipóteses dos filósofos iluministas, enquanto teoria apta à governar sociedades maiores e mais complexas do mundo moderno. 

    **Antes de verbo não pode haver crase

     

     b) Até aquele momento, os conceitos de democracia e república, haviam sido testados por breves períodos, na Antiguidade.

    ** O erro consiste no fato do objeto está separado do sujeito por vírgula

    *** Dica o verbo haver nesse caso citado pode sim vir no flexionado no plural, pois está com sentido de ter(Tinham).

     

         Bizu= Haver (quando posso substituí-lo por Existir ou ocorrer)--> SINGULAR (Vide, Q596891)

                  Haver ( Quando substituído por ter, tinha, tinham...) --> Singular ou Plural.

     

     c) Durante muito tempo, subsistiram apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses, as ideias dos filósofos iluministas. Gabarito

     

     d) A despeito da implementação de eleições, os norte-americanos demonstraram a viabilidade de inversão da pirâmide do poder que, a partir dali emana do povo.

    ** Deveria ter uma vírgula após dali.

     

     e) Uma nova etapa do desenvolvimento do funcionamento social onde os direitos individuais superavam os divinos, era apregoado pelo iluminismo.

    ** Onde (Ideia de lugar parado) deveria ser substituído por aonde (ideia de movimento), e o apregoado substituído apregoada concordando com o sujeito uma nova etapa.

     

    Obrigado pela força que o Senhor meu Deus tem me dado.


ID
1790680
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      A independência dos Estados Unidos resultou na criação da primeira democracia republicana da história moderna. Ao se separar da monárquica e conservadora Inglaterra, 13 anos antes da queda da Bastilha, os americanos criaram o laboratório onde seriam testadas com sucesso as ideias que os filósofos iluministas haviam desenvolvido nas décadas anteriores. É preciso lembrar que, até então, todo o poder emanava do rei e em seu nome era exercido. Pensadores como David Hume, John Locke e Montesquieu sustentavam, no entanto, que era possível limitar o poder dos reis ou até mesmo governar sem eles. O iluminismo preconizava uma nova era, em que a razão, a liberdade de expressão e de culto e os direitos individuais predominariam sobre os direitos divinos invocados pelos reis e pela nobreza para manter os seus privilégios.

      Durante muito tempo tudo isso funcionou apenas como teoria, intensamente discutida nos cafés parisienses. Até então, democracia e república eram conceitos testados por breves períodos na Antiguidade. Seria possível aplicar essa teoria ao mundo moderno para governar sociedades maiores e mais complexas? Coube aos norte-americanos demonstrar que era possível inverter a pirâmide do poder. A partir dali, todo o poder emanaria do povo (por meio de eleições).

      O paradigma da nova era aparecia logo na certidão de nascimento dos Estados Unidos. Redigida pelo futuro presidente Thomas Jefferson, a declaração de independência americana anunciava que “todos os homens nascem iguais" e com alguns direitos inalienáveis, incluindo a vida, a liberdade e a busca da felicidade. O texto de Jefferson serviria de inspiração para que o marquês de Lafayette, nobre francês que havia lutado ao lado dos americanos na guerra da independência, escrevesse a famosa Declaração Universal dos Direitos do Homem. Proclamada pelos revolucionários franceses, seria adotada, um século e meio mais tarde, com algumas adaptações, como a carta de princípios das Nações Unidas.

(Adaptado de: GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2010, p.48)

As normas de concordância estão respeitadas em:

Alternativas
Comentários
  • a)Deflagrada em 1789 com a queda da Bastilha − prisão parisiense onde se confinava (CONFINAVAM) criminosos e dissidentes políticos − a Revolução Francesa levou milhares de condenados à guilhotina.


    b)A maré das inovações democráticas na Europa e nos Estados Unidos chegariam (CHEGARIA) com algum atraso ao Brasil, mas com efeito igualmente devastador.


    c)As ideias revolucionárias do século 18, apesar do isolamento do país, viajava (VIAJAVAM) na bagagem da pequena elite brasileira que tivera oportunidade de estudar em Portugal.


    d)No final do século 18, haviam (HAVIA) mudanças profundas na tecnologia, com a invenção das máquinas a vapor protagonizadas pelos ingleses.


    e)Em 1776, ano da Independência dos Estados Unidos, havia nove universidades no país, incluindo a prestigiada Harvard, e chegava a três milhões de exemplares por ano a circulação de jornais.--GABARITO

  • Por que "...chegava a três milhões..." e não "...chegavam a três milhões..."?

  • Luciana Alencar, o sujeito do verbo "chegar" é "a circulação de jornais". 


    Colocando na ordem direta: A circulação de jornais chegava a três milhões de exemplares por ano.
  • onde se confinava (CONFINAVAM) criminosos e dissidentes políticos      ... o SE (seria voz passiva sintética? e criminosos sujeito?

  • quanto a letra D- o uso do verbo haver no sentido de Existir, acontecer e ocorrer ele passa a ser impessoal

  • 1º ache os verbos

    2º ache o sujeito dos verbos. O verbo vai ter que concordar com o sujeito.

    a) que é que se confinava?? Criminosos e dissidentes. Sujeito composto e posposto vai para o plural ou concorda com o núcleo mais próximo (criminosoS) > CONFINAVAM

    b) que é que chegaria? A maré. A maré CHEGARIA

    c) quem é que viajava? As ideias. As ideiaS VIAJAVAM

    d) o verbo haver trata-se de uma concordância especial, no sentido de existir, realizar-se, acontecer e fazer, ele é um sujeito inexistente, o que faz com que fique sempre na 3ª pessoa do singular. HAVIA = acontecia

  • A) Deflagrada em 1789 com a queda da Bastilha − prisão parisiense onde se confinava (confinavam) criminosos e dissidentes políticos − a Revolução Francesa levou milhares de condenados à guilhotina.              (Concorda com o mais próx.(criminosos) ou vai para o plural)

    BA maré das inovações democráticas na Europa e nos Estados Unidos chegariam (chegariacom algum atraso ao Brasil, mas com efeito igualmente devastador.

    C) As ideias revolucionárias do século 18, apesar do isolamento do país, viajava (viajavam) na bagagem da pequena elite brasileira que tivera oportunidade de estudar em Portugal.

    D) No final do século 18, haviam (havia) mudanças profundas na tecnologia, com a invenção das máquinas a vapor protagonizadas pelos ingleses.                                 ( haver=existir , acontercer fica na 3 pessoa do singular)

    E) Em 1776, ano da Independência dos Estados Unidos, havia nove universidades no país, incluindo a prestigiada Harvard, e chegava a três milhões de exemplares por ano a circulação de jornais. CORRETA

  • "A circulacao de exemplares chegava a 3 milhoes"

    Letra E - Correta.

  • FCC é lasca... =(

  • a) Deflagrada em 1789 com a queda da Bastilha − prisão parisiense onde se confinava criminosos e dissidentes políticos − a Revolução Francesa levou milhares de condenados à guilhotina. CONFINAVAM= concordando com criminosos e dissidentes. O SE é PA logo concorda com o sujeito paciente.

     

     b) A maré das inovações democráticas na Europa e nos Estados Unidos chegariam com algum atraso ao Brasil, mas com efeito igualmente devastador. CHEGARIA = concordando com a maré

     

     c) As ideias revolucionárias do século 18, apesar do isolamento do país, viajava na bagagem da pequena elite brasileira que tivera oportunidade de estudar em Portugal. VIAJAVAM = concordando com as ideias

     

     d) No final do século 18, haviam mudanças profundas na tecnologia, com a invenção das máquinas a vapor protagonizadas pelos ingleses. HAVER = EXISTIR FICA SEMPRE NA 3º P SINGULAR.

     

     e) Em 1776, ano da Independência dos Estados Unidos, havia nove universidades no país, incluindo a prestigiada Harvard, e chegava a três milhões de exemplares por ano a circulação de jornais. CONCORDANDO COM CIRCULAÇÃO.

  • "CHEGAVA A CIRCULAÇÃO..."
    "A circulação dos jornais CHEGAVA..." 

  • a)Deflagrada em 1789 com a queda da Bastilha − prisão parisiense onde se confinava criminosos e dissidentes políticos − a Revolução Francesa levou milhares de condenados à guilhotina.

    ERRADO. O trecho “prisão parisiense onde se confinava criminosos e dissidentes políticos” tem um sujeito posposto, o qual seja, “criminosos e dissidentes políticos”. Logo, o verbo confinava pode ter uma concordância por atração ou gramatical, embora no caso, visto o núcleo mais próximo “criminosos” estar empregado no plural, ele dever se flexionar de qualquer forma no plural – este é o erro da questão.

  • A impressão de vírgula tá saindo muito caro pra FCC.

  • OK.

  •  a) Errado pois confinava tem que concordar com criminosos e dissidentes políticos que está no plural. Confinavam

    Deflagrada em 1789 com a queda da Bastilha − prisão parisiense onde se confinava criminosos e dissidentes políticos − a Revolução Francesa levou milhares de condenados à guilhotina.

     b) Errado pois seria CHEGARIA concordando com A MARÉ... 

    A maré das inovações democráticas na Europa e nos Estados Unidos chegariam com algum atraso ao Brasil, mas com efeito igualmente devastador.

     c) ERRADO pois o certo seria VIAJAVAM concordando com As ideias revolucionárias que está no plural.

    As ideias revolucionárias do século 18, apesar do isolamento do país, viajava na bagagem da pequena elite brasileira que tivera oportunidade de estudar em Portugal.

     d) Errada pois verbo Haver no sentido de Existir fica no singular. 

    No final do século 18, haviam mudanças profundas na tecnologia, com a invenção das máquinas a vapor protagonizadas pelos ingleses.

     e) Correta

    Em 1776, ano da Independência dos Estados Unidos, havia nove universidades no país, incluindo a prestigiada Harvard, e chegava a três milhões de exemplares por ano a circulação de jornais.

  • acertei a questão, porque lembrei que o verbo HAVER no sentido de existir é impessoal, ou seja, não varia. Correta E.

  • d)  verbo HAVER no sentido de existir é impessoal, ou seja, não varia. 

    e) correta, pois HAVER (no sentido de existir) está no singular.

  • d)  verbo HAVER no sentido de existir é impessoal, ou seja, não varia. 

    e) correta, pois HAVER (no sentido de existir) está no singular.


ID
1790683
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O pesquisador e médico sanitarista Luiz Hildebrando Pereira da Silva tornou-se professor titular de parasitologia em 1997, assumindo a direção dos programas de pesquisa em Rondônia − numa das frentes avançadas da USP na Amazônia −, que reduziram o percentual de registros de malária em Rondônia de 40% para 7% do total de casos da doença na região amazônica em uma década.

(Adaptado de: revistapesquisa.fapesp.br/2014/10/09/o-cientista-das-doencas-tropicais

... que reduziram o percentual de registros de malária em Rondônia...

O elemento que justifica a flexão do verbo acima é: 

Alternativas
Comentários
  • O termo isolado por travessão "− numa das frentes avançadas da USP na Amazônia −" linha dois do texto ,apenas tem a função explicativa e não se confundido com o sujeito a que se refere o verbo "que reduziram "

  • O que reduziu o percentual de registro foi o programa de pesquisa.

    Gabarito: D

  • nao compreende a questao ,pois que eu saiba o sujeito nao pode ser antecedido de preposiçao 

  • O PRONOME RALATIVO "QUE" É O SUJEITO DO VERBO E ELE FAZ REFERENCIA/SUBSTITUI : PROGRAMAS DE PESQUISA.

    QUEM REDUZIU?  OS PROGRAMAS DE PESQUISA

  • RUMO AO TRT.

  • Excelente comentário do colega Fabio Sousa.

     


ID
1790686
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português

    Sobre a vinda ao Brasil, Luiz Hildebrando Pereira da Silva afirmou: "Quando me aposentei na França, considerando-me ainda válido, hesitei antes de tomar a decisão de me reintegrar às atividades de pesquisa na Amazônia. Acabei decidindo. (...) Eu me ...... um velho ranzinza se ....... ficado na França plantando rosas".

                                                                         (Adaptado de: cremesp.org.br

Considerado o contexto, preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada: 

Alternativas
Comentários
  • fi, se tu for fazer fcc .... questão classica:    tornaria − tivesse - D

  • Essa foi para eu não tirar 0/0 rsrsrs


ID
1790689
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

No universo dos números inteiros positivos a divisão de N por 7 resulta no quociente A e resto igual a 1. A divisão de A por 4 resulta no quociente B e resto igual a 3. A divisão de B por 3 resulta em quociente C e resto igual a 0. Se N for um número entre os números 130 e 200, a soma A + B + C será igual a

Alternativas
Comentários
  • Podemos substituir tudo por uma letra só. No caso B/3= C, logo B= 3C.... A/4= B+3, logo A=4B +3 e se substituirmos agora B por C temos que 4B+3= 12C+3... indo agora para a questão ela pergunta quanto é A+B+C, que é o mesmo que pergunta quanto é 16C + 3, logo entre as alternativas bastava subtrair do resultado 3 e ver se era um múltiplo de 16.

  • acredito que essa questão tenha duas respostas

    se você pegar o 190 vai dar A+B+C =35

    se você pegar 162 vai dar A+B+C=29

  • Fiz da seguinte forma:

    Maior múltiplo de 7 entre os numeros dados pelo enunciado 130 e 200 com resto 1 é: N=190
    190/7=A 27 com resto:1
    27/4=B 6 com resto 3
    6/3=C 3 com resto 0
    Logo: 27+6+3=35
    Letra C
  • Eduardo Xavier, gostei da sua explicação, porém de acordo com vc, daria letra b ou c...já que 16 é múltiplo de 16...(19-3=16)

  • Fiz de trás para frente! Assim:

    B só poderia ser 3, 6 ou 9 para que o último resto fosse 0.

    B x 4 (divisor) + 3 (resto) = A

    Então, dentre as três possibilidades de B (3, 6 ou 9).............. A só poderia ser 15, 27 ou 39.

    A x 7 (divisor) + 1 (resto) = N

    Então, dentre as três possibilidades de A (15, 27ou 39).......... N só poderia ser 106, 190 ou 274.

    Portanto, entre o intervalo de 130 a 200, N só poderia ser 190 (106 e 274 estão fora).

    Fazendo a conta de dividir, conclui-se que, A = 27, B = 6, C = 2

    A + B + C = 35 

    Bons estudos a todos!!!

  • perfeita a explicação da rebeca samico, melhor do que as explicações dos professores do site, que na maioria das questôes não respondem nada!

  • Fiz de uma forma mais trabalhosa, mas mais lógica.

    Primeiro, para achar o número A: Ele é um número entre 130 e 200, onde a divisão por 7 dá resto um. Listei em ordem crescente os números de 130 a 200 múltiplos de 7 com resto 1. Depois, para achar B, risquei todos os A onde a divisão por 4 não dá o resto 3. Depois, para achar C, sobrou o único que era múltiplo de 3. Ficou uma tabela assim:

    N             A           B          C

    134          19          4           X (4 não é múltiplo de 3)

    141          20          X (divisão de 20 por 4 não dá resto 3)

    148          21          X (divisão de 21 por 4 não dá resto 3)

    155          22          X (divisão de 22 por 4 não dá resto 3)

    162          23          5          X (5 não é múltiplo de 3)

    169          24         X (divisão de 24 por 4 não dá resto 3)

    176          25         X (divisão de 25 por 4 não dá resto 3)

    183          26         X (divisão de 26 por 4 não dá resto 3)

    190          27          6            2 = OK -> 27 + 6 + 2 = 35

    197          28         X (divisão de 28 por 4 não dá resto 3)

     

  • Aproveitando algumas respostas anteriores, teremos:

    N = 7 . A + 1

    A = 4 . B + 3

    B =  3 . C + 0

    Assim, B = 3C, A = 12C + 3 e N = 84C + 22

    Formaremos, então, uma inequação:

    130 < N < 200

    130 < 84C + 22 < 200

    130 - 22 < 84C + 22 - 22 < 200 - 22

    108 < 84C < 178

    108/84 < 84C/84 < 178/84

    1,2... < C < 2,1...

    ou seja, C = 2, pois, todos os números são inteiros positivos.

    Daí, C = 2, B = 3.2 = 6 e A = 12.2 + 3 = 27 e A + B + C = 27 + 6 + 2 = 35

    Bons estudos. 

  • FAZENDO POR TENTATIVA, SEM FÓRMULAS

    Está no enunciado que B dividido por 3 da C e não sobra nada. Ou seja, B só poderia ser 9, 6 ou 3. ( Pois se fosse mais que isso, sairia da lógica da questão. )

    Nem precisei tentar com o 3, pois quando subistitui B por 6, achei o resultado de C, que é 2, Pois o enunciado diz que B (que é 6) dividido por 3, é igual a C ( que é 2 ) e não sobra nada.

    O Enunciado diz que A dividido por 4 é igual a B e sobra 3.

    Como B é 6, então 6 vezes 4 = 24. Mais 3 ( do resto ) = 27.

    Ou seja, A é igual a 27.

    A ( que é 27 ) vezes 7 é igual a 189

    N é igual a 189 mais 1 do resto.

    Ou seja, N é igual a 190

    Logo: N = 190 ; A = 27 ; B = 6 e C = 2

    A + B + C = 35

  • gostei da explicacao do amigo Felipe Martins que foi por uma logica sem tanto quebra a cabeça.. valeu

  • Eu fui assertiva por assertiva, já trabalhando com a pergunta da questão ( A + B + C = ? )

     

    1) Escolha qual letra você deseja trabalhar para substituir e, consequentemente, tornar as letras da questão em uma só.

     

    Por exemplo: B/3=C, então, B = 3C            *Substuindo na pergunta da questão ( A + 3C + C = ?)*

     

    2) Agora falta transformar o "A" em "C". Lembre-se de que o " B x 4 + 3 = A", ou seja, " 3C x 4 + 3 = A" . Por fim, "A = 12C + 3"

     

    3) Substituição completa: ( 12C +3 + 3C + C = ?) 

     

    A interrogação "?" você substitui por cada assertivas até encontrar a hipótese que se encaixa com o enunciado da questâo, então descobrirá que a resposta é 35.

  • Acredito que essa questão tenha mesmo duas respostas pois também achei o 29 com o número 162.

     

  • Nao tem como ter 2 respostas, pois o B precisa ter resto 0 Zero!!! E com 162 nao da zero e sim 2 de resto!

     

    Entao so pode ser 185 mesmo o valor de N

  • FIZ ASSIM :

     

    B/3 = C resto 0------------------------B = 3C

    A/4 = B resto 3-------------------------A = 4B + 3-------------------A = 12C +3

    N/7 = A resto 1------------------------N = 7A + 1-------------------N = 84C + 22

     

    percebemos que N = 84C + 22 tem que ser entre 130 e 200, 

     

    84C + 22 = 200---------------C = 2,1190 , como deu um número fracionário, fiz com C=2, ENCONTRANDO os seguintes valores 

     

    B = 3C = 6

     

    A =  12C + 3 = 27

     

    N = 84C + 22 = 190 

     

    somando A + B + C temos 35,

     

    gabarito letra C.

     

     

    ESSES VALORES PREENCHEM TODAS AS CONDIÇÕES

  • Pessoal o segredo é: começar de trás pra frente sempre a partir do menor número.

  • Jhonata Serra é o melhor jeito mesmo, fiz de outra maneira e demorei mais de 10 minutos(muito tempo).

    O segredo é saber sobre o B, sabendo que ele é divisível por 3. E os menores números divisíveis por 3: 3,6,9

    daí vai fazendo a substituição.

    B= 3 ou 6 ou 9 

    então,

    C= 1 ou 2 ou 3 respectivamente

    então,

    A = 15 ou 27 ou 39 respectivamente

    A partir do A elimina o 15 e o 39, pois passaria do valor de N ( entre 130 e 200)

    Restando respectivamente: 6, 2 e 27.

    ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Na primeira vez fiz, do começo sabendo que N teria que dividir por 7 e sobrar 1. Peguei os múltiplos de 7 entre 130 e 200.

    Para isso o A teria que ser um número entre 19 e 28:

    19*7=133

    20*7 =140

    21*7 =147

    22*7 =154

    ...

    27*7=189

    até 28*7 =196

    depois o B teria que ser A-3 e um número divisível por 4. Entre 19 e 28, só acontece isso com o 23 e 27:

    23-3= 20/4 = 5

    27-3= 24/4 = 6

    ou seja B = 5 ou 6

    Depois o C que tem que ser divisível por 3 , que só resta o:

    6/3 = 2

    portanto, 27, 6 e 2.

    Muito mais complicado, NÃO aconnselho. Gosto de sempre ler as resoluções, pq não existe somente uma maneira de raciocínio, e para a prova quero a melhor: a que chega no resultado, com menor número de contas possíveis, e com o menor tempo!

    P.s. precisa ler e reler enunciado, antes de começar a fazer conta.

  • PRESTE ATENÇÃO

    Os dados que a questão forneceu foram os seguintes:

    N= 7A+1

    A= 4B+3

    B= 3C

     

    Chute um valor para C e faça as contas, comece por valores baixos como 1, 2 ou 3.

     

    Se C for igual a 2 temos o seguinte

    B = 3 x 2 = 6

    A = (4 x 6) + 3 = 27

    N = (7 x 27) + 1 = 190. Perceba que N é um número entre 130 e 200. A partir dessa informação percebemos que se colocarmos 1, teremos como N um número menor que 130. Se colocarmos 3 teremos um N maior que 200.

     

    Agora é só somar os resultados:

     27 + 6 + 2 = 35.

  • Questão demoradinha:

    Vou tentar deixar bem explicado...

     

     

    No universo dos números inteiros positivos a divisão de N por 7 resulta no quociente A e resto igual a 1. A divisão de A por 4 resulta no quociente B e resto igual a 3. A divisão de B por 3 resulta em quociente C e resto igual a 0. Se N for um número entre os números 130 e 200, a soma A + B + C será igual a

     

    1ª Informação: Se N for um número entre os números 130 e 200

    N está entre 130 e 200

     

    2ª Informação: No universo dos números inteiros positivos a divisão de N por 7 resulta no quociente A e resto igual a 1

    n/7=A + 1      OU      =>      N= A.7 + 1

    Ou seja, N é um número que se dividir por 7 vai sobrar 1

    Pegando a primeira e segunda informação temos: 

    A está entre 18 e 28 (pois entre esses números eu posso multiplicar por 7, depois somar + 1 que ficará entre 130 e 200 (1ª inf)

     

    3ª Informação: A divisão de A por 4 resulta no quociente B e resto igual a 3

    A/4 = B + 3       OU     =>   A= B.4 + 3 

    Ou seja, A é um número que se dividir por 4 vai sobrar 3

    Sabemos que A está entre os números 18 e 28 (2ª inf) temos: 20, 24, 28 que são divísiveis por 4, lembrando que tem q sobrar 3, logo: A só pode ser 23 (20 + 3) ou 27 (24 + 3) (pois 28 + 3 ficaria 31, aí se aplicasse na 1ª conta, o N ficaria acima de 300)

     

    Na Hipótesede de A ser 23:                                   Na Hipótese de A ser 27

    23= B.4 + 3                                                             27=B.4  + 3

    B=   23 - 3   / 4                                                        B=  27-3 / 4

    B= 20/4                                                                    B=  24/4

    B = 5                                                                         B= 6

     

    Até aqui temos:

    A pode ser 23 ou 27, e assim B poderia ser 5 ou 6

     

    4ª Informação: A divisão de B por 3 resulta em quociente C e resto igual a 0

    C=B/3 + 0

    Ou seja, B é multiplo de 3, pois não sobra nada da divisão

    Juntamos com a 3ª informação:  B tem que ser 6, e assim A tem que ser 27

    E aí facilmente achamos o C:

    C=6/3 + 0

    C= 2

     

    A + B + C

    27 + 6 + 2 = 35

     

    Gabarito: Letra C

     

    *Obs: para alguns poderia ser mais fácil utilizar a ultima informação primeiro, pois já dava para saber que o B seria múltiplo de 3, e aí que a conta de A teria q ser uma divisão que resultasse num múltiplo de 3 + 3 e assim poderia simplificar a questão. Apenas tentei explicar na ordem para ajudar os colegas

  • passei 50 minutos pra adivinhar os números

  • "Gabarito C"

     

    Calma colegas, essa questão não é dificil nem demorada, desde que feita com o jeito certo dela, vejam:

     

    1º) Sabemos que o enunciado da questão nos traz

    N/7=A c/ resto 1

    A/4=B c/ resto 3

    B/3=C c resto 0

    N= está entre 130 e 200

    A+B+C=?

     

    2º) Agora é só fazer a transformação e ir testando para ver qual o valor vai satisfazer as condições.

    Transformação:

    N/7=A c/ resto 1 -----------------------------> N= 7A+1

    A/4=B c/ resto 3------------------------------> A=4B+3

    B/3=C c resto 0 ------------------------------> B=3C (agora vamos atribuir valores ao C, pois é unico que tá sozinho, e consequentemente testar se satisfez as condições do N)

     

    3º) Atribuindo valores ao C

     

    Condição é que N esteja entre 130 e 200

     

    c=1 (pode ser qualquer número, desde que no final satisfaça a condição do N)

    N/7=A c/ resto 1 -----------------------------> N= 7(16)+1= 113 (Logo se eu colocar 1 no C não rola, pois o N não está entre 130 e 200) 

    A/4=B c/ resto 3------------------------------> A=4(3)+3= 16

    B/3=C c resto 0 ------------------------------> B=3(1)= 3

     

    c=2

     

    N/7=A c/ resto 1 -----------------------------> N= 7(27)+1= 190 ( perceba que com o C= 2 ficou entre 130 e 200, então ok)

    A/4=B c/ resto 3------------------------------> A=4(6)+3= 27

    B/3=C c resto 0 ------------------------------> B=3(2)=6

     

    Finalizando, A=27, B=6 e C=2 --> 27+6+2= 35

     

    ** Vejam a videoaula, o professor é muito bom!

     

    Que Deus nos ajude nas nossas fraquezas.

     

     

     

     

     

  • esse é o tipo de questão que você se lasca na hora da prova por nçao ter espaço suficiente para fazê-la

  • N/7=A+1 LOGO N=7A+1 (1)

    A/4=B+3 LOGO A=4B+3 (2)

    B/3=C     LOBO B=3C     (3)

    SUBSTITUINDO (3) EM (2)

    A=4(3C)+3 LOGO A=12C+3 (4)

    SUBSTITUINDO (4) EM (1)

    N=7(12C+3)+1 LOGO N=84C+21+1 QUE IMPLICA QUE N=84C+22

    MAS 130<N<200

    130<84C+22<200

    130-22<84C<200-22

    108<84C<178

    108/84<C<178/8

    1,28< C <2,11

    ASSIM SENDO C=2

    FAZENDO AS SUBSTITUIÇOES 

    A=12x2+3 LOGO A=27

    B=3x2 LOGO C=6

    C=2

    A+B+C=35

  • excelente comentário do professor.. questãozinha tranquila, sem esse laralaiaaa que todo mundo tá fazedo. A dificuldade está mais na interpretação do que nas contas.


ID
1790692
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O prêmio de um concurso é dividido igualmente entre os ganhadores. Há duas semanas foram 40 os ganhadores, cabendo a cada um a quantia de R$ 1.250,00. No concurso seguinte, há uma semana, o prêmio total havia aumentado em 44%. No entanto, nesse concurso, a quantidade de ganhadores aumentou em 60%. A diferença, em reais, entre o que um dos ganhadores do concurso que ocorreu há duas semanas recebeu e o que recebeu um dos ganhadores do concurso seguinte é igual a

Alternativas
Comentários
  • Para quem errou !!!
    1.250,00 (Prêmio) x 40 (ganhadores) = 50.000,00 + 44% = 72.000,00 (total do prêmio)
    40 x 60%(aumento dos ganhadores) /100= 24 +40= 64 ganhadores
     72.000,00 / 64= 1125,00
    1.250,00 -1.125,00 = 125,00
     Resposta correta é a letra "E"
  • Gabarito E

    ////////////////////////////      GANHADORES           PREMIO POR PESSOA            TOTAL PREMIO.
    1° CONCURSO                      40                                   R$ 1250                         R$ 50000
    2° CONCURSO                      64                                   R$ 1125                         R$ 72000
    Fazendo a diferença 1250 - 1125 = 125.
  • adoro matemática do primário  kkkkkkkk

  • me desculpe onde vcs acharam esses 64 gnhadores obrigada

  • Marinalva, 64 corresponde ao aumento de 60% dos ganhadores.

    Comando da questão: No entanto, nesse concurso, a quantidade de ganhadores aumentou em 60%. 

    Ou seja, 40 + 60% de 40( que dá 24) = 64.

  • Inicialmente, pode ser feito o seguinte cálculo:

    1) 40 ganhadores x R$ 1.250 = R$ 50.000 total do prêmio.

    2) O prêmio aumentou em 44%: R$ 50.000 x 1,44 = R$ 72.000

    3) Aumentou 60% o nr. de ganhadores: 40 x 1,60 = 64

    4) Divide-se 72.000 / 64 = R$ 1.125

    5) Fazer a subtração do último prêmio com o último: R$ 1.250 - R$ 1.125 = R$ 125,00 Gabarito E


ID
1790695
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Os números x, y, z, v e w são números inteiros positivos. Deles, sabe-se que:

x é igual a 1/3 de y;

y é igual a 2/3 de z;

z é igual a 3/2 de v;

v é igual a 1/2 de w.

Supondo ser o número w, um número maior do que 500 e menor do que 510, o valor da expressão y + v − z será igual a 

Alternativas
Comentários
  • Como todos devem ser inteiros, por eliminação vá encontrando os que podem se encaixar:

    Se v é metade de w, w tem que ser um numero divisível por 2, ou seja 500, 502, 504, 506, 508, 510= v pode ser 250,251,252,253,254,255
    z= qual dos anteriores que multiplicado por 3 e divido por 2 de um numero inteiro, seria ou 250,252,254=z pode ser 375,378,381
    y= qual dos anteriores que multiplicado por 2 e divido por 3 de um numero inteiro, seria só o 378=y só pode ser 252

    y=252
    z=378
    v=252

    252+252-378=126

  • 500 e 510 não contam. O enunciado diz que 500 < w < 510. No mais eu fiz igual ao colega. 

    Bons estudos!

  • Primeiro transformei tudo em w, já que só sabemos os possíveis valores de w, 

    que é entre 500 e 510.

    v=w/2

    z=3/2.v -> z=3/2.w/2 -> z=3w/4

    y=2/3z -> y=2/3.3w/4 -> y=w/2

    aí a questão pede: y+v-z

    então, temos: w/2+w/2-3w/4=w/4 (então, w precisa ser um valor divisível por 4, vamos procurar entre os números de 501 a 509 o único valor que se pode dividir por 4 com resto zero...sabemos que um número é divisível por 4 quando termina em 00 ou quando o número formado pelos dois últimos algarismos da direita for divisível por 4. O único valor é 504, que dividido por 4 dá 126, letra E.

  • Rômulo, o número 381 multiplicado por 2 também é divisível por 3 (=254).

    Maria Luiza, o 508 também é divisível por 4 (=127).

    Ou seja, poderíamos chegar no resultado 127, porém sem alternativa correspondente.

  • w = {501,502,503,504,505,506,507,508,509}

     

    v = w/2; z = 3w/4; y = w/2

     

     y   +    v    −   z     = 

    w/2 +  w/2  -  3w/4 =

    = w/4

     

    Dentre os números naturais do conjunto de W, há dois números que sao divíseis por 4: 504 e 508

    a) w=504

    v=252; y=252; z=378

    y + v − z = 126

     

    b) w=508

    v=254; y=254; z=381

    y + v − z = 123 (mas não existe essa opção dentre as alternativas)

     

    gabarito: 126

     

     

     

  • x = 1/3 y---------------------- x = 1/3 vezes 1/2 w           = 1/6 w--------------------------------------------- 504 /  6 = 84 

    y = 2/3 z----------------------2/3 vezes 3/4 w = 2/4 w     = 1/2 w----------------------------------------------504 /  2 = 252

    z = 3/2 v----------------------3/2 vezes 1/2 w                  = 3/4 w ---------------------------------------------(504 x 3) / 4 = 378

     

    v = 1/2 w----------------------( SIGA DE BAIXO PRA CIMA AS SUBSTITUIÇÕES )

     

    como x = 1/6 w ,    y = 1/2 w   ,   z = 3/4 w ,  y = 1/2 w , olhando os denominadores ,encontramos o MMC = 12 , TEMOS 

     

     

    510/ 12 = 42,5 , usamos o 42 , então 42 vezes 12 = 504 ( valor do w) , substituí o W nas expresses acima e encontrei os valores supracitados

     

     

    y + v - z = 252 + 252 - 378 =  126

     

     

     

    gabarito letra E.

  • como as alternativas estavam bem espaçadas, fiz o W valendo 500 e ele valendo 510 ( mesmo sabendo que eles não poderiam ser os valores de W), eu só queria saber qual o intervalo possível.

    E substituindo os valores da expressão considerando W 500 : 125 e considerando W 510 : 127,50

    Que só poderia ser a resposta 126 !

  • A primeira sacada é ver que em todos os cenários Y+V=W

    aí pra simplificar Y+V-Z >> W-Z = o segundo numero par que atribuí (504) deu 126 e tbm respondeu corretamente as proposições com numeros inteiros.

  • W só pode ser um número par porque a condição para que V seja inteiro e positivo é um número que, divisível por 2, não fique decimal

    logo, só poderá ser 502, 504, 506 ou 508

    feitas as substituições, com as condições da questão, tem-se a resposta

  • >500 <510 , ou seja, de 501 a 509, só podendo ser divisível por 2, que serão: 502, 504, 506 ou 508, para que sejam números inteiros, pois V é metade de W.

     

    w= 504

    v= 504 * 1/2 = 252

    z= 252 * 3/2 = 378

    y= 378 * 2/3 = 252

    x= 252 * 1/3 = 84

    y + v - z = (252+252)-378 = 126


ID
1790698
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Para responder as perguntas, cada uma das pessoas, de um grupo de 15, deveria levantar uma de suas mãos caso se enquadrasse no questionamento. As perguntas foram: 

− Você é contador ou administrador de empresas? Resposta: Todas as pessoas levantaram a mão.

− Você é administrador de empresas? Resposta: Sete pessoas levantaram a mão.

− Você é contador e administrador de empresas? Resposta: Três pessoas levantaram a mão. 

A partir dessas informações, é possível concluir que dentre os participantes desse grupo 

Alternativas
Comentários
  • No diagrama de Venn: Grupo de adm. "A"  Grupo de Cont. "C" A∩C= 3 A̅=4 C̅=8

    Gabarito: c)

  • Essa questão não tem resposta certa.

    Vejamos:

    Sabemos que 3 são administradores E contadores.

    Sabemos também que no total, 7 são administradores.

    Daqui, concluímos que 4 são apenas administradores + 3 Administradores e contadores = Total de 7 administradores.


    Sabendo que há 7 administradores, concluímos que 8 são contadores, mas desses 8, 3 são administradores e contadores. Logo, temos:


    4 só administrador + 3 administrador e contador = TOTAL DE 7 ADM.

    5 Só contador + 3 contador e administrador = TOTAL DE 8 CONTADOR.


    Portanto, todas assertivas estão erradas.

  • João Lima, a princípio também pensei da mesma forma. Mas, na segunda pergunta, ao serem questionadas se eram administradoras, apenas 7 pessoas levantaram a mão. Isso quer dizer que as 8 restantes eram apenas contadores. As 3 pessoas que são contadores e administradores estão no grupo dos 7 administradores que levantaram a mão primeiro. Ou seja, dos 7 adm, 3 eram adm + contadores e 4 eram apenas administradores. Não sei se ficou claro, mas eu pensei dessa forma! 

  • Todos os 15 participantes são contadores ou administradores de empresas

     

    Número de administradores

    3 - TAMBÉM são contadores

    4 - só são administradores

     

    Número de contadores

    15 (total) - 7 (número de administradores) = 8 apenas contadores

    Os 3 que são contadores e administradores fazem parte do número de 7 administradores --> já foram descontados na conta anterior!

    Total de contadores: 11 --> 8 contadores + 3 que são os dois

     

    Só contadores: 8 (letra c)

  • Concordo com Ciro Almeida

  • Fiz pelo diagrama de Venn. 

    Dica: fica mais fácil raciocionarmos partindo da última informação. 

     

    Assim...

     

    1) Sabemos que 3 são ao mesmo tempo CONTADORES e ADMINSITRADORES.

     

    2) Depois, sabemos que 7 são Administradores:

    ou seja...

     

    Somemos os 3 (que são administradores e contadores ao mesmo tempo) com o restante para dar 7. Assim temos que:

     

    3 + 4 = 7

     

    Logo, só 4 são apenas administradores.

     

    3) Sabendo que existe um conjunto universo de 15, como já usamos 7, só podem restar 8, pois 15 - 7 = 8.

     

    Portanto, 8 são apenas contadores, o que sinaliza a alternativa C como o gabarito da questão. 

     

     

    Bons estudos! 

  • Ilustrando o que João Filho explicou:

    http://sketchtoy.com/67420415

  • Fazendo pela diagrama de Venn dá tranquilo a resposta. Se for fabular coisas aí fica difícil imaginar.

  • Poderia aparecer uma dessa na minha prova de domingo

  • Olá pessoal, fiz por conjunto e deu certo sem muita discussão.

    Tentem só, coloquem o na interseção a pergunta 3, que foi quando 3 pessoas levantaram a mão para ambas as profissões e depois é somente conta fácil.

    valeu!

  • sabemos que 15 pessoas são administradores ou contadores.

    − Você é contador ou administrador de empresas? Resposta: Todas as pessoas levantaram a mão. OU SEJA 15 PESSOAS SÃO ADMINISTRADORES OU CONTADORES.

    − Você é administrador de empresas? Resposta: Sete pessoas levantaram a mão. 7 SÃO ADMINISTRADORES e 8 SÃO CONTADORES, SE JÁ ACHAMOS O NÚMERO DE ADMINISTRADORES SO É SUBTRAIR 15-7= 8.

    − Você é contador e administrador de empresas? Resposta: Três pessoas levantaram a mão. OU SEJA                                                            3-> DE 7C E 8A são ao mesmos tempo ADMIRADORES E CONTADORES

    5 -> SOMENTE SAO CONTADORES     4-> SOMENTE SAO ADMINISTRADORES.

    total = 15 pessoas.

    gabarito letra C, haja vista 8 o total de contadores CONTANDO COM 3 administradores( eles são contadores e ADMIRADORES ao MESMO TEMPO), POREM NÃO SÃO 8 QUE são CONTADORES, APENAS 3. ALIAS ESSA É A ÚNICA OPÇÃO
     

  • Carolina Vaz corretíssimo.

    Em um primeiro momento errei marcando:

     b) certamente são 10 os administradores de empresa. 

    Devido não analisar corretamente a proposição:

    − Você é administrador de empresas? Resposta: Sete pessoas levantaram a mão. 

    esse era o ponto chave do exercício.

    Nesse tipo de questão tem que ler todas as alternativas e verificar se ficou algum ponto divergente, e reler as proposições após a formação do diagrama.

  • Teoria dos Conjuntos

    O enunciado fornece estas informações:

    Contador ou Administrador de Empresas: C U A = 15
    Contador e Administrador de Empresas: C ∩ A = 3
    Administrador (não exclusivamente): A = 7

    Falta saber quem é exclusivamente Contador e Administrador.

    Para sabermos quem é exclusivamente Contador, basta subtrairmos o total (C U A) de quem é Administrador: 15 - 7 = 8. Aqui, já chegamos ao gabarito.

    Se precisasse saber quem é exclusivamente Administrador, bastaria subtrair o conjunto A de C ∩ A. 7 - 3 = 4.

  • "ao todo são 8 os contadores,QUE NÃO SÃO ADMINISTRADORES DE EMPRESAS."

    apesar de ser o gabarito, essa afirmação está ERRADA. Gramaticalmente, o que a alternativa acima afirma é que ao todo são 8 os contadores que não são administradores, mas para totalizar o quantitativo de 8 é necessário contar com os contadores que são TAMBÉM administradores. 

     

  • continuo achando qUe nao ha alternaTIVA CORRETA.

  • Olha só o estrago que uma vírgula faz...

  • Nessa questão cabe o Diagrama de Venn. Fica muito mais fácil.

    Somente Administrador=4

    Administrador e Contador=3

    Somente Contador=8

    Administrador=7 ( 4 somente Adm.+ 3 Adm. e Contador)

    Contador ou Administrador=15

    Bons Estudos!


ID
1790701
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere verdadeiras as afirmações:

− Se José acordar cedo, então Maria poderá dormir mais.

− Se Denise for à feira, então Marcos ficará cuidando do filho.

− Marcos não ficou cuidando do filho e João acordou cedo.

A partir dessas afirmações, é possível concluir corretamente que

Alternativas
Comentários
  • João ou José?

  • Alguém sabe se essa questão foi anulada? É João ou José?

  • Gab: A

    Foi erro no site..


    Na frase III o Correto seria "Marcos não ficou cuidando do filho e JOSÉ acordou cedo"

  • Logo vi q tinha algo errado na questão!!

  • Os nomes estão de acordo com os quais aparecem na prova.

    Não consigo entender esta mistura.

     

  • Coloquei alternativa "D", pois do jeito que está, conclui-se que não é possivel confirmar nada na primeira premissa, ou seja, em relação à Maria e ao José. Devido na alternativo "D" ter uma alternância "ou", poderia, de repente, ser a menos errada, rs.

  • HOUVE CONFUSÃO NA ELABORAÇÃO DO ENUNCIADO, ONDE SE LÊ: "JOÃO", LEIA-SE "JOSÉ".

    MUITO PROVAVELMENTE A QUESTÃO DEVE TER SIDO ANULADA.

  • A questão foi anulada e atribuído pontos a todos os candidatos, segundo diz este comunicado

    https://www.qconcursos.com/arquivos/concurso/justificativa/6292/dpe-rr-2015-justificativa.pdf

    Esta prova era a opção K11 tipo 1

  • Aquele momento recompensador q temos plena convicção de q a questão está errada, contornamos o erro, e marcamos a correta

  • Gabarito: Letra A

    -----

    − Se José acordar cedo, então Maria poderá dormir mais. 
            v                                    v


    − Se Denise for à feira, então Marcos ficará cuidando do filho. 
                f                                       f


    − Marcos não ficou cuidando do filho e José(possivelmente algum erro de digitação porque não é João e sim José) acordou cedo. 
            v                                                           v

    -----

    a) Maria pôde dormir mais e Denise não foi à feira.  V^V = V

     b) Maria pôde dormir mais e Denise foi à feira. V^F = F

     c) José acordou cedo e Denise foi à feira. V^F = F

     d) Maria não pôde dormir mais ou Denise foi à feira. FvF= F

     e) Maria não pôde dormir mais e Denise não foi à feira. F^V= F


ID
1790704
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação da Defensoria Pública
Assuntos

Nos termos da Lei Complementar n° 80/94, acompanhar o estágio probatório dos membros da Defensoria Pública do Estado de Roraima compete ao

Alternativas
Comentários
  • Lei Complementar 80

    Art. 13. À Corregedoria-Geral da Defensoria Pública da União compete: 

    VII - acompanhar o estágio probatório dos membros da Defensoria Pública da União; 


  • Art. 105. À Corregedoria-Geral da Defensoria Pública do Estado compete:

    VII - acompanhar o estágio probatório dos membros da Defensoria Pública do Estado;

    LC 80/94

  • Lembrar que é atividade fiscalizatória.


ID
1790707
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Quanto às funções institucionais da Defensoria Pública do Estado de Roraima, a Lei Complementar n° 164/10 estabelece que

Alternativas
Comentários
  • LC 80/94 parágrafo 4, o instrumento de transação, mediação ou conciliação referendado pelo Defensor Público valerá como título executivo extrajudicial, inclusive quando celebrado com a pessoa jurídica de direito público.


ID
1790710
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Considere os itens a seguir:

I. Grupo de Atuação Especial da Defensoria Pública do Estado.

II. Ouvidoria Geral.

III. Secretaria Geral.

IV. Centro de Apoio Operacional.

Nos termos do Regimento Interno da Defensoria Pública do Estado de Roraima, é órgão auxiliar o constante APENAS em 

Alternativas

ID
1790713
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Instituição permanente, incumbida da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

Tal conceito constitucional refere-se 

Alternativas
Comentários
  • Gab. E



    C.F/88 - Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.


  • Letra (e)


    "A CF confere relevo ao Ministério Público como instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis (CF, art. 127). (...) Cuidando-se de tema ligado à educação, amparada constitucionalmente como dever do Estado e obrigação de todos (CF, art. 205), está o Ministério Público investido da capacidade postulatória, patente a legitimidade ad causam, quando o bem que se busca resguardar se insere na órbita dos interesses coletivos, em segmento de extrema delicadeza e de conteúdo social tal que, acima de tudo, recomenda-se o abrigo estatal." (RE 163.231, rel. min. Maurício Corrêa, julgamento em 26-2-1997, Plenário, DJ de 29-6-2001.) No mesmo sentidoAI 606.235-AgR, rel. min. Joaquim Barbosa, julgamento em 5-6-2012, Segunda Turma, DJE de 22-6-2012.

  • incumbida da defesa da ordem jurídica = MP =FISCAL DA LEI!!!

  • Art. 127 INCUMBE AO MP: defesa da ordem jurídica + regime democrático + interesses sociais\individuais indisponíveis; 

  • a)advocacia pública:A advocacia geral da União é a instituição que, diretamente ou através de órgão vinculado, representa  a União, judicial e extrajudicialmente, cabendo-lhe nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento, as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do poder executivo.(art.131 CF)

  • CF - Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.


    CF- Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal.  


    MP X DP:

    - defesa  do regime democrático X instrumento do regime democrático

    - defesa da ordem jurídica X orientação jurídica

    - defesa de interesses individuais indisponíveis X direitos individuais e coletivos


    ** Ambos são Instituição Permanente e exercem Função Jurisdicional do Estado.


  • Gabarito: E

    Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

     

    Art. 131. A Advocacia-Geral da União é a instituição que, diretamente ou através de órgão vinculado, representa a União, judicial e extrajudicialmente, cabendo-lhe, nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento, as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo.

     

    Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados,

  • CF/88

    (...)

    ...

    Art. 127. O ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incubindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

    ...

     

    (...).

     

  • Para diferenciar: falou em DEFESA da ordem jurídica e do regime democrático, marque, sem medo de ser feliz, Ministério Público.

     

    Gabarito: E

  • Questao para não zerar a prova 

     

  • Como o amigo disse: Defesa da ordem jurídica e do regime democrático é MP sempre.

  • OTIMO ESQUEMA ...LUANA RJ,,,VALEU

  • CAPÍTULO IV
    DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA
    (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 80, de 2014)
    Seção I
    DO MINISTÉRIO PÚBLICO

    Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

     

    LETRA E DE EU VOU PASSAR!

  • O MP defende o RIO  (REGIME D., INDIVIDUAIS INDISPONÍVEIS, ORDEM JURÍDICA)

     

     

  • acertei, mas n tava 100% certo q era isso qd respondi nao

  • FALOU EM ORDEM JURÍDICA = MP

     

    CUIDADO PARA NÃO CONFUNIR COM A DEFESNORIA PÚBLICA:

     

     

    Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, EM TODOS OS GRAUS, JUDICIAL e EXTRAJUDICIAL, dos direitos individuais e coletivos, DE FORMA INTEGRAL e GRATUITA, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal.      

     

     

     

  • Essa eu confundi...rs

  • CF - Art. 127. O Ministério Público -e a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

     

    CF- Art. 134. A Defensoria Pública - incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, ....... dos direitos individuais e coletivos,...

  •                                        MP     x      DP

     

    defesa regime democrático   x   instrumento do regime democrático

    defesa da ordem jurídica   x   orientação jurídica

    defesa dos inter. sociais e indiv. indisponíveis   x   direitos indiv. e coletivos

  • GABARITO: E

    Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

  • GABARITO LETRA E

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

  • Com redação dada pela Lei 11.690/08, o artigo 212 do Código de Processo Penal dispõe:

    Art. 212. As perguntas serão formuladas pelas partes diretamente à testemunha , não admitindo o juiz aquelas que puderem induzir a resposta, não tiverem relação com a causa ou importarem na repetição de outra já respondida. (Destacamos)

    Assim, no procedimento comum vige o sistema do cross examination , ou seja, as perguntas são formuladas pelas partes diretamente às testemunhas. A participação do juiz será após as perguntas das partes.

    Com relação ao interrogatório do acusado, por ser um ato privativo do juiz, eventuais reperguntas são feitas pelo magistrado, vigendo o sistema presidencialista .

    Art. 188. Após proceder ao interrogatório, o juiz indagará das partes se restou algum fato para ser esclarecido, formulando as perguntas correspondentes se o entender pertinente e relevante.

    No procedimento do tribunal do júri , no momento da instrução em plenário, derivam dois sistemas:

    as perguntas formuladas pelos jurados às testemunhas e ao acusado passam pelo juiz sistema presidencialista ;

    As perguntas formuladas pelas partes às testemunhas e ao acusado são feitas diretamente ao mesmo sistema do cross examination 

    .

    Art. 473. Prestado o compromisso pelos jurados, será iniciada a instrução plenária quando o juiz presidente, o Ministério Público, o assistente, o querelante e o defensor do acusado tomarão, sucessiva e diretamente, as declarações do ofendido, se possível, e inquirirão as testemunhas arroladas pela acusação. § 2ºº Os jurados poderão formular perguntas ao ofendido e às testemunhas, por intermédio do juiz presidente.

    Art. 474. A seguir será o acusado interrogado, se estiver presente, na forma estabelecida no Capítulo III do Título VII do Livro I deste Código, com as alterações introduzidas nesta Seção.

    § 1º O Ministério Público, o assistente, o querelante e o defensor, nessa ordem, poderão formular, diretamente, perguntas ao acusado.

    § 2º Os jurados formularão perguntas por intermédio do juiz presidente.

    FONTE: LFG


ID
1790716
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A expressão agentes públicos é bastante abrangente, compreendendo categorias sujeitas a distintos regimes jurídicos. Dentre as várias espécies de agentes públicos inserem-se os servidores públicos estatutários,

Alternativas
Comentários
  • Servidor estatutário regido pela CLT? sei não.

  • Letra (b)


    Servidores Temporários: contratados para exercer funções temporárias, mediante regime jurídico especial a ser definido em lei de cada unidade da federação. Baseia-se no permissivo constitucional do artigo 37, IX, que traz que a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. Seu posto de trabalho denomina-se função pública.


    Fonte: http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=622

  • Qual a diferença entre agente político, agente público, servidor público, empregado público?


    O agente político é aquele detentor de cargo eletivo, eleito por mandatos transitórios, como os Chefes de Poder Executivo e membros do Poder Legislativo, além de cargos de Ministros de Estado e de Secretários nas Unidades da Federação, os quais não se sujeitam ao processo administrativo disciplinar.


    O agente público é todo aquele que presta qualquer tipo de serviço ao Estado, funções públicas, no sentido mais amplo possível dessa expressão, significando qualquer atividade pública. A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8429/92) conceitua agente público como “todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas no artigo anterior”. Trata-se, pois, de um gênero do qual são espécies o servidor público, o empregado público, o terceirizado e o contratado por tempo determinado.


    Servidores públicos são ocupantes de cargo de provimento efetivo ou cargo em comissão, regidos pela Lei nº 8.112/90 e são passíveis de responsabilização administrativa, apurada mediante processo administrativo disciplinar ou sindicância de rito punitivo.


    O empregado público pode ter duas acepções:


    a) Ocupante de emprego público na administração direta, autarquias e fundações, nos termos da Lei 9.962/2000, contratados sob regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A rescisão desses contratos, em ato unilateral da administração, deve ser precedida de procedimento administrativo, com garantias ao empregado de participação na produção de provas, ampla defesa e julgamento impessoal.


    b) Ocupante de emprego público na administração pública indireta, nas empresas públicas, nas sociedades de economia mista e nas fundações públicas de direito privado. Também são contratados sob regime da CLT.


    O agente público contratado por tempo determinado desempenha funções públicas desvinculadas de cargos ou de empregos públicos, de forma precária e temporária, como os contratados por tempo determinado para necessidade temporária de interesse público, desobrigados de concurso público. Regulados pela Lei nº 8.745, de 09/12/93, não se sujeitam aos dispositivos da Lei nº 8.112/90.


    http://www.cgu.gov.br/sobre/perguntas-frequentes/atividade-disciplinar/agentes-publicos-e-agentes-politicos#2


  • AGENTES PÚBLICOS


    CONCEITO:

    Agente público é todo aquele que exerça, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função públicos. Art. 2º, Lei 8.429/92. 


    A sua aprovação começa quando você sai da sua zona de conforto.


    Bons estudos!


  • A questão não pede a definição de agente público, mas a de agente público estatutário. Neste caso, empregados públicos regidos pela CLT e temporários deveriam ser excluídos, não? 

  • Não, Geianny. Depois de ler e reler umas 1000 vezes, percebi que a questão quer o conceito de agente público (que é mais amplo). Só que ela começa com os servidores públicos e pede a continuação nas alternativas, deu pra entender? Então, são agentes publicos os estatutários... e mais quem? Ai que vem a alternativa certa. 

  • PROVAS FCC

    2X2 É

    a) 4

    b)4

    c)4

    d)4

    e)4

    questoes cespe

    2x2 é

    a)10-1-2

    b)0x4

    c)2x2x2-1

    d) 1+23-10,

    e)raiz de 144
  • A questão induz a erro, mas atentem para a vírgula após a expressão "estatutários". Logo, ela não quer a definição de servidores estatutários, mas de todos os agentes públicos, um a um.

  • Esta questão está muito estranha, pra ser humilde: pede muita atenção à sintaxe do período, mas pra mim ela pede a definição de servidor estatutário sem dúvida, não a de agente público de modo geral.

  • Alternativa (b)


    Para entender a questão:


    os servidores públicos estatutários,que ocupam cargos públicos, 

    os empregados públicos, cujo vínculo é pautado na legislação trabalhista 

    e os servidores temporários, contratados por tempo determinado, para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público.


    A definição é da Di Pietro: "Qualquer pessoa que preste serviço ao Estado é agente público, tal como o definimos no item 1 3 .2, incluindo as três modalidades ali referidas : (a) (os agentes políticos (parlamentares de todos os níveis, Chefes do Poder Executivo federal, estadual e municipal, Ministros e Secretários dos Estados e dos Municípios) ; (b) o s servidores públicos (pessoas com vínculo empregatício, estatutário ou contratual, com o Estado) ; (c) os militares (que também têm vínculo estatutário, embora referidos na Constituição fora da seção referente aos servidores públicos) ; e (d) os particulares em colaboração com o Poder Público (que atuam sem vínculo de emprego, mediante delegação, requisição ou espontaneamente)"


    FONTE: Maria Sylvia Zanella Di Pietro. Direito Administrativo (p. 911)

  • Esta questão não foi mole não! A letra C também faz sentido!

  • Lívia, ao meu ver a letra C não faz sentido...visto que segundo a minha interpretação a questão pede a definição de SERVIDORES PÚBLICOS ESTATUTÁRIOS, ou seja regidos pelo estatuto lei 8.112/90.

    Onde os autores Vicente e Marcelo apresenta a seguinte definição:

    SERVIDOR PÚBLICO, em seu sentido estrito,é expressão utilizada para identificar aqueles agentes que mantêm relação funcional com o Estado em regime estatutário(legal).São titulares de cargos públicos,efetivos ou em comissão,sempre sujeitos a regime jurídico de direito privado.

    E na letra B temos apresentada a clara definição ou seja QUE OCUPAM CARGOS PÚBLICOS e após a vírgula temos a definição de EMPREGADO PÚBLICO.

    EMPREGADO PÚBLICO,designa os agentes públicos que,sob regime contratual trabalhista (CELETISTA), mantêm vinculo funcional permanente com a administração pública.São os ocupantes de empregos púbicos,sujeitos,predominantemente, a regime jurídico de direito privado.


    Corrijam-me caso eu esteja equivocada em minha interpretação.

    Espero ter ajudado!

    Bons estudos!

  • Não compreendi bem essa passagem na alterantiva B: "que ocupam cargos públicos, os empregados públicos, cujo vínculo é pautado na legislação trabalhista"

    Agentes públicos - pessoas físicas que exercem uma função pública ainda que transitoriamente, e sem remuneração;

    espécies:

    -> Agentes Políticos;

    -> servidores públicos ( estatutários, empregados públicos, temporário);

    -> particulares em colaboração ( honoríficos, delegatários, credenciados);

    Servidor público Estatutário: 

    *vinculo -> estuto

    *titular -> cargo público (efetivo , comissão)

    Empregado Público:

    * vínculo-> CLT

    * titular - emprego público

  • Muita gente entendendo que a questão se trata apenas do servidor público estatutário. Se fosse o caso não haveria resposta, pois todas pecam em alguma definição.

    A banca pede para identificar quem são os agentes públicos, e para tanto, mencionou o servidor público estatutário como um deles.

     

    Resposta B

  • Pessoal, é questão de interpretação!!!

    Repare a questão, não se pede uma definição, não se faz uma pergunta, é apenas a continuação do enunciado. Reparem:

    "A expressão agentes públicos é bastante abrangente, compreendendo categorias sujeitas a distintos regimes jurídicos. Dentre as várias espécies de agentes públicos inserem-se os servidores públicos estatutários,(...)"

    b) (...) que ocupam cargos públicos, os empregados públicos, cujo vínculo é pautado na legislação trabalhista e os servidores temporários, contratados por tempo determinado, para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público.

    Conclusão: Você só precisa saber as definições de Servidores Públicos Estatutários, Empregados Públicos e Servidores Temporários.

    É apenas uma forma de causar confusão e te induzir ao erro. Quem for mais esperto em questões como essa leva! ;)

    Paz

  • consegui compreender, olhando com mais atenção, o enunciado "não termina" detalhe da virgula" , "

     valeu pela dica pessoal!

     

  • Questão de "decoreba".

    As categorias de Agentes Públicos se subdividem-se em 04:

    1         Agentes Políticos:

    Ocupam o primeiro escalão do governo e tem suas competências e atribuições previstas na CF.

    Exemplo: Presidente da República, Vice, Ministros de Estado, Deputados Federais, Senadores.

    2.       Servidores Públicos:

    Prestam serviço para a Administração direta ou Indireta com vínculo Jurídico. E podem ser de três formas:

    2.1   Estatutários:

    Se submetem a um estatuto próprio.

    Ocupa cargo público

    Lei 8.112.

    Concurso Público

    2.2   Empregados Públicos:

    Ocupam emprego público

    Estão submetidos a CLT

    Concurso Público

    2.3   Servidor Temporário:

    Atende a uma necessidade temporária de excepcional interesse público.

    A lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a uma necessidade de excepcional interesse público.

    3.       Particulares que colaboram com a Adm.:

    Não tem vínculo

    Exemplo: Jurado no tribunal do Júri, Mesário em eleição, Cartório tabelião de notas 

    4.       Militares:

    Regime diferenciado

    Proibidos de fazer greve

    Gabarito: B

  • Fácil  :)

  • De acordo com o STF os integrantes do PJ e MP sao agente politicos

     

  • A questão é meio maluca, mas no final deu para interpretar que ela não queria a definição de servidor ESTATUTÁRIO, a banca queria tão somente a alternativa que completasse o conceito de servidores públicos de um modo geral envolvendo as várias espécies de servidores públicos.

  • MELDELUSSS...

  • Correta a letra B! ESTÃO NA CAMADAS DE SERVIDORES PUBLICOS EM SENTIDO AMPLO, ALEM DOS ESTATUTARIOS OS EMPREGADOS PUBLICOS E O SERVIDOR TEMPORARIO CONTRATADO PARA ATIVIDADES TEMPORARIAS DE CARATER EXCEPCIONAL PREVISTAS EM LEI..

  • O erro da Letra A foi afirmar a exclusão dos particulares em colaboração, se não afirmasse isto estaria correta.

    Mas o gabarito é B mesmo, tudo certo. As demais contêm erros grotescos.

  • Que tal indicar pra comentário do professor?

    Li todos os comentários aqui, mas nenhum esclareceu completamente a questão.

  • É mais uma questão de interpretação e pontuação, com separação de vírgulas.

     

    (...) agentes públicos inserem-se os servidores públicos estatutários -- que ocupam cargos públicos --, os empregados públicos, cujo vínculo é pautado na legislação trabalhista e os temporários, contratados por tempo determinado para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público.

  • Por essas e outras que o português detona muita gente. A questão é pura interpretação de textos. SEM OR!

  • CORRETA B (vou dividir a alternativa para entenderem melhor):

    Dentre as várias espécies de agentes públicos inserem-se:

    I - os servidores públicos estatutários, que ocupam cargos públicos;

    II - os empregados públicos, cujo vínculo é pautado na legislação trabalhista;

    III - e os servidores temporários, contratados por tempo determinado, para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público.

     

  • Agora, vejamos os erros das demais:

    A) Exclusão dos servidores temporários.

    C) Exclusão dos particulares em colaboração com o Poder Público.

    D) Exclusão dos empregados públicos.

    E) Exclusão dos agentes políticos.

    Segundo a diva Di Pietro:

    "Perante a Constituição (...), pode-se dizer que são quatro as categorias de agentes públicos:

    1. agentes políticos;

    2. servidores públicos;

    3. militares; e

    4. particulares em colaboração com o Poder Público.

    Lembrando que os servidores públicos estão subdivididos em: servidores estatutários, empregados públicos e servidores temporários.

  • AGENTE PÚBLICO é toda e qualquer pessoa física que exerce, em caráter permanente ou temporário, remunerado ou gratuitamente, sob qualquer forma de investidura ou vínculo, função pública em nome do Estado - qualquer pessoa física que atue em nome do Estado.

     

  • PUTZ ERREI POR CAUSA DA VÍRGULA!

  • Questão de interpretação de texto!!!

    Empregados públicos é regido pela CLT> Emprego público.

  • Questão sensacional. Aquela vírgula depois de estatutário muda todo o sentido.

     

  • FCC é tinhosa !! Capeta

  • Dica:

    - Temporários : Função Pública/ Regido por Contrato Público = Estatuto Próprio/ Processo Seletivo Simlificado/ Art. 37, IX, CF/ Não Estabilidade

    Celetista : Emprego Público/ Regido pela CLT/ Concurso/ Não Estabilidade

    -Estatutário : Titulariza Cargo Público efetivo / Regido lei 8.112/ Concurso/Art. 37,II,CF/ Estabilidade

                          Titulariza Cargo Público comissionado/ Regido lei 8.112/ Exceção ao concurso: Nomeação/ Art. 37,II,CF/ Não estabilidade

     

  • uma simples conjunção aditiva "e" pode colocar tudo a perder...

  • faz que nem o jack estripador

    1. servidores públicos estatutários que ( que retorna servidores públicos estatutários )  cupam cargos públicos.

    2 . os empregados públicos, cujo ( cujo da sentido de posse ) vínculo é pautado na legislação trabalhista.

    3. os servidores temporários, contratados por tempo determinado, para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público. 

    tem que melhorar no portugues filho.

     gab: letra B

  • Lucas Mandel

    Acho que você erraria essa questão se fosse de Português.

    O texto está corretíssimo.

  • Mano, a FCC da de 10 a 0 na maioria das bancas... Todas as questões exigem mais que uma simples decoreba de lei

  • AGENTE PÚBLICO É GÊNERO, e suas ESPÉCIES são: 

     

    → Agentes Políticos

     

    → Agentes Administrativos

                       → Servidores Públicos

                       → Empregados Públicos

                       → Temporários

     

    → Agentes honoríficos

     

    → Agentes Delegados

     

    → Agentes Credenciados

     

    Gabarito: B

     

    Força!

  • ERROS MARCADOS EM VERMELHO 

    a) ERRADA que ocupam cargos públicos e os empregados públicos, cujo vínculo é pautado na legislação trabalhista, excluindo-se os servidores temporários, porque não podem se vincular definitivamente à Administração Pública.

    b CORRETA  que ocupam cargos públicos, os empregados públicos, cujo vínculo é pautado na legislação trabalhista e os servidores temporários, contratados por tempo determinado, para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público.

    c) ERRADA  celetistas e temporários e os agentes políticos, excluindo-se os particulares em colaboração com o Poder Público, por não manterem com o Poder Público vínculo empregatício.

    d) ERRADA que ocupam cargos públicos e os servidores temporários, contratados por tempo determinado, excluindo-se os empregados públicos, por não se submeterem a concurso público.

    e) ERRADA celetistas e temporários e os particulares em colaboração com o Poder Público, excluindo-se os agentes políticos, porque foram investidos por eleição nos respectivos cargos.

  • Essa redação não ajuda em nada, quase que torna a alternativa nula isso sim, só não cabe recurso porque não colocaram a opção de servidores públicos sozinho, mas se ela existisse provavelmente tinha dado merd@


    Dentre as várias espécies de agentes públicos inserem-se os servidores públicos estatutários.

    O estatutário que conheço são os servidores, só e somente só, os demais se inserem na CLT, Vitaliciedade ...

  • Agora que vim entender, é do tipo complete a frase... eca

  • gab. B

  • Não entendi as reclamações nessa questão...

  • Até entendo a lógico do pessoal justificando a ação da banca, eu acertei a questão, mas vejo que ela induz ao erro mesmo, só que isso prejudica (e muito) a resolução da questão. Ao meu ver, deveria, no mínimo, ser anulada, pois foi muito mal elaborada. Questões assim, você deleta do seu caderno e nunca mais revisa, pois só confunde o seu estudo e pode até te levar a errar um enunciado fácil e bem elaborado.

  • Tem que ter bastante atenção, depois de ler varias vezes vi que o enunciado terminava com uma virgula e que a banca queria a continuação do texto, ainda se referindo aos AGENTES PÚBLICO, e não o conceito de servidores estatutários como eu havia pensado.

  • Comentários:

    Vamos analisar cada item, atentando que a resposta deve completar corretamente a frase final do enunciado:

    a) ERRADA. Os servidores temporários, embora não ocupem cargo ou emprego na Administração, são sim considerados agentes públicos, assim como os servidores públicos estatutários e os empregados públicos.

    b) CERTA. São agentes públicos tanto os servidores públicos estatutários, que ocupam cargos públicos, assim como os empregados públicos, submetidos ao regime trabalhista e os servidores temporários, que não ocupam cargo ou emprego na Administração.

    c) ERRADA. Os particulares em colaboração com o Poder Público são sim considerados agentes públicos, na categoria agentes delegados.

    d) ERRADA. Os empregados públicos são sim considerados agentes públicos. Apesar de se submeterem ao regime trabalhista, devem ser contratados mediante concurso público.

    e) ERRADA. Os agentes políticos também são agentes públicos. Detalhe é que nem todos os agentes políticos são investidos por eleição. Como exemplo, temos os auxiliares diretos dos chefes do Executivo (Ministros e Secretários de Estado), que são livremente escolhidos pelo Presidente da República, pelos Governadores e pelos Prefeitos.

    Gabarito: alternativa “b”

  • por que as bancas induz ao erro ? isso bagunça a mente das pessoas


ID
1801597
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Em setembro de 2015, a Amazônia Legal teve 229 quilômetros quadrados (km2) de floresta desmatada. O dado representa uma redução de 43% em relação ao mesmo período de 2014, quando o desmatamento somou 402 km2. As informações são do boletim do Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD), do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

                                               (Adaptado de: http://portalamazonia.com/noticias)

Os dois estados mais desmatados foram 

Alternativas
Comentários
  • Mato Grosso e Pará

  • Considerando os dois primeiros meses do calendário atual de desmatamento ﴾agosto a setembro de 2015﴿, Mato Grosso lidera o ranking com 38% do total desmatado no período. Em seguida aparece o Pará ﴾33%﴿ e Amazonas ﴾12%﴿. Em termos relativos, houve aumento expressivo de 1.900% em Tocantins e 40% no Pará.


    Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2015/10/mt-e-lider-de-desmatamento-da-amazonia-legal-em-setembrode2015.html

  • Mas gente! Questão incompleta, não???


ID
1801600
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

No início do mês de setembro de 2015 a mídia tornou conhecida do público brasileiro a agência Standard & Poor's (S & P), uma das maiores agências de classificação de riscos do mundo. A Standard & Poor’s

Alternativas
Comentários
  • Letra D: o Brasil perdeu o grau de investimento e retornou ao grau especulativo.

  • http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/09/1679688-agencia-de-risco-sp-corta-nota-do-brasil-para-grau-especulativo.shtml

  • 17/02/2016 16h40 - Atualizado em 17/02/2016 19h17

    Após tirar grau de investimento, S&P volta a rebaixar nota do Brasil

    Em setembro, país perdeu o selo de bom pagador pela agência.
    Nota foi cortada em um nível, de BB+ para BB; perspectiva é negativa.

     

    A Standard and Poor's (S&P) rebaixou novamente a nota de crédito soberano do Brasil nesta quarta-feira (17), mais de cinco meses após o país perder o selo de bom pagador pela agência. O rating, que é usado como referência para os investidores estrangeiros aplicarem recursos no Brasil, foi cortado em um nível, passando de BB+ para BB, com perspectiva negativa. 

    A agência justificou sua decisão alegando que o perfil do crédito do Brasil se debilitou desde setembro do ano passado, enquanto os desafios políticos e econômicos seguem sendo "consideráveis".

    Em setembro, o Brasil perdeu o grau de investimento pela S&P, quando a nota do país foi rebaixada de "BBB-" para "BB+", com perspectiva negativa.

    O grau de investimento é um selo de qualidade que assegura aos investidores um menor risco de calotes. A S&P foi a primeira agência entre as maiores a tirar o grau de investimento do Brasil.

     

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/02/sp-volta-rebaixar-nota-do-brasil.html


ID
1801603
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Em outubro, o Banco Central manteve a taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano. Desde julho (2015), a instituição afirmava que seu objetivo era atingir esse valor no final de 2016.

                                            (Adaptado de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado)

A manutenção de taxa de juros (Selic) pelo Banco Central teve como um dos objetivos 

Alternativas
Comentários
  • manter a inflação sob controle.

  • Resposta: alternativa "c".

    * Matéria relacionada: http://apacontlinks.blogspot.com.br/2015/10/banco-central-mantem-taxa-de-juros-em.html?view=snapshot&m=1

  • 02/03/2016 19h36 - Atualizado em 02/03/2016 20h51

    Pela 5ª vez seguida, Copom mantém taxa de juros em 14,25% ao ano

    Taxa básica de juros continua no maior patamar em quase dez anos.
    Decisão foi tomada em cenário de atividade em queda e alta da inflação.

     

    Taxa de juros


    Ao subir os juros ou mantê-los elevados, o Banco Central tenta controlar o crédito e o consumo, atuando assim para segurar a inflação, que mostrou resistência no ano passado e no início de 2015 por conta da alta do dólar e dos preços administrados – como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros.

    Por outro lado, ao tornar o crédito e o investimento mais caros, os juros altos prejudicam o nível de atividade da economia brasileira e, também, a geração de empregos.

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/03/pela-5-vez-seguida-copom-mantem-taxa-de-juros-em-1425-ao-ano.html

     


ID
1801609
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Um dos assuntos mais discutidos pela imprensa brasileira diz respeito à reforma política. Neste ano de 2015, a Câmara dos deputados, em Brasília, deu um pequeno passo ao aprovar um Projeto de Emenda à Constituição − PEC que ainda deverá ser votado também no Senado. Este PEC trata

Alternativas
Comentários
  • Resposta à questão neste link, com vídeo-reportagem:

    http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/05/camara-aprova-incluir-na-constituicao-doacao-de-empresas-partidos-politicos.html

    * Resumo da reportagem:

    DOAÇÕES ---> EMPRESAS ---> Part. Polít.

    -

    -

    -----------------> PF's ---------------> Part. Polít. + Candidatos.

  • A manutenção das doações empresariais para os partidos políticos financiarem as campanhas foi o ponto mais polêmico da discussão da minirreforma eleitoral (PL 5735/13).

    O Senado proibiu a doação das empresas, mas o tema foi restabelecido pelo de 285 deputados, contra 180. O tema agora seguirá para a sanção da presidente da República.


    http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/495779-MANUTENCAO-DO-FINANCIAMENTO-EMPRESARIAL-DE-CAMPANHAS-E-MAIOR-POLEMICA-DA-MINIRREFORMA-ELEITORAL.html


  • A referência da colega Tássia Bedim está errada. A questão se refere a PEC, não PL.


ID
1801612
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Uma pesquisa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) da Universidade Candido Mendes, mapeou a avaliação que os policiais têm do projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), criado em 2008. Justamente por causa do crescimento do número de confrontos, acreditam os pesquisadores, há uma queda da avaliação positiva dessa política de segurança nos últimos anos.

                                                         (Adaptado de: http://www.valor.com.br/brasil)

As UPPs, conhecidas em todo o Brasil pelos constantes confrontos entre policiais e traficantes, foram criadas para aumentar a segurança da cidade 

Alternativas
Comentários
  • Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) é um projeto da Secretaria Estadual de Segurança do Rio de Janeiro que pretende instituir polícias comunitárias em favelas, principalmente na capital do estado, como forma de desarticular quadrilhas que, antes, controlavam estes territórios como verdadeiros estados paralelos.[1] Antes do projeto, inaugurado em 2008, apenas a favela Tavares Bastos, entre as mais de 500 existentes na cidade, não possuía crime organizado, tráfico de drogas ou milícia.


    https://pt.wikipedia.org/wiki/Unidade_de_Pol%C3%ADcia_Pacificadora

  • A Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) é um dos mais importantes programas de Segurança Pública realizado no Brasil nas últimas décadas. Implantado pela Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, no fim de 2008, o Programa das UPPs é planejado e coordenado pela Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional. O Programa das UPPs foi elaborado com os princípios da polícia de proximidade, um conceito que vai além da polícia comunitária e tem sua estratégia fundamentada na parceria entre a população e as instituições da área de Segurança Pública.

    O Programa engloba parcerias entre os governos – municipal, estadual e federal – e diferentes atores da sociedade civil organizada e tem como objetivo a retomada permanente de comunidades dominadas pelo tráfico, assim como a garantia da proximidade do estado com a população.

    http://www.rj.gov.br/web/seseg/exibeconteudo?article-id=1349728


ID
1801624
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Habitam o estado de Roraima inúmeros grupos indígenas, dentre os quais os Makuxi que

Alternativas
Comentários
  • Gabarito  - C

  • PMRR-2018

  • Alternativa C


    PMRR se deus quiser!

  • vamos la! PM2018 vamos pra cima da UERR!!!!!!!!!!

  • Caveira...

  • E nós PM


  • Vamos pra cima galera PMRR 2018 tmj.


ID
1801627
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Sobre os tipos de clima de Roraima é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • "Temperaturas médias anuais de 24°C"? de onde a FCC tirou essa informação? meu irmão, quem chegou a essa conclusão nunca pisou em Roraima.

  • Marcos Mourão, só leva para sua prova essa informação...

  • O clima de Roraima varia de acordo com a região. O clima é equatorial - quente e úmido - nas regiões norte, sul e oeste do estado. Nessas regiões, a estação de seca é pouco pronunciada. A temperatura média anual é de 24°C. Já na região leste do estado, o clima é tropical. Nessa região, a estação de seca é bem definida. A temperatura média é semelhante as demais regiões do estado, porém a leste o índice de chuvas é menor.

    referência: www.infoescola.com/geografia/geografia-de-roraima/

  • Gabarito - D

  • CLIMA
    Seu clima é equatorial nas regiões Norte, Sul e Oeste - Nessas regiões, a estação de seca é pouco
    pronunciada. A temperatura média anual é de 24°C e tropical no Leste - o clima é tropical com índices de chuva
    menores do que os encontrados no clima equatorial.
    A parte oriental do estado é marcada por climas quentes e úmidos com uma estação seca não muito
    pronunciada (Am).
    Já a parte ocidental, é marcada por um clima quente sub-úmido com uma estação seca bem marcada (Aw).
    Equatorial: não apresenta grande amplitude térmica diária ou sazonal em razão da umidade atmosférica e da
    elevada nebulosidade.
    Já na região leste do estado, o clima é tropical. Nessa região, a estação de seca é bem definida. A
    temperatura média é semelhante as demais regiões do estado, porém a leste o índice de chuvas é menor.
    Tipos climáticos predominantes na Zona Intertropical
    Clima equatorial
    a) Características gerais
    Regime térmico:
    • temperatura constantemente elevada, apresentando amplitudes térmicas com pouca variação anual;
    • médias mensais acima dos 25 °C, podendo se aproximar dos 30 °C.
    Regime pluviométrico:
    • permanentemente úmido, com precipitação acima dos 2 500 mm/ano,
    podendo ultrapassar os 3 000 mm/ano. Apresenta ocorrência de chuvas de convecção quase diariamente no
    período da tarde.
    Diferenciação entre as estações do ano:
    dá-se pelo regime de cheias dos rios, que variam em função dos climas do entorno
    Clima tropical
    a) Características gerais
    Regime térmico:
    • amplitudes térmicas com pouca variação anual, embora com picos mais pronunciados;
    • médias mensais em torno de 25 °C.
    Regime pluviométrico:
    • geralmente, chove mais de 1 500 mm/ano e pode atingir níveis bem mais elevados se a modalidade for o
    clima tropical seco (predominante no Brasil Central e em boa parte da África) ou úmido (predominante em
    grande parte do litoral brasileiro e da Ásia de Monções). As chuvas de convecção prevalecem no verão.
    Diferenciação entre as estações do ano:
    ocorre mais pelas chuvas que pela temperatura, especialmente no tropical seco.
    Tropical seco: savanas. Vegetação com expressiva presença de gramíneas e herbáceas, intercaladas
    por matas ciliares, arbustos e árvores esparsas caducifólias (perdem as folhas em estações frias ou secas) de
    grande porte, como as acácias. No Brasil Central, as savanas correspondem ao cerrado.
    • Tropical úmido: floresta tropical. Menos fechada e com predomínio de árvores de porte um pouco inferior ao
    das árvores das florestas equatoriais, em geral apresenta maior variedade de espécies, principalmente em
    regiões serranas, pela ocorrência frequente de chuvas orográficas, que conferem a esses ambientes extrema
    umidade.


ID
1801633
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Atenção: A questão refere-se à Defensoria Pública do Estado de Roraima.

 Prestar o serviço de assistência jurídica de excelência na Defensoria Pública do Estado de Roraima é, expressamente, parte integrante de 

Alternativas
Comentários
  • essa QUESTÃO ainda ta errada no meu entendimento.

  • Não percebi erro na questão, está expresso no site da DPE-RORAIMA.

    Missão 

    A Defensoria Pública tem como missão prestar assistência jurídica, judicial e extrajudicial, integral e gratuita aos necessitados, assim considerados na forma da Lei, em todos os graus de jurisdição e instâncias administrativas do Estado, sempre em busca da universalização dos serviços que presta.

     

    Visão  GAB: A

    Executar de forma eficaz os objetivos incumbidos a esta Instituição, sempre observando a legislação vigente, e fazendo com que o público alvo tenha um serviço de assistência jurídica célere e de excelência.

    Aqui vai um bizu que sempre me ajuda a resolver esse tipo de questão,mesmo que você não saiba a reposta é só pensar:

    Missão = Razão de ser

    Visão = O que queremos ser?


ID
1801642
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

É atribuição da Defensoria Pública a prestação de assistência judiciária em ações judiciais.

Dentre essas, NÃO se inclui a ação 

Alternativas
Comentários
  • GABARITO (C)

  • Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade:

            I - o Presidente da República;

            II - a Mesa do Senado Federal;

            III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

            IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;

            V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;

            VI - o Procurador-Geral da República;

            VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

            VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

            IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

        § 1º O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal.

    OBS:

    Os legitimados ativos universais podem propor a ADI e a ADC independentemente da existência de pertinência temática. Enquadram-se nesta categoria o Presidente da República, a mesa do Senado Federal, a Mesa da Câmara dos Deputados, o Procurador-Geral da República, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e partido político com representação no Congresso Nacional.

    Os legitimados ativos especiais são aqueles dos quais se exige pertinência temática como requisito implícito de legitimação. 

    Observação

    Possível mudança de entendimento, por unanimidade o Plenário do Senado aprovou, a proposta de emenda à constituição 31/2017, que garante legitimidade ao defensor público-geral federal para propor ADI no Supremo Tribunal Federal. 

  • Observação

    Por unanimidade, o Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (23/4), a proposta de emenda à Constituição 31/2017, que garante legitimidade ao defensor público-geral federal para propor Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) e Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) no Supremo Tribunal Federal. 

  • Observação

    Possível mudança de entendimento, por unanimidade o Plenário do Senado aprovou, a proposta de emenda à constituição 31/2017, que garante legitimidade ao defensor público-geral federal para propor Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal. 

  • Observação

    Possível mudança de entendimento, por unanimidade o Plenário do Senado aprovou, a proposta de emenda à constituição 31/2017, que garante legitimidade ao defensor público-geral federal para propor ADI no Supremo Tribunal Federal. 

  • Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade:

            I - o Presidente da República;

            II - a Mesa do Senado Federal;

            III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

            IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;

            V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;

            VI - o Procurador-Geral da República;

            VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

            VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

            IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

        § 1º O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal.

    OBS:

    Os legitimados ativos universais podem propor a ADI e a ADC independentemente da existência de pertinência temática. Enquadram-se nesta categoria o Presidente da República, a mesa do Senado Federal, a Mesa da Câmara dos Deputados, o Procurador-Geral da República, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e partido político com representação no Congresso Nacional.

    Os legitimados ativos especiais são aqueles dos quais se exige pertinência temática como requisito implícito de legitimação. 

    Observação

    Possível mudança de entendimento, por unanimidade o Plenário do Senado aprovou, a proposta de emenda à constituição 31/2017, que garante legitimidade ao defensor público-geral federal para propor ADI no Supremo Tribunal Federal. 

  • Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade:

            I - o Presidente da República;

            II - a Mesa do Senado Federal;

            III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

            IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;

            V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;

            VI - o Procurador-Geral da República;

            VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

            VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

            IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

        § 1º O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal.

    OBS:

    Os legitimados ativos universais podem propor a ADI e a ADC independentemente da existência de pertinência temática. Enquadram-se nesta categoria o Presidente da República, a mesa do Senado Federal, a Mesa da Câmara dos Deputados, o Procurador-Geral da República, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e partido político com representação no Congresso Nacional.

    Os legitimados ativos especiais são aqueles dos quais se exige pertinência temática como requisito implícito de legitimação. 

    Observação

    Possível mudança de entendimento, por unanimidade o Plenário do Senado aprovou, a proposta de emenda à constituição 31/2017, que garante legitimidade ao defensor público-geral federal para propor ADI no Supremo Tribunal Federal. 


ID
1844275
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973

O juiz deve extinguir o processo, sem resolução do mérito, quando não estiverem presentes as condições da ação, que são a

Alternativas
Comentários
  • NCPC

    Art. 17 Para postular em juízo é necessário ter INTERESSE e LEGITIMIDADE.

    Art. 485 O juiz não resolverá o mérito quando:

    I. For indeferida a petição inicial;

    II. O processo ficar parado durante mais de 1 ano por negligência das partes;

    III. Por não promover os atos e as diligências que lhe incumbir, a autor abandonar a causa por mais de 30 dias;

    IV. Verificar a ausência de pressupostos de constituição e desenvolvimento válido e regular do processo;

    V. Reconhecer a existência de perempção, de litispendência ou de coisa julgada;

    VI. Verificar a ausência de legitimidade ou de interesse processual;

    VII. Acolher a alegação de existência de convenção de arbitragem ou quando o juízo arbitral reconhecer a sua competência;

    VIII. Homologar a desistência da ação;

    IX. Em caso de morte da parte, a ação for considerada intransmissível por disposição legal;

    X. Nos demais casos previstos neste código.


ID
1844278
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

O interesse do autor da ação

Alternativas
Comentários
  • CPC/73 

    Art. 4o O interesse do autor pode limitar-se à declaração:

    I - da existência ou da inexistência de relação jurídica;

    II - da autenticidade ou falsidade de documento.

    Parágrafo único. É admissível a ação declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do direito.

  • De acordo com CPC/2015:

    Art. 19.  O interesse do autor pode limitar-se à declaração:

    I - da existência, da inexistência ou do modo de ser de uma relação jurídica;

    II - da autenticidade ou da falsidade de documento.

    Art. 20.  É admissível a ação meramente declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do direito.

  • LETRA B

     

    Complementando

     

    CPC/15

    Art. 20. É admissível a ação meramente declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do direito. ( Mesmo que o natural seja pedir a declaração e a condenação do réu, o autor poderá pedir só a declaração)

     

  • “Parágrafo único. É admissível a ação declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do direito.”

     

     

    Eu vou dar para vocês um exemplo histórico e verdadeiro desse § único do art. 4º. Se alguém lhe perguntar a respeito, o que é muito provável, você vai dar esse exemplo. Vocês já ouviram falar de Wladimir Herzog, jornalista que foi assassinado, mas que teria se suicidado no DOPS de São Paulo. Apareceu uma foto dele tendo cometido suicídio. A foto de Wladimir Herzog na cela, morto, se tornou um marco da ditadura e da farsa constituída em torno da morte dele. Pela primeira vez, mobilizou a classe média brasileira que ficou chocada com o ocorrido (1975). Ele era casado com Clarisse Herzog. Ela entrou com uma ação contra a União para pedir o reconhecimento da responsabilidade da União. E só. Não pediu a condenação da União a nada. Entrou com uma ação meramente declaratória. Ela só pediu uma coisa julgada que dissesse que a União fora responsável pela morte de seu marido. E ganhou, não obstante a União ter alegado em sua defesa, falta de interesse de agir sob o argumento de que se já houve a violação do direito, ela deveria ter pedido a condenação e não a declaração. Só que aí, o antigo TFR disse que não porque o CPC permite o ajuizamento da ação meramente declaratória nesse caso. É o exemplo histórico do § único, do art. 4º.

     

    Fonte:https://www.passeidireto.com/arquivo/1092382/09---fred-didier-aula-lfg

  • Complementando os comentários dos colegas, trago outro Exemplo que poderá possível ser cobrado em provas:

     

    1) Imagine que o cidadão tenha o seu nome negativado indevidamente perante os órgãos de proteção ao crédito.

    2) Ocorre que esse mesmo cidadão já possui outras negativações perante esses mesmos órgãos de proteção ao crédito, essas por dívidas devidas.

    3) O enunciado da súmula 385 do STJ acabou a indústria do dano moral descrevendo que: “Da anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito, não cabe indenização por dano moral quando preexistente legítima inscrição, ressalvado o direito ao cancelamento”.

    4) Logo esse cidadão que teve o seu nome indevidamente negativado, poderá ajuizar ação declaratória de inexistência de débito, ficando impedido de pleitear condenação por danos morais.

     

    Fé, força e foco!

  • Literalidade do art. 19, I c/c art. 20, ambos do NCPC.

  • A questão trata, basicamente, da conjugação destes dois dispositivos do CPC:  
    Art. 19. O interesse do autor pode limitar-se à declaração: 
    I - da existência, da inexistência ou do modo de ser de uma relação jurídica; 
    II - da autenticidade ou da falsidade de documento. 
    Art. 20. É admissível a ação meramente declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do direito. 
    Portanto, a única afirmativa que está em sintonia com a disciplina do Código em relação às ações declaratórias é a B – “O interesse do autor da ação pode se limitar à declaração da inexistência de relação jurídica, ainda que tenha ocorrido a violação do direito” 


    Gabarito: B

  • Art. 20. É admissível a ação meramente declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do direito.

  • A questão “brincou” com as regras constantes dos artigos 19 e 20.

    Mas, antes, vamos revisar um importante conceito:

    A ação declaratória tem por objeto a declaração da (1) existência ou (2) inexistência ou do (3) modo de ser de uma relação jurídica, bem como a declaração de (1) autenticidade ou (2) falsidade de um documento:

     

    Art. 19. O interesse do autor pode limitar-se à declaração:

    I – da existência, da inexistência ou do modo de ser de uma relação jurídica;

    II – da autenticidade ou da falsidade de documento.

    Art. 20. É admissível a ação meramente declaratória, ainda que tenha ocorrido a violação do direito

     

    A finalidade dessa ação é pura e simplesmente obter uma declaração judicial, sem a necessidade de posterior execução da decisão.

    Portanto, o interesse do autor pode se limitar a declaração de

    a) Existência ou inexistência de relação jurídica (já “matamos” as alternativas “d” e “e”);

    b) Autenticidade ou falsidade de documento.

    Nesses casos, a ação pode ser meramente declaratória, mesmo tenha ocorrido violação do direito, o que torna as assertivas “a” e “c” incorretas.

    Resposta: B


ID
1844281
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

André, por ser casado com Beatriz sob o regime da comunhão universal de bens,

Alternativas
Comentários
  • CPC/73 

    Art. 10. O cônjuge somente necessitará do consentimento do outro para propor ações que versem sobre direitos reais imobiliários.

  • LETRA E

     

    CPC 15

     

    Art. 73. O cônjuge necessitará do consentimento do outro para propor ação que verse sobre direito real IMOBILIÁRIO , salvo quando casados sob o regime de separação absoluta de bens.

  • Pior desgraça que o cara pode fazer é casar nesse regime. 

  • O consentimento do conjunge é indispensável para a propositura de ação de que verse sobre direito real imobiliário.

    Só não haverá tal obrigatoriedade se os cônjuges estiverem casados sob o regime de separação absoluta de bens:

    Art. 73 O cônjuge necessitará do consentimento do outro para propor ação que verse sobre direito real imobiliário, salvo quando casados sob o regime de separação absoluta de bens.

    Portanto, como André e Beatriz estão casados sob o regime de comunhão universal de bens, ele necessitará do consentimento dela para propor ações que versem sobre direitos reais imobiliários, conforme alternativa ‘e’

    Resposta: E


ID
1844284
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

Bernardo ajuizou contra Paulo ação de indenização por danos morais. Após a contestação, o juiz verificou que ambas as partes estavam irregularmente representadas, razão pela qual concedeu ao autor e ao réu o prazo de 10 dias para sanarem o defeito. Decorrido o prazo, o juiz deverá

Alternativas
Comentários
  • CPC/73

    Art. 13. Verificando a incapacidade processual ou a irregularidade da representação das partes, o juiz, suspendendo o processo, marcará prazo razoável para ser sanado o defeito.

    Não sendo cumprido o despacho dentro do prazo, se a providência couber:

    I – ao autor, o juiz decretará a nulidade do processo;

    II – ao réu, reputar-se-á revel;

    III – ao terceiro, será excluído do processo.

    NCPC 2015

    Art. 76 Verificada a incapacidade processual ou a irregularidade da representação da parte, o juiz suspenderá o processo e designará prazo razoável para que seja sanado o vício.

    § 1o Descumprida a determinação, caso o processo esteja na instância originária:

    I – o processo será extinto, se a providência couber ao autor;

    II – o réu será considerado revel, se a providência lhe couber;

    III – o terceiro será considerado revel ou excluído do processo, dependendo do polo em que se encontre.


ID
1844287
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

Os atos e termos processuais

Alternativas
Comentários
  • CPC/73

    Art. 154. Os atos e termos processuais não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir, reputando-se válidos os que, realizados de outro modo, Ihe preencham a finalidade essencial.

  • NCPC 2015

    Art. 188.  Os atos e os termos processuais independem de forma determinada, salvo quando a lei expressamente a exigir, considerando-se válidos os que, realizados de outro modo, lhe preencham a finalidade essencial.

  • Gabarito: a

    Art. 154. Os atos e termos processuais não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir, reputando-se válidos os que, realizados de outro modo, lhe preencham a finalidade essencial.

    X

    NCPC Art. 188.0s atos e os termos processuais independem de forma determinada, salvo quando a lei expressamente a exigir, considerando-se válidos os que, realizados de outro modo, lhe preencham a finalidade essencial.

     

  • CORRETO. Diz respeito aos seguintes princípios:

    a) Princípio da liberdade das formas: os atos processuais podem ser realizados por qualquer forma, desde que idônea para atingir o seu fim.

    b) Princípio da instrumentalidade das formas:  as formas não têm valor intrínseco próprio, mas são estabelecidas para se atingir a uma finalidade.

  • ART 188 NCPC.

    OS ATOS E OS TERMOS PROCESSUAIS  (INDEPENDEM)  DE FORMA DETERMINADA, SALVO QUANDO A LEI EXPRESSAMENTE A EXIGIR, CONSIDERANDO-SE VÁLIDOS OS QUE, REALIZADOS DE OUTRO MODO, LHE  PREENCHAM AFINALIDADE ESSENCIAL.

  • ARTIGO 188- NOVO CPC.

    FUNDAMENTO DA QUESTÕES -

    LIVRO IV 

    ASSUNTO EDITAL :  DOS ATOS PROCESSUAIS  ( FORMA DOS ATOS PROCESSUAIS) 
    ART.182- CPC  (..)  Art. 188. Os atos e os termos processuais independem de forma determinada, salvo quando a lei expressamente  a exigir, considerandose  válidos os que, realizados de outro modo, lhe preencham a finalidade essencial.

     

    X A) não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir, reputando-se válidos os que, realizados de outro modo, Ihe preencham a finalidade essencial. ARTIGO 188- CPC.

     

    b) dependem sempre de forma determinada, a ser estabelecida pelo juiz em caso de omissão da lei, reputando-se válidos os que, realizados de outro modo, Ihe preencham a finalidade essencial.ERRO DEPENDE, CORRETO NÃO DEPENDE OU INDEPENDE. ARTIGO 188-CPC .

     

    c) não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir, reputando-se inválidos os realizados de outro modo, ainda que Ihe preencham a finalidade essencial.ERRO INVALIDOS, CORRETO VÁLIDOS.- ARTIGO 188-CPC.

     

    d) dependem sempre de forma determinada, a ser estabelecida pelo juiz em caso de omissão da lei, reputando-se inválidos os realizados de outro modo, ainda que Ihe preencham a finalidade essencial. ERRADA . ARTIGO 188 CPC 

     

    e) dependem sempre de forma determinada, conforme previsto em lei, reputando-se inválidos os realizados de outro modo, ainda que Ihe preencham a finalidade essencial. ( CORRETO INDEPENDE / VÁLIDOS ) ARTIGO 188-CPC 

     

    (*) QUESTÃO ALTERAM O SUBLINHADO...,  NÃO DEPENDE  / VÁLIDO. .

     

    BONS ESTUDOS

  • Atos processuais e termos processuais não dependem de forma, EXCETO quando a lei exigir.

    Visto que não é uma regra sem exceção. No caso: Se afirmativa indique que OS ATOS E TERMOS PROC. SEMPRE INDEPENDERAM DE FORMA, estará errada.

  • Nossa FCC é uma mãe! Essa sim formula questões nível médio.

  • Também instrumentalizado na Justiça do Trabalho.

  • GABARITO: A.

     

    NCPC

     

    Art. 188. Os atos e os termos processuais independem de forma determinada, salvo quando a lei expressamente a exigir, considerando-se válidos os que, realizados de outro modo, lhe preencham a finalidade essencial.

  • Gabarito A

    Art. 188, do NCPC:

     Art. 188. Os atos e os termos processuais independem de forma determinada, SALVO quando a lei expressamente a exigir, considerando-se válidos os que, realizados de outro modo, lhe preencham a finalidade essencial.

    SISTEMA DA INSTRUMENTALIDADE DAS FORMAS

    • em regra, os atos processuais independem de forma pré-determinada;
    • excepcionalmente, devem ser praticados na forma legalmente prevista; e
    • ainda que realizado irregularmente, se o ato atingir a finalidade, restará convalidado.

ID
1844290
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

Considere as seguintes proposições acerca dos atos do juiz:

I. Os atos do juiz consistem em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

II. Despacho é o ato pelo qual o juiz, no curso do processo, resolve questão incidente.

III. Os atos meramente ordinatórios independem de despacho.

IV. Recebe a denominação de acórdão o julgamento proferido pelo juiz de 1º grau.

V. Sentença é tão somente o ato pelo qual o juiz resolve o mérito da causa.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • I - correto . art 162

    II -  esse conceito é de decisao interlocutoria 

    III -  correto  paragrafo 4 do mesmo artigo. e sao ordinatorios juntada, vistas obrigatorias.

    IV -  errado. acordão toda decisao emanda por um colegiad/tribunalo. 1º grau é monocrático. 

    V - é ato pelo qual  implica uma das situaçoes do art. 267 (extinçao do processo sem merito) ou 269 (extincao do processo com merito)

    fundamento no CPC/73

  • § 4o Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

    decisão em priimeiro é grau é dita monocrática;

    Sentença pode ser editada para resolver uma lide com mérito e sem mérito.

     

  • no CPC/2015:

     

    I-Os atos do juiz consistem em sentenças, decisões interlocutórias e despachos. CORRETO. Art. 203.  Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

     

    II- Despacho é o ato pelo qual o juiz, no curso do processo, resolve questão incidente. INCORRETO
    Art. 203 § 1o Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2o Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1o.

    § 3o São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

     

    III- Os atos meramente ordinatórios independem de despacho. CORRETO Art. 203§ 4o Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

     

    IV- Recebe a denominação de acórdão o julgamento proferido pelo juiz de 1º grau. INCORRETO Art. 204.  Acórdão é o julgamento colegiado proferido pelos tribunais.
     

    V- Sentença é tão somente o ato pelo qual o juiz resolve o mérito da causa. INCORRETO Art. 203 § 1o Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução. (o art. 485 se refere as causas sem resolução do mérito.

  • NCPC

     

    Acórdão é a decisão proferida por um órgão colegiado.

     

    DA ORDEM DOS PROCESSOS NO TRIBUNAL

    Art. 941.  Proferidos os votos, o presidente anunciará o resultado do julgamento, designando para redigir o acórdão o relator ou, se vencido este, o autor do primeiro voto vencedor.

    Art. 943.  Os votos, os acórdãos e os demais atos processuais podem ser registrados em documento eletrônico inviolável e assinados eletronicamente, na forma da lei, devendo ser impressos para juntada aos autos do processo quando este não for eletrônico.

    § 1o Todo acórdão conterá ementa.

    § 2o Lavrado o acórdão, sua ementa será publicada no órgão oficial no prazo de 10 (dez) dias.

    Art. 944.  Não publicado o acórdão no prazo de 30 (trinta) dias, contado da data da sessão de julgamento, as notas taquigráficas o substituirão, para todos os fins legais, independentemente de revisão.

    Parágrafo único.  No caso do caput, o presidente do tribunal lavrará, de imediato, as conclusões e a ementa e mandará publicar o acórdão.

  • Nada é fácil , tudo se conquista!

  • Art 203 &4º NCPC

  • Corrigindo o colega abaixo, Gabarito: Letra B!

  • LETRA ------ (B)

     

    I. Os atos do juiz consistem em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

     

    II. Despacho é o ato pelo qual o juiz, no curso do processo, resolve questão de ofício ou a requerimento da parte

     

    III. Os atos meramente ordinatórios independem de despacho.

     

    IV. Recebe a denominação de acórdão o julgamento colegiado proferido pelos tribunais

     

    V. Sentença é  o ato pelo qual o juiz põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

     

  • Bizu 

    D - Acordão = Tribunal (acorde o tribunal) parece besteira mas ajudar a resolver questão e passar no certame.

  • Apesar do NCPC, a questão não está desatualizada...

  • Dos Pronunciamentos do Juiz

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • Letra B! Fácil demais.


ID
1844293
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

Em determinada ação, o autor foi intimado pela Imprensa Oficial, na pessoa do seu advogado, acerca da sentença de improcedência do pedido. O prazo para o autor recorrer dessa sentença

Alternativas
Comentários
  • Art. 224, novo CPC.  Salvo disposição em contrário, os prazos serão contados excluindo o dia do começo e incluindo o dia do vencimento.

  • Lembrando que o NCPC dispõe que: 

    Art. 219.  Na contagem de prazo em dias, estabelecido por lei ou pelo juiz, computar-se-ão somente os dias úteis.

    Parágrafo único.  O disposto neste artigo aplica-se somente aos prazos processuais.

  • Por que a letra C está errada? Alguém pode me explicar, por favor! :)

  • Flávia:

     

    Art. 216.  Além dos declarados em lei, são feriados, para efeito forense, os sábados, os domingos e os dias em que não haja expediente forense.

  • Acho que essa questão refere-se ao CPC/1973

  • Essa questão é super discutível! Haja vista que existem 02 alternativas corretas!

    C) - Art. 216.  Além dos declarados em lei, são feriados, para efeito forense, os sábados, os domingos e os dias em que não haja expediente forense.

    D) - Art. 224, novo CPC.  Salvo disposição em contrário, os prazos serão contados excluindo o dia do começo e incluindo o dia do vencimento.

  • Alguém poderia dizer qual seria o erro da alternativa C. 

  •  

    Prazos processuais e materiais

    "Uma importante peculiaridade do Novo CPC é a previsão de que a contagem de prazos em dias úteis aplica-se apenas aos “prazos processuais” (Novo CPC, art. 219, § único), excluindo, assim, os prazos de natureza material, que continuam a ser contabilizados em dias corridos. O que deve ser destacado é que nem sempre é uma tarefa fácil caracterizar um prazo como processual ou material, surgindo assim uma margem de discussão sobre a qualificação de determinados prazos. Como exemplo, é possível apontar que já existe divergência a respeito do prazo para interposição de mandado de segurança repressivo. Para alguns juristas, como o Prof. Marcelo Pacheco Machado (2), trata-se de um prazo processual, mas outra corrente, representada pelo Prof. André Vasconcelos Roque (3), entende que o prazo é material."   Vilas Boas Lopes Frattari

     

    Dos Prazos

    Os prazos  no Novo CPC, serão contados em dias úteis, excluindo-se o sábados, domingos e feriados da contagem. – Art. 219 do NCPC.

    Em caso de processo físico, o prazo em horas conta-se dás 6:00 às 20:00hs, para a protocolização dos documentos – Art. 212 NCPC -, e em se tratando de processo eletrônico, o prazo limite são às 23:59 do último dia do prazo. – Art. 213 NCPC.

    Exceção:

    Citação, Intimação e Penhora, não terão os prazos restritos à dias úteis.

  • Eu também acho que essa questão não considera o NCPC, pois é de 2015 e não menciona a Lei. 13.105/2015 como parâmetro para a resposta, motivo pelo qual a alternativa "c" foi considerada errada.

    Vejam como a abordagem da mesma banca foi totalmente diferente na questão abaixo:

    (TJ/SE - Juiz substituto/ FCC) O novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) dispõe que “na contagem de prazo em dias, estabelecido por lei ou pelo juiz, computar-se-ão somente os dias úteis" (artigo 219, caput). Considerando-se que esta norma já foi publicada, porém ainda não entrou em vigor, a parte deve valer-se da forma de cômputo estabelecida pelo,

     a) novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) para todos os atos processuais, incluindo os anteriores à sua entrada em vigor, tendo em vista que a norma processual possui efeito retroativo.

     b) novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) para todos os atos processuais, incluindo os anteriores à sua publicação, tendo em vista que a norma processual possui efeito retroativo.

     c) novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) para os atos posteriores à sua publicação, ainda que antes da vigência, porque a lei gera efeitos durante a vacatio legis.

     d) Código de Processo Civil atual (Lei nº 5.869/1973) para todos os atos processuais, incluindo os que se iniciarem depois da entrada em vigor do novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015), tendo em vista que a lei deve respeitar o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada.

     e) Código de Processo Civil atual (Lei nº 5.869/1973) enquanto este estiver em vigor, e da estabelecida pelo novo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) apenas para os atos praticados depois do início de sua vigência, tendo em vista o efeito imediato da lei e a proteção ao direito adquirido, ao ato jurídico perfeito e à coisa julgada.

  • De início, cumpre notar que a questão foi formulada com base no CPC/73.

    Alternativa A) Dispõe o art. 178, do CPC/73, que "o prazo, estabelecido pela lei ou pelo juiz, é contínuo, não se interrompendo nos feriados". Afirmativa incorreta.
    Alternativa B) Determina o art. 184, §1º, do CPC/73, que "considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil se o vencimento cair em feriado...". Afirmativa incorreta.
    Alternativa C) Vide comentário sobre a alternativa A. O prazo é contínuo. Afirmativa incorreta.
    Alternativa D) Determina o art. 184, caput, do CPC/73, que "salvo disposição em contrário, computar-se-ão os prazos, excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento". Afirmativa correta.
    Alternativa E) Dispõe o art. 188, do CPC/73, que "computar-se-á em quádruplo o prazo para contestar e em dobro para recorrer quando a parte for a Fazenda Pública ou o Ministério Público", regra essa aplicável também aos defensores públicos por força da Lei Complementar nº 80/94, que dispõe sobre a organização das Defensorias Públicas. Afirmativa incorreta.
  • Gabarito D

    O Edital diz que deve-se considerar a legilação até a abertura do mesmo. Portanto, a questão refere-se ao CPC/1973

  • Gente, com base em que Eliude Rodrigues está afirmando que citação, intimação e penhora não são prazos processuais (já que não seriam contados em dias úteis)? Só estou encontrando que citação e intimação são sim prazos processuais. Alguém me ajuda?

  • Galera, o erro da C é de terminologia. Como já citaram, o prazo processual no Novo CPC é contado em dias ÚTEIS, logo não se contam feriados e final de semana. Todavia, o prazo flui normalmente, apenas não é contado nestes dias, pois somente se contam em dias úteis.

  • C)   não corre em domingos ou feriados, ainda que iniciado em dia útil. ERRADO. O erro desta alternativa é a omissão do sábado, haja vista que, segundo o “Art. 219. Na contagem de prazo em dias, estabelecido por lei ou pelo juiz, computar-se-ão somente os dias úteis”. Ou seja, não se contam os sábados, domingos e feriados, pois não são dias úteis.

    D) CORRETO. Art. 224. Salvo disposição em contrário, os prazos serão contados excluindo o dia do começo e incluindo o dia do vencimento.

    E) O prazo é em dobro e não em triplo: Art. 186. A Defensoria Pública gozará de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais. ERRADO

  • QUESTÃO DESATUALIZADA!!!

    Ela se refere ao CPC de 1973

  • Como já disse os colegas, tal questão foi baseada no CPC/73. Me corrijam caso eu esteja errado, mas se formos levar em conta o CPC/15, tal questão estaria corrita. Eu acertei a questão com base no CPC/15.  Vejamos:

    a) interrompe-se nos feriados.

    Ao meu ver, tal questão estaria errada pelo seguinte entendimento, os prazos não se interrompem nos feriados, eles se suspendem. Vejamos alguns exemplos retirados do CPC/15

    Art. 220.  Suspende-se o curso do prazo processual nos dias compreendidos entre 20 de dezembro e 20 de janeiro, inclusive.

    § 2o Durante a suspensão do prazo, não se realizarão audiências nem sessões de julgamento.

    Art. 221.  Suspende-se o curso do prazo por obstáculo criado em detrimento da parte ou ocorrendo qualquer das hipóteses do art. 313, devendo o prazo ser restituído por tempo igual ao que faltava para sua complementação.

     

    b) não se prorroga se o vencimento cair em feriado, caso em que o termo final é antecipado ao primeiro dia útil antecedente.

    art. 224, § 1o Os dias do começo e do vencimento do prazo serão protraídos para o primeiro dia útil seguinte, se coincidirem com dia em que o expediente forense for encerrado antes ou iniciado depois da hora normal ou houver indisponibilidade da comunicação eletrônica.

     

    c) não corre em domingos ou feriados, ainda que iniciado em dia útil.

    O erro pra mim nessa alternativa é que não seria "ou" e sim "e". Vejamos: Art. 216.  Além dos declarados em lei, são feriados, para efeito forense, os sábados, os domingos e os dias em que não haja expediente forense.

     

    d) computar-se-á excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento.  Art. 224.  Salvo disposição em contrário, os prazos serão contados excluindo o dia do começo e incluindo o dia do vencimento.

     

    e) conta-se em triplo, caso esteja representado por defensor público. Art. 186.  A Defensoria Pública gozará de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais.

  • Desatualizada

  • Ao meu ver colega Vitor, na alternativa C, a omissão do sábado não causa erro, pois a alternativa não trato o domingo e feriado com exclusividade. Dessa forma, entendo que de acordo com o Novo CPC a alternativa correta é a C.

  • GAB:LETRA D

    De acordo com o Novo CPC:

    Art. 224.  Salvo disposição em contrário, os prazos serão contados excluindo o dia do começo e incluindo o dia do vencimento.

    De acordo com o Antigo CPC:

    ART 184.Salvo disposição em contrário, computar-se-ão os prazos, excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento.

     

  • Hoje , com espeque no NOVO CPC, a letra C e D  estão certas!

  • NOVO CPC

    Na contagem do prazo, exclui-se --->>>> o dia do começo

    e inclui-se --->>>> o do vencimento, computando-se

    na contagem do prazo --->>> , apenas os dias úteis (art. 219)

  •  DE ACORDO COM O NOVO CPC

     

    Letra A: Art. 219 - Na contagem de prazo em dias, estabelecido por lei ou por juiz, computar-se-ão somente os dias úteis. (No antigo CPC, art. 178, o prazo não se interrompia nos feriados).

    Letra B: Art, 224, § 1º - Os dias do começo e do vencimento do prazo pdoerão ser protraídos para o primeiro dia útil seguinte, se coincidirem com o dia em que o expediente forense for encerrado antes ou iniciado depois da hora normal ou houver indisponibilidade da comunicação eletrônica.

    Letra C: Art. 219 - Na contagem de prazo em dias, estabelecido por lei ou por juiz, computar-se-ão somente os dias úteis. (No antigo CPC, art. 178, o prazo não se interrompia nos feriados).

    Letra D: Art. 224 - Salvo disposição em contrário, os prazos serão contados excluindo o dia do começo e incluindo o dia do vencimento.

    Letra E: Art. 183 - A União, os Estados, o DF, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

     

  • De acordo com o novo CPC, há 2 alternativas corretas: C e D

    A alternativa C estava errada conforme o CPC 1973, pois segundo o Art. 178. O prazo, estabelecido pela lei ou pelo juiz, é contínuo, não se interrompendo nos feriados.

    Já o novo CPC diz em seu Art. 219. Na contagem de prazo em dias, estabelecido por lei ou pelo juiz, computar-se-ão somente os dias úteis. Sendo assim, esse prazo não corre nos feriados, ainda que iniciado em dia útil. 

  • NÃO ESTÁ NADA DE DESATUALIZADA -

                                                   mesmo com o NCpc, continua correta a D. 

     

    A - Não se fala em interrupção, mas sim em suspensão.

     

              Art. 220.  Suspende-se o curso do prazo processual ...  (Superveniência de férias), inclusive.

                        § 2o Durante a suspensão do prazo, não se realizarão audiências nem sessões de julgamento.

     

              Art. 221.  Suspende-se o curso do prazo por obstáculo criado em detrimento da parte ou ocorrendo qualquer das hipóteses do art. 313, ...

                        Parágrafo único.  Suspendem-se os prazos durante a execução de programa instituído pelo Poder Judiciário para promover a autocomposição, incumbindo aos tribunais especificar, com antecedência, a duração dos trabalhos.

     

     

    B – Prorroga-se sim, pois a contagem de prazo se dá só em dias úteis.

              Art. 219.  Na contagem de prazo em dias, estabelecido por lei ou pelo juiz, computar-se-ão somente os dias úteis.

     

     

    C - Não corre em sábados, domingos ou feriados.

              Art. 219.  Na contagem de prazo em dias, estabelecido por lei ou pelo juiz, computar-se-ão somente os dias úteis.

     

     

    D -           Art. 224.  Salvo disposição em contrário, os prazos serão contados excluindo o dia do começo e incluindo o dia do vencimento.

     

     

    E - Art. 186.  A Defensoria Pública gozará de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais.


ID
1844296
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Atenção: Na questão , assinale a afirmativa correta em relação à proposição apresentada.

No tocante à ação penal de iniciativa pública condicionada:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D

    a) O direito de representação somente pode ser exercido pessoalmente. ERRADA - (art. vide art. 24, §1°, CPP) - Situação que remete ao C.A.D.I. (conjuge, ascendente, descendente ou irmão)

    b) A representação é irretratável depois de relatado o inquérito policial. ERRADA - (ART. 25, CPP) - A representação será irretratável, depois de oferecida a DENÚNCIA

    c) O prazo de seis meses para o oferecimento da representação é contado, em regra, do dia em que se consumou o delito. ERRADA - (art.38, caput, CPP) - Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa ou de representação, se não o exercer dentro do prazo de seis meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do art. 29, do dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia. 

    d) O direito de representação poderá ser exercido mediante declaração oral feita à autoridade policial. CERTA - (art. 39, CPP) - O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou ORAL, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial.

    Em caso de morte do querelado, o direito de prosseguir na ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão. ERRADA - (art. 24, §1°, CPP)  No caso de morte do OFENDIDO ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.

    Também é fundamento para demonstrar o erro desta ultima a extinção da punibilidade, tratada no art. 107, I, CP, em decorrência da morte do agente.

     

    FOCO, FOCO e FOCO!!!

  • A letra "E" tem uma pegadinha perigosa: trocaram "querelante" por "querelado" (art. 31, CPP).

     

    Gabarito: letra "D".

     

    Com a FCC a atenção deve ser redobrada!!!!

  • pegadinha monstra na letra "E".

  • Não tem querelante nem querelado em APC!!

  • ART 39* CPP

    O DIREITO DE REPRESENTAÇÃO PODERÁ SER EXERCIDO PESSOALMENTE OU POR PROCURADOR COM PODERES ESPECIAIS, MEDIANTE DECLARAÇÃO, (ESCRITA OU ORAL) FEITA AO JUIZ AO ORGÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO, OU Á AUTORIDADE POLOCIAL.

  • DA AÇÃO PENAL

     

            Art. 24.  Nos crimes de ação pública, esta será promovida por denúncia do Ministério Público, mas dependerá, quando a lei o exigir, de requisição do Ministro da Justiça, ou de representação do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.

     

            § 1o  No caso de morte do ofendido ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.         (Parágrafo único renumerado pela Lei nº 8.699, de 27.8.1993)

     

            § 2o  Seja qual for o crime, quando praticado em detrimento do patrimônio ou interesse da União, Estado e Município, a ação penal será pública.         (Incluído pela Lei nº 8.699, de 27.8.1993)

  • Mais do que a pegadinha apontada pelos colegas na assetiva E, o enunciado fala sobre assinalar a afirmativa correta em relação à proposição apresentada e a proposição é a ação pública condicionada. De qualquer forma rídicula a assertiva E nesta questão, minha opinião.

  • Alternativa E (errada): QUERELADO # QUERELANTE (ofendido)! 

    Avante, pessoal.

  • Quem oferece a denúncia é o MP com a representação do ofendido(Querelante)

  • Miserávis....

     

    pegadinha horrível na alternativa (E) dentre as 499 alternativas analisadas nesta prova.

     

    (499 = 100 questões; 5 alternativas por questão, menos essa alternativa).

     

    Fé, foco e força!!!

  • Linda a questão pra fazer o papiro ler com força kkk
  • PROVOCAR A INICIATIVA DO MP, QUANDO COUBER AÇÃO PENAL PÚBLICA (FORNECENDO-LHE INFORMAÇÕES): QQUER PESSOA E POR ESCRITO.

    REPRESENTAÇÃO (é o que pede a questão): PESSOALMENTE OU POR PROCURADOR COM PODERES ESPECIAIS E A DECLARAÇÃO É POR ESCRITO OU DE FORMA ORAL

  • DICA

    QuerelADO é aquele que tá ferrADO, que está sendo processADO  (réu)

    QuerelANTE é o ferrANTE, é o processANTE  (autor)

  • achei a D uma tanto quanto imcopleta, a representação oral de se reduzida a termos (Escrito).

    Me corrija se eu estive errado. 

  • Galera so pra complementar o que ja foi explicitado, pegadinha

    No caso da letra E - na ação civil publica condicionada não há que se falar em QUEIXA portanto não há querelante ou querelado

    Somente nos casos de Ação Privada conforme prescrito no Art. 100, § 2º do CP - "A ação de iniciativa privada é promovida mediante Queixa do ofendido ou de quem tenha qualidade para representá-lo."

    No mais, a alternativa correta letra D - segundo artigo 39 CPP - " o direito de representação poderá ser exercecido, ... mediante declaração, escrita ou oral...à autoridade policial.  - sendo posteriormente reduzida a termo.

    força nos estudos.

  • Cuidado com a letra E, pessoal.

     

    QUERELANTE - É o polo ativo da ação, o autor, o ofendido.

     

    QUERELADO - É o polo passivo da ação, o réu, o ofensor.

     

    Quem tem direito de prosseguir com a ação é a parte autora e não a ré, por óbvio.

  • a)  Art. 24. Nos crimes de ação pública, esta será promovida por denúncia do Ministério Público, mas dependerá, quando a lei o exigir, de requisição do Ministro da Justiça, ou de representação do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.
    § 1o No caso de morte do ofendido ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.

     

    b) Art. 25. A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.

     

    c) Art. 38. Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa ou de representação, se não o exercer dentro do prazo de seis meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do art. 29, do dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia.

     

    d) Art. 39. O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial. (CORRETA)

     

    e)Art. 24. Nos crimes de ação pública, esta será promovida por denúncia do Ministério Público, mas dependerá, quando a lei o exigir, de requisição do Ministro da Justiça, ou de representação do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.
    § 1o No caso de morte do ofendido ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.

  •  

    Dica para não confundir na hora da prova

    QuelADO - denunciaADO

    QuerelANTE - denunciANTE

  • a)  Art. 24. Nos crimes de ação pública, esta será promovida por denúncia do Ministério Público, mas dependerá, quando a lei o exigir, de requisição do Ministro da Justiça, ou de representação do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.
    § 1o No caso de morte do ofendido ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.

     

    b) Art. 25. A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia.

     

    c) Art. 38. Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa ou de representação, se não o exercer dentro do prazo de seis meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime, ou, no caso do art. 29, do dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia.

     

    d) Art. 39. O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial. (gabaritooo!!!!!!!!)

     

    e)Art. 24. Nos crimes de ação pública, esta será promovida por denúncia do Ministério Público, mas dependerá, quando a lei o exigir, de requisição do Ministro da Justiça, ou de representação do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.
    § 1o No caso de morte do ofendido ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.

  • Alguém poderia me explicar a alternativa A, acho que não estou mais sabendo o que significa pessoalmente. Ficou meio ambígua a questão. Cônjugue, ascendente, descendente ou imão não poderiam fazer a representação pessoalmente?

  • Valdilson Alves, o erro da alternatica "A" consiste em afirmar que o direito de representação somente poderá ser exercido pessoalmente, quando, em verdade, poderá ser exercido pelo ofendido ou por quem tenha qualidade para representá-lo. Vale ressaltar, também, que nos crimes contra a honra do Presidente da República ou Chefe de Governo estrangeiro (art. 141, I, c/c art. 145, § único, ambos do CP) e nos crimes cometidos por estrangeiros contra brasileiros fora do território nacional (art. 7, §3º, "b", CP), a ação penal dependerá da requisição do Ministro da Justiça, inteligência do artigo 24 do CPP.

  • Pegadinha... Direito do querelante, na letra E. Gabarito correto: D
  • A- ERRADA: se caso de falecimento, por questões obvias, a vitima não poderá aparecer, então deverá ser representado pelo cônjuge, ascendente, descendente ou irmão

    B- ERRADA: depois da denúncia

    C- ERRADA: contando a partir do conhecimento do autor do fato

    D- CERTA

    E- ERRADA: querelante ( não querelado)

  • QUERELANTE QUERELANTE QUERELANTE QUERELANTE...

  • questão massa!

     

    GAB: D

  • Creio que o erro da letra E não é apenas a expressão "querelado" mas tbm o fato de afirmar que a ação ficará sob a responsabilidade do CADI, pois a ação pública condicionada é de responsabilidade do MP (que depende de representação do ofendido ou CADI).

  • Será que o erro da E não consiste em estar incompleta considerando que cabe ao companheiro também?

     

    Porque em 2015 havia diferenças, ainda, entre companheiro e cônjuge. Hoje elas estão cada vez menores, frente aos novos entendimentos dos tribunais superiores. Então hoje daria pra se subenteder ambos na palavra cônjuge, mas em 2015 não.

     

    Foi esse raciocínio que fiz pra acertar.

  • O erro da alternativa E está na expressão "querelado" essa expressão é utilizada para se referir a pessoa contra quem é fomulada uma queixa-crime (réu).

    MAS A TÍTULO DE CONHECIMENTO EU FIZ ESSE COMENTÁRIO QUE EU ACHEI PERTINENTE.

    Ao meu ver, quando a alternativa E nos trás a redação: o direito de prosseguir na ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão. Ela não esta errada, uma vez que,  Estado, embora titular do jus puniendi, por vezes concede ao ofendido a faculdade de intervir na relação processual penal, seja na condição de titular da ação penal, como ocorre na ação penal de iniciativa privada, seja como assistente do Ministério Público. A vítima não é parte necessária no processo sendo considerada sujeito secundário da relação processual, parte acessória, colateral, contingente ou adjunta. A falta do assistente, portanto, não inviabiliza o início nem a continuidade da relação processual.

  • Em caso de morte do querelado (QUERELANTE - OFENDIDO), o direito de prosseguir na ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.

    Cai na pegadinha.

    A pressa inimiga da questão certa.

     

  • Eu fiz assim para não confundir:

    QUERELANTE (ofendido) = REQUERENTE

    QUERELADADO (ofensor)= REQUERIDO

  • Decorei com esse esquema:

     

    QuerelADO = rima com denunciADO / acusado

     

    QuerelANTE = rima com denunciANTE / "acusante"

  • Que pegadinha desgraçada :(

  • Morte do ofendido / querelante -> C.A.D.I.

    Morte do réu / querelado -> extingue a punibilidade

     

    O que a gente diz pra essas cascas de banana?
    "Not today!" =D

  • Rapais...duas letras tirou muitos concurseiros de tempo,mas temos que conviver com essas pegadinhas,infelismente.

  • Sobre a letra E

    O correto seria QUERELANTE e não QUERELADO.

  • Sobre a alternativa E.

    Certamente a leitura - e se possível a releitura - atenta de cada alternativa fez e faz a diferença em questões como essas.

    Observe-se o que diz a alternativa em análise: E) Em caso de morte do querelado, o direito de prosseguir na ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.

    Em uma leitura rápida somos levados a interpretar que está correta, mas em uma segunda leitura mais atenta verifica-se que na verdade a alternativa fala em QUERELADO - esses benditos termos que temos que decorar - e QUERELADO é o bendito ACUSADO. Sendo assim, aí que se encontra o erro.

    Mas se você por alguma razão não lembrar sobre - dar aquele branco - é só tentar lembrar de uma forma sistematizada do princípio da intranscedência ou da pessoalidade, que diz basicamente que a ação penal seja instaurada apenas em face de quem efetivamente cometeu o crime, logo seus sucessores não poderão responder por seus delitos. LEMBRE-SE: AQUI É PROCESSO PENAL!! No Processo Civil sabemos da possibilidade da sucessão no processo em casos como estes. 

    Por fim, a morte do QUERELADO (lê-se ACUSADO) é causa de extinção de punibilidade quando devidamente comprovada por certidão de óbito (Art. 62, CPP).

  • QuerelADO - LascADO

     

  • No meu entender, mesmo que a letra E tivesse vindo "QUERELANTE" estaria errado, haja vista os termos "querelante/querelado" serem utilizados para Ações Penais Privadas e não públicas, como é o caso da questão

     

    Qual a opinião de vocês?

     

    Abraços.

  • Correta Letra D

    Na ação penal pública condicionada, o direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial.

  • LETRA D CORRETA 

    CPP

      Art. 39.  O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial.

  • A expressão QUERELANTE e QUERELADO se usa nas ações penais PRIVADAS que se dão mediante QUEIXA, a questão fala em AÇÃO PÚBLICA CONDICIONADA, o que então querelante ou querelado já torna errada a assertiva, o correto seria OFENDIDO.

     

    "A", após ter sido "caluniado, ou difamado ou injuriado" por "B", apresentou QUEIXA.
    Esses, são chamados "crimes contra a honra", CRIMES DE AÇÃO PRIVADA, cuja ações penais se iniciam mediante queixa = "querela". Onde o ofensor é o querelado e o ofendido é o querelante.
    Sinônimos: queixoso ofendido querelador quereloso 
    Antônimos: querelado ofensor 
    Relacionadas: querela queixa

  • alternativa E muito maldosa 

  • PEGADINHA:

    e)  Em caso de morte do querelaADO, o direito de prosseguir na ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmã

    Querelante: ofendido

    Querelado: ofensor

  • Nao cai TJ

  • Esse pessoal que vai fazer a prova do TJ interior são muito chatos, ninguém quer saber se vai cair ou não na prova, parece que so tem essa prova agora no universo!! aff

     

  • O erro da E é mais do que a simples troca de querelante por querelado. O erro é falar de institutos de ação privada em uma questão que tratava de ação pública condicionada.

  • Deixa o povo Neymar... vai jogar bola!!! Hahahaha Tais preocupado com o quê?
  • Querelante: ofendido

    Querelado: ofensor

  • Alguém me tira um dúvida, por favor?! 
    Primeiramente é feito o inquérito policial pelo Delegado. Depois é mandado para o M.P. para o promotor e este oferece a denúncia ao Juiz? é nessa ordem?

  • Colega Giovanne Aguiar,

     

    Segundo o art. 10, § 1º, do CPP, o delegado relatará o IP e enviará os autos ao JUIZ COMPETENTE. Este, em seguida, abrirá vistas ao MP para denúncia, requisição de diligências imprescindíveis à autoridade policial ou requerimento para arquivamento do autos.

     

    Em alguns Estados e na Justiça Federal, existem resoluções/portarias restringindo a aplicação do referido dispositivo e implementando a TRAMITAÇÃO DIRETA entre a Polícia Judiciária e o MP. Existe uma decisão do STF (ADI 2886/RJ) declarando LEI ESTADUAL INCONSTITUCIONAL que previu a tramitação direta, já que matéria processual é de competência exclusiva da União. Por outro lado, o STJ, no RMS 46.165-SP (info. 574), concluiu que NÃO É ILEGAL portaria de Juiz Federal fundada na resolução CJF 63/09, que implementa a tramitação direta entre a Polícia Federal e o MPF.

     

    Espero ter sanado sua dúvida. Qualquer erro me corrijam...abraços !!!

     

  • Sobre os destinatários do IP:

    Autoridade Policial Competente --> remessa dos autos do IP --> juiz competente --> classifica a Ação Penal --> a) AP Pública-->MP ou b) A PPrivada --> Ofendido, Representante Legal ou CADI( nesse caso aguardará a solicitação do interessado).   

  • GAB D
    #PMSE !!!

  • pegadinha na letra E, pois fala querelado!!

    querelado é o réu 

  • Sempre ficar ligado em "querelante" e "querelado", porque é comum eles inerterem as palavras para pegar o pessoal.

  • Querelado: Autor do Delito

    Querelante: vitima/ofendido.

  • QuerelANTE = ferrANTE

     

    QuerelADO = ferrADO

  • Mesmo que na E estivesse escrito "querelante", a alternativa ainda estaria errada, o erro NÃO está aí. O erro está em usar querelado ou querelante para uma ação penal PÚBLICA.

  • na ação publica condicionada a representação, depois da denúncia é obrigação do MP desenrrolar

    mesmo que eu mora eles tem que resolver, ainda que não compareça minha esposa, ascendente, descendente e irmão

  • Erro da E: Por acaso a pena pode passar da pessoa do condenado? Logo, impossível eu continuar uma ação contra quem tem nada a ver! Ou seja, o erro são nas palavras sim, Amanda

  • GABARITO D

    Baita PEGA-RATÃO a alternativa E ao mencionar QUERELADO e não QUERELANTE.

    Tem que ler cada palavra das questões com bastante atenção.

  • Aqui não joão kleber!

  • caí nessa do querelado, to me sentindo u mlixo

  • Quando a banca é FGV, o teste de atenção focada é redundante.

  • Querelante sempre quer o lanche e o danado do querelado , sempre quer ser Culpado.

  • Jamais cai nessa pegadinha, e jamais cairei novamente :D

  • O direito de representação somente pode ser exercido pessoalmente. (errado)

    Pode ser exercido por procurador com poderes especiais.

    A representação é irretratável depois de relatado o inquérito policial. (errado)

    Apenas se torna irretratável após o oferecimento da denúncia.

    O prazo de seis meses para o oferecimento da representação é contado, em regra, do dia em que se consumou o delito. (errado)

    Em regra, do dia em que se tiver ciência do autor da infração.

    O direito de representação poderá ser exercido mediante declaração oral feita à autoridade policial. (Correto)

    Em caso de morte do querelado, o direito de prosseguir na ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão. (errado)

    Pegadinha: morte do ofendido ou querelante. Em caso de morte do querelado ocorre a extinção da punibilidade.

  • Eu não tô acreditando

  • GABARITO: D

    Art. 39.  O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial.

  • GAB: D

    EXPLICAÇÃO DA E:

    Art. 31. No caso de morte do ofendido ( QUERELANTE) ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de oferecer queixa ou prosseguir na ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão

  • e) "... morte do OFENDIDO.."

  • HÁ CASOS NA PRATICA EM QUE A REPRESENTAÇÃO É FEITA ORALMENTE PERANTE UM ESTAGIÁRIO.

  • Letra d.

    a) Errada. Claro que não. A representação pode ser exercida pelo ofendido ou por seus representantes legais, em diversos casos.

    b) Errada. A representação pode ser retratada até o oferecimento da denúncia.

    c) Errada. O prazo começa a contar, em regra, da data do conhecimento da autoria!

    d) Certa. A representação pode ser exercida tanto de forma escrita, quanto oral!

    e) Errada. Cuidado com esse tipo de pegadinha! O direito narrado na assertiva é para casos de morte do querelante (ofendido), e não do querelado (acusado).

    Questão comentada pelo Prof. Douglas de Araújo Vargas

  • Que pegadinha do mal.

  • Caí, na pegadinha do mal - AINDA BEM QUE FOI AQUI ... AI.... AI....

  • QUERELANTE: "Processante"

    QUERELADO: "Processado"

  • Eu já tinha caído em uma questão bem parecida com essa, porém nessa pegadinha não caio mais. ACERTEI
  • Segunda vez que essa questão me derruba =(

  • kkkk...que maldade esta E kkkk

  • Gabarito D, também é representação o registro de ocorrência na sede da polícia, segundo a jurisprudência.

  • Querelante é para ação privada. Denunciante seria o da ação pública.

  • Aquela leitura rápida de mais que te leva para o abismo.

    Em 16/04/20 às 23:48, você respondeu a opção E.!

    Você errou!

    Em 01/08/19 às 12:46, você respondeu a opção E.!

    Você errou!

  • Questão pra pegar apressadinho.

  • vai com cuidado não precisa correr kkk

  • QUERELANTE: OFENDIDO!!!

    QUERELADO: ACUSADO!!!

  •  Art. 39.  O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial.

    legal, não sabia que se fosse por procurador ele podia fazer por telefone

  • GAB D

    A) Também por procurador com poderes especiais.

    B) É irretratável após o oferecimento da queixa.

    C) o prazo é contado do conhecimento da autoria.

    D) morte do QUERELANTE.

  • No caso de morte do OFENDIDO (vítima) ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão (art. 29, §1°, CPP), e não morte do querelado, como afirmou a questão.

    E SE O QUERELADO MORRE? Extingue-se a punibilidade (art. 107, I, CP)

    Veja-se, ainda, o art. 62 do CPP

    Art. 62.  No caso de morte do acusado, o juiz somente à vista da certidão de óbito, e depois de ouvido o Ministério Público, declarará extinta a punibilidade.

    Qualquer erro, avise-me (por mensagem).

    Não desista!!!

    #AVANTE

  • No tocante à ação penal de iniciativa pública condicionada, é correto afirmar que:  O direito de representação poderá ser exercido mediante declaração oral feita à autoridade policial.

  • D) Querelado = aquele contra qual é representado.

    Querelante = quem representa.

    Caso o querelado morra não há que se falar em ação penal. Acho que esse é o erro.

  • Errei a Questão por não ler direito e confundir querelado com querelante, QUERELADO é O TROMBADINHA FI DE RAPARIGA, não é a vitima.

    BIZU: O QUERELANTE Faz a queixa contra o QUERELADO.

  •    Art. 39.  O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial.

  • Questão maldosa em

  • QUERELANTE > OFENDIDO

    QUERELADO > ACUSADO

  • a) Errada. Claro que não. A representação pode ser exercida pelo ofendido ou por seus representantes legais, em diversos casos.

    b) Errada. A representação pode ser retratada até o oferecimento da denúncia.

    c) Errada. O prazo começa a contar, em regra, da data do conhecimento da autoria!

    d) Certa. A representação pode ser exercida tanto de forma escrita quanto oral!

    e) Errada. Cuidado com esse tipo de pegadinha! O direito narrado na assertiva é para casos de morte do querelante (ofendido), e não do querelado (acusado).

    Via : Douglas Vargas.

  • A) Poderá ser escrito;

    B) É irretratável após o oferecimento da denúncia;

    C) Prazo decadencial de 6 meses a partir da data em que se tem conhecimento do fato;

    D) GABARITO

    E) Na morte do querelante (ofendido), o direito de prosseguir com a ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão (CADI).

  • QUERELANTE - DENUNCIANTE

    QUERELADO- DENUNCIADO!

  • FCC não me pega mais nessa.

    Sempre prestar atenção em querelante/querelado, bem como autoridade judicial/policial.

  • Em caso de morte do querelado, o direito de prosseguir na ação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão.

    • Morte do QUERELANTE.

    acrescentando:

    Não comparecendo algum sucessor ATÉ 60 dias é causa de PEREMPÇÃO.

  • Não achei nenhum comentário falando sobre, porém, creio que, mesmo que a alternativa E citasse o Querelante em vez de Querelado, ainda estaria incorreta.

    Corrijam-se se eu estiver errado, mas o enunciado pede para marcar a alternativa correta de acordo com a Ação Penal Pública Condicionada, ou seja, o correto seria "em caso de morte do ofendido" e não "em caso de morte do querelante".


ID
1844299
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Atenção: Na questão, assinale a afirmativa correta em relação à proposição apresentada.

Em relação à ação penal de iniciativa privada:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    a) ERRADA - Não é querelantes, e sim querelados

    b) CERTA - art. 51, CPP - O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

    c) ERRADA - art. 57, CPP -   A renúncia tácita e o perdão tácito admitirão todos os meios de prova

    d) ERRADA - art. 45, CPP - A queixa, ainda quando a ação penal for privativa do ofendido, poderá ser aditada pelo Ministério Público, a quem caberá intervir em todos os termos subseqüentes do processo.

     

    SEMPRE em frente!

  • Complementando:

    perempção somente na ação penal exclusivamente privada!

  • Segunda vez que vejo trocarem "quereladOs" (polo passivo) por "querelantEs" (polo ativo na ação). 

     

    CUIDADO, CONCURSEIRO! 

  • Alternativa E:

    CPP:         Art. 60.  Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal:

  • ART 51* CPP

    O PERDÃO CONCEDIDO A UM DOS QUEREALDOS APROVEITARÁ A TODOS, SEM QUE PRODUZA, TODAVIA EFEITO EM RELAÇÃO AO QUE O RECUSAR.

  • Art. 60. Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal:

    I - quando, iniciada esta, o querelante deixar de promover o andamento do processo durante 30 dias seguidos;

    II - quando, falecendo o querelante, ou sobrevindo sua incapacidade, não comparecer em juízo, para prosseguir no processo, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias, qualquer das pessoas a quem couber fazê-lo, ressalvado o disposto no art. 36;

    III - quando o querelante deixar de comparecer, sem motivo justificado, a qualquer ato do processo a que deva estar presente, ou deixar de formular o pedido de condenação nas alegações finais;

    IV - quando, sendo o querelante pessoa jurídica, esta se extinguir sem deixar sucessor.

  • Miserávis....

     

    pegadinha horrível na alternativa (A) dentre as 499 alternativas analisadas nesta prova.

     

    (499 = 100 questões; 5 alternativas por questão, menos essa alternativa).

     

    Fé, foco e força!!!

  • Gabarito letra B

    Devemos ficar atentos á acertiva. Quase erreie a questão por falta de atenção ao ler rápido a certiva A, em que a banca trocou quereledo por querelante

  • Art. 60. Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal:

    I - quando, iniciada esta, o querelante deixar de promover o andamento do processo durante 30 dias seguidos;

    II - quando, falecendo o querelante, ou sobrevindo sua incapacidade, não comparecer em juízo, para prosseguir no processo, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias, qualquer das pessoas a quem couber fazê-lo, ressalvado o disposto no art. 36;

    III - quando o querelante deixar de comparecer, sem motivo justificado, a qualquer ato do processo a que deva estar presente, ou deixar de formular o pedido de condenação nas alegações finais;

    IV - quando, sendo o querelante pessoa jurídica, esta se extinguir sem deixar sucessor.

     

     

    PEREMPÇAO APENAS NA AÇAO PENAL PRIVADA!!!

     

    EX NUNC.

  • O que a assertiva quis dizer com "...sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar."?

  • Ola RODRIGO REIS, o perdao para ter validade tem que ser aceito pelo querelado, sendo mais de um querelado na acao serao perdoados aqueles que aceitarem,caso um nao aceite a acao continuara contra aquele que nao aceitou.

  • Na acertiva A, o erro não é a troca de querelado por querelante.

    Em casos de mais de um querelante (ofendido), a renúncia de um querelente ao exercício do direito de queixa NÃO se estende a todos os querelantes.

  • GABARITO - LETRA B

     

    Art. 51 do CPP: O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

     

    BIZU

     

    Querelado: Ofensor

    Querelante: Ofendido

     

    DISCIPLINA, DISCIPLINA, DISCIPLINA.

  • Gabarito: Alternativa B

     

    Sobre a alternativa E:

     

    Art. 60.  Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal:

    I - quando, iniciada esta, o querelante deixar de promover o andamento do processo durante 30 dias seguidos;

    II - quando, falecendo o querelante, ou sobrevindo sua incapacidade, não comparecer em juízo, para prosseguir no processo, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias, qualquer das pessoas a quem couber fazê-lo, ressalvado o disposto no art. 36;

    III - quando o querelante deixar de comparecer, sem motivo justificado, a qualquer ato do processo a que deva estar presente, ou deixar de formular o pedido de condenação nas alegações finais;

    IV - quando, sendo o querelante pessoa jurídica, esta se extinguir sem deixar sucessor.

     

    Conclui-se que só há perempção nas ações penais privadas.

  • Porquê existem casos em que o querelante,menor de 21 e maior de 18, e seu representante legal, têm conflito de interesses. O direito de renúncia de um não exclui o do outro. 

    Acho que é devido a isso o erro da letra a. 

    Me corrijam, por favor.

  • A renúncia ao direito de queixa se estende com relação aos querelados; isso não vale com relação aos querelantes, pois não se pode dispor de direito alheio.

    Querelante é quem exerce o direito de queixa, assim você pode desistir da sua queixa, mas isso não interfere no direito de outro queixoso.

  • Resposta B

    Art. 51. O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

     

    a) Art. 49. A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.
    Obs: O sujeito ativo (autor) da ação penal privada é chamado de querelante, ao passo que o acusadoé denominado querelado.

     

    c) Art. 57. A renúncia tácita e o perdão tácito admitirão todos os meios de prova.


    d) Art. 45. A queixa, ainda quando a ação penal for privativa do ofendido, poderá ser aditada pelo Ministério Público, a quem caberá intervir em todos os termos subseqüentes do processo.

     

    e) instituto inaplicável quando proposta ação privada em crime de ação pública (ação privada subsidiária), pois, neste caso, se o querelante mostrar​-se desidioso, o Ministério Público reassume a titularidade da ação, não se podendo cogitar de perempção porque, na origem, o delito é de ação pública (art. 29 do CPP).

  • PEREMPÇÃO

    - Privada Personalíssima;

    - Privada Exclusiva. 

  • A- ERRADA: querelado  (e não querelante)

    B- CERTA: está de acordo com o art. 51 do CPP

    C- ERRADA: o ofendido pode renunciar a denúncia, mas para isso ser possível é necessário ser antes do ajuizamento da demanda e pode ser expressa ou tácita. E a renúncia se estenderá a todos infratores.

    D- ERRADA: MP tem função para promover ação penal pública.

    E- ERRADA: perempção não ocorre em ação penal subsidiária pública. 

  • A FCC ama trocar querelado por querelante e vice versa.

  • Em relação à c : 

    CPP

    Art. 57. A renúncia Tácita e o perdão Tácito admitirão Todos os meios de prova. 

     

    Abraço!

  • LETRA B CORRETA 

    CPP

       Art. 51.  O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

  • Art 51. - Não previsto no edital para esrevente do TJ-SP interior.

  • Essa é daquelas questões que servem para despertar o caboco quando ele está cansado de fazer tantas questões sobre o mesmo assunto. hehehehhe

  • Por que não pode haver Perempção na Ação Penal Privada Subsidiária da Pública?

    Porque o Estado sempre manterá a sua Titularidade no poder de oferecer a Denúncia, até que ocorra a Prescrição. O MP atua, portanto, como Litisconsorte, Interveniente Adesivo e Obrigatório em todos os termos do processo, sob pena de nulidade. NÃO CABE PEREMPÇÃO/PERDÃO.

     

  • CPP

       Art. 51.  O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

     a) A renúncia ao exercício do direito de queixa NÃO se estende a todos os querelantes. (Não é querelado como estou vendo em alguns comentários, é querelante mesmo.)

     b) O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

     c) Não se admite renúncia tácita. > ERRADAAAA :  Segundo o art. 191[1] do Código Civil, a renúncia tácita à prescrição ocorre quando o interessado praticar atos “incompatíveis com a prescrição”. “Renúncia é ato de vontade abdicativo, de despojamento, de abandono de direito por parte do titular. 

     d) O Ministério Público não pode intervir na ação penal de iniciativa privada. 

     

    Nessas situações, a persecução penal é transferida de forma excepcional ao particular que atua em nome próprio, na tutela do interesse alheio. Ou seja: a lei autoriza ao particular, que não é titular do ius puniendi, propor a ação penal substituindo assim o Estado- acusação, o Ministério Público, que é, a par do disposto no artigo 129 da Constituição, a verdadeira parte legítima para ajuizamento da ação penal em juízo.

     

     e) Admite-se a ocorrência de perempção na ação penal de iniciativa privada exclusiva ou subsidiária da pública. -> APENAS na Subscidiária da Pública.

     

    #PMSE#MORALIZADOS2018.2

  • Atenção: Na questão, assinale a afirmativa correta em relação à proposição apresentada.

     

    Em relação à ação penal de iniciativa privada:

     a)

    A renúncia ao exercício do direito de queixa se estende a todos os querelantes.

     b)

    O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

     c)

    Não se admite renúncia tácita.

     d)

    O Ministério Público não pode intervir na ação penal de iniciativa privada.

     e)

    Admite-se a ocorrência de perempção na ação penal de iniciativa privada exclusiva ou subsidiária da pública.

  • GAB B
    #PMSE !!!

  •         Art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

  • Complementando:


    Sobre a "LETRA C", o parágrafo único do art. 104 do CP dispõe: "Importa renúncia tácita ao direito de queixa a prática de ato incompatível com a vontade de exercê-lo; não a implica, todavia, o fato de receber o ofendido a indenização do dano causado pelo crime".


    Bons estudos!!


  • Querelado = Ferrado

     

    Querelante = Ferrante

  • Em relação à letra D: O MP, na ação exclusivamente privada, poderá aditar a queixa para incluir fatos, mas não para incluir réus.

  • QUERELANTE = FERRANTE

    QUERELADO = FERRADO

  • Art. 51. O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que

    produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

  • A. A renúncia ao exercício do direito de queixa se estende a todos os querelantes (QUERELADOS)

    B. O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar. (Art. 51)

    C. Não se admite renúncia tácita. (art. 57 A renúnica tácita e o perdão tácito admitirão todos os meios de prova)

    D. O Ministério Público não pode intervir na ação penal de iniciativa privada. (Art. 45. A queixa, ainda quando a ação penal for privativa do ofendido, poderá ser aditada pelo Ministério Público, a quem caberá intervir em todos os termos subseqüentes do processo)

    E. Admite-se a ocorrência de perempção na ação penal de iniciativa privada exclusiva ou subsidiária da pública. (SOMENTE É ACEITO PEREMPÇÃO NA AÇÃO exclusivamente PRIVADA)

  • QUERELANTE= DENUNCIANTE

    QUERELADO= DENUNCIADO

  • QuerelANTE = DenunciANTE

    QuerelADO = DenunciADO

  • GABARITO: B.

     

     

    a) art. 49.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime (querelante), a todos se estenderá.

     

    b) Perfeita redação ao art. 51: O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

     

    c) art. 57.  A renúncia tácita e o perdão tácito admitirão todos os meios de prova.

     

    d) art. 45.  A queixa, ainda quando a ação penal for privativa do ofendido, poderá ser aditada pelo Ministério Público, a quem caberá intervir em todos os termos subseqüentes do processo.

     

    e) art. 60.  Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal (...) Como muito bem observado pelos colegas, apenas há perempação nas ações penais privadas.

  • Letra b.

    a) Errada. Mais uma vez, a mesma pegadinha: O examinador trocou o termo querelado por querelante.

    b) Certa. É isso mesmo!

    c) Errada. É possível a renúncia tácita, no caso de prática de ato incompatível com o direito de ver o acusado ser processado pelo delito.

    d) Errada. O MP, mesmo na ação penal privada, preserva a sua atribuição de custos legis (fiscal da lei) podendo intervir na ação penal privada para exercer tal função!

    e) Errada. Não pode ocorrer a perempção na ação penal privada subsidiária da pública, visto que se o querelante agir com negligência, o que acontecerá é que o MP poderá retomar a condução da ação penal (da qual é o titular originário).

    Questão comentada pelo Prof. Douglas de Araújo Vargas

  • QUERELANTE = Vítima

    QUERELADO = Acusado

    Esse é o tipo de questão que derruba os mais desatentos.

  • Gabarito: B

    a) A renúncia ao direito de queixa do querelante, se estende a todos os querelados, nos termos do Art. 49 do CPP.

    b) Literalidade do Art. 51 do CPP.

    c) Admite-se renúncia tácita, segundo Art. 57 do CPP.

    d) Na forma do Art. 45 do CPP, o MP pode intervir na ação penal de iniciativa privada.

    e) Admite-se a ocorrência de perempção somente na ação penal de iniciativa privada, da forma que se observa no Art. 60 do CPP.

  • Gabarito B.

    Acrescentando, só há esses termos querelado e querelante quando ocorreu o ajuizamento.

  • Art. 49 do CPP.  A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se estenderá.

    autores do crime = QUERELADO (polo passivo da ação penal).

    Qualquer erro, avise-me (por mensagem).

    Não desista!!!!

    #AVANTE

  • Em relação à ação penal de iniciativa privada, é correto afirmar que:  O perdão concedido a um dos querelados aproveitará a todos, sem que produza, todavia, efeito em relação ao que o recusar.

  • Pra matar a questão tem que saber a diferença de querelante e querelado.

    BIZU: O QUERELANTE Faz a queixa contra o QUERELADO.

  • Pra matar a questão tem que saber a diferença de querelante e querelado.

    BIZU: O QUERELANTE Faz a queixa contra o QUERELADO.

  • Art. 60.  Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal:

  • GAB: B

    #PMPA2021

  • a) Errada. Mais uma vez, a mesma pegadinha: O examinador trocou o termo querelado por querelante.

    b) Certa. É isso mesmo!

    c) Errada. É possível a renúncia tácita, no caso de prática de ato incompatível com o direito de ver o acusado ser processado pelo delito.

    d) Errada. O MP, mesmo na ação penal privada, preserva a sua atribuição de custos legis (fiscal da lei) podendo intervir na ação penal privada para exercer tal função!

    e) Errada. Não pode ocorrer a perempção na ação penal privada subsidiária da pública, visto que se o querelante agir com negligência, o que acontecerá é que o MP poderá retomar a condução da ação penal (da qual é o titular originário).

    Via: Douglas Vargas.

  • Gabarito B

    PERDÃO DO OFENDIDO

    -Poderá ocorrer APÓS o ajuizamento da demanda.

    -É ato bilateral (deve ser aceito pelo querelado);

    -Querelante (ofendido);

    -Querelado (autor do crime);

    -Pode ser expresso ou tácito;

    Expresso: manifestação expressa do querelante.

    Tácito: decorre da prática de algum ato incompatível com a intenção de processar o infrator (ex.: Casar-se com o infrator).

    >O perdão pode ser oferecido pelo querelante:

    Judicial (processual) dentro do processo

    Extrajudicial (extraprocessual) perdão FORA do processo (não o faz em manifestação processual).

    >> querelado será intimado para, em 03 dias, dizer se aceita o perdão, valendo o silêncio como aceitação.

    - Princípio da indivisibilidade da ação penal privada>> perdão oferecido a um dos infratores se estende aos demais.

    **Se algum recusar>>não prejudica o direito dos demais.

  • Pegadinha demoníaca rsrsrsr! Mas desta vez não caí, banca fdp!

    • Renuncia: Ato UNILATERAL, Não depende da aceitação do ofensor e deve ocorrer antes do ajuizamento da ação.
    • Perdão: Ato BILATERAL, DEPENDE da concordância do ofensor e poderá ocorrer após o ajuizamento da ação.
  • Não pode ocorrer a perempção na ação penal privada subsidiária da pública. Caso o querelante tenha agido com negligência, o MP, titular originário, poderá retomar a condução da ação penal.


ID
1844302
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Atenção: Na questão, assinale a afirmativa correta em relação à proposição apresentada.

“A" foi preso em flagrante delito. Nessa circunstância,

Alternativas
Comentários
  •  a) caso a infração que lhe foi atribuída fosse permanente, “A" poderia ter sido preso em flagrante enquanto não cessasse a permanência. CERTA

     

     b) “A" poderia estar em flagrante apenas se estivesse, no momento da prisão em flagrante, cometendo a infração penal. ERRADA - A questão desconsiderou o flagrante impróprio (persiguição, logo após) e o flagrante ficto (é encontrado, logo após)

     

     c) se não houver testemunhas presenciais da infração, não poderá ser lavrado o auto de prisão em flagrante de “A". ERRADA (ART. 304, §2°, CPP) -  A falta de testemunhas da infração não impedirá o auto de prisão em flagrante; mas, nesse caso, com o condutor, deverão assiná-lo pelo menos duas pessoas que hajam testemunhado a apresentação do preso à autoridade.

     

     d) a prisão em flagrante de “A" e o local onde se encontre preso serão comunicados apenas à família de “A" e à Defensoria Pública.ERRADA (art. 306, CPP) - A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.

            § 1o  Em até 24 (vinte e quatro) horas após a realização da prisão, será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante e, caso o autuado não informe o nome de seu advogado, cópia integral para a Defensoria Pública

     

     e) “A" pode ter sido preso em flagrante somente pelas autoridades policiais e seus agentes. ERRADA - Qualquer do povo PODE realizar prisão em flagrante de quem se encontre delinquindo (art. 301, CPP).

     

    Se é dificil para você, é difícil para as outras pessoas também!!!

  • Prisão em flagrante em crimes permanentes: pode em qualquer momento durante a execução, logo após ou logo depois

  • Questão muito mal formulada, é obvio que a letra "a" está a menos errada, pois a outras questões são absurdas, o item "a" está incompleto pois  pode em qualquer momento durante a execução, logo após ou depois em caso de flagrante impróprio.

    Bons estudos!

  • CORRETA LETRA A.

     

    ART. 303/CPP.  NAS INFRAÇÕES PERMANENTES, ENTENDE-SE O AGENTE EM FLAGRANTE DELITO ENQUANTO NÃO CESSAR A PERMANÊNCIA.

  • A letra E está estranha. Se tivesse essa redação " "A" poder ser preso em flagrante somente pelas aut...", sim, está ERRADA. Mas da maneira como foi redigida (pode ter sido...) criou uma situação de possibilidade - naquela ocasião ele pode ter sido preso apenas pela autoridade policial (só tinha o policial lá, ora bolas...) mas não impede que pudesse ter sido apenas um particular...

    Não sei se me entenderam, mas blz... achei mal redigida

  • Errei pelos motivos postados pelos colegas Lorena e Emerson. Questão confusa!

  • A) Correta. Art. 303.  Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência.

    B) Errada. Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

            I - está cometendo a infração penal;

            II - acaba de cometê-la;

            III - é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração;

            IV - é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.

    C) Errada. Art. 304 § 2o  A falta de testemunhas da infração não impedirá o auto de prisão em flagrante; mas, nesse caso, com o condutor, deverão assiná-lo pelo menos duas pessoas que hajam testemunhado a apresentação do preso à autoridade.

    D) Errada. Art. 306.  A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.           (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011).

    E) Errada. Art. 301.  Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito.

  • A)  ART. 303. NAS INFRAÇÕES PERMANENTES, ENTENDE-SE O AGENTE EM FLAGRANTE DELITO ENQUANTO NÃO CESSAR A PERMANÊNCIA. -> GABARITO

     

    B)  ART. 302. CONSIDERA-SE EM FLAGRANTE DELITO QUEM: I - está cometendo a INFRAÇÃO PENAL; II - acaba de cometê-la; III - é perseguido, logo após, PELA AUTORIDADE, PELO OFENDIDO ou POR QUALQUER PESSOA, em situação que faça presumir ser autor da infração; IV - é encontrado, LOGO DEPOIS, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.

     

    C) Art. 304. § 2o A FALTA DE TESTEMUNHAS DA INFRAÇÃO NÃO IMPEDIRÁ O AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE; mas, nesse caso, com o condutor, DEVERÃO ASSINÁ-LO PELO MENOS 2 PESSOAS QUE HAJAM TESTEMUNHADO A APRESENTAÇÃO DO PRESO À AUTORIDADE.

     

    D) Art. 306. A PRISÃO DE QUALQUER PESSOA E O LOCAL ONDE SE ENCONTRE SERÃO COMUNICADOS IMEDIATAMENTE AO JUIZ COMPETENTE, AO MINISTÉRIO PÚBLICO E À FAMÍLIA DO PRESO OU À PESSOA POR ELE INDICADA.

     

    E) Art. 301. QUALQUER DO POVO PODERÁ e AS AUTORIDADES POLICIAIS E SEUS AGENTES DEVERÃO PRENDER QUEM QUER QUE SEJA ENCONTRADO EM FLAGRANTE DELITO.

  • a)caso a infração que lhe foi atribuída fosse permanente, “A" poderia ter sido preso em flagrante enquanto não cessasse a permanência.

    Art. 303.  Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência.

     

     b)“A" poderia estar em flagrante apenas se estivesse, no momento da prisão em flagrante, cometendo a infração penal.

    Flagrante real ou próprio: Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:I - está cometendo a infração penal;II - acaba de cometê-la;

    Flagrante impróprio ou quase flagrante: o agente tem que estar sendo perseguido (deve ser ininterrupta) + logo após a infração.

     

     c)se não houver testemunhas presenciais da infração, não poderá ser lavrado o auto de prisão em flagrante de “A".

    Art. 304 § 2o  A falta de testemunhas da infração não impedirá o auto de prisão em flagrante; mas, nesse caso, com o condutor, deverão assiná-lo pelo menos duas pessoas que hajam testemunhado a apresentação do preso à autoridade.

     

     d)a prisão em flagrante de “A" e o local onde se encontre preso serão comunicados apenas à família de “A" e à Defensoria Pública.

    Art. 306.  A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.

     

     e)“A" pode ter sido preso em flagrante somente pelas autoridades policiais e seus agentes.

          Flagrante obrigatório: autoridade policial e os seus agentes devem efetuar a prisão.

          Flagrante facultativo: qualquer um do povo pode efetuar a prisão.

          Art. 301.  Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito.

  • Complementando o comentário da Ana moreira com outro conteúdo que cai em prova, súmula 711 STF: A lei penal mais grave aplica-se ao crime continuado ou ao crime permanente, se a sua vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência.

     

  • Vejam o comentário do Alexandre Henrique, está bem claro e bem fundamentado!

  • LETRA A CORRETA 

    CPP

      Art. 303.  Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência.

  • Art. 303 - Não previsto no edital para esrevente do TJ-SP interior.

  • Esse é o tipo de questão que a gente reza pra cair na nossa prova! 

  • CRIME HABITUAL - segundo entendimento do STF, será cabível prisão em flagrante desde que recolhidas provas da habitualidade.

     

    CRIME PERMANTENTE - O flagrante pode ser realizado A QUALQUER MOMENTO enquanto não terminar o último ato de EXECUÇÃO (Art. 303, CPP)

     

    CRIME CONTINUADO -  cada um dos delitos poderá ser objeto de prisão em flagrante.

     

    CESPE

     

    Q13540-Nas infrações permanentes, entende-se o sujeito ativo do crime em flagrante delito nas primeiras 24 horas após o início da execução do crime. F

     

    Q236073-Considere que, no curso de investigação policial para apurar a prática de crime de extorsão mediante sequestro contra um gerente do Banco X, agentes da Polícia Federal tenham perseguido os suspeitos, que fugiram com a vítima, por dois dias consecutivos. Nessa situação, enquanto mantiverem a privação da liberdade da vítima, os suspeitos poderão ser presos em flagrante, por se tratar de infração permanente. V

     

    Q95634-As infrações penais permanentes e habituais não admitem prisão em flagrante delito.F

     

    FCC

     

    Q497500-A prisão processual decorrente de  flagrante por crime permanente consistente na guarda de droga para tráfico na residência poderá ser efetuada ainda que o agente se encontre em outro local. V (302, I, CPP.)

     

    Q435957-Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência. V

     

    Q242945-Em relação à prisão em flagrante delito, é correto afirmar que nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito mesmo após a cessação da permanência. F

     

    Em Breve: Resumos: https://www.facebook.com/Aprendendo-Direito-108313743161447/

  • A QUESTÃO  É FACIL QUE CHEGA DA MEDO DE MARCAR GAB LETRA A 

  • letra A, assertiva correta, a prisão em flagrante é possível

      Art. 303.  Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência

    letra B,

    existe as demais flagrâncias, própria - "no momento", imprória - "logo após" e presumido - "logo depois".

    assertiva incorreta

    letra C

    Art 304 CPP, 

      § 2o  A falta de testemunhas da infração não impedirá o auto de prisão em flagrante; mas, nesse caso, com o condutor, deverão assiná-lo pelo menos duas pessoas que hajam testemunhado a apresentação do preso à autoridade.

    assertiva incorreta

    letra D

     Art. 306.  A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.           (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011).

    assertiva incorreta

    letra E

    DA PRISÃO EM FLAGRANTE

            Art. 301.  Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito.

    assertiv INCORRETA

  • Letra da Lei

            Art. 303.  Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência.

  • a)    CORRETA: Item correto, pois o crime considera−se sendo praticado enquanto não cessar a permanência, autorizando a prisão em flagrante, nos termos do art. 303 do CPP.

    b)   ERRADA: Item errado, pois esta é apenas UMA das situações de flagrância. Considera−se em flagrante delito, ainda, quem acaba de cometer a infração, quem é perseguido, logo após, pela autoridade, pela vítima ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração e quem é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser esta pessoa o autor da infração.

    c)    ERRADA: Item errado, pois tal não impede a lavratura do APF, devendo, neste caso, com o condutor, assinar o APF pelo menos duas pessoas que tenham presenciado a apresentação do preso à autoridade, nos termos do art. 304, §2º do CPP.

    d)  ERRADA: Item errado, pois a prisão de A e o local onde se encontre deverão ser comunicados imediatamente ao juiz competente, ao MP e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. Será comunicada a DP caso o preso não possua advogado, nos termos do art. 306, do CPP.

    e)  ERRADA: A prisão em flagrante pode ser realizada por qualquer pessoa, nos termos do art. 301 do CPP.

    Portanto, a ALTERNATIVA CORRETA É A LETRA A.


  • Art. 303. Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência

    Art. 304. (...) 2.º A falta de testemunhas da infração não impedirá o auto de prisão em flagrante; mas, nesse caso, com o condutor, deverão assiná-lo pelo menos duas pessoas que hajam testemunhado a apresentação do preso à autoridade.

    Art. 306. A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao MP e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.

    1.º Em até 24 horas após a realização da prisão, será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante e, caso o autuado não informe o nome de seu advogado, cópia integral para a DP.

    Art. 301. Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito.

    ...

  • GABARITO: A.

     

    a) Art. 303.  Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência.

     

    b) Art. 302.  Considera-se em flagrante delito quem:

    I - está cometendo a infração penal;

    II - acaba de cometê-la;

    III - é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração;

    IV - é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.
     

    c) Art. 304, § 2o  A falta de testemunhas da infração não impedirá o auto de prisão em flagrante; mas, nesse caso, com o condutor, deverão assiná-lo pelo menos duas pessoas que hajam testemunhado a apresentação do preso à autoridade.

     

    d) Art. 306.  A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada.    

     

    e) Art. 301.  Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito.

  • Letra a.

    a) Certa. Segundo preconiza o art. 303 do CPP, entende-se o agente em flagrante delito, nas infrações penais de caráter permanente, enquanto não cessar a permanência. Em um sequestro, por exemplo, pode ser realizada a prisão do sequestrador a qualquer tempo, enquanto durar a situação de privação de liberdade da vítima (tendo em vista que o delito de extorsão mediante sequestro é um crime permanente).

    Questão comentada pelo Prof. Douglas de Araújo Vargas

  • Nas infrações permanentes considera-se em flagrante enquanto não cessar a permanência

  • Acerca da proposição apresentada abaixo, é correto afirmar que: Supondo que“A" foi preso em flagrante delito. Nessa circunstância, caso a infração que lhe foi atribuída fosse permanente, “A" poderia ter sido preso em flagrante enquanto não cessasse a permanência.

  • Art. 302 Considera-se em flagrante delito:

    I – Quem está cometendo a infração penal. (flagrante próprio/real/verdadeiro)

    II – Quem acaba de cometê-la. (flagrante próprio/real/verdadeiro)

    III – Quem é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que o faça presumir ser o autor da infração. (flagrante impróprio/irreal)

    IV – Quem é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele o autor da infração. (flagrante presumido/ficto)

    Ou seja, no flagrante impróprio, o criminoso é PERSEGUIDO, logo após o delito, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa.

    De outro modo, no flagrante presumido, o criminoso é ENCONTRADO, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele o autor da infração.

    Art. 303 Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência.

    Gabarito E

  • CPP Art. 303.  Nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência.

    GAB.A

  • A letra e está mal redigida. "Pode ter sido preso somente por autoridades policiais", não estaria errado, pois autoridades policiais não necessita de outros para prender em fragrante. Estaria errado se tivesse escrito que poderá ser preso somente por autoridades policiais.
  • Assertiva A

    caso a infração que lhe foi atribuída fosse permanente, “A" poderia ter sido preso em flagrante enquanto não cessasse a permanência.

  • A solução da questão exige o conhecimento acerca da prisão em flagrante prevista a partir do art. 301 do Código de Processo penal. Analisando as alternativas:

    a) CORRETA. Crimes permanentes são aqueles em que sua execução se prolonga no tempo, a ofensa se dá de maneira constante. De fato, nas infrações permanentes, entende-se o agente em flagrante delito enquanto não cessar a permanência, de acordo com o art. 303 do CPP.
    b) ERRADA. Considera-se em flagrante o sujeito em quatro ocasiões: 1 - está cometendo a infração penal; 2- acaba de cometê-la; 3- é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração; 4- é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração, consoante o art. 302 do CPP.
    c) ERRADA.  A falta de testemunhas da infração não impedirá o auto de prisão em flagrante; mas, nesse caso, com o condutor, deverão assiná-lo pelo menos duas pessoas que hajam testemunhado a apresentação do preso à autoridade, de acordo com o art. 304, §2ºdo CPP.
    d) ERRADA.   A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada, de acordo com o art. 306 do CPP.
    e) ERRADA. A prisão em flagrante pode ser efetuada por qualquer pessoa, qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito, de acordo com o art. 301 do CPP.  
    GABARITO DA PROFESSORA: LETRA A.

ID
1844305
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Atenção: Na questão, assinale a afirmativa correta em relação à proposição apresentada.

Em relação ao habeas corpus:

Alternativas
Comentários
  • Não é cabível contra decisão condenatória à pena de multa, pois, nesse caso, não está "em jogo" a liberdade de ir e vir.

  • Processo:HC 2641510 PR Habeas Corpus Crime - 0264151-0

    Relator(a):Arquelau Araujo Ribas

    Julgamento:23/09/2014

    Órgão Julgador:Quarta Câmara Criminal (extinto TA)

    Publicação:08/10/2014 DJ: 6722

    Ementa

    CORPUS - PETIÇÃO NÃO ASSINADA PELO ADVOGADO IMPETRANTE CONCESSÃO DE PRAZO PARA SUPRIMENTO DA FALHA - OMISSÃO NÃO SUPRIDA - ORDEM NÃO CONHECIDA.

    Um dos requisitos da petição inicial da ação de habeas corpus, à luz do art. 654,§ 1º letra c, do Código de Processo Penal, é a assinatura do impetrante.

  • Resposta: C

     

    Direto ao ponto

     

    a) Cabe apelação da decisão de juízo de primeiro grau que denega habeas corpus.

    FALSO - Cabe Recurso em Sentido Estrito (art. 581, X do CPP)

     

    b) Cabe recurso ordinário constitucional para o Superior Tribunal de Justiça da decisão que concede ordem de habeas corpus, proferida pelos Tribunais dos Estados.

    FALSO - É cabível contra decisão DENEGATÓRIA e não concessiva proferida por Tribunal Estadual. 

    (Lei nº 8.038/90, Art. 33 - O recurso ordinário para o Superior Tribunal de Justiça, das decisões denegatórias de mandado de segurança, proferidas em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais de Estados e do Distrito Federal, será interposto no prazo de quinze dias, com as razões do pedido de reforma.

     

    c) Não será conhecido se a petição não estiver assinada e não for acatada determinação de regularização.

    CORRETO - (art. 654, § 1º, C do CPP)

     

    d) É cabível mesmo quando já extinta pena privativa de liberdade.

    FALSO - Súmula 695 do STF - Não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de liberdade.

     

    e) É cabível contra decisão condenatória à pena de multa.

    FALSO - O Supremo Tribunal Federal negou seguimento a um pedido de habeas corpus impetrado por um condenado por corrupção passiva na Ação Penal nº. 470. No Habeas Corpus nº. 121033, o paciente questionava o valor da multa imposta. Em sua decisão no exercício da Presidência, o Ministro Ricardo Lewandowski negou seguimento ao pedido por inadequação da via eleita, uma vez que o Supremo Tribunal Federal entende que não é cabível o remédio heróico, não se mostra via adequada a questionar controvérsia relacionada à pena pecuniária, uma vez que o seu objetivo é apenas proteger a liberdade de locomoção, não podendo ser usado para a proteção de outros direitos.

  • Só acrescentando a resposta do Daniel Vilar, a letra E tem fundamento  na Súmula 693 STF

  • A resposta da letra B está no artigo 105, II, 'a' da CF.

  • Letra C - Não se admite Habeas Corpus apócrifo, anônimo

  • Art. 662 CPP Quando a petição não estiver assinda, o presidente mandará preencher o requisito assim que a petição for apresentada. A assinatura trata-se de requisito fundamental para que o habeas corpus seja impetrado, conforme art. 654, § 1º, "c". 

  • . CABIMENTO DE HABEAS CORPUS

    Serão elencadas as ocorrências que autorizam a concessão da ordem:

    Ameaça, sem justa causa, à liberdade de locomoção;

    Prisão por tempo superior estabelecido em lei ou sentença;

    Cárcere privado;

    Prisão em flagrante sem a apresentação da nota de culpa;

    Prisão sem ordem escrita de autoridade competente;

    Prisão preventiva sem suporte legal;

    Coação determinada por autoridade incompetente;

    Negativa de fiança em crime afiançável;

    Cessação do motivo determinante da coação;

    Nulidade absoluta do processo;

    Falta de comunicação da prisão em flagrante do Juiz competente para relaxá-la.

     

  • Cabe RESE, na decisão que negar HC.

  • CPP 
    a) Art. 581, X. 
    b) Art. 105, II, "a". 
    c) Art. 662 e 663. 
    d) Enunciado 695 do STF. 
    e) 693 do STF.

  • Resumo sobre HC: HC ( Art. 5º , LXVII CF/88 e art. 647 CPP)

    1) Dispensa CAPACIDADE CIVIL do impetrante;

    2) PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE (É gratuita, dispensa ADV);

    3) Ministério Público pode ajuizar HC;

    4) NÃO SE ADMITE HC APÓCRIFO (Sem assinatura);

    5) ESTRANGEIRO, QUALQUER PESSOA NATURAL (criança ou adolescente) PODEM IMPETRAR HC;

    6) DIREITO TUTELADO: Direito de ir e vir/ LOCOMOÇÃO/ AMBULATORIAL..

  • Súmula 693 - Não cabe H.C contra decisão condenatória a pena de MULTA, ou relativo a processo em curso por infração penal a que a pena PECUNIÁRIA seja a ÚNICA cominada.

     

    Súmula 695 - Não cabe H.C quando já extinta a pena privativa de liberdade.

     

    Súmula 694 - Não cabe H.C contra imposição da pena de exclusão de militar ou de perda de patente ou de função pública.

  • sobre a B:

     

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    II - julgar, em recurso ordinário:

    a) os habeas corpus decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados, do Distrito Federal e Territórios, quando a decisão for denegatória;”

  • RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL (ROC): Cabível contra decisão DENEGATÓRIA DE HABEAS CORPUS ou Mandado de Segurança proferida em 2ª instância ou por Tribunal Superior.

    RECURSO EM SENTIDO ESTRITO (RESE): Cabível contra decisão que CONCEDER ou NEGAR DE HABEAS CORPUS em 1ª instância.

  • Em relação ao habeas corpus:

    a) Cabe RESE da decisão de juízo de primeiro grau que denega OU CONCEDE habeas corpus.

    b) Cabe recurso ordinário constitucional para o Superior Tribunal de Justiça da decisão que DENEGA ordem de habeas corpus, proferida pelos Tribunais Regionais Federais, Tribunais dos Estados, do Distrito Federal e Territórios.

    c) Não será conhecido se a petição não estiver assinada e não for acatada determinação de regularização.

    d) NÃO É cabível quando já extinta pena privativa de liberdade.

    e) NÃO É cabível contra decisão condenatória à pena de multa.

  • Art. 662.  Se a petição contiver os requisitos do art. 654, § 1o, o presidente, se necessário, requisitará da autoridade indicada como coatora informações por escrito. Faltando, porém, qualquer daqueles requisitos, o presidente mandará preenchê-lo, logo que Ihe for apresentada a petição.

    § 1o  A petição de habeas corpus conterá:

    a) o nome da pessoa que sofre ou está ameaçada de sofrer violência ou coação e o de quem exercer a violência, coação ou ameaça;

    b) a declaração da espécie de constrangimento ou, em caso de simples ameaça de coação, as razões em que funda o seu temor;

    c) a assinatura do impetrante, ou de alguém a seu rogo, quando não souber ou não puder escrever, e a designação das respectivas residências.

  • GABARITO: C

    a) ERRADO: Art. 581. Caberá recurso, no sentido estrito, da decisão, despacho ou sentença: X - que conceder ou negar a ordem de habeas corpus;

    b) ERRADO: Lei nº 8.038/90, Art. 33 - O recurso ordinário para o Superior Tribunal de Justiça, das decisões denegatórias de mandado de segurança, proferidas em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais de Estados e do Distrito Federal, será interposto no prazo de quinze dias, com as razões do pedido de reforma.

    c) CERTO: Art. 654. § 1o A petição de habeas corpus conterá: c) a assinatura do impetrante, ou de alguém a seu rogo, quando não souber ou não puder escrever, e a designação das respectivas residências.

    d) ERRADO: SÚMULA 695 DO STF: Não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de liberdade.

    e) ERRADO: SÚMULA 693 DO STF: Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa, ou relativo a processo em curso por infração penal a que a pena pecuniária seja a única cominada.

  • a) ERRADA: Item errado, pois é cabível o Recurso Em Sentido Estrito contra esta decisão, nos termos do art. 581, X do CPP.

    b) ERRADA: No caso de decisão concessiva de habeas corpus não será cabível o Recurso Ordinário Constitucional, nos termos do art. 105, II, “a” da Constituição.

    c) CORRETA: Item correto, pois a petição de Habeas Corpus, apesar de não exigir maiores formalidades, deve estar assinada pelo impetrante, nos termos do art. 654, §1º, “c” do C .

    d) ERRADA: Item errado, pois o HC não é cabível para impugnar decisão condenatória à pena de multa ou em processo em relação ao qual não seja possível a aplicação de pena privativa de liberdade, conforme entendimento sumulado do STF (súmulas 693 e 695 do STF).

    e) ERRADA: Item errado, pois o HC não é cabível para impugnar decisão condenatória à pena de multa ou em processo em relação ao qual não seja possível a aplicação de pena privativa de liberdade, conforme entendimento sumulado do STF (súmulas 693 e 695 do STF). 

  • Tá, mas aonde diz que se o HC estiver apócrifo o juiz manda ajustar? Se é requisito da inicial, ele não deveria negar de plano?

  • Em relação ao habeas corpus: Não será conhecido se a petição não estiver assinada e não for acatada determinação de regularização.

  • GABARITO: C

    a) ERRADO: Art. 581. Caberá recurso, no sentido estrito, da decisão, despacho ou sentença: X - que conceder ou negar a ordem de habeas corpus;

    b) ERRADO: Lei nº 8.038/90, Art. 33 - O recurso ordinário para o Superior Tribunal de Justiça, das decisões denegatórias de mandado de segurança, proferidas em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais de Estados e do Distrito Federal, será interposto no prazo de quinze dias, com as razões do pedido de reforma.

    c) CERTO: Art. 654. § 1o A petição de habeas corpus conterá: c) a assinatura do impetrante, ou de alguém a seu rogo, quando não souber ou não puder escrever, e a designação das respectivas residências.

    d) ERRADO: SÚMULA 695 DO STF: Não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de liberdade.

    e) ERRADO: SÚMULA 693 DO STF: Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa, ou relativo a processo em curso por infração penal a que a pena pecuniária seja a única cominada.

  • O Habeas Corpus tem origem histórica na Magna Carta Inglesa de 1215 e é previsto expressamente no artigo 5º, LXVIII, da Constituição Federal de 1988, ou seja, é um direito e garantia fundamental do cidadão.


    O habeas corpus tutela o direito de ir, vir e permanecer, quando se estiver diante de uma coação ilegal, como nas hipóteses exemplificativas do artigo 648 do Código de Processo Penal, podendo ser preventivo (emissão de salvo conduto) ou repressivo (visa a soltura de quem se encontra preso).


    O habeas corpus pode ser impetrado por qualquer pessoa física ou jurídica, pode a pessoa estar representada ou não por advogado e ainda ser impetrado pelo Ministério Público e concedido ex officio pelo Juiz. No habeas corpus há a figura do IMPETRANTE, que é a pessoa que ajuíza o habeas corpus; o PACIENTE, que é a pessoa a favor de quem se ajuíza e; o IMPETRADO, a autoridade responsável pela coação a liberdade de locomoção.


    Uma questão importante diz respeito ao cabimento do habeas corpus coletivo, pois este não tem previsão legal e há divergências na doutrina com relação ao seu cabimento, tendo os defensores aduzido que o mesmo seria uma forma mais célere de garantir o acesso a liberdade em situações iguais e que não há vedação legal para sua interposição.


    Tenha atenção também que o habeas corpus não é recurso, se trata de uma ação autônoma de impugnação.


    A) INCORRETA: Neste caso o recurso cabível será o Recurso em Sentido Estrito (RESE), nos termos do artigo 581, X, do Código de Processo Penal, vejamos:


    “Art. 581.  Caberá recurso, no sentido estrito, da decisão, despacho ou sentença:

    (...)

    X - que conceder ou negar a ordem de habeas corpus;”


    B) INCORRETA: Caberá recurso ordinário ao Superior Tribunal de Justiça da decisão denegatória de habeas corpus, decididos em última ou única instância pelos Tribunais Regionais Federais e Tribunais dos Estados, Distrito Federal e Territórios, artigo 105, II, “a”, da Constituição Federal.


    C) CORRETA: Vejamos que o artigo 654, §1º, do Código de Processo Penal traz o que a petição de habeas corpus deve conter:


    “Art. 654.  O habeas corpus poderá ser impetrado por qualquer pessoa, em seu favor ou de outrem, bem como pelo Ministério Público.

    § 1o  A petição de habeas corpus conterá:

    a) o nome da pessoa que sofre ou está ameaçada de sofrer violência ou coação e o de quem exercer a violência, coação ou ameaça;

    b) a declaração da espécie de constrangimento ou, em caso de simples ameaça de coação, as razões em que funda o seu temor;

    c) a assinatura do impetrante, ou de alguém a seu rogo, quando não souber ou não puder escrever, e a designação das respectivas residências.

    (...)”


    Agora vejamos um julgado do Superior Tribunal de Justiça no sentido do disposto na presente afirmativa: 


    “HABEAS CORPUS PREVENTIVO. PROGRESSÃO DE REGIME DEFERIDA. PRETENSÃO DE OBSTAR A INTERPOSIÇÃO DE AGRAVO EM EXECUÇÃO PELO MPF. PETIÇÃO SEM ASSINATURA. WRIT NÃO CONHECIDO.
    1. A exordial do mandamus não atende aos requisitos do art. 654, § 1º, alínea "c" do Código de Processo Penal, uma vez que não foi devidamente assinada pelo impetrante.    
    2. Nos termos da orientação jurisprudencial desta Corte, embora o Habeas Corpus possa ser impetrado por qualquer pessoa, independentemente da assistência de Advogado, a ausência da assinatura na petição inicial, por si só, inviabiliza o conhecimento


    D) INCORRETA: O Supremo Tribunal Federal (STF) já editou súmula (695) com relação ao não cabimento de habeas corpus nesta hipótese, vejamos:Não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de liberdade.


    E) INCORRETA: O Supremo Tribunal Federal (STF) já editou súmula (693) com relação ao não cabimento de habeas corpus nesta hipótese, vejamos:Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa, ou relativo a processo em curso por infração penal a que a pena pecuniária seja a única cominada.”


    Resposta: C

     

    DICA: Atenção com relação a leitura dos julgados, informativos e súmulas do STF e STJ.

  • Não será reconhecido o HP apócrifo (sem identificação)


ID
1844308
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A prisão preventiva

Alternativas
Comentários
  • E) correta... é letra de lei.

     

  • a) ERRADA - Art. 311 do CPP.  Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz, de ofício, se no curso da ação penal, ou a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por representação da autoridade policial.

     

    b) ERRADA - Art. 313.  Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:

    I - nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos. 

     

    c) ERRADA - É imprescindível a apresentação de mandado

     

    d) ERRADA - Art. 312.  A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver PROVA (e não suspeita) da existência do crime e indício suficiente de autoria.      

     

    E) CORRETA - Art. 312 do CPP.     

  • GABARITO: LETRA E.

     

    CPP: Art. 312.  A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.

  • A letra (d) esta correta 

  • anderson gusmão, Entendo que a D esteja, de fato, errada. Pois a preventiva visa assegurar o processo, não " a aplicação da lei penal". Vejá, o que dispõe o  inciso LVII do artigo 5º, que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Ora, não se pode antecipar uma aplicação da lei penal, só deve ser utilizado, tal recurso, para assegurar a efetividade do processo. 

    Foco, Fé e Café! 

  • A alternativa D realmente está incorreta, mas não porque a prisão preventiva não pode ser decretada para aplicação da lei penal, afinal essa é uma das hipóteses expressamente previstas no art. 312 do CPP.

    O erro da alternativa está na segunda parte em que se diz: [...]  quando houver suspeita de existência do crime e da autoria, isso porque a 2ª metade do art. 312 diz: [...] quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.

     

     

  • Sobre a C. Única hipótese de prisão sem exibição de mandado: Art. 287. Se a infração for inafiançável, a falta de exibição do mandado não obstará à prisão, e o preso, em tal caso, será imediatamente apresentado ao juiz que tiver expedido o mandado. CPP

  • QUANDO SERÁ ADMITIDA A DECRETAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA ?

     

     

    Art. 313.  Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:       

     

    I - nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos;       

    II - se tiver sido condenado por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado, ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. 64 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal;          

    III - se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;           

     

    Parágrafo único.  Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la, devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação, salvo se outra hipótese recomendar a manutenção da medida. 

  • Comentário:

    Fundamentos

    --> Pode ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, para assegurar a aplicação da lei penal ou em caso de descumprimento de outras medidas cautelares.

     

    Pressupostos

    --> Só é possível a prisão preventiva no caso concreto;

    --> Houver indícios suficientes de autoria e prova da materialidade do crime;

    --> Não há possibilidades de prisão preventiva nas contravenções penais;

     

    Gaba: Letra E.

  • A)  Art. 311. EM QUALQUER FASE DA INVESTIGAÇÃO POLICIAL OU DO PROCESSO PENAL, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz, de ofício, SE NO CURSO DA AÇÃO PENAL, OU A REQUERIMENTO DO MINISTÉRIO PÚBLICO, DO QUERELANTE ou DO ASSISTENTE, ou POR REPRESENTAÇÃO DA AUTORIDADE POLICIAL.

     

    B) ART. 313. NOS TERMOS DO ART. 312 DESTE CÓDIGO, SERÁ ADMITIDA A DECRETAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVAI - NOS CRIMES DOLOSOS PUNIDOS COM PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE MÁXIMA SUPERIOR A 4 (QUATRO) ANOS;

     

    C) Art. 299. A captura PODERÁ ser requisitada, à vista de mandado judicial, POR QUALQUER MEIO DE COMUNICAÇÃO, tomadas pela autoridade, a quem se fizer a requisição, as precauções necessárias para averiguar a autenticidade desta.

    Art. 287. Se a infração for INAFIANÇÁVEL, a falta de exibição do mandado NÃO OBSTARÁ À PRISÃO, e o preso, em tal caso, será imediatamente apresentado ao juiz que tiver expedido o mandado.



    D e E) Art. 312. A prisão preventiva PODERÁ ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, QUANDO HOUVER PROVA DA EXISTÊNCIA DO CRIME E INDÍCIO SUFICIENTE DE AUTORIA-> GABARITO

  • Sobre a alternativa B:

    Eu sinto que falta um pouco de entendimento sobre as leis da lógica aos examinadores.

     

    A lei fala: a prisão preventiva será admitida para crimes dolosos puníveis com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos.

    A alternativa fala: a prisão preventiva somente é admissível para os crimes punidos com detenção.

    O que a lógica diz: a alternativa apenas declara que a prisão preventiva não é admissivel para crimes não puníveis com pena de detenção.

    Logo, ela está correta. Estaria errada se dissesse: a prisão preventiva é admissível para todos os crimes puníveis com detenção.

    É um erro lógico assumir que uma assertiva que diga "somente é admissível para crimes puníveis com detenção" esteja dizendo "é admissível para todos os crimes puníveis com detenção", simplesmente é uma suposição errada.

    A lógica dita que, do modo como está escrita a alternatica B, ela está correta de acordo com a Lei.

     

  • pm ia = prova de materialidade e indicios e autoria.

  • LETRA E CORRETA 

    CPP

    Art. 312.  A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. 

  • Na verdade não, Guilherme Pugila. 

    Ela fala SOMENTE nos casos punidos com detenção e isso não é verdade. Lembrando que temos RECLUSÃO e DETENÇÃO

    "A nova Lei, contudo, conforme mencionamos acima, determina que a prisão preventiva só possa ser decretada quando se tratar de crime doloso cuja pena máxima cominada seja superior a quatro anos. Com a inovação legislativa, não importa mais a natureza da pena, se de reclusão ou de detenção, bastando o quantum legal para que a medida seja adotada, desde que, é claro, as outras cautelares sejam insuficientes ou inadequadas."

     

    Fonte: jusBrasil

  • Lembrar que privar alguém da sua liberdade é medida extrema, por isso não será qualquer simples notícia de possível crime ou "achismo" que poderá fundamentar uma prisao preventiva.

  • Questão mais linda que a minha vizinha Marcela

  • Gabarito E 

     

  • Letra da lei pura e nos mínimos detalhes 

  • Em regra, não é admissível nos crimes punidos c/ detenção;

     

    Salvo se for crime punido c/ pena máxima superior a 4 (quatro) anos, e que as outras cautelares sejam insuficientes ou inadequadas.

  • Quem teve pressa respondeu a D e errou.

  • a)  ERRADA: A preventiva pode ser decretada durante o IP ou durante o processo penal, nos termos do art. 311 do CPP.

    b)  ERRADA: A preventiva é cabível, como regra, nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos, nos termos do art. 313, I do CPP, bem como em outras hipóteses.

    c)   ERRADA: A execução da medida pode ser realizada sem a exibição do mandado, nos crimes INAFIANÇÁVEIS. Neste caso, será imediatamente apresentado o preso ao juiz que tiver expedido o mandado, nos termos do art. 287 do CPP.

    d)   ERRADA: Apesar de poder ser decretada para assegurar a aplicação da lei penal, deve haver PROVA DA MATERIALIDADE, ou seja, prova da existência do crime (além de indícios suficientes de autoria), nos termos do art. 312 do CPP.

    e)  CORRETA: Item correto, pois deve haver PROVA DA MATERIALIDADE, ou seja, prova da existência do crime (além de indícios suficientes de autoria), nos termos do art. 312 do CPP, sendo a conveniência da instrução criminal um dos possíveis fundamentos para a decretação da preventiva.

    Portanto, a ALTERNATIVA CORRETA É A LETRA E.


  • A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.

  • D Pode ser decretada para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver suspeita de existência do crime e da autoria.

  • NEYMAR JUNIOR, VC JÁ PRESSENTIU O QUE ESTAVA POR VIR E, EM JANEIRO, ESTUDOU BEM OS TEMAS PRISÃO PREVENTIVA E MEDIDAS CAUTELARES, PRA FICAR BEM AFIADO QUANDO DA ACUSAÇÃO DA NAJILA TRINDADE.

  • Com relação a alternativa C)

    Art. 287.  Se (E SOMENTE SE) a infração for inafiançável, a falta de exibição do mandado não obstará à prisão, e o preso, em tal caso, será imediatamente apresentado ao juiz que tiver expedido o mandado.

    Todavia, todavia...

    Art. 288.  Ninguém será recolhido à prisão, sem que seja exibido o mandado ao respectivo diretor ou carcereiro, a quem será entregue cópia assinada pelo executor ou apresentada a guia expedida pela autoridade competente, devendo ser passado recibo da entrega do preso, com declaração de dia e hora.

  • Letra e.

    e) Certa. A prisão preventiva pode ser decretada por conveniência da instrução criminal, desde que exista prova de materialidade e indícios suficientes de autoria (art. 312, CPP).

    Questão comentada pelo Prof. Douglas de Araújo Vargas

  • A prisão preventiva é o que se pode chamar de prisão cautelar por excelência, pois é aquela que é determinada pelo Juiz no bojo do processo criminal ou da investigação policial, de forma a garantir que seja evitado algum prejuízo.

    Art. 311. Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz, de ofício, se no curso da ação penal, ou a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por representação da autoridade policial. 

  • Art. 312. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado.    (Redação dada pela L 13.964/2019)   

  • ATENÇÃO:

    DEVIDO À MUDANÇA PELO "PACOTE ANTICRIME" (Lei 13.964/19), A PRISÃO PREVENTIVA NÃO PODE SER MAIS DECRETADA DE OFÍCIO PELO JUIZ.

    VEJA A REDAÇÃO ATUAL DO ARTIGO 311 DO CPP:

    Art. 311. Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz, a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por representação da autoridade policial.

  • Vlw, Anderson. Baixei esse código do site do senado não faz nem uma semana. Agora, devido ao seu comentário, vi que está atualizado só até abril de 2017. Deve ser pq eles trabalham muito lá

  • A prisão preventiva, pode ser decretada por conveniência da instrução criminal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.

  • Ter atenção!

    prova da existência do crime; e

    indício suficiente de autoria.

  • GABARITO LETRA "E"

    CPP: Art. 312 - A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado.

    "Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço".

  • prova do crimes

    +

    indício de autoria

  • selva !!

  • A questão cobrou conhecimentos acerca da prisão preventiva.

    A – Incorreta. A prisão preventiva poderá ser decretada no curso da investigação (inquérito policial) ou durante o processo nos termos do art. 311 do Código de Processo Penal. A prisão temporária é que só pode ser decretada na fase do inquérito policial.

    B – Incorreta. A prisão preventiva é admissível tanto para os crimes punidos com detenção quanto para os crimes punidos com reclusão , exige-se apenas que a pena máxima do delito seja superior a 4 anos.

    C – Incorreta. Não há essa previsão legal.

    D – Incorreta. Assegurar a aplicação da lei penal é um dos fundamentos da prisão preventiva. Entretanto, a prisão preventiva só poderá ser decretada quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado, conforme o art. 312 do CPP.

    E – Correta. A conveniência da instrução criminal é um dos fundamentos que autorizam a decretação da prisão preventiva quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria e de perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado, conforme o art. 312 do CPP.

    Gabarito, letra E.

  • A prisão preventiva poderá ser decretada como:

    GOP, GOE, CIC, ALP

    GOP -> Garantia da Ordem Pública

    GOE -> Garantia da Ordem Econômica

    CIC -> Conveniência da Instrução Criminal

    ALP -> assegurar Aplicação da Lei Penal

  • Prisão preventiva--> cabível em toda persecução penal( IP + Processo)

    Prisão Temporária----> cabível apenas ao longo do IP.


ID
1844311
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O habeas corpus

Alternativas
Comentários
  • Pode ser repressivo ou Preventivo.

  • Já ouvi dizer que ele pode ser concedido de ofício.

  • Sobre a alternativa C:

     

    CPP. Art. 654.  O habeas corpus poderá ser impetrado por qualquer pessoa, em seu favor ou de outrem, bem como pelo Ministério Público.

            § 1o  A petição de habeas corpus conterá:

            a) o nome da pessoa que sofre ou está ameaçada de sofrer violência ou coação e o de quem exercer a violência, coação ou ameaça;

            b) a declaração da espécie de constrangimento ou, em caso de simples ameaça de coação, as razões em que funda o seu temor;

            c) a assinatura do impetrante, ou de alguém a seu rogo, quando não souber ou não puder escrever, e a designação das respectivas residências.

            § 2o  Os juízes e os tribunais têm competência para expedir de ofício ordem de habeas corpus, quando no curso de processo verificarem que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal.

  • Habeas corpus pode ser:

    Preventivo - garantindo o Salvo-conduto 

    Repressivo - garantido o alvará de soltura

    Alem disso pode ser declarado de ofício quando houver prisão ilegal.

  • ITEM C

     PODE SER PREVENTIVO OU REPRESSIVO

  • LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer (REPRESSIVO) ou se achar ameaçado (PREVENTIVO)  de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

  • O H.C PODE SER CONCEDIDO DE OFICIO PELOS JUIZES E TRIBUNAIS quando no curso de processo verificarem que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal. importante ressaltar que, quando o juiz verificar a ilegalidade de prisão em flagrante, deverá imediatamente relaxá-la, mas tal providência não implicará em concessão de "habeas corpus"

  • Alguém comenta a letra E, por favor? Obrigada

  • O habeas corpus

     a) pode ser impetrado por qualquer pessoa, mas somente em seu favor. - ERRADA, pode ser "a rogo", em favor de outra pessoa.

     b) pode ser preventivo. - CORRETA.

     c) não pode ser concedido de ofício. - ERRADA, pode sim, pelo juiz.

     d) não pode ser impetrado pelo Ministério Público, por falta de interesse de agir. - ERRADA, pode sim, qualquer pessoa física ou jurídica.

     e) pode ser impetrado em defesa da sociedade, para rever decisão injusta. - ERRADA, é impetrado para defesa individual.

  • Gabarito: C

    CF/88 - LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer (REPRESSIVO) ou se achar ameaçado (PREVENTIVO)  de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

  • O habeas corpus = Apresente o corpo

    1. Pode ser impetrado por qualquer pessoa, em seu favor ou em favor de outrem. Como preceitua o art. 654 CPP

     

    2. Pode ser preventivo ou repressivo.

     

    3. Pode ser concedido de ofício pelo Juiz/ Tribunal ... vide art. 654 § 2º, do Código de Processo Penal: Os juízes e os tribunais têm competência para expedir de ofício ordem de habeas corpus, quando no curso de processo
    verificarem que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal.

     

    4. Pode ser impetrado pelo Ministério Público. (Art. 654 CPP)

     

    5. NÃO pode ser impetrado em defesa da sociedade, para rever decisão injusta.... O remédio constitucional é para defesa da liberdade de locomoção (de pessoa física).

     

    Curiosidade:  A autoridade que por má-fé ou evidente abuso de poder tiver determinado a coação (prisão) TERÁ que PAGAR as CUSTAS. (vide art. 653 CPP)

    * defende a liberdade de locomoção contra: ILEGALIDADE ou ABUSO DE PODER.

    ** pode ser preventivo (antes de acontecer a prisão) ou repressivo (estando ele preso)

    *** pode ser impetrado a qualquer momento, ainda que esgotadas todas as instâncias.

    **** qualquer pessoa física ou jurídica (criança também pode) pode impretar HC..... CUIDADO!!!! A pessoa jurídica só não pode ser PACIENTE, óbvio ... ela "empresa" não vai presa! ... Mole mole essa heim?!

  • O habeas corpus é PREVENTIVO ou REPRESSIVO

  • habeas corpus:

    1) repressivo (liberatório) busca devolver ao indivíduo a liberdade de locomoção que já perdeu (sendo preso, por exemplo);

     

    2) preventivo (salvo-conduto) resguarda o indivíduo quando a perda dessa liberdade é apenas uma ameaça.

     

    3) suspensivo quando a prisão já foi decretada, mas o mandado de prisão ainda está pendente de cumprimento.

     

  • RESUMO

     

    · Habeas Corpus

     

    - impetrar: qualquer pessoa (física/ jurídica)

    - defesa individual – liberdade de locomoção

    - razão: ilegalidade/ abuso de poder

    - direito próprio

    - direito de terceiro – a rogo

    - repressivo (atual) ou preventivo (anterior)

    - impetrado ou de ofício (juiz/ tribunal)

    - qualquer momento – ainda que esgotadas as instâncias

    - MP

     

    Obs.: Autoridade

                   - ma fé/ abuso de poder

                                   - pagar custas processuais

  • Repressivo: busca devolver ao indivíduo a liberdade de locomoção que ele perdeu;
    Preventivo: resguarda o indivíduo quando a perda da liberdade é apenas uma ameaça;
    Suspensivo: Utilizado quando já foi decretada a prisão, mas o mandato ainda está pendente de cumprimento.

  • GABARITO B - Art. 5 , LXVIII da CF/88 

     

    Características:

     

    - Gratuito para todos, não importa a condição financeira;

     

    - Preventivo: há uma ameça real de constrangimento à liberdade de locomoção;

     

    - Repressivo: já existe o ato que constrange direta ou indiretamente a liberdade de locomoção;

     

    - Qualquer pessoa pode impetrar HC (independe de advogado). Estrangeiros também podem, desde que na lingua portuguesa;

     

    - Pode impetrar HC contra autoridade coatora + particular (ex: hospital que não libera paciente que não pagar a conta);

     

  • Letra Correta: B

    Segundo a doutrinha da Nathalia Masson, o Habeas Corpus pode ser de 4 maneiras: 

    Repressivo: Quando houve prisão ilegal. Neste caso será dado pelo juiz um alvará de soltura. 

    Preventivo: Não houve a prisão, mas considera-se que haja uma ameaça ao paciente. Segundo o art. 660° §4 do Código de Processo Penal, será expedido um salvo-conduto. 

    Suspensivo: Quando há um mandato ilegal de prisão, mas este por sua vez, ainda não foi aplicado. Neste caso, será expedido um contramandado de prisão. 

    Profilático: Imposto á atos processuais ou medidas que possam parecer legais, mas de fato, não são. 

  •  

    CF/88 - LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer (REPRESSIVO) ou se achar ameaçado (PREVENTIVO)  de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

  • -

    galera, cuidado com os comentários. Foi dito que o habeas corpus pode ser impetrado a qualquer momento
    mesmo que esgotadas todas as instâncias e isso não é verdade, não cabe Habeas Corpus contra decisão do STF
    ( seja pela sua turma ou pelo plenário), devido o princípio da superioridade de grau.

    assim não iria ter fim!!!

    FONTE:
    aula em vídeo para Tribunais - Estratégia Concursos
    Professor: Ricardo Vale

  • Habeas corpus é também chamado de “remédio judicial ou constitucional”, pois ele tem o poder de cessar a violência e coação que indivíduos possam estar sofrendo. Existem dois tipos de habeas corpuso habeas corpus preventivo, também conhecido como salvo-conduto, e o habeas corpus liberatório.

    LETRA B

  • LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer (HC REPRESSIVO)  ou se achar ameaçado de sofrer (HC PREVENTIVO)  violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

  • Conforme escólio de AVENA, o habeas corpus preventivo, é impetrado quando houver receio de constrangimento ilegal à liberdade de locomoção. Necessário referir que a ameaça de prisão que justifica a concessão da ordem não pode se caracterizar como um temor remoto ou mera suspeita. É preciso que seja, efetivamente, ameça séria e concreta, devidamente demonstrada, quanto à iminência de prisão ilegal. Não basta a possibilidade, sendo preciso a probabilidade do constrangimento à liberdade. Deferido, expede-se salvo-conduto, impedindo-se, pelo fato objeto do habeas corpus, que ocorra a segregação (art 660, §4º, do CPP).

  • O Mandado de Segurança:

     

    - Repressivo: quando a ilegalidade já estiver sido cometida;

     

    - Preventivo: quando o impetrante demonstrar justo receio de sofrer violação de direito líquido e certo por parte da autoridade impetrada.

  • existe HC preventivo e HC repressivo.

     

    Pode ser preventivo, a ser impetrado antes da concretização da violência ou da coação, com o objetivo de impedi-la, ou repressivo, a ser utilizado pelo indivíduo quando já consumada a violência ou a coação, com o objetivo de liberar o paciente.

     

    É remédio constitucional destinado a tutelar a liberdade de locomoção, o direito de ir, vir, parar e ficar do indivíduo.

     

    Pode ser impetrado por qualquer pessoa, em seu favor ou de outrem, independentemente da existência de advogado

     

    Fonte: RAFAEL L

     

    Agora sobre a (D)

     

    Habeas Corpus Pode ser impetrado pelo Ministério Público. (Art. 654 CPP), mas vamos lembrar que não é necessária a participação de ADVOGADO!

  • Gabarito B

    Art. 647.  Dar-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar na iminência de sofrer violência ou coação ilegal na sua liberdade de ir e vir, salvo nos casos de punição disciplinar.

    Achar-se na iminência = não aconteceu ainda, então conceder-se-á Habeas Corpus preventivo.

  • Nossa alternativa correta é a da letra ‘b’. O habeas corpus poderá ser preventivo quando o direito de locomoção estiver sob ameaça, ou seja, quando o risco à liberdade de locomoção for iminente. Todas as demais alternativas são falsas: 

    - Na alternativa ‘a’ o erro deriva da afirmação de que o HC somente pode ser impetrado por uma pessoa em seu favor. Sabemos que o impetrante e o paciente podem ser pessoas distintas, caso em que o impetrante estará atuando em favor de terceiro.

    - Na assertiva da letra ‘c’, o erro consiste em não considerar como possível (porque é!) a concessão do HC de ofício pelo magistrado que percebe a ameaça ou violação à liberdade de locomoção. 

    - A assertiva ‘d’ peca ao desconsiderar o MP como legitimado.

    - Na letra ‘e’, o equívoco foi o de mencionar que o HC existe para defender a sociedade. Em verdade, é um remédio constitucional que tutela pessoas físicas que estão sofrendo ou se acham ameaçadas de sofrer violência em sua liberdade de locomoção. 

    Gabarito: B

  • GABARITO: LETRA B

    DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    LXVIII - conceder-se-á habeas corpus  sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

    FONTE: CF 1988

  • Até aqui tudo bem,vou dar uma pausa.obrigado.

  • Que legal prof.Você não é boa,você é excelente.obrigado até mais tarde.Vou pra o terceiro vídeo dos remédios constitucionais.

  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

     

    LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

     

    HABEAS CORPUS REPRESSIVO: "SEMPRE QUE ALGUÉM SOFRER" OU; 
    HABEAS CORPUS PREVENTIVO: "SE ACHAR AMEAÇADO DE SOFRER VIOLÊNCIA"

  • O Sr. Raimundo achou que os comentários são chat do professor kkkkkkk, avisem ele.

    Até aqui tudo bem,vou dar uma pausa.obrigado.

  • Cuidado: O HC PODE ser CONCEDIDO DE OFÍCIO pelo JUIZ, mas NÃO PODE SER IMPETRADO PELO JUIZ!!!

  • Principais Dicas de Remédios Constitucionais:

    Gabarito:B

    • Habeas Corpus = Liberdade de Locomoção; Não é pago; Qualquer um pode impetrar e ser o beneficiado da ação, exceto PJ.
    • Habeas Data = Acréscimo de informações, conhecimento de informações do impetrante e retificação de dados quando não queira fazer por um processo judicial; Ação na qual você tem que entrar com a ação - personalíssima, exceto quando você impetrar para herdeiros; Não é pago.
    • Mandado de Segurança = Proteger direito liquido e SErto, não amparado por habeas corpus e data; As provas devem ser preexistentes; Pago; Quem impetra é o PF e PJ e organização sindical, partidos políticos com representação no congresso nacional, associações com pelo menos 1 ano de funcionamento e entidades de classe.
    • Manda de Injunção = Sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviolável o direito e as liberdades constitucionais; Pago; PJ e organização sindical, partidos políticos com representação no congresso nacional entidades de classe.
    • Ação Popular = Qualquer cidadão poderá impetrar ação popular para anula ato lesivo a patrimônio publico, moralidade administrativa, meio ambiente e patrimônio histórico cultural; Não é pago, salvo se comprovado a má-fé

     

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ID
1844314
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Em relação ao mandado de segurança, é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Lei 12016/09:

    Art. 1o  Conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, sempre que, ilegalmente ou com abuso de poder, qualquer pessoa física ou jurídica sofrer violação ou houver justo receio de sofrê-la por parte de autoridade, seja de que categoria for e sejam quais forem as funções que exerça. 

    (...)

    § 3o  Quando o direito ameaçado ou violado couber a várias pessoas, qualquer delas poderá requerer o mandado de segurança. 

    (...)

     

    Art. 5o  Não se concederá mandado de segurança quando se tratar: 

    I - de ato do qual caiba recurso administrativo com efeito suspensivo, independentemente de caução; 

    II - de decisão judicial da qual caiba recurso com efeito suspensivo; 

    III - de decisão judicial transitada em julgado. 

    (...)

    Art. 6,§ 3o  Considera-se autoridade coatora aquela que tenha praticado o ato impugnado ou da qual emane a ordem para a sua prática. 

  • a) Art. 1º, §3º, lei 12016/2009;

    b) Art. 1º, caput, lei 12016/2009;

    c) Art. 5º, III, lei 12016/2009;

    d) Art. 5º, II, lei 12016/2009;

    e) Art. 6º, §3º, lei 12016/2009 -"Considera-se autoridade coatora aquela que tenha praticado o ato impugnado OU DA QUAL EMANE A ORDEM PARA SUA PRÁTICA. - Alternativa Correta.

  • LETRA E

     

    A)Lei 12016/09, Art. 1º , § 3o  Quando o direito ameaçado ou violado couber a várias pessoas, qualquer delas poderá requerer o mandado de segurança.

     

    B)Lei 12016/09, Art. 1º  Conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, sempre que, ilegalmente ou com abuso de poder, qualquer pessoa física ou jurídica sofrer violação ou houver justo receio de sofrê-la por parte de autoridade, seja de que categoria for e sejam quais forem as funções que exerça.

     

    C) Lei 12016/09, Art. 5o  Não se concederá mandado de segurança quando se tratar:

    III - de decisão judicial transitada em julgado.

     

    D) Lei 12016/09, Art. 5º  Não se concederá mandado de segurança quando se tratar:

    II - de decisão judicial da qual caiba recurso com efeito suspensivo.

     

    E) Lei 12016/09, Art. 6º § 3o  Considera-se autoridade coatora aquela que tenha praticado o ato impugnado ou da qual emane a ordem para a sua prática.

  • RESUMO

     

    · Mandado de Segurança

     

    - várias pessoas – qualquer delas

    - razão: ilegalidade/ abuso de poder

                   - autoridade pública

                   - agente de PJ – atribuições de Poder Público

    - prejudicado: pessoa física/ jurídica

    - repressivo (atual) ou preventivo (anterior)

    - Não será concedido:

                   - decisão judicial transitada em julgado

                   - decisão judicial que caiba recurso com efeito suspensivo

    - Autoridade coatora:

                   - pratica o ato

                   - ordena a prática

    - Cabível: em vista de processo administrativo

  • GABARITO E de ESTUDA !

     

    Características:

     

    Ação constitucional de natureza civil;

     

    - Ação RESIDUAL, não amparada por HC ou HD;

     

    - Prazo de 120 dias a partir do conhecimento do fato ( prazo decadencial) ;

     

    - Remédio para tutelar direito líquido e certo, ou seja, não precisa de dilação probatória, pois já está provado;

     

    - Legitimados ativos: PF, PJ, órgãos públicos despersonalizados, porém com capacidade processual ( Mesas do Legislativo, universalidade de bens e direitos, agentes políticos, MP );

     

    - Legitimados passivos: autoridade coatora responsavel pela ilegalidade ou abuso de poder + autoridade pública + agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público + órgãos de partidos políticos 

     

    - Não cabe MS contra atos de gestão comercial, praticado pelos adm, de empresas públicas, soc. de economia mista e concessionárias de serviço público;

     

    - Pode ser: Preventivo (liminar) o juiz ordenará que se suspenda o ato que deu motivo ao pedido ( facultado ao juiz exigir caução ou fiança do impetrante) ou Repressivo: ilegalidade ou abuso de poder já praticado. 

  • EXCLUSIVAMENTE...JÁ SABE NÉ...

     


ID
1844326
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (19/08) em segundo turno, por 320 votos a favor, 152 contra e 1 abstenção, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.
O texto segue agora para o Senado, onde precisará passar por duas votações para ser promulgado.

(Adaptado de: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015)

A redução da maioridade ocorrerá quando o menor praticar atos como

Alternativas
Comentários
  • Questão letra E

  • Letra E


    "A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (19) em segundo turno, por 320 votos a favor, 152 contra e 1 abstenção, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz maioridade idade penal de 18 para 16 anos no caso de crimes de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, como o estupro. O texto segue agora para o Senado, onde precisará passar por duas votações para ser promulgado."


    Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/08/camara-aprova-em-2-turno-reducao-da-maioridade-penal-para-16-anos.html


ID
1844335
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Sob o aspecto histórico, a Questão do Pirara teve grande importância para o Brasil e para o estado de Roraima.
Sobre esta questão, considere:

I. Foi um conflito diplomático entre Portugal (depois o Brasil) e Inglaterra iniciado no início do século XIX e terminado no início do século XX.

II. O tratado foi vantajoso para o Brasil porque, além de ganhar território, a Guiana perdeu seu acesso à bacia amazônica.

III. Em 1904, a questão teve o arbítrio do rei italiano Vitor Emanuel que dividiu as terras e definiu os limites da fronteira Brasil − Guiana.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • O tratado foi vantajoso pra Guiana, essa sem vergonha
  • Papa Mike 2018

  • I - CORRETA. O nome Rio Branco foi dado no século XVII, quando o navegante português Pedro Teixeira navegava com uma grande expedição de Belém com destino à quito através do Solimões em busca de acesso aos mercados espanhóis, quando deparou-se com indígenas de relatavam que vinham de um rio de águas brancas no alto rio negro, por isso foi batizado de Branco. A seguir, a presença portuguesa era marcada através da construção de fortalezas militares, no caso o Forte São Joaquim, e também a presença de padres jesuítas. Era uma área de disputa territorial entre a
    Espanha e posteriormente com a Inglaterra, que passaram por um longo litígio para a delimitação das fronteiras, problema levantado pela Inglaterra, então metrópole da Guiana, no episódio diplomático que ficou conhecido como a Questão do Pirara.

    II. INCORRETA. Foi vantajoso para a Guiana francesa (inverso)

    III. CORRETA. 

    GABARITO: B

  • CERTO I -

    A Questão do Pirara foi um conflito diplomático entre Portugal (depois o Brasil) e Inglaterra iniciado no início do século XIX e terminado em 1904, com cessão pelo Brasil de parte do território disputado entre os dois países.

    ERRADO II -

    Pirara foi de todos os contenciosos fronteiriços em que o Brasil se envolveu o único em que o país saiu em desvantagem. Com a perda da área, o Brasil não só deixou de ter acesso à bacia do Essequibo, através do Rupununi, como deu à então Guiana Inglesa (atual República Cooperativa da Guiana) acesso à bacia Amazônica através dos seus afluentes Tacutu e Maú.

    CERTO III -

    Essa disputa diplomática se prolongou até 1898, final do século XIX, até que o Brasil acatou a proposta dos anglófonos de submeter a questão ao governo italiano que atuaria como árbitro. Joaquim Nabuco foi o indicado brasileiro para acompanhar o julgamento, que seria feito pelo rei italiano Vitório Emanuel III. Nabuco aprofundou-se na causa, argumentando de forma prima sobre a supremacia dos lusófonos na região. Foram dezoito impressionantes volumes de material argumentativo desenvolvido pelo pernambucano.

    Arbítrio da Itália

    Em 1904 a decisão foi tomada pelo rei italiano: 19.630 km² seriam retirados do Brasil e entregues à Inglaterra (somando territórios para a Guiana), e 13 570 km² seriam devolvidos ao Brasil, definindo assim, os limites da fronteira.


ID
1844341
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

De acordo com o estudo feito pela Coordenadoria Geral de Estudos Econômicos e Sociais da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento − Seplan e pelo IBGE, a economia de Roraima apresentou crescimento em 2011. Sobre as atividades econômicas do estado, considere:

I. A agropecuária tem apresentado crescimento, com maior destaque para o arroz e a soja.

II. A indústria tem apresentado o maior crescimento, principalmente nas atividades extrativas minerais.

III. Os setores de serviços e de Administração pública permanecem com pequena importância na economia do estado.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Papa Mike 2018

  • O Ministério do Meio Ambiente estima que em torno de 75% da área desmatada seja ocupada pela criação de gado, que ocupam uma área muito maior do que a agricultura, pois os animais são criados de forma extensiva. De acordo com a EMBRAPA, as áreas com mais de 80% de desmatamento são justamente as que apresentam a maior concentração de rebanho. O desenvolvimento de espécies de sementes de soja, adaptáveis ao ambiente, também possibilitou o aumento das lavouras em área desmatada (...)

    A exploração de recursos minerais foi um dos objetivos centrais dos programas de desenvolvimento da Amazônia. Muitas licenças de exploração de jazidas de grande extensão foram cedidas a empresas nacionais e internacionais. Depois que os minérios manganês e cassiterita começaram a ser explorados no Amapá e em Rondônia a partir de meados dos anos 1950 e 1960, as novas descobertas de enormes jazidas de minério de ferro na serra dos Carajás, de bauxita no rio Trombetas e também de ouro e diamantes revelaram a riqueza de recursos minerais da Amazônia, sendo iniciados grandes projetos na região, nos anos 1980 (...)

    Fonte: Estratégia concursos

    GABARITO: E


ID
1844356
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Atenção: A questão refere-se à Defensoria Pública do Estado de Roraima.

Por definição, a pessoa que pode ser atendida pela Defensoria Pública é determinada por sua renda familiar. A competência para fixação do valor que serve como teto para esse caso é

Alternativas

ID
1844359
Banca
FCC
Órgão
DPE-RR
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Atenção: A  questão refere-se à Defensoria Pública do Estado de Roraima.

Considere os itens abaixo.

I. É advogado.

II. É servidor do Estado.

III. Goza de independência funcional.

É característica exigível para o cargo de Defensor Público o que consta em

Alternativas
Comentários
  • STJ define que Defensor Público não precisa ter inscrição na OAB

    Decisão da 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de 1º de março de 2018, certifica que o cargo de Defensor Público não demanda inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


    A exemplo, no Estado do Rio de Janeiro não exige inscrição na OAB.