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Prova FCC - 2015 - MANAUSPREV - Técnico Previdenciário - Administrativa


ID
1477771
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

De acordo com o texto,

Alternativas
Comentários
  • Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

  • Gabarito: A

    Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

  • Pessoal! vamos pedir o comentário do professor em todas as questões? assim melhoraremos nosso conhecimento...beleza?

  • Cursinho básico de interpretação e compreensão de texto : https://www.youtube.com/watch?v=5LRzAfkH4y8

  • A FCC pede que se atenha APENAS ao texto. Assim sendo, não devemos tirar qualquer conclusão que não esteja explícita no mesmo, por mais que pareça uam afirmação correta.


    A letra "A" indica que naquela região amazônica teria vivido uma tribo diferente das já conhecidas, com traços culturais distintos. E isso tiramos do texto:

    "...e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens."

    "...descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica"

    "...denominou o sítio de Miracanguera."

    "...cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia."

    Na letra "B" esse trecho do texto diz exatamente o contrário do que trata a afirmativa em questão:

    Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos". 

    A letra C, embora aparente estar certa, emite um juízo de valor, a questão não pede isso.

    Ja a alternativa D está toda equivocada, pois os antropólogos "não conseguiram achar Miracanguera"

    Por fim, nada do que está escrito na letra E está no texto.


  • Gabarito: A

    A resposta para esta questão encontra-se no último parágrafo.
    Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.
  • A FCC tá colocando cada "Jornal" para o candidato ler... Na moral.... Isso cansa!!!!

  • Concordo com o Madruguinha Valdez, considerando, ainda, que a média de tempo de cada questão é de 3 minutos; numa dessa, a maioria leva 5 vezes ou mais este tempo e ainda erra.

  • Que texto chatoo

  • Essa é aquela questão que mostra o quão sem noção é a FCC no quesito tempo <õ>

  • Mano, pra que colocar um texto desse tamanho.

    pqp

  • eu chutei na alterntiva mis próxima do texto. Ou seja a alternativa A, pois é o minimo que bana poderia fazer depois de um texto desse tamanho. Arrego! enfim acertei. :)


ID
1477774
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

Encontra-se o mesmo tipo de complemento que o sublinhado no segmento Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia... (5o parágrafo) em:

Alternativas
Comentários
  • civil artigo 230
  • - vasculhar: VTD / O.D: áreas arqueologicas da Amazonia

    a) faleceu - VI

    b) continuar - VL

    c) apreesentar - VTD / O.D : curiosas decoracões...

    d) dispor - VTI

    e) exisitr - VI

    portanto gabarito C)

  • Letra E

    regiões ocultas situadas no interior da Amazônia- SUJEITO

    existem- VERBO INTRANSITIVO
  • Encontra-se o mesmo tipo de complemento que o sublinhado no segmento Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia... (5o parágrafo) em:

    Vasculharam o quê? R= áreas arqueológica = VTD 

    e vasculharam áreas de quem? R= da Amazônia = VTI

    Verbo transitivo direto e indireto = VTDI


    c) Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho.

  • Uma parte das vasilhas apresentava 

    apresentava o quê? R= curiosas decorações e pinturas 

    e  apresentava em quê? R= em preto e vermelho.

    verbo transitivo direto e indireto = VTDI


  • Vasculhar é verbo transitivo direto. Logo,

    a) Falecer : Verbo Intransitivo.

    b) Continuar: Verbo de Ligação.

    c) apresentar: Verbo Transitivo Direito.

    d) Dispor: Verbo Transitivo Indireto.

    e) Existir: Verbo Intransitivo.

  • Eu entendi que o verbo apresentar, nesse contexto, é apenas VTD, porque quem apresenta apresenta algo (O.D) A alguém (O.I) e não ''em''. A preposição não faz sentido pra ser objeto indireto nesse caso, sendo, portanto, ''em preto e vermelho'' parte do objeto direto (e o núcleo "curiosas decorações e pinturas"). Alguém sabe dizer se isso é certo?

  • O verbo é vasculhar.

    O predicado: Vasculharam áreas arqueológica da Amazônia. 

    Complemento: áreas  arqueológicas da Amazônia - Trata-se de um objeto direto pois não possui preposição.

    Faleceu: intransitivo
    Continuar: verbo de ligação
    Dispunha: Transitivo indireto
    Existir: verbo transitivo indireto 

  • VTDI

  • Pessoal, o verbo não é VTDI. Trata-se de VTD. A locução adjetiva "da Amazônia" funciona como Adjunto Adnominal !

  • Arqueólogos americanos também vasculharam(quem vasculha vasculha algo, VTD) assim como na alternativa C uma parte das vasilhas apresentava( quem apresenta apresenta algo, VTD) 

  • Basta procurar o OBJETO DIRETO.

  • Letra C. A alternativa "E" está semelhante, pois há um sujeito posposto.

  • Colegas, como faço para reconhecer que um verbo é intransitivo, pois quando leio sempre acho que precisa de complemento. Obrigada!

  • Fica mais fácil visualizar o verbo intransitivo colocando a oração na ordem direta. Veja:


    1) Ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia.

    2) Regiões ocultas situadas no interior da Amazônia ainda existem.

    É que "regiões ocultas situadas no interior da Amazônia" tem função sintática de sujeito, e não de complemento.

    Perceba: quem existe, existe. Não dá para dizer quem existe, existe algo ou quem existe, existe algo em alguma coisa...
  • Gabarito: C
    Verbo Vasculhar é VTD.

    A) Faleceu - Verbo Intransitivo



    B) Continua - Verbo de Ligação



    C) Apresentava - VTD



    D) Dispunha - Verbo Transitivo Indireto



    E) Existem - Verbo Intransitivo




    Natália, para você identificar se o verbo é intransitivo, comece analisando a frase identificando o sujeito, depois você identifica os adjuntos adnominais e adverbias e se o verbo vier só com adjuntos ele é intransitivo, agora se ele vier com complementos aí ele pode ser VTD ou VTI ou VTDI.Foco, Força e Fé
  • Pessoal,só um toque quanto à letra "e", que já deve ter sido dado,mas é bom reiterar:
    No trecho: ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia, regiões é sujeito,e não objeto direto.Prova disso se dá pela inversão da frase.Na sua ordem direta, fica assim: regiões ocultas situadas no interior da Amazônia ainda existem. Quem existem? Regiões ocultas(...),portanto, sujeito.

  • Na opção é, por ser verbo intransitivo, o complemento será adjunto adverbial de lugar.

    Faça a pergunta, onde estão situadas?

    Resposta: no interior da Amazônia. (lugar)

  • Outra forma é fazer a transposição de voz.

    A unica possível é a letra C.

  • Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia... 

    Sujeito (que é que vasculharam?) Arqueólogos americanos

    vasculharam (Verbo Transitivo Direto) 

    áreas arqueológicas da Amazônia...  (objeto direto)

    Única alternativa que se encaixa é a letra C

  • Veja bem, a questão não pede transitividade do verbo, e sim o complemento.

    Ou é complemento nominal ou ad adnominal, ambos são funções sintáticas dentro de outra função sintática, no caso do caput da questão a função sintática é Objeto Direto e nele temos o complemento nominal porque está complementando adjetivo e tb porque esta sofrendo a ação (passiva)

    Nossa resposta - letra c - também cumpre os mesmos passos, mais fácil, inclusive, de detectar pois a preposição - em - é inerente apenas ao complemento nominal.

    Se tivesse outra alternativa também com OD, cairia por terra muitos comentários que aqui vi.

  • Para eu descobrir o tipo de complemento eu tenho primeiro descobrir a transitividade do verbo? sendo assim,alguma dica para descobrir a transitividade com facilidade?  quem puder me manda uma MP. por favooor.

  • Quem vasculha, vasculha algo? --- TD
    Quem apresenta, apresenta algo? --TD

    simples assim...
    quem falece, falece....
    quem continua, continua....
    quem dispõe, dispõe DE algo...
    quem existe, existe....
  • Odeio essa F CC questoes consativas

  • FCC ama VTD! 

  • Cuidado com a letra E: podemos nos confundir achando que "regiões ocultas no interior da amazônia" é o OD; todavia é o sujeito.
    Força e bons estudos

  • GABARITO C

     

    Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia... 

                  Quem vasculha, vasculha alguma coisa ou algum lugar (áreas arqueológicas da Amazônia).

     

                                 Logo temos um verbo transitivo direto e um OBJETO DIRETO.

     

     

    Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho.

                Quem apresenta, apresenta alguma coisa (curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho).

     

                            Logo TAMBÉM temos um verbo transitivo direto e um OBJETO DIRETO.

     

     

    Bons estudos.

  • a) Verbo Intransitivo

    b) Verbo de Ligação; (ser, estar, parecer, permanecer, ficar, continuar, andar, tornar)

    c) Verbo Transitivo Direto, ou seja, não possui preposição.

    d) Verbo Transitivo Indireto [quem dispõe, dispõe DE]; rege preposição DE.

    e) Verbo Intransitivo [colocando a oração na ordem direta]

    Regiões ocultas situadas no interior da Amazônia ainda EXISTEM.

  • Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia... (VTD)

    Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. (VTD)

  • vasculharam. verbo transitivo direto:

    apresentava. verbo transitivo direto letra C


ID
1477777
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

Mantendo-se o sentido original, na frase Como não conseguiram achar Miracanguera... (5o parágrafo), o elemento sublinhado pode ser corretamente substituído por:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B - sentido de causalidade. oração causal.

  • Sentido de causalidade:

    a) Causaisintroduzem uma oração que é causa da ocorrência da oração principal. São elas: porque, que, como (= porque, no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que, etc.

    Exemplos:

    Ele não fez a pesquisa porque não dispunha de meios.

    Como não se interessa por arte, desistiu do curso.

    http://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf86.php

  • LETRA B
    Sinônimo de uma vez que http://www.sinonimos.com.br/uma-vez-que/

    12 sinônimos de uma vez que para 2 sentidos da palavra uma vez que:

    Visto que:

    1 como, dado que, devido a, em consequência de, já que, pois que, posto que, visto que.

    No caso de:

    2 contanto que, no caso de, se, se por acaso.

  • Para acrescentar..


    COMO


    - Conjunção Subordinativa Conformativa: exprime a conformidade de um pensamento = conforme, segundo, consoante.


    - Conjunção Subordinativa Causal: estabelece uma relação de causa e consequência = porque, pois, porquanto, pois que, por isso que, já que, uma vez que, visto que, visto como, que, na medida em que.

    CAUSA: Como (uma vez que) não conseguiram achar Miracanguera, 

    CONSEQUÊNCIA: “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos". 


    - Conjunção Subordinativa Comparativa: possui comparação com um segundo dado = assim como, bem como, como se.

  • Quando tiver COMO no início de frase é só marcar causal e correr para o abraço ou trocar por alguma conjunção causal como o exercício acima pedia.

  • Como (=visto que; início da oração )

    Ex: Como estudamos dia e noite, alcançamos êxito. 

    Conj causais: porque, que, porquanto, pois, como (inicioda oração), pois que, dado que, visto que, visto como, já que, uma vez que,na medida que, sendo que

    GAB LETRA B



  • Como (=visto que, somente em início de oração) tem valor causal. Outras conjunções causais são: porque, que, porquanto, pois, dado que, visto que, visto como, já que, uma vez que, na medida em que, sendo que, pois que (uso literário).

  • alguém sabe porque não pode ser a letra A? "De modo que". Obrigada!

  • Luana, a conjunção "de modo que" dá idéia de consequência.

    "A localização do hotel é excelente(causa), de modo que é possível ir a pé(consequência)." 

    A idéia da oração do enunciado é de causa.


  • Letra B - Conjunção Subordinativa Causal. (Como - Trazendo ideia de motivo)


    Exemplo: Como (uma vez que) não consegui passar no concurso, resolvi estudar mais.


    Causa / motivo = Como (uma vez que) não consegui passar no concurso;


    Consequência = resolvi estudar mais.

  •  Gabarito   b) Uma vez que - Conjunção subordinativa de causa.
     
    "...Como / UMA VEZ QUE (causa) não conseguiram achar Miracanguera,(consequência) “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos"..."

  • Uma dica da prof. Adriana Figueiredo (excelente professora) para se descobrir uma situação de causa e consequência é perguntar: pelo fato de...

    Na frase em questão ficaria assim: Pelo fato de não conseguirem achar Micaranguera (causa), decidiram que a descoberta do brasileiro...(consequência).

    Quando dá para substituir o "como" por "pelo fato de", é situação de causa e consequência.

  • Gabarito: Letra B



    Como não conseguiram achar Miracanguera, ( Oração Subordinada Adverbial Causal) 



    “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos" uma vez que não conseguiram achar Miracanguera.



    Alternativa A = Conjunção Subordinativa Consecutiva


    Alternativa B = Conjunção Subordinativa Causal ( uma vez que  pode ser condicional também ) 


    Alternativa C = Conjunção Subordinativa Concessiva


    Alternativa D = Conjunção Subordinativa Conformativa


    Alternativa E = Conjunção Subordinativa Concessiva



  • Luana, n pode ser porque De modo que, não é CAUSA, mas sim, CONSEQUÊNCIA. 

  • como ( no início da oração = já que) = uma vez que = subordinada causal

  • como ( no início da oração = já que) = uma vez que = subordinada causal

  • Como iniciando um período é em regra causal.

     Causais: introduzem uma oração que é causa da ocorrência da oração principal. São elas: porque, que, como (= porque, no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que, etc.

    Por exemplo:

    Ele não fez a pesquisa porque não dispunha de meios.
    Como não se interessa por arte, desistiu do curso.

  • Caro, Tom castilho,

    Há que se tomar cuidado com a versatilidade da conjunção "como". Veja:

    "Como dizia o poeta, a vida é a arte do encontro".

    Perceba que a respectiva conjunção está no início da oração, todavia não possui valor causal, mas valor de conformidade.

    Bons estudos!

  •  

    Lembrando que a conjunção COMO pode ser:

     

    Causal – início de frases

    Ex: Hoje,  como tenho um evento, vim maquiada

     

    Comparativa – mesmo verbo e 2 sujeitos

    Ex: Ela fará a tarefa como eu (faria)

     

    Conformativa – troque pela conjunção conforme

    Ex: Como ficou combinado entre as duas partes, o contrato será assinado. 

     

    Dica de musica para ajudar a memorizar: 

    https://www.youtube.com/watch?v=E1PbXAb77UM

    https://www.youtube.com/watch?v=Joa6uoYA8Mw

     

  • ( O FATO DE...causa)... Como não conseguiram achar Miracanguera,

    (FEZ COM QUE...consequência),...“decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos". 

     

    Conjunção causal
    porque, pois, porquanto, como [= porque], pois que, por isso que, já que, uma vez que, visto que, visto como, que, etc.


    Inicia uma oração subordinada denotadora de causa.

  • Gabarito 'B'

                                 

                                  Substitui por IGUAL A --> Conjunção Comparativa

    COMO                   Substitui por JÁ QUE --> Conjunção causal

                                  Substitui por CONFORME --> Conjunção Conformativa

     

    Eu só executo a vontade de Jesus.  AVANTE...

  • Galera, um macete massa é trocar como se fossem sinônimos para o COMO:

    CAUSA: JÁ QUE

    COMPARAÇÃO: IGUAL A

    CONFORMIDADE: CONFORME.

  • Gabarito letra B.

    a) De modo que (finalidade)

    b) Uma vez que (causa)

    c) Por mais que (concessão)

    d) Conforme (conformidade)

    e) Ainda que (concessão)


  • A conjunção "como" tem sentido de causa quando a oração adverbial estiver antecipada.

    Alternativa B


ID
1477780
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

Caso o segmento Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia... seja transposto para a voz passiva, a forma verbal resultante será:

Alternativas
Comentários
  • Arqueólogos americanos - Sujeito da ativa

    vasculharam - ação

    áreas arqueológicas da Amazônia - Objeto direto


    Áreas arqueológicas da Amazônia - Sujeito da passiva

    foram(mesmo tempo verbal de vasculharam) vasculhadas - ação (regra pratica: verbo SER + particípio do verbo principal, não esqueça da concordância)

    pelos arqueólogos americanos - Agente da passiva


  • Voz Ativa: Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia.


    Voz Passiva: Áreas arqueológicas da Amazônia também foram vasculhadas por arqueólogos americanos.


    Gabarito: D

  • ambos verbos são pretérito prefeito do indicativo

  • 1º passo

    Pergunta ao verbo: O que foi vasculhado?

    Resposta: Sujeito -> Áreas arqueológicas da amazônia

    2º passo

    Inicial a frase pelo Sujeito: As áreas arqueológicas da amazônia foram vasculhadas....

    Obs: A voz passiva precisa de 2 verbos.

  • Voz ativa

    sujeito (agente) + verbo + objeto direto


    Voz Passiva

    Objeto direto (sujeito paciente) + Loc. verbal + sujeito (agente da passiva)

  • Voz ativa: sujeito agente - verbo transitivo direto - objeto direto ou sujeito agente - verbo transitivo direto indireto - objeto direto - objeto indireto
    Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia

    Voz passiva: sujeito paciente (objeto direto da voz ativa) - locução verbal (geralmente formado pelo verbo ser + particípio do verbo em da voz ativa) - agente da passiva (sujeito da voz ativa).


  • Gente, é bem simples:


    O verbo  SER  na voz PASSIVA precisa estar no mesmo tempo que o verbo principal na voz ATIVA

    FORAM= VASCULHARAM 

  • As áreas arqueológicas da amazônia foram vasculhadas PELOS ARQUEÓLOGOS.

    Ou seja, o OD vira sujeito, o sujeito vira paciente e overbo vira uma locução verbal (SER + PARTICÍPIO), mantendo-se o tempo e o modo verbal. 

    GAB LETRA D

  • pq nao pode ser a alternativa A ? Fiquei na duvida entre a letra A e a letra D.

  • Ana Iwakura a forma verbal da alternativa "A" está no pretérito imperfeito do indicativo. E a forma verbal da frase a ser transposta está no pretérito perfeito do indicativo. Então,somente a Alternativa D está correta de acordo com o que se pede.

  • O VERBO AUXILIAR CONCORDA EM TEMPO, MODO E PESSOA!!!!

  • Verbo Ser é verbo irregular, e como tal, confunde muita gente.

    "Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas..."

    Observe que o verbo da frase na Voz Ativa encontra-se no Pretérito Perfeito do Indicativo [ação concretizada], logo, ao passar para a Voz Passiva, o verbo também deverá estar no Pretérito Perfeito.

    Então, cuidado:

    VERBO SER - PRETÉRITO PERFEITO:

    Eu fui

    Tu foste

    Ele foi

    Nós fomos

    Vós fostes

    Eles foram --> Áreas arqueológicas FORAM vasculhadas...


    VERBO SER - PRETÉRITO IMPERFEITO

    Eu era

    Tu eras

    Ele era

    Nós éramos

    Vós éreis

    Eles eram 

    Abs!


  •  Áreas arqueológicas da Amazônia foram vasculhadas 
  • Para transposição para a voz passiva lembrar que :


     1) sempre aumenta 1 verbo (auxiliar); logo se na ativa tem 1 verbo, na construção da passiva terá 2 e assim por diante ...           

     2)O verbo auxiliar, usado na voz passiva, é contaminado pelo tempo verbal do verbo na voz ativa

     Logo: construção da voz passiva = verbo auxiliar ( no tempo do verbo da voz ativa) + verbo principal no particípio.
  • Deve-se usar o "foram" ao invés de "eram" porque o verbo "vasculharam" está conjugado na 3ª P.Plural do pretérito perfeito, se estivesse conjugado na 3ª P.Plural do pretérito imperfeito (vasculhavam) aí sim o uso correto seria "eram". Corrijam-me se estiver errado. Força!

  • VOZ PASSIVA ( Sujeito Paciente) Recebe a ação.

    Analítica: Sujeito paciente+ Locução verbal+ agente da passiva 
    Ex: casas<-(SP) são vendidas<-(LV) pelo corretor<-(AP)

    Sintética: Verbo+ SE+ Sujeito paciente
    Ex: vendem-se casas
    ministrou-se a aula

  • Vamos sempre ficar atentos ao tempo verbal. Se "vasculharam" - pretérito perfeito do indicativo, então "foram vasculhadas" - idem. 

  • sujeito paciente ( sofre - recebe a ação ) verbo auxiliar "ser " + verbo principal no participio (ado , ada , ido ) + agente da passiva 

  • Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia... 

    * Arqueólogos americanos - SUJEITO = AGENTE
    * Vasculharam - VTD (somente o VTD admite a voz passiva)
    * Áreas arqueológicas - OD = PACIENTE
    - Transposto para a VOZ PASSIVA: Áreas arqueológicas da Amazônia também FORAM VASCULHADAS pelos arqueólogos americanos.
    * Áreas arqueológicas - SUJEITO = PACIENTE
    * Foram vasculhadas - VERBO AUXILIAR "SER" + O PARTICÍPIO DO VERBO PRINCIPAL = VOZ PASSIVA ANALÍTICA. 
    * Arqueólogos americanos - AGENTE DA PASSIVA.
    Obs: VOZ PASSIVA SINTÉTICA - VERBO PRINCIPAL + PRONOME APASSIVADOR 
    Ex: Viu-se uma flor.
    * Viu = VERBO PRINCIPAL
    * SE = Partícula Apassivadora 
    * Uma flor = SUJEITO PACIENTE
    * Lembrete: na voz passiva o "SE" sempre transforma o objeto em sujeito.
  • Áreas arqueológicas da Amazônia (sujeito paciente) também FORAM VASCULHADAS por arqueólogos americanos (agente da passiva).


    OBS1: só é possível transpor para a voz passiva quando se tratar de verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto. 


    OBS2: o objeto direto da oração na voz ativa, quando passa para a voz passiva, torna-se sujeito paciente da oração; por outro lado, o sujeito da oração na voz ativa, quando transposta para a voz passiva, torna-se agente da passiva. 

  • Os comentários desse professor, vou te falar viu..., qualquer questão é "mole", brincadeira. Não explica as alternativas, o motivo de não ser correta e etc..
    O pessoal nos comentários estão dando 10 a 0, sanando as dúvidas de muita gente.

  • Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia.
    Primeiro é descobrir o sujeito da passiva (obj. direto) perguntando (que é que/quem + verbo): Quem é que foi vasculhada? - áreas arqueológicas da Amazônia.

    Então: Áreas arqueológicas da Amazônia foram vasculhadas também pelos arqueólogos americanos.
  • Muito facil essa, apos muito treino transpor para voz passiva, é ficar atento ao tempo e concordancia do verbo!

  • GABARITO D 

     

    Áreas arqueológicas também FORAM VASCULHADAS..

  • Áreas arqueológicas da Amazônia FORAM VASCULHADAS também pelos arqueólogos americanos.

  • Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia.

    >>> verbo transitivo direito

    >>> pretérito perfeito

    Na voz passiva, o objeto direto transforma-se no sujeito. Além disso, o verbo tem que manter o mesmo tempo e modo.

    Áreas arqueológicas da Amazônia FORAM VASCULHADAS também pelos arqueólogos americanos.

    >>> pretérito perfeito (foram)


ID
1477783
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

A flexão do verbo em negrito deve-se ao termo sublinhado em:

Alternativas
Comentários
  • ... Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico...

    Poderia concorda com Barbosa Rodrigues

    A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha...

    foi atraída concorda com A atenção dos pesquisadores

    ...a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas "uma subtração...

    tinha sido concorda com a descoberta

    Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade...

    surpreendeu concorda com outro detalhe

    ..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos...

    Correto!!!!!

  • Por eliminação a alternativa correta é a letra E.

    Por que digo por eliminação? Porque (a meu ver) a banca pecou nesta questão, pois considerou DECORAÇÃO PLÁSTICA como sujeito do verbo DESTACAVA, quando na verdade a palavra que deveria estar sublinhada era o QUE. Pois o QUE é que é o sujeito, uma vez, que DECORAÇÃO PLÁSTICA está precedida da preposição DA e, como sabemos, sujeito não pode estar preposicionado.

  • questão mal formulada, visto que, a palavra DESTACAVA concorda com o QUE, até por que sujeito não pode ser precedido por preposição. 

  •  O ENUNCIADO PEDE QUE SE ACHE O ITEM EM QUE O TERMO SUBLINHADO É O SUJEITO DA FRASE 

    LETRA E. 

  • a)Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico...

    Oração sem sujeito (indeterminação do sujeito). Poderia se tratar de... Quem se trata, se trata “de”.

    b)A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha...

    A atenção do pesquisador foi atraídaprimeiramente por uma vasilha...

    O que foi atraída? a atenção...

    c)...a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas "uma subtração...

    ...a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas "uma subtração...

    O que tinha sido? a descoberta...

    d)Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade...

    O que surpreendeu o pesquisador? foi o “outro detalhe”

    e)..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos...

    O que destacava? a decoração que tinha detalhes...

  • Somente descobrir o SUJEITO

  • o verbo concordará com o termo antecedente ao pronome relativo QUE desde que ele seja o seja o sujeito! batata, letra E!

  • Oxe! Mas o sujeito não pode ser preposicionado!!! Além disso, não se trata, aqui, de expressões partitivas ou fracionárias!!!

    "..além DA decoração plástica que destacava detalhes específicos..."

  • Amigos, questão correta.
    A questão pede: "A flexão do verbo em negrito deve-se ao termo sublinhado". Sendo assim concorda com (decoração plástica) uma vez que o "que" é pronome relativo e retoma o termo anterior e, nesse caso, se referi a decoração plástica. O detalhe interessante nessa questão é que quando o pronome retoma o termo o faz sem a preposição, portanto ficaria da seguinte forma:

     ..além da decoração plástica 

    ...a decoração plástica destacava detalhes específicos.

    Graça e Paz

  • Pessoal, a decoração é o sujeito. Mesmo que na oração anterior ela esteja precedida por preposição, o que retoma o termo, e dessa vez ele é representado sem preposição pelo pronome, e atua como sujeito.

  • a) Barbosa Rodrigues suspeitou (pretérito perfeito do indicativo) que poderia (futuro do pretérito do indicativo)

    b) A atenção do pesquisador foi atraída (voz passiva).

    c) ... a descoberta do brasileiro tinha sido (pretérito mais-que-perfeito composto)

    d) Outro detalhe que surpreendeu (pretérito perfeito do indicativo)

    e) ... além da decoração plástica que destacava (pretérito imperfeito do indicativo). Observe que o "que" é um pronome relativo, refere-se  à decoração plástica.


  • Se o sujeito é o "que", como alguns estão falando, em regra, o verbo concordará com a expressão que o antecede. Porém a expressão está preposicionada! Não estou entendendo.....complicado..

  • A flexão do verbo em negrito deve-se ao termo sublinhado em:

    Traduzindo. Nos termos destacados qual é o sujeito dos sublinhados. Bastemos perguntar O QUE/QUEEM??

    além da decoração plástica que destacava detalhes específicos... O QUE DESTACAVA DETALHES ESPECÍFICOS??? Res a decoração plástica.

    GAB LETRA E

  • Trata-se de uma oração subordinada substantiva adjetiva e não substantiva! O "que" é um pronome relativo, pode ser substituido pelo "a qual", "a qual decoração", "as quais decorações"

  • ..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos... O "que" é o sujeito e tem como referente "Decoração plástica" o verbo nesse caso tem que concorda com esse referente...

  • O que destacava detalhes específicos? A decoração plástica!

    Logo a alternativa certa é a letra B.

  • letra "D" pois quando o "que" puder ser trocado pelo " a qual, o qual ou os quais" será pronome relativo. sendo assim, o verbo deverá concordar com o antecedente do pronome relativo "QUE" nesse caso, decoração plastica (singular).

  • Como é comum nas questões FCC...  Amigos, em "...além da decoração plástica que destacava detalhes específicos." temos uma impropriedade que dificulta a localização do sujeito e nos induz em erro. Ora, o correto é dizer: além de a decoração plástica que destacava...

  • QUESTAO TIPO FCC. Gosta de ferrar o concurseiro!!!1

  • ..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos..
    que = Pronome relativo ,pode ser substituído por "a qual",  tem a função sintática de sujeito e faz referência a "..decoração plastica.."  = Ela (a decoração plastica) 3ª pessoa do singular exige verbo na mesma Pessoa e Numero " ELA DESTACAVA"

  • letra e.

    o "que" é morfologicamente pronome relativo e sintaticamente sujeito.

  • ...........

  • Letra D. Que é um pronome relativo, dito assim anafórico e refere-se a o termo antecedente.

  • .além da decoração plástica que destacava detalhes específicos... 

    o sujeito do verbo destacava é o "que" e faz referência à decoração plástica que ao ser substituída pelo pronome relativo que, despreza-se a preposição "de". Bons estudos!
  • Acho que tem que colocar na voz passiva para se descobrir o sujeito.


  • a) ... Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico...

      b) A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha...

      c) ...a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas "uma subtração...

      d) Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade...

      e) ..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos... PERFEITO NOSSO GABARITO.

  • Olha que coisa curiosa na alternativa A....

    Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico...

    Quem suspeita, suspeita DE alguma coisa, ou seja, Barbosa Rodrigues suspeitou DE um sítio arqueológico. Portanto o nome em negrito não condiz com o sublinhado, isso é uma prova de que Regência e Concordância andam lado a lado. 
  • Mateus, além dessa regência que você comentou, o verbo suspeitar também pode ser transitivo direto. Ou seja, o complemento verbal da letra A seria " que poderia se tratar de um sítio arqueológico" e não apenas "de um sítio arqueológico".

  • a)... Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico... Quem suspeitou que poderia? Barbosa Rodrigues

    b) A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha... Oque foiatraída? A atenção

    c)...a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas "uma subtração... Oque tinha sido? a descoberta 

    d) Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade... Oque surpreendeu? Outro detalhe

    e)..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos...Oque destacava ? Decoração plástica 

    Perfeito gabarito letra E..


  • letra E
     concordância... Claro!

  • Só ratificando a letra D

    Verbo haver no sentido de existir é impessoal, portanto, não sofre flexão para o plural. 

  • Simples: o verbo concorda com o sujeito.

  • Nesse tipo de questão não é necessário dar nome aos bois (sujeito, pronome relativo, etc).

    Basta imaginar o termo sublinhado, ao ler cada alternativa, no plural. Afetou o verbo? Se sim, é a resposta, que no caso é letra (E).


    Exemplo: 

    D) Outro detalhe que surpreendeu os pesquisadores foi a variedade...

    (A parte sublinhada, mesmo no plural, não alterou o verbo)


  • A melhor regra de concordância verbal é: O VERBO SEMPRE CONCORDA COM O NÚCLEO DO SUJEITO. Há quem diga que essa é a única regra.

  • A concordância  ocorreu:

    a- Barbosa Rodrigues = poderia; b- A atenção = foi atraída; c- .a descoberta= tinha sido; d- Outro detalhe = surpreendeu; e- decoração plástica = destacava (correta)
  • Pessoal, alguém poderia explicar para mim: 

    1°quando tem o "que" como pronome relativo, o verbo concordará com o antecedente. 

    2º- No entanto, mesmo que esse antecedente seja precedido de preposição ele será sujeito (letra "e" por exemplo..."da decoração plástica")??

  • "..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos..."


    Tamyres Macedo nesse caso o pronome relativo QUE só está se referindo ao termo destacado "  decoração plástica", não há preposição.

      

      

    Só para fixar a ideia, nem todos os pronomes relativos exercerá a função de sujeito.

    Leia muito sobre classificações das orações, principalmente oração subordinada adjetiva que com certeza sanará suas dúvias. 

  • Tem gente falando que deveria concordar com o QUE. Não concordo com essa visão e acho que a questão está correta. Olhem:
    SINGULAR: ..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos...

    PLURAL: ..além das decorações plásticas que destacavam detalhes específicos...

  • Então mesmo que da decoração plástica esteja precedido de preposição, não interfere pois o é o QUE que esta retomando?


  • poxa sempre estudei que o verbo concorda com o núcleo do sujeito, e que o núcleo do sujeito nunca vem com preposição, mas já é a terceira questão da fcc que a Certa é com preposição, vai entender .

  • Welliton, na verdade,nesse caso, o sujeito nao vem preposicionado. Aqui, o "que" eh um pronome q assume a funçao de sujeito. O sujeito dessa oracao eh o QUE, pois ele retoma decoraçao plastica.

  • a)... Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico...

    QUEM SUSPEITOU QUE PODERIA = BARBOSA RODRIGUES

     

    b) A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha... 

    QUEM FOI ATRAIDA = A ATENÇÃO

     

    c)  ...a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas "uma subtração...

    QUEM TINHA SIDO "APENAS " = A DESCOBERTA

     

     d) Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade...

    O QUE SUPREENDEU = OUTRO DETALHE

     

    e) ..além da decoração plástica que destacava detalhes específicos...

    QUEM DESTACAVA = A DECORAÇÃO PLÁSTICA

  • na verdade realmente a flexão se dá por decoração plastica,mas é porque o sujeito "que " que retoma decoração plastica.

  • Gab E

    Erro da letra '''C''

    c)  ...a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas "uma subtração...

    O núcleo do sujeito é ''descoberta''

    ''do brasileiro'' não pode ser porque tem preposição de+o = do logo núcleo é um substantivo sem preposição.

  • O que destacava detalhes específicos?

    ---> A decoração plástica destacava detalhes específicos.

    ---> QUE: pronome relativo que exerce função sintática de sujeito


ID
1477786
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

Atente para as frases abaixo.

I. No segmento ...tabatinga (tipo de argila com material orgânico)... (4o parágrafo), os parênteses poderiam ser substituídos por travessões, por isolarem uma explicação do termo imediatamente anterior.

II. No segmento ... destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica (3o parágrafo), os verbos sublinhados possuem o mesmo sujeito.

III. No segmento ... além da decoração plástica que destacava detalhes específicos... (4o parágrafo) pode-se acrescentar uma vírgula imediatamente após o termo "plástica", mantendo-se a correção e o sentido originais.

Está correto APENAS o que se afirma em:

Alternativas
Comentários
  • Por que o ítem III está errado?

  • Rhuana,

    Está errado pois mudaria o SENTIDO! 

    A frase sem a vírgula antes do ''que'' fica com sentido de RESTRIÇÃO.(somente a decoração plástica citada)

    A frase com a vírgula antes do ''que'' da sentido de EXPLICAÇÃO.(todas decorações plásticas)


    III. No segmento ... além da decoração plástica que destacava detalhes específicos... (4o parágrafo) pode-se acrescentar uma vírgula imediatamente após o termo "plástica", mantendo-se a correção e o sentido originais. 

    Gramaticalmente fica certo!! Porém, o sentido muda!!


    Espero ter ajudado ;)

  • Por que o ítem II está correto?


  • Cristiano,

    Observe o período que está o item II:

    '' Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica. 

    O que destacaram-se?! CERTAS VASILHAS.

    O que lembram?! AS QUAIS (CERTAS VASILHAS/), que é um pronome relativo que substitui CERTAS VASILHAS.


    Espero ter ajudado.. 



  • Em minha opinião , o item 2 está errado pois o sujeito de`` destacando-se´´é certas vasilhas e o de ``lembram´´ é os quais ,apesar desse  se referir ao sujeito do verbo anterior,para cada verbo há um sujeito diferente.



  • I. No segmento ...tabatinga -tipo de argila com material orgânico -... (4o parágrafo), os parênteses poderiam ser substituídos por travessões, por isolarem uma explicação do termo imediatamente anterior. CORRETO . 

    II. No segmento ... destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembramcongêneres da Grécia Clássica (3o parágrafo), os verbos sublinhados possuem o mesmo sujeito.  CORRETO DESTACANDO-SE  : O "SE" É PARTÍCULA APASSIVADORA PORQUE O VERBO É TRANSITIVO DIRETO, ASSIM O QUE VEM DEPOIS DELE É O SUJEITO (CERTAS VASILHAS). //AS QUAIS: PRONOME RELATIVO REFERE-SE A TERMO QUE O ANTECEDA (ANÁFORA), no caso em questão,  CERTAS VASILHAS 

    III. No segmento ... além da decoração plástica que destacava detalhes específicos... (4o parágrafo) pode-se acrescentar uma vírgula imediatamente após o termo "plástica", mantendo-se a correção e o sentido originais. ERRADA. 

    QUE É PRONOME RELATIVO, ASSIM INICIA UMA ORAÇÃO ADJETIVA, essa com virgulas será explicativa e sem vírgulas será restritiva
  • III. No segmento ... além da decoração plástica que destacava detalhes específicos... (4o parágrafo) pode-se acrescentar uma vírgula imediatamente após o termo "plástica", mantendo-se a correção e o sentido originais. ERRADA. 

    Pessoal quando se coloca a vírgula após a palavra plástica a oração deixa de ser restritiva para ser explicativa

  • Gabarito A.

    III) é uma oração restritiva, com a vírgula ela se torna explicativa, ou seja, muda o sentido.

  • concordo com os demais colegas...

    o item II o REFERENTE (CERTAS VASILHAS) é o mesmo ,porém o sujeito não e o mesmo.

  • III) A virgula iria interromper a ordem direta da frase (sujeito+verbo+complemento).

  • Apesar das explicações dos colegas, discordo do gabarito quanto à alternativa II ser correta. Por mais que o pronome relativo "as quais" substitua o termo "certas vasilhas", o sujeito da 2ª oração continua sendo o pronome relativo, não? São orações diferentes, portanto sujeitos diferentes.

  • As orações coordenadas precisam ser completas (termos essenciais), já as subordinadas não! As orações subordinadas podem substituir termos da oração principal.

  • No item II "as quais" não poderia se referir às taças de pés altos? Achei ambíguo o sentido. 

  • Qualquer professor de português marcaria letra B nessa questão. O pronome relativo " as quais " é o sujeito da segunda oração. Sim ele retoma "certas vasilhas", mas o papel de sujeito quem o faz na oração é o pronome relativo. Já respondi várias questões com o mesmo tipo de pergunta e sempre o relativo é considerado o sujeito da oração. O vida difícil essa de concurseiro...kkkkkk

  • Concordo com você, Jéssyca Bezerra. Aprendi dessa forma. Resta saber se a banca tem esse entendimento em todas as questões desse tipo.

  • Se eu não tivesse estudado, ou estudado pouco, teria marcado a letra A), mas como me ferrei estudando (fui ensinado que quando há um termo retomando o anterior, mesmo que ele esteja retomando o termo antecedente, os sujeitos são diferentes) aprendi pra errar, palhaçada? O que vou fazer? Única alternativa é aceitar a "jurisprudência" da banca.

  • Galera me tirem uma duvida:o verbo "destacando-se" esta concordando com o sujeito "certas vasilhas"?mas o correto não seria o verbo no plural?porque está no singular?alguém poderia me tirar essa duvida.

  • Entendi que temos uma voz passiva sintética em "destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica", ou seja, certas vasilhas eram destacadas.


  • Entendo que o sujeito da segunda oração é o pronome relativo. 

  • Colegas, esta questão é muito boa!           

     Com relação ao item II,

    Olhem só, não podemos esquecer que ao avistarmos um verbo transitivo direto acompanhado da partícula SE, o que é objeto direto passa a ser sujeito na mesma hora! 


    Vejam só: ... destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da...

    CERTAS VASILHAS: Objeito direto. No entanto, o verbo transitivo direto " DESTACANDO-SE" está acompanhado desta belezura chamada Partícula Apassivadora "SE" e justamento por acompanhar o verbo transitivo direto vai fazer a transformação do objeto em sujeito.      :) 

    Dá pra ver melhor quando colocamos na voz passiva:   Certas vasilhas são destacadas...    


    Estão vendo o sujeito bonitinho ai? rs... Então não tem pra onde escapar, nessa situação o objeto direto se torna SUJEITO mesmo.   


    Bom, e com relação ao verbo "lembram", dá pra ver que faz referência ao pronome relativo "as quais" que por sua vez retoma "certas vasilhas". Por isso o pronome esta no plural ai bonitinho... 


    Espero ter ajudado! 


  • Eu não concordo com o gabarito, mas ... enfim !!! Se esse é o entendimento da BANCA, já sabemos como nos portar ...

    Sujeitos são "CERTAS VASILHAS" e "AS QUAIS" (ESTE, pronome relativo com função de SUJEITO).

    Se a assertiva questionasse se os verbos possuem o "mesmo referente", bom, aí sim poderíamos marcar como correta.


    Até,


  • Palhaçada!! 

    Até onde aprendi, esse pronome relativo aí é quem exerce a função de sujeito do verbo lembram, não obstante, o referente dele seja certas vasilhas. 

    II. No segmento ... destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica (3o parágrafo), os verbos sublinhados possuem o mesmo sujeito. 

  • fiquei chateada com essa questão...ontem mesmo eu estava vendo a aula da flávia rita...e ela disse que no caso do ITEM II  quando tem o pronome por ex qual, que e tal...o sujeito seria o pronome e não a palabra anterior...mesmo q o pronome se referisse a vasilhas...ela disse na aula que o sujeito seria o pronome.  =/

  • Concordo com Joelice Oliveira ...
  • Questão absurda... no item II

    destacando-se certas vasilhas... o sujeito do verbo destacar é "vasilhas", porém o sujeito do verbo lembrar é "as quais".

    Se a questão tivesse falado que ambos os verbos fazem referência ao mesmo sujeito estaria correta, mas dizer que os sujeitos são os mesmos está errado!!!

  • O item III está errado porque deixa de ser uma oração subordinada adjetiva restritiva, para uma oração subordinada adjetiva explicativa.
    Agora o item II está certo por que? Agradeço.

  • Ary Saldanha

    O sujeito (vasilha) realmente é o mesmo para ambos os termos destacados.

  • ITEM II Correto

    II. No segmento ... destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica (3oparágrafo), os verbos sublinhados possuem o mesmo sujeito. 

    O que se destaca ? AS VASILHAS

    as quais lembram congêneres da Grécia Clássica (VASILHAS que lembram congêneres da Grécia Clássica)


  • As bancas amam questões grandes pra colocar medo nos candidatos sendo que no fim é até uma questão fácil de responder. Gab letra A!

  • Quem marcou B, sinta-se ORGULHOSO, você sabe o conteúdo, e uma questão como essa não é suficiente para impedir sua aprovação.

    Agora para quem marcou a alternativa A e, nesse caso, acertou, a menos que tenha certeza de que a FCC NUNCA faz distinção entre SUJEITO e REFERENTE do sujeito, sugiro que procurem saber tal diferença, já que mais de 95% da prova é constituída de questões corretas e coerentes, no outros 5%, até pode aparecer alguma questão igual a essa, contrária aos bons ensinamentos e digna de ser anulada por um bom recurso.

    É só uma dica, não é interessante ficar a mercê desse tipo de questão.

  • Se você marcou a letra A, sinta-se orgulhoso, você sabe o conteúdo ;D

  • Para o CESPE a opção II estaria ERRADA. O sujeito da primeira oração seria VASILHAS, o sujeito da segunda oração, AS QUAIS ( referente ).
    Como podemos aprender as bancas cobram de forma diferente, ou seja, o que uma considera certo, a outra pode considerar errado. =/

  • quem marcou letra A acertou errando o conteúdo...

    os dois verbos possuem o mesmo referente o qual nao se confunde com sujeito...

    sujeito de destacando-se = certas vasilhas

    sujeito de lembram = as quais.

  • Quem é acostumado a responder questão da CESPE errou essa questão. O sujeito de "lembram" é "as quais", pronome relativo. Questão típica da CESPE, mas que a FCC possui outro entendimento... Vida de concurseiro.

  • Referente é diferente de sujeito. O sujeito de "lembram" é "as quais".

  • Mgoado  :/ 

  • Me senti extremamente burro. Mas ai fui ler os comentários
  • "referencia"...no item II o pronome também exerce função de sujeito. Portanto, Gab. A

  • MEU FILHO, CADA VERBO TEM SEU SUJEITO. NÃO TEM COMO HAVER UM SUJEITO PARA DOIS VERBOS EM DUAS ORAÇÕES DIFERENTES! REFERENTE É DIFERENTE DE SUJEITO!

  • Aprendi sobre essa questão aí que falaram que poderia ''as quais'' ser o sujeito referente! Confesso que não sabia! A dica que dou é: Para português foque exatamente na banca que for fazer! Para as outras matérias tbm, mas português é muito extenso e cheio de pegadinhas

  • quanto ao quesito II:

    II. No segmento ... destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica (3 parágrafo), os verbos sublinhados possuem o mesmo sujeito.

    -> certas vasilhas são destacadas, e lembram congêneres da Grécia clássica; taças de pés altos são a forma de certas vasilhas, não sendo elas (as taças) lembradas.


ID
1477789
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

.. .que os arqueólogos denominam de “engobe”... (3o parágrafo)

.. .onde escavou, destacando-se certas vasilhas... (3o parágrafo)

... que dispunha de diversas peças... (2o parágrafo)

Os pronomes sublinhados nas frases acima referem-se, respectivamente, a:

Alternativas
Comentários
  • FONTE:http://www.brasilescola.com/gramatica/que-ora-conjuncao-integrante-ora-pronome-relativo.htm

    Muitas são as vezes que confundimos o emprego de determinadas palavras, principalmente quando o assunto faz referência à análise sintática. Para ilustrar tal ocorrência, entra em cena o “que”. Nesse sentido, ocupemo-nos agora em sanar esses possíveis equívocos, a título de nos mantermos bem informados acerca dos aspectos que nutrem a língua como um todo. Para tanto, vejamos alguns exemplos:

    Era necessário que você viesse logo.

    Temos duas orações: a primeira, também chamada de principal, e a segunda, representada por uma oração subordinada substantiva subjetiva. Mas como chegamos a esta conclusão? Simples, pois ao fazermos a pergunta ao verbo: o que era necessário? Logo descobrimos que “que você viesse logo” representa o sujeito da oração em evidência. 

    Dessa forma, esse “que” se classifica como uma conjunção integrante pelo fato de introduzir uma oração subordinada substantiva.

    Vejamos, pois, este outro exemplo:

    Os alunos, que obtiveram boas notas, estão de férias.

    Notamos que a palavra “que”, desta vez, cumpre um importante papel: o de substituir o substantivo “alunos”. Por tal razão é que ele se classifica como um pronome relativo, haja vista que introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva.

    E aí vai uma dica importantíssima: para saber se ele realmente é um pronome relativo, basta substituí-lo por “o qual, os quais, a qual, as quais”. Logo, o porquê de tal classificação.

    Por Vânia Duarte Graduada em Letras 

  • LETRA D. 
    .. .que os arqueólogos denominam de “engobe”... (3o parágrafo) 
    TRATA-SE DE UM PRONOME RELATIVO QUE INICIA UMA ORAÇÃO ADJETIVA, LOGO O QUE REFERE-SE AO TERMO QUE O ANTECEDE  (FINA CAMADA DE BARRO BRANCO)
    .. .onde escavou, destacando-se certas vasilhas... (3o parágrafo) 
    variedade de formas existentes nos sítios onde escavou (ONDE É PRONOME RELATIVO E SE REFERE A LUGAR, ASSIM SE REFERE AO TERMO "NOS SÍTIOS")

    ... que dispunha de diversas peças... (2o parágrafo) 

    Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças,
    APESAR DE EXISTIR UM TERMO INTERCALADO (RESIDENTE NA VILA DO SERPA  (ATUAL ITACOATIARA)) NÃO MUDA NADA O QUE É PRONOME RELATIVO E SE REFERE AO TERMO QUE O ANTECEDE, OU SEJA, "UM MESTIÇO)

    OBS: NÃO DEIXE DE VER MEU OUTRO COMENTÁRIO EM QUE COLOQUEI A DIFERENÇA DO QUE PRONOME RELATIVO DO QUE CONJUNÇÃO INTEGRANTE
  • Mata-se a questão sabendo que "onde" só pode ser usado para denominar lugares.

  • de cara você já ver que o assunto é sobre pronomes relativos: QUE, QUAL,( QUEM, QUANTO, ONDE, CUJO.

    obs. Não confundir o QUE (pronome) com o QUE(conjunção integrante).

  • Rápido no traquejo:

    Olho no argumento, olho na alternativa. Mata-se a questão respondendo as duas primeiras apenas.

  • Jurava que era aletra e

  • Ótimos comentários Fabiana, parabéns!

    Só uma pequena correção: No exemplo que você deu "Os alunos, que obtiveram boas notas, estão de férias." você disse que o "que" introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva, quando, salvo engano e pelo que eu sei, na verdade ele introduz uma Oração Subordinada Adjetiva EXPLICATIVA, pois a oração está separada por vírgula.

  • Para quem também pensou que era a E, igual eu pensei, era só ler um pouquinho mais e com atenção! vejam:

     

    Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana

    DEPOIS QUE LI ''PORCELANA'' PENSEI NA HORA NA COR BRANCA, porém foi tarde de mais, já tinha errado. 

     

    Vamos ler até o final do período. Avante! 

  • Nem precisa analisar todos os itens para responder a questão.

  • PRONOMES ANAFÓRICOS

    Aqueles que estabelecem uma referência dependente com um termo antecedente. Ou seja, que retoma um termo anterior, total ou parcialmente.

    >>> João está doente. Vi-o na semana passada.

    >>> Ana comprou um cão. O animal já conhece todos os cantos da casa.

    >>> A sala de aula está toda degradada. As carteiras estão todas riscadas.

    >>> Maria é uma moça tão bonita que assusta. Essa sua beleza tem o quê de mistério.

     

    PRONOMES CATAFÓRICOS

    São aqueles que fazem referência a um termo subsequente.

    >>> A irmã olhou-o e disse: - João, estás com um ar cansado.

    >>> Os nomes próprios mais utilizados na língua portuguesa são esses: João, Maria e José.


ID
1477792
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

Dos segmentos abaixo, o que NÃO possui linguagem adequada a documentos oficiais encontra-se em:

Alternativas
Comentários
  • verbo ter deve ser usado na linguagem formal no sentido de posse, o ideal nesta oração seria o verbo haver: mas a ilha já havia sido tragada pelas águas do rio Amazonas.

  • Respondi certo achando que fosse pelo sentido figurado/ conotativo da palavra "tragada" utilizado na frase.

  • Liliane meu raciocínio também foi esse.

  • Significado de Tragar

    v.t. Engolir rapidamente, com avidez e sem mastigar: tragou o almoço.
    Absorver rapidamente, fazer desaparecer.
    Pop. Aguentar, tolerar.
    V.i. Aspirar, engolir a fumaça do tabaco para expeli-la depois, em parte pelo nariz.

    Sinônimos de Tragar

    Sinônimo de tragar: devorar, engolir, lambear e lamber 

    LETRA B. 

  • pqp!!! O problema da FCC é ela coloca umas questões 'elimina candidato' e essa questão me eliminou!

    Poxa, não entendi o enunciado e reli o texto achando que estava pedindo para marcar a opção que não tinha sido reconhecido por documentos oficiais e o texto aponta a dúvida sobre se o fato de o historiador ter encontrado essas preciosidades na suposta terra indígena.... então, pensei que fosse a resposta correta a letra 'c', porque trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida e não tem como ter certeza de existiram ou não!

    Pô, 'documentos oficiais' significa d i c i o n á r i o!!!


    Tomá banho, viu!! Já a segunda pergunta dessa prova que não entendo o que se pede!


    Verdadeira 'elimina candidato'!


  • A resposta é a letra "B", pois documentos oficiais exigem linguagem denotativa, não sendo adequadas conotações e metáforas. 

  • TRAGADA...

    LETRA: B

  • já tinha (coloquial)

    já havia (formal)


    Gab. B

  • Tragada, é igual a gíria, e gíria não pode estar contida em correspondência oficial.

    Gabarito: B

  • Bom, a palavra "primeiramente" não existe. Ou alguém fala "segundamente"? Caberia recurso!

  • primeiramente deveria vir entre vírgulas, não???

  • Para o colega que disse que "primeiramente" não existe:

    pri·mei·ra·men·te
    (primeiro + -mente)

    advérbio

    advérbio

    1. Antes de tudo; no início (ex.: procedeu à averiguação dos dados primeiramente referidos). = INICIALMENTE

    2. Antes de determinado momento (ex.: primeiramente, deve informar as autoridades). = EM PRIMEIRO LUGAR


    SinónimoSinônimo Geral: PRIMEIRO


    "primeiramente", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/primeiramente [consultado em 19-09-2015].

  • B - a palavra "tragada" é usada em sentido figurado, e portanto não é linguagem adequada a documentos oficiais.

  • Sabe de nada inocente ! Ver explicação do professsor...

  • Não é o sentido de tragar que está errado. Como podem ver, o sentido existe, é denotativo:

    4. transitivo direto: fazer desaparecer; absorver, sorver. "ondas enormes tragaram a lancha" (Dicionário do Google, mas fui conferir que no Dicionário Michaelis também existe).

     

    O erro foi, como o colega apontou, o uso de "tinha" em vez de "havia". Em se tratando de situações comunicativas, tidas como formais, tais como a escrita ou até mesmo aquelas manifestadas pela oralidade, como uma entrevista, uma palestra, uma conferência, faz-se necessário o uso do verbo haver em vez do ter, no sentido de existir.

  • legal a explicação do profo ... e o povo falando q o erro é a palavra "tragada".... afe

    #NegoInventa

  • E li e reli a questão e não fazia ideia do que a banca estava pedindo. Naturalmente errei a questão. Assisti então o video do prof. Alexandre Soares e pensei: "então era isto?!". Pois bem. Depois, ao ler os comentários, percebi que havia uma outra ideia de erro relativo ao verbo ter e haver, divergente assim da explicação do professor. Bem, diante de tal divergência penso ser uma questão difícil e incomum, mas quando olho a estatística de acertos e erros, vejo uma porcentagem massiva de pessoas que simplismente acertaram.

    Alguma coisa esta errada nestas constatações, naõ acha? Diante de uma latente divergência e comentários que expresssam dificuldade na questão, como pode uma absurda maioria ter simplesmente passado pela questão com um acerto indiferente a dificuldade? Ou o site está querendo me enganar ou tem muita gente enganando a si mesmas.

    O que quero dizer com isto? Apenas isto: Não se sinta mal em ter errado. Você é normal como eu. Um dia vamos chegar lá.

  • Na questão Q515064 o mesmo professor que comentou essa - Alexandre Soares - utilizou como

    resposta o termo "tragada", pois, para ele está em sentido figurado.

    Então: há cacofonia e figura de linguagem.

  • Quando eu achava q estava por dentro...

     

  • Verbo ter não pode ser usado  com valor existencial.

  • TRAGADA NÃO ESTÁ NO SENTIDO FORMAL

  • Gente mas afinal nas redacoes oficiais pode ter sentido conotativo?

  • Apenas para esclarecer:

    no contexto, tinha sido = havia sido, ambas estão corretas, são formais, fazem parte de locução verbal. Não há erro nelas. Tampouco há erro no sentido do partícipio do verbo tragar (denotativo, previsto no dicionário).

    O problema do item é o cacófato "já tinha". 

  • já tinha é igual a maminha.


ID
1477795
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

A forma verbal que pode ser flexionada indiferentemente no singular e no plural encontra-se em:

Alternativas
Comentários
  • ... A maior parte ... era ... ou

    ... dos despojos ... eram ...

  • Segundo a professora Fabiana Ferreira(Recife): A concordância torna-se facultativa se o núcleo do sujeito for representado por um numeral percentual ou por um substantivo coletivo. Ex:A maioria dos alunos já votaram (votou). 10% do corpo docente ainda não escolheu (escolheram) a temática.

  • A alternativa B atende corretamente o enunciado da questão (vide, abaixo, a explicação dos colegas). Só uma observação. Ao fazermos esta substituição, devemos nos atentar quanto à concordância, vejamos:

    De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era compostA de cinzas.
    De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras eram compostOS de cinzas.
     Bons estudos!
  • Não vejo qualquer problema em se dizer: "a variedade de formas EXISTENTE". Parece-me que a alternativa "a" também está correta.

  • letra b. fonte: escrevabem.com.br

    A regra geral de concordância verbal é que o verbo deve concordar com o sujeito, em número (singular/plural) e pessoa (1a. , 2ª. ou 3ª. pessoa). Mas, como o uso da língua é muito amplo, existem algumas regras específicas.  Esse é o caso da concordância em orações em que há expressões partitivas, como “a maioria”, “a minoria”, “grande parte de”, “mais da metade”.

    Seguem exemplos de como podem ser conjugados os verbos:

    Exs:

    A maior parte dos colaboradores aderiu à greve. (singular)

    Mais da metade dos funcionários não compareceram à reunião (plural)

    Na primeira oração, o verbo está no singular; na segunda, está no plural. Vale ressaltar que ambas as frases estão corretas.

    A explicação para a ocorrência do verbo no singular ou no plural nesses casos é a seguinte: quando o sujeito é formado por uma expressão partitiva (“a maior parte”, “mais da metade”)  acompanhada de um especificador no plural (“dos colaboradores”, “dos funcionários”), o verbo pode ser conjugado das duas formas.

    Exs.:

    A menor parte dos participantes não gostou/gostaram do curso.

    Boa parte dos integrantes concorda/concordam com a política do grupo.

    Menos da metade dos monitores lembra/lembram daquela aluna.

    Mas há uma sutil diferença de sentido:

    a)   conjugar o verbo no singular, dá ênfase à noção de conjunto, de grupo (foco na expressão “a menor parte”, “boa parte”, “menos da metade”).

    b)  conjugar no plural, enfatizam-se aqueles que formam o grupo ( “participantes”, “integrantes”, “monitores”), ainda que esta seja a forma incomum de redigir esse tipo de oração.

    Como recomendação, dê preferência ao uso do verbo no singular quando redigir orações com expressões partitivas, por ser a mais usual. Mas saiba que tanto a versão no singular quanto no plural são aceitas gramaticalmente


  • JJA, eu inicialmente pensei o mesmo que você quanto a EXISTENTE, mas a questão pede "forma verbal" e "existente" é adjetivo, logo não tem valor para questão (acredito que colocaram como uma pegadinha). Só percebi isso depois.

    Bons estudos!!

  • Quanto a B, não tenho dúvidas está certa. Mas em relação a alternativa E, alguém me esclarecer, pois vi que tem uma regra que um núcleo coletivo especificado o verbo pode concordar com o núcleo ou com a especificação, ex: A manada de elefantes destruiu/destruíram toda a floresta ( o verbo pode concordar com a manada ou de elefantes). Na E "o grupo indigena de miracangueiras" esta regra se aplica? Caso alguém possa tirar esta dúvida fico grato.

  • Alexandre,

    Acredito que você esteja se referindo à Silepse ou concordância ideológica, exemplo:
    Silepse de pessoa: 
    Os brasileiros são alegres.
    Os brasileiros somos alegres.
    De Gênero:
    Vossa Excelência está zangada.
    Vossa Excelência está zangado.
    A SILEPSE NÃO SEGUE AS REGRAS GRAMATICAIS. Portanto, seu uso só deve ser considerado correto em prova quando o enunciado da questão pedir diretamente a alternativa que a contém.
  • Alexandre, vou tentar explicar pelo que entendi.

    Primeiro vamos "catar" o sujeito da letra B: A maior parte dos despojos dos miracangueras ou seja, em expressões partitivas o verbo pode ficar tanto no singular  quanto no plural, portanto alternativa correta no caso.

    Já na letra E o sujeito é: o grupo indígena dos miracangueras. trata-se do grupo inteiro, não parte dele, então o verbo deve ficar no singular e jamais no plural. Se a alternativa falasse o seguinte:  Parte do grupo indígena dos miracangueras não era originário da região...ai sim podia servir tanto o ERA como ERAM. pois se trata de uma expressão partitiva (Parte do grupo)

  • Crítica ao gabarito:

    A questão refere-se à flexibilidade do verbo no plural e singular, pressupõe-se que, sem prejuízo para a frase.

    Na alternativa "b", afirmada como correta, temos o seguinte texto:

    De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era compostA de cinzas.

    Se flexionarmos o verbo "era" para o plural, necessariamente teremos que alterar o termo "composta", a qual irá se referir a "despojos". Logo, "composta" passaria para "compostos". Assim sendo penso que a alternativa não é correta, pois não é possível tal flexão do verbo sem prejuízo para a frase.

    Por outro lado, acho que a alternativa "a" poderia ser a correta, pois o verbo poderia alterar de "existentes"(referindo-se a "formas") para "existente"(referente a "variedade"), sem prejuízo para a frase.

  • Davi Alves seu comentário solucinou minha dúvida. Obrigado.

  • por que não a letra E ALGUÉM SABE FUNDAMENTAR?

  • eu pensava que era há letra #A

  • Estefany, a letra E não se encaixa na proposta por não ser partitivo como a letra B. "A maior parte", o sujeito fala sobre a parte de um coletivo, e por isso pode haver a ambiguidade na hora de concordar.

    Já na letra E o caso é diferente, o grupo é inteiro, intacto, e não há partitivo, correspondendo só como sujeito íntegro.

  • REPITO AS PALAVRAS DO frank:

    "Crítica ao gabarito:

    A questão refere-se à flexibilidade do verbo no plural e singular, pressupõe-se que, sem prejuízo para a frase.

    Na alternativa "b", afirmada como correta, temos o seguinte texto:

    De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era compostA de cinzas.

    Se flexionarmos o verbo "era" para o plural, necessariamente teremos que alterar o termo "composta", a qual irá se referir a "despojos". Logo, "composta" passaria para "compostos". Assim sendo penso que a alternativa não é correta, pois não é possível tal flexão do verbo sem prejuízo para a frase.

    Por outro lado, acho que a alternativa "a" poderia ser a correta, pois o verbo poderia alterar de "existentes"(referindo-se a "formas") para "existente"(referente a "variedade"), sem prejuízo para a frase."

    Dessa forma, a mais adequada para resposta seria a letra "A".

  • Pessoal, alguém sabe dizer o erro da letra A?


  • A letra B está correta, porém a alternativa A é perfeita. Para mim o gabarito A é o mais adequado!

  • Na letra A o verbo deve concordar com o núcleo do sujeito, que está no plural. Deve, por isso, permanecer no plural

  • Na letra A, EXISTENTES não exerce função verbal e sim de adjetivo por isso está errada.

  • Quando o sujeito é partitivo, o verbo pode ficar no singular ou no plural. 

    Ou o verbo concorda com a maior parte de (singular) - ERA

    Ou o verbo concorda com a palavra que vem logo a frente de maioria, dos despojos dos miracangueras -ERAM

    Sujeito partitivo: parte de, a maioria de, a maior parte de, grande parte de e etc.

    Espero ter ajudado!

  • alguem sabe me dizer como que "existente" está como adjetivo?

  • Quando o sujeito for expressão partitiva (parte de, uma porção de, metade de, a maioria de, grande parte de, a maior parte de) seguida de um substantivo no plural, o verbo ficará no singular ou no plural:

    De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas.
  • A letra B está errada, pois o verbo "era" quando conjugado no plural, alterará a concordância da palavra "composto". Portanto o verbo não poderá sofrer qualquer alteração.

    A única resposta correta é a letra A, pois o trecho não possui sujeito expresso. Assim, o verbo aceita qualquer forma.
  • Pessoal, acho que essa questão trata de concordância com SUJEITO PARTITIVO.
    Exemplos: (a maioria de.....,  a totalidade de...., grande parte de...,) mais (+) substantivo no plural.

  • ESPERO TER AJUDADO. BONS ESTUDOS! 

  • Alex Marques, concordo com você. Também creio que se trate de Sujeito Partitivo.

  • Alternativa A - ERRADA pois o verbo tem que concordar com A VARIEDADE (art feminino singular, logo singular nome). Vocês estão confundindo concordância verbal com a nominal quando na nominal pode ocorrer a concordância atrativa com o nome mais próximo, isso não cabe para a concordância verbal com nome + adj. adnominal, o verbo tem que obrigatoriamente concordar com o nome!

  • Gabarito Letra B: Trata-se de sujeito partitivo.
    De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras ERA [concorda com o núcleo "maior"] composta; ou

    De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras ERAM [concorda com o núcleo "dos despojos"] composta.  

  • Se me expressei errado que me corrijam. Porém, quero fazer uma ressalva quanto a Letra "E": Sujeito simples constituído de substantivo coletivo + determinante, o verbo concorda com o coletivo ou com o determinante. Exemplo: O grupo de manifestantes indígenas não promoveram baderna / O grupo de manifestantes indígenas não promoveu baderna.

  • Realmente para mim a questão ficou confusa. 

    Regras:

    1ª- em expressões partitivas, o verbo deverá concordar no SINGULAR com o núcleo dessas expressões OU com o termo da expressão explicativa (admitindo concordância atrativa). Como na alternativa B, " a maioria de"

    todavia...

    2ª_ quando o sujeito é formado por um substantivo COLETIVO genérico  seguido de uma especificação, o verbo poderá concordar tanto com o coletivo quanto com a especificação...e na alternativa E, a palavra "grupo" é um coletivo genérico!!


    Acho que o professor poderia fazer um comentário sobre a questão, elucidando e mostrando, caso exista, alguma peculiaridade que diferencie das regras.

  •  Co Mascarenhas

    Acho que no caso da (E), só iria para o plural se o especificador do coletivo estivesse também no plural.

    Algo do tipo:

     

    "...o grupo indígenas não era / eram originário(s) da região...". 


  • deve ser colega... Tomara que o professor se pronuncie para nos dar certeza..

    Obrigada!!!

  • B)De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas.

    É aquele caso clássico de concordância em que há um coletivo + plural. O verbo concordará tanto com o coletivo (ficando no singular), quanto com o plural.

    Sobre a letra E: seria também caso facultativo se fosse reescrita da seguinte forma: O grupo de índios não era/ eram originários da região. (seria, como a letra B, coletivo+plural)

  • Alguém poderia me explicar por que a D está errada? O verbo "haver" no sentido de existir é impessoal, então pode ser flexionado indiferentemente no singular e no plural, não? " Havia peça elaborada" / "havia peças elaboradas"

  • Ana M., a letra D está errada porque o verbo haver, no sentido de existir, é impessoal e não se flexiona. Portanto, deve permanecer no singular!

  •  Justificando a letra "A" o verbo "escavou" concorda com "pesquisador". Deve-se ler a frase completa no texto, vejam:
                Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou              Faça um perguntar pro verbo. Quem escavou? Ora, o pesquisador. Poderíamos até eliminar as expressões que estão no meio para ficar mais claro: o pesquisador foi surpreendido pelas variedades dos sítios que escavou

  • De acordo com a professora Dilma Campelo:


    a) ...a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou...

    Nessa alternativa, o termo VARIEDADE  não é expressão partitiva. Além disso, o que a frase quer dizer é: " ...a variedade de formas que existem nos sítios..." provando que o verbo somente pode se flexionar no plural. 


    b) De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas.

    o termo MAIOR PARTE é expressão partitiva e, como está seguido de determinante no plural (DOS DESPOJOS), faz com que o verbo concorde tanto no plural como no singular. Na realidade, a concordância nominal também deveria sofrer alteração, caso o verbo fosse para o plural. No entanto, o que a questão pede é qual alternativa apresenta verbo que flexione indiferentemente no singular e no plural. Assim, somente essa alternativa estaria dentro do que foi pedido no enunciado. 


    e)...o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região...

    Por fim, a letra E é resolvida por uma questão semântica. Dessa forma, a ideia que a frase traz é de que O GRUPO não era originário da região, não sendo possível a flexão no plural. Além disso, a frase não entraria na regra das expressões partitivas, pois o termo quantitativo GRUPO, foi determinado por um substantivo singular INDÍGENA, não havendo possibilidade de dupla concordância. 

  • Caso de sujeito coletivo/partitivo. É admitido o verbo no plural e singular.

    OBS:  Quando o coletivo vier especificado ou partitivo (a metade de, a maior parte de, a metade de, uma porção de, uma turba de, o resto de, um grupo de, um bando de, o grosso de, um bom número de), ou seja, o verbo no singular, concordando com o núcleo do sujeito, ou o verbo no plural, concordando com o núcleo do adjunto.

    Ex: A multidão de garotas gritou loucamente.

    A multidão de garotas gritaram loucamente.

    Gabarito letra "B".

  • ACERTEI A QUESTÃO, mas passível de recurso.


    Para alterar a forma verbal da letra B seria necessário alterar a forma nominal que vem depois (composta).


    Ou seja, nenhuma forma verbal pode ser alterada sem que ocasione erro gramatical.

    Se for pra considerar a forma verbal fora do contexto, estaria ainda mais errada, pois todos os verbos podem ser flexionados em número.

  • letra b. fonte: escrevabem.com.br

    A regra geral de concordância verbal é que o verbo deve concordar com o sujeito, em número (singular/plural) e pessoa (1a. , 2ª. ou 3ª. pessoa). Mas, como o uso da língua é muito amplo, existem algumas regras específicas.  Esse é o caso da concordância em orações em que há expressões partitivas, como “a maioria”, “a minoria”, “grande parte de”, “mais da metade”.

    Seguem exemplos de como podem ser conjugados os verbos:

    Exs:

    A maior parte dos colaboradores aderiu à greve. (singular)

    Mais da metade dos funcionários não compareceram à reunião (plural)

    Na primeira oração, o verbo está no singular; na segunda, está no plural. Vale ressaltar que ambas as frases estão corretas.

    A explicação para a ocorrência do verbo no singular ou no plural nesses casos é a seguinte: quando o sujeito é formado por uma expressão partitiva (“a maior parte”, “mais da metade”)  acompanhada de um especificador no plural (“dos colaboradores”, “dos funcionários”), o verbo pode ser conjugado das duas formas.

    Exs.:

    A menor parte dos participantes não gostou/gostaram do curso.

    Boa parte dos integrantes concorda/concordam com a política do grupo.

    Menos da metade dos monitores lembra/lembram daquela aluna.

    Mas há uma sutil diferença de sentido:

    a)  conjugar o verbo no singular, dá ênfase à noção de conjunto, de grupo (foco na expressão “a menor parte”, “boa parte”, “menos da metade”).

    b)  conjugar no plural, enfatizam-se aqueles que formam o grupo ( “participantes”, “integrantes”, “monitores”), ainda que esta seja a forma incomum de redigir esse tipo de oração.

    Como recomendação, dê preferência ao uso do verbo no singular quando redigir orações com expressões partitivas, por ser a mais usual. Mas saiba que tanto a versão no singular quanto no plural são aceitas gramaticalmente

  • a) escavou -> concorda com a variedade 

    b) CERTO. o verbo era (eram) pode concordar com o particípio ( singular ) ou com o determinante (plural) 

    c)"Elas" as quais -> lembram (verbo no plural)

    d) havia no sentido de existir fica na forma neutra (equivale a 3 pessoa do singular) 

    e) O verbo (era) concorda com -> o grupo indígena .

  • Questão típica da FCC. Quando pedir flexão de forma verbal no plural ou singular, corra pra alternativa que apresenta "expressão quantitativa"

    Ex: a maioria das pessoas viajou para o sul do país.
           a maioria das pessoas viajaram para o sul do país.

    - a maior parte dos alunos faltou.
    - a maior parte dos alunos faltaram.

    VÁ ATÉ O FIM!

  • Letra "b" é a resposta certa. 

    Para entender melhor: 

    Em português, o verbo concorda com o sujeito da oração, como todos sabemos. Ocorre, porém, que há casos em que essa regra se flexibiliza, dando espaço à concordância atrativa, feita com o termo mais próximo, não com o núcleo do sujeito.

    Isso ocorre, por exemplo, quando o sujeito é composto de uma expressão partitiva (a maioria de, grande parte de) seguida de um termo no plural. Em situações desse tipo, valem as duas formas de fazer concordância. A tendência, na maior parte das vezes, é privilegiar a concordância gramatical (com o núcleo):

    A maioria dos restaurantes utiliza cartazes informativos”, “A maioria dos clientes paga a conta com cartão de crédito” etc.

    Isso não impede, porém, o uso do verbo no plural, em concordância com o termo mais próximo:

    “A maioria dos restaurantes utilizam cartazes informativos”, “A maioria dos clientes pagam a conta com cartão de crédito” etc.

    http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/concordancia-com-partitivos-seguidos-de-plural.jhtm

  • a) Ele escavou - eles escavaram. ERRADO.
    b) quando o sujeito vier acompanhado de expressão partitiva: a maioria, o verbo tanto poder ficar  ERA como ERAM. No primeiro a concordância está sendo feita com "a maior parte de" e no segundo com "despojos miracangueras". CORRETO.
    c) sujeito = as quais.o qual lembra, as quais = lembram. ERRADO.
    d) verbo havia é impessoal NÃO HÁ FLEXÃO.ERRADO.
    e) o grupo era, os grupos eram. ERRADO.

  • quando o sujeito é formado por expressões partitivas (uma parte de, a metade de, o grosso de, um grande número de, uma porção de, a maioria de, etc.) o verbo poderá concordar, no singular, com o núcleo dessas expressoões ou com o termo da expressão explicativa ou especificativa que as acompanha.

  • Não marquei a alternativa B, porque percebi que para alterar o verbo mais coisas na frase também teriam de ser alteradas ¬¬ ó vida.
    Ao todo, das 20 questões de português desta prova, eu acertei 17.

  • Só um desabafo. as vezes eu sinto como se eu precisava estudar 1 ano inteiro só português para conseguir passar em um concurso. é até desanimador estudar português.

  • poxa Elton Silva vc tá bem na fita! 17 de 20. quem me derá.

  • PARTE DE, A MAIORIA DE, A MAIOR PARTE DE, GRANDE PARTE DE
    Aceitam verbo no SINGULAR ou no PLURAL.

  • Pessoal, bom dia! 
    A letra "b" é a opção correta porque apresenta uma expressão partitiva (a maior parte). Além de "a maior parte" temos ainda outros exemplos possíveis e frequentes em provas: a menor parte, boa parte, menos da metade, mais da metade, uma grande parte. Com essas expressões o verbo pode ser flexionado no singular ou plural. 
    Exemplos: 
    A menor parte das crianças gosta de alface. / A menor parte das crianças gostam de alface. (flexão verbal, aqui, concorda com "crianças".) 

    Mais da metade dos brasileiros reprova o atual governo. / Mais da metade dos brasileiros reprovam o atual o governo. (flexão verbal, aqui, concorda com "brasileiros".) 

    Bons estudos!
  • Letra "b" correta, pois apresenta a expressão partitiva "a maior parte". Assim sendo, a concordância pode ser lógica (a maior parte - era) ou pode ser atrativa (dos Miracangueras - eram).

    Outras expressões partitivas: a maioria / a maior parte/ grande parte/ pequeno número / mais da metade

  • Diante da justificativa da vídeo-aula do professor, percebi um detalhe, apesar de ter marcado também a alternativa B:


    De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era (ou eram) composta (s) (deveria mudar também para o plural, ou seja, não caberia alterar o verbo para o plural neste caso, concordam? E a questão não diz nada a respeito das "devidas alterações" ou sequer o professor comentou para esta alternativa a alteração desse adjetivo (COMPOSTA) para o plural, algo que o mesmo fez diante de outra alternativa: a letra E ) de cinzas. 


    Minha opinião: A letra B é o gabarito, mas o enunciado não deixou claro que deveríamos fazer as devidas alterações caso necessário... e se as fizessemos, perderia o sentido da questão, pois todas poderiam ser alteradas de forma que concordassem quanto ao número.




  • A minha dúvida foi: E a palavra "composta" não deveria flexionar para o plural também??? Por isso, achei mal formulada a questão.

  • Letra E: Sujeito coletivo pode concordar com a expressão (o grupo) ou com determinante (indígena) – ambos no singular → verbo no singular

  • Questão clássica da FCC. LETRA B

  • Quando a questão é fácil todo mundo comenta rs 

    "Inté eu" kk GAB.: B

  • GABARITO LETRA - B

     

    DICA : NAS QUESTÕES COMO ESSA , NÃO PERCA TEMPO, PROCURE O ELEMENTO PARTITIVO , ASSINALE E CORRA PRO ABRAÇO !

     

    *** ELEMENTO PARTITIVO : MAIOR PARTE DE... , A MAIORIA DE... , GRANDE PARTE DE ... ***

  •  a) ...a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou...

    escavou - tem sujeito implícito "ele"(terceira p. do singular) :"Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi... variedade de formas existentes nos sítios onde [ele] escavou..." (3º§,4ªlinha)

     

    b) De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. GABARITO

    a maior parte dos = expressão partitiva. Integra o sujeito "a maior parte dos despojos dos miracangueras"(sujeito do verbo era).

    Caso de concordância facultativa. Verbo pode concordar tanto com o núcleo do sujeito - "parte" - quanto com o complemento nominal do núcleo - "dos despojos". 

    A maior parte dos despojos era composta de cinzas.

    A maior parte dos despojos eram compostos de cinzas.

     

     c) ... as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

    lembram - verbo regido pelo sujeito as quais (retomando "certas vasilhas"- 5ª linha, 3º§). Não admite concordância no singular, apenas no plural.

     

    d) Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição mais elevada...

    Havia - verbo haver, no sentido de existir... não tem sujeito! Verbo impessoal = sujeito inexistente. Sejam "peças" ou "peça", o verbo vai ficar sempre no singular. Independe da noção de quantidade.

    Havia peça mais elaborada.

    Havia peças mais elaboradas.

     

     e) ...o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região...

    Grupo não é expressão partitiva. É um coletivo qualquer, que no caso centraliza a noção de "pessoas" dentro de um mesmo conjunto, unidade fechada (a semântica da palavra pende pra noção de singular). Não admite concordância no plural.

    OBS.: 

    "Se o coletivo vier especificado ou modificado por adjunto adnominal, o verbo pode ficar no singular ou ir para o plural.

    multidão de fãs gritou.

    multidão de fãs gritaram.

    Uma multidão de pessoas saiu aos gritos.

    Uma multidão de pessoas saíram aos gritos."

    Fonte: http://www.portuguesxconcursos.com.br/p/concordancia-verbal-exercicio-exemplo.html

     

    No caso, a palavra "grupo" não veio especificada por um adjunto com idéia de plural ("indígena" está no singular).

     

    Abraço!

  • O QUE ME DEIXOU EM DÚVIDA FOI QUE CASO UTILIZE O "ERAM" PRECISARÁ FLEXIONAR A PALAVRA "COMPOSTOS", OU SEJA, PRECISARÁ DE AJUSTES E A QUESTÃO NÃO FALA DISSO....

  • VANESSA OLIVEIRA, MEU RACIOCIONIO FOI EXATAMENTE IGUAL AO SEU. APESAR DO PARTITIVO ACEITAR O VERBO TANTO NO SINGULAR QUANTO NO PLURAL, A FORMA NO PLURAL OBRIGA AJUSTE NA PALAVRA "COMPOSTA", SITUAÇAO EM QUE A QUESTAO NAO AUTORIZA TAL AJUSTE. FALTOU CLAREZA NO ENUNCIADO!!!

     

  • Nesse tipo de questão, é só caçar a expressão partitiva e partir pro abraço

  • essa é batida!

  • A maior parte dos despojos (...)

    Grande parte dos despojos (...)

    A maioria dos despojos (...)

    SUJEITO PARTITIVO ---> verbo pode ficar no singular ou no plural


ID
1477798
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na margem esquerda do rio Amazonas, entre Manaus e Itacoatiara, foram encontrados vestígios de inúmeros sítios indígenas pré-históricos. O que muitos de nós não sabemos é que ainda existem regiões ocultas situadas no interior da Amazônia e um povo, também desconhecido, que teria vivido por aquelas paragens, ainda hoje não totalmente desbravadas.

Em 1870, o explorador João Barbosa Rodrigues descobriu uma grande necrópole indígena contendo vasta gama de peças em cerâmica de incrível perfeição; teria sido construída por uma civilização até então desconhecida em nosso país. Utilizando a língua dos índios da região, ele denominou o sítio de Miracanguera. A atenção do pesquisador foi atraída primeiramente por uma vasilha de cerâmica, propriedade de um viajante. Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço, residente na Vila do Serpa (atual Itacoatiara), que dispunha de diversas peças, as quais teria recolhido na Várzea de Matari. Barbosa Rodrigues suspeitou que poderia se tratar de um sítio arqueológico de uma cultura totalmente diferente das já identificadas na Amazônia.

Em seu interior as vasilhas continham ossos calcinados, demonstrando que a maioria dos mortos tinham sido incinerados. De fato, a maior parte dos despojos dos miracangueras era composta de cinzas. Além das vasilhas mortuárias, o pesquisador encontrou diversas tigelas e pratos utilitários, todos de formas elegantes e cobertos por uma fina camada de barro branco, que os arqueólogos denominam de “engobe", tão perfeito que dava ao conjunto a aparência de porcelana. Uma parte das vasilhas apresentava curiosas decorações e pinturas em preto e vermelho. Outro detalhe que surpreendeu o pesquisador foi a variedade de formas existentes nos sítios onde escavou, destacando-se certas vasilhas em forma de taças de pés altos, as quais lembram congêneres da Grécia Clássica.

Havia peças mais elaboradas, certamente para pessoas de posição elevada dentro do grupo. A cerâmica do sítio de Miracanguera recebia um banho de tabatinga (tipo de argila com material orgânico) e eventualmente uma pintura com motivos geomé- tricos, além da decoração plástica que destacava detalhes específicos, tais como seres humanos sentados e com as pernas representadas.

João Barbosa Rodrigues faleceu em 1909. Em 1925, o famoso antropólogo Kurt Nimuendaju tentou encontrar Miracanguera, mas a ilha já tinha sido tragada pelas águas do rio Amazonas. Arqueólogos americanos também vasculharam áreas arqueológicas da Amazônia, inclusive no Equador, Peru e Guiana Francesa, no final dos anos de 1940. Como não conseguiram achar Miracanguera, “decidiram" que a descoberta do brasileiro tinha sido “apenas uma subtradição de agricultores andinos".

Porém, nos anos de 1960, outro americano lançou nova interpretação para aquela cultura, concluindo que o grupo indígena dos miracangueras não era originário da região, como já dizia Barbosa Rodrigues. Trata-se de um mistério relativo a uma civilização perdida que talvez não seja solucionado nas próximas décadas. Em pleno século 21, a cultura miracanguera continua oficialmente “inexistente" para as autoridades culturais do Brasil e do mundo.


(Adaptado de: Museu Nacional do Rio de Janeiro. Disponível em: https://saemuseunacional.wordpress.com. SILVA, Carlos Augusto da. A dinâmica do uso da terra nos locais onde há sítios arqueológicos: o caso da comunidade Cai N'água, Maniquiri-AM / (Dissertação de Mestrado) - UFAM, 2010)

Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço...

Ao desenvolver a oração reduzida presente no segmento acima, tem-se:

Alternativas
Comentários
  • Próclise (colocação pronominal antes do verbo tinha), pois o pronome relativo (que) atrai  pronome átono me, te, se,o(s), a(s), lhe(s)

  • Gabarito C

    O enunciado pede oração reduzida, então descartamos as opções A e E que possuem as conjunções (quando e como).


    Ficamos com as opções B, C e D.

    B) Este informante disse que a tivesse (QUE ELE TIVESSE) adquirido de um mestiço. ERRADA


    C) Este informante disse que a tinha (ELE TINHA) adquirido de um mestiço. CERTA

    Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço. (tê-la = infinitivo impessoal, equivale a ter ela).


    D) possui erro de concordância " Este informante a disse..." ERRADA

  • É só observar o QUE que atrai a próclise e o tempo verbal no pretérito perfeito do indicativo - eu acho -.

  • O "que" presente na questão acima é uma conjunção integrante e não um pronome relativo. Para saber a diferença basta substituí-lo pelo pronome relativo "o/a qual", se a frase mantiver o sentido significa que estamos diante de um pronome relativo, porém não é o que ocorre na frase acima.

    Lembrando que as conjunções integrantes assim como os pronomes relativos também são palavras atrativas (próclise).

  • As orações reduzidas são aquelas que apresentam o verbo em uma de suas formas nominais: infinitivo, particípio ou gerúndio. Nestasorações, geralmente, o tempo verbal vem representado por uma locução verbal, na qual o verbo auxiliar está em uma de suas formas nominais.


  • Gabarito: Letra C.


    Cuidado pessoal, a questão pede que se desenvolva a oração reduzida e não a alternativa que tenha uma oração reduzida, pois esta é a apontada no enunciado: "Este informante disse tê-la adquirido de um mestiço... "


    Logo, questiona-se sobre qual resposta há oração desenvolvida.

  • Só observar o próssimo verbo: "dispunha", esta no mesmo tempo e modo de "tinha" (passado imperfeito do indicativo). Eu tinha e eu dispunha...mantém-se assim a correlação verbal.

    Gab C

  • quem diz, diz algo, O QUE?? "que a tinha adquirido de um mestiço"

    "que a tinha adquirido de um mestiço" = ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA SUBJETIVA OBJETIVA DIRETA (OBJ DIRETO ORACIONAL).


ID
1477801
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

No segmento ...hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente..., a oração sublinhada complementa o sentido de um

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A

    Pedimos = VTDI

    OD - que procure tirar dela um prazer diferente - Este complemento só pode ser substituído por um substantivo e não verbo nem adjdetivo.

    OI - ao amador

  • não entendi, a questão

  • letra a.

    No segmento ...hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente..., a oração sublinhada complementa o sentido de um

    O QUE  é conjunção integrante porque pode ser substituído por ISSO (não é pronome relativo), e toda conjunção integrante inicia uma frase SUBSTANTIVA. 



  • Completa o sentindo do verbo "pedimos" e ela pode ser substituída por isso substantivo "isso".

    Hoje pedimos ISSO.


  • Oração principal:" hoje pedimos ao amador."


    Oração secundária:" que procure tirar dela um prazer diferente."

    Verbo pedir = TDI.

    "Ao amador" é o objeto indireto do verbo pedir; "que procure tirar dela um prazer diferente" funciona como objeto direto do verbo "pedir".  Dessa forma, conclui-se que essa oração é subordinada substantiva objetiva direta, pois exerce a função própria dos substantivos, além de se referir ao verbo da oração principal.  


  • pedimos (VTDI) ao amador (OI) "isso"(OD) - fica esperto aí com os termos deslocados - tá ligado?

  • hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente

    procure tirar = OS

    dela = Prepos.

    um prazer diferente = adj. adv

    Troque por "isso"

  • Fabiana ótima explicação! Conj. intergrante=isso. 

  • Conjunção subordinativa integrante (QUE/SE) introduz uma oração subordinada SUBSTANTIVA, com essa noção ja dava pra eliminar todas as outras alternativas, com exceção da A (gabarito). 

  •  Gabarito (A)

    ...hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente... = 

    ...hoje pedimos [...] ISSO -  Conjunção Subordinativa Integrante 'QUE' sempre introduz Oração Subordinativa Substantiva 

  • Sinceramente, gente alguém aí acertou 70 por cento de português dessa prova?

  • sinceramente, eu odeio português...

    Prefiro raciocínio...

    Mas ele faz parte... Então, pensamento positivo e um pouco mais de esforço... :(

  • A pior prova que ja fiz aqui no qc foi essa terrivel


  • A oração sublinhada é complemento do verbo PEDIMOS e tem função sintática de SUJEITO, então pode ser substituída por um SUBSTANTIVO.

  • GABARITO A 

     

    ...hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente...

    Quem pede, pede alguma coisa a alguém! 

     

     

    Hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente. 

             VTDI        OI                           OD

     

     

    Hoje pedimos ao amodor ISSO

             VTDI          OI          OD 

  • Gabarito: A

    O comentário do EDUARDO MARTINS está equivocado, pois não se trata de sujeito, e sim de objeto direto.

     

    ...hoje pedimos ao amador QUE procure tirar dela um prazer diferente...

     

    ...hoje pedimos ao amador => ISSO. Esse QUE é uma conjunção integrante. Logo, estamos diante de uma Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta, a qual complementa o verbo pedimos, cujo sujeito é NÓS - implícito na frase:

     

    ...hoje "NÓS" pedimos ao amador QUE procure tirar dela um prazer diferente...

     

    Avante...

     

     

  • Pior é saber o assunto, mas errar por não saber interpretar o enunciado.

    Eu entenderia se fosse assim: 

    A oração sublinhada complementa o que? 

    Complementa o verbo (pedir)... que pode ser substituído por um substantivo. OK

    Ou... A oração complementa o sentido DO verbo (pedir), que pode ser substituído.... OK

    Assim eu entendi que a oração TEM o sentido DE verbo.... , ERRADO

    Às vezes parece até filosofia rsrsrs

     

  • Pooor favor QC, nunca troquem de prof. de português! O Alexandre é o CARA! 

  • fcc fugiu das regrinhas e foi pro conceito, interpretação, Orações subordinadas substantivas são orações que exercem as funções de sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicado nominal e aposto, tendo a mesma função que um substantivo na estrutura frásica. Começam, maioritariamente, com as conjunções integrantes que e s

    letra A

  • Respondi a questão de forma semelhante ao Einstein Concurseiro, porém adicionei o raciocínio de tentar substituir o OD por um adjetivo. Ao fazer isso, o adjetivo acabava caracterizando o "amador".

  • Melhor comentário: Einstein Concurseiro

  • Basta empregar o verbo "pedir" numa situação cotidiana:

    "Pedi a você uma caneta", "Pediram ao chefe um dia de folga", "Pedia ao senador o fim do foro privilegiado".

    Perceba que a porção transitiva direta do verbo é um substantivo.

  • hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente...

     

    - > Quem pede, pede algo a alguém, ou seja, o verbo é VTDI (Verbo Transitivo Direto e Indireto). 

    -> A oração sublinhada exerce a função sintática de Objeto Direto do verbo ''Pedir''.

    -> LOGO, a oração sublinhada é um complemento do verbo ''Pedir''.

    -> Analisando a oração, percebe-se que ela não tem sentido completo e que, portanto, ela é subordinada. Mas qual oração subordinada?

    -> Ao trocar toda a oração por ''ISSO'' percebemos que se trata, então, de uma oração subordinada substantiva.

     

    -> OU SEJA: Complementa o sentido de um verbo e pode ser substituída por um substantivo pelo fato de introduzir uma oração subordinada substantiva.

  • Verbo "Pedir" é verbo transitivo direto/indireto.


    "...hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente...,"


    O que tá sublinhado poderia ser substituído por "isso"


    ...hoje pedimos "isso" ao amador...,"


    Como complementa o sentido de um verbo transitivo direto/indireto, a parte indireta é representada por "ao amador", pois quem pede, pede algo a alguém...


    Logo temos aí uma Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta, ou seja, um substantivo que complementa um verbo. GABARITO A

  • Letra A. Veja o verbo “pedimos”: quem pede, pede algo (que procure tirar dela um prazer diferente) a alguém (ao amador). A oração é subordinada substantiva objetiva direta, ela funciona como complemento verbal.
     

     

    Questão comentada pelo Prof. Elias Santana

  • "Hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente"

    Note que a oração sublinhada está complementando o sentido do verbo PEDIR, bem como pode ser substituída por ISSO e é iniciada por conjunção integrante QUE. Todos esses fatores resultam em uma oração subordinada SUBSTANTIVA, a qual tem função sintática própria de um substantivo e tem um papel de complementação (por isso também pode ser chamada de Oração Completiva).

  • Mas "isso" é um pronome demonstrativo. Não entendi a ideia de ser substituída por um substantivo. Alguém me ajuda?


ID
1477804
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

Uma redação alternativa para a frase Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais..., em que se mantém a correção e, em linhas gerais, o sentido, encontra-se em:

Alternativas
Comentários
  • Muito embora os pintores ainda a observem,
    Os pintores, se ainda observam a natureza,

    Embora tem mesmo sentido de ainda

    não mais imitam a natureza,
    já não a imitam

    de maneira que se acautelam da reprodução de cenas naturais...
    evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais...

    Acautelar e cuidadosamente tem mesmo sentido.


    Gabarito letra C

  • Discordo, ''se ainda'' não garante que eles de fato observem, já o ''embora'' deixa isso claro.

  • Gabarito C

    Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais...

    Acredito que a banca tenha considerado "se ainda" como conjunção concessiva. Para substituir, devemos trocar pela conjunção de mesmo sentido.


    a) se- conjunção condicional, uma vez que- conjunção causal

    b) por mais que- conjunção concessiva

    C) muito embora - conjunção concessiva, ainda- conjunção concessiva

    d) quando- conjunção condicional, de modo - conjunção consecultiva

    e) embora- conjunção concessiva, nem- conjunção aditiva

  • Em se ainda observam a natureza, o se não condiciona, mas sim constata/reconhece o foto de os pintores ainda observarem a natureza. Portanto, fica claro que o trecho se ainda observam a natureza exerce função de conjunção concessiva, à medida que primeiro constata/reconhece que os pintores observam a natureza e em seguida defende a tese de que: já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais... Logo, mantém a correção gramatical e o sentido principal de uma ideia de concessão alterando para a frase da alternativa c, pois ela substitui a conjunção concessiva se ainda pela conjunção concessiva muito embora, além de substituir corretamente os demais trechos que não proporcionaram divergência de entendimento aos nobres colegas como o trecho da conjunção.

  • Minha duvida era justamente no acautelar. 

  • Minha dúvida foi quanto ao "se" ainda observam... Não entendi como saber ao certo que o sentido do "se ainda" é de "muito embora". Não caberia o sentido de que não se sabe "se" a natureza "ainda" é observada ou não pelos pintores? Alguém poderia dar uma luz?
  • Fui de concessiva, c:


  • Eu nao concordo com o gabarito, acho que não teria uma opção correta. 

    c) Muito embora os pintores ainda a observem, na minha interpretação esse trecho da resposta, de certa forma esta asegurando que os pintores observam a natureza, "muito embora" ha uma concessao mas ela e observada... no trecho original temos "se ainda observam a natureza" da ideia de hipótese, e o que interpreto.
  • - LETRA C - 


    "O muito embora" tentou reproduzir a noção de hipótese da conjunção "se". Não é comum isso!

    Questão como essa tem que valer 3 pontos! Vou chamar esse examinador para um churrasco ainda! haha


    Avante!


  • a)Se a natureza é observada pelos pintores, não é por eles imitada, uma vez que ela se furta cuidadosamente à reprodução de suas cenas..(o erro desta questão é dizer que a própria natureza se furta à reprodução)


    b)Tendo observado a natureza, os pintores já não a imitam, por mais que evitem cuidadosamente a reprodução de cenas naturais...(Há um conflito aqui. Esse "por mais" cria uma contradição entre as orações)


    c)Muito embora os pintores ainda a observem, não mais imitam a natureza, de maneira que se acautelam da reprodução de cenas naturais...GABARITO.


    d)Os pintores, quando observam a natureza, não mais a imitam, de modo a resguardar-se cuidadosamente para a reprodução de cenas naturais...(eles não se resguardam para a reprodução, eles a evitam!)


    e)Embora ainda a observem, os pintores já não imitam a natureza, nem evitam a reprodução cuidadosa de cenas naturais...(sim, eles evitam sim a reprodução)

  • Juarez, também fiquei na dúvida no "acautelar", mas acertei.

  • acho que a banca deixa duas opções +ou- certas e depois escolhe aquela que teve menos escolha como gabarito oficial.- claro!

  • Concordo com o Tomas Spinelli, uma coisa é deixar na condicional "se ainda observam", outra é garantir que ela é observada através de um "embora ainda a observem". A letra C está mudando o sentido, ao invés de deixar na condicional a assertiva consta uma certeza de que isso ocorre. Logo, todas as letras estão erradas.

  • Essa alternativa é uma farsa! A conjunção "SE" deixa dúvida se o pintor ainda observa a natureza. A alternativa do examinador afirma certeza no sentido de que o pintor a observava. Portanto, em "linhas gerais" não mantém o sentido. 

  • Se ainda observam... como que dá certeza se foi observada? Nada a ver essa gabarito!


ID
1477807
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

Depreende-se do texto:

Alternativas
Comentários
  • correta LETRA E


    o silêncio das árvores contrasta com a ânsia humana por estabelecer elos de comunicação


    "elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar" (linha 2)


    a ponto de a arte paulatinamente renunciar à simples imitação da natureza. 


    "o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte" (linha 9)


  • Gabarito E

    Questão de Interpretação. A resposta está além do texto.

    O texto aborda o mutismo/silêncio das árvores então descartamos as letras A, B e C.


    Ficamos com a letra D e E.

    d) o mutismo das árvores é rompido pouco a pouco com o recurso da arte, uma característica humana que nos põe em contato com a natureza.
    Entendo que o mutismo das árvores não é rompido com a arte, ele é representado.

    e) o silêncio das árvores contrasta com a ânsia humana por estabelecer elos de comunicação, a ponto de a arte paulatinamente renunciar à simples imitação da natureza.
    Fala da idéia que o texto nos mostra. Do silêncio das árvores, da pintura, como uma forma de comunicação.

  • Gabarito E. No primeiro parágrafo o autor já menciona o desespero humano em se comunicar, em contrapartida com a mudez das árvores. Já no terceiro parágrafo, dispõe sobre o desaparecimento paulatino da natureza no mundo da arte.

  • Textoo chatooo paaaacaaas

  • Vejamos os erros:

    a. em nenhum momento do texto fala-se que as diferentes abordagens dos pintores consigam estabelecer uma comunicação efetiva com a natureza. Ao contrário: fala-se no declínio de apresentá-las na arte.

    b. "...não recupera o volume nem as demais características essenciais da natureza..." em nenhum momento do texto se afirma isso.

    c.  "a pintura, como forma artística, se torna mais eficaz do que as iniciais tentativas de comunicação". Novamente, não é dito isso no texto em momento algum.

    d. o mutismo da árvore não é rompido pouco a pouco, pelo contrário: ele é contínuo.

  • Ow Saga Gêmeos, grande gênio da língua portuguesa, em nenhum momento o texto afirma nenhuma das opções da questão, por isso se chama INTERPRETAÇÃO de texto e por isso é questionado o que se DEPREENDE do texto.... ¬¬


ID
1477810
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

Identifica-se um efeito e sua causa, respectivamente, nos segmentos:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito E.

    Não consegui entender a questão. Alguém fundamenta???

  • Eu também errei:

    b) parece comparativa;
    c) parece "classificativa"
    d) parece meramente "disjuntiva"
    a dúvida seria entre as a) e e):
    a) "consideramo-lo um elemento da paisagem" porque "incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade"
    e
    e) "que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta" porque se considera que "está fundada na linguagem articulada"
  • O conectivo QUE na alternativa A é causal, basta substituí-lo por outros conectivos causais.

     "procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que (visto que, já que, pois, porque, uma vez que) talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada"

  • Letra e - ...fundada que está na linguagem articulada (composição social) - CAUSA

                  ... que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta (composição social) - EFEITO

    ...lhes afigura monstruosamente indiscreta -por que/por causa- da linguagem articulada...

  • mesmo com o conectivo certo não me convenci muito...

  • gente ... fazer concurso não significa que temos que saber de todo o conteúdo, minuciosamente, mas sim, aprender a fazer prova. Nessa questão, em específico, não precisaríamos saber como fazer, mas, tão somente, chegar na resposta. Claramente as 4 primeiras questões não se parecem nenhum pouco com o que pede a questão. Bastaria eliminá-las e chegaríamos à resposta correta. Sem muito esforço.

  • Eu chutei e acertei mas não entendi a questão.

  • A questão quer saber em qual alternativa está um efeito e uma causa, RESPECTIVAMENTE.

    a) incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade // consideramo-lo um elemento da paisagem (2o parágrafo) - Causa e efeito, respectivamente.

    Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, (por isso) consideramo-lo um elemento da paisagem

    b) a aventura humana seduz mais o pintor // do que o fundo natural em que ela se desenvolve - Oração Subordinada Adverbial Comparativa

    Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve. (Comparativa)

    c) decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos // procuram as árvores ignorar tudo (1o parágrafo) - Causa e efeito, respectivamente

    decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, (por isso) procuram as árvores ignorar tudo.

    d) Renunciamos assim às árvores // ou nos permitimos fabricá-las (4o parágrafo) - Oração Coordenada Alternativa

    Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos (Alternativa)

    e) que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta // fundada que está na linguagem articulada (1o parágrafo) - Efeito e causa, respectivamente (CORRETA)

    uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada.

    Parafraseando:

    A composição social se afigura monstruosamente indiscreta às árvores (efeito), porque está fundada na linguagem articulada (causa).

    Reordenando:

    A composição social está fundada na linguagem articulada, por isso se afigura monstruosamente indiscreta às árvores.


    Bom, foi assim que entendi essa questão.

  • questão ambigua 

  • Pelo fato de estar fundada na linguagem articulada (causa), se afigura indiscreta (efeito).

    Como a questão pede respectivamente - primeiro efeito, segundo causa. Letra E. 

  • O que pode causar estranhamento neste gabarito é a palavra "talvez". Pois torna "afigurar monstruosamente indiscreta" um POSSÍVEL efeito dentro do significado da informação presente no texto. O que temos de pensar é que CASO haja esse efeito, a causa foi "a fundamentação na linguagem articulada".
  • Questão de Causa e efeito...so Deus na causa...kkk :(
  • A) incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade // consideramo-lo um elemento da paisagem (2o parágrafo). IDEIA DE CONCLUSÃO. A questão suprimiu a conjunção então para confundir o candidato.

    B) a aventura humana seduz mais o pintor // do que o fundo natural em que ela se desenvolve (3o parágrafo). IDEIA de COMPARAÇÃO.

    C) decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos // procuram as árvores ignorar tudo (1o parágrafo). É UMA ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA (que = a qual) RESTRITIVA, logo, dá ideia de restrição.

    D) Renunciamos assim às árvores // ou nos permitimos fabricá-las (4o parágrafo). IDEIA DE ALTERNÂNCIA, oração alternativa.

    E) que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta // fundada que está na linguagem articulada (1o parágrafo). IDEIA DE CAUSA E EFEITO, pois aqui temos uma oração subordinada substantiva CAUSAL, basta substituir o primeiro QUE por JÁ QUE, VISTO QUE, UMA VEZ QUE.

  • Questão confusa, porque pede EFEITO e CAUSA nesta ordem. Era só prestar atenção. Gab. E

  • Cristiano Lima, não seria uma Oração Subordinada Consecutiva, pois o "que" equivale a "de forma/modo que" ? Já que o enunciado fala em Efeito e Causa.
    ... Ou alguém mais que puder me explicar.

    Obrigada!
  • Esse professor de português em algumas questões ele ajuda, já em outras pelo amor de deus. Ele risca as alternativas e não explica nada sobre o erro, trata o assunto de forma muito básica.

  • Concordo TRT TRT! Não ajuda quase nada explicar só a alternativa do gabarito?! 

  •  o professor não está ajudando em nada!! PFV seu prof. mude a didática.

  • Os comentários dos colegas são muito mais elucidativos que os do professor...Pelo amor de Deus! Olha essa explicação - ´´se você for ao contexto, vai reparar que não existe relação de causa e efeito.´´ 

  • Os comentário do professor estão certos... o cara fez a parte dele....

  • A consequência vem primeiro do que a causa ?

  • Quando a consequência vem primeiro que a causa, estamos diante de uma oração subordinada consecutiva. Deve-se ficar atento ao enunciado da questão, pois pede que identifique, respectivamente, relação de consequência e causa. Já quando se trata de uma oração subordinada causal, a causa vem primeiro, e depois a consequência,  e não é o caso dessa questão.

  • consequência=efeito

  • Muita gente deve ter marcado a alternativa "a". Essa alternativa apresenta relação de causa e efeito, respectivamente. Porém, o que se pede é primeiro o efeito e depois a causa. Na alternativa "e", temos que a falta de discrição é resultado (efeito) da linguagem articulada (causa).

     

    Gabarito E

     

    Boa sorte e bons estudos!

  • Tem momentos que temos que ter muita paciência com os comentários dos professores.

    O comentário agora é um claro exemplo.

    Mandou olhar o contexto da questão. Mesmo?

    Sinceramente? Acho que ler os comentários dos colegas é mais produtivo.

     

  • Gabarito E.

    A pergunta pede "efeito e causa" não "causa e efeito".  >> é o primeiro ponto que devemos prestar atenção.

    No gabarito E realmente: o fato de (a árvore) apresentar uma linguagem articulada, fez com que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta.

    Usei: o Fato de....Faz/Fez com que.... ( mas tem que prestar atenção para ver se realmente gera um sentido de causa e efeito - neste caso efeito e causa).

    Acertei, mas demorei um pouco até achar o sentido correto.

    Bons estudos!

  • Tá todo mundo explicando porque viu o gabarito.

    Não é a árvore que está fundada numa linguagem articulada! Elas reservam-se ao silêncio!

    É a composição social (que talvez se afigure às árvores monstruosamente indiscreta) que está fundada na linguagem articulada.

    Assim:

    A composição social é fundada na linguagem articulada --> a composição social é monstruosamente indiscreta (para as silenciosas árvores).

    Entendeu?

    Na verdade, a seleção de trechos está horrível. Mais uma vez a FCC viajando na interpretação poética. Teve uma outra do Paulo Leminski que também foi de doer.

  • ou a prova realmente tava muito dificil ou venderam o gabarito e colocaram questoes super had pra ninguem passar,sempre aqui em manaus é isso.

  • GABARITO: Letra E

     

    Quando pedirem pra identificar uma CAUSA e um EFEITO, basta jogar no macete: "O FATO DE... FEZ COM QUE..."

     

    O FATO DE estar fundada na linguagem articulada FEZ COM QUE  lhes afigure monstruosamente indiscreta.

     

     

    Fé em Deus e bons Estudos!

  • Finalmente acertei uma questão de nível decente.

  • Na maioria das questões sobre causa e consequência não é necessário ler o texto. Mas em algumas, como essa é OBRIGATÓRIO usar o texto e extrair dele o contexto.

  • Muitas questões eles invertem, fiquem atentos

  • Identifica-se um efeito e sua causa, respectivamente, nos segmentos:

    A

    incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade // consideramo-lo um elemento da paisagem (2o parágrafo)

    CAUSA E EFEITO

    B

    a aventura humana seduz mais o pintor // do que o fundo natural em que ela se desenvolve (3o parágrafo)

    comparação- superioridade

    C

    decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos // procuram as árvores ignorar tudo (1o parágrafo)

    CAUSA E EFEITO

    D

    Renunciamos assim às árvores // ou nos permitimos fabricá-las (4o parágrafo)

    ALTERNATIVO

    E

    que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta // fundada que está na linguagem articulada (1o parágrafo)]

    EFEITO E CAUSA

    GAB: E

  • EU SOU GROOT


ID
1477813
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

Atente para as frases abaixo sobre a pontuação do texto.

I. No segmento ...genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título... (3o parágrafo), a vírgula pode ser corretamente suprimida, uma vez que é seguida da conjunção aditiva "e".

II. No segmento ...nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo... (2o parágrafo), o ponto final pode ser corretamente substituído por ponto e vírgula, feita a alteração entre maiúscula e minúscula.

III. No segmento ...seduz mais o pintor do que o fundo natural... (3o parágrafo), o acréscimo de uma vírgula imediatamente após "pintor" acarretaria a separação equivocada do verbo e seu complemento.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Pessoal! vamos pedir o comentário do professor em todas as questões? assim melhoraremos nosso conhecimento...beleza?

  • Não entendi... Alguem me explica o motivo de somente a 2 estar correta?

  • caramba, acho que estou ficando burro...

    antes da conjunção aditiva "E" a regra diz que será facultativa (para dar ênfase ao texto).

  • Olá, boa tarde!

    Comentário em relação ao item III:

    Na frase III, temos a estrutura da comparação: "seduz mais o pintor do que o fundo natural".
    Nesse tipo de correlação entre oração principal / oração comparativa, não se usa vírgula.

    Crédito: Professor João Bolognesi.

    Obrigada, Natália.

  • I - Errado, pois a vírgula isola um aposto.

    II - Correto, ponto e vírgula significa uma pausa mais longa que somente a vírgula e mais curta que o ponto final.

    III - Errado, pois não está separando o verbo do seu complemento e sim uma situação comparativa.

  • I) vírgulas estão isolando um posto explicativo ( até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, )explicando termo Chirico;

    II) PONTO E VÍRGULA separando orações coordenadas adversativas e conclusivas (então) com conectivos deslocados;

    Ex: Finalmente vencemos; fiquemos, pois, felizes com nossa conquista!

    III) pintor não é verbo, or. Comparativa


    GAB LETRA E

  • Uso do ";":


    D) Para marcar pausas entre orações, quando se intercala alguma conjunção entre as mesmas.


    Exemplo:


    - Eles sabiam de tudo o que se passava no colégio interno; mas, como já era de se esperar, nunca fizeram nada. Esse não é um caso obrigatório.

    - Quero sair mais com você; pois um casal precisa ter boas amizades.

    - Amanhã é dia de prova; porém não comecei a estudar ainda.

    - Ele chegou adiantado, como de costume; por isso, presenciou a cena desde o começo.


    Fonte: http://www.infoescola.com/portugues/ponto-e-virgula/

  • Alguém traria um comentário plausível para o item II? Não entendi o porque do uso do ponto e vírgula.

  • O ponto e virgula é para dizer que tem alguma coisa fora do lugar... 

  • "NUNCA DESISTA": a vírgula não pode ser retirada porque está separando um aposto explicativo. Não se pode simplesmente tirar uma vírgula e deixar a outra lá "perdida" no texto. Seu pensamento está correto, porém não neste caso.

  • O comentário plausível sobre o item II é que se trata de uma oração (coordenada) CONCLUSIVA: "Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança; ENTÃO, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo!" 

    Como existe uma continuidade de sentido entra as duas orações,elas não precisam ser separadas por ponto. Podem ser separadas por ponto-e-vírgula.

  • Errei...não voltei ao texto na I.
    O erro da I, também, é por ser equivalente a ''mas''.
    Mas os principais erros são:

    I- Há uma intercalação explicativa antes, não pode deixar a vírgula lá perdida. (alguns colegas já indicaram o mesmo)

    II - É uma conclusiva, o ponto e vírgula pode separar o. coordenadas que já possuam vírgula em seu interior.

    III - É uma comparativa, sem problema separar com vírgula.


ID
1477816
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

Na frase Desejaríamos que falassem, como falam os animais..., caso o verbo em negrito assuma o mesmo tempo e modo que o sublinhado, teremos as seguintes formas verbais no segmento inicial:

Alternativas
Comentários
  • Falam está na 3ª  pessoa do plural, beleza?

    Hoje eles falam.

    Para que desejaríamos assuma o mesmo tempo, vamos fazer assim: Na frente dele vamos botar o hoje, safo?

    Hoje nós desejamos que falem.

    Beleza?


  • Não seria a A, o mesmo modo e tempo?

    desejamos está no subjuntivo.


  • Também pensei que seria a letra a

  • Falam - Modo Indicativo e tempo Presente

    Desejamos - Modo Indicativo e tempo Presente
    obs: Como não foi pedido modificar a pessoa, o verbo permanece na 1° pessoa do plural(nós). "Nós" desejamos....
  • Correta letra D

    PRESENTE do INDICATIVO

  • Gnt não entendi mesmo essa questão, alguém ajuda por gentileza!

  • (Nós)Desejaríamos que falassem, Fut do pret. do Indicativo /  pret. imperf. do subj

    (Nós)Desejamos que falem - Presente do indicativo / presente do subjuntivo

     Não seria coerente colocar (Nós) Desejam..
     nem   (Nós) Desejem..

     O que ele quis passar foi que a pessoa do verbo não mudasse. Continuaria na 1ª pessoa do plural, no primeiro segmento.
      Só queria mudar tempo e o modo, adequando à segunda oração que estava no PRESENTE DO INDICATIVO.

      Como falam os animais.

      Espero ter ajudado!
     

      

  • Enunciado só pediu para mudar o TEMPO e o MODO, e não a Pessoa.


     Desejaríamos(3ª Pessoa. do Plural do Futuro do Pretérito do indicativo) que falassem(3ª Pessoa. do Plural do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo), como falam(3ª Pessoa. do Plural do Presente do indicativo) os animais...

     

    Desejamos(3ª Pessoa. do Plural do Presente do indicativo) que falem(3ª Pessoa. do Plural do Presente do Subjuntivo para concordar com o verbo anterior, correlação verbal)


  • Estranho que falaram apenas tempo e modo, não falaram em pessoa, a letra A não estaria correta tb????

  • Aqui uma dica de correlação verbal:

    P.I.Sub - Futuro do pretérito

    Fut. Sub - Fut. Presente

    Presente  do Ind. - Presente do Sub.

    Preterito Perfeito - Pret. Imp. do Ind.

    Imperativo - Pret. Perfeito

  • >> "Desejaríamos que falassem, como falam os animais..." <<

    Segundo a explicação do professor do QConcursos, quando mudamos o verbo desejar para o presente do indicativo seguido de QUE, o verbo falar deve entrar em correlação verbal, passando para o presente do subjuntivo (que eles falem). 

    >> Desejamos que falem, como falam os animais..." << Gab: letra D

  • Prefiro as explicações do professor Alexadre.

  • Em 22/11/18 às 13:41, você respondeu a opção D.

    Você acertou!Em 06/11/18 às 14:52, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!Em 30/08/17 às 07:49, você respondeu a opção B.

    !

    Você errou!Em 21/08/16 às 14:56, você respondeu a opção A.

    !

    Você errou!


ID
1477819
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

Desempenha a mesma função que o segmento através da tragédia clássica (2o parágrafo), o que está sublinhado em:

Alternativas
Comentários
  • Alguém poderia explicar?

  • Uma função de circunstância, Loc Adverbial.

  • Alguém pode explicar melhor?

  • Mayara, concordo com o Tomas spinelli. O seguimento "através da tragédia clássica" na morfologia é classificado como locução adverbial, que tem o mesmo valor de um advérbio, e sintaticamente funciona como um adjunto adverbial. O trecho "na sua crispação" tem a mesma função sintática e morfológica que "através da tragédia clássica", por isso a resposta correta é a alternativa "C".

    Só para lembrar o que já sabem: Advérbio é a "palavra que modifica um verbo, um adjetivo ou outro advérbio, atribuindo a eles uma circunstância qualquer". E Adjunto adverbial "é o termo que modifica um verbo, adjetivo ou advérbio, indicando a circunstância em que se desenvolve o processo verbal" (Aquino, Renato. Português para Concursos, 28° edição, páginas 55 e 142).


    A questão é bem genérica em seu enunciado, não especifica se a função é gramatical ou meramente semântica, ou seja, só percebemos que se trata de classes gramaticais quando lemos as alternativas. Do contrário, poderíamos imaginar que a questão era referente a espécies de advérbios/adjuntos adverbiais como tempo, lugar, modo, intensidade, etc. 

    De fato alcançamos este entendimento quando percebemos que nas outras alternativas podemos encontrar termos com função de sujeito, complemento nominal, etc. (para os que não acertaram; lembrem-se: a questão é da FCC, a banca mais "Hard Core" do Brasil). (Retificada a palavra trocada 12/04)

  • Não entendi o que o Daniel Lopes quis dizer que o termo: "através da tragédia clássica" é " sintaticamente funciona como um adjunto adnominal", pois concordo que possa ser um adjunto Adverbial mas Adjunto adnominal não compreendo o por quê? Alguém podeira explicar melhor?

  • Tem função de adjunto adverbial de meio...veja

    "Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica.

    A tragédia clássica é o meio pelo qual os humanos atingem a impermeabilidade.

    No segundo item do texto:

    O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.



  • Não entendi nada,gente!rs

  • Gabarito C

    A única opção que não pede concordância verbal é a letra C.

    a) quem pende, pende DE algo

    b) quem renuncia, renuncia A algo

    d) quem dá, dá algo, À alguém

    e) um traço DE algo

  • " Na sua crispação" tem função de adjunto adverbial de meio?!

  • Adjunto adverbial de modo:

    Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes.

    De que modo? Através da tragédia clássica.

    certas árvores de Van Gogh  têm algo de protesto. 

    De que modo ou maneira?  Na sua crispação.


  • Na letra E, "da arte moderna" é adjunto adnominal ou complemento nominal?

  • Rayanne, é um adjunto adnominal, pois está junto do substantivo e dá uma ideia de posse, repare: o traço é da arte moderna. O complemento se dá quando esse nome exige uma preposição. Exemplo: Eu tenho orgulho de minha mãe. Nesse caso a preposição "de" foi exigida pelo substantivo "orgulho". Logo, "de minha mãe" seria um complemento nominal.

    Me corrijam, se eu estiver errado.

  • Eu sei que é um comentário desnecessário.  Mas pra quê tantas regras em uma só língua???? Quando penso que tô sabendo alguma coisa.............vem certas questões e me mostram que não sei absolutamente nada............afff

  • Não entendi! Professor, poderia resolver essa questão????

  • Entendi! Obrigada pessoal

  • Assista ao vídeo comentado desta questão com o prof Alexandre Soares.

  • crispação meu cunhão!


ID
1477822
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

Mantendo-se o sentido, o trecho sublinhado em Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança pode ser substituído por:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    Sinônimo de Intemperança: demasia, descomedimento, destemperança, excesso, glutonaria, imoderação,incontinência.

  • como alguém estuda para uma questão como essa ?

  • Matheus Salles, não dá pra ler um dicionário inteiro né....hahaha Talvez lendo notícias e/ou artigos diariamente, aí vc vai conhecendo palavras novas. Acho que essa é a melhor forma, além de ter outros benefícios. Apesar de achar importante, não arranjo tempo para fazer isso. Essas questões que precisa saber o significado de uma palavra "obscura" são bem difíceis pra mim =/

  • Concordo com a Tayse e Matheus. É o tipo de questão que pede o conhecimento prévio da palavra. Nem pelo texto dá para descobrir o significado. 

  • sinonimo de intemperança: excesso, descomedimento, demasia, destemperança, glutonaria, imoderação, incontinência.

  • Bora estudar o dicionário também pessoal, pra enfrentar a FCC....rsrs

  • é complicado mesmo.

  • Sabendo o significado ou pelo menos o sentido das demais alternartivas não tem como errar a questão. Eu acertei a questão por considerar as demais alternativas sem nexo por justamente conhecer o sentido/significado delas.

    Gabarito: B


  • Sobre a letra D:


    Significado de Intempérie.


    s.f. Quaisquer condições climáticas que estejam mais intensas; vento forte, chuva torrencial etc. 
    Péssimo ou mau tempo; tempestade.


    Figurado. Condições adversas; circunstancia infeliz; momento desfavorável; desgraça; infortúnios: é preciso enfrentar as intempéries da vida.
    (Etm. do latim: intemperies.ei)


  • Significado de Descomedimento

    s.m. Ação ou efeito de descomedir ou descomedir-se.
    Que demonstra desconsideração; ausência de respeito; falta de consideração; desrespeito.
    Que se expressa de maneira exagerada; que age exageradamente; falta de controle; imoderação ou imprudência.
    (Etm. descomedir(-se) + mento)

  • Quero ver adivinhar isso no meio da prova!

    Linguajar tem que estar afiado.   'Sorte'

  • Intemperança: Falta de moderação, não ter controle sobre seus atos e ações.

    Sinônimos: demasia   excedente   excesso   excrescência   exorbitância   exorbitanda   intemperança  pletora   resto   sobejo   superfluidade   descomedimento   abuso   desmando   despropósito   imoderação  imodéstia   incontinência   insolência   destemperança   desordem   glutoneria   gula   intempérie   encharcar  exagero   extremo   profusão   requinte   rompante   mais...  
    Antônimos: frugalidade   regra   reserva   compostura   temperança   sobriedade   moderação   abstemia  procedimento   comedimento   parcimônia   prudência 

  • É a típica questão que dá uma pitada na "sorte" de alguns. Quem teve contato com a palavra há pouco tempo a ponto de lembrá-la, com certeza se deu bem!!!

  • Ainda falam do cespe,, esta banca e terrival

  • Ler, ler e ler, ler tudo o que estiver pela frente. E, no momento da prova, buscar lá no fundo da alma uma inspiração. Acertei a questão com a alma, não tem outra explicação. kkkkkkkkkkkk

  • Quem está estudando Ética de obrigação de saber, seu antônimo é um dos princípios norteadores hahaha, mas foi complicado lembrar

  • Intemperança: Falta de moderação, não ter controle sobre seus atos e ações.

    Descomedimento: Falta de comedimento, ou seja, falta de compostura.

    Intempérie: 1 qualquer extremo das condições climáticas (vento forte, temporal, seca, calor tórrido, nevasca etc.) 
                        1.1 mau tempo, tempestade 
                        2 Derivação: sentido figurado.
                        acontecimento infeliz; desgraça, catástrofe, infortúnio

    Infortúnio: Infelicidade, desgraça.

  • QUE PROVA FOI ESSA!!! Jesus! me fez chorar!!

  • Custava indicar a linha no texto? Essas bancas querem complicar com coisa besta --'

  • as teclas de atalho Ctrl + f no navegador pesquisa a palavra desejada. 

    gabarito b    

    Descomedimento: Falta de comedimento, ou seja, falta de compostura.

    s.f. Ausência de temperança; sem moderação; em que há descomedimento; imoderação.
    Que come ou bebe sem moderação; glutonaria ou gula.

  • não acredito que dessa prova de 20 questões de português acertei só 11...

  • Esse comando está disponível na hora da prova? Se sim, indica como aí, sabichão :)

  • Esse tipo de questão não ajuda a selecionar melhor os candidatos.

  • Estou achando essa prova de portugês muito dificíl. É uma prova bizarra, com um texto chato e poético. Acertei essa questão por já conhecer a palavra, pois ela faz parte do curso que eu aplicava em formação de equipes na empresa que trabalhava.

    Provavelmente essa foi a questão que decidiu a classificação. 


ID
1477825
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O primeiro... problema que as árvores parecem propor-nos é o de nos conformarmos com a sua mudez. Desejaríamos que falassem, como falam os animais, como falamos nós mesmos. Entretanto, elas e as pedras reservam-se o privilégio do silêncio, num mundo em que todos os seres têm pressa de se desnudar. Fiéis a si mesmas, decididas a guardar um silêncio que não está à mercê dos botânicos, procuram as árvores ignorar tudo de uma composição social que talvez se lhes afigure monstruosamente indiscreta, fundada que está na linguagem articulada, no jogo de transmissão do mais íntimo pelo mais coletivo.

Grave e solitário, o tronco vive num estado de impermeabilidade ao som, a que os humanos só atingem por alguns instantes e através da tragédia clássica. Não logramos comovê-lo, comunicar-lhe nossa intemperança. Então, incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade, consideramo-lo um elemento da paisagem, e pintamo-lo. Ele pende, lápis ou óleo, de nossa parede, mas esse artifício não nos ilude, não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados. O fumo dos cigarros, subindo até o quadro, parece vagamente aborrecê-la, e certas árvores de Van Gogh, na sua crispação, têm algo de protesto.

De resto, o homem vai renunciando a esse processo de captura da árvore através da arte. Uma revista de vanguarda reúne algumas dessas representações, desde uma tapeçaria persa do século IV, onde aparece a palmeira heráldica, até Chirico, o criador da árvore genealógica do sonho, e dá a tudo isso o título: Decadência da Árvore. Vemos através desse documentário que num Claude Lorrain da Pinacoteca de Munique, Paisagem com Caça, a árvore colossal domina todo o quadro, e a confusão de homens, cães e animal acuado constitui um incidente mínimo, decorativo. Já em Picasso a árvore se torna raríssima, e a aventura humana seduz mais o pintor do que o fundo natural em que ela se desenvolve.

O que será talvez um traço da arte moderna, assinala- do por Apollinaire, ao escrever: "Os pintores, se ainda observam a natureza, já não a imitam, evitando cuidadosamente a reprodução de cenas naturais observadas ou reconstituídas pelo estudo... Se o fim da pintura continua a ser, como sempre foi, o prazer dos olhos, hoje pedimos ao amador que procure tirar dela um prazer diferente do proporcionado pelo espetáculo das coisas naturais". Renunciamos assim às árvores, ou nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos, que elas, polidamente, se permitem ignorar.

(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. "A árvore e o homem", em Passeios na Ilha, Rio de Janeiro: José Olympio, 1975, p. 7-8)

O sinal indicativo de crase pode ser corretamente suprimido em:

Alternativas
Comentários
  • Nossa - Pronome possessivo feminino, crase opcional.

    Renunciar (a) + plural = Uso obrigatório

    à feição = advérbio feminino = Uso obrigatório

    à mercê = advérbio feminino = Uso obrigatório

    incorporar (verbo transitivo indireto) (a) + palavra feminina = Uso obrigatório

    Crase também é opcional em:

    - Nome próprio feminino

    - Após a preposição Até (Ex.: Fui até à igreja / Fui até a igreja) 

  • Usos FACULTATIVOS da crase:

    1. Diante de nomes próprios femininos - Ela é facultativa porque é facultativo o artigo:

    Ex: A Paula é bonita / Paula é bonita.


    2. Diante de pronome possessivo feminino - Mesmo caso do nome próprio:

    Ex: A minha casa é bonita / Minha casa é bonita


    3. Depois da preposição ATÉ.

  • Bom, talvez alguns estejam cansados de me ver postando isso, mas sei que tem muita gente que ainda não conhece essa musica "maravilhosa" (kk):

    Cara a cara
    não tem crase
    isto é fácil de guardar
    com palavra repetida
    não se deve “crasear”

    Não se deve usar a crase
    em casos especiais
    com palavras masculinas
    ou pronomes pessoais

    Dona, senhora, senhorita
    fazem caso genial
    assanhadas vem e aceitam
    o artigo é fatal

    Nome próprio masculino
    uma crase aceitará
    se com moda ou maneira
    antes eu puder falar

    Casa própria, a do falante
    me rejeita o artigo
    e se isso acontece
    “crasear” eu não consigo

    Se há um complemento
    e é nominal
    é só ter o feminino
    e praticar normal

    Objeto, indireto
    faz um caso decisivo
    se ainda vem trazendo
    qualquer termo feminino

    "Se for de a e voltar de 'da', crase há. Se for de 'a' e voltar de 'de', crase pra que?" Não sei quem criou essa música mas é uma mão na roda....
  • Crase Facultativa:

    1. Após a preposição até: Fomos até à escola.

    2. Antes de pronomes possessivos femininos: Retornaremos à minha casa / Retornaremos a minha casa.

    3. Antes de nomes próprios femininos: Entregarei tudo à Aline.

  • O correto é "à mercê" com crase. 

    É uma locução adverbial feminina


    fonte: http://andremartinsprofessor.com.br/?apid=2889&tipo=18&dt=0&wd=&titulo=%C0%20merc%EA%20ou%20a%20merc%EA?

  • a) nossa = pronome possessivo feminino singular = FACULTATIVO 
    b) renunciar (a) + plural = OBRIGATÓRIO 
    c) à feição = adv. feminino = OBRIGATÓRIO 
    d) à mercê = adv. feminino = OBRIGATÓRIO 
    e) incorporar (VTDI) (a) + palavra feminina = OBRIGATÓRIO


    OUTROS CASOS DE CRASE FACULTATIVA

    --> antes de nomes próprios femininos sem especificador

    Referiu-se à Ana / Referiu-se a Ana


    --> depois da preposição até 

    Foi até à escola / Foi até a escola 


  • Letra A. Nesse caso a crase é facultativa. 

  • Daniel, obrigada por compartilhar a música. Eu não conhecia. Sempre ajuda!!!!

  • crase facultativa antes de pronome possessivo

  • Pronome possessivo singular ==> ex: escrevi à sua irmã ==> facultativo                                                                                                         Pronome possessivo plural ==> ex: escrevi às suas irmãs ==> obrigatório                                                                                                         Pronome possessivo ==> ex: escrevi a suas irmãs ==> proibido* caso eu esteja errado me corrijam, bons estudos.

  • Thiago, já que vc pediu para alertá-lo caso estivesse errado, lá vai: A crase é facultativa perante pron possesivo INDEPENDENTE do pronome estar no PLURAL  ou SINGULAR. 

  • Thiago Negrizoli, realmente está correto o seu comentário, conforme o prof. Agnaldo Martino, ocorre crase obrigatória como por exemplo: Ele sempre reza preces 'as suas divindades. Vejamos: Rezar pede preposição a, se a palavra "suas divindades" está no plural então obrigatoriamente existe um artigo no plural as ou (vice-versa). Por isso, que  há crase obrigatória. Se não usarmos a crase erramos a questão. 

    Quem se interessar, cadastre-se no site minhateca, procure os videos desse professor. Muito bom. 

  • PPF-Pronome Possesivo Feminino-Opcional

  • a) ...incapazes de trazê-lo à nossa domesticidade...(é facultativo o uso da crase antes de pornome possessivo feminino). ''nossa''

  • Paula você está errada. Depende sim.

    Quando eu digo 


    -> ``Escrevi a sua irmã`` é facultativo pq ESCREVI pede preposição ``a quem ?``  Então esse A pode ser simplesmente uma preposição e também pode ser artigo, ou seja, como vc não tem como saber fica a critério pode ou não ter. 


    -> ``Escrevi aS suaS irmãS é obrigatório porque o ESCREVI pede preposição A então você sabe que tem uma preposição e sabe que tem o artigo AS porque está no plural concordando com SUAS IRMANS. (Já que a preposição não concorda em número então vc sabe que quem está concordando é o artigo)


    -> ``Escrevi a suaS irmãnS`` é PROIBIDO porque como não está concordando em número então vc sabe que não existe um artigo, ou seja, o ``A`` é apenas a preposição de ESCREVI.

  • Crase Facultativa:

    1. Após a preposição até: Fomos até à escola.

    2. Antes de pronomes possessivos femininos: Retornaremos à minha casa.

    3. Antes de nomes próprios femininos: Entregarei tudo à Aline.

    OBS: Quando o pronome possessivo feminino está no plural, a crase é obrigatória.
  • Atenção pessoal que está na dúvida quanto ao pronome possessivo no plural. Quando temos pronome possessivo no pural não é caso de crase facultativa, mas isso não quer dizer que não se possa escrever sem o artigo antecedente do pronome. 

    Ora, o uso de artigo para pronome possessivo é facultativo, independentemente se estiver no singular ou no plural (ex: Suas irmãs são bonitas. As suas irmãs são bonitas. As duas frases estão certas). 

    Assim sendo, se o verbo exige a preposição "a" e o pronome possessivo está no plural, eu tenho duas opções: ou eu não coloco o artigo e deixo apenas a preposição "a" (Escrevi a suas irmãs.) ou eu coloco o artigo junto com a preposição que o verbo exige (Escrevi às suas irmãs.). 

    É um pouco de raciocínio lógigo: se eu colocar o artigo, como ele estará no plural (concordando com o pronome), ele terá o "s", portanto, ficará claro que eu coloquei o artigo, quem ler a frase saberá que não se trata somente de preposição. Dessa forma, terei que colocar a crase obrigatoriamente, pois a preposição é sempre obrigatória, e se eu coloco o artigo a crase será obrigatória. 

    Concluindo, quando a regra diz que estando o pronome possessivo no plural não é caso de crase facultativa, não está dizendo que é obrigatório ter a crase, só está dizendo que, se você colocar o artigo vai ter a crase obrigatoriamente. Ou seja, temos duas maneiras diferentes para escrever, mas a crase em si não será obrigatória. No frigir dos ovos, o que a regra está te dizendo é para não escrever "Escrevi as suas irmãs". O resto está liberado!

    É o que eu entendi da regra, e falo isso baseado nas aulas do Professor Rodrigo Bezerra do CERS, que deu exemplo de pronome possessivo no plural parecido com esse, colocando as duas formas que citei acima como corretas.

    Bons estudos!

  • Engraçado como tem pessoas que ficam decorando abreviações, musiquinhas. Pra mim fica é mais complicado em alguns casos. Vou me perguntar depois: "Essa abreviação, esse macete, se refere a que mesmo?" Veja! Podemos dizer tanto "A sua filha é bonita" quanto "Sua filha é bonita"; tanto "A nossa escola é boa" quanto "Nossa escola é boa". Ou seja, artigo = facultativo >>> acento grave = facultativo. Sem macetes, sem "abracadabras", sem dancinha de funk no dia da prova, apenas entendendo o porquê.

  • A crase é facultativa antes de pronome possessivo adjetivo feminino no singular.

    Ex.: Todos assistiram (à/a) sua aula. => Quando acompanha um substantivo, ele é o determinante.

    Cuidado!! A crase antes de pronome possessivo substantivo feminino é obrigatória.

    Ex.: Referi-me (à/a) sua aula e não à minha. => Obrigatória porque o artigo é obrigatório. Observem que minha está sozinha, portanto é pronome possessivo substantivo.

  • Desculpem o desabafo se esse não é o melhor espaço....mas achei muito engraçado o comentário do Luciano Martins sobre a "música". Apesar da boa vontade do colega Daniel, às vezes essas músicas se tornam mais difícil de decorar do que entender a própria regra gramatical, ou decorá-la!


  • A letra A é a única que poderia ser suprimida sem alterar o significado, pois é caso facultativo.

  • Casos facultativos de crase:

    1) Nomes próprios femininos sem especificação. 

    Ex: Dei um presente a(à) Maria.

    Dei um presente à formidável Maria. (Nesse caso especifica o nome, então, usa-se a crase.)


    2) Pronomes possessivos femininos. (Como é o caso do "nossa" aqui!)

    3) Com a palavra "até". Ex: Fui até a(à) farmácia.

    Gabarito: A

  • Alexandre Veloso, com sua licença, venho acrescentar a sua colocação...Descobri há poucos dias. 

    Nos Pronomes Possessivos Femininos Adjetivos (aqueles que apenas acompanham o substantivos) a crase é facultativa. 
    Ex: Quero uma vida igual a / à TUA VIDA. 
    Já com Pronome Possessivos Femininos Substantivos (aqueles que substituem o substantivos) são OBRIGATÓRIOS. 
    Ex: Quero uma vida igual à TUA. 
         Compraste uma camisa semelhante à MINHA. 

    Bons estudos pessoal. 
  • A alt. "c) ..nos permitimos fabricá-las à feição dos nossos sonhos..."-Crase obrigatória pois trata-se de uma Locução adverbial com mesmo sentido que "à moda de, ao jeito..".

  • Nossa - Pronome possessivo feminino, então crase é facultativa.

  • Alguém pode comentar a B?????

  • Conforme a regra da crase, a assertiva A está correta. Pois há ocorrência da crase ser opcional em pronomes possessivos femininos adjetivos no singular, idependente do grau de pessoa.

    Gabarito = A.
    Bons estudos e que a força esteja com vocês!! 

  • As crases são facultativas:

    1 - Diante de nomes próprios femininos;
    2 - Diante de pronomes possessivos femininos;
    3 - Após a preposição "até".
  • CRASE FACULTATIVA

    → Antes de pronome possessivo adjetivo.

    Singular: minha, tua, sua

    Plural: nossa, vossa, sua

  • Pessoal,
    Os casos de Crases Facultativas são:
    1) Diante de nomes próprios femininos
    2) Diante de pronomes femininos
    3) Após a palavra "Até"

    Gabarito: A



  • 1) Diante de pronomes possessivos, crase é facultativa.

    Ex. Todos assistiram a minha peça.
    2) Diante de substantivos próprios femininos, crase é facultativa.
    Ex. Obedecer a Maria é sensato.Obedecer é VTI. Quem obedece, obedece a alguém.
    Obedecer ao João é sensato.Obedecer a João é sensato.
    3) Depois da palavra até, crase é facultativa.
    Motivo: Porque até pode ser uma preposição ou advérbio, não há um consenso entre os gramáticos da língua portuguesa.Ex. Caminharemos até a escola.Caminharemos até à escola.
  • O uso de crase antes de pronome possessivo ADJETIVO FEMININO é facultativo. É o caso da questão.


    Todavia, caso o pronome possessivo seja SUBSTANTIVO E NÃO ADJETIVO " Enviaram uma encomenda a nossa residência, à sua não.", o uso da crase passa a ser obrigatório.

  • GABARITO LETRA A 

     

    O sinal indicativo de crase pode ser corretamente suprimido em:

    Em outras palvaras, onde a crase é facultativa.

     

    CRASE FACULTATIVA.

    ANTES

    PRONOME POSSESSIVO FEMININO NO SINGULAR

    NOME PRÓPRIA FEMINIMO 

    APÓS

    A preposição ATÉ.

    ___________________________________________________________________

     

    O que nós queremos? Passar no concurso.

    E quando queremos? É irrelevante.

  • Crase Facultativa

    Memorize a frase: Até a minha Maria.

    Ou seja,

    será facultativa sempre que tiver a preposição até,

    os pronomes possessivos femininos: minha, nossa

    por fim, nomes femininos: Maria, Joana, Paula, Fernanda...

     

    Bons estudos!!! 

  • gente cuidado,  PRON. POSSESIVO NO SINGULAR É FACULTATIVA, NO PLURAL É OBRIGATORIA, POIS HA ARTIGO, CRASE = PREPOSIÇÃO + ART.

  • Se vc não soubesse o caso facultativo de crase antes de possessivo no singular, daria pra fazer por eliminação seguindo o seguinte raciocícinio: todas as outras alternativas são casos de regência do verbo, salvo a letra 'd' que é uso por tradição linguística. Nos casos em que a crase se origina por regência do verbo pela preposição 'a' mais o artigo da palavra, não há como ser facultativo, pois esta é a regra.

  • Gab-A

     

    Segue um MACETE  para não esquecer na hora da prova

    Crase facultativa:

     

    ATÉ SUA MINHA JESSICA !

    Depois da palavra ATÉ

    Antes da palavra Sua

    Antes de pronomes femininos.

    Antes de nomes femininos.

     

    "O sucesso é a soma de derrota após derrota até a vitória final."

    Che Guevara

  • No caso da crase antes de pronome possessivo feminino, ela é facultativa.

  • Alguns de vocês,  são pouco humilde. Coloca o gabarito, minha gente! me ajude! Tenho nem cadeira  pra estudar. 

  • Gabarito A

     

     

       

     

    Casos Proibidos de Crase

     

    Não se deve usar crase diante de:

    1º palavra masculina (A PRAZO =  O PRAZO)

    2º pronome indefinido (A ALGUNS)

    3º pronome demonstrativo não iniciado por A (A ESSE)

    4º pronome de tratamento com exceção das formas senhora, senhorita e dona (facultativo)

    5º pronome pessoal (A ELA)

    6º dona+ nome proprio

    7º antes de verbo (A PARTIR)

    8º entre palavras repetidas (FRENTE A FRENTE)

    9º antes de artigo indefinido (A UM)

    10º antes de numeral * exceto horas

    11º após preposição *exceto “até”, que é facultativo

    12º antes de nome próprio completo

    13º antes de um a singular seguido de plural (A ORQUIDIAS)

    14º em objeto direto

    15º em sujeito

    16°  nao há crase antes de pronome relativo (a quem)  exceto (a qual / as quais)

    17°  na locução “a partir de” (pois partir é VERBO)

     

     

    “À mercê” ou “a mercê”?

    O correto é "à mercê" com crase.

    É uma locução adverbial feminina como "às pressas", "à espera de", "à beira de" e significa "inteiramente dependente de alguém ou de uma situação".

     

     

    Facultativa:

    1° antes de pronome possessivo FEMININO (Decidiu recolher-se à sua casa)

    2º pronome de tratamento senhora, senhorita e dona

    3° após ATÉ (Fui até a praia / Fui até à praia.)

     

     

    Obs: Quando meus comentários estiverem desatualizados ou errados, mandem-me msgns no privado, por favor, porque irei corrigi-los.

     

     

    Tudo posso Naquele que me fortalece!

  • LETRA A

    Antes de pronome possessivo a crase é FACULTATIVA! #chupaFCC #EuVouPassar! \o/

  • Diante de pronome possessivo feminino no singular ----> crase facultativa

    [refiro-me a nossa filha]

     

    Diante de pronome possessivo feminino no plural ----> crase obrigatória

    [refiro-me às nossas filhas]

    _______________________________________________________________________________

    OUTROS CASOS DE CRASE FACULTATIVO

    * Diante de nome próprio feminino [refiro-me a Sandra]

    * Depois da preposição até [Fomos até a igreja]

  • GABARITO: LETRA  A

    ACRESCENTANDO:

    Tudo o que você precisa para acertar qualquer questão de CRASE:

    I - CASOS PROIBIDOS: (são 15)

    1→ Antes de palavra masculina

    2→ Antes artigo indefinido (Um(ns)/Uma(s))

    3→ Entre expressões c/ palavras repetidas

    4→ Antes de verbos

    5→ Prep. + Palavra plural

    6→ Antes de numeral cardinal (*horas)

    7→ Nome feminino completo

    8→ Antes de Prep. (*Até)

    9→ Em sujeito

    10→ Obj. Direito

    11→ Antes de Dona + Nome próprio (*posse/*figurado)

    12→ Antes pronome pessoalmente

    13→ Antes pronome de tratamento (*senhora/senhorita/própria/outra)

    14→ Antes pronome indefinido

    15→ Antes Pronome demonstrativo(*Aquele/aquela/aquilo)

    II - CASOS ESPECIAIS: (são7)

    1→ Casa/Terra/Distância – C/ especificador – Crase

    2→ Antes de QUE e DE → qnd “A” = Aquela ou Palavra Feminina

    3→ à qual/ às quais → Consequente → Prep. (a)

    4→ Topônimos (gosto de/da_____)

    a) Feminino – C/ crase

    b) Neutro – S/ Crase

    c) Neutro Especificado – C/ Crase

    5→ Paralelismo

    6→ Mudança de sentido (saiu a(`) francesa)

    7→ Loc. Adverbiais de Instrumento (em geral c/ crase)

    III – CASOS FACULTATIVOS (são 3):

    1→ Pron. Possessivo Feminino Sing. + Ñ subentender/substituir palavra feminina

    2→ Após Até

    3→ Antes de nome feminino s/ especificador

    IV – CASOS OBRIGATÓRIOS (são 5):

    1→ Prep. “A” + Artigo “a”

    2→ Prep. + Aquele/Aquela/Aquilo

    3→ Loc. Adverbiais Feminina

    4→ Antes de horas (pode está subentendida)

    5→ A moda de / A maneira de (pode está subentendida)

    FONTE: Português Descomplicado. Professora Flávia Rita

  • quanto à letra E:

    ...não incorpora a árvore à atmosfera de nossos cuidados...

    (reescrita na ordem direta ...)

    A árvore não incorpora a atmosfera de nosso cuidados ....


ID
1477828
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O elemento em destaque está empregado corretamente em:

Alternativas
Comentários
  • LETRA B... O pronome relativo CUJO será antecedido de preposição quando o verbo da oração em que ele se insere assim o exigir. O verbo "lutar" no sentido de esforçar-se é V.T.I e é regido pela preposição "por" (quem luta, luta por alguma coisa).

  • Pessoal! vamos pedir o comentário do professor em todas as questões? assim melhoraremos nosso conhecimento...beleza?

  • Gabarito B

    a) quem faz, faz algo. Fazer - VTD

    b) quem luta, luta POR algo. Lutar - VTI

    c) quem compreende, compreende algo - Compreender - VTD

    d) quem faz, faz algo. Fazer - VTD

    e) quem retrata, retrata algo. Retratar - VTD

  • Pessoal estou com dúvida com relação a regência do verbo fazer, certa feita vi uma professora dizer que é facultado a regência do verbo fazer ela deu o seguinte exemplo" Isso fez que ele voltasse ao lado. Segundo ela a construção somente com o que esta correta, como também se colasse o com que. Aí fica a dúvida.

  • Meu olhar sobre a questão ficou um pouco diferente. Caso haja algum erro, entre em contato. Agradeço desde já!

    .

    .


    a)A árvore é símbolo recorrente com que fazemos uso para falar de meio ambiente. ERRADA

    Quem faz uso, faz uso “de”.

    Nós fazemos uso de símbolos para falar de meio ambiente.

    Pelo menos foi assim que entendi.

    .

    .


    b)A natureza, por cuja preservação lutamos, nega-se, no entanto, a ser domesticada. CORRETA.

    Lutamos pela preservação da natureza. Preservação da natureza (relação de posse). Quem luta, luta por algo ou por alguém. Romeu lutou por seu amor.

    .

    .


    c)Natureza e arte não são elementos estanques, esta faz a que melhor compreendamos aquela. ERRADA

    Esta faz isso. Ademais, o verbo compreender é VTD. Quem compreende, compreende algo (sem preposição).

    .

    .


    d)Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza em que fazemos parte.

    Quem faz parte, faz parte “de”.

    Nós fazemos parte da natureza.

    Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza de que fazemos parte.

    .

    .


    e)As obras de arte de que se tenta retratar a natureza, emprestam-lhe voz humana. ERRADA.

    Tenta-se retratar a natureza nas obras de arte. O que se tenta retratar? À natureza nas obras de arte.

    As obras de arte em quese tenta retratar a natureza, emprestam-lhe voz humana

  • Não entendi a letra E.

  • A) A árvore é símbolo recorrente QUE fazemos uso para falar de meio ambiente. FAZER O QUE??? ALGO VTD ERRADA

    B) A natureza, por cuja preservação lutamos, nega-se, no entanto, a ser domesticada.Quem é domesticada, é domesticada POR//PELO ALGUMA COISA CORRETA

    C) Natureza e arte não são elementos estanques, esta faz QUE melhor compreendamos aquela. QUEM COMPREENDE, COMPREENDE ALGO VTD

    D) Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza DE QUE fazemos parte. ERRADA

     e) As obras de arte AS QUAIS se tenta retratar a natureza, emprestam-lhe voz humana. Quem empresta, empresta algo A Alguém ERRADA


    Posso está equivocado, português sabe como es rsss. Qualquer coisa corrija-me. Bons estudos!!

  • Juarez, discordo de você na alternativa "b". Para mim, a preposição "por" é exigida pelo verbo "lutar": quem luta, luta por...

  • Quem luta, luta POR!!!!

  • Concordo com Pimenta. Vamos pedir os comentários dos professores! os comentários do colegas são bons, ajudam. mas as vezes temos outras dúvidas e ficamos pedindo ajuda e os colegas não sabem.


  • A)A árvore é símbolo recorrente com que fazemos uso para falar de meio ambiente.( de que)B)

    B)A natureza, por cuja preservação lutamos, nega-se, no entanto, a ser domesticada.(correto)

    C)Natureza e arte não são elementos estanques, esta faz a que melhor compreendamos aquela.(com que)

    D)Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza em que fazemos parte.(de que)

    E)As obras de arte de que se tenta retratar a natureza, emprestam-lhe voz humana.(em que)

  • O CUJA equivale a preposição DE + ANTECEDENTE, invertida a ordem dos termos.

    Lutamos pela preservação DA natureza.

    Fernando Pestana

  • QUEM LUTA...LUTA POR ALGO


    QUEM LUTA...LUTA POR ALGO

    QUEM LUTA...LUTA POR ALGO

    Prontoo, agora vc não esquece..

    GABARITO "B"
  • Na regra do cujo

    Duvida 

    1º Pode colocar substantivo + cujo + substantivo e complemento

    Usando este exemplo abaixo como exemplo podemos perceber que a natureza é um substantivo + preservação é um verbo...

    A natureza, por cuja preservação lutamos, nega-se, no entanto, a ser domesticada.

    Porem outra regra diz que pode utilizar o cuja quando houver concordância com a palavra posterior mesmo que esta seja um verbo?

    Obs: O por está correto: QUEM LUTA...LUTA POR ALGO; Porem... 

  • Sarah, preservar é verbo, preservação não.

  • 20 questões só de português numa prova de concurso, não sendo para professor, é totalmente desnecessário.

  • Regra do Itau...."se depois de um pronome um verbo pedir uma preposição ele volta pra frente do pronome" (zabeli)...rsrs

  • Gabarito: letra B

    Sobre a pergunta do Rafael Marin sobre a D:
    Acredito que esteja certo usar "da qual" em vez de "de que", pois o "que" pode ser substituído por "a qual" sem prejuízo gramatical. 

    Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza de que fazemos parte.

    Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza da qual fazemos parte.




  • A natureza, por cuja preservação lutamos... quem luta, luta por ??  cuja retoma "natureza"  (posse)

    força guerreiros!!

  • Quer passar neh, então aprenda a olhar para essas questões de pronome relativo assim :



    A )  QUEM FAZ USO, FAZ USO DE ALGO


    B) QUEM LUTA, LUTA POR ALGO


    C) QUEM COMPREENDE, COMPREENDE ALGO


    D) QUEM FAZ PARTE, FAZ PARTE DE ALGO


    E) QUEM RETRATA, RETRATA ALGO




    GABARITO "B"

  • Quem luta? Luta por algo..

  • Explicação perfeita Diego Macedo :)

  • Gabarito B


    Comentário

    a)  QUEPronome relativo regido pela locução “fazer uso” que exige a preposição “de”: “(...) de que fazemos uso para falar de meio ambiente”.


    Resposta correta

    b)  CUJA Pronome relativo com sentido de posse, regido pelo verbo “lutar” que exige a preposição “por”: “(...) por cuja preservação lutamos.


    c)  QUE – Conjunção integrante, regida pelo verbo “fazer” que não exige preposição, porém, se uma conjunção integrante é regida por um verbo, o uso da preposição é facultativo, pode ser: fazer com que, ou fazer que.


    d)  QUEPronome relativo regido pela locução “fazer parte” que exige a preposição “de”: “(...) nos afasta a natureza de que fazemos parte”.


    e)  QUEPronome relativo regido pelo verbo “retratar” que exige a preposição “em” o que se retrata; retrata em papel, retrata em tela: “as obras de arte em que se tenta retratar (...)”.


    Dica: Para identificar um pronome relativo QUE, basta substituí-lo por QUAL, se isso for possível é um pronome relativo, do contrário o QUE será uma conjunção (letra C)

  • A árvore é símbolo recorrente com que fazemos uso para falar de meio ambiente. (Quem faz uso, faz uso DE alguma coisa)

    b

    A natureza, por cuja preservação lutamos, nega-se, no entanto, a ser domesticada. (Quem luta, luta POR alguma coisa)

    c

    Natureza e arte não são elementos estanques, esta faz a que melhor compreendamos aquela. (Quem compreende, compreende alguma coisa)

    d

    Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza em que fazemos parte. (Quem faz parte, faz parte DE lguma coisa)

    e

    As obras de arte de que se tenta retratar a natureza, emprestam-lhe voz humana. (Quem retrata, retrata alguma coisa, NÃO PEDE PREPOSÇÃO)

    Avante!

     

  • a) A árvore é símbolo recorrente com que fazemos uso para falar de meio ambiente. QUEM FAZ, FAZ ALGUMA COISA, LOGO NÃO TEM NECESSIDADE DESSE COM.

     

    b)A natureza, por cuja preservação lutamos, nega-se, no entanto, a ser domesticada. CORRETA = POSSE PRESERVAÇÃO DE QUEM = NATUREZA ; QUEM LUTA, LUTA POR .

     

    c) Natureza e arte não são elementos estanques, esta faz a que melhor compreendamos aquela. COMPREENDAMOS = VTD

     

    d) Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza em que fazemos parte. FAZER = VTD

     

    e)As obras de arte de que se tenta retratar a natureza, emprestam-lhe voz humana. RETRATAR = VTD

     

     

  • LETRA   B

    CAVEIRAAA!!

  • Questão clássica da FCC. Pra quem tem dificuldade, basta ver a regência do verbo. Às vezes, soa meio estranho - como neste caso -, mas o item está certo.

  • facin facin

  • Letra B

    cujo” deve ser antecedido de preposição sempre que a regência dos termos posteriores exigir.

    Ex: “Esta é a professora em cuja experiência todos acreditam.” (o verbo “acreditar” exige preposição em).

  • A A árvore é símbolo recorrente com que fazemos uso para falar de meio ambiente.

    -> de que fazemos uso .... fazemos uso disso (da árvore ser símbolo recorrente);

    B A natureza, por cuja preservação lutamos, nega-se, no entanto, a ser domesticada.

    -> por cuja preservação lutamos .... lutamos pela preservação da natureza ;

    C Natureza e arte não são elementos estanques, esta faz a que melhor compreendamos aquela.

    -> com que melhor compreendamos .... já que natureza e arte não são elementos estanques, esta (a arte) faz com que melhor compreendamos aquela (a natureza).

    D Cada vez mais o mundo tecnológico nos afasta da natureza em que fazemos parte.

    -> de que fazemos parte .... fazemos parte disso (do mundo tecnológico que nos afasta da natureza);

    E As obras de arte de que se tenta retratar a natureza, emprestam-lhe voz humana.

    -> que se tenta retratar .... as obras de arte que tentam retratar a natureza.


ID
1477834
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Em uma oficina existem apenas engrenagens com 3 dentes e serras circulares com 5 pontas. Se existem, no total, 97 dentes e pontas nessa oficina, então nela, necessariamente, existem

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A

    Dados:
    Total de pontas = 97 pontas
    Engrenagens = 3 pontas
    Serras circulares = 5 pontas

    procurarei os limites, sendo:
    1) Engrenagens > Serras circulares
          (29x3) + (2x5) = 97

    2) Serras circulares > Engrenagens
          (17x5) + (4x3) = 97                      _

    Logo...
    A) CERTO: conforme os limites acima, necessariamente o limite desse problema será, para as serras, 17!
    B) É um resultado válido [(9x3) + (14x5) = 97], mas não é necessariamente esse, pode ser outro dentre as possibilidades possíveis
    C) Poderá ser outro resultado válido como Engrenagens > Serras circulares conforme os limites acima
    D) Errado, pois 97 - (3x3) = 88. e 88 não é um número divisível por "5"
    E) Errado, pois 97 - (16x5) = 17. e 17não é um número divisível por "3"

    bons estudos

  • como a questão disse "necessariamente" Marquei a B, pois também dá um resultado válido.

  • acho q seria o caso de pedir a anulação dessa questão pq 

    tanto a A como a B estão corretas 

    A) 17 circulares =85 + 4 engrenagens c/ 3 destes = 97

    B)9 engrenagens c/ 3 dentes 27 + 14 circulares c/5 pontas70 =97

  • Gente, não cabe anulação. Entendam que "necessariamente" não quer dizer "exatamente" 9E + 14S, porque a letra A cabe perfeitamente 17E + 4S. É como se a letra B afirmasse que só pode ter esse resultado e não é. Além disso a letra B e C dizem a mesma coisa e elas se anulam, visto que não pode haver duas respostas corretas.  

  • Gente, o vídeo que a Fabiana publicou é de um professor que explica minuciosamente essa questão! Excelente a explicação dele. 

  • Como diz "necessariamente" não pode ser a alternativa B, pois aquela é uma possível alternativa e não necessariamente a alternativa correta. Então a única alternativa que necessariamente é verdade é que não pode existir mais de 17 serras circulares.

  • O enunciado nos informa que em uma oficina, existem apenas engrenagens com 3 dentes e serras circulares com 5 pontas, logo:

    Engrenagens  → 3 Dentes
    Serras Circulares → 5 Pontas

    Ou, abreviando:

    E → 3 D
    SC → 5P

    Existem no total 97 dentes e pontas nessa oficina, assim:

    D + P = 97           (1)

    Temos então uma equação de 1° grau, com duas incógnitas, logo, existem infinitas soluções para a mesma. Sendo assim, teremos que utilizar as alternativas do enunciado para tentarmos solucionar o problema:

    A) 17 serras circulares, no máximo?
    Dividindo-se 97 por 17:

     97|17
    -85| 5 
     ____
      12

    Onde 12 é o número de dentes, 5 o número de pontas e 17 o número de serras circulares. Assim, dividindo-se 12 dentes por 3, encontraremos o número de engrenagem:

    12/3 = 4 engrenagens.


     Então, temos 17 SC e 4E, ou seja, temos no máximo 17 SC e no mínimo 4 engrenagens, (lembrando que quando uma dessas quantidades forem máximas a outra sera mínima).

    Supondo que tenhamos um número de SC acima do estipulado, que foi de 17 SC, por exemplo 18 SC, segue:

     97|18 
    -90| 6
    _____
     07

    Logo encontraríamos 7 dentes, como cada engrenagem possui 3 dentes:

    7/3 = encontraremos um valor não inteiro de engrenagens

    Logo não existe um valor natural para o numero de engrenagens acima de 18 SC. Assim, já na primeira alternativa encontramos a resposta correta, sem necessidade portanto, de testar as alternativas seguintes.


    Resposta: Alternativa A.
  • Letra A. Por ser a mais adequada ! Analize objetiva da questão :

    Qual o total de dentes e pontas: 97 

    Em seguida atenta-se para a palavra "necessariamente". Por se tratar de uma palavra subjetiva, não poderá ter uma resposta específica!

    De cara elimina-se a B.

    Dai tu olha a estúpida da D, nem comento ela. 

    A C tu pensa um pouquinho e com trêz neurônios tu percebe que esta errado.

    Dai tu marca a A por estar mais correta que a E.


  • Fala sério questão lazarenta ... A FCC como disse o professor do vídeo que a colega compartilhou é bipolar .... fez isso para eliminação mesmo dos candidatos ... 

  • Gente,onde é que encontro o vídeo explicando essa questão.

  • Comentários:

    Galera!!! Vamos pensar com cabeça de concurseiro fodão!!!

    1. Temos entre Dentes e Pontas um total de 97, pois bem é o mesmo que D + P = 97. Vejam que essa equação tem duas variáveis, logo não é possível fecharmos um valor absoluto para (D) ou (P) nem afirmar que uma será maior que a outra. De posse disso, podemos eliminar as alternativas: (B) e (C)

    2. Analisemos a alternativa (D): 3 engrenagens no mínimo

    3*3=9 (Dentes) para 97 restam 88 pontas. Para que esse resto seja verdadeiro ele precisa ser divisível por 5 que é o n° de pontas, pergunto ele é? Não=ERRADA

    3. Analisemos a alternativa (E): 16 serras circulares no máximo:

    16*5=80 (Pontas) para 97 restam 17 dentes. Para que esse resto seja verdadeiro ele precisa ser divisível por 3 que é o n° de dentes, pergunto ele é? Não=ERRADA

    4. Por fim, analisemos a alternativa (A): 17 serras circulares no máximo:

    17*5=85 (Pontas) para 97 restam 12 pontas. Para que esse resto seja verdadeiro ele precisa ser divisível por 3 que é o n° de dentes, pergunto ele é? Sim=CORRETA

    Só precisava ter a noção de divisibilidade.

    Bons estudos

  • eu fiz diferente 9 engrenagem x 3 = 27pontas

    14 circulares x 5 = 70 pontas

    logo 27+70=97 pontas

  • https://www.youtube.com/watch?v=8wwjgjq7j_k

    otima explicação
  • Renato disse o que eu iria dizer, pois creio que muita gente ficou na dúvida entre a letra A e B.

    "A) CERTO: conforme os limites acima, necessariamente o limite desse problema será, para as serras, 17!
    B) É um resultado válido [(9x3) + (14x5) = 97], mas não é necessariamente esse, pode ser outro dentre as possibilidades possíveis"


    Lembrem-se de procurar possibilidades, raciocínio lógico é isso...

  • Questão totalmente inconveniente. Se na hora da prova, com um tempo limitado para resolver as questões, eu achasse o resultado que bate com a letra B, eu marcaria a letra B na hora! Eu não seria louco de prender-me numa questão cujo resultado encontrado por mim já bate com uma das alternativas.

  • Para chegar a uma conclusão, a melhor forma é ter uma visão panorâmica das possibilidades. Então vamos lá!

    Primeiro entenda que o número de pontas de serras só gera resultados com final 5 e 0, já o número de dentes, múltiplo de 3, pode gerar uma variedade de resultados inclusive com finais em 2 e 7, que somados aos resultados das pontas podemos chegar a 97.

    Então fazendo a simulação de multiplicação em dentes de 1 a 33 vimos que os números de engrenagens podem ser 4, 9, 14, 19, 24 29. Em seguida multiplica-se esses números por 3. A diferença entre 97 e o resultado dessas multiplicações será o número de pontas de serras. Então é só dividir esse resultado por cinco para se chegar ao número de serras correspondentes.

    Depois é só dispor isso em uma planilha para se ter uma visão panorâmica das possibilidades:

     

    Engrenagens            engrenagens                   dentes                    serras                        serras

                                             x                                 +                               x  

                                        dentes                          pontas                       pontas       

           4                              12                                  97                             85                            17

           9                              27                                  97                             70                            14

           14                            42                                  97                             55                            11

           19                            57                                  97                             40                              8

           24                            72                                  97                             25                              5

           29                            87                                  97                             10                              2

     

    Aí fica fácil encontrar a resposta: letra A

  • O bizú é ir direto às questões, testa-ndo cada uma delas encontrando os seus múltiplos (começa por onde tem número, nada de estar batendo cabeça com texto não).

    e) 9E & 14S - (9x3=27 ; 27-97=70; logo não é múltiplo de 5); ERRADA

    d) 17S & no máximo - (17x5=85; 85-97=12; Opa! logo é múltiplo de 3. Mas peralá, vamos conferir as outras, pra não dar Shit!; CERTA

    c)16S - (Se no caso acima, o resultado deu um numero múltiplo de 3, logo, está aqui não vai dar). Obs. não bizonhem!; ERRADA

    b) 3E no minimo - (3x3=9; 97-9=88; Logo não é multiplo de 5); ERRADA

    a) mais serras circulares do que engrenagens. - ? (Se fores levar em consideração a letra D, a questão estaria correta, mas o enunciado não lhe dá informações suficientes para que você tenha está como conclusão. ERRADA

  • Facilitando pros colegas (postaram um videod e 1 hora e 12 minutos sem dar o trecho...):

     

    link pro video: https://www.youtube.com/watch?v=8wwjgjq7j_k   

     

    A PARTIR DOS 5 MINUTOS...

     

     

  • Considere como a pior hipótese fosse para ter menor número de ENGRENAGENS, assim: 97-3=94 -3=91 -3=88 -3=85

    Então no mínimo 4 engrenagens. Como 85 pode ser dividido 5 sem resto e da 17, considere que no máximo são 17 Serras.


ID
1477837
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

As dependências de uma escola possuem 5 corredores de salas de aula. Cada corredor tem 12 salas de aula. Cada sala de aula tem 3 fileiras com 4 carteiras, 2 fileiras com 6 carteiras, e mais uma carteira do professor. Cinco das salas de aula dessa escola devem ser desocupadas, sendo que todas suas carteiras serão distribuídas igualmente entre as demais salas até que sobre o menor número possível de carteiras sem sala de aula, que serão levadas para um depósito. Com a operação realizada, o depósito receberá um total de carteiras igual a:

Alternativas
Comentários
  •  5 corredores x 12 salas =  60 salas 

    1sala: 3 filas x 4 cadeiras + 2 filas x  6 cadeiras + 1 cadeira = total 25 cadeiras por sala

    5 salas = 125 cadeiras ( 25 x 5)  precisa desocupar 5 salas, logo divide as cadeiras pelas salas restantes ( 60 - 5 ) = 125/ 55 distribui 2 cadeiras p/ cada sala e restam 15 cadeiras p/ o depósito



  • 5 corredores com 12 salas (60 salas)

    1 sala com 25 carteiras

    - 5 salas = - 125 (ficam 55 salas)

    125 / 55 (resto 15)

  • As dependências de uma escola possuem 5 corredores de salas de aula. 
    Cada corredor tem 12 salas de aula. 
    Cada sala de aula tem 3 fileiras com 4 carteiras, 2 fileiras com 6 carteiras, e mais uma carteira do professor.

    5 das salas de aula dessa escola devem ser desocupadas, sendo que todas suas carteiras serão distribuídas igualmente entre as demais salas (QUANTAS SÃO AS SALAS) até que sobre o menor número possível de carteiras sem sala de aula, que serão levadas para um depósito. 
    5 CORREDORES X 12 SALAS = 60 SALAS 
    CADA SALA (3X4) + (2X6) + 1= 12 +12 +1=25 CARTEIRAS

    5 SALAS DESOCUPADAS X 25 CARTEIRAS. = 125 CARTEIRAS 
    60 SALAS - 5 SALAS DESOCUPADAS = 55 SALAS. 
    125 CARTEIRAS/55 SALAS = 125 - 110 = SOBRAM 15 CARTEIRAS.

    Com a operação realizada, o depósito receberá um total de carteiras igual a: LETRA E. 


  • Raciocinei de forma semelhante e mandei 15 cadeiras para o depósito. O gabarito da questão aponta a letra "c) 14 cadeiras" como a correta. Alguém consegue explicar?

  • 1. Comecem sabendo o que pede a questão: “Com a operação (menos 5 salas) realizada, o depósito receberá um total de carteiras igual a:”

    1.1 Precisamos saber o total de carteiras da escola:

    ·  Sabemos que existem 5 corredores e que cada um tem 12 salas, logo existem 60 salas no total.

    ·  Sabemos também que cada sala tem 3 fileiras com 4 carteiras (3*4=12 carteiras) + 2 fileiras com 6 carteiras (2*6=12) + 1 carteira do professor = 25 carteiras POR SALA. Têm-se 60 salas, então teremos: 60*25=1500 carteiras existem na escola.

    ·  Salas que serão desocupadas (5), logo 125 carteiras saíram.

    ·  Tinha-se 60 – 5 salas desocupadas = 55 salas para distribuir 125 carteiras igualmente, termos 125/55=2 carteiras para cada uma das 55 salas, ou seja, 55*2=110 para 125 restam 15 que irão para o depósito.

    Gabarito: E

  • Marcelo , não se trata de usar filtro , é Raciocínio Matemático ,mesmo !,,acompanhe comigo ...

    .

     

    São 5 corredores com 12 salas ..- 5 x 12 = 60 salas de aulas  -
    cada sala tem  3 fileira com 4 carteira      =   12 carteiras +
    .........................2 fileira com 6 carteiras   =  12 carteiras + 
    .........................carteira do professor     =    01 carteira  +
    -------------------------------------------TOTAL-- 25 carteiras
    Vai desocupar cinco ( 5 ) salas de aulas  5 X 25 = 125 carteiras ...

    essas 125 carteiras precisam entrar na 55 salas de aulas restantes,...
    Dividindo então 125 carteiras... por... 55 salas, o Resto na conta ou faltar na conta será impossível  colocar nas salas de aula...afinal prá que colocar meia carteira na sala ..ou ainda uma carteira e meia ?....  NÃO teria sentido....logo .:

      125/55  = 2 carteira para cada sala ...  com resto  15  --> sobrou 15 carteiras 

      ----------->  Eis as carteiras descartadas...vão para o tal depósito <----------
    ________________________________________________________________________________________________

     

  • De acordo com os dados do enunciado, temos:

     i) 5 corredores x 12 salas =  60 salas;
    ii) 1 sala =  3 filas x 4 cadeiras + 2 filas x  6 cadeiras + 1 cadeira = 25 cadeiras por sala;
    iii) 5 salas = 125 cadeiras
      
    iv) Precisamos desocupar 5 salas, logo: (60 - 5) = 125/55. Fazendo-se a divisão:

    125 | 55
       15| 2
      
    Ou seja, distribui-se 2 cadeiras para cada sala, restando 15 cadeiras para serem levadas ao depósito.


    Resposta: Alternativa E.
  • Quem tem um pouco dificuldade, fica bem mais fácil desenhar e ir abrindo

    5.C > C = 12.S > S = 3F(4C) + 2F(6C) + 1 = S = 25

    5S = 125

    Total salas = 60 - 5 = 55

    125 Cadeiras reaproveitadas / 55 salas restantes = 2 pra cada e um resto de 15 cadeiras.

  • Karena , achei perfeita sua explicação . Obrigada foi de muita valia para entender a questao!

  • Vejamos: 

    Cada sala tem 25 carteiras ( 24 + 1)

    25 x 5  = 125 Carteiras que serão distribuídas para as salas restantes.

    Em relação as salas, temos: 5 corredores com 12 salas = 5 x 12 = 60 salas - 5 = 55 salas

    Dividindo 125 pra 55 temos como resto 15, que é o nosso gabarito.

     

    Bons estudos. E pra quem me conhece...

     

    VOCÊ PASSOU!!!


ID
1477840
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Roberto comprou algumas bolsas para revender, pagando o mesmo valor por cada uma delas. Inicialmente colocou as bolsas à venda por um preço 50% superior ao de compra. Ao perceber que nenhuma bolsa tinha sido vendida, resolveu dar um desconto de 30% sobre o preço que estava vendendo e, com isso, conseguiu vender todas. Quando comparado com o valor gasto por Roberto na compra das bolsas, o valor arrecadado por ele com a venda implicou em

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra D

    Exemplo didático para saber se houve lucro ou prejuízo
    Roberto comprou bolsas no valor de 100 R$
    1) Aumentou em 50%
    100 + 50%
    100 + 50
    = 150

    1) Diminuiu em 30%
    150 - 30%
    150 - 45
    = 105

    105 - 100 = 5, Logo houve lucro de 5 R$

    Matematicamente resolveria assim:
    Aumento de 50% x Redução de 30%
    = (1 + 0,5) x (1 - 0,3)
    = 1,5 x 0,7
    = 1,05 gabarito

    bons estudos

  • 1,5*0,7 = 1,05

    Lucro de 5%.

  • Seja x o preço que Roberto comprou e P1 e P2 os respectivos preços de venda, então:

    P1 = x + 0,5 x = 1,5x
    P2= 1,5x - (0,3.1,5)x
     P2 = 1,5 x - 0,45x
    P2 = 1,05x = x + 0,05x (Logo, ainda com lucro de 5%)
            Força e Fé, Deus é contigo!
  • Errei por não obs a palavra prejuízo e lucro

  • Bolsa =x=1   ;  50%.(x) = 0,5     ;   50%.(x) + x = 1,5 

    1,5 - (30% .(1,5)) = 1,05 

    Agora regra de três:

    se  1       está para   100%

       0,05     está para    (sei lá)

    (sei la) = 5%


  • Comentário:

    Já que não sei o valor pago vou atribuir um valor hipotético:

    ·  Cada bolsa custou 10 reais (eram piratas)

    ·  Colocou à venda com 50% em cima do valor pago (10), logo estava vendendo as bolsas por (15)

    ·  Como não conseguiu vender deu um desconto de 30% sobre o preço de venda, ou seja, 15*0,3 (30%)=4,5 e passou a vender cada bolsa por 15-4,5=10,5. Agora ficou moleza; se ele pagou (10) e esta vendendo por (10,5) esta obtendo um lucro de 5% em cada bolsa.

    ·  Provando os 5% de lucro: 10*0,05 (5%)=0,5 justamente o valor a mais na venda.

    Gabarito: D

  • 1  -  ( ( 1+ 50%) . ( 1- 30% ) )=

     

    1  -   (( 1,5 )   .   ( 0,7 ))  =
    1  -  1,05       =  0.05  =  5 %

  • Tenho inveja de quem consegue encaixar formula até nisso kkk.

    atribue 100 + 50% = 150 - 30% = 105.    100 > 105 = + 5%


ID
1477843
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O carro de Laerte pode ser abastecido com gasolina, álcool ou ambos os combustíveis. Quando o tanque do carro estava completamente vazio, Laerte abasteceu 25% da capacidade do tanque com gasolina e 35% com álcool, o que implicou em mesmo gasto, em reais, com gasolina e com álcool. Se Laerte tivesse abastecido a mesma quantidade de combustível, porém, apenas com gasolina, seu gasto total, quando comparado ao que ele efetivamente gastou, teria sido superior em

Alternativas
Comentários
  • RESPOSTA C 



    25% de gasolina   

    35% de alcool

    25+35 = 60% 

    Sendo que: "... implicou em mesmo gasto, em reais, com gasolina e com álcool."

    Então: 

    25% G = 35 %A , em reais, os valores são os mesmos, e na totalidade   da 60%

    25%G = 25%G  da no mesmo valor, em reais, do de cima, porém, o total abastecido 25+25 = 50%, que no caso é diferente do abastecido anteriormente, 60% 

    60-50 = 10 ( falta abastecer mais 10% de gasolina ou gastar mais 10% de gasolina)

    10% * 50 % = 0,20 . 

  • eu atribui valores:

    tanque desse carro = 100 litros.

    ele abasteceu 25% com G e 35% com A, o que equivale respectivamente a 25 e 35 litros, totalizando 60 litros.

    digamos que ele gastou 50 reais para cada combustível, ou seja, 50 de G = a 25lts e 50 de A = 35lts, gastando o total de 100 reais.

    portanto se 25 litros de G corresponde a 50 reais, 60 litros (fazendo regra de 3) é = a 120 reais, ou seja 20% a mais.


  • 25 + 35 / 25 + 25 = 1,2.

    Superior 20%.

  • mesmo raciocinio do Phillipy, mas com valores bem mais agradáveis aos nossos bolsos :)

    gasolina: 25% = 1 real

    alcool:     35% = 1 real

    TOTAL:   60% = 2 reais

    sendo 60% do tanque apenas com gasolina (regra de 3):

    25% = 1 real

    60% = x

    x = 2,4 reais

    diferença de percentual:

    2 reais    = 100%

    2,4 reais = x

    x = 120%

    LETRA C

  • LAERTE TINHA UMA VALOR X PARA GASTAR QUE EM SUA TOTALIDADE SERÁ 100 , SENDO QUE METADE (50) GASTOU COM GASOLINA E A OUTRA METADE (50) COM ÁLCOOL.

    25% DO TANQUE GASOLINA + 35% DO TANQUE DE ALCOOL= 60% DO TANQUE 

    25% DE GASOLINA ---------------> 50 (METADE DO VALOR QUE ELE TINHA)

    60% DE GASOLINA ---------------> X

    25 X= 50* 60

    X= 120 (SE QUANDO COLOCOU GASOLINA E ALCOOL FICOU EM 100, HOUVE UM AUMENTO DE 20)

    LETRA C


    https://www.youtube.com/watch?v=8wwjgjq7j_k


  • Eeee Laerte safado!


  • Suponhamos que ele tenha gastado:

    R$ 100 com G + R$ 100 com A = total R$ 200 (25+35=60 litros)
    R$ 100/25= R$ 4 (G).  Se for só Gasolina >> 60 litros X R$ 4 = R$ 240 (representa 20% a mais)
  • Comentários:

    Vamos considerar que o dono de veículo gastou:

    100 de gasolina + 100 de álcool = 200 reais

    Adquirindo, então: 25 litros de (G) + 35 Litros de (A)=60 Litros

    A questão quer saber se fosse abastecido só com (G). Precisamos saber o valor do litro da (G), mas como:

    Assim, 100/25= 4 reais, logo se ele irá abastecer a mesma quantidade (60) teremos: 60*4=240 reais. Isso em relação ao abastecimento hibrido (200) representa 20% a mais no gasto de abastecimento.

    Como: 10% de 200 = 20 se com (G) deu 240, logo termos 20% a mais de gasto ao abastecer só com (G)

  • De acordo com os dados do enunciado, vamos supor que Laerte gastou "x" reais, assim, como Laerte obteve o mesmo gasto, em reais, com gasolina e com álcool, temos que:

    25% de G = 25% de A 

    O que implica:

    x/2 = 25% de G e

    x/2 = 25% de A

    Ou seja, Laerte gastou metade do que tinha em ambos. Somando a quantidade total preenchido no tanque, 25% + 35% = 60%.

    Se Laerte tivesse abastecido a mesma quantidade de combustível, porém, apenas com gasolina, teríamos:

    25% G = x/2
    60 % G = Y

    Y = (0,3x)/0,25
    Y = 1,2x


    Assim, quando comparado ao que ele efetivamente gastou, teria sido superior em:

    (1,2 - 1,0) = 0,2 = 20%


    Resposta: Alternativa C.
  • RESOLUÇÃO PROFESSOR ARTHUR LIMA ESTRATÉGIA CONCURSO:

    Suponha que o tanque cabia 100 litros. Como Laerte colocou 25% de gasolina
    e 35% de álcool, podemos dizer que ele pôs 25 litros de gasolina e 35 litros de álcool,
    gastando o mesmo valor. Suponha que G e A representem, respectivamente, o preço
    de um litro de gasolina e de álcool. Assim, o gasto dele foi:
    Gasto Total = 25xG + 35xA

    Veja que ele gastou o mesmo valor com o álcool e com a gasolina, isto é:
    Gasto com gasolina = gasto com álcool
    25xG = 35xA
    5G = 7A
    5G/7 = A
    Voltando na expressão do Gasto Total, temos:
    Gasto Total = 25xG + 35xA
    Gasto Total = 25xG + 35x(5G/7)
    Gasto Total = 25xG + 5x5G
    Gasto Total = 25xG + 25G
    Gasto Total = 50G
    Se ele tivesse colocado a quantidade total (25 + 35 = 60 litros) de gasolina, seu
    gasto seria de 60xG. Ou seja, comparando com o gasto total anterior (50G), temos
    um aumento de 60G – 50G = 10G.
    Percentualmente, este aumento é de:
    Aumento percentual = 10G / 50G = 10/50 = 1/5 = 0,20 = 20%
    Resposta: A

  • Gasolina 25% (R$ 100,00 reais - valor hipotético)    --------     Álcool 35% (R$ 100,00 reais - valor hipotético)

    Logo, ele gastou R$ 200,00 para encher o tanque em 60%

    Se 25% de gasolina custa R$ 100,00 reais, para encher (100%) o tanque só com gasolina ele pagaria R$400,00.

    Mas ele abastece a mesma quantidade da operação anterior (25% +35%), ou seja, 60% (de R$ 400,00)  = R$240,00 reais.

    Se na primeira operação ele gastou R$ 200,00 e na segunda R$ 240,00 .... pagou 20%  A MAIS usando apenas gasolina.

     

     

  • eu atribui valores:

    35%A + 25%G  = R$100,00 ou seja, R$50,00 para cada

    Agora ele pôs: 35+25 = 60% de gasolina

     

    Regra de 3:

    Se 25%G ------50,00 então 60%G ------ x

    X = R$120,00

    Então se antes pagou 100 e agora 120, perderia 20 reias !! = 20% já que usei a base 100

     

  • Suponha que o tanque cabia 100 litros. Como Laerte colocou 25% de gasolina e 35% de álcool, podemos dizer que ele pôs 25 litros de gasolina e 35 litros de álcool, gastando o mesmo valor. Suponha que G e A representem, respectivamente, o preço de um litro de gasolina e de álcool. Assim, o gasto dele foi:

    Gasto Total = 25xG + 35xA

    Veja que ele gastou o mesmo valor com o álcool e com a gasolina, isto é:

    Gasto com gasolina = gasto com álcool

    25xG = 35xA

    5G = 7A

    5G/7 = A

    Voltando na expressão do Gasto Total, temos:

    Gasto Total = 25xG + 35xA

    Gasto Total = 25xG + 35x(5G/7)

    Gasto Total = 25xG + 5x5G

    Gasto Total = 25xG + 25G

    Gasto Total = 50G

    Se ele tivesse colocado a quantidade total (25 + 35 = 60 litros) de gasolina, seu gasto seria de 60xG. Ou seja, comparando com o gasto total anterior (50G), temos um aumento de 60G – 50G = 10G.

    Percentualmente, este aumento é de:

    Aumento percentual = 10G / 50G = 10/50 = 1/5 = 0,20 = 20%

    Resposta: c


ID
1477846
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um suprimento de 11000 folhas de papel deve ser distribuído entre 3 setores (A, B e C) de um escritório. A distribuição será diretamente proporcional às necessidades de papel dos três setores no último mês. Sabe-se que, no último mês, o setor A consumiu 2/3 da quantidade de papel consumida pelo setor B que, por sua vez, consumiu metade da quantidade de papel consumida pelo setor C. De acordo com o que foi estabelecido, os dois setores que vão receber mais papel receberão, juntos, um total de folhas igual a:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B.

    Simulei 5000 folhas para o Setor C; e como a divisão não representou um número inteiro, acrescentei 1000 folhas. Logo:

    Setor C (início) = 6000.

    Setor B (próximo cálculo) = 6000 (C) - 1/2 = 3000.

    Setor C (penúltimo cálculo) = 3000 (B) - 2/3 = 2000

    C e B são os setores que mais consumiram. Portanto, receberão 6000 + 3000 = 9000 (último cálculo). 

  • fiz assim: x + x/2 + 2/3(x/2) = 11000     

    11x=66000    x= 6000

    logo: 6000 + 3000= 9000

    gabarito: B

  • LETRA B. 

    Um suprimento de 11000 folhas de papel deve ser distribuído entre 3 setores (A, B e C) de um escritório. 

    A distribuição será diretamente proporcional às necessidades de papel dos três setores no último mês. Sabe-se que, no último mês, 

    o setor A consumiu 2/3 da quantidade de papel consumida pelo setor B que, por sua vez, consumiu metade da quantidade de papel consumida pelo setor C.

    SETOR A =2/3 B 

    SETOR B =C/2

    2/3 B + C/2 + C = 11.000 

    2/3 C/2 + C/2 + C = 11.000

    MULTIPLICA AS FRAÇÕES 2XC /3X2 + 2C/6 

    2C/6 + C/2 + C (TIRA O MMC) SERÁ 6 (DIVIDE PELO DENOMINADOR E MULTIPLICA PELO NUMERADOR)

    2C + 3C + 6C =11.000 X 6 

    11 C= 66.000 

    C= 6.000

    SETOR A= 2/3 DE 3.000 = 6.000/3 = 2.000 

    SETOR B= 3.000 (METADE DO C) 

    SETOR C = 6.000

    De acordo com o que foi estabelecido, os dois setores que vão receber mais papel receberão, juntos, um total de folhas igual a: SETOR B + SETOR C = 9.000


  • a = 2b/3

    b = c/2

    a + b + c = c/3 + c/2 + c = 11.000

    2c + 3c + 6c = 11.000

    B e C são os dois setores que receberão mais, respectivamente 3c e 6c: c = 1.000.

    A soma é de 9.000.

  • A + B + C = 11000

    B = C/2 ou C = 2B

    A = 2/3B

    substituindo A e C:

    2/3B + B + 2B = 11000

    MMC: 3

    2B + 3B + 6B = 33000

    11B = 33000

    B = 3000

    substituindo:

    C = 2 . 3000 = 6000

    A = 2/3 . 3000 = 2000

    somando os maiores ( B + C) : 9000


  • 11000 = A+b+c

    c= 100% = 6
    b= 100%/2 = 3
    a= (100%/2)/3 (*2)= 2

    C+B = 9

    gabarito. ok

  • 1. Adotamos valores falsos para a quantidade de folhas utilizadas por cada setor:

    C = 100

    B = 1/2 C = 50

    A = 2/3 B = 33,2

    Soma = A + B + C = 183 (aproximadamente)


    2. Fazemos regra de 3:

    Queremos saber a soma dos 2 setores que mais gastaram folhas = B + C = 150

    Temos a soma dos valores falsos = 183

    E temos a somo real = 11.000

    Logo:

    150 ---- 183

      x   ---- 11.000

    x = 9.006 -> arredondando R$ 9.000,00

  • Devemos atribuir valores, considerando as proporções:

    C=6;  B=3 (c/2)  e  A=2 (2/3B) Logo:
    A+B+C = 11
    11.000/11 = 1000
    Os dois maiores (C e B) = 6  * 1000 = 6000
                                                3 *  1000 = 3000
                                                       total = 9000
  • Comentários:

    Raciocinei da seguinte forma:

    Ø(C) deveria ter o maior valor, pois ele equivale a (2B), logo isso poderia ser conseguido supondo que ele tenha recebido 6000 folhas. Se (B) é igual a C/2, logo (B)=3000. Agora observemos que (A) equivale a 2/3 de (B), logo pegamos 3000 (B) dividimos pelo denominador (3) e multiplicamos pelo numerador (2) e teremos como resultado 2000. Somando (A) 2000 + (B) 3000 +(C) 6000 = 11000. Agora pegamos os dois que mais receberam folhas (B e C) e somamos: 6000 + 3000 = 9000.

    Gabarito: B

    Bons estudos

  • Tão simples que fiquei com medo de ser pegadinha.

    O c é o único que se pode estabelecer valor aleatório. Como também na lógica é o de maior valor.

    C =6000

    B = METADE DE C = 3000

    A = 2/3 DE B = 2000

    SOMA DOS MAIORES VALORES

    6000 + 3000 = 9000

    GABARITO: B

  • to chorando

  • Trata-se de uma Questão tipica  de .:  "DIRETAMENTE PROPORCIONAL" , vamos lá .: 


       A  + B + C = 11.000
       A = 2/3 B
       B = 1/2 C  LOGO   --->   C = 2 B
       substitua na primeira expressão ...
        2/3 B + B + 2B = 11000 
        2 B  + 3 B + 6 B   =  33000
        11 B      =     33000
         B = 3000   Substituindo na expr --> C = 2 B   --> C = 6000
          Pronto ... temos os maiores valores ...3000  + 6000 = 9000
    ____________________________________________________



  • GABARITO B

     

    C = x 

    B = x/2 

    A = x/2 . 2/3 = 2x/6 

     

    x + x/2 + 2x/6 = 11.000 (o MMC dará 6) 

    6x + 3x + 2x = 66.000 

    11x = 66.000

    x = 6.000 

     

    Logo: 

    C = x = 6.000 folhas 

    B = x/2 = 6.000/2 = 3.000 folhas 

    A = x/2 . 2/3 = 2x/6 = 2.(6000)/6 = 12.000/6 = 2.000 folhas

     

     

     

    De acordo com o que foi estabelecido, os dois setores que vão receber mais papel receberão, juntos, um total de folhas igual a:

    C + B = 6.000 + 3.000 = 9.000 folhas 


ID
1477849
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

As 432 poltronas de um cinema estão dispostas nos cruzamentos de x fileiras, cada uma com y poltronas. Quando o cinema entrou em reforma, o número de fileiras foi dobrado, e o de poltronas para cada fileira reduzido à terça parte. Durante a reforma, o cinema sofreu uma redução, do total de poltronas, em

Alternativas
Comentários
  • Nunes, acho que sua forma de fazer foi eficiente, mas não foi correta. O exercício disse que o número de cadeiras em condições normais é de 432 e quando em reforma esse número sofre redução. Em seus cálculos houve uma situação contrária.

    O modo que eu fiz foi:

    Tendo x fileiras com y cadeiras cada, o valor é 432, logo: x.y=432
    Na reforma as fileiras dobraram, mas as poltronas reduziram à terça parte, portanto: 2x.y/3=N (N é o novo número de cadeiras)
    Temos então:

    x.y=432
    2x.y/3=N

    Isolando y na 1ª equação: y=432/x e substituindo na 2ª equação:
    2x.432/3x=N (eliminando x)
    N=288 -> nova quantidade de acentos durante a reforma

    Então, o número de acentos antes da reforma - o número de acentos durante a reforma é:
    432-288 = 144

    Gabarito C


  • 1 hipótese :
    432/ 6 = 72 então é  número de fileiras, e são 6 o número de poltronas em cada fileira.

    após a reforma: 
    72 x 2 =144 . 6/3 = 288 ,então, é o novo número de poltronas, sendo reduzido em 144 após a reforma.(288+144=432)

    2 hipótese :
    432/ 8 = 54 então é  número de fileiras, e são 8 o número de poltronas em cada fileira.


    após a reforma: 
    54 x 2 =108 . 8/3 = 288 ,então, é o novo número de poltronas, sendo reduzido em 144 após a reforma.(288+144=432)


    3 hipótese :

    432/ 9 = 48 ,então, é  número de fileiras, e são 9 o número de poltronas em cada fileira.

    após a reforma: 
    48 x 2 = 96 . 9/3 = 288 ,então, é o novo número de poltronas, sendo reduzido em 144 após a reforma.(288+144=432)


    Existem outros valores que chegam ao mesmo resultado...



  • Fiz assim: 

    432 poltronas

    hipoteticamente com 24 fileiras com 18 poltronas, pois: 24 x 18= 432

    Se depois da reforma o número de fileiras dobrou, então: 24 x 2 = 48 fileiras depois da reforma

    Se antes da reforma eram 18 poltronas, e depois da reforma dicou apenas 1/3, logo 1/3 de 18 é : 6 poltronas por fileira

    Então, depois da reforma ficou: 48 fileiras x 6 poltronas por fileira= 288 é novo número de poltronas

    Se eram 432 antes e depois ficaram só 288, é só subtrair: 432 - 288 = 144 

    RESPOSTA C

  • 1/3 de 432 = 144


  • x*y = 432

    2x*y/3 = 2*432/3 = 864/3 = 288

    432 - 288 = 144

  • Supondo: 

    432 cadeiras

    x= 2 fileiras X 2 = 4 


    y= 216 poltronas em cada fileira / 3 = 72 


    4 X 72 = 288 


    432 - 288 = 144

  • Eu fui bem simples no pensamento: a questão pede o número de poltronas, que era de 432 e foi dimunuída em sua terça parte.

    Divide o número por 3, só isso.

  • Gabarito C

    Galera,

    Pra ganhar tempo basta fatorar o número 432, fatorando temos:

    2^4 x 3^3 = logo temos 16 fileiras X 27 poltronas

    A questão fala que o número de poltronas foi reduzido em 1/3 , logo:

    27/3 = 9 poltronas reduzidas por fileira, vezes a quantidade inicial de fileiras,temos:

    9*16 = 144

    Bons estudos!

  • Comentários:

    Só uma coisa é preciso para acertar essa questão:

    TOTAL/3° PARTE>>>432/3=144 (só isso)

    Aprofundando:

    Perceba que a questão só quer que o candidato saiba qual a terça parte do total de poltronas, ou seja:

    Total de poltronas: 432

    Redução: 3° parte

    Logo a redução foi de: 432/3=144 poltronas

    Gabarito: C

    Bons estudos

  • TAMBÉM PODE SER FEITO DA SEGUINTE FORMA:

    DIVIDINDO O NÚMERO 432 POR 9 (POIS 9 É O MAIOR DENTRE OS POSSÍVEIS ONDE O RESULTADO É POSITIVO).

    432/9 = 48 POLTRONAS  E NOVE FILAS

    MAS, O ENUNCIADO AFIRMA QUE AS FILAS SERÃO REDUZIDAS A TERÇA PARTE.

    SÓ É MULTIPLICAR 48 POR 3 QUE DARÁ 144.

  • _____________________________________________


    A questão diz que .: Fileiras x poltronas = 432  >  logo >  ( x . y = 432 )

    fileiras dobradas = 2x

    poltronas reduzidas a terça parte = 1/3 y


    Depois da reforma --> (2x . y/3 = ? )  ...note que temos  x.y  = 432 ,substituindo, temos.:


     2 . 432 /3 = 288   .... total depois da reforma...


    mas ele quer a diferença ...logo .:


    432 - 288 = 144 poltonas


    ______________________________________________


  • karena Kellsdyes matando a pau!! obrigada!

  • Simples assim:  
    432 divididos por 1/3 = 144 (redução à terça parte)

  • Da pra interpretar da seguinte maneira também:

    * dobrou o número de fileiras - 432x2=864

    * reduziu a terça parte - 864/3=288

    logo 432-288=144

  • Fui pela lógica e dividi o total de poltronas em 3 partes e obtive o resultado de 144. Alternativa C

  • Durante a reforma, o cinema sofreu uma redução, do total de poltronas, em

    -> 144 poltronas


ID
1477852
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O número de computadores de mesa (desktops) de uma empresa é igual a quatro vezes o número de computadores portáteis (laptops). O número de computadores portáteis é igual a dez vezes o número de aparelhos de fax da empresa. De acordo com esses dados, o número de aparelhos de fax dessa empresa corresponde à

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    interpretando o enunciado:
    1) O número desktops é igual a quatro vezes o número laptops:
    1D = 4L

    2) O número de Laptops é igual a dez vezes o número de fax:
    1L = 10F

    Logo...
    1D = 4L
    1D = 4x(10F)
    1D = 40F

    A questão quer a relação FAX / ???:

       1) Fax / L
    = 1/10
    = 0,1 (x100%) = 10%
    Logo, o n de Fax representa 10% em relação aos laptops

       2) Fax / Desktop
    = 1/40
    = 0,025 (x100%) = 2,5% gabarito
    Logo, o n de fax representa 2,5% em relação aos desktops

    bons estudos

  • D= 4.L= 10.F

    D= 1/4 L (25%)

    D25% = 10. F

    D=25/10

    D= 2,5% F

    RESPOSTA E.

  • Supondo: 


    100 Desktops

    Quarta parte de Desktops = 25 Notebooks

    Décima part de Notebooks = 2,5 Fax
  • Supondo: 1 fax, teremos 10 laptops e, por conseguinte, 40 desktops. Com uma regrinha de três básica:  


    40 -- 100%
    1   --  X

    40X =100

    X = 10/4

    X = 2,5                                                                                                                   

                                                               

  • Fax = x

    Portáteis = 10.x

    Desktops = 4.10x

    Como o exercício não deu o valor de nenhum dos itens, vamos trabalhar com a hipótese de X = 100

    Fax = 100

    Portáteis = 10.x = 1000

    Desktops = 4.10x = 4000

    Regra de 3

    4000 = 100

    100  = ?

    4000x = 10000

    x=10000/4000

    x=2,5


  • D=4L

    L=10F
    D=4x(10F)
    D=40F
    F=D/40
    F=100% / 40 = 2,5% D
  • Comentários:

    Vejamos:

    1. Gerando uma expressão para clarear as informações:

    Desktop (X) >> 4X=Y

    Laptop (Y)>> Y=10Z

    Fax (Z)>> ?

    2. Vou atribuir quantidades hipotéticas. Como as alternativas trabalham com apenas uma casa após a vírgula vou atribuir valores em dezenas, vejamos:

    **Primeiro atribuo um valor a (Y), pois ele será a base para (X).

    (X) = 40

    (Y) = 10

    (Z) = 01

    3. Agora é regra de 3 na veia, encima das alternativas. Com isso, chegaremos à alternativa E, vejamos:

    40--------100

    01--------Z

    Z=100/40>>Z (FAX)=2,5 de X (Desktop)

    Gabarito: E

    Bons estudos

  • TEMOS QUE ATRIBUIR UM VALOR PARA O FAX.

    PARA FACILITAR O CÁLCULO BORA COLOCAR 100.

    FICANDO ASSIM:

    FAX: 100 

    LAPTOPS: 10 X 100 = 1000

    DESCTOPS: 4 X 1.000 = 4.000

    FAZ A REGRINHA DE TRÊS BÁSICA

    4.000 ESTÁ PARA 100%

    100 ESTÁ PARA X

    4.000X = 10.000

    X = 10.000/4.000

    X = 2,5

  • sera que um dia vou conseguir resolver isso


  • Sendo .:

    D = desktops

    L  = laptops

    F = Fax 

    _________________________________________________

    Dados  .:   D = 4 L

                     L = 10 F   

                                                    --- > D  = 4 . 10F 

                                                    --- > D  = 40 F  --- > logo .:

                                                    --- > F  = D /40  = 1 / 40  = 0,025

                                                    --- >  0,025 x 100  = 2,5 %

    _________________________________________________

     

           PS- Nunca acredite ser fácil,o caminho é sempre o mesmo para todos "

                                                                                                                 "J.F.Laplace"

     

            

     

     

  • Sugestão: Usar valores simbólicos, começando sempre pelo final do enunciado.

    Fax = 200 
    Leptop = 200 * 10 = 2000 
    Desktop = 2000 * 4 = 8000

    8000 - 100% 
      200 - x

    8.000x = 20.000 
             x = 20.000 / 8.000 
              x = 2.5


ID
1477855
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Raquel tem uma esteira rolante para a prática de corrida. Em um dia ela regulou a esteira com velocidade constante de 6 quilômetros por hora. Nesse dia, a atividade de corrida de Raquel começou às 15h45 e terminou às 16h20, sem interrupção, o que implicou em uma distância percorrida, em quilômetros, de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D.

    (1º cálculo) = 6km = 6000m.

    (2º) = 6000 : 60 (minutos) = 100 metros por minuto

    (3º) = 100 (m) x 35 (min) = 3.500m

    (4º) = 3.500 m = 3.5 km

  • A velocidade de Raquel era de 6km/h;


    Intervalo da corrida durou 35min ==> 7/12h;


    O distância que ela percorreu foi de: 6x7/12= 3,5km;


    Bons estudos!!

  • De 15h45 às 16h20 são 35 minutos.

    A questão diz que ela regulou a esteira para percorrer 6km por hora. Isso quer dizer que em 1hora ela percorre 6 quilômetros.

    Para saber quanto ela percorre em 35 minutos, fiz regra de três:

    60 min (1hora) ------------ 6 km

    35 min-----------------------  x

    x =  3,5 km

    GABARITO:  D

  • Raquel correu 35 minutos (15h45m - 16h20m).

    60m - 6 k

    35m - x

    60x = 210

    6x = 21

    x = 3,5km


  • 15h45 e terminou às 16h20= 60 MINUTOS (1 HORA) - 25 MINUTOS= 35 MINUTOS 
    1HORA (60 MINUTOS) ------------> 6 KM (SIMPLIFICA POR 6) 
    10 MINUTOS ------->1KM 
    35 MINUTOS ---------------------> X

    10 X = 35 
    X= 3,5 KM 
    LETRA D


  • Gabarito D.

    6km/h

    60 minutos (1hora) divido por 6 = 1km a cada 10 minutos

    15:45 a 16:20 são 35 minutos

    Em 30 minutos ela faz a metade do percurso = 3 km/h

    + 5 minutos = 500m

    Total = 3,5 km/h

  • Ela corre 500 metros a cada 5 minutos. Logo em 35 min. ela corre 3,5Km.

  • Raquel correu das 15h45 e terminou às 16h20= 35 min.

    velocidade constante de 6Km/ h

    RESOLUÇÃO POR REGRA DE 3

    1 horas - 60 min

    x- 35 min

    x= 35/60= 0,58 h

    RESOLUÇÃO POR REGRA DE 3

    1hora - corre 6 km

    0,58 horas - quantos km foram corridos?

    x= 6*0,58= 3,48 ou aproximado 3,5 km.


    ALTERNATIVA CORRETA "D".


  • ele correu 100 metros a cada minuto, 6km=6000m, 1h=60minutos..... 6000/60=100m/minuto....de 15h45min a 16h20min = 35min. ..logo só multiplicar 35x100=3500m=3,5km.

  • Comentários:

    1. Tempo de corrida:

    Início: 15:45

    Fim: 16:20

    Total: 35 minutos

    2. Velocidade: 6km/h>>>Logo ela faz 1km a cada 10minutos. Agora ficou moleza, vejamos:

    30min=3km>>e resta 5min que ela fará 0,5km (meio km).

    Logo, ela percorreu durante a sua atividade física: 3,5km

    Gabarito: D

  • 15h45 até 16h20 corresponde a 35 minutos e 35 minutos equivalem 7/12 de uma hora,pois 35/60=7/12.Então você multiplica 6km por 7 e divide por 12 =3.5


ID
1477858
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma prova possui dez exercícios, numerados de 1 até 10. De acordo com instruções, do exercício 1 até o 5, a pontuação de cada exercício dobra a cada novo exercício em relação à pontuação do anterior e, daí para frente até o exercício 10, a pontuação de cada exercício triplica a cada novo exercício em relação à pontuação do anterior. Por exemplo, a pontuação do exercício 6 é o triplo da pontuação do exercício 5. De acordo com as instruções, a pontuação do 10o exercício da prova é igual a pontuação do 4o exercício multiplicada por

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B.

    1º) 1 = 1

    2º) 1x2 = 2

    3º) 2x2 = 4

    4º) 4x2 = 8

    5º) 8x2 = 16

    6º) 16 x 3 = 48

    7º) 48 x 3 = 144

    8º) 144 x 3 = 432

    9º) 432 x 3 = 1296

    10º) 1296 x 3 = 3888

    Divisão: 10º exercício/4º exercício. Assim, 3888: 8 = 486.

  • 4º) x = X

    5º) x.2 = 2X

    6º) 2x .3 = 6

    7º) 6x .3 = 18

    8º) 18 x 3 = 54

    9º)  54 x 3 = 162

    10º) 162 x 3 = 486


  • x 2x 4x 8x 16x 48x 144x 432x 1296x 3888x

    4358x / 8x = 486x

  • 1o -> 1

    2o-> 2

    3o-> 4

    4o-> 8

    5o-> 16

    6o->48

    7o->48 X 3

    Ou seja, temos agora uma PG DE razão 3. O primeiro termo da PG =48,  a2=48x3. De razão  q=3. Queremos descobrir A5. Aplica-se a fómula: An=A1xq elevado a n-1. Ou seja.  A5=a1xq elevado a 4. A5=48x3 elevado a 4, A5=3888.

    3888 dividido por 8 ( que é o valor dado ao quarto exeercício)= 486

  • Questões= 1; 2; 3; 4;5 pontuação dobra.

    Questões 6; 7; 8; 9; 10 pontuação triplica.

    PG¹= (2; 4; 8; 16; 32) As primeiras 5 questões uma progressão geométrica de raio 2.

    PG²=(96;288;864;2592; 7776) RAIO 3.

    Multiplicar 32*3=96 para começar a 2º PG.

    A Pontuação do 10o exercício da prova é igual a pontuação do 4o exercício multiplicada por ?

    Logo o resultado será a divisão entre 7776 por 16, tendo como resultado 486.

    ALTERNATIVA CORRETA “B”




  • Atribuimos um valor fictício para a questão 4, por exemplo 10, para facilitar a posterior divisão. ( as questões anteriores não nos interessam.

    10x2 = 20 -->Questão 5
    20x3 = 60 -->Q6
    60x3 = 180 --> Q7
    180x3 = 540 -->Q8

    540x3 = 1620 --> Q9
    1620x3 = 4860 --->Q10
    Q10 / Q4 --> 4860/10 = 486
    Resposta: 486 - Alternativa B
  • Comentários:

    1. Como a questão não atribui uma pontuação específica para cada exercício, eu olhei as alternativas e raciocinei no sentido de que só teria lógica se eu atribui-se (1) ponto para o exercício (1) e daí por diante fosse atribuindo o comando da questão, ou seja, de 1 a 5 (dobro do anterior) e de 6 a 10 (triplo do anterior), vejamos:

    -Dobro (2x a pontuação anterior)

    Exercício 1: 1 ponto

    Exercício 2: 2 pontos

    Exercício 3: 4 pontos

    Exercício 4: 8 pontos

    Exercício 5: 16 pontos

    -Triplo (3x a pontuação anterior)

    Exercício 6: 48 pontos

    Exercício 7: 144 pontos

    Exercício 8: 432 pontos

    Exercício 9: 1296 pontos

    Exercício 10: 3888 pontos

    2. A questão pede: “a pontuação do 10o exercício da prova é igual a pontuação do 4o exercício multiplicada por”,logo ela quer que façamos a divisão do 10° pelo 4° exercício, pois, assim, encontraremos por quanto foi a multiplicação, vejamos:

    (10°)=3888/8 (4°) = 486, ou seja, 486*8 = 3888

    Gabarito: B

    Bons estudos


ID
1477861
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Determinada empresa cresceu muito nos últimos anos através de aquisições de outras empresas no Brasil e no Exterior tornando-se a maior empresa mundial de proteína animal. Recentemente, tem divulgado internamente e externamente, via mídia nacional, os seus sete valores: atitude de dono, determinação, disciplina, disponibilidade, simplicidade, franqueza e humildade. Do ponto de vista da cultura organizacional, a divulgação

Alternativas
Comentários
  • por que não é a c?

  • Stakeholder (em português, parte interessada1 ou interveniente), é um termo usado em diversas áreas como gestão de projetos,administração e arquitetura de software referente às partes interessadas que devem estar de acordo com as práticas de governança corporativa executadas pela empresa.

    O termo foi usado de forma mais ampla2 pelo filósofo Robert Edward Freeman3 . Segundo ele4 , os stakeholders são elementos essenciais ao planejamento estratégico de negócios.

    De maneira mais ampla, compreende todos os envolvidos em um processo, que pode ser de caráter temporário (como um projeto) ou duradouro (como o negócio de uma empresa ou a missão de uma organização )5 .

    O sucesso de qualquer empreendimento depende da participação de suas partes interessadas e por isso é necessário assegurar que suas expectativas e necessidades sejam conhecidas e consideradas pelos gestores. De modo geral, essas expectativas envolvem satisfação de necessidades, compensação financeira e comportamento ético. Cada interveniente ou grupo de intervenientes pode possuir um determinado tipo de interesse no processo. O envolvimento de todos os intervenientes não maximiza obrigatoriamente o processo, mas permite achar um equilíbrio de forças e minimizar riscos e impactos negativos na execução desse processo.

    Uma organização que pretende ter uma existência estável e duradoura deve atender simultaneamente as necessidades de todas as suas partes interessadas. Para fazer isso ela precisa "gerar valor", isto é, a aplicação dos recursos usados deve gerar um benefício maior do que seu custo total. Wikpédia

  • Questão muito estranha. A alternativa C poderia estar correta e a B, considerada certa, é muito questionável, pois a divulgação não necessariamente produzirá o efeito enunciado no item. Alguém conhece alguma teria administrativa que embase esta questão? Eu não conheço nenhuma. Para mim, deveria ser anulada.

  • Gabarito B.

    A "chave da questão" por ser a letra B e não C está no próprio enunciado: "Recentemente, tem divulgado internamente e externamente, via mídia nacional, os seus sete valores: atitude de dono, determinação, disciplina, disponibilidade, simplicidade, franqueza e humildade."

    Ou seja, a citação item a item dos valores é uma divulgação ampla de seus valores e permite que os stakeholders se relacionem de forma mais objetiva e precisa com a organização (divulgação interna e externa).

    O enunciado da questão não fala nada sobre produtos. Por isso letra C não pode ser o gabarito. 

  • Resposta letra "B"

    Não poderia ser a letra 'C" porque o enunciado delimita muito bem sob que ponto de vista o examinador nos questiona.

    No final do enunciado temos: "...Do ponto de vista da cultura organizacional, a divulgação "

    Ora, se fosse sob o ponto de vista do marketing a letra "C" estaria sim correta. Mas não é esse o enfoque solicitado.

    Quando falamos em Cultura Organizacional devemos ter em mente que de uma maneira geral, ela é vista dentro da empresa como uma série de normas e atitudes comuns aos indivíduos que ali trabalham, pois além de direcionar esses indivíduos, a cultura organizacional também serve para orientá-los sobre como devem interagir entre si, com os clientes e stakeholders do negócio em geral.


      b) ampla de seus valores permite que os stakeholders se relacionem de forma mais objetiva e precisa com a organização.

      c) na mídia consiste em uma estratégica de marketing que busca associar os valores da empresa a seus produtos.


    Boa sorte a todos!




  • As vezes a resposta é a mais bonitinha!!!

  • Não seria a C pois os valores "atitude de dono, determinação, disciplina, disponibilidade, simplicidade, franqueza e humildade" nada tem em relação com produtos (que mais encaixariam com qualidade, segurança, sofisticação, e clareza). Esses primeiros valores interessam mais a investidores do que clientes.

  • Após o desenvolvimento do Mapa dos Stakeholders da organização, este deve ser criteriosamente avaliado para que as estratégias de articulação e engajamento possam ser formuladas.


    Nossa proposta para o processo de engajamento dos stakeholders está baseada nos princípios de democracia, equidade, transparência, inclusão, legitimidade e flexibilidade, reconhecendo que todo processo que envolva stakeholders é um processo de aprendizado. Todos os participantes devem estar dispostos a aprender com e sobre os outros envolvidos, assim como trabalhar em equipe para alcançar soluções integradas e acima de tudo criativas para as questões existentes ou que possam vir a existir.


    As atividades desenvolvidas como forma de promover o engajamento dos stakeholders geram uma série de benefícios para a organização, entre eles:


    Identificação de potencias problemas;Diminuição dos riscos e conseqüente prevenção de crises;Melhor avaliação da empresa como um todo;Melhor imagem e mais segurança para atuar.
  • A letra c não deixa de estar certa também , pois divulgar seus valores também concilia o público ao seu produto (identificação, empatia).

    A letra certa é a B: ampla de seus valores permite que os stakeholders se relacionem de forma mais objetiva e precisa com a organização.

    Porém acho que tem mais a ver com marketing do que clima e cultura organizacional. enfim, quando uma empresa divulga seus valores isso diminui as chances de negocios com parcerias e empresas que tenham objetivos diferentes. Facilitando o público-alvo.

  • Esse questão seria perfeita, não fosse o DUPLO GABARITO! Que mancada! ¬¬

  • Stakeholders = atores sociais (definição canadense)

  • Stakeholders : Aquele que tem interesse.

  • Interessante...os valores da JBS...

     

  • A alternativa B e C estão corretas, mas o que determina o gabarito- letra B- é o finalzinho do enunciado- DO PONTO DE VISTA DA CULTURA ORGANIZACIONAL. Logo, é preciso muita atenção ao ler o enunciado.

  • Alguns exemplos possíveis de stakeholders de uma empresa são:

    Acionistas

    Donos

    Investidores

    Empregados

    Fornecedores/subministradores da empresa

    Sindicatos

    Associações empresariais, revolucionais ou profissionais

    Comunidades onde a empresa tem operações: associações de vizinhos

    Grupos Normativos

    Governos municipais

    Governos estatais

    Governo federal

    ONGs

    Concorrentes

    Imprensa

    consumidores

  • JAMAIS SERÃO FCC!!!

  • Receita para resolver esse tipo de questão:

    Interpretação forte de texto + paciência + sorte... e por aí vai...

     

  • Pelo que analisei, todas as assertivas estão, se consideradas isoladamente, corretas. Apenas a B, no entanto, se relaciona com o conceito de cultura organizacional posto no texto.
  • Esse negócio de marcar a questão mais correta é complicado!

    Gabarito: B (Chute)

  • Comentário

    Povo lindo, com toda certeza o item correto é o b). A divulgação dos valores da organização dá direcionamento para que todos, inclusive o público externo, saibam o que move aquela empresa, em que ela acredita. 

    Vou te dar um exemplo. Caso estejamos falando sobre a Greenpeace (organização não governamental mundialmente conhecida pela sua defesa ao meio ambiente), você acha que seria viável fazer alguma oferta de parceria com essa organização se o projeto proposto for danoso ao meio ambiente? Claro que não. Nunca alguém faria uma proposta dessa a essa empresa. E por que? Porque todos sabemos o que move essa instituição, e esses valores não se coadunam com danos ao meio ambiente. Acho que com essa explicação, esclarecemos os itens a), b), d) e e).

     

    Obs.: lembrando que stakeholders são todas as pessoas interessadas na organização, como os membros, clientes, fornecedores, familiares dos membros, sócios, fundadores, sociedade, etc.

    Por fim, o item c) está errado, pois pode até haver uma estratégia de marketing ao divulgar os valores da empresa, mas este marketing provavelmente não tem como objetivo maior associar os valores ao produto, e sim à empresa.

    Gabarito: B

  • Shareholders: acionistas

    Stakeholders: partes interessadas


ID
1477864
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

O processo de tomada de decisões, seja no âmbito organizacional ou pessoal, normalmente é complexo e produz efeitos. A sequência que garante a eficácia e a racionalidade do processo decisório é

Alternativas
Comentários
  • Aqui a banca cobrou do candidato não os conceitos sobre "Processo Decisório". Ela cobrou a decoreba. Ela não cobrou a acepção das etapas e como elas impactam na instituição. Respondi a B, mas o gabarito correto segundo a mesma é a letra E:


    CHIVENATO [2009]: Etapas do processo decisorial O processo decisorial é complexo e depende, das características pessoais do tomador de decisões, da situação em que está envolvido e da maneira como percebe a situação. O processo decisorial exige sete etapas, a saber O processo decisorial exige sete etapas, a saber:
    1. Percepção da situação que envolve algum problema.
    2. Análise e definição do problema.
    3. Definição dos objetivos.
    4. Procura de alternativas de solução ou de cursos de ação.
    5. Escolha (seleção) da alternativa mais adequada ao alcance dos objetivos.
    6. Avaliação e comparação das alternativas.
    7. Implementação da alternativa escolhida.

  • Etapas do Processo Decisório

    O processo decisório é complexo e depende tanto das características pessoais do tomador de decisão quanto da situação em que está envolvido e da maneira como percebe esta situação. O processo decisório envolve 7 etapas (CHIAVENATO, 1994):

    • Percepção da situação que envolve algum problema;

    • Análise e definição do problema;

    • Definição dos objetivos;

    • Procura de alternativas de solução ou de cursos de ação;

    • Avaliação e comparação dessas alternativas;

    • Escolha (solução) da alternativa mais adequada ao alcance dos objetivos;

    • Implementação da alternativa escolhida.

    O Processo Decisório se caracteriza pelo fato deo tomador de decisão evita incertezas e segue as regras padronizadas para a decisão; ele mantém as regras e as redefine quando sob pressão; quando o ambiente muda subitamente e novas estatísticas afloram ao processo decisório, a organização é relativamente lenta no ajustamento. Ela tenta usar seu modelo atual para lidar com as condições modificadas. (CHIAVENATO, 1994)

    Segundo Simon (apud CHIAVENATO, 1994, v. II, p. 221) devido a subjetividade das decisões, alguns fatores devem ser observados:

    • Racionalidade limitada; imperfeição nas decisões; relatividade das decisões;

    • hierarquização das decisões; racionalidade administrativa;

    • Influência organizacional:

    • divisão de tarefas;

    • padrões de desempenho;

    • sistema de autoridade;

    • canais de comunicação;

    • treinamento e doutrinação.


  • Consegui responder corretamente com base no livro: Introdução à Administração (Maximiano, 5ª Edição, ano 2000), página 148.

  • Etapas do processo decisório:

    1. Identificação do problema - o problema ou oportunidade passa a ser percebido

    2. diagnóstico da situação- ocorre o "mapeamento" do problema

    3. Desenvolvimento das alternativas - utilização do brainstorming (sugestões, ideias)

    4. avaliação das alternativas

    5. Escolha da melhor alternativa


    Fonte: livro prof Rodrigo Renno

  • questões como essa tiram o ânimo de qualquer candidato... acredito que estão colocando estagiários de administração geral e pública para criarem as questões da FCC, só pode ser esta a explicação!

  • Etapas do processo decisório:

    1 - Identificação e diagnóstico do problema ou oportunidade (percepção e mapeamento);
    2 - Desenvolvimento das alternativas (uso do brainstormig);
    3 - Avaliação e escolha das alternativas;
    4 - Seleção e implementação;
    5 - Monitoração e feedback;
  • Segundo Maximiano (2010), o processo decisório tem 5 fases principais,  cada uma com técnicas específicas. As técnicas não oferecem soluções prontas, mas ajudam a estruturar o processo de decisão:

    1 - identificar o problema ou oportunidade - Diagrama de Ishikawa

    2 - Diagnóstico (análise) - Principio de Pareto

    3 - Geração de alternativas - Brainstorming\Brainwwriting

    4 - Escolha de uma alternativa - Análise de vantagens e desvantagens\ ponderação de critérios

    5 - Avaliação da decisão


  • Corroborando com minhas anotações com base no Estratégia Concursos

    ETAPAS DO PROCESSO DECISÓRIO


    ·  Identificação da situação ou do problema  --> nessa fase,  o problema (ou oportunidade) passa a ser percebido).


    ·  Diagnóstico da situação --> Neste momento, o administrador terá de definir seus objetivos e quais são as principais causas que geraram o problema.


    ·  Desenvolvimento e avaliação das alternativas


    ·  Escolha da alternativa


  • Danilo Capistrano, não entendi seu comentário, está indo de encontro com a alternativa E. 

    A avaliação da alternativa vem depois de implementá-la, como diz o gabarito.

  • Cada autor diz uma coisa diferente. Se a banca não fala em quem ela se apoia acho justo tentar recurso. Maximiano não fala em implantação, já Chiavenato fala. O modo como deve começar o processo tb difere. Assim é foda.
  • GAB E

  • GAB. E)

    Dica: esta banca adota o posicionamento do autor Maximiano!!!! Pelo menos em Processo Decisório.

    Então vamos seguir conforme colocado pelo colega Marcelo Fernandes e o Leonardo Pires (Consegui responder corretamente com base no livro: Introdução à Administração (Maximiano, 5ª Edição, ano 2000), página 148. )

    Segundo Maximiano (2010), o processo decisório tem 5 fases principais,  cada uma com técnicas específicas. As técnicas não oferecem soluções prontas, mas ajudam a estruturar o processo de decisão:

    1 - identificar o problema ou oportunidade - Diagrama de Ishikawa

    2 - Diagnóstico (análise) - Principio de Pareto

    3 - Geração de alternativas - Brainstorming\Brainwwriting

    4 - Escolha de uma alternativa - Análise de vantagens e desvantagens\ ponderação de critérios

    5 - Avaliação da decisão.

     

     

  • Não existe consenso sobre a sequência entre os autores.

  • Modelo Clássico ou Racional de Tomada de Decisão

    O processo de resolução de problemas tem cinco etapas principais, para Maximiano:

    1. Identificação do problema ou oportunidade

    2. Diagnóstico

    3. Geração de alternativas

    4. Escolha de uma alternativa

    5. Avaliação da decisão

     

    Já Chiavenato lista sete etapas do processo decisório:

    1. Percepção da situação que envolve algum problema

    2. Análise e definição do problema

    3. Definição de Objetivos

    4. Procura de alternativas de solução ou de cursos de ação

    5. Avaliação e comparação destas alternativas 

    6. Escolha (seleção) da alternativa mais adequada (satisfatória) ao alcance dos objetivos

    7. Implementação da alternativa escolhida.

  • Segue uma relacionada:

     

    QUESTÃO CERTA: Apesar de se poder definir, de forma simplista, a tomada de decisão como uma escolha entre alternativas, essa afirmação não basta para qualificar o processo decisório gerencial. Assinale a alternativa que apresenta as etapas do processo decisório:  Identificação da situação, diagnóstico da situação, desenvolvimento de alternativas, avaliação de alternativas, seleção e implementação, e monitoração e feedback.

     

    Resposta: Letra E.

     

    Fonte: Qconcursos. 

     

  • tema pertinente a "processo decisório"

    está agrupada na temática errada

  • De forma sintética, o processo decisório representa a sequência de passos necessários para analisar e escolher as alternativas para determinado problema.

    O processo decisório consiste em cinco fases:

    ▪ Identificação do problema - E a fase em que se percebe que o problema está ocorrendo e que é necessário tomar uma decisão;

    ▪ Diagnóstico - Consiste em procurar entender o problema ou oportunidade e identificar suas causas e consequências. Há algumas técnicas que podem ser utilizadas para analisar os problemas de forma sistemática, estudando suas causas, consequências e prioridades, a exemplo do diagrama de causa e efeito e do princípio de Pareto;

    ▪ Geração de alternativas - Em algumas situações, será necessário criar alternativas para solucionar o problema, utilizando ferramentas específicas, como o brainstorming (tempestade de ideias);

    ▪ Escolha de uma alternativa - Nesse momento, as decisões devem ser avaliadas, julgadas e comparadas para, então, escolher a alternativa mais adequada para solucionar o problema;

    ▪ Avaliação da decisão - Após implementar a decisão, torna-se necessário avaliar os seus efeitos. Assim, inicia-se um novo ciclo, que pode gerar outras decisões ou processos de resolver problemas.

     

    Fonte. Prof. Heron Lemos - Estudo Dirigido para UFC - Vol. 03 (Adm. Geral)

  • Você só consegue dá um diagnóstico certo após realizar exames (identificar qual o problema/oportunidade), depois cê avalia as alternativas, após escolher cê põe em prática, depois vai monitorar pra ver se dá tudo certo.

    Pense em um caso de doença.

  • Segundo Stone, o processo decisório é composto das seguintes etapas:

    Ainda que de forma incompleta, a única alternativa que percorre as fases/etapas do processo decisório corretamente é a alternativa E.

    Gabarito: E

  • Em uma de suas obras, Chiavenato propõe que o processo decisório é composto por 6 etapas: Administração nos novos tempos: os novos horizontes em administração, 3ª edição. Barueri, Manole: 2014. PP.246-247

    Em outra de suas obras, Chiavenato defende que o processo decisório é composto por 7 etapas:  Comportamento organizacional: a dinâmica do sucesso das organizações, 3ª edição. Barueri, Manole: 2014. p. 122

    Por fim, em outra obra, Chiavenato destaca que o processo decisório é composto por 4 etapas: Administração: teoria, processo e pratica, 5ª edição. Barueri, Manole: 2014. p.193

    Stefan Fantini


ID
1477867
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Ora, entre os vários métodos e instrumentos utilizados em cada operação, há sempre o método mais rápido e o instrumento melhor que os demais. Estes métodos e instrumentos melhores podem ser encontrados bem como aperfeiçoados na análise científica de todos aqueles em uso, juntamente com acurado e minucioso estudo do tempo. Isto acarreta gradual substituição dos métodos empíricos pelos científicos, em todas as artes mecânicas.

O excerto acima se refere, respectivamente, à escola e ao autor:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito dado como D e eu discordo. TAYLOR está para  Teoria científica. Clássica está para Fayol.

  • Prezada Vanessa IPD, acredito que nesta questão solicitaram a escola, neste caso a Escola Clássica ou Abordagem Clássica onde contempla a Administração Cientifica de Taylor e a Teoria Clássica de Fayol.

  • Gabarito D.



    Escola Clássica: (2 vertentes)

    a) abordagem científica, teoria científica ou administração científica de Taylor;

    b) abordagem clássica, teoria clássica de Fayol.

  • Princípios de Administração Científica Frederick Winslow Taylor, M.E., Sc. D. No trabalho de Taylor, encontram-se passagens relativas tanto a RH quanto a organização do trabalho e qualidade. 
    A substituição dos métodos empíricos por métodos científicos acarretará grande aumento da produtividade. Ocorrerão economias de tempo e aumento de rendimento do trabalho – via eliminação de movimentos desnecessários e substituição de movimentos lentos e ineficientes por movimentos rápidos em todos os ofícios. Operários têm aprendido o modo de executar o trabalho por meio da observação dos companheiros vizinhos. Assim, há diferentes maneiras em uso para fazer a mesma coisa; talvez quarenta, cinqüenta ou cem modos de realizar as tarefas em cada ofício e, por esta mesma razão, há grande variedade de instrumentos, usados em cada espécie de trabalho. Ora, entre os vários métodos e instrumentos utilizados em cada operação, há sempre método mais rápido e instrumento melhor que os demais. Estes métodos e instrumentos melhores podem ser encontrados, bem como aperfeiçoados na análise científica de todos aqueles em uso, juntamente com acurado e minucioso estudo do tempo. Isto acarreta gradual substituição dos métodos empíricos pelos científicos, em todas as artes mecânicas.

    http://www.las.inpe.br/~perondi/26.09.2011/NOTAS%20-%20F.W.%20Taylor%20Principios%20de%20Adminsitracao%20Cientifica.pdf

  • Gabarito letra "D".  


    Abordagem Clássica:-Administração Científica- Taylor => visão analítica da administração;detalhada-Escola Clássica ou Gestão Administrativa-Fayol=> Olha a estrutura como um todo.-Teoria da Burocracia- Weber=> combater nepotismo, corrupção.
     
  • Abordagem clássica da Administração:

    * Adm Cientifica - Taylor = ênfase nas tarefas (racionalização); tempo e movimento

    * Teoria Classica - Fayol = ênfase na estrutura

  • abordagem classica= administração cientifica+teoria classica+teoria burocrática.

  • ABORDAGEM CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO:

    1 - Administração científica : Taylor. Ênfase nas tarefas. Sua preocupação básica era aumentar a produtividade da empresa por meio do aumento de eficiência no nível operacional ( análise e divisão do trabalho do operário). A questão traz um trecho claro de divisão de tarefas: entre os vários métodos e instrumentos utilizados em cada operação.

    Gabarito d.

    2- Teoria Clássica: Fayol. Ênfase na estrutura da organização.


    Referência: Idalberto Chiavenato.

  • Letra D


    A questão não gera dúvida uma vez que ela menciona Escola e Autor:


    Escola Clássica = Taylor ( Administração Científica )


    Escola Clássica = Abordagem Clássica


    Escola Clássica ou Abordagem Clássica compreende a Administração Científica (Taylor - EUA) e Teoria Clássica de Administração (Fayol - Europa).


    Bom estudo !!!


  • Acertei por eliminação, mas o correto é administração CIENTÍFICA do Taylor. FCC precisa aprender a fazer questões de administração.

  • Taylor =======> ESTUDO DOS TEMPOS E MOVIMENTOS========> CONCENTRADO NA TAREFA======> ESCOLA CLÁSSICA / BUROCRÁTICA - MECANICISTA

  • Segundo Rodrigo Rennó, a Abordagem Clássica da Administração compreende:

    - Teoria científica de Taylor;

    - Teoria clássica de Fayol;

    - Teoria Burocrática de Weber;


    Vejo vários comentários equivocados citando apenas a teoria científica e clássica como parte da abordagem clássica.

  • Trata-se da ORT (Organização Racional do Trabalho) proposta por Taylor na Administração Científica, que visa à substituição dos métodos empíricos pelos científicos; 


    gab. D

  • Gab. letra D:
    Métodos "aperfeiçoados na análise científica de todos aqueles em uso" "gradual substituição dos métodos empíricos pelos científicos"- Na administração científica de Taylor houve a troca do uso de métodos empíricos pelos métodos científicos 
    "método mais rápido e o instrumento melhor que os demais" e"acurado e minucioso estudo do tempo" - Estudo de tempos e movimentos para eliminar movimentos inúteis e desperdício de tempo

    Assim, trata-se da Administração científica de Taylor elaborada em 1903, que pertence a abordagem Clássica
  • A FCC colocou: Classica= Taylor. Fiquei confuso mais fui por eliminação. Mas pergunto aos outros colegas se caberia recurso? Pois a Administração Clássica é abordada por Fayol.

  • Citou: _ substituição de métodos empíricos por cientificamente testado? Não tem outra  Frederick Wislow Taylor !

    Verdade! olhando uns comentários anteriores, realmente há  discordância mesmo. Taylor é da escola cientifica :/ será quem em uma situação como essa caberia Recurso? 

  • O que me fez acertar a questão foi essa frase: "juntamente com acurado e minucioso estudo do tempo. " Isso lembra logo a era clássica, a administração científica de Taylor.

  • Essa afirmação se refere à Taylor na Administração Científica,  que pertence à Abordagem Clássica. 

    Gab. CERTO

  • Frederick Winslow Taylor, considerado o fundador da Abordagem Clássica, era americano e buscava a melhoria da eficiência através da racionalização do trabalho. Seus estudos são profundamente ligados ao estudo dos tempos e movimentos dos funcionários e geraram a Administração Científica.

  • Abordagem Clássica,com ênfase nas atividades de produção e nos métodos mais eficientes.

  • Letra "d", clássica de Taylor. Para acertar a questão, precisamos ler tão somente a primeira frase da questão: "Ora, entre os vários métodos e instrumentos utilizados em cada operação, há sempre o método mais rápido e o instrumento melhor que os demais"

    Isso é o que propunha Taylor no seu estudo de tempos e movimentos. Aumentar a eficiência produtiva, buscando eliminar o que era considerado desnecessário e simplificar, racionalizar, o que era necessário.(Therblig).

  • Olá!

    Apenas quero reforçar o exposto pelo "CUMPADRE Rspedros", precisamos ter cuidado para não confundir as nomeclaturas dos tipos de escolas.

    Quando a questão apenas mencionar "ESCOLA CLÁSSICA", trata-se apenas da Teoria de FAYOL.

  • Minha dúvida foi que ele colocou Fayol como comportamental, mas ele não é abordagem clássica tbm? .-. Alguém?
  • Samuel Couto, isso pode ser porque as escolas cientifica e classica estão relacionadas a industria, já a burocrática esta correndo em outra vertente, no caso a da burocracia de procedimentos em escritórios, a papelada em si, que existe até hoje na administração pública, por isso alguns professores ensinam separado e não colocam nem na mesma linha temporal de acontecimentos.

    FONTE: Professora Elisabete Moreira, CERS.

  • A Teoria Clássica de Henry Fayol é outra das teorias administrativas
    (junto com a Administração Científica e a Teoria da Burocracia)
    classificadas dentro do que se chama: A abordagem clássica ou a Escola
    Clássica.
    Fiquem atentos, pois muitas bancas costumam cobrar este
    entendimento. Assim, a Teoria Clássica não é o mesmo que a Escola
    Clássica de Administração, que abrange também outras teorias.
    O contexto desta teoria clássica foi também o da industrialização e
    das mudanças nas relações de trabalho. Mas o foco foi outro! Se Taylor
    estava mais preocupado com a execução das tarefas, Fayol estava focado
    na estrutura organizacional

    RESUMO: TEORIA CLASSICA - HENRY FAYOL

                    ESCOLA DA ADMINISTRAÇÃO CLASSICA OU ABORDAGEM CLASSICA : ABRANGE A TEORIA CLASSICA (HENRY FAYOL), TEORIA CIENTIFICA (FREDERIK TAYLOR) E TEORIA DA BUROCRACIA (ELTON MAYO)

  • "acurado e minucioso estudo do tempo"      ► Só o Taylor diz isso!!!!!    Letra D

     

    Ps: Apenas corrigindo um pontinho do ótimo comentário da colega Keila Viegas, o nome ligado à Teoria da Burocracia é Max Webber. Elton Mayo está ligado à Teoria das Relações Humanas.

  • administração científica de Taylor

  • Abordagem clássica no caso que se desdobra em administração científica de Taylor e teoria clássico de Fayol 

  • Taylor - Ênfase nas tarefas, estudo de tempos e movimentos.

  • Essa questão é porreta!! :)

  • Taylor não queria nem para os funcionários falar mal um dos outros. Aquilo que tem em todas as empresas.  

  • LETRA D CORRETA

    1.Abordagem Clássica - se divide em:

    1.1.1 ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA - TAYLOR -> apresentou as técnicas de racionalização do trabalho operário, por meio do Estudo de Tempos e Movimentos. Com a condição de pagar mais ao operário que produz mais. Ênfase na tarefa.

    1.1.2. TEORIA CLÁSSICA - FAYOL -> Enquanto na Administração Científica a ênfase era na tarefa realizada pelo operário, a Teoria Clássica se caracterizava pela ênfase na ESTRUTURA. Segundo Fayol, toda e qualquer organização deve ter um conjunto de funções, as quais fazem as organizações funcionarem de maneira adequada e saliente

  • O estudo dos tempos e movimentos e a ideia do “the best way” é uma contribuição de Taylor, responsável pela teoria da Administração Científica. A banca colocou “Clássica” referindo-se à abordagem clássica (escola clássica). Recorde que a Administração Científica é uma teoria que integra a chamada abordagem clássica.

    Gabarito: D

  • Letra D

    Sendo a FCC, ela sempre vem para ferrar a gente. Olha a malicia dessa banca nessa questão.

    Abordagem clássica da administração aborda duas teoria:

    Escola da Administração cientifica TAYLOR,

    Teoria Clássica de FAYOL.

  • A Escola Clássica abrange: Teoria Clássica (Fayol), Teoria Científica (Taylor) e a Teoria da Burocracia (Weber)


ID
1477870
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Os autores que trabalham com inovação, desde Peter Drucker, descrevem-na como uma postura/filosofia que as empresas devem incorporar. NÃO pode ser considerada como uma postura para o verdadeiro sentido da inovação nos dias de hoje:

Alternativas
Comentários
  • O item a não se refere às inovações incrementais? Não entendi.

  • Meu entendimento é o seguinte: Quem se adapta a algo, adapta-se a algo que já existe e, se já existe, é porque não houve inovação alguma.

  • Gabarito A.


    Felipe, a inovação incremental ou inovação de sustentação, está relacionada a uma EVOLUÇÃO nas características de um bem ou serviço. Na medida em que a empresa se adapta às tecnologias atuais, ela fica estagnada... só acompanha a tecnologia, mas não inova. O grande lance é a crase!

  • Muito boa sua explicação Khiel Pontes. 

  • Não concordei com o gabarito pois refere-se a adaptação a tecnologia ATUAL, se digo que é atual é porque é Inovadora, acredito que são termos que se completam e não se opõe. Infelizmente essa é minha maior dificuldade, os conceitos da administração pública!

  • As tecnologias utilizadas no processo  de  inovacao devem ser adaptadas conforme necessidades e objetivos da organizacao e nao o contrario.

  • Josi, as respostas dos nobres colegas ajudam a esclarecer suas dúvidas.

    Se houve apenas uma adaptação, não importando se ao novo ou ao já existente, não houve inovação!

  • PARADOXAL!!!  como eu vou me adaptar à uma tecnologia que não existe??? Eu tenho que me adaptar a uma tecnologia atual, a mais recente, a novidade. Enfim...


    Por isso que eu odeio essa Maldita matéria subjetiva embasada em teorias de blá-blá-blá.


    Vamos a um exemplo prático: Minha empresa não tem sistema de controle de estoque, eu pretendo me adaptar/evoluir. Existe no mercado um sistema de ponta, alta tecnologia, eu instalo na minha empresa... e ai?

  • CABE RECURSO: CORRETA LETRA D.

    Abandonar o passado é dificultar o processo da inovação, como inovar sem conhecer o que já existe?

    Adaptação a tecnologia é diferente da criação de tecnologia, mas quem disse que a empresa que mexe com roupa tem que criar um programa de estoques? 

    Só podia vir da FCC. 

  • Meu entendimento é que se uma empresa quer inovar não pode focar em se adequar a tecnologia atual, já que isso nada apresenta no sentido de inovação. 

    Quanto a questão de abandonar sistematicamente o passado acredito estar introduzindo a ideia de que apesar de ser importante ver as conquistas realizadas antes, não pode haver um apego a ela, ou seja, deve ser abandonada conforme a transição para algo mais atual.

  • que matéria tosca, cara! Meu Deus do céu! 

     

    Saudades de cálculo I

  • ok, tente fazer 3 coisas:

     

    1- crie uma organização sem se adaptar às tecnologias que já existem.

    2- tente inovar sem se adaptar ao contexto em que se está inserido.

    3 - tente inovar abandonando o passado.

     

    me conte o que deu.

     

    é cada coisa, viu...

  • A adaptação às tecnologias atuais não é uma inovação, é uma necessidade. Nenhuma organização irá se desenvolver e inovar, se no mínimo, não se adequar ao que já existe, perderá competitividade.

  • Essa prova da MANAUSPREV tava uma merda só...

  • Se a empresa se adapta a uma tecnologia que já existe, ela não está inovando, pois não está criando nada. Simples assim!!!! Significa apenas que ela está fazendo o que as empresas em geral fazem para sobreviver: adaptação!

  • Controverso porque inovação não precisa criar algo literalmente novo mas é possível criar inovação incremental. A banca foi bem infeliz porque é um assunto extremamente abrangente.

  • AS VEZES TENHO A SENCAÇÃO QUE DIREITO ADMINISTRATIVO É MAIS LEGAL!!! :) :)

  • Essa eu tive que rir.

  • A alternativa A menciona tecnologias ATUAIS...

    .

    Ao meu ver; tecnologias atuais não é a mesma coisa que novas tecnologias. Adaptar-se às tecnologias ATUAIS NÃO é INOVAÇÃO, porém uma obrigação, uma pratica comum para as organizações nos dias de hoje!

  • Achei maldosa ela

  • A D também deveria ser correta, inovação é diferente de invenção, não tem como inovar estando em um vácuo.

  • Descobri que amo português ao estudar adm geral.


ID
1477873
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Para Etzioni, há três tipos de organizações que são de-finidas pelo tipo de poder exercido sobre as pessoas. O tipo de organização e o tipo de poder estão corretamente relacionados em:

Alternativas
Comentários
  • Etzioni elabora sua tipologia de organização com base no uso e significado da obediência.

    COERCITIVAS: baseadas em prêmios e punições.   Exemplos: campos de concentração, prisões.

    UTILITÁRIAS: baseadas em recompensas e remunerações.  Exemplos: comércio e organizações trabalhistas.

    NORMATIVAS: baseadas em crenças, valores e símbolos. Exemplos: igrejas, universidades, hospitais.

    Resposta: alternativa E

  • Na alternativa "c" não há pegadinha: o erro está escancarado.A Impessoalidade não está alinhada com as normas. as normas são justamente para diminuir as impessoalidades e padronizar os procedimentos. 


  • C),Acredito que as normas são para aumentar as impessoalidades e não diminui-las. Não entendi porque porque o gabarito não é a C.


  • As normas estão sim relacionadas com a impessoalidade.  A grande questão nessa pergunta é que a banca pede o que o autor da teoria, Etzioni, defende, por isso a letra "c" está errada. Agora se a banca não tivesse especificado o autor a letra "c" estaria correta.

  • Tipologia de Etzioni

    Etzioni elabora sua tipologia de organizações, classificando as organizações com base no uso e significado da obediência. Para ele, a estrutura de obediência em uma organização é determinada pelos tipos de controles aplicados aos participantes. Assim, a tipologia das organizações, segundo Etzioni, é a seguinte:

    Organizações coercitivas: o poder é imposto pela força física ou por controles baseados em prêmios ou punições. Utilizam a força - latente ou manifesta - como o significado principal de controle sobre os participantes de nível inferior. O envolvimento dos participantes tende a ser "alienativo" em relação aos objetivos da organização. As organizações coercitivas incluem exemplos como os campos de concentração, prisões, instituições penais etc.
    Organizações utilitárias: poder baseia-se no controle dos incentivos econômicos. Utilizam a remuneração como base principal de controle. Os participantes de nível inferior contribuem para a organização com um envolvimento tipicamente "calculativo", baseado quase exclusivamente nos benefícios que esperam obter. O comércio e as corporações trabalhistas estão incluídos nesta classificação.
    Organizações normativas: o poder baseia-se em um consenso sobre objetivos e métodos de organização. Utilizam o controle moral como a força principal de influência sobre os participantes. Os participantes têm um alto envolvimento "moral" e motivacional. As organizações normativas são também chamadas "voluntárias" e incluem a Igreja, universidades, hospitais e muitas organizações políticas e sociais. Aqui, os membros tendem a buscar seus próprios objetivos e a expressar seus próprios valores pessoais.

    Referência:http://estruturalismo.blogspot.com.br/2008/05/tipologia-das-organizaes.htmlgabarito: e




  • Tipos de organização: Coercitivas

    Forma de controle: Força Física

    Tipo de Poder: Coercitivo ( baseado em punições)

    Tipo de contrato psicológico: Alienatório (obediência mecânica) 

    Exemplo: Penitenciárias, Campos de concentração,- Hospitais penitenciários.


    Tipos de organização: Uilitárias  

    Forma de controle: Recompenas  

    Tipo de Poder: Manipulativo ( baseando-se em recompensa) 

    Tipo de contrato psicológico:Calculista ( obediência interesseira) 

    Exemplo:Empresas industriais e de negócios 


    Tipos de organização: Normativas  

    Forma de controle: Comprometimento  

    Tipo de Poder:  Normativo ( baseado em crenças) 

    Tipo de contrato psicológico:Moral ( disciplina interior) 

    Exemplo:Igrejas, sindicatos, partidos políticos, universidades, organtizações de voluntários

  • Gab: E.



    Tipos de organização: Uilitárias  

    Forma de controle: Recompenas  

    Tipo de Poder: Manipulativo ( baseando-se em recompensa) 

    Tipo de contrato psicológico:Calculista ( obediência interesseira) 

    Exemplo:Empresas industriais e de negócios 


  • A resposta é a letra E

    A tipologia de organizações de Etzioni (1964) (livro “organizações modernas”) relata as conclusões de sua pesquisa sobre os diferentes tipos de organização, com base no uso e significado da obediência:

    - Organizações coercitivas: O poder é imposto pela força física ou controle baseados em prêmios ou punições. Utilizam força como principal controle sobre os participantes de nível inferior.

    Exemplos como campo de concentração, prisões, instituições penais, etc.

    - Organizações utilitárias: O poder se baseia no controle dos incentivos econômicos. Utilizam a remuneração como base principal de controle. Os participantes de nível inferior contribuem para a organização com um envolvimento “calculativo”, baseado nos benefícios que esperam obter. As empresas e o comércio estão incluídos nessa classificação.

    - Organizações normativas: O poder baseia-se no consenso sobre objetivos e métodos da organização. Utilizam o controle moral como principal influência sobre os participantes, por que eles tem elevado envolvimento “moral” e motivacional. As organizações normativas são chamadas “voluntárias” e incluem a igreja, universidades, hospitais e organizações políticas e sociais.

    Portanto:

    - Coerciva: poder (força física ou premiações);

    -Utilitária: poder (remunerativo);

    - Normativa: poder (consenso).

    Fonte: Professor Adriel Sá – TEC.

  • Nunca nem vi....

  • Muito subjetiva a questão...pelo menos 2 alternativas de respostas...note que até o professor que comentou no Gabarito comentado se complicou...mas enfim, vamos lá...é questão de perceber a alternativa menos errada ou mais certa.


ID
1477876
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

A história da qualidade pode ser definida em três estágios, cada qual com suas características. O estágio corretamente caracterizado é

Alternativas
Comentários
  • Alguem da um help nesta aqui ?

  • INSPEÇÃO: I observação direta do produto/serviço pelo fornecedor/consumidor  II produto/serviço inspecionado um a um ou aleatoriamente.

    CONTROLE ESTATÍSTICO: I observação direta do prooduto/serviço pelo fornecedor, ao final do processo produtivo II produtos/serviços inspecionados em amostras.

    QUALIDADE TOTAL: I produtos/serviços definidos com base nos interesses do consumidor II observação do produto/serviço durante o processo produtivo  III qualidade garantida do fornecedor ao cliente.

    Fonte: http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/File/DiogoPracz/Vigilancia_Sanitaria/capacitacoes/garantia_qualidade.pdf


  • A questão fala em 03 estágios, mas não seriam 04 estágios (Eras) da gestão da qualidade?????

    1 -Inspeção.

    2 - Controle estatístico.

    3 - Garantia da qualidade.

    4 - Gestão Estratégica da Qualidade ou Gestão da Qualidade Total


  •  O primeiro não séria Inspeção? Por isso marquei d

  • Além disso, o uso da amostragem passou a ser utilizado no controleda qualidade, facilitando e barateando o controle (Rodrigo Rennó)

  • 1º - Era da Inspeção: Todos os produtos eram inspecionados ou durante o processo produtivo ou depois de finalizado

    2º - Era do Controle Estatístico: passou a ser utilizado o controle por amostragem através de percentuais de falhas e limites aceitáveis

    3º - Era da Garantia da Qualidade: passou a abranger outras ferramentas englobando todos os aspectos organizacionais (preocupação global e holística)


    Um breve resumo do livro do Prof. Rodrigo Renno

  • Gabarito: "B"

    Eras da Gestão da Qualidade:

    1) Era da Inspeção: Nesse princípio da industrialização, a qualidade era analisada após a produção, por um inspetor. Dessa forma, todos os produtos eram inspecionados após o processo produtivo, sem uma preocupação com a prevenção de defeitos. Basicamente, a equipe de inspeção comparava algumas características dos produtos em análise com alguns padrões preestabelecidos. Se algum produto não estivesse de acordo com o padrão, descartava-se o produto ou vendia-se com algum desconto.

    2) Era do Controle Estatístico da Qualidade:Para entender melhor o que estava causando os defeitos e desperdícios, os controles deveriam ser mais detalhados. Através do uso de modelos matemáticos, iniciou-se o cálculo dos percentuais de falhas e de limites aceitáveis. Além disso, o uso da amostragem passou a ser utilizado no controle da qualidade, facilitando e barateando o controle. O controle estatístico possibilitou um maior conhecimento dos processos de trabalho e quais eram os fatores que impactavam mais na qualidade dos produtos e serviços.

    3) Era da Garantia da Qualidade: Na Era da garantia da qualidade, o objetivo passou a ser a prevenção dos defeitos e dos desperdícios. O planejamento das ações e a preocupação em aprender com os problemas encontrados tornam-se mais importantes. Além disso, o trabalho de gestão da qualidade passou a abranger outras ferramentas: o cálculo do custo da qualidade, o controle total da qualidade, engenharia da confiabilidade e a mentalidade “zero defeito”.

    4) Era da Gestão Estratégica da Qualidade ou Gestão da Qualidade Total:A qualidade passa a ser vista como fundamental na gestão estratégica de uma organização. A qualidade de uma empresa é vista como diferencial competitivo pelos seus clientes e parceiros. O ambiente cada vez mais competitivo e uma clientela cada vez mais informada levam à aparição de novas leis de proteção ao consumidor e de normais internacionais de qualidade, como a ISO 9000.

    Gestão da Qualidade Total: AGestão da Qualidade Total (TQM – Total Quality Management, em inglês) demanda que cada funcionário esteja envolvido no processo de busca do aumento da qualidade, e não apenas os empregados que lidam diretamente com os clientes ou na produção dos produtos. Dessa forma, a TQM significa o comprometimento de uma organização com a qualidade através da melhoria contínua em cada atividade A qualidade é vista como fator principal no atendimento de desejos e necessidades dos clientes. Assim, a gestão da qualidade deve englobar todos os aspectos da organização, inclusive as relações com os fornecedores e clientes.

  • Questão mal elaborada 

  • Questão confusa.


  • Inspeção: I. Produtos e serviços definidos com base nos interesses do consumidor - ERRADO naquela época o foco não era o interesse do consumidor.

  • (A) Qualidade Americana: I. Observação direta do produto ou serviço pelo fornecedor, ao final do processo; II. Qualidade garantida do fornecedor ao cliente. (não existe esta classificação)

    (B) Controle Estatístico: I. Observação direta do produto ou serviço pelo fornecedor, ao final do processo; II. Produtos e serviços inspecionados com base em amostras. (Correta )

    (C) Qualidade Japonesa: I. Produtos e serviços definidos com base nos interesses do consumidor; II. Qualidade garantida do fornecedor ao cliente. (não existe esta classificação)

    (D) Inspeção: I. Produtos e serviços definidos com base nos interesses do consumidor; II. Produtos e serviços inspecionados um a um ou aleatoriamente. ( definição com base no interesse do consumidor é a era da Qualidade Total)

    (E) Qualidade total: I. Observação direta do produto ou serviço pelo fornecedor, ao final do processo; II. Observação de produtos e serviços durante o processo produtivo. ( observação ao final do processo é a era do controle estatístico )

  • Comentário (Estratégia Concursos) :


    Estranho a banca falar em três eras da qualidade, quando foram quatro: era da inspeção, era do controle estatístico, era da garantia da qualidade e era da qualidade total.


    Ainda assim, era possível responder corretamente à questão, pois a única que está correta é a letra B.
    A letra D, que fala em inspeção, diz que os produtos (e serviços - o que não é o foco) poderiam ser inspecionados aleatoriamente, quando todos eles o seriam. Além disso, fala de produtos e serviços definidos com base no
    consumidor, o que é característica da qualidade total. A letra E, por sua vez, fala em observação do produto ao final do
    processo (pelo fornecedor - o que não faz nenhum sentido!), o que está errado, já que a qualidade total busca construir o produto desde o início, com foco no consumidor.


    GABARITO: B.

  • Só to apanhando nessa disciplina

  • Somos 2 Anderson 

  • ERA DA  INSPEÇÃO   

    -PRODUTOS SÃO VERIFICADOS UM A UM.          

    -CLIENTE PARTICIPA DA INSPEÇÃO.                     

    -INSPEÇÃO ENCONTRA DEFEITOS, MAS NÃO PRODUZ QUALIDADE

     

    ERA DO CONTROLE ESTATÍSTICO

    -PRODUTOS SÃO VERIFICADOS POR AMOSTRAGEM.

    - DEPARTAMENTO ESPECIALIZADO FAZ CONTROLE DA QUALIDADE.

    - ÊNFASE NA LOCALIZAÇÃO DE DEFEITOS.

    - Observação direta do produto ou serviço pelo fornecedor, ao final do processo

     

    ERA QUALIDADE TOTAL

    -PROCESSO PRODUTIVO É CONTROLADO.

    -TODA A EMPRESA É RESPONSÁVEL.

    -ÊNFASE NA PREVENÇÃO DE DEFEITOS.

    -QUALIDADE ASSEGURADA; SISTEMA DE ADM. DA QUALIDADE.

    -Produtos e serviços definidos com base nos interesses do consumidor

     

     

  • Questão confusa e mal elaborada ...

  • Alternativa B

    Estranho a banca falar em três eras da qualidade, quando foram quatro:

    1- era da inspeção;

    2- era do controle estatístico;

    3- era da garantia da qualidade; e

    4- era da qualidade total.

    Ainda assim, era possível responder corretamente à questão, pois a única que está correta é a letra B.

    A letra D, que fala em inspeção, diz que os produtos (e serviços - o que não é o foco) poderiam ser inspecionados aleatoriamente, quando todos eles o seriam. Além disso, fala de produtos e serviços definidos com base no consumidor, o que é característica da qualidade total.

    A letra E, por sua vez, fala em observação do produto ao final do processo (pelo fornecedor - o que não faz nenhum sentido!), o que está errado, já que a qualidade total busca construir o produto desde o início, com foco no consumidor.

  • Era da Inspeção: (1900 - 1960)

    I observação direta do produto/serviço pelo fornecedor/consumidor;

    II produto/serviço inspecionado um a um ou aleatoriamente.

    Era do Controle Estatístico e Garantia da Qualidade: (1961 - 1990)

    I observação direta do produto/serviço pelo fornecedor, ao final do processo produtivo;

    II produtos/serviços inspecionados em amostras.

    Era da Qualidade Total: (1991 em diante)

    I produtos/serviços definidos com base nos interesses do consumidor;

    II observação do produto/serviço durante o processo produtivo;

    III qualidade garantida do fornecedor ao cliente.


ID
1477879
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No tocante as regras constitucionais para os benefícios previdenciários, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • a) CF, art. 201, § 6º A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano.

    b) Para a aquisição do direito à aposentadoria a CF exige, em regra, 35 anos de contribuição para o homem e 30 anos de contribuição para a mulher.

    c) CF, art. 201, § 9º Para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, segundo critérios estabelecidos em lei.

    d) CF, art. 201, § 5º É vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência.

    e) CF, art. 201, § 11. Os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei.


    Gabarito (E)

  • Em relação aos servidores sujeitos aos regimes próprios de previdência social, os requisitos para a concessão de aposentadoria voluntária estão previstos no inciso III do parágrafo 1° do art. 40 da Constituição. 


    Segundo referido dispositivo, além de 10 anos de efetivo exercício no serviço público e 5 anos no cargo em que se dará a aposentadoria, o servidor deverá possuir 60 anos de idade e 35 de contribuição, se homem, ou 55 anos de idade e 30 de contribuição, se mulher.


    Caso pretenda obter aposentadoria com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, o servidor deverá ter 65 anos de idade, se homem, ou 60, se mulher.

  • a) errada - Art. 201 § 6º A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano


    b) errada - Art. 201 § 7º É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes condições:   I - trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher;


    c) errada - Art. 201§ 9º Para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, segundo critérios estabelecidos em lei


    d) errada - Art. 201§ 5º É vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência.


    e)CERTA -Art. 201 § 11. Os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei.


  • essa questão deveria estar classificada como direito previdenciário, não?

  • com certeza a classificação está errada.

  • Também seria previdenciário, mas lembre-se que ao long do artigo 40 da CF, ele menciona diversas vezes o artigo 201, então a classificação dentro da administração pública está correta. 

  • A letra B, também está correta, pois há tal previsão na CF/88.

  • De acordo com o art. 201, § 6º, da CF/88, a gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano. Incorreta a alternativa A.

    O art. 201, § 7º, da CF/88, estabelece que é assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes condições: I - trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; II - sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar, nestes incluídos o produtor rural, o garimpeiro e o pescador artesanal. Incorreta a alternativa B.   

    Segundo o art. 201, § 9º, da CF/88, para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, segundo critérios estabelecidos em lei. Incorreta a alternativa C.

    O art. 201, § 5º, da CF/88, prevê que é vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. Incorreta a alternativa D.

    Conforme o art. 201, § 11, da CF/88, os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei. Correta a alternativa E.

    RESPOSTA: Letra E

  • Colega Guillherme Peres, a alternativa B está INCORRETA pois o tempo de contribuição deverá ser de 35 anos para homem e 30 anos para mulher. Só há possibilidade de ser reduzido para 30 e 25 anos no caso da aposentadoria para PROFESSOR!!! E a questão não traz essa informação. Veja:


    Art. 201:

    [...]


    § 7º É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    I - trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; (Incluído dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    II - sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar, nestes incluídos o produtor rural, o garimpeiro e o pescador artesanal. (Incluído dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    § 8º Os requisitos a que se refere o inciso I do parágrafo anterior serão reduzidos em cinco anos, para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

  • a) É assegurado o pagamento da gratificação natalina aos aposentados e pensionistas, o qual terá por base o valor dos proventos dos últimos doze meses do ano. ERRADA

    CF, ART. 201, § 6º A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano.


    b) Dentre as condições impostas pela Constituição Federal para a aquisição do direito à aposentadoria pelo regime geral de previdência social está a comprovação de 30 anos de contribuição, se homem, e 25 anos de contribuição se mulher. ERRADA

    CF, ART.201, § 7º É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    I - trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher


    c) É vedada a contagem de tempo de contribuição na Administração pública e na atividade privada rural e urbana, para efeito de aposentadoria. ERRADA

    CF, ART.201, § 9º Para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, segundo critérios estabelecidos em lei.


    d) É facultada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. ERRADA

    CF, ART. 201, § 5º É vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência.


    e) É assegurada a incorporação ao salário do empregado dos ganhos habituais recebidos a qualquer título, para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios. CORRETA

    CF, ART. 201, § 11. Os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei.

  •  

    De acordo com o art. 201, § 6º, da CF/88, a gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano. Incorreta a alternativa A.

    O art. 201, § 7º, da CF/88, estabelece que é assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes condições: I - trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; II - sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar, nestes incluídos o produtor rural, o garimpeiro e o pescador artesanal. Incorreta a alternativa B.   

    Segundo o art. 201, § 9º, da CF/88, para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, segundo critérios estabelecidos em lei. Incorreta a alternativa C.

    O art. 201, § 5º, da CF/88, prevê que é vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. Incorreta a alternativa D.

    Conforme o art. 201, § 11, da CF/88, os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei. Correta a alternativa E.

    RESPOSTA: Letra E

     

    Fonte: QC

  • Questão mal formulada, pois ela afirma que dentre as condições impostas pela constituição federal - 30 anos de contribuições para homem, e 25 anos de contribuições para mulher é uma das condições imposta pela cf para aposentadoria dos professores.  

  • ERRADA a) É assegurado o pagamento da gratificação natalina aos aposentados e pensionistas, o qual terá por base o valor dos proventos dos últimos doze meses do ano. (art. 201, § 6º da CF)

    ERRADA: b) Dentre as condições impostas pela Constituição Federal para a aquisição do direito à aposentadoria pelo regime geral de previdência social está a comprovação de 30 anos (35) de contribuição, se homem, e 25 anos (30) de contribuição se mulher.

    ERRADA c) É vedada a contagem de tempo de contribuição na Administração pública e na atividade privada rural e urbana, para efeito de aposentadoria. (art. 201, § 9º da CF)

    ERRADA d) É facultada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. (201, § 5º da CF)

    CERTA! e) É assegurada a incorporação ao salário do empregado dos ganhos habituais recebidos a qualquer título, para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios. (art. 201, § 11 da CF).

  • reforma trabalhista X reflexos direito previdenciário

    “Art. 457.  ........................................................... 

    § 1º  Integram o salário a importância fixa estipulada, as gratificações legais e as comissões pagas pelo empregador. 

    § 2º  As importâncias, ainda que habituais, pagas a título de ajuda de custo, auxílio-alimentação, vedado seu pagamento em dinheiro, diárias para viagem, prêmios e abonos não integram a remuneração do empregado, não se incorporam ao Contrato de Trabalho e não constituem base de incidência de qualquer encargo trabalhista e previdenciário.

    ............................................................................................. 

    § 4º  Consideram-se prêmios as liberalidades concedidas pelo empregador em forma de bens, serviços ou valor em dinheiro a empregado ou a grupo de empregados, em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado no exercício de suas atividades.” (NR) 

    “Art. 458.  ...........................................................

    .................................................................................... 

    § 5º  O valor relativo à assistência prestada por serviço médico ou odontológico, próprio ou não, inclusive o reembolso de despesas com medicamentos, óculos, aparelhos ortopédicos, próteses, órteses, despesas médico-hospitalares e outras similares, mesmo quando concedido em diferentes modalidades de planos e coberturas, não integram o salário do empregado para qualquer efeito nem o salário de contribuição, para efeitos do previsto na alínea q do § 9º do art. 28 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991.”(NR)  

  • a)

    É assegurado o pagamento da gratificação natalina aos aposentados e pensionistas, o qual terá por base o valor dos proventos dos últimos doze meses do ano. 

    errada

    conforme: art. 201, CF

    § 6º A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano

     b)

    Dentre as condições impostas pela Constituição Federal para a aquisição do direito à aposentadoria pelo regime geral de previdência social está a comprovação de 30 anos de contribuição, se homem, e 25 anos de contribuição se mulher.

    errada

    conforme: art 201, CF

    § 7º É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    I - trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; (Incluído dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

    II - sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar, nestes incluídos o produtor rural, o garimpeiro e o pescador artesanal. (Incluído dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

     c)

    É vedada a contagem de tempo de contribuição na Administração pública e na atividade privada rural e urbana, para efeito de aposentadoria.

    errada

    conforme: art. 201, CF

    § 9º Para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, segundo critérios estabelecidos em lei. (Incluído dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

     

     d)

    É facultada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência.

    errada

    conforme: 

    É vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)

     e)

    É assegurada a incorporação ao salário do empregado dos ganhos habituais recebidos a qualquer título, para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios.

    CORRETA

    Conforme: art. 201, CF

    § 11. Os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei. 

  • GABARITO LETRA E

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 201. A previdência social será organizada sob a forma do Regime Geral de Previdência Social, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, na forma da lei, a:      

     

    § 11. Os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei.   


     


ID
1477882
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considerando o que dispõe a Constituição Federal sobre a Administração pública, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    Art 37. § 4º - Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.


    a) Art. 38. Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições: 

    II - investido no mandato de Prefeito, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração;


    b) Art. 37 III - o prazo de validade do concurso público será de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual período;


    c) II - os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo;


    e) Art. 38 III - investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será aplicada a norma do inciso anterior;


  • CF:

    a) Art. 38. Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições:

    II - investido no mandato de Prefeito, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração;

    b) Art. 37.

    III - o prazo de validade do concurso público será de até 2 anos, prorrogável uma vez, por igual período;

    c) Art. 37. 

    XII - os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo;

    d) Art. 37. § 4º - Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

    e) Art. 38. Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições:

    II - investido no mandato de Prefeito, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração;

    III - investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será aplicada a norma do inciso anterior; ( Ou seja, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.) 

    Importante observar que, o único exercente de mandato eletivo que tem possibilidade de exercer o cargo público e o cargo eletivo, concomitantemente, é o vereador. Para isso, exige-se apenas que haja compatibilidade de horários.


    Gabarito (D)


  • Os atos de improbidade importarão o SIRP >> Suspensão dos direitos políticos; Indisponibilidade dos bens; Ressarcimento ao erário [...]; Perda da função pública.

  • Macete:

    É o SU-PER-I-RRES-ponsávél

    SU- suspensão dos direitos políticos

    PER- Perda da função pública

    I - indisponibilidade dos bens

    RES - ressarcimento ao erário

  • Complementando o macete da Izabel:
    Super irresponsável SEM-PRE(juízo das ação penal cabível).


  • O servidor público investido no cargo de Prefeito deverá se afastar do cargo público que exerce, entretanto poderá escolher qual remuneração a ser percebida.

    O prazo do concurso público é de até dois anos, podendo ser prorrogado por uma única vez por igual período.

    Os vencimento no cargos dos Poderes Legislativo e Judiciário não poderão ser maiores do que ao do Poder Executivo.

    O servidor público investido cargo de Vereador é o único caso, desde que haja compatibilidades de horários, que poderá ser cumulado as duas funções, bem como, as remunerações. Caso não haja compatibilidade de horários, poderá o servidor escolher qual remuneração a ser percebida por ele.

    No caso do servidor seja eleito para o Legislativo Estadual e Federal, bem como para o Executivo Estadual e Federal, deverá nesses casos, ser afastado do cargo e perceberá a remuneração do cargo eletivo.

  • A C está errada só porque inverteu? Então pode? Expliquem.


  • A letra C está errada de acordo com a CF/88 Art. 37. A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e, também, ao seguinte:(...)
    ...
    XII -  os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo;

    É justamente o fato de ter invertido. Os vencimentos do Legislativo e Judiciario não podem ser superiores aos pagos pelo Executivo.

    =]


  • Gabarito: D

    a) O prefeito afasta do seu cargo e escolhe a remuneração.

    b) Até 2 anos, prorrogável por uma vez.

    c) Os vencimentos do Judiciário e do Legislativo que não podem ser maiores que os pagos pelo Executivo.

    d) Se houver compatibilidade de horários, o vereador acumulará as funções e os salários.

  • Engraçado que o art. 37 XII não funciona na prática. Vivemos com uma escancarada inconstitucionalidade na nossa cara. O STF ainda chegou a pronunciar que esse art. 37 só funciona para cargos equivalentes dos três poderes (afinal, quem quer perder o subsídio astronômico que ganha?)


     Povo? O que é isso? Nunca ouvi falar.

  • Art.38. Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições: (EC No 19/98)

    II - investido no mandato de Prefeito será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração;

  • A Banca considerar  errada a letra C é um absurdo!!!, ora se  os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo; de um simples raciocínio lógico os vencimentos pagos ao Executivo não podem ser superiores aos demais poderes.

    Depois é cobrado o famigerado raciocínio lógico e matemático!!!! kkkkkk

    O negócio e ficar na decoreba mesmo!!!!

  • cuidado, dizer que os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não podem ser superiores aos do executivo não quer dizer que o do executivo também não pode ser superior aos outros. O executivo pode superar os outros dois, o que não pode é ser superado por eles...o executivo tem a prerrogativa de aumentar, sem que os outros imponham algum limite, mas eles se limitam ao que executivo pagar...

  • A norma inserta no art. 37, inciso XII, da Constituição Federal não equivale ao enunciado da alternativa C. 

    Vejamos um exemplo:

    Executivo: vencimento de R$5.000,00

    Legislativo: vencimento de R$4.000,00

    Executivo: vencimento de R$4.000,00


    -Analisando sob a ótica do art. 37, XII, da CF, a situação estaria correta, pois os vencimentos do Legislativo e do Executivo não são superiores ao do Executivo.

    -Por outro lado, o exemplo não está de acordo com o enunciado da alternativa C, pois o vencimento do Executivo é superior ao do Legislativo. 

  • Muito bom o comentário do Eduardo!

  • Gabarito D.

     

    Outro macete: Quem cometer improbidade administrativa, vai levar uma surra de RIPAS:

     

    Ressarcimento ao erário

    Indisponibilidade dos bens

    Perda da função pública

    Ação penal cabível

    Suspensão dos direitos políticos

     

    CF/88, Art. 37, § 4º - Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

     

    Para quem não sabe o que são ripas: https://www.rissomadeiras.com.br/ripas  kkkkkkkkkk

     

    ----

    Nunca desista, você é sua melhor chance!

  • Nos últimos meses vimos a alternativa D não se realizando na prática, em que a ex-presidente Dilma foi deposta do cargo por improbidade administrativa, mas teve seus direitos políticos mantidos, por votação apartada.

    Para todos os efeitos, é preciso ser literal nas respostas.

  • O golpe tabajara q foi dado na Dilma foi tão descarado q eles nem ousaram tirar os direitos políticos da mesma.

    So estudo esses rolês para passar em concurso porque no mundo real nada disso existe. 

  • A) Art. 38. ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições:   II - investido no mandato de PREFEITO, será AFASTADO do cargo, emprego ou função, sendo-lhe FACULTADO optar pela sua remuneração;
     


    B) Art. 37. III - o prazo de validade do concurso público será de até 2 ANOS, prorrogável UMA vez, por igual período;



    C) Art. 37. XII - os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário NÃO poderão ser SUPERIORES aos pagos pelo Poder Executivo;



    D) GABARITO!



    E) Art. 38. III - investido no mandato de VEREADOR, HAVENDO compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, NÃO HAVENDO compatibilidade, será aplicada a norma do inciso anterior; (opta pela remuneração)

  • Crime de responsabilidade é diferente de improbidade administrativa pessoal...

  • Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação estabelecidas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

  • Os vencimentos dos cargos dos Poderes Executivo e Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo poder Legislativo.

     

    PORRA, E TÁ ERRADO ISSO? JÁ MARQUEI DIRETO, NEM LI AS OUTRAS!

     

     

  • ART 37,XII - Os vencimentos dos cargos do poder legislativo e judiciário não poderão ser superiores aos pago pelo poder executivo.

  • A] Nesse caso, o servidor público investido em mandato de prefeito será afastado do cargo, mas poderá escolher qual remuneração receberá.

    B] O prazo de validade do concurso é de até DOIS ANOS, podendo ser prorrogado por igual período.

    C] Os vencimentos dos cargos dos Poderes Judiciário e do Legislativo não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo.

    D] GABARITO

    E] Nesse caso, havendo compatibilidade de horário, o servidor público investido em mandato de vereador poderá acumular cargo, mandato e remunerações.

  • Acho que a questão principal da letra C (também errei) é que o teto se aplica sobre a remuneração total. E não sobre os vencimentos,

  • Existe uma observação importante a ser feita nessa questão:

    Não são todas as modalidades de improbidade administrativa que geram todos esses efeitos. Nos atos de improbidade que atentem contra os princípios da administração pública, não necessariamente haverá ressarcimento ao erário e indisponibilidade de bens.

    "Quanto aos casos de atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da administração pública (artigo 11), a lei permite a aplicação das sanções de perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos."

  • GABARITO LETRA D

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:    

     

    § 4º - Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

  • A - Ficará afastado, podendo optar pela remuneração.

    B - Até 2 prorrogável 1 vez por igual período.

    C - Legislativo e Judiciário é que não poderão ter vencimentos superiores ao do Executivo.

    D - GABARITO

    E - Investido em ME de Vereador havendo compatibilidade de horários acumula os cargos e a remuneração, não havendo, deverá se afastar do cargo podendo optar pela remuneração.

  • Letra A: errada. O servidor público investido no mandato de Prefeito será afastado do cargo, mesmo se houver compatibilidade de horários.

    Letra B: errada. O prazo de validade do concurso público é de até 2 (dois) anos, prorrogável por igual período.

    Letra C: errada. Os vencimentos dos cargos dos Poderes Legislativo e Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo.

    Letra D: correta. É exatamente isso! Segundo o art. 37, § 4º, CF/88, “os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível”.

    Letra E: errada. Havendo compatibilidade de horários, o servidor público investido no mandato de Vereador poderá acumular os cargos.

    O gabarito é a letra D.

  • A solução da questão exige o conhecimento acerca dos servidores públicos, da compatibilidade entre cargos e do concurso público, analisemos as alternativas:

    a) ERRADA. No caso de ser investido em cargo de prefeito, mesmo que haja compatibilidade de horários, será o servidor necessariamente afastado do outro cargo, contudo, poderá optar por qualquer das remunerações, de acordo com o art. 38, II da CF: “Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições: investido no mandato de Prefeito, será afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração."

    b) ERRADA. O concurso público terá validade de até 2 anos, prorrogável uma vez por igual período, conforme se depreende do art. 37, III da CF. Por exemplo, o concurso pode ter validade de 1 ano, que pode ser prorrogado por igual período; desse modo, a determinação do prazo de validade é discricionária, já a sua prorrogação é vinculada (pois só pode prorrogar pelo mesmo período incialmente estabelecido).

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:      
    III - o prazo de validade do concurso público será de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual período;

    Além disso, durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira, de acordo com o art. 37, IV da CF.

    c) ERRADA. Na verdade, os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo, de acordo com o art. 37, XII da CF.

    d) CORRETA.  Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível, de acordo com o art. 37, §4º da CF.

    e) ERRADA. O servidor investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, e, não havendo compatibilidade, será aplicada a norma do inciso anterior, de acordo com o art. 38, III da CF.




    GABARITO DA PROFESSORA: LETRA D.


ID
1477885
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Constituição Federal prevê ações de governo na área de assistência social, as quais devem ser prestadas

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Art. 203. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:

    III - a promoção da integração ao mercado de trabalho
  • Apenas complementando;

    "Art. 203. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:

       I -  a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;

       II -  o amparo às crianças e adolescentes carentes;

       III -  a promoção da integração ao mercado de trabalho;

       IV -  a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;

       V -  a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei."



  • Gabarito A.

    Art. 203, III - CF.

  • CERTA! a) a quem delas necessitar, independentemente de contribuição, tendo por um de seus objetivos a promoção da integração ao mercado de trabalho.

    b) a quem delas necessitar, mediante contribuição, garantindo ao portador de deficiência um salário mínimo mensal.

    c) a quem delas necessitar, mediante contribuição, exceto quando se tratar de benefícios aos idosos comprovadamente carentes.

    d) às famílias carentes de recursos financeiros, independentemente de contribuição, que comprovem o recebimento do auxílio do bolsa-família.

    e) a quem delas necessitar, mediante contribuição, exceto quando se tratar de crianças e adolescentes carentes

  • -
    quanto as assertivas B,C e E..se o candidato atentasse que a assistência é devida
    independentemente de contribuição já dava para elimina-las.

    GAB: A

  •  

    Art. 203. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:

    I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;

    II - o amparo às crianças e adolescentes carentes;

    III - a promoção da integração ao mercado de trabalho;

    IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;

    V - a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei.

  • Pra não errar mais:


    Saúde => todos

    Previdência => quem contribuir

    Assistência => quem necessitar, independente de contribuição

  • A) a quem delas necessitar, independentemente de contribuição, tendo por um de seus objetivos a promoção da integração ao mercado de trabalho. CORRETO.

    A alternativa está correta, de acordo com o art. 203.

    Art. 203. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:

    I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;

    II - o amparo às crianças e adolescentes carentes;

    III - a promoção da integração ao mercado de trabalho;

    IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;

    V - a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei.

    B) a quem delas necessitar, mediante contribuição, garantindo ao portador de deficiência um salário mínimo mensal. ERRADO.

    Quando a alternativa mencionar que a assistência social exige contribuição, pode marcar como errado.

    Ademais, lembre-se de que o benefício de prestação continuada será concedido ao portador de deficiência ou ao idoso que não possuírem meios de prover a própria subsistência ou de tê-la provida por sua família.

    C) a quem delas necessitar, mediante contribuição, exceto quando se tratar de benefícios aos idosos comprovadamente carentes. ERRADO.

    Novamente, a questão menciona a exigência de contribuição para a assistência, o que torna o item incorreto.

    D) às famílias carentes de recursos financeiros, independentemente de contribuição, que comprovem o recebimento do auxílio do bolsa-família. ERRADO.

    A assistência social é garantida a quem dela necessitar, não sendo necessária a comprovação do recebimento do auxílio do bolsa-família.

    E) a quem delas necessitar, mediante contribuição, exceto quando se tratar de crianças e adolescentes carentes. ERRADO.

    Mais uma vez, a questão da exigência de contribuição é utilizada para confundir o candidato.

    Dessa forma, não esqueça que a assistência independe de contribuição.

    Resposta: A

  • GABARITO LETRA A

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 203. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos:

     

    I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;

    II - o amparo às crianças e adolescentes carentes;

    III - a promoção da integração ao mercado de trabalho;

    IV - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;

    V - a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei.

  • A solução da questão exige o conhecimento acerca do que dispõe a Constituição Federal sobre a assistência social. Analisemos as alternativas:


    a) CORRETA. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos a promoção da integração ao mercado de trabalho, de acordo com o art. 203, III da CF. Atente-se ao fato de que a assistência, diferentemente da previdência, não é contributiva.


    b) ERRADA. Não é necessário contribuição, contudo, há sim a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, de acordo com os requisitos da lei, de acordo com o art. 203, V da CF.


    c) ERRADA. Não é contributiva, bem como, também é assegurado aos idosos quem não possuam meios de provar sua própria subsistência o benefício de um salário mínimo, de acordo com os requisitos definidos em lei.


    d) ERRADA. Receber o bolsa família não é requisito para ter acesso aos outros serviços e benefícios da assistência social.


    e) ERRADA. A assistência será prestada independentemente de contribuição.



    GABARITO DA PROFESSORA: LETRA A.

     

  • Assistência Social INDEPENDE de contribuição à seguridade


ID
1477888
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Sobre o que estabelece a Constituição Federal acerca do SUS - Sistema Único de Saúde, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:


    VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos

  • CF:

    a) Art. 199, § 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.

    Art. 202, § 3º É vedado o aporte de recursos a entidade de previdência privada pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, suas autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista e outras entidades públicas, salvo na qualidade de patrocinador, situação na qual, em hipótese alguma, sua contribuição normal poderá exceder a do segurado. 

    b) Art. 202, § 3º É vedado o aporte de recursos a entidade de previdência privada pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, suas autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista e outras entidades públicas, salvo na qualidade de patrocinador, situação na qual, em hipótese alguma, sua contribuição normal poderá exceder a do segurado.

    c) Art. 198, § 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes.

    d) Em momento algum a CF delimita competência exclusiva para se contratar agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, o que torna a assertiva errada.

    e) Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:

    VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos;


    Gabarito (E)


  • B) Art. 199, CF. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

    § 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.

    § 2º - É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

  • Sobre a letra D, não justificada pelos colegas, a resposta se encontra nos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), que em seu artigo 198, parágrafo 4º diz: 

    "Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:     § 4º Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público, de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação."
  • Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:

    I - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos;

    II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador;

    III - ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde;

    IV - participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico;

    V - incrementar, em sua área de atuação, o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 85, de 2015)

    VI - fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu teor nutricional, bem como bebidas e águas para consumo humano;

    VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos;

    VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.

  • Falaram muito, mas alguém poderia explicar o erro da B? Pois entendi ser cabível sem contrariar a exceção. 

  • Joelson Esdralins,

    A vedação de destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções é apenas para às instituições privadas com fins lucrativos e não para o serviço de saúde em geral, como menciona a questão. 
  • Eu acredito que o erro da B seja, em parte, o mesmo erro da A. A proposição diz que as entidades podem "integrar de forma complementar" e o art. 199 da CF não fala em "integrar", mas sim em "participar". Há uma diferença entre os dois conceitos. 

    Art. 199, CF. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

    § 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.

    § 2º - É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.


    B) poderá ser integrado por instituições privadas sem fins lucrativos, de forma complementar, vedado o aporte de recursos ou subvenções para a prestação dos serviços de saúde.
  • Diego,
    que delícia de grosseria caaara! AAAAAIIII!

  • ntário... a)poderá ser integrado por instituições privadas com fins lucrativos, de forma complementar, as quais estarão autorizadas a receber aporte de recursos ou subvenções para a prestação dos serviços de saúde. ERRADO CF 88 Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. § 1º As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. § 2º É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. b)poderá ser integrado por instituições privadas sem fins lucrativos, de forma complementar, vedado o aporte de recursos ou subvenções para a prestação dos serviços de saúde. ERRADO CF 88 § 1º As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, (segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. § 2º É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. O erro do enunciado está em dizer que a é vedado o aporte de recursos ou subvenções para a prestação dos serviços de saúde, quando o texto constitucional estabelece esta vedação somente para às instituições privadas com fins lucrativos e não para o serviço de saúde em geral, como menciona a questão.  c)será financiado por toda a sociedade, de forma direta e mediante recursos exclusivos da União. ERRADO CF 88 Art. 198, § 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. d)poderão dele participar agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, admitidos por meio de contratação direta, realizada exclusivamente pela União. ERRADO § 4º Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público, de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação. (Parágrafo acrescido pela Emenda Constitucional nº 51, de 2006) O erro esta em dizer que a contratação de agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias é realizada exclusivamente pela União, pois como estabelecido no texto constitucional, os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público. e)compete-lhe participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos. CORRETO CF 88 art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: VIs reva se Ec me
  • a) poderá ser integrado por instituições privadas com fins lucrativos, de forma complementar, as quais estarão autorizadas a receber aporte de recursos ou subvenções para a prestação dos serviços de saúde. ERRADA

    CF, ART. 199, § 1º As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.


    b) poderá ser integrado por instituições privadas sem fins lucrativos, de forma complementar, vedado o aporte de recursos ou subvenções para a prestação dos serviços de saúde. ERRADA

    CF, ART. 199, § 2º É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.


    c) será financiado por toda a sociedade, de forma direta e mediante recursos exclusivos da União. ERRADA

    CF, ART. 198, § 1º O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes.


    d) poderão dele participar agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, admitidos por meio de contratação direta, realizada exclusivamente pela União.ERRADA

    CF, ART.198, § 4º Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público, de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação. 


    e) compete-lhe participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos. CORRETA

  • é proibido o auxiolio e a subvenção, mas não o aprote

  • Gabarito E

     

    Art. 200. Ao (SUS) sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:

     

    I - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos;

    II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador;

    III - ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde;

    IV - participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico;

    V - incrementar, em sua área de atuação, o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação;     (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 85, de 2015)

    VI - fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu teor nutricional, bem como bebidas e águas para consumo humano;

    VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos;

    VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.

     

     (OBS: Um destaque ao inciso V com redação dada pela Emenda Constitucional 85, de 2015) - Por ser recente as bancas podem cobrar. Lembro que a EC modificou bastante o Art. 166. Um cuidado para quem estuda Orçamento.

  • GABARITO LETRA E

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:

     

    VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos;

  • A solução da questão exige o conhecimento acerca da seguridade social, mais precisamente sobre a saúde, analisemos as alternativas:


    a) ERRADA. As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. Além disso, é vedada a destinação de
    recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins
    lucrativos, de acordo com o art. 199, § 1 e 2º da CF.



    b) ERRADA. É vedada a destinação de
    recursos públicos para auxílios ou subvenções apenas às instituições privadas com fins lucrativos, de acordo com o art. 199, §2º da CF.



    c) ERRADA. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes, de acordo com o art. 198, §1º da CF.


    d) ERRADA. A contratação não é realizada exclusivamente pela União, os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público, de
    acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos
    específicos para sua atuação, de acordo com o art. 198, §4º da CF.



    e) CORRETA. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos, de acordo com o art. 200, VII da CF.


    GABARITO DA PROFESSORA: LETRA E.

  • a vedação de aplicação de dinheiro público só é extensível às entidades privadas de saúde que visarem o lucro, e as que não visarem retorno financeiro terão, inclusive, preferência de firmar contratos ou convênios diretamente com o SUS, segundo diretrizes deste.


ID
1477891
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Segundo as normas sobre meio ambiente constantes da Constituição Federal, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

    VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;


    Art. 30. Compete aos Municípios:

    II - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;


    a) Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.


    b) Art. 225 § 6º - As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que não poderão ser instaladas.


    d) Art 225 § 4º - A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais.



  • Gabarito C.

    a) ... bem de uso comum do povo...

    b) ... localização definida em lei federal...

    d) Cerrado, Caatinga e Dunas Maranhenses não constam no artigo.

    e) ... exploração de recursos minerais dependem de autorização.

  • e) art.176, §1º- A pesquisa e a lavra de recursos minerais e o aproveitamento dos potenciais a que se refere o "caput" deste artigo somente poderão ser efetuados mediante autorização ou concessão da União, no interesse nacional, por brasileiros ou empresa brasileira de capital nacional, na forma da lei, que estabelecerá as condições específicas quando essas atividades se desenvolverem em faixa de fronteira ou terras indígenas.

  • a) O meio ambiente é bem de uso especial, sob domínio do Estado, sendo que sua utilização se dará no limite de interesse dos poderes públicos federal, estadual e municipal. ERRADA

    Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.


    b) A partir da promulgação da Constituição Federal, passou a ser vedada a instalação e operação de usinas que operem com reator nuclear, no Brasil, cabendo aos Municípios, onde haja usina já instalada, a regulamentação e o controle das atividades de encerramento de suas atividades. ERRADA

    CF, ART. 225, § 6º As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que não poderão ser instaladas.


    c) Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar sobre florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, proteção do meio ambiente e controle da poluição. Aos municípios cabe suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. CORRETA

    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

    VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;

    Art. 30. Compete aos Municípios:

    II - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;


    d) A floresta amazônica brasileira, a mata atlântica e o pantanal mato-grossense são considerados patrimônio nacional, assim como também o são a serra do mar, a zona costeira, o cerrado, a caatinga e as dunas maranhenses, devendo a utilização dessas áreas se dar na forma da lei. ERRADA

    CF, ART. 225, § 4º A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais.


    e) Em face do princípio constitucional da livre iniciativa, os recursos minerais podem ser explorados independentemente de autorização ou de concessão do poder público, cabendo ao explorador promover a recuperação do meio ambiente degradado. ERRADA

    CF, art.176, §1 A pesquisa e a lavra de recursos minerais e o aproveitamento dos potenciais a que se refere o "caput" deste artigo somente poderão ser efetuados mediante autorização ou concessão da União, no interesse nacional, por brasileiros ou empresa brasileira de capital nacional, na forma da lei, que estabelecerá as condições específicas quando essas atividades se desenvolverem em faixa de fronteira ou terras indígenas.

  • Caline Teixeira ótima explicação. Tens aula de constitucional com qual professor? :)

  • Galera, não tem aula melhor para gravar competência! Professor Rodrigo Menezes!

    https://www.youtube.com/watch?v=Q3SZV7T9v6c

    https://www.youtube.com/watch?v=F9KBLDrUSDA

    https://www.youtube.com/watch?v=Cm_TicoPVkU

  • paulo vinicius nenhum dos seus links funcionam infelizmente ;(

  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

     

    VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;

     

    ======================================================

     

    ARTIGO 30. Compete aos Municípios:

     

    II - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;

  • Já sabemos que, por força do art. 24, VI c/c art. 30, II, CF/88, compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, proteção do meio ambiente e controle da poluição. Assim como cabe aos Municípios suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. Sendo assim, não nos resta alternativa a não ser marcar como correta a letra ‘c’.

    Vejamos o porquê de as demais assertivas serem equivocadas:

    - Letra ‘a’: Alternativa incorreta. Conforme o art. 225, caput, CF/88, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

    - Letra ‘b’: Alternativa incorreta. De acordo com o art. 225, § 6º, CF/88, as usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que não poderão ser instaladas.

    - Letra ‘d’: Alternativa incorreta. Conforme determina o art. 225, § 4º, CF/88, a Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais.

  • A solução da questão exige o conhecimento acerca do meio ambiente e da ordem social, analisemos as alternativas:

    a) ERRADA. O meio ambiente é na verdade bem de uso comum do povo: todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações, de acordo com o art. 225 da CF.

    b) ERRADA. Na verdade, as usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que não poderão ser instaladas, de acordo com o art. 225, §6º da CF.

    c) CORRETA. A competência é concorrente entre a União, os Estados e o Distrito Federal para legislar sobre florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição.
    Além disso, compete aos Municípios legislar sobre assuntos de interesse local e suplementar a legislação federal e a estadual no que couber, de acordo com os arts. 24, VI e 30, I e II da CF.

    Sobre as competências, elas podem ser: 
    Exclusiva: sem possibilidade de delegação: Privativa: atribuída a determinado ente, mas cabe delegação Concorrente: atribuída a mais de um ente, mas cada um atuando em sua esfera Comum: atribuída a mais de um ente, o âmbito de cada um é definido pela preponderância de interesse Residual: atribuída a determinados entes por exclusão Suplementar: capacidade de complementar regras gerais
    d) ERRADA. Na verdade, o cerrado, a caatinga e as dunas maranhenses não são patrimônio nacional. A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais, de acordo com o art. 225, §4º da CF.

    e) ERRADA. Os recursos minerais são explorados por meio de autorização ou concessão da União, de acordo com o art. 176, §1º da CF: “A pesquisa e a lavra de recursos minerais e o aproveitamento dos potenciais a que se refere o caput deste artigo somente poderão ser efetuados mediante autorização ou concessão da União, no interesse nacional, por brasileiros ou empresa constituída sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administração no País, na forma da lei, que estabelecerá as condições específicas quando essas atividades se desenvolverem em faixa de fronteira ou terras indígenas."



    GABARITO DA PROFESSORA: LETRA C.

  • A solução da questão exige o conhecimento acerca do meio ambiente e da ordem social, analisemos as alternativas:


    a) ERRADA. O meio ambiente é na verdade bem de uso comum do povo: todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações, de acordo com o art. 225 da CF.


    b) ERRADA. Na verdade, as usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que não poderão ser instaladas, de acordo com o art. 225, §6º da CF.


    c) CORRETA. A competência é concorrente entre a União, os Estados e o Distrito Federal para legislar sobre florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição.

    Além disso, compete aos Municípios legislar sobre assuntos de interesse local e suplementar a legislação federal e a estadual no que couber, de acordo com os arts. 24, VI e 30, I e II da CF.


    Sobre as competências, elas podem ser: Exclusiva: sem possibilidade de delegação: Privativa: atribuída a determinado ente, mas cabe delegação Concorrente: atribuída a mais de um ente, mas cada um atuando em sua esfera Comum: atribuída a mais de um ente, o âmbito de cada um é definido pela preponderância de interesse Residual: atribuída a determinados entes por exclusão Suplementar: capacidade de complementar regras gerais
     d) ERRADA. Na verdade, o cerrado, a caatinga e as dunas maranhenses não são patrimônio nacional. A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais, de acordo com o art. 225, §4º da CF.

    e) ERRADA. Os recursos minerais são explorados por meio de autorização ou concessão da União, de acordo com o art. 176, §1º da CF: “A pesquisa e a lavra de recursos minerais e o aproveitamento dos potenciais a que se refere o caput deste artigo somente poderão ser efetuados mediante autorização ou concessão da União, no interesse nacional, por brasileiros ou empresa constituída sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administração no País, na forma da lei, que estabelecerá as condições específicas quando essas atividades se desenvolverem em faixa de fronteira ou terras indígenas.”


    GABARITO DA PROFESSORA: LETRA C.


ID
1477894
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

De acordo com a definição de José dos Santos Carvalho Filho, a prerrogativa de direito público que, calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade (Manual de Direito Administrativo, São Paulo, Atlas 25. ed. p. 75) refere-se ao poder

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    O poder de polícia, pelo contrário, representa uma atividade estatal restritiva dos interesses privados, limitando a liberdade e a propriedade individual em favor do interesse público.


  • Poder de polícia

    d) MA & VP

    Em um sentido restrito, o poder de polícia não inclui a atividade legislativa, mas tão somente, as atividades administrativas de regulamentação e de execução das leis que estabelecem normas primárias de polícia. Assim sendo, baseados na lição de Hely Lopes Meirelles, conceituamos poder de polícia, simplesmente, como o poder de que dispõe a administração pública para, na forma da lei, condicionar ou restringir o uso de bens, o exercício de direitos e a pratica de atividades privadas, visando a proteger os interesses gerais da coletividade.

    A Administração Pública regulamenta leis e controla a sua aplicação, preventivamente (por meio de ordens, notificações, licenças ou autorizações) ou repressivamente (mediante imposição de medias coercitivas).

  • Conceito

    Clássico é o conceito firmado por MARCELO CAETANO:É o modo de atuar da autoridade administrativa que consiste em intervir no exercício das atividades individuais suscetíveis de fazer perigar interesses gerais, tendo por objeto evitar que se produzam, ampliem ou generalizem os danos sociais que a lei procura prevenir.[204]

    De nossa parte, entendemos se possa conceituar o poder de polícia comoa prerrogativa de direito público que, calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade.

  • Letra B - Errada - O poder de império não qualifica TODOS os atos da administração pública não. Há atos que a administração pratica e que não são dotados desse poder de império, que são aqueles em que ela figura em pé de igualdade com o particular.
    Ex: Pagamento de um fornecimento por meio de cheque. 

  • Para complementar os comentários dos colegas.

    Podemos entender como poder de polícia preventivo aquele exercido

    através da edição de normas condicionadoras do gozo de bens ou do

    exercício de direitos e atividades individuais, a exemplo da outorga de alvarás

    aos particulares que cumpram as condições e requisitos para o uso da

    propriedade e exercício das atividades que devem ser policiadas.

    Os professores Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino esclarecem que o

    alvará pode ser de licença ou autorização.

    Na forma repressiva, o poder de polícia é exercido por meio da

    imposição de sanções aos particulares que praticarem condutas nocivas ao

    interesse coletivo, constatadas através da atividade fiscalizatória.

    O professor Hely Lopes Meirelles apresenta como sanções aplicáveis

    àqueles que violarem as normas administrativas a multa, a interdição de

    atividade, o fechamento de estabelecimento, a demolição de construção

    irregular, embargo administrativo de obra, inutilização de gêneros, a

    apreensão e destruição de objetos, dentre outros.


    Fonte:Prof. Fabiano Pereira


  • Letra D!


    PODER DE POLÍCIA.

    1. PREVENTIVA: Atos Normativos (Ex.: Regulamentos, Portarias e Alvarás. Ex: regras para cadeirinhas de bebê no banco de carros).

    2. REPRESSIVA: Multas e Interdições. Apreensão de mercadorias infectadas em supermercados, fechamento de estabelecimentos comerciais, por ex.

    3. FISCALIZADORA: Blitz, fiscalização de pesos e medidas, condições de higiene de comércios, vistorias em veículos para renovação de documentação.

  • Pior que a classificação específica da questão como "Poder de Polícia" ajuda a resolver a questão.

  • LETRA D. 

    Como se sabe, encontra-se no artigo 78 do Código Tributário Nacional a definição legal de poder de polícia ao dispor que:

    Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

    fonte :http://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/1203904/qual-a-razao-de-o-ctn-conceituar-poder-de-policia


  • Por que a resposta nao pode ser letra "A"?

  • Amigo Limpe, o poder de polícia é exercido por meio de uma atividade denominada polícia administrativa, enquanto que a polícia judiciária é a função de prevenção e repressão de crimes e contravenções. Um mesmo órgão pode exercer atividades de polícia administrativa e judiciária, ex. de polícia judiciária polícia civil e polícia Federal.

  • Existem dois tipos de poder de polícia: Poder de POLÍCIA ADMINISTRATIVA que cuida da adequação dos interesses individuais com o coletivo, podendo agir preventivamente (proibição de porte de arma, por exemplo), sendo concretizada por intermédio de atos da administração. Atua por meio de órgão e  manifesta-se por meio de atos normativos, tanto de alcance geral (ex: portarias, regulamentos) como de efeitos concretos e específicos ( fechamento de estabelecimento comercial irregular, guinchar veículos, etc.)

    POLÍCIA JUDICIÁRIA trata da repressão das infrações penais e é privativa de corporações especializadas, como a polícia civil e a federal. A principal diferença que se costuma apontar entre as duas está no caráter preventivo da policia administrativa, que se predispõe a impedir ou paralisar atividades anti-sociais, e no repressivo da polícia judiciária que se preordena à responsabilização dos violadores da ordem jurídica.  Fonte: material para concursos Curso Exemplo, prof. Klewerton.
  • O poder de polícia pode assumir um caráter preventivo, como nos casos em que realiza medidas de fiscalização, vistoria, ordem, notificação, autorizaçao e licença. Também assume um caráter repressivo, nos casos em que realiza medidas de dissoluçao de passeatas, interdiçao de atividades, apreensao de mercadorias deterioradas, internaçao de pessoas com doenças contagiosas e etc. Trata-se de uma finalidade de coagir o infrator ao cumprimento da lei.


    Bons estudos!

  • Polícia administrativa -> caráter preventivo, ou seja, a administração tem o objetivo principal de prevenir condutas ou situações contrárias ao interesse público ou da coletividade. (Aqui se fala na atuação dos mais variados órgãos administrativos de caráter fiscalizador, integrantes dos mais diversos setores da Administração pública)

    Polícia judiciária -> caráter repressivo, tem o escopo principal de possibilitar a punição pelo Poder Judiciário, das pessoas que cometerem ilícitos penais. (aaqui se fala em corporações específics PF, PC e ainda, em alguns casos a PM)


    GAB LETRA D

  • d) "de polícia, que não se restringe às atividades normativas (...)" - não entendi o alcance desse "normativas". Alguém poderia me ajudar?

  • Quando a questão falar sobre poder de polícia é importante lembrar do PRINCÍPIO DA SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO, por esse princípio ATOS ADMINISTRATIVOS:

    1- PRESUMIDOS LEGÍTIMOS.

    2- EM REGRA IMPERATIVOS E AUTOEXECUTÁVEIS.

    LEMBRAR SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO= GERAR PODERES.

     ÊXITO A TODOS...

  • Auto-executoriedade:

    É a possibilidade que tem a Administração Pública de, com os próprios meios, pôr em execução as suas decisões sem precisar recorrer previamente ao Poder Judiciário. No caso de já ter tomado uma decisão executória, a faculdade de utilizar a força pública para obrigar ao administrado cumprir sua decisão. É mister, para tanto, que a lei (art. 5º, LV, CF) autorize expressamente, ou que se trate de medida urgente, sem a qual poderá ser ocasionado prejuízo maior para o interesse público (art. 37, § 6º, CF).

  • A-) Polícia Judiciária trata da repressão das infrações penais e é privativa de corporações especializadas, como a polícia civil e a federal.

    B-) Não existe “poder de império”.

    C-) No poder discricionário a Adm. Pública não age nas lacunas da lei e sim utiliza as opções que a lei disponibiliza.

    D-) CERTA.

    E-) Não condiz com o que foi expresso no enunciado.

  • Quanto as características do poder de polícia


    A) Vinculariedade: Significa que a Administração deverá agir conforme os limites estabelecidos em lei, sem qualquer possibilidade de opção. Ex. alvará de licença.

    B) Discricionariedade: A lei deixa certa margem de liberdade de apreciação quanto ao motivo ou o objeto, devendo a Administração decidir qual o melhor momento de agir, o meio de ação adequado, qual a sanção cabível previstas na norma. Ex. alvará de autorização.

    C) Autoexecutoriedade: É ato de agir da Administração com os próprios meios, executando suas decisões sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário. Compele a Administração materialmente o administrado, por meios diretos de coação. Ex. dissolve uma reunião, apreende mercadorias, interdita uma fabrica.

    D) Coercibilidade: Trata-se de uma imposição coativa das medidas adotadas pela Administração (Meirelles, 2003:134).

    E) Indelegabilidade:Atividade típica estatal, sendo que somente o Estado pode exercer, envolvendo o exercício de prerrogativas próprias do poder público, como repressão, que não podem ser exercida por um particular, exceto quando este esteja investido legalmente por via de cargo público.

    fonte: http://drluizfernandopereira.jusbrasil.com.br/artigos/111870316/poder-de-policia-no-direito-administrativo-brasileiro-breve-nocoes

  • Por que não "E"??

  • Poder de Polícia

    Em regra os atos são discricionários, dando ao agente público uma margem de escolha, porém nem todo ato é discricionários existem atos vinculados, como por exemplo, a licença para construir.



  • Poder da policia
    É desenvolvido pelo o estado e possui como objetivo a limitação dos direitos individuais, ou seja, em razão da manutenção de interesse publico. 

  • D -

    EXPLICAÇÃO:  lembre-se que a Polícia que incide sobre a propriedade, a liberdade e as atividades dos indivíduos é a Polícia Administrativa, ou simplesmente Polícia, como menciona a questão. Esta atua de forma essencialmente preventiva, em que pese também possa adotar medidas repressivas para a aplicação da lei ao caso concreto.

    Já a polícia judiciária incide sobre a própria pessoa.


  • Medidas preventivas: Objetiva adequar o comportamento individual à lei.

    Como: fiscalização, vistoria, ordem, notificação, autorização, licença.

    Medidas repressivas: Tem por finalidade coagir o infrator ao cumprimento da lei.

    Como: dissolução de reunião, apreensão de mercadorias deterioradas, internação de pessoas com doença contagiosa.

  • gabarito (D)

    A polícia administrativa incide sobre bens, direitos e atividades, ao passo que, a polícia judiciária atua sobre as pessoas, individualmente ou indiscriminadamente. Porém, ambas exercem função administrativa, ou seja, atividade que buscam o interesse público.

    A polícia administrativa é exercida por órgãos administrativos de caráter fiscalizador, já a polícia judiciária, em razão de preparar a atuação da função jurisdicional penal, é exercida pela polícia civil ou militar.

  • Pessoal, esclareçam algo pra mim, o Poder de Polícia atinge o BAD (BENS, ATIVIDADES, DIREITOS), quando a questão fala em  "gozo da liberdade", isto remeteu a PESSOA, e me deixou em dúvida, já que a limitação a pessoa estaria relacionada à POLÍCIA JUDICIÁRIA.

     

  • Quase escorreguei na A kkkkkk

  • Eis que eu tive a mesma dúvida que a colega Aline Almeida. Por estar escrito na assertiva "restringir o uso e o gozo da liberdade (...)", eu achei que seria a polícia judiciária, já que é ela quem incide sobre as "pessoas".

    Buscando um esclarecimento nos comentários dos colegas, encontrei o comentário da Fabiana Coelho, que me tirou a dúvida: a definição trazida pelo CTN, no art. 78:

    Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou a abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

     

    A meu ver, aqui não devemos entender a "limitação da liberdade" trazida pelo CTN como a limitação do direito de ir e vir, mas como um controle do exercício das liberdades sobre bens/atividades.

     

    Na hora da prova teremos que nos atentar para isso.

  • Policia Administrativa: exercida pela Administração Pública

     

    Polícia Judiciária: exercida pelas polícias Civil, Federal e Militar

     

    O erro da questão está em afirmar que a Adm Pública exerce polícia judiciária.

  • A prerrogativa administrativa de condicionar ou restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade constitui o exercício do poder de polícia. Anota-se ainda que o poder de polícia não envolve apenas atividades materiais, como também a atividades normativas (exemplo: edição de regulamento que discipline regras para obter licença para dirigir). Ademais, a atividade de polícia pode ser preventiva (exemplo: realização de fiscalizações, de expedição de alvarás, etc.) ou repressiva (exemplo: apreensão de mercadorias).

    As demais alternativas estão incorretas por não tratarem do poder de polícia, mas também existem outros erros:

    a) o poder discricionário não ocorre nas lacunas da lei, mas sim nas situações em que a lei deixa mais de uma opção para o agente público – ERRADA;

    c)   o poder vinculado significa que a autoridade não possui margem de liberdade em sua decisão. A alternativa tratou do princípio da legalidade – ERRADA;

    d)    a função de polícia judiciária é aquela adotada pelos órgãos policiais para coibir e investigar a ocorrência de ilícitos penais – ERRADA;

    e)      o poder de império ou extroverso é aquele praticado pela Administração com superioridade sobre os particulares, aplicando-se quando a atuação administrativa pauta- se no direito público. Os atos de polícia de fato ocorrem com o poder de império, mas tal poder não está em todos os atos praticados pela Administração, mas apenas naqueles marcados pela superioridade – ERRADA.

    Gabarito: alternativa B.

  • Sempre desconfiar do termo "Polícia Judiciária", elas são as CIVIS e MILITARES! As quais atuam na prevenção de ilícitos PENAIS.

  • Comentários:

    O poder que autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade é o poder de polícia (administrativa, e não judiciária). O poder de polícia abrange atividades normativas (ex: lei de zoneamento urbano, que estabelece as condições para ocupação do Município), preventivas (ex: expedição de alvará de construção para as obras que demonstrem respeitar a lei de zoneamento) e repressivas (ex: demolição de construções irregulares, que estejam desrespeitando a lei de zoneamento). Abrange, ainda, atividades de fiscalização (ex: fiscalização da Prefeitura para verificar se determinada obra está seguindo a lei de zoneamento urbano).

    Gabarito: alternativa “d”

  • De acordo com a definição de José dos Santos Carvalho Filho, a prerrogativa de direito público que, calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade (Manual de Direito Administrativo, São Paulo, Atlas 25. ed. p. 75) refere-se ao poder:

    (D) de polícia, que não se restringe às atividades normativas e preventivas, alcançando também atuação repressiva.

    NOTAS:

    1. Art. 78: CTB: "Considera-se poder de polícia a atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente:

    - à segurança,

    - à higiene,

    - à ordem,

    - aos costumes,

    - à disciplina da produção e do mercado,

    - ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do poder público,

    - à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e

    - aos direitos individuais ou coletivos."

    2. O poder de polícia se norteia no princípio da supremacia do interesse público sobre o privado e pressupõe vínculo genérico com os particulares, alcançando todos os cidadãos indistintamente. Abrange:

    - regulamentação de leis;

    - controle preventivo (ordens, notificações, licenças, autorizações);

    - controle repressivo (imposição de medidas coercitivas: apreensões, aplicações de multas); no controle preventivo, a administração realiza um controle prévio p/ conceder ou não algum benefício ao interessado. Exemplos: fiscalização; vistoria; ordem; notificação; autorização; licença;

  • O poder que autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade é o poder de polícia (administrativa, e não judiciária). O poder de polícia abrange atividades normativas (ex: lei de zoneamento urbano, que estabelece as condições para ocupação do Município), preventivas (ex: expedição de alvará de construção para as obras que demonstrem respeitar a lei de zoneamento) e repressivas (ex: demolição de construções irregulares, que estejam desrespeitando a lei de zoneamento). Abrange, ainda, atividades de fiscalização (ex: fiscalização da Prefeitura para verificar se determinada obra está seguindo a lei de zoneamento urbano).

    Gabarito: alternativa “d”

  • O conceito exposto neste item, proposto por José dos Santos Carvalho Filho, é pertinente ao denominado poder de polícia, que tem sua conceituação legal vazada no art. 78 do CTN, abaixo transcrito:

    "Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interêsse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de intêresse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos."

    Vejamos, pois, cada uma das opções:

    a) Errado:

    A polícia judiciária não se confunde com a polícia administrativa. Aquela primeira tem por objeto ilícitos de ordem penal (crimes e contravenções penais), visando à sua apuração, colheita de provas, em ordem à identificação de seus autores, para fins de posterior ajuizamento de ação penal. É exercida por corporações especializadas. Já a polícia administrativa recai sobre eventuais ilícitos de natureza administrativa, sendo esta competência disseminada por diversos órgãos e entidades da administração.

    b) Errado:

    A uma, o conceito não se refere ao poder de império, e sim ao poder de polícia. A duas, o poder de império não está presente em todos os atos da Administração, mas sim, tão somente, naqueles praticados com o atributo da imperatividade, em que o ente público se vale de suas prerrogativas de ordem pública.

    c) Errado:

    O poder discricionário não permite que a Administração atue nas lacunas da lei. Pelo contrário, trata-se de poder administrativo que pressupõe previsão legal, definindo os contornos dentro dos quais poderá o agente competente atuar com certa margem de liberdade. Outrossim, o enunciado não trata de poder discricionário, mas sim de poder de polícia.

    d) Certo:

    Realmente, o poder de polícia admite atos preventivos e repressivos. Dentre os preventivos, inserem-se as ordens, fiscalizações e consentimentos de polícia. Já os repressivos são representados pelas sanções de polícia.

    e) Errado:

    Outra vez, o enunciado trata de poder de polícia, e não do vinculado. Ademais, a definição aqui inserida refere-se ao princípio da legalidade, que é válido tanto para atos vinculados quanto para atos discricionários. O que configura o poder vinculado, na realidade, é o fato de que todos os elementos do ato são definidos, com máxima objetividade, no texto da lei, sem margem para juízos de conveniência e oportunidade.


    Gabarito do professor: D


ID
1477897
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Uma empresa privada, concessionária de serviço público de distribuição de gás, está sendo processada em ação de indenização movida por um administrado que se feriu gravemente ao cair em um bueiro que estava com a tampa deslocada. Pretende o administrado a responsabilização objetiva da empresa. A decisão de processar a concessionária de serviço público

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Art. 37 § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

  • resposta letra B

    As Concessionárias de Serviço Público, quando prestadoras de Serviço, responderão objetivamente em caso de dano que causarem no desempenho de suas atividades e subjetivamente em caso de omissão

  • Responsabilidade Objetiva - Teoria do risco administrativo - danos causados pela atuação de seus agentes.

    Aplica - se a todas as pessoas:

    a) de direito público

    b) jurídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos

    c) privadas delegatárias de serviços de serviços públicos

    obs: não inclui empresas públicas e sociedades de economia mista exploradoras de atividades econômicas

    Simbora ...

  • ETRA B. A responsabilidade civil do Estado e as concessionárias de serviço público Publicado por Elisson CostaA concessão de serviço público está definida no art. 2, inciso III, da lei 8987/95 como a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado.Do conceito legal fica claro que o concessionário presta o serviço por sua conta e risco e em caso de dano assume a responsabilização de forma objetiva nos moldes do art. 37 § 6º da CF/88. Quanto ao Estado, responde de forma subsidiária.O ponto polêmico da questão, no entanto, é o relativo à responsabilização da concessionária quanto aos terceiros não usuários do serviço. Imaginemos um caso de um motorista de um veículo particular que vem a ser abalrroado por um ônibus de uma concessionária. Como se dá essa responsabilização já que ele não era usuário direto do serviço?Aqui mais uma vez há divergência na doutrina e na jurisprudência. Entendem alguns que a responsabilidade das pessoas privadas prestadoras de serviços públicos é objetiva somente na situação em que o dano é perpetrado contra os usuários diretos do serviço.Outros perfilham da ideia de que a responsabilidade objetiva dessas pessoas privadas prestadoras de serviço público atinge tanto os usuários como os terceiros não usuários do serviço público. O fundamento dessa doutrina repousa em dois argumentos. O primeiro é que a CF/88 não faz distinção entre as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviço público para efeitos de responsabilização. O segundo é o de que como delegatárias do serviço essas pessoas atuam como se fossem o próprio Estado que responde objetivamente tanto frente ao usuário direto como ao usuário indireto. (Carvalho Filho, José dos Santos, p. 499).A responsabilidade objetiva prevista no texto constitucional, para essa doutrina, incide de maneira igual para o Estado e para as pessoas privadas prestadoras de serviço público e se aplica a usuários diretos e indiretos. JusBrasil Artigos 07 de abril de 2015 No que diz respeito à posição do STF dois foram os momentos. Em 2005, o STF no RE 262.651/SP reformou uma decisão do então Tribunal de Alçada de São Paulo, excluindo a responsabilidade objetiva em face de terceiros não usuários do serviço público. Em 2009, instado novamente o STF no RE 591.874/MS manifestou entendimento de que a responsabilização objetiva de concessionárias de serviço público atinge tanto usuários direto do serviço quanto usuários indiretos. Portanto, o posicionamento atual do STF é o de que as concessionárias respondem objetivamente, na modalidade do risco administrativo, pelos serviços prestados aos usuários diretos e indiretos do serviço público. FONTEhttp://elissoncosta.jusbrasil.com.br/artigos/112020684/a-responsabilidade-civil-do-estado-e-as-concessionarias-de-servico-publico03
  • Para mim a resposta menos errada é a letra "B", assim como foi considerado o gabarito como sendo a correta, mas o caso em tela trata-se de conduta omissiva e dessa forma, aplicando a Teoria da Culpa do Serviço, respondendo de forma subjetiva. Não é entendimento uniforme, porém é o que prevalece.

  • Embora seja responsabilidade civil do Estado, essa responsabilidade vai além do Estado, aplicando-se também a todas “pessoas jurídicas privadas que prestam serviços públicos”. Nesses casos, a responsabilidade da empresa de direito privado frente ao particular é primária e a responsabilidade do Estado é subsidiária (primeiro se cobra da empresa, caso não possa arcar com os prejuízos causados, aí se cobra do Estado). Assim, a praxe é propor a ação contra os dois, se não for assim, caso a empresa não pague, não irá poder acionar o Estado, pois não terá título executivo contra este.

  • para explicar o conceito da letra D: "A responsabilidade civil poderá ser subjetiva, quando necessária a comprovação de culpa do agente causador do dano, ou objetiva, quando importante comprovar somente a ocorrência do dano e o nexo causal. É o que explica Sebastião Geraldo de Oliveira: A responsabilidade será subjetiva quando o dever de indenizar surgir em razão do comportamento do sujeito que causa danos a terceiros, por dolo ou culpa. Já na responsabilidade objetiva, basta que haja o dano e o nexo de causalidade para surgir o dever de indenizar, sendo irrelevante a conduta culposa ou não do agente causador.Para Maria Helena Diniz na responsabilidade subjetiva o ilícito é o fato gerador, sendo que o imputado deverá ressarcir o prejuízo, se ficar provado que houve dolo ou culpa na ação. Já na responsabilidade objetiva a atividade que gerou o dano é lícita, mas causou perigo a outrem, de modo que aquele que a exerce, por ter a obrigação de velar para que dela não resulte prejuízo, terá o dever ressarcitório, pelo simples implemento do nexo causal. Neste caso, a vítima deverá demonstrar pura e simplesmente o nexo de causalidade entre o dano e a ação que o produziu.É evidente que para a responsabilidade subjetiva é necessária a comprovação de quatro pressupostos caracterizadores, quais sejam: ação ou omissão; dano; nexo de causalidade entre a ação ou omissão e o dano; dolo ou culpa do causador do dano. Já para a responsabilidade objetiva só é necessário comprovar a ação ou omissão, o dano e o nexo de causalidade.Segundo José Acir Lessa Giordani: A responsabilidade subjetiva tem como um de seus pressupostos a culpa do agente. Para sua caracterização é fundamental que a culpa seja demonstrada por meio de provas ou através de presunção, como na hipótese da responsabilidade subjetiva com culpa presumida em que se verifica uma inversão do ônus da prova quanto à culpabilidade. A responsabilidade civil objetiva, por sua vez, não exige a demonstração da culpa, bastando a vítima comprovar que houve um dano decorrente da conduta do agente.Para Sérgio Cavalieri Filho a idéia de culpa está visceralmente ligada à responsabilidade, por isso que, de regra, ninguém pode merecer censura ou juízo de reprovação sem que tenha faltado com o dever de cautela em seu agir. Daí ser a culpa, de acordo com a teoria clássica, o principal pressuposto da responsabilidade civil subjetiva. Por outro lado, na busca de um fundamento para a responsabilidade objetiva, afirma o doutrinador que os juristas, principalmente na França, conceberam a Teoria do Risco, justamente no final do século XIX, quando o desenvolvimento industrial agitava o problema da reparação dos acidentes de trabalho. Risco é perigo, é probabilidade de dano, importando, isso, dizer que aquele que exerce uma atividade perigosa deve-lhe assumir os riscos e reparar o dano dele decorrente.Caio Mário da Silva Pereira destaca: A essência da responsabilidade subjetiva vai assentar, fundamentalmente, na pesquisa.
  • Exatamente wellinton fabres, pensei da mesma forma que vc.

    Não houve conduta de nenhum funcionário da empresa concessionária, e sim uma omissão por parte da concessionária, que deverá responder subjetivamente, pela teoria da culpa anônima (ou do serviço, “Faute du Service”), se comprovado que:

    O serviço não funcionou
    O Serviço funcionou mal
    O Serviço funcionou de forma retardada (não célere)

  • Aproveitando a questão, tenho uma dúvida. Se eu sofro um dano por parte do Banco do Brasil, ele não responderá na modalidade de risco administrativo, pois é explorador de atividade econômica. Mas mesmo assim responderá objetivamente por causa do art. 14 do CDC, correto?

  • No caso, Caio Alves, o banco responderá objetivamente, mas não por conta do art. 37, §6° da CF (como vc bem salientou), mas por se tratar de uma relação de consumo entre o bando e o cliente.

  • Não é risco administrativo, nesse caso do banco, mas sim de risco da atividade empresarial.

  • Segundo o que aprendi, esse seria um caso de culpa administrativa, caracterizada pela omissão, sendo a responsabilidade subjetiva.

    Na prova do TJ-SC 2015 a FGV adotou o mesmo posicionamento da FCC, dizendo que a responsabilidade seria objetiva. Parece que as bancas não defendem a Teoria da Culpa.

  • PESSOAS PRIVADAS QUE PRESTAM SERVIÇOS PÚBLICOS RESPONDEM DE FORMA OBJETIVA

  • Na Responsabilidade Objetiva, não se analisa dolo ou culpa.. Delegatários sempre respondem de forma objetiva, devendo se analisar apenas o nexo causal.

  • DELEGATÁRIAS: ( concessionárias, permissionárias ) RESPONDEM


    -> CF : OBJETIVAMENTE ( danos causados por usuários)

    -> STF : OBJETIVAMENTE ( danos causados pelos não usuários ) 


    Alfartanoooooooooooo Forçaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! #INSS - TRT-ce

    gabarito "b"
  • Olha a estratégia da banca: enunciado sem nexo nenhum para confundir o aluno e no final pergunta sobre um dos elementos presentes no enunciado. 


  • A questão deveria ser anulada. O Estado só responde objetivamente na ação. Na omissão, deve ser provada a culpa. Ex.: e se um grupo de moleques tirassem a tampa do bueiro? A concessionária não merecia ser responsável aqui.


    Mas a B é a menos pior (todas as outras estão 100% erradas e ela está uns 50% errada).

  • Art. 37 § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as pessoas de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.



    GABARITO ''B''
  • A questão "B" é considerada correta por exclusão das demais. No entanto, está errada, também.

    ... A administração (nesse caso, a concessionaria) não tem responsabilidade objetiva quando se trata de omissão. Nesse caso é subjetiva. A pessoa deve provar que houve culpa ou dolo, omissão, dano e nexo causal.


    Outros exemplos de omissão da administração e que a mesma responde subjetivamente: Enchente, queda de árvore, prejuízos decorrentes de assalto, bala perdida, etc.


    Fonte: Mazza, 4ª edição.

  • prejuizos causados a terceiro por concessionarias e permissionárias , respondem objetivamente

    - lembrar que também serve Cartorários

  • culpa anonima quando não há agente.

  • A responsabilidade subjetiva é aquela que depende da existência de dolo ou culpa por parte do agente causador do dano. 

    Já a responsabilidade objetiva não depende da comprovação do dolo ou da culpa do agente causador do dano, apenas do nexo de causalidade entre a sua conduta e o dano causado à vítima, ou seja, mesmo que o agente causador não tenha agido com dolo ou culpa, deverá indenizar a vítima. 

     

    A responsabilidade das pessoas jurídicas de direito público é objetiva e a responsabilidade do agente público causador do dano é subjetiva.

  • Em 18/11/18 às 20:23, você respondeu a opção B. Você acertou!

    Em 30/09/18 às 09:05, você respondeu a opção D. Você errou!


    avante guerreiros!

  • GABARITO: LETRA B

    DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

    Art. 37. § 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

    FONTE: CF 1988

  • Comentário:

    Vamos analisar cada alternativa:

    a) ERRADA. Não há solidariedade nesse caso, vale dizer, a ação deveria ter sido ajuizada somente perante a concessionária. Sobre o assunto, vale conhecer o teor do art. 25 da Lei 8.987/95, que trata da delegação de serviços públicos a particulares mediante concessão e permissão:

    Art. 25. Incumbe à concessionária a execução do serviço concedido, cabendo-lhe responder por todos os prejuízos causados ao poder concedente, aos usuários ou a terceiros, sem que a fiscalização exercida pelo órgão competente exclua ou atenue essa responsabilidade.

    b) CERTA, nos termos do art. 37, §6º da CF, transcrito no comentário da opção “a”.

    c) ERRADA. A responsabilidade objetiva do Estado é extensível às empresas privadas prestadoras de serviços públicos, conforme expresso no art. 37, §6º da Constituição Federal:

    § 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

    d) ERRADA. De fato, a responsabilização da concessionária possui amparo no ordenamento jurídico (CF, art. 37, §6º), mas na modalidade objetiva, e não subjetiva.

    e) ERRADA. Embora os conceitos de “força-maior”, “inevitável” e “imprevisível” contenham certa dose de subjetividade, não é possível afirmar que um bueiro sem tampa seja uma situação dessa natureza, capaz de excluir a responsabilidade objetiva da concessionária.

    Gabarito: alternativa “b”

  • Gabarito B

    Trata-se da Teoria do risco administrativo, que gera responsabilidade objetiva da Administração Pública por danos sofridos pelo particular:

    As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão OBJETIVAMENTE pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, seja o dano lícito ou ilícito, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. Ou seja, no caso do agente causador do dano, a responsabilidade é subjetiva, respondendo ele no caso de haver dolo ou culpa.

    ___________________________________________________________________________

    A Responsabilidade Civil da Concessionária e Permissionária de Serviços Públicos sempre será OBJETIVA, independentemente, se o fato ilícito ocorrer com um usuário ou terceiro.

    No Brasil, a delegação de serviços está regulamentada pela lei 8.987/95 , na qual fica expresso que essas empresas prestam o serviço por sua conta e risco, e em caso de danos assumem a responsabilidade objetiva de repará-los.

  • Fiquei em dúvida porque não percebi nenhum nexo de causalidade entre a conduta e o dano. Que relação tem a concessionária de gás com o bueiro de tampa aberta?
  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:  

     

    § 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

  • Analisemos cada proposição, à procura da correta:

    a) Errado:

    Inexiste solidariedade entre a concessionária de serviço público e o Poder Público (poder concedente), sendo a responsabilidade direta e objetiva pertencente apenas à própria delegatário do serviço, que o presta por sua conta e risco, na forma do art. 25 da Lei 8.987/95:

    "Art. 25. Incumbe à concessionária a execução do serviço concedido, cabendo-lhe responder por todos os prejuízos causados ao poder concedente, aos usuários ou a terceiros, sem que a fiscalização exercida pelo órgão competente exclua ou atenue essa responsabilidade."

    Refira-se que, conforme entendimento doutrinário e jurisprudencial, o poder concedente possui apenas responsabilidade subsidiária, isto é, dependente de a empresa concessionária não possuir patrimônio suficiente para arcar integralmente com o pagamento da indenização devida.

    b) Certo:

    Realmente, a responsabilidade civil das concessionárias de serviços públicos é objetiva, por expressa determinação contida no art. 37, §6º, da CRFB, que abraça pessoas de direito público e de direito privado prestadoras de serviços públicos, litteris:

    "Art. 37 (...)
    § 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa."

    c) Errado:

    Como acima demonstrado, a responsabilidade civil do Estado é expressa ao abranger, ainda, pessoas de direito privado prestadoras de serviços públicos, o que seria o caso.

    d) Errado:

    Em rigor, a responsabilidade é objetiva, independendo, portanto, da demonstração do elemento culpa ou dolo, para que reste configurada. Basta a presença de conduta estatal, dos danos e do nexo de causalidade.

    e) Errado:

    A hipótese não seria de força maior, inevitável e imprevisível, sendo plenamente possível que a empresa concessionária exerça a fiscalização devida em suas próprias atividades para que seus equipamentos não acarretem danos a usuários e terceiros, sendo certo que constitui dever da delegatária a prestação de serviços adequado e seguros.


    Gabarito do professor: B


ID
1477900
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A instauração de processo administrativo, nos termos do que dispõe a Lei no 9.784/99,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A - Art. 9o São legitimados como interessados no processo administrativo:

      I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;


  • Lei nº 9.784.

    Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.


    Gabarito (A)

  • Letra A

    Art. 9. São legitimados como interessados no processo administrativo:
    I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;

    II - aqueles que, sem terem iniciado o processo, têm direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser  adotada;
    III - as organizações e associações representativas, no tocante a direitos e interesses coletivos;
    IV - as pessoas ou as associações legalmente constituídas quanto a direitos ou interesses difusos.

  •         Letra A.

            Conforme o art. 5º  da Lei 9.784/99, o processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado. O art, 9º da mesma lei diz quem podem ser os interessados:

    São legitimados como interessados no processo administrativo:

      I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;

      II - aqueles que, sem terem iniciado o processo, têm direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser  adotada;

      III - as organizações e associações representativas, no tocante a direitos e interesses coletivos;

      IV - as pessoas ou as associações legalmente constituídas quanto a direitos ou interesses difusos.



  • Gabarito A.

    Art. 5º  da Lei 9.784/99,

  • Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

  • GABARITO : A

    ei nº 9.784.

    Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

    +

    Art. 9o São legitimados como interessados no processo administrativo:

    I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;



  • Gabarito: A

    Conforme a Lei 9784/99 Capítulo IV - Do início do processoArt. 5º O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.                                                                                                                                                                 ↓                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                Princípio da Oficialidade 

    Capítulo V - Dos interessadosArt. 9º São legitimados como interessados no processo administrativo: I - pessoas físicas ou jurídicas que iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;II - aqueles que, sem terem iniciado o processo, têm direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser adotada;III - as organizações e associações representativas, no tocante a direitos e interesses coletivos;IV- as pessoas ou as associações legalmente constituídas quanto a direitos ou interesses difusos.

    O art. 9º é semelhante ao art. 58


  • A. A instauração se dá por meio de portaria, que irá designar a comissão responsável pelo processo e dar início ao processo administrativo. A iniciativa pode ser da Adm Pública, de ofício, ou, pode ser do particular interessado.

  • CAPÍTULO V

    DOS INTERESSADOS

     Art. 9o São legitimados como interessados no processo administrativo:

      I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;

      II - aqueles que, sem terem iniciado o processo, têm direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser  adotada;

      III - as organizações e associações representativas, no tocante a direitos e interesses coletivos;

      IV - as pessoas ou as associações legalmente constituídas quanto a direitos ou interesses difusos.

      Art. 10. São capazes, para fins de processo administrativo, os maiores de dezoito anos, ressalvada previsão especial em ato normativo próprio.

  • Gente, é importante ter em mente que o Judiciário precisa ser provocado! 

    Só com essa informação dava pra eliminar varias opções! 

  • Ref. assertiva (A). Princípio da oficialidade, onde a administração instaura, instruir, julga e revisar determinado processo administrativo.

  • O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

  • LETRA A CORRETA 

           Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

    Art. 9o São legitimados como interessados no processo administrativo:

      I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;


  • Art 5, lei 9784

  • GABARITO LETRA ´´A`` 


    1) Corretas, conforme explicações acima. 


    2) Errada, Ministério Público não figura como legitimado, conforme Art. 9º. 


    3) Errado, pode iniciar de ofício, conforme Art. 5º 


    4) Errado, o processo administrativo pode iniciar de ofício ou a pedido do interessado, conforme Art. 5º


    5) Errado, não encontrei justificação legal, mas entendo que a pena de demissão pode se aplicada, independente de autorização judicial, devido ao princípio da SEPARAÇÃO DOS PODERES


    CONFORME A LEI 9.784/99


    ´´A essência da perfeição é a caridade``

  • VIDE   Q763304        pessoa jurídica pode figura no PAD       

     

    PALAVRAS CHAVE

    Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

    Art. 9o São legitimados como interessados no processo administrativo:

    I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;

  • Alternativa A.

     

    Segundo o artigo 5.º c/c com o artigo 9.º da lei 9.784/1999:

     

    Art. 5.º O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

     

    Art. 9.º São legitimados como interessados no processo administrativo:

    I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;

  • Legitimados no processo administrativo

    I – pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação; (procuração)

    II – aqueles que, sem haver iniciado o processo, têm direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser adotada;

  • Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

     

    Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de:

     

    XII - impulsão, de ofício, do processo administrativo, sem prejuízo da atuação dos interessados;

     

    Resposta: Letra A. 

     

  • Pessoas que podem entrar com processos administrativos e Recursos !!

    Processo Administrativos:

    1- PF OU PJ detentoras do direito ou representando outras;

    2- Todos aqueles que foram afetados pelo processo;

    3- Organização e Associação - Interesses Coletivos (OiA PAi)

    4- Pessoas e Associações - Interesse Difusos

    Recurso Administrativo:

    1- PF OU PJ detentoras do direito ou representando outras;

    2- Todos aqueles que foram afetados pelo processo;

    3- Organização e Associação - Interesses Coletivos (OiA CAi)

    4- Cidadãos e Associações - Interesses Difusos

  • Comentário:

    A instauração do processo administrativo pode se dar de ofício, ou seja, pela própria Administração, assim como por iniciativa do interessado. É o que prevê o art. 5º da Lei 9.784/99:

    Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

    Gabarito: alternativa “a”

  • Erick Alves | Direção Concursos

    18/02/2020 às 17:52

    Comentário:

    A instauração do processo administrativo pode se dar de ofício, ou seja, pela própria Administração, assim como por iniciativa do interessado. É o que prevê o art. 5º da Lei 9.784/99:

    Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado.

    Gabarito: alternativa “a”

  • Vejamos as opções lançadas pela Banca, em busca da única correta:

    a) Certo:

    De início, cumpre dizer que pessoas físicas e jurídicas que sejam titulares dos direitos debatidos possuem, realmente, legitimidade para a instauração de processos administrativos, a teor do art. 9º, I, da Lei 9.784/99:

    "Art. 9o São legitimados como interessados no processo administrativo:

    I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;"

    Ademais, também é verdadeiro que tal instauração também pode ocorrer de ofício, na forma do art. 5º, caput, do mesmo diploma legal, que encampa o denominado princípio da oficialidade, in verbis:

    "Art. 5o O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido de interessado."

    Assim, inteiramente correta esta opção.

    b) Errado:

    Assertiva que malfere o acima transcrito art. 5º, caput, que prevê a possibilidade de instauração do processo de ofício.

    c) Errado:

    Novamente, a presente assertiva agride o citado art. 5º, caput, da Lei 9.784/99.

    d) Errado:

    Cuida-se agora de proposição incorreta, porquanto, além da instauração de ofício, a lei é clara ao permitir, do mesmo modo, que a Administração seja provocada por parte interessada.

    e) Errado:

    A instauração de processo administrativo constitui medida autoexecutória, o que significa dizer que independe de intervenção jurisdicional para tanto.


    Gabarito do professor: A


ID
1477903
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O regime jurídico de direito público confere à Administração pública um conjunto de prerrogativas que se expressam nas atividades por ela desenvolvidas. No âmbito dos contratos administrativos, pode-se identificar algumas cláusulas exorbitantes que representam essas prerrogativas da Administração pública, tal como

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 8.666.

    Art. 58. O regime jurídico dos contratos administrativos instituído por esta Lei confere à Administração, em relação a eles, a prerrogativa de:

    I - modificá-los, unilateralmente, para melhor adequação às finalidades de interesse público, respeitados os direitos do contratado;


    Gabarito (E)

  • A letra E é a correta.
    O regime jurídico de direito público confere à Administração Pública algumas prerrogativas frente ao contratado-particular.
    A hipótese do item E é uma delas.

  • Alguém poderia me esclarecer uma dúvida: o "o equilíbrio econômico-financeiro do contrato" não seria a única cláusula que a Administração não poderia mexer?

  • Vanessa IPD, mas na questão diz isso "assegurado o equilíbrio econômico-financeiro do contrato."

  • Art. 58. O regime jurídico dos contratos administrativos instituído por esta Lei confere à Administração, em relação a eles, a prerrogativa de:

    I - modificá-los, unilateralmente, para melhor adequação às finalidades de interesse público, respeitados os direitos do contratado;

    II - rescindi-los, unilateralmente, nos casos especificados no inciso I do art. 79 desta Lei;

    III - fiscalizar-lhes a execução;

    IV - aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou parcial do ajuste;

    V - nos casos de serviços essenciais, ocupar provisoriamente bens móveis, imóveis, pessoal e serviços vinculados ao objeto do contrato, na hipótese da necessidade de acautelar apuração administrativa de faltas contratuais pelo contratado, bem como na hipótese de rescisão do contrato administrativo.

    § 1o As cláusulas econômico-financeiras e monetárias dos contratos administrativos não poderão ser alteradas sem prévia concordância do contratado.

    § 2o Na hipótese do inciso I deste artigo, as cláusulas econômico-financeiras do contrato deverão ser revistas para que se mantenha o equilíbrio contratual.

    Art. 59. A declaração de nulidade do contrato administrativo opera retroativamente impedindo os efeitos jurídicos que ele, ordinariamente, deveria produzir, além de desconstituir os já produzidos.

    Parágrafo único. A nulidade não exonera a Administração do dever de indenizar o contratado pelo que este houver executado até a data em que ela for declarada e por outros prejuízos regularmente comprovados, contanto que não lhe seja imputável, promovendo-se a responsabilidade de quem lhe deu causa.


  • Gabarito E.

    Art. 58, I da Lei de Licitações 8.666.

  • "a faculdade de promover alterações unilaterais no contrato, independentemente de anuência da contratada, assegurado o equilíbrio econômico-financeiro do contrato".

    cláusulas econômico-financeiras do contrato só podem ser modificadas através de acordo entre as partes, não se admitindo alteração unilateral.

  •  o contratado deve suportar em até 90 dias de atraso no pagamento.Após esse prazo ele pode arguir Administração pública .


  • Alguns doutrinadores entendem que existem dois contratos: 


    1 - O da concessão (unilateral);

    2 - O de valor financeiro do contrato que é bilateral.

    O de valor financeiro, como é um contrato bilateral de vontades, só pode ser alterado com a anuência das duas partes, mesmo tendo o princípio da imperatividade por parte de um dos contratantes. Já o de concessão, poderá ser alterado a qualquer tempo por ser um contrato unilateral e aqui prevalece o princípio da imperatividade.
  • Me ajudem a esclarecer isso na minha cabeça!!


    No art. 58 

    § 1o As cláusulas econômico-financeiras e monetárias dos contratos administrativos não poderão ser alteradas sem prévia concordância do contratado. 


    Sendo assim não contradiz a alternativa E?

  • Lídia Moreira, desde que obedecido a manutenção econômica-financeira do contrato, o mesmo pode ser alterado unilateralmente pela Administração Pública. Caso alguma revisão em clásulas de execução impactar no equilíbrio econômico-financeiro do contrato, a Administração deverá, através de aditamento, reestabelecer o equilíbrio econômico-financeiro (art. 65, parág. 6, Lei 8.666/93)

  • A letra E) trouxe o regramento geral, mas se deve ter cuidado com um ponto específico:  se for cláusula contratual que trate da remuneração do particular, nunca poderá sofrer alteração unilateral, pois tais modificações pressupõem a anuência do contratado.

  • A letra E diz: ASSEGURADO o equilíbrio econômico financeiro.

  • Olha Valesca, na minha opinião a letra D está errada, pq a Administração só poderá assinar o contrato com o licitante vencedor, não pode fechar contrato com mais ninguém, se aquele licitante foi o vencedor, é pq ele tinha a melhor proposta, aquela que seria mais vantajosa para a administração!

  • Ainda não consegui encontrar a resposta para a alternativa E, pois este trecho..."independentemente de anuência da contratada" está se contradizendo com os artigos abaixo: HELP aí gente...

    Lei nº 8.666.

    Art. 58. O regime jurídico dos contratos administrativos instituído por esta Lei confere à Administração, em relação a eles, a prerrogativa de:

    I - modificá-los, unilateralmente, para melhor adequação às finalidades de interesse público, respeitados os direitos do contratado;

    § 1o As cláusulas econômico-financeiras e monetárias dos contratos administrativos não poderão ser alteradas sem prévia concordância do contratado. 

    ========================================================

    Art. 65. Os contratos regidos por esta Lei poderão ser alterados, com as devidas justificativas, nos

    seguintes casos:

    § 6o Em havendo alteração unilateral do contrato que aumente os encargos do contratado, a Administração

    deverá restabelecer, por aditamento, o equilíbrio econômico financeiro

    inicial.

  • Gente...deixa eu ver se consigo ajudar. Pra começar é necessário saber que existem dois tipos de alterações unilaterais:
    - alteração de cláusulas regulamentares (ex: adm pode alterar o contrato para exigir a construção de 120 casas populares, em vez das 100 inicialmente previstas no contrato);
    alteração de cláusulas econômico (financeiras).

    Das duas, apenas a alteração unilateral das cláusulas regulamentares é permitida sem prévia concordância (são alterações qualitativas e quantitativas). A alteração repercutirá necessariamente no valor do contrato, razão pela qual deverá ser realizado o reequilíbrio econômico. 

    Já a alteração de cláusula econômico financeira é uma consequência da primeira alteração, ou seja, da alteração regulamentar, por isso não é lícita, já que haveria alteração unilateral e direta do valor do contrato sem anuência do contratado.

    Espero ter ajudado. Busquem a obra de Rafael Carvalho Rezende, pags 437 e segs que vai ajudar bastante.

    Se alguém discordar ou tiver entendimento diferente, por favor deixe sua contribuição. 

    Joy.


  • Pessoal, não dá pra fazer a questão sem ter o conceito do que são cláusulas exorbitantes. As cláusulas são vantagens que a administração pública tem num contrato que normalmente seriam ilícitas, mas devido à supremacia do poder público sobre o privado a administração pode usar de algumas vantagens contratuais. Uma delas é a rescisão unilateral
  • ART 58 - Cláusulas Exorbitantes = FARAÓ

    – iscalizar os contratos

    A – plicar sanções (motivadamente pela inexecução total ou parcial do ajuste)

    R – escindir unilateralmente

    A – lterar (para melhorar adequação às finalidades de interesse público, respeitos os direitos do contratado - equilíbrio econômico-financeiro)

    O – cupar bens (nos casos de serviços essenciais – bens móveis, imóveis, pessoal e serviços vinculados ao objeto do contrato)

  • Fácil 

  • não é fácil... Foi você quem estudou!

    aliás:nada é facil.

  • Lei 8.666

    Art 65

    § 6o  Em havendo alteração unilateral do contrato que aumente os encargos do contratado, a Administração deverá restabelecer, por aditamento, o equilíbrio econômico-financeiro inicial.

    Alternativa Letra E

  • Gabarito (E)

    A Admnistração pode promover alterações unilaterais no contrato "independentemente de anuência da contratada" ( Ou seja independente da aprovação da contratada,),  assegurado o equilíbrio econômico-financeiro do contrato.

    Lei nº 8.666.

    Art. 58. I, §2º

  • A gente estuda, sabe o assunto, tá seguro. Aí na hora da prova se depara com essa "faculdade" e dá uma tremedeira nas pernas. o.O

     

     

    A meu ver a "faculdade" está equivocada pelo fato de, havendo o desequilíbrio, a Adm tem o dever e não a faculdade. Mas por eliminação chegamos ao gabarito.

     

     

    § 2o  Na hipótese do inciso I deste artigo, as cláusulas econômico-financeiras do contrato deverão ser revistas para que se mantenha o equilíbrio contratual.

     

    § 6o  Em havendo alteração unilateral do contrato que aumente os encargos do contratado, a Administração deverá restabelecer, por aditamento, o equilíbrio econômico-financeiro inicial.

  • Cláusulas Exorbitantes - Mnemônico FARAÓ:

     

    F – iscalizar os contratos.

    A – plicar sanções (motivadamente pela inexecução total ou parcial do contrato).

    R – escindir unilateralmente.

    A – lterar (modificar para melhorar adequação às finalidades de interesse público, respeitos os direitos do contratado).

    O – cupar bens (nos casos de serviços essenciais – bens móveis, imóveis, pessoal e serviços vinculados ao objeto do contrato).

  • Gabarito: E.

     

    Mais dicas:

     

    Cláusulas exorbitantes → “ F E R R A M O

    - Fiscalização da execução do contrato; (Art. 58, III)

    - Exigências de garantias pela administração; (Art. 56)

    - Rescisão unilateral; (Art. 58, II)

    - Restrições à oposição, pelo contratado, da exceção do contrato não cumprido; (Art. 78, XV)

    - Aplicação de sanções; (Art. 58, IV)

    - Modificação unilateral do contrato; (Art. 58, I)

    - Ocupação provisória de bens, pessoal e serviços; (Art. 58, V)

     

    Cláusulas exorbitantes → “ A F E R R O A

    - Alteração unilateral do contrato; (Art. 58, I)

    - Fiscalização da execução do contrato; (Art. 58, III)

    - Exigências de garantias pela administração; (Art. 56)

    - Rescisão unilateral; (Art. 58, II)

    - Restrições à oposição, pelo contratado, da exceção do contrato não cumprido; (Art. 78, XV)

    - Ocupação provisória de bens, pessoal e serviços; (Art. 58, V)

    - Aplicação de sanções. (Art. 58, IV)

     

     

  • GABARITO LETRA E

     

    LEI Nº 8666/1993 (REGULAMENTA O ART. 37, INCISO XXI, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, INSTITUI NORMAS PARA LICITAÇÕES E CONTRATOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)

     

    ARTIGO 58. O regime jurídico dos contratos administrativos instituído por esta Lei confere à Administração, em relação a eles, a prerrogativa de:

     

    I - modificá-los, unilateralmente, para melhor adequação às finalidades de interesse público, respeitados os direitos do contratado;

    II - rescindi-los, unilateralmente, nos casos especificados no inciso I do art. 79 desta Lei;

    III - fiscalizar-lhes a execução;

    IV - aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou parcial do ajuste;

    V - nos casos de serviços essenciais, ocupar provisoriamente bens móveis, imóveis, pessoal e serviços vinculados ao objeto do contrato, na hipótese da necessidade de acautelar apuração administrativa de faltas contratuais pelo contratado, bem como na hipótese de rescisão do contrato administrativo.

     

    § 2o  Na hipótese do inciso I deste artigo, as cláusulas econômico-financeiras do contrato deverão ser revistas para que se mantenha o equilíbrio contratual.

  • Eis os comentários sobre cada afirmativa:

    a) Errado:

    Inexiste a prerrogativa aqui defendida pela Banca. Em verdade, os atrasos de pagamento somente obrigam o particular a permanecer executando suas obrigações contratuais até atingirem 90 dias. A partir daí, é cabível a rescisão contratual, por culpa da Administração, como se vê do art. 78, XV, da Lei 8.666/93:

    "Art. 78.  Constituem motivo para rescisão do contrato:

    (...)

    XV - o atraso superior a 90 (noventa) dias dos pagamentos devidos pela Administração decorrentes de obras, serviços ou fornecimento, ou parcelas destes, já recebidos ou executados, salvo em caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra, assegurado ao contratado o direito de optar pela suspensão do cumprimento de suas obrigações até que seja normalizada a situação;"

    Dito de outro modo, a exceção do contrato não cumprido é apenas relativizada pela Lei 8.666/93, mas não totalmente afastada, tal como foi aduzido pela Banca.

    b) Errado:

    As hipóteses de dispensa e de inexigibilidade de licitação encontram-se elencadas em lei (Lei 8.666/93, arts. 24 e 25), sendo certo que não passíveis de alargamento mediante decretos autônomos, tal como sugerido neste item. Os casos excepcionais em que a Administração pode dispor mediante decreto, sem a necessidade de lei prévia, são apenas aqueles listadas no art. 84, VI, da CRFB, que não abrangem, evidentemente, o aumento de casos de dispensa ou de inexigibilidade.

    c) Errado:

    Por expressa imposição constitucional, a regra consiste na necessidade de realização de prévia licitação para as contratações celebradas pelo Poder Público, sendo certo que as exceções - casos de dispensa e de inexigibilidade - precisam estar previstas em lei, o que se extrai do art. 37, XXI, da CRFB:

    "Art. 37 (...)
    XXI - ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações."

    Logo, é incorreto sustentar que a Administração tenha o poder de decidir, ao seu inteiro talante, quando determinado contrato deva se submeter à prévia licitação.

    d) Errado:

    Novamente, aqui foi apresentada providência que não ostenta a mais vaga base normativa. Bem pelo contrário, à luz do princípio da adjudicação compulsória, associada ao caráter personalíssimo dos contratos administrativos, somente o licitante vencedor está habilitado a executar o objeto contratual, uma vez que foi ele quem ofertou a proposta mais vantajosa, bem como demonstrou reunir condições para a entrega escorreita do objeto contratado.

    e) Certo:

    Por fim, trata-se aqui de assertiva que conta com apoio expresso no art. 58, I, e §§1º e 2º, da Lei 8.666/93:

    "Art. 58.  O regime jurídico dos contratos administrativos instituído por esta Lei confere à Administração, em relação a eles, a prerrogativa de:

    I - modificá-los, unilateralmente, para melhor adequação às finalidades de interesse público, respeitados os direitos do contratado;

    (...)

    § 1o  As cláusulas econômico-financeiras e monetárias dos contratos administrativos não poderão ser alteradas sem prévia concordância do contratado.

    § 2o  Na hipótese do inciso I deste artigo, as cláusulas econômico-financeiras do contrato deverão ser revistas para que se mantenha o equilíbrio contratual."


    Gabarito do professor: E


ID
1477906
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Durante o curso de um procedimento de licitação, um servidor do órgão responsável pelo certame identificou que uma das formalidades legais não estava sendo cumprida. Formalizou a constatação da irregularidade ao seu superior, que adotou as providências e comunicações cabíveis para que a licitação

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    O art. 53 da Lei n. 9.784/99: “A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos”.


    Com o mesmo teor, a Súmula n. 473 do STF enuncia: “A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”.


  • Letra B.

    Art. 49. A autoridade competente para a aprovação do procedimento somente poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anulá-la por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado. (lei 8666/93)

  • Gabarito B.

    Vícios de legalidade devem ser anulados... Art.53 da Lei 9784/99.

  • - Tanto a Administração Pública (de ofício) quanto o Poder Judiciário (a pedido) podem anular.

    E não se confunde com revogação = quando o ato é legal mas por motivo de conveniência e oportunidade o ato é revogado somente pela Administração.

  • Anulação: Em caso de ilegalidade

    Revogação: Ato é legal, mas, por motivo de conveniência e oportunidade é revogado pela administração. Importante lembrar que atos vinculados não podem ser revogados, por não existir análise quanto à conveniência e oportunidade.
  • A - ERRADO - DEPENDENDO DE QUAL ELEMENTO FOI OBJETO DE VÍCIO, O ATO PODERÁ SER CONVALIDADO, MAS ISSO NÃO SIGNIFICA QUE APÓS A ADMINISTRAÇÃO TOMAR CONHECIMENTO TERÁ POR TEMPO INDETERMINADO SANAR O VÍCIO. 


    B - CORRETO

    C - ERRADO - QUALQUER QUE SEJA O ELEMENTO DO ATO - QUANDO VICIADO - NUNCA SE DARÁ SUA REVOGAÇÃO. POIS A REVOGAÇÃO SIGNIFICA A RETIRADA DE ATOS VÁLIDOS SEM QUALQUER VÍCIO.

    D - ERRADO - A LICITAÇÃO NÃO SERÁ DISPENSADA, DAR-SE-Á O SEU PROCEDIMENTO NORMAL.

    E - ERRADO - PODER DEVER DE AGIR DA ADMINISTRAÇÃO DIANTE DE UM ATO VICIADO, DEPOIS DE RECONHECIDO.


    GABARITO ''B''
  • Contrato de emergência? Existem vários exemplos de licitações que simplesmentes foram suspensas e depois retomadas sem qualquer prejuízo. A alternativa a leva a crer que sempre será necessário fazer contrato de emergência, o que é falso.



    Além disso, a letra E está mais correta, pois pas de nulite sans grief, ou seja, pode até haver falta de alguma formalidade, mas não há nulidade sem que esteja comprovado o prejuízo para a administratação. Questão muito mal feita.

  • Vixe, não foi assim que aprendi na faculdade... :( Marquei a E.

  • Questão muitíssimo mal formulada, se a licitação ainda estava em curso era perfeitamente possível suspender para corrigir o vício formal sem necessidade de se anular todo o procedimento. Eu trabalho no setor de licitações de uma universidade federal e vejo isso toda hora. Princípio da eficiência!

  • A anulação da licitação se dá por motivo de ilegalidade, irregularidade, que é o caso da questão.

    A revogação da licitação, por sua vez, é por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta.

  • nao se revoga atos de procedimentos licitatorios, salvo:

    1. por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta

    2. licitaçao antes de assinado o contrato.

  • Letra B

    O Princípio do Procedimento Formal é um dos princípios do procedimento licitatório que determina que o processo licitatório deve atender a todas as formalidades da lei, não podendo o Administrador inventar uma nova modalidade de licitação, nem mesmo misturar duas modalidades em um só certame.

    Apesar de tal formalismo, é importante lembrar que elas devem ser necessárias; considerando que formalidade por mera formalidade não se justifica. [...] Também o reconhecimento de nulidade de um processo licitatório por desatendimento ao formalismo só deve prosperar quando a ausência da exigência causar prejuízos aos licitantes ou à Administração Pública.


    Fernanda Marinela - Profª de Direito Administrativo da LFG.


  • Artigo 49 da Lei 8666/93

    Como a questão informa que uma das formalidades LEGAIS não estava sendo cumprida, o caso será de ANULAÇÃO, conforme artigo citado acima.

  • Galera, falou em VÍCIO LEGAL é anulação.

  • Fiquei em dúvida, pois de acordo com Hely Lopes, não se anula o procedimento se não causar dano a alguma das partes.

  • Também aprendi assim segundo o Doutrinador Leandro Bortoleto pela lição de Hely Lopes que não se anula o procedimento se não causar danos às partes.

  • Acho que a banca queria o entendimento trivial de que um dos princípios específicos da Lei de Licitação é a "vinculação ao edital", decorrente do princípio da legalidade. Nem a Administração Pública, nem o contratado podem descumprir as normas e condições do edital.

    Lendo os comentários dos colegas, parece que na prática percebe-se muito a suspensão do contrato para sanar o vicio alegado. Mas teoria e prática são coisas que às vezes não se confundem! (EM CONCURSOS PÚBLICOS)

     

  • Como diria Matheus Carvalho professor de administrativo,  Hely lopes é um ótimo doutrinador porém péssimo para quem estuda para concursos, tendo em vista que ele já faleceu há muito tempo e nenhuma pessoa consegue acompanhar o seu raciocínio. Sugiro que escolham outro para estudar.


  • O que eu entendi dessa questão é que ela é de nível médio e a única coisa que queria saber é: vício de formalidade, quando a forma é prevista em lei, pode gerar o quê? Resposta Letra b. Questão extremamente simples. 

  • Sobre a opção D, em momento nenhum o enunciado diz que o certame já havia chegado ao ponto de escolher a melhor proposta, logo fica mais errada ainda a hipótese de prejuizo à administração.

  • A regra é a mesma dos atos: 

    Quando há vicio de legalidade devem ser sempre anulados.

    Gab. B

  • Para mim, FORMALIDADES LEGAIS, tem a ver com defeito de forma; e sendo assim, pode ser convalidado por uma ratificação, por isso marquei a A...

  • Resumindo o texto:

    Vício de legalidade = anulação do ato.

     

    Letra B

  • Deveria haver mais vídeos de questões, com essa professora...;)

  • A qestão fala de vício de FORMA.

    CO - FI - FO ( competência, finalidade e forma - Elementos sempre vinculados,mesmo em atos discricionários , portanto comportam ANULAÇÃO )

  • COMFIRFOMOB- Convalidam: competência e Forma. A forma pode ser convalidada, desde que não seja fundamental à validade do ato.

    Não se convalidam: Finalidade, motivo e objeto.

    Neste caso, segue-se com a anulação, já que, houve vício de forma atingindo o seu nucleo (ILEGALIDADE) que era fundamental à validade do ato.

    Sobre o comentário da colega Milena Costa, sua exemplificação é pertinente, visto que na prática é assim mesmo que acontece, porém, não é o que preceitua a Lei.

     

  • Acredito que caberia a A ou B (saneamento do vício ou anulação, a questão não demonstra em que fase se está no processo licitatório). O problema da A é que a contratação emergencial não se justifica, portanto, está errada.

  • GABARITO: B

    Art. 49. A autoridade competente para a aprovação do procedimento somente poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anulá-la por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado.

  • GABARITO LETRA B

     

    LEI Nº 8666/1993 (REGULAMENTA O ART. 37, INCISO XXI, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, INSTITUI NORMAS PARA LICITAÇÕES E CONTRATOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)

     

    ARTIGO 49.  A autoridade competente para a aprovação do procedimento somente poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anulá-la por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado.


ID
1477909
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Dentre as formas de provimento em cargo público previstas na Lei no 1.118/71, a

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    Art. 28. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.


    § 1o Na hipótese de o cargo ter sido extinto, o servidor ficará em disponibilidade, observado o disposto nos arts. 30 e 31.


    § 2o Encontrando-se provido o cargo, o seu eventual ocupante será reconduzido ao cargo de origem, sem direito à indenização ou aproveitado em outro cargo, ou, ainda, posto em disponibilidade.


  • "Afastado" é totalmente diferente de "demitido".

  • O instituto da nomeação e da exoneração ocorre tanto para cargos efetivos, quanto para cargos comissionados. Já em relação à função de confiança, há a designação e a dispensa. 

  • Gabarito E.

    Na Ação de Reintegração de Posse o possuidor visa recuperar a posse pois, a ofensa exercida contra ele, o impediu de continuar exercendo as suas prerrogativas e direitos.

  • Reintegração: art. 28 (lei 8112) - É a  reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

  •  a) ERRADA: não precisam de ordem judicial

    b) ERRADA: não precisará de fazer novo concurso

    c) ERRADA: nomeação é forma de provimento de cargo efetivo, comicionado, art. 9˚

    d) ERRADA: transferência não muda o tipo do regime do servidor púb.

     e) CERTA: reintegração é o reingresso do servidor no cargo que ocupava, que tem direito a receber as vantagens do período em que esteve afastado. art. 28

  • REINTEGRAÇÃO(segundo o prof.Matheus Carvalho): É provimento derivado que enseja o retorno do servidor público estável ao cargo que ocupava anteriormente, em virtude da anulação do ato de demissão.


    Ocorre, portanto, quando invalidada a demissão do servidor estável por decisão judicial ou administrativa, sendo que o reintegrado será indenizado por tudo que deixou de ganhar em virtude da demissão ilegal.


  • Gab. Letra E

    Lei 1118/71

    Art. 42 – A reintegração, que decorrerá de decisão administrativa ou judiciária passada em julgado, é o reingresso no serviço público, com ressarcimento das vantagens atinentes ao cargo.


    • Não se aplica mais a transferência e ascensão do artigo 8°(ex: servidor público que sai do nível máximo de um cargo de técnico administrativo para o inicial de analista). A transferência não existe mais no texto legal por ser considerada inconstitucional. Deve-se usar remoção.

  • só achei que deveria estar dizendo servidor estável, pq omitindo essa informação acaba generalizando e não é qualquer servidor, é o servidor estável...

    mas de qualquer forma é mais correta mesmo! só achei um pouco incompleta...

    se eu estiver errado me corrijam! Abs
  • gabarito: E

    A questão pede referente a Lei no 1.118/71, mas com o entendimento da LEI 8112/90 podemos responder a questão.
    Reintegração é o típico caso do servidor demitido injustamente quando o mesmo retorna ao serviço público. Lembrando que neste caso há indenização.
    Eu não conhecia a lei 1118/71 e acertei a questão por interpretá-la pela 8112/90 RJU.
  • Art. 28. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

  • Importante mencionar que o indivíduo é Nomeado para cargo efetivo e em comissão;  quando se refere à função de confiança o termo é Designação. 



    Bons estudos! 

  • LETRA E CORRETA 

    Art. 28. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

  • Art. 43 A reintegração será feita no cargo anteriormente ocupado; se este houver sido transformado, no cargo resultante de transformação e, se extinto, em cargo de vencimento ou remuneração e funções equivalentes, atendida a habilitação profissional.

    texto expresso da lei orgânica 1118/71.

  • (A) A transferência foi declarada inconstitucional pelo STF. A reintegração pode decorrer de decisão administrativa. [ERRADA]

    (B) A reintegração consiste no reingresso do servidor ao cargo que anteriormente ocupava, não necessita de novo concurso público, basta uma decisão administrativa ou judicial. [ERRADA]

    (C) Os ocupantes de cargo comissionado também são nomeados. [ERRADA]

    (D) A transferência não existe mais, em virtude da declaração da sua inconstitucionalidade pelo STF. [ERRADA]

    (E) [CORRETA]

  • A questão envolve o tema formas de provimento do cargo público.



    Vamos analisar cada assertiva, com base no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Manaus, Lei 1.118/71 e normas constitucionais sobre o tema:



    A) ERRADA – Conforme art. 28



    A reintegração é o retorno do servidor ao cargo de origem após a declaração da ilegalidade da sua demissão, pela via administrativa ou judicial, atendido o ressarcimento da remuneração e vantagens não percebidas, conforme art. 41, §2º da CRFB e art. 42 da Lei 1.118/71.



    Lei 1.118/71, art. 42. A reintegração, que decorrerá de decisão administrativa ou judiciária passada em julgado, é o reingresso no serviço público, com ressarcimento das vantagens atinentes ao cargo.



    Explica Rafael Oliveira (2020) que transferência “é o deslocamento de servidor do seu cargo de origem para outro de igual denominação em quadro funcional diverso (ex.: defensor público do Estado do RJ é transferido para o cargo de defensor público do Estado de SP)." (p. 747)



    Vale destacar que os institutos da ascensão e transferência foram declarados inconstitucionais, pois permitiam a investidura de servidor sem prévia aprovação em concurso público. Nesse sentido, a Súmula Vinculante 43 do STF.



    B) ERRADA – A reintegração é o retorno do servidor, em regra, ao cargo de origem e deriva da ilegalidade de sua dispensa, sendo óbvia a desnecessidade de realização de novo concurso.




    C) ERRADA – A nomeação pode se dar para os cargos efetivos - precedidos de concurso público (art. 37, II , CRFB) - bem como para os cargos em comissão. Neste caso, independem de concurso público, pois são em regra, de livre nomeação e livre exoneração, e criados apenas para os cargos de chefia, direção e assessoramento, nos termos do art.37, V da CRFB.



    D) ERRADA – Como visto, a transferência foi declarada inconstitucional pelo STF, e conforme leciona a doutrina, tratava-se do deslocamento de servidor do seu cargo de origem para outro de igual denominação em quadro funcional diverso. No que se refere à legislação do município de Manaus, foi definida pelo art. 39 da Lei 1.118/71.



    E) CERTA – Conforme art. 42 da Lei 1.118/71 e art. 41, §2º, primeira parte, da CRFB.



    Lei 1.118/71, Art. 42. A reintegração, que decorrerá de decisão administrativa ou judiciária passada em julgado, é o reingresso no serviço público, com ressarcimento das vantagens atinentes ao cargo.



    CRFB, Art. 41§ 2º - Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado,





    Gabarito do Professor: E


    Referência Bibliográfica:




    OLIVEIRA, Rafael Carvalho Rezende. Curso de Direito Administrativo, 8ª ed., São Paulo: Método, 2020, p.747.



  • Já tenho o plano. Paguei hoje. Como faço p ter questoes da lei 1.118 e legislação do Sus


ID
1477912
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

De acordo com o ordenamento jurídico vigente, a equiparação do casamento religioso ao casamento civil é

Alternativas
Comentários
  • nem consegui filtrar as questões! aindo tô aprendendo a mexer neste facevook kk
  • Ta certo Cury, vc vai viciar. bjs
  • Letra (b)


    Art. 1.515. O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civil, equipara-se a este, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.

  • Vale ressaltar que pode ser dispensada a cerimônia civil, retroagindo a data do reconhecimento do casamento religioso em civil à data de celebração deste ultimo, desde que ao tempo não existiam impedimentos matrimoniais. 

  • Art. 1.515. O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civil, equipara-se a este, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração. 1 a 5

    • 1. Correspondência legislativa (parcial). CF 226 § 2.º; LRP 75; L 1110/50 1.º e 7.º.

    • 2. Disposições constitucionais. “O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei” (CF 226 § 2.º). “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” (CF 5.º VI).

    • 3. Celebração do casamento perante autoridade ou ministro religioso. O CC prevê duas hipóteses para conferir efeitos civis ao casamento celebrado perante 

    Art. 1.516. O registro do casamento religioso submete-se aos mesmos requisitos exigidos para o casamento civil. 1


  • LETRA B CORRETA Art. 1.515. O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civil, equipara-se a este, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.

  • ALTERNATIVA: B

     

    Art. 1.515 do Código Civil. O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civil, EQUIPARA-SE a este, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.

  • Art. 1.515 do Código Civil.

    O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civilEQUIPARA-SEa este, desde que registrado no registro próprioproduzindo efeitos a partir da data de sua celebração.

  • A questão trata do casamento.

    Código Civil:

    Art. 1.515. O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civil, equipara-se a este, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.

    A) incabível, salvo por decisão judicial.

    É admitida, desde que atendidas as exigências da lei para validade do casamento civil e registrado no registro próprio.

    Incorreta letra “A”.

    B) admitida, desde que atendidas as exigências da lei para validade do casamento civil e registrado no registro próprio.

    É admitida, desde que atendidas as exigências da lei para validade do casamento civil e registrado no registro próprio.

    Correta letra “B”. Gabarito da questão.

    C) incabível, dado o caráter laico do Estado.

    É admitida, desde que atendidas as exigências da lei para validade do casamento civil e registrado no registro próprio.

    Incorreta letra “C”.

    D) possível, apenas para evitar o cumprimento de pena criminal ou no caso de gravidez

    É admitida, desde que atendidas as exigências da lei para validade do casamento civil e registrado no registro próprio.

    Incorreta letra “D”.

    E) exceção absoluta, apenas sendo admissível na hipótese de um dos nubentes encontrar-se em risco iminente de vida.

    É admitida, desde que atendidas as exigências da lei para validade do casamento civil e registrado no registro próprio.

    Incorreta letra “E”.

    Resposta: B

    Gabarito do Professor letra B.

  • GABARITO LETRA B

     

    LEI Nº 10406/2002 (INSTITUI O CÓDIGO CIVIL)

     

    ARTIGO 1515. O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civil, equipara-se a este, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.


ID
1477915
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Considere as seguintes afirmações a respeito das relações de parentesco:

I. O parentesco por afinidade limita-se aos ascendentes, aos descendentes e aos irmãos do cônjuge ou companheiro.

II. São parentes em linha colateral ou transversal, até o quarto grau, as pessoas provenientes de um só tronco, sem descenderem uma da outra.

III. Na linha reta, a afinidade se extingue com a dissolução do casamento ou da união estável.

De acordo com as disposições do Código Civil brasileiro, está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    I - Art. 1.595 § 1o O parentesco por afinidade limita-se aos ascendentes, aos descendentes e aos irmãos do cônjuge ou companheiro.


    II Art. 1.592. São parentes em linha colateral ou transversal, até o quarto grau, as pessoas provenientes de um só tronco, sem descenderem uma da outra.


    III - Art. 1.595 § 2o Na linha reta, a afinidade não se extingue com a dissolução do casamento ou da união estável.


  • Legal que essa questão a gente podia responder só com UMA lembrança...

    Uma vez cunhado, sempre cunhado. 

  • A todos que possuem dúvidas sobre o tema, assim como eu, segue dados extraídos do site;

    "http://abadireitodefamilia.blogspot.com.br/2010/04/parentesco.html"

    Parentesco natural, consangüíneo ou biológico é o que se origina entre pessoas que descendem de um tronco comum.

    O parentesco natural estabelece-se tanto pelo lado masculino (parentesco por agnação) quanto pelo lado feminino (parentesco por cognação). Os graus de parentesco sangüíneo são estabelecidos em linha reta e em linha colateral. O parentesco natural na linha reta verifica-se entre pessoas que estão umas para com a outras na relação de ascendentes e descendentes (art. 1.591 do CC).

    Linha ascendente

    Meu parente em 3º grau - Bisavô.

    Meu parente em 2º grau - Avô

    Meu parente em 1º grau - Pai

    Linha descendente

    Meu parente em 1º grau - Filho

    Meu parente em 2º grau - Neto

    Meu parente em 3º grau - Bisneto

    Parentesco natural na linha colateral

    São parentes na linha colateral, ou transversal, até o quarto grau, as pessoas que, conquanto provenham de um tronco comum, não descendem uma das outras (art. 1.592 do CC).

    Na linha colateral, a contagem do número de gerações (graus) é feita partindo-se de um dos parentes, subindo até o tronco comum (ascendente comum) e descendo até chegar ao parente pretendido (art. 1.594.)

    Parentesco por afinidade

    Parentesco por afinidade na linha reta - Parentesco por afinidade é o vínculo que se estabelece entre um cônjuge e os parentes do outro cônjuge (art. 1.595). Tal como ocorre com o parentesco natural, também no parentesco por afinidade contam-se os graus na linha reta e na linha colateral.

    A afinidade na linha reta, não se extingue com a dissolução do casamento, que a originou (art. 1.595, § 2º). De onde resulta que, se algum deles fircar viúvo, não poderá contrair casamento com seu sogro ou sua sogra em ração da existência de impedimento (art. 1.521, II). Logo, por exclusão, é permitido o casamento entre cunhados, porquanto estes são afins na linha colateral.

    Considerando-se a linha reta, vindo um indivíduo a casar-se com uma mulher que já tenha filho, será o mesmo considerado afim em primeiro grau, tanto em relação ao filho (enteado) quanto em relação à sobra (mãe de sua mulher).


  • Com todo o respeito ao comentário do colega Diego, abaixo, há um equívoco em sua afirmação. Existe sim a figura do "ex cunhado". O parentesco por afinidade só é eterno em linha reta (assim, uma vez sogra, sempre sogra) e não na linha colateral (art. 1.595, p. 2o, CC). 

  • O colega Diego se enganou com seu comentário, pois existe sim ex cunhado, o cunhadio se extingue com a dissolução do casamento. O que não se extingue é a relação de sogro e sogra, ou seja uma vez sogro sempre sogro.

  • Lembrando:

    Limitação do parentesco na linha colateral (ou transversal)

    a) Consanguidade: até o quarto grau (nossos primos, p.ex.).

    b) Afinidade: até o segundo grau (cunhado/a).

  • Pois é,  o colega DIEGO se equivocou, creio que ele queria dizer: UMA VEZ SOGRA, SEMPRE SOGRA!

  • A questão trata das relações de parentesco.

    I. O parentesco por afinidade limita-se aos ascendentes, aos descendentes e aos irmãos do cônjuge ou companheiro.

    Código Civil:

    Art. 1.595. § 1o O parentesco por afinidade limita-se aos ascendentes, aos descendentes e aos irmãos do cônjuge ou companheiro.

    Correta afirmativa I.

    II. São parentes em linha colateral ou transversal, até o quarto grau, as pessoas provenientes de um só tronco, sem descenderem uma da outra.

    Código Civil:

    Art. 1.592. São parentes em linha colateral ou transversal, até o quarto grau, as pessoas provenientes de um só tronco, sem descenderem uma da outra.


    Correta afirmativa II.

    III. Na linha reta, a afinidade se extingue com a dissolução do casamento ou da união estável.

    Código Civil:

    Art. 1.595. § 2o Na linha reta, a afinidade não se extingue com a dissolução do casamento ou da união estável.

    Na linha reta, a afinidade não se extingue com a dissolução do casamento ou da união estável.

    Incorreta afirmativa III.

    De acordo com as disposições do Código Civil brasileiro, está correto o que se afirma APENAS em

    A) I. Incorreta letra “A”.

    B) II. Incorreta letra “B”.

    C) I e III. Incorreta letra “C”.

    D) I e II. Correta letra “D”. Gabarito da questão.

    E) II e III. Incorreta letra “E”.

    Resposta: D

    Gabarito do Professor letra D.

  • o tronco é teu avó, mas tu descende é do teus pais, não do tio, pai do teu primo lkkkkkkkkkkkkkk

  • Sogra is forever!

     

    LEI Nº 10.406/2002 (CC)

     

    Somente as assertivas I e II estão corretas. Vejamos o erro da assertiva III:

     

    Art. 1.595 – ...

    §2º. Na linha reta, a afinidade não se extingue com a dissolução do casamento ou da união estável.

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: D


ID
1477918
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

O Código Civil brasileiro determina que toda a pessoa é capaz de direitos e deveres na ordem civil. Não obstante, de acordo com a mesma legislação, são tidos como absolutamente incapazes os

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Art. 3o São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil:


    III - os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade.


    Art. 4o São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer:


    a) IV - os pródigos.


    c) e d) II - os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido;


    e) Parágrafo único. A capacidade dos índios será regulada por legislação especial.


  • Art. 3o São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil:

    I - os menores de dezesseis anos;

    II - os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos;

    III - os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade.

    Art. 4o São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer:

    I - os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos;

    II - os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido;

    III - os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo;

    IV - os pródigos.

    Parágrafo único. A capacidade dos índios será regulada por legislação especial.


  • Gabarito: letra B

    O Código Civil adota, quanto à capacidade de fato, um sistema de escalonamento. Os absolutamente incapazes integram o rol do artigo 3º, os relativamente incapazes o artigo 4º. A capacidade plena em âmbito civil se dá aos 18 anos.

    Bons Estudos!

  • Gabarito: Letra B

    Sobere a alternativa E (ERRADA):  Em relação aos índios ou silvícolas, o Código Civil de 2002 não os considera mais como incapazes, como constava do art. 6.º, III, do CC/1916. A sua situação deve ser regida por lei especial, pelo que enuncia o art. 4.º, parágrafo único, do CC/2002. Essa lei especial é a Lei 6.001/1973, conhecida como Estatuto do Índio, que coloca o silvícola e sua comunidade, enquanto não integrados à comunhão nacional, sob o regime tutelar, devendo a assistência ser exercida pela FUNAI (Fundação Nacional do Índio). Enuncia o art. 7.º da referida norma que a esse regime tutelar aplicam-se, no que couber, os princípios e normas da tutela de direito comum. 

    Fonte: Flávio Tartuce - Manual de Direito Civil (2014).



  • Embora o índio seja absolutamente incapaz, a questão pergunta quem é absolutamente incapaz "segundo o Código Civil"... Pegadinha...

  • Art. 3o São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil:  III - os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade.


    Tem como fundamento o momento da celebração do ato, não importa se é transitória ou não, se no momento do ato não puder exprimir sua vontade, será absolutamente incapaz, logo, o ato será nulo.

  • É válido lembrar que nem todo índio é absolutamente incapaz, mas apenas os silvícolas.

  • Questão Desatualizada ! O que tange à incapacidade Relativa e Absolutamente

    Agora ficou assim a partir de 6 de julho de 2015 com advento da lei 13.146/2015 : 


    “Art. 4o São incapazes, relativamente a certos atos ou à maneira de os exercer:

    II - os ébrios habituais e os viciados em tóxico;

    III - aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade;


    “Art. 3o São Absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil Apenas os menores de 16 (dezesseis) anos.

  • Essa lei que estão comentando tem vacatio legislação de 180 dias. Antes de entrar no código civil é bom dar uma estudada na LINDB haha.
  • A questão não está desatualizada, até porque o Novo Código de Processo Civil não entrou em vigor ainda!

    Além disso a FCC cobra letra de lei, nada impede que mesmo o CPC alterando ela cobre o que está expressamente descrito no código civil.

  • Agora sim, a questão está desatualizada!

    Segundo a LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015.

    Art. 114.  A Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), passa a vigorar com as seguintes alterações:

    “Art. 3o São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 (dezesseis) anos.

    I - (Revogado);

    II - (Revogado);

    III - (Revogado).” (NR)

    “Art. 4o São incapazes, relativamente a certos atos ou à maneira de os exercer:

    .....................................................................................

    II - os ébrios habituais e os viciados em tóxico;

    III - aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade;

    .............................................................................................


  • ESSA QUESTÃO ESTÁ DESATUALIZADA.

  • Atenção para a alteração do Código Civil :
    Absolutamente incapazes - 
    Art. 3o São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 (dezesseis) anos.
    Relativamente incapazes -
     Art. 4o São incapazes, relativamente a certos atos ou à maneira de os exercer:

    I - os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos;

    II - os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido; 

    III - os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo;  

    II - os ébrios habituais e os viciados em tóxico;
    III - aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade;
    IV - os pródigos.

    Parágrafo único.  A capacidade dos indígenas será regulada por legislação especial.


  • Art. 3º São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16(dezesseis) anos. I a III Revogados pela Lei 13.146 de 6-7-2015.

  • Atualmente, só os menores de 16 são considerados absolutamente incapazes.

  • De acordo com o artigo 3° do CC, de 2002:

    Art. 3° São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os MENORES DE 16 ANOS.
    I a III - REVOGADOS pela Lei n. 13,146, de 6-7-2015.
    Ou seja, nenhuma das alternativas pedida na questão. 
  • Absolutamente incapaz - só o menor de 16 anos

  • seria a resposta B se fosse colocado como relativamente incapaz.

  • Nenhuma '-'

  • DESATUALIZADA-

  • Questão desatualizada.

  • SOMENTE MENORES DE 16 ANOS SÃO ABSOLUTAMENTE INCAPAZES

  • ALERTA DE QUESTÃO DESATUALIZADA

    Sob a ótica da atual legislação apenas os menores de dezesseis anos são absolutamente incapazes.


ID
1477921
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

O instituto do direito sucessório denominado “legítima” corresponde

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    Art. 1.846. Pertence aos herdeiros necessários, de pleno direito, a metade dos bens da herança, constituindo a legítima.

  • Art. 1.845. São herdeiros necessários os descendentes, os ascendentes e o cônjuge.

  • “Legítima, então, é a porção dos bens que a lei reserva aos herdeiros obrigatórios ou forçados: descendentes, ascendentes e cônjuge sobrevivente. São de ordem pública as normas que regulam o direito do herdeiro necessário à legítima.”

    Trecho de: Fiuza, Ricardo. “Codigo Civil Comentado.” iBooks.Página 4470

  • Legítima  –  É a parte do patrimônio que será transferida às pessoas referidas na lei e que são os ascendentes e os descendentes, mesmo que essa não seja a vontade do falecido.

    :p

  • Legítima é a metade dos bens de herança que pertence aos herdeiros necessários( ascendente, descendente e cônjuge).

  • SUCESSÃO LEGÍTIMA É AQUELA QUE DECORRE DE LEI E OCORRE SEMPRE QUE O AUTOR DA HERANÇA POSSUIR HERDEIROS NECESSÁRIOS :

    ASCENDENTE

    DESCENDENTE

    CÔNJUGE E COMPANHEIRO SOBREVIVENTE

  • A questão trata da legítima.

    Código Civil:

    Art. 1.846. Pertence aos herdeiros necessários, de pleno direito, a metade dos bens da herança, constituindo a legítima.

    A) ao direito dos ascendentes, quando vivos, de reivindicarem a integralidade da herança dos filhos que não possuam descendentes, ainda que existente testamento válido.

    A legítima corresponde à metade dos bens de herança que pertence aos herdeiros necessários.

    Incorreta letra “A”.


    B) ao direito de o Estado arrecadar parcela da herança para quitar dívidas trabalhistas e previdenciárias deixadas pelo de cujus.

    A legítima corresponde à metade dos bens de herança que pertence aos herdeiros necessários.

    Incorreta letra “B”.


    C) à metade dos bens de herança que pertence aos herdeiros necessários.

    A legítima corresponde à metade dos bens de herança que pertence aos herdeiros necessários.

    Correta letra “C”. Gabarito da questão.

    D) ao direito, atribuível apenas aos filhos, de reivindicar metade da herança.

    A legítima corresponde à metade dos bens de herança que pertence aos herdeiros necessários.

    Incorreta letra “D”.

    E) exclusivamente à parcela da herança devida ao cônjuge ou companheiro em união estável, de acordo com o regime de bens aplicável.

    A legítima corresponde à metade dos bens de herança que pertence aos herdeiros necessários.

    Incorreta letra “E”.

    Resposta: C

    Gabarito do Professor letra C.

  • A legítima é a parte não disponível da herança de uma pessoa, que pertence aos herdeiros necessários e corresponde à metade dos bens da herança.

    Resposta: C

  • Artigo 1.846 do CC:

    Pertence aos herdeiros necessários, de pleno direito, a metade dos bens da herança, constituindo a legítima.

    Artigo. 1.845 do CC:

    São herdeiros necessários os descendentes, os ascendentes e o cônjuge.

  • GABARITO LETRA C

     

    LEI Nº 10406/2002 (INSTITUI O CÓDIGO CIVIL)

     

    ARTIGO 1846. Pertence aos herdeiros necessários, de pleno direito, a metade dos bens da herança, constituindo a legítima.

  • A. Errada - Art. 1.830. Somente é reconhecido direito sucessório ao cônjuge sobrevivente se, ao tempo da morte do outro, não estavam separados judicialmente, nem separados de fato há mais de dois anos, salvo prova, neste caso, de que essa convivência se tornara impossível sem culpa do sobrevivente.

    Art. 1.836. Na falta de descendentes, são chamados à sucessão os ascendentes, em concorrência com o cônjuge sobrevivente.

    Art. 1.824. O herdeiro pode, em ação de petição de herança, demandar o reconhecimento de seu direito sucessório, para obter a restituição da herança, ou de parte dela, contra quem, na qualidade de herdeiro, ou mesmo sem título, a possua.

    B. Errada - Isso não existe. Totalmente sem sentido.

    C. Correta - Art. 1.846. Pertence aos herdeiros necessários, de pleno direito, a metade dos bens da herança, constituindo a legítima.

    D. Errada- Art. 1.845. São herdeiros necessários os descendentes, os ascendentes e o cônjuge.

    E. Errada - Art. 1.829. A sucessão legítima defere-se na ordem seguinte: 

    I - aos descendentes, em concorrência com o cônjuge sobrevivente, salvo se casado este com o falecido no regime da comunhão universal, ou no da separação obrigatória de bens (art. 1.640, parágrafo único); ou se, no regime da comunhão parcial, o autor da herança não houver deixado bens particulares;

    II - aos ascendentes, em concorrência com o cônjuge;

    III - ao cônjuge sobrevivente;

    IV - aos colaterais.

    Gabarito: letra c)

    Avante !!!


ID
1477924
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Considere que determinada pessoa venha a falecer sem deixar testamento ou herdeiros notoriamente conhecidos. De acordo com a legislação civil,

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Art. 1.820. Praticadas as diligências de arrecadação e ultimado o inventário, serão expedidos editais na forma da lei processual, e, decorrido um ano de sua primeira publicação, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, será a herança declarada vacante.



  • Herança jacente

    É o patrimônio deixado por quem faleceu e que não há ou não se conhecem herdeiros.

    Herança vacante

    É a que a autoridade competente conclui que não há quem a ela faça jus, passando os bens que a integram ao patrimônio do Estado.


    http://www.jusbrasil.com.br

  • Dica, para não confundir os conceitos: Jacente começa com J, que vem primeiro que "V" de Vacante. "J" vem antes do "V", logo, primeiro a herança é declarada jacente, para só depois do procedimento do CC (art. 1.820), será declarada vacante, passando ao Município (ou DF) onde se encontra. 

  • Procedimento em relação à Herança Jacente.

    A questão tenta nos confundir ao misturar os procedimentos relativos à Herança Jacente, mas de forma bem resumida, temos o seguinte:

    1) De cujus "falece" sem deixar herdeiro conhecido ou legítimo. O que acontece? Os bens são arrecadados e ficam sob a administração de um CURADOR;

    2) O CURADOR diligencia a arrecadação e concluído o inventário, expedem-se editais e DECORRIDO UM ANO da primeira publicação, não se habilitando ninguém para que o curador se desincumba de seu mister, DECLARA-SE A VACÂNCIA;

    3) Declarada a vacância, os credores podem ainda correr atrás de seus créditos, no limite das forças da herança, bem como os herdeiros ainda podem se habilitar;

    4) Decorridos 5 ANOS da ABERTURA DA SUCESSÃO, aí sim os bens arrecadados serão repassados ao domínimo seja do Município, do DF ou da União.

    Por isso, nos termos dos arts. abaixo listados pelos colegas, é que a letra "e" é a correta.

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    Art. 1.819. Falecendo alguém sem deixar testamento nem herdeiro legítimo notoriamente 
    conhecido, os bens da herança, depois de arrecadados, ficarão sob a guarda e 
    administração de um curador, até a sua entrega ao sucessor devidamente habilitado ou à 
    declaração de sua vacância.

    Art. 1.820. Praticadas as diligências de arrecadação e ultimado o inventário, 
    serão expedidos editais na forma da lei processual, e, decorrido um ano de sua primeira 
    publicação, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, será a herança 
    declarada vacante.

    Art. 1.821. É assegurado aos credores o direito de pedir o pagamento das dívidas 
    reconhecidas, nos limites das forças da herança.

    Art. 1.822. A declaração de vacância da herança não prejudicará os herdeiros que 
    legalmente se habilitarem; mas, decorridos cinco anos da abertura da sucessão, os bens 
    arrecadados passarão ao domínio do Município ou do Distrito Federal, se localizados nas 
    respectivas circunscrições, incorporando-se ao domínio da União quando situados em 
    território federal.

    Parágrafo único. Não se habilitando até a declaração de vacância, os colaterais 
    ficarão excluídos da sucessão.

    Art. 1.823. Quando todos os chamados a suceder renunciarem à herança, será esta 
    desde logo declarada vacante.


  • 1o JACENTE;

    2o VACANTE.

  • Letra B

    Art.  1.820, CC -  Praticadas as diligências de arrecadação e ultimado o inventário, serão expedidos editais na forma da lei processual, e, decorrido um ano de sua primeira publicação, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, será a herança declarada vacante.

  • ALTERNATIVA B.

     

    Art. 1.820, CC: Praticadas as diligências de arrecadação e ultimado o inventário, serão expedidos editais na forma da lei processual, e, decorrido um ano de sua primeira publicação, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, será a herança declarada vacante.

     

    Bons estudos!!

  • A questão trata da herança jacente.

    Código Civil:

    Art. 1.820. Praticadas as diligências de arrecadação e ultimado o inventário, serão expedidos editais na forma da lei processual, e, decorrido um ano de sua primeira publicação, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, será a herança declarada vacante.


    A) deverá ser instituída tutela, recaindo sobre pessoa idônea, para arrecadação dos bens da herança e realização do inventário.

    Após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante.

    Incorreta letra “A”.

    B) após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante.

    Após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante.

    Incorreta letra “A”.

    B) após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante.

    Após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante.

    Correta letra “B”. Gabarito da questão.

    C) caberá procedimento sumário de arrolamento de bens e subsequente declaração de herança jacente, destinada à União.

    Após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante.

    Incorreta letra “C”.

    D) caberá a instituição de tutela, até a constatação da vacância da sucessão e consequente declaração de herança jacente.

    Após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante.

    Incorreta letra “D”.

    E) aqueles que se habilitarem como credores do falecido poderão proceder à arrecadação dos bens da herança, independentemente de inventário.

    Após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante.

    Incorreta letra “E”.

    Resposta: B

    Gabarito do Professor letra B.

  • a) deverá ser instituída tutela, recaindo sobre pessoa idônea, para arrecadação dos bens da herança e realização do inventário. à INCORRETA: os bens da herança, depois de arrecadados, ficarão sob a guarda e administração de um curador, até a sua entrega ao sucessor devidamente habilitado ou à declaração de sua vacância.

    b) após ultimado o inventário e decorrido um ano da primeira publicação dos editais, na forma da lei processual, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, a herança será declarada vacante. à CORRETA!

    c) caberá procedimento sumário de arrolamento de bens e subsequente declaração de herança jacente, destinada à União. à INCORRETA: Os bens não serão da União, em regra. Os bens arrecadados passarão ao domínio do Município ou do Distrito Federal, se localizados nas respectivas circunscrições, incorporando-se ao domínio da União quando situados em território federal.

    d) caberá a instituição de tutela, até a constatação da vacância da sucessão e consequente declaração de herança jacente. à INCORRETA: os bens da herança jacente, depois de arrecadados, ficarão sob a guarda e administração de um curador, até a sua entrega ao sucessor devidamente habilitado ou à declaração de sua vacância. A herança jacente surge justamente pelo óbito de pessoa que não deixa testamento e não deixa herdeiros legítimos notoriamente conhecidos. Ela se torna vacante, quando passa ao patrimônio estatal.

    e) aqueles que se habilitarem como credores do falecido poderão proceder à arrecadação dos bens da herança, independentemente de inventário. à INCORRETA: os credores não podem arrecadar os bens, mas apenas pedir o pagamento de suas dívidas.

    Resposta: B

  • Herança JACENTE e VACANTE = JÁ que não tem ninguém para ficar com os bens, que VÁ para a UNIÃO.

  • GABARITO LETRA B

     

    LEI Nº 10406/2002 (INSTITUI O CÓDIGO CIVIL)

     

    ARTIGO 1820. Praticadas as diligências de arrecadação e ultimado o inventário, serão expedidos editais na forma da lei processual, e, decorrido um ano de sua primeira publicação, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, será a herança declarada vacante.

  • A alternativa correta é a letra b). Veja a justificativa pontualmente:

    A.    Errada. Art. 1.819. Falecendo alguém sem deixar testamento nem herdeiro legítimo notoriamente conhecido, os bens da herança, depois de arrecadados, ficarão sob a guarda e administração de um curador, até a sua entrega ao sucessor devidamente habilitado ou à declaração de sua vacância.

    B.    Correta - Art. 1.820. Praticadas as diligências de arrecadação e ultimado o inventário, serão expedidos editais na forma da lei processual, e, decorrido um ano de sua primeira publicação, sem que haja herdeiro habilitado, ou penda habilitação, será a herança declarada vacante.

    C.    Errada - Art. 1.822. A declaração de vacância da herança não prejudicará os herdeiros que legalmente se habilitarem; mas, decorridos cinco anos da abertura da sucessão, os bens arrecadados passarão ao domínio do Município ou do Distrito Federal, se localizados nas respectivas circunscrições, incorporando-se ao domínio da União quando situados em território federal.

    Parágrafo único. Não se habilitando até a declaração de vacância, os colaterais ficarão excluídos da sucessão.

    Art. 1.823. Quando todos os chamados a suceder renunciarem à herança, será esta desde logo declarada vacante.

    D.   Errada. Art. 1.819. Falecendo alguém sem deixar testamento nem herdeiro legítimo notoriamente conhecido, os bens da herança, depois de arrecadados, ficarão sob a guarda e administração de um curador, até a sua entrega ao sucessor devidamente habilitado ou à declaração de sua vacância.

    Art. 1.823. Quando todos os chamados a suceder renunciarem à herança, será esta desde logo declarada vacante.

    E.    Errado. Art. 1.821. É assegurado aos credores o direito de pedir o pagamento das dívidas reconhecidas, nos limites das forças da herança.

    Avante !!!


ID
1477927
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Previdenciário
Assuntos

Considere:

I. Facultada a inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência de que tratam a Constituição Federal e respectiva Emenda Constitucional a respeito.

II. Permitida, em qualquer hipótese, a inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência do local de trabalho ou de cargo em comissão.

III. Identificação e consolidação em demonstrativos financeiros e orçamentários de todas as despesas fixas e variáveis com pessoal inativo civil, militar e pensionistas, bem como dos encargos incidentes sobre os proventos e pensões pagos.

De acordo com a Lei no 9.717/98, os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal deverão observar, dentre outros critérios, o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Art 1º VIII - identificação e consolidação em demonstrativos financeiros e orçamentários de todas as despesas fixas e variáveis com pessoal inativo civil, militar e pensionistas, bem como dos encargos incidentes sobre os proventos e pensões pagos;



  • O que está errado nas duas primeiras é que é VEDADO 

    XI - VEDAÇÃO de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência de que tratam o § 19 do art. 40 da Constituição Federal, o § 5º do art. 2º e o § 1º do art. 3º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003. (Redação dada pela Lei nº 10.887, de 2004)
    X - VEDAÇÃO de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, de função de confiança ou de cargo em comissão, exceto quando tais parcelas integrarem a remuneração de contribuição do servidor que se aposentar com fundamento no art. 40 da Constituição Federal, respeitado, em qualquer hipótese, o limite previsto no § 2o do citado artigo; (Redação dada pela Lei nº 10.887, de 2004) 
    Já a III está corretaVIII - identificação e consolidação em demonstrativos financeiros e orçamentários de todas as despesas fixas e variáveis com pessoal inativo civil, militar e pensionistas, bem como dos encargos incidentes sobre os proventos e pensões pago
  • LEI Nº 9.717, de 27 de novembro de 1998

    Art. 1º

    VII - identificação e consolidação em demonstrativos financeiros e orçamentários de todas as despesas fixas e variáveis com pessoal inativo civil, militar e pensionistas, bem com o dos encargos incidentes sobre os proventos e pensões pagos; 

    X - vedação de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, defunção de confiança ou de cargo em comissão, exceto quando tais parcelas integrarem a remuneração de contribuição do servidor que se aposentar com fundamento no art. 40 da Constituição Federal, respeitado, em qualquer hipótese, o limite previsto no § 2o do citado artigo; 

    XI - vedação de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência de que tratam o § 19 do art. 40 da Constituição Federal, o § 5º do art. 2º e o § 1º do art. 3º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003.” 

    Gabarito A


  • Aos interessados, isso não cai no INSS. 

  • Diferença entre Regime Próprio e Regime Geral de Previdência:

    O regime de Previdência assegurado exclusivamente aos servidores públicos titulares de cargo efetivo pode ser mantido pelos entes públicos da Federação (União, Estados, Distrito Federal e Municípios), sendo, neste caso, denominado de Regime Próprio de Previdência Social – RPPS e suas normas básicas estão previstas no artigo 40 da Constituição Federal e na Lei 9.717/98. Já o regime dos trabalhadores da iniciativa privada e dos demais servidores públicos não filiados a Regime Próprio de Previdência Social é o Regime Geral de Previdência Social – RGPS, gerido pela autarquia federal denominada de Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e suas normas básicas estão previstas no artigo 201 da Constituição Federal e nas Leis 8212/91

  • I - Facultada a inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência de que tratam a Constituição Federal e respectiva Emenda Constitucional a respeito. [ERRADA]

    Art 1°

    XI - VEDAÇÃO de inclusão dos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência .

    II. Permitida, em qualquer hipótese, a inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência do local de trabalho ou de cargo em comissão. [ERRADA]

    Art 1°

    X - VEDAÇÃO de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência do local de trabalho ou de cargo em comissão. EXCETO quanto tais parcelas integrarem a remuneração de contribuição do servidor.

    GABARITO A

     

     

  • De acordo com a Lei nº 9.717/98, os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal deverão observar, dentre outros critérios, o que se afirma APENAS em

    I. Facultada a inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência de que tratam a Constituição Federal e respectiva Emenda Constitucional a respeito. ERRADO

    Segundo o art. 1º, inciso XI, da Lei nº 9.717/98, a inclusão mencionada pelo item é VEDADA. Veja:

    Art. 1º Os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal deverão ser organizados, baseados em normas gerais de contabilidade e atuária, de modo a garantir o seu equilíbrio financeiro e atuarial, observados os seguintes critérios:

    [...]

    XI - vedação de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência de que tratam o § 19 do art. 40 da Constituição Federal, o § 5º do art. 2º e o § 1º do art. 3º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003. (Redação dada pela Lei nº 10.887, de 2004)

    II. Permitida, em qualquer hipótese, a inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência do local de trabalho ou de cargo em comissão. ERRADO

    Essa inclusão não é permitida em qualquer hipótese.

    Veja bem.

    Em regra, é vedada a inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, de função de confiança ou de cargo em comissão, com exceção dos casos em que tais parcelas integram a remuneração de contribuição do servidor.

    Observe o art. 1º, inciso X, da Lei nº 9.717/98:

    Art. 1º Os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal deverão ser organizados, baseados em normas gerais de contabilidade e atuária, de modo a garantir o seu equilíbrio financeiro e atuarial, observados os seguintes critérios:

    [...]

    X - vedação de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, de função de confiança ou de cargo em comissão, exceto quando tais parcelas integrarem a remuneração de contribuição do servidor que se aposentar com fundamento no art. 40 da Constituição Federal, respeitado, em qualquer hipótese, o limite previsto no § 2º do citado artigo; (Redação dada pela Lei nº 10.887, de 2004)

    III. Identificação e consolidação em demonstrativos financeiros e orçamentários de todas as despesas fixas e variáveis com pessoal inativo civil, militar e pensionistas, bem como dos encargos incidentes sobre os proventos e pensões pagos. CORRETO

    O item III apresenta o critério previsto no art. 1º, inciso VIII, da Lei nº 9.717/98. Veja:

    Art. 1º Os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal deverão ser organizados, baseados em normas gerais de contabilidade e atuária, de modo a garantir o seu equilíbrio financeiro e atuarial, observados os seguintes critérios:

    [...]

    VIII - identificação e consolidação em demonstrativos financeiros e orçamentários de todas as despesas fixas e variáveis com pessoal inativo civil, militar e pensionistas, bem como dos encargos incidentes sobre os proventos e pensões pagos;

    Resposta: A) III.

  • I. Incorreta - Art. 1º Inciso XI - vedação de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, do abono de permanência de que tratam o  , o   e o  . 

    II. Incorreta - Art. 1º Inciso X - vedação de inclusão nos benefícios, para efeito de percepção destes, de parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho, de função de confiança ou de cargo em comissão, exceto quando tais parcelas integrarem a remuneração de contribuição do servidor que se aposentar com fundamento no  , respeitado, em qualquer hipótese, o limite previsto no § 2 do citado artigo

    III. Correta - Art. 1º VIII - identificação e consolidação em demonstrativos financeiros e orçamentários de todas as despesas fixas e variáveis com pessoal inativo civil, militar e pensionistas, bem como dos encargos incidentes sobre os proventos e pensões pagos;

    Resposta: Letra A

    AVANTE !!!

  • Para responder a presente questão são necessários conhecimentos sobre as regras gerais para a organização e o funcionamento dos regimes próprios de previdência social.

     

    I-  Inteligência do art. 1º, inciso XI da Lei 9.717/1998, deve ser observada a vedação de inclusão nos benefícios.

     

    II- Inteligência do art. 1º, inciso X da Lei 9.717/1998, deve ser observada a vedação de inclusão nos benefícios.

     

    III- A assertiva está de acordo com disposto no art. 1º, inciso VIII da Lei 9.717/1998.

     

    Dito isso, somente a assertiva III está correta.

     

    Gabarito do Professor: A


ID
1477930
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

De acordo com a Lei Municipal no 870/2005, no tocante aos segurados do Regime Próprio de Previdência Social - RPPS é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito "D"

    Cargo em comissão de livre nomeação e exoneração é filiado ao RGPS

  • GABARITO "D''


    CF/88, ART.40 §13°.


    AO SERVIDOR QUE NÃO POSSUA VÍNCULO EFETIVO COM ALGUM DOS ENTES FEDERATIVOS E SEU CARGO SEJA EXCLUSIVAMENTE DE COMISSÃO, APLICA-SE O REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL. (GRIFO PRÓPRIO)


    AVANTE!

  • A questão pede a afirmativa errada, vejamos a LEI N.° 870, DE 21 DE JULHO DE 2005 que REESTRUTURA o Regime Próprio de Previdência Social do Município de Manaus e dá outras providências.

    a. Correta- Art. 7º. A perda da condição de segurado do RPPS ocorrerá nas hipóteses de morte, exoneração ou demissão.

    b. Correta- Art.6. São segurados do RPPS:

    I – o servidor público concursado e efetivado, titular de cargo efetivo estatutário dos órgãos dos Poderes Executivo e Legislativo, suas autarquias, inclusive as de regime especial e fundações públicas, cujas atribuições, deveres e responsabilidades específicas estejam definidas em estatutos ou normas estatutárias;

    c. Correta- Art. 6. Inciso II

    §2º Na hipótese de acumulação remunerada, o servidor mencionado neste artigo será segurado obrigatório em relação a cada um dos cargos ocupados.

    d. Errada- Art. 6. Inciso II

    §1º Fica excluído do disposto no caput deste artigo o servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração;

    e. Correta. Art. 6. Inciso II

    §3º O segurado aposentado que vier a exercer mandato eletivo federal, estadual, distrital ou municipal filia-se ao RGPS. 

    Portanto, a resposta é alternativa d)

    Avante !!!

  • Cargo em comissão- RGPS.

  • A questão abordou alguns aspectos sobre a Lei Municipal 870/2005, especialmente no que se refere aos segurados do Regime Próprio de Previdência Social do Município de Manaus.




    Vamos analisar cada assertiva, a partir do referido diploma:




    A) CERTA – Conforme art. 7º, a perda da condição de segurado do RPPS ocorrerá nas hipóteses de morte, exoneração ou demissão.




    B) CERTA - Conforme art. 6º, I:




    Art. 6º. São segurados do RPPS:

    I - o servidor público concursado e efetivado, titular de cargo efetivo estatutário dos órgãos dos Poderes Executivo e Legislativo, suas autarquias, inclusive as de regime especial e fundações públicas, cujas atribuições, deveres e responsabilidades
    específicas estejam definidas em estatutos ou normas estatutárias;




    C) CERTA – Conforme art. 6º, II, §2º:




    Art. 6º. São segurados do RPPS:




    II - os aposentados nos cargos citados neste artigo.




    § 2º Na hipótese de acumulação remunerada, o servidor mencionado neste artigo será segurado obrigatório em relação a cada um dos cargos ocupados.




    D) ERRADO – Consoante art. 40, §13 da CRFB, estão sujeitos ao Regime Geral da Previdência Social todos os contratados sob o regime da CLT para prestação de serviços e, entidades da Administração Indireta de Direito Privado (Empresas Públicas/Sociedade de Economia Mista), bem como os detentores de cargos temporários. Como explica a a doutrina, servidores estatutários podem ser comissionados e não detentor de cargo efetivo, e desse modo ficarão vinculados ao RGPS.




    Nesse sentido é o art. 6º, II, §1º da Lei 870/2005 do Município de Manaus.




    § 1º Fica excluído do disposto no caput deste artigo o servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração;




    E) CERTA – Conforme art. 6º, II, §3º:




    § 3º O segurado aposentado que vier a exercer mandato eletivo federal, estadual, distrital ou municipal filia-se ao RGPS.







    Gabarito do Professor: D








ID
1477933
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

No tocante ao Regime de Pessoal da Manausprev, considere:

I. As funções gratificadas previdenciárias serão exercidas, exclusivamente, pelos servidores efetivos.

II. O Diretor-Presidente tem prerrogativas, subsídios e responsabilidades de Subsecretário Municipal.

III. O cargo de Diretor de Previdência será exercido por servidores ocupantes de cargo público, de provimento efetivo ou em comissão, do Município de Manaus, obrigatoriamente lotados na Manausprev.

De acordo com a Lei no 1.803/2013, está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • I. correta - Art. 22. § 4º As funções gratificadas previdenciárias serão exercidas, exclusivamente, pelos servidores efetivos.

    II. Errada- Art. 24 O Diretor-Presidente tem prerrogativas, subsídios e responsabilidades de Secretário Municipal e os Diretores de Administração e Finanças e de Previdência têm prerrogativas, subsídios e responsabilidades de Subsecretário Municipal.

    III. Errada e desatualizada- Na época estava errada porque não era obrigatoriamente e sim preferencialmente lotados na ManausPrev.

    Na atualidade está errado pois...

    Art. 28 O Diretor de Previdência e o Diretor de Administração e Finanças serão indicados pelo Diretor Presidente da Manaus Previdência e nomeados por ato do Chefe do Poder Executivo. (Redação dada pela Lei nº /2015);

    Art. 30 São requisitos para o exercício dos cargos em comissão de Diretor-Presidente, de Diretor de Administração e Finanças, de Diretor de Previdência e de Superintendente de Investimentos: I - experiência nas áreas previdenciária, financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização ou de auditoria;

    II - não ter sofrido:

    a) condenação criminal transitada em julgado;

    b) condenação judicial por ato de improbidade administrativa;

    c) penalidade administrativa transitada em julgado;

    III - nível superior. Parágrafo Único - O Superintendente de Investimentos deve possuir a Certificação Profissional ANBIMA - Série 20.

    Ou seja, não precisa ser do quadro do ManausPrev nem preferencialmente nem obrigatoriamente. Basta cumprir os requisitos do Art. 30 e ser indicado pelo Diretor-Presidente.

    Portanto, só a afirmativa I. está correta. gabarito: b)

    Avante !!!

  • Uma vez que se trata de cargo de livre nomeação e exoneração, inexiste tal obrigatoriedade.

    Dica- Cargo em comissão/comissionado poderá ser servidor efetivo ou não.

  • A questão exigiu conhecimento literal das disposições relativas à estrutura organizacional da entidade de previdência dos servidores públicos do município de Manaus – Manausprev.




    O enunciado solicitou que as respostas fossem dadas de acordo com a Lei 1.803/2013, vigente à época do certame, mas hoje revogada pela Lei 2.419/2019.




    I – CORRETA – segundo art.27, §3º da Lei 1.803/2013:



    § 3º As funções gratificadas previdenciárias serão exercidas, exclusivamente, pelos servidores efetivos.



    II- ERRADA - O Diretor-Presidente tem prerrogativas, subsídios e responsabilidades de Secretário Municipal, conforme art. 29 da Lei 1.803/2013




    III – ERRADAO Diretor de Previdência será indicado pelo Diretor Presidente da Manaus Previdência e nomeado por ato do Chefe do Poder Executivo, conforme art. 28 da Lei 1.803/2013






    Gabarito do Professor: B





ID
1477936
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Manaus, certificada em processo administrativo a acumulação proibida de cargos municipais e verificada a boa-fé do servidor público efetivo, dentro de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO D

    Lei nº 1.118/1971.

    Art. 211 – Verificada em processo administrativo a acumulação proibida de cargos municipais e aprovada a boa fé dentro de quinze dias, será exonerado de alguns deles, a critério da administração.

  • na lei 8.112

    - tem até 10 dias(improrrogável) para apresentar opção, considerando assim boa fé

    - após esse prazo abre-se processo administrativo

    - ainda pode apresentar opção, até o último prazo de sua defesa, considerndo assim boa fé

    - caso não opte e seja provado acumulação proibida, será demitido de ambos os cargos 

  • conforme Lei Ordinária 1118 de 1971, temos:

    Art. 211 Verificada - processo admn- acumulação proibida (cargos municipais, aprovada - boa fé - dentro 15 dias) - será exonerado - alguns deles - critério - administração.

    $1. Provada - má fé - perderá - todos - cargos.

    $2. Se - acumulação - proibida for - cargo - entidade estadual - será - funcionário exonerado - cargo municipal.

    .'. alternativa d)

  • A questão versou sobre a vedação à acumulação de cargos públicos, nos termos do Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Manaus.




    Nos moldes do art. 211 da Lei 1.118/71, verificada em processo administrativo a acumulação proibida de cargos municipais e provada a boa fé, dentro de quinze dias, será exonerado de alguns deles, a critério da administração.





    Gabarito do Professor: D


ID
1477939
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

De acordo com o Decreto no 2.714/2014, a Manausprev é dirigida por um Diretor-Presidente, com o auxílio de

Alternativas
Comentários
  • Atualizando a questão:

    DECRETO Nº 4.846, DE 18 DE JUNHO DE 2020

    CAPÍTULO III

    DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

    Art. 4

    III. II – órgãos de administração superior: a) Presidência – PRESI; b) Diretoria de Administração e Finanças – DIRAFI; e c) Diretoria de Previdência – DIPREV.

  • A questão exigiu conhecimento literal das disposições relativas à estrutura organizacional da entidade de previdência dos servidores públicos do município de Manaus – Manausprev.




    A referida entidade é dirigida por um Diretor-Presidente, com o auxílio de um Diretor de Administração e Finanças e de um Diretor de Previdência, conforme dicção do art. 3º do Decreto 2.714/2014




    Gabarito do Professor: C


ID
1477942
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

De acordo com a Lei no 1.803/2013, a Manausprev é vinculada à Secretaria Municipal

Alternativas
Comentários
  • Atualizando a questão, temos que conforme a Lei 2419, de 29 de Março de 2019.

    Art. 1

    § 1º A Manausprev tem sede e foro no município de Manaus e vincula-se, para fins de controle finalístico, à Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef). 

  • Em outras palavras, para se firmar um contrato de gestão, somente com a SEMEF.

  • A questão exigiu conhecimento literal das disposições relativas à estrutura organizacional da entidade de previdência dos servidores públicos do município de Manaus – Manausprev.




    Como entidade da administração indireta municipal a Manausprev vincula-se à Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef), para fins de controle finalístico, conforme dicção do art. 1º, §1º.





    Gabarito do Professor: E


ID
1477945
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

No tocante ao processo administrativo disciplinar, considere:

I. O processo administrativo será realizado por uma comissão composta de quatro funcionários, sendo um deles a autoridade processante.

II. O presidente da comissão designará dois funcionários para secretariar a comissão, devendo estes permanecer com os seus serviços normais da repartição a qual estão lotados.

III. O processo administrativo será instaurado pela autoridade competente, mediante portaria, em que especifique seu objeto e designe a autoridade processante.

IV. Achando-se o indiciado em lugar incerto, será citado por edital com o prazo de quinze dias.

De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Manaus, está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Letra A

      I - ERRADA   A comissão será designada pela autoridade competente, sendo composta por 3 (três) servidores estáveis

     II - ERRADA   O presidente da comissão designará dois funcionários para secretariar a comissão, vedada a permanência dos seus serviços normais da repartição a qual estão lotados.

    III - Art. 241 – O processo administrativo será instaurado pela autoridade competente, mediante portaria, em que especifique seu objeto e designe a autoridade processante

    IV - Art. 244 § 2º – Achando-se o indiciado em lugar incerto, será citado por edital com o prazo de 15 (quinze) dias.

  • Apenas 3 servidores.

  • A questão abordou alguns aspectos do processo administrativo disciplinar do servidor público do Município de Manaus.


    Vamos analisar as proposições considerando o que dispõe a Lei 1.118/71:



    I – ERRADA – A comissão será composta por três funcionários.


    Art. 242. O processo administrativo será realizado por uma comissão composta de três funcionários na forma do artigo anterior.


    II – ERRADA – As autoridades competentes para instauração do processo administrativo serão o Prefeito e Secretários. São eles que designarão a comissão formada por três servidores e definirão quem, dentre estes, será o presidente. Os integrantes da comissão ficarão dispensados do serviço, enquanto estiverem realizando as diligências e seu relatório.


    Art. 240 - São competentes para a instauração de processo administrativo, o Prefeito e os Secretários.


    Art. 242, § 1º - A autoridade competente no ato de designação da Comissão Processante, indicará um dos funcionários para, como seu presidente, dirigir-lhe os trabalhos.


    Art. 243 - A autoridade processante, sempre que necessário, dedicará todo o seu tempo aos trabalhos do processo, ficando seus membros, em tal caso, dispensados do serviço na repartição, durante o curso das diligências e elaboração do relatório.



    III – CERTA – Segundo art. 241:


    Art. 241. O processo administrativo será instaurado pela autoridade competente, mediante portaria, em que especifique seu objeto e designe a autoridade processante.


    IV – CERTA – Conforme o art. 244, 2º:


    Art. 244 § 2º - Achando-se o indiciado em lugar incerto, será citado por edital com o prazo de quinze dias.



    Gabarito do Professor: A




ID
1477948
Banca
FCC
Órgão
MANAUSPREV
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Municipal

Giovanir, funcionário público titular de cargo efetivo do Município de Manaus, está filiado ao respectivo Regime Próprio de Previdência Social - RPPS. De acordo com a Lei Municipal no 870/05, considerando que Giovanir foi cedido à entidade da Administração direta, ele

Alternativas
Comentários
  • Art 4 I

  • Art. 4° - Permanece filiado ao RPPS, na qualidade de segurado, o servidor titular de cargo efetivo que estiver:

    I - cedido a órgão ou entidade da administração direta e indireta de outro ente federativo, com ou sem ônus para o Município;

    II - quando afastado ou licenciado, observado o disposto no art. 18;

    III - durante o afastamento do cargo efetivo para o exercício de mandato eletivo; e

    IV - durante o afastamento do país por cessão ou licenciamento com remuneração. Parágrafo único. O segurado exercente de mandato de vereador que ocupe o cargo efetivo e exerça, concomitantemente, o mandato filia-se ao RPPS, pelo cargo efetivo, e ao Regime Geral de Previdência Social - RGPS, pelo mandato eletivo. 

  • Veja o comentário abaixo:

    Lei Municipal no 870/05

    Art. 4° - Permanece filiado ao RPPS, na qualidade de segurado, o servidor titular de cargo efetivo que estiver: I - cedido a órgão ou entidade da administração direta e indireta de outro ente federativo, com ou sem ônus para o Município;

  • A questão versou sobre a cessão de servidores públicos a outras entidades da Administração Pública.


    Sobre a condição do segurado nessa situação, dispõe o artigo 4º, I da Lei 870/2005:


    Art. 4º Permanece filiado ao RPPS, na qualidade de segurado, o servidor titular de cargo efetivo que estiver:

    I - cedido a órgão ou entidade da administração direta e indireta de outro ente federativo, com ou sem ônus para o Município;



    Gabarito do Professor: C