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Prova FGV - 2015 - SSP-AM - Técnico de Nível Superior


ID
1508470
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Anúncio: Meu amigo, sente-se cansado, abatido, desmoralizado, com a consciência de que a vida não vale nada? Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir? Sua vista está obnubilada por uma permanente poluição visual? O mundo não passa de uma comercialização a qualquer preço? Não desespere: Telefone-nos imediatamente e destruiremos logo o seu aparelho de televisão. Já! Grátis: Sem televisão você será um homem inteiramente novo. Sem televisão você voltará a ver a vida como ela é.”

(Millôr Fernandes, Definitivo, Porto Alegre, LP&M, 1994)

A marca predominante do texto publicitário que se encontra presente no texto 1 é:

Alternativas
Comentários
  • Letra A - O autor busca convencer o leitor sobre o baixo nível dos programas de televisão. 

  • O texto claramente é uma propaganda, onde é comum nesse tipo de texto o autor tentar convencer o leitor.

    Gabarito: A

    Bons estudos!

  • Função conativa (apelativa): evidência à segunda pessoa (enunciatário). Os comerciais são belíssimos exemplos dessa função, uma vez que sua natureza é convencer ou persuadir o destinatário.  É comum o emprego de formas imperativas.

    Compre já!  Venha para a Caixa você também!

    (fonte qconcursos)

  • Letra (a) 

    Todo anúncio quer convencer alguém de alguma coisa, positiva ou negativa.
  • texto claramente propagandístico,destacando a função apelativa com linguagem injuntiva,buscando assim ,convencer o leitor.

  • Convencer o leito na tentativa de que o mesmo, precisa  e necessita de acabar com o televisor. 

  • A própria questão já dá a dica. Qual é a função de textos publicitários? Sempre convencer alguém a comprar/fazer algo.

  • Não entendi a resposta, para mim seria a letra C (ou E), porque em que pese o enunciado pedir a marca predominante do texto publicitário, ele pede a vinculação de tal marca com o texto, assim, em relação ao texto a resposta que mais se adequaria seria a letra C, pois o texto fala da desmotivação do espectador, desmotivação essa que acontece quando ele é iludido pelos comerciais de televisão a acreditar num mundo perfeito.

    Tentar convencer o leitor não necessariamente causa uma desmotivação no espectador.

  • Textos publicitários visam o convencimento de algo.

    Gab: A


ID
1508473
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Anúncio: Meu amigo, sente-se cansado, abatido, desmoralizado, com a consciência de que a vida não vale nada? Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir? Sua vista está obnubilada por uma permanente poluição visual? O mundo não passa de uma comercialização a qualquer preço? Não desespere: Telefone-nos imediatamente e destruiremos logo o seu aparelho de televisão. Já! Grátis: Sem televisão você será um homem inteiramente novo. Sem televisão você voltará a ver a vida como ela é.”

(Millôr Fernandes, Definitivo, Porto Alegre, LP&M, 1994)

Por meio do texto 1, o autor faz críticas à televisão como meio de comunicação. A crítica NÃO dedutível do segmento destacado é:

Alternativas
Comentários
  • A

    “sente-se...com a consciência de que a vida não vale nada?” / protesto contra a violência exposta em filmes e noticiários;

  • alguém explica essa questão, por favor! :/

  • acredito que seja pelo fato de o texto na fazer referência  específica a filmes e noticiários e sim à programação de uma maneira geral.

  • Começando a odiar essa banca e suas questões sem noção.

  • As questões da FGV são boas para o candidato, além de estudar muito, não esquecer que precisa de sorte (kkkk). Acredito que a alternativa A está errada, pois é a única que não necessariamente esta relacionada a comercialização dos programas de TV. O informe não é direto quanto a protesto contra a violência exposta em filmes e noticiários, e sim, da intolerância à programação televisiva.

  • A única forma que enxergo para esse gabarito é que a violência exposta em filmes não caracteriza um sentido de que a vida não vale nada, pois é uma ficção. Se fosse só a violência real exposta nos noticiários ai sim haveria uma relação.

  • Depois de ler algumas vezes, não é possível relacionar o segmento do texto com a dedução na letra a. Nas demais está coerente.

  • Para mim, a resposta seria letra D

  • Eu acho que o erro está no fato de haver diferença entre entre os conceitos de ética e moral, sendo a primeira um conceito geral e a segunda um conceito pessoal.

  • A questão quer  saber se  o candidato entendeu a crítica do anúncio. No momento em que ele fala " a vida não vale nada ", não está falando em violência de filmes e de notícias.

  • FGV como sempre, uma bola de cristal resolveria. Estéticos e mau-gosto são conceitos tão pessoais, fica difícil deduzir algo disso. 

  • O colega, Bruno Reis, resumiu tudo: só uma bola de cristal resolveria. Ridículo! Com o conteúdo que foi disponível aqui para resolver a questão, não vi aparatos para fundamentar uma resposta. 

  • Compro uma bola de cristal!!!

  • Eu fui de letra A, pensando que é preciso fazer um paralelismo entre a frase do texto e a dedução exposta, destacando os seguintes termos:


    A) vida não vale nada / violência exposta em filmes e noticiários.
    Não é possível deduzir isso. Filmes e noticiários são dois tipos de programação diferentes, um é fictício e o outro, real. Não se pode aplicar o protesto "consciência de que a vida não vale nada" a ambos.

    B) perdeu todos os seus valores...não há mais ética / imoralidade de parte da programação

    C) conceitos estéticos mau-gosto de alguns programas

    D) comercialização a qualquer preço / redução de tudo a produto comercial

    E) mais profundo e mais humano / superficialismo do meio

    Bons estudos!!!

  • Cara se é loko, pra acertar uma questÃo dessa só com Bola de cristal mesmo!

  • QC, pelo amor de Deus, coloque um professor decente de interpretação que seja imparcial, comente numa profundidade adequada cada alternativa e não justifique o injustificável !

  • professor?! nao existe em nenhum pais que se fala portugues, 1 professor q responda essa questao, alem do animal q a fez é claro

  • Pensei muito nessa questão... 

    em relação a A: de fato a violência em filmes e noticiários pode deixar as pessoas abatidas, cansadas (eu sou um exemplo). Mas, é a única coisa? A política pode deixar as pessoas assim, a liberação de dados de pesquisas de desemprego... ou seja, o erro da questão foi pensar que só a violência poderia ser deduzida como causadora desse males citados.

  • Nem o professor Alexandre Soares conseguiu dar sentido a resposta. Depois de saber o gabarito, até conseguimos sugerir uma justificativa para ela, no entanto, na hora da prova, marcaria a C por ser a mais subjetiva. Questão da sorte, sem dúvida. 

  • A banalização da violência nos filmes e noticiários traz essa ideia de que a vida vale pouco. Marquei a E porque a crítica do autor é em relação à consequência (fim) e não ao superficialismo do meio (causa).

    Gabarito da banca, A

  • Eu marquei a letra A, pq, se vc parar pra pensar, todas as alternativas (exceto a letra A) tratam de situações que muitas vezes são criadas pelos próprios programas de tv e que poderiam ser evitadas, tipo falta de ética; apelo sexual; intromissão na vida alheia... Enfim...

    Concordo que nas notícias, tbm existe o sensacionalismo por parte de alguns, mas independente disso, as notícias não são situações criadas e não podem ser mudadas. Infelizmente são essas e não adianta protestar, pq é o que temos: "morreu pq terminou o relacionamento", "morreu pq devia R$ 0,50", "morreu pq estacionou na frente da garagem do vizinho". Parece que a vida realmente não vale nada.

    --> Não se trata de um protesto, mas da consequência de se ver esse tipo de realidade exposta na TV.

    Mas as outras alternativas são protestos sim, e isso deveria mesmo acabar!!!


ID
1508476
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Anúncio: Meu amigo, sente-se cansado, abatido, desmoralizado, com a consciência de que a vida não vale nada? Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir? Sua vista está obnubilada por uma permanente poluição visual? O mundo não passa de uma comercialização a qualquer preço? Não desespere: Telefone-nos imediatamente e destruiremos logo o seu aparelho de televisão. Já! Grátis: Sem televisão você será um homem inteiramente novo. Sem televisão você voltará a ver a vida como ela é.”

(Millôr Fernandes, Definitivo, Porto Alegre, LP&M, 1994)

O texto 1 mostra um posicionamento contrário à televisão; sobre essa posição argumentativa, a estratégia empregada no texto 1 é:

Alternativas
Comentários
  • E - propostas de reflexão com encaminhamento de solução.

  • As propostas de reflexão são as indagações presentes no texto, e o encaminhamento de solução se baseia na "destruição do aparelho de televisão".

  • Usa-se o artifício de perguntas que levam o leitor a refletir sobre a presença dos aspectos negativos causados pela televisão em seu cotidiano e depois dá-se a solução: destruí-la.

  • e) propostas de reflexão ("Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir?") com encaminhamento de solução ("Telefone-nos imediatamente e destruiremos logo o seu aparelho de televisão")


ID
1508479
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Anúncio: Meu amigo, sente-se cansado, abatido, desmoralizado, com a consciência de que a vida não vale nada? Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir? Sua vista está obnubilada por uma permanente poluição visual? O mundo não passa de uma comercialização a qualquer preço? Não desespere: Telefone-nos imediatamente e destruiremos logo o seu aparelho de televisão. Já! Grátis: Sem televisão você será um homem inteiramente novo. Sem televisão você voltará a ver a vida como ela é.”

(Millôr Fernandes, Definitivo, Porto Alegre, LP&M, 1994)

“Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir?”
Nesse segmento do texto 1 há três ocorrências do vocábulo “mais”, que se encontram sublinhadas. A afirmação correta sobre essas ocorrências é:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    1º mais - Em maior grau. (Não existe em grau algum de ética)


    2º mais - Em maior quantidade.

    3º mais - Em maior quantidade.
  • O primeiro "Mais" está modificando a palavra ética, que é um substantivo. Por conta disso sua classe seria a de ADJETIVO. O segundo e terceiro "Mais" estão modificando as palavras "profundo" e "humano" que estão atuando como adjetivo. Por conta disso a classe do segundo e terceiro "Mais" seria de ADVÉRBIO. Acredito que seja esse o raciocínio.

  • Semânticamente é perceptível a diferença do primeiro para os dois últimos, estes dando uma ênfase na quantidade.

  • Não consigo entender o que o examinador perguntou. O que ele quis dizer com valor? Seria a classe gramatical ou o valor semântico das palavras. Sou novato em provas da FGV, só resolvendo muita questão da banca para entrar nas mentes confusas dos examinadores. 


    Vamos lá! E que Deus nos acompanhe.

  • LETRA C

    MAIS + substantivo =  pronome indefinido

    MAIS +adjetivo, verbo ou adverbio = adverbio



    1° PRONOME INDEFINIDO
    2° ADVERBIO
    3° ADVERBIO
  • .MAIS antes do substantivo ÉTICA=pronome indefinido

    .MAIS antes do adjetivo profundo=advérbio
    .MAIS antes do adjetivo humano=advérbio.
  • Quando a palavra “mais” estiver ligada ao um adjetivo, ou a um advérbio, ou a um verbo, ele é classificado de Advérbio de intensidade. Agora! Quando a palavra “mais” estiver ligada a um substantivo ele é classificada como um pronome indefinido.

    Assim, "mais ética" - mais + substantivo > pronome indefinido. Contextualmente, ética esta funcionando como um substantivo.

    "mais profundo" e "mais humano" > advérbio de intensidade. Sendo, profundo = advérbio e humano = adjetivo.


  • Fiz a questão por sentimento durante a leitura, a que me pareceu diferente das demais foi a primeira. Nesses casos ter conhecimento técnico do português facilita muito, coisa que me carece : (

  • Eu interpretei o não há mais ética como "Deixou de haver ética" O que nao era possivel com as outras duas

  • O comentário da colega Renata Junqueira está correto. A diferença reside na classe gramatical das palavras. O primeiro "MAIS" é pronome indefinido. Os dois últimos são advérbios. Se quiser fazer um exercício de confirmação, substitua o "mais" por "muito" e as palavras a que se ligam por de outro gênero. O primeiro "muito" irá variar em número e gênero, enquanto o dois últimos permanecerão invariáveis. 

  • O examinador está querendo saber:

    1º -  se o candidato sabe a diferença entre classe gramatical e valor semântico (=sentido);

    2º - Se o candidato reconhece as alterações da classificação do vocábulo mais ao se ligar a substantivos ou adjetivos;

    3º - Se o candidato entende que quando a alternativa cita o termo "valor" a referência é a valor semântico, ao invés de Classe gramatical.


    Diante disso, vamos aos itens:

    a) As três formas de "mais" não têm o mesmo valor semântico;

    b) As três mostram classes gramaticais distintas. 

    Sim, mostram. A primeira é um pronome indefinido (ética é um substantivo abstrato) e as outras duas são advérbios (profundo e humano adjetivam a palavra objetivo). Eu não marcaria essa e iria para o abraço por ficar na dúvida se o examinador está afirmando que os três vocábulos precisam ser diferentes - apresentando portanto três classes gramaticais distintas ou se uma diferente das outras - como é o caso -  já bastaria. Por conta disso eu continuaria procurando uma "mais" certa.

    c)A primeira tem valor diferente das demais.

    Sim, a primeira tem o valor semântico de MAIOR GRAU de ética. Enquanto que as outras significam uma quantidade maior.  Eu marcaria esta por não dar margem para dúvidas.

    d)As duas primeiras possuem o mesmo sentido

    Não possuem o mesmo valor semântico (=sentido)

    e)As duas últimas têm valor de "tempo"

    Essa alternativa era o teste do bafômetro da prova. Só para saber se o candidato estava lendo as questões ou marcando direto no gabarito.

  • Prezados, discordo de vocês. O primeiro mais não se refere à ética de tal maneira que é pronome indefinido, mas se refere a "há" sendo, portanto, um advérbio assim como as outras ocorrências do vocábulo "mais".  A expressão "não há mais" é muito utilizada na língua portuguesa em diversas situações, sendo o "mais" um advérbio. Vejam

    Eu poderia dizer:

    - que não há mais ética; ou

    - que não mais há ética.

    Tudo isso é igual a: a ética não existe, porque se não há mais, é porque um dia houve = ideia temporal. Se fosse pronome indefinido, a relação semântica tinha que ser diretamente com ética, quantificando-a, dessa maneira: não há mais ética, = não tem muita ética.

    A letra B está errada, pois, por isso, já que apresentam as mesmas classes e não classes distintas.

    O gabarito é C, uma vez que na primeira ocorrência o valor semântico é de tempo, como explicado acima, e nas outras duas é de intensidade, equivalendo a dizer: profundíssimo ou humaníssimo(pois estão no grau superlativo).

  • MAIS antes do substantivo ÉTICA= pronome indefinido. MAIS antes do adjetivo profundo= advérbio de intensidade. MAIS antes do adjetivo humano= advérbio de intensidade. GAB: C

  • Valor semântico do "MAIS" ----> Recorrente na FGV

    É simples, se ligado a substantivo (como ética) é pronome indefinido. Se ligado a advérbio, verbo ou adjetivo, é advérbio de intensidade.


ID
1508482
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Anúncio: Meu amigo, sente-se cansado, abatido, desmoralizado, com a consciência de que a vida não vale nada? Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir? Sua vista está obnubilada por uma permanente poluição visual? O mundo não passa de uma comercialização a qualquer preço? Não desespere: Telefone-nos imediatamente e destruiremos logo o seu aparelho de televisão. Já! Grátis: Sem televisão você será um homem inteiramente novo. Sem televisão você voltará a ver a vida como ela é."

(Millôr Fernandes, Definitivo, Porto Alegre, LP&M, 1994)

Apesar de mostrar uma estrutura de texto publicitário, há características do texto 1 que se opõem aos textos do mesmo tipo; assim, no texto 1:

Alternativas
Comentários
  • Questão mal elaborada, pois o texto traz o publico alvo quando menciona a condição da pessoal que precisa se "livrar" da Televisão.

  • Lixão !!!

  • Acho que quase todas as alternativas servem como resposta rs...

  • QUESTÃO PASSIVA DE ANULAÇÃO.

    sente-se cansado, abatido, desmoralizado, com a consciência de que a vida não vale nada? (PÚBLICO ALVO) pois, quem não se encontra nessa situação, não precisa contratar o serviço. 

  • b- o público-alvo não é determinado no anúncio;.... questão confussa 

  • Como assim? ele indica as pessoas qualificando-as...

  • FGV pra português é uma merda mesmo, não sei por que insistem nesse tipo de questão. Isso não avalia conhecimento, não serve pra nada.

  • Pra mim  o público alvo são as pessoas que assistem televisão, ainda assim existe uma descrição desse tipo de pessoa no começo do texto...

    estranho 

  • Gross question

  • O Português na FGV avalia se você pensa realmente igual a banca, só isso. Tanto que sempre existe mais de uma opção correta, mas marca-se aquela que o autor da questão escolheu para ser o Gabarito!

  • Marquei letra E pelo fato de que o texto diz: "telefone-nos...". Cadê o contato? Em propagandas existe alguma forma de contato. Com relação ao público alvo entendi que é quem vê TV. 

  • O autor fala de forma generalizada, não especificando p público letra B resposta perfeita.

  • Anúncio: Meu amigo, sente-se cansado, abatido, desmoralizado, com a consciência de que a vida não vale nada? Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir? Sua vista está obnubilada por uma permanente poluição visual? O mundo não passa de uma comercialização a qualquer preço? Não desespere: Telefone-nos imediatamente e destruiremos logo o seu aparelho de televisão. Já! Grátis: Sem televisão você será um homem inteiramente novo. Sem televisão você voltará a ver a vida como ela é.” 

    .

    .

    .

    .

    Discutível esse gabarito. 

    Como assim o publico alvo não é identificável ? 

    O anuncio está direcionado ao PUBLICO MASCULINO. 

    Estou doido ou interpretação está me batendo ?

  • Gente não adianta só reclamar da questão, vamos pedir que o professor do QC comente! Peçam comentário da questão!!

  • O gabarito dessa questão foi alterado para letra A.

  • Só para constar: o fato de vir no texto um trecho dizendo que "o serviço é inteiramente grátis", não retira a característica de um texto publicitário, tendo em vista que, por exemplo, anúncios de campanhas governamentais, que não vendem nada, também são criados através de textos publicitários. Isso explica o porquê de serem chamadas "campanhas publicitárias".

  • O gabarito agora é a Letra A.

    E desde quando as campanhas publicitárias sevem somente para vender algo? Discordo.


    Vamos indicar para comentário, assim  o professor do Qc comenta e elucida (TALVEZ rs) a nossa duvida

  • Olha  sou péssima em português...peço encarecidamente quem puder me explicar  a reposta correta ficarei muito grata....Não vi GABARITO.


      

  • o público alvo da campanha são os telespectadores.

    gabarito letra A: todo anúncio tem o objetivo de vender algo, até mesmo as campanhas publicitárias, que vendem uma ideia, uma ideologia (qualidade de determinado candidato/ governo) cuja moeda de compra é o voto.


  • Ninguém comentou, mas porque a D não é o gabarito? O anunaciante não é identificado, e todo anúncio precisa identificar o anunciante, senão é inútil.  

    Já o gabarito A pra mim é falso, pois existem, sim, produtos grátis. (Ex: Uber oferece a primeira viagem grátis para vc conhecer o produto)

    B - Ele identifica, sim, o público alvo

    C - A mensagem conta, sim, com pontos de atratividade

    E - Estabelece pontos de contato. "Telefone..."

  • Também discordo do gabarito! Um texto publicitário referente a um partido político, por exemplo, é necessariamente gratuito mas sem a identificação do anunciante ele se torna inútil.

  • Também segui o mesmo pensamento do Rafael Lima e David Aguiar, no texto não são mencionados valores, e generalizando temos casos de gratuidade.

  • A FGV nessa questão superou todos os limites de subjetividade. 

    A alternativa correta  nessa questão é a mais errada de todas. Como já mencionado nos outros comentários existem diversas publicidades gratuitas: Governo, AA, convocação para manifestações...
     
    Alguns comentários sobre as demais alternativas: 
    b) Nem toda publicidade tem público alvo determinado. 
    c) A mensagem tem pontos de atratividade (assim como todo gênero publicitário): "Sem televisão você será um homem inteiramente novo. Sem televisão você voltará a ver a vida como ela é."
    d) Na minha opiniao esse é o gabarito da questão: Nunca vi um texto publicitário sem identificar o anunciante. Nem que seja um número de telefone, uma logomarca... alguma identificação do anunciante sempre haverá. 
    e) Marcas conhecidas fazem publicidade institucional, nessas não são divulgados contatos."Pensando como a banca: generalizando o máximo possível os textos publicitários têm caráter comercial."
  • Todas as perguntas feitas pelo texto são um modo de caracterizar o publico alvo!!!  A mensagem é diretamente enviada as pessoas que sentem todos os efeitos ruins da televisão!! 
    "Você acha que seu carro não serve mais?" > modo determinar público alvo

  • Fico aliviada quando vejo que a porcentagem de erros é maior do q acertos !!!! Não consigo decifrar a FGV   : /

  • Acho que nem os prof de portugues da FGV conseguiriam resolver essa....

  • Sou publicitária e tenho que dizer que a FGV viajou nessa...

  • Cara a FGV é muito louca, mas analisando bem todas as assertivas a melhor é alternativa A. acho que poucos acertaram de certeza essa questão. 

  • Guilherme, imagino que seu comentário em relação a letra D está equivocado porque "amigo" não é o anunciante, e sim o receptor da mensagem do anúncio.

  • Conforme Prof. Flávia Rita o gabarito da questão é a letra B. E agora?? Valha!!! 

  • Pra anular essa aí. Quando se faz campanha pra se usar cinto de segurança, de vacinação, doação de sangue, campanhas cuja contrapartida sugerida ao seu público é uma conduta e não um encargo financeiro (ou seja, grátis), não se faz oposição ao teor publicitário da coisa. Examinador da FGV é um cara mimado pela mãe e que fala m.... e não aceita que digam que está errado.

  • Já reparou que a maioria de questões de interpretação de textos da FGV, os professores do QC não comentam? Provavelmente não querem criar polêmica.

  • Imaginei que estava bem em questões de texto FGV e aparece essa!Como alguém pode ter um serviço/produto sem saber quem é?Podemos até saber os pontos de contato apenas com o nome do anunciante.Existem muitos  produtos/serviços gratuitos ,amostras grátis ,degustações,muitas vezes para promover a marca,conquistar pessoas.A alternativa A) NÃO SERVE, basta refletirmos assim: Se o serviço do anuncio deve ser gratuito ou não ,quem eu contrato?  
    Letra D na minha opinião e da maioria !

  • PROFESSORES DO QC ,tomem coragem e comentem questões da FGV!

  • Quem é o anunciante ? Eu? Você? Quem leu? Ninguém sabe! Por que não poderia ser a letra D como gabarito..Ah ! FGV , se eu te pego na rua te dou uma coça

  • Essa até o Millor erraria.

  • Como já disseram... Existem campanhas publicitárias que têm como propósito apenas "divulgar"... Não tem problema algum o serviço ser grátis...

    Agora, eu não me lembro de campanha publicitária na qual não vem expresso o anunciante....

    O pior é que este tipo de questão atrapalha o cara que estuda, que pensa pra resolver.. Já aquele que estuda mais ou menos, sem pensar, marca de cara que toda publicidade deve ter como alvo o lucro e leva a questão...

    Complicado...

  • Letra E esta certa, pois o anuncio nao fornece pontos de contato.

    E ai leio que 'e a letra A. Nao entendi?????

  • na boa, essa banca deve chamar candidatos ao EI  paa formular essas questoes! ou nego de outras galaxias

  • O percetual de erros diz muito sobre a questão e sobre a banca, que não é séria com os candidatos. Essa é pra ninguém gabaritar a prova. Acredito que a FGV pode ser melhor que isso. CESPE, por favor, ensina como se faz!

  • Eles mudaram o gabarito de B para A mas a letra A está tão errada quanto!

     

    FGV, reconheça o erro e anule a questão. Seja humilde.

  • Pensa numa loucura...

  • E eu achava o Cespe uma banca bizarra....

  • Temos que inferir que o texto continua?!?!?!?! É, realmente essa banca não dá!!!!!!!!! TÔ FORA!!!!!!! Chega de FGV, cansei!!!!!!!!

     

  • O comentario de professor tentando justificar o gabarito é o pior.

  • Alternativa D e E se anulam sobrando so a A. Agora, essa estratégia comum da FGV em muitas questões é muito cruel e sai da lógica das resoluções das questões.

  • Conhecendo a FGV marquei de cara a letra A. Imaginei a "viagem" do examinador, já que as outras estavam bastante parecidas. Quando um texto publicitário se refere a anúncios de produtos eles objetivam o lucro. No texto acima, porém, há uma quebra da espectativa ao anunciar um serviço e oferecê-lo gratuitamente. 

  • já é o 2 vídeo do arenildo q ele fala pra gente fazer curso de interpretação de texto, ou ele tá querendo vender alguma coisa ou tá nos chamando de burro

  • É FUNDAMENTAL ENTRAR NA VIAGEM DA BANCA! MAS COMO?

    UMA PROVA POR DIA.

    PARA MIM, TÁ DANDO CERTO,


ID
1508485
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2 - Os bebés e a TV

Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”

A utilização excessiva da televisão pode comprometer a capacidade do bebé em explorar o ambiente, comunicar, aprender a distrair-se sozinho, acalmar-se de forma autónoma, e aprender a brincar - o que mais tarde pode comprometer o desenvolvimento da capacidade simbólica, fundamental para a saúde mental da criança.

A televisão é uma fonte de hiperestimulação desajustada para os bebés, não só por alguns conteúdos mas principalmente pelos seus ritmos bem mais acelerados e estimulantes que o ritmo da vida real. O seu uso pode deixar o bebé agitado pela quantidade de informação que o seu cérebro terá de processar (pois cada imagem televisiva é constituída por um conjunto de centenas de pontos luminosos). Um bebé pequeno não consegue acompanhar a velocidade da sequência de imagens, nem os cortes constantes de luz e de som, sendo estes ansiogénicos. Os bebés avaliam a sua segurança através dos ritmos, das rotinas, da tranquilidade, assim, qualquer presença disrítmica, como a da televisão, será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono. (CAROLINA Albino, Sapolifestyle)

A televisão, segundo o texto 2, é prejudicial aos bebês, principalmente por:

Alternativas
Comentários
  • o gabarito B: alguem poderia explicar?

    Os bebés avaliam a sua segurança através dos ritmos, das rotinas, da tranquilidade, assim, qualquer presença DISRÍTMICA, como a da televisão, será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono.

  • disritmica é o oposto de ritmica.

    um ritmo acelerado, o quanto for, ainda vai ser um ritmo, só que acelerado. "(...)assim, qualquer presença disrítmica, como a da televisão, será geradora de ansiedade".

    Lixo de questão.

  • Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”

    A utilização excessiva da televisão pode comprometer a capacidade do bebé em explorar o ambiente, comunicar, aprender a distrair-se sozinho, acalmar-se de forma autónoma, e aprender a brincar - o que mais tarde pode comprometer o desenvolvimento da capacidade simbólica, fundamental para a saúde mental da criança. 

    A televisão é uma fonte de hiperestimulação desajustada para os bebés, não só por alguns conteúdos mas principalmente pelos seus ritmos bem mais acelerados e estimulantes que o ritmo da vida real. O seu uso pode deixar o bebé agitado pela quantidade de informação que o seu cérebro terá de processar (pois cada imagem televisiva é constituída por um conjunto de centenas de pontos luminosos). Um bebé pequeno não consegue acompanhar a velocidade da sequência de imagens, nem os cortes constantes de luz e de som, sendo estes ansiogénicos. Os bebés avaliam a sua segurança através dos ritmos, das rotinas, da tranquilidade, assim, qualquer presença disrítmica, como a da televisão, será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono. (CAROLINA Albino, Sapolifestyle

  • Qual o erro da letra D ?????

    Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”
  • Só eu que notei ou alguém mais percebeu que o texto aplica uma grafia errada, pelo menos no Brasil, de BEBÊ, se escreve bebé em Portugal, Angola, Moçambique, etc. Mas no Brasil é bebê e ponto final! Talvez o texto seja de autoria de alguém de outro pais que fale português, se não, tá errado! 

  • Acho que a Letra D está errada porque o texto apenas constata um fato ao dizer que as TVs são frequentemente usadas como "babysitters", mas não chega a dizer que é isso que faz mal ao bebê. O que o texto afirma fazer mal ao bebê é a utilização excessiva da televisão. Sendo assim, não faria mal ao bebê os pais usarem a TV como "babysitter" por pouco tempo ou de vez em quando.

  • Usar a TV como "babysitter" não é necessariamente prejudicial ao bebê. O interessante nesse tipo de questão é eliminar alternativas que destoam do pedido. No caso, ser babysitter não é sempre prejudicial e despertar a curiosidade também não é.

  •  ''...Um bebé pequeno não consegue acompanhar a velocidade da sequência de imagens, nem os cortes constantes de luz e de som, sendo estes ansiogénicos. ''


ID
1508488
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2 - Os bebés e a TV

Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”

A utilização excessiva da televisão pode comprometer a capacidade do bebé em explorar o ambiente, comunicar, aprender a distrair-se sozinho, acalmar-se de forma autónoma, e aprender a brincar - o que mais tarde pode comprometer o desenvolvimento da capacidade simbólica, fundamental para a saúde mental da criança.

A televisão é uma fonte de hiperestimulação desajustada para os bebés, não só por alguns conteúdos mas principalmente pelos seus ritmos bem mais acelerados e estimulantes que o ritmo da vida real. O seu uso pode deixar o bebé agitado pela quantidade de informação que o seu cérebro terá de processar (pois cada imagem televisiva é constituída por um conjunto de centenas de pontos luminosos). Um bebé pequeno não consegue acompanhar a velocidade da sequência de imagens, nem os cortes constantes de luz e de som, sendo estes ansiogénicos. Os bebés avaliam a sua segurança através dos ritmos, das rotinas, da tranquilidade, assim, qualquer presença disrítmica, como a da televisão, será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono. (CAROLINA Albino, Sapolifestyle)

“..., será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono”.

Sobre as relações lógicas implícitas nessa sequência do texto 2, a afirmação correta é:

Alternativas
Comentários
  •  resposta: d) a ansiedade provoca aumento do choro e também a dificuldade de sono;


  • Agora tem que ser psicologo para responder as questões da banca

    d), pois o conectivo E difere o choro com a dificuldade de sono, entendi assim.

  • Não entendi porque não ser a letra a. eu marquei  ela pois a criança anciosa chora mais e dorme menos

  • Pessoal, isso chama-se paralelismo sintático. A conjunção "e" substitui a virgula, sendo portanto que os termos "aumento do choro" e "dificuldade de sono" exercem a mesma função sintática. Ambas são, portanto, consequência do aumento da ansiedade.

    Foi assim que entendi e marquei "d". Corrijam-me caso esteja errado! Bons estudos!! 

  • Eu marquei a resposta D, em razão do conectivo "E TAMBÉM, com função sintática de adição. A mesma da frase:

    será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono”./A ansiedade provoca aumento do choro e também a dificuldade de sono; 

  • Na dúvida entre as alternativas A e D.  

    “..., será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono”(conjunção aditiva)

    Alternativa A   A ansiedade provoca aumento do choro que, por sua vez, dificulta o sono;(conjunção adversativa)

    Alternativa D (gabarito)   A ansiedade provoca aumento do choro e também a dificuldade de sono;  (conjunção aditiva)

                                                           


  • As questões de português da FGV não podem ser encaradas com literalidade, de vez em quando é bom dar uma viajada.


    É um pouco longo, mas leiam!


    Primeiro vamos analisar a frase: “..., será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono”. 


    De cara, podemos interpretar que a ansiedade aumenta o choro E (retoma a ansiedade - conjunção aditiva) dificulta o sono. Aqui, como se trata da FGV, não necessariamente o choro vai dificultar o sono, além de ter uma conjunção aditiva que dá a ideia de soma, logo a dificuldade de dormir NÃO é uma consequência do aumento do choro,e sim, uma adição ao efeito da ansiedade. Mas fiz essa interpretação pelo fato de ser uma questão FGV.


    Vamos á resposta


    A) Errado. A dificuldade de dormir não é consequência do choro. Muito cuidado aqui! Muita gente errou por que não interpretou a conjunção aditiva na frase.


    B) Errado. Não é a dificuldade de dormir que provoca o aumento do choro.


    C) Errado. O aumento do choro não aumenta a ansiedade...


    D) Correta. Perceberam a conjunção aditiva dando ideia de soma e não consequência? 


    E) Errada. A ansiedade não é provocada pelo aumento do choro e dificuldade de dormir, ela é a causa, e não a consequência.

  • Cuidado com a extrapolação. A alternativa A está errada por atribuir a dificuldade de dormir ao fato da criança chorar. Embora seja possível, não necessariamente será sempre assim. A ansiedade pode deixar a criança sem sono, mas não chorar; ou pode fazê-la chorar e vai dormir normalmente.

    O fato é que a ansiedade pode levar a um como a outro.


ID
1508491
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2 - Os bebés e a TV

Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”

A utilização excessiva da televisão pode comprometer a capacidade do bebé em explorar o ambiente, comunicar, aprender a distrair-se sozinho, acalmar-se de forma autónoma, e aprender a brincar - o que mais tarde pode comprometer o desenvolvimento da capacidade simbólica, fundamental para a saúde mental da criança.

A televisão é uma fonte de hiperestimulação desajustada para os bebés, não só por alguns conteúdos mas principalmente pelos seus ritmos bem mais acelerados e estimulantes que o ritmo da vida real. O seu uso pode deixar o bebé agitado pela quantidade de informação que o seu cérebro terá de processar (pois cada imagem televisiva é constituída por um conjunto de centenas de pontos luminosos). Um bebé pequeno não consegue acompanhar a velocidade da sequência de imagens, nem os cortes constantes de luz e de som, sendo estes ansiogénicos. Os bebés avaliam a sua segurança através dos ritmos, das rotinas, da tranquilidade, assim, qualquer presença disrítmica, como a da televisão, será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono. (CAROLINA Albino, Sapolifestyle)

“Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação.”

Sobre os acentos e sinais gráficos presentes nas palavras desse segmento do texto 2, a afirmação correta é:

Alternativas
Comentários
  • O erro é que a palavra bebê pode ser grafada com acento agudo também.

  • Não sabia que pode ser grafada com acento agudo... Só Jesus pra ajudar mesmo :(

  • Palavras originadas do francês por pronúncia podem receber os dois acentos.

    Bebê ou bebé Nenê ou Nené
     Fonte:site infoescola
  • Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em E tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo:
    bebé ou bebê, bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guiché ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, puré ou purê, rapé ou rapê – balé ou balê
    Também: cocó, judo e metro
  • Verbo ter concordando com o sujeito perfeito

  • Bebê tudo bem que deriva do francês, mas caratê?? Acho que não eim?! caratê vem do japonês 空手, que traduzindo para escrita ocidental seria karate, em Portugal se escreve e se fala caraté, aqui se escreve e se fala caratê, assim como em Portugal se escreve e se fala bebé e aqui se escreve e se fala bebê. Como aqui não se fala nem francês nem japonês tão pouco brasileiro, temos que nos adequar ao acordo ortográfico da língua portuguesa, que é a que em teoria nós falamos, acordo esse que diz que pode ser grafado das duas formas.

  • Em Portugal é Bebé no singular e no plural é bebés, isso quando for do sexo masculino

    No Brasil é bebê e no plural é bebês, isso é comum aos dois gêneros

    Nenê usa-se quando não se sabe o sexo do bebê/bebé

    Fé na Missão!!!

  • Só não marquei a A, porque tinha a C.


  • BEBÉ=Grafia usada em todos os países falantes de língua portuguesa exceto no Brasil, onde se escreve bebê.

    (fonte:https://pt.wiktionary.org/wiki/bebé)

    PORTANTO A AFIRMATIVA CERTA É A LETRA C !

  • Não marquei a A porque vi que o texto foi retirado do que parece ser um site chamado Sapolifestyle. Eu sei que existe um site português chamado sapo. Aí lembrei que antes do acordo ortográfico cada país de língua portuguesa tinha suas regras e que em Portugal poderia ser com acento agudo. Tirando essa dedução, não sabia que bebé em Portugal era assim. Em nenhuma fonte que li sobre as diferenças do antigo e do novo arco ortográfico tinham essa palavra como exemplo. =/ Mas pelo menos a letra C estava bem explícita e com a FGV se marca sempre a menos pior.

  • No portuguÊs de Portugal pode ter essa variação na acentuação. 

  • AGORA, PRA FAZER CONCURSO, TEM QUE SABER FRANCÊS TAMBÉM... :/

  • Conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico algumas palavras poderão sofrer alterações em seus respectivos acentos gráficos e continuar com a grafia correta.

     

    Exemplos:

     

    1 - Acadêmico ----> Académico

    2 - Econômico -----> Económico

    3 - Fêmur -----> Fémur

    4 - Bebê -------> Bebé

     

     

     

    BONS ESTUDOS!

     

     

     

  • Letra C.

     

    Comentário:

     

    A alternativa (A) está errada, porque se admite, sim, a pronúncia de timbre aberto “bebé”, por isso se aceita

    a grafia com acento agudo. Mesmo que você não soubesse dessa possibilidade, em todo o texto tal
    pronúncia foi utilizada. Assim, fica mais fácil perceber que esta alternativa está errada.

    A alternativa (B) está errada, pois o verbo “têm” recebe acento diferencial, marcando o plural. Isso faz com que

    eliminemos a alternativa (B), marcando a alternativa (C) como a correta.

    A alternativa (D) está errada, pois o til marca nasalização.

    A alternativa (E) está errada, pois em “bebés” o acento agudo marca a pronúncia aberta.

     

     

    Prof. Décio Terror

  • Letra C.

    Os verbos ter e vir recebem acento circunflexo, indicando que estão na terceira pessoa do plural. Ele tem- eles têm. Ele vem- eles vêm.

  • Eu morreria sem saber que pode ser bebê ou bebé.

  • Regionalismo

    grêmio = grémio

    amania = amania

    Ecomico = ecomico

    Acamico = acamico

    mur = mur

    Be = Be

  • cliché = clichê

  • não entendo o porquê de tanta indignação!
    Vocês não sabiam que é correto, também, escrever bebé?!  Ahhh, fala sério! 

     

    kkkkkkkkk

    #Zoação pessoal.

    Questão APARENTA ser complicada, porém a alternativa C foi meio que posta de "bandeja". 

  • A FGV é uma banca com muita noção.

    Fonte: arial black, 12.

  • d) o til serve para indicar nasalidade. Portanto, a letra "a" da palavra "interação" não é oral.

  • Fgv sendo fgv
  • Letra C. O verbo ter está no plural e concorda com bebês.

    Se estivesse escrito "O bebê" seria: O bebê tem.

    Mas está escrito: Os bebês, portando, eles (os bebês) têm.

  • Essa FGV é uma banca muito infeliz mesmo..

  • Não estranhe, existe sim a palavra “bebé”, uma variante de “bebê”. Vejamos.

    a) Incorreto: o vocábulo “bebê” pode ser grafado com circunflexo ou com acento agudo, como veio na questão: bebé. Também pode ser grafado sem acento, indicando verbo beber: ele bebe.

    b) Incorreto: o vocábulo “têm” recebe acento circunflexo para indicar a terceira pessoa do plural: ele tem/eles têm.

    c) Correto: o vocábulo “têm” mostra número plural por meio do acento circunflexo;

    d) Incorreto: no vocábulo “interação”, o til mostra que a vogal a é nasal;

    e) Incorreto: no vocábulo “bebés”, o acento mostra que a vogal acentuada deve ser pronunciada aberta.

    A palavra “ter” e seus derivados recebem acento diferencial de número quando utilizados no plural, portanto, a alternativa correta é letra C.

    Fonte: Prof. Felipe Luccas

  • C. o vocábulo “têm” mostra número plural por meio do acento circunflexo; correta

    bebê e bebé são corretas

  • GABARITO: LETRA C

    Tem e têm são formas conjugadas do verbo ter no presente do indicativo. Estão, contudo, conjugadas em diferentes pessoas.

    Tem está na 3.ª pessoa do singular: ele tem.

    Têm está na 3.ª pessoa do plural: eles têm.

    Tem deverá ser usado quando o sujeito for singular:

    ele tem;

    ela tem;

    você tem.

    Tem é a forma conjugada do verbo ter na 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo.

    Têm deverá ser usado quando o sujeito for plural:

    eles têm;

    elas têm;

    vocês têm.

    Têm é a forma conjugada do verbo ter na 3.ª pessoa do plural do presente do indicativo.

    FONTE: DUVIDAS.DICIO.COM.BR

  • meu deus, nem sabia que bebé era correto... melhor errar aqui e não na prova kk

  • Bebé (com acento agudo) ia morrer sem saber isso.

  • Em algumas (poucas) palavras oxítonas terminadas em -e tónico/tônico, geralmente provenientes do francês, esta vogal, por ser articulada nas pronúncias cultas ora como aberta ora como fechada, admite tanto o acento agudo como o acento circunflexo: bebé ou bebê; bidé ou bidê, canapé ou canapê, caraté ou caratê, croché ou crochê, guiché ou guichê, matiné ou matinê, nené ou nenê, ponjé ou ponjê, puré ou purê, rapé ou rapê.

  • Acentua-se com circunflexo a 3ª pessoa do plural do presente do indicativo dos verbos ter e vir, bem como nos seus derivados (deter, conter, reter, advir, convir, intervir).

  • Tão cobrando até o Português de Portugal nas provas

  • ai tu quer graça FGV, chega!

  • Eu nao sabia essas regras todas ai que o pessoal esta comentando, mas galerinha, uma coisa é fato TEM ( SINGULAR ), TÊM (PLURAL), sabendo essa regra, nao iria importar as demais, deixa a banca inventar a moda que ela quiser kkkk

  • cada dia aprendendo uma nova peripécia com a FGV kkkk

ID
1508494
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2 - Os bebés e a TV

Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”

A utilização excessiva da televisão pode comprometer a capacidade do bebé em explorar o ambiente, comunicar, aprender a distrair-se sozinho, acalmar-se de forma autónoma, e aprender a brincar - o que mais tarde pode comprometer o desenvolvimento da capacidade simbólica, fundamental para a saúde mental da criança.

A televisão é uma fonte de hiperestimulação desajustada para os bebés, não só por alguns conteúdos mas principalmente pelos seus ritmos bem mais acelerados e estimulantes que o ritmo da vida real. O seu uso pode deixar o bebé agitado pela quantidade de informação que o seu cérebro terá de processar (pois cada imagem televisiva é constituída por um conjunto de centenas de pontos luminosos). Um bebé pequeno não consegue acompanhar a velocidade da sequência de imagens, nem os cortes constantes de luz e de som, sendo estes ansiogénicos. Os bebés avaliam a sua segurança através dos ritmos, das rotinas, da tranquilidade, assim, qualquer presença disrítmica, como a da televisão, será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono. (CAROLINA Albino, Sapolifestyle)

“Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”.”

Sobre esse segmento do texto 2, a observação correta é:

Alternativas
Comentários
  • Resposta: d) a forma verbal “vê” deveria ser substituída por “veem” já que seu sujeito é plural;

  • E não é verdade que  “cerca de” só deve ser empregada para números aproximados?

  •  Conformativasintroduzem uma oração em que se exprime a conformidade de um fato com outro. São elas:conforme, como (= conforme), segundo, consoante, etc..

    .

    .

    .

    .

    Qual é o erro da "E" ? 

    "Deveria" ?

  • Cerca de: como empregar a expressão


    Por Thaís Nicoleti

    "Seu salário é de cerca de R$ 11 mil a R$ 11,5 mil (a depender de gratificações)."

    A expressão “cerca de” indica valor aproximado. Por esse motivo, só faz sentido empregá-la com números redondos; evitam-se, portanto, construções como “cerca de 17 pessoas viram o acidente” – cerca de 20 pessoas seria o ideal nesse caso.

    No trecho em questão, o redator empregou a locução “cerca de” seguida de dois valores, o do salário nominal e o do final, em caso de haver gratificações. Em suma, com toda essa precisão, não há espaço para o “cerca de”.

    Há, portanto, duas opções de construção: usar apenas o valor aproximado, antecedido da expressão “cerca de”

    Seu salário é de cerca de R$ 11 mil (a depender de gratificações).

    ou excluir a expressão de valor aproximado e empregar o verbo “variar” seguido dos dois valores

    Seu salário varia de R$ 11 mil a R$ 11,5 mil (a depender de gratificações).

    Em tempo: a locução “cerca de” indica valor aproximado; a preposição “acerca” tem o mesmo valor de “sobre”, “a respeito de”; a construção “há cerca de” emprega-se para quantidade aproximada de tempo decorrido. Assim:


    Cerca de 50 pessoas presenciaram o acidente.

    Durante duas horas, conversaram acerca de diversos temas.

    Entraram na faculdade há cerca de 20 anos.


    http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/cerca-de-como-empregar-a-expressao.jhtm

  • HÁ CERCA DE - REFERE-SE A TEMPO (FAZ APROXIMADAMENTE 10 HORAS)

    A CERCA DE - REFERE-SE A DISTÂNCIA... (PERTO DE)

    CERCA DE - REFERE-SE A QUANTIDADE APROXIMADA ( CERCA DE 15%)

    ACERCA DE - EQUIVALE A (A RESPEITO DE)


  • Acredito que a letra a, b e e estão erradas pelo "deveria"...se estivesse poderia estaria correto.

    A letra c primeira parte correto, o que faz dela errada é afirmar que está incorreto nesse caso.


  • e) INCORRETA pelo fato que NÃO é preciso obrigatoriamente trocar  conjunção segundo pela conjunção conforme, ou seja pode-se manter a conjunção segundo.

  • Complementando o comentária da Concurseira Carioca...


    Essa questão envolve duas regras de concordância:


    1) Sujeito formado pelas expressões "mais de um", "cerca de", "perto de", "menos de", etc: o verbo concorda com o numeral.


    2) Sujeito formado de número percentual ou fracionário: o verbo concorda com o numerador ou com o número inteiro, mas pode concordar também com o especificar dele, por exemplo:


         Apenas 1/3 das pessoas do mundo sabe o que é viver bem (sabe concorda com 1).


         Apenas 1/3 das pessoas do mundo sabem o que é viver bem (sabem concorda com pessoas).


         Apenas 30% do povo sabem o que é viver bem (sabem concorda com 30).


         Apenas 30% do povo sabe o que é viver bem (sabe concorda com povo).


    Fonte: Pestana, Fernando - A gramática para concursos públicos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015



    Avançando um pouco mais na questão, se "73% das crianças" fosse substituído por "73% do grupo" a alternativa D estaria errada, pois as duas flexões do verbo seriam cabíveis, de acordo com a regra 2).

  • A letra B está errada porque a conjunção "ou" dependendo do contexto pode ser usada para se ter a ideia de adição. Vi isso em um video aula.

  • gabarito D - 
    A forma correta de escrita da palavra é veem. É a forma do verbo verconjugado na 3.ª pessoa do plural do presente do indicativo. A palavra vêem está errada desde que entrou em vigor o Novo Acordo Ortográfico em janeiro de 2009. Segundo este acordo, o acento circunflexo não será mais utilizado em verbos com conjugações da 3.ª pessoa do plural terminadas em –eem. 

  • Letra D.

     

     a) o termo “como”, para evitar ambiguidade, deveria ser substituído por “tais quais”; - Não é obrigatório, é facultativo.

     b) o conector “ou” no interior dos parênteses, deveria ser substituído por “e”, já que se trata de uma adição; - Não é obrigatório, é facultativo, inclusive o "ou" também pode indicar adição.

     c) a expressão “cerca de” só deve ser empregada para números aproximados, não sendo correta nesse caso; - É exatamente um caso de aproximação, mesmo citando um percentual "quebrado", o qual não é comum, mas também não é errado.

     d) a forma verbal “vê” deveria ser substituída por “veem” já que seu sujeito é plural; - Certo, pois 73% é "mais de 1%" então é plural, e "das crianças" também está no plural, portanto só cabe plural.

     e) a conjunção “segundo” deveria ser substituída por “conforme” - Não é obrigatório, é facultativo.

  • gente pra quem ficou confuso que nem eu com a D:

    VER na 3a pessoa do plural= VEEM

    VIR na 3a pessoa fo plural= VÊM

  • COMO >>> exprime causa , razão, um efeito... = a visto que. Deve ser usada só no início da oração.

  • #CHUPAFGV


ID
1508497
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2 - Os bebés e a TV

Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”

A utilização excessiva da televisão pode comprometer a capacidade do bebé em explorar o ambiente, comunicar, aprender a distrair-se sozinho, acalmar-se de forma autónoma, e aprender a brincar - o que mais tarde pode comprometer o desenvolvimento da capacidade simbólica, fundamental para a saúde mental da criança.

A televisão é uma fonte de hiperestimulação desajustada para os bebés, não só por alguns conteúdos mas principalmente pelos seus ritmos bem mais acelerados e estimulantes que o ritmo da vida real. O seu uso pode deixar o bebé agitado pela quantidade de informação que o seu cérebro terá de processar (pois cada imagem televisiva é constituída por um conjunto de centenas de pontos luminosos). Um bebé pequeno não consegue acompanhar a velocidade da sequência de imagens, nem os cortes constantes de luz e de som, sendo estes ansiogénicos. Os bebés avaliam a sua segurança através dos ritmos, das rotinas, da tranquilidade, assim, qualquer presença disrítmica, como a da televisão, será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono. (CAROLINA Albino, Sapolifestyle)

Entre as palavras abaixo, retiradas do texto 2, aquela cujo elemento inicial destacado tem seu valor semântico corretamente indicado é:

Alternativas
Comentários
  • auto- 1
    (grego autós, -ê, -óeu mesmo, ele mesmo, mesmo)


    "auto", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/auto [consultado em 04-05-2015].

  • Auto não seria  eu mesmo...pessoal...individual? errei por isso. Disritmia (Distúrbio de ritmo).

  • De acordo com o dicionário Houaiss da língua portuguesa:

    2 dis-
                                                                                                                         prefixo                                                                                                                                                                                          

    do gr. dús- (por contraposição a eû- e a-), de grande vitalidade no próprio gr.cl., abundantemente representado na terminologia científica, o pref. exprime as ideias de: 1) 'dificuldade, perturbação': disartria, díscolo, disenteria, dispepsia, dispneia, distanasia, distocia, disúria; 2) 'enfraquecimento': dismnesia, disogmia, disopia, distaxia; 3) 'falta, privação': disbulia, dissimetria, dissimétrico.

    Por isso, correta a opção "b".

  • Lembrando que a questão considera o prefixo .

  • Acredito que esta questão seja passível de anulação já que o significado de auto está correto:


    auto-

    1. relativo a si mesmo; próprio
    2. relativo a automóvel

  • QUE QUESTÃO SACANA!!!  

    dis-
    1. prefixo de origem latina ou grega
      1. (do latim dis-, afastamento)
        1. separação, dispersão, negação, contrário
      2. (do grego dís-, duas vezes)
        1. dois
      3. (do grego dýs-, mal; dificuldade)
        1. dificuldade, mau estado, desgraça, contrariedade, privação

  • Não concordo com o gabarito por causa do AUTO

  • Que questão filha da ****!! Disrítmico, acredito que seja fora de rítmo. E conforme o (a) Sand's Loures: "...3) 'falta, privação': disbuliadissimetriadissimétrico.". Agora, quem que vai saber os significados de cada prefixo? FGV, sou humano, não um dicionário!

  • Acredito que o AUTO nesse caso tem um sentido mais voltado para: "automático, independente". Então por eliminação vai a letra B mesmo.

  • "o prefixo dis- de origem grega que indica dualidade (dístico, dissílabo) ou dificuldade (dispneia = falta de ar; displasia = degenerescência de células)."

    Fonte: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/prefixo-des--ou-dis-/5749

    quem escreveu foi uma professora de português lá de Lisboa


ID
1508500
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2 - Os bebés e a TV

Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”

A utilização excessiva da televisão pode comprometer a capacidade do bebé em explorar o ambiente, comunicar, aprender a distrair-se sozinho, acalmar-se de forma autónoma, e aprender a brincar - o que mais tarde pode comprometer o desenvolvimento da capacidade simbólica, fundamental para a saúde mental da criança.

A televisão é uma fonte de hiperestimulação desajustada para os bebés, não só por alguns conteúdos mas principalmente pelos seus ritmos bem mais acelerados e estimulantes que o ritmo da vida real. O seu uso pode deixar o bebé agitado pela quantidade de informação que o seu cérebro terá de processar (pois cada imagem televisiva é constituída por um conjunto de centenas de pontos luminosos). Um bebé pequeno não consegue acompanhar a velocidade da sequência de imagens, nem os cortes constantes de luz e de som, sendo estes ansiogénicos. Os bebés avaliam a sua segurança através dos ritmos, das rotinas, da tranquilidade, assim, qualquer presença disrítmica, como a da televisão, será geradora de ansiedade, aumentando o choro e dificultando o sono. (CAROLINA Albino, Sapolifestyle)

“Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”.”
Esse segmento do texto 2 mostra uma série de elementos coesivos; a opção em que o termo anteriormente referido está indicado INADEQUADAMENTE é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: E

    usam-nas - refere-se à televisão (e não às crianças) que muitas vezes é utilizada como “babysitters”

  • Por sinal, salvo engano, em "usam-nas" está incorreta a concordancia nominal, pois o texto se refere a televisão (no singular) e não televisores, assim seria correto "usam-na"

  • O Termo "nas" não se refere a televisão, mas sim a "movimentos animados e os sons da televisão". Por possuir dois núcleos, o pronome nas (n+as) deveria ser empregado como "nos". Usam-nos (os movimentos e os sons).

  • Uma dúvida: o termo "esta" é usado para apresentar uma idéia a ser introduzida no texto, e não uma já mencionada. 

    Estou certo ou estou falando besteira?

  • Uma dúvida: o termo "esta" é usado para apresentar uma idéia a ser introduzida no texto, e não uma já mencionada. 

    Estou certo ou estou falando besteira?

  • .Embora eu tenha acertado, não concordo com as alternativas A e B.

    "têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. "

    O que permite um saudável desenvolvimento é a INTERAÇÃO!!! E não a "necessidade de interação"! Esta é necessária, mas é a interação que o autor diz que permite o saudável desenvolvimento..

  • Bruno Rocha


    O termo "esta" geralmente exerce a função a que você se referiu. NO ENTANTO, ele pode retomar termos anteriores, quando estiverem próximos de quem fala.

    EXEMPLO: Cláudio e Marcus são irmãos. ESTE (Marcus) é Administrador; Já aquele (Cláudio) é químico.


    GABA. E

  • Letra E.

     

    Comentário:

     

    A alternativa (E) é a errada, haja vista que o pronome “nas” tem a intenção de retomar “televisão”, o qual é um substantivo

    feminino singular. Assim, deveria se flexionar no singular: “usam-na”.

     

     

    Gabarito: E

     

    Prof. Décio Terror

  • “Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação. É esta que permite um saudável desenvolvimento. Como as cores, os movimentos animados e os sons da televisão captam facilmente a atenção dos bebés, muitas vezes os pais (ou até educadoras nas creches - cerca de 73% das crianças vê televisão na creche, segundo a Deco) usam-nas como “babysitters”.”

    nas / crianças.

    -> quem usa televisão como babysitter (exemplo de babá, ajudante) são os pais para com os seus filhos.


ID
1508503
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Estragou a televisão!!!

Luís Fernando Veríssimo — Iiiih...
— E agora?
— Vamos ter que conversar.
— Vamos ter que o quê?
— Conversar. É quando um fala com o outro.
— Fala o quê?
— Qualquer coisa. Bobagem.
— Perder tempo com bobagem?
— E a televisão, o que é?
— Sim, mas aí é a bobagem dos outros. A gente só assiste. Um falar com o outro, assim, ao vivo... Sei não...
— Vamos ter que improvisar nossa própria bobagem.

A frase do texto 3 que NÃO contém uma crítica implícita à televisão é:

Alternativas
Comentários
  • Hã?

  • muito louco!! tão matando no portugues. Eita

  • Estragou a televisão! Ihhh (que pena que estragou a televisão, porque gosto muito dela)...Esse "ihh" é uma manifestação de apreço pela tv.

    Aliás, a televisão me deixou burro, muito burro demais... agora todas as coisas que eu vejo me parecem iguais... o sorvete me deixou gripado pelo resto da vida...

  • Iiiih... pra mim isso tb seria uma critica implícita... 

  • Atenção!! O Título diz tudo.... Estragou a Televisão. - Iiiih...(não é crítica a TV! mas tristeza por sua perda)

  • É tão fácil que faz agente achar que é  pegadinha 

  • Acertei a questão, mas achei ela muito esquisita. Não acho que todas as outras alternativas necessariamente apresentem críticas implícitas à televisão!

    Inclusive: Oh Cride: Fala pra mãe, que tudo que a antena capta meu coração captura!

  • Oooooonde que "Vamos ter que o quê? " é crítica implícita à TV?????

  • Mas que estão inútil. Só serve para desperdiçar questões que de fato poderiam testar o conhecimento dos candidatos.

  • Mas que estão inútil. Só serve para desperdiçar questões que de fato poderiam testar o conhecimento dos candidatos. (2)

  • ao invés do "Iiiih..." deveria ser "Xiiiiii" porque tá difícil acertar questões da FGV!

  • "Vamos ter que o quê?" = o interlocutor demonstra que não conhece o significado da palavra "conversar", justo porque com a televisão as pessoas se distanciam.

    "Fala o quê?" = aqui, o interlocutor demonstra que não tem assunto para falar/conversar Tem ligação com o item anterior. 

    "E a televisão, o que é?" = nesse caso, há uma comparação entre uma conversa boba (sem finalidade específica) e o que se vê na televisão. 

    "Vamos improvisar nossa bobagem" = ratifica-se a comparação acima: se é para ser bobo, que sejamos ao vivo, um conversando/falando com o outro, e não vendo as bobagens alheias. 

    O "Iiihh" não possui nenhuma crítica à televisão; aliás, a conversa praticamente nem se iniciou. Foi por intermédio de alguma ação anterior ao "Iiihh" (faltou luz, etc) que a crítica foi possível. Mas o "Iiihh" em si não é uma crítica. 


  • d)

    E a televisão, o que é?

     EXplícita?!

  • Na minha humilde opinião o "ihh" era uma uma manifestação de tristeza pelo fato da tv ter sido estragada, logo é sim, indiretamente uma critica implicita, já a letra "e" é uma critica EXPLICITA a tv. Dai marquei essa letra, mas errei (kkkk)

    Coisa de doido as provas de portugues da FGV .



  • Na letra e, a crítica explícita é ás pessoas. São elas que terão que improvisar a própria bobagem. Uma prova que deve ser feita com bola de cristal.
  • "Iiiiih..." pode ser considerado frase? Para mim é uma interjeição.. Alguém sabe? Não sei se essa seria a justificativa para a resposta =/

  • SIm. " Iiiih!!! "é uma frase porrque possui "sentiddo completo". Não é , no entanto, uma oração, já que não tem verbo.

  • Também pensei ser a E por ser uma crítica EXPLÍCITA e não implícita.

  • Gabarito letra A.

     

    Após cinco minutos, marquei a letra A, pois me pareceu ser uma reação imediata e despretenciosa ao fato de a televisão ter "pifado". Nesse primeiro momento não houve nenhum tipo de consideração a respeito.

     

    Fico pensando no desespero do camarada quando se depara com uma questão dessa na prova... Embora pareça óbvio, tratando-se de FGV, sempre paira aquela dúvida miserável!

  • Iiiih...

    Pode ser considerada uma INTERJEIÇÃO?

  • nível hard essa prova aí

  • Questão excelente!

    Vamos interpretar item a item:

    Letra A - Note que o título do texto dialoga com o seu conteúdo. Sim, a reação "Iiiih" se dá devido ao fato de a televisão ter "pifado", "estragado". Portanto, ainda não encontramos aqui uma crítica velada (implícita), mas sim uma reação de preocupação devido à quebra da TV.

     Letra B - Há sim uma crítica à televisão com essa frase. A pergunta "Vamos ter que o quê?" evidencia espanto com a possibilidade de "conversar", dando a entender que a televisão dificulta a conversa entre as pessoas, tornando esse hábito algo raro.

     Letra C - Há sim uma crítica à televisão com essa frase. A pergunta "Falar o quê?" evidencia a falta do hábito da conversa entre as pessoas, resultado da distração trazida pela televisão. Dá a entender que, com a televisão, não havia necessidade de conversar. Agora, com a televisão danificada, surge a oportunidade, mas não se sabe sobre o que falar.

     Letra D - Há sim uma crítica à televisão com essa frase. A pergunta "E a televisão, o que é?" dá a entender claramente que a televisão é uma bobagem. Isso fica claro com fala anterior: "Perder tempo com bobagem?". Em outras palavras, as pessoas perdem tempo com as bobagens da televisão.

     Letra E - Há sim uma crítica à televisão com essa frase. A afirmação "Vamos ter que improvisar nossa própria bobagem." dá a entender que, sem as bobagens da televisão, há a necessidade de as pessoas, por si sós, criarem suas próprias bobagens. Em outras palavras, bobagens são veiculadas pela TV. 

    Resposta: Letra A

  • "Vamos ter que o quê? ter que conversar ou falar bobagens, marquei a questão errada e só agora percebi que realmente errei.

    Gabarito resposta a) xiii não significa uma critica implícita mas sim um descontentamento explicito.


ID
1508506
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Estragou a televisão!!!
Luís Fernando Veríssimo

— Iiiih...
— E agora?
— Vamos ter que conversar.
— Vamos ter que o quê?
— Conversar. É quando um fala com o outro.
— Fala o quê?
— Qualquer coisa. Bobagem.
— Perder tempo com bobagem?
— E a televisão, o que é?
— Sim, mas aí é a bobagem dos outros. A gente só assiste. Um falar com o outro, assim, ao vivo... Sei não...
— Vamos ter que improvisar nossa própria bobagem.

A pergunta do texto 3 que NÃO mostra uma resposta no texto é:

Alternativas
Comentários
  • d)

    Perder tempo com bobagem?

  • Gab D

    "Porque só os idiotas respondem uma pergunta com outra pergunta." (Chaves)

  • Essa questão deve ser respondida na sequência. Relacionando pergunta resposta... Assim, a pergunta da alternativa D fica em branco, até porque as alternativas C e E se relacionam.

    a) E agora?

    Resposta: Vamos ter que conversar. 

    b) Vamos ter que o quê?

    Resposta: Conversar. É quando um fala com o outro. 

    c) Fala o quê? 

    Resposta: Qualquer coisa. Bobagem.

    d) Perder tempo com bobagem?

    e) E a televisão, o que é?

    Sim, mas aí é a bobagem dos outros...
  • A FGV aperta tanto a nossa mente que nem acreditamos em questões assim Gabarito D


  • "Porque só os idiotas respondem uma pergunta com outra pergunta." (Chaves)



    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK TOP*******


    :))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))

  • meu Deus que loucura esse tipo de questão! 

  • Perder tempo com bobagem? Pergunta retórica.

  • Primeiramente fiquei em dúvida entre as alternativas D e E, porém olhando com mais atenção consegui perceber que a pergunta da letra E está explicitamente respondida. 

    E a televisão, o que é?Sim, mas aí é a bobagem dos outros...


  • d) - Perder tempo com bobagem?

    e) - E a televisão, o que é?

    - Sim, mas aí é a bobagem dos outros...

    A pergunta d) não é respondida na sequência,  mas é respondida:  Perder tempo com bobagem ? Sim, mas aí é a bobagem dos outros ...

    A pergunta e) ficou sem resposta.

    Não entendi o gabarito !

  • Se vocês assistissem mais Chaves, veriam esta questão de forma bem mais fácil!

  • Para quem assiste Chaves, tenho certeza que lembrou: "Somente os idiotas respondem uma pergunta com outra pergunta". ¬¬

  • A FGV é aquela banca que arromba tanto com a confiança do cabra a ponto de você, numa questão simples como essa, marcar o gabarito com receio.

  • Letra A - A pergunta "E agora?" já é respondida na fala seguinte: "Vamos ter que conversar.". O primeiro falante, ao fazer a pergunta, quis dizer: "E o que vamos fazer agora que a televisão estragou?". E a resposta foi "Vamos ter que conversar." 

     Letra B - A pergunta "Vamos ter que o quê?" já é respondida na fala seguinte: "Conversar. É quando um fala com o outro.". Obviamente, a resposta não foi satisfatória, mas foi uma.

     

    Letra C - A pergunta "Fala o quê?" já é respondida na fala seguinte: "Qualquer coisa. Bobagem.". 

     Letra D - A pergunta "Perder tempo com bobagem?" não é respondida diretamente no texto. O segundo falante faz na sequência uma outra pergunta: "E a televisão, o que é?". É necessário dizer que se trata de uma pergunta retórica, de cujo conteúdo se pode subtender uma resposta. Quando o falante pergunta "E a televisão, o que é?", dá a entender que sua resposta é: "Sim, vamos perder tempo com bobagem, assim como o fazemos quando assistimos aos programas de televisão.". O enunciado deixa claro que quer uma opção que MOSTRE a resposta, ou seja, que explicite uma, e não que a deixe subtendida.

     Letra E - A pergunta "E a televisão, o que é?" já é respondida na fala seguinte: "Sim, mas aí é a bobagem dos outros.". Quando o primeiro falante faz a pergunta, ele quer dizer que "A televisão também é bobagem.". Quando o segundo falante responde, ele quer dizer "Sim, de acordo. A televisão é bobagem, mas essa bobagem é produzida por outros, e não por nós.". 

    Resposta: Letra D

  • -- Qualquer coisa. Bobagem.

    Perder tempo com bobagem?

    — E a televisão, o que é?

    Sim, mas aí é a bobagem dos outros. -> ao dizer isso, nos indica que um dos personagens sabia ser a televisão uma bobagem dos outros.

  • Esse gabarito nao faz sentido, a letra D, é respondida com um sim, a letra E, onde esta a resposta??????

  • Iiiih...

    — E agora?

    — Vamos ter que conversar.

    — Vamos ter que o quê?

    — Conversar. É quando um fala com o outro.

    — Fala o quê?

    — Qualquer coisa. Bobagem.

    — Perder tempo com bobagem?

    — E a televisão, o que é?

    Sim, mas aí é a bobagem dos outros. A gente só assiste. Um falar com o outro, assim, ao vivo... Sei não...

    — Vamos ter que improvisar nossa própria bobagem.

    A pergunta do texto 3 que NÃO mostra uma resposta no texto é:

    por que a letra D?????

    Perder tempo com bobagem?

    aqui esta a resposta: Sim, mas aí é a bobagem dos outros.

  • Quem ficou 30 minutos viajando até entender o significado do termo "mostrar" dá um like aê


ID
1508509
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

texto 4

“Quatro argumentos para acabar com a televisão” – Jerry Mander
Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento».

O texto 4 defende a tese de que a televisão não pode ser melhorada; para sustentar esse ponto de vista o autor do livro citado apela predominantemente para:

Alternativas
Comentários
  • ...."Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos ....."

    Resposta A
  • Ponto Nevrálgico: ponto mais importante de uma questão qualquer.

  • Quando a gnt jura q a banca vai optar por uma opção, dado seu histórico de escolhas polêmicas, ela mira a mais óbvia de todas. Tsc, tsc tsc...imprevisível.

  • O texto não diz que o livro é baseado em opiniões pessoais. Questão mal formulada.

  • Felipe, 

    A opinião do autor aparece quando ele fala que a televisão deveria ser eliminada.

    "Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita..."

  • Trata-se de um texto argumentativo, que procura chamar atenção do leitor para um posicionamento acerca de um assunto.

    No caso, o autor defende uma tese (ponto de vista) de que a televisão não pode ser melhorada. 

    Para isso, esse se utiliza de algumas estratégias argumentativas, ou, em outras palavras, de procedimentos para guiar o leitor para o posicionamento defendido.

    Não são utilizados no texto depoimentos (relatos) técnicos nem referências a autoridades do setor como estratégia de persuasão, o que torna inválidos os itens B e E. Além disso, não há ainda no trecho selecionado um detalhamento do problema, com a citação dos pontos considerados nevrálgicos (importantes). Há apenas uma referência genérica a uma abordagem meticulosa e inédita até então, porém não ocorre no trecho detalhamento ou discussão do que viriam a ser essas questões. Isso invalida, dessa forma, a letra D.

    Ficamos entre a letra A e a letra C.

    Note que o enunciado da questão pede para que identifiquemos o recurso PREDOMINANTE.

    Ora, é refutada (posta em causa) no texto a opinião tomada como sendo comum de que "todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal". 

    No entanto, o apelo (destaque) maior presente no texto está associado ao protagonismo e ineditismo das ideias do autor. Isso fica bem evidente em duas passagens do texto: "Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada" e "Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados.".

    Assim, a maior ênfase está na experiência do autor e no ineditismo de sua tese, e não na refutação do senso comum.

    Resposta: Letra A

  • Tão fácil que dá até medo...rsrs. Resposta na linha 5: "Associando as suas experiências pessoais...".

    GAB.: A

  • opiniões pessoais ligadas à sua experiência e investigação;

    -> gabarito

    depoimentos técnicos sobre a própria tecnologia;

    -> não há depoimentos técnicos, longe disso

    a refutação de opiniões alheias;

    -> não há opiniões alheias, mas a opinião pessoal do autor

    a discussão de pontos nevrálgicos;

    -> não foi trazida discussão por pontos mais importantes, no máximo, uma comparação entre televisão e armamento

    a credibilidade de autoridades do setor.

    -> não foi trazida opinião de autoridade do setor, senão a opinião pessoal do autor ligada à experiência e investigação.

  • Nao entendo por que nao pode ser a letra D

    • D
    • a discussão de pontos nevrálgicos;

    veja a justificativa no texto:

    constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal  - sao pontos importantes a serem discutidos

  • Não sei que opinião pessoal. Foi a primeira que eu risquei.


ID
1508512
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

texto 4

“Quatro argumentos para acabar com a televisão” – Jerry Mander
Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento».

Como se trata de um texto publicitário do livro indicado, o texto 4 traz algumas marcas do interesse de divulgar a obra a fim de incentivar sua compra; a principal qualidade do livro, nesse caso, é:

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)



    Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada.
  • "Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada."

  • Além do trecho indicado pelos colegas, creio que este também ajuda a explicar a alternativa (B)Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados.

  • "...o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados."


    Isso indica a originalidade, afinal de contas "nunca antes" abordaram o tema desta forma, expressão que motiva o consumidor a querer adquirir o produto. Inclusive, por isto, acaba aguçando a curiosidade do leitor. Contudo, entendo que a alternativa B acerta em cheio o que o enunciado pede, enquanto que a letra C traz uma consequência gerada após ocorrer o fato descrito na B.

    Força, foco e fé!

    Avante!
  • Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento». 
     

    Gab: B


ID
1508515
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“Este livro é o primeiro a sustentar que (1) a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que (2) este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que (3) nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que (4) todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que (5) podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra.”

Cinco ocorrências do vocábulo QUE estão numeradas no texto; as ocorrências em que esse vocábulo não possui um significado real, porque NÃO se refere a nenhum termo anterior, são:

Alternativas
Comentários
  • Por favor, alguém comente essa questão.

  • d ... alguem poderia explicar?

  • "que" (3) -- retoma "aspectos"

    "que" (5) -- retoma "instrumentos"
  • 1o. que: "Este livro é o primeiro a sustentar isto: a televisão não pode ser melhorada (a referência é posterior).

    2o. que: "Os problemas [...] são tão perigosos que este instrumento de massas deveria ser eliminado." (o "tão ... que" compõe uma oração subordinada adverbial consecutiva. Não faz referência a nenhum outro termo e, junto com "tão" intensifica "perigosos".)

    3o. que: "o autor aborda aspectos [...] que nunca antes dele tinham sido relacionados." ( a redação é confusa, mas, como já comentado pelo colega, que faz referência a "aspectos". Antes do autor, os aspectos nunca tinham sido relacionados)

    4o. que: "A ideia de que todas as tecnologias são 'neutras' - Esta ideia: todas as tecnologias são neutras (a referência também é posterior

    5o. que: instrumentos benignos que podem ser utilizados... como já dito abaixo, o "que" retoma "instrumentos"

    eu acho que é isso!

  • no 3 e 5  "que" é pronome relativo, logo refere-se a termo anterior. Nas demais é conjunção. Caí nessa...mas não caio mais!!! 

  • Excelente análise do Bruno Soares, bem esclarecedor. Obrigado. 

  • PRA MATAR A QUESTÃO:


    A BANCA pede pra achar os "ques" que RETOMAM termo anterior. Ou seja, pra retomar um termo anterior, a banca quer que achemos os PRONOMES RELATIVOS.


    1 ) QUE- Introduz uma oração subordinada substantiva objetiva direta (sustentar ISSO). É conjunção integrante.


    2) QUE - Conjunção CONSECUTIVA (tão perigosos QUE por consequência). Conjunção consecutiva, ideia de consecução.


    3) QUE - RETOMA aspectos QUE nunca (...). Pronome relativo.


    4) QUE - Introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva.


    5) QUE - RETOMA "instrumentos", ou seja, instrumentos QUE podem (...). Pronome relativo.


    Portanto, apenas 1, 2 e 4 NÃO RETOMAM nenhum termo anterior. Apenas 3 e 5 retomam.


    GABA. D

  • Prezados,


    Com todo respeito, todas as explicações até agora estão equivocadas.

    O primeiro ponto é: a banca quer OS QUEs que NÃO SÃO PRONOMES RELATIVOS, ou seja, que INICIAM ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS (que e se podem funcionar como conjunção integrante) ou realizam outra função.


  • Não entendi o comentário do Stefanos Drakoulakis...

    Com todo respeito, todas as explicações até agora estão equivocadas.
    O primeiro ponto é: a banca quer OS QUEs que NÃO SÃO PRONOMES RELATIVOS, ou seja, que INICIAM ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS (que e se podem funcionar como conjunção integrante) ou realizam outra função.



  • Esse professor arrasou na explicação. Sou graduada em Letras e fiquei louca com essa questão.

    Parabéns, Alexandre Soares.

  • Atenção, cuidado com o comentário do colega Marcus.

    O item 4 é complemento NOMINAL, ideia é nome. 

  • achei que no 2: "esse instrumento de massa" tivesse se referindo a televisão! :(

  • Gabarito: D (1) (2) (4)

    • 1) Que = Conjunção subordinativa objetiva direta (sustentar isso)
    • 2) Que = Conjunção subordinativa adverbial consecutiva (tão perigosos que)
    • 3) Que = Pronome Relativo (retoma aspectos da televisão)
    • 4) Que = Conjunção subordinativa completiva nominal (a ideia disso)
    • 5) Que = Pronome Relativo (retoma instrumentos)
  • Fiquei em dúvida no número 4, para ser conjunção integrante introduzindo uma oração subordinada substantiva completiva, não deveria ter uma oração principal antes? " A ideia" não é oração por ausência de verbo, não estou conseguindo enxergar :((


ID
1508518
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 4

“Quatro argumentos para acabar com a televisão” – Jerry Mander
Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento».

“...é assim abertamente posta em causa nesta obra”; a expressão sublinhada significa que a ideia destacada vai ser:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    Posta em causa - Significa discutido, colocado, falado.


    Nos últimos dias, a dignidade do país foi posta em causa - O que foi discutido nos últimos dias? A dignidade do País

  • É a segunda vez que vejo uma questão da FGV que quer saber o significado desta expressão, 

    mas nada muito complexo, bem direto. 

  • Dentro do contexto, "posta em causa", tem significado de combatida, que genericamente também remete a discussão, sendo aquela mais específica. questão em que a banaca faz para derrubar candidatos, coloca duas respostas possíveis, para depois escolher a que mais reprova.

    Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa (combatido) nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento». 

  • Eu tinha absoluta certeza que era a C, porém a FGV tem umas questões tão bostas de português que no fim o cara acaba pensando: " a não, não pode ser essa. É muito óbvia." 

  • Achei que era discutida, li o texto e fui em combatida. Acertei e depois errei, porém ainda acho que poderia ser combatida sim, porém pensando melhor discutida cabe mais porque o texto vai analisar, né?


ID
1508521
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 4

“Quatro argumentos para acabar com a televisão” – Jerry Mander
Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento».

O segmento do texto 4 que exemplifica voz ativa e não passiva é:

Alternativas
Comentários
  • a) “a televisão não pode ser melhorada”; 

    b) “este instrumento de massas deveria ser eliminado”;

    c) “nunca antes dele tinham sido relacionados”;

    e) “é assim abertamente posta em causa nesta obra”


    Gabarito letra D.


  • Por que a letra D está correta?

  • tambem nao intendi...

  • Acertei... assistam a aula sobre voz ativa e voz passiva. Ajudou bastante!

  • LETRA D -> Verbo de ligação não pode passar para a voz passiva.

  • Todas as alternativas que contém o ver ser como auxiliar do verbo principal, ou seja, fazendo uma loc. verbal, geralmente se trata de frases na voz passiva. As frases na voz passiva sempre terão um verbo a mais que as frases da voz ativa e esse verbo sempre será o verbo ser.

  • assistam este vídeo muito bom https://www.youtube.com/watch?v=neGAyS5A6yc

  • na aula aqui do QC é deixado claro que voz ativa exige verbo de AÇÃO! que verbo de ligação como o da acertiva D "..tecnologis são neutras." não existe nem voz ativa nem passiva... então, alguem pode explicar melhor...eu não entendí

  • "Posta" é forma de particípio do verbo "Pôr" . 'É posta": voz passiva. Gab. letra D. Pura malandragem da Banca. Fiquem atentos!!

  • Oi Helena, td bem?

    As vozes verbais abaixo são formadas pelos seguintes verbos:

    Voz ativa: todos: VI, VTD, VTI, VTDI, VL

    Voz reflexiva:  VTD, VTI, VTDI

    Voz passiva:  VTD, VTDI

    Espero ter ajudado.

  • Resolvi eliminando as frases que possuem 2 verbos.

    A letra D possui somente 1 verbo, logo, voz ativa.

    Não temas ;)


ID
1508524
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 4

“Quatro argumentos para acabar com a televisão” – Jerry Mander
Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento».

Como se trata de um texto de opinião, é natural que o texto 4 possua adjetivos de caráter subjetivo, como o que aparece em:

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    Adjetivo de caráter subjetivo é aquele que depende de um juízo de valor do falante, ou seja, a investigação poderá ser meticulosa para uns e para outros não.
  • Achei estranho o gabarito, pois o significado de "meticuloso" é objetivo, ou seja, bem definido fora das concepções individuais. Classifica-se se algo é meticuloso pelo seu nível de detalhe. Agora, o conceito de "democrática" é bem subjetivo, ainda mais nas aplicações de hoje em que esse termo virou clichê para qualquer interesse defendido.

  • Tiago Costa, e a Evolução Democrática?

  • Não concordo que o adjetivo meticuloso seja subjetivo, pois existem críticos objetivos, passíveis de mensuração que permitem determinar se uma investigação é meticulosa ou não.


    Critérios como metodologia utilizada, análises estatísticas escolhidas, teorias que dão subsídio à investigação.

  • Meticuloso


    Quer dizer uma pessoa que faz as coisas com cautela e minuciosamente.

    -Mário foi meticuloso ao falar da doença de Izabel .


    http://www.dicionarioinformal.com.br/meticulosa/

  • Para mim a resposta seria experiências pessoais (letra C). Se é pessoal é subjetivo. Não entendi. : / 

  • Meticuloso quer dizer cuidadoso, cauteloso, minucioso e outros...

  • Excelente comentário Tiago Costa!

  • Não entendi porque "investigação meticulosa" tem juízo de valor e "evolução democrática não"..

  • Adjetivos terminados em –oso(a) que determinam estado pleno, abundante sempre serão subjetivos.

    Ex: cheiroso, dengosa, gasosa.

    O que é cheiroso para um, pode não ser para outro.

  • Prezados, entendam que o autor não classificou a evolução como democrática, ele apenas se referiu a um tipo de evolução, a democrática, que, como bem sabemos, realmente existe assim como existe revolução industrial, científica, cultural, burguesa etc.

    "Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos (...) para a evolução democrática"

  • "Evolução democrática" é o mesmo que evolução da democracia. Não há juízo de valor aí. 

    Já "investigação meticulosa" é uma investigação que o autor considera ter sido feita de maneira meticulosa, cuidadosa, com cautela. É possível discordar dessa opinião do autor.

  • Indiquem para comentário. Eu já indiquei!

  • A FGV AMA tipologia textual.
    Tem que fazer muitos exercícios..não tem jeito!

    Saúde Física - Física é objetivo (Caracteriza)
    Saúde Mental - Mental deriva de mente (relaciona)
    Evolução democártica - Democrática (relaciona à democracia)
    Experiência pessoal - Deriva de pessoa (relaciona)

    Mas meticulosa não é objetivo. Meticuloso pra um pode não ser pra outro. Os sufixos OSO são sempre subjetivos. Ex: Gostoso, cheiroso, guloso, bondoso...

  • NÃO ACREDITO QUE CAI DE NOVO NESSE TIPO DE QUESTÃO DA FGV

     

    Depois que marco o Gabarito e vejo que errei saio enfurecido querendo saber pq a questão não foi anulada, na ótica da fúria pra mim tem duas respostas, porém leio alguns comentários que sempre ajudam muito (obrigado aos colegas) e vejo que mais uma vez cai no "conto do vigário" ou melhor no conto da FGV, ela nos induz para uma solução quando na verdade é outra, por isso leiam atentamente as assertivas se houver dúvida retomem ao texto.

     

    Nesse caso eu marquei a Letra C, pq logo pensei "experiências pessoais" é subjetivo pq é pessoal, mas analisando a questão friamente o que é pessoal é o que não é coletivo, portanto o que não é coletivo é pessoal tanto pra mim quanto pra vc, as coisas pessoas minha e suas podem ser diferentes, mas o "gênero pessoal" é o mesmo. Já "investigação meticulosa" não, o que é meticuloso para mim pode não ser pra vc.

  • ADJETIVO OBJETIVO ou DE RELAÇÃO: INDEPENDE DE OPINIÃO

    ADJETIVO SUBJETIVO: DEPENDE DE OPINIÃO


ID
1508527
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 4

“Quatro argumentos para acabar com a televisão” – Jerry Mander
Este livro é o primeiro a sustentar que a televisão não pode ser melhorada. Os problemas da televisão inerentes à própria tecnologia são tão perigosos – para a saúde física e mental para o meio ambiente e para a evolução democrática – que este instrumento de massas deveria ser eliminado. Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados. A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento».

“a ideia de que todas as tecnologias são ‘neutras’”; a frase, em sua estrutura, indica:

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    O que é neutras: Que nunca tomam partido em nenhuma ocasião.


    Diante do texto o autor aborda várias opiniões de caráter geral (sendo assim neutras) que constituem instrumentos benignos.


    Associando as suas experiências pessoais a uma investigação meticulosa e inédita, o autor aborda aspectos da televisão raramente examinados e que nunca antes dele tinham sido relacionados.A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra. Falar duma reforma da televisão segundo o autor é tão «absurdo como falar da reforma duma tecnologia como a do armamento». 





  • Pensei na Ironia ... 

  • Eu também pensei que era ironia.. Errei :(

  • Deve-se prestar atenção ao enunciado da questão! Quando ele diz que "a frase, em sua estrutura, indica:..." significa que não é ao adjetivo "neutras" que está se referindo, mas ao pensamento contido na estrutura da frase. Qual o pensamento, qual o consenso? É a ideia (a concepção) de que todas as tecnologias são "neutras". O adjetivo "neutras" pode, sim, ter uma conotação irônica, mas a questão é acerca da frase, em sua ESTRUTURA, que, no caso, engloba uma ideia generalizada.

  • e nao é figurado?

  • Realmente, a pegadinha está no enunciado da questão, e não nas assertivas. Concurso tem destas, as vezes se coloca uma assertiva que é por si verdadeira, mas diante da pergunta se torna FALSA. Sendo assim, brilhante comentário de José Schenato.

    Indo um pouco além, opinião de caráter geral= opinião quase que unânime. Verificamos com o seguinte trecho:

    A ideia de que todas as tecnologias são “neutras” e constituem instrumentos benignos que podem ser utilizados bem ou mal é assim abertamente posta em causa nesta obra.

    Conclusão: pelo termo em negrito, a opinião "dita unânime" é colocada em "xeque". O objetivo do autor é confrontar essa opinião majoritária.

  • “a ideia de que todas as tecnologias são ‘neutras’”; a frase, em sua estrutura, indica:

    quanto a A (GABARITO)

    uma opinião de caráter geral;

    -> o que não deixa de ser verdade, pois opinião de caráter geral é opinião tida como alheia, por isso, correto;

    quanto a B:

    um tom irônico;

    -> apesar de tentador marcar letra B, esta não poderia estar certa, pois a E segue com o mesmo raciocínio, ou seja, um tom irônico indica ironia o que é uma figura de linguagem ou uma palavra empregada em sentido figurado;

    quanto a E:

    uma palavra utilizada em sentido figurado.


ID
1508530
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Sargento Garcia quer dispor os soldados presentes a uma solenidade em colunas com exatamente 7 soldados cada uma. Até o momento, 37 soldados estão presentes. O número mínimo de soldados que devem chegar para que o sargento Garcia possa arrumá-los do jeito desejado é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B. 37+5 = 42 : 7 = 6 colunas com 7 soldados cada

  • 37/5 = 5 filas e sobram 2 soldados, para completar essa fila ele necessitará de mais 5 soldados.

  • Tá de zoa... Quando eu faço prova essas questões não caem!

  • Tipo de questão que vc para... pensa um pouco... dá outra lida no enunciado... pensa novamente e se pergunta... será mesmo? cadê essa maldita pegadinha?!

  • questão de nível superior

     :D

  • FGV entregando a paçoca...

  • Dividamos o total de soldados presente pelo número necessário para formar uma fila: 37 / 7 = 5, com resto 2.
    Assim, para completar o próximo conjunto ele necessita de (7 - 2) 5 soldados


  • Nível superior? É isso mesmo produçãõ?

  • Questao que acaba perdendo mais tempo que os segundos necessários porque não da para acreditar que seja tão boçal!

  • Parece até piada né...

    37 / 7 = 5 e resta 2. Logo devem chegar no mínimo mais 5 soldados para formar uma coluna com sete soldados.

  • 7x6=42

    42-37=5


ID
1508533
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um mercado anuncia: “Somente hoje: 50% de desconto; leve um pacote de meio quilo de café por apenas R$ 4,00”.
O preço normal, sem desconto, de um quilo de café nesse mercado custa:

Alternativas
Comentários
  • REGRA DE TRÊS MANO.

    PESO        VALOR     PORCENTAGEM

    500GR  ----  4,00   ----  50

    1000GR  ---    X     ----  100%

    TODAS SÃO DIRETAMENTE PROPORCIONAL, ENTÃO

    X= 4.100.1000  /  50.500    (DIVIDA 1000/500 = 2) 100/50 = 2   =>   X= 4.2.2 = 16 R$.

    القتال التالية


  • PODE SER FEITO TAMBÉM DESSA MANEIRA:

    50% NO VALOR DECRÉSCIMO É 0,50 
    x = VALOR DO PÓ DE CAFÉ 

    E HOJE O CAFÉ ESTA R$4,00 

    x . 0,50 = 4 

    x = 4 DIVIDIDO POR 0,50 = 8

    x = 8 SERIA O PREÇO DE MEIO K, MAIS ELE QUER O PREÇO DE 1KG MEIO QUILO MAIS MEIO KILO IGUAL 8 + 8 = 16 LETRA (A)
  • Café caro

  • Se meio quilo de café é 4 reais com 50% de desconto, então é 8 reais no preço normal.
    Se meio quilo é 8 reais no preço normal, então um quilo é 16 reais no preço normal.

  • De boa, vou fazer concurso no Amazonas, prova de nível superior com questões como essa.

  • piada essa questão.


  • Só um detalhe Rafael Breviglieri, a banca FGV não é do Amazonas.

  • 50% de desconto:1/2 de café = R$ 4,00

    Sem desconto: 1/2 de café = R$ 8,00

    Então 1 kg é R$ 16,00

    Bons estudos a todos!


  • Renata Rodrigues, me desculpe, mas vc não explicou nada

  • Halley Pimentel discordo de você, Renata explicou sim!Agora você que não compreendeu..

  • Meio quilo é R$ 4.00 no desconto, logo sem desconto, meio quilo é R$8.00.

    Meio quilo (R$8.00) mais meio quilo (R$8.00) = R$16.00 

  • Que café caro!

  • 1/2 kg = R$ 4,00 (com 50%)          1/2 kg = R$ 8,00 (sem Desconto)                                                                                                                  

    Se 1/2 kg = R$ 8,00, Logo 1 kg = R$ 16,00.

  • FGV estende as mãos na matemática para os patinhos de humanas sentirem-se consolados, porque ao chegar no português, a banca os coloca no devido lugar...debaixo das Havaianas Bechara de Pau!

  • É O CAFÉ DO COCÔ DO BICHO QUE EU NÃO SEI O NOME...16 REAIS É UM MISTO COM CAFÉ COM LEITE E O TROCO DE CIGARRO

  • Assim fica fácil para todos, isso não significa que a aprovação vai ser fácil a depender da proporção do número de candidatos inscritos para com o número de vagas, na verdade, a probabilidade do concurso ficar mais difícil e muitos candidatos pensarem que não foram classificados por alguns pontos se torna enorme.

    Mas sim, a questão estava ridiculamente fácil, era só prestar a atenção que 1kg é o dobro de 500 gramas, assim como não desperdiçar a retirada do desconto.


ID
1508536
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Sete amigos foram a um restaurante e combinaram dividir a conta igualmente entre eles. Na hora de pagar, Antonio verificou que havia esquecido sua carteira em casa. Assim, cada um dos seis amigos de Antonio pagou R$ 4,50 a mais, para cobrir a parte dele.

O valor total da conta foi:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D.

    cada um pagou R$ 4,50 a mais, ou seja, 4,5 x 6 = 27 por pessoa

    27 x 7 = 189

  • Se Antônio não tivesse esquecido a carteira: x/7= y .: x=7y

    Como ele esqueceu: x/6=y+4,50 .: x=6y+27
    Igualando os valores de x: 7y=6y+27 .: 27=y
    Para encontrar o total, devemos substituí-lo em qualquer uma das equações: x= 7*27=189
  • Larissa Morais muito bom !

    você me ajudou muito!
  • Para não perder tempo com fórmulas:


    7 Amigos - 1 que esqueceu a carteira

    6 amigos contribuíram com 4,50

    6 * 4,50 = 27,00

    27 * 7 = 189,00
  • Sem usar formula:

    cada pessoa pagou 4,50 x 6( quantidade de pessoas que pagaram 4,50) : 27,00 .. 27 x 7 ( quantidade de pessoas que racharam a conta) : 189 que é a resposta...
  • y= valor da conta integral; y/7=27,00, então 27 x 7 = y = 189.00

  • FGV entregando o outro...

  • Outra maneira de fazer:
    Valor da conta = X

    Se ninguém tivesse esquecido dinheiro cada amigo pagaria: X/7.
    Como um esquece o dinheiro cada amigo pagou: X/6 + 4,5.
    Portanto,
    X/7 = X/6 + 4,5

    Resultado: 189.


  • Antônio esqueceu a carteira, logo, ele não paga.

    Deu 4,50 a mais para os outros 6= R$4.50*6= R$27.00

    A conta era pra ser dividida pelos 7

    R$27*7= R$189.00

  • Simples:                                                                                                                                                                                                          Cada um dos seis amigos de Antonio pagou R$ 4,50 a mais, para cobrir a parte dele. 6 x 4,50 = 27,00                                                       Sete amigos foram a um restaurante e combinaram dividir a conta igualmente entre eles. A parte de Antonio representa também a parte que cada um dos amigos deveria contribuir.                                                                                                                                                Logo: 7 x 27 = 189.                                    Letra D. R$ 189,00.



ID
1508539
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um supersapo faz uma sequência de saltos dobrando sempre, a cada salto, a distância do salto anterior. No 1º, 2º e 3º saltos, o supersapo saltou, respectivamente, 5 cm, 10 cm e 20 cm. O salto em que o supersapo saltou pela primeira vez mais de 10 metros foi o:

Alternativas
Comentários
  • Nessa contas rápidas, não devemos empregar regras... É bem simples, e em menos de 30 segundos temos a resposta.

    1º- 5 cm, 2º- 10 cm, 3º- 20cm, 4º- 40 cm, 5º- 80 cm, 6º- 160 cm, 7º- 320 cm, 8º- 640 cm, 9º- 1280 cm
  • pessoal,

    o primeiro salto que ele salta mais de 10 metros não seria o 10º salto ? Pois temos a distância atingida de 12m e 80cm entre o salto 8 e 9 ( 6,40m x 2 ). 
    Acho que no 10ºsalto que ele ultrapassa os 10m em "1 salto". 12,80x2 = 25,60 
  • Olá Luciano.

    Se fosse a cada salto em relação ao primeiro salto, aí sim valeria sua observação. Mas é em relação ao salto "anterior".

    Então 5 cm, 10 cm e 20 cm não é a posição; é a própria  distância do salto.

    Resposta: B


  • PG

    A8 = 5 x 2^8-1 = 640

    A9 = 5 x 2^9-1 = 1280

    Letra: B

  • salto 1: a1

    salto 2: a2

    a2 = 2.a1; a3 = 2.a2 .: a3= 2^(n-1).a1; a4= 2^(n-1).a1

    Então temos o oitavo salto: a8 = 2^(8-1) . a1 --> a8 = 2^(7) . 5 = 640cm (ainda não passou dos 1000 centímetros)

    fazendo a9 = 2^(9 - 1) . 5 --> a9 = 1280cm, ou seja, apenas no Nono salto ultrapassa-se os 10 metros.

    Bons estudos!!

  • 1º = 5cm; 2º = 10cm; 3º = 20cm; 4º = 40cm; 5º = 80cm; 6º = 1,60m; 7º = 3,20m; 8º = 6,40m; 9º = 12,80m
  • Veja que a cada salto o valor dobra. Logo, estamos diante de uma PG de razão 2. O enunciado pede o termo que corresponde ao mais próximo de 10 metros = 10 x 100 = 1000 cm. Portanto:

    Veja que Logo, a primeira vez que o salto ultrapassa 100 metros deve ser no 9º salto.

    Resposta: B

  • Aqui era melhor ir multiplicando por dois.

    5, 10, 20, 40, 80, 160, 320, 640, 1280.


ID
1508542
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O gato de Mariana come, diariamente, 1/2 da lata de comida para gatos pela manhã e 1/4 da lata de comida para gatos ao final da tarde.

Sábado pela manhã, antes de alimentar seu gato, Mariana abriu uma caixa com 12 latas de comida para gatos.

O dia da semana em que o gato de Mariana terminou de comer toda a comida dessas 12 latas foi:

Alternativas
Comentários
  • Simplificando as coisas

    O gato come, diariamente 1/2 + 1/4 => igualando os denominadores, temos: 2/4 + 1/4 = 3/4. 

    Assim, o gato como 3/4 de uma lata por dia.

    Existem 12 latas, logo a equação é (12/(3/4)) "lê-se: dose dividido por três quartos. Temos:

    (12/(3/4)) => 12 x 4/3 (é o inverso do denominador) => 48/3 => 16 dias

    Logo, a sequência é: 1 sab, 2 dom, 3 seg, 4 ter, 5 qua, 6 qui, 7 sex, 8 sab, 9 dom, 10 seg, 11 ter, 12 qua, 13 qui, 14 sex, 15 sab, 16 dom

  • 3/4 6/8 9/12 12/16 (comeu 3 latas - 12 = 3*4)

    Se em, o gato come 3 latas em 4 dias, comerá as 12 latas em 16 dias.

    Sendo 16 dividido por 7 o valor 2 com o resto 2, temos que a respostá é dois dias a contar do sábado, ou seja, sábado = 1, domingo = 2. A resposta é domingo.

  • o gato come 1/2 (50%) pela manha e 1/4 (25%) pela tarde, logo ele come:
    = 50%+25% = 75% de uma lata em um dia

    Sabendo que em cada lata há 100% de comida para gato e que a dona comprou 12 latas, logo:
    12x100% = 1200%

    dividindo...
    1200/75 = 16
    ou seja, o gato levará 16 dias para comer todas as latas
    7 + 7 + 2 = 16

    sobrou dois dias, que deverá ser
       1º sábado
       2º domingo gabarito

    bons estudos

  • 12 latas / 0,75 consumido por dia = 16 dias

    2 semanas completas = 14 dias 

    Sobram 2 dias -> sábado - domingo
  • a cada 3 latas adiciono mais uma "extra", então são 12 latas + 4 extras total de 16 latas.

    Depois é transferir para os dias da semana.
    Simples.

  • Se são 12 latas, 12 dias estão garantidos,ok!

    De cada lata (12) sobra uma porção de 1/4, mas o gato come 3/4 por dia (1/4 e 2/4) então 12 latas / 3 porções ao dia = 4 dias

    12 dias e 4 dias = 16 dias.

    DOMINGO.

  • 1/2+1/4= 3/4 por dia.

    3/4 x 12latas = 9

    1ºsab...9ºDomingo


  • Obrigada Renato,achei bem fácil sua explicação.

  • Fiz essa questão diferente da galera.... Vejamos:

    São 12 latas, garante-se então 12 dias. Como sobra 25% de cada dia, temos um acréscimo de 3 dias. 

    Vejamos: 1 dia 25%

    dia 2 25%

    dia 3 25%

    dia 4 25% = 1 dia a mais. 

    Fazendo isso até dia 12 temos 3 dias a mais. É simples, é só fazer 3x4=12. 

    Agora é só Somar 12 + 3= 15 dias

    Se começou no sábado é só contar: 

    1Dom/2Seg/3Ter/4Qua/5Qui/6Sex/7Sab/8Dom/9Seg/10Ter/11Qua/12Qui/13Sex/14Sab/15Domingo 

    Achei muito mais fácil assim

  • O gato come 3/4 de lata por dia = 0,75  => 0,75/12 latas=16 dias 


    Agora e só contar os dias a partir de Sábado = Domingo.
  • 1/2+1/4=3/4

    3/4.12=9

    Conta o sábado, porque neste caso ela ainda não tinha alimentado o gato. Então, temos que:

    Sábado é o primeiro dia...o 9º será o Domingo

  • 1/2+1/4=3/4

    3/4.12=9

    Conta o sábado, porque neste caso ela ainda não tinha alimentado o gato. Então, temos que:

    Sábado é o primeiro dia...o 9º será o Domingo

  • 1/2+1/4=3/4

    3/4.12=9

    Conta o sábado, porque neste caso ela ainda não tinha alimentado o gato. Então, temos que:

    Sábado é o primeiro dia...o 9º será o Domingo

  • 1/2+1/4=3/4

    3/4.12=9

    Conta o sábado, porque neste caso ela ainda não tinha alimentado o gato. Então, temos que:

    Sábado é o primeiro dia...o 9º será o Domingo

  • 1/2+1/4=3/4

    3/4.12=9

    Conta o sábado, porque neste caso ela ainda não tinha alimentado o gato. Então, temos que:

    Sábado é o primeiro dia...o 9º será o Domingo


ID
1508545
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Ângela, Beatriz e Carla estavam em uma academia de ginástica e foram se pesar. Quando Ângela e Beatriz se pesaram, somente elas mesmas viram o próprio peso, mas quando Carla se pesou, Ângela e Beatriz também viram o peso de Carla.
Ângela disse: “Eu não sou a mais pesada” e Beatriz disse: “Eu não sou a mais leve”. As duas disseram a verdade, baseadas nas informações que possuíam.

A ordem das três, da mais leve para a mais pesada, é:

Alternativas
Comentários
  • Acredito que as alternativas a, b e c estão corretas.

  • PEDRO HENRIQUE, FUNDAMENTE SUA OPINIÃO.

    POIS EU ACREDITO QUE AS ALTERNATIVAS A, B, C, D e E  ESTÃO CORRETAS. HEHEHE

    TABELINHA MANO.

    PESO      | MENOR |  MEIO  | MAIOR |

    ------------|------------|----------|-----------|

    ANGELA |       ?      |       ?     |      X     |

    BEATRIZ |      X       |       ?     |     ?      |

    CARLA    |      ?       |      X      |     ?      |

    --------------------------------------------------

    ANGELA PODERIA SER A MENOR OU A DO MEIO

    BEATRIZ PODERIA SER A DO MEIO OU A MAIOR

    COMO CARLA OBRIGATÓRIAMENTE É A DO MEIO, ENTÃO

    BEATRIZ É A MAIS PESADA, POIS  ANGELA AFIRMA QUE NÃO É A MAIS PESADA.

    A ORDEM ENTÃO É:  ANGELA, CARLA, BEATRIZ.

    القتال التالية



  • Se Angela viu seu próprio peso e o de Carla, e disse que não é a mais pesada, é lógico que Angela é mais leve do que Carla.

    Se Beatriz viu seu próprio peso e o de Carla, e disse que não é a mais leve, é lógico que Beatriz é mais pesada do que Carla.

    Então teremos

    Angela - Carla - Beatriz


  • Se ambas sentenças são verdadeiras e como não se pode deduzir nada sobre Carla...

    Angela, Carla e Beatriz.
  • Ângela disse: “Eu não sou a mais pesada” -> Carla é mais pesada que Angela.  Angela > Carla

    e Beatriz disse: “Eu não sou a mais leve”. -> Carla é mais leve que Beatriz. Carla > Beatriz

    Conclusao -> Angela > Carla > Beatriz


  • - Ângela sabe o próprio peso e o de Carla, logo não pode inferir nada sobre Beatriz. Portanto, quando ela afirma que não é a mais pesada, está dizendo que que é mais leve que Carla (A

    - Beatriz sabe o próprio peso e o de Carla, logo não pode inferir nada sobre Ângela. Portanto, quando ela afirma que não é a mais leve, está dizendo que que é mais pesada que Carla (B > C).

    - Carla sabe apenas do próprio peso.

    Conclusão: A

  • Se Ângela e Beatriz viram o peso da Carla, então suas opiniões são baseadas no peso da Carla. Logo, fica fácil montar o raciocínio.

  • +Leve   Médio   +Pesada
      ~B          C           ~A       -> pelas declarações de A e B, sequência incorreta.
       A           C             B       -> Sequência correta
       C                          C       -> Se ocorre repetição de valor/objeto, não possui coerência.
  • Tipo que eu esqueci que era da mais leve para  mais pesada, errei e fiquei procurando o erro, falta de atenção é foda

  • Comentário do Marcos Campos mata qualquer dúvida.

  • Tentei fazer pelas tabelas e não consegui, ai fui criando valores ficticios:                                                                                                                            

    Ângela disse: “Eu não sou a mais pesada”, ou seja, Carla pesa mais do que ela,  Angela= 90kg  e  Carla= 100kg. 

    Beatriz disse: “Eu não sou a mais leve” ou seja, Carla é mais leve do que ela, Carla= 100 e Beatriz= 110

     

       90                100         110

    Angela         Carla       Beatriz

     

  • O segredo é se ligar que a Angela e a Beatriz não viram o peso uma da outra, somente viram o peso de Carla.

     

    Portanto, quando Angela viu o peso de Carla falou "eu não sou a mais pesada" porque carla era mais pesada que ela.

    Da mesma forma, quando Beatriz olhou o peso de Carla pensou "eu não sou a mais leve", porque era mais pesada que Carla.

    Assim, Carla era o ponto de referência. Ficando a ordem:

    Angela (mais leve que Carla) Carla (ponto de referência) Beatriz (mais pesada que Carla)

  • Mas não é possível a Beatriz ser a mais pesada e a Carla, a mais leve?

  • Mais pesada # mais leve

    Angela < Carla

    Beatriz > Carla

    Logo Beatriz é mais pesada !

    1. Beatriz

    2. Carla

    3. Angela

    Como questão quer da mais leve p/ mais pesada é só inverter a ordem!

  • Prestem atenção ao enunciado da questão quando diz que as DUAS viram o peso da Carla.

    As afirmações foram verdadeiras e automaticamente foram baseadas no que elas viram, ou seja, no peso da Carla.

    Ordem: A C B


ID
1508548
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma tabela com 7 linhas e 13 colunas contém 91 números inteiros positivos.

Marcelo somou os números de cada uma das 7 linhas e depois calculou a média das 7 somas, obtendo como resultado o número A.

Solange somou os números de cada uma das 13 colunas e depois calculou a média das 13 somas, obtendo como resultado o número B.

É verdade que:

Alternativas
Comentários
  • Ô DIAXO,

    QUESTÃO MAL FORMULADA POIS NÃO INFORMA A ORDEM EM QUE ESTES NUMEROS ESTÃO NA TABELA.

    SUPONDO QUE ESTEJAM NA SEQUENCIA, OU SEJA,

    LINHA 1 COLUNA 1  --> 1

    LINHA 1 COLUNA 2 --> 2

    LINHA 1 COLUNA 3 --> 3   

    :

    :

    LINHA 2 COLUNA 1 14      ETC...


    ENTÃO A SOMANDO TUDO REF. A LINHA, E CALCULANDO A MÉDIA SERÁ L

    SOMA DE TUDO REF. AS COLUNAS, CALCULANDO A MÉDIA SERÁ C

    REGRA GERAL: INDEPENDETE DO TAMANHO DA TABELA,

    SE FOR NUMS. INTEIROS E POSITIVOS, DE FORMA SEQUENCIAL,

    ENTÃO (NUM. DE LINHAS L X MEDIA) = (NUMERO DE COLUNAS C X A MEDIA)

    OU SEJA, 7L = 13C

    RESP. A


    القتال التالية

  • Essa eu não entendi.

  • Nos dois casos, eles somam os mesmos números (portanto, o valor do somatório em ambos os casos será o mesmo -> Vou chamá-lo de "x").


    Marcelo => x/7 = A => x = 7A

    Solange => x/13 = b => x = 13B


    Logo, 7A = 13B (resposta A)

  • Não importa a ordem dos números na tabela e nem quais são eles!!!


    "Marcelo" somou todos os números de cada linha: Linha 1 (L1), depois da Linha 2 (L2)... até a Linha 7 (L7) 

    depois calculou a média das somas de cada linha, então:

    média = L1+L2+L3+L4+L5+L6+L7 / 7 = A

    (se repararmos a soma de todos os números de todas as linhas, acaba sendo a soma de todos os números da tabela inteira)

    esquematizando --> soma de todos os nº / 7 = A    ->     soma de todos os nº = 7 . A


    "Solange" somou todos os números de cada coluna: Coluna 1 (C1), Coluna 2 (C2)... até a Coluna 13 (C13)

    depois calculou a média das somas de cada coluna, então:

    média = C1+ C2+ C3 ... C13 / 13 = B

    (se repararmos a soma de todos os números de todas as colunas, acaba sendo a soma de todos os números da tabela inteira)

    Esquematizando --> soma de todos os nº / 13 = B     ->    soma de todos os nº = 13 . B


    Então...

    Se a "soma de todos os nº" = 7A e também = 13B

    7A = 13B


  • Não importa a quantidade de números, se são iguais ou repetidos, se você somar todos os contidos nas linhas, o resultado será igual a somas daqueles contidas nas colunas, pois todos pertencem a mesma tabela. Percebam: nas 7 linhas existem 91 números e nas 13 colunas existem os mesmos 91 números  

    Ora, digamos que a soma desses 91 números dê X, então A = X/7 e B = X/13 

    Isolando o X nas duas equações:

    X = 7A  

    X = 13B 

    se

    X     =   X   segnifica que

    7A  =   13B

    :D

  • A=B seria se o número de linhas fosse igual ao número de colunas.

  • Eu ainda continuo achando que essa caberia recurso. porque pensem comigo, sendo X a soma total entre os quadrados, a questão não falou que queria X/7, ou X/13, como deveriamos entender para resolver, e sim " somou os números de cada uma das 7 linhas e depois calculou a média das 7 somas". calcular a MÉDIA das somas, pra mim é calcular pela quantidade de elementos. "média" é um tipo de cálculo encontrado dividindo a soma de um conjunto de números, pela quantidade de números do conjunto. 

      A unica solução seria considerar que ela agrupou os elementos das linhas  de sete em sete,  tipo, se a tabela fosse preenchida apenas com números 2, seriam 7 grupos de 14 cada, totalizando 98, e ao tirar a média levando em conta os grupos, se dividiria esse mesmo valor por 7. Assim fpra mim aiinda estaria meio incoerente com a ideia que aprendi de média, mas ainda faria sentido, mas da maneira como a questão se apresentou, foi muito mal formulada, e parece que intencionalmente 

  • 7xA = 7x13 = 91

    13xB = 13x7 = 91

    Logo, 7A = 13B

    Letra A

  • Ainda não compreendo pq não pode ser " A = B ", o comando diz que acharam os números A e B, ora eles não serão sempre iguais independentemente do número de colunas e linhas já que são a média de linhas e colunas... seria verdade que A = B independentemente de linhas e colunas terem seu número de linhasxcolunas iguais pq A e B são o RESULTADO da média simples de nLinhas e nColunas. Alguém pode dirimir esse problema pra mim ?

  • O somatório por linhas ou colunas é igual (por exemplo, somatório é igual ao valor "X"), mas depois ela calculou a média desse valor X, ou seja, depois Marcelo DIVIDIU o valor X por 7 (número de linhas) e Solange dividiu o valor X por 13 (número de colunas), obtendo os valores de A e B, respectivamente. Por isso não pode ser a alternativa C, já que os valores de A e B serão diferentes.


ID
1508551
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Estatística
Assuntos

A sequência a seguir mostra o número de gols marcados pelo funcionário Ronaldão nos nove últimos jogos disputados pelo time da empresa onde ele trabalha:

                                 2, 3, 1, 3, 0, 2, 0, 3, 1.

Sobre a média, a mediana e a moda desses valores é verdade que:

Alternativas
Comentários
  • ASSIM MANO...

    MEDIA = 1,66...     TODOS OS VALORES SOMADOS, DIVIDIDOS PELO NUMERO DE ACONTECIMENTOS 15/9   

    MEDIANA = 2        ORGANIZE EM ORDEM CRESCENTE E ESCOLHA O VALOR DO MEIO  0; 0; 1; 1; 2; 2; 3; 3; 3                  

    MODA É O Q MAIS SE REPETE: 3      0; 0; 1; 1; 2; 2; 3; 3; 3

    RESP. A 

    القتال التالية
  • Média = soma dos valores de todas as ocorrências / quantidade de ocorrências  => 15/9 => 5/3 => 1,66 (aproximadamente)

    Mediana = termo central da quantidade de ocorrências, organizado em ordem crescente =>0, 0, 1, 1, 2, 2, 3, 3, 3 
    Moda = é o número com maior quantidade de ocorrências => 3Assim, temos: média 1,6 < mediana 2 < moda 3

    ATENÇÃO: na mediana, caso a quantidade de ocorrências seja par, o cálculo será feito pela média dos dois números centrais da sequência.

    Exemplo: Se nossa sequência fosse (0, 0, 1, 1, 2, 3, 3, 3, 5, 7), então teríamos 10 números e a mediana seria calculada pela MÉDIA dos dois números centrais (2 e 3) que teria com resultado 5/2 => 2,5
  • A mediana é 0! 

  • Dica:

    MEDIANA É SEMPRE A MEDIDA CENTRAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Com isso já eliminava os itens B,C,D,E!!!!!!


    Agregando mais valor:

    Assimétricoa DIREITA

    Moda Mediana

    Assimétricoa ESQUERDA

    Média Mediana


    QUANDO OCORRER SIMETRIA DOS DADOS:


    MÉDIA = MEDIANA = MODA


    GABARITO: LETRA A

  • média aproximadamente1,67

  • Veja o vídeo que gravei com a resolução dessa questão:

    https://youtu.be/wEy-Wz91ogI

    Professor Ivan Chagas

  • Vamos lá!
    Temos 9 partidas jogadas pelo Ronaldão. Desta forma teremos:

    Rol: 0, 0, 1, 1, 2, 2, 3, 3, 3 

    Média: 15/9 --> 1,67

    Mediana: N+1/2 --> 9+1/2 --> 5 (posição, temos o número 2) --> 2

    Moda: 3 (número que mais se repete)

    Ficando então:

    Média < Mediana < Moda (Letra A)


ID
1508554
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Em uma empresa de porte médio, 217 funcionários têm casa própria ou carro ou as duas coisas. Se 189 têm carro e 63 têm casa própria, o número de funcionários que têm carro mas não têm casa própria é:

Alternativas
Comentários
  • 217 têm, ou casa, ou carro, ou os dois... Assim, já podemos concluir que o total de funcionários será 217.

    189 têm carro

    63 têm casa

    189+63= 252... Assim, 252-217= 35... Logo, 35 é quantidade de funcionário que têm carro E casa.

    Conclusão:

    Funcionários que têm casa e carro: 35

    Funcionários que têm casa, mas não têm carro: 63-35=28

    Funcionários que têm carro, mas não têm casa: 189-35=154 (Resposta)

  • Mais simples.

    Se 63 tem casa, o resto não tem.

    Quem é o resto? O que falta para 217.

    217 - 63 = 154. Letra E.



  • Só aplicar a teoria dos conjuntos.

  • No diagrama de venn a interseção será 35 (proveniente de 252 - 217); Achada a interseção dos conjuntos basta subtrai-la pelos números daqueles que só tem carro e daqueles que só tem casa. Para encontrarmos os funcionários que possuem apenas carro:

    189-35=154

    PS: O pulo do gato é achar a interseção, a diferença. 
  • O comentário do Alisson explicou direitinho, mas na hora de responder a questão eu fiz da mesma forma que o Marcos.

  • X é a quantidade que possui carro e casa própria

    63-x somente casa própria, 189-x apenas carro

    63-x+X+189-x=217 .:. X= 35

    Apenas carro 189-x = 154

  • Tem mais de uma forma de resolver essa questão, só olhar nos comentários, mas eu recomendo utilizar a teoria dos conjuntos pois ela pode ser utilizado para resolver outras questões similares. 

  • A explicação do Alisson foi perfeita, passo a passo. 

  • RAPIDINHA


    carro( C) OU casa propria( P) = 217

    carro(C) = 189

    casa propria (P) = 63

    OH, PARA DESCOBRIR  A INTERSECÇÃO (x) TEMOS QUE SOMAR DOS OS 2 E 3 DADO E SUBTRAIRMOS DO 1.. ou seja 

    C v P = C + P - X  

    217 = 189 + 63 - x

    217 = 252 - x

    x= 35    PRONTOOOO TEMOS A INTERSECÇÃO.. AGORA QUEREMOS SO AQUELES QUE TEM CARRO, SEM TEREM CASA PROPRIA, OU SEJA SEM TEREM A INTERSECÇÃO..

    casa = 189  -    x = 35  --------------> 154 GABARITO "E"


  • Pessoal, vocês ja tem facilidade com esses tipos de exercícios? ou vocês tiveram que ler muita teoria e praticar bastante para chegar nesse nivel de conhecimento? Estou tendo muita dificuldade, o que sugerem?

  • Para saber quantas pessoas tem casa e carro basta ver quantos elementos extrapolam o total do universo:

    Universo: 217 funcionários
    Dados: 189 têm carro + 63 têm casa = 252 funcionários
    Logo: 252 - 217 = 35 (que é o valor da intersecção do conjunto, ou seja, têm casa e carro).
    Possui somente Carro => 189 - 35 = 154 funcionários que têm somente carro e não têm casa.
  • 217 tem Carro, Casa ou as duas coisas |  63 tem Casa  | 189 tem Carro  |  Basta diminuir quem tem casa, carro ou as duas coisas sobre quem tem só casa, que da 154.

  • Videos que podem ajudar

    https://www.youtube.com/watch?v=Lz-SLi2wVZk

  • Letra: E 
    Total de func = 217 
    carro = 189 
    casa = 63 
    carro ñ casa= ? x descobrir 

    217 = 189 + 63 - x 
    217 = 252 - x 
    x = 252 - 217 
    x = 35 

    carro e casa= 35 
    carro = 189 - 35 = 154 
    casa = 63 - 35 = 28 

    somente carro é 154

  • passando mal aqui pra tentar entender, mas tá sinistro pra mim... :(

  • gente tbm fiz olha como achei facil Total de funcionarios 217-63 =154

  • É muito idiota chegar aqui e dizer: QUE QUESTÃO FACIL OU FAZER TROCADILHOS COM A MESMA! existe pessoas que tem dificuldade e ao lerem esse tipo de comentarios ficam cabisbaixa! Falo por experiencia propria! Força e fé que uma hora tudo vai ficar muito simples galera =)

  • Comentário do Joel foi simplesmente sencacional, tenho a mesma sensação, já bati muito cabeça nessas questões, mas quem esta aprendendo possui muitas dificuldades e fico me perguntando se realmente muito desses ''comentaristas'' querem ajudar o colega com explicações gigantescas

  • Total de funcionários = 217 
    Têm carro(C) = 189 Têm Casa própria(C.P) = 63 
    TÊM CARRO(C) E TÊM CASA PRÓPRIA(C.P)   -   INTERSECÇÃO(X)       X = 35   
       C - X + C.P - X + X = 217    /  189 - X + 63 - X + X = 217   /  252  - X = 217   - X = 217 - 252    /   - X = - 35  x(-1)X = 35  
    SOMENTE CARRO = 189 - 35 = 154 /SOMENTE CASA PRÓPRIA = 63 - 35 = 28 /TÊM CARRO E CASA PRÓPRIA=35  /TOTAL DE FUNCIONÁRIOS = C + C.P + X = 154 + 28 + 35 = 217
          GABARITO E
  • Estou só observando um monte de sabidão dizendo que esta questão é facil

  • Questão parece difícil.Mas se pegarmos a quantidade de funcionários (total) e diminuirmos pela quantidade que tem casa própria,chegamos a numero dos que não tem casa própria. 217 -63 = 154

  • Montando o diagrama de Venn para encontrarmos a interseção "x":


    Resolvendo:

      (63 - x) + x + (189 - x) = 217
    - x = 217 - 252
      x = 35

    Assim, o número de funcionários que têm carro mas não têm casa própria é:

    (189 - 35) = 154 funcionários.



    Resposta: Alternativa E.
  • Universo = 217 funcionários; Tem CARRO = 189; Tem CASA = 63; Tem CARRO e CASA= X                                                                                        TEM CASA E CARRO = TEM CARRO + TEM CASA - UNIVERSO     Logo:  X = 189 + 63 - 217 = 35.                                                                 número de funcionários que têm carro mas não têm casa própria = funcionários que SÓ TEM CARRO = 189 - X = 189 - 35 = 154                                                                                        

  • pessoal pra quem ta com dificuldade olhem essa video aula vai ajudar muito, eu tava com dificuldade entendi facilmente

    sao 3 video aulas: https://www.youtube.com/watch?v=UCkkC9XrHtk

  • Obrigada Marcos Silva, matéria muito bem explicada no vídeo.

  • Questão extremamente simples, porém perigosa. O ENUNCIADO diz que os funcionários tem casa, carro, ou os dois, e já dá o número daqueles que tem casa. Se o questionamento é de quantos funcionários não tem casa (pelo enunciado, eles têm pelo menos o carro), basta diminuir (217 - 63 = 154), pois não há funcionários sem pelo menos um dos itens mencionados (CASA ou CARRO). 
    O número de funcionários com os dois bens não é questionado.
    O número de funcionários só com casa também não é questionado.
    Mas para efeito de comprovação da questão, pode-se calcular.

  • Galera, tudo é treino. Não liga se o outro acha fácil ou dificil, o que importa é que você tbm é capaz de conseguir resolver se quiser. O que importa é você e o que vc fará disso!

    Aos que ainda estão com dificuldades, por experiência própria falo: TREINE. Mas treine bastante que tudo ficará mais claro! Confie em vocês... que tudo a gente consegue. Antes eu tinha bastante dificuldade em interpretar algumas questões de conjuntos, mas continuei... e continuo fazendo muitas questões pq não dá pra parar. hehehe... E hoje ALGUMAS ficaram mais faceis de interpretar e resolver mas ficaram porque melhorei meu desempenho treinando. É o mesmo com todos: seja com questões de raciocinio ou de qualquer outra matéria. Todos possuem suas dificuldades e faz parte... o que importa é que para nossa alegria SEMPRE podemos trabalhar para mudar. Bons estudos!!

    #acreditarsempre

  • Sempre acho a interseção primeiro,

    ou seja 189 + 63 : 252.

    Agora diminiu pelo quantidade total de funcionários, ou seja 252 - 217 : 35 (Essa é a interseção)

    Só pegar o número de pessoas que tem carro e diminuir pela interseção : 189 - 35 : 154. 

  • Duas formas simples de resolver:

    1ª 217 (total de funcionários) - 63 (possuem casa) = 154 (possuem somente carro)

    2ª 189 (total carro) + 63 (total casa) = 252

    252 - 217 = 35 (possuem carro e casa)

    189 (total carro) - 35 (possuem carro e casa) = 154 (somente carro)

    resolvi fazer o segundo cálculo, pois achei que estava mto fácil para ser verdade.

  • Gabarito:E

    Principais Dicas:

    • Principais questões são de 2 ou 3 conjuntos.
    • Primeiro acha sempre a intersecção e sai complementando. Ex: A ∩ B = 10; A= 20; B=30. Logo, A tem apenas 10 e B tem apenas 20.
    • Caso não tenha a intersecção? Soma tudo e subtrai do total. Ex: A= 20; B=30; Total= 40. Logo, a intersecção é 50-40=10.
    • E cuidado nas questões que ele fala APENAS, SOMENTE etc.

     

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação juntos !!

  • Resolução:

    http://sketchtoy.com/70186371

    GAB:E)


ID
1508557
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma partida de futebol tem dois tempos de 45 minutos com intervalo de 15 minutos entre o primeiro e o segundo tempo. Uma partida começou exatamente às 16 horas e 30 minutos e o juiz deu 2 minutos de acréscimo no primeiro tempo e 4 minutos de acréscimo no segundo tempo. Além disso, um dos times se atrasou no intervalo do primeiro para o segundo tempo, que teve 3 minutos a mais.

Essa partida terminou às 18 horas e:

Alternativas
Comentários
  • MÔ FIO SE LIGA MANO.        

    COMEÇOU 16:30 

                                                                            1°TEMPO      2° TEMPO       INTERVALO    ACRESCIMOS (2+4+3)

    DURAÇÃO TOTAL =  114 MIN.    ÁPOIS:      45 MIN      +     45 MIN      +      15 MIN      +     9 MIN.


    114 MIN. É O MESMO QUE 1H E 54MIN.    ENTÃO   16:30 + 1:54  =  18:24.


    القتال التالية

  • Início de Jogo: 16h30

    Fim do primeiro tempo(45min) : 17h15 + (2 min de acréscimo): 17h17

    Fim do Intervalo: 17h32 + (3min de atraso): 17h35

    Fim do segundo tempo (45min): 18h20 + (4 min de acrescimo): 18h24

  • 16:30 + tempo de jogo normal = 18h. Daí só somar os tempos acrescidos. 24 minutos.

  • Inicialmente, podemos achar a quantidade total de minutos somando os dados disponibilizados no enunciado: 

     Partida: 45 x 2 (1° e 2° tempo): 90 min

    Intervalo: 15 min

    Acréscimo 1° tempo: 2 min

    Acréscimo 2° tempo: 4 min

    Atraso: 3 min

    Logo: 90+15+2+4+3 = 114 min ou 1h54min

    Jogo iniciou às 16h30 min.

     Às 17h30 min passou 1h, restando ainda 54 min.

    Às 18h completa 1h30min, restando ainda 24 min

    O jogo encerra às 18h24min

    Letra: D

      

  • Tempo de Jogo + Intervalo + Acréscimos + Atraso = 90 min + 15 min + 6 min + 3 min = 114 min = 1h 54min
    Início da Partida + 1h 54min = 16h 30min + 1h 54min = 18h 24 min 



  • Bizú heim: se der a letra "A", faça novamente a questão!


ID
1508560
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

A negação lógica da sentença “Se corro muito, então fico cansado” é:

Alternativas
Comentários
  • Se corro muito, então fico cansado < equivalência (nego a primeira, mantenho a segunda e troco sinal por uma sinal equivalente, que nesse caso é o "OU" > Não corro muito, ou fico cansado. Logo:
    Não corro muito, ou fico cansado < negação (nego as duas e troco sinal) > Corro muito e não fico cansado
  • Para negar uma condicional....

    Regra do MANÉ: MAntém a primeira e NEga-se a segunda....
    Corro muito e não fico cansado

    Letra a
  • Macete do Professor Renato para a negação do se... então:

    Coloca o e, repete o da frente e nega o de trás. "RENEGA"

    “Se corro muito, então fico cansado”  - Corro muito E NÃO fico cansado. 



  • Regra Clássica:

    p --> q

    p ^ ~ q

    Repeti-se o primeiro, troca o sinal da condicional para " e " e nega-se o segundo.

  • “Se corro muito, então fico cansado”

    1- Repete = Corro muito

    2- Nega = não fico cansado

    3- Troca a conjunção pelo "e"

    Logo= Corro muito e não fico cansado.

  • Negar uma proposição é o mesmo que torná-la falsa. Se temos um caso de "SE..ENTÃO", a única combinação de traria como resultado FALSO seria de V para F. Logo, mantemos a primeira e negamos a segunda.

  • Negação do se então -> tira o SE, vira E e nega a segunda.

    SE corro muito, ENTÃO fico cansado.

    tira o se = corro muito, então fico cansado.

    Vira e = corro muito e fico cansado.

    Nega a segunda = corro muito e não fico cansado.

  • CM -> FC = CM ^ ~FC (regra básica desta matéria).

  • Para negação do SE....ENTÃO para E, basta manter a primeira parte e negar a segunda. :) 

  • CM = Corro Muito -> FC = Fico Cansado, negando isso: CM ^ ~FC......rsrs!! 

  • Negação do "se... então"

    1- exclui o se..então

    2- repete o começo 

    3- adiciona o "e"

    4- nega o fim

  • ~(P→Q) = P ^~Q = negar: Se corro muito, fico cansado, fica: Corro muio e não fico cansado.

  • P→Q (Negação) = P e ~Q
    P→Q (Equivalência) = ~P  ou Q

  • Regra do MaNé --> Mantém a primeira, coloca o "e" e nega a segunda!

    =)

  • "Se corro muito, então fico cansado"


    Mantém a primeira -> corro muito

    Nega a segunda -> não fico cansado

  • Na Negação do Condicional, usa-se o bizu do MARIDO PEGADOR: Mantém a 1ª E Nega a 2ª kkkkkkkkk

    Corro muito ( mantém a 1ª) E NÃO fico cansado ( nega a 2ª)..

    GABA A

  • Gabarito: "A"

     

     

    Para negar {P -> Q}, repete a primeira, coloca o "E" e nega a segunda {P ^~Q}

     

    Se corro muito (P), então (->)  fico cansado (Q) {P -> Q}

    Corro muito (P) e (^) não fico cansado (~Q)  {P ^~Q}

  • Toda vez que você ver uma questão que pede a negação de uma proposição condicional, abra o sorriso e fale AAAAH MANÉ.......

  • SE CORRO MUITO ENTÃO FICO CANSADO

    NEGAÇÃO:

    SE NÃO FICO CANSADO ENTÃO NÃO CORRO MUITO (NEGAÇÃO COM SE...ENTÃO)

    (TROCA AS POSIÇÕES DAS AFIRMATIVAS E NEGA AS DUAS )

    NÃO CORRO MUITO OU FICO CANSADO (NEGAÇÃO COM "OU" )

    (REGRA DO "NEYMA: NEGA PRIMEIRA E MANTÉM A SEGUNDA)

    CORRO MUITO E NÃO FICO CANSADO (NEGAÇÃO COM "E" )

    (REGRA DO MANÉ:MANTÉM A PRIMEIRA E NEGA A SEGUNDA)

    OBS:.NA MINHA OPNIÃO ESSA QUESTÃO DEVERIA SER ANULADA POR CONTER DOIS GABARITOS CORRETOS (LETRA "A" E LETRA "E")

  • Regra da AMANTE: Mantém a primeira E nega a segunda.


ID
1508563
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Pedro e Carla estão jogando o seguinte jogo: uma moeda é lançada três vezes consecutivas. Em cada lançamento, a probabilidade de sair cara é igual à probabilidade de sair coroa. Se saírem pelo menos duas caras consecutivas, Pedro é o vencedor. Se saírem pelo menos duas coroas consecutivas, Carla é a vencedora. Em qualquer outra hipótese, o jogo é considerado empate.

A probabilidade de o jogo terminar empatado é:

Alternativas
Comentários
  • Pessoal alguém sabe a resolução dessa?

  • pedro/carla/pedro + carla/pedro/carla

    1/2*1/2*1/2 + 1/2*1/2*1/2

    1/8 + 1/8

    2/8

    1/4

  • possibilidades:

    ca ca ca

    ca ca co

    ca co ca

    co ca ca

    co co ca

    co ca co

    ca co co

    co co co

    8 possibilidades, só em duas não ganha: ca co ca e co ca co; 2/8 ou 1/4

    outra forma seria

    possibilidades em cada posição:

    1                       2                         3

    2 (ca ou co)      2 (ca ou co)        2 (ca ou co) 

    Para ocorrer empate, só  interessa se na posição dois ocorrer quebra de sequência, então tenho duas possibilidades de nenhum dos dois ganharem. então total de possibilidades 2x2x2, quero=2, assim 2/8 = 1/4 cqd.



  • Pedro - ca ca co; ca co ca; co ca ca = 3 possibilidades

    Carla - co co ca; co ca co; ca co co = 3 possibilidades

    Empate - ca ca ca ; co co co  = 2 possibilidades

                   Total de possibilidades = 8

    Pedro ganhar - 3/8

    Carla ganhar - 3/8

    Empate - 2/8 = 1/4

  • Fiz de um jeito diferente, mas que deu no mesmo resultado:

    Pedro vencer: 3/8

    Carla vencer:  3/8

    Probabilidade deles NÃO VENCEREM: 5/8 (Já tenho 3, faltando para 8 = 5)

    Probabilidade deles VENCEREM - NÃO VENCEREM: 3/8 - 5/8 = 2/8 = 1/4

  • K = cara 

    C = coroa 

    todas as possibilidades 

    C C C (Carla vencedora) 

    C C K (Carla vencedora)

    K C C (Carla vencedora) 

    K K K (Pedro vencedor)

    K K C (Pedro vencedor)

    C K K (Pedro vencedor)

    K C K (Empate)

    C K C (Empate)

    Probabilidade é aquilo que eu quero sobre a quantidade que se tem, nesse caso:
    2/8 = 1/4 
  • Por que a probabilidade de vitória é 3/8 ?

  • Fiz assim,

    as possibilidades : 1/2.( joga a primeira vez a moeda e tem que dar Cara ou Cora em 2 possibilidades- escolhi coroa)1/2( joga a segunda vez e tem que dar cara, pois não pode ser igual...)  .2/2 ( na terceira vez tanto faz ser cara ou coroa) multiplicando os valores de cima e os de baixo temos: 2/8: simplificanco vai dar 1/4
  • Bom, fiz da seguinte maneira.


    Pedro (no mínimo 2 caras)


    CCK = 1/8

    KCC = 1/8

    CCC = 1/8


    MMC = 3/8

    Carla = (no mínimo 2 coroas)


    KKC = 1/8

    CKK = 1/8

    KKK = 1/8


    MMC = 3/8


    Se eu somar PEDRO + CARLA e subtrair por 1, dará os demais resultados possíveis, que no caso seria empate.

    P = 3/8 + 3/8 = 6/8


    P = 6/8 - 8/8 = 2/8


    P = 1/4
  • Gabarito: C

    1° Passo: encontrar os resultados q nos interessa, ou seja, o empate.

     211 = 2

    Obs.:

    A 1° jogada o resultado pode ser cara ou coroa, ou seja, tanto faz. Já a 2° tem q ser um resultado diferente da 1° jogada. E a 3° diferente da 2° jogada.


    2° Passo: encontrar todos os resultados possíveis.

    2 x 2 x 2 = 8


    3° Passo: probabilidade do empate

    P = 2/8 = 1/4

  • Empate em duas hipóteses: ca co ca OU co ca co

    Em cada sequência a probabilidade é de 1/2+1/2+1/2 = 1/8

    Para juntar as duas hipóteses soma-se uma a outra (lembrando que OU significa +): 1/8 + 1/8 = 2/8 = 1/4

  • Os resultados possiveis de vitoria para cada lado é 3/8 ( CA CA CO = 1/2 * 1/2 *1/2 * P3 com dois repetidos - a multiplicação pela permutação serve para mudar para CO CA CA - o mesmo se aplica a CO) somando 3/8 om 3/8 temos 6/8, faltando 2/8 para completar o inteiro (hipotese de empate) Simplificando, temos 1/4

  • Temos o total de 8 possibilidades

    {(C,C,C) (C,C,K) (C,K,C) (C,K,K) (K,C,C) (K,C,K) (K,K,C) (K,K,K)}

    Tirando as chances de Carla tirar duas coroas consecutivas e Pedro tirar duas caras consecutivas ( 3 pra cada um) = 8 (total)- 6 ( chance de ter um vencedor) = 2

    2/8 = 1/4

  • Temos o total de 8 possibilidades

    {(C,C,C) (C,C,K) (C,K,C) (C,K,K) (K,C,C) (K,C,K) (K,K,C) (K,K,K)}


    chances de Pedro e Carla ganharem: 6/8 (3/8 + 3/8)


    Probabilidade de empate: Total de Probabilidade - Chance de ter Ganhador


    Probabilidade de empate: 8/8 - 6/8 = 2/8 = 1/4

  • Primeiramente temos que calcular o número de possibilidades de cada um ganhar e de termos empate:

    i) Possibilidades de Pedro vencer:

    {(C,C,C);(C,C,K);(K,C,C)}
    Total de três possibilidades.


    ii) Possibilidades de Carla vencer:

    {(C,K,K);(K,K,C);(K,K,K)}
    Total de três possibilidades.

    iii) Possibilidades de empate:

    {(C,K,C);(K,C,K)}
    Total de duas possibilidades


    Assim, temos um espaço amostral de 8 possibilidades. Queremos saber a probabilidade de empate(caso particular), logo:


    P = N°Caso particular / N° Espaço amostral

    P = 2/8 = 1/4


    Resposta: Alternativa C
  • Fiz de uma forma aparentemente mais simples.

    Nao importa o primeiro lançamento. pode dar tanto cara quanto coroa, deste que o segundo e o terceiro sejam alternados. ou seja:

    primeiro lancamento: 1

    segundo lancamento: 1/2

    terceiro lancamento: 1/2

    1x 1/2 x 1/2 = 1/4

  • As chances de dar empate são:


    K C K = 1/8, mas também há outra chance, que é C K C.


    Assim as chances dobram: 1/8 x 2 = 1/4

  • Só tem duas chances de dar empate:

    Cara Coroa Cara

    Coroa Cara e Coroa

    Todas as possibilidades são 2.2.2 (primeira, segunda e terceira jogada) = 8

    2/8 = 1/4

  • total ->
    1° lançamento; 2 (K ou C)
    2° 2
    3° 2
    2.2.2=8
    Empate

    KCK OU CKC = 2
    2/8= 1/4

  • 1o PASSO: Probabilidade total de jogadas: 2 x 2 x 2 = 8 resultados diferentes

    2o Passo: Número de possibilidades de sairem 2 caras dentro dos 3 lançamentos:

    Combinação 3,2 = 3! / [2!.(3-2)!] = 3 possibilidades

    3o Passo: Sabendo que existem 3 possibilidades de sairem 2 caras, logo, também existem 3 possibilidades de sairem 2 coroas.

    Assim,

    3 + 3 = 6 possibilidades de Pedro ou Carla ganharem em um total de 8 possibilitas.

    4o passo: a probabilidade de nenhum ganhar é:

    1 - 6/8 = 2/8 = 1/4

  • C, K,C ou K,C,K = 2/(2X2X2)= 2/8 = 1/4

  • empate: K C K OU C K C

    P(K e C e K) OU P(C e K e C)

    P(k)xP(C)xP(K) + P(C)xP(K)xP(C)

    2x1/2x1/2x1/2 =

    1/4

    GABArito:C

  • Obrigado


ID
1508566
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma urna A contém cinco bolas numeradas com os números 1, 3, 5, 7 e 9. Uma urna B também contém cinco bolas, mas numeradas com os números 0, 2, 4, 6 e 8.

Retira-se, aleatoriamente, uma bola de cada urna e somam-se os números das duas bolas.

O número de valores diferentes possíveis para essa soma é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito E.

    A = 1,3,5,7 e 9

    B = 0,2,4,6 e 8

    1+0= 1      3+0 = 3      5+0 = 5      7+0 = 7     9+0 = 9

    1+2 = 3     3+2 = 5      5+2 = 7      7+2 = 9     9+2 =11

    1+4 = 5     3+4 = 7      5+4 = 9       7+4 = 11   9+4 = 13

    1+6 = 7     3+6 = 9      5+6 = 11     7+6= 13    9+6 = 15

    1+ 8 = 9    3+8=11     5+8 = 13     7+8=15      9+8 = 16

    Excluindo as duplicidades temos: 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 15 e 16, ou seja, 9 possibilidades diferentes para a soma!


  • Socorrooooooooooooooooo

  • É só contar os números ímpares de 1 a 17.

  • 9 +8 = 17!!!

  • Alguém pode me explicar essa?

  • O menor número da soma é 01 e o maior numero da soma é 17. Sabendo que a soma de um número impar com um número par dá sempre impar. Então soma-se os números impares de 01 a 17, temos daí 09 números diferentes... :)

  • Eu fiz uma tabela, nas linhas coloquei 1,3,5,7,9 e nas colunas 0,2,4,6,8. Achei 25 resultados, cotando os repetidos sobraram 9 possibilidades 1,3,5,7,9,11,13,15,e,17. Verificando, é a quantidade de impares entre o menor resultado possível (1+0=1) e o maior (9+8=17).

  • Os números das somas que não se repetem são (eliminando resultados iguais de somas anteriores):
    1+0 = 1; 3+0 = 3; 5+0 = 5; 7+0 = 7; 9+0 = 9; 9+2 = 11; 9+4 = 13; 9+6 = 15; 9+8 = 17.
    9 resultados diferentes.

  • Alternativa correta: E. 

     

    Esse tipo de questão é melhor resolver por lógica que por força bruta. Vide os comentários acima, tem gente que exauriu todas as possibilidades de resultados, e também gente que resolveu em 10% do tempo e esforço.

  • Vizziii ... entendi nem a pergunta :o

  • Alguém sabe o jeito mais rápido de fazer?

     

  • Bom, pensei dessa forma.

    1+0 = 1
    3+2 = 5
    5+4 = 9
    7+6= 13
    9+8= 17
    Total = 45/5 = 9

  • Pessoal, aplicando o Princípio Fundamental da Contagem (PFC), teremos 5 possibilidades para a 1ª urna e, 5 possibilidades para a 2ª urna... Multiplicando-se o nº de possibilidades de cada urna, teremos 5×5=25

    5×5=25 maneiras de se retirar dois números (um de cada urna) para efetuarmos a soma!...

     

    Mas, muito cuidado!... Pois, números diferentes podem gerar valores iguais, para a soma!... Então, galera... Mãos à obra!!...

     

    Se retirarmos 1, na 1ª urna:

    • 1 + 0 = 1
    • 1 + 2 = 3
    • 1 + 4 = 5
    • 1 + 6 = 7
    • 1 + 8 = 9

    Se retirarmos 3, na 1ª urna:

    • 3 + 0 =  já tem!...
    • 3 + 2 = 5 → já tem!...
    • 3 + 4 =  já tem!...
    • 3 + 6 =  já tem!...
    • 3 + 8 = 11

    Se retirarmos 5, na 1ª urna:

    • 5 + 0 = 5 → já tem!...
    • 5 + 2 = 7 → já tem!...
    • 5 + 4 = 9 → já tem!...
    • 5 + 6 = 11 → já tem!...
    • 5 + 8 = 13

    Se retirarmos 7, na 1ª urna:

    • 7 + 0 = 7 → já tem!...
    • 7 + 2 = 9 → já tem!...
    • 7 + 4 = 11 → já tem!...
    • 7 + 6 = 13 → já tem!...
    • 7 + 8 = 15

    Se retirarmos 9, na 1ª urna:

    • 9 + 0 = 9 → já tem!...
    • 9 + 2 = 11 → já tem!...
    • 9 + 4 = 13 → já tem!...
    • 9 + 6 = 15 → já tem!...
    • 9 + 8 = 17

    Pronto!!... fazendo a contagem, temos 9 valores diferentes possíveis para essa soma!...

    Letra E

    Fonte: Prof. Marcos Lemes Tec Concursos


ID
1508569
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Sofia é 25% mais alta do que Ana.
Ana é 40% mais baixa do que Nair.
A soma das alturas das três é 37,6 dm.

O número inteiro, em dm, mais próximo da altura de Ana é:

Alternativas
Comentários
  • Sofia (S)

    Ana (A)

    Nair (N)

    S = 1,25 x A

    A = 0,6 x N


    S + A + N = 37,6    

    Substituição

    1,25 A + A + N = 37,6

    1,25 A + 0,6 N + N = 37,6

    1,25 x 0,6 N + 0,6 N + N = 37,6

    0,75 N + 0,6 N + N = 37,6

    2,35 N = 37,6

    N = 37,6 / 2,35

    N = 16


    Logo...

    S = 12   Cálculo (1,25 x 9,6)

    A = 9,6  Cálculo (0,6 x 16)

    N = 16


    Resposta:  O número inteiro mais próximo da altura de Ana é 10, pois Ana tem altura 9,6
  • Letra D

    Sofia (S)

    Ana (A) 

    Nair (N)

    Temos que:

    S = 1,25 x A

    e,

    A = 0,6 x N  =>  N = A / 0,6

    N = 1,66 x A


    S + A + N = 37,6    

    Logo,

    1,25A + A + 1,66A = 37,6

    3,91A = 37,6

    A = 37,6 / 3,91

    A = 9,6  =~ 10 dm

    (Letra D, cqd)


    Bons estudos!!

  • Sofia tem uma altura mais 25% de Ana = 1,25                                             S+A+N = 37,6

    Nair tem uma altura mais 40% de Ana =1,40                                                1,25A + A +1,40A = 37,6
                                                                                                                           3,65A =3 7,6
                                                                                                                            A= 37,6 / 3,65
                                                                                                                            A tem valor aproximado de 10
  • Letra D. 

    SE Ana medisse 100, Sofia mediria 125 (25% mais alta que Ana) e Nair mediria 166 (Ana é 40% mais baixa que Nair). A soma das alturas nesse caso seria 391.

    Aí é só fazer regra de três com a hipótese acima e os dados da questão:

    391 (soma das alturas na hipótese acima) ------- 100 (altura de Ana na hipótese acima)
    37,6 (soma das alturas dada pela questão) ------- x (altura de Ana que a questão quer saber)

    x = 3760/391 = 9,61 (que está mais próximo de 10 do que de 9).


ID
1508572
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Jorge comprou uma televisão que custava R$ 4.000,00 à vista, pagando em duas parcelas:

- a primeira, no ato da compra, no valor de R$ 2.200,00;

- a segunda, um mês após a compra, no valor de R$ 2.250,00.

A taxa mensal de juros cobrada de Jorge nessa compra foi de:

Alternativas
Comentários
  • 4000,00 -2200=1800*25%=450 equivalente aos juros cobrado.

  • Letra E


    Valor da compra à vista R$ 4.000,00

    Pagamento no ato da compra R$ 2.200,00.

    Logo, restava pagar R$ 1.800,00 (R$ 4.000,00 - R$ 2.200,00 = R$ 1.800,00)

    Mas, o pagamento após um mês foi de R$ 2.250,00.


    Desta forma, houve um juros de R$ 450,00 (R$ 2.250,00 - R$ 1.800,00 = R$ 450,00)


    Calculando a taxa de juros, teremos:


    1.800 = 100%

    450 = X

    X = (450 x 100%) / 1.800

    X = 25% a.m.


    (Letra E, cqd)


    Bons estudos!

  • juroznho alto esse :)


ID
1508575
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Laura tem duas irmãs gêmeas mais velhas do que ela. O produto das idades (em números inteiros de anos) das três irmãs é 512.
A soma das idades delas três é:

Alternativas
Comentários
  • As gemeas são mais velhas que laura.

    16 +16 +2= 34

    16 x 16 x 2 = 512

  • Alguém tem algo além do resultado? Gostaria de conhecer uma forma de resolução...

  • Letra C


    Idade de Laura = X

    Idade da Irmã Gêmea 1 = Y

    Idade da Irmã Gêmea 2 = Y


    Produto das Idades das irmãs igual a 512, temos que:

    X x Y x Y = 512

    Onde, Y > X


    Sabemos que,

    512  | 2

    256  | 2

    128  | 2

    064  | 2  / 2 x 2 x 2 x 2 = 16


    032  | 2

    016  | 2

    008  | 2

    004  | 2  / 2 x 2 x 2 x 2 = 16


    002  | 2  / 2

    001  |


    Então,

    512 = 16 x 16 x 2

    e

    512 = X x Y x Y


    Por comparação:

    X = 2

    Y = 16


    Desta forma,

    X + Y + Y = 2 + 16 + 16 = 34

    (Letra C, cqd)


    Bons estudos!

  • Esse tipo de exercício eu resolve sempre da mesma forma. Como 512 é o produto das idades, a idade de cada uma delas tem que ser múltiplo de 512. Então, o primeiro passo é fazer o MMC de 512, que dará 2,2,2,2,2,2,2,2,2.  A idade delas tem que sair daí. Então tentei agrupar dois a dois para a formação da idade (cada grupo dará a idade de uma irmã), mas não é possível pois forma-se 4 grupos de 2 e sobra um 2. Então agrupei de 3 em 3, mas ainda não é possível, pois nesse caso dará 3 grupos de 2 e todas teriam a mesma idade: 2x2x2=8 anos. Então, finalmente, formei dois grupos de 4 números 2, um para cada irmã mais velha (2x2x2x2 = 16 anos) e sobra um número 2, que é a idade da irmão mais nova. Nesse caso: 16 + 16 + 2 = 34

  • Galera... "Acho" que o jeito que eu resolvi é mais simples.

    Peguei o número 512 e dividi por 2 até não restar mais possibilidades:512/2 = 256, 128, 64, 32, 16, 8, 4, 2.Eu sabia que as idades delas estariam nesses número, então fiz as combinações e percebi que, multiplicando 16x16x2 eu chegaria ao resultado de 512, logo a idade é essa, 16 das gemeas e 2 da mais nova, totalizando, na soma, 34.
  • A FGV gosta de uma questão nesse estilo. Vide Q491774

  • Mozart, eu fiz assim:

    1º: Peguei 512 e decompus: 512 = 2^9 
    2º: Analisei quais eram as possibilidades de terem-se duas idades iguais multiplicadas pela outra idade e dar 2^9

    Por exemplo: 2^2 * 2^2 * 2^5 =2^9 (mas as gêmeas seriam mais novas que Laura);  ; 2^3 * 2^3*2^3 = 2^9 (mas elas seriam trigêmeas); 2^4 * 2^4 * 2=2^9 (CORRETO)

    Logo: 16*16*2 =512
    3º: Somei as idades 16+16+2 =34
  • Fiz assim:
    Tirei o MMC, tentando decompor o 512 em no máximo 3 números, já que são apenas 3 irmãs:


    512 | 16

    32   | 16

    2     |  2

    1

    Logo, 16 * 16 * 2 = 512

              16 + 16 + 2 = 34


  • Fiz igual vc marcia


  • São três irmãs, sendo duas gêmeas, então,  X são as irmãs gêmeas e L é Laura, então fica assim:

    X*X*L=512  ,  X+X+L = ?

    Dar valores a X e a L e então:

    Será X = 16 e L = 2,  16*16*2=512, sendo assim X+X+L = 34, pois 16+16+2=34.

  • Depois de ver os comentários e fazer por todos os meios apresentados, o melhor que eu encontrei foi a fatoração.


  • Velho, eu vou testando. Demora mais, via de regra, mas dá certo. Negócio é acertar a resposta.


ID
1508578
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Se x vacas produzem y litros de leite em z dias, então, com a mesma produtividade, o número de vacas necessárias para produzir m litros de leite em n dias é:

Alternativas
Comentários
  • Letra A

    Vacas Litros Dias

    x y z

    ? m n

    Mesma produtividade (litros), diretamente proporcional ao número de vacas e dias, logo:

    y – x.z

    m – n.?

    n.y.? = m.x.z

    ? = m.x.z / n.y


    (Letra A, cqd)


    Bons estudos!

  • Não deu certo, acho q é inversamente.  aumentou o n. de vacas, menos dias para a mesma produção; diminuiu o n. de dias, terá que haver mais vacas para produzir em menos tempo.

    X       Y.N

    ---- = ---         =>   V = MZX  /  YN

    V      M.Z

  • Número de vacas é diretamente proporcional à quantidade de leite e inversamente ao nº de dias (se aumentarmos o nº de vacas, produziremos mais leite e precisaremos de menos dias)

    x/v=y/m*n/z .: v/x=mz/yn .: v=mzx/yn

  • x*p(produtividade)*z=y

    a(numero de vacas)*p*n=m

    p=p

    a*n/m=x*z/y

    ayn=xzm

    a=xzm/yn


    Letra A


  • Wahib, eu também tinha pensado assim, mas pensa que não é o número de dias necessários para produzir a quantidade m leite e sim a quantidade de leite que será produzida, se a essa produção durar z dias. Aumentando o número de dias, aumenta-se o quantidade de leite produzido. Portanto, diretamente proporcional.

  • Nossa, isso está parecendo grego pra mim... passei a tarde tentando entender e nada, não tenho mais nada de unhas devido ao nervosismo. Alguém se habilita a me explicar melhor diretamente?


  • Talita, trata-se de uma questão de grandezas proporcionais (veja regra de três composta).

    Se X vacas produzem Y litros de leite em Z dias, quantas vacas produziriam M litros de leite em N dias?

    Vejamos a representação:

    X ------ Y ------ Z

    ? ------ M ------ N   

    Pela regra de três composta teremos os produtos: X*M = ?*Y /  Y*N = M*Z. Logo, vemos na alternativa A a fórmula X*M*Z = Y*N.


    Espero ter ajudado.

  • Acho que é interessante pensar a produtividade diária como uma só incógnita e usar uma regra de três simples. O que é produtividade diária? É a quantidade de litros que uma vaca produz por dia, ou seja, é a razão y/z. Ele quer saber quantas vacas serão necessárias para alcançar a produtividade diária m litros em n dias, ou seja, a razão m/n. Daí é só fazer uma regra de três simples:


    x vacas produzem y/z

    ? vacas produzem m/n


    Vai ficar:

    x multiplica por m/n e divide por y/z

    teremos xm/n dividido por y/z

    invertemos a fração y/z para multiplicar por xm/n

    teremos:

    xm/n.z/y = mxz/ny

  • Eu segui a orientações desse site: http://www.somatematica.com.br/fundam/regra3c.php

    Nunca fui bom em regra de três composta


  • Macete para regra de três composta:

    Homem com tempo – inversa (homem, vaca, quem estiver produzindo)

    Tempo com tempo – inversa

    O que você quer comer ou produzir com tempo/homem – direta

    No caso desta questão:

    Vaca com dias - inversa

    Vaca com leite - direta

    VACAS      LEITE       DIAS

    V                M              N

    X                 Y      Z

    Mais fácil trabalhar com o que você quer descobrir em cima.

    Quero descobrir V.

    Pelas regras acima, você mantém leite e inverte dias.

    V = X . M/Y . Z/N => V = XMZ/YN

  • ^     VACAS        ^   LITROS DE LEITE      |    DIAS

    |      x                 |     y                              |     z

    |      v                 |    m                             v    n

     

    v é o numero de vacas necessárias para produzir m litros em n dias.

    Aumentar o número de vacas ---> teremos mais litros de leite (diretamente proporcional) em uma quantidade menor de dias (inversamente proporcional - vamos inverter na hora de montar)

     

     x   =    y   .   n  

     v         m       z

    Multiplicar cruzado:

    v . y . n = x . m . z

     

    v =  x . m . z

             y . n

    mesma coisa que

    mxz/ny (letra a)


ID
1508581
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um fornecedor vende cada caixa de leite por R$ 20,00.Esta semana esse fornecedor oferece a seguinte promoção:

“Compre quatro caixas de leite e leve a quinta caixa grátis”. Leandro precisa comprar 13 caixas de leite esta semana e Leonardo precisa comprar 7 caixas de leite esta semana.

Se fizerem uma compra conjunta em vez de compras separadas, eles economizarão, no total:

Alternativas
Comentários
  • Acho que a resposta está errada. Se comprarem 16 caixas em conjunto, ganharão 4 caixas extras. O preço de cada caixa é 20,00, portanto economizarão 20 x 4 = 80,00.

  • também concordo que não tem como ser 20 reais.... Pois a cada lote de 5 caixas são economizados 20 reais....logo de um total de 4 lotes de 5 caixas são economizados 4x20=80 reais...

  • Esse gabarito só pode estar errado, nos meus cálculos eles economizarão 80,00.

  • Olá, pessoal.

    Por favor, me corrijam se eu estiver errado. Em um primeiro momento eu também pensei que a economia fosse de R$ 80, mas na verdade a pergunta é direcionada para a economia feita entre as compras juntas e separadas.

    Leandro comprando 13 caixas com as compras separadas ele gasta R$ 220: ( R$160 referente às 8 caixas + 2 grátis ) + ( R$ 60 das 3 caixas restantes ) totalizando as 13 caixas.

    Leonardo gasta R$ 120: ( R$ 80 referente às 4 caixas + 1 grátis ) + ( R$40 das 2 caixas restantes ), totalizando as 7 caixas.

    A soma dos valores das compras separadas é R$ 340 ( 220 + 120 )

    Caso comprassem juntos, gastariam R$ 320 ( que seria o valor das 16 caixas + as 4 grátis ) totalizando 20 caixas.

    Portanto, ( R$ 340 das compras separadas ) - ( R$ 320 das compras em conjunto ) = Economia de R$ 20



  • O Guilherme Azevedo tá certo.  Eles comprariam na promoção mesmo se fosse uma compra separada.  Como a questão pede a economia em conjunto tem que calcular quanto cada um gastaria comprando separado e depois pegar o resultado da compra conjunta e diminuir pra achar o gabarito $20. LETRA A

  • Pensei das duas formas. Mas a questão, na minha opinião, foi bem enfática: ...no total. Pra mim, "no total" é a economia global, ou seja, somando tudo: R$80,00. Se a questão omitisse essa parte final (no total) ai sim ficaria muito claro: "Se fizerem uma compra conjunta em vez de compras separadas, eles economizarão". Nesse caso a questão estaria fazendo um paralelo apenas entre as compras juntas e separadas, e estaria perguntando a economia deles, ou seja, dos dois juntos (...eles economizarão...) e não de cada um separadamente. Acho que o problema está em como a questão foi escrita.  

  • Nos meus cálculos o resultado também daria 80, porém tentando imaginar as possibilidades de ocorre essa resposta, pensei da seguinte forma: Se "eles fizerem  UMA compra conjunta", ou seja pra aproveitarem a promoção para juntos ganharem uma caixa extra teriam que somar das caixas

    13/4=3 ----- 3*4=12  -----  13-12= 1 ( sobrou uma caixa de Leandro)
    7/4=1   ------*4=4 ------  7-4= 3 (sobrou uma caixa de Leonardo)
    1+3= 4 que é a compra conjunta, dando o direito de aproveitarem a promoção e ganharem mais uma caixa que equivale o valor de R$20

  • No começo discordei do Guilherme, mas agora percebo que ele realmente está certo.

    "Se fizerem uma compra conjunta em vez de compras separadas, eles economizarão, no total"

    Compra conjunta seria bem óbvio: 

    Total de caixas > 13 Caixas (Leandro) + 7 Caixas (Leonardo) = 20 Caixas 

    20 Caixas x R$20,00 = R$400,00 (sem promoção).

    Comprando 4 caixas se ganha uma, então ambos precisariam comprar:

    4/5 x 20 = 16 Caixas x R$20,00 = R$320,00 (com promoção)

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Compras Separadas:

    13 Caixas (Leandro):

    Compra 8, ganha 2 = 10 

    8 Caixas * R$20,00 = R$160,00

    + 3 Caixas avulsas * R$20,00 = R$60,00

    Total gasto pelo Leandro = R$220,00

    7 Caixas Leonardo

    Compra 4, ganha 1 = 5

    4 Caixas * R$20,00 = R$80,00

    + 2 Caixas avulsas * R$20,00 = R$40,00

    Total gasto pelo Leonardo = R$120,00

    Total gasto pelos 2 = 120+220 = 340,00

    Compra Conjunta = R$320,00

    Compra Separada = R$340,00

    Economia de R$20,00

    LETRA A

  • Facil

    Eles precisam de 20 caixas juntos, porém a cada 4 a quinta é grátis, ou seja, juntos pagarão por 16 caixas = 320

    Compras Separadas:

    13 Caixas (Leandro):

    Compra 8, ganha 2 = 10 

    8 Caixas * R$20,00 = R$160,00

    + 3 Caixas avulsas * R$20,00 = R$60,00

    Total gasto pelo Leandro = R$220,00

    7 Caixas Leonardo

    Compra 4, ganha 1 = 5

    4 Caixas * R$20,00 = R$80,00

    + 2 Caixas avulsas * R$20,00 = R$40,00

    Total gasto pelo Leonardo = R$120,00

    Total gasto pelos 2 = 120+220 = 340,00

    Compra Conjunta = R$320,00

    Compra Separada = R$340,00

    Economia de R$20,00

    LETRA A


  • Eu entendi as contas do Deni e do Rodrigo. Porém acho que o enunciado da questão pecou ao dizer "no total", pois no total entende-se toda a economia. Acho que deveriam ter colocado "quanto ele economizariam a mais".

    Como essa questão é nova, acho que cabe recurso aqui.
  • Realmente a questão está dúbia. deveriam ter colocado algo como economizarão em relação a comprar individualmente...

  • Não cabe recurso e nem há outra interpretação, o problema é que ao ler a questão, temos o impulso de aplicar a promoção apenas na compra conjunta, porém, ela é totalmente válida para a compra individual (mesmo que não tão benéfica como na compra conjunta). 

    Pegadinha totalmente dentro dos conformes

  • Essa FGV não é de Deus!


  • Compra de Leandro=13 caixas, ganhando 2 caixas (2*20=40) 

    Compra de Leonardo=7 caixas, ganhando 1 caixa (1*20=20), 40 + 20 = 60

    Compras em conjunto= 20 caixas, ganhando 4 caixas (4*20=80)

    Então: 80 - 60 = 20

    Os dois comprando juntos ganham 4 caixas e separados ganham 3 caixas. 4 - 3 = 1 caixa (valor da caixa R$ 20,00)

  • A prova de que a questão foi mal redigida está na porcentagem de erro, quase 60%, embora seja uma questão relativamente simples. Portanto, o enunciado permite interpretação dúbia. É desestimulante se deparar com questões assim!

  • 13 caixas = 3 cxs grátis+ 1 ; 7caixas = 1 cx gratis+3;       1+3=4 --》1cx gratis = 20 reais. Pra deixar mais claro, é como se fosse assim: cada um ganharia caixa gratis, comprando individualmente. Como sobraram 3 cxs de Leandro e 1 de Leo, eles se juntaram pra ganhar mais uma. 


  • O enunciado dessa questão é bem ruim, mas por algumas lógicas podemos chegar a conclusão:

    L1 precisa de 13 caixas, paga por 11, e leva 2 de brinde. Total 220 reais
    L2 precisa de 7 caixas, paga por 6 e leva uma de brinde. Total 120 reais
    Somando o total das compras individuais temos 340
    Comprando junto, pagariam 320 reais por 16 caixas, levando 4 de brinde.
    Logo a diferença entre a compra conjunta e separada é de 20 reais (340-320)

  • Concordo com a Tatiana.

    Não cabe recurso.

    Vamos na fé.

  • Eu achei a questão mal formulada, quando fala em compra conjunta, é como se estivessem comprando juntos 20 caixas, sendo que levariam 4 de graça.

    4 x 20,00 = 80,00.

     

  • sem chororô

    "economizarão"

  • Questão de atenção nível HARD.

  • Eu não posso fazer uma compra e levar 20 itens? Fgvsisses
  • Questão maldosa! Na minha opinião caberia recurso por ser dúbio o entendimento. Acho que isso não é bom p ninguém, nem p quem estuda e nem para a Banca.

  • Olha, gente, tbm sou da opinião de que a questão foi mto mal redigida, mas há uma explicação, veja meu raciocínio.

    Não conheço mto bem como a FGV trabalha a RLM, por isso errei.

    Realizando algumas tantas questões de RLM da FGV, percebi que é comum esses tipos de pegadinhas. Primeiro te induzem à resposta mais fácil/lógica, mas, na vdd, se vc, mediante um esforço razoável...rs, sabendo que a FGV já tem esse costume, para para analisar melhor a questão, vai procurar a resposta correta e matar a questão.

    Abraços, espero ter ajudado.


ID
1508584
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma pesquisa coletou o preço de determinada mercadoria em 10 estabelecimentos e verificou que:

- a média dos quatro maiores preços era R$ 36,40;
- a média dos outros seis preços era R$ 34,60.

A média dos 10 preços coletados nessa pesquisa foi:

Alternativas
Comentários
  • Média ponderada.

    (R$ 36,40 x 4) + (R$ 34,60 x 6)   /   10 (número total de estabelecimentos) => (R$ 145,60 + R$ 207,60)   /  10 => R$ 353,20 / 10

    Resposta: R$ 35,32

  • Letra D. (36,4 x 0,4) + (34,6 x 0,6) = 14,56+20,76 = 35,32

    (primeira média x 40% + segunda média x 60%)
  • Fiz exatamente como o Guilherme

    Grata prof.Grings do AlfaCon

    Bons estudos 

  • e porque ponderada?

  • No caso a média é ponderada pois se considerarmos os dois valores, um deles tem 4 elementos para contribuir na soma total e o outro tem 6 elementos, logo, a média de cada um deles contribui com pesos diferentes, um com "peso de 4 elementos" o outro com "peso de 6 elementos", por isso não pode considerar como medida simples, a proporção que os valores colaboram na soma é diferente. 

    Foi assim que eu entendi rs 

  • Ana, sempre que tivermos pesos ou frequências iremos utilizar a fórmula de média ponderada para o cálculo!


ID
1508587
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Luiza está construindo uma maquete do campus de sua universidade, em escala 1:200. No campus da universidade, há uma caixa d’água cúbica com capacidade para 64.000 litros de água.

Na maquete de Luiza, essa caixa d’água será um cubo de aresta:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E


    1)  Conversão do volume da caixa d’água de litro para metro cúbico (X em m^3):


    1 litro = 10^-3 m^3

    64x10^-3 litros = X


    , regra de três:


    X = (64x10^3) x (10^-3 m^3)

    X = 64m^3


    2)  Cálculo da aresta da caixa d’água (a em cm):


    Volume do Cubo = a^3


    a^3 = X

    a^3 = 64m^3

    a^3 = 4^3 m^3


    Deste modo, efetuando a raiz cúbica, teremos:

    a = 4m

    a = 400cm


    3)  Aplicando a escala de 1/200, teremos:


    a1 = a x (1/200)

    a1 = 400cm x (1/200)

    a1 = 400cm x (1/200)

    a1 = 2cm 


    (Letra E, cqd)


    Bons estudos!

  • 1 m^3 = 1000 litros

    64000 = 64 m^3

    x.x.x = x^3 então x^3 = 64 ==> x = 4 m

    1/200 = 0,005

    4 m ==> 400 cm 

    400 x 0,005 = 2 cm

  • sabendo-se que 1L = 1 dm³ , então 64000 L  = 64 * 10^6 c

    V = a³  => 64 * 10^6 = a³ => a = 4 *100  => a= 400

    levando pra escala :1/200 = 400, isto da 2 cm
  • A caixa tem capacidade para 64 mil L. Ora, isso é o volume da caixa, que é expresso em m3. Portanto, cada aresta da caixa terá 4m, pois 4 ao cubo é 64.

     

    Se a maquete tem escala de 1:200, quer dizer que a maquete será 200 vezes menor que o tamanho real. Ou seja, cada unidade de comprimento ou volume da maquete é duzentas vezes menor que a real.

     

    Então, se a caixa d´água da universidade tem 4m de aresta, na maquete terá 4/200 = 0,02m, ou 2 cm.

  • Eu adaptarei o comentário do colega Rafael Breviglieri, detalhando:

    1 m^3 = 1000 litros

    64 m^3 = 64000

    Qual número que multiplicado 3 vezes (ao cubo) que vai dar 64? É o 4.

    x.x.x = x^3 então x^3 = 64 ==> x = 4 m

    Achado a aresta em (metros), descobriremos agora, também, o resultado da escala 1/200:

    1/200 = 0,005

    Como as alternativas estão em cm, vamos transformar a aresta de metros para cm:

    4 m ==> 400 cm

    Feito isso é só multiplicar o valor da aresta em cm e pelo valor da escala:

    400 x 0,005 = 2 cm (Gabarito e)

  • para fazer na prova é osso, conta grande da Po@@#!!


ID
1508590
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Em tema de estrutura e de pessoal da Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública do Estado do Amazonas, a Lei Estadual nº 3.204/2007, com as alterações inseridas pela Lei Estadual nº 3.930/2013, dispõe que tal órgão será dirigido por um Corregedor-Geral:

Alternativas
Comentários
  • Letra B

    Letra B

    indicado pelo Secretário de Segurança e por um Corregedor- Geral Adjunto, com auxílio de quatro Corregedores Auxiliares, indicados pelo Corregedor-Geral ao Secretário de Segurança, todos nomeados em cargos em comissão pelo Governador do Estado;

  • LEI Nº 3204 de 21/12/2007

    DISPÕE sobre a Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública do Estado do Amazonas, estabelece normas para a sua organização e manutenção, define sua competência, atribuições e estrutura organizacional e dá outras providências.

    Art. 4.° A Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública do Estado do Amazonas será dirigida por um Corregedor Geral indicado pelo Secretário de Segurança e por um Corregedor Geral Adjunto, com o auxílio de quatro Corregedores Auxiliares, indicados pelo Corregedor Geral ao Secretário de Segurança, todos nomeados em comissão pelo Governador do Estado.

    Gabarito: B


ID
1508593
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

De acordo com a Lei Estadual nº 3.204/2007 do Amazonas, com as alterações promovidas pela Lei Estadual nº 3.930/2013, a Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública do Estado do Amazonas tem, dentre suas finalidades, o exercício das funções de:

Alternativas
Comentários
  • LEI Nº 3204 de 21/12/2007

    Art. 2.° A Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública do Estado do Amazonas tem como finalidades:

    II - o exercício das funções de fiscalização, disciplina e orientação administrativa das atividades desenvolvidas pelas Polícias Civil e Militar, pelo Corpo de Bombeiros Militar e pelo Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas

    Gabarito: D


ID
1508596
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Consoante estabelece a Lei Estadual nº 3.281, de 25 de julho de 2008, do Amazonas, a liberação dos recursos provenientes do Fundo de Reserva para as Ações de Inteligência será autorizada:

Alternativas
Comentários
  • Letra E

    conjuntamente pelos Secretários de Estado da Fazenda e de Segurança Pública

  • LEI Nº 3281 de 30/07/2008

    Art. 3.º A liberação dos recursos provenientes do Fundo de Reserva para as Ações de Inteligências será autorizada, conjuntamente, pelos Secretários de Estado da Fazenda e de Segurança Pública.

    Gabarito: E


ID
1508599
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

De acordo com a Lei Estadual n . , de de março de 0 , do Amazonas, o Sistema Integrado das Ações de Segurança Pública do Programa Ronda no Bairro:

Alternativas
Comentários
  • LEI Nº 3719 de 12/03/2012

    Art. 2.º A coordenação do Sistema Integrado das Ações de Segurança Pública do Programa Ronda no Bairro constitui competência da Secretaria Executiva Adjunta do Programa Ronda no Bairro - SEARB, à qual se subordinam as seguintes coordenações:

    Gabarito: D


ID
1508602
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

De acordo com o Estatuto dos uncionários úblicos Civis do Estado do Amazonas, é exemplo de forma de investidura por readaptação quando Mário, servidor público civil estável do Estado do Amazonas ocupante de cargo efetivo, retorna ao serviço:

Alternativas
Comentários
  • Seção X
    Da readaptação
    Art. 37. Readaptação é a investidura em cargo de atribuições e responsabilidade compatíveis com a
    limitação que tenha o funcionário sofrido em sua capacidade física ou mental, apurada por junta médica
    oficial.
    Parágrafo único. A redução ou o aumento de vencimento que acaso decorrer da readaptação serão
    disciplinados em regulamento.
     

  • Letra B


    READAPTAÇÃO


    Art. 37 - Readaptação é a investidura em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha o funcionário sofrido em sua capacidade física ou mental, apurada por junta médica oficial.


    Parágrafo único - A redução ou o aumento de vencimento que acaso decorrer da readaptação serão disciplinados em regulamento.


  • ReAdaptação: A lembra acidente

    ReVErsão: VE lembra velho, aposentadoria

    ReCOndução: Lembra Concurso ou cargo

    Isso tem me ajudado rsrsrs


  • A- reintegração

    B- readaptação

    C- disponibilidade

    D- reversão

    E- promoção

  • RESOLUÇÃO:

    A assertiva correta é a letra B, nos termos do art. 37 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos:

    Art. 37. Readaptação é a investidura em cargo de atribuições e responsabilidade compatíveis com a limitação que tenha o funcionário sofrido em sua capacidade física ou mental, apurada por junta médica

    oficial.

    Parágrafo único. A redução ou o aumento de vencimento que acaso decorrer da readaptação serão disciplinados em regulamento.

    Resposta: B

  • após sofrer um acidente que lhe causou limitação em sua capacidade física, conforme apurado por junta médica oficial, em cargo de atribuiç es e responsabilidades compatíveis com tal limitação;


ID
1508605
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

O Estatuto dos funcionários públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei nº 1.762/1986) estabelece que a licença:

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Art. 83.  Poderá ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto ou madrasta e enteado, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, mediante comprovação por perícia médica oficial. 
  •  Lei nº 1762, de 14 de Novembro de 1986 (Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas)

    Da licença por motivo de doença em pessoa da família
    Art. 72. Sem prejuízo de sua remuneração, o servidor poderá obter licença por motivo de doença em parente consanguíneo ou afim até segundo grau, e do cônjuge ou companheiro, quando provado que a sua assistência pessoal é indispensável e não pode ser prestada sem se afastar da repartição.

    §1º A licença dependerá de inspeção pela junta médica oficial, que avaliará e definirá o prazo da concessão, de acordo com a gravidade do caso.

    §2º Enquanto perdurar a enfermidade, poderão ser concedidas prorrogações, precedidas de perícia médica oficial, a quem cabe fixar o novo prazo da licença.

    §3º Nos casos de tratamento fora do Estado, o servidor, para fins de prorrogação da licença, deverá apresentar laudo do médico responsável para exame da junta médica oficial.

    §4º Sobrevindo a cura ou o falecimento do familiar durante a licença, o servidor deverá retomar às suas funções, observado o disposto no art. 56, III, deste Estatuto, sob pena de instauração de processo administrativo disciplinar e restituição ao erário dos valores percebidos a título de remuneração.
     

  • a) para tratamento de saúde do próprio servidor depende de inspeção médica e será concedida pelo prazo de até 90 dias, prorrogável quantas vezes forem necessárias, com direito à remuneração integral no primeiro período de 90 dias e metade da remuneração nas demais prorrogações; ERRADA

    Art. 68 - A licença para tratamento de saúde depende de inspeção médica e será concedida sem prejuízo da remuneração. Não há prazo condicionante para a remuneração.

     

    b) por motivo de doença em parente consanguíneo ou afim até segundo grau, e do conjuge ou companheiro, quando provado que a sua assistência pessoal é indispensável e não pode ser prestada sem se afastar da repartição, ocorrerá sem prejuízo da remuneração do servidor; - CORRETA

     

    c) para acompanhar o conjuge removido ou transferido para outro ponto do território nacional ou para o exterior, ou eleito para exercer mandato eletivo, ocorrerá sem prejuízo da remuneração do servidor; ERRADA

    Art. 74 - O funcionário terá direito à licença, sem remuneração, para acompanhar o cônjuge removido ou transferido para outro ponto do território nacional ou para o exterior, ou eleito para exercer mandato eletivo.

     

    d) para tratar de interesses particulares, pelo prazo de até 1 ano, prorrogável quantas vezes forem necessárias, será com direito remuneração integral no primeiro período de 1 ano e metade da remuneração nas demais prorrogações;  ERRADA

    Art. 75 - A critério da Administração, ao servidor poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares, por período fixado no ato concessivo e sempre sem remuneração.

     

    e) ao servidor convocado para o serviço militar e outras obrigações de segurança nacional será sem direito à remuneração e, ocorrido o desligamento do serviço militar, o servidor terá prazo de até 60 dias para reassumir o exercício do cargo.  ERRADA 

    Art. 76 - Ao funcionário convocado para o serviço militar e outras obrigações de segurança nacional será concedida licença remunerada. § 3.º - Ocorrido o desligamento do serviço militar o funcionário terá prazo de 30 dias para reassumir o exercício do cargo.

  • Resumidamente vamos às explicações (erro / correção):

    a) para tratamento de saúde do próprio servidor depende de inspeção médica e será concedida pelo prazo de até 90 dias, prorrogável quantas vezes forem necessárias, com direito à remuneração integral no primeiro período de 90 dias e metade da remuneração nas demais prorrogações

    Não há prazo definido na lei

    b) por motivo de doença em parente consanguíneo ou afim até segundo grau, e do conjuge ou companheiro, quando provado que a sua assistência pessoal é indispensável e não pode ser prestada sem se afastar da repartição, ocorrerá sem prejuízo da remuneração do servidor

    CORRETA

    c) para acompanhar o conjuge removido ou transferido para outro ponto do território nacional ou para o exterior, ou eleito para exercer mandato eletivo, ocorrerá sem prejuízo da remuneração do servidor

    É sem remuneração

    d) para tratar de interesses particulares, pelo prazo de até 1 ano, prorrogável quantas vezes forem necessárias, será com direito remuneração integral no primeiro período de 1 ano e metade da remuneração nas demais prorrogações

    O prazo é definido no ato da concessão da licença, não há na lei falando que é um ano. Além disso, é sem remuneração, sob qualquer circunstância

    e) ao servidor convocado para o serviço militar e outras obrigações de segurança nacional será sem direito à remuneração e, ocorrido o desligamento do serviço militar, o servidor terá prazo de até 60 dias para reassumir o exercício do cargo.

    Tem direito à remuneração e o prazo é de 30 dias

  • RESOLUÇÃO:

    Alternativa A: para tratamento de saúde do próprio servidor depende de inspeção médica e será concedida pelo prazo de até 90 dias, prorrogável quantas vezes forem necessárias, com direito à remuneração integral no primeiro período de 90 dias e metade da remuneração nas demais prorrogações. A assertiva está incorreta em razão do disposto nos artigos 65, inciso I, 66, 67 e 68 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos:

     Art. 65. Conceder-se-á, nos termos e condições deste regulamento, licença: I - para tratamento de saúde;

    Art. 66. A licença, concedida dentro de sessenta dias, após o término da anterior, será considerada como prorrogada. Parágrafo único. Para efeito do disposto neste artigo, somente serão levadas em consideração as licenças da mesma espécie.

    Art. 67. O funcionário não poderá permanecer licenciado por prazo superior a vinte e quatro meses, consecutivos, salvo nos casos dos itens IV, V e VI do artigo 65.

     Art. 68. A licença para tratamento de saúde depende de inspeção médica e será concedida sem prejuízo da remuneração.

    Alternativa B:por motivo de doença em parente consanguíneo ou afim até segundo grau, e do cônjuge ou companheiro, quando provado que a sua assistência pessoal é indispensável e não pode ser prestada sem se afastar da repartição, ocorrerá sem prejuízo da remuneração do servidor. A assertiva está correta tendo em vista o disposto no art. 72 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986).

    Alternativa C: para acompanhar o cônjuge removido ou transferido para outro ponto do território nacional ou para o exterior, ou eleito para exercer mandato eletivo, ocorrerá sem prejuízo da remuneração do servidor. A assertiva está incorreta em razão do disposto no art. 74 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos: Art. 74. O funcionário terá direito à licença, sem remuneração, para acompanhar o cônjuge removido ou transferido para outro ponto do território nacional ou para o exterior, ou eleito para exercer mandato eletivo.

    Alternativa D: para tratar de interesses particulares, pelo prazo de até 1 ano, prorrogável quantas vezes forem necessárias, será com direito remuneração integral no primeiro período de 1 ano e metade da remuneração nas demais prorrogações. A assertiva está incorreta em razão do disposto no art. 75 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos: Art. 75. A critério da Administração, ao servidor poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares, por período fixado no ato concessivo e sempre sem remuneração. §1º O servidor aguardará em exercício a concessão da licença.  §2º A licença que trata este artigo poderá ser interrompida a qualquer tempo, a pedido do servidor ou a critério da Administração. §3º A licença poderá ser prorrogada por requerimento do servidor interessado, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, observado o disposto no caput deste artigo. §4º A licença suspende o vínculo do servidor com a Administração, não se computando o tempo correspondente para qualquer efeito, inclusive o de estágio probatório.

    Alternativa E: ao servidor convocado para o serviço militar e outras obrigações de segurança nacional será sem direito à remuneração e, ocorrido o desligamento do serviço militar, o servidor terá prazo de até 60 dias para reassumir o exercício do cargo. A assertiva está incorreta em razão do disposto no art. 76 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos: Art. 76. Ao funcionário convocado para o serviço militar e outras obrigações de segurança nacional será concedida licença remunerada. §1º Da remuneração descontar-se-á a importância que o funcionário perceber pelo serviço militar. §2º A licença será concedida à vista de documento que prove a incorporação. §3º Ocorrido o desligamento do serviço militar o funcionário terá prazo de trinta dias para reassumir o exercício do cargo.

    Resposta: B

  • por motivo de doença em parente consanguíneo ou afim até segundo grau, e do conjuge ou companheiro, quando provado que a sua assistência pessoal é indispensável e não pode ser prestada sem se afastar da repartição, ocorrerá sem prejuízo da remuneração do servidor;


ID
1508608
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Em relação à chamada licença especial, o Estatuto dos uncionários úblicos Civis do Estado do Amazonas Lei n 1.762/1986) dispõe que:

Alternativas
Comentários
  • Art. 78 - Após cada quinquênio de efetivo exercício, o funcionário fará jus à licença especial de três meses, com todos os direitos e vantagens do seu cargo efetivo, podendo acumular o período de dois qüinqüênios.

  • A cada quinquênio o servidor tem direito a gozar os 03 meses de licença especial! 

    CASO tenha se ausentado por licença saúde período 180 dias perde!

    CASO tenha se ausentado por licença saúde PARENTE consanguineo de 120 dias perde.

    CASO tenha faltado sem justificativa, sido suspenso, licença temporária transferência cônjuge, perde O gozo da licença!

  • Letra D


    Art. 78 - Após cada QUINQUÊNIO de efetivo exercício, o funcionário fará jus à LICENÇA ESPECIAL de 3 meses, com todos os direitos e vantagens do seu cargo efetivo, podendo acumular o período de 2 quinquênios.

    § 1.º - Não será concedida licença especial se houver o funcionário, no quinquênio correspondente:

    I - Sofrido pena de multa ou suspensão;

    II - Faltado ao serviço sem justificação;

    III - Gozado licença:

    a) Para tratamento de saúde, por prazo superior a 180 diasconsecutivos ou não;

    b) Para tratamento de saúde em pessoa da família, por prazo superior a 120 diasconsecutivos ou não;

    c) Para tratamento de interesses particulares;

    d) Por motivo de afastamento do cônjugefuncionário civil ou militar, por prazo superior a 60 dias, consecutivos ou não.



  • Gabarito: D DE DEUXX

    Art. 78. Após cada quinquênio de efetivo exercício, o funcionário fará jus à licença especial de três meses, com todos os direitos e vantagens do seu cargo efetivo, podendo acumular o período de dois quinquênios.

    § 1º Não será concedida licença especial se houver o funcionário, no qüinqüênio correspondente:

    I – Sofrido pena de multa ou suspensão;

    II – Faltado ao serviço sem justificação;

    III – Gozado licença:

    a. Para tratamento de saúde, por prazo superior a cento e oitenta dias, consecutivos ou não;

    b. Para tratamento de saúde em pessoa da família, por prazo superior a cento e vinte dias, consecutivos ou não;

    c. Para tratamento de interesses particulares;

    d. Por motivo de afastamento do cônjuge, funcionário civil ou militar, por prazo superior a sessenta dias, consecutivos ou não.

    § 2º Cessada a interrupção prevista neste artigo, recomeçará a contagem do quinquênio, a partir da data da reassunção do funcionário ao exercício do cargo.

    § 3º As faltas injustificadas ao serviço retardarão a concessão da licença prevista neste artigo, na proporção de um (01) mês para cada falta. (acrescentado pela Lei nº 2.400/96 )

  • Minha unica curiosidade é saber se o funcionário publico consegue gozar dessa Licença.....

  • SEÇÃO VIII - DA LICENÇA ESPECIAL

    Art. 78 - Após cada quinquênio de efetivo exercício, o funcionário fará jus à licença especial de três meses, com todos os direitos e vantagens do seu cargo efetivo, podendo acumular o período de dois qüinqüênios.

    Gabarito D

  • RESOLUÇÃO:

    A assertiva correta é a letra D, nos termos do art. 78 do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos:

    Art. 78. Após cada quinquênio de efetivo exercício, o funcionário fará jus à licença especial de três meses, com todos os direitos e vantagens do seu cargo efetivo, podendo acumular o período de dois quinquênios.

    §1º Não será concedida licença especial se houver o funcionário, no quinquênio correspondente:

    I - sofrido pena de multa ou suspensão;

    II - faltado ao serviço sem justificação;

    III - gozado licença:

    a) Para tratamento de saúde, por prazo superior a cento e oitenta dias, consecutivos ou não;

    b) Para tratamento de saúde em pessoa da família, por prazo superior a cento e vinte dias, consecutivos ou não;

    c) Para tratamento de interesses particulares;

    d) Por motivo de afastamento do cônjuge, funcionário civil ou militar, por prazo superior a sessenta dias, consecutivos ou não.

    §2º Cessada a interrupção prevista neste artigo, recomeçará a contagem do quinquênio, a partir da data da reassunção do funcionário ao exercício do cargo.

    §3º As faltas injustificadas ao serviço retardarão a concessão da licença prevista neste artigo, na proporção de um (01) mês para cada falta.

    Resposta: D

  • após cada quinquênio de efetivo exercício, o servidor fará jus licença especial de três meses, com todos os direitos e vantagens do seu cargo efetivo.


ID
1508611
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Fernando, servidor público civil estadual do Amazonas, ocupante de cargo efetivo de Técnico de Nível Superior da Secretaria de Segurança Pública, era notoriamente conhecido por seus colegas de trabalho por não ter paciência com os cidadãos que lhe pediam informações em seu setor. Certo dia, Fernando passou dos limites e praticou ofensa física gratuita contra um cidadão, causando-lhe graves lesões. De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), Fernando está sujeito à pena disciplinar de:

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Art. 132. A demissão será aplicada nos seguintes casos:


     VII - ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de outrem;

  • Lei nº 1762, de 14 de Novembro de 1986 (Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas)

    Art. 161. A pena de demissão será aplicada nos casos de:

    VI - ofensa física em serviço contra funcionário ou particular, salvo em legítima defesa e em estrito
    cumprimento do dever legal;

  • Art. 161 - A pena de demissão será aplicada nos casos de:

    I - Crime contra a administração pública, assim definido na Lei Penal;

    II - Abandono de cargo;

    III - Inassiduidade habitual;

    IV - Incontinência pública ou escandalosa e prática de jogos proibidos;

    V - Insubordinação grave em serviço;

    VI - Ofensa física em serviço contra funcionário ou particular, salvo em legítima defesa e em estrito cumprimento do dever legal;

    VII - Aplicação irregular de dinheiro público;

    VIII - Revelação de fato ou informação de natureza sigilosa que o funcionário conheça em razão do cargo;

    IX - Corrupção passiva, nos termos da Lei Penal;

    X - Lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio estadual;

    XI - ocorrência de qualquer das vedações previstas no, art. 144, se provada a má-fé;

    XII - Transgressão de quaisquer dos itens IVVVIVII e IX do artigo 150

  • RESOLUÇÃO:

    Neste caso apresentado na questão é cabível a pena de demissão nos termos do art. 161, inciso VI, do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Amazonas (Lei n.º 1.762/1986), vejamos:

    Art. 161 - A pena de demissão será aplicada nos casos de:

    I - Crime contra a administração pública, assim definido na Lei Penal;

    II - Abandono de cargo;

    III - Inassiduidade habitual;

    IV - Incontinência pública ou escandalosa e prática de jogos proibidos;

    V - Insubordinação grave em serviço;

    VI - Ofensa física em serviço contra funcionário ou particular, salvo em legítima defesa e em estrito cumprimento do dever legal;

    VII - Aplicação irregular de dinheiro público;

    VIII - Revelação de fato ou informação de natureza sigilosa que o funcionário conheça em razão do cargo;

    IX - Corrupção passiva, nos termos da Lei Penal;

    X - Lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio estadual;

    XI - ocorrência de qualquer das vedações previstas no, art. 144, se provada a má-fé;

    XII - Transgressão de quaisquer dos itens IV, V, VI, VII e IX do artigo 150

    Resposta: B

  • demissão.

  • a exoneração não é praticada em caráter punitivo, geralmente é quando o funcionário público pede para destituir-se do cargo público. Caráter punitivo tem a demissão, praticado pela Adm. Pública contra o agente.


ID
1508614
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Consoante dispõe a Lei Delegada nº 79, de 18 de maio de 2007, é correto afirmar que a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas:

Alternativas
Comentários
  • LEI DELEGADA N.º 79, DE 18 DE MAIO DE 2.007

    CAPÍTULO I - DAS FINALIDADES E DAS COMPETÊNCIAS

    Art. 2.º Para o cumprimento do disposto no artigo anterior, sem prejuízo de outras ações e atividades previstas em normas legais e regulamentares, compete à Secretaria de Estado de Segurança Pública ­ SSP:

    VI -­ a concessão de autorização para funcionamento das empresas de vigilância e congêneres;

    Gabarito B


ID
1508617
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Em relação às unidades integrantes da estrutura organizacional da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, a Lei Delegada nº 79/2007 estabelece competência:

Alternativas
Comentários
  • LEI DELEGADA N.º 79, DE 18 DE MAIO DE 2.007

    CAPÍTULO III - DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES

    Art. 4.º As unidades integrantes da estrutura organizacional da Secretaria de Estado de Segurança Pública ­ SSP

    têm as seguintes competências, sem prejuízo de outras ações e atividades previstas no seu Regimento Interno:

    X ­- DEPARTAMENTO DE INTELIGÊNCIA ­ DEINT ­ coordenação do levantamento de informações específicas sobre incidências criminais no Estado e realização de investigações em assuntos relacionados à segurança pública;

    Gabarito C

  • LEI DELEGADA N.º 79, DE 18 DE MAIO DE 2.007

    CAPÍTULO III - DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES

    Art. 4.º As unidades integrantes da estrutura organizacional da Secretaria de Estado de Segurança Pública ­ SSP têm as seguintes competências, sem prejuízo de outras ações e atividades previstas no seu Regimento Interno: 

    LETRA A - à Secretaria Executiva (ERRADO) I- AO GABINETE para programação, coordenação, supervisão e execução das atividades de representação política, administrativa e social do Secretário de Segurança Pública.

    LETRA B - à Junta Médico-Pericial para execução das atividades de perícias do Instituto Médico Legal, mediante elaboração de laudos e pareces médicos para elucidação de crimes (ERRADO)

    CORREÇÃO VIII - À JUNTA MÉDICO­ PERICIAL ­ execução das atividades médico ­periciais no atendimento aos servidores da Secretaria de Estado de Segurança Pública ­ SSP, das Policias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros Militar e do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas ­ DETRAN/AM.

    LETRA C (GABARITO ) X- o Departamento de Inteligência para coordenação do levantamento de informações específicas sobre incidências criminais no Estado e realização de investigações em assuntos relacionados à segurança pública.

    LETRA D (ERRADO) ao Departamento de Tecnologia para coordenação, planejamento e articulação, junto aos órgãos federais, estaduais e municipais e à iniciativa privada, de programas pertinentes à política de segurança pública;

    CORREÇÃO VII ­ DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA ­ coordenação dos Sistemas Tecnológicos da Segurança Pública; fiscalização da regularidade do uso e manutenção de equipamentos; execução das Políticas de Evolução Tecnológica, propondo melhoramentos das atividades ­fim; proposição de medidas, acompanhamento dos procedimentos de aquisição de bens e equipamentos tecnológicos e avaliação e certificação do regular recebimento dos bens adquiridos no âmbito do Sistema de Segurança Pública;

    LETRA E (ERRADO) ao Departamento de Administração para coordenação, supervisão e execução das atividades relativas à execução orçamentária e financeira da Secretaria de Segurança Pública.

    CORREÇÃO - IV ­ DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ­ supervisão, coordenação e execução, no âmbito da Pasta, das atividades pertinentes a pessoal, material, patrimônio, informática e serviços gerais, em consonância com as diretrizes emanadas dos respectivos órgãos centrais do Poder Executivo; 


ID
1508620
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Integra a Administração Pública Direta e exerce, de forma centralizada, atividade administrativa do Estado, uma:

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    Centralização é o desempenho de competências administrativas por uma única pessoa jurídica governamental. É o que ocorre, por exemplo, com as atribuições exercidas diretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.


  • Administração Pública indireta: sigla (FASE)

    Fundações

    Autarquias 

    Sociedade de Economia Mista 

    Empresas Públicas  - Informações estas suficientes para a eliminar as alternativas, a, b e c.

    Agora, quanto às alternativas que restaram, concessionárias de serviço não se pode entender como uma prestação de serviços de formar centralizada, eis que foi distribuído o serviço a determinada concessionária, ou seja, houve uma descentralização, mecanismo pelo qual a atividade administrativa é distribuída para outras entidades. Portanto, resta-se assinalar a alternativa d, como correta.

    Administração Pública Direta: sigla (MUDE), eis que estas são as Entidades Políticas (Federativas), e política no Brasil nos traz insatisfação, portanto, utilizaremos a máxima das crianças, para não se esquecer: "Não está satisfeito" (MUDE), que na verdade é: "Incomodado que se MUDE". (rsrsrsr).

    Município;

    União;

    Distrito Federal;

    Estados.

     

  • Gabarito: D
    # Administração Pública Direta é composta por órgãos DIRETAMENTE ligados aos entes: União, Estado, Distrito Federal e Municípios - "é o próprio estado atuando"
    a) ERRADA -  autarquia é da Adm Pub Indireta (CF/88, art. 37, inciso XIX)
    b) ERRADA -  fundação pública é da Adm Pub Indireta (CF/88, art. 37, inciso XIX)
    c) ERRADA - empresa pública é da Adm Pub Indireta (CF/88, art. 37, inciso XIX)
    d) CORRETA - delegacia de polícia civil - Polícia Civil é da adminstração pública direta.
    e) ERRADA - empresa concessionária de serviço NÃO é da Adm Pub direta. Se possuir personalidade jurídica de direito público, integra a Adm Pub Indireta conforme a Lei 11.107/05, art 6, parág. 1.

  • Alternativa: D. Os outros fazem parte da administração indireta.

  • delegacia de policia civil é órgão do estado, logo adm direta.

  • Quando dei de cara com esta questão, logo pensei no conceito de Centralização, Descentralização e Desconcentração... No automático, considerei como forma mais rápida e objetiva em responde-la, Ora, Autarquias, Fundações e Empresa Pública, são formas de Descentralização do Poder Estatal... de Igual modo as concessionárias de serviços... 

  • Então,A Delegacia de Polícia Civil é um órgão, forma de desconcentração do poder... 

  • Dei mole. O fato de Estado está escrito com letra maiúscula me confundiu o pensamento, pois, pensei que se tratava da união. Ai não haveria alternativa certa. É foda não pode cochilar. 

  • Todas integram a Adminstração indireta: autarquia, empresa pública e fundação

    A letra E aponta uma entidade que presta serviço de forma descentralizada, posto que é delegado

    Só resta a letra D! Considerando também que apenas os atos materiais do poder de polícia podem ser delegados: no caso de fiscalização, essas coisas. Delegacia? Só o Estado pode atuar diretamente.

  • delegacia de polícia é órgão subalterno ........... ADM Direta.

  • * ALTERNATIVA CORRETA: "d".

    ---

    * LÓGICA UTILIZADA: Se integra a administração pública direta (óbvio que é centralizadamente), então:

    a) ERRADA: autarquia pertence à administração INdireta;

    b) = justificativa da anterior;

    c) = justificativa da anterior;

    d) CERTA: a delegacia de Polícia Civil é um órgão dentro da Administração direta, logo integra esta. Nunca se esquecer que desconcentração (criação de órgãos) há tanto na administração direta quanto indireta.

    e) ERRADA: A consessionária de serviço, em regra, sequer intrega a administração pública. (Para saber + a respeito, sugiro a leitura: "http://www.aprendaapassar.com.br/2016/02/concessionarias-e-permissionarias-de.html").

    ---

    Bons estudos.

  • POLICIA CIVIL NÃO É INTEGRADA AO MINISTERIO DA JUSTIÇA E A UNIÃO? ASSERTIVA QUESTIONAVEL!

     

  • Diz se centralizada quando a atividade administrativa é exercido pelo próprio governo da União,dos Estados,do DF e dos Municípios.O Poder público presta o serviço centralizado por seus próprios órgãos em seu nome e sob sua exclusiva responsabilidade.O Estado é ao mesmo tempo,titular e prestador do serviço.É constituída pela própria Administração Pública Direta, que se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa do Presidente da República e dos Ministérios.

     As Polícias Civis fazem parte da administração pública direta dos Estados e do Distrito Federal, sendo que no DF a polícia civil é organizada e mantida pela União. A natureza jurídica das polícias civis é de órgãos da administração direta, geralmente vinculados a um órgão maior, como as Secretarias de Segurança Pública ou Secretarias de Defesa Social (depende do Estado). 

    Os Estados e o DF não podem criar entidades de administração indireta (autarquias, fundações ou empresas estatais) para as funções da polícia civil, pois o art. 144 da Constituição Federal determina que a segurança pública seja mantida somente por "órgãos", que são as diversas polícias.

  • LETRA (D)

    CORRETA!!! Policia Civil é vinculada a administração direta (executivo).

    ÂMBITO ESTADUAL: POLICIA CIVIL

    ÂMBITO FEDERAL: POLICIA FEDERAL

    AMBAS ORGÃOS DO PODER EXECUTIVO, PRESTANDO FUNÇÃO TÍPICA DE ESTADO (SEGURANÇA).

  • GABARITO: LETRA D

  • GABARITO D

     

    Administração pública direta é composta por órgãos públicos.

    Administração pública indireta é composta por entidades administrativas.

     

    Delegacias de Polícia são órgãos públicos criados pelos entes federativos. Todas as demais alternativas apresentam entidades da administração pública indireta. 

  • Administração Direta consiste no conjunto de órgãos públicos que integram as pessoas políticas (União, estados/Distrito Federal e Municípios), aos quais foi atribuída a competência para o exercício, de forma centralizada, das atividades administrativas do Estado. Segundo leciona Carvalho Filho, na Administração Direta “a Administração Pública é, ao mesmo tempo, a titular e a executora do serviço público”.


ID
1508623
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A Administração Pública é organizada hierarquicamente e tem no ápice da pirâmide o Chefe do Poder Executivo, sendo as atribuições administrativas outorgadas a vários órgãos. Nesse contexto, de acordo com a doutrina de Direito Administrativo, quando o poder público estadual subdividiu um órgão (Secretaria de Estado de Agricultura e Pesca) em dois novos órgãos (Secretaria de Estado de Agricultura e Secretaria de Estado de Pesca), está-se diante da:

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Na desconcentração as atribuições são repartidas entre órgãos públicos pertencentes a uma única pessoa jurídica, mantendo a vinculação hierárquica. 

    Exemplos de desconcentração são os Ministérios da União, as Secretarias estaduais e municipais, as delegacias de polícia, os postos de atendimento da Receita Federal, as Subprefeituras, os Tribunais e as Casas Legislativas.


    b) Concentração é o modo de cumprimento de competências administrativas por meio de órgãos públicos despersonalizados e sem divisões internas em repartições ou departamentos. Trata-se de situação raríssima, pois pressupõe a ausência completa de

    distribuição de tarefas.


    c) Já na descentralização, as competências administrativas são exercidas por pessoas jurídicas autônomas, criadas pelo Estado para tal finalidade. Exemplos: autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mistaA descentralização, nos termos do art. 6º, do Decreto-Lei n. 200/67, tem natureza jurídica de princípio fundamental da organização administrativa.


    d) Centralização é o desempenho de competências administrativas por uma única pessoa jurídica governamental. É o que ocorre, por exemplo, com as atribuições exercidas diretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.


    e) Delegação de competências (ou “delegação de poderes”) é o acto pelo qual um órgão da Administração, normalmente competente para decidir em determinada matéria, permite de acordo com a lei, que outro órgão ou agente pratiquem actos administrativos sobre a mesma matéria.


  • desCOncentraçao: CO: Criar Órgãos

  • Palavra chave: SUBDIVIDIU - Sub (para baixo ou abaixo) dividiu (partiu). Logo a administração criou uma secretaria abaixo da existente. Fenômeno da DESCONCENTRAÇÃO. Criou por outorga (lei).

  • Macete:

    DesCOncentração: Criação de Órgãos

    DesCEntralização: Criação de Entidades

  • Na desconcentração há criação de órgãos, na descentralização há criação de pessoas jurídicas.

  • Olá, ocorre o fenômeno chamado de ``DESCONCENTRAÇÃO ADMINISTRATIVA´´, que é uma mera técnica administrativa, quando a própria pessoa política ou uma entidade da administração (direta ou indireta) distribui competências dentro de sua estrutura pessoal, visando otimizar sua prestação de serviços. Vale frisar, de acordo com a obra de Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo - Direito Administrativo Descomplicado, que "no âmbito das entidades desconcentradas temos o controle hierárquico"; que difere da Descentralização Administrativa, cujo controle é o finalístico - ou também chamado de tutela administrativa -, no qual não está presente a hierarquia, mas sim a VINCULAÇÃO. Ressalto, pois, de acordo com a obra supracitada, também impende dizer que no controle hierárquico "compreende os poderes de comando, fiscalização, revisão, punição, solução de conflitos de competência, delegação e avocação", espero tê-los ajudado! #FocoNaMissão

  • Digamos que exista um conjunto {a, b} sob o controle de (C). (C) quer controlar {a} e {b} separadamente. Note que (C) ainda continua controlando. Por tanto, não houve transferência de nada (descentralização). O que houve foi um desmembramento que ainda continua sendo controlado por (C) (desconcentração).

  • Desconcentração - Divisão de órgãos.

  • LETRA A

    Ocorre  desconcentração administrativa quando uma pessoa política ou uma entidade da administração indireta distribui competência no âmbito de sua própria estrutura a fim de tornar mais ágil e eficiente a prestação dos serviços. Envolve OBRIGATORIAMENTE uma só pessoa jurídica.


    Como resultado da desconcentração temos o surgimento dos denominados órgãos públicos. Um órgão público é uma simples abstração, é o nome que se dá a um determinado conjunto de competências, localizado na estrutura interna de uma pessoa jurídica, seja ela da administração direta, seja ela da administração indireta.


    Fonte: Direito Administrativo Descomplicado

  • Desconcentração: Ocorre quando a administração distribui sua(s) competência(s) no âmbito de sua própria estrutura, tendo por objetivo agilizar e tornar mais eficiente seus serviços. A desconcentração pressupõe,obrigatoriamente, a existência de uma só pessoa jurídica. Por ser uma simples técnica administrativa, ocorre tanto na administração direta quanto na indireta. Pode ocorrer em razão da matéria, da hierarquia ou do território.

  • Letra: A

    descOncentração -> mera divisão interna de competências

    cria Órgão Público

  • Ótimo todas as explicações


  • DescOncentração cria Orgão, já descEntralização cria Ente, sendo este último dotado de personalidade jurídica.

  • DescOncentração x Órgão

    DescEntralização x Entidades

  • A desconcentração administrativa consiste na distribuição interna de competências, no âmbito da mesma pessoa jurídica. Com efeito, na desconcentração administrativa as atribuições são distribuídas entre os órgãos que integram a mesma instituição, no que difere da descentralização administrativa, que pressupõe a distribuição de competência para outra pessoa, física ou jurídica (entidade).

    A desconcentração administrativa se dá tanto na administração direta quanto na administração indireta de todos os entes federativos. Como exemplo de desconcentração administrativa no âmbito da Administração Direta da União temos os vários ministérios, a Advocacia-Geral da União, a Casa Civil da Presidência da República etc.; na esfera estadual, as secretarias estaduais, as assembleias legislativas, o ministério público estadual etc.; na esfera municipal, as prefeituras, as secretarias municipais, as câmaras municipais etc. Como exemplos de desconcentração na administração indireta federal, podemos citar as várias agências do Banco do Brasil (sociedade de economia mista) ou do INSS (autarquia) localizadas nos diversos estados da federação.

    Como a desconcentração pressupõe a existência de diversos órgãos, quer sejam órgãos da Administração Direta ou das pessoas jurídicas da Administração Indireta, e como tais órgãos internamente estão dispostos segundo uma relação de subordinação hierárquica, costuma-se afirmar que a desconcentração administrativa está relacionada ao princípio da hierarquia.



    Fonte: Direito Administrativo Esquematizado, Ricardo Alexandre, 2015. P.80

  • DESCON.

  • Descontração Administrativa: Órgãos de mesma atuação. Mesma personalidade jurídica. Secretarias

  • Se fosse o inverso: Dois órgãos se tornando um, seria caso de CONCENTRAÇÃO!

  • GABARITO: LETRA A

  • Gabarito: A

    Lembrando que Órgão é desprovido de personalidade jurídica e não possui capacidade processual. Com exceção das Defensorias, Procuradorias e MP que possui atividade processual ativa.

  • desCOncentração - Cria Órgão

    deCEntralização - Cria Ente

  • DESCONCENTRAÇÃO

    As atribuições são repartidas entre órgãos públicos pertencentes a uma única pessoa jurídica, mantendo a vinculação hierárquica. Exemplos de desconcentração são os Ministérios da União, as Secretarias estaduais e municipais, as delegacias de polícia, os postos de atendimento da Receita Federal, as Subprefeituras, os Tribunais e as Casas Legislativas.

    FONTE: ALEXANDRE MAZZA


ID
1508626
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A Constituição da República de 1988 dedicou um capítulo à Administração Pública e, em seu art. 37, deixou expressos os princípios a serem observados por todas as pessoas administrativas. Dentre esses princípios expressos, que revelam as diretrizes fundamentais da Administração, destaca-se o princípio da:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    Segundo o caput do Art. 37:
    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência
    logo:

    A) competitividade não é princípio expresso

    B) embora legalidade seja um princípio da administração pública, ele não se coaduna com o pressuposto de que os atos administrativos possuam presunção absoluta, porquanto eles possuem, na verdade, presunção RELATIVA de legalidade.

    C) Pessoalidade nao é princípio expresso

    D) Improbidade não é princípio expresso
     
    E) CERTO

    bons estudos

  • O famoso princípio  LIMPE

    Legalidade Impessoalidade Moralidade Publicidade Eficiência
  • Acerca dos princípios constitucionais expressos da Administração Pública, vale registrar o teor do art. 37, caput, da CF:


    “Art. 37 A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)”


    Mas lembre-se: os princípios estabelecidos acima (LIMPE) NÃO ESGOTAM o rol de princípios constitucionais expressos da Adm. Pública. Neste sentido, podem ser citados, ainda, os princípios da economicidade e legitimidade (CF, art. 70, caput)


    Sobre o princípio da EFICIÊNCIA, vale destacar, que ganhou roupagem de princípios expresso com a EC 19, com a chamada “Reforma Administrativa”; já existia na CF, mas de forma implícita (estava presente de forma expressa no art. 6º da Lei 8.429/95, com a conceituação do serviço adequado)


    Relaciona-se com: o modo de organização, estruturação e disciplina da Adm. Pública; e o modo de atuação do agente público. Agilidade, presteza, produtividade, economia. Relaciona-se com o modelo gerencial de administração pública.


    A eficiência jamais justifica a prática de um ato ilegal. 

  • Não existe presunção absoluta da legalidade dos atos da administração. e sim relativa. 

  • Segundo os ensinamentos da doutrina, ''a eficiência exige que a atividade administrativa seja exercida com presteza, perfeição e rendimento funcional. ( MARINELA,2 ed.,p.43 e 44).

    Essa eficiência deverá atingir não só os agentes públicos como também a própria Administração. Os agentes públicos deverão atua da melhor forma possível, na busca dos melhores resultados. Já administração deverá estrutura de forma racional sua organização de modo a atingir os melhores resultados a um menor custo possível .

  • A presunção de legitimidade e relativa . Os atos emanados do poder público são presumidamente verdadeiros, na medida em que este só pode atuar quando a lei autorizar ( restritividade) , salvante prova em contrário, cujo ônus cabe a quem contestar tal atributo .

    Ex: Certidão, que tem fé pública. 
  • É, a eficiência está presente em todos os serviços públicos do Brasil. É uma maravilha.

  • Limpe _ grande dica ! Não vou esquecer !

  • a principal diretrize dentro da administraçao publica e a EFICIENCIA...pois ela que caracteriza uma boa admim publica...nao adiantar ter os outros requizitos se nao tem a principal,,eficiencia


  • Estava em dúvida entre a b e a E porém, pelo fato da questão b referir-se ao principio da legalidade como presunção absoluta dos atos do administrador, acabou por evidenciá-la incorreta. Uma vez que os principios não são absolutos.

  • Pessoal está confundindo a palavra "destaca-se", no enunciado, com "a mais importante". Não é isso, nas respostas temos como princípios expressos legalidade e eficiência, porém na opção que contém "legalidade" é afirmado que a presunção é absoluta, quando na verdade é relativa. 

  • O principio da eficiência funciona perfeitamente nos serviços publicos, sqn!

  • Olá galera do qconcursos. FGV, como sempre, elabora questões excelentes.

    Vamos analisar a questão:

    e) eficiência, segundo o qual agente público deve desempenhar da melhor forma possível suas atribuições, para lograr os melhores resultados, inclusive na prestação dos serviços públicos.

    R: Está correto. O servidor deve, realmente, desempenhar da melhor forma possível suas atribuições, para lograr (obter o que se tem direito ou que se deseja; alcançar, conseguir) melhores resultados. E é claro, se é serviço público, obedece os princípios do art. 37.

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)

    Embora na prática não seja dessa forma :(, nós concurseiros devemos ir como está no texto de lei.

    ====== Analisando a letra B ======

    A alternativa B está errada. Visto que ele fala que o princípio da legalidade tem presunção absoluta, pois, como bem sabemos, não existe direito absoluto. Destarte, é presunção relativa (Iuris Tantum)

    Fiquem com Deus.

    ♫ By: Lucas Mansueto ♫

  • Carol Oliverira, you're funny

  • Letra (e)


    Princípio da eficiência - “apresenta dois aspectos: pode ser considerado em relação ao modo de atuação de agente público, do qual se espera o melhor desempenho possível de suas atribuições, para lograr os melhores resultados; e em relação ao modo de organizar, estruturar, disciplinar a Administração Pública, também com o mesmo objetivo de alcançar os melhores resultados na prestação do serviço público.”


    Maria Sylvia Zanella Di Pietro (2002, p. 83)

  • Alternativa e.

    As letras A, C e D não podem ser, pois não versam sobre os princípios previsto no caput do artigo. Sobram apenas as alternativas B e E.

    Alternativa b - o princípio da legalidade tem duas vertentes: o particular pode fazer tudo que a lei não proíbe; o agente só pode atuar de acordo com o previsto em lei. Logo, não pode ser esta alternativa. A questão fala de presunção de legalidade e isso não é absoluto.

    Alternativa e - eficiência é fazer mais gastando menos, é a busca pelos melhores resultados, melhor custo x benefício.

  • Legitimidade= PRESUNÇÃO de que está de acordo com os princípios. Só uma presunção.

    Legalidade: De acordo com a lei, ou seja, legal.

  • Princípio da Eficiência era implícito na CFRB/1988. Tornou-se EXPLÍCITO após EC n°19 em 1998. Questão passível de recurso.

  • Não é passível de recurso.
    Não diz no enunciado "A CF em seu texto original...".
    Como não há, não tem obrigação nenhuma de dizer se é advinda de EC ou não.

  • A presunção é IURIS TANTUM, é RELATIVA e não absoluta!

  • Atenção ☡
  • Legalidade - de acordo com a lei

    Presunção de legitimidade - se pressupõe que os atos da adm sejam Legais, estejam em conformidade com a lei, a presunção é RELATIVA

     

  •  

    Q582811 Q776330

     

    FALOU EM  QUALIDADE, EFETIVIDADE =   PC  EFICIÊNCIA

     

    É a capacidade de alcançar resultados melhores com o emprego de menos recursos.

     

  • Para melhor resolução da presente questão, convém trazer à baila o teor do art. 37, caput, da CRFB/88, referido expressamente em seu enunciado. Confira-se:

    "Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:"


    Vejamos, pois, as opções oferecidas pela Banca:

    a) Errado:

    Pela simples leitura do art. 37, caput, da CRFB/88, percebe-se que o princípio da competitividade não se encontra entre os postulado ali expressos, o que, por si só, já torna esta opção equivocada.

    Cuida-se, a rigor, de princípio extraído do texto da Lei 8.666/93, mais especificamente de seu art. 3º, §1º, I, com vistas a vedar a previsão de cláusulas ou condições que comprometam o caráter competitivo da licitação, o que, ademais, prejudica, ainda, a busca da proposta mais vantajosa para a Administração.

    b) Errado:

    Como bem se sabe, a presunção que milita em favor dos atos administrativos não é absoluta, e sim relativa (iuris tantum), porquanto admite prova em contrário a cargo de quem argui o vício existente no ato. Acaso assim não fosse, inexistiria a possibilidade de anulação de atos administrativos, o que, como é de trivial conhecimento, é perfeitamente viável de se realizar em nosso ordenamento jurídico.

    c) Errado:

    Na verdade, o princípio a ser observado é o da impessoalidade, e não o da pessoalidade, conforme incorretamente grafado nesta opção. Sua essência, em suma, consiste em exigir que todos os atos da Administração sejam praticados objetivando atingir a finalidade pública, sem privilégios ou perseguições pessoais a quem quer que seja.

    d) Errado:

    Improbidade pressupõe agir de maneira desonesta, antiética, sem curar a coisa pública. Obviamente, não é isto o que a Constituição exige. Bem ao contrário, o princípio da moralidade, expresso no caput do art. 37 da Lei Maior, tem por objeto impor comportamentos honestos, dotados de retidão de caráter, por parte de nossos administradores públicos.

    e) Certo:

    Realmente, o princípio da eficiência apresenta o conteúdo exposto nesta última alternativa. A ideia nele contida é a de exigir que os agentes públicos apresentem rendimento funcional adequado, com o máximo de esmero e presteza possíveis. Trabalha-se com a fixação de metas e atingimento de resultados, no âmbito administrativo. Exige-se, outrossim, a redução ou, melhor ainda, a eliminação de desperdícios no trato da coisa pública.

    A propósito do tema, Di Pietro ensina:

    "O princípio da eficiência apresenta, na realidade, dois aspectos: pode ser considerado em relação ao modo de atuação do agente público, do qual se espera o melhor desempenho possível de suas atribuições, para lograr os melhores resultados; e em relação ao modo de organizar, estruturar, disciplinar a Administração Pública, também com o objetivo de alcançar os melhores resultados na prestação do serviço público."

    Correta, pois, esta opção.


    Gabarito do professor: E

    Bibliografia:

    DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 26ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.

  • 25/05/2019 errei

    Gab E

  • 25/05/2019 errei

    Gabb E

  • Me deixei levar pela ideia de que o princípio da eficiência só foi adicionado pela EC nº 19/98 e com isso errei a questão!

  • Comentário: Vamos analisar cada alternativa.

    a) ERRADA. Pela simples leitura do art. 37, caput, da CRFB/88, percebe-se que o princípio da competitividade não se encontra entre os postulados ali expressos, o que, por si só, já torna esta opção equivocada.

    Cuida-se, a rigor, de princípio extraído do texto da Lei 8.666/93, mais especificamente de seu art. 3º, §1º, I, com vistas a vedar a previsão de cláusulas ou condições que comprometam o caráter competitivo da licitação, o que, ademais, prejudica, ainda, a busca da proposta mais vantajosa para a Administração.

    b) ERRADA. Como bem se sabe, a presunção que milita em favor dos atos administrativos não é absoluta, e sim relativa (iuris tantum), porquanto admite prova em contrário a cargo de quem argui o vício existente no ato. Acaso assim não fosse, inexistiria a possibilidade de anulação de atos administrativos, o que, como é de trivial conhecimento, é perfeitamente viável de se realizar em nosso ordenamento jurídico.

    c) ERRADA. Na verdade, o princípio a ser observado é o da impessoalidade, e não o da pessoalidade, conforme incorretamente grafado nesta opção. Sua essência, em suma, consiste em exigir que todos os atos da Administração sejam praticados objetivando atingir a finalidade pública, sem privilégios ou perseguições pessoais a quem quer que seja.

    d) ERRADA. Improbidade pressupõe agir de maneira desonesta, antiética, sem curar a coisa pública. Obviamente, não é isto o que a Constituição exige. Bem ao contrário, o princípio da moralidade, expresso no caput do art. 37 da Lei Maior, tem por objeto impor comportamentos honestos, dotados de retidão de caráter, por parte de nossos administradores públicos.

    e) CORRETA. Realmente, o princípio da eficiência apresenta o conteúdo exposto nesta última alternativa. A ideia nele contida é a de exigir que os agentes públicos apresentem rendimento funcional adequado, com o máximo de esmero e presteza possíveis. Trabalha-se com a fixação de metas e atingimento de resultados, no âmbito administrativo. Exige-se, outrossim, a redução ou, melhor ainda, a eliminação de desperdícios no trato da coisa pública.

    Gabarito: alternativa “e”.

  • O princípio da legalidade dispõe que o administrador só pode fazer o que a lei permite!! A presunção de legitimidade é relativa..

  • Observação 1: Tem que ser os princípios do art. 37

    Observação 2: o princípio da legalidade não é absoluto.


ID
1508629
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Daniel, Policial Militar, ao realizar diligência destinada a reprimir o comércio ilícito de mercadorias receptadas, encontrou em flagrante delito seu amigo de infância Juvenal praticando crime. Por conta da longa amizade, Daniel deixou de realizar sua prisão em flagrante e liberou seu amigo, inclusive com os bens objeto do crime. No caso em tela, Daniel ofendeu mais diretamente os princípios administrativos da:

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    O princípio da moralidade administrativa significa o dever de respeitar as regras morais acolhidas pela lei, implícita ou explicitamente. Seu conteúdo, portanto, deve ser buscado dentro do sistema jurídico.


    O princípio da impessoalidade estabelece um dever de imparcialidade na defesa do interesse público, impedindo discriminações e privilégios indevidamente dispensados a particulares no exercício da função administrativa. Segundo a excelente conceituação prevista na Lei do Processo Administrativo, trata-se de uma obrigatória “objetividade no atendimento do interesse público, vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades” (art. 2º, parágrafo único, III, da Lei n. 9.784/99).




  • GABARITO: Letra "E"

    A) Pessoalidade não é princípio;
    B) Disciplina não é princípio;
    C) São princípios conforme o Art 37 CF/88, porém não se aplicam ao caso concreto como ofendidos diretamente em comparação aos princípios da alternativa E;
    D) Hierarquia e Disciplina não são princípios (para informação, são os DOIS PILARES das FORÇAS ARMADAS)
    E) CORRETA - MORALIDADE: Obedecer não somente à lei mas também seguir princípios éticos; IMPESSOALIDADE: A Adm Pública deve atender o INTERESSE PÚBLICO.
  • Principio da moralidade: Esse prnicipio exige uma atuação ética da administração pública. isso sgnifica que o agente público devera distinguir não só o ato ilegal do ilegal, mas também o honesto do desonesto.... o agente público deverá atuar segundo padrões éticos de probidade boa-fé (art. 2 da lei n 9.874/99).

    Principio da impessoalidade: Em razão desse principio, a administração deverá atuar de forma objetva, uma vez que sua finalidade será sempre a satisfação do interesse público.

    Atuação objetiva significa:

    I-Não prejudica nem favorecer pessoas, mediante a atuação administrativa.

    II-Imputar os atos administrativos a pessoa jurídica e não ao agente público.

  • BUSCAR SEMPRE A SATISFAÇÃO DO INTERESSE PÚBLICO. 

  • Moralidade : Ele praticou um ato imoral ao deixar um crime impune , além de ter permitido a fuga do autor do delito com os objetos roubados .

    Impessoalidade : O agente tratou o individuo de maneira pessoal por ser seu amigo de infância , favorecendo  em seus delitos .
  • Lembrando que o principio da impessoalidade tem duas vertentes:


     Vedação a discriminação  Vedação ao favorecimento pessoal seu ou de outrém.
  • Item E, além disso, Daniel não pode dispor do interesse público, que por sua vez, é meter a "chibata" no amigo dele...kkkk

  • O administrador no seu desiderato de cumprir com seus deveres deve agir sem preferências e sem animosidades. O ato praticado deve ser tal como se fosse praticado em face de qualquer interessado. Não existe, no exercício do múnus público, o direcionamento de condutas para um ou outrem sob pena de ser pessoal e, naturalmente, macular o princípio da impessoalidade.

  • e)

    moralidade e impessoalidade.

  • Essa é a clássica: estudou muito fera? legal. Leu rápido demais? dançou shuahsuashuadhausdha 

  • Mas que "cabra" safado. hasuhsauhsau brincadeira^^

    Óbvio que ele quebrou o princípio da impessoalidade quando não quis prender o indivíduo por ser amigo dele.

    Quebro a moralidade. Pois devia ter cumprido a lei que fala sobre prender quem estiver praticando crimes. Ele, portanto, cometeu improbidade administrativa.

    Fiquem com Deus.

  • A meu ver essa questão poderia ser anulada. Pois o policial tem a obrigação LEGAL de coibir o crime, sob pena  de prevaricação. 

  • José Junior... o erro da questão A ( que por sua reclamação acredito que seja a que você marcou) está em 'pessoalidade' e não em "legalidade" . O princípio é impessoalidade e não pessoalidade.

    Questão correta, nada de anulação.

  • Pior que comentar errado é curtir comentário errado.

    O certo é Moralidade e IMpessoalidade

  • Que coisa, ein Daniel?

  • Por que a alternativa está errada? 

     

    1º - "[...] No caso em tela, Daniel ofendeu mais diretamente os princípios administrativos da":... (notem que a ofensa ao princípio da legalidade foi afetado, porém não de forma direta, sendo a alternativa E a mais correta.)

    2º - Todos nós quando começamos a estudar para concursos aprendemos os princípios elencados no art. 37 da CF/88, que são os princípios da Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência (o famoso LIMPE), agora reparem que NÃO HÁ O PRNCÍPIO DA PESSOALIDADE.

  • Daniel agiu com imoralidade e pessoalidade - atingindo os princípios da moralidade e impessoalidade. 

  • O princípio da legalidade também foi frontalmente violado já que qualquer ato realizado em desacordo com o ordenamento jurídico é ilegal. No entanto, importante sabermos fazer prova de concurso, uma vez que o examinador exigiu mera atenção do candidato. Isso porque embora a legalidade tenha sido violada, na alternativa em que ela aparece se encontra o suposto princípio da "pessoalidade", princípio esse inexistente. Os atos administrativos devem ser IMpessoais, de modo que não existe o princípio da PEssoalidade, mas sim o da IMpessoalidade, o que torna tal alternativa incorreta. Sendo assim, só nos resta a alternativa E, pois a violação ao ordenamento jurídico constitui grave violação à moralidade da Administração Pública, sendo certo de que, por se tratar de uma amizade, restou PEssoal a atitude do funcionário público, e, portanto, violada a IMpessoalidade.

  • Isso nem acontece no Brasil, rs

  • Comentários:

    Na situação em tela, certamente o policial ofendeu o princípio da impessoalidade, pois deixou de cumprir seu dever como agente público por razões meramente pessoais, deixando de lado o interesse público.

    Pelos mesmos fundamentos, pode-se dizer que o policial também ofendeu o princípio da moralidade. Aliás, este caso é um exemplo interessante de situação em que a moralidade comum – que fez com Daniel protegesse seu amigo de infância – não se coadunou com a moralidade administrativa, pela qual o policial deveria ter cumprido o seu dever como agente público, prendendo Juvenal em flagrante e deixando de lado suas motivações pessoais.

    Gabarito: alternativa “e”

  • Daniel vai pra cova dos leões.

  • Gabarito - Letra E

    Moralidade

    O princípio da moralidade impõe a necessidade de atuação ética dos agentes públicos, traduzida na capacidade de distinguir entre o que é honesto e que é desonesto. Liga-se à ideia de probidade e de boa-fé. Exige-se, assim, que os agentes públicos, sobretudo aqueles que ocupam posições mais elevadas, tenham conduta impecável, ilibada, exemplar, pautada pela lealdade, boa-fé, fidelidade funcional e outros aspectos atinentes à moralidade

    Impessoalidade

    A partir da primeira perspectiva, o princípio da impessoalidade estabelece que os atos administrativos devem ser praticados tendo em vista o interesse público, e não os interesses pessoais do agente ou de terceiros. Impede, assim, que a Administração beneficie ou prejudique esta ou aquela pessoa em especial.

  • Por que a letra A está errada?


ID
1508632
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Hipótese 1: Governador do Amazonas editou decreto contendo atos gerais para complementar determinada lei estadual e permitir a sua efetiva aplicação.

Hipótese 2: Agentes da equipe de fiscalização de postura municipal de Manaus interditaram um mercado que funcionava sem alvará e apreenderam mercadorias impróprias para o consumo.

Nos casos apresentados, as providências administrativas adotadas pelos agentes públicos foram calcadas, respectivamente, nos poderes:

Alternativas
Comentários
  • Letra (e)


    Decorrente do poder hierárquico, o poder regulamentar consiste na possibilidade de os Chefes do Poder Executivo editarem atos administrativos gerais e abstratos, ou gerais e concretos, expedidos para dar fiel execução à lei. O poder regulamentar enquadra-se em uma categoria mais ampla denominada poder normativo, que inclui todas as diversas categorias de atos gerais, tais como: regimentos, instruções, deliberações, resoluções e portarias.


    O fundamento constitucional da competência regulamentar é o art. 84, IV, segundo o qual “compete privativamente ao Presidente da República: IV – sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução”.


    O poder de polícia, pelo contrário, representa uma atividade estatal restritiva dos interesses privados, limitando a liberdade e a propriedade individual em favor do interesse público. Poder de polícia em sentido estrito: mais usado pela doutrina, o conceito de

    poder de polícia em sentido estrito inclui somente as limitações administrativas à liberdade e propriedade privadas, deixando de fora as restrições impostas por dispositivos legais.

    Exemplos: vigilância sanitária e polícia de trânsito. Basicamente, a noção estrita de poder de polícia envolve atividades administrativas de FISCALIZAÇÃO e CONDICIONAMENTO da esfera privada de interesse, em favor da coletividade.


  • LETRA E 

    Poder regulamentar é a prerrogativa conferida à Administração Pública de editar atos gerais para complementar as leis e possibilitar sua efetiva aplicação. Seu alcance é apenas de norma complementar à lei; não pode, pois, a Administração, alterá-la a pretexto de estar regulamentando-a. Se o fizer, cometerá abuso de poder regulamentar, invadindo a competência do Legislativo.

    O poder regulamentar é de natureza derivada (ou secundária): somente é exercido à luz de lei existente. Já as leis constituem atos de natureza originária (ou primária),  emanando diretamente da Constituição.

    3.2 Formalização

    A formalização do Poder Regulamentar se processa, principalmente, por meio de decretos. Nesse sentido é que o art. 84, IV, da Constituição dispõe que ao Presidente da República compete “expedir decretos e regulamentos para a fiel execução das leis”. Pelo princípio da simetria constitucional, o mesmo poder é conferido a outros chefes do Poder Executivo para os mesmos objetivos.

    Há também atos normativos que, editados por outras autoridades administrativas, estão inseridos no Poder Regulamentar. É o caso das instruções normativas, resoluções, portarias, etc. Tais atos têm, frequentemente, um âmbito de aplicação mais restrito, porém, veiculando normas gerais e abstratas para a explicitação das leis, também são meios de formalização do Poder Regulamentar.

    Os decretos são considerados atos de regulamentação de primeiro grau; os outros atos que a ele se subordinem e que, por sua vez, os regulamentem, evidentemente com maior detalhamento, podem ser qualificados como atos de regulamentação de segundo grau e assim por diante. O poder da Administração Pública de editar normas de hierarquia inferior aos regulamentos é também é chamado de Poder Normativo.


    http://ww3.lfg.com.br/artigos/Blog/PODERESDAADMINISTRACAOPUBLICA_ALEXANDREMAGNO.pdf

  • Letra: "e"

    Hipótese 1: Em regra, após a publicação de uma lei administrativa pelo Poder Legislativo, é necessária a edição de um decreto regulamentar pelo Chefe do Poder Executivo com o objetivo de explicar detalhadamente o seu conteúdo, assegurando assim a sua fiel execução.
    De acordo com o inciso IV, artigo 84, da CF/88, que dispõe ser da competência do Presidente da República "sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução".

    Em razão do princípio da simetria, a competência para a edição de decretos regulamentares também alcança os Governadores de Estado, do Distrito Federal e Prefeitos, que poderão regulamentar leis estaduais, distritais e municipais, respectivamente.

    Hipótese 2: Atividade estatal que tem por objetivo limitar e condicionar o exercício de direitos e atividades, assim como o gozo e uso de bens particulares em prol do interesse da coletividade.

    Fonte: Fabiano Pereira - Ponto dos Concursos.
  • Trata-se de Poder Regulamentar ou Normativo : É a faculdade dos chefes do Executivo , por meio de decreto, explicar uma lei para a sua correta aplicação , ou ainda expedir decretos autônomos de matérias que ainda não foi regulada em lei .A emenda constitucional 32/2001 diz que o Chefe do poder Executivo  pode expedir decreto que regularize o funcionamento da administração Federal , desde que não implique aumento de despesas e nem criação ou extinção de Órgãos públicos e extinções de funções ou cargos públicos quando vagos .

    Poder de polícia : Usado para limitar as liberdades e os direitos dos administrados , afim de adaptá-los ao interesse da coletividade e o bem-estar social . Portanto ela coibi condutas nocivas e abusivas à comunidade. 


  • Letra E.

    Apenas um comentário sobre a questão.

    Poder = Regulamentar ,  Ato = Normativo

  • Melhor definição do PODER DE POLÍCIA encontra-se no CTN:

    Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interêsse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de intêresse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranqüilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.

  • Questão dada essa....

  • essa foi para para não zerar!!! De graça

  • tira 1 ai boy pra n zerar

  • EU TE AMO FGV ...QUESTAO DADA!! LETRA E

  • Por quen vem assim nas minhas provas?! :'(

  • A fgv maltrata tanto em português que merecemos alívio em outras matérias.

  •  e)

    regulamentar e de polícia.

  • Comentários: 

    A hipótese 1, na qual o chefe do Poder Executivo editou um decreto para regulamentar a execução de lei, constitui manifestação do poder regulamentar. A hipótese, 2, por sua vez, em que agentes do Estado repreenderam atividade privada irregular em prol do interesse público, constitui manifestação do poder de polícia.

    Gabarito: alternativa “e”

  • poder regulamentar = chefe executivo : presidente , governador , prefeito .


ID
1508635
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Os atos administrativos são emanados de agentes dotados de parcela do Poder Público e, por isso, estão revestidos de certas características que os tornam distintos dos atos privados em geral. Nesse contexto, é correto citar o atributo da:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    Autoexecutoriedade permite que a Administração Pública realize a execução material dos atos administrativos ou de dispositivos legais, usando a força física se preciso for para desconstituir situação violadora da ordem jurídica. 


    Trata-se de uma verdadeira “autoexecutoriedade” porque é realizada dispensando autorização judicial.


    São exemplos de autoexecutoriedade:


    a) guinchamento de carro parado em local proibido;

    b) fechamento de restaurante pela vigilância sanitária;

    c) apreensão de mercadorias contrabandeadas;

    d) dispersão de passeata imoral;

    e) demolição de construção irregular em área de manancial;

    f) requisição de escada particular para combater incêndio;

    g) interdição de estabelecimento comercial irregular;

    h) destruição de alimentos deteriorados expostos para venda;

    i ) confisco de medicamentos necessários para a população, em situação de calamidade pública.




  • a) princípio penal da retroatividade da lei benéfica no direito administrativo punitivo.


    b) Imperatividade significa que o ato administrativo pode criar unilateralmente obrigações aos particulares, independentemente da anuência destes. É uma capacidade de vincular terceiros a deveres jurídicos derivada do chamado poder extroverso.


    d) O princípio da autotutela consagra o controle interno que a Administração Pública exerce sobre seus próprios atos. Como consequência da sua independência funcional (art. 2º da CF), a Administração não precisa recorrer ao Judiciário para anular seus atos ilegais e revogar os atos inconvenientes que pratica. Consiste no poder-dever de retirada de atos administrativos por meio da anulação e da revogação. A anulação envolve problema de legalidade, a revogação trata de mérito do ato.


    e) O princípio da continuidade veda a interrupção na prestação dos serviços públicos. Aplica-se, por isso, somente no âmbito do Estado prestador (atuações ampliativas da esfera privada de interesses), não valendo para outros domínios, como o poder de polícia, a atividade econômica, o fomento, as atuações políticas e as funções legislativas e jurisdicionais. Está expressamente previsto no art. 6º, § 1º, da Lei n. 8.987/95, e seu fundamento reside no fato de a prestação de serviços públicos ser um dever constitucionalmente estabelecido (art. 175 da CF), localizando-se, portanto, acima da vontade da Administração Pública, que não tem escolha entre realizar ou não a prestação.

  • Segundo HELY LOPES, são atributos dos atos administrativos: imperatividade (coercibilidade), autoexecutoriedade, presunção de legitimidade e veracidade. MARIA SYLVIA ZANELLA DI PIETRO acrescenta ao rol acima o atributo da tipicidade


    1. Presunção de Legitimidade e Veracidade


    Decorre do princípio da legalidade da Administração; autoriza a imediata execução dos atos administrativos, mesmo que argüidos de vícios ou defeitos que levem à invalidade; gera a transferência do ônus da prova de invalidade do ato administrativo para quem o invoca.


    2.Imperatividade (coercibilidade)


    É o atributo pelo qual os atos administrativos se impõem a terceiros, independentemente de sua concordância (coercibilidade). Como lembra CELSO ANTÔNIO, é denominado por RENATO ALESSI de “poder extroverso”, “que permite ao poder público editar atos que vão além da esfera jurídica do sujeito emitente, ou seja, que interferem na esfera jurídica de outras pessoas, constituindo-as, unilateralmente, em obrigações”.


    3.Autoexecutoriedade


    Consiste na possibilidade que certos atos administrativos ensejam de imediata e direta execução pela própria Administração, independentemente de ordem judicial; ao particular que se sentir ameaçado ou lesado pela execução do ato administrativo é que caberá pedir proteção judicial para defender seus interesses ou para haver os eventuais prejuízos que tenha injustamente suportado. 

  • É quando a própria Administração pública decide e executa diretamente as suas decisões, sem precisar de ordem judicial. Nós lembramos normalmente de Autoexecutoriedade nas medidas decorrentes de Poder de Polícia, como por exemplo, o ato de interdição de um estabelecimento.

  • O item pede atributo, temos  4:

    Presunção de legitimidade

    Auto-executoriedade*

    Tipicidade

    Imperatividade*

    * são observáveis somente em determinadas espécies de ato administrativo.

    Somente com a definição já são excluidos os itens letras a,d, e.

    Auto-executoriedade

    Podem ser materialmente implementados pela administração, diretamente, inclusive mediante o uso de força, se necessária, sem que administração precise obter autorização judicial prévia.



  • Atributos do ato 
    (PATI)

    Presunção de legitimidade ==> Inversão do ônus da prova ( Cabe ao administrado provar que o ato é vicioso).
    Autoexecutoriedade ==> independe de manifestação do Poder Judiciário.
    Tipicidade ==> Deve observar o tipo previsto em lei para sua produção.
    Imperatividade ==> Sem anuência do particular (administrado).
  • Focando no PAI, de cara elimina A, D e E, sem perder tempo.

    Fica a B e a C = 50% garantido

    P - presunção de legitimidade, todo ato nasce com esta presunção, pronto para produzir efeitos imediatamente

    A - autoexecutoriedade, ADM Publica exerce seus próprios atos, independente de autorização do P Judiciário

    I - imperatividade, pode de "Império" da ADM Publica sobre seus administrados, vontade unilateral da ADM, imposição de vontade desde que prevalecendo o interesse público 

  • A anulação gera efeitos EX TUNC  (retroage  à data de  início dos efeitos do ato).

  • Entenda-se bem: a autoexecutoriedade nunca afasta a apreciação judicial do ato; apenas dispensa a administração de obter ordem judicial prévia para poder praticá-lo.


    Aliás, nada impede até mesmo o controle judicial prévio de um ato autoexecutório, desde que provado pelo particular que seria o destinatário do ato. Se o particular, com antecedência, souber que a administração praticará determinado ato autoexecutório, pode conseguir no Judiciário uma liminar impedindo sua prática, desde que demonstre a potencial ilegalidade do ato que seria praticado.


    Não é atributo presente em todos os atos administrativos. Exemplo tradicional de ato não revestido de autoexecutoriedade é a cobrança de multa, quando resistida pelo particular. Nesses casos, em que o particular se recusa a pagar, a administração somente pode haver a quantia a ela devida mediante uma ação judicial de cobrança, denominada execução fiscal, ou seja, não pode a administração obter por meios próprios, sem a interveniência do Poder Judiciário, o valor a ela devido.


    Fonte: Direito Administrativo Descomplicado

  • ATRIBUTOS DO ATO ADMINISTRATIVO:


    PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE E VERACIDADE: Atos praticados de acordo com a lei e com a veracidade do fato. Presunção relativa. (PRESENTE EM TODOS OS ATOS, INCLUSIVE NO DIREITO PRIVADO)

    AUTOEXECUTORIEDADE: O ato administrativo pode ser posto em execução pela própria Administração Pública, sem prévia Judiciário.

    TIPICIDADE: O ato administrativo deve corresponder as figuras definidas previamente em lei como apta a produzir determinados resultados. (PRESENTE EM TODOS OS ATOS ADMINISTRATIVOS UNILATERAIS)

    IMPERATIVIDADE: É a capacidade que a administração tem para, unilateralmente, criar obrigações para os administrados ou impor-lhes restrições. 



    A - ERRADO - RETROATIVIDADE NÃO É ATRIBUTO E SIM EFEITO DE UM ATO ANULADO PELA ADMINISTRAÇÃO OU PELO JUDICIÁRIO, OU DE UM ATO CONVALIDADO PELA PRÓPRIA E TÃO SOMENTE ADMINISTRAÇÃO. (EX-TUNC)


    B - ERRADO - EMBORA A IMPERATIVIDADE SEJA UM ATRIBUTO, O CONCEITO MENCIONADO FAZ ALUSÃO A UMA DAS CLASSIFICAÇÕES DOS ATOS, O ATO INDIVIDUAL.


    C - CORRETO - CONFORME MENCIONADO NO INÍCIO.


    D - ERRADO - AUTOTUTELA NÃO É UM ATRIBUTO E SIM UM PRINCIPIO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.


    E - ERRADO - CONTINUIDADE NÃO É UM ATRIBUTO E SIM UM PRINCIPIO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.





    GABARITO ''C''
  • LETRA C CORRETA 

    São atributos dos atos administrativos: (PATI)

    Presunção de legitimidade: Todo ato presume-se legal até que prove o contrário, possui presunção relativa, está presente em todos os atos e gera para o particular a inversão do ônus da prova (cabe ao particular provar que o ato é ilegal e não a administração provar que está dentro da lei)

    Autoexecutoriedade: Os atos administrativos podem ser postos em prática independentemente de manifestação do Poder Judiciário

    Tipicidade: O ato administrativo deve corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptas à produção de efeitos. só está presente em atos unilaterais.

    Imperatividade: A administração Pública impõe atos administrativos aos administrados independentemente da sua concordância


  • Ao colega "PEDRO MATOS" parabéns pelas fundamentações:

    A - ERRADO - RETROATIVIDADE NÃO É ATRIBUTO E SIM EFEITO DE UM ATO ANULADO PELA ADMINISTRAÇÃO OU PELO JUDICIÁRIO, OU DE UM ATO CONVALIDADO PELA PRÓPRIA E TÃO SOMENTE ADMINISTRAÇÃO. (EX-TUNC)

    B - ERRADO - EMBORA A IMPERATIVIDADE SEJA UM ATRIBUTO, O CONCEITO MENCIONADO FAZ ALUSÃO A UMA DAS CLASSIFICAÇÕES DOS ATOS, O ATO INDIVIDUAL.

    C - CORRETO - CONFORME MENCIONADO NO INÍCIO.

    D - ERRADO - AUTOTUTELA NÃO É UM ATRIBUTO E SIM UM PRINCIPIO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

    E - ERRADO - CONTINUIDADE NÃO É UM ATRIBUTO E SIM UM PRINCIPIO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

  •  c)

    autoexecutoriedade, por meio do qual o ato administrativo pode ser posto em execução pela própria Administração Pública, sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário;

  • GABARITO: LETRA C

    A autoexe​cutoriedade permite que a Administração Pública realize a execução material dos atos administrativos ou de dispositivos legais, usando a força física se preciso for para desconstituir situação violadora da ordem jurídica. No Direito Administrativo francês, é denominada privilége d’action d’office.

    Trata-se de uma verdadeira “autoexecutoriedade” porque é realizada dispensando autorização judicial.

    FONTE: Manual de Direito Administrativo (2019) - Alexandre Mazza.

  • Vamos analisar cada alternativa:

    a) ERRADA. A retroatividade não é um atributo do ato administrativo. Ademais, como regra, os efeitos dos atos administrativos não são retroativos.

    b) ERRADA. A imperatividade faz com que o ato seja cogente tanto em relação às pessoas que forem intimadas do ato quanto em relação a terceiros não diretamente intimados, mas que, de forma reflexa, sejam atingidos pelo ato. Ademais, os atos administrativos se impõem à própria Administração Pública.

    c) CERTA. O item apresenta a correta definição do atributo da autoexecutoriedade.

    d) ERRADA. A autotutela não é um atributo do ato administrativo. Ademais, pelo atributo da autoexecutoriedade, os atos administrativos podem ser imputados ao particular independentemente de ordem judicial que ratifique a legalidade do ato.

    e) ERRADA. A continuidade não é um atributo do ato administrativo. Ademais, regra geral, não há impedimento para que o ato administrativo seja interrompido a partir do momento em que o administrado for intimado de sua prática.

    Gabarito: alternativa “c”

  • ATRIBUTOS DO ATO ADMINISTRATIVO:

    PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE E VERACIDADE: Atos praticados de acordo com a lei e com a veracidade do fato. Presunção relativa. (PRESENTE EM TODOS OS ATOS, INCLUSIVE NO DIREITO PRIVADO)

    AUTOEXECUTORIEDADE: O ato administrativo pode ser posto em execução pela própria Administração Pública, sem prévia Judiciário.

    TIPICIDADE: O ato administrativo deve corresponder as figuras definidas previamente em lei como apta a produzir determinados resultados. (PRESENTE EM TODOS OS ATOS ADMINISTRATIVOS UNILATERAIS)

    IMPERATIVIDADE: É a capacidade que a administração tem para, unilateralmente, criar obrigações para os administrados ou impor-lhes restrições. 

  • Impressionante como as questões que tratam dos atributos do Atos Administrativos gostam da definição de Autoexecutoriedade.


ID
1508638
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O Secretário de Segurança Pública do Amazonas praticou ato administrativo, por motivo de interesse público, que determinou a remoção do servidor João. Insatisfeito, João impetrou mandado de segurança pretendendo a invalidação do ato, ao argumento de que possui direito público subjetivo de permanecer lotado em seu órgão de origem, que se localiza mais próximo de sua residência. No caso em tela, a João:

Alternativas
Comentários
  • Se for válido o judiciário não poderá reanalizar seu mérito, tendo em vista que o juízo de valor do juíz não pode substituir o do administrador, dada a independência dos poderes.

  • Âmbito de aplicação da discricionariedade -> A fonte da discricionariedade é a própria lei; aquela só existe nos espaços deixados por esta. Nesses espaços, a atuação livre da Administração é previamente legitimada pelo legislador. Normalmente essa discricionariedade existe:


    a)  quando a lei expressamente a confere à Administração – ex.: norma que permite a remoção “ex officio” do funcionário, a critério da Administração, para atender à conveniência do serviço;


    b)  quando a lei é omissa, porque não lhe é possível prever todas as situações supervenientes


    c)  quando a lei prevê determinada competência, mas não estabelece a conduta a ser adotada; matéria de poder de polícia, em que é impossível à lei traçar todas as condutas possíveis diante de lesão ou ameaça de lesão


    É amplo o âmbito de atuação discricionária da Administração Pública. Só que a discricionariedade nunca é total, já que alguns aspectos são sempre vinculados à lei. De acordo com a maioria da doutrina, são elementos sempre vinculados do ato administrativo: competência, forma e finalidade. Logo, é incorreto afirmar que o poder discricionário pode ocorrer em qualquer elemento do ato administrativo

  • e) O poder Judiciário pode apenas anular um ato (não pode revogá-lo), ou seja, julgar apenas quanto a legalidade do ato, e não quanto ao mérito administrativo.

  • Vale ainda ressaltar que o Judiciário poderá anular um ato vinculado ou discricionário, desde que esteja imbuído de vícios de legalidade. 

  • O que me ajudou a responder foi um dos dispositos presentes na lei 8112/90 , em que o servidor pode ser removido de ofício no interesse da administração .

  • Poder Judiciário não avalia mérito. 


  • Parágrafo único do artigo 36 - 8.112. Para fins do disposto neste artigo, entende-se por modalidades de remoção:

    I - de ofício, no interesse da Administração

    II - a pedido, a critério da Administração;

    III -  a pedido, para outra localidade, independentemente do interesse da Administração:

        a) para acompanhar cônjuge ou companheiro, também servidor público civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que foi deslocado no interesse da Administração;

        b) por motivo de saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, condicionada à comprovação por junta médica oficial;

        c) em virtude de processo seletivo promovido, na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas, de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados.

    A remoção pode ser discricionária ou vinculada, ela seria vinculada se fosse a pedido independente do interesse da administração. As outras duas outras opções são discricionários, pois a administração vai decidir. 

  • Elementos discricionarios : MO - Motivo e Objeto.

  • Vale lembrar que o Poder Judiciário pode revogar sim seus próprios atos, quando exerce funções atípicas, como as administrativas. Mas revogar atos de outros poderes realmente não é possível, podendo apenas anulá-los por motivo de ilegalidade.

  • Alternativa C.Para os que não tem acesso ilimitado.

  • Pelo fato de haver maior confusão entre a letra E e C...

    A letra E está incorreta pelo fato de o PODER JUDICIÁRIO não entrar no mérito administrativo dos ATOS ADMINISTRATIVOS, porém o PJ pode entrar no mérito dos seus próprios atos administrativos (internos - função atípica).


    Bons Estudos.

  • A remoção do servidor é ato discricionário à administração. A e B erradas. Letra D errada, o ato é discricionário. Letra E errada, quem revoga o ato é a própria administração, por oportunidade e conveniência. Ao judiciário cabe a anulação no caso de ilegalidade, sendo que a administração é capaz de anular seus próprios atos. GABARITO: C.

  • o Judiciário não pode adentrar no mérito administrativo!

  • Antes peguei outra questão muito parecida com essa, a FGV somente a reformulou.

  • O Poder Judiciário pode Analisar, não o mérito, mas, os limites da discricionariedade da Adm. Pública, desde de que praticado além do determinado em lei.

  • E pode chorar Joao !!!

  • eu fico puto..acerto varias questoes de nivel superior de concursos para advogados, juizes, promotores... chega na hora de resolver uma prova real de nivel medio,  as questoes sao  muito mais cabulosas. o que esta havendo ?

  • GABARITO: C

     

    O Poder Judiciário não pode julgar o mérito administrativo, apenas a legalidade do ato.

     

    Deus no comando!

  • Lembrando que apesar da discricionalidade, é importante ressaltar que o principio implícito da razoabilidade e proporcionalidade deve ser respeitado, sob qualificação de abuso de poder (mandato de segurança para se proteger do abuso).

  • Já é a terceira questão, de provas diferentes, que vejo nesse sentido, com casos hipotéticos parecidos, ficar alerta, pelo jeito a FGV gosta de cobrar esse assunto.
  •  c)

    não assiste razão, pois se trata de ato discricionário no qual a autoridade administrativa tem liberdade na valoração dos elementos do motivo e do objeto do ato;

  • GABARITO LETRA C 

     

    LEI Nº 8112/1990


    ARTIGO 36.  Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede.


    Parágrafo único. Para fins do disposto neste artigo, entende-se por modalidades de remoção:                    

         

    I - de ofício, no interesse da Administração; (DISCRICIONÁRIO)                     

    II - a pedido, a critério da Administração; (DISCRICIONÁRIO)                         

    III -  a pedido, para outra localidade, independentemente do interesse da Administração: (VINCULADO)

          

    a) para acompanhar cônjuge ou companheiro, também servidor público civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que foi deslocado no interesse da Administração;          

                 

    b) por motivo de saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, condicionada à comprovação por junta médica oficial;    

                      

    c) em virtude de processo seletivo promovido, na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas, de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados.   

  • A resposta é letra “C”.

     

    A remoção pode ocorrer no interesse da Administração. Trata-se, na espécie, de ato discricionário. Os atos discricionários são aqueles praticados com maior margem de conveniência e de oportunidade, conforme conferida por lei. Estas duas expressões juntas formam o que a doutrina nomina de mérito administrativo.

     

    Sobre o tema mérito, temos que o controle jurisdicional é limitado. Ou seja, não pode o Poder Judiciário ingressar no mérito e substituir a valoração pessoal do administrador público, sob pena de rompermos com a constitucional separação de poderes.

     

    Assim, não assiste razão a João, não podendo o juiz determinar a anulação da remoção.

     

    Fica só a informação extra de que se a remoção tiver sido praticada com desvio de finalidade ou de poder, caberá sim intervenção do Poder Judiciário, pois, neste caso, estar-se-á diante do controle de legalidade e não de mérito. Porém, não há qualquer informação, no enunciado, que indique a existência de abuso de poder, na acepção desvio de finalidade.

  • GABARITO - C

    A remoção do servidor público por razões de Interesse público é ato discricionário, assim,

    a análise de mérito ( Oportunidade / conveniência ) é privativa da administração.

    Traduzindo: O judiciário não analisa o mérito, mas a legalidade do ato não poderia portanto revogá-lo, mas

    anulá-lo se houvesse alguma ilegalidade.

  • Motivo e objetos são discricionários.


ID
1508641
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Leandro, servidor público estadual estável ocupante de cargo efetivo, praticou grave falta funcional punível com pena de demissão. De acordo com a Constituição da República de 1988, Leandro poderá perder o cargo em virtude de:

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. 


    § 1º O servidor público estável só perderá o cargo:


    II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa

    1. Por sentença judicial com transito em julgado;

    2. Por processo administrativo, assegurada ampla defesa;

    3. Por insuficiência de desempenho (ainda não tem lei complementar fixando os critérios);

    4. Pelo Ente extrapolar limite de gasto previsto na CF (antes sairão os comissionados e com função de confiança; e servidores não estáveis).

    São os motivos de perda do cargo.

  • SERVIDOR ESTÁVEL PERDERÁ O CARGO:


    - S.J.T.J (demissão)

    - P.A.D (demissão)

    - Avaliação de Desempenho, na forma de Lei Complementar (exoneração)

    - Excesso de despesa com pessoal (exoneração)

  • Sempre que  violação do regulamento puder, em tese, resultar expulsão do servidor ou cassação de sua aposentadoria ou disponibilidade, é obrigatória a instauração de processo administrativo disciplinar .É por meio dele que os magistrados  exercitam a mais nobre atividade jurídica do estado que é a justiça .

  • Da sindicância não poderia resultar a demissão do servidor, conforme artigo 145 da lei 8112:

    Da sindicância resutará:

    - arquivamento do processo;

    - aplicação da penalidade de advertência ou suspensão (até 30 dias)

    - instauração de processo disciplinar...

  • A Sindicância só será possível nos casos de Advertência e Suspensão até 30 dias.

  • Art. 132. A demissão será aplicada nos seguintes casos:

    I - crime contra a administração pública;

     II - abandono de cargo;

     III - inassiduidade habitual;

     IV - improbidade administrativa;

     V - incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição;

     VI - insubordinação grave em serviço;

     VII - ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de outrem;

     VIII - aplicação irregular de dinheiros públicos;

    IX - revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo;

     X - lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional;

     XI - corrupção;

     XII - acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas;


    ART. 22  Só perderá o cargo: "DEMISSÃO"

    Em virtude desentença judicial transitada em julgado;

    Medianteprocesso administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa;

    Mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar,assegurada ampla defesa.

    Redução e custos, na forma regulamentada pela lei de responsabilidade fiscal.

  • LETRA B CORRETA 

    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. 

    § 1º O servidor público estável só perderá o cargo:

    II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa



ID
1508644
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Letícia, servidora pública estadual ocupante de cargo efetivo, acaba de completar sessenta anos de idade e deseja se aposentar. Analisando seus dados funcionais, a servidora verificou que já cumpriu o tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no seu cargo efetivo atual em que deseja se aposentar. No caso em tela, é correto afirmar que, imediatamente, Letícia:

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Art. 186. O servidor será aposentado: 

    III - voluntariamente:

    a) aos 35 (trinta e cinco) anos de serviço, se homem, e aos 30 (trinta) se mulher, com proventos integrais;

    b) aos 30 (trinta) anos de efetivo exercício em funções de magistério se professor, e 25 (vinte e cinco) se professora, com proventos integrais;

    c) aos 30 (trinta) anos de serviço, se homem, e aos 25 (vinte e cinco) se mulher, com proventos proporcionais a esse tempo;

    d) aos 65 (sessenta e cinco) anos de idade, se homem, e aos 60 (sessenta) se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de serviço.


  • Alternativa A - 

    Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)

    § 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados, calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)

    I - por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma da lei; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)

    II - compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)

    III - voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes condições: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)

    a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se homem, e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se mulher; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)

    b) sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. 

  • Aposentadoria voluntária - Dez anos de efetivo exercício  , cinco anos no cargo em que se dará a aposentadoria , 60 anos + 35 anos de contribuição ( homem ) , 55 anos + 30 anos de contribuição ( mulher)

  • A aposentadoria por invalidez do servidor públlico decorre da incapacidade de trabalho do servidor em razão de doença ou acidente. Se a invalidez decorre de doença incurável , doença profissional, doença grave, especificadas em lei , os proventos serão integrais .

    Aposentadoria compulsória ocorre quando o servidor completa 70 anos de idade recebendo proventos proporcionais ao tempo de serviço ..

  • Giselle, a compulsória é com 70 anos segundo a Constituição Federal:

    Art. 40 (...)

    II - compulsoriamente, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, aos 70 (setenta) anos de idade, ou aos 75 (setenta e cinco) anos de idade, na forma de lei complementar; 

    Fonte: Constituição Federal

  • Colegas. Cuidado com a EC 88/2015 que alterou o artigo 40 § 1º, II da CF

    "Art. 40...................................................................................

    § 1º .....................................................................................

    .........................................................................................................

    II - compulsoriamente, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, aos 70 (setenta) anos de idade, ou aos 75 (setenta e cinco) anos de idade, na forma de lei complementar;

    ............................................................................................... "(NR)

    Art. 2º O Ato das Disposições Constitucionais Transitórias passa a vigorar acrescido do seguinte art. 100:

    "Art. 100. Até que entre em vigor a lei complementar de que trata o inciso II do § 1º do art. 40 da Constituição Federal, os Ministros do Supremo Tribunal Federal, dos Tribunais Superiores e do Tribunal de Contas da União aposentar-se-ão, compulsoriamente, aos 75 (setenta e cinco) anos de idade, nas condições do art. 52 da Constituição Federal."



  • pessoal, penso que a letra "a" tb. esta errada pq não é proporcional ao tempo de contribuição como diz o final da frase, mas sim ao tempo de serviço conforme texto de lei.

  • gab. letra A. Não tem nada de errado.

  • APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA (Proventos calculados com base na média das remunerações sobre as quais contribuiu o servidor, atualizadas)

    * Se homem ---> 60 anos de idade + 35 anos de contribuição

    * Se mulher ---> 55 anos de idade + 30 anos de contribuição

    Ademais, ambos devem ter pelo menos 10 anos de efetivo exercício no serviço público e 05 anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria.

    No caso do professor ou professora que comprove EXCLUSIVAMENTE tempo de efetivo exercício das funções de magistério na EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO, o tempo de contribuição e o limite de idade serão reduzidos em 05 anos.

    Se homem >>> 55 anos e 30 anos de contribuição

    Se mulher >>> 50 anos e 25 anos de contribuição

    Veja que professor universitário não tem direito à redução de 05 anos.

    ____________________________________________________________________________________________

    A aposentadoria proporcional por idade foi abolida pela EC 103/19!

    Art. 40, § 1º, III da CF (redação pela EC 103/19):

    "§ 1º O servidor abrangido por regime próprio de previdência social será aposentado: 

    (....)

    III - no âmbito da União, aos 62 anos de idade, se mulher, e aos 65 anos de idade, se homem, e, no âmbito dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na idade mínima estabelecida mediante emenda às respectivas Constituições e Leis Orgânicas, observados o tempo de contribuição e os demais requisitos estabelecidos em lei complementar do respectivo ente federativo".

    RESUMO DA NOVA APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA:

    I - Idade mínima: (a) Na União, 65 anos para homem e 62 para mulher; (b) nos demais entes federativos, idade mínima será prevista por emenda à Constituição Estadual ou à Lei Orgânica;

    II - Demais requisitos: serão previstos em lei complementar do respectivo ente federativo.

  • Questão desatualizada devido à Emenda Constitucional 103/2019 que modificou o art. 40, §1º, III, CF.


ID
1508647
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Fabrício é servidor público estadual estável, mas, por força de nova lei, seu cargo efetivo acaba de ser extinto. De acordo com o regime jurídico previsto no texto constitucional sobre o tema, Fabrício:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    Art.41 § 3ºExtinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade, o servidor estável ficará em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até seu adequado aproveitamento em outro cargo.


    Art. 28. A reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens.

    § 1o Na hipótese de o cargo ter sido extinto, o servidor ficará em disponibilidade, observado o disposto nos arts. 30 e 31.


  • Gabarito C - Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    § 3º Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade, o servidor estável ficará em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até seu adequado aproveitamento em outro cargo.

  • LETRA C  está letra de lei.

  • Disponibilidade é a garantia constitucionalmente assegurada ao servidor estável , que  impede seu desligamento da administração pública quando declarada a desnecessidade do cargo ou quando ocorre a extinção do cargo , ou quando o titular do cargo é reintegrado , recebendo proventos proporcionais ao tempo de serviço .

  • Alguém poderia por gentileza me explicar essa parte "recebendo proventos proporcionais ao tempo de serviço", como seria essa remuneração? 

    Obrigada!

  • GABARITO: LETRA C

    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

    § 3º Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade, o servidor estável ficará em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até seu adequado aproveitamento em outro cargo. 

    FONTE: CF 1988


ID
1508650
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Pedro e Antônio, estudantes de direito, têm dúvidas sobre como compatibilizar o direito à liberdade de expressão com o direito à honra. Afinal, no entender dos estudantes, a irrestrita proteção de um deles faria que o outro fosse simplesmente ignorado. Como ambos os direitos estão previstos na Constituição da República, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GAB. "C".

    Princípio da concordância prática (ou harmonização): busca implementar a coordenação e combinação de bens jurídicos constitucionais, mesmo quando entrem em conflito entre si. Na resolução do problema interpretativo, os bens constitucionalmente protegidos devem ser coordenados de tal modo que todos eles conservem sua própria entidade. Essa harmonização deve fazer-se especialmente por critérios de ponderação, com o objetivo de concretizar ao máximo cada bem jurídico protegido, evitando- se que, em caso de colisão, haja o sacrifício total de alguns dos bens ou valores em conflito.

    FONTE: Sinopses jusPOVM - CONSTITUCIONAL.
  • A - INCORRETA. Nenhum direito fundamental é absoluto. A dignidade da Pessoa Humana sim é absoluto, não porque é um direito fundamental, mas sim porque é um Valor que informa a Constituição Federal. Logo, não é correto falar-se em "direito fundamental da pessoa humana". De igual forma, a proibição da tortura e da escravização também não são direitos fundamentais, e sim GARANTIAS fundamentais.

    B - INCORRETA. Como já fora dito na assertiva anterior, nenhum direito fundamental se sobrepõe ao outro antes de analisadas as circunstâncias do caso concreto. Joaquim Gomes Canotilho menciona três passos metodológicos para solução de conflitos entre direitos fundamentais. Outros autores defendem a existência de mais dois: 1) Identificar os direitos em colisão; 2) Verificar a existência ou não de reserva legal a disciplinar eventual conflito (como acontece na Lei de Interceptação Telefônica, que sopesa o direito à inviolabilidade das comunicações e o bem coletivo da persecução penal); 3) Se não houver reserva legal, o conflito será resolvido pela PONDERAÇÃO de direitos (balancing); 4) O resultado da ponderação não pode suprimir totalmente o direito mitigado, e; 5) O intérprete deve observar se o VALOR FUNDAMENTAL foi observado ou não.

    C - CORRETA. Esta assertiva encerra justamente o que foi dito até agora. 

    D -INCORRETA. De acordo com a Convenção Nórdica, chegou-se à conclusão que não configura dano patrimonial ou moral a veiculação de informação, mesmo que desautorizada, se afigure necessária para a formação da pessoa como membro da sociedade. Dessa forma, ainda que a questão tente remeter à ideia de que a dignidade da pessoa humana seja absoluta, como já foi dito anteriormente, a intimidade e a honra são direitos fundamentais derivados deste valor fundamental e podem ser sopesados.

    E -INCORRETA. O erro dessa assertiva foi em afirmar que os direitos fundamentais somente se tornam efetivos com amparo de reserva legal (legislação infraconstitucional). É cediço que os direitos fundamentais têm aplicabilidade imediata e não dependem de legislação alguma para que possam ser aplicados (o Judiciário é um dos seus maiores guardiões) - §1º do artigo 5º da CRFB.

  • Explica Alexy:
    “Se dois princípios colidem - o que ocorre, por exemplo, quando algo é proibido de acordo com um princípio e, de acordo com o outro, permitido -, um dos princípios terá de ceder. Isso não significa, contudo, nem que o princípio cedente deva ser declarado inválido, nem que nele deverá ser introduzida uma cláusula de exceção. Na verdade, o que ocorre é que um dos princípios tem precedência em face de outro sob determinadas condições. Sob outras condições a questão da precedência pode ser resolvida de forma oposta”. (ALEXY, 2008, p. 93/94) 

  • PRINCIPIO DA UNIDADE DA CF : deve ser interpretada como bloco único, dele decorrem:

    PRINCIPIO DA CONCORDÂNCIA PRÁTICA ( ou HARMONIZAÇÃO): colisão entre bens constitucionais;

    PRINCIPIO DA CONFORMIDADE OU JUSTEZA: colisão entre funções ou atribuições;

    PRINCÍPIO DO EFEITO INTEGRADOR (ou EFICÁCIA INTEGRADORA):tensão entre grupos sociais.

  • a) O erro está em possuirem caráter absoluto. Têm caráter relativo e é possível que sofram restrições, quando da aplicação da técnica da ponderação, quando ocorrer conflito entre eles.

    b) Mais uma vez a questão aborda o caráter absoluto como característica deste direito fundamental, que é a honra. Errado! O caráter é relativo e pode haver restrição.

    c) A concordância prática também é chamada princípio da harmonização. Perfeito.

    d) O direito à honra não vai impedir comentários negativos, mas caso tais comentários extrapolem, haverá direito à reparação.

    e) Aqui temos a questão da "aplicabilidade dos direitos fundamentais". O art. 5º, parágrafo primeiro, da CF, ensina que as normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. Para o Professor Novelino, a eficácia e aplicabilidade das normas definidoras de direitos fundamentais dependem consideravelmente de seu enunciado e seu objeto. Em muitas situações precisarão de uma lei regulamentando a matéria para terem eficácia.

  • Complementando, o princípio da concordância prática, além de ser conhecido como princípio da harmonização, como já dito pelos colegas, o é também como cedência recíproca: em situações que mais de um  princípio esteja em jogo você se vale da ponderação principiológica, sempre à luz do caso, sobre as circunstâncias envolvidas, fazendo compressões recíprocas entre aqueles até obter um equilíbrio.

    Gabarito: C

    _______________

    As alternativas A e B pregam a noção de princípios absolutos ou que se preferem uns aos outros, o que é completamente rejeitado pelo pós-positivismo jurídico, sobretudo em Dworkin. Não há prevalência de um princípio sobre o outro, como não há também princípios ou direitos fundamentais absolutos. Em ambos os casos há uma relativização e, no tocante aos princípios, a aplicação de um não exclui o outro, pois eles são comandos de otimização aplicados sob sua melhor luz (é um assunto teórico, não dá muito pra fugir disso nesse tópico)




    A alternativa D não está muito fora do caminho da A e B, pois justifica que que um princípio (a dignidade humana corporificada na honra) impeça a liberdade de expressão. Ora, no mundo acadêmico ou jornalístico todos são passíveis de críticas negativas e pesarosas. É JUSTAMENTE POR ISSO QUE A PRÓPRIA CONSTITUIÇÃO ASSEGURA O DIREITO DE RESPOSTA PROPORCIONAL AO AGRAVO. Você pode criticar, falar mal, mas suportará a réplica e na pior das hipóteses arcará com os danos causados à pessoa, se cabíveis.



    Alternativa E com erro crasso: já foi mencionado em outro comentário: direitos fundamentais possuem aplicação imediata, por expressa previsão constitucional (§1º, art. 5º da CF/88).

  • GABARITO "C"

    Colisão entre princípios: não haverá declaração de invalidade de qualquer dos princípios em colisão. Diante das condições do caso concreto, um princípio prevalecerá sobre o outro. Destaca-se, assim, a técnica da ponderação e do balanceamento, sendo, portanto, os princípios valorativos ou finalísticos. Fonte: Pedro Lenza - Direito Constitucional Esquematizado - 16.ed.rev., atual. e ampl. - São paulo: Saraiva, 2012, p. 147 e 149.
  • há aqui a aplicação do

    1) Princípio da unidade da constituição

    Consoante o princípio da unidade da constituição, as normas constitucionais devem ser analisadas de forma integrada e não isoladamente, de forma a evitar as contradições aparentemente existentes entre norma e texto constitucional.


  • Roberto Silva, tá mais pra Princípio da concordância prática ou da harmonização do que princípio da Unidade. Embora aquele seja um tipo de desdobramento deste.


  • Jurisprudência do STF:

    Na ponderação entre os direitos que dão conteúdo à liberdade de imprensa e os direitos à imagem, honra, intimidade e vida privada, há precedência do primeiro bloco em homenagem ao princípio proibitivo da censura prévia.


  • [...] a interpretação e a aplicação de princípios e regras dar-se-ão com base nos postulados normativos inespecíficos, quais sejam, a ponderação (atribuindo-se pesos), a concordância prática e a proibição de excesso (garantindo a manutenção de um mínimo de eficácia dos direitos fundamentais), e específicos, destacando-se o postulado da igualdade, o da razoabilidade e o da proporcionalidade.

     

    Pedro Lenza. Direito Constitucional Esquematizado - 20ª edição, 2016, p. 180

  • Princípios de Interpretação Constitucional

    1. Principio da Unidade da Constituição: A Constituição deve ser sempre interpretada em sua globalidade, como um todo, e assim, as aparentes antinomias deverão ser afastadas.

    2. Principio do efeito integrador:

    3. Princípio da máxima efetividade: a norma constitucional deve ter a mais ampla efetividade constitucional.

    4. Principio da justeza ou da conformidade funcional: o STF será responsável por estabelecer a força normativa da Constituição.

    5. Principio da concordância prática ou harmonização: inexistência de hierarquia entre os princípios.

    6. Principio da força normativa: os aplicadores da Constituição, ao solucionar conflitos, devem conferir a máxima efetividade às normas constitucionais.

    7. Principio da interpretação conforme a constituição: deve-se preferir a exegese que mais se aproxime da constituição.

    8. Principio da proporcionalidade ou razoabilidade: equilíbrio na concessão de poderes, privilégios ou benefícios.

  • GABARITO: C

    Ninguém terá dificuldade em aceitar a ideia básica que sustenta o postulado da concordância prática, isto é, a ideia de que, havendo colisão de bens protegidos constitucionalmente, como tem sido acentuado por boa parte da jurisdição constitucional mundo afora, deve-se favorecer decisões através das quais ambos os direitos (ou bens constitucionais), em conformidade com a possibilidade de seu equilíbrio e proporcionalidade, sejam garantidos, em autêntica concordância prática.

    De fato, o princípio da concordância prática afirma que a aplicação de uma norma constitucional deve realizar-se em conexão com a totalidade das normas constitucionais. Por conseguinte, a concordância prática afirma que as normas constitucionais devem ser interpretadas em uma unidade. Em tal contexto, obviamente, há de se interpretar as normas constitucionais de modo a evitar contradições entre elas.

    Konrad Hesse, por sua vez, ao definir o princípio da concordância prática, afirma expressamente que, na solução de problemas jurídicos, os bens constitucionalmente protegidos devem ser coordenados uns com os outros, de tal forma que todos ganhem realidade. Na sequência, completa seu pensamento com a seguinte afirmação: “Onde surjam colisões, não se pode, mediante uma “precipitada ponderação de bens” (vorschneller Güterabwägung) ou muito menos uma “abstrata ponderação de valores” (abstrakter Wertabwägung), realizar um (bem jurídico constitucionalmente protegido) a custa do outro”.

    Segundo K. Hesse, além disso, o princípio da concordância prática impõe uma determinação de limites a esses bens jurídicos em colisão de tal forma que, em consonância com o princípio da proporcionalidade, ambos ganhem uma realização ótima. A proporcionalidade nestes casos representa, segundo o autor, uma relação entre grandezas variáveis e apenas se justifica aquela que melhor realiza a tarefa de otimização.

    Fonte: https://www.conjur.com.br/2014-abr-14/constituicao-poder-principio-concordancia-nao-contraria-ponderacao-bens


ID
1508653
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

José, vendedor ambulante legalmente estabelecido nas proximidades de uma Delegacia de Polícia, foi vítima da ação de criminosos armados, que levaram todas as suas mercadorias. Insatisfeito com a insegurança da localidade, pensou em processar o Estado. À luz da sistemática constitucional, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Letra (b)


    Na esteira dessa inaplicabilidade, aos danos por omissão, da forma tradicional de pensar a responsabilidade estatal, Celso Antônio Bandeira de Mello vem sustentando há vários anos que os danos por omissão submetem-se à teoria subjetivaAtualmente, é também o entendimento adotado pelo Supremo Tribunal Federal (RE 179.147) e pela doutrina majoritária. 


    Todo aquele que for patrimonialmente lesado por conduta omissiva ou comissiva de agente público pode pleitear administrativa ou judicialmente a devida reparação. Na esfera administrativa, o pedido de ressarcimento pode ser formulado à autoridade competente, que instaurará processo administrativo para apuração da responsabilidade e tomada de decisão sobre o pagamento da indenização. Mais comum, entretanto, é a opção pela via judicial por meio da propositura da ação indenizatória. Ação indenizatória é aquela proposta pela vítima contra a pessoa jurídica à qual o agente público causador do dano pertence.


  • GAB. "B".

    Tratando-se de ato omissivo do poder público, a responsabilidade civil por tal ato converte-se em subjetiva, pelo que exige do/o ou culpa, esta numa de suas três vertentes, a negligência, a imperícia ou a imprudência, não sendo, entretanto, necessário individualizá-la, dado que pode ser atribuída ao serviço público, de forma genérica, a falta do serviço.


  • ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. RESPONSABILIDADE CIVIL DOESTADO. OMISSÃO DE AGENTE PÚBLICO DE SEGURANÇA. TEORIA DA FAUTE DU SERVICE OU DA CULPA ADMINISTRATIVA. RESPONSABILIDADE CIVIL SUBJETIVA DO ESTADO. NECESSIDADE DE DEMONSTRAÇÃO DO NEXO DE CAUSALIDADE NORMATIVO E DA CULPA DO AGENTE PÚBLICO. AUSÊNCIA DE PROVAS. IMPROCEDÊNCIA. 



    1. EM SE TRATANDO DE OMISSÃO POR PARTE DO ESTADO NO QUE TANGE A GARANTIR A SEGURANÇA PÚBLICA EM PROL DA COLETIVIDADE, TEM-SE A INCIDÊNCIA DA TEORIA DA FAUTE DU SERVICE OU TEORIA DA CULPA ADMINISTRATIVA. 



    2. NÃO HAVENDORESPONSABILIDADE OBJETIVA ESTATAL NESTES CASOS, MAS SIM SUBJETIVA, DEVE-SE COMPROVAR QUE O DANO RESULTOU DIRETAMENTE DA INAÇÃO OU DO MAU FUNCIONAMENTO DE SERVIÇOS ESTATAIS, OU SEJA, EXIGE-SE A COMPROVAÇÃO DO NEXO DE CAUSALIDADE NORMATIVO E DA CULPA DO AGENTE PÚBLICO. 



    3. RECURSO CONHECIDO E NÃO PROVIDO.

    TJDF.



    GABARITO: B

  • Gabarito letra B.

    Imagine só se a responsabilidade fosse objetiva, kkkkk!!

  • Correta: Letra B


    É desarrazoado alçar o Estado à condição de “segurador universal”, capaz de evitar todos e quaisquer danos ao patrimônio privado e à incolumidade das pessoas. Se assim não fosse, todas as inúmeras vítimas de assalto poderiam demandar indenização do Estado pelos danos experimentados.


  • FGV entende que responsabilidade 

    por OMISSÃO GENÉRICA será SUBJETIVA;

    por OMISSÃO ESPECÍFICA será OBJETIVA.

  • "ainda existe no Brasil a Teoria da Culpa Anônima [...]. Diferentemente das outras duas teorias (do Risco Administrativo e do Risco Integral), a da Culpa Anônima é subjetiva, depende de culpa, ou seja, da inexistência do serviço ou da má prestação". 

    obs.: o Cespe já cobrou isso.

    (Livro do Vítor Cruz "Vampiro" - Constituição Federal anotada para concursos, pg. 346)

  • “ADMINISTRATIVO. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. ATO OMISSIVO. RESPONSABILIDADE SUBJETIVA. DANO CAUSADO POR ATO DE DELINQÜÊNCIA. FATO DE TERCEIRO. 1. O § 6º do art. 37 da CF adotou a teoria do risco administrativo, que não se confunde com o risco integral, não podendo o Estado ser responsabilizado por todo e qualquer dano causado aos particulares por ato que lhe incumbia, genericamente, evitar. 2. A responsabilidade objetiva da Administração Pública, nos termos do dispositivo constitucional mencionado, tem por pressuposto o nexo causal entre um ato de agente público, nessa qualidade, e o dano suportado pelo particular. Os danos sofridos por particular em razão de ato de delinquência só responsabilizam a Administração caso comprovada sua culpa, consistente em não agir conforme determina a lei, diante de determinado fato – a chamada teoria do faute du service publique, que diferencia o ato omissivo do ato comissivo estatal. 4. a falta do dever genérico de garantir a segurança dos cidadãos não configura o ato omissivo do estado, sob pena de se lhe exigir que seja um segurador universal ou um Ser Onipotente, capaz de evitar a ocorrência de qualquer ação criminosa, em todo tempo e espaço”. Desembargador Relator Marcos Alcino A Torres, Julgado em 26/02/2008, Décima Sexta Câmara. Decisão extraída do site www.tj.rj.gov.br; acesso em 24/10/2008.

  • GABARITO "B"Excepcionalmente, a Teoria da Responsabilidade Subjetiva do Estado ainda é aplicável no direito público brasileiro, em especial quanto aos danos por omissão. A omissão estatal é um nada, e o nada não produz materialmente resultado algum. Na esteira dessa inaplicabilidade, aos danos por omissão, Celso Antonio Bandeira de Mello vem sustentando há vários anos que os danos por omissão submete -se à Teoria Subjetiva. Atualmente, é também o entendimento adotado pelo STF (RE 179.147) e pela doutrina majoritária. A prova do MP do TCU elaborada pelo Cespe considerou ERRADA  a assertiva: "responsabilidade da Administração Direta é sempre objetiva". Fonte: Alexandre Mazza, Manual de Direito Administrativa. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2012, p. 292 e 302.
  • Nesse sentido, o entendimento é que o estado não é um ser onipotente, capaz de prever todo e qualquer crime.


    Então como é que o comerciante pode ganhar a indenização através da responsabilidade subjetiva do estado?


    Simples, basta o comerciante provar a total omissão do estado. Exemplo: provar que nunca houve patrulhas da polícia no bairro. Se a polícia nunca se preocupou, pelo menos, de patrulhar o bairro para garantir a segurança, então é comprovada a omissão do estado. (O problema é provar)


  • Quando a responsabilização se dá em virtude de Condutas Comissivas  – atos positivos que traduzem a ação da Administração Pública, por meio de seus  agentes, capaz de produzir um dano - existe entendimento pacífico na doutrina e  jurisprudência de que a responsabilização deve ser objetiva.

    Entretanto, no que tange às Condutas Omissivas - posicionamento  negativo, em que o agente público permanece inerte quando deveria agir, gerando  um dano a um particular - não existe unanimidade, pois há entendimentos que  defendem a aplicação da Teoria Objetiva e outros da Teoria Subjetiva. 

     Condutas Omissivas e Teoria  Subjetiva

    Para a corrente doutrinária que defende a responsabilização pelas  Condutas Omissivas de forma subjetiva, a omissão estatal não é a causa do  resultado danoso, mas a condição para o resultado.

    Dessa forma, o Estado não pode responder objetivamente por um dano  que não causou. Existe a necessidade de analisar-se o elemento subjetivo (culpa)  a fim de constatar se a omissão estatal realmente deu causa ao dano. São adeptos  desta teoria Celso Antônio Bandeira de Mello, Maria Sylvia Zanella Di Pietro,  Lúcia Vale Figueiredo, Rui Stocco, entre outros



    Leia mais: http://jus.com.br/artigos/22422/responsabilidade-civil-do-estado-por-condutas-omissivas-concorrencia-entre-as-teorias-objetiva-e-subjetiva#ixzz3k8jWMydV

  • A responsabilidade subjetiva do Estado enseja culpa, enquanto a responsabilidade subjetiva do agente (em ação regressiva) enseja comprovação de dolo ou culpa.

  • Qual o erro da D?

  • Letra D: ERRADA --> o Estado, por meio da Administração ou das Concessionárias, só responderá de forma OBJETIVA quando, em caso de ato COMISSIVO, um de seus agentes estiver prestando um SERVIÇO PÚBLICO, e puder ser aferido nexo de causalidade entre o ato do agente e o dano causado à vítima. Nesse caso, quando (i) a culpa for EXCLUSIVA da vítima; ou (ii) por motivo de força maior, o Estado é isento de indenização. Já a jurisprudência prevê 4 casos em que o Estado responderá SUBJETIVAMENTE pelos danos causados por seus agentes: (i) prestação de serviços PRIVADOS (fins lucrativos); (ii) conduta OMISSIVA (erro do item); (iii) atos de MULTIDÃO; e (iv) atos que não forem ADMINISTRATIVOS (leis e sentenças).

  • * ALTERNATIVA CERTA: "b".

    ---

    * OBSERVAÇÃO: Não se deve levar esse tipo de questão na brincadeira. Devemos estar atentos pela distinção entre omissão ESPECÍFICA (Resp. Objetiva) e GENÉRICA (Resp. Subjetiva) por parte do ESTADO.

    Se repararem, o contexto do enunciado quase leva o concurseiro bem informado a dizer que seria caso de respons. OBJETIVA, com base no INFORMATIVO 502 do STF: "Entendeu-se que restaria configurada uma GRAVE OMISSÃO, PERMANENTE E REITERADA, por parte do Estado de Pernambuco, [...], em prestar o adequado serviço de policiamento ostensivo, nos locais notoriamente passíveis de práticas criminosas violentas, [...] situações configuradoras de FALTA DE SERVIÇO podem acarretar a responsabilidade civil OBJETIVA do Poder Público, considerado o dever de prestação pelo Estado, a necessária existência de causa e efeito, ou seja, a omissão administrativa [destaco: !!!ESPECÍFICA!!!] e o dano sofrido pela vítima, e que, no caso, estariam presentes todos os elementos que compõem a estrutura dessa responsabilidade". (STA 223 AgR/PE, rel. orig. Min. Ellen Gracie, rel. p/ o acórdão Min. Celso de Mello, 14.4.2008).

    ---

    * CONCLUSÃO: Como o enunciado não deixou expresso tratar-se de omissão específica, obviamente estamos falando de responsabilidade SUBJETIVA.

    ---

    * DICA: Reparem que somente a alternativa "b" não utilizou as expressões generalizantes (probabilidade maior de erro) contidas nas outras alternativas: "sempre" e "somente"

    ---

    Avante!

  • sobre a responsabilidade civil do Estado por OMISSÃO temos:

    STF Tema 592 - Na omissão genérica o Estado responde subjetivamente, sendo necessário demonstrar a culpa do serviço; na omissão específica a responsabilidade é objetiva, em virtude de o Estado ter descumprido um dever jurídico específico. (STF RE 841.526)

    Na analise da questão devemos interpretar se há ou não uma omissão específica. Como os colegas já bem apontaram o enunciado não deixou expresso tratar-se de omissão específica, então será resp subjetiva.

    No mais vale destacar como a banca diferencia a genérica da especifica:

    Q918583 Prova: FGV - 2018 - TJ-SC - Analista Jurídico

    Imagine duas hipóteses em que um cidadão é vítima de roubo em via pública. O primeiro crime ocorre em uma rua deserta de madrugada, e o segundo, em rua movimentada, na parte da tarde, em frente à delegacia, onde havia policiais na entrada, que nada fizeram.

    De acordo com jurisprudência e doutrina modernas, em tese, incide a responsabilidade civil:

    Gabarito: c) objetiva na segunda hipótese, e a omissão específica estatal acarreta o dever de indenizar o cidadão, sem necessidade de comprovação do elemento subjetivo do agente público;


ID
1508656
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Peter, filho de um casal austríaco, nasceu no território brasileiro quando seus pais aqui estavam a serviço da Embaixada da Áustria. Após o seu nascimento, permaneceu no Brasil por cerca de dez anos, até que a família retornou ao País de origem. Como Peter passou a ter sólidos laços afetivos com o Brasil, sendo frequentes as suas viagens a passeio para este País, tomou a decisão de candidatar-se a um cargo eletivo que é privativo de brasileiro nato. É possível afirmar que Peter:

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    Art. 12. São brasileiros:

    I - natos:

    a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país;

    b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil;

    c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira;
  • Art. 12, CF. São brasileiros:


    I - natos:


    a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país.


    GABARITO: D

  • Estrangeiros no Brasil a serviço de seu país, afasta a possibilidade de nacionalidade originária. 

  • Nascido no Brasil de ambos os pais estrangeiros se pelo menos um dos pais estiver a serviço do país de origem. Neste caso, adota-se o jus sanguinis, não sendo o filho considerado brasileiro.

  • Resposta certa: d Questão esquisita, o enunciado está dissociado das alternativas, mas isolando as alternativas da pra responder tranquilamente.


    Pontos importantes(somente do enunciado):

    1 - Impossível, ele nunca poderá "...candidatar-se a um cargo eletivo que seja privativo de brasileiro nato."(grifei), conforme o enunciado afirma, mesmo se naturalizado.

    2 - Para naturalizar-se brasileiro seria necessário 15 anos, ininterruptos , de residência no Brasil e sem condenação penal, conforme Art. 12, II, b:
     Art. 12. São brasileiros:

    II - naturalizados:

    b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira. 



  • se os pais de peter não estivesse a serviço do seu país, peter poderia ser um brasileiro nato.

  • boa questão. errei...kkk

  • É tanta pegadinha nesses concursos q quando a questão está simples, vc pensa q tem pegadinha no meio...

  • § 3º - São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I - de Presidente e Vice-Presidente da República;

    II - de Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - de Presidente do Senado Federal;

    IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal;

    V - da carreira diplomática;

    VI - de oficial das Forças Armadas.

    VII - de Ministro de Estado da Defesa.

  • Apenas complementando, por que tive dúvidas:

    A letra B está errada pelo seguinte: Se os pais NÃO estivessem no Brasil a serviço de seu país, aí o filho seria nato.
    Como estavam a serviço de seu país, não há que se falar em registro em repartição brasileira enquanto na menoridade.

    #FOCO 

  • Questão simples, está no Art 12, I, a, CF, mas tratando-se da FGV, demorei séculos pra responder, procurando alguma pegadinha.

  • Uma dúvida:

    Peter não será nato, poderá ser naturalizado ou não será brasileiro?

  • Até estranhei a questão não possuir no minímo Duas alternativas com a negativa da condição de Nato....somente a letra D) possui tal carcterística.

  • Gabarito: D

  • Poderia, no máximo, tentar naturalização brasileira, se tivesse mais de 15 anos de residência inimterruptos no Brasil sem condenação criminal  (nacionalização extraordinária).

  •  d)

    não pode ser considerado brasileiro nato, já que é filho de estrangeiros que estavam no Brasil a serviço do seu País de origem;

  • A FGV ama o nome Peter!

  • Perceba que aqui, diferente do que ocorreu com o Peter da questão anterior, os pais estavam no Brasil à serviço da embaixada da Austrália. Deste modo, Peter não poderá ser considerado brasileiro nato em razão da aplicação do disposto no art. 12, I, alínea ‘a’ da CF/88. Deste modo, poderemos marcar como correta a alternativa ‘d’. 

  • O examinador de Constitucional da FGV deve ser fã do Homem Aranha.

    Em todas as questões sobre nacionalidade aparece o tal Peter.

  • É Peter, não vai dar não viu.
  • Hello Peter. (Dr Octopus)

  • Ele pode estar a serviço da embaixada da Áustria e não necessariamente a serviço do seu país. Para mi, questão mal formulada.

  • Gabarito D

    Peter:

    Nasceu no Brasil;

    Seus pais estavam a serviço do governo austríaco.

    Logo, Peter não será brasileiro nato.

    Segundo o art. 12, I, CF/88, “são brasileiros natos os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seus pais”.


ID
1508659
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Na medida em que o art. 24 da Constituição da República atribui competência concorrente à União, aos Estados e ao Distrito Federal para legislar sobre as matérias ali relacionadas, é possível afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Art. 24 § 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.

  • Prezados, na letra "a" temos : "caso inexista lei da União a respeito das matérias referidas no art. 24, os demais entes exercerão a competência legislativa plena; ".   Demais entes não tornaria a questão incorreta, pois o art. 24 dá competência aos Estados somente?

  • Art. 24:

    § 1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

    § 2º - A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.

    § 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.

    § 4º - A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.

  • Fiquei com muitas dúvidas no gabarito "a". Uma vez que a CF/88 diz que:
     "Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:"

    Entretanto, quando a questão diz que os "demais entes exercerão", inclui-se o Município, o que torna a resposta errada. 
    Alguém poderia me explicar ?
  • Acredito que a questão da competência concorrente do art. 24 demande cuidado do concurseiro.

    Se a prova cobrar a literalidade, tem-se que apenas os Estados e o DF podem exercer a competência plena. Contudo, em uma interpretação menos literal, é cabível a complementação pelos Municípios com base no art. 30, I.  

  • Pessoal o artigo 30,II, (Compete aos Municípios suplementar a legislação federal e a estadual no que couber), por sua vez, trata da competência legislativa suplementar do Município, logo quando se tratar de interesse local, o município poderá exercer sua competência legislativa sumplementar, seja complementar ou supressiva, lógico, desde que trate de matérias concorrentes.

  • Art. 24:

    § 1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

    § 2º - A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.

    § 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.

    § 4º - A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.

  • Vale lembrar que a hegemonia da União sobre os Estados no âmbito do Art.24 é uma exceção ao equilíbrio federativo.

    Art.24 - §3˚ Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender suas peculiaridades.

    §4˚ A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.

  • Por conta da questão ter especificado os "entes federados referidos no art. 24" na letra "b", achei que a falta de especificação dos entes ou a falta de referência ao artigo transformaria a letra "a" em uma casca de banana...

  • CF/88 - Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: 


    § 3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.
  • Por favor, alguém explica o erro da letra B?

  • Assim entendo o erro da letra "b": ao dizer "legislar livremente", a assertiva indica, ao meu ver, que não há restrições à atividade legisferante dos entes federados, o que, todavia, não é verdade. O §1 do art. 24 limita a atuação da União à edição de normas gerais, ao passo que o § 4 apresenta o que me parece, também, uma limitação aos estados, ao estabelecer que a superveniência de Lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia de lei estadual, no que lhe for contrário. Espero ter ajudado.

  • Obg Rui! Esclareceu!

  • No diz repeito a alternativa correta vale um comentário:


    caso inexista lei da União a respeito das matérias referidas no art. 24, os demais entes exercerão a competência legislativa plena;


    "os demais entes"  junto ao art. 24 da CRFB não inclui os Municípios em seu texto.


     Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: 


    Logo infere-se que a competência concorrente é reservada a União aos Estados e ao Distrito Federal, caso inexistindo lei da União das matérias referidas neste artigo, concorrentemente caberá aos Estados e ao Distrito Federal suplementar a legislação de forma plena ate a superveniência de lei federal sobre normas gerais que possa suspender a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.

  • Posso estar enganada, mas a questão traz "caso inexista lei da União a respeito das matérias referidas no art. 24, os demais entes exercerão a competência legislativa plena". Ocorre que a competência para legislar dos Municípios é suplementar (interesse local), mas não plena... 

  • Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: § 3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades. A assertiva B diz que "todos os entes federados referidos no art. 24 podem legislar livremente sobre as matérias ali relacionadas" o que não é verdade, já que a competência legislativa plena é somente quando inexiste lei federal sobre normas gerais.
  • Gabarito Totalmente errado! impressionante essa FGV. 

  • "os demais entes" É DO ARTIGO ! Logo, não entra o Município. DF nesse caso legislará com atributos de ESTADO, não de município, mesmo sendo um ser híbrido.

  • Nota de interesse público: CESPE, FCC e FGV entendem (na maioria das vezes) que as competências legislativas concorrentes do art. 24 se estendem aos Municípios, não se adstringindo à U/E/DF como diz expressamente o texto constitucional. Isso possui amparo na jurisprudência do STF, contudo, em algumas questões utiliza-se o texto expresso da CF, estando ausente o Município entre os competentes da legislação concorrente na alternativa dada como correta. Solução: analisar objetivamente a mais correta, eis que se trata de questão objetiva.

  • A alternativa "a" está correta sim meus caros.


    Leiam o caput da questão e vejam que não é mencionado municipio. A FGV não considera o Municipio para aplicação dos preceitos do art. 24.

  • Olha como é a FGV, a literalidade do artigo diz: Art. 24 § 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.

    Ora, se diz Estados não poderia ser demais entes, incluindo Municípios, Porém vejam o enunciado da questão:

    "Na medida em que o art. 24 da Constituição da República atribui competência concorrente à União, aos Estados e ao Distrito Federal para legislar sobre as matérias ali relacionadas, é possível afirmar que:

    a) caso inexista lei da União a respeito das matérias referidas no art. 24, os demais entes exercerão a competência legislativa plena;

    Esse "os demais entes" da letra "a" corresponde aos Entes do Enunciado (aos Estados e ao Distrito Federal), o que deixa a questão realmente correta.

    Esse é o meu entendimento, temos que ler bem o enunciado da questão




  • Fui de cara na letra A 

    letra da lei! 

  • Letra A.

     

    Já estava dando um ataque de perereca ha ha ha, fui ver o enunciado e vi que faltou atenção.

  • SE EXISTIR NORMA GERAL DA UNIÃO - COMPETÊNCIA SUPLEMENTAR DO ESTADO

     

    NÃO EXISTIR NORMA GERAL DA UNIÃO - COMPETÊNCIA PLENA DO ESTADO

  • No Item A, enuncia que Demais Entes exercerão a competência legislativa plena. Isso incluiria MUNICÍPIOS. Isso não torna o item ERRADO?

  • Agamenon Fernandes eu creio que seria uma questão de interpretação, pois no comando da questão são listados os Entes autorizados a legislar concorrentemente. Então quando ele cita a União e se refere ademais, são exatamente os que restam daqueles que foram enunciados e não necessariamente faz referencia aos municípios que não foram citado e nem poderia ser.

  • A expressão “demais entes”, dá a entender que os Municípios também possuiriam competência concorrente, o que não é verdade.

    Segundo o art. 24, § 3º, CF/88, inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados e o Distrito Federal exercerão a competência legislativa plena.

  • Os demais entes descritos no enunciado, são os Estados e DF apenas. questão correta !

  • caso inexista lei da União a respeito das matérias referidas no art. 24, os demais entes exercerão a competência legislativa plena;

    Galera acertiva malicioso , porém ela está correta .

    POSSO TA ERRADO , MAS ACHO QUE CABERIA RECURSO NESSA QUESTAO .

    OS ENTES SAO

    União

    Estados

    Município

    Distrito Federal

    Só que no art. Só está

    União

    Estado

    DF.

    Rlm também .


ID
1508662
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O Supremo Tribunal Federal, por imperativo constitucional, tem competência para julgar, originariamente, determinadas autoridades pela prática de crimes comuns. Considerando a sistemática do denominado “foro por prerrogativa de função”, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GAB. "B".

    ESTATUTO DOS PARLAMENTARES FEDERAIS

    Os parlamentares possuem um estatuto próprio formado por um conjunto de normas que estabelecem proibições e prerrogativas voltadas a assegurar a independência do Poder Legislativo (CF, arts. 53 a 56).

    Entre as garantias institucionais conferidas a este Poder estão as imunidades, cujo escopo é assegurar a liberdade necessária ao desempenho do mandato. Enquanto prerrogativas do órgão legislativo, e não de ordem subjetiva do congressista, as imunidades são irrenunciáveis.

    As imunidades e a prerrogativa de foro são conferidas a partir da expedição do diploma, a qual ocorre antes da posse. Perduram até o fim do mandato ou, se for o caso, até a renúncia ou a cassação do parlamentar.

    De acordo com a atual jurisprudência da Corte, a licença do parlamentar para ocupar outros cargos suspende a imunidade material e formal, apesar de não afastar o foro por prerrogativa de função. Caso retorne à função legislativa, poderá ser beneficiado pela imunidade formal em relação aos atos praticados durante a licença.

    O gozo das prerrogativas ligadas ao exercício da atividade legislativa dar-se-á apenas no tocante àquele que efetivamente exerce o cargo, em caráter interino ou permanente, não se estende aos suplentes, salvo quando no efetivo exercício da função. STF – Inq. (AgR) 2.453, rel. Min. Ricardo Lewandowski (17.05.2007).

    FONTE: MARCELO NOVELINO.


  • "Agravo regimental. Inquérito criminal. Suplente de senador. Retorno do titular. Competência. Supremo Tribunal Federal. prerrogativa de foro conferida aos membros do Congresso Nacional, vinculada à liberdade máxima necessária ao bom desempenho do ofício legislativo, estende-se ao suplente respectivo apenas durante o período em que este permanecer no efetivo exercício da atividade parlamentar. Assim, o retorno do deputado ou do senador titular às funções normais implica a perda, pelo suplente, do direito de ser investigado, processado e julgado no Supremo Tribunal Federal".


    STF, INQ 2421


    GABARITO: B

  • FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃOTourinho Filho ensina que “há pessoas que exercem cargos de especial relevância no Estado e, em atenção a esses cargos ou funções que exercem no cenário político-jurídico da nossa Pátria, gozam elas de foro especial, isto é, não serão processadas e julgadas como qualquer do povo, pelos órgãos comuns, mas, pelos órgãos superiores, de instância mais elevada


    https://tudodireito.wordpress.com/2010/12/02/foro-por-prerrogativa-de-funcao/

  • EMENTA. (...) O suplente, em sua posição de substituto eventual de membro do Congresso Nacional, não goza – enquanto permanecer nessa condição-das  prerrogativas constitucionais deferidas ao titular do mandato legislativo, tanto quanto não se lhe estendem as incompatibilidades, que, previstas na Carta política, incidem, unicamente, sobre aqueles que estão no desempenho do ofício parlamenta.

    - A Constituição da república não atribui, ao suplente de Deputado Federal ou de Senador, a prerrogativa de foro, ratione muneris, perante o Supremo Tribunal Federal, pelo fato de o suplente enquanto ostentar essa específica condição – não pertencer a qualquer das Casas que compõem o Congresso nacional. (...).(STF Inq.1.684/PR, rel.Min. Celso de Mello,18.12.2001)

    STF INQ 1.684-PR *


  • gabarito: B
    Complementando a resposta dos colegas...

    a, c e e) ERRADAS.
    Sobre as competências originárias do STF, ensina Nathalia Masson (Manual de Direito Constitucional, 3ª ed., 2015):
    "Inicialmente, cumpre informar que as atribuições originárias da Corte (que serão, a seguir, detalhadas) foram enunciadas no documento constitucional de forma taxativa, o que significa que não se pode ampliá-las, nem mesmo por analogia. É nesse contexto que considera-se o STF incompetente para julgar as ações populares e as ações civis públicas contra o Presidente da República. No entanto, e conforme noticia a doutrina, sob a justificativa de impedir a 'quebra' do sistema judiciário o STF abrandou esse entendimento e determinou ser de sua competência o julgamento das ações de improbidade administrativa ajuizadas contra Ministro integrante da própria Corte".

    d) ERRADA.

    "COMPETÊNCIA. Criminal. Foro especial ou prerrogativa de foro. Inexistência. Ex-Governador. Cessação do exercício da função pública. Afastamento por decisão do TSE, sujeita a recurso dotado de efeito apenas devolutivo. Recurso extraordinário inviável. Seguimento negado. Precedente. Não tem direito a foro especial, ou a prerrogativa de foro, quem tenha sido destituído da função pública cujo exercício lho assegurava". (STF; RE 599650 RR; Julgamento: 29/09/2009)

    "MEMBRO DO CONGRESSO NACIONAL. PRERROGATIVA DE FORO. INFRAÇÕES PENAIS COMUNS. PERDA SUPERVENIENTE, POR PARTE DO INVESTIGADO, DO ACUSADO OU DO RÉU, DE SUA CONDIÇÃO POLÍTICO-JURÍDICA DE PARLAMENTAR. CESSAÇÃO IMEDIATA DA PRERROGATIVA “RATIONE MUNERIS”. INSUBSISTÊNCIA DA COMPETÊNCIA PENAL ORIGINÁRIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. PRECEDENTES. REMESSA DOS AUTOS AO JUÍZO COMPETENTE. Tendo em vista a cessação da investidura de José Henrique Oliveira no exercício do mandato de congressista, reconheço não mais subsistir, no caso, a competência originária do Supremo Tribunal Federal para prosseguir na apreciação deste procedimento de natureza penal. Presente o contexto ora exposto, impõe-se reconhecer que cessou, “pleno jure”, a competência originária desta Suprema Corte para apreciar a causa penal em referência. Impende assinalar, neste ponto, que o entendimento ora referido –que reconhece não mais subsistir a competência penal originária do Supremo Tribunal ante a cessação superveniente de determinadas titularidades funcionais e/ou eletivas – traduz diretriz jurisprudencial prevalecente nesta Corte a propósito de situações como a que ora se registra nos presentes autos: “Não mais subsiste a competência penal originária do Supremo Tribunal Federal se sobrevém a cessação da investidura do indiciado, denunciado ou réu no cargo, função ou mandato cuja titularidade justificava a outorga da prerrogativa de foro ‘ratione muneris’, prevista no texto constitucional (CF, art. 102, I, ‘b’ e ‘c’). (...)" (STF; AP 581 AM; Julgamento: 02/02/2015)


  • Inexiste foro privilegiado para suplente de Senador (STF - Inq. n° 2.453 AgR/MS - Rel. Min. Ricardo Le- wandowski, decisão: 17 maio 2007).

  • O suplente, enquanto ostentar essa específica condição, não se qualifica como membro do Poder Legislativo, e, por isso, não faz jus a qualquer prerrogativa de ordem parlamentar. Desse modo, não dispõe da garantia constitucional da imunidade parlamentar (art. 53, caput, e §§ 2.0 a 5.0), como também não se lhe estende a prerrogativa de foro prevista na Constituição Federal (art. 53, § 1 .0). Por outro lado, não se lhe aplicam as incompatibilidades, previstas no texto da Carta Política (CF, art. 54).


    DIREITO CONSTITUCIONAL DESCOMPLICADO • Vicente Paulo & Marcelo Alexandrino

  • Mais umas perguntas sobre, para elucidar.

    PERGUNTA: É possível renunciar à imunidade parlamentar?

    Não, pois não se trata de um direito subjetivo do parlamentar e sim de uma garantia do Congresso Nacional


    PERGUNTA: A partir de qual momento há imunidade?

    Muito cuidado! Um dos primeiros reflexos é relacionar a imunidade ao efetivo exercício do cargo e responder que a imunidade se inicia com o exercício. Na realidade, o termo inicial da imunidade é a diplomação (art. 53, §§2º e 3º da CF)


    PERGUNTA: Suplente tem imunidade?

    Suplente não tem imunidade nem prerrogativa, pois o que se protege é a função parlamentar, e o suplente nem está exercendo o cargo.


  • Gabarito: B

    A- Nas ações civis os deputados e senadores não possuem foro por prerrogativa de função 


  • Nunca ouvimos as seguintes frases: 
    "O Senador - Suplente Fulano chegou em Brasília";
    "Deputado - Suplente Beltrano comemorou a votação";
     "Vereador - Suplente Zezin conversou com populares".


    Não ouvimos porque não existe esse "cargo". O que existe é suplente de senador, deputado, vereador, que, a bem da verdade, nem sabemos quem é e como conseguiram chegar lá. Até serem diplomados possuem "mera expectativa de direito", assim, não podem goza de benefícios de algo que não dispõem.
  • Crime Comum - são todos aqueles que não estão classificados nem como crimes hediondos, crimes contravencionais ou crimes de responsabilidade (conceito se dá por exclusão). Ele contrapõe-se ao crime próprio, que é aquele que só pode ser cometido por uma determinada categoria de pessoas, pois pressupõe uma particular condição ou qualidade pessoal do agente. O peculato, por exemplo, só pode ser praticado por funcionário público. Da mesma forma, no crime de omissão de notificação de doença, o sujeito ativo deve ser médico.

  • PROFESSOR VICENTE PAULO
    Nenhum órgão julga os congressistas por crime de responsabilidade! Isso mesmo, os congressistas não se submetem ao regime constitucional de crime de responsabilidade (entenda-se: eles não respondem por crime de responsabilidade); eles só são julgados por crimes comuns, pelo STF (CF, art. 102, I, b), ou, então, podem ser responsabilizados pela própria Casa Legislativa, por quebra do decoro parlamentar (CF, art. 55, II e § 2º), mas isso nada tem a ver com crime de responsabilidade.

    PROFESSOR VITOR CRUZ
    Embora os parlamentares não pratiquem esses "crimes de responsabilidade" (propriamente ditos, ou seja, os dispostos na lei 1079/50). Eles tem sim a sua responsabilidade apurada em certos casos...
    Seu julgamento será feito pela Casa respectiva (Deputado = Câmara / Senador = Senado) de acordo com aquelas regrinhas dispostas no art. 55 da Constituição.
    Baseado nisso, o livro do Prof. Alexandre de Moraes traz até mesmo uma tabela onde mostra: Crime de responsabilidade cometido por deputado e senador = julgado pela Casa respectiva.

  • Gabarito B

    Apenas complementando...

    A CF não fala em suplentes.

     

    CF - Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.

    § 1º Os Deputados e Senadores, desde a expedição do diploma, serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal.

     

    Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:

    I - processar e julgar, originariamente: b) nas infrações penais comuns, o Presidente da República, o Vice-Presidente, os membros do Congresso Nacional, seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República;

     

     

  • Alternativa B:

    "Ministro reafirma que STF não tem competência para apreciar ação penal contra suplente de parlamentar

    O ministro Celso de Mello reconheceu que o Supremo Tribunal Federal (STF) não tem competência originária para apreciar a Ação Penal (AP) 665, movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra Jorge dos Reis Pinheiro (PRB-GO), o qual deixou a condição de deputado federal e, atualmente, é suplente. Conforme o relator, o entendimento do STF é no sentido de que o suplente não tem foro por prerrogativa de função, somente o titular do mandato legislativo [deputado federal ou senador da República].

    O relator lembrou que o suplente, enquanto permanecer nessa condição, não dispõe da garantia constitucional da imunidade parlamentar, nem da prerrogativa de foro prevista na Constituição Federal (artigo 53, parágrafo 1º), que somente é aplicável a quem estiver no exercício do mandato. Segundo o ministro Celso de Mello, o suplente, em sua posição de substituto eventual do congressista, “não goza das prerrogativas constitucionais deferidas ao titular do mandato legislativo, tanto quanto não se lhe estendem as incompatibilidades, que, previstas no texto da Carta Política (CF, art. 54), incidem, apenas, sobre aqueles que estão no desempenho do ofício parlamentar”.

    Os direitos inerentes à suplência, registra o relator, abrangem unicamente o direito de substituição [em caso de impedimento] e o direito de sucessão [na hipótese de vaga]. O ministro Celso de Mello completa ressaltando que a Constituição Federal vigente não atribuiu ao suplente de deputado federal ou de senador da República a prerrogativa de foro perante o STF.

    “É por tais razões que não se torna lícito estender, ao suplente de deputado federal ou de senador da República, as prerrogativas parlamentares de índole constitucional, pelo fato de que estas – por serem inerentes, apenas, a quem exerce o mandato legislativo – não alcançam aquele, que, por achar-se na condição de mera suplência, somente dispõe de simples expectativa de direito”, salientou o relator. Ele citou diversos precedentes, tais como os Inquéritos 1684, 2453, 1244, 1537, entre outros.

    Portanto, o ministro Celso de Mello determinou a remessa dos autos da ação penal contra Jorge Pinheiro para a 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Estado do Mato Grosso, tendo em vista que o réu não exerce mais o mandato parlamentar federal e “teve restaurada a sua anterior condição de suplente, a quem não se estende constitucionalmente, a prerrogativa de foro, nas infrações penais, perante esta Suprema Corte”.".

    Fonte: http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=201159

     

  • a) A prerrogativa de foro  não alcança as ações de natureza civil ajuizadas contra congressistas, pq segundo jurisprudência do STF, a competência do foro especial restringe-se às ações de natureza penal 

    b): Os suplentes só serão beneficiados com tal inviolabilidade se, algum dia, assumirem a titularidade do mandato, diante da renúncia, do afastamento ou do impedimento do titular, portanto Essas prerrogativas não se aplicam aos suplentes (correta)

    c) "Inicialmente, cumpre informar que as atribuições originárias da Corte (que serão, a seguir, detalhadas) foram enunciadas no documento constitucional de forma taxativa, o que significa que não se pode ampliá-las, nem mesmo por analogia. É nesse contexto que considera-se o STF incompetente para julgar as ações populares e as ações civis públicas contra o Presidente da República. No entanto, e conforme noticia a doutrina, sob a justificativa de impedir a 'quebra' do sistema judiciário o STF abrandou esse entendimento e determinou ser de sua competência o julgamento das ações de improbidade administrativa ajuizadas contra Ministro integrante da própria Corte".

    d) A prerrogativa de foro tem como termo inicial a diplomação e tem como termo final o término do mandato, com a cessação o processo será remetido a justiça.  É oportuno registrar, entretanto, que o Supremo Tribunal Federal firmou entendimento de que, em respeito ao caráter unitário do julgamento, a cessação do exercício da função pública depois de a Corte Suprema haver dado início ao julgamento não faz cessar a prerrogativa de foro, mantendo-se a competência do Tribunal Excelso

     

    e) Nenhum órgão julga os congressistas por crime de responsabilidade! Isso mesmo, os congressistas não se submetem ao regime constitucional de crime de responsabilidade (entenda-se: eles não respondem por crime de responsabilidade); eles só são julgados por crimes comuns, pelo STF (CF, art. 102, I, b), ou, então, podem ser responsabilizados pela própria Casa Legislativa, por quebra do decoro parlamentar (CF, art. 55, II e § 2º), mas isso nada tem a ver com crime de responsabilidade.

  • A) ele deve ser estendido, por analogia, às ações de natureza cível ajuizadas em face das autoridades que possuam tal garantia;

    R: As ações civis, como, por exemplo, a Ação Popular, não são abarcadas pelo foro privilegiado, devendo ser processadas e julgadas no primeiro grau.

    B)a garantia, embora seja aplicada aos Senadores, não é extensiva aos seus suplentes;

    R: Correto! O foro por prerrogativa de função é aplicado apenas quando o parlamentar está no efetivo exercício de suas funções.

    C)a legislação federal, regulamentando a Constituição da República, pode ampliar a competência do Supremo Tribunal Federal;

    R: Só por Emenda Constitucional pode ser ampliada qualquer competência constitucional.

    D)essa garantia exige que o agente seja julgado pelo Supremo Tribunal Federal, mesmo após a cessação do exercício funcional, pelos atos praticados à época do seu exercício;

    R: O foro por prerrogativa de função cessa no término do mandato. Após o termo final, os autos são remetidos à primeira instância.

    E)ele deve ser estendido, por analogia, aos crimes de responsabilidade imputados aos membros do Congresso Nacional.

    R: Membros do Congresso Nacional não praticam crimes de responsabilidade.

  • Eu, pela centésima vez, caindo na E

  • Gabarito B, foro privilegiado serão julgados no STF tendo a relação com a função parlamentar e crime seja cometido durante o exercício de mandato.

  • Letra E

     Deputados e Senadores não cometem crimes de responsabilidade, pois não há previsão legal. Achei isso na pag. do Prof. Vicente Paulo:

    "Nenhum órgão julga os congressistas por crime de responsabilidade! Isso mesmo, os congressistas não se submetem ao regime constitucional de crime de responsabilidade (entenda-se: eles não respondem por crime de responsabilidade); eles só são julgados por crimes comuns, pelo STF (CF, art. 102, I, b), ou, então, podem ser responsabilizados pela própria Casa Legislativa, por quebra do decoro parlamentar (CF, art. 55, II e § 2º), mas isso nada tem a ver com crime de responsabilidade."

  • Fui direto na D, af


ID
1508665
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988 e que sofreu diversas modificações, tem a característica de:

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

  • Perdoem minha ignorância, mas onde há disposição constitucional fora da cf?

  • Diego, acredito que nos tratados internacionais de direitos humanos aprovados com o quorum de emenda constitucional


  • Uma Constituição codificada (orgânica ou unitextual) é aquela cujas normas se encontram inteiramente contidas num só texto, formando um único corpo de lei com princípios e regras ordenadas. A sua unitextualidade decorre da inexistência de "leis com valor constitucional" fora do texto da Constituição (J. J. Gomes Canotilho). E para Marcelo Novelino (Direito, p. 90-91), nossa CF/88 é CODIFICADA.


    A título de observação, a Constituição não codificada é a escrita formada por normas esparsas e fragmentadas em vários textos.


    E não custa observar que "A CONSTITUIÇÃO" é formada por um só texto - que é exatamente o que a questão indaga. A existência de TIDH aprovados cf. a CF (3/5, 2 x em, na CD e no SF) não torna A CONSTITUIÇÃO existente em mais de um texto. O que ocorre é que esses tratados passam a ter "status" de EC. Só! A CF/88 continua existindo num só texto, não sendo certo falar que a CF está tanto no seu texto e nos tratados. Tanto é que existe o Bloco Constitucional, formado por CF/88 + TIDH - e não a Constituição Federal dividida em vários textos. 


    Logo, a alternativa "C" também é correta.

  • de fato, os tratados internacionais sobre direitos humanos aprovados com quórum de EC tem força de norma constitucional, sem isso, são apenas norma infraconstitucional.

  • A alternativa "a" não estaria parcialmente errônea, tendo em vista que a competência dos Estados é residual?

  • Apesar de ser residual não deixa de estar prevista na CF.

    Delta DF !

  • A letra C é incorreta. Olhem o que diz o prof. João Trindade:

    "A EC nº 45/2004, incluiu um § 3º no art. 5º, prevendo que 'Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.'
    Após a referida emenda passou-se a ter a seguinte situação: a) os tratados internacionais que não fossem sobre direitos humanos continuam a valer com força de meras leis ordinárias; mas b) os tratados sobre direitos humanos aprovados pelo mesmo trâmite de emendas constitucionais (3/5 dos votos de cada Casa do Congresso, por dois turnos em cada uma delas) passaram a ter força de emenda constitucional, isto é, força de norma constitucional (derivada), incorporando-se ao texto da Constituição." (Direito Constitucional Objetivo: Teoria e Questões, João Trindade Cavalcante Filho, 2ª ed., pg. 89) (Grifo meu)
    Ao meu ver, esse é o mesmo entendimento da banca FGV.
    Bons estudos!
  • Qual o erro da B?

  • A respeito do erro da letra "B":  

    "Território não é ente da federação, mas sim integrante da União. Trata-se de mera descentralização administrativo-territorial da União. Embora tenha personalidade jurídica não tem autonomia política".

    De acordo com a CF:

    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito (...);
    Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição.

    citação: http://caduchagas.blogspot.com.br/2012/04/direito-constitucional-uniao-federal-e.html
  • Diogo Santiago, a Constituição Federal de 1988 nasceu como unitária, mas está em um processo de transformação em constituição esparsa. Já é possível encontrar normas escritas de natureza constitucional fora do texto codificado da CF/88. É o caso dos tratados internacionais de direitos humanos aprovados na forma do art. 5º, § 3º: a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência é um exemplo. Trata-se de uma norma escrita de natureza constitucional que está fora da CF/88. Além disso, encontram-se normas constitucionais fora da carta de 1988 em textos de emendas que não são incorporados ao texto principal da Constituição Federal, permanecendo no bojo das emendas de forma autônoma. Por exemplo, EC 32/2001, art. 2º: "medidas provisórias editadas em data anterior a esta emenda continuam em vigor até que outra MP posterior as revogue explicitamente ou até deliberação definitiva do CN." Isso é norma materialmente constitucional, mas não integra o texto da CF/88, permanecendo autonomamente no texto da EC. 

  • Letra A: Correta. Pode-se encontrar a resposta logo no artigo 1º da CF/88 "A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal..."Letra B: Errada. O Território apenas pertence à organização político-administrativa do Estado, conforme expõe o art. 18 da Magna Carta "Art. 18 A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição" Portanto, não é ente da Federação, mas sim integrante da União. Tem personalidade jurídica mas não possui autonomia política.

    Letra C: Errada. A priori, a CF seria formada por um texto único, no entanto, pra não "escorregar" na casca de banana, o candidato deve lembrar-se da EC nº 45/2004, que incluiu o § 3º no art. 5º e prevê "Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais", deixando a assertiva, portanto, incorreta.

    Letras D e E: Erradas. Estas assertivas dispensam comentário, uma vez que a Constituição Federal é o nosso maior expoente de liberdade e horizonte, de onde todos os outros regramentos emanam, portanto, em hipótese alguma, ela se submeteria à edição infraconstitucionais ou ratificação do seu texto. 
  • Existem três visões da constituição, que são a Sociológica, a Política e a Jurídica.

    Ferdinand Lassalle defende a visão sociológica, para a qual constituição é fato social e não norma. O texto da constituição apenas espelha a realidade social do País, das forças sociais. Há a reunião de valores sociais num documento formal. Seria a mesma coisa se disséssemos que constituição é a soma dos fatores reais de poder. Se a constituição não coadunar com os fatores reais de poder, será mera folha de papel.

    No entender de Carl Schmitt, que defende a visão política, constituição é decisão política fundamental. Poder Constituinte equivale à decisão política. A constituição surge a partir de um ato constituinte, fruto de vontade política fundamental. Ainda distingue Constituição e Leis Constitucionais. Constituição trata de matérias relevantes, chamada também de constituição em sentido material. Já as leis constitucionais, ou constituição em sentido formal, tratam daquilo que não trata da constituição; é o que sobra.

  • A última visão, defendida por Hans Kelsen, trata a constituição no sentido jurídico. Para ele constituição tem perspectiva estritamente formal, sendo pura norma jurídica. É a norma fundamental de um Estado, é o puro dever-ser. Não há cunho sociológico, político, filosófico ou moral.

    Kelsen divide o sentido jurídico em lógico-jurídico e jurídico-positivo.

    Lógico-jurídico: imagine uma norma fundamental e hipotética, que não está positivada, que, aliás, é o fundamento lógico de validade de uma constituição no sentido que a conhecemos. Vejamos que por esse sentido temos uma norma situada acima do topo, fora do direito positivo ou posto. Falamos que é fundamental, já que dá fundamento à constituição. E falamos ser hipotética, pois não pode ser posta ou positivada por um Estado, ela é pressuposta. Imagino o sentido lógico-jurídico como o "espírito" da constituição, que está num plano transcendental não palpável, por isso dizer "lógico", ou abstrato.

    No sentido jurídico-positivo, como é de se imaginar, é aquilo (o jurídico) que pode ser positivado, ou seja, é a constituição como a conhecemos. É o Poder Constituinte que positiva a constituição. Lembrando que a constituição escrita fundamenta todo o ordenamento jurídico. Ela está no topo da pirâmide. Acima do topo está o lógico-jurídico. 

  • Acho que o erro da letra D é dizer de um modo geral, pois algumas normas constitucionais necessitam de regulação por normas infraconstitucionais. mas não é o caso de toda a CF.

  • d) ter a sua eficácia condicionada à edição de padrões normativos infraconstitucionais que delimitem o seu alcance e definam os seus destinatários; A Regra é a Aplicabilidade Plena e Imediata, e a Exceção : A Eficácia contida onde há  a possibilidade de delimitação em sua aplicabilidade e a Limitada que depende de Regulamentação Infra. 

  • Eu acredito que a B também possa estar certa. Afinal, mesmo pelo desdobramento do poder constituinte derivado decorrente os entes políticos são obrigados a observar a CF. Se são obrigados, a CF rege os mesmos.

  • Rafael Prates Martins, vc viu a palavra ¨ Territórios¨ escrita na opção q vc mencionou? Não são entes da federação, portanto a opção está errada, assim como está errado o q vc disse

  • Sobre a C:

    A doutrina moderna fala em bloco de constitucionalidade, composto pelas normas expressamente constantes da Constituição Federal, além daquelas previstas nos tratados internacionais sobre direitos humanos – aprovados com quórum exigido –, dos princípios e dos direitos fundamentais implícitos.


ID
1508668
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Após os trâmites processuais regulares, o Tribunal de Justiça de determinado Estado entendeu que a ordem jurídica não o autorizava a julgar um processo submetido à sua apreciação, o que deveria ser feito pelo Tribunal Regional Federal com jurisdição no mesmo território. Este último Tribunal, por sua vez, ao receber os autos, teve entendimento diametralmente oposto, entendendo que a causa deveria ser apreciada pelo Tribunal de Justiça. Considerando a sistemática constitucional, é correto afirmar que se trata de um conflito:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    Art.105 I


    d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais, ressalvado o disposto no art. 102, I, "o", bem como entre tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a tribunais diversos;


    g) os conflitos de atribuições entre autoridades administrativas e judiciárias da União, ou entre autoridades judiciárias de um Estado e administrativas de outro ou do Distrito Federal, ou entre as deste e da União;


  • Art. 105, CF. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    (...)

    d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais, ressalvado o disposto no art. 102, I, "o" [trata da competência do STF], bem como entre tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a tribunais diversos.


    GABARITO: C

  • Na duvida marque STJ :)

  • Gabarito C.
    Art. 105, I-d (Cabe ao STJ processar e julgar, originariamente, conflito de competência entre quaisquer tribunais... bem como entre tribunais e juizes a ele não vinculados e entre juizes vinculados a tribunais diversos.

    Art. 102, I-o (Cabe ao STF: confflitos entre STJ e quaiquer tribunais, entre tribunais superiores,e entre estes e qualquer outro).

  • TRF-4 - APELAÇÃO CIVEL AC 1571420114049999 RS 0000157-14.2011.404.9999 (TRF-4) 

    CONSTITUCIONAL, PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. REVISÃO DE BENEFÍCIO DECORRENTE DE ACIDENTE DO TRABALHO. COMPETÊNCIADA JUSTIÇA ESTADUAL. REMESSA DOS AUTOS A ESTE TRF PELO TJ. SUSCITADO CONFLITO DE COMPETÊNCIA PERANTE O SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. 1. As ações visando revisão de benefício decorrente de acidente do trabalho são de competência da Justiça Estadual. Precedentes do STF e do STJ. 2. Existindo precedente remessa dos autos a este Tribunal Regional Federal pelo correspondente Tribunal de Justiça Estadual, mesmo que por decisão monocrática do Relator, impende suscitar Conflito de Competência perante o Superior Tribunal de Justiça.

  • STJ

    STF

    Crimes comuns: Governadores dos Estados e DF

    Crimes comuns: PR, VPR, membros do CN, seus próprios ministros e o PGR.

    Crimes comuns e de responsabilidade: desembargadores dos Tjs, TRTs, TRFs, TREs, e membros dos conselhos e TCMs que atuem nesses tribunais + HC coator ou paciente desses e dos governadores.

    Crimes comuns e de responsabilidade: Ministros de Estado, comandante M.A.E (ressalvado conexo PR), membros dos tribunais superiores (STM, STJ, TSE e TST), TCU e chefe de missão diplomática permanente.

    Conflitos entre: - TRIBUNAIS X TRIBUNAIS

    - TRIBUNAIS X Juízes (a ele não vinculados ou vinculados a outros tribunais);

    - Autoridades administrativas X JUD U,E

    Conflitos entre: - STJ X TRIBUNAIS *vide comentários;

    - Tribunais SUPERIORES x TRIBUNAIS

    Mandado de Injunção:

    Norma regulamentadora – órgão, entidade ou autoridade federal, da administração direta ou indireta.

    Mandado de Injunção:

    Norma regulamentadora – PR, CN, CD, SF, Mesas da CD e SF, TCU, um dos Tribunais Superiores ou o próprio STF.

    Recurso ORDINÁRIO:

    Conflito entre Estado ESTRANGEIRO / ORGANISMO INTERNACIONAL X Município ou pessoa residente no país.

    Competência Originária:

    Conflito entre Estado ESTRANGEIRO / ORGANISMOS INTERNACIONAL X U, DF ou T.

    Competências gerais:

    • Originária.
    • Recursal (Ordinário e Especial).

    Competências gerais:

    • Originária.
    • Recursal (Ordinário e Extraordinário).

    Recurso Especial: causas decididas em única ou última instância, pelos TRFs, TJs (DF, E, T), quando a decisão:

    - contrariar tratado ou lei federal, ou negar-lhes vigência;

    - julga válido ato de gov local contestado em face de lei federal;

    - der a lei federal interpretação divergente da que lhe tenha atribuído outro Tribunal.

    Recurso extraordinário: causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida:

    - contrariar a CF;

    - declarar inconstitucionalidade de tratado ou lei federal;

    - julgar válido lei ou ato de governo local contestado em face da CF;

    - julgar válida lei local contestada em face de lei federal.

    Seção IV

  • gente era pra ser uma tabelinha, mas essa porcaria nao fica certo aqui ¬¬

  • Conflito entre Justiças diferentes = STJ
    Ex.: TRT x TRF = STJ
      TRT x TJ = STJ

    Conflito que envolve um ou mais Tribunais Superiores = STF
    Ex.: TST x TSE = STF
            TST x TRF = STF
            TST x TJ = STF

    Vi num comentário uma vez e, desde então, tem me ajudado a resolver questões sobre conflitos de competência.

  • Conflito de Competência entre Tribunais Superiores - STJ, TST, STM, TSE - STF

    Conflito de Competência entre Tribunais Inferiores - TJ, Tribunal Militar, TRT, TRE - STJ

  • Basta saber o órgão de convergência entre os conflitantes. Neste caso, o órgão convergente entre o TJ e TRF é o STJ.

  • Galera, questão sem complicação!!! Basta saber o organograma do Poder Judiciário e gabaritar a questão.

             STF

             STJ                             Portanto, havendo conflito, quem resolve é o órgão de hierarquia superior, que no caso é o STJ.

    TJ               TRF


  • O STF só julga conflito de competência que envolva o STJ ou Tribunal Superior.

  • CF/88

    (...)

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    a) nos crimes comuns, os Governadores dos Estados e do Distrito Federal, e, nestes e nos de responsabilidade, os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, os dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho, os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais;

     

    (...).

  • Isaias, guarde seus comentários "toscos" pra vc cara. Ninguem aqui ta afim de saber sua opinião sobre as questões!

  • ATENÇÃO: SE FALAR EM TRIBUNAL SUPERIOR SERÁ STF !

  • GAB C.

    Art 105. Compete ao STJ

    I) processar e julgar:

    d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais, ressalvado o disposto no art 102, I, "o" (Competência do STF - conflitos entre STJ e quaisquer Tribunais Superiores), bem como entre tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a tribunais diversos. 

  • Justiças DIFERENTES => dirimido pelo STJ

    GABA C

  • Regras básicas para identificar a competência:

    1ª REGRA: Tem tribunal superior no meio? Então, competência do STF (Ex. TST X TRF)

    2ª REGRA: Conflito entre justiças diferentes sem a presença de tribunal superior? Então, competência do STJ (Ex. TJMG x TJSP)

    3ª REGRA: Conflito interno de competências? Então, competência do respectivo tribunal (Ex. JF 4ª Região X JF 4ª Região => TRF 4ª Região) "Roupa suja se lava em casa"

    Foco, força, fé... a vitória é certa quando não desistimos

  • Não muito distante da lela Aguiar, tenho como regras básicas as seguintes:

    1. se houver um Tribunal Superior no polo do conflito --> STF (Ex.: TSE x TRE = STF);

    2. conflito entre juízos vinculados a um mesmo tribunal hierarquicamente superior --> o respectivo tribunal hierarquicamente superior (Ex.: TRT/24 x juiz do trabalho da 1ª Região = TST);

    3. nos demais casos --> STJ (vários exemplos, mas, dentre outros: juiz do juizado federal x juiz de direito estadual = STJ);

     

    Acredito que só com esses parâmetros dê para resolver muitas questões por aí ^^'

  • Copy:


    Regras básicas para identificar a competência:

    1ª REGRA: Tem tribunal superior no meio? Então, competência do STF (Ex. TST X TRF)

    2ª REGRA: Conflito entre justiças diferentes sem a presença de tribunal superior? Então, competência do STJ (Ex. TJMG x TJSP)

    3ª REGRA: Conflito interno de competências? Então, competência do respectivo tribunal (Ex. JF 4ª Região X JF 4ª Região => TRF 4ª Região) "Roupa suja se lava em casa"

    Foco, força, fé... a vitória é certa quando não desistimos

  • Art. 105, CF. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    (...)

    d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais, ressalvado o disposto no art. 102, I, "o" [trata da competência do STF], bem como entre tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a tribunais diversos.

  • Entre briga de "filhos" o "pai" decide !

  • GABARITO: C

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais, ressalvado o disposto no art. 102, I, "o", bem como entre tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a tribunais diversos;

  • CONFLITOS ENTRE : TJ X TJ OU TJ X TRF === STJ SOLUCIONA

    QUANDO HOUVER NO AMBITO DA DISCUSSAO TRIBUNAL SUPERIOR O STF SOLUCIONA.


ID
1508671
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No julgamento da representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual, os Tribunais de Justiça devem observar que referida ação:

Alternativas
Comentários
  • Letra (c)


    Art. 24 § 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.
  • Art. 125, CF. Os Estados organizarão sua Justiça, observados os princípios estabelecidos nesta Constituição.

    (...)

    § 2º - Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual, vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão.


    E cf. Marcelo Novelino, o único parâmetro para o controle concentrado-abstrato no âmbito estadual são os dispositivos da Constituição Estadual, não sendo possível estender o parâmetro à Constituição Federal, nem à Lei Orgânica (Direito, p. 344).


    GABARITO: C

  • Com relação à D: 

    No duplo controle de constitucionalidade, a lei é alvo de controle de constitucionalidade no Tribunal de Justiça e no Supremo Tribunal Federal.


    Na simultaneidade de ADIs, o ato normativo é questionado:


    • No Tribunal de Justiça, com base na Carta do Estado-membro, que reproduz preceito da Constituição Federal de reprodução obrigatória pelas unidades federadas;

    • No Supremo Tribunal Federal, com base na Constituição da República.


    No caso de ajuizamento das ações ao mesmo tempo, deverá ocorrer a suspensão do processo na justiça estadual, até a deliberação do Supremo. Essa deliberação poderá se dar de duas maneiras:


    • O STF poderá considerar a norma estadual inconstitucional, o que fará com que a outra ADI, interposta na justiça estadual, perca seu objeto (STF, Pet. 2701, Agr, DJ de 19.03.2004);

    • O STF poderá decidir pela constitucionalidade da norma estadual. Nesse caso, o Tribunal de Justiça, havendo fundamento diverso que justifique a possível inconstitucionalidade da norma perante a Constituição do Estado, poderá continuar o julgamento da ADI estadual.


    Caso o julgamento não ocorra simultaneamente, há duas possibilidades:


    • Se a lei for declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça, será expurgada do ordenamento jurídico, não havendo que se falar em controle perante o STF;

    • Se a lei tiver sua constitucionalidade declarada pelo Tribunal de Justiça, poderá ser ajuizada ADI perante o STF. Nesse caso, a Corte poderá vir a considera-la inconstitucional, tendo sua decisão prevalência sobre a coisa julgada estadual.

    Outra possibilidade é de que, no segundo caso, haja recurso extraordinário perante o STF, caso o parâmetro constitucional seja norma de reprodução obrigatória pelos Estados-membros.


    Profa. Nádia Carolina do Estratégia

  • Sobre a norma parâmetro para a representação de inconstitucionalidade: "STF - AG.REG. NA RECLAMAÇÃO. Rcl 10500 SP (STF).

    Data de publicação: 28/09/2011.

    Ementa: RECLAMAÇÃO - FUNÇÃO CONSTITUCIONAL DO INSTRUMENTO RECLAMATÓRIO (RTJ 134/1033 - RTJ 166/785) - COMPETÊNCIA DOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA PARA EXERCER O CONTROLE ABSTRATO DE CONSTITUCIONALIDADE DE LEIS E ATOS NORMATIVOS ESTADUAIS E/OU MUNICIPAIS CONTESTADOS EM FACE DA CONSTITUIÇÃO ESTADUAL - A “REPRESENTAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE” NO ÂMBITO DOS ESTADOS-MEMBROS ( CF , ART. 125 , § 2º ) - A QUESTÃO DA PARAMETRICIDADE DAS CLÁUSULAS CONSTITUCIONAIS ESTADUAIS, DE CARÁTER REMISSIVO, PARA FINS DE CONTROLE CONCENTRADO DE LEIS E ATOS NORMATIVOS ESTADUAIS E/OU MUNICIPAIS CONTESTADOS, PERANTE O TRIBUNAL DE JUSTIÇA LOCAL, EM FACE DA CONSTITUIÇÃO ESTADUAL - DOUTRINA - PRECEDENTES - RECURSO DE AGRAVO IMPROVIDO . - O único instrumento jurídico revestido de parametricidade, para efeito de fiscalização concentrada de constitucionalidade de lei ou de atos normativos estaduais e/ou municipais, é, tão-somente, a Constituição do próprio Estado-membro ( CF , art. 125 , § 2º ), que se qualifica, para esse fim, como pauta de referência ou paradigma de confronto, mesmo nos casos em que a Carta Estadual haja formalmente incorporado, ao seu texto, normas constitucionais federais que se impõem à observância compulsória das unidades federadas. Doutrina. Precedentes . - Revela-se legítimo invocar, como referência paradigmática, para efeito de controle abstrato de constitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais e/ou municipais, cláusula de caráter remissivo, que, inscrita na Constituição Estadual , remete, diretamente, às regras normativas constantes da própria Constituição Federal , assim incorporando-as, formalmente, mediante referida técnica de remissão, ao plano do ordenamento constitucional do Estado-membro . - Com a técnica de remissão normativa, o Estado-membro confere parametricidade às normas, que, embora constantes da Constituição Federal , passam a compor, formalmente, em razão da expressa referência a elas feita, o “corpus” constitucional dessa unidade política da Federação, o que torna possível erigir-se, como parâmetro de confronto, para os fins a que se refere o art. 125 , § 2º da Constituição da República, a própria norma constitucional estadual de conteúdo remissivo. Doutrina. Precedentes. [...]."

  • Com relação à letra D, fiquei com uma dúvida, apesar da ótima explicação do Mário:

    Conforme explicado, "O STF poderá decidir pela constitucionalidade da norma estadual. Nesse caso, o Tribunal de Justiça, havendo fundamento diverso que justifique a possível inconstitucionalidade da norma perante a Constituição do Estado, poderá continuar o julgamento da ADI estadual".
    Nesse caso, a assertiva poderia ser considerada correta, já não especifica se o questionamento se dará com base em uma norma de reprodução obrigatória pelos Estados-membros (caso em que o processo teria obrigatoriamente o mesmo resultado, não fazendo sentido sua aceitação no TJ após a sentença do STF) ou com base em outro artigo exclusivamente estadual.
    "D - [referida ação] pode ser julgada no plano estadual ainda que o Supremo Tribunal Federal tenha declarado a constitucionalidade do ato normativo impugnado sob o prisma da Constituição da República".
    O item foi considerado errado, logo, a posição do CESPE é de que uma vez declarada a constitucionalidade mediante a CF, o TJ não pode mais julgar o caso.
    Entendi algo errado, ou houve mesmo uma generalização (um tanto indevida) na afirmativa? 
  • Francisco Vilela, também tive a mesma conclusão que a sua e, segundo a explicação do colega Mario, a assertiva "D" estaria também correta... 

  • QUERIA DAR UM CONSELHO A TODOS QUANTOS ASSIM ENTENDEREM...BEM COMO NAO QUERO SER O DONO DA VERDADE, CADA UM FAZ O Q QUISER....

    por q vcs, ao invés de ficar viajando na maionese e querendo decifrar a fundo o assunto da questao, a nivel de doutorado, nao se concentram em analisar a questao em si, e de ver o q é q a banca considera...qual é a verdade assim imposta a nivel de questoes colocadas....ou seja, ao invés de simplificar a coisa, vcs ficam numa viagem doutrinária sem tamanho...e se esquecem da questao...ou seja, do q importa.......????

  • Alan Rafael, concordo em partes com você, veja: 
    Deve haver simplicidade por parte dos colegas ao responder a questão; mas o aprofundamento (jurisprudência e doutrina) faz-se necessário diante da complexidade de outras provas.É, portanto, importante, mesmo que a questão não pede, ir além do que está sendo cobrado, porque deparamos com provas cada vez mais complexas.

    Acredito que deve haver dois tipos basicamente de comentários: o comentário simples(explicando cada alternativa) e outro com aprofundamento para aqueles que desejam se "aprofundar".
    MUITAS VEZES não conseguimos compreender com um comentário, mas com outros que remetam a uma doutrina ou jurisprudência já dá uma clareada.
    Bons estudos a todos !!!!
  • Concordo com o colega Felipe Lima. Há vários comentários que são verdadeiras aulas, e isso só faz nos enriquecer. Nossos colegas são muito generosos em compartilhar com todos esses comentários excelentes. Só tenho a agradecer. A única coisa que me chateei é comentario errado. Se não sabe ou esta na dúvida , melhor NÃO POSTAR.

  • Concordo com o Felipe Lima. Existem vários tipos de candidatos (com formação em direito, sem formação em direito) que estão se preparando para diversos tipos de concurso (técnico, analista, auditor, juiz federal etc). Quem não precisar de aprofundamento... simplesmente pula para a próxima questão. Aqui é um site para compartilhar, para engrandecer - e isso que é o lado bom da internet hoje. Todo mundo está aprendendo junto, dividindo dicas que podem vir a ser cruciais numa prova.

    Estou em fase de revisão para um concurso de carreira jurídica, e a essa altura do campeonato, não posso mais me dedicar a livros de doutrina. Então, nada melhor do que me deparar com comentários que vão além do pedido na questão, pois automaticamente eu vou revisar (e muitas vezes APRENDER) o assunto.

  • EU li todos os comentários e não consegui entender nenhum,. 

    Gabarito a letra C: a opção quer dizer que quem exerce o controle de inconstitucionalidade nos estados é o TJ, observando a CONSTITUIÇÃO estadual.

    Quem exerce controle de inconstitucionalidade no âmbito federal é o STF. segue abaixo o link que explica claramente esse art 125 da CF/88.

     https://www.youtube.com/watch?v=2JGVzf-m4RU

  • O que não pode é ir contra a CF.

  • Eu acho que nem entendi o que a questão pedi.  alguém pode colaborar e pedir comentários do professor? obrigada.

  • Vou tentar ajudar, depois de bastante ler a respeito, pois errei a questão.

    O parâmetro do controle de Constitucionalidade em face de lei estadual ou municipal SÓ pode ser o que está previsto na CONSTITUIÇÃO ESTADUAL. Tanto faz se o que nela está previsto é reprodução ou não da CF.

    Assim, só posso usar algo da CF caso minha CE tenha reproduzido expressamente tais dispositivos.

    Em síntese: está escrito na Constituição Estadual? Caso sim, pode ser usado como parâmetro de controle. Caso não, não pode.

    Por isso, a letra C está correta. 

    Agora, não sei qual o erro da letra D. Segundo o comentário do amigo Mário, tendo por base material da Prf. Nadia Carolina do Estartágia:

    "O STF poderá decidir pela constitucionalidade da norma estadual. Nesse caso, o Tribunal de Justiça, havendo fundamento diverso que justifique a possível inconstitucionalidade da norma perante a Constituição do Estado, poderá continuar o julgamento da ADI estadual."

    Bom, na opção D o STF decidiu dizendo que a tal lei estadual era constitucional. Mas isso não impede que a mesma lei seja inconstitucional frente a CE, com base em fundamentos diversos. Ao menos é que se extrai da aula da referida professora.


  •  

    Em relação a "d": considerando os comentários abaixo,  foi considerada incorreta por ser incompleta. Estaria correta, então:

    "pode ser julgada no plano estadual, havendo fundamento diverso que justifique a possível inconstitucionalidade da norma perante a Constituição do Estado, ainda que o Supremo Tribunal Federal tenha declarado a constitucionalidade do ato normativo impugnado sob o prisma da Constituição da República;".

    rjgr

  • GABARITO "C"

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Quando é proposta uma ADI no TJ contra lei municipal, qual é o parâmetro que será analisado pelo Tribunal?

    A Constituição Estadual. Isso está expressamente previsto no § 2º do art. 125 da CF/88: "§ 2º - Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual(...)".

    Assim, em regra, quando o Tribunal de Justiça julga uma ADI proposta contra lei ou ato normativo estadual ou municipal, ele deverá analisar se esta lei ou ato normativo viola ou não algum dispositivo da Constituição Estadual.

    Quando o TJ julga uma ADI contra lei estadual ou municipal, ele poderá declará-la inconstitucional sob o argumento de que viola um dispositivo da Constituição Federal?

    Em regra, não. Isso porque, como vimos acima, o parâmetro da ADI proposta perante o TJ é a Constituição Estadual (e não a Constituição Federal).

    Exceção

    A regra acima exposta comporta uma exceção.

    Os Tribunais de Justiça, ao julgarem a representação de inconstitucionalidade proposta contra lei municipal, poderão declará-la inconstitucional utilizando como parâmetro dispositivos da Constituição Federal, desde que eles sejam normas de reprodução obrigatória pelos Estados.

     

    CAVALCANTE, Márcio André Lopes. TJ pode julgar ADI contra lei municipal tendo como parâmetro norma da Constituição Federal?. Buscador Dizer o Direito, Manaus. Disponível em: <https://www.buscadordizerodireito.com.br/jurisprudencia/detalhes/bbc92a647199b832ec90d7cf57074e9e>. Acesso em: 26/05/2018

  • informativo 927 de dez/2018

    Coexistindo duas ações diretas de inconstitucionalidade, uma ajuizada perante o tribunal de justiça local e outra perante o STF, o julgamento da primeira – estadual – somente prejudica o da segunda – do STF – se preenchidas duas condições cumulativas:

    1) se a decisão do Tribunal de Justiça for pela procedência da ação e

    2) se a inconstitucionalidade for por incompatibilidade com preceito da Constituição do Estado sem correspondência na Constituição Federal.

    Caso o parâmetro do controle de constitucionalidade tenha correspondência na Constituição Federal, subsiste a jurisdição do STF para o controle abstrato de constitucionalidade. STF. Plenário. ADI 3659/AM, Rel. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 13/12/2018 (Info 927).

  • ANALISEM COMIGO ESSA QUESTÃO E VEJAM SE EU NÃO ESTOU CERTO.

    "No julgamento da representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual, os Tribunais de Justiça devem observar que referida ação:

    D) pode ser julgada no plano estadual ainda que o Supremo Tribunal Federal tenha declarado a constitucionalidade do ato normativo impugnado sob o prisma da Constituição da República;"

    Segundo o professor Marcelo Novelino, havendo simultâneos processus, a ação deve ser suspensa no TJ para aguardar a decisão do STD que poderá ser em dois sentidos:

    1º - Julgar pela INCONTITUCIONALIDADE: neste caso não há falar na possibilidade de o TJ julgar.

    2º - Julgar pela CONSTITUCIONALIDADE tendo como parâmetro a CF: neste caso, PODE o TJ proceder com o julgamento uma vez que o parâmetro será a CE e não a CF.

    Diante do exposto, a pergunta que eu faço é:

    Qual é o erro da alternativa "D" ?

    Se alguém puder ajudar eu agradeço.

  • Em regra, quando os Tribunais de Justiça exercem controle abstrato de constitucionalidade de leis municipais deverão examinar a validade dessas leis à luz da Constituição Estadual.      

    Exceção: os Tribunais de Justiça podem exercer controle abstrato de constitucionalidade de leis municipais utilizando como parâmetro normas da Constituição Federal, desde que se trate de normas de reprodução obrigatória pelos Estados.

    Fonte: https://www.dizerodireito.com.br/2017/02/tribunal-de-justica-pode-exercer.html


ID
1508674
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Assembleia Legislativa de determinado Estado da Federação, com o objetivo de aperfeiçoar os serviços prestados pelos Procuradores do Estado, alterou a Constituição Estadual. No entanto, somente uma entre as alterações promovidas encontra- se em harmonia com a Constituição da República, qual seja:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito "e"

    O cargo de Procurador Geral do Estado é de livre nomeação e exoneração pelo Governador do Estado, que pode escolher o Procurador Geral entre membros da carreira ou não. Precedentes." (ADI 291, Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento em 7-4-2010, Plenário, DJE de 10-9-2010.) No mesmo sentido: ADI 2.682, Rel. Min. Gilmar Mendes, julgamento em 12-2-2009, Plenário, DJE de 19-6-2009. Em sentido contrário: ADI 2.581, Rel. p/ o ac. Min. Marco Aurélio, julgamento em 16-8-2007, Plenário, DJE de 15-8-2008.

  • B) Art. 132, CF. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em carreira, na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. 


    C) "A garantia da inamovibilidade é conferida pela CF apenas aos magistrados, aos membros do Ministério Público e aos membros da Defensoria Pública, não podendo ser estendida aos procuradores do Estado." (ADI 291, Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento em 7-4-2010, Plenário, DJE de 10-9-2010.) No mesmo sentido:ADI 1.246-MC, Rel. Min. Moreira Alves, julgamento em 6-9-1995, Plenário, DJ de 6-10-1995.


    D) "A atividade de assessoramento jurídico do Poder Executivo dos Estados é de ser exercida por procuradores organizados em carreira, cujo ingresso depende de concurso público de provas e títulos, com a participação da OAB em todas as suas fases, nos termos do art. 132 da CF. Preceito que se destina à configuração da necessária qualificação técnica e independência funcional desses especiais agentes públicos. É inconstitucional norma estadual que autoriza a ocupante de cargo em comissão o desempenho das atribuições de assessoramento jurídico, no âmbito do Poder Executivo. Precedentes." (ADI 4.261, Rel. Min. Ayres Britto, julgamento em 2-8-2010, Plenário, DJE de 20-8-2010.) No mesmo sentido:ADI 4.843-MC, rel. min.Celso de Mello, decisão monocrática, julgamento em 19-12-2013, DJE de 3-2-2014;ADI 881-MC, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 2-8-1993, Plenário, DJ de 25-4-1997.


    Agora... Por que essa questão cai para técnico da SSP do Amazonas... Eu não sei!! Rs!!

  • Ainda não entendi o erro da Letra A.

    A advocacia pública federal é dividade em duas - AU (administração direta) e PF (administração indireta).

  • é só analisar o texto da cf, seç ii, da adv publ, e ter em mente a simetria q deve ter entre a ce e a cf....

    a) Procuradoria do Estado foi dividida em duas instituições autônomas e independentes, a Procuradoria da Administração Direta e a Procuradoria da Administração Indireta;

    na cf nao aparece isso...entao, tá errado

    b)foi vedado o exercício, pelos Procuradores do Estado, da atividade de consultoria jurídica do respectivo ente federado;

    vedado???...claro q nao

    c)os Procuradores do Estado passaram a ter a garantia da inamovibilidade, de modo que não poderão ser removidos do órgão em que atuam por decisão do superior hierárquico;

    essa garantia nao está explicitada nao na cf, entao....

    d)o ingresso na carreira de Procurador do Estado tanto poderá ocorrer a partir do preenchimento de cargo de provimento efetivo como de cargo em comissão;

    nao...só por concurso, o seu ingresso..

    e)o Procurador-Geral do Estado pode ser escolhido entre não integrantes da carreira.

    correto, pois, se a Advocacia-Geral da União tem por chefe o Advogado-Geral da União, de livre nomeação pelo Presidente da República, entao.....o governador tbém pode fazer o mesmo.....


    viram, q facil....precisa complicar com doutrinas e mais doutrinas........vlw

  • Natália, vc está confundindo... Esse procurador a que se refere a questão NÃO É MEMBRO DO MP, e sim da procuradoria do estado! Fazendo uma comparação pra facilitar o entendimento, em âmbito federal é o cargo equivalente ao advogado-geral da união e não ao cargo de procurador-geral da república. Procurador de justiça é membro do MP, procurador do estado que consta na questão é integrante da procuradoria do Estado e não do MP!

  • CF88 Seção II
    DA ADVOCACIA PÚBLICA
     

    Art. 131. A Advocacia-Geral da União é a instituição que, diretamente ou através de órgão vinculado, representa a União, judicial e extrajudicialmente, cabendo-lhe, nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento, as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo.

     

    § 1º A Advocacia-Geral da União tem por chefe o Advogado-Geral da União, de livre nomeação pelo Presidente da República dentre cidadãos maiores de trinta e cinco anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada.

    § 2º O ingresso nas classes iniciais das carreiras da instituição de que trata este artigo far-se-á mediante concurso público de provas e títulos.

    § 3º Na execução da dívida ativa de natureza tributária, a representação da União cabe à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, observado o disposto em lei.

     

    Art. 132. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em carreira, na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

     

    Parágrafo único. Aos procuradores referidos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício, mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios, após relatório circunstanciado das corregedorias.

  • Alternativa certa: letra E

     

    Atenção!

     

    Procurador-Geral do ESTADO (pertence a Poder Executivo)

    é diferente do

    Procurador-Geral de Justiça (esse aqui é do Ministério Público)

     

     

    Bons estudos!

  • O que está errado na letra A, com base na Constituição?

  • Simetria com o AGUzão...Gabarito E

  • Até onde aprendi o erra esta na letra D...

  • Para quem não entendeu o erro da letra "a", acredito que não há que se falar em Procuradoria da Administração indireta porque quem representa as autarquias são os procuradores autárquicos que não se confundem com os Procuradores dos Estados 

  • LETRA E

     

     

    O cargo de Procurador Geral do Estado é de livre nomeação e exoneração pelo Governador do Estado, que pode escolher o Procurador Geral entre membros da carreira ou não. 

     

    (ADI 291, Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento em 7-4-2010, Plenário, DJE de 10-9-2010)

     

     

    #gratidão 

  • Cabe ao "Governador a prerrogativa de nomear e exonerar, livremente, o Procurador-Geral do Estado" (Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino, D. Constitucional Descomplicado)

  • a) não há esta divisão


    b) Art. 132. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em carreira, na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

     

    c) "A garantia da inamovibilidade é conferida pela CF apenas aos magistrados, aos membros do Ministério Público e aos membros da Defensoria Pública, não podendo ser estendida aos procuradores do Estado." (ADI 291, Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento em 7-4-2010, Plenário, DJE de 10-9-2010.) No mesmo sentido:ADI 1.246-MC, Rel. Min. Moreira Alves, julgamento em 6-9-1995, Plenário, DJ de 6-10-1995.

     

    d) Art. 132. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em

    carreira, na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

     

    e) GABARITO- O cargo de Procurador Geral do Estado é de livre nomeação e exoneração pelo Governador do Estado, que pode escolher o Procurador Geral entre membros da carreira ou não. Precedentes." (ADI 291, Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento em 7-4-2010, Plenário, DJE de 10-9-2010)

  • Já a forma de nomeação do Procurador-Geral do Estado não foi prevista na Constituição Federal (art. 132). Em face desse silêncio, entende o Supremo Tribunal Federal que essa competência se insere no âmbito de autonomia de cada estado-membro, que poderá defini-la na Constituição estadual. Entretanto, ao disciplinar a matéria, o estado-membro não poderá subtrair do Governador a prerrogativa de nomear e exonerar, livremente, o Procurador-Geral do Estado.

  • A "E" está correta, inclusive pelo fato de que, no âmbito federal, o Presidente pode escolher qualquer cidadão com mais de 35 anos, notável saber jurídico e reputação ilibada. Tanto é que o Dias Toffoli (atual Ministro do STF) era advogado do PT antes de ser escolhido AGU.

    Assim, pelo princípio da simetria, poderia ser aplicável também nas PGE.

  • Procurador-Geral de Justiça = Membro de carreira do MP (obrigatório).

     

     

    Procuragor-Geral do Estado = "advogado do estado"

     

     

    Como o AGU (advogado da União) não precisa ser integrante de carreira(CF artigo 131, §1º), pelo princípio da simetria constitucional, pode a Constituição Estadual prever que o PGE ("advogado do estado") também possa ser livremente escolhido. 

  • A par do que expos o colega Romildo, peguei como base a AGU mesmo!

  • Em 17/07/2018, às 15:09:49, você respondeu a opção A.Errada!

    Em 24/05/2018, às 19:59:46, você respondeu a opção A.

     

    Há mais de 2 meses que eu venho querendo separar as coisas na PGE.

  • Acho isso muito errado. O Procurador-Geral do Estado deveria sim ser um membro da carreira, assim como o Advogado Geral da União. No entanto, como é um cargo em comissão, fica a disposição do Governador nomeá-lo.

    Gabarito: E

    Bons Estudos!!!

  • Fiquei boiando, achando que estavam falando do membro do MP.

  • LEMBRANDO QUE A CONSULTORIA E ACESSORAMENTO SÓ É ASSEGURADA AO PODER EXECUTIVO POR PARTE DA AGU E PGE.


ID
1508677
Banca
FGV
Órgão
SSP-AM
Ano
2015
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Edson, servidor público da área de segurança pública, tem refletido a respeito do alcance da garantia constitucional conhecida como “inviolabilidade do domicílio”. A partir da interpretação que realizou, formulou diversas proposições, mas somente uma delas encontra-se em harmonia com a Constituição da República. Assinale-a:

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    A Constituição Federal, em seu art. 5º, XI, declarou expressamente que “ a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”.


    O Código Penal, por sua vez, no art. 150,  4º, dispõe que a expressão “casa” compreende:


    a) qualquer compartimento habitado;

    b) aposento ocupado de habitação coletiva;

    c) compartimento não aberto ao público, onde alguém exerce profissão ou atividade.


  • GAB. "D".

    Como já pacificado pelo Supremo Tribunal Federal, domicílio, numa extensão conceituai mais larga, abrange até mesmo o local onde se exerce a profissão ou a atividade, desde que constitua um ambiente fechado ou de acesso restrito ao público, como é o caso típico dos escritórios profissionais.( STF - 2ª T. - HC n2 82.788/RJ - Rei. Min. Celso de Mello, Diário da Justiça, Seção I, 2 jun. 2006, p. 43.)

    Como salientado por Gianpaolo Smanio, “aquilo que for destinado especificamente para o exercício da profissão estará dentro da disposição legal”.

    FONTE: ALEXANDRE DE MORAES;

  • A meu ver a alternativa C tb está correta.

    Art. 5  XI - A casa  é  asilo  inviolável  do  indivíduo,  ninguém  nela  podendo  penetrar  sem consentimento  do  morador,  salvo  em  caso  de  flagrante  delito  ou  desastre,  ou  para prestar  socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial. 

  • Miriam, o erro da C é dizer que SOMENTE é possível penetrar, no domicílio alheio, sem o consentimento do morador ou ordem judicial, no caso de flagrante delito, quando na verdade a nossa Constituição elenca flagrante  delito  ou  desastre,  ou  para prestar  socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial.  Ou seja, não só em caso de flagrante delito!

  • a) salvo em caso de flagrante delito, ou desastre,ou prestar socorro, pode sim;

    b) não é casa da "mãe joana" pra entrar na hora que quer; com a leitura do inciso XI do art 5º já da para esclarecer;

    c) flagrante de delito não é a única forma de adentra sem consentimento ou ordem judicial. Desastre ou prestar socorro pode;

    d) CORRETA;

    e) é durante o dia, por determinação judicial.

  • Gabarito (D) , A casa no inciso XL tem o sentido amplo de não intende-se só por residencia,porém abrange até lugar onde se exerce profissão ou atividade.

    Inciso XL = A casa é um asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador,salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia por determinação judicial. 


  • Se Edson formulou 5 afirmações sobre direito de inviolabilidade do lar e 4 estavam erradas, fica a pergunta: 


    COMO EDSON PASSOU EM CONCURSO????

  • A) pode entrar no domicio do morador

    DURANTE O DIA                                            DURANTE A NOITE 

    Flagrante Delito                                                 Flagrante 

    Desastre                                                           Desastre

    Prestar socorro                                                Prestar Socorro

    Determinação Judicial 


    B) rsrs.. a banca viajou

    C) Quem sabe a A responde a C

    D) GABARITO***  O domicio do morador tem um sentido Amplo.. pra ter uma noção ate um TRAILER pode ser considerado***

    E) "DIAAAAAAA"... tem uns papo do STF sobre isso..MASSSS.. vamos entrar nisso nao.. so com o BASICÃO DA PRA FAZER ESSA QUESTÃO ATÉ BEBENDO UMA CERVEJINHA :)


    OBS---> caso haja algum equivoco.. Avisem-me !

  • é inviolável o domicilio sem o consentimento do morador, salvo em casos de flagrante delito ou desastre, ou para prestação de socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial. 

  • Resposta com base no entendimento do STF. Letra (d)

  • Segundo a doutrina e a jurisprudência, casa abrange não só o domicílio, como também o escritório, oficinas, garagens etc. (RT 467/385) ou, até, os quartos de hotéis.


    Pedro Lenza, pg. 602
  • Lugar não aberto ao público onde é exercida uma atividade ou profissão, tem status de domicílio.

  • A- Sem ordem judicial: prestação de socorro e flagrante de delito, nestes casos em qualquer hora

    B- Necessita de ordem judicial
    C-Faltou a prestação de socorro
    E- somente durante o dia.
    Por exclusão, gabarito é letra D.
  • COMENTÁRIOS:

    ————————

    Protege-se a Inviolabilidade Constitucional.

    Constituição Federal: art. 5, XI –“a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou durante o dia, por determinação judicial.”

    O tipo tem que ser analisado levando-se em conta a norma constitucional.

    SUJEITO ATIVO: Qualquer pessoa.

    SUJEITO PASSIVO:Quem tem o direito de admitir ou excluir alguém de sua casa.

    Para haver PERMANÊNCIA é necessário que entrada tenha sido licita, permitida.

    Trata-se de Crime de mera conduta, porque se protege o aspecto psicológico de quem mora na casa, e não a casa em si.

    O nome “casa” também abrange escritórios, consultórios (local de trabalho), local onde se exerce o animus domicili, como saveiros, barcos ou quartinhos.

    A jurisprudência não agasalha no conceito de “casa” – a boléia do caminhão ou os locais usados por mendigos para dormir em calçadas ou locais públicos.

    FONTE: https://codigopenalcomentado.wordpress.com/2010/03/31/art-150-violacao-de-domicilio/

  • O erro da alternativa ''C'' está na palavra somente, tendo em vista que é permitido adentrar na casa do indivíduo, sem o seu consentimento, nos casos de desastre e prestação de socorro 

  • a)  é peremptoriamente vedado ingressar no domicílio de alguém, em qualquer circunstância, sem ordem judicial;    (ERRADO)   OBS. Pode entrar nos caso de flagrante delito, desastre e prestar socorro

     

    b) a autoexecutoriedade dos atos administrativos permite que a administração tributária ingresse no domicílio individual quando lhe aprouver; (ERRADO)   OBS. Só Pode entrar nos caso de flagrante delito, desastre e prestar socorro ou por determinação judicial, durante o dia.

     

    c)  somente é possível penetrar, no domicílio alheio, sem o consentimento do morador ou ordem judicial, no caso de flagrante delito; (ERRADO)   OBS. "Somente" é muito restritivo, logo tem o casos de desastre e prestar socorro.

     

    d)  a garantia da inviolabilidade do domicílio estende-se aos escritórios profissionais; (CORRETO)   OBS. Pode ser qualquer lugar, até mesmo um lugar temporáravel.  EX: Um quarto de um motel.

     

    e)  a determinação judicial, autorizando a penetração no domicílio alheio sem o consentimento do morador, pode ser cumprida durante o dia ou à noite.    (ERRADO)   OBS. Somente durante o dia.

  • Letra D.

     

    Comentários:

     

    Letra A: errada. Havendo consentimento do morador, não há necessidade de ordem judicial. Ademais, não há necessidade

    de ordem judicial em caso de flagrante delito, desastre ou para prestar socorro.

     

     Letra B: errada. Não é bem assim! Sem o  consentimento do morador, haverá necessidade de ordem judicial para que a

    administração tributária ingresse no domicílio.

     

    Letra C: errada. Também é possível ingressar no domicílio sem o consentimento ou ordem judicial em caso de desastre

    ou para prestar socorro.

     

    Letra D: correta. É isso mesmo! Os escritórios profissionais estão dentro do conceito de “casa”.

     

    Letra E: errada. Com ordem judicial, o ingresso no domicílio do morador deverá ocorrer durante o dia.

     

     

     

    O gabarito é a letra D.

     

     

    Prof. Ricardo Vale

  • MEIO CONFUSO ESSE TAL EDSON, GABARITO (D) 

  • "a autoexecutoriedade dos atos administrativos permite que a administração tributária ingresse no domicílio individual quando lhe aprouver;"

    O Edson tava doidão.

  • Para as hipóteses permissivas de violação de domicílio: F.D.P. + Decisão Judicial

     

    Flagrante delito

    Desastre

    Prestar socorro

    +

    Decisão judicial - começa com D, logo somente Durante o Dia!

     

    Att

  • Percebi que a FGV usa bastante as pegadinhas relacionadas as palavras, NUNCA, SOMENTE, EXCLUSIVAMENTE.. Atenção!

  • A casa é asilo inviolável do indivíduo, nela ninguém podendo penetrar sem o consentimento do morador, salvo em certas hipóteses.

    Mas o que se insere no conceito de casa?

    A interpretação é ampla e abrangente, alcançando, além da residência (apartamento, casa), aposentos de habitação coletiva, desde que ocupados (hotel, motel, pensão, pousadas e hospedaria), escritórios profissionais, oficinas e garagens (STF, RHC 90.376).

  • D. a garantia da inviolabilidade do domicílio estende-se aos escritórios profissionais; correta

    art. 5º

    XI a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial

  • Esse "SOMENTE" quebrou minhas pernas. Pode entrar em caso de desastre, para prestar socorro...

  • ASSERTIVA CORRETA LETRA "D"

    Complementando;

    Letra A: Incorreta. Havendo consentimento do morador, não há necessidade de ordem judicial. Ademais, não há necessidade de ordem judicial em caso de flagrante delito, desastre ou para prestar socorro.

    Letra B: Incorreta. Não é bem assim! Sem o consentimento do morador, haverá necessidade de ordem judicial para que a administração tributária ingresse no domicílio.

    Letra C: Incorreta. Também é possível ingressar no domicílio sem o consentimento ou ordem judicial em caso de desastre ou para prestar socorro.

    Letra D: correta. É isso mesmo! Os escritórios profissionais estão dentro do conceito de “casa”.

    Letra E: Incorreta. Com ordem judicial, o ingresso no domicílio do morador deverá ocorrer durante o dia.