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Prova FCC - 2008 - TRT - 2ª REGIÃO (SP) - Analista Judiciário - Área Administrativa


ID
72145
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Da timidez

Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem
horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório
por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante
timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório
apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com
os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser
notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo
psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o
analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele
acha que se sentir inferior é doença.

Todo mundo é tímido, os que parecem mais tímidos são
apenas os mais salientes. Defendo a tese de que ninguém é
mais tímido do que o extrovertido. O extrovertido faz questão de
chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre
sua timidez. Já no notoriamente tímido a timidez que usa para
disfarçar sua extroversão tem o tamanho de um carro alegórico.
Segundo minha tese, dentro de cada Elke Maravilha* existe um
tímido tentando se esconder, e dentro de cada tímido existe um
exibido gritando: "Não me olhem! Não me olhem!", só para
chamar a atenção.

O tímido nunca tem a menor dúvida de que, quando
entra numa sala, todas as atenções se voltam para ele e para
sua timidez espetacular. Se cochicham, é sobre ele. Se riem, é
dele. Mentalmente, o tímido nunca entra num lugar. Explode no
lugar, mesmo que chegue com a maciez estudada de uma
noviça. Para o tímido, não apenas todo mundo mas o próprio
destino não pensa em outra coisa a não ser nele e no que pode
fazer para embaraçá-lo.


* Atriz de TV muito extrovertida, identificada pela maquiagem e roupas
extravagantes.

(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

Na abordagem da timidez, o autor se vale de contradições e paradoxos para demonstrar que

Alternativas
Comentários
  • O texto aponta várias passagens dessas contradições e paradoxos entre timidez e extroversão, provando que em vários momentos elas se fundem. Vejamos:

    "O extrovertido faz questão de chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre sua timidez."
    "...os que parecem mais tímidos são apenas os mais salientes. "
    "... ninguém é mais tímido do que o extrovertido. "

ID
72148
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Da timidez

Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem
horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório
por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante
timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório
apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com
os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser
notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo
psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o
analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele
acha que se sentir inferior é doença.

Todo mundo é tímido, os que parecem mais tímidos são
apenas os mais salientes. Defendo a tese de que ninguém é
mais tímido do que o extrovertido. O extrovertido faz questão de
chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre
sua timidez. Já no notoriamente tímido a timidez que usa para
disfarçar sua extroversão tem o tamanho de um carro alegórico.
Segundo minha tese, dentro de cada Elke Maravilha* existe um
tímido tentando se esconder, e dentro de cada tímido existe um
exibido gritando: "Não me olhem! Não me olhem!", só para
chamar a atenção.

O tímido nunca tem a menor dúvida de que, quando
entra numa sala, todas as atenções se voltam para ele e para
sua timidez espetacular. Se cochicham, é sobre ele. Se riem, é
dele. Mentalmente, o tímido nunca entra num lugar. Explode no
lugar, mesmo que chegue com a maciez estudada de uma
noviça. Para o tímido, não apenas todo mundo mas o próprio
destino não pensa em outra coisa a não ser nele e no que pode
fazer para embaraçá-lo.


* Atriz de TV muito extrovertida, identificada pela maquiagem e roupas
extravagantes.

(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

Considerando-se o contexto do primeiro parágrafo, deduz se da frase só ele acha que se sentir inferior é doença que, na opinião do autor,

Alternativas
Comentários
  • O fragmento antecedente justifica a resposta a questão "só alguém que se acha muito superior procura o analista para tratar um complexo de inferioridade..." , ou seja, achar-se inferior a alguém é um sentimento corriqueiro entre as pessoas, logo não se trata de uma doença e sim de um sentimento normal.

ID
72151
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Da timidez

Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem
horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório
por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante
timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório
apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com
os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser
notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo
psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o
analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele
acha que se sentir inferior é doença.

Todo mundo é tímido, os que parecem mais tímidos são
apenas os mais salientes. Defendo a tese de que ninguém é
mais tímido do que o extrovertido. O extrovertido faz questão de
chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre
sua timidez. Já no notoriamente tímido a timidez que usa para
disfarçar sua extroversão tem o tamanho de um carro alegórico.
Segundo minha tese, dentro de cada Elke Maravilha* existe um
tímido tentando se esconder, e dentro de cada tímido existe um
exibido gritando: "Não me olhem! Não me olhem!", só para
chamar a atenção.

O tímido nunca tem a menor dúvida de que, quando
entra numa sala, todas as atenções se voltam para ele e para
sua timidez espetacular. Se cochicham, é sobre ele. Se riem, é
dele. Mentalmente, o tímido nunca entra num lugar. Explode no
lugar, mesmo que chegue com a maciez estudada de uma
noviça. Para o tímido, não apenas todo mundo mas o próprio
destino não pensa em outra coisa a não ser nele e no que pode
fazer para embaraçá-lo.


* Atriz de TV muito extrovertida, identificada pela maquiagem e roupas
extravagantes.

(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

Reconhece-se como em si mesma paradoxal a seguinte expressão do texto:

Alternativas
Comentários
  • Segundo o site dicio.com.br, Retumbar significa: v.t. e v.i. Refletir o som com estrondo; ressoar, ecoar, estrondear, ribombar.
  • É uma expressão paradoxial porque o som estrondoso é tímido !
  • A timidez por si só, não é retubante, ou seja, não ecoa, não atrai as atenções. Logo, a junção dessas duas palavras é um visível paradoxo. Vejamos o fragmento do texto que comprova:

    "Se ficou notório por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante timidez é essa, que atrai tanta atenção?"
  • "Paradoxo é uma antítese extremada, em que duas ideias que se excluem são apresentadas como ocorrendo ao mesmo tempo e no mesmo contexto, o que gera uma contradição(não necessariamente real)."

    Mestre Arê do curso PLA.

    Uma coisa não pode ser retumbante e tímida ao mesmo tempo; vemos, então, uma contradição.
  • Paradoxo: Aparente contradição; são ideias contraditórias e impossíveis.

  • o gabarito dessa prova está com problema

  • Alternativa A - retumbante timidez.

    Motivo:

    O significado da palavra retumbante :'' Que provoca um som muito alto, intenso, de grande repercussão, capaz de se fazer ouvir ao longe; bombástico: ouviram o brado retumbante.'' Trazendo assim a ideia de algo que ''eleva, grande''

    O significado da palavra timidez ''estado, condição ou característica de tímido; acanhamento excessivo. Qualidade de quem é fraco, frouxo.'' Pelas palavras sublinhadas subentende-se que é algo mais ''fraco, baixo''.

    Conclui-se que:

    Retumbante (trás uma ideia de alto, forte, grande) timidez (fraco, baixo). Trazendo assim um paradoxo/oximoro (Contraste de ideias antagônicas)

  • GABARITO: LETRA  A

    Paradoxo:
    Duas ideias contrárias que coexistem, que ocorrem ao mesmo tempo, implicando falta de lógica.
    Amor é fogo que arde sem se ver, / É ferida que dói e não se sente, / É um contentamento descontente, / É dor que desatina sem doer. (Camões)
    Que música silenciosa ele toca!
    “Foi sem querer querendo.” (Chaves)

    FONTE: A gramática para concursos públicos / Fernando Pestana. – 2. ed. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2015.


ID
72154
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Da timidez

Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem
horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório
por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante
timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório
apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com
os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser
notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo
psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o
analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele
acha que se sentir inferior é doença.

Todo mundo é tímido, os que parecem mais tímidos são
apenas os mais salientes. Defendo a tese de que ninguém é
mais tímido do que o extrovertido. O extrovertido faz questão de
chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre
sua timidez. Já no notoriamente tímido a timidez que usa para
disfarçar sua extroversão tem o tamanho de um carro alegórico.
Segundo minha tese, dentro de cada Elke Maravilha* existe um
tímido tentando se esconder, e dentro de cada tímido existe um
exibido gritando: "Não me olhem! Não me olhem!", só para
chamar a atenção.

O tímido nunca tem a menor dúvida de que, quando
entra numa sala, todas as atenções se voltam para ele e para
sua timidez espetacular. Se cochicham, é sobre ele. Se riem, é
dele. Mentalmente, o tímido nunca entra num lugar. Explode no
lugar, mesmo que chegue com a maciez estudada de uma
noviça. Para o tímido, não apenas todo mundo mas o próprio
destino não pensa em outra coisa a não ser nele e no que pode
fazer para embaraçá-lo.


* Atriz de TV muito extrovertida, identificada pela maquiagem e roupas
extravagantes.

(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

As normas de concordância verbal estão plenamente respeitadas em:

Alternativas
Comentários
  • a) COSTUMA haver.b) Não se DEVE.c) CORRETA!d) INTERESSA.e) IMPOSSIBILITA.
  • a) Costuma haver nas pessoas extrovertidas traços marcantes de timidez.
    b) Não se deve imputar
    aos muito tímidos a culpa por sua notoriedade.
    c) Não deixam de ocorrer a um tímido as vantagens de sua timidez.
    d)
    Interessa a certos extrovertidos encobrir aspectos de sua timidez.
    e) O fato de serem tímidas não impossibilita as pessoas de serem notadas.
    Letra C
    Bons estudos

        

  • conferir explicação completa em: http://redeglobo.globo.com/sp/tvtribuna/camera-educacao/platb/2013/09/12/concordando-ou-nao-concordancia-verbal-com-haver-e-existir/


ID
72157
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Da timidez

Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem
horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório
por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante
timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório
apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com
os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser
notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo
psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o
analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele
acha que se sentir inferior é doença.

Todo mundo é tímido, os que parecem mais tímidos são
apenas os mais salientes. Defendo a tese de que ninguém é
mais tímido do que o extrovertido. O extrovertido faz questão de
chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre
sua timidez. Já no notoriamente tímido a timidez que usa para
disfarçar sua extroversão tem o tamanho de um carro alegórico.
Segundo minha tese, dentro de cada Elke Maravilha* existe um
tímido tentando se esconder, e dentro de cada tímido existe um
exibido gritando: "Não me olhem! Não me olhem!", só para
chamar a atenção.

O tímido nunca tem a menor dúvida de que, quando
entra numa sala, todas as atenções se voltam para ele e para
sua timidez espetacular. Se cochicham, é sobre ele. Se riem, é
dele. Mentalmente, o tímido nunca entra num lugar. Explode no
lugar, mesmo que chegue com a maciez estudada de uma
noviça. Para o tímido, não apenas todo mundo mas o próprio
destino não pensa em outra coisa a não ser nele e no que pode
fazer para embaraçá-lo.


* Atriz de TV muito extrovertida, identificada pela maquiagem e roupas
extravagantes.

(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

Transpondo-se para a voz passiva o segmento ninguém descobre sua timidez, a forma verbal resultante será:

Alternativas
Comentários
  • Ao transpor para a voz passiva ou ativa, o tempo e o modo do verbo não pode ser mudado.é - presenteterá - passadoserá - futuro
  • Regras da transposição de vozes verbais.Voz ativa: Sujeito ativo + verbo transitivo direto + objeto diretoEntre parênteses o que foi usado da frase na ativa para transformar a voz passiva.Voz passiva: sujeito passivo (O.D.) + locução verbal (V.T.D.) + agente da passivaPara transformar o verbo transitivo direto em locução verbar deveremos utilizar o seguinte esquema:locução verbal = verbo auxiliar (verbo ser) + verbo principal (no particípio)verbo auxiliar: sempre no mesmo tempo e modo do VTDverbo principal: é o mesmo verbo (VTD) no particípiovamos a alguns exemplos para facilitar:Voz ativaObina faz o gol.sujeito ativo: ObinaVTD: faz (presente do indicativo)Objeto direto: o golO gol é feito pelo Obina.Sujeito passivo: o gollocução verbal: é feito > é = mesmo tempo e modo (presente do indicativo) feito = mesmo verbo no particípioagente da passiva: pelo ObinaAgora um exemplo de voz passiva para ativa:Minha mente foi habitada por gnomos.sujeito passivo: minha menteverbo auxiliar: foi (pretérito perfeito do indicativo)verbo principal: habitada (participio)agente da passiva: por gnomosGnomos habitaram minha mente.sujeito ativo: gnomosVTD: habitaramobjeto direto: minha menteComo cheguei ao VTD?sujeito é Gnomos (eles) o verbo principal é habitar, e o tempo e modo eu pego do verbo auxilar foi (pretérito perfeito):Verbo habitarPretérito perfeitoeu habiteitu habitasteele habitounós habitamosvós habitasteseles habitaram
  • Ninguém descobre sua timidez. VOZ ATIVA

    -O objeto direto da voz ativa(sua timidez) será o sujeito da voz passiva.
    -O sujeito da voz ativa(ninguém) será o agente da passiva.
    -O verbo auxiliar 'SER' na voz passiva deverá estar no mesmo tempo verbal que o verbo principal da voz ativa( 'DESCOBRE'-presente do indicativo), e será seguido pelo verbo principal conjugado no particípio.

    Portanto:
    Sua timidez não É descoberta por ninguém. VOZ PASSIVA
  • não é descoberta.


ID
72160
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Da timidez

Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem
horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório
por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante
timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório
apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com
os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser
notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo
psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o
analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele
acha que se sentir inferior é doença.

Todo mundo é tímido, os que parecem mais tímidos são
apenas os mais salientes. Defendo a tese de que ninguém é
mais tímido do que o extrovertido. O extrovertido faz questão de
chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre
sua timidez. Já no notoriamente tímido a timidez que usa para
disfarçar sua extroversão tem o tamanho de um carro alegórico.
Segundo minha tese, dentro de cada Elke Maravilha* existe um
tímido tentando se esconder, e dentro de cada tímido existe um
exibido gritando: "Não me olhem! Não me olhem!", só para
chamar a atenção.

O tímido nunca tem a menor dúvida de que, quando
entra numa sala, todas as atenções se voltam para ele e para
sua timidez espetacular. Se cochicham, é sobre ele. Se riem, é
dele. Mentalmente, o tímido nunca entra num lugar. Explode no
lugar, mesmo que chegue com a maciez estudada de uma
noviça. Para o tímido, não apenas todo mundo mas o próprio
destino não pensa em outra coisa a não ser nele e no que pode
fazer para embaraçá-lo.


* Atriz de TV muito extrovertida, identificada pela maquiagem e roupas
extravagantes.

(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

Na frase Se ficou notório apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com os outros (...), o segmento sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido e a correção, por:

Alternativas
Comentários
  • Não obstante e apesar de são conjunções concessivas.Observe que nas concessivas parece que existe uma reclamação.
  • " Duas resposta possíveis, as conjunções NÃO OBSTANTE e CONQUANTO têm o mesmo valor de concessão."
  • Alguém sabe dizer se essa questão foi anulada, e se não foi qual o motivo? Pois a conjunção CONQUANTO também possui valor consessivo... foi a que marquei.
  • Eu também marquei a letra E. Mas, segundo o Prof. Décio Terror "Deve-se entender que “apesar de” transmite valor adverbial concessivo. Assim, eliminam-se as alternativas (A), pois “tendo em vista” transmite causa; (C), pois “em razão da” também transmite a ideia de causa.
    Além disso, exclui-se a alternativa (D), pois “inclusive” é palavra denotativa de inclusão, adição; portanto não cabe no contexto. Sobraram as alternativas (B) e (E), ambas com valor concessivo. Porém, deve-se observar que a conjunção “conquantoexige verbo, por iniciar obrigatoriamente uma oração; mas, na alternativa (E), há apenas o substantivo “timidez”. Portanto, a correta é a alternativa (B), pois a expressão “não obstante” pode iniciar um adjunto adverbial de concessão (não obstante a timidez), como o previsto neste contexto".
    Bons estudos

  • esse tipo de questao me deixa doidinha. e facil descartar as letras "a, c e d". agora adivinhar o porque da letra b e complicado kkkkkkk a explicacao do colega me deu uma luz. vou testar esse raciocinio em outras questoes!!!
  • Nas orações coordenativas os conectores são independentes. Ou seja, eles podem estar espalhados na oração (início, meio ou fim). Ademais, podem vim depois de vírgula, de ponto e vírgula e de ponto final. Isso não acontece com as orações subordinadas.

    Logo, os conectores das orações coordenadas podem se deslocar dentro da oração, pois são independentes da primeira oração. Veja:

    O Brasil é um país rico. Contudo o povo passa fome.

    O Brasil é um país rico, o povo, porém, passa fome.

    O Brasil é um país rico. O povo passa fome, não obstante.

    Resumo: nas orações coordenadas o conector pode se deslocar dentro da oração; o verbo estará, em regra, no modo indicativo; a oração coordenada é independente da oração principal.

    Nas orações subordinadas os conectores são dependentes (subordinativos). Ou seja, só podem vir no início da segunda oração. Ademais, só podem vir depois de vírgula. Além disso, as orações subordinadas pedem verbos no subjuntivo.

    Obs: os conectores das orações subordinadas estão proibidos de circularem pela oração. Esses só podem vir depois de vírgulas. Por quê? Caso viesse depois de ponto final, por exemplo, não seria oração subordinada e sim oração coordenada. Obs: ponto final encerra uma oração.

    Ex.: O Brasil é um país rico, ainda que o povo passe fome.

    Outra regra importante é a regra dos conectivos subordinativos antecedendo um verbo. Ou seja, o conectivo subordinativo pede verbo de imediato ou logo depois. Isso não acontece com os conectivos das coordenadas, pois eles podem aparecer em qualquer lugar da oração.

    Ex.: Eles continuaram fazendo os exercícios, NÃO OBSTANTE/CONQUANTO estivessem muito fatigados.

    O conectivo NÃO OBSTANTE pode ser adversativo (independente) e concessivo (dependente).

    "Se ficou notório apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com os outros (...),:

    Fazendo a alteração por conquanto não haveria verbo, o que prejudicaria a oração. Por isso da resposta letra "b". Vale lembrar que não obstante pode ter valor adversativo.

  • eu fiz a mesma coisa.


ID
72163
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Da timidez

Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem
horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório
por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante
timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório
apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com
os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser
notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo
psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o
analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele
acha que se sentir inferior é doença.

Todo mundo é tímido, os que parecem mais tímidos são
apenas os mais salientes. Defendo a tese de que ninguém é
mais tímido do que o extrovertido. O extrovertido faz questão de
chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre
sua timidez. Já no notoriamente tímido a timidez que usa para
disfarçar sua extroversão tem o tamanho de um carro alegórico.
Segundo minha tese, dentro de cada Elke Maravilha* existe um
tímido tentando se esconder, e dentro de cada tímido existe um
exibido gritando: "Não me olhem! Não me olhem!", só para
chamar a atenção.

O tímido nunca tem a menor dúvida de que, quando
entra numa sala, todas as atenções se voltam para ele e para
sua timidez espetacular. Se cochicham, é sobre ele. Se riem, é
dele. Mentalmente, o tímido nunca entra num lugar. Explode no
lugar, mesmo que chegue com a maciez estudada de uma
noviça. Para o tímido, não apenas todo mundo mas o próprio
destino não pensa em outra coisa a não ser nele e no que pode
fazer para embaraçá-lo.


* Atriz de TV muito extrovertida, identificada pela maquiagem e roupas
extravagantes.

(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

Está clara e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:

Alternativas
Comentários
  • Questão que envolve regência e concordância:a) quem conclui, conclui alguma coisa, não DE alguma coisa: onde se conclui de;b) o sujeito do "não se deve vexar" é "os tímidos por sua timidez", então o verbo deveria estar no plural;c) em cujas está mal empregado, pois cujo deve ligar dois substantivos, o que não ocorre na frase.d) o verbo implicar, na frase, não exige a preposição em.

ID
72166
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Da timidez

Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem
horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório
por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, que retumbante
timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório
apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com
os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser
notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo
psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o
analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele
acha que se sentir inferior é doença.

Todo mundo é tímido, os que parecem mais tímidos são
apenas os mais salientes. Defendo a tese de que ninguém é
mais tímido do que o extrovertido. O extrovertido faz questão de
chamar atenção para sua extroversão, assim ninguém descobre
sua timidez. Já no notoriamente tímido a timidez que usa para
disfarçar sua extroversão tem o tamanho de um carro alegórico.
Segundo minha tese, dentro de cada Elke Maravilha* existe um
tímido tentando se esconder, e dentro de cada tímido existe um
exibido gritando: "Não me olhem! Não me olhem!", só para
chamar a atenção.

O tímido nunca tem a menor dúvida de que, quando
entra numa sala, todas as atenções se voltam para ele e para
sua timidez espetacular. Se cochicham, é sobre ele. Se riem, é
dele. Mentalmente, o tímido nunca entra num lugar. Explode no
lugar, mesmo que chegue com a maciez estudada de uma
noviça. Para o tímido, não apenas todo mundo mas o próprio
destino não pensa em outra coisa a não ser nele e no que pode
fazer para embaraçá-lo.


* Atriz de TV muito extrovertida, identificada pela maquiagem e roupas
extravagantes.

(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)

Atente para as seguintes frases:

I. Não é possível estabelecer à medida que distancia um notório tímido de um notório extrovertido.

II. Não assiste às pessoas extrovertidas o privilégio exclusivo de se fazerem notar; também as tímidas chamam a atenção.

III. Ainda que com isso não se sintam à vontade, os tímidos costumam captar a atenção de todos.

Justifica-se o uso do sinal de crase SOMENTE em

Alternativas
Comentários
  • item I - descordo completamente pois não se trata de substantivo, mas sim de locução conjuntiva,portanto o item está correto
  • No item 1, a medida que não é locução conjuntiva. Como locução conjuntiva teria o sentido de à proporção que e na questão está com o sentido de medida (distância, comprimento).Devido a isso não tem crase.
  • - Não é possível estabelecer o quê? (VTD) Resposta: a medida (O.D., não exige preposição, portanto sem crase).II- corretaIII- correta
  • I - Aqui a questão tenta fazer confusão com a expressão "à medida que", só que não se trata dessa expressão e sim do uso normal das três palavras em sequência.Esse "a" é um artigo e "medida" é sujeito, enquanto o "que" é pronome relativo.

    II - Aqui o verbo "assistir" é transitivo indireto e rege a preposição "a" (quem assiste, assiste a algo). Como temos o artigo definido "as" a união deste com a preposição "a" causa ocorrência do fenomeno crase.

    III - Trata-se de expressão "à vontade" em que o uso da crase sempre ocorrerá. Caso semelhante à expressão "à medida que" com a qual a questão tentou confundir o candidato no item I.

    Bons estudos a todos! ;-)

  • não assiste às pessoas........... = não compete às pessoas..........
  • Olá pessoal,
    Apenas para complementar o conhecimento dos colegas, com relação à regência do verbo ASSISTIR, este possui três sentidos:
    1) Sentido de socorrer: Neste caso ele será, de preferência, um verbo transitivo direto, porém pode ser transitivo indireto.
    Ex: Assistiu ao/o doente.

    2) Sentido de ser espectador: Neste caso ele será transitivo indireto e exigirá complemento acompanhado da preposição "a".
    Ex: Assistiu ao filme
    Obs: O verbo assistir, neste sentido, não admite a pronome "lhe".
    Assistiu-lhe  -  Assistiu a ele (correto)

    3) Sentido de caber: Neste caso ele será transitivo indireto e exigirá complemento acompanhado da preposição "a".
    Ex: Esse direito assiste ao diretor.
    Portanto, devemos ter muita atenção ao analisar a regência do verbo empregado na frase, o que será determinante para o emprego do sinal indicativo de crase.
    Bons estudos.
  • Comentário do prof Fabiano Sales, do EVP...
    A afirmativa I foi a grande pegadinha da questão, pois muitos candidatos confundiram a medida que com a locução conjuntiva feminina à medida que. Notem que, no contexto, o verbo estabelecer é transitivo direto, ou seja, não exige preposição. Sendo assim, a medida é o objeto direto, precedendo o pronome relativo que, o qual retoma e evita a repetição da expressão a medida. Portanto, não se justifica o emprego do acento grave
    Com relação à afirmativa II, o verbo assistir foi empregado no sentido de caber. Nessa acepção, a transitividade é indireta, regendo o emprego da preposição a. Como o termo regido pessoas admite o emprego do artigo definido as, houve a fusão, ou seja, a crase.
    Por fim, a afirmativa III, à vontade é uma locução adverbial feminina de modo, em que se emprega o acento grave: Ainda que com isso não se sintam à vontade, os tímidos costumam captar a atenção de todos.
  • GABARITO: LETRA  A

    ACRESCENTANDO:

    Tudo o que você precisa para acertar qualquer questão de CRASE:

    I - CASOS PROIBIDOS: (são 15)

    1→ Antes de palavra masculina

    2→ Antes artigo indefinido (Um(ns)/Uma(s))

    3→ Entre expressões c/ palavras repetidas

    4→ Antes de verbos

    5→ Prep. + Palavra plural

    6→ Antes de numeral cardinal (*horas)

    7→ Nome feminino completo

    8→ Antes de Prep. (*Até)

    9→ Em sujeito

    10→ Obj. Direito

    11→ Antes de Dona + Nome próprio (*posse/*figurado)

    12→ Antes pronome pessoal

    13→ Antes pronome de tratamento (*senhora/senhorita/própria/outra)

    14→ Antes pronome indefinido

    15→ Antes Pronome demonstrativo(*Aquele/aquela/aquilo)

    II - CASOS ESPECIAIS: (são7)

    1→ Casa/Terra/Distância – C/ especificador – Crase

    2→ Antes de QUE e DE → qnd “A” = Aquela ou Palavra Feminina

    3→ à qual/ às quais → Consequente → Prep. (a)

    4→ Topônimos (gosto de/da_____)

    a) Feminino – C/ crase

    b) Neutro – S/ Crase

    c) Neutro Especificado – C/ Crase

    5→ Paralelismo

    6→ Mudança de sentido (saiu a(`) francesa)

    7→ Loc. Adverbiais de Instrumento (em geral c/ crase)

    III – CASOS FACULTATIVOS (são 3):

    1→ Pron. Possessivo Feminino Sing. + Ñ subentender/substituir palavra feminina

    2→ Após Até

    3→ Antes de nome feminino s/ especificador

    IV – CASOS OBRIGATÓRIOS (são 5):

    1→ Prep. “A” + Artigo “a”

    2→ Prep. + Aquele/Aquela/Aquilo

    3→ Loc. Adverbiais Feminina

    4→ Antes de horas (pode está subentendida)

    5→ A moda de / A maneira de (pode está subentendida)

    FONTE: Português Descomplicado. Professora Flávia Rita

     


ID
72169
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Duas linguagens

Na minha juventude, tive um grande amigo que era estudante
de Direito. Ele questionava muito sua vocação para os
estudos jurídicos, pois também alimentava enorme interesse
por literatura, sobretudo pela poesia, e não achava compatíveis
a linguagem de um código penal e a freqüentada pelos poetas.
Apesar de reconhecer essa diferença, eu o animava, sem muita
convicção, lembrando-lhe que grandes escritores tinham formação
jurídica, e esta não lhes travava o talento literário.

Outro dia reencontrei-o, depois de muitos anos. É juiz de
direito numa grande comarca, e parece satisfeito com a profissão.
Hesitei em lhe perguntar sobre o gosto pela poesia, e ele,
parecendo adivinhar, confessou que havia publicado alguns livros
de poemas - "inteiramente despretensiosos", frisou. Ficou de
me mandar um exemplar do último, que havia lançado
recentemente.

Hoje mesmo recebi o livro, trazido em casa por um amigo
comum. Os poemas são muito bons; têm uma secura de estilo
que favorece a expressão depurada de finos sentimentos.
Busquei entrever naqueles versos algum traço bacharelesco,
alguma coisa que lembrasse a linguagem processual. Nada.
Não resisti e telefonei ao meu amigo, perguntando-lhe como
conseguiu elidir tão completamente sua formação e sua vida
profissional, freqüentando um gênero literário que costuma
impelir ao registro confessional. Sua resposta:

? Meu caro, a objetividade que tenho de ter para julgar
os outros comunica-se com a objetividade com que busco tratar
minhas paixões. Ser poeta é afinar palavra justas e precisos
sentimentos. Justeza e justiça podem ser irmãs.

E eu que nunca tinha pensado nisso...

(Ariovaldo Cerqueira, inédito)

O argumento em favor da plena compatibilidade entre a linguagem da poesia e a das práticas jurídicas está formulado na seguinte frase:

Alternativas

ID
72172
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Duas linguagens

Na minha juventude, tive um grande amigo que era estudante
de Direito. Ele questionava muito sua vocação para os
estudos jurídicos, pois também alimentava enorme interesse
por literatura, sobretudo pela poesia, e não achava compatíveis
a linguagem de um código penal e a freqüentada pelos poetas.
Apesar de reconhecer essa diferença, eu o animava, sem muita
convicção, lembrando-lhe que grandes escritores tinham formação
jurídica, e esta não lhes travava o talento literário.

Outro dia reencontrei-o, depois de muitos anos. É juiz de
direito numa grande comarca, e parece satisfeito com a profissão.
Hesitei em lhe perguntar sobre o gosto pela poesia, e ele,
parecendo adivinhar, confessou que havia publicado alguns livros
de poemas - "inteiramente despretensiosos", frisou. Ficou de
me mandar um exemplar do último, que havia lançado
recentemente.

Hoje mesmo recebi o livro, trazido em casa por um amigo
comum. Os poemas são muito bons; têm uma secura de estilo
que favorece a expressão depurada de finos sentimentos.
Busquei entrever naqueles versos algum traço bacharelesco,
alguma coisa que lembrasse a linguagem processual. Nada.
Não resisti e telefonei ao meu amigo, perguntando-lhe como
conseguiu elidir tão completamente sua formação e sua vida
profissional, freqüentando um gênero literário que costuma
impelir ao registro confessional. Sua resposta:

? Meu caro, a objetividade que tenho de ter para julgar
os outros comunica-se com a objetividade com que busco tratar
minhas paixões. Ser poeta é afinar palavra justas e precisos
sentimentos. Justeza e justiça podem ser irmãs.

E eu que nunca tinha pensado nisso...

(Ariovaldo Cerqueira, inédito)

Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de um segmento do texto em:

Alternativas
Comentários
  • obliterar: Fazer desaparecer pouco a pouco, mas deixando alguns vestígios; destruir com o uso; expungir, suprimir.elidir: Eliminar, suprimir. lograr: Desfrutar, fruir, gozar, obter, possuir; tirar lucro, auferir vantagens; aproveitar(-se).Resposta letra D.
  • A) não lhes travava o talento = não atrapalhava o talento

         não ia ao encontro de seu potencial: para conseguir o mesmo significado da primeira frase, teria de ser: não ia de encontro ao seu potencial

    B)"inteiramente despretensiosos", frisou = completamente sem pretensões, sem ambições

       "em nada intencionais", aludiu.= sem intenção

    C) têm uma secura de estilo =  manifestam uma esterilidade. - neste caso, apesar das palavras secura e esterilidade poderem ser utilizadas como sinônimo de limpeza, no contexto a secura traz uma intenção de um texto limpo, bom, e a esterilidade traria uma intenção de texto pobre.

    D) correta, já comentada pelo colega abaixo.

    E)impelir ao registro confessional = impelir é estimular

     demover o plano das confissões = demover é fazer desistir.


ID
72175
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Duas linguagens

Na minha juventude, tive um grande amigo que era estudante
de Direito. Ele questionava muito sua vocação para os
estudos jurídicos, pois também alimentava enorme interesse
por literatura, sobretudo pela poesia, e não achava compatíveis
a linguagem de um código penal e a freqüentada pelos poetas.
Apesar de reconhecer essa diferença, eu o animava, sem muita
convicção, lembrando-lhe que grandes escritores tinham formação
jurídica, e esta não lhes travava o talento literário.

Outro dia reencontrei-o, depois de muitos anos. É juiz de
direito numa grande comarca, e parece satisfeito com a profissão.
Hesitei em lhe perguntar sobre o gosto pela poesia, e ele,
parecendo adivinhar, confessou que havia publicado alguns livros
de poemas - "inteiramente despretensiosos", frisou. Ficou de
me mandar um exemplar do último, que havia lançado
recentemente.

Hoje mesmo recebi o livro, trazido em casa por um amigo
comum. Os poemas são muito bons; têm uma secura de estilo
que favorece a expressão depurada de finos sentimentos.
Busquei entrever naqueles versos algum traço bacharelesco,
alguma coisa que lembrasse a linguagem processual. Nada.
Não resisti e telefonei ao meu amigo, perguntando-lhe como
conseguiu elidir tão completamente sua formação e sua vida
profissional, freqüentando um gênero literário que costuma
impelir ao registro confessional. Sua resposta:

? Meu caro, a objetividade que tenho de ter para julgar
os outros comunica-se com a objetividade com que busco tratar
minhas paixões. Ser poeta é afinar palavra justas e precisos
sentimentos. Justeza e justiça podem ser irmãs.

E eu que nunca tinha pensado nisso...

(Ariovaldo Cerqueira, inédito)

A afirmação feita pelo juiz de que a objetividade para julgar alguém comunica-se com a objetividade poética na expressão das paixões salienta sua convicção de que

Alternativas

ID
72178
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Duas linguagens

Na minha juventude, tive um grande amigo que era estudante
de Direito. Ele questionava muito sua vocação para os
estudos jurídicos, pois também alimentava enorme interesse
por literatura, sobretudo pela poesia, e não achava compatíveis
a linguagem de um código penal e a freqüentada pelos poetas.
Apesar de reconhecer essa diferença, eu o animava, sem muita
convicção, lembrando-lhe que grandes escritores tinham formação
jurídica, e esta não lhes travava o talento literário.

Outro dia reencontrei-o, depois de muitos anos. É juiz de
direito numa grande comarca, e parece satisfeito com a profissão.
Hesitei em lhe perguntar sobre o gosto pela poesia, e ele,
parecendo adivinhar, confessou que havia publicado alguns livros
de poemas - "inteiramente despretensiosos", frisou. Ficou de
me mandar um exemplar do último, que havia lançado
recentemente.

Hoje mesmo recebi o livro, trazido em casa por um amigo
comum. Os poemas são muito bons; têm uma secura de estilo
que favorece a expressão depurada de finos sentimentos.
Busquei entrever naqueles versos algum traço bacharelesco,
alguma coisa que lembrasse a linguagem processual. Nada.
Não resisti e telefonei ao meu amigo, perguntando-lhe como
conseguiu elidir tão completamente sua formação e sua vida
profissional, freqüentando um gênero literário que costuma
impelir ao registro confessional. Sua resposta:

? Meu caro, a objetividade que tenho de ter para julgar
os outros comunica-se com a objetividade com que busco tratar
minhas paixões. Ser poeta é afinar palavra justas e precisos
sentimentos. Justeza e justiça podem ser irmãs.

E eu que nunca tinha pensado nisso...

(Ariovaldo Cerqueira, inédito)

Está adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:

Alternativas
Comentários
  • não entendi essa questão. alguém poderia explicar?
  • a) O autor nunca teria suspeitado que seu amigo viesse a se revelar um poeta extremamente expressivo. (CORRETO)b) Embora animasse [PRET IMP SUB em vez de PRES. SUB] seu amigo, o autor não revelou [PRET PERF IND. em vez de PRET M-Q-PERF IND] plena convicção de que um juiz pudesse [PRET IMP SUB em vez de PRET IMP IND] ser um grande poeta. c) O autor logo recebeu [PRET. PERF. em vez de PRET M-Q-PERF IND] em casa o último livro de poemas que seu amigo lhe prometera [PRET M-Q-PERF IND em vez de PRET PERF IND] enviar. d) Naqueles poemas não se notava qualquer traço bacharelesco que viesse [PRET IMP SUB em vez de FUT PRET IND] a toldar o estilo preciso e depurado dos versos. e) Ainda que buscasse [PRET IMP SUB em vez de PRES. SUB] entrever algum excesso de formalismo nos poemas do amigo, o autor não os tinha encontrado.
  • a) O autor nunca teria suspeitado que seu amigo viesse a se revelar um poeta extremamente expressivo.
    TERIA - futuro do pretérito
    VIESSE - pretérito imperfeito do subjuntivo

    b) Embora anime seu amigo, o autor não revelara plena convicção de que um juiz podia ser um grande poeta.
    ANIME - presente do subjuntivo
    REVELARA - pretérito-mais-que-perfeito

    c) O autor logo recebera em casa o último livro de poemas que seu amigo lhe prometeu enviar.
    RECEBERA - pretérito-mais-que-perfeito
    PROMETEU-pretérito perfeito
    (Obs.: na teoria, a correlação dessa alternativa esta correta, no entanto, o 'pretérito-mais- que-perfeito é uma ação que ocorreu antes de outra passada. Então deveria ser : recebeu e prometera) 

    d) Naqueles poemas não se notava qualquer traço bacharelesco que viria a toldar o estilo preciso e depurado dos versos.
    NOTAVA - pretérito imperfeito do indicativo
    VIRIA A TOLDAR - locução verbal - verbo auxiliar(viria)+preposição(a)+infinitivo(toldar)

    e) Ainda que busque entrever algum excesso de formalismo nos poemas do amigo, o autor não os tinha encontrado.
     BUSQUE - presente do subjuntivo
    TINHA ENCONTRADO - pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo

    Segue resumo de correlação para nunca mais errar...
    PARA OS MAIS PROLIXOS...

    1.       Presente do indicativo com presente do subjuntivo
    2.       Presente do indicativo com o pretérito perfeito composto
    3.       Presente do indicativo com o futuro do presente
    4.       Pretérito perfeito com pretérito imperfeito
    5.       Pretérito perfeito com mais-que-perfeito composto do subjuntivo
    6.       Pretérito imperfeito com pretérito-mais-que-perfeito
    7.       Pretérito imperfeito com futuro do pretérito
    8.       Pretérito-mais-que-perfeito com pretérito perfeito
    9.       Imperfeito do subjuntivo com futuro do pretérito
    10.     Futuro do subjuntivo com futuro do presente

    PARA OS MAIS SINTÉTICOS...
    1.       PRESENTE COM PRESENTE
    2.       PASSADO COM PASSADO
    3.       PRESENTE COM FUTURO DO PRESENTE
    4.       PASSADO COM FUTURO DO PRETÉRITO
  • Comentário Perfeito!! Parabens CriS2...


ID
72181
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Duas linguagens

Na minha juventude, tive um grande amigo que era estudante
de Direito. Ele questionava muito sua vocação para os
estudos jurídicos, pois também alimentava enorme interesse
por literatura, sobretudo pela poesia, e não achava compatíveis
a linguagem de um código penal e a freqüentada pelos poetas.
Apesar de reconhecer essa diferença, eu o animava, sem muita
convicção, lembrando-lhe que grandes escritores tinham formação
jurídica, e esta não lhes travava o talento literário.

Outro dia reencontrei-o, depois de muitos anos. É juiz de
direito numa grande comarca, e parece satisfeito com a profissão.
Hesitei em lhe perguntar sobre o gosto pela poesia, e ele,
parecendo adivinhar, confessou que havia publicado alguns livros
de poemas - "inteiramente despretensiosos", frisou. Ficou de
me mandar um exemplar do último, que havia lançado
recentemente.

Hoje mesmo recebi o livro, trazido em casa por um amigo
comum. Os poemas são muito bons; têm uma secura de estilo
que favorece a expressão depurada de finos sentimentos.
Busquei entrever naqueles versos algum traço bacharelesco,
alguma coisa que lembrasse a linguagem processual. Nada.
Não resisti e telefonei ao meu amigo, perguntando-lhe como
conseguiu elidir tão completamente sua formação e sua vida
profissional, freqüentando um gênero literário que costuma
impelir ao registro confessional. Sua resposta:

? Meu caro, a objetividade que tenho de ter para julgar
os outros comunica-se com a objetividade com que busco tratar
minhas paixões. Ser poeta é afinar palavra justas e precisos
sentimentos. Justeza e justiça podem ser irmãs.

E eu que nunca tinha pensado nisso...

(Ariovaldo Cerqueira, inédito)

Todas as formas verbais estão corretamente empregadas e flexionadas na frase:

Alternativas
Comentários
  • a) Não há nada que IMPILA mais ao registro confessional da linguagem do que uma vocação poética essencialmente lírica. b) O juiz disse ao amigo que lhe conviEra freqüentar as duas linguagens, a poética e a jurídica. c) Constatou que nos poemas não se vislumbrava qualquer marca que adviesse da formação profissional do amigo. PERFEITA d) O juiz lembrou ao amigo que o ofício de poeta não destituI de objetividade o ofício de julgar. e) Nem bem se detIVera na leitura dos poemas do amigo e já percebera que se tratava de uma linguagem muito depurada.
  • Comentários (fonte: Henrique Nuco, Português FCC, editora Ferreira)

    a) Não há nada que impela mais ao registro confessional da linguagem do que uma vocação poética essencialmente lírica. ERRADO. O presente do subjuntivo do verbo "impelir" é: que eu impila, tu impilas, ele impila, nós impilamos, vós impilais, eles impilam. CORREÇÃO: não há nada que IMPILA mais ao registro confessional da linguagem que uma vocação poética essecialmente lírica. 

    b) O juiz disse ao amigo que lhe convira freqüentar as duas linguagens, a poética e a jurídica. ERRADO. O verbo "convir" conjuga-se como "vir". Assim: viera>conviera. CORREÇÃO:  O juiz disse ao amigo que lhe CONVIERA...

    c) Constatou que nos poemas não se vislumbrava qualquer marca que adviesse da formação profissional do amigo. CERTO. Todas as formas verbais estão corretas: constatou (pretérito perfeito do indicativo do verbo "constatar"), vislumbrava (pretérito imperfeito do indicativo de "vislumbrar"), adviesse (pretérito imperfeito do subjuntivo de "advir", que se conjuga como "vir" > VIESSE = ADVIESSE. 



  • (A)  Impila
    (B)  Conviera
    (C) Correta.
    (D)  Destitui
    (E)  Detivera
    Bons estudos


ID
72184
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Duas linguagens

Na minha juventude, tive um grande amigo que era estudante
de Direito. Ele questionava muito sua vocação para os
estudos jurídicos, pois também alimentava enorme interesse
por literatura, sobretudo pela poesia, e não achava compatíveis
a linguagem de um código penal e a freqüentada pelos poetas.
Apesar de reconhecer essa diferença, eu o animava, sem muita
convicção, lembrando-lhe que grandes escritores tinham formação
jurídica, e esta não lhes travava o talento literário.

Outro dia reencontrei-o, depois de muitos anos. É juiz de
direito numa grande comarca, e parece satisfeito com a profissão.
Hesitei em lhe perguntar sobre o gosto pela poesia, e ele,
parecendo adivinhar, confessou que havia publicado alguns livros
de poemas - "inteiramente despretensiosos", frisou. Ficou de
me mandar um exemplar do último, que havia lançado
recentemente.

Hoje mesmo recebi o livro, trazido em casa por um amigo
comum. Os poemas são muito bons; têm uma secura de estilo
que favorece a expressão depurada de finos sentimentos.
Busquei entrever naqueles versos algum traço bacharelesco,
alguma coisa que lembrasse a linguagem processual. Nada.
Não resisti e telefonei ao meu amigo, perguntando-lhe como
conseguiu elidir tão completamente sua formação e sua vida
profissional, freqüentando um gênero literário que costuma
impelir ao registro confessional. Sua resposta:

? Meu caro, a objetividade que tenho de ter para julgar
os outros comunica-se com a objetividade com que busco tratar
minhas paixões. Ser poeta é afinar palavra justas e precisos
sentimentos. Justeza e justiça podem ser irmãs.

E eu que nunca tinha pensado nisso...

(Ariovaldo Cerqueira, inédito)

Está adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:

Alternativas
Comentários
  • a) Meu amigo juiz escrevia poemas CUJO estilo de linguagem era muito depurado. b) Expressava-se numa linguagem poética em que ele se obrigara a ser contido e disciplinado. CORRETO c) Logo recebi o livro de poemas Dos quais o grande valor expressivo eu sequer desconfiava. d) Surpreendeu-me que tivesse escrito poemas NOS QUAIS não havia vestígio de academicismos. OBS: NA FRENTE DO CUJO SÓ PODE VIR SUBSTANTIVO! e) Meu amigo deu-me uma explicação PELA qual pude aproveitar uma lição muito original
  • Comentários (fonte: Henrique Nuco, Português FCC, editora Ferreira)


    a) Meu amigo juiz escrevia poemas que o estilo de linguagem era muito depurado. ERRADO. CORREÇÃO: Meu amigo juiz escrevia poemas CUJO estilo de linguagem era muito depurado. JUSTIFICATIVA: O pronome "cujo" e flexões (cujo, cuja, cujos, cujas), correspondente a DO QUAL, DA QUAL, DOS QUAIS, DAS QUAIS, DE QUEM, usam-se somente quando houver indicação de POSSE; esse pronome fica entre o possuidor (sbustantivo antecedente > poemas) e o possuído (substantivo posterior > estilo) e concorda obrigatoriamente com a coisa possuída (poemas CUJO estilo de linguagem = estilo de linguagem dos poemas = seu estilo). Oração principal: Meu amigo escrevia poema; oração subordinada adjtiva: CUJO (cujo = seu) estilo de linguagem era muito depurado. 

    b) Expressava-se numa linguagem poética em que ele se obrigara a ser contido e disciplinado. CERTO. JUSTIFICATIVA: Oração principal: Expressava-se numa linguagem poética; oração subordinada adjetiva explicativa: EM QUE ele se obrigara a ser contido e disciplinado. Ordem direta da oração adjetiva: ele se obrigara a ser contido e disciplinado EM QUE (em que = na linguagem poética). 

     c) Logo recebi o livro de poemas nos quais o grande valor expressivo eu sequer desconfiava.ERRADO. CORREÇÃO: Logo recebi o livro de poemas DOS QUAIS (ou DE QUE) o grande valor expressivo eu sequer desconfiava. JUSTIFICATIVA: Oração principal: Logo que recebi o livro de poemas; oração subordinada adjetiva: DOS QUAIS (ou DE QUE) o grande valor expressivo eu sequer desconfiava. Ordem direta da oração adjetiva: eu sequer desconfiava DOS QUAIS (DOS QUAIS ou DE QUE = do grande valor expressivo; quem desconfia, desconfia DE algo). 


    d) Surpreendeu-me que tivesse escrito poemas em cujos não havia vestígio de academicismos. ERRADO. CORREÇÃO; Supreendeu-me que tivesse escrito poemas EM QUE (ou NOS QUAIS) não havia vestígio de academicismos. JUSTIFICATIVA: Oração principal + oração substantiva: Surpreendeu-me que tivesse escrito poemas; oração subordinada adjetiva: EM QUE (ou NOS QUAIS) havia vestígio de academicismos. Ordem direta da oração adjetiva: não havia vestígio de academicismos em que (= nos quais = nos poemas). 

    e) Meu amigo deu-me uma explicação à qual pude aproveitar uma lição muito original. ERRADO. CORREÇÃO: Meu amigo deu-me uma explicação; oração subordinada adjetiva: DA QUAL pude aproveitar uma lição muito original. Ordem direta da oração adjetiva: pude aproveitar uma lição muito original DA QUAL (=da explicação).


ID
72187
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Duas linguagens

Na minha juventude, tive um grande amigo que era estudante
de Direito. Ele questionava muito sua vocação para os
estudos jurídicos, pois também alimentava enorme interesse
por literatura, sobretudo pela poesia, e não achava compatíveis
a linguagem de um código penal e a freqüentada pelos poetas.
Apesar de reconhecer essa diferença, eu o animava, sem muita
convicção, lembrando-lhe que grandes escritores tinham formação
jurídica, e esta não lhes travava o talento literário.

Outro dia reencontrei-o, depois de muitos anos. É juiz de
direito numa grande comarca, e parece satisfeito com a profissão.
Hesitei em lhe perguntar sobre o gosto pela poesia, e ele,
parecendo adivinhar, confessou que havia publicado alguns livros
de poemas - "inteiramente despretensiosos", frisou. Ficou de
me mandar um exemplar do último, que havia lançado
recentemente.

Hoje mesmo recebi o livro, trazido em casa por um amigo
comum. Os poemas são muito bons; têm uma secura de estilo
que favorece a expressão depurada de finos sentimentos.
Busquei entrever naqueles versos algum traço bacharelesco,
alguma coisa que lembrasse a linguagem processual. Nada.
Não resisti e telefonei ao meu amigo, perguntando-lhe como
conseguiu elidir tão completamente sua formação e sua vida
profissional, freqüentando um gênero literário que costuma
impelir ao registro confessional. Sua resposta:

? Meu caro, a objetividade que tenho de ter para julgar
os outros comunica-se com a objetividade com que busco tratar
minhas paixões. Ser poeta é afinar palavra justas e precisos
sentimentos. Justeza e justiça podem ser irmãs.

E eu que nunca tinha pensado nisso...

(Ariovaldo Cerqueira, inédito)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA "D"

    d) Mais que tudo me AGRADAM, naquele livro, os recursos formais que intensificavam o lirismo. Os recursos formais me agradam.


    Nas demais alternativas, o verbo entre parenteses deverá permanecer no singular:

    a) Entre as várias qualidades de seus poemas destaca-se, acima de todas, a virtude da contenção.

    b) Como não de surpreender, em seus poemas, a precisão dos recursos estilísticos?

    c) Aos poetas confessionais costuma apresentar-se o risco de excessos emotivos.

    e) As duas práticas a que faz referência o texto não são, de fato, inconciliáveis.

ID
72190
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Começa a executar a partir da ROM quando o hardware é ligado. Exerce a função de identificar o dispositivo do sistema a ser inicializado para, em última instância, executar o carregador de boot. Este enunciado define

Alternativas
Comentários
  • O sistema BIOS, que é um firmware, possui 02 subsistemas: POST e SETUP. Eles são responsáveis pelo autoteste do computador e configuração, iniciando-se logo que o computador for ligado. É no SETUP que encontramos a seqüência de BOOT.
  • Através do Bios, o processador entende como proceder para se comunicar com os dispositivos de entrada e saída, tais como a unidade de discos flexíveis, o HD, o teclado e o vídeo. O BIOS também é o responsável por iniciar o processo de carga do Sistema operacional na memória Ram, conhecido como boot.
  • A BIOS [Basic Input Output System] é um mini sistema operacional que é gravado em um chip que está encaixado na sua placa mãe. Quando o computador é ligado, a bios é iniciada e ela é responsavel por testar e ligar todos os componentes do computador. Logo em seguida, ela procura no HD, no setor de boot pelos arquivos de BOOT do sistema operacional, esse seria o boot do windows.

  • Letra B. O kernel é o núcleo do sistema operacional, um drive é uma unidade de disco (componente mecânico, hardware), RAM é a memória temporária e volátil onde os dados estão armazenados enquanto o computador está em uso, e o sistema operacional é um software de alto nível que utiliza drivers para acessar os recursos do hardware. A BIOS é um sistema armazenado em um chip CMOS, do tipo ROM, contendo o SETUP para configuração dos parâmetros e efetua o POST.
  • rom=relacionado com o BIOS

  • LETRA B

     

    BIOS (Basic Input Output System) (Sistema básico de entrada e saída) → É um software gravado na memória ROM e que é responsável pelo controle das rotinas de entrada e saída de dados (verifica o hardware) e também pelo boot, ou seja, inicialização do sistema.

     

    Eu lembro assim (bio → lembra vida , inicialização do sistema)


ID
72193
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

O Windows XP possui um componente chamado "restauração do sistema" que atua sobre o registry. Esse com- ponente salva periodicamente, além de outros estados de software,

Alternativas
Comentários
  • Juro que nunca ouvi falar nisso, alguem saberia explicar melhor?
  • Logo... a resposta só poderia ser a letra D (Hives, seja lá o que isso significasse na hora da prova!!!)Vamos lá: a questão fala em Registry (registro) - esse é o "banco de dados" de todas as informações de configurações do Windows. Tudo o que o Windows é e tudo o que ele tem está no Registry! Cada informação no registry é armazenada numa unidade de informação chamada Chave. Cada chave pode, ou não, ser dividida em sub-chaves.Pois bem: Hive é um conjunto dessas chaves e sub-chaves do registro do Windows (Registry) que têm arquivos de backup associados a eles. São, portanto, conjuntos de configurações armazenadas no Registry e em arquivos de backup (fora do registry).Quando um usuário loga-se no sistema ou instala algum aplicativo, os dados do registry são atualizados, incluindo os dados que ficam nos arquivos de backup também (ou seja, os dados do Hive são alterados).Fazer uma restauração de sistema, portanto, restaura o estado do Registry e dos Hives para uma condição anterior (porque os Hives são salvos periodicamente).É isso... A resposta é a letra D!A questão é muito estranha mesmo... Desnecessária, talvez, mas não está errada, não!E se você pensou: "João, dá para salvar a RAM, sim... a Hibernação do Windows salva uma cópia da RAM, né?"Não... a Hibernação salva o CONTEÚDO da RAM (os dados e instruções da RAM)... portanto, dava para responder facilmente, sim!Fonte:http://www.euvoupassar.com.br/visao/artigos/completa.php?id=801
  • 17. O Windows XP possui um componente chamado “restauração do sistema” que atua sobre o registry. Esse componente salva periodicamente, além de outros estados de software,(A) os barramentos.(B) a memória RAM.(C) o boot.(D) os hives.(E) o HD.Incrível! Incrível! Essa questão, embora não se saiba o que são "hives", poderia ser facilmente respondida! E quando eu digo facilmente, é facilmente mesmo! Incrível!A pergunta refere-se ao programa Restauração do Sistema - que periodicamente faz um "backup" de alguns arquivos de configuração do sistema operacional Windows para poder, em caso de problemas causados por instalação de aplicativos, retornar ao estado anterior, antes da instalação do aplicativo complicado.O enunciado finaliza a pergunta dizendo que o programa de Restauração de Sistema salva periodicamente...Ora ora... Salvar é um ato que se realiza em arquivos (informações), e, sinceramente...(A) os barramentos. (são hardware, nao arquivos)(B) a memória RAM. (idem, é hardware)(C) o boot. (é o processo de inicialização do micro)(D) os hives. (o candidato não saberia o que é)(E) o HD. (é um hardware - não um arquivo)
  • Típica questão respondida por eliminação.
  • Questão resolvida por eliminação . o canditado tem que ser esperto para resolver as questões de formas diferentes
  • Nem sabia o que é hives.
  • A matéria é Noções de Informática e em nenhuma apostila estudada em minha vida, e em nenhuma video-aula de cursinho, até daqueles que dizem que a questão era fácil, mencionou-se esta palavra HIVES, e dá-lhe FCC!!!
  • O que é hive? Alguém pode responder?
  • Encontrei um comentário no site http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/prova_trt_sp_corrigida_comentario.pdf, abaixo a parte que explica sobre hives:
     
    Indo por eliminação, sobra apenas a letra D, mas afinal, o que são hives? 
    Vamos lá: a questão fala sobre registry (registro), o registro contém informações às quais o Windows faz referência 
    continuamente durante a operação (funcionamento), como os perfis de cada usuário, os aplicativos instalados no 
    computador e os tipos de documentos que cada um pode criar, configurações da folha de propriedades para ícones de 
    pastas e aplicativos, o hardware existente no sistema, portas que são usadas, ou seja, todas as informações de 
    configurações do Windows.
    Assim, é utilizada uma ramificação do registro, que é um grupo de chaves, subchaves e valores no registro que tem um 
    conjunto de arquivos de suporte que contém o backup das informações. Cada informação no registry (registro) é 
    armazenada numa unidade de informação chamada Chave. 
    Assim, Hive é um conjunto dessas chaves e subchaves do registro do Windows (Registry) que têm arquivos de backup 
    associados a eles. 
    Os dados do Hive são alterados quando um usuário loga-se no sistema, instala algum software... assim, os dados do 
    registry são atualizados, incluindo os dados que ficam nos arquivos de backup também (ou seja, os dados do Hive são 
    alterados).
    Fazer uma restauração de sistema, portanto, restaura o estado do Registry e dos Hives para uma condição anterior 
    (porque os Hives são salvos periodicamente).
    É isso aí! Agora quando ouvirem a palavra “hives” saberão que não é nenhum bicho de sete cabeças! :-)

    Espero que ajude!
    Bons estudos!!! (desculpe, mas não consegui deixar sem esses espaços entre as frases)

ID
72196
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

FAT, RAID e FTP são siglas aplicáveis, respectivamente, a

Alternativas
Comentários
  • FAT é a sigla para tabela de alocação de arquivos, usado pelo sistema operacional Windows.RAID é a tecnologia para que os dados em um HD permanecem disponíveis na maior parte do tempo.FTP é o protocolo de transferência de arquivos completos
  • A File Allocation Table (FAT, ou Tabela de Alocação de Ficheiros/arquivos) é um mapa de utilização do disco. Graças a ele, o Sistema operacional é capaz de saber exatamente onde um determinado ficheiro está armazenado.Redundant Array of Independent Drives (RAID), em português, Conjunto Redundante de Discos Independentes ou também Conjunto Redundante de Discos Econômicos, é um meio de se criar um sub-sistema de armazenamento composta por vários discos individuais, com a finalidade de ganhar segurança e desempenho. Dentre suas vantagens, destacam-se o ganho de desempenho no acesso, a redundância em caso de falha em um dos discos, o uso de múltiplas unidades de discos e a facilidade em recuperação de conteúdo "perdido".FTP, File Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Arquivos), é uma forma bastante rápida e versátil de transferir arquivos.
  • RAID(Tabela Redundante de Discos Independentes) é uma tecnologia de dados em HD que aumenta os recursos do barramento utilizado. Com o RAID é possível combinar vários HDs para que estes funcionem como se fossem um único disco, o que normalmente não aconteceria.

    FAT é um sistema de arquivos, ou seja, é um conjunto de rotinas(regras) que um determinado sistema operacional deve seguir para acessar unidades de disco, tanto na hora de gravar, quanto na hora da leitura. Na verdade, a FAT nada mais é do que uma espécie de 'índice' gravado no início do disco(nas primeiras trilhas) para localizar com precisão todos os clusters existentes no disco. Assim, quando solicitarmos a abertura de um arquivo, o S.O. através da FAT, localizará a posição correta do arquivo e começará a lê-lo.

    TCP é o protocolo de controle de transmissão, ou seja, é um protocolo de transporte orientado a conexão. O TCP faz com que o emissor só comece a transmitir seus dados se tiver certeza que o receptor está pronto para receber.
  • RAID

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    RAID foi originalmente denominado de "Redundant Array of Inexpensive Drives" (Conjunto Redundante de Discos Econômicos). Com o tempo, numa tentativa de dissociar o conceito de "discos baratos", a indústria reviu o acrônimo para "Redundant Array of Independent Disks" (Conjunto Redundante de Discos Independentes).[1]

    RAID é um meio de se criar um subsistema de armazenamento composto por vários discos individuais, com a finalidade de ganhar segurança e desempenho. Popularmente, RAID seriam dois ou mais discos (por exemplo, HD ou disco rígido e até SSD) trabalhando simultaneamente para um mesmo fim, por exemplo, citando o exemplo de RAID-1 logo abaixo, serviria como um espelhamento simples, rápido e confiável entre dois discos, para se fazer uma cópia idêntica de um disco em outro. O RAID oferece segurança e confiabilidade por meio da adição de redundância. Se um disco falhar, o outro continua funcionando normalmente e o usuário nem percebe diferença. O administrador é avisado pelo sistema e substitui o disco que falhou. Apesar disso, o RAID não protege contra falhas de energia ou erros de operação ou contra a falha simultânea dos dois discos. Falhas de energia, código errado de núcleo ou erros operacionais podem danificar os dados de forma irrecuperável. Por este motivo, mesmo usando-se o RAID não se dispensa a tradicional cópia de backup.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/RAID

  • Sabendo o último se mata a questão.

  • FTP- Protocolo de Transferência de Arquivos/Ficheiros


ID
72199
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
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Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

A configuração de rede mais adequada para conectar computadores de

? um pavimento
? um estado
? uma nação

é, respectivamente:

Alternativas
Comentários
  • LAN (Rede local) - Extensão pequenaMAN (Rede metropolitana) - Extensão um pouco maior que a LAN mas ainda limitada (Campus de universidade por ex.)WAN (Rede extensa) - Sem limites geográficos (Rede de comp. dos grandes bancos por ex.)
  • LAN = Local Área Network ou Rede Local. É uma rede onde seu tamanho se limita a apenas uma região física. Exemplo: são muito utilizadas em casas e escritórios, possuem altas taxas de transmissão e baixas taxas de erros.

    WAN = Wide Área Network ou Rede de Longa Distância. Uma WAN integra equipamentos em diversas localizações geográficas, envolvendo diversos países e continentes. Engloba todo o mundo, conectando o conjunto de LANs espalhadas que acessam a grande rede.

    Conectar um pavimento: LAN
    Um Estado: WAN
    Uma Nação: WAN

    Letra A

    www.tecnosolution.blogspot.com

    "Você nem sempre terá o que deseja, mas enquanto estiveres ajudando aos outros encontrarás os recursos de que precisas". Chico Xavier

  • LAN é uma rede local que interliga equipamentos em uma pequena área (limitação quanto a abrangência).

    MAN é uma rede que permite a interconexão em área superior a de uma LAN, desde que seja mesma cidade.

    WAN permite a interconexão entre equipamentos de cidades, estados e países diferentes. 
  • RESUMO

    As redes de computadores podem ser classificadas de várias formas, e uma delas é com relação à distribuição geográfica dos nós (pontos de acesso, dispositivos conectados na rede).

    WMAN é uma rede metropolitana sem fio, como o sistema de bilhetagem eletrônica de ônibus do transporte público.
    WAN é a rede mundial de computadores.
    MAN é uma rede metropolitana.
    LAN é uma rede local.
    SAN é uma rede de armazenamento de dados (storage area network).

     

    >> Classificamos com estas siglas a partir do alcance e características de uma rede. LAN é rede local, até 100m, um andar de um prédio de uma empresa, por exemplo.

     

    >> CAN tem alcance maior (seja por repetidores de sinal ou diferentes access point), e cobre um campus universitário, por exemplo. MAN é metropolitana, até 100 km. E WAN é a Internet, a rede de alcance mundial.

  • Para conectar um pavimento ou andar de um prédio, utilizamos uma Rede de Área Local (LAN). Já para conectar um estado, isto é, as cidades que o compõem, nós utilizamos uma Rede de Área Extensa (WAN). Por fim, para conectar uma nação, isto é, os estados que a compõem, nós utilizamos uma Rede de Área Extensa (WAN). Professor, e a MAN? Galera, lembrem-se que a MAN é para conectar redes dentro de uma mesma cidade – que não era o caso da questão. Tranquilo? Então, a resposta é LAN, WAN e WAN (Letra A).

    Fonte: Prof. Diego Carvalho


ID
72202
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
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Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

O protocolo mais comum utilizado para dar suporte ao correio eletrônico é o

Alternativas
Comentários
  • Protocolo SMTP - dá suporte para o envio de mensagenProtocolo POP - dá suporte para o recebimento de mensagens
  • a) HTTP - Hypertext Transfer Protocol -Protocolo de Transferência de Hipertexto

    b)NTFS - New Technology File System:  é o sistema de arquivos padrão para o Windows NT e seus derivados (2000, XP, Vista, 7,Server -- 2003 e 2008)

    c) SMTP - Simple Transfer Protocol(Protocolo de Transferência Simples de Correio) É o protocolo usado para o envio de mensagens de correio eletronico(e-mail). Esse protocolo usa a porta 25 do protocolo TCP. Obs.: Esse protocolo é usado no ato do envio do correio eletrônico. Não só no envio que acontece entre usuário remetente e servidor de correio, mas também entre servidor de envio e servidor de recebimento.

    d)SNMP - Simple Network Management Protocol - Protocolo Simples de Gerência de Rede

    e)FTP - File Transfer Protocol -Protocolo de Transferência de Arquivos.

    ;)
  • Simple Mail Transfer Protocol (SMTP) é o padrão de facto para envio de e-mail através da Internet.

    SMTP é um protocolo relativamente simples, baseado em texto simples, em que um ou vários destinatários de uma mensagem são especificados (e, na maioria dos casos, validados), sendo depois a mensagem transferida. É bastante fácil testar um servidor SMTP usando o programa telnet. Este protocolo corre sobre a porta 25 numa rede TCP. A resolução DNS de um servidor SMTP de um dado domínio é possibilitada pela entrada MX (Mail eXchange).
  • Há alguns protocolos padrão que são utilizados para o envio e recebimento de correspondência eletrônica (email). Dentre estes protocolos destacamos: 

    • SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) - um padrão internacional utilizado para transfência de correspondências eletrônicas (email) entre computadores.

    • POP (Post Office Protocol) - um dos protocolos utilizados por leitores de email (Eudora, Netscape, Outlook, etc) para buscar mensagens no servidor de email. As mensagens são transferidas do servidor para o computador local quando o usuário se conecta ao servidor. Após buscar as mensagens a conexão pode ser desfeita, procedendo-se à leitura das mensagens sem precisar estar conectado ao servidor. Este protocolo é particularmente indicado no caso de se utilizar conexões de acesso discado (via linha telefônica convencional onde se paga impulsos em função do tempo de conexão).

    • IMAP (Internet Message Access Protocol) - outro protocolo padrão utilizado por leitores de email para ter acesso às mensagens que chegam ao servidor de email. Diferentemente do POP, utilizando IMAP a conexão entre o computador local e o servidor de email deve estar sempre ativa pois há uma constante interação entre eles. As mensagens são mantidas do servidor de email, mas acessadas como se estivessem localmente. Esta opção é util para pessoas que lêem seus emails de diferentes computadores.

  • Letra C. Entre as opções, encontramos o protocolo de transferência de hipertexto (HTTP) dos navegadores de Internet, o sistema de arquivos atual do Windows (NTFS), o protocolo de envio de mensagens do cliente de e-mail (SMTP), o protocolo de gerenciamento simples de rede, usado por servidores (SNMP) e o protocolo de transferência de arquivos (FTP).
  • SMTP = Sua Mensagem Tá Partindo ..... bizú para memorizar o protocolo utilizado para envio e recebimento de mensagens


ID
72205
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
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Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Quando o modo de substituição do editor BrOffice.org Writer estiver ativado, o cursor de texto terá o formato de

Alternativas
Comentários
  • so vai aprender ser abrir o referido programa e clicar Crtl+F, e ´pedir para subistituir uma palavra por outra qualquer.
  • Há 2 modos no Writer: o modo de "inserção" e o modo de "substituição" (SOBRESCREVER)Modo de inserção: o cursor é uma barra fina, vertical, intermitente, piscando.Modo de substituição: o cursor assume uma forma de um retângulo ( no caso da questão - um bloco)intermitente que "envolve" o caractere na posição em que ele está.FONTE: LIVRO DO PROF. JOÃO ANTÔNIO - EU VOU PASSAR
  • Corrigindo o comentário do colega Hamilton, nós conseguimos fazer o teste através da tecla "ins" (insert) do teclado, ou então clicando na palavra "SOBRE" encontrada na barra de status
  • Só aparece esse "bloco" quando o cursor está entre as palavras, se não, permanece como uma linha vertical. Acho que esta poderia ser anulada.

  • o daniel tem razão. A questão nao foi específica. Seria passível de anulação
  • LETRA C

    No meu só aparece uma linhe intermitente, como faz pra aparecer a barra?
  • Witxel,

    1 Escreva uma palavra.
    2 Clique no meio dessa palavra
    3 Se na barra de status estiver aparecendo INSER, o cursor, no meio desta palavra que você escreveu, estará fininho e piscando.
    4 Se na barra de status estiver aparecendo SOBRE (é só clicar em cima para alterar), o cursor, no meio da palavra que você escreveu, estará como um bloco preto, selecionando a próxima letra, e piscando.

    Espero ter ajudado.
  • [Witxel]

    um pequeno adendo ao comentário acima que foi bem completo:

    o cursor só muda no Writer!!
    No Word 2003/2007, ele continua a barra [fina] intermitente...
  • No MS-DOS o esquema é o mesmo. INSERT = Cursor BLOCO


ID
72208
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

A exibição de um * (asterisco) em um determinado campo da barra de status da planilha BrOffice.org Calc indica que apenas

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Comentários
  • Colegas,Fiquei em dúvida nessa questão, pq no LIVRO DO PROF. JOÃO ANTÔNIO do EU VOU PASSAR, diz q a presença do asterisco indica que o documento foi alterado desde q foi salvo pela última vez, ou seja, marquei a alternativa "C" pois em nenhum momento se falou em "documento novo".Obs.: Meu BROffice deu problema na instalação, por isso não confirmei até o momento a minha dúvida. Se alguém puder ratificar, agradeço!
  • Olá Elciane,tudo bem? fiz o teste com o BrOffice Calc e constatei o seguinte: tanto faz documento novo ou alterações a serem salvas, aparece o asterisco na barra de status. além do mais, a alternativa "C" fala da extensão .ods que é a padrão, mas no BrOffice temos a opção de salvarmos o documento com outra extensão, como por ex. com extensão .xls do Microsoft Excel. Sendo assim, a alternativa mais correta é a de letra "D". Espero ter ajudado.
  • Pessoal, para verificar que realmente a questão da prova está corret façam o seguinte: Abra o calc; vá no menu AJUDA; Selecione "O que é Isto?"; mova o cursor do mouse até o asterísco da barra de staus e será dada a seguinte informação: "Se as alterações no documento aindanão tiverem sido salvas, será exibido um '*' nesse campo da barra de status. Isso também se aplica a documentos novos, que ainda não foram salvos".PS: Serve para todos os programas do BROFFICE
  • Meu voto é para a alternativa B.Repare que, quando você cria um documento novo no BrOffice (Ctrl+N), abre-se uma página em branco SEM ASTERISCO ALGUM na barra de status. O dito asterisco (*) aparecerá apenas se algo for escrito nesse novo documento, ou seja, quando o documento novo for alterado.Façam o teste:1 - Abrir o BrOffice2 - Ctrl+N (Novo documento de texto)3 - Olhar na barra e constatar que não há asterisco(*)Recurso!:)
  • Obrigada aos colegas Legal Soyyo e Weberton (Fiz o q vc orientou e deu certo). Obs.: Peço desculpas a vc´s qdo disse q marque a alternativa "C". Na verdade marquei a letra "B", por isso a minha dúvida qto à alternativa do gabarito "E" ao falar de "documento novo"Bons estudos a todos.
  • Concordo com o Gustavo, o asterisco serve apenas para marcar modificações não salvas.
  • Se você não digitar nada no documento novo, não há o que ser salvo.
  • A questão é mera cópia do menu AJUDA do calc. Quem quiser é só conferir...
  • Olá,pessoal!

    A banca manteve a resposta como "E", mesmo após a divulgação do edital de Alteração de Gabaritos, postado no site.

    Bons estudos!

  • No BrOffice.org 3.3.0 esse asterisco foi substituído por uma EXCLAMAÇÃO!!!!

  • A correta é a B, não há outra. Se você apenas abriu o documento, não aparecerá o sinal de Exclamação.

  • Pessoal, como disse o colega Leandro, não há alterisco - ou exclamação, a depender da versão do programa - algum quando se abre um documento. O gabarito só poderia ser, portanto, letra b. 

    Se alguém souber explicá-lo, além de comentar, favor copiar o recado pra mim, ok? Obrigado!
  • Caros colegas, o asterisco serve para informar que o documento ainda não foi salvo.  
    No caso de um documento novo ele só vai aparecer quando algo for digitado.
    No documento já salvo, aparecerá quando for acrescentada nova informação.

    A alternativa E está perfeita!

    Espero ter ajudado, bons estudos!
  • Sinceramente quando eu abro o Calc aqui no local onde deveria aparecer o sinal de asterisco não aparece nada. Somente quando eu digito alguma coisa é que o ícone fica habilitado demonstrando que o documento ainda não foi salvo. Quando eu salvo a página ele some novamente, mas basta eu voltar a fazer alguma coisa na planilha que ele volta. Deste modo, entendo que a letra E está errada, porque ela diz que o sinal é exibido também quando se trata de documento novo.

ID
72211
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
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Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

A personalização do Mozilla Thunderbird 2, por meio do gerenciamento de extensões e temas em um único lugar, ficou facilitada com o novo

Alternativas
Comentários
  • Extensões são "programas extra" que podem ser instalados para dar novas funcionalidades ao Thunderbird - há extensões de diversos tipos como calendários, aceleradores de download, extensões para permitir o uso do Hotmail, entre outras...Temas são "caras", "maquiagens" para o Thunderbird, como novas cores, botões com desenhos diferentes etc.Tanto as extensões como os temas são considerados COMPLEMENTOS pelo Thunderbird e, portanto, são habilitados, instalados, excluídos e atualizados no Gerenciador de Complementos do programa (Ferramentas / Complementos).Resposta: Letra BFONTE: http://www.euvoupassar.com.br/visao/artigos/completa.php?id=801
  • Gabarito letra B.

    A personalização do Mozilla Thunderbird 2, por meio do gerenciamento de extensões e temas em um único lugar, ficou facilitada com o novo

    b) Gerenciador de Complementos.

  • Veja essa foto:

    http://www.baixaki.com.br/imagens/15350/81857.jpg
  • GERENCIADOR DE COMPLEMENTOS - Atraves do gerenciador de complementos, integrado ao Thunderbird, e possivel localizar e baixar add-ons para o software. Esses complementos incluem EXTENSOES, temas e plugins diversos, tudo para deixar o Thunderbird ainda mais personalizado.
    Fonte - Patricia Lima Quintao (Ponto dos Concursos)
  • http://www.baixaki.com.br/imagens/15350/81857.jpg

ID
72214
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
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Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

A função Live Bookmarks do Mozilla Firefox 2 permite receber

Alternativas
Comentários
  • Tái uma função nem sempre vista... Live Bookmarks ("Favoritos Vivos") é um recurso do Firefox que permite guardar uma lista de favoritos (páginas favoritas) associadas a sites com alimentação RSS (os sites "avisam" aos clientes de RSS dos usuários que foram atualizados). Portanto, os favoritos associados a RSS modificam seu conteúdo e não apenas ficam "estáticos" como as listas de favoritos convenvional.A propósito, o termo "bookmark" vem de "marcador de livro", aqueles papéis que usamos para marcar as páginas dos livros. Esse termo tem a conotação de "favoritos" (que também "marcam páginas").Resposta: Letra DFONTE: http://www.euvoupassar.com.br/visao/artigos/completa.php?id=801
  • Live Bookmarks

    Através de feeds RSS e Atom, "Live Bookmarks" (favoritos ao vivo), outro recurso do Firefox, permite aos usuários alterações dinâmicas das fontes de notícia favoritas. Quando esta função foi introduzida, muitos críticos disseram que o Firefox estava começando a incluir recursos inúteis e dispensáveis e que deixava de ser um navegador "enxuto" para se tornar uma nova suíte Mozilla.

    Em vez de tratar feeds RSS como páginas HTML, tal como a maioria dos agregadores de feed online, eles são tratados como favoritos atualizados em tempo real com link para a fonte referente. Os Live Bookmarks são atualizados automaticamente, entretanto não há nenhuma opção no navegador para prevenir que estes Live Bookmarks sejam atualizados. Diferente dos favoritos comuns onde são usados favicons para representar os sites, para os Live Bookmarks são usados uma versão do ícone padrão dos feeds ícone padrão dos feeds adotado pelo Firefox.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Recursos_do_Mozilla_Firefox

  • Gab. D) feeds de RSS no navegador.

  • GAB D

    Live Bookmarks permite que notícias e títulos de notícias em blogs e sites que usam RSS possam ser vistos a partir do menu de Bookmarks do browser e serem lidos diretamente poupando tempo e trabalho. 


ID
72217
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

O software que infecta um computador, cujo objetivo é criptografar arquivos nele armazenados e, na seqüência, cobrar um resgate do usuário para fornecer uma senha que possibilite decriptar os dados, é um malware do tipo

Alternativas
Comentários
  • Ransomware (Cavalos de tróia que cobram resgate)Refere-se aos cavalos de tróia que cobram resgate. Ao infectarem um computador, criptografam todo ou parte do conteúdo do disco rígido. Os responsáveis pelo software exigem da vítima, um pagamento pelo “resgate” dos dados. Ransonwares são ferramentas para crimes de extorsão e são extremamente ilegais. Nomes de alguns Ransomwares conhecidos: Gpcode-B e PGPCode.
  • Spyware consiste num programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre os seus costumes na Internet e transmite essa informação a uma entidade externa na Internet, sem o seu conhecimento nem o seu consentimento.Diferem dos cavalos de Tróia por não terem como objetivo que o sistema do usuário seja dominado, seja manipulado, por uma entidade externa, por um hacker.Os spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que desejam monitorar o hábito dos usuários para avaliar seus costumes e vender este dados pela internet. Desta forma, estas firmas costumam produzir inúmeras variantes de seus programas-espiões, aperfeiçoando-o, dificultando em muito a sua remoção.Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam dados bancários, montam e enviam registros das atividades do usuário, roubam determinados arquivos ou outros documentos pessoais.Com frequência, os spywares costumavam vir legalmente embutidos em algum programa que fosse shareware ou freeware. Sua remoção era por vezes, feita quando da compra do software ou de uma versão mais completa e paga.Traduzindo ao pé da letra, Spyware significa "aplicativo ou programa espião"
  • BACKDOOR é um programa malicioso que o cracker instala no computador da vítima, depois de já ter burlado a sua segurança, para que ele nao precise utilizar o mesmo método de invasão. BACKDOOR quer dizer, literalmente, "porta de trás"WORN é um programa malicioso que se instala em algum arquivo do computador da vítima, copiando-o e enviando-o para outros computadores.
  • Outra coisa interessante aqui.Ransom, em inglês, significa "resgate" (sim, como em "pagamento de resgate do sequestro", e não "operação de resgate dos bombeiros presos no incêndio").Um ransomware é um programa que, uma vez infectado no micro da vítima, criptografa alguns arquivos aleatoriamente no computador com uma chave simétrica e deixa um aviso no micro da vítima acerca do ocorrido, informando que a chave criptográfica (necessária para "desembaralhar os arquivos") será entregue (ou não, quem sabe?) se a vítima deixar dinheiro em certo local ou fizer compras em certa loja virtual e tal...Um ransomware pode ser trazido na forma de um cavalo de tróia (trojan), ou seja, ele pode se apresentar para o usuário-vítima de uma forma "inofensiva" para induzi-lo a executar o programa. A questão que me incomoda é que o elaborador tirou esse conceito, muito provavelmente, da Wikipedia (o endereço exato é: COLOCAR AQUI), que diz que o ransomware é um Trojan...Acontece que conceitos de diversos autores (inclusive da Wikipedia, só que em inglês, veja aqui: COLOCAR AQUI EM INGLES) apontam para o ransomware como sendo trazido também por vírus e por Worms (note que, nem sempre, o ransomware pode ter uma interface aparentemente inofensiva e amigável...Se o conceito de ransomware estiver associado, também, a WORMs (ou seja, se realmente houver algum WORM classificado como ransomware, embora eu não creia nisso), a questão apresenta duas respostas... Caso contrário, o que é mais provável, devido ao modus operandi do dito cujo, ele seria realmente classificado como um TROJAN.Resposta: A - mas com uma "pequena possibilidade" de duas respostas (eu mesmo não apostaria nisso, mas pode ser...)FONTE: http://www.euvoupassar.com.br/visao/artigos/completa.php?id=801
  • Letra A. Existem várias categorias de pragas digitais, entre elas os farejadores (sniffers), captura de dados (keylogger, screenlogger), os que se multiplicam (worm, wabbit), os que exploram vulnerabilidades e portas do computador (backdoor, exploits), além dos trojans (cavalos de Tróia). Em cada categoria encontramos outros exemplos, com características particulares. Os cavalos de Tróia que sequestram dados, criptografando-os e exigindo uma senha, obtida mediante o pagamento de um resgate, são os ransonwares.
  • Sobre o ransomware não há mais o que ser dito. Está tudo certo aí em cima. O negócio é que worms,  vírus, e também um trojans, são capazes de fazer ataques deste tipo. Ou seja, as alternativas A e C são factíveis. Só que no gabarito oficial deu A.
  • "Letra A. Existem várias categorias de pragas digitais, entre elas os farejadores (sniffers), captura de dados (keylogger, screenlogger), os que se multiplicam (worm, wabbit), os que exploram vulnerabilidades e portas do computador (backdoor, exploits), além dos trojans (cavalos de Tróia). Em cada categoria encontramos outros exemplos, com características particulares. Os cavalos de Tróia que sequestram dados, criptografando-os e exigindo uma senha, obtida mediante o pagamento de um resgate, são os ransonwares".

     

    Comentário do prof. Nishimura. 

  • Ransomware não é um Spyware????

    Tem que falando que é um Trojan; Tem questão falando que é Vírus; Qual o conceito correto?

  • Wanna cry é um tipo de ransonware queridos. Cuidado.

  • Ransoware é um SEQUESTRADOR

    Pede resgate para liberar o arquivo CRIPTOGRAFADO

    RESGATE NAO EM ESPÉCIE , MAS EM BITCOIN


ID
72220
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No que diz respeito aos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, NÃO é considerado elemento da reunião, em local aberto ao público,

Alternativas
Comentários
  • “Garante-se o DIREITO DE REUNIÃO (art.5º, XVI), de forma PACÍFICA, SEM ARMAS E EM LOCAIS ABERTOS AO PÚBLICO. Este direito poderá ser exercido INDEPENDENTEMENTE DE PRÉVIA AUTORIZAÇÃO do Poder Público, desde de que não frustre outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo APENAS EXIGIDO PRÉVIO AVISO À AUTORIDADE COMPETENTE. Este PRÉVIO AVISO É FUNDAMENTAL para que a autoridade competente TOME AS PROVIDÊNCIAS NECESSÁRIAS RELACIONADAS AO TRÂNSITO, ORGANIZAÇÃO E ETC. ________________________________________________________________________________Ainda que no seio de associação, O DIREITO DE REUNIÃO PODERÁ SER RESTRINGIDO NA VIGÊNCIA DE ESTADO DE DEFESA (ART. 136 §1º, I, ”a”), podendo ser SUSPENSA A LIBERDADE DE REUNIÃO DURANTE O ESTADO DE SÍTIO (ART. 139, IV).”Pedro Lenza – Direito Constitucional Esquematizado – 13ª Edição – Página 690
  • |Não é necessário pedir autorização. apenas informar para que seja viabilizada No art 5. XVI . Está escrito: todos podem reunir-se pacificamente, sem armas em locais aberto ao público, indepedente de autorização, desde que não frustem outra reunião anteriormente comvocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso a autoridade competente .."prévio aviso e não autorização prévia "letra c
  • A autorização prévia.XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido ”prévio aviso” à autoridade competente;
  • Em reuniões independem de autorização e sim de apenas aviso prévio a autoridade competente e também não poderá frustrar outra reunião anteriormente convocada para o local.
  • ”prévio aviso” é diferente de autorização préviaPrévio aviso você irá fazer, idependente de uma autorização que é impeditiva.
  • Segundo Alexandre de Moraes:

    "São elementos do direito da reunião:

    Pluralidade de participantes: a reunião é considerada forma de ação coletiva.

    Tempo: toda reunião deve ter duração limitada, em virtude de seu caráter temporário e episódico.

    Finalidade: a reunião pressupõe a organização de um encontro com propósito determinado, finalidade lícita, pacífica e sem armas. Anote-se, porém, como lembra Ceslso de Mello, que não será motivo para dissolução da reunião o fato de alguma pessoa estar portando arma. Nesses casos, deverá a polícia desarmar ou afastar tal pessoa, prosseguindo-se a reunião, normalmente, com os demais participantes que não estejam armados.

    Lugar: a reunião deverá ser realizada em local delimitado, em área certa, mesmo que seja em percurso móvel, desde que predeterminada. Assim, as passeatas, os comícios, os desfiles estão englobados no direito de reunião, sujeitando-se, tão somente, aos requisitos constitucionais, da mesma forma que os cortejos e banquetes com índole política."

  • Sejamos mais sucintos :)

    a) CORRETO. A reunião deve ser temporária. Se for permanente, configura-se a associação.

    b) CORRETO. Reunião de uma pessoa só é autismo.

    c) INCORRETO. É necessário apenas prévio aviso à autoridade pública.

    d) CORRETO. A finalidade deve ser pacífica e, ainda, lícita (vide Marcha da Maconha!)

    e) CORRETO. Locais abertos ao público. Se for um local fechado, não há de se falar nesse direito e sim na liberdade privada de ir, vir e permanecer.
  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

     

    XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;


ID
72223
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A liberdade da definição da forma de administração do sindicato corresponde ao direito de

Alternativas
Comentários
  • Ao dispor que "a lei não poderá exigira autorização do Estado para a fundação de sindicatos, ressalvando o registro no órgão competente" (art. 8o, I), vislumbrou-se o Princípio da auto-organização sindical. Atinge a carta de reconhecimento, documento concessivo da personalidade jurídica dos sindicatos, concedidos pelo Ministério do Trabalho. A criação dos sindicatos é um ato que não depende de aprovação do governo. O registro não tem natureza atributiva, mas simplesmente declaratória da existência do sindicato, é meramente para fins cadastrais e não para fins constitutivos. Nasce o sindicato com a aprovação dos estatutos, pela assembléia que o constituiu, seguida do seu depósito.
  • Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte:I - a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical;
  • DIREITOS SINDICAIS:

    Liberdade de constituição: é livre a associação profissional ou sindical, não podendo a lei exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato. ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical (CF, art. 8º, I).

    Liberdade de inscrição: ninguém poderá ser obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a qualquer sindicato.

    Direito a auto-organização: implica a liberdade de definição da forma de governo da associação ou do sindicato, bem como as formas de expressão de
    vontade (assembléias, eleições, plebiscitos, referendos etc.), nos termos constitucionais. A Constituição Federal refere-se expressamente ao direito do
    aposentado filiado a votar e ser votado nas organizações sindicais (CF, art. 8º, VII).

    Direito de exercício de atividade sindical na empresa: corresponde ao direito de ação sindical nos locais de trabalho, bem como ao de organização
    através de representantes e comissões sindicais.

    Direito democrático: impõem-se aos sindicatos diversos requisitos que se coadunem com os princípios constitucionais. Entre eles, deverão os estatutos estabelecer eleições periódicas e por escrutínio secreto para seus órgãos dirigentes, quorum de votações para assembléias gerais, inclusive para deflagração de greves; controle e responsabilização dos órgãos dirigentes.

    Direito de independência e autonomia: inclusive com a existência de fontes de renda independentes do patronato ou do próprio Poder Público.

    Direitos de relacionamento ou de filiação em organizações sindicais internacionais: é manifestação do princípio da solidariedade internacional dos

    interesses dos trabalhadores.

    Direito de proteção especial dos dirigentes eleitos dos trabalhadores: é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei (CF, at. 8º, VIII).

  • Os conceitos do comentário anterior foram retirados do livro: Direito Constitucional - Alexandre de Moraes. As informações compartilhadas pela colega estão a partir da pg. 200, na 24a Edição.
  • Moraes, sempre ele, sempre ele.... pelo menos dessa vez a classificação faz sentido pelo bom senso, diferente da maioria. A FCC com certeza tem participação no lucro de vendas do livro desse autor que, diga-se de passagem, é extremamente chato. 
  • GABARITO> B

    JESUS abençoe!
    Bons Estudos!
  • DIREITOS SINDICAIS:

    Liberdade de constituição: é livre a associação profissional ou sindical, não podendo a lei exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato. ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical (CF, art. 8º, I).

    Liberdade de inscrição: ninguém poderá ser obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a qualquer sindicato.

    Direito a auto-organizaçãoimplica a liberdade de definição da forma de governo da associação ou do sindicato, bem como as formas de expressão de

    vontade (assembléias, eleições, plebiscitos, referendos etc.), nos termos constitucionais. A Constituição Federal refere-se expressamente ao direito do

    aposentado filiado a votar e ser votado nas organizações sindicais (CF, art. 8º, VII).

    Direito de exercício de atividade sindical na empresa: corresponde ao direito de ação sindical nos locais de trabalho, bem como ao de organização

    através de representantes e comissões sindicais.

    Direito democrático: impõem-se aos sindicatos diversos requisitos que se coadunem com os princípios constitucionais. Entre eles, deverão os estatutos estabelecer eleições periódicas e por escrutínio secreto para seus órgãos dirigentes, quorum de votações para assembléias gerais, inclusive para deflagração de greves; controle e responsabilização dos órgãos dirigentes.

    Direito de independência e autonomia: inclusive com a existência de fontes de renda independentes do patronato ou do próprio Poder Público.

    Direitos de relacionamento ou de filiação em organizações sindicais internacionais: é manifestação do princípio da solidariedade internacional dos

    interesses dos trabalhadores.

    Direito de proteção especial dos dirigentes eleitos dos trabalhadores: é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei (CF, at. 8º, VIII).

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ID
72226
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No que concerne à Organização do Estado, se um Estado for dividido em vários novos Estados-membros, todos com personalidades diferentes, desaparecendo por completo o Estado-originário, ocorrerá a hipótese de alteração divisional interna denominada

Alternativas
Comentários
  • Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todosautônomos, nos termos desta Constituição.§ 3º - Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.
  • Complementando o excelente comentário do colega.________________________________________________________________________________CISÃO – Ocorre quando UM ESTADO QUE JÁ EXISTE SUBDIVIDE-SE, FORMANDO DOIS OU MAIS ESTADOS-MEMBROS NOVOS (que não existiam), com personalidades distintas. O Estado originário se subdividiu DESAPARECE, deixando de existir politicamente.________________________________________________________________________________DESMEMBRAMENTO-ANEXAÇÃO – A parte desmembrada VAI ANEXAR-SE A UM ESTADO QUE JÁ EXISTE, ampliando o seu território geográfico... o estado originário não desaparecerá.________________________________________________________________________________FUSÃO – O art. 18º, §.3º, estabelece que os estados poderão incorporar-se entre si. Trata-se do instituto da FUSÃO, na medida em QUE DOIS OU MAIS ESTADOS SE UNEM GEOGRAFICAMENTE, FORMANDO UM TERCEIRO E NOVO ESTADO, distinto dos anteriores, os quais por sua vez, perderão a personalidade primitiva.________________________________________________________________________________DESMEMBRAMENTO-FORMAÇÃO – A parte desmembrada SE TRANSFORMARÁ EM UM OU MAIS DE UM ESTADO NOVO, QUE NÃO EXISTIA. ...o estado originário não desaparecerá.________________________________________________________________________________Pedro Lenza – Direito Constitucional Esquematizado – 13ª Edição – Página 307
  • Estabelece a CF/88 que os estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população diretamente interessada, por plebiscito, e do Congresso Nacional, pela edição de lei complementar (CF, art. 18, § 3º).Com base nas distinções elaboradas pelo Prof. Alexandre de Moraes,seguem os conceitos das alterações territoriais autorizadas constitucionalmente:INCORPORAÇÃO ENTRE SI (FUSÃO): Ocorre quando dois ou mais estados se unem com outro nome, perdendo os estados incorporados sua personalidade, por integrarem um novo estado.SUBDIVISÃO (CISÃO): ocorre quando um estado divide-se em vários novos estados-membros, todos com personalidades diferentes, desaparecendo por completo o estado-originário.DESMEMBRAMENTO: consiste em separar uma ou mais partes de um estado-membro, sem que ocorra a perda da identidade do ente federado originário. Poderá ser de dois tipos: desmembramento-anexação ou desmembramento-formação.
  • A doutrina assim relaciona as hipóteses de reorganização do espaço territorial:
    Cisão ou Subdivisão - Um ente subdivide o seu território dando origem a outros entes. O ente inicial deixa de existir.


    Desmembramento-formação
    - Uma parte de um ente se desmembra formando um novo ente. O ente inicial continua existindo e agora temos um ente completamente novo.


    Desmembramento-anexação -
    Uma parte de um ente se desmembra, porém, ao invés de formar um novo ente, ela é anexada por outro existente. O ente inicial continua existindo e não temos a
    formação de um ente novo, mas um aumento territorial de outro.


    Fusão
    - Dois ou mais entes se agregam e assim formam um ente novo. Os entes iniciais deixam de existir.
    Desta forma, vemos que no desmembramento ocorre a manutenção da personalidade original, seria apenas a perda de uma parte do ente, a qual iria se anexar a outro ou formar novo ente, enquanto, na
    subdivisão teríamos a extinção do ente primitivo para formação de outros, totalmente novos.


     

  • Em resumo, a questão correta é letra "c" - CISÃO, conforme explicado pelos excelentes comentários acima.
  • cisão (latim scissio, -onis, racha, fenda, lasca, divisão)
       .Ato ou efeito de cindir. = CORTE, DIVISÃO
  • Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos
    autônomos, nos termos desta Constituição.

    § 3º - Os Estados podem incorporar-se entre si (FUSÃO), subdividir-se (CISÃO) ou desmembrar-se para se anexarem a outros (DESMEMBRAMENTO-ANEXAÇÃO), ou formarem novos Estados ou Territórios Federais (DESMEMBRAMENTO-FORMAÇÃO), mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.

  • Mato Grosso do Sul (ou Goiás em relação ao Tocantins) foi um caso de Desmembramento Formação

  • C - Subdivisão que é o mesmo que Cisão

  • Fusão: A + B = C
    Exemplo: Imagine a fusão dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul resultando em um novo estado, Estado do Pantanal! 

     

    Incorporação:  A + B = B
    Exemplo: Estado da Guanabara incorporou-se ao do Rio de Janeito, formando Estado do Rio de Janeiro. Isso já aconteceu de verdade! 

     

    Subdivisão ou Cisão: A = B e C
    Exemplo: Imagine a cisão do Estado do Maranhão, que deixa de existir, formando dois Estados indepemdentes: Maranhão do Norte e Maranhão do Sul! Tal fato já foi proposto! 

     

    Desmembramento Formação: A = A e B
    Exemplo: Mato Grosso desmembou parte do seu território formando Mato Grosso do Sul. Fato histórico ocorrido! 

     

    Desmembramento Anexão: AA + B = A e BA
    Exemplo: Determinado Estado cede parte do seu território para que seja anexado a outro Estado já existente. 
    Mato Grosso do Sul desmembra o município de Corumbá (Pantanal) que é anexado ao Mato Grosso. 

     

  • Parabéns Diogo,

    Comentário excelente e histórico!


ID
72229
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A prerrogativa constitucional que protege o Deputado Federal em todas as suas manifestações que guardem relação com o exercício do mandato, exteriorizadas no âmbito do Congresso Nacional, é classificada como imunidade

Alternativas
Comentários
  • Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de 2001)
  • A questão compreende a imunidade materialA imunidade material: é aquela que garante ao parlamentar a não responsabilização nas esferas penal, civil, disciplinar ou política por suas opiniões, votos e palavras. (Art. 53, caput CF)A imunidade formal ou relativa: é concedida apenas a Deputados Federais e Estaduais e Senadores(vereadores não). Compreende duas vertentes, quais sejam: a prisão e o processo de parlamentares. (Parágrafos do Art. 53 CF)
  • Imunidades parlamentares são prerrogativas inerentes à função parlamentar, garantidoras do mandato parlamentar, com plena liberdade.Referidas prerrogativas dividi-sem em :a) imunidade material, real ou substantiva( também denominada inviolabilidade) , implicando a exclusão da prática de crime, bem como a inviolabilidade civil, pelas opiniões, palavras e votos dos parlamentares(não se restringindo ao âmbito do congresso Nacional)b) imunidade processual forma ou adjetiva, trazendo regras sobre prisão e processo criminal dos paralamentares.Fonte : Direito Constitucional Esquematizado - Pedro Lenza - 13ª Edição
  • Só para acrescentar um pouquinho:É importante dizer que o parlamentar pode se pronunciar na Casa legislativa, ou mesmo fora dela (na imprensa, por exemplo) desde que no exercício do mandato legislativo, sem sofrer futuras ações civis e criminais pelo que foi dito. Essa imunidade existe até mesmo em situação excepcional (como o estado de sítio), só podendo ser suspensa mediante o voto de 2/3 da Casa respectiva, no caso de atos praticados fora do recinto do Congresso que sejam incompatíveis com a execução da medida.
  • A IMUNIDADE MATERIAL está prevista no caput do art. 53 da CF, que determina que os deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras ou votos.Essa imunidade só protege os congressistas quando suas manifestações se derem no exercício do mandato.
  • Cabe observar, quanto à imunidade material, que todos os parlamentares a possuem, mas aos vereadores está limitada à circunscrição do município.Além disso, as palavras deverão estar relacionadas à função.Já quanto à imunidade formal, esta pode ser:1) em relação à prisão: todos os parlamentares a possuem, salvo vereadores. Após a diplomação, o parlamentar só pode ser preso em flagrante de crime inafiancável. Nesse caso, a Casa será comunidcada em 24 horas para deliberar sobre a manutenção da prisão, pelo voto da maioria absoluta.2) quanto ao processo:CRIMES ANTES DA DIPLOMAÇÃO: processa normalmente, só muda a competência.CRIMES DEPOIS DA DIPLOMAÇÃO: durante o mandato, processa-se normalmente, mas a casa pode suspender o processo.
  • Só para enriquecer o debate...
    O Presidente da República não dispõe de imunidade material, isto é, ele não é inviolável, civil e penalmente, por suas manifestações, ainda que estritamente ligadas ao exercício de suas funções presidenciais (essa imunidade é restrita aos membros do Poder Legislativo).
  • Tipos de Imunidade parlamentar:
    Material: é liberdade de opiniões palavras e votos. Tanto penal e civil. O parlamentar não será processado nem penal e nem civilmente. Tem q estar no exercício da função. O parlamentar licenciado não continua com a imunidade parlamentar. Quem tem? Deputado federal, deputado Estadual, deputado distrital, vereador tem mas dentro da circunscrição do seu município art. 29 VIII.
    Formal1) qto a prisão: única prisão, prisão em flagrante de crime inafiançável. Art.53 §2º. Ex. racismo, crimes hediondos. Desde a diplomação. Se for preso em flagrante a casa deve ser comunicada em 24 horas para deliberar sobre essa prisão pela maioria de seus membros resolva. Vereador não tem imunidade qto a prisão.
                   2) Qto ao processo: (EC 35/01) a) se o crime for anterior a diplomação: vai ser processado normalmente + quem julga é o STF. Art. 53 §1º; b) se o crime for posterior: processa normalmente + a casa pode suspender o processo, art.53§ 3º, um partido político faz o pedido e a própria casa decide, o quorum é de maioria absoluta, prazo de 45dias art. 53§ 4º. Que tem? Todos exceto os vereadores.
    Art.53 §1º quem julga deputado e senador é o STF. Terminado o mandato da autoridade o processo descerá para a comarca de origem.Fonte: LFG

  • Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos:
     VIII - inviolabilidade dos Vereadores por suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município 

    Vereadores tem imunidade por opinioes palavra e votos na circunscrição do municipio e no exercicio do mandato, mas não tem a irresponsabilidade geral nem a imunidade formal
  • https://www.dizerodireito.com.br/2015/02/imunidade-material-dos-vereadores.html

  • GABARITO: D

    Imunidade Material - Caput do artigo 53 da CF/88 - Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.

  • Salutar é lembrarmos que segundo o STF ao final do mandato voltará a competência para esfera comum na comarca de origem , SALVO se o processo estiver nas ALEGAÇÕES FINAIS.

  • Perguntar não ofende.

     

    Existe isso de imunidade “relativa”, “residual” e "obstativa"?


ID
72232
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Nos crimes de responsabilidade, após ser admitida a acusação por dois terços da Câmara dos Deputados, o Presidente da República será submetido a julgamento perante

Alternativas
Comentários
  • Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimesde responsabilidade.
  • Compete privativamente ao senado federal : Processar e julgar o presidente e o vice-presidente da república nos crimes de responsabilidade, bem como os ministros do estado e os comandante da marinha, do exército ou da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexo com aqueles; Processar e julgar os ministros do STF o Procurador Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade Resposta letra B
  • CRIMES DE RESPONSABILIDADE- Senado FederalCRIME COMUM- STF
  • Seção IVDO SENADO FEDERALCF Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:I - processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 23, de 02/09/99)II processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
  • Lembrar que tanto NOS CRIMES DE RESPONSABILIDADE quanto NOS CRIMES COMUNS, a acusação contra o PRESIDENTE DA REPÚBLICA, VICE PRESIDENTE E MINISTROS DE ESTADOS, só será aceita por dois terços da CÂMARA DOS DEPUTADOS.CRIMES COMUNS E CRIMES DE RESPONSABILIDADE



  • Gabarito: Letra B

    CF/88

    Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

  • LETRA B!

     

    ===> ADMITIR ACUSAÇÃO CONTRA O PR - 2/3 DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

     

    CRIME COMUM -STF

    CRIME DE RESPONSABILIDADE - SENADO (CONDENAÇÃO PROFERIDA POR 2/3 DOS VOTOS)

  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.


ID
72235
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Sobre a anulação do ato administrativo, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • RespostaSúmula 473 do Supremo Tribunal Federal e art. 53 da Lei n.º 9784/99Art. 53. A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
  • a) errada porquê aadministração pode anular seus atos quando eivados de vício de legalidade b)invalidação de um ato ilegítimo e ilegal, realizada realizada pela Administração ou pelo Judiciário. c) anulação gera efeito Ex TUnc - retroage a data de início dos efeitos do ato d) certaaa e) o poder Judiciário pode anular e não revogar seus atos
  • A (Errada)- A Administração pode sempre que achar oportuno e conveniente, anular seus próprios atos eivados de vício. Ela usa o seu Poder discricionário para que haja uma liberdade de atuação, dentro dos seus limites legais. B (Errada)- É justamente ao contrário, porque a Administração ao praticar atos vinculados, o faz sem margem de liberdade de decisão. C (Errada) - A anulação produz efeitos "Ex tunc" (Que retroage desde então, desde a época em que entrou em vigência), já a revogação produz efeito "Ex nunc" (retroage desde agora, de agora em diante, seus efeitos não retroagirão até à data de sua validade). D (Correta)- Lembrando que o Poder Judiciário, quando provocado, pode anular um ato eivado de vícios quanto à sua ilegalidade e ilegitimidade. E (Errada) Jamais o Poder Judiciário pode revogar um ato administrativo. Feriria a chamada "separação dos Poderes".

  • ANULAÇÃO:A anulação se dá quando o ato é extinto por razões de ilegalidade, ou seja, quando ocorre uma desconformidade do ato com a lei. Em decorrência de tal situação, os efeitos da anulação retroagirão à data em que o ato foi emitido (efeito ex tunc). A anulação pode ser declarada tanto pelo Judiciário, através de provocação da parte interessada, como pela própria Administração, e, neste caso, independente de qualquer solicitação.REVOGAÇÃO:É um instrumento discricionário pelo qual a Administração extingue um ato por razões de oportunidade e conveniência. Na revogação pressupõe-se que o ato seja legal, apenas não estaria mais em consonância com o interesse público então vigente. A revogação somente pode ser declarada pela própria Administração, e retringe-se a um exame de mérito dos atos discricionários. Em virtude de não haver qualquer ilegalidade nos atos revogados, os seus efeitos não retroagem, operando apenas a partir da própria revogação (efeito ex nunc).
  • ATENÇÃO: Os atos vinculados não são passíveis de REVOGAÇÃO!!!
  • Letra A  - Errado. Com base no seu poder de autotutela a A Administração pode anular e revogar seus próprios atos. 


    Letra B - Errado. Os atos discricionários podem ser anulados (quando ilegais) ou revogados (quando legais, porém inconvenientes e inoportunos), já os atos vinculados só podem ser anulados (quando ilegais).


    Letra C - Errado. A revogação produz efeitos ex nunc (prospectivos) e a anulação efeitos ex tunc (retroativos).


    Letra D - Correto. A anulação é a retirada de atos inválidos, com vício, ilegais por meio do controle de legalidade ou legitimidade. Opera retroativamente, resguardados os efeitos já produzidos perante terceiros de boa-fé. Pode ser efetuada pela Administração, de ofício ou provocada, ou pelo Judiciário, se provocado. Pode incidir sobre atos discricionários ou vinculados.


    Letra E - Errado. O Poder Judiciário, no exercício da função jurisdicional, pode anular ato administrativo fazendo um controle de legalidade, mas não pode revogá-lo porque o controle de mérito pertence apenas à própria Administração Pública.


  • C - ERRADO - ANULAÇÃO PRODUZ EFEITO RETROATIVO (EX-TUNC) À DATA EM QUE O ATO FOI PRATICADO.


    GABARITO ''D''

ID
72238
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Determinado funcionário público é deslocado, de ofício, para outro local de trabalho, sem mudança de cargo, porém, no âmbito do mesmo quadro. Esse deslocamento, de acordo com a Lei que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, configura o instituto da

Alternativas
Comentários
  • Art. 36 da Lei n.º 8.112/90.Art. 36.Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede.
  • remoção é do servidor e redistribuição é do cargo
  • Características da remoção:* Deslocamento do servidor.* Dentro do quadro, necessariamente.* Dentro ou fora da sede.* A pedido ou de ofício.
  • Letra E.Remoção trata-se de deslocamento do servidor.Redistribuição também é forma de deslocamento, porém, diz respeito ao deslocamento de cargo de provimento efetivo, ocupdo ou vagi no âmbito do quadro geral de pessoal, para outro órgão ou entidade do mesmo Poder. (art.37, lei 8.112/90).;)
  • Remoção:

    é o deslocamento do servidor,

    a pedido ou de ofício,

    no âmbito do mesmo quadro,

    com ou sem mudança de sede.

    Redistribuição:

    é o deslocamento de cargo de provimento efetivo,

    ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal,

    para outro órgão ou entidade do mesmo Poder,

    com prévia apreciacao do órgão central do SIPEC.

  • Ó só!!!!
    Vai cair na tua prova hein!!!!


    Na remoção o interesse da administração é uma modalidade enquanto na distribuição é um preceito.
  • Redistribuição é o deslocamento do CARGO
    Remoção é o deslocamento do SERVIDOR

  • Determinado funcionário público é deslocado, de ofício, para outro local de trabalho, sem mudança de cargo, porém, no âmbito do mesmo quadro. Configura-se remoção.


    Transferência é a passagem do servidor estável de cargo efetivo para outro de igual denominação.


    Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo.

  • Falou em "deslocamento de servidor", taca-lhe em "remoção" e parte pra proxima questão! (até rimou hehe).

  • Depois que vc assistir a essa aula vai resolve essas questões facin facin :D :

    https://youtu.be/Fy02KH8_UEE

  • GAB E

    REMOÇÃO- deslocamento do servidor

    REDISTRUIBUIÇÃO- deslocamento do cargo

  • GABARITO: LETRA E

    Da Remoção

    Art. 36.  Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede.

    FONTE:  LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990.


ID
72241
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

De acordo com a Lei nº 9.784/99, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, a competência

Alternativas
Comentários
  • Na letra A aparece o termo "avocação" junto a "delegação", como exceções, o que me fez crer que estava errada. Da forma como está, parece que avocação seria uma exceção ao órgão titular ter de exercer o processo administrativo, assim como na delegação. Mas na avocação ocorre justamente que o órgão titular traz de volta a sua competência que foi delegada, tendo novamente de exercer a competência, ficando estranho aparecer em "salvo os casos...".
  • Vide art. 11 da Lei n.º 9784/99A competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os casos de delegação e avocação legalmente admitidos.
  • Art. 13. NÃO PODEM ser objeto de delegação: I - a EDIÇÃO DE ATOS DE CARÁTER NORMATIVOS; II - a DECISÃO DE RECURSOS ADMINISTRATIVOS; III - as matérias de competência exclusiva do órgão ou autoridade. Art. 14. O ato de delegação e sua revogação DEVERÃO SER PUBLICADOS NO MEIO OFICIAL.
  • Só para acrescentar os comentários sobre a competência:* Delegar é atribuir a outro competência tida como própria; a avocação é chamar para si competência atribuída a subordinado.Segundo a lei, pode haver delegação de competência de um órgão para outro ou entre seus titulares, mesmo que não haja subordinação hierárquica. Necessário se faz que não haja impedimento legal, e desde que seja conveniente em razão de circunstâncias de índole técnica, social, econômica, jurídica ou territorial, podendo tal delegação ser revogada a qualquer momento pela autoridade delegante. As decisões adotadas por delegação devem mencionar explicitamente essa qualidade e considerar-se-ão editadas pelo delegado. Já a avocação somente será permitida em caráter excepcional, temporário e por motivos relevantes, devidamente justificados.
  • resposta 'a'

    b) errada
    é indelegável

    c) errada
    pode sim ser delegada

    d) errada
    é indelegável
     e) errada
    deve ser sob publicação oficial
  • A letra a está certa. A competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os casos de delegação e avocação legalmente admitidos (art. 11). As letras b e d estão erradas.
    Não podem ser objeto de delegação (art. 13):
    • A edição de atos de caráter normativo; • A decisão de recursos administrativos; • As matérias de competência exclusiva. A letra c está errada. Acerca da delegação, o art. 12 da Lei estabelece que um órgão administrativo e seu titular poderão, se não houver impedimento legal, delegar parte da sua competência a outros órgãos ou titulares, ainda que estes não lhe sejam hierarquicamente subordinados, quando for conveniente, em razão de circunstâncias de índole Técnica, Social, Econômica, Territorial ou Jurídica (TSE + TJ).
    A letra e está errada. Em decorrência do princípio da publicidade, o ato de delegação e sua revogação deverão ser publicados no meio oficial (art. 14). Assim, a resposta desta questão é a letra a.
    Sucesso a todos!!!

ID
72244
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Constitui ato de improbidade administrativa, importando enriquecimento ilícito,

Alternativas
Comentários
  • Art. 9º, inciso VIII da Lei n.º 8429/92Art. 9 Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:...VIII - aceitar emprego, comissão ou exercer atividade de consultoria ou assessoramento para pessoa física ou jurídica que tenha interesse suscetível de ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público, durante a atividade;
  • LEI 8.429/92a) é Ato de Improbidade que causa PREJUÍZO AO ERÁRIO: Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei, e notadamente:I - facilitar ou concorrer por qualquer forma para a incorporação ao patrimônio particular, de pessoa física ou jurídica, de bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1º desta lei;b) é é Ato de Improbidade que causa ENRIQUECIMENTO ILÍCITO (art. 9 º, VIII)c) é Ato de Improbidade que causa PREJUÍZO AO ERÁRIO: Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei, e notadamente:VII - conceder benefício administrativo ou fiscal sem a observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie; d) é Ato de Improbidade que causa PREJUÍZO AO ERÁRIO: Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei, e notadamente:XII - permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriqueça ilicitamente;e) é Ato de Improbidade que ATENTA CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO:Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:VII - revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respecti ..
  • Acrescentando:Elementos formadores do Enriquecimento ilícito:Alem do sujeito ativo e do sujeito passivo, ainda são necessários os seguintes elementos para caracterizar o enriquecimento ilícito: Elemento subjetivo: *Ação dolosa (comissiva ou omissiva) Pressupostos exigíveis:*Vantagem patrimonial indevida;*Nexo de causalidade entre a vantagem patimonial indevida e o exercício do cargo, mandato, função ou atividade.
  • Como diferenciar:1- Enriquecimento ilícito: verbos (receber, perceber, utilizar, adquirir, aceitar, incorporar, usar)2- prejuízo ao Erário: verbos (facilitar, permitir, doar, realizar, conceder, frustrar, ordenar, agir, liberar, celebrar): Nesse caso não é necessário ter intenção de prejudicar, ocorre por não observar as formalidades, negligência etc.3-contra os pricípios:só lebrar do LIMPE
  • A) facilitar ou concorrer por qualquer forma para a incorporação ao patrimônio particular, de pessoa física ou jurídica, de bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1º da lei que trata deste assunto -> PREJUÍZO AO ERÁRIO;
     B) aceitar emprego, comissão ou exercer atividade de consultoria ou assessoramento para pessoa física ou jurídica que tenha interesse suscetível de ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público, durante a atividade -> ENRIQUECIMENTO ILÍCITO;
    C) conceder benefício administrativo ou fiscal sem a observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie -> PREJUÍZO AO ERÁRIO;
    D) permitir, facilitar ou concorrer para que terceiro se enriqueça ilicitamente -> PREJUÍZO AO ERÁRIO; 

    E) revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço -> ATENTA CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ADM. PÚBLICA.
  • Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:
            I - praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência;
            II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;
            III - revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo;
            IV - negar publicidade aos atos oficiais;
            V - frustrar a licitude de concurso público;
            VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;
           VII - revelar ou permitir que chegue ao conhecimento de terceiro, antes da respectiva divulgação oficial, teor de medida política ou econômica capaz de afetar o preço de mercadoria, bem ou serviço.
  • Alternativa B

    Foco no verbo: aceitar, receber, usar, incorporar... enriquecimento ilícito

     

  • Pra quem já conhece a lei basta atentar-se apenas para pontos princpais do caput do referido artigo e perceber os verbos iniciais de cada inciso.

     

    Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

    I - receber, ...

    II - perceber ...

    III - perceber ...

    IV - utilizar, ...

    V - receber ...

    VI - receber ...

    VII - adquirir, ...

    VIII - aceitar ...

    IX - perceber ...

    X - receber ...

    XI - incorporar, ...

    XII - usar, ...

     

    Complementando:

     

    I - na hipótese do art. 9°, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos;

  • GABARITO LETRA B 

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)   

     

    ARTIGO 9º Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1º desta Lei, e notadamente:

     

    VIII - aceitar emprego, comissão ou exercer atividade de consultoria ou assessoramento para pessoa física ou jurídica que tenha interesse suscetível de ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público, durante a atividade;
     


ID
72247
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Em igualdade de condições no processo de licitação, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços produzidos

Alternativas
Comentários
  • Art. 3º, § 2º, inciso I da Lei n.º 8666/93Art.3o A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos....§ 2o Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços:I-produzidos ou prestados por empresas brasileiras de capital nacional;
  • Lei 8666, Art. 3, § 2o:§ 2o Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços:I - produzidos ou prestados por empresas brasileiras de capital nacional;II - produzidos no País;III - produzidos ou prestados por empresas brasileiras.IV - produzidos ou prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País. (Incluído pela Lei nº 11.196, de 2005)
  • MEDIDA PROVISÓRIA N° 495, de 19 de JULHO de 2010, alterou o critério de desempate, passando a vigorar da seguinte maneira:

     

    Lei 8.666/ 93 - art. 3°, parágrafo 2°: em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços:

    I - produzidos no País;

    II - produzidos ou prestados por empresas brasileiras; e

    III - produzidos ou prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País.

  • Conforme dito pelos colegas acima...
    Fui conferir e é verdadeira a conversão da MP 495 DE 19/07/2010 na Lei 12.349/2010 que modifica os artigos 3º §1º e §5º,art 6º, art 24 e art 57 da Lei 8.666/1993.Dentre outras...


    TEM KITÁ COM MUITA PACIÊNCIA PRA LÊ TUDINHO,TUDINHO!!!! rssss







    abraços,colegas!!!
  • RESPOSTA ATUALIZADA (ATÉ FEV/2015)!

    Art 3º, § 2o Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços:

      I - (Revogado pela Lei nº 12.349, de 2010)

    II - produzidos no País;

    III - produzidos ou prestados por empresas brasileiras.

    IV - produzidos ou prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País. (Incluído pela Lei nº 11.196, de 2005)

     

  • Não há gabarito correto para o dispositivo vigente na lei de licitações:

    Atenção para três alterações promovidas nos critérios de desempate: Lei nº 11.196/2005, Lei nº 12.349/2010 e Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência):

     

    Lei nº 8.666/93 (art. 3º)

    § 2o  Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços:

    I -                  (Revogado pela Lei nº 12.349, de 2010: antiga redação "empresas brasileiras de capital nacional")

    II - produzidos no País;

    III - produzidos ou prestados por empresas brasileiras.

    IV - produzidos ou prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País. (Incluído pela Lei nº 11.196, de 2005)

    V - produzidos ou prestados por empresas que comprovem cumprimento de reserva de cargos prevista em lei para pessoa com deficiência ou para reabilitado da Previdência Social e que atendam às regras de acessibilidade previstas na legislação.                    (Incluído pela Lei nº 13.146, de 2015)   (Vigência)

     


ID
72250
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere os conceitos abaixo, para os efeitos da Lei de Licitações:

I. Obras ou serviços feitos pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios.

II. Quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total.

Estes conceitos referem-se, respectivamente, à

Alternativas
Comentários
  • Item I - Art. 6, inciso VII da Lei n.º 8.666/93;Item II - Art. 6º, inciso VIII, alínea “a” da Lei n.º 8.666/93.Art.6o Para os fins desta Lei, considera-se:...VII - Execução direta - a que é feita pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios;Art.6o Para os fins desta Lei, considera-se:...VIII - Execução indireta - a que o órgão ou entidade contrata com terceiros sob qualquer dos seguintes regimes:a) empreitada por preço global - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total;
  • resposta 'e'execução direta - pelos próprios meiosempreitada por preço global - por preço certo e total
  • Por que a questão foi anulada?
  • GABARITO LETRA E

  • Creio que o motivo da anulação da questão seja seu item 1:

    Considere os conceitos abaixo, para os efeitos da Lei de Licitações:

    I. Obras ou serviços feitos pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios.

    O item refere-se ao conceito de execução direta da lei 8666/90 e, comparando com a definição dada pela lei, vê-se que:

    Art. 6º Para os fins desta Lei, considera-se:

    VII - Execução direta - a que é feita pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios;

    Reparem que a questão restringe o conceito de execução direta, atendo-se apenas às obras e serviços, enquanto o conceito da lei define a execução por si mesma, ou seja, mais abrangente e abstrato, envolvendo, portanto, quaisquer objetos - obras, serviços, compras, alienações, locações, etc.

    Espero ter ajudado! Força nos estudos!

  • Art. 6º

    VII - EXECUÇÃO DIRETA - a que é feita pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios;

    VIII – EXECUÇÃO INDIRETA - a que o órgão ou entidade contrata com terceiros sob qualquer dos seguintes regimes:                    

    a) empreitada por preço globAL - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e totAL;

    b) empreitada por preço UNItário - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de UNIdades determinadas;

    d) Tarefa - quando se ajusta mão-de-obra para pequenos Trabalhos por preço certo, com ou sem fornecimento de materiais;

    e) Empreitada Integral - quando se contrata um empreendimento em sua Integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até a sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua utilização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para que foi contratada;


ID
72253
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Referente à fase externa do pregão, é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Art. 4º, inciso V da Lei n.º 10.520/02Art. 4º A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes regras:...V - o prazo fixado para a apresentação das propostas, contado a partir da publicação do aviso, não será inferior a 8 (oito) dias úteis;
  • O ERRO DA QUESTÃO ESTA EM LIMITAR ATE 8DIAS ÚTEIS , PARA APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS !O CERTO SERIA : NO MINIMO 8DIAS ÚTEIS PARA APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS !!
  • é assim galera que se elimina candidatos!!!!
  • Letra C: O prazo NÃO SERÁ INFERIOR A OITO DIAS ÚTEIS.

  • Ppedrus,

    tem jeito mais inteligente de eliminar candidato...

    Sem mencionar que 90% dos inscritos em qualquer concurso não estudam...
    E daqueles que estudam, 99% não consegue cobrir todo o conteúdo...
  •  

    Fundamentação: LEI No 10.520, DE 17 DE JULHO DE 2002.

    Art. 4º A fase externa do pregão será iniciada com a convocação dos interessados e observará as seguintes regra:

    I - a convocação dos interessados será efetuada por meio de publicação de aviso em diário oficial do respectivo ente federado ou, não existindo, em jornal de circulação local, e facultativamente, por meios eletrônicos e conforme o vulto da licitação, em jornal de grande circulação, nos termos do regulamento de que trata o art. 2º;

    b) II - do aviso constarão a definição do objeto da licitação, a indicação do local, dias e horários em que poderá ser lida ou obtida a íntegra do edital;

    III - do edital constarão todos os elementos definidos na forma do inciso I do art. 3º, as normas que disciplinarem o procedimento e a minuta do contrato, quando for o caso;

    IV - cópias do edital e do respectivo aviso serão colocadas à disposição de qualquer pessoa para consulta e divulgadas na forma da Lei no 9.755, de 16 de dezembro de 1998;

    INCORRETA- c) V - o prazo fixado para a apresentação das propostas, contado a partir da publicação do aviso, não será inferior a 8 (oito) dias úteis;

    VI - no dia, hora e local designados, será realizada sessão pública para recebimento das propostas, devendo o interessado, ou seu representante, identificar-se e, se for o caso, comprovar a existência dos necessários poderes para formulação de propostas e para a prática de todos os demais atos inerentes ao certame;

    a) VII - aberta a sessão, os interessados ou seus representantes, apresentarão declaração dando ciência de que cumprem plenamente os requisitos de habilitação e entregarão os envelopes contendo a indicação do objeto e do preço oferecidos, procedendo-se à sua imediata abertura e à verificação da conformidade das propostas com os requisitos estabelecidos no instrumento convocatório;

    d) VIII - no curso da sessão, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor;

    IX - não havendo pelo menos 3 (três) ofertas nas condições definidas no inciso anterior, poderão os autores das melhores propostas, até o máximo de 3 (três), oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os preços oferecidos;

    X - para julgamento e classificação das propostas, será adotado o critério de menor preço, observados os prazos máximos para fornecimento, as especificações técnicas e parâmetros mínimos de desempenho e qualidade definidos no edital;

    e) XI - examinada a proposta classificada em primeiro lugar, quanto ao objeto e valor, caberá ao pregoeiro decidir motivadamente a respeito da sua aceitabilidade;


    Força e fé!!!



     

  • O prazo fixado para a apresentação das propostas, contado a partir da publicação do aviso, não será superior a oito dias úteis.

    NÃO SERÁ INFERIOR A OITO DIAS ÚTEIS!

    Melhor forma de eliminar candidatos... trocando apenas uma palavra.

  • não será inferior,ESCORREGUEI E LI ERRADO


ID
72256
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

A respeito da Lei de Introdução ao Código Civil brasileiro, considere:

I. O penhor regula-se pela lei do domicílio que tiver a pessoa, em cuja posse se encontre a coisa empenhada.

II. A obrigação resultante de contrato reputa-se constituída no lugar em que residir o proponente.

III. A lei do domicílio do herdeiro ou legatário regula a capacidade para suceder.

IV. Dependem de homologação as sentenças meramente declaratórias do estado das pessoas proferidas no estrangeiro.

Está correto o que consta APENAS em

Alternativas
Comentários
  • I – Vide art. 8º, § 2º da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC)II- Vide art. 9º, § 2º da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC)III- Vide art.10, § 2º da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC)IV- Vide art.15, § único da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC)
  • Complementando o comentário postado pelo colega Paulo...
    I - Correta! Art. 8°, § 2o O penhor regula-se pela lei do domicílio que tiver a pessoa, em cuja posse se encontre a coisa apenhada.

    II- Correta! Art. 9° § 2o A obrigação resultante do contrato reputa-se constituída no lugar em que residir o proponente.

    III- Correta! Art. 10, § 2° § 2o A lei do domicílio do herdeiro ou legatário regula a capacidade para suceder.

    IV- Incorreta! Art. 15, Parágrafo único. Não dependem de homologação as sentenças meramente declaratórias do estado de pessoas. MAS ATENÇÃO a prova é de 2008!!!A LEI Nº 12.036, DE 1º DE OUTUBRO DE 2009 revogou tal dispositivo:Art. 4º Revogam-se o § 2º do art. 1º e o parágrafo único do art. 15 do Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942.
  • na lei esta apenhada e nao empenhado
  • Colegas, Eliane está certa. Marquei a letra "a", pois me equivoquei no termo "empenhada", mas na lei está realmente "apenhado"; Com isso não seria então a alternativa "b" a resposta correta?Comentem por favor!
  • Empenhar e apenhar são sinônimos.Segundo o Dicionário Aurélio:Empenhar1. Dar em penhor; hipotecar, empenhorar
  • Galera,atenção que o parágrafo único do artigo 15 da LICC foi REVOGADO pela lei 12.036 de 1º - 10 - 2009
  • Com a revogação do parágrafo único do art. 15 da LICC pela Lei N 12.036/2009, torna-se INDISPENSÁVEL  a homologação pelo STJ de qualquer sentença estrangeira, pouco importando se seu efeito é pessoal ou não. Portanto, o item IV está correto.
  • I - art. 8 §2º

    II - art. 9§ 2º

    III - art. 10 §2º

    IV - não consta da lei


    alternativa correta neste caso é a A
  • Usando a lógica, só podemos concluir que o item I foi considerado incorreto pela banca...antes da alteração da lei sobre a afirmação que consta do nº IV e se a I estivesse correta, deveria ter um item que considerasse todas corretas e NAO HÁ! Mas se considerarmos a I incorreta, o item a ser marcado seria o "D", pois, antes da alteração da lei, o item IV estava correto. Atualmente, só estariam corretas II e III, o que traz como gabarito a letra B.
  • Olá, pessoal!
     
    A banca manteve a resposta como "A", conforme a divulgação do Edital de Alteração de Gabaritos, postado no site.
     
    Bons estudos!

  • LINDB:

    Art. 8º, § 2o  O penhor regula-se pela lei do domicílio que tiver a pessoa, em cuja posse se encontre a coisa apenhada.


    Art. 9º, § 2o  A obrigação resultante do contrato reputa-se constituida no lugar em que residir o proponente.

    Art. 10, § 2o  A lei do domicílio do herdeiro ou legatário regula a capacidade para suceder.
     

  • Revogação do parágrafo único do art. 15 da LINDB pela Lei N 12.036/2009
  • Aprofundando um pouco:

    A jurisprudência do STJ, em diversas ocasiões, tem-se orientado pela máxima competência para homologar as sentenças estrangeiras, ainda que se enquadrassem no conceito de meramente declaratórias do estado das pessoas: a) é homologável sentença que decretou divórcio por mútuo consentimento;[5] b) é também lícita a “homologação de pedido de divórcio consensual realizado no Japão, o qual é dirigido à autoridade administrativa competente. Nesse caso, não há sentença, mas certidão de deferimento de registro de divórcio, passível de homologação pelo Superior Tribunal de Justiça”[6]; c) o ato de mudança do registro civil, com o acréscimo do nome de família do padrasto e exclusão do patronímico do genitor biológico é susceptível de homologação[7]; d) “são homologáveis sentenças estrangeiras que dispõem sobre guarda de menor ou de alimentos, muito embora se tratem de sentenças sujeitas a revisão, em caso de modificação do estado de fato”[8].

    No entanto, a homologação de certidão de casamento não pode ser acolhida no STJ, porque esse ato não se insere no conceito de “sentença estrangeira”, muito menos de “provimentos não judiciais que, pela lei brasileira, tenham natureza de sentença”.[9] E, antes da Lei 2.036/2009, em alguns acórdãos, o STJ reconheceu a eficácia do parágrafo único do artigo 15 da LINDB.[10]

    De http://www.conjur.com.br/2013-fev-27/direito-comparado-homologar-sentenca-declaratoria-estrangeira


ID
72259
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

De acordo com o Código Civil brasileiro, a respeito da sociedade limitada, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Segundo o art. 1.075 do Código Civil "A assembléia será presidida e secretariada por sócios escolhidos entre os presentes."
  • Código Civila) ERRADA - Art. 1.071. Dependem da deliberação dos sócios, além de outras matérias indicadas na lei ou no contrato: III - a destituição dos administradores;Art. 1.076. Ressalvado o disposto no art. 1.061 e no § 1o do art. 1.063, as deliberações dos sócios serão tomadas:II - pelos votos correspondentes A MAIS DA METADE do capital social, nos casos previstos nos incisos II, III, IV e VIII do art. 1.071;b) ERRADA - Art. 1.071. Dependem da deliberação dos sócios, além de outras matérias indicadas na lei ou no contrato: V - a modificação do contrato social;Art. 1.076. Ressalvado o disposto no art. 1.061 e no § 1o do art. 1.063, as deliberações dos sócios serão tomadas:I - pelos votos correspondentes, no mínimo, a TRÊS QUARTOS do capital social, nos casos previstos nos incisos V e VI do art. 1.071;c) CORRETA - Art. 1.075. A assembléia será presidida e secretariada por sócios escolhidos entre os presentes.d) ERRADA - Art. 1.080. As deliberações infringentes do contrato ou da lei TORNAM ilimitada a responsabilidade dos que expressamente as aprovaram.e) ERRADA - Art. 1.074.... § 2º NENHUM SÓCIO, por si ou na condição de mandatário, pode votar matéria que lhe diga respeito diretamente.
  • Letra A: Quórum de deliberações das Sociedades Limitadas:
    Regra: Maioria do capital social
    Exceções: 

    1)Para designação de administrador não sócio ( se 100% integralizado o capital social= 2/3, se não integralizado 100% = unanimidade dos sócio);  

    2)Modificação do contrato social: exige 3/4

    Letra B: Como dito, a modificação do contrato social requer quórum de 3/4 do capital social

    Letra C: CORRETA - Art. 1.075. A assembléia será presidida e secretariada por sócios escolhidos entre os presentes.

    Letra D: Art. 1.080. As deliberações infringentes do contrato ou da lei tornam ilimitada a responsabilidade dos que expressamente as aprovaram.

    Letra E- Art. 1.074.... § 2º nenhum sócio, por si ou na condição de mandatário, pode votar matéria que lhe diga respeito diretamente.

  • CC, Art. 1.071. Dependem da deliberação dos sócios, além de outras matérias indicadas na lei ou no contrato:

     

    maioria dos votos dos presentes - contas

     

    I - a aprovação das contas da administração;

    VII - a nomeação e destituição dos liquidantes e o julgamento das suas contas;

     

    mais de metade do capital social - administradores e concordata

     

    II - a designação dos administradores, quando feita em ato separado;

    III - a destituição dos administradores;

    IV - o modo de sua remuneração, quando não estabelecido no contrato;

    VIII - o pedido de concordata.

     

    três quartos do capital social - estrutura da sociedade: contrato social e operações societárias

     

    V - a modificação do contrato social;

    VI - a incorporação, a fusão e a dissolução da sociedade, ou a cessação do estado de liquidação;

  • GABARITO LETRA C

    LEI Nº 10406/2002 (INSTITUI O CÓDIGO CIVIL)

    ARTIGO 1075. A assembléia será presidida e secretariada por sócios escolhidos entre os presentes.


ID
72262
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

A respeito do inadimplemento das obrigações, é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • CÓDIGO CIVILArt. 398. Nas obrigações provenientes de ato ilícito, considera-se o devedor em mora, DESDE QUE O PRATICOU.
  • Art. 394. Considera-se em mora o devedor que não efetuar o pagamento e o credor que não quiser recebê-lo no tempo, lugar e forma que a lei ou a convenção estabelecer.Art. 396. Não havendo fato ou omissão imputável ao devedor, não incorre este em mora.Parágrafo único. Não havendo termo, a mora se constitui mediante interpelação judicial ou extrajudicial.
  • Questão que requer atenção e o conhecimento da lei: a) Art. 396. Não havendo fato ou omissão imputável ao devedor, não incorre este em mora.b) Art. 398. Nas obrigações provenientes de ato ilícito, considera-se o devedor em mora, desde que o praticou. CORRETOc) Art. 397. O inadimplemento da obrigação, positiva e líquida, no seu termo, constitui de pleno direito em mora o devedor. Parágrafo único. Não havendo termo, a mora se constitui mediante interpelação judicial ou extrajudicial.d) Art. 394. Considera-se em mora o devedor que não efetuar o pagamento e o credor que não quiser recebê-lo no tempo, lugar e forma que a lei ou a convenção estabelecer.e) Art. 390. Nas obrigações negativas o devedor é havido por inadimplente desde o dia em que executou o ato de que se devia abster.

  • Complementando:

    Art. 397, CC. O inadimplemento da obrigação, positiva e líquida, no seu termo, constitui de pleno direito em mora o devedor. Parágrafo único. Não havendo termo, a mora se constitui mediante interpelação judicial ou extrajudicial. 

    Súmula 54, STJ. Os juros moratórios fluem a partir do evento danoso, em caso de responsabilidade extracontratual*. 
    *A Responsabilidade Civil Contratual, como o nome mesmo já sugere, ocorre pela presença de um contrato existente entre as partes envolvidas, agente e vítima. Assim, o contratado ao unir os quatro elementos da responsabilidade civil (ação ou omissão, somados à culpa ou dolo, nexo e o consequente dano) em relação ao contratante, em razão do vínculo jurídico que lhes cerca, incorrerá na chamada Responsabilidade Civil Contratual. 
    Em relação à Responsabilidade Civil Extracontratual, também conhecida como aquiliana, o agente não tem vínculo contratual com a vítima, mas, tem vínculo legal, uma vez que, por conta do descumprimento de um dever legal, o agente por ação ou omissão, com nexo de causalidade e culpa ou dolo, causará à vítima um dano.


     

  • RESPOSTA CORRETA 'B' 

    PONTO DE IMPORTÂNCIA COM MUITA DISCURSÃO PELA DOUTRINA.

    Quais as consequência da mora do devedor, quais as consequência da mora do credor, deste ponto nasce a questão: em qual momento nasce a mora? Isso é importante pelo fato de saber quando se inicia as suas consequências termo em latim Mora ex re / Mora ex persona.  Ex re está na lei é automático / ex persona deverá notificar a pessoa.

    Mora ex re é aquela que decorre da lei, resultante do próprio fato do inadimplemento. Existem certos casos em que a lei diz o seguinte: se isso acontece a parte está em mora automaticamente é art. 398, CC.

    Art. 398. Nas obrigações provenientes de ato ilícito, considera-se o devedor em mora, desde que o praticou. (Vide Lei nº 13.105, de 2015) (Vigência) ex. a pessoa saiu dirigindo o carro de outro causou o acidente, estará em mora desde o dia do acidente. Isso significa que não importa o tempo que a pessoa levará para entra com uma ação (mora presumida), o autor do ato ilícito está em mora. 

    Mora ex persona é aquela que a parte tem que ser constituído em mora, não é automática depende de uma providência, ex. ‘pratica certo ato para comprova a mora,’ contrato bancário para compra de um carro, cliente, loja e banco. O cliente deve pagar o carne, não havendo o pagamento o banco entra com uma ação de busca e apreensão, este é o contrato de ação fiduciária de bens imóveis. Na lei fiduciária é expresso o seguinte: se o devedor não pagar a dívida (as prestações) o credo vai constitui-lo em mora, mediante o protesto do título ou notificação.

    O credor pode entra com ação de busca e apreensão, isso significa que a mora do devedor não dar o direito do banco tomar o carro, o credor deverá notifica-lo ou protestar o título para entrar com ação de busca e apreensão.

    O ex persona= interpelar o devedor ou constituir o devedor em mora.

     

  • B - Não por interpelaçao judicial ou extra judicial, e sim, desde o dia que cometeu o ato ilicito.


ID
72265
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Civil
Assuntos

Os partidos políticos, as associações públicas e as organizações religiosas são pessoas jurídicas de direito

Alternativas
Comentários
  • Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:I - as associações;II - as sociedades;III - as fundações.IV - as organizações religiosas; (Incluído pela Lei nº 10.825, de 22.12.2003)V - os partidos políticos. (Incluído pela Lei nº 10.825, de 22.12.2003)OBS: As associações públicas são pessoas jurídicas de direito público.A lei nº 11.107/05, alterou o art. 41 do CC. Veja a nova redação:"Art. 16. O inciso IV do art. 41 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil, passa a vigorar com a seguinte redação:"Art. 41[...]IV – as autarquias, inclusive as associações públicas;[...]
  • Art. 41,CC. São pessoas jurídicas de direito público interno:I - a União;II - os Estados, o Distrito Federal e os Territórios;III - os Municípios;IV - as autarquias, inclusive as associações públicas; <<<<
  • CUIDADO!A capciosidade da questão é induzir o candidato a confundir ASSOCIAÇÂO PÙBLICA (DPU) com ASSOCIAÇÂO CORPORATIVA (DPR)!!!!!letra correta "E"


  • [Slide1.PNG]
  • Mnemônico para pessoas jurídicas de direito privado, art. 41, do C.C.:  AF q. PESO!!   (associação, fundação, partido político, empresa individual LTDA, sociedades, organizações religiosas)  pode ser assim tb: "AF, as pessoas jurídicas de direito privado são um PESO!"


  • Art. 41, CC - São pessoas jurídicas de direito público interno:

    I - a União.

    II - os Estados, o Distrito Federal e os Territórios.

    III - os Municípios.

    IV - as autarquias, inclusive as associações públicas.

    V - as demais entidades de caráter público criadas por lei.

     

    Art. 44, CC - São pessoas jurídicas de direito privado:

    I - as associações.

    II - as sociedades.

    III - as fundações.

    IV - as organizações religiosas.

    V - os partidos políticos.

    VI - as empresas individuais de responsabilidade limitada.

     

     


ID
72268
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

Suspende-se o processo

Alternativas
Comentários
  • Art. 13 Verificando a incapacidade processual ou a irregularidade da representação das partes, o juiz, suspendendo o processo, marcará prazo razoável para ser sanddo o defeito.
  • Art. 267. Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: (Redação dada pela Lei nº 11.232, de 2005)I - quando o juiz indeferir a petição inicial;Il - quando ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes;III - quando, por não promover os atos e diligências que Ihe competir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias;IV - quando se verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo;V - quando o juiz acolher a alegação de perempção, litispendência ou de coisa julgada;Vl - quando não concorrer qualquer das condições da ação, como a possibilidade jurídica, a legitimidade das partes e o interesse processual;VII - pelo compromisso arbitral;Vll - pela convenção de arbitragem; (Redação dada pela Lei nº 9.307, de 23.9.1996)Vlll - quando o autor desistir da ação;IX - quando a ação for considerada intransmissível por disposição legal;X - quando ocorrer confusão entre autor e réu;XI - nos demais casos prescritos neste Código.
  • Só complementando os comentários postados pelos colegas...A única hipótese acima que ocasiona a suspensão do processo é a perda da capacidade processual das partes. Portanto, correta a letra "a", eis, a saber:Art. 265. Suspende-se o processo:I - pela morte ou perda da capacidade processual de qualquer das partes, de seu representante legal ou de seu procurador;As demais hipóteses correspondem à extinção do processo sem resolução de mérito, conforme o Art.267 do CPC,abaixo:
  • Havendo morte ou perda da capacidade processual de quaisquer das partes, há que se distinguir o momento em que se deu tal evento, pois, conforme seja, duas serão as possibilidades:1- se já havia se iniciado a audiência de instrução e julgamento, o processo só será suspenso após a publicação da sentença;2- se não havia se iniciado a audiência de instrução, o processo será desde logo suspenso.Esta causa de suspensão é por tempo indeterminado (já que a lei não prevê prazo) até a habilitação dos sucessores .Vale observar que, se a ação versar sobre direito intransmissível, não há que se falar em suspensão do processo, mas em EXTINÇÃO do mesmo, é o que ocorre por exemplo em uma ação de separação judicial.Já se a morte ou perda da capacidade for do ADVOGADO de quaisquer das partes, o processo será imediatamente suspenso, marcando o juiz o prazo de 20 dias para que seja constituído outro procurador.
  • Suspende-se o processo pela perda da capacidade processual de qualquer das partes.Artigo 265 do CPC.Os outros casos são de extinção do processo sem resolução do mérito.Alternativa correta letra "A".
  • a) CORRETA    Art. 265.CPP  Suspende-se o processo:
            I - pela morte ou perda da capacidade processual de qualquer das
     partes, de seu representante legal ou de seu procurador;


    b) Incorreta Art. 267 Extinção SEM Resolução de mérito

          Vll - pela convenção de arbitragem

    c) Incorreta   Art. 267 Extinção SEM Resolução de mérito

     IX - quando a ação for considerada intransmissível por disposição legal;

    d) Incorreta  Art. 267 Extinção SEM Resolução de mérito

       Il - quando ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes;

    e) Incorreta  Art. 267 Extinção SEM Resolução de mérito

    V - quando o juiz acolher a alegação de perempção
  • Eu entendo que o intem C está incorreto porque se trata de texto legal...Mas alguém poderia me explicar melhor este intem C? Quando a  ação é considerada intransmissível? Seria nos casos de direito indisponível? Se alguém puder esclarecer, eu agradeço...
  • Sobre a letra C:

    "Existem ações de caráter personalíssimo, que não podem ser transmitidas aos herdeiros ou sucessores das partes, em caso de falecimento. As ações de separação judicial e divórcio são exemplos: com o falecimento de qualquer dos cônjuges, o processo será extinto sem julgamento de mérito. Outro é a interdição, quando ocorre o faleciemnto do interditando.". 
    Marcus Vnicius Rios Gonçalves. 
  • para ajudar a lembrar o que é a capacidade processual:

    tem capacidade processual aquele que puder agir sozinho em juízo, realizando atos processuais de forma autônoma, sem o apoio de assistente ou representante legal. A título de exemplo, podemos lembrar que o recém-nascido ostenta capacidade para ser parte, afinal, ele possui personalidade civil. Entretanto, em virtude das naturais limitações que sofre, ele não possui capacidade processual, razão pela qual deve ser representado por seus genitores ou um tutor. Finalmente, a capacidade postulatória é a aptidão para requerer perante os órgãos estatais investidos da jurisdição.

    fonte: 
    http://istoedireito.blogspot.com.br/2008/07/capacidade-para-ser-parte-capacidade.html
  • Art. 485.  O juiz não resolverá o mérito quando:

    VII - acolher a alegação de existência de convenção de arbitragem ou quando o juízo arbitral reconhecer sua competência;

  • NCPC

    a) pela perda da capacidade processual de qualquer das partes.

    SUEPENSÃO.

    b) pela convenção de arbitragem.

    EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO

    c) quando a ação for considerada intransmissível por expressa disposição legal.

    EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO.

    d) pela paralisação por mais de um ano por negligência das partes.

    EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO.

    e) quando o juiz acolher a alegação de perempção.

    EXTINÇÃO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO.


ID
72271
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

Numa petição inicial, foram formulados dois pedidos para os quais a lei processual estabelece tipos diversos de procedimentos. Nesse caso,

Alternativas
Comentários
  • Art. 292 É permitida a cumulação, num único processo, contra ao mesmo réu, de vários pedidos, ainda que entre eles não haja conexão.§ 2º Quando, para cada pedido, corresponder tipo diverso de procedimento, admitir-se-á a cumulação, se o autor empregar o procedimento ordinário.
  • COMENTÁRIOS À LUZ DO ART. 292: a)será permitida a cumulação de pedidos, independentemente do tipo do procedimento, se os pedidos forem compatíveis entre si E SE O AUTOR EMPREGAR PROCEDIMENTO ORDINÁRIO. b) não será permitida a cumulação de pedidos. É PERMITIDA A CUMULAÇÃO, NUM ÚNICO PROCESSO, CONTRA O MESMO RÉU, DE VÁRIOS PEDIDOS, AINDA QUE ENTRE ELES NÃO HAJA CONEXÃO. c) será permitida a cumulação de pedidos, independentemente do tipo do procedimento, se o mesmo juiz for competente para deles conhecer. INDEPENDENTE DO TIPO DE PROCEDIMENTO SOMENTE SE O AUTOR EMPREGAR O PROCEDIMENTO ORDINÁRIO. d) será permitida a cumulação de pedidos, independentemente do tipo do procedimento, se entre eles houver conexão. INDEPENDENTE DE CONEXÃO PODE ACUMULAR PEDIDOS. NO CASO DE TIPO DE PROCEDIMENTO TEM QUE EMPREGAR O PROCEDIMENTO ORDINÁRIO. e) admitir-se-á a cumulação de pedidos, se o autor empregar o procedimento ordinário.
  • Regras para a Acumulação de Pedidos. Não tem muito o que falar, é aplicação direta da lei mesmo:Art. 292. É permitida a cumulação, num único processo, contra o mesmo réu, de vários pedidos, ainda que entre eles não haja conexão. § 1o São requisitos de admissibilidade da cumulação: I - que os pedidos sejam compatíveis entre si; II - que seja competente para conhecer deles o mesmo juízo; III - que seja adequado para todos os pedidos o tipo de procedimento. § 2o Quando, para cada pedido, corresponder tipo diverso de procedimento, admitir-se-á a cumulação, se o autor empregar o procedimento ordinário.
  • ART 292 CPC É permitida a cumulação, num único processo, contra o mesmo réu,  de vários pedidos, ainda que entre eles não haja conexão.
    pará. 1 São requisitos  de admissibilidade da cumulação:
    1) pedidos compatíveis entre si
    2) seja competente para conhecer deles o mesmo juízo
    3) seja adequado para todos os pedidos o mesmo tipo de procedimento.
    pará. 2 Quando, para cada pedido, corresponder tipo diverso de procedimento, admitir-se-á a cumulação, se o autor empregar o procedimento ordinário.
    Permitida cumulação----> único processo----> mesmo réu----> vários pedidos---->ainda que----> não haja conexão.
    requisitos:  compatíveis entre si, competente o mesmo juízo, adequado para todos o mesmo tipo de procedimento.

    Cada pedido----> tipo diverso de procedimento----> cumulação----> procedimento ordinário. 
  • Letra A - errada
    - será permitida a cumulação de pedidos, independentemente do tipo do procedimento, se os pedidos forem compatíveis entre si.

    Havendo dois pedidos para os quais a lei processual estabelece tipos diversos de procedimentos, mesmo que os pedidos sejam compatíveis entre si, que se adote o procedimento ordinário (art. 292 parag. 2).
    Portanto, pedidos compatíveis, com cumulação de pedidos de procdimentos diversos, o procedimento obrigatoriamente será o ordinário.

ID
72274
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

Considere:

I. Testemunhas arroladas pelo autor.

II. Testemunhas arroladas pelo réu.

III. Depoimento pessoal do autor.

IV. Depoimento pessoal do réu.

V. Esclarecimentos do assistente técnico do autor.

De acordo com o Código de Processo Civil, essas provas serão produzidas na audiência na seguinte ordem:

Alternativas
Comentários
  • Art. 452 As prova serão porduzidas na audiência nesta ordem:I - o perito e os assitentes técnicos responderão aos quesitos de esclarecimentos, requeridos no prazo e na forma do art. 435.II - o juiz tomará os depoimentos pessoais, primeiro do autor e depois do réuIII - finalmente, serão inquiridas as testemunhas arroladas pelo autor e pelo réu.
  • Perito>>>>assistente>>>>autor>>>>>réu>>>>testemunha do autor>>>>>testemunha do ré>>>>>MP>>>>>advogado

  • RESPOSTA   CORRETA  é  a letra "C"
  • para nunca mais errar!!!
    PDT
    peritos
    depoimentos das partes
    testemunhas .
  • Fazendo uma observação interdisciplinar: Cuidado com as diferenças entre a produção de provas em audiência do CPC e CPP:

    No CPC
    1º é perito,
    2º depoimentos (autor - réu) e
    3º e último testemunhas (autor - réu).

    No CPP:
    é ofendido, -- no cpc vem em 2º lugar--
    2º testemunhas (acusação - defesa), -- no cpc vem em 3º e último lugar--
    peritos, -- no cpc vem em 1º lugar--
    4º acareações,
    5º reconhecimentos e
    e último interrogatório do acusado. -- no cpc vem em 2º lugar, depois do depoimento do autor --
  • Gostei da dica: PDT

    Perito
    Depoimento pessoal
    Testemunhas

    Excelente!!

  • Pra matar a questão bastaria sabe que as testemunhas do autor antecedem as do réu!
  • Na audiência, de acordo com o Código de Processo Civil, as provas serão produzidas na seguinte ordem
    Eu decoro como

    P - Perito etc

    A - Autor

    R - Réu

    T - Testemunhas, seguindo a ordem de autor e réu
  • Em geral a defesa vem por último mesmo, e é importante diferenciar (para quem presta TRT), a ordem das audiências no processo civil e no processo do trabalho.

    Processo do trabalho:
    Partes
    Testemunhas
    Peritos

    Processo civil (é só colocar o perito na frente de todo mundo):
    Peritos
    Partes
    Testemunhas
  • O artigo 452 do CPC embasa a resposta correta (letra C):

    As provas serão produzidas na audiência nesta ordem:

    I - o perito e os assistentes técnicos responderão aos quesitos de esclarecimentos, requeridos no prazo e na forma do art. 435;

    II - o juiz tomará os depoimentos pessoais, primeiro do autor e depois do réu;

    III - finalmente, serão inquiridas as testemunhas arroladas pelo autor e pelo réu.

  • Para não confundir com a ordem de produção dessas provas no Processo do Trabalho (PT):


    PT não é PDT!


    :D
  • FCC tem um caso de amor com este art. 452! Praticamente todas as questões que fiz do tema "audiência", este artigo embasava o gabarito correto!

  • LETRA C

     

    NCPC

     

    Art. 361. As provas orais serão produzidas em audiência, ouvindo-se nesta ordem, preferencialmente:

    I - o perito e os assistentes técnicos, que responderão aos quesitos de esclarecimentos requeridos no prazo e na forma do art. 477, caso não respondidos anteriormente por escrito;

    II - o autor e, em seguida, o réu, que prestarão depoimentos pessoais;

    III - as testemunhas arroladas pelo autor e pelo réu, que serão inquiridas.


ID
72277
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - CPC 1973
Assuntos

Na execução de quantia certa contra devedor solvente, a penhora poderá recair sobre

Alternativas
Comentários
  • Art. 649 São absolutamente impenhoráveis:IV - (...) os proventos de aposentadoria , honorários de profissional liberalVI - o seguro de vidaX - até o limite de 40 salários mínimos, a quantia depositada em caderneta de poupança
  • C.P.C. Art. 649 - São absolutamente impenhoráveis:I - os bens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, não sujeitos à execução;II - os móveis, pertences e utilidades domésticas que guarnecem a residência do executado, salvo os de eleva-do valor ou que ultrapassem as necessidades comuns correspondentes a um médio padrão de vida;III - os vestuários, bem como os pertences de uso pessoal do executado, salvo se de elevado valor;IV - os vencimentos, subsídios, soldos, salários, remunerações, PROVENTOS DE APOSENTADORIA, pensões, pecúlios e montepios; as quantias recebidas por liberalidade de terceiro e destinadas ao sustento do devedor e sua família, os ganhos de trabalhador autônomo e OS HONORÁRIOS DE PROFISSIONAL LIBERAL, observado o disposto no § 3 o deste artigo;V - os livros, as máquinas, as ferramentas, os utensílios, os instrumentos ou outros bens móveis necessários ou úteis ao exercício de qualquer profissão;VI - O SEGURO DE VIDA;VII - os materiais necessários para obras em andamento, salvo se essas forem penhoradas;VIII - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família;IX - os recursos públicos recebidos por instituições privadas para aplicação compulsória em educação, saúde ou assistência social;X - ATÉ O LIMITE 40 SALÁRIOS MÍNIMOS, A QUANTIA DEPOSITADA EM CADERNETA DE POUPANÇA;XI - os recursos públicos do fundo partidário recebidos, nos termos da lei, por partido político.
  • Então pode penhorar os fundos a vontade.A poupança depende do tamanho.Ok.
  • "Então pode penhorar os fundos a vontade. A poupança depende do tamanho."

    Hahahaha.... ficou muito interessante esse comentário! Ou só eu que entendi o duplo sentido!?

  • Realmente, ficou engraçado o comentário...
  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Gabarito: D
  • Art. 649. São absolutamente impenhoráveis:

    I - os bens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, não sujeitos à execução;

    II - os móveis, pertences e utilidades domésticas que guarnecem a residência do executado, salvo os de elevado valor ou que ultrapassem as necessidades comuns correspondentes a um médio padrão de vida; (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    III - os vestuários, bem como os pertences de uso pessoal do executado, salvo se de elevado valor; (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    IV - os vencimentos, subsídios, soldos, salários, remunerações, proventos de aposentadoria ( independe do valor), pensões, pecúlios e montepios; as quantias recebidas por liberalidade de terceiro e destinadas ao sustento do devedor e sua família, os ganhos de trabalhador autônomo e os honorários de profissional liberal ( a questão fala de 20 sm, mas, segundo a lei, a impenhorabilidade aqui independe do valor), observado o disposto no § 3o deste artigo; (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    V - os livros, as máquinas, as ferramentas, os utensílios, os instrumentos ou outros bens móveis necessários ou úteis ao exercício de qualquer profissão; (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    VI - o seguro de vida; (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    VII - os materiais necessários para obras em andamento, salvo se essas forem penhoradas;  (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    VIII - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família; (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    IX - os recursos públicos recebidos por instituições privadas para aplicação compulsória em educação, saúde ou assistência social; (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    X - até o limite de 40 (quarenta) salários mínimos, a quantia depositada em caderneta de poupança. (Redação dada pela Lei nº 11.382, de 2006).

    XI - os recursos públicos do fundo partidário recebidos, nos termos da lei, por partido político. (Incluído pela Lei nº 11.694, de 2008)



ID
72280
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito do Trabalho
Assuntos

Considere:

I. Estabilidade provisória assegurada ao empregado acidentado.

II. Estabilidade provisória assegurada à empregada gestante.

III. Vale-transporte.

IV. Adicional noturno e intervalo intrajornada.

V. Seguro-desemprego.

Em regra, são assegurados ao empregado doméstico os benefícios indicados APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Os direitos assegurados pela Constituição Federal aos trabalhadores domésticos são:- salário mínimo, fixado em lei; - irredutibilidade do salário; - 13º salário com base na remuneração integral ou valor da aposentadoria; - repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos; - férias anuais remuneradas com, pelo menos, 1/3 a mais do salário; - licença-gestante de 120 dias; - licença-paternidade de 5 dias; - seguro-desemprego;- aviso prévio; - aposentadoria; - vale-transporte;
  • Senhores, o seguro desemprego não é garantido ao empregado doméstico, ele só o receberá se o patrão quiser, se o patrão pagar o FGTS, portanto ele não é um direito obrigatório do doméstico.
  • Como falam as criançinhas : seguro-desemprego, nem aqui nem na China!!!!
  • Devo discordar dos colegas abaixo,pois a questão não pergunta quais os benefícios OBRIGATORIAMENTE assegurados, tão-somente, assegurados. E ,via de regra, a Lei 5.859/72 assegura sim o direito ao seguro-desemprego.Art. 6o-A. O empregado doméstico que for dispensado sem justa causa fará jus ao benefício do seguro-desemprego, de que trata a Lei no 7.998, de 11 de janeiro de 1990, no valor de um salário mínimo, por um período máximo de três meses, de forma contínua ou alternada.§ 1o O benefício será concedido ao empregado inscrito no FGTS que tiver trabalhado como doméstico por um período mínimo de quinze meses nos últimos vinte e quatro meses contados da dispensa sem justa causa.
  • Esta questão é um tanto polêmica, haja vista que a mesma exige "em regra". Desta forma podemos afirmar que "em regra" o seguro desemprego não é uma garantia do empregado doméstico, isto porque o FGTS é pago pelo empregador somente se este desejar. Assim
  • Questão errada e mal elaborada.Deve ser anulada
  • Galera essa questão foi anulada pela Banca, conforme consta no site da FCC.
  • O empregado doméstico só tem direito ao seguro-desemprego se o empregador optar pelo depósito do FGTS. Se não optar não terá direito.Questão mal elaborada
  • O empregado doméstico só tem direito ao seguro-desemprego se o empregador optar pelo depósito do FGTS.
  • O recebimento do seguro desemprego não é regra, haja vista que ao empregador é facultativo o depósito do FGTS.
  • Questão passível de NULIDADE ABSOLUTA, por extrema imperfeição do enunciado no tocante a regras legais vigentes. Vejamos:

    Aquestão pede " em regra" - ora a regra geral é que o empregadodoméstico não seja beneficiário do SEGURO DESEMPREGO. Porém,EXCEPCIONALMENTE, será admitido tal direito se o empregador medianteato facultativo incluir o doméstico no regime do FGTS; do contrário,jamais o doméstico gozará de tal benefício.

    Outro erro grosseiroda questão - é o item I ( que aborda tema polêmico no qual incidefortíssimas divergências doutrinárias e jurisprudenciais. Um questãoobjetiva não deve cobrar assuntos dessa espécie, pois não há posiçãolegal ou jurisprudencial consolidada, assim a depender da corrente ( oitem pode ser correto ou falso). Ao meu ver o item I está correto em facedo princípio da UNIVERSALIDADE DA COBERTURA esculpido na CF/88.

    nulidade do quesito!!!
  • Essa questão foi anulada pela FCC!
  • Atualmente (06/2017), todos os benefícios são assegurados ao empregado doméstico:

     

    I. Estabilidade provisória assegurada ao empregado acidentado:

    Lei 8.213/1991, art. 18, § 1º - Somente poderão beneficiar-se do auxílio-acidente os segurados incluídos nos incisos I, II, VI e VII do art. 11 desta Lei. (Redação dada pela Lei Complementar nº 150, de 2015)

     

    Lei 8.213/1991, art. 11, II - Art. 11. São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas:  

    II - como empregado doméstico: aquele que presta serviço de natureza contínua a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividades sem fins lucrativos;


    II. Estabilidade provisória assegurada à empregada gestante:

    LC 150/2015, Art. 25.  A empregada doméstica gestante tem direito a licença-maternidade de 120 (cento e vinte) dias, sem prejuízo do emprego e do salário, nos termos da Seção V do Capítulo III do Título III da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943. 
     

    III. Vale-transporte:

    Art. 19.  Observadas as peculiaridades do trabalho doméstico, a ele também se aplicam as Leis nº 605, de 5 de janeiro de 1949, no 4.090, de 13 de julho de 1962, no 4.749, de 12 de agosto de 1965, e no 7.418, de 16 de dezembro de 1985, e, subsidiariamente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. 
     

    IV. Adicional noturno e intervalo intrajornada:

    LC 150/2015, art. 14, § 2º - A remuneração do trabalho noturno deve ter acréscimo de, no mínimo, 20% (vinte por cento) sobre o valor da hora diurna.

     

    LC 150/2015, art. 13 - É obrigatória a concessão de intervalo para repouso ou alimentação pelo período de, no mínimo, 1 (uma) hora e, no máximo, 2 (duas) horas, admitindo-se, mediante prévio acordo escrito entre empregador e empregado, sua redução a 30 (trinta) minutos.
     

    V. Seguro-desemprego:

    LC 150/2015, art. 26 - O empregado doméstico que for dispensado sem justa causa fará jus ao benefício do seguro-desemprego, na forma da Lei no 7.998, de 11 de janeiro de 1990, no valor de 1 (um) salário-mínimo, por período máximo de 3 (três) meses, de forma contínua ou alternada. 


ID
72283
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito do Trabalho
Assuntos

Tratando-se de empregado com estabilidade de emprego que foi dispensado sem justa causa, no caso de se converter a reintegração em indenização dobrada, o direito aos salários é assegurado até a data

Alternativas
Comentários
  • Súmula 28 do TST: No caso de se converter a reintegração em indenização dobrada, o direito aos salários é assegurado até a data da PRIMEIRA decisão que determinou essa conversão.
  • Questão mal classificada, na minha opinião. Não tá mais pra Processual Trabalhista do que Direito do Trabalho? abs
  • Realmente essa é de Processo do trabalho!
  • ART 496 CLT Quando a reintegração do empregado estável for desaconselhável, dado o grau de incompatibilidade resultante do dissídio, especialmente quando for o empregador pessoa física, o tribunal do trabalho poderá converter aquela obrigação em indenização devida nos termos dos arts 497 e 498.
    SÚMULA 28 TST No caso de se converter a reintegração em indenização dobrada, o direito aos salários é assegurado até a data da primeira decisão que determinou essa conversão.
    COMPLETANDO:
    SÚMULA 396 TST
    I Exaurindo o período de estabilidade, são devidos ao empregado apenas os salários do período compreendido entre a data da despedida e o final do período de estabilidade, não lhe sendo assegurada a reintegração no emprego.
    II Não há nulidade por julgamento estra petita da decisão que deferir salário quando o pedido for de reintegração, dados os termos do art 496 clt 
  • GABARITO ITEM A

     

    SÚM 28 TST

     

    DATA DA PRIMEIRA DECISÃO QUE DETERMINOU A CONVERSÃO.

  • Súmula nº 28 do TST

    INDENIZAÇÃO (nova redação) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e  21.11.2003

     

    No caso de se converter a reintegração em indenização dobrada, o direito aos salários é assegurado até a data da primeira decisão que determinou essa conversão.

     


ID
72286
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito do Trabalho
Assuntos

Considere:

I. Os depósitos do FGTS são corrigidos monetariamente, além de se capitalizarem juros de 12% ao ano.

II. A parcela do FGTS não incide sobre o período contratual resultante da projeção do aviso.

III. O parâmetro de cômputo do FGTS corresponde a 8% do complexo salarial mensal do obreiro, a par da média de gorjetas habitualmente recebidas, se houver.

IV. É permitido o saque do FGTS quando o trabalhador alcançar idade igual ou superior a setenta anos.

Está correto o que consta APENAS em

Alternativas
Comentários
  • FGTSLEI Nº 8.036, DE 11 DE MAIO DE 1990.Art. 13. Os depósitos efetuados nas contas vinculadas serão corrigidos monetariamente com base nos parâmetros fixados para atualização dos saldos dos depósitos de poupança e capitalização juros de (TRÊS) por cento ao ano.
  • DEC 99.684/90 e Lei 8.036/90 - Sobre o FGTSI)Capitalização de 3% aa - art. 19 - DecII) Incide sobre TODAS as parcelas pagas ou devidas (art. 27) exceto sobre o vale transporte e bolsa aprendizagem (art. 27, § ùnico, a e b)DecIII) Correto: 8% sobre todas as parcelas - art. 27 DecIV) Correto: = ou > que 70 anos para saque - art. 20, XV, Lei
  • Letra D.

    I - 3% ao ano.

    II - FGTS incide sobre o AP.

    III - correto.

    IV - correto.

  • I - Lei 8036/90, Art. 13:    "Os depósitos efetuados nas contas vinculadas serão corrigidos monetariamente com base nos parâmetros fixados para atualização dos saldos dos depósitos de poupança e capitalização juros de (três) por cento ao ano.        

    II - SUM-305 FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO. INCIDÊNCIA SOBRE O AVISO PRÉVIO (mantida)  - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003
    O pagamento relativo ao período de aviso prévio, trabalhado ou não, está sujeito a contribuição para o FGTS.

    III - Lei 8036/90, Art. 15: Para os fins previstos nesta lei, todos os empregadores ficam obrigados a  depositar, até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os arts. 457 e 458 da CLT e a gratificação de Natal a que se refere a Lei nº 4.090, de 13 de julho de 1962, com as modificações da Lei nº 4.749, de 12 de agosto de 1965.
    (Art. 457 da CLT:  Compreendem-se na remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, além do salário devido e pago diretamente pelo empregador, como contraprestação do serviço, as gorjetas que receber)

    IV - Lei 8036/90, Art. 20: A conta vinculada do trabalhador no FGTS poderá ser movimentada nas seguintes situações
    [...]
    XV - quando o trabalhador tiver idade igual ou superior a setenta anos
  • Aproveitar a questão e comentar uma hipótese que leva muita gente ao erro.
    A Multa do FGTS não incide no período do AP Indenizado por não haver previsão legal.
    É porque o FGTS incide em tudo relativo à AP e qdo chega no AP Indenizado, com relação a multa, ele não incide.
    É bom pra recordar.
    =)
  • não entendi o que é aviso prévio projetado ? alguém me explica e me dá um toque tanks 
  • Olha, corrijam-me se eu estiver errada, mas até onde eu sei...

    Aviso prévio é um período de no mínimo 30 dias em que a pessoa trabalha já sabendo que será demitida, se o empregador assim quiser se desfazer do contrato que era por prazo indeterminado. Mas quando é o empregado que pede demissão, aí são mínimo 30 dias que trabalha para o empregador e este já sabe que terá que contratar alguém no lugar daquele que vai deixar a vaga ao fim do período. 

    Por isso, aviso prévio é sempre projetado do dia que ocorre a demissão pelo empregador ou por si mesmo. 

    O período do aviso prévio varia conforme o tempo de serviço do empregado naquela empresa. 
  • A título de complementação, seguem algumas jurisprudências consolidadas a respeito do assunto:

    Súmula 63 TST Fundo de garantia: A contribuição para o FGTS incide sobre a remuneração mensal devida ao empregado, INCLUSIVE HORAS EXTRAS E ADICIONAIS EVENTUAIS.

    Súmula 305 TST FGTS. Incidência sobre o aviso prévio: O pagamento relativo ao período de aviso prévio, trabalhado ou não, está sujeito a contribuição para o FGTS.

    OJ 195 SDI 1 Férias indenizadas. FGTS. Não-incidência: Não incide a contribuição para o FGTS sobre as férias indenizadas.

    OJ 42 SDI 1 FGTS. Multa de 40%: I - É devida a multa do FGTS sobre os saques corrigidos monetariamente ocorridos na vigência do contrato de trabalho. Art. 18 da Lei 8.036/90 e art. 9º §1º do Decreto 99.684/1990.

    II - O cálculo da multa de 40% do FGTS deverá ser feito com base no saldo da conta vinculada na data do efetivo pagamento das verbas rescisórias, desconsiderada a projeção do aviso prévio indenizado, por ausência de previsão legal.

    IMPORTANTE: A OJ 301 da SDI 1 foi cancelada em 24/05/2011. Tal orientação asseverava que o ônus de provar recolhimentos era do mepregadoR. Contudo, o ônus foi novamente transferido ao empregadO, visto que a este é possível obter extrato analítico junto à CEF, mediante simples requerimento.

    Bons estudos!
     
  • Atenção! Não confundir a contribuição para o FGTS a que o aviso prévio (inclusive projetado) está sujeito com a multa de 40% sobre o FGTS a que o aviso prévio projetado NÃO está sujeito:

    Súmula 305/TST: "O pagamento relativo ao período de aviso prévio, trabalhado ou não, está sujeito a contribuição para o FGTS".

    x


    OJ 42: "I - É devida a multa do FGTS sobre os saques corrigidos monetariamente ocorridos na vigência do contrato de trabalho. Art. 18, § 1º, da Lei nº 8.036/1990 e art. 9º, § 1º, do Decreto nº 99.684/1990. II - O cálculo da multa de 40% do FGTS deverá ser feito com base no saldo da conta vinculada na data do efetivo pagamento das verbas rescisórias, desconsiderada a projeção do aviso prévio indenizado, por ausência de previsão legal."

  • Puxa, Danieli, obrigada pela observação. Foi muito importante para mim. :D 
  • Qual o fundamento legal/jurídico para o FGTS incidir sobre a média das gorjetas pagas habitualmente e não sobre a totalidade das gorjetas recebidas no mês anterior ? Se o FGTS é recolhido mensalmente qual o sentido de que incida sobre média das gorjetas e não sobre a totalidade das gorjetas do mes ? 

  • Letra (d)

     

    Erros em destaques:

     

    I. Os depósitos do FGTS são corrigidos monetariamente, além de se capitalizarem juros de 12% ao ano.

    II. A parcela do FGTS não incide sobre o período contratual resultante da projeção do aviso.

    III. O parâmetro de cômputo do FGTS corresponde a 8% do complexo salarial mensal do obreiro, a par da média de gorjetas habitualmente recebidas, se houver.

    IV. É permitido o saque do FGTS quando o trabalhador alcançar idade igual ou superior a setenta anos.
     

  • GABARITO : D

     

    I) ERRADO - 3%

    II) ERRADO - INCIDE SIM

    III) CORRETO

    IV) CORRETO.


ID
72289
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito do Trabalho
Assuntos

NÃO comporá a remuneração das férias

Alternativas
Comentários
  • O Vale-transporte não compõe a remuneração das férias porque não possui natureza salarial. ( Lei 7.418/85, art. 2°,"a"). Art. 2º - O Vale-Transporte, concedido nas condições e limites definidos, nesta Lei, no que se refere à contribuição do empregador: a) não tem natureza salarial, nem se incorpora à remuneração para quaisquer efeitos;
  • Se está de férias não precisa ir trabalhar; não precisando ir trabalhar não precisa do vale-transporte!

    Bons estudos!

  • A letra D está incorreta segundo o entendimento do TST, pois AS GORJETAS INTEGRAM O CÁLCULO DE FÉRIAS.
    Súmula 354. Gorjetas. Natureza jurídica. Repercussoes. (revisão do enunciado 290)
    As gorjetas, cobradas pelo empregador na nota de serviço ou oferecidas espontaneamente pelos clientes, integram a remuneração do empregado, não servindo de base de cálculo para as parcelas de aviso-prévio, adicional noturno, horas extras e repouso semanal remunerado.

  • Complementando:
    art. 458 CLT
    §2º Para os efeitos previstos neste artigo, não serão consideradas como salário as seguintes utilidades concedidas pelo empregador: (Redação dada pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001)

    III -
    transporte destinado ao deslocamento para o trabalho e retorno, em percurso servido ou não por transporte público; (Incluído pela Lei nº 10.243, de 19.6.2001)

    Bons estudos
  • Art. 142, §5º da CLT: Os adicionais por trabalho extraordinário, noturno, insalubre ou perigoso serão computados no salário que servirá de base ao cálculo da remuneração das férias.

    Hora extra             >>>>
    Adiconal noturno         >>>>          
    Base para cálculo
    Adicional por insalubridade >>                                da Férias!!!
    Adiconal por periculosidade >>>
  • A questão do vale-transporte é incontestável, mas e quanto ao salário-prêmio? O prêmio não é aquela figura que não é considerada para FGTS, férias, 13º, etc? Há uma decisão do TST reconhecendo a natureza salarial do prêmio, mas por ele ser pago com habitualidade. A contrario sensu, sendo ele pago de forma esporádica, não incorpora o salário e não reflete nas férias. Alguém explica?
  • Apenas complementando conforme entendimento de Maurício Godinho Delgado - Curso de Direito do Trabalho, sempre adotado pela FCC:

    "Também comporão a remuneração das férias, pela média duodecimal recebida no período aquisitivo, em valores atualizados, parcelas habituais de salário variável. É o que ocorre com o salário-prêmio e comissões, ilustrativamente."
     
    "A parcela que não tenha natureza salarial não comporá a remuneração das férias, evidentemente (por exemplo, vale-transporte)."
  • " Embora o salário-prêmio não tenha sido contemplado pelo legislador, a jurisprudência lhe garante a feição salarial, razão  pela qual, desde que pago com habitualidade, integra o salario para todos os fins. Neste sentido, a Súmula 209 do STF, segundo a qual, "o salário-produção, como outras modalidades de salário-prêmio, é devido, desde que verificada a condição a que estiver subordinado, e não pode ser suprimido, unilateralmente, pelo empregador, quando pago com habitualidade. "

    (Direito do Trabalho Esquematizado - Ricardo Resende, edição 2013).

    Sobre a dúvida da colega exposta no penúltimo comentário antes do meu, eu acredito que nessa questão vale marcar a "mais correta". Diante do exposto acima, percebemos que há a hipotese do salário-prêmio ser natureza salarial e consequentemente repercutir na remuneração das férias: quando pago com habitualidade. Já no caso do vale-transporte, não foi aberta hipótese de ser natureza salarial para quaisquer efeitos. O vale-transporte é uma utilidade concedida PARA o trabalho e não PELO trabalho, daí não possuir caráter salarial / remuneratório. Isso também está confirmado nos termos do art. 2, alínea a da lei 7.418/1985. In verbis:


    "Art. 2º - O Vale-Transporte, concedido nas condições e limites definidos, nesta Lei, no que se refere à contribuição do empregador: 
            a) não tem natureza salarial, nem se incorpora à remuneração para quaisquer efeitos;
    "
     
  • o adicional noturno pago com habitualidade integra o salario do empregado para todos os efeitos.


    como as gorjetas fazem parte da remuneração, mas nao do salario, somente refletem ou incidem nas parcelas trabalhistas cuja base de cálculo é a remuneração do empregado, como por ex, as férias.


  •  Alguem sabe se salario-premio ainda integra o cálculo das férias?

  • Art. 2º - O Vale-Transporte, concedido nas condições e limites definidos, nesta Lei, no que se refere à contribuição do empregador: (Renumerado do art . 3º,  pela Lei 7.619, de 30.9.1987)
    a) não tem natureza salarial, nem se incorpora à remuneração para quaisquer efeitos;
    b) não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço;
    c) não se configura como rendimento tributável do trabalhador.


ID
72292
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito do Trabalho
Assuntos

Joana possui 18 anos de idade. Catarina tem 21 anos de idade. Débora possui 13 anos de idade. João tem 23 anos de idade. Jean possui 30 anos de idade e é portador de deficiência. Nesses casos, estão compreendidos entre a idade mínima e a idade máxima prevista na legislação para celebrarem contrato de aprendizagem

Alternativas
Comentários
  • CF - Art. 6° - XXXIII - proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de QUATORZE ANOS; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998)Nas alternativas Débora possui 13 ANOS de IDADE.
  • Contrato de aprendizagem e o contrato especial, ajustado por escrito e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao MAIOR de 14 e MENOR de 24 anos (salvo no caso de portadores de deficiencia, para o qual nao existe limitaçao de idade), inscrito em programa de aprendizagem, formaçao tecnico-profissional metodica, compativel com o seu desenvolvimento fisico, moral e psicologico, e executar com zelo e diligencia as tarefas necessarias a essa formaçao. (Texto em coformidade c/ o art. 428 da CLT - que fala sobre aprendizagem)
  • A variação de idade estabelecida pelo contrato de aprendizagem é 14 a 24 anos e para os portadores de deficiência não há limite.Assim, Jean mesmo com 30 anos pode ser aprendiz e Débora devido a idade inferior a 14 anos não pode ser contratada como aprendiz.
  • CLT

    Art. 428. Contrato de aprendizagem é o contrato de trabalho especial, ajustado por escrito e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao MAIOR de 14 (QUATORZE) e MENOR de 24 (VINTE E QUATRO) anos inscrito em programa de aprendizagem formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico, e o aprendiz, a executar com zelo e diligência as tarefas necessárias a essa formação.

    § 5º - A idade máxima prevista no caput deste artigo não se aplica a aprendizes portadores de deficiência. _____________________________________________________________________________________________

    Assim sendo, poderão celebrar contrato de aprendizagem:
     JOANA - 18 ANOS
    CATARINA - 21 ANOS
    JOÃO - 23 ANOS
    JEAN - 30 ANOS PORÉM PORTADOS DE DEFICIÊNCIA
  • Embora a questão seja de fácil resolução, possui um grave erro.

    A resposta correta deveria ser "Joana, Catarina e João".

    A pergunta é: "Nesses casos, estão compreendidos entre a idade mínima e a idade máxima prevista na legislação para celebrarem contrato de aprendizagem"

    Só os três estão compreendidos entre a idade mínima e máxima, ainda que Jean tenha direito em razão de sua deficiência.

    Abraços

     

  • Discordo do seu raciocínio Davi, pois como a questão ressaltou que Jean é deficiente, não tem como ignorar isso.

    Jean também está compreendido entre a idade mínima e máxima uma vez que sendo deficiente não tem o limite de 24 anos.

    Bons estudos!

  • Mais uma questão deficiente. O limite é 14 a 24. Logo deveria excluir o deficiente porque tem idade superior ao limite, ainda que tenha o direito de celebrar contrato de aprendizagem.
    Coisas da FCC.
  • Excelente comentário Davii. Embora a questão "por eliminação" fosse tranquila de fazer, mais uma vez a gente encontra questão da FCC de péssima redação que acaba por comprometer a própria questão. Esse tipo de questão da FCC é muito comum.

    Um aviso contudo, não adianta você vir aqui nesse site ressaltar esse tipo de deficiência nas questões da FCC porque muitos aqui tem certa relutância - talvez porque vivam no mundo dos sonhos onde a banca sempre está certa - em admitir esses graves erros de lógica e semântica existentes nas questões dessa banca, basta ver a nota que atribuiram ao seu comentário.
  • Alternativa B.
  • Davi e Fernando, estou com vocês. Questão mal formulada!

  • Se na letra E fosse João no lugar de Jean algumas pessoas errariam.

    Deficiente não tem idade.

    Interessante isso.


ID
72295
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito do Trabalho
Assuntos

Com relação ao contrato de trabalho por prazo determinado, considere:

I. Caberá aviso prévio nos contratos por prazo determinado que contenham cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão.

II. Em regra, o contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser estipulado por mais de dois anos.

III. O contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser prorrogado sob pena de ser considerado contrato por prazo indeterminado.

IV. Em regra, considera-se por prazo indeterminado todo contrato por prazo determinado que suceder, dentro de seis meses, outro contrato também por prazo determinado.

Está correto o que consta APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Respondi A por ver que por eliminação só sobraria a) e e) mas essa questão caberia recurso!! letra a) está falsamente correta.
  • Numa primeira leitura a interpretação da afirmativa IV pode levar a um entendimento de renovação do contrato, o que é permitido. Contudo, essa não é a ideia do enunciado, posto que fala de um contrato determinado que finda e de outro, diverso, que também é celebrado, mas não imediatamente depois, não é uma renovação do mesmo. O que ocorre é a celebração de outro contrato após o término de contrato por tempo determinado. Nesse sentido, a lei prevê que o empregador não poderá celebrar outro contrato por tempo determinado com o mesmo empregado, senão após transcorridos seis meses. Se o pacto ocorrer antes, entende-se, via de regra, que o contrato seja por prazo indeterminado, a despeito de qualquer caraterização diversa que o empregador possa querer dar-lhe.Art. 452. Considera-se por prazo indeterminado todo contrato que suceder, dentro de seis meses, a outro contrato por prazo determinado, salvo se a expiração deste dependeu da execução de serviços especializados ou realização de certos acontecimentos.Art. 451. O contrato de trabalho por prazo determinado que tácita ou expressamente, for prorrogado mais de uma vez. passará a vigorar sem determinação de prazo.(Não é o caso da afirmação, que não trata de renovação, mas de outra contratação, em tempo posterior, mas antes de esgotados os seis meses previstos legalmente).
  • A questão não é complexa. Vejamos:A assertiva de número 1 está corretíssima. Quando houver a cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão serão utilizadas as regras atinentes aos contratos por prazo indeterminado. Ou seja, se o empregador romper o contrato sem justo motivo, concederá ao empregado o aviso e pagará a multa de 40% do FGTS. Se o contrato for rompido pelo empregado, ele terá que conceder o aviso ao empregador e ñ precisará arcar com qq indenização ao empregador. A assertiva de número 2 está de acordo com o "caput" do art. 445 da CLT, in verbis:Art. 445 - O contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, observada a regra do art. 451. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967)A assertiva de número 3 está incorreta porque contraria o disposto no artigo 451 da CLT que permite uma única prorrogação, in verbis:Art. 451 - O contrato de trabalho por prazo determinado que, tácita ou expressamente, for prorrogado mais de uma vez passará a vigorar sem determinação de prazo.Por fim, a assertiva 4 também está correta de acordo com o artigo 452 da CLT, segundo o qual entre o final de um contrato por prazo determinado e o início do outro, é necessário que haja decorrido mais de 6 meses, sob pena do segundo contrato ser considerado por prazo indeterminado, salvo a situação prevista na parte final, in verbis:Art. 452 - Considera-se por prazo indeterminado todo contrato que suceder, dentro de 6 (seis) meses, a outro contrato por prazo determinado, salvo se a expiração deste dependeu da execução de serviços especializados ou da realização de certos acontecimentos.Bons estudos.
  • Quando falei que a resposta a esta falsamente correta é porque a questao se refere a contratos por prazo determidado e, neste caso, o aviso-previo so devera ser respeitado quando o contrato com cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão for rompido antes do prazo. Nao tem cabimento falar em aviso-previo para contrato com cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão se este acabar em seu termo certo. ( item I nao esta completo)
  • iTem I esta verdedeiramente correto!!!!A que deve ter muita atenção é a alternativa IV pois o jogo de palavras pode confundir.
  • ASSERTIVA I - CORRETA
    Art. 481 - Aos contratos por prazo determinado, que contiverem cláusula asseguratória do direito recíproco de rescisão antes de expirado o termo ajustado, aplicam-se, caso seja exercido tal direito por qualquer das partes, os princípios que regem a rescisão dos contratos por prazo indeterminado. 
  • II. Em regra, o contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser estipulado por mais de dois anos.

    Entendo que não é "em regra". O contrato de trabalho por prazo determinado NUNCA pode ser estipulado por mais de 2 anos. Se assim ocorrer, ele passará a ser por prazo indeterminado. 

    Alguém conhece alguma exceção?

  • Coincidentemente, logo após esta questão, resolvi outra, da própria FCC, que diz:

    O contrato de trabalho por prazo determinado passará a vigorar como contrato por prazo indeterminado na hipótese de

    a) o empregado ser dispensado antes do prazo.
    b) ser prorrogado uma vez.
    c) ter por objeto atividades empresariais de caráter transitório.
    d) ser anotado na Carteira Profissional do empregado.
    e) ser estipulado por mais de dois anos. (CORRETA)


  • A FCC volta e meia se perde no uso da expressão "em regra", no item II deveria haver ao menos uma hipotese de contrato por tempo determinado por prazo superior a 2 anos para a afirmativa ser correta.. Alguém conhece algum caso??
  • Eu pensei nos contratos de trabalho dos jogadores de futebol, que podem durar até 5 anos.

  • IV. Em regra, considera-se por prazo indeterminado todo contrato por prazo determinado que suceder, dentro de seis meses, outro contrato também por prazo determinado.
     

    ERRADA:  Excepcionalmente, esse interstício não precisa ser obedecido, no caso de execução de serviços especializados e realização de certos acontecimentos.

    Assim, no meu entender a resposta certa seria letra E.  A propria FCC já considerou essa posição como correta na prova de Analista de Execução de Mandatos do TRT da 19a. região.

  • Sim, mas a alternativa diz EM REGRA, e não SOMENTE ou ABSOLUTAMENTE.
  • Não só dos jogadores de futebol, como de todos os atletas

    Contrato do Atleta: duração de no mínimo 03 meses e no máximo 05 anos
  • Errada, apenas, a assertiva III:

    Art. 451. O contrato de trabalho por prazo determinado que tácita ou expressamente, for prorrogado MAIS DE UMA VEZ. passará a vigorar sem determinação de prazo.


    Deus os abençoe sempre!
  • GABARITO LETRA "A"
    comentários item I
                                       Cláusula
    assecuratória do direito recíproco de rescisão antecipada

    Art. 481 CLT
    - Tem que estar de forma expressa no contrato.
    - Garante o direito de cada um (empregado/empregador) rescindir sem penalidades o contrato.
    - Tal cláusula elimina os arts. 479 e 480 da CLT                        
    - Tem que observar os princípios (direitos) de um contrato por prazo indeterminado
    - Tem direito a aviso prévio no caso de dispensa sem justa causa e demais direitos, esse é o único caso que tem AVISO PRÉVIO!!!!  
    BONS ESTUDOS!! 
  • Nossa, concordo plenamente com a Anne! Para mim está claro que não cabe aviso prévio, eis que não houve a expressão "antes do termo do contrato". É como se coubesse aviso prévio ainda que o contrato terminasse no seu termo. Se a questão tivesse a opção II e IV, iria certamente nesta.
  • Será que só eu fiquei em dúvida no item IV?
    Fiquei endecisa em virtude da parte final do art. 454:
    Art. 452 - Considera-se por prazo indeterminado todo contrato que suceder, dentro de 6 (seis) meses, a outro contrato por prazo determinado, salvo se a expiração deste dependeu da execução de serviços especializados ou da realização de certos acontecimentos.
    Mas foi bobeira minha mesmo... Pois a alternativa era exatamente a cópia da primeira parte!
     ..


     

  • Realmente me perdi um pouco quanto a afirmação

    IV. Em regra, considera-se por prazo indeterminado todo contrato por prazo determinado que suceder, dentro de seis meses, outro contrato também por prazo determinado.

    Considerei mais o ERRO DO "TODO" que o acerto do "em regra", que faria com que o todo se referisse apenas nos considerados em regra.
    Desta forma tinha considerado o IV errado, mas me equivoquei. Um jogadinha!






  • essa alternativa IV, em regra, está errada.

    Isso por que a regra (lei) diz que é todo contrato que suceder outro determinado,  salvo se a expiração do priomeiro dependeu da execução de serviços especializados ou da realização de certos acontecimentos.

    Ou seja, se o o primeiro era sobre uma obra específica com tempo certo para acabar e um segundo contrato é para, por exemplo, dar manutenção eventual por período certo, então o segundo não prorroga o primeiro, são são objetos diferentes.

    Mas, a FCC consireda que é regra que todo contrato que suceda outro dentro de 6 meses é de prazo indeterminado.

    Um devaneio da banca.

    Se fosse regra, não haveriam as exceções.

    27
  • Creio que a exceção é o portador de deficiência. Art. 428 § 3o  O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de aprendiz portador de deficiência. 
  • caro colega marcos de souza,

    neste caso, respeitosamente, discordo de vc, 

    a FCC consireda regra que todo contrato que suceda outro dentro de 6 meses é de prazo indeterminado. e é exatamente isso.

    Isso por que a regra (lei) diz que é todo contrato que suceder outro determinado 
    dentro de 6 meses é de prazo indeterminado salvo se a expiração do priomeiro dependeu da execução de serviços especializados ou da realização de certos acontecimentos. dentro da regra é realmente todo contrato, fora da regra é a exceção, e como a questão pediu dentro da regra então está correto.

     


    frase sua: "Se fosse regra, não haveriam as exceções." pelo contrário: só há exceções às regras, não tem como existir uma exceção se não existe uma regra.

     

  • Segue raciocínio:

    IV. Em regra, considera-se por prazo indeterminado todo contrato por prazo determinado que suceder, dentro de seis meses, outro contrato também por prazo determinado.

    Se a banca tivesse colocado apenas assim: 
    considera-se por prazo indeterminado todo contrato por prazo determinado que suceder, dentro de seis meses, outro contrato também por prazo determinado. Aí estaria errado, pois estaria subentendido que seria todo e qualquer contrato por prazo determinado, os que ficam dentro da regra e os que ficam fora da regra, portanto dentro da exceção. 

    agora quando a banca coloca a palavra " em regra", pede-se apenas os contratos englobados pela regra, refere-se apenas aos 
    contratos por prazo determinado que estão dentro da regra.

    Espero ter consiguido esclarecer, ao invés de confundir ainda mais (risos).

    bom entendi assim e achei fácil, eu errava muito questoes deste tipo até o professor Sandro Abreu, do cursinho TESE de Goiânia, explicar-me que quando naõ se mencionar a exceção, é pq tá valendo a regra e de lá para cá parei de errar questoes deste tipo. antes eu priorizava a exceção, e o raciocínio é o inverso.
  • gente, que polemica desnecessaria!! regra é o habitual, exceçao é o eventual. ou seja, eventualmente excedera  6 meses. o art diz exatamente isso!
    e sobre o item I, nao ha QUALQUER discussao.
  • RESPOSTA: A
  • Cuidado! O contrato de trabalho do Atleta Profissional do Futebol é visto como um contrato especial de trabalho. NÃO se aplicam ao contrato especial de trabalho desportivo os artigos 479 e 480 da Clt, como os artigos 445 e 451 da Consolidação.
    (Alice Monteiro de Barros, p.395, Curso de Direito do Trabalho, 9° edição)

    Ou seja, tal contrato é sui generis, aplicando-se a ele legislação própria (Lei Pelé) e alguns dispostivos celetistas.

    Logo, a exceção do contrato determinado que ultrapasse 2 anos é o caso do portador de deficiencia fisica ou mental, nos contratos de aprendizagem, em termos:

    Art. 428. Contrato de aprendizagem é o contrato de trabalho especial, ajustado por escrito e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de 14 (quatorze) e menor de 24 (vinte e quatro) anos inscrito em programa de aprendizagem formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico, e o aprendiz, a executar com zelo e diligência as tarefas necessárias a essa formação.

     § 3o  O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anosexceto quando se tratar de aprendiz portador de deficiência.
  • Acredito que essa questão foi gabaritada de forma errada pela banca organizadora. Vejamos objetivamente o enunciado IV:

    "Em regra, considera-se por prazo indeterminado todo contrato por prazo determinado que suceder, dentro de seis meses, outro contrato também por prazo determinado.

    Minha argumentação se baseia no artigo 452 da CLT que diz: Considera-se por prazo indeterminado todo contrato que suceder, dentro de 6 (seis) meses, a outro contrato por prazo determinado, salvo se a expiração deste dependeu da execução de serviços especializados ou da realização de certos acontecimentos.

    Diante do exposto não é correto afirmar que TODO contrato a termo que suceder, dentro de seis meses, outro contratro também a termo seja ele por prazo indeterminado, pois é possível sim realizar um contrato por prazo determinado, dentro de seis meses, da rescisão de outro contrato também a prazo determinado, desde que o primeiro tenha sido extinto por motivo de excecução de serviços especializados ou da realização de certos acontecimentos. (com o mesmo empregador)

    Se os respectivos contratos a termo forem firmados, dentro de seis meses, por empregadores diferentes, o segundo é considerado como contrato por prazo determinado. (com empregador diferente)

    Para mim o enunciado IV está errado. Restando a alternativa "e" como correta, mas como divergiu do gabarito oficial, então caberia recurso.
  • Alguém saberia me explicar porque a assertiva II está correta? Ela fala que, em regra, o contrato por prazo determinado não pode ser estipulado por mais de 2 anos, mas se fala em regra, é porque há exceção, mas não conheço nenhum contrato desse tipo que pode ser estipulado por mais de 2 anos, até porque, nesse prazo, consta também a prorrogação. Acertei a questão só porque não havia uma alternativa com apenas as assertivas I e IV corretas, pois se houvesse, teria desconsiderado a assertiva II.

  • O "em regra" do item IV fez toda diferença!! 

  • Fundamento do item I: CLT, ART. 481 - AOS CONTRATOS POR PRAZO DETERMINADO, QUE CONTIVEREM CLÁUSULA ASSEGURATÓRIA DO DIREITO RECÍPROCO DE RESCISÃO ANTES DE EXPIRADO O TERMO AJUSTADO, APLICAM-SE, CASO SEJA EXERCIDO TAL DIREITO POR QUALQUER DAS PARTES, OS PRINCÍPIOS QUE REGEM A RESCISÃO DOS CONTRATOS POR PRAZO INDETERMINADO

  • Item I gera dúvidas: Não basta que tenha cláusula assecuratória, é preciso também que o rompimento do contrato seja anormal (antes do termo). Pela afirmação do item, presume-se que mesmo que o contrato tenha sido extinto normalmente (com término do prazo estipulado) haverá pagamento de aviso-prévio (o que não é verdade). Saber utilizar o português para elaborar uma questão é essencial e a FCC, pelo que vejo, não utiliza.

  • I. Caberá aviso prévio nos contratos por prazo determinado que contenham cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão. CORRETA
    Quando o contrato por prazo determinado tiver clausula de direito recíproco de rescisão o empregado terá direito ao AP, regem pela rescisão dos contratos por prazos determinados.


    II. Em regra, o contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser estipulado por mais de dois anos.

    Lembrando que os de experiências são 90 dias

    III. O contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser prorrogado sob pena de ser considerado contrato por prazo indeterminado. PODERÁ SER PRORROGADO UMA VEZ DENTRO DO PERIODO DE UM ANO

    IV. Em regra, considera-se por prazo indeterminado todo contrato por prazo determinado que suceder, dentro de seis meses, outro contrato também por prazo determinado.

    REGRA : NÃO PODE FAZER NOVO CONTRATO DE PRAZO DETERMINADA DENTRO 6 MESES

    Exceção: serviços especializados + certos acontecimento ( como do natal para o carnaval)

     


ID
72298
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito do Trabalho
Assuntos

Com relação à extinção do contrato individual de trabalho em razão da prática, pelo empregado, de ato considerado falta grave caracterizador da justa causa da respectiva rescisão, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Súmula 73 do TST: A ocorrência de justa causa, salvo a de abandono de emprego, no decurso do prazo do aviso prévio dado pelo empregador, retira do empregado qualquer direito às verbas rescisórias de natureza indenizatória.
  • CLT - Para estudos:Art. 482. Constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador:a) ato de improbidade;b) incontinência de conduta ou mau procedimentoc) negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando construir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço;d) condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execução da pena;e) desídia no desempenho das respectivas funções;f) embriaguez habitual ou em serviço;g) violação de segredo da empresa;h) ato e indisciplina ou de insubordinação;i) abandono de emprego;j) ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa, ou ofensas físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;k) ato lesivo de honra e boa fama ou ofensas físicas praticada contra o empregador e superiores hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem:l) prática constante de jogos de azar.
  • a) Em regra, o período a ser considerado para a caracterização do abandono de emprego é de 10 dias.Segundo Renato Saraiva, o abandono de emprego possui dois elementos :o subjetivo que é a intenção, o desejo, o ânimo do obreiro de abandonar o emprego e o objetivo que consiste no real afastamento, por certo lapso temporal. Como não há nenhum dispositivo legal específico, fixando o número de faltas seguidas injustificadas para a configuração do abandono, a jurisprudência tem fixado, como regra, o prazo de 30 DIAS, baseando-se nos arts.472,§1°,474 e 853 da CLT.Para configuração do abandono, o obreiro deve faltar por 30 dias CONTÍNUOS. Caso as faltas não sejam contínuas, porém intercaladas, pode ser configurada a desídia,mas não o abandono de emprego. O TST expressa o seguinte entendimento:Súmula 32. Presume-se o abandono de emprego se o trabalhador não retornar ao serviço no prazo de 30 (trinta) dias após a cessação do benefício previdenciário nem justificar o motivo de não o fazer.
  • a) ERRADA - em regra o período a ser considerado para caracterização do abandono de emprego é de 30 DIAS.d) perfeita
  • etra "A" - Errada. O abandono de emprego requer a ausência injustificada do empregado por mais de 30 dias.
    letra "B" - Errada, pois se refere à indisciplina, e não à insubordinação. Consiste a indisciplina no descumprimento de ordens gerais de serviço, as quais devem reinar na comunidade da empresa e que emanam ou da regulamentação coletiva, ou do regulamento interno, ou do contrato, ou dos costumes, ou da legislação atinente à matéria.Por sua vez, consiste a insubordinação no descumprimento deliberado de ordens pessoais de serviço. Não são ordens do próprio empregador, mas do chefe ou superior e ligadas ao serviço, como, por exemplo, o empregado que deixa de efetuar trabalho que lhe foi determinado naquele dia ou que se recusa a executar tarefa compatível com sua função.
    letra "c" - Errada. Somente caracteriza a falta grave quando a sentença já tenha sido alcançada pelo trânsito em julgado, ou ainda, quando esta não tenha concedido a suspensão da execução da pena (sursis). Se o empregado tem possibilidade de dar continuidade ao emprego, não pode haver a dispensa por falta grave.
    letra "d" - correta, nos termos do Enunciado 73 do TST.
    letra "e" - Errada. A alternativa trata da incontinência de conduta, e não de improbidade. A improbidade revela mau caráter, maldade, desonestidade, má índole, inexistência de honra. Já incontinência de conduta deve ser encarada, conforme o caso, com maior ou menor rigor, sendo mister que o ato possua incompatibilidade com a prestação do serviço. Por exemplo, caracteriza a incontinência de conduta o empregado que age de maneira contrária aos padrões de civilidade, como a falta de higiene (urina em público), a prática de atos libidinosos, a libertinagem, a pornografia, bem como aquele que é visto constantemente na companhia de meretrizes ou pessoas de má nota, etc.
  • Colegas, apenas uma observação. A súmula 73 foi editada antes da promulgação da lei que regulamentou o aviso prévio proporcional. Sendo assim antes de 13.10.2011 era realmente impossível que fosse caracterizado o abandono de emprego (30 dias) pois tal lapso era o mesmo do aviso prévio que à época não era proporcional. No entanto, a partir da data acima referida pode ser que se tenha casos de que o período de aviso prévio ultrapasse os 30 dias e portanto sendo possível a caracterização do abandono antes do término do aviso.
  • Para quem achou que a alternativa B estava correta.

    Ato de Indisciplina ou de Insubordinação 

    Tanto na indisciplina como na insubordinação existe atentado a deveres jurídicos assumidos pelo empregado pelo simples fato de sua condição de empregado subordinado. 

    A desobediência a uma ordem específica, verbal ou escrita, constitui ato típico de insubordinação; a desobediência a uma norma genérica constitui ato típico de indisciplina.

  • só para complementar os comentários dos colegas; exemplos de verbas rescisórias de natureza indenizatória são as férias proporcionais e o 13º proporcional dentre outros.
  • Acho que ajudará quem, assim como eu, tinha dúvidas sobre a Súmula 73 do TST

    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/comentarios-as-sumulas-do-tst-parte-6-estudos-para-trts/

  • A- Súmula 32 TST : Presume-se o abandono de emprego se o trabalhador não retornar ao serviço no prazo de 30 (trinta) dias após a cessação do benefício previdenciário nem justificar o motivo de não o fazer.

    B- CONSTITUI JUSTA CAUSA ( art. 482 CLT): eu decorrei pelo tamanho da palavra ( maior com maior)

        INDISCIPLINA: geral

        INSUBORDINAÇÃO: individual

    C- Tem que ter o transito em julgado na condenação criminal.

    D- Certa. Súmula 73 TST: A ocorrência de justa causa, salvo a de abandono de emprego, no decurso do prazo do aviso prévio dado pelo empregador, retira do empregado qualquer direito às verbas rescisórias de natureza indenizatória. 

    E - MAU PROCEDIMENTO: tem que afetar no trabalho. fere moral generica.

         INCONTINÊNCIA DE CONDUTA: fere moral sexual

         IMPROBIDADE: exemplo roubar algo da empresa.

  • letra,e INCONTINÊNCIA DE CONDUTA:A ATOS SEXUAL.


ID
72301
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual do Trabalho
Assuntos

A respeito da composição do Tribunal Superior do Trabalho, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • O Tribunal Superior do Trabalho é formado por 27 ministros, nomeados pelo Presidente da República, após aprovação do Senado Federal. Contudo, essa nomeação não é feita de forma livre, pois a lei estipula alguns critérios.Assim, pelo menos 1/5 das vagas existentes, devem ser distribuídas entre os advogados com mais de 10 (dez) anos de efetiva prática profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de 10 (dez) anos do efetivo exercício; os demais membros são escolhidos entre os juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho.
  • Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:I - ingresso na carreira, cujo cargo inicial será o de juiz substituto, através de concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, obedecendo-se, nas nomeações, à ordem de classificação;I - ingresso na carreira, cujo cargo inicial será o de juiz substituto, mediante concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases, exigindo-se do bacharel em direito, no mínimo, três anos de atividade jurídica e obedecendo-se, nas nomeações, à ordem de classificação; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;
  • d) ERRADA A escolha dos Ministros da carreira de Juiz do Trabalho pode recair em juízes oriundos do Ministério Público do Trabalho ou de advogados já integrantes dos Tribunais Regionais do Trabalho. Art. 111-A – (...)II - os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho, oriundos da magistratura da carreira , indicados pelo próprio Tribunal Superior. e) ERRADA O Presidente do Tribunal Superior do Trabalho será nomeado pelo Presidente da República, com mandato de 2 (dois) anos, dentre os integrantes do Supremo Tribunal Federal. Art. 111-A - O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal , sendo:
  • b) ERRADA É composto por 17 Ministros, nomeados pelo Presidente da República entre magistrados da Justiça do Trabalho, membros do Ministério Público do Trabalho e advogados. Art. 111-A - O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo: c) ERRADA Um quinto dos Ministros serão escolhidos entre advogados, um quinto entre membros do Ministério Público do Trabalho e três quintos entre Juízes do Trabalho. 1/5 advogados, e membros do Ministério Público do Trabalho 4/5 juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho Art. 111-A – (...)I - um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, observado o disposto no art. 94;II - os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho, oriundos da magistratura da carreira, indicados pelo próprio Tribunal Superior.
  • A) CORRETA O juiz que integrar por três vezes consecutivas, ou cinco alternadas, a lista de promoção NÃO será obrigatoriamente promovido e nomeado para o Tribunal Superior do Trabalho Não há, na Justiça do Trabalho, a promoção de "entrância para entrância". Na Justiça Federal, bem como na Justiça do Trabalho, há a entrância única, ou seja, o magistrado não precisa se promover para várias comarcas, podendo optar em permanecer na mesma comarca até atingir a antiguidade necessária para se promover a Desembargador.Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios: II - promoção de entrância para entrância , alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento; “JUSTIÇA FEDERAL. PROMOÇÃO POR MERECIMENTO. REQUISITOS. ART. 93, II, B, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Inaplicabilidade da regra do art. 93, II, b, da C.F. à promoção de juízes federais, sujeita que está ela a um único requisito -- implemento de cinco anos de exercício --, conforme disposto no art. 107, II, da mesma Carta, norma especial em cujo favor, por isso mesmo, se resolve o aparente conflito existente entre os dois dispositivos. Mesmo porque, havendo a Justiça Federal sido organizada sem entrâncias, considerados de um mesmo grau todas as seções judiciárias distribuídas pelas unidades federadas, não resta espaço para falar-se na exigência de dois anos de exercício na mesma entrância, nem, conseqüentemente, em promoção de entrância. Mandado de segurança indeferido.” (STF – MS 21631/RJ – Rel. Min. Sepúlveda Pertence – Tribunal Pleno – j. 09/06/1993)
  • No TST temos 27 Ministros, como se chega lá?- Regra do quinto constitucional (uma das formas).1/5 dos lugares é de advogados e membros do MPT. Quantos advogados e quantos membrosdo MPT?- 27: 5 = 5,4, então, se deu um número quebrado arredonda para cima (entendimento do TST),portanto, 6 sendo 3 advogados e 3 membros do MPT.E o restante?- Dentre juízes do TRTs oriundos da magistratura da carreira indicados pelo próprio TST.O TST seleciona “a dedo” quem eles querem no TST.Um advogado alçado pelo 1/5 constitucional pode subir para o TST?- Não, porque ele não é da magistratura da carreira, mas nada impede que ele ingresse diretamente no TST pelo 1/5 constitucional.
  • Não consta para o TST na forma da CF de 1988
  • Alternativa "E" - errada
    Conforme regimento interno do TST, a escolha do Presidente cabe aos seus pares, para mandato de 2 anos, proibida a reeleição, conforme arts. 29 e 30 a seguir mencionados.
    art. 29. 
    A Presidência, a Vice-Presidência e a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho são cargos de direção do Tribunal, preenchidos mediante eleição, em que concorrem os Ministros mais antigos da Corte, em número correspondente ao dos cargos de direção, proibida a reeleição.

    art. 30.  O Presidente, o Vice-Presidente e o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho serão eleitos por dois anos, mediante escrutínio secreto e pelo voto da maioria absoluta, em sessão extraordinária do Tribunal Pleno, a realizar-se nos sessenta dias antecedentes ao término dos mandatos anteriores, e tomarão posse em sessão solene, na data marcada pelo Tribunal Pleno.

  • LETRA-C

    PEgadinha

    1/5 (Um quinto) dos ministros do TST são oriundos do "quinto constitucional" , 1/10 de advogados e 1/10 de Membros do MPT.

    Portanto podemos concluir que 1/5 ( advogados e procuradores ) + 4/5 de juízes compõem o TST e não 2/5 e 3/5 respectivamente.

     

  • Letra A correta


    Pois na Justiça do Trabalho não existe essa regra de antiguidade e merecimento para se tornar membro do TST,pois a CF é bem clara qdo traz a composição do TST no art. 111-A, e para se tornar membro do TST, tem que compor o quinto constitucional ou ser indicado pelo Tribunal Superior e ser juiz do TRT.
  • Com o devido respeito aos comentários dos colegas, entendo que a letra A esteja correta, não pela fato de que o art. 96, CF não se aplique ao TST, mas porque apenas será obrigatória a promoção do juiz que figure três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de MERECIMENTO, e nã, de forma genérica, na "lista de promoção". Em verdade, são duas listas para a promoção: a de merecimento e a de antiguidade. Assim, apenas é obrigatóriia a promoção do juiz que figure na lista de merecimento, três vezes consecutivas, ou cinco, alternadas. 

    Bons estudos!
  • TST: trinta sem três (30 - 3) = 27!
  • Resposta: 'A'.
    Conforme entendimento do STF a seguir transcrito, observando-se que o mesmo entendimento é aplicado na Justiça Trabalhista:
    “JUSTIÇA FEDERAL. PROMOÇÃO POR MERECIMENTO. REQUISITOS. ART. 93, II, B, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Inaplicabilidade da regra do art. 93, II, b, da C.F. à promoção de juízes federais, sujeita que está ela a um único requisito -- implemento de cinco anos de exercício --, conforme disposto no art. 107, II, da mesma Carta, norma especial em cujo favor, por isso mesmo, se resolve o aparente conflito existente entre os dois dispositivos. Mesmo porque, havendo a Justiça Federal sido organizada sem entrâncias, considerados de um mesmo grau todas as seções judiciárias distribuídas pelas unidades federadas, não resta espaço para falar-se na exigência de dois anos de exercício na mesma entrância, nem, conseqüentemente, em promoção de entrância. Mandado de segurança indeferido.” (STF – MS 21631/RJ – Rel. Min. Sepúlveda Pertence – Tribunal Pleno – j. 09/06/1993)
  • Pensei que a alternativa "D" também estivesse correta, porque imaginei que fosse aplicável ao caso o entendimento do STF na ADI 4078. Decisão em que o STF definiu que podem concorrer a 1/3 das vagas do STJ destinados aos desembargadores dos TJ's e TRF's os desembargadores ingressos nos respectivos tribunais pelo quinto constitucional.

    Ementa: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. ART. 1º, INC. I, DA LEI N. 7.746/1989. ESCOLHA DE MAGISTRADO PARA O SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: ART. 104, PARÁGRAFO ÚNICO, INC. I, DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. MAGISTRADOS DOS TRIBUNAIS REGIONAIS FEDERAIS E TRIBUNAIS DE JUSTIÇA: IMPOSSIBILIDADE DE EXCLUSÃO DOS QUE INGRESSEM PELO QUINTO CONSTITUCIONAL. AÇÃO DIRETA IMPROCEDENTE. 1. O inc. I do art. 1º da Lei n. 7.746/1989 repete o inc. I do parágrafo único do art. 104 da Constituição da República. Impossibilidade de se declarar a inconstitucionalidade da norma sem correspondente declaração de inconstitucionalidade do dispositivo constitucional. 2. A Constituição da República conferiu ao Superior Tribunal de Justiça discricionariedade para, dentre os indicados nas listas, escolher magistrados dos Tribunais Regionais Federais e dos Tribunais de Justiça independente da categoria pela qual neles tenha ingressado. 3. A vedação aos magistrados egressos da Advocacia ou do Ministério Público de se candidatarem às vagas no Superior Tribunal de Justiça configura tratamento desigual de pessoas em identidade de situações e criaria desembargadores e juízes de duas categorias. 4. Ação direta de inconstitucionalidade julgada improcedente. (ADI 4078, Relator(a):  Min. LUIZ FUX, Relator(a) p/ Acórdão:  Min. CÁRMEN LÚCIA, Tribunal Pleno, julgado em 10/11/2011, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-072 DIVULG 12-04-2012 PUBLIC 13-04-2012) 

    Porém, no caso do TST, deve ser aplicável a literalidade do art. 111-A, II, da CF, o que torna a alternativa "D" incorreta.
  • Pessoal

    Comentário da minha professora

     A letra A da questão fala de TST, mas os ministros do TST são nomeados pelo presidente e advém do quinto constitucional ou entao sao juizes de carreira, mas essa regra do art. 93, II, "a", não se aplica para tribunais e sim para promoção de entrancia em entrancia
  • Pessoal,
    Importante observar que o critério para escolha dos 4/5 na composição dos TST's e TRT's é diferente, SENDO QUE OS CRITÉRIOS DE ANTIGUIDADE E MERECIMENTO SÃO IMPORTANTES PARA ESCOLHA DOS MEMBROS DO TRT, mas não do TST, senão vejamos:

    TST 1/5
    Adv + MPT
    (+ de 10 anos de profissão/efetivo exercício)
      4/5
    Juízes dos TRT’s
    ðIndicados pelo TST
      TRT 1/5
    Adv + MPT
    (+ de 10 anos de profissão/efetivo exercício) 4/5
    Juízes do Trabalho
    ðPor antiguidade e merecimentoalternadamente.
     
  • a) CORRETA, pois o sistema de 3x consecutivas ou 5x alternadas por merecimento é para promoção de entrância para entrância. Para chegar ao TRT ou TST é preciso de nomeação pelo Presidente no 1o caso e no 2o caso, também a aprovação Senado.
    b) É composto por
    27 Ministros
    c) ver E.
    d)
    Advogados e membros do MPT só podem ocupar o Quinto Constitucional (1/5).
    e)
    O presidente do TST é escolhido mediante votação interna.
    O Presidente da República nomeia o novo integrante do TST com aprovação da maioria absoluta do Senado. Existem 2 caminhos para alçar ao TST:
    Caminho 1) Ser juiz de um TRT, podendo ocupar um das vagas destinadas. (4/5 de todas as vagas)

    Caminho 2) Ser advogados ou membros do MPT com + 10 anos de exercício. (1/5 das vagas)
    Quando ocorre uma vaga, caminhos 1 e 2 devem participar da lista tríplice escolhida pelo TST, que é enviada ao poder executivo para que, em 20 dias, escolha um integrante para nomeação. O escolhido deve ser sabatinado pelo Senado.
  • Pessoal, quanto à alternativa " A", não precisa colocar jurisprudência ou doutrina.. Vamos lembrar que a banca é FCC ( literalidade da lei):

    Redação da questão: O juiz que integrar por três vezes consecutivas, ou cinco alternadas, a lista de promoção não será obrigatoriamente promovido e nomeado para o Tribunal Superior do Trabalho. 

    Redação do artigo 93, II,a da CF: é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento.

    Foi só uma pegadinha de palavras ( que está em negrito).

  • Vítor A. C. ,

    Acho que tem uma confusão no seu esquema. Esta "indicação" do TST é o resultado das listas de antiguidade e merecimento, então da na mesma.

  • O juiz que integrar por três vezes consecutivas, ou cinco alternadas, a lista de promoção não será obrigatoriamente promovido e nomeado para o Tribunal Superior do Trabalho.


    OU SEJA, É PURA POLITICAGEM PARA SER MINISTRO DO TST

  • Eita...FCC...essa é de 2008, mas pelo que vi, essa banca está de volta.

    Questão inapelavelmente NULA, já que sem resposta correta.

    A Letra "A" diz respeito à promoção de entrância para entrância destinada à magistratura de primeiro grau até o seu o acesso aos tribunais de segundo grau. (art. 93 da CF)

    A regra para o TST é essa e só:

    Art. 111-A. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    I um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, observado o disposto no art. 94; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    II os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho, oriundos da magistratura da carreira, indicados pelo próprio Tribunal Superior.



  • Segundo Mauro Schiavi: "Os Ministros do TST são oriundos dos Juízes dos TRTs, nomeados pelo Presidente da República após figurarem em listas tríplices elaboradas pelo próprio Tribunal".

    A promoção por antiguidade e merecimento ocorre para ingresso no TRT, senão vejamos o que afirma o referido autor: "Alternativamente, por antiguidade e por merecimento,o Juiz Substituto será promovido a Juiz da Vara do Trabalho e, posteriormente, pelo mesmo critério, a Juiz de TRT" (em alguns lugares Desembargador, a depender do Regimento Interno).

  • DESCULPE, ESSA QUESTAO EH FDP DE VERDADE


    BONS ESTUDOS. MARQUEI A D. FODA

  • Analisando a questão:

    Quanto à questão em tela, necessário do candidato o conhecimento acerca do artigo 111-A da CRFB no que se refere à composição e forma de escolha dos Ministros do TST:

    "Art. 111-A. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo:
    I - um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, observado o disposto no art. 94; 
    II - os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho, oriundos da magistratura da carreira, indicados pelo próprio Tribunal Superior. 
    § 1º A lei disporá sobre a competência do Tribunal Superior do Trabalho.
    § 2º Funcionarão junto ao Tribunal Superior do Trabalho: 
    I - a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho, cabendo-lhe, dentre outras funções, regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira; 
    II - o Conselho Superior da Justiça do Trabalho, cabendo-lhe exercer, na forma da lei, a supervisão administrativa, orçamentária, financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus, como órgão central do sistema, cujas decisões terão efeito vinculante."

    No que se refere à promoção de juízes, independente do ramo do Judiciário, necessário o conhecimento do artigo 93 da CRFB:
    "Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios: (...)
    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antiguidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:
    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento"

    Nota-se, assim, que somente este último dispositivo constitucional amolda-se à alternativa "a" da questão. Isso porque o mesmo se refere à promoção destinada à titularidade de Vara (já que o juiz inicia a carreira como substituto) e ao segundo grau (TRT), mas não ao TST, que é composta por nomeações de caráter indicativa, sem qualquer vinculação em hipótese de configuração em lista repetidamente. Já as demais alternativas violam o artigo 111-A da CRFB.

    RESPOSTA: A.
  • Pessoal, a letra A está correta porque a regra do art. 96 não se aplica ao TST, já que os cargos de ministro reservados aos integrantes da carreira (4/5, já que 1/5 fica para OAB/MPT) não são preenchidos por antiguidade ou merecimento, mas sim por indicação do próprio TST.

     

    Basta lembrar que não adianta eu ser o juiz do trabalho ou desembargador mais antigo do Brasil para ter a garantia de me tornar ministro, pois preciso da indicação dos ministros que já compõem o TST.

  • Vc aí, estudando Direito Processual do Trabalho, olha uma questão dessa e não ve nenhum item errado. Mas não... tem que lembrar da composição do Judiciário, das especificidades do cargo de Juíz e que tem apenas UMA palavra errada no item A.

    Esse tipo de questão que da vontade de largar tudo e vender coco na praia.

  • O único erro da letra A é trocar "lista de merecimento" por "lista de promoção". Logo, não, não é obrigatório.

  • Quanto a alternativa "d"

     d) A escolha dos Ministros da carreira de Juiz do Trabalho pode recair em juízes oriundos do Ministério Público do Trabalho ou de advogados já integrantes dos Tribunais Regionais do Trabalho.

    A escolha não pode recair em juízes oriundos do Ministério Público do Trabalho ou de advogados já integrantes dos Tribunais Regionais do Trabalho.

    Conforme dispõe o Art. 111-A da CLT:

                           "O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros, escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo:
    I - um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, observado o disposto no art. 94; 
    II - os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho, oriundos da magistratura da carreira, indicados pelo próprio Tribunal Superior. "
     

  • TST é o único tribunal superior que escolhe seus membros - exceção à regra

    Art. 111-A II - os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho, oriundos da magistratura da carreira, indicados pelo próprio Tribunal Superior.

    Gabarito: A


ID
72304
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual do Trabalho
Assuntos

Compete à Justiça do Trabalho julgar as causas relativas

Alternativas
Comentários
  • CF:Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)I as ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)II as ações que envolvam exercício do direito de greve; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)III as ações sobre representação sindical, entre sindicatos, entre sindicatos e trabalhadores, e entre sindicatos e empregadores; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)IV os mandados de segurança, habeas corpus e habeas data , quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)V os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista, ressalvado o disposto no art. 102, I, o; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)VI as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes da relação de trabalho; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)==>> VII as ações relativas às PENALIDADES administrativas impostas aos EMPREGADORES pelos órgãos de FISCALIZAÇÃO das relações de trabalho; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)VIII a execução, de ofício, das contribuições sociais previstas no art. 195, I, a , e II, e seus acréscimos legais, decorrentes das sentenças que proferir; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)IX outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho, na forma da lei. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
  • A) A competência é da Justica Federal.B) A competência é da Justiça Estadual.C) Competência da Justiça do Trabalho.D) Competência da Justiça Estadual ou Federal, dependendo do caso.E) Competência da Justiça Federal.
  • STF Súmula nº 501 Compete a justiça ordinária estadual o processo e o julgamento, em ambas as instâncias, das causas de acidente do trabalho, ainda que promovidas contra a união, suas autarquias, empresas públicas ou sociedades de economia mista.STJ Súmula nº 15 Compete à Justiça Estadual processar e julgar os litígios decorrentes de acidente do trabalho.Com base nas súmulas acima, a hipótese da alternativa D é de competência da Justiça Estadual somente.
  • Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:

    I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência, as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho;

    A primeira parte do dispositivo determina o que compete aos juízes federais, já a segunda parte, determina que as causas de acidente de trabalho em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, excepcionalmente não são da competência dos juízes federais, mas da Justiça Comum.

    Essas causas de acidente de trabalho, excluídas da competência dos juízes federais, segundo o Ministro Carlos Ayres Brito Relator do CC 7.204-1, são "(...) as chamadas ações acidentárias. Ações, como sabido, movidas pelo segurado contra o INSS, a fim de discutir questão atinente a benefício previdenciário”.

    É certo que há ações indenizatórias decorrentes de acidentes de trabalho, porém, nesta hipótese, quando ajuizadas pelo empregado contra o seu empregador, tendo em vista que não são propostas contra o INSS serão conforme determinou a rescentíssima Súmula Vinculante 22 da competência da Justiça do Trabalho.

    Súmula Vinculante 22: A Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar as ações de indenização por danos morais e patrimoniais decorrentes de acidente de trabalho propostas por empregado contra empregador, inclusive aquelas que ainda não possuíam sentença de mérito em primeiro grau quando da promulgação da Emenda Constitucional nº 45/04. (Divulgada em 10/12/2009)

     

    FONTE: http://www.lfg.com.br/public_html/article.php?story=20091217104923871&mode=print

  • No julgamento do Conflito de Competência nº 7.204-1, o STF, em sessão plenária, definiu a competência da justiça trabalhista, a partir da Emenda Constitucional nº 45/2004, para julgamento das ações de indenização por danos morais e patrimoniais decorrentes de acidente do trabalho. Assim, as ações promovidas pelo empregado contra o empregador postulando indenização pelos danos morais ou patrimoniais sofridos em decorrência de acidente de trabalho serão processadas e julgadas pela Justiça do Trabalho. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes da relação de trabalho (CF, art. 114, VI).

     

    Mas em relação às lides previdenciárias derivadas de acidente de trabalho, promovidas pelo trabalhador em face do INSS, a competência continua sendo da Justiça Comum (Justiça Estadual). Dessa forma, as ações que objetivem a concessão de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente ou pensão por morte, decorrentes de acidente de trabalho, devem ser ajuizadas perante a Justiça Estadual, com recursos aos Tribunais de Justiça, podendo o INSS ajuizar ação regressiva contra o empregador perante a Justiça Federal (CF, art. 109).

     

    Fonte: professor Hugo Medeiros de Goes

     

  • Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar:

    VII as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho;
     

  • CF: Art. 114. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar:
    I - As ações oriundas da relação de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da  U nião, dos Estados, do  D istrito Federal e dos Municípios ; 
    II - As ações que envolvam exercício do direito de greve;
    III - As ações sobre representação sindical, entre sindicatos, entre sindicatos e trabalhadores, e entre sindicatos e empregadores;
    IV - Os mandados de segurança, habeas corpus e habeas data , quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição;
    V - Os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista, ressalvado o disposto no art. 102, I;
    VI - As ações de indenização por dano moral ou patrimonial, decorrentes da relação de trabalho;
    VII - As ações relativas às PENALIDADES ADMINISTRATIVAS impostas aos EMPREGADORES pelos órgãos de FISCALIZAÇÃO das relações de trabalho;
    VIII – A  execução , de ofício, das contribuiçõ es sociais previstas no art. 195, I, a, e II, e seus acréscimos legais, decorrentes das sentenças que proferir;
  • Complementando os comentários sobre a alternativa E:

    STJ Súmula nº 165

    - 14/08/1996 - DJ 23.08.1996

    Competência - Falso Testemunho - Processo e JulgamentoTrabalhista

    Compete à Justiça Federal processar e julgar crime de falso testemunho cometido no processo trabalhista.

  • d) a acidentes do trabalho promovidas contra empresas públicas ou sociedades de economia mista.

    acidente de trabalho duas são as espécies de responsabilidades que podem ser dicutidas, a de natureza previdenciária e a de natureza civil.
    na primeira o conflito se estabelece entre trabalhador e INSS e a competência é ESTADUAL, porém na segunda a responsabilidade civil surge se houver culpa ou dolo é da justiça do TRABALHO.

    o empregado terá direito seguro contra acidentes de trabalho a cargo do empregador. significa que o empregador juntamente com o recolhimento das contribuições previdenciárias deve pagar para o INSS o prêmio Seguro contra Acidentes de Trabalho, cuja verba serve de custeio das idenizações de acidente de trabalho. regra geral é a mesma de qualquer seguro 1- há pagamento prêmio feito pelo empregador, 2- ocorrendo sinistro (acidente) será pago pelo segurador (INSS). logo se ocorrer acidente e não houver pagamento indenização conflito se dará entre trabalhador e previdência competência justiça ESTADUAL e nao justiça do trabalho.

    ART 7, XXVIII CF

    sorte.
  • Gente ainda não entendi a questão d.
    Pra mim a competência é da JT.
  • Tb acredito ser a competência da JT, na letra D! Mas é FCC, sabe lá o que ela entende, melhor marcamos o que já está pacificado.
  • Independente de contra quem for, as ações acidentárias serão processadas perante a justiça comum estadual, conforme Súmulas dos comentários acima, o erro da letra D está aí: o fato da ação ser acidentária, e não por ser sociedade de economia mista ou empresa pública. Uma coisa é ação acidntária, outra é responsabilidade civil por acidente do trabalho.
  • "Acidentes do trabalho", a meu ver, está como sinônimo de "ações acidentárias". Má elaboração da alternativa "d", portanto. De todo o modo, dava para acertar tranquilamente essa questão por exclusão, já que a alternativa "c", sem qualquer dúvida, é a correta.
  • Tudo é uma questão de nomeclatura, aí que está a pegadinha da questão:
     
    Ações acidentárias ou de acidente de trabalho, com esta nomeclatura especifica, são sempre ações de cunho previdenciário, logo a competência é da Justiça comum estadual.
    Por sua vez, ações de INDENIZAÇÃO por acidente de trabalho, são ações de ressarcimento, com a competência da JT.  
  • Art. 643 § 2º CLT:
     
    Art. 643 - Os dissídios, oriundos das relações entre empregados e empregadores bem como de trabalhadores avulsos e seus tomadores de serviços, em atividades reguladas na legislação social, serão dirimidos pela Justiça do Trabalho, de acordo com o presente Título e na forma estabelecida pelo processo judiciário do trabalho.
    § 1º - As questões concernentes à Previdência Social serão decididas pelos órgãos e autoridades previstos no Capítulo V deste Título e na legislação sobre seguro social.
    § 2º - As questões referentes a acidentes do trabalho continuam sujeitas a justiça ordinária, na forma do Decreto n. 24.637, de 10 de julho de 1934, e legislação subseqüente.
    § 3º - A Justiça do Trabalho é competente, ainda, para processar e julgar as ações entre trabalhadores portuários e os operadores portuários ou o Órgão Gestor de Mão-de-Obra - OGMO decorrentes da relação de trabalho.
  • Para não confundir...
      Causa de Pedir Pedido Competência
    Hipótese A Acidente do Trabalho Indenização por dano material ou moral (em face do empregador) Justiça do Trabalho (art. 114, VI, CF/88)
    Hipótese B Acidente do Trabalho Benefício Previdenciário (INSS) Justiça Estadual (art. 109, I, in fine, CF/88)
    Hipótese C Outras Causas Benefício Previdenciário (INSS) Justiça Federal (art. 109, I, CF/88)
    Hipótese
    D
    Outras Causas Benefício Previdenciário (INSS) + Não há vara federal na Comarca Justiça Estadual , por delegação (art. 109, §3º, CF/88)

    Explicando a tabela...

    Causa de pedir, em termos simples, é o fato da vida que enseja a propositura de uma ação. Ex.: Causa de pedir do inventário - falecimento do autor da herança; causa de pedir do divórcio - vontade do cônjuge de romper a sociedade conjugal.


    Hipótese A
    Nas ações cuja causa de pedir é um acidente de trabalho (ações acidentárias), é necessário indagar o que o autor pretende. Se o pedido é de indenização pelos danos causados, o processo é dirigido ao empregador e é competente a JUSTIÇA DO TRABALHO.
    É aqui que se enquadra a letra “D”, pois, segundo a Súmula 501 do STF
    "Compete à Justiça ordinária estadual o processo e o julgamento, em ambas as instâncias, das causas de acidente do trabalho, ainda que promovidas contra a União, suas autarquias, empresas públicas ou sociedades de economia mista." (Súmula 501.)
  • Hipótese B


    Se a causa de pedir continua sendo acidente do trabalho, mas o pedido é a obtenção de algum benefício previdenciário, dirigindo-se ao INSS, competência da JUSTIÇA ESTADUAL.


    Hipótese C


    Se a causa de pedir não é acidente do trabalho, mas o pedido é de benefício previdenciário, tem-se a competência da JUSTIÇA FEDERAL.

    Hipótese D


    Na situação anterior, em não havendo vara federal na Comarca, a competência é do JUIZ DE DIREITO COM RECURSO PARA O TRF!!! É o que dispõe o art. 108, II da CF/88

    Art. 108. Compete aos Tribunais Regionais Federais:II - julgar, em grau de recurso, as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição.

     

    A diferença entre a hipótese “B” e a “D” é que na 1ª a competência é originariamente da justiça estadual, com recurso para o tribunal de justiça. Na 2ª a competência é da Justiça Federal, mas a Constituição, para facilitar o acesso do jurisdicionado, delegou a jurisdição federal ao juiz de direito, portanto o recurso é para o TRF.

    Na “B”, o juiz de direito exerce uma competência própria; na “D”, uma competência “emprestada”.

  • Resposta: letra c

    c) às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelo órgão de fiscalização das relações de trabalho.

    Se trata de outra inovação trazida pela EC 45 que repousa no art.114, VII , da Carta Maior, atribuindo competência material à Justiça do Trabalho para processar e julgar as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho, cuja competência anterior era da Justiça Federal.



    Quanto à letra d, a qual vários colegas tiveram dúvidas, o item em tela trata da competência excepcionalmente atribuída à Justiça Estadual para julgar e processar causas fundadas em acidente de trabalho disposta no inciso I do art. 109 da CR/88, a seguir:

    Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:

    I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência, as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho; (grifos nossos)

    A primeira parte do dispositivo determina o que compete aos juízes federais, já a segunda parte, determina que as causas de acidente de trabalho em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, excepcionalmente não são da competência dos juízes federais, mas da Justiça Comum.

  • STF Súmula Vinculante nº 22 - Competência - Processo e Julgamento - Indenização por Danos  Morais e Patrimoniais Decorrentes de Acidente de Trabalho

       A Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar as ações de indenização por danos morais e patrimoniais decorrentes de acidente de trabalho propostas por empregado contra empregador, inclusive aquelas que ainda não possuíam sentença de mérito em primeiro grau quando da promulgação da Emenda Constitucional nº 45/04.

  • Acho que a ideia do examinador era considerar a alternativa d como errada porque abrangeria toda e qualquer ação relativa a acidentes de trabalho.

    Coisas da FCC. Às vezes, uma alternativa parcialmente correta é correta; às vezes, é errada. Só com auxílio de telepatia mesmo.
  • D- CORRETA

    A prova foi aplicada em 2008, à epoca não existia a súmula vinculante 22, que foi publicada em 2009, portanto, com base no entendimento atual, a alternativa "d" estaria correta.



    STF Súmula Vinculante nº 22
    - PSV 24 - DJe nº 27/2010 - Tribunal Pleno de 02/12/2009 - DJe nº 232, p. 1, em 11/12/2009 - DOU de 11/12/2009, p. 1

    Competência - Processo e Julgamento - Indenização por Danos  Morais e Patrimoniais Decorrentes de Acidente de Trabalho

       A Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar as ações de indenização por danos morais e patrimoniais decorrentes de acidente de trabalho propostas por empregado contra empregador, inclusive aquelas que ainda não possuíam sentença de mérito em primeiro grau quando da promulgação da Emenda Constitucional nº 45/04.

  • Entendo que, mesmo com o advento da súmula vinculante 22, a letra D continua sendo compentência da justiça comum, porque a súmula diz que será competência da justiça trabalhista as causas que envolvam danos morais ou mateiral decorrentes de acidentes de trabalho. Se a causa for apenas de acidente de trabalho e não envolver pedido de dano moral ou material, será competência da justiça comum.
    Se eu estiver equivocado, corrigam-me por favor.
    Abraços a todos.
  • Prezados Colegas,

    Muito se falou por aqui sobre a alternativa "D", discutindo-se a competência da justiça estadual ou da justiça do trabalho (após a súmula vinculante n° 22).

    Entendo que se tratando de demanda motivada por acidente de trabalho, temos duas situações possíveis.

    1) Pleito do acidentado (empregado) contra a seguradora (INSS), visando benefício do seguro social. Nesse caso, independentemente de quem for o empregador, a competência será da Justiça Comum Estadual (o inciso I, art. 109 da CF exclui da competência da justiça federal, mesmo quanto a União for parte, esse tipo de ação);

    2) Pleito do acidentado contra o empregador, visando indenização por dano moral/patrimonial. Nesse caso, coisa é um pouco mais complicada, podendo ser competente a justiça comum (federal ou estadual, conforme o caso) ou a justiça do trabalho:

    I) Sendo parte a União, competência será da justiça federal;

    II) Sendo parte entidade municipal ou estadual, será da justiça estadual;

    III) Finalmente, sendo o empregador pessoa de direito privado (lembremos que o empregador pode ser pessoa física ou jurídica), será da justiça do trabalho.

    Apesar da norma contida na súmula 22, o STF entende que ela não é aplicável nas relações entre o poder público e os seus servidores. Tal entendimento decorre do julgamento da ADI 3395, que suspendeu toda e qualquer interpretação do artigo 114, inciso I, da Constituição Federal (na redação dada pela Emenda Constitucional 45/2004), que inserisse, na competência da Justiça do Trabalho, a apreciação de causas instauradas entre o Poder Público e seus servidores, a ele vinculados por típica relação de ordem estatutária ou de caráter jurídico-administrativo.

    Para complementar o estudo, sugiro que o acesso a http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=236886 (de 2013, logo, após a súmula vinculante n° 22) e a leitura do inteiro teor do AgRg no conflito de competência 46.701-GO.

    Ante o exposto, mesmo hodiernamente, não há duplicidade de resposta, permanecendo como única alternativa correta a letra "C".

    Abraços a todos.


  • Luiz Oliveira, ainda não entendi o erro da alternativa D:

    Apesar da norma contida na súmula 22, o STF entende que ela não é aplicável nas relações entre o poder público e os seus servidores. Tal entendimento decorre do julgamento da ADI 3395, que suspendeu toda e qualquer interpretação do artigo 114, inciso I, da Constituição Federal (na redação dada pela Emenda Constitucional 45/2004), que inserisse, na competência da Justiça do Trabalho, a apreciação de causas instauradas entre o Poder Público e seus servidores, a ele vinculados por típica relação de ordem estatutária ou de caráter jurídico-administrativo.

    Mas, a questão fala de  acidentes do trabalho promovidas contra empresas públicas ou sociedades de economia mista. (pessoas jurídicas de direito privado que podem adotar o regime celetista, após a realização do concurso. Nestes casos, creio que a competencia seria sim da Justiça do Trabalho. 

    Estou errado?

  • A alternativa CORRETA É A LETRA “C”, pois em conformidade com o art. 114, VII da CF/88, assim redigido:


    “Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: as ações relativas às penalidades
    administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das
    relações de trabalho”.


    Letra ―A: a competência para tal ação, proposta em face do INSS, insere-se no art. 109, I da
    CF/88, ou seja, é da Justiça Comum FederaL.


    Letra ―B: a competência para esse tipo de ação é da Justiça Comum Estadual, pois inserida
    nas exceções do art. 109, I da CF/88, por tratar-se de acidente de trabalho.


    Letra ―D: tais ações igualmente devem ser propostas perante a Justiça Comum Estadual, pois
    tais entes possuem personalidade jurídica de direito privado.


    Letra ―E: A Justiça do Trabalho não possui competência criminal, nos termos da ADI 3684 do
    STF.


ID
72307
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual do Trabalho
Assuntos

Uma reclamação trabalhista foi julgada improcedente, tendo a sentença sido publicada em audiência realizada no dia 18 de dezembro. Dia 19 de dezembro foi dia útil. De 20 de dezembro a 6 de janeiro ocorreu o recesso da Justiça do Trabalho. Dia 7 de janeiro foi segunda-feira, dia útil. Nesse caso, de acordo com o entendimento sumulado do Tribunal Superior do Trabalho, o prazo para interposição de recurso ordinário expirou-se no dia

Alternativas
Comentários
  • Será de 8 (oito) dias o prazo para interpor e contra-arrazoar qualquer recurso (CLT, art. 893).Sendo dia 07 segunda-feira o prazo será até o dia 14 de janeiro (quarta-feira).
  • SUM-262 PRAZO JUDICIAL. NOTIFICAÇÃO OU INTIMAÇÃO EM SÁBADO. RECESSO FORENSE (incorporada a Orientação Jurisprudencial nº 209 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005I - Intimada ou notificada a parte no sábado, o início do prazo se dará no primeiro dia útil imediato e a contagem, no subseqüente. (ex-Súmula nº 262 - Res. 10/1986, DJ 31.10.1986)*** II - O recesso forense e as férias coletivas dos Ministros do Tribunal Superior do Trabalho (art. 177, § 1º, do RITST) suspendem os prazos recursais. (ex-OJ nº 209 da SBDI-1 - inserida em 08.11.2000)
  • Dia da Publicação, foi o dia da prolatação da sentença em audiência. 18/12. inicio do prazo.Já o inicio da contagem do prazo dar-se-á no primeiro dia util após a publicação, que será 19/12- suspende o prazo do recesso - continua no dia 7 até 13, que será um domingo, que não é dia util, presume-se que segunda é o dia util - 14/01, portanto é a expiração do prazo.
  • Quem disse que dia 19 não conta? Espero comentários, mas o comentário abaixo é o único correto.
  • Se a sentença foi prolatada em audiência, o dia 18 não seria o dia da ciencia e intimação ? e no dia 19 começaria a contagem dos prazos ? para mim também não ficou devidamente claro
  • ALTERNATIVA E

    Considerações preliminares para responder a questão

    O recurso ordinário que tem prazo de 8 dias.

    Súmula TST Nº 262 - PRAZO JUDICIAL. NOTIFICAÇÃO OU INTIMAÇÃO EM SÁBADO. RECESSO FORENSE
    I - Intimada ou notificada a parte no sábado, o início do prazo se dará no primeiro dia útil imediato e a contagem, no subsequente.
    II - O recesso forense e as férias coletivas dos Ministros do Tribunal Superior do Trabalho (art. 177, § 1º, do RITST) suspendem os prazos recursais.

    CPC
    Art. 175.  São feriados, para efeito forense, os domingos e os dias declarados por lei.

    Art. 179.  A superveniência de férias suspenderá o curso do prazo; o que Ihe sobejar recomeçará a correr do primeiro dia útil seguinte ao termo das férias.


    Art. 184.  Salvo disposição em contrário, computar-se-ão os prazos, excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento.
      § 1º  Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil se o vencimento cair em feriado ou em dia em que:
      I - for determinado o fechamento do fórum;
      II - o expediente forense for encerrado antes da hora normal.

    Com base no exposto acima, acompanhe:

    18 de dezembro: dia da intimação da sentença em audiência
    19 de dezembro: 1º dia do prazo
    20 de dezembro a 6 de janeiro: prazo suspenso (Súmula n. 262 do TST e art. 179 do CPC)
    7 de janeiro (segunda): 2º dia do prazo
    8 de janeiro (terça): 3º dia do prazo
    9 de janeiro (quarta): 4º dia do prazo
    10 de janeiro (quinta): 5º dia do prazo
    11 de janeiro (sexta): 6º dia do prazo
    12 de janeiro (sábado): 7º dia do prazo
    13 de janeiro (domingo): 8º dia do prazo, mas, por ser domingo, o prazo é prorrogado (art. 184 cc art. 175 do CPC)
    14 de janeiro: 8º dia do prazo (último dia para interposição do recurso).

    Br:)asil
  • Eu entendo como o  REMI JOSE CARNIEL JUNIOR

    A
     contagem do prazo começa no dia 07 e não no dia 19, e termina exatamente no dia 14 e não pela prorrogação por ter caído em um domingo. É diferente início do prazo de início da contagem do prazo...

    Neste exercício qualquer dos dois casos chega a mesma resposta, mas em uma questão melhor elaborada é fundamental saber o início da contagem...

    Mas seria bom que alguém afirma-se com certeza, porque eu só estou levantando a hipótese, mas não posso afirmar com convicção, pois não sou expert em processo do Trabalho...

    Cade o professor?
  • pela logica dava pra acertar 14 agora se eles botassem "dia 13" como alternativa 
    ia ser uma pegadinha das grandes

    ehehhehehe

    agora na minha opniao o prazo começa dia 19 e terminaria dia 13 mesmo
    acho q a intençao deles era saber se o candidato sabia que, quando vencesse em feriados sabados e domingos  seria  contado o proximo dia util seguinte  e também se as férias suspendiam a contagem dos prazos.
  • O prazo para interposição do recurso ordinário expirou efetivamente no dia 14 uma vez que no dia 13 ainda seria possível interpôr o recurso por ser o último dia do prazo.
  • Vejamos que os prazos são contínuos e irreleváveis (art. 775, CLT); bem como o inicio do prazo é no primeiro dia útiil, mas a contagem inicia no dia util subsequente. Portanto, conta-se a partir do dia 7.
  • DIA 18 - PUBLICAÇÃO

    DIA 19 - EXCLUÍDO DIA DO INÍCIO DA CONTAGEM (CPC)

    DIA 07 - COMEÇA A CONTAR O PRAZO (+ 08 DIAS DE PRAZO RECURSAL) = DIA 14.


    ACHO QUE ESCLARECI!
     


  • Parabéns ao colega Douglas, 

    EXCELENTE COMENTÁRIO!

    Bons estudos a todos, muita força e FÉ...
  • Gente...
    Realmente, início do prazo é diferente de inicio da contagem do prazo. 
    Entretanto, neste caso, o início do prazo ocorre quando da publicação em audiência, que foi quando a parte teve ciência do teor da sentença.
    Portanto, a contagem do prazo se inicia no dia 19. 
    Vejam o que diz o Renato Saraiva: 
    "o início do prazo ocorre no momento em que o interessado toma conhecimento ou ciência do ato processual a ser realizado. Portanto, recebida a notificação postal, ou publicado o edital no jornal oficial ou mesmo afixado o edital na sede da Vara, Juízo ou Tribunal, ocorre o início do prazo. Caso a comunicação seja feita por oficial de justiça, via mandado, o início do prazo também ocorre no momento da ciência do inteiro teor do mandado." Perfeita a explicação do Douglas. 
  • GENTE,  de acordo com a questão ,no dia 14 o prazo já estava esgotado, então não pode-se contar como se estivesse dentro do prazo recursal. 
  • Na questão Q62740 a FCC considerou o prazo sendo contado no dia seguinte ao da publicação da sentença. 



    SUM-262  PRAZO JUDICIAL. NOTIFICAÇÃO OU INTIMAÇÃO EM SÁBADO.
    RECESSO FORENSE 

    I - Intimada ou notificada a parte no sábado, o início do prazo se dará no primeiro dia útil imediato e a contagem, no subseqüente.
    II - O recesso forense e as férias coletivas dos Ministros do Tribunal Superior do Trabalho (art. 177, § 1º, do RITST) suspendem os prazos recursais.


    Quando as partes são notificadas da sentença em dia útil, o início do prazo se da no mesmo dia e o da contagem no dia útil seguinte. Se elas são notificadas no sábado, o início do prazo se da no dia útil seguinte e o da contagem no subsequente.
  • Entendo que o dia inicial da contagem é o dia 19/dezembro, pois a publicação ocorreu na própria audiência, ocorrida dia 18/dez.

    Vejam o que diz o art. 834 da CLT: "Salvo nos casos previstos nesta Consolidação, a publicação das decisões e sua notificação aos litigantes, ou a seus patronos, consideram-se realizadas nas próprias audiências em que forem as mesmas proferidas".


    Isto porque em regra, funciona assim: PUBLICAÇÃO EM UM DIA; INÍCIO DA CONTAGEM NO 1º DIA ÚTIL SEGUINTE.

    o QUE ACHAM?


  • Excelente questão!

  • O prazo começa a contar no dia 19 como sendo o primeiro dia, fica suspenso no período do recesso e volta a ser contado a partir do dia 07 até o dia 13. Portanto o prazo terá expirado dia 14, visto que dia 13 ainda está dentro do prazo recursal que são 8 dias no recurso ordinário.

  • Questão desatualizada de acordo com a reforma trabalhista. 

    .

    Art.  775.  Os  prazos  estabelecidos  neste  Título  serão  contados
    em dias úteis,  com  exclusão  do  dia  do  começo  e  inclusão  do  dia  do
    vencimento.

    .

    Venceria no dia 16. 

  • Os prazos com a reforma trabalhista:

    https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/reforma-trabalhista/reforma-trabalhista-e-prazos-processuais-problemas-praticos-04012018

  • Com a reforma trabalhista, (Art.  775) Os  prazos  estabelecidos  neste  Título  serão  contados
    em dias úteis,  com  exclusão  do  dia  do  começo  e  inclusão  do  dia  do
    vencimento. ASSIM,

    A contagem começa no dia 19 (1o dia). Lembrando que RO deve ser interposto em 8 dias. Passado o recesso, continua-se a contagem

    SEG      TER      QUA     QUI    SEX     SAB   DOM

    07         08         09       10     11        12       13

    14         15        

    Deste modo, o prazo terminaria no dia 15/01.

     

  • questão desatualizada


ID
72310
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual do Trabalho
Assuntos

Considere:

I. O reclamante juntou documento com a petição inicial, cuja assinatura foi impugnada pelo reclamado na contestação.

II. O reclamado alega ter terminado o contrato de trabalho e o reclamante sustenta a continuidade de sua vigência.

III. O reclamante pleiteia horas-extras que o reclamado alega não serem devidas em razão do exercício de cargo de direção.

Em tais situações, o ônus da prova é do

Alternativas
Comentários
  • O art. 818 da CLT estabelece que o ônus de provar as alegações incumbe à parte que as fizer. No entanto, considerando a insuficiência do conceito relativo ao ônus da prova constante no texto consolidado, a doutrina majoritária aplica, de forma subsidiária, o art. 333 do CPC, segundo o qual cabe ao autor a demonstração dos fatos constitutivos do seu direito e ao réu a dos fatos impeditivos, extintivos ou modificativos.
  • I. De acordo com o 389, CPC, “incumbe o ônus da prova, quando se tratar de contestação de assinatura, à parte que produziu o documento”. Assim, o ônus da prova na questão em pauta recairá sob o RECLAMANTE, pois foi quem juntou o documento aos autos; II. O TST, em enunciado de nº 212, entendeu que “o ônus de provar o término do contrato de trabalho, quando negados a prestação de serviço e o despedimento, é do empregador, pois o princípio da continuidade da relação de emprego constitui presunção favorável ao empregado”. Desta forma, o RECLAMADO terá o encargo de provar tal fato;III. A OJ nº 306 da SBDI-1- DJ 11.08.2003 reza que “os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo-se o ônus da prova, relativo às horas extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir”. Com base nisso podemos concluir que se trata de caso em que o ônus da prova recairá sob o RECLAMADO.RESPOSTA CORRETA: LETRA D
  • segundo o art. 333 do CPC, o qual cabe ao autor (empregado) a demonstração dos fatos constitutivos do seu direito e ao réu (empresa) a dos fatos impeditivos, extintivos ou modificativos, temos:I - fato constitutivo do direito do autor (reclamante), pois a juntada de documento constitui um direito a ser pleiteadoII - fato extintivo do direito do autor (reclamante), pois está-se negando a existencia da relação de emprego, neste caso o onus da prova é do reclamado (reu ou empresa)III - fato modificativo do direto do autor (reclamante), pois na alegação o reclamado tenta modificar a situação jurídica do autor, modificando o direto à horas-extras, portanto o onus da prova é do reclamado (reu ou empresa)
  • Horas extras não é ônus do empregado?? Pois é fato constitutivo do seu direito!?
  • Alternativa D.

    Item I. Ônus do reclamante: Fundamento:

    Art. 389. Incumbe o ônus da prova quando:

    I - se tratar de falsidade de documento, à parte que a argüir;

    II - se tratar de contestação de assinatura, à parte que produziu o documento.

    Item II: ônus do reclamado/empregador: Fundamento: Súmula 212 do TST:

    SUM-212 DESPEDIMENTO. ÔNUS DA PROVA (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003.
    O ônus de provar o término do contrato de trabalho, quando negados a prestação de serviço e o despedimento, é do empregador, pois o princípio da continuidade da relação de emprego constitui presunção favorável ao empregado.

    Item III; ônus do reclamado/empregador: Fundamento: alegação de fato impeditivo do direito do autor. O empregador alega que o empregado exercia cargo de direção. Logo, deve o empregador provar este fato impeditivo do direito às horas extras do autor.

    Fato impeditivo: quando o réu admite o fato alegado pelo autor, mas lhe opõe outro que lhe impeça os efeitos. 

    Ex: Na hipótese do trabalho aos domingos, a reclamada, admitindo o trabalho aos domingos, alega que era compensado nas segundas-feiras. Neste caso cabe à reclamada provar que havia folga naquele dia.
    Fonte: Carlos Henrique Bezerra Leite. Curso de direito processual do trabalho.

    Artigo 333:

    Art. 333. O ônus da prova incumbe:

    II - ao réu, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor.


     
  • Para quem não teve dificuldade no respeitante aos itens I e II:

    Sobre o item III, na frase, não se diz que o empregador está impugnando o trabalho extraordinário. Diz-se, sim, unicamente, que as tais horas não são devidas por conta do exercício do cargo de direção. Ou seja, deve o empregador comprovar a sua própria alegação - que, uma vez efetivamente evidenciada, impede o recebimento pelo reclamante do primitivamente postulado direito às horas extraordinárias.
  • Cai na pegadinha do item III: como em regra as horas extras, cabe ao reclamante provar, por ser fato constitutivo de seu direito, nao me atentei pelo fato do reclamado ter alegado que nao teria o reclamante direito pelo fato de ter exercido cargo de direção o que torna FATO MODIFICATIVO DO DIREITO DO AUTOR. Assim: CABE AO RECLAMADO PROVAR!!!!
  • Para complementar:

    Doutrina processual trabalhista - Carlos Henrique Bezerra Leite, Curso de Dto proc trab, pág 532, 5 ed. 2007:
    Fatos impeditivos: Quando o réu admite o fato alegado pelo autor, mas lhe opõe outro que lhe impeça os efeitos. Exemplo: Na hipótese do trabalho aos domingos, a reclamada admitindo trabalho nestes dias, alega que compensava-os nas segundas-feiras. Assim cabe a reclamada demonstrar tal fato.
    Fatos extintivos: São aqueles opostos ao direito alegado, com condições de torná-los inexigível. Exemplo: Quando a reclamada admite que o reclamante trabalhava aos domingos, sem compensação, porém aduz ter pago os respectivos valores.
    Fatos modificativos: São aqueles que, sem negar os fatos alegados pelo reclamante, inserem modificações capaz de obstar os efeitos desejados. Exemplo: Trabalho aos domingos, porém de cunho beneficente, com cessão de materiais da empresa para distribuição de alimentos a comunidade local necessitada.

    Doutrina processual civil - Fredie Didier Jr, Curso de Dto Proc Civil, pág 76, vol. 2. 2 ed. 2008:
    Fato impeditivo: É aquele cuja existência obsta que o fato constitutivo produza efeitos e o direito dali nasça (Ex.: incapacidade, o erro, o desequilibrio contratual.). É um fato de natureza negativa. É a falta de alguma circunstância que deveria concorrer para que o fato constitutivo produzisse seus efeitos normais. É a ausência dos requisitos de validade do fato gerador.
    Fato extintivo: É aquele que retira a eficácia do fato constitutivo, fulminando o direito do autor e a pretensão de vê-lo satisfeito, tal como o pagamento, a prescrição e decadência.
    Fato modificativo: É aquele que, tendo por certa a existência do direito busca, tão somente, alterá-lo, tal como a moratória.

    Fundamento legal: Art 818 da CLT  A prova das alegações incumbe à parte que as fizer e Art. 333 do CPC O ônus da prova incumbe: I - ao autor, quanto ao fato constitutivo do seu direito; II - ao réu, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor.

    OBS-> O ônus da prova segue a teoria estática, porém atualmente, se discute a validade/eficácia da teoria da distribuição dinâmica do ônus da prova.
    OBS-> A jurisprudência trbalahista vem mitigando a rigidez acima, passando a admitir, em alguns casos, a inversão do ônus da prova. Exemplo: Súmula 338 do TST

    Espero ter contribuído
  • CLT:  Art. 818- A provadas alegaçõesincumbeà parteque asfizer.
    CPC Código de Processo Civil
    Art. 333.  O ônus da prova incumbe:
            I - ao autor, quanto ao fatoconstitutivo do seudireito;
            II - ao réu, quanto à existênciade fatoimpeditivo, modificativoou extintivodo direitodo autor.
            Art. 334.  Não dependem de prova os fatos:
            I - notórios;
            II - afirmados por umaparte e confessados pela parte contrária;
            III - admitidos, no processo, como incontroversos;
            IV - em cujo favor milita presunção legalde existência ou de veracidade.
            Art. 336.  Salvo disposição especial em contrário, as provas devem ser produzidasem audiência.
            Art. 389 Incumbe o ônusda prova quando:
            I - se tratarde falsidadede documento, à parteque a argüir;
            II - se tratarde contestação de assinatura, à parteque produziuo documento.
    SÚMULA-212 despedimento. ônus da prova 
    O ônus de provaro términodo contratode trabalho, quando negados a prestação de serviço e o despedimento, é do empregador, pois o princípioda continuidade da relação de emprego constitui presunção favorável ao empregado.
  • Alguém poderia me ajudar?
    Estou com muita dúvida em relação a interpretação da Súmula 212:

    "O ônus de provar o término do contrato de trabalho, quando negados a prestação de serviço e o despedimento, é do empregador, pois o princípio da continuidade da relação de emprego constitui presunção favorável ao empregado."

    Para mim, todas as informações aqui são contraditórias. O empregador tem que provar o término do contrato, mas ao mesmo tempo que nega que houve a prestação de serviços e nega que houve despedimento??

    Eu provavelmente estou fazendo uma confusão desnecessária, mas gostaria de entender!

    Desde já agradeço!

  • I - CLT Art. 830.  O documento em cópia oferecido para prova poderá ser declarado autêntico pelo próprio advogado, sob sua responsabilidade pessoal. Parágrafo único.  Impugnada a autenticidade da cópia, a parte que a produziu será intimada para apresentar cópias devidamente autenticadas ou o original, cabendo ao serventuário competente proceder à conferência e certificar a conformidade entre esses documentos. 


    II - SUM-212 DESPEDIMENTO. ÔNUS DA PROVA (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003. 

    O ônus de provar o término do contrato de trabalho, quando negados a prestação de serviço e o despedimento, é do empregador, pois o princípio da continuidade da relação de emprego constitui presunção favorável ao empregado. 

    Reclamante alega fato constitutivo, despedimento ou extinção do contrato de trabalho, e o empregado alega fato impeditivo ao direito do reclamado, a continuidade da prestação de serviço. Nesse caso, ao negar o despedimento, fato constitutivo do direito do autor, alegando um novo fato impedititvo, a continuidade do serviço, o ônus fica para o reclamado.


    III - CPC Art. 333. O ônus da prova incumbe:
          I - ao autor, quanto ao fatoconstitutivo do seudireito;
          II - ao réu, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor.

    O reclamante alega fato constitutivo de direito, horas-extras, e o reclamado  nega  alegando fato impeditivo, não serem devidas em razão do exercício de cargo de direção.


  • pra quem nao entendeu a III, eh o seguinte


    REGRA> 

    quem deve provar que o cara fez hora extra eh o EMPREGADO


    EXCEÇÃO>

    quando o cara exerce CARGO DE CHEFIA, DIREÇÃO, CHEFE DE REPARTICAO  e quando recebe mais de 40% de gratificacao por isso  NAOOOOOOO entra na regra. Ou seja, se nao ta na regra vai ser o EMPREGADOR quem deve alega-la, e nao o empregado..... VC TEM QUE COMECAR A PENSAR FCC, NAO FOI A TOA QUE ELA COLOCOU QUE O CARA EXERCIA CARGO DE DIREÇÃO!!!!!!!!



    BONS ESTUDOS. ALEXANDRE MEIRELES: NO FINAL, TD COMPENSA

  • OLHA QUE EU ACHEI NO GOOGLE QUANTO A III QUE VC NAO ENTENDEU AINDA PRA VEER SE AJUDA:



    “Relativamente ao pleito de horas extras, é do empregador o ônus de provar as efetivas jornadas cumpridas pelos empregados, já que detém os mecanismos de controle de horário, consoante entendimento majoritário (...), cristalizado na Súmula 338 do C.TST.” No entanto, “Sendo impugnados os cartões de ponto, pelo reclamante, a ele incumbe demonstrar a veracidade de suas alegações relativas à irregularidade da anotação. Não se desincumbindo, prevalece a prova documental trazida pela empresa.”



    Esse finalzinho ta dizendo: se  eu trabalhei nas horas extrasss EUUUU É QUE TENHO QUE PROVA-LAS. SE EU NAO CONSEGUIR PROVAR QUE TRAMPEI NAS HORAS EXTRAS DA VIDA EH A PROVA DOCUMENTAL QUE vai ficar de boa kkk


    sumula 338 :


    JORNADA DE TRABALHO. REGISTRO. ÔNUS DA PROVA (incorporadas as Orientações Jurisprudenciais nºs 234 e 306 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005


    I - É ônus do empregador que conta com mais de 10 (dez) empregados o registro da jornada de trabalho na forma do art. 74, § 2º, da CLT. A não-apresentação injustificada dos controles de freqüência gera presunção relativa de veracidade da jornada de trabalho, a qual pode ser elidida por prova em contrário. (ex-Súmula nº 338 – alterada pela Res. 121/2003, DJ 21.11.2003)


    II - A presunção de veracidade da jornada de trabalho, ainda que prevista em instrumento normativo, pode ser elidida por prova em contrário(ex-OJ nº 234 da SBDI-1 - inserida em 20.06.2001) -- aqui quem vai provar em contrario eh o fdp do EMPREGADO...


    III - Os cartões de ponto que demonstram horários de entrada e saída uniformes são inválidos como meio de prova, invertendo-se o ônus da prova, relativo às horas extras, que passa a ser do empregador, prevalecendo a jornada da inicial se dele não se desincumbir---> NOVAMENTE nesse meu raciociio, o inicial onus de provar que prestou hora extra eh do sacana do empregado... de boa ma s ai a fdp da empresa traz um controle de ponto todo fraudado... POISE MINHA GENTE... NESSE CASO, VAI INVERTER O ONUS QUE VAI PASSAR A SER DA EMPRESAAAAAAAA....

    NO FINAL TD COMPENSA

  • 429 NCPC -comentar.  - d) reclamante, reclamado e reclamado, respectivamente.

     

    I. O reclamante juntou documento com a petição inicial, cuja assinatura foi impugnada pelo reclamado na contestação. - RECLAMANTE

     CLT Art. 830.  O documento em cópia oferecido para prova poderá ser declarado autêntico pelo próprio advogado, sob sua responsabilidade pessoal. Parágrafo único.  Impugnada a autenticidade da cópia, a parte que a produziu será intimada para apresentar cópias devidamente autenticadas ou o original, cabendo ao serventuário competente proceder à conferência e certificar a conformidade entre esses documentos. 


    II. O reclamado alega ter terminado o contrato de trabalho e o reclamante sustenta a continuidade de sua vigência. - RECLAMADO

    SÚMULA Nº 212 - DESPEDIMENTO. ÔNUS DA PROVA - O ônus de provar o término do contrato de trabalho, quando negados a prestação de serviço e o despedimento, é do empregador, pois o princípio da continuidade da relação de emprego constitui presunção favorável ao empregado.

    III. O reclamante pleiteia horas-extras que o reclamado alega não serem devidas em razão do exercício de cargo de direção. - RECLAMADO

    Funciona assim: 

    Via de regra: o reclamante terá que provar fato constitutivo.

    Exceções: 1- Hora extra : quando tiver pontos britanicos; 2 - mais de 10 empregados = o ônus caberá ao empregador

    No caso em tela como o empregador está alegando fato extintivo cabe a ele a prova.

  • O empregado quer horas extras, porém o empregador IMPEDE esse direito, pois quem exerce cargo de direção não recebe horas extras.

    Se é fato impeditivo, logo é ônus do empregador.

  • Provar a AUTtenticidade = Compete ao AUTor.


ID
72313
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual do Trabalho
Assuntos

A respeito da prova testemunhal, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Art. 821, CLT. Cada uma das partes não poderá indicar mais de três testemunhas, salvo quando se tratar de inquérito, caso em que este número poderá ser elevado a seis.
  • Fiquei com forte dúvida na alternativa B - pois nos litsconsortes (reclamatórias plúrmias no processo trabalho) cada litsconsorte é considerado como parte distinta. Logo, cada um das partes reclamantes que compõe a reclamação plúrima teria direito a oitiva de 3 testemunhas.Alguém teria embasamento doutrinário para justificar o porquê da alternativa B está incorreta.Eu acertei a questão, mas fiquei em dúvida de qual seria o erro da letra "b".fundamentem com doutrina ou jurisprudêncua, por favor.grato
  • Para reforçar ainda mais meu comentário anterior no sentido de que tanto a alternativa A quanto a B estão corretas trago lição da lavra de Eduardo Gabriela saad em sua CLT comentada (pág. 918 40.ed 2007):"Em reclamação plúrima, cada reclamante poderá apresentar 3 testemunhas".Fato que contribui para a validade da alternativa b.Acredito que essa questão é passível de nulidade absoluta por possuir duas respostas corretas A e B.
  • Segundo Valentin Carrion, nos dissídios individuais plurimos, ou cumulação subjetiva de ações, art. 842 da CLT, os reclamantes que propuserem as ações conjuntamente renunciam a seus direito de ouvir 03 testemunhas para cada um deles. Se o juiz determina a unificação de várias ações, juntando os autos num único processo e nada dizem os litisconsórcios, também renunciam aquele direito. Quando o litisconsórcio é passivo, entende-se que cada um dos réus poderá ouvir até 03 testemunhas.
  • c) Se cada uma das partes já tiver ouvido 3 (três) testemunhas, o juiz não pode determinar a oitiva de outras testemunhas referidas.Aplicação subsidiária do Art.418, I, do CPC:Art. 418. O juiz PODE ordenar, de ofício ou a requerimento da parte:I - a inquirição de TESTEMUNHAS REFERIDAS nas declarações da parte ou das testemunhas;______________________________________________d) O juiz não pode indeferir inquirição de testemunhas sobre fatos que considerar já provados pela prova testemunhal.Nesta situação, a inquirição de testemunhas é desnecessária, portanto, pode o juiz indeferi-las. Art. 130,CPC. Caberá ao juiz, de ofício ou a requerimento da parte, determinar as provas necessárias à instrução do processo, INDEFERINDO AS DILIGÊNCIAS INÚTEIS ou meramente protelatórias.________________________________e) Se a testemunha não souber falar a língua nacional, será obrigatória a convocação de tradutor público juramentado.Art. 819 - O depoimento das partes e testemunhas que não souberem falar a língua nacional será feito por meio de INTÉRPRETE intérprete nomeado pelo juiz ou presidente.
  • CORRETA:a) Quando se tratar de ação proposta contra vários empregadores, cada reclamado poderá ouvir até 3 (três) testemunhas.Neste caso, é direito de cada empregador indicar até 3 testemunhas.Art. 821 - CADA UMA DAS PARTES não poderá indicar mais de 3 (três) testemunhas, salvo quando se tratar de inquérito, caso em que esse número poderá ser elevado a 6 (seis)._____________________________________INCORRETAS:b) Nos dissídios individuais plúrimos, cada um dos reclamantes que propuser a ação conjuntamente poderá ouvir até 3 (três) testemunhas.Este caso é diferente do exposto na letra "a", haja vista que nos dissídios individuais plúrimos os reclamantes optam por litigar de forma conjunta renunciando,portanto, ao direito de cada um indicar até 3 testemunhas.Importante ressaltar que, se ocorresse de forma contrária existiria um tumulto processual , indo de encontro à lógica da celeridade.
  • Afirma o Prof. Leone, no caso de litisconsórcio no procedimento ordinário: 

    "Se tivermos um litisconsórcio ativo e um litisconsórcio passivo quantas testemunhas serão?
     
    Litisconsórcio ativo → três para todos (se tivermos 500 reclamantes serão três testemunhas), submete ao limite máximo para o polo;
    Litisconsórcio passivo → três para cada, pois as empresas não escolheram ser demandadas."
  • Toda ação pode ser proposta de 3 maneiras:
    O interessado contra a outra parte(s) - > 
    Dissídio Individual
    Os interessados contra a outra parte(s) -> Dissídio Individual Plúrimo, ou seja, mais de um autor no mesmo processo 
    Em nome do interessado contra a outra parte(s) -> 
    Dissídios Coletivos. (substituição processual) 
    Fonte: artigo 
    Professor Dirceu Medeiros
    P
    odemos deduzir do comentário de Mirane, que o determinante do numero de testemunhas é definido pelo polo. Se for passivo, cada reclamado poderá designar até 3 testemunhas, mas se for ativo, poderá designar até 3 testemunhas no total (todos os autores juntos).
  • GABARITO: A

    O art. 821 da CLT diz que cada parte terá, no rito ordinário, direito à oitiva de até 3 testemunhas. Contudo, essa regra tem que ser cuidadosamente analisada na hipótese de litisconsórcio – ativo e passivo – pois o tratamento é diferente.Veja:

    a. Litisconsórcio ativo: os autores possuem, no máximo, 3 testemunhas, independentemente da quantidade, pois o litisconsórcio é facultativo. Assim, se o ação for ajuizada por 1 ou 10 trabalhadores, o número máximo será o mesmo, qual seja, 3 !!
    b. Litisconsórcio passivo: nessa espécie de litisconsórcio, cada reclamado possui até 3 testemunhas no rito ordinário. Assim, se forem 2 empresas reclamadas, serão ouvidas até 6 testemunhas.

    Analisando as demais alternativas:
    Letra “B”: pelo que já foi dito, no litisconsórcio ativo o número máximo de testemunhas é para todos os autores.
    Letra “C”: o art. 418, I do CPC diz que o Juiz, de ofício, poderá determinar a intimação de testemunhas referidas.
    Letra “D”: 0 art. 400, I do CPC diz que o Juiz poderá indeferir a intimação das testemunhas já os fatos já estiverem provados por documentos.
    Letra “E”: o art. 819 da CLT diz que será nomeado intérprete e não tradutor público juramentado.
  • Onde a alternativa "A" diz que o rito é ordinário? 

    A questão do número de testemunha depende do rito processual. Se a alternativa não afirma qual seja, impossível dizer que está correta.Nula questão. 

  • Será que alguém poderia me ajudar?

    Alternativa "A" como não se refere a rito, trata-se do comum, ordinário, mas sabe-se que o número de testemunha é três para o polo e não para cada parte, essa questão não deveria ser anulada?

    Obrigada!


  • Muito pelo contrário. Se não se afirma qual o rito, subentende-se que é o ordinário...

  • Exceclente comentário de Eliza Colozzi. Basta termos em mente que:

    Polo Ativo: são Três para o todo;

    Polo Passivo: são 3 para Cada um dos demandados

  • Conforme CPC/15.

    ERRADO - c) Se cada uma das partes já tiver ouvido 3 (três) testemunhas, o juiz não pode determinar a oitiva de ou- tras testemunhas referidas.

    Art. 461. O juiz pode ordenar, de ofício ou a requerimento da parte:

    I - a inquirição de testemunhas referidas nas declarações da parte ou das testemunhas;

     

    ERRADO - d) O juiz não pode indeferir inquirição de testemunhas sobre fatos que considerar já provados pela prova testemunhal.

    Art. 443. O juiz indeferirá a inquirição de testemunhas sobre fatos:

    I - já provados por documento ou confissão da parte;

     

    ERRADO - e) Se a testemunha não souber falar a língua nacional, será obrigatória a convocação de tradutor público juramentado.

    Art. 819 - O depoimento das partes e testemunhas que não souberem falar a língua nacional será feito por meio de intérprete nomeado pelo juiz ou presidente.

     


ID
72316
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual do Trabalho
Assuntos

O reclamado não compareceu à audiência de instrução, mas, no dia seguinte, apresentou contestação. O juiz indeferiu a juntada desta por ser intempestiva e determinou que se aguardasse a audiência de julgamento já designada. Contra esse indeferimento, o reclamado

Alternativas
Comentários
  • No Processo do Trabalho, as decisões interlocutorias são irrecorriveis. Só poderão ser apreciadas no recurso que vier depois, como preliminar. CLT, 893, § 1°.
  • Vale ressaltar que o agravo de instrumento é recurso cabível de decisoes que neguem SEGUIMENTO a RECURSOS. Recurso Ordinário é cabível de decisoes DEFINITIVAS DAS VARAS OU DOS TRT'S.Agravo de peticao serve para atacar decisoes prolatadas em processos de EXECUCAO.No processo do trabalho nao ha previsao expressa de agravo retido. O protesto, feito em audiencia, terá natureza de agravo retido, para que o incidente protestado possa ser posteriormente atacado no recurso da decisao final.
  • Súmula 214 TST Decisão Interlocutória - Justiça do Trabalho - Recurso

    Na Justiça do Trabalho, nos termos do art. 893, § 1º, da CLT, as decisões interlocutórias não ensejam recurso imediato, salvo nas hipóteses de decisão:

    a) de Tribunal Regional do Trabalho contrária à Súmula ou Orientação Jurisprudencial do Tribunal Superior do Trabalho;

    b) suscetível de impugnação mediante recurso para o mesmo Tribunal;

    c) que acolhe exceção de incompetência territorial, com a remessa dos autos para Tribunal Regional distinto daquele a que se vincula o juízo excepcionado, consoante o disposto no art. 799, § 2º, da CLT.

  • Penso que essa questão está um pouco confusa. No processo do Trabalho os recursos são irrecorríveis DE IMEDIATO, e não irrecorríveis para sempre. O momento correto de recorrer da decisão interlocutória é, isso sim, no RO, devendo-se aguardar a decisão final para tanto.

  • Concordo com Samile.

  • questão confusa, uma vez que a decisão que indeferiu a juntada da contestação é uma decisão interlocutória e não um despacho, como diz  a questão.

  • Gabarito B( pra quem tem acesso a 10 questões por dia).

  • GABARITO : B

     

    Acrescentando informações de acordo com a reforma:

     

    ARTIGO 844,

    § 5o  Ainda que ausente o reclamado, presente o advogado na audiência, serão aceitos a contestação e os documentos eventualmente apresentados.                   (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)

  • como se tratar de decisão interlocutora , um despacho, não cabe recurso de imediato. 


ID
72319
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual do Trabalho
Assuntos

Considere:

I. O reclamante pleiteia o pagamento de verbas rescisórias; o reclamado pretende o ressarcimento de danos dolosos causados pelo reclamante e que foram a causa de sua despedida.

II. O reclamante pleiteia o pagamento de horas-extras e férias proporcionais; o reclamado quer a devolução do veículo cedido ao reclamante para uso em serviço.

III. O reclamante pleiteia o pagamento de verbas rescisórias; o reclamado pretende receber dívida contraída pelo reclamante em jogo realizado no recinto da empresa.

IV. O reclamante pleiteia o pagamento de verbas rescisórias; o reclamado pretende seja o empregado condenado por crimes de furto cometidos pelo reclamante no interior da empresa contra outros empregados.

O reclamado pode apresentar reconvenção nas hipóteses indicadas APENAS em

Alternativas
Comentários
  • cpc Art. 315. O réu pode reconvir ao autor no mesmo processo, toda vez que a reconvenção seja conexa com a ação principal ou com o fundamento da defesa. Parágrafo único. Não pode o réu, em seu próprio nome, reconvir ao autor, quando este demandar em nome de outrem. (§ 1º renumerado pela Lei nº 9.245, de 26.12.1995) Ocorre que nem o item III nem o IV admitem pedido reconvencional ante a impossibilidade jurídica do pedido ( item III - pois dívida de jogo nao podem ser pleiteadas) e item IV ( justiça do trabalho nao é competente para açoões de natureza criminal).Desse fato por exclusão resta apenas como corretos os itens I e II.ok?
  • Segundo Sergio Pinto Martins, pag 299, 27 edição, a reconvenção na justiça do trabalho é possível desde que a materia se restrinja a relação de emprego, pois somente neste ambito a justiça do trabalho tem competencia para julgar. Os itens III e IV não correspondem a assuntos relacionados a relação de emprego e sim, respectivamente, a ação civil (caso o jogo seja lícito) e a ação criminal devido ao furto
  • Conforme o Art. 315, o réu pode reconvir ao autor no mesmo processo, toda vez que a reconvenção seja conexa com a ação principal ou com o fundamento da defesa, tal como ocorre no item I da questão e, segundo a banca, no item II também. Confesso que se tivesse uma alternativa só com o item I, teria marcado essa.

  • Ø  RECONVENÇÃO: O réu formula uma pretensão contra o autor da ação.

    CPC - Art. 315.  O RÉU PODE RECONVIR AO AUTOR NO MESMO PROCESSO, TODA VEZ QUE A RECONVENÇÃO SEJA CONEXA COM A AÇÃO PRINCIPAL OU COM O FUNDAMENTO DA DEFESA.

    CPC - Art. 318.  Julgar-se-ão na mesma sentença a ação e a reconvenção.
  • Requisitos para reconvenção:
    • O juiz deve ser competente
    • Adequação do procedimento (o rito sumuríssimo NÃO admite reconvenção)
    • As ações devem ser conexas (ambos os pedidos decorrem da relação de trabalho)
    • Legitimidade (apenas o réu da ação principal pode mover a reconvenção)
  • Desculpem-me se estou falando bobagem, mas a sumula 18 TST versa sobre compensação, não sei se tem a ver com reconvenção.
    SÚMULA-18   TST  COMPENSAÇÃO (mantida) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 
    A compensação, na Justiça do Trabalho, está restrita a dívidas de natureza Trabalhista.

  • a reconvenção não é cabível nos itens III e IV, no primeiro pq se trata de ato ilegal a cobrança de dívidas oriundas de jogos de azar e no segundo pq a justiça do trabalho não tem competência para julgar crimes.
  • Edson, é exatamente esse o fundamento, pois tanto o jogo realizado no recinto da empresa quanto o furto cometido pelo reclamante não geram dívida de natureza trabalhista e, portanto, não podem ser compensados.
  • Fico sem entender o gabarito. Pra mim não tem resposta. Os itens 3 e 4 nem comento. Agora o item 1 seria caso de compensação e não reconvenção. Um dos exemplos da doutrina, por exemplo, para compensação é justamente o caso de dano doloso causado pelo empregado, nos moldes do art. 462, § 1.

  • Rodrigão: A compensação é referente a dívidas líquidas e certas decorrentes do contrato de trabalho. Os danos dolosos causados pelo reclamante deverão ser provados em juízo, o que demandará o ajuizamento da reconvenção.

  • Gabarito E(pra os quem tem acesso a 10 questões por dia).

    Segundo Aryanna Manfredini profª do CERS, a reconvenção é uma ação do réu contra o autor dentro do mesmo processo em que está sendo demandado.

    A CLT é omissa quanto à reconvenção, então se aplica subsidiariamente, por força do artigo 769 da CLT, os dipositivos do CPC quanto ao tema-art 343

  • Reconvenção - pedido contraposto (réu faz pedido em face do autor, logo, esse assumirá a posição de autor e o autor de réu)

    Clt - omissa, mas cabe aplicação subsidiária do CPC em razão do princípio da celeridade.

    Obs. Por ter natureza de ação, poderá ser ajuizada de forma autônoma e não apenas como reconvenção.

     

    III - Objeto pleiteado pelo reclamado não é da competência da JT;

    IV - A JT não é competente para apreciação de crimes.

  • A Justiça do Trabalho não tem competência para julgar crimes.


ID
72322
Banca
FCC
Órgão
TRT - 2ª REGIÃO (SP)
Ano
2008
Provas
Disciplina
Direito Processual do Trabalho
Assuntos

A respeito da estrutura da sentença, é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Comentários
  • A) CERTA. Art. 458 do CPC: São requisitos essenciais da sentença:I - o relatório, que conterá os nomes das partes, a suma do pedido e da resposta do réu, bem como o registro das principais ocorrências havidas no andamento do processo.Art. 832 da CLT: Da decisão deverão constar o nome das partes, o resumo do pedido e da defesa, a apreciação das provas, os fundamentos da decisão e a respectiva conclusão.B) CERTA. Nos termos do § 3º do artigo 832 da CLT as decisões cognitivas ou homologatórias deverão sempre indicar a natureza jurídica das parcelas constantes da condenação ou acordo homologado, inclusive o limite de responsabilidade de cada parte pelo recolhimento da contribuição previdenciária se for o casoC) ERRADA. Art. 460 do CPC: É defeso ao juiz proferir sentença, a favor do autor, de natureza diversa da pedida, bem como condenar o réu em quantidade superior ou em objeto diverso do que Ihe foi demandado.d) CERTA. Art. 852-I. A sentença mencionará os elementos de convicção do juízo, com resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência, dispensado o relatório.E) CERTA. SUM-211 JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA. INDEPENDÊNCIA DO PEDIDO INICIAL E DO TÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL Os juros de mora e a correção monetária incluem-se na liquidação, ainda que omisso o pedido inicial ou a condenação.
  • "A sentença judicial se encontra subordinada ao princípio da congruência, também conhecido como princípio da correlação, da adstrição, da correspondência, da simetria etc., em que o magistrado ao proferir a sentença, deve se ater aos limites em que foi proposta a lide (arts. 128 e 460 do CPC)". Renato Saraiva, 2010.

  • Art. 460 do CPC: É defeso ao juiz proferir sentença, a favor do autor, de natureza diversa da pedida, bem como condenar o réu em quantidade superior ou em objeto diverso do que Ihe foi demandado. 
  •  O CPC prevê algumas possibilidades de pedidos implícitos, ou seja, pedidos que não foram expressamente formulados pela parte, mas que devem ser observados pelo magistrado no momento de proferir sua decisão. A assertiva "e" nada mais é do que uma dessas possibilidades, um pedido implícito previsto no ordenamento processual civil. Além dos juros de mora e da correção monetária tratado expressamente nessa questão são exemplos de pedidos implícitos também a condenação em honorarios advocatícios e as prestações periódicas. 

    Para uma melhor compreensão do assunto ler os artigos 290 e 293 do CPC. 

    Boa sorte a todos!!  
  • A) CERTA. Art. 458 do CPC: São requisitos essenciais da sentença
    :I - o relatório, que conterá os nomes das partes, a suma do pedido e da resposta do réu, bem como o registro das principais ocorrências havidas no andamento do processo.

    B) CERTA. Nos termos do § 3º do artigo 832 da CLT as decisões cognitivas ou homologatórias deverão sempre indicar a natureza jurídica das parcelas constantes da condenação ou acordo homologado, inclusive o limite de responsabilidade de cada parte pelo recolhimento da contribuição previdenciária se for o caso.

    C) ERRADA. Art. 460 do CPC: É defeso ao juiz proferir sentença, a favor do autor, de natureza diversa da pedida, bem como condenar o réu em quantidade superior ou em objeto diverso do que Ihe foi demandado.

    D) CERTA. Art. 852-I. A sentença mencionará os elementos de convicção do juízo, com resumo dos fatos relevantes ocorridos em audiência, dispensado o relatório.

    E) CERTA. SUM-211 JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA. INDEPENDÊNCIA DO PEDIDO INICIAL E DO TÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL Os juros de mora e a correção monetária incluem-se na liquidação, ainda que omisso o pedido inicial ou a condenação.

    CTRL+C e CRTL+V da colega
    Evelyn Beatriz .
  • GABARITO ERRADO

     

     

    TEMOS AQUI O PRINCÍPIO DA CONGRUÊNCIA.

     

    OBSERVE O QUE DIZ O NOVO CPC:

     

    Art. 141.  O juiz decidirá o mérito nos limites propostos pelas partes, sendo-lhe vedado conhecer de questões não suscitadas a cujo respeito a lei exige iniciativa da parte.