SóProvas



Prova FUNRIO - 2018 - CGE-RO - Assistente de Controle Interno


ID
2635660
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

O texto acima é o início de um conto de Lygia Fagundes Telles e é predominantemente descritivo; o segmento abaixo em que predomina a narração é:

Alternativas
Comentários
  • TEXTO NARRATIVO - A marca fundamental do Texto Narrativo é a existência de um enredo, do qual se desenvolvem as ações das personagens, marcadas pelo tempo e pelo espaço. A narração possui um narrador (quem apresenta a trama), as personagens (principais e secundárias), o tempo (cronológico ou psicológico) e o espaço (local que se desenvolve a história). Sua estrutura básica é: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.

    TEXTO DESCRITIVO - O Texto Descritivo expõe apreciações e observações, de modo que indica aspectos, características, detalhes singulares e pormenores, seja de um objeto, lugar, pessoa ou fato. Dessa maneira, alguns recursos linguísticos relevantes na estruturação dos textos descritivos são: a utilização de adjetivos, verbos de ligações, metáforas e comparações.

    TEXTO DISSERTATIVO - O Texto Dissertativo busca defender uma ideia e, logo, é baseado na argumentação e no desenvolvimento de um tema. Dividida em três partes fundamentais:

    tese (introdução): define o modelo básico para apresentar uma ideia, tema, assunto.

    antítese (desenvolvimento): explora argumentos contra e a favor.

    nova tese (conclusão): sugere uma nova tese, ou seja, uma nova ideia para concluir sua fundamentação.

    Os textos dissertativos-argumentativos, além de ser um texto opinativo, buscam persuadir o leitor.

    TEXTO EXPOSITIVO - O Texto Expositivo pretende apresentar um tema, a partir de recursos como a conceituação, a definição, a descrição, a comparação, a informação e enumeração. Dessa forma, uma palestra, seminário ou entrevista são consideradas textos expositivos.

    TEXTO INJUNTIVO - O Texto Injuntivo ou instrucional está pautado na explicação e no método para a realização de algo. Temos como exemplos: uma receita de bolo, bula de remédio, manual de instruções e propagandas. 

     

    Disponível em https://www.todamateria.com.br/tipos-de-textos/

  • GAB (B)

  • Pra mim tem 2 respostas a B e a C


ID
2635663
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca”; a grafia em duas palavras do termo “por que” indica que ele foi visto como interrogativo indireto. A frase abaixo que apresenta o mesmo caso é:

Alternativas
Comentários
  • Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca.

    (substitui o '' por que'' por )   O MOTIVO PELO QUAL 

    Não quero nem devo lembrar aqui o motivo pelo qual me encontrava naquela barca

    CORRETA C

    Queria saber por que a narradora não se identifica.

    Queria saber o motivo pelo qual a narradora não se identifica.

  • Levando-se em consideração apenas a explicação do colega Helio Cesar Lima Junior, a alternativa D também estaria correta, vejamos: O texto mostra um tema por que todos deviam interessar-se. O texto mostra um tema pelo qual todos deviam interessar-se. O "tchã" da questão é o termo "interrogativo indireto", ou seja, uma pergunta realizada sem o uso do sinal de interrogação. Aí sim, a única alternativa é a letra C: "Queria saber por que a narradora não se identifica." Abraço e bons estudos!
  • Utiliza-se "Por que" no inicio da pergunta ou quando a palavra "MOTIVO" está subentendida, nao precisa estar explicita basta estar subentendida

    “Não quero nem devo lembrar aqui por que (MOTIVO) me encontrava naquela barca” 

    c) Queria saber por que (MOTIVO) a narradora não se identifica.

    Resposta correta: C

     

  • Atentem para o comando da questão, há outra alternativa que gramaticalmente esta correta pertinentes ao uso dos "porquês". Entrentanto a única que atende aos requisitos da questão é a letra "C" ,pois se mostra como uma pergunta indireta (Ou seja sem o sinal de interrogação propiamente dito).

  • Obrigada pelos comentarios me ajudaram.

  • As alternativas "a", "b" e "e" são perguntas diretas e devem ser excluídas. 

     

    Na alternativa "d" o "por que" não é um advérbio interrogativo e sim uma locução pronominal que pode ser trocado por "pelo qual": 

    O texto mostra um tema por que (pelo qual) todos deviam interessar-se.

  • A - Interrogativa direta (possui ponto de interrogação)

     

    B - Interrogativa direta (possui ponto de interrogação)

     

    C - o "por que" está sendo usado corretamente e a frase é interrogativa indireta (não possui ponto de interrogaçao, mas possui vocabulo interrogativo "queria saber...") 

     

    D - o "por que" está sendo usado corretamente, mas a frase não é interrogativa (nem direta nem indireta)

     

    E - Interrogativa direta (possui ponto de interrogação)

     

    GABARITO C

  • Comentário de Lydia Perazzo agregou bastante =) Obg

  • Queria saber por que a narradora não se identifica.

     

    Queria saber por qual razão a narradora não se identifica.

     

    Sertão Brasil .

  • Excelente comentário o da Lydia Perazzo

  • queria entender essa questão, a alternativa e pelo que eu vi nesses comentários contra diz tudo que aprendi sobre os porquês até agora

  • Gabarito C.



    A questão fala no comando de interrogativo indireto. Os iténs que tinham ???? eram diretos eliminei 3 alternativas. Na letra "D" a frase estava com uma Ênclise eliminei está também. Tanto a frase no comando da questão, quanto na alternativa "C" havia uma negação (não).

  • A questão é sobre o uso dos porquês e quer saber em qual das alternativas abaixo a grafia em duas palavras do termo “por que” indica que ele foi visto como interrogativo INDIRETO. Vejamos:

     .

    Frases interrogativas diretas são aquelas que começam por palavra interrogativa e terminam com um ponto de interrogação. Ex.: Que dia será a prova da PF?

    Frases interrogativas indiretas supõem a indagação, mas não começam com palavra interrogativa e terminam com ponto final. Ex.: Gostaria de saber que dia será a prova da PF.

     .

    A) Por que a narradora do texto não se identifica?

    Errado. Nesse caso há uma frase interrogativa DIRETA.

     .

    B) A narradora do texto não se identifica por quê?

    Errado. Nesse caso há uma frase interrogativa DIRETA.

     .

    C) Queria saber por que a narradora não se identifica.

    Certo. Nesse caso há uma frase interrogativa INDIRETA.

     .

    D) O texto mostra um tema por que todos deviam interessar-se.

    Errado. Nesse caso temos uma frase declarativa afirmativa (intenção de afirmar algo) e não interrogativa indireta.

     .

    E) Por que a prova começa por esse texto?

    Errado. Nesse caso há uma frase interrogativa DIRETA.

     .

    Uso dos porquês

    Por que: equivale a “por qual razão/motivo” ou “pelo qual” (e variações). Ex.: Por que você não resolve mais questões? / A rua por que passamos estava cheia de buracos.

    Por quê: vem antes de um ponto (final, interrogativo, exclamação) e continua com o significado de “por qual motivo”, “por qual razão”. É utilizado em perguntas no fim das frases Ex.: Vocês não se inscreveram por quê?

    Porque: conjunção com valor de “pois”, “uma vez que”... É utilizado em respostas. Ex.: Não fiz a prova porque não me senti preparada.

    Porquê: substantivo com significado de “motivo”, “razão”. Vem acompanhado de determinante: artigo, pronome, adjetivo ou numeral. Ex.: Gostaria de saber o porquê dessa resposta.

     .

    Gabarito: Letra C


ID
2635666
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“Só sei que em redor tudo era silêncio e treva”. A maneira de reescrever essa frase que mantém o seu sentido original é:

Alternativas
Comentários
  • “Só sei que em redor tudo era silêncio e treva”. ( Apenas o Conhecimento, só sei.)

    Gabarito letra A 

    A- Sei só que em redor tudo era silêncio e treva. ( Apenas o Conhecimento, só sei.)

    B- Sei que só em redor tudo era silêncio e treva.  ( Apenas ao redor)

    C - Sei que em redor tudo só era silêncio e treva. ( Apenas silêncio e treva)

    D - Sei que em redor tudo era só silêncio e treva.  ( Idem letra C)

    E- Sei que em redor tudo era silêncio e só treva. ( Apenas treva)

     


ID
2635669
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão”. Considerando o sentido do texto, o segundo período poderia ser adequadamente substituído por:

Alternativas
Comentários
  • GAB B)

    As conjunções "e"," antes", "agora"," quandosão adversativas quando equivalem a "mas". Por exemplo:

    Carlos fala, e não faz.
    O bom educador não proíbe, antes orienta.
    Sou muito bom; agora, bobo não sou.
    Foram mal na prova, quando poderiam ter ido muito bem.

    Das conjunções adversativas, "mas" deve ser empregada sempre no início da oração: as outras (porém, todavia, contudo, etc.) podem vir no início ou no meio. Por exemplo:

    Ninguém respondeu a pergunta, mas os alunos sabiam a resposta.
    Ninguém respondeu a pergunta; os alunos, porém, sabiam a resposta.

     

    https://www.todamateria.com.br/conjuncoes-adversativas/

  • No período original o conectivo “e” está com o sentido adversativo; podendo ser substituído por outra conjunção adversativa, como o “porém”.

     

    Gab.: B


ID
2635672
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão”. A única substituição que NÃO está adequada a esse trecho do texto é:

Alternativas
Comentários
  • treva quer dizer escuridão e não solidão

     

  • e a letra D ? silencio não é treva e treva não é silencio, sabendo isso temos duas questões erradas

  • GAB (C)

  • Na letra B apenas há a inversão das palavras, o sentido é o mesmo.

    Na letra C, treva é diferente de solidão. 


ID
2635675
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

Num texto descritivo são muito frequentes os adjetivos; entre as opções abaixo, assinale aquela em que o adjetivo representa predominantemente uma opinião do observador:

Alternativas
Comentários
  • GAB A

    embarcação desconfortável

    O que pode ser desconfortável para você pode não ser para outrem...

  • A - é uma opinião acerca da característica da embarcação, algo subjetivo. B, C, D e E são constatações que o personagem observa e relata.
  • "deitara-se de comprido no banco"

    Eis a resposta. Se estava desconfortável não havia como alguém deitar no banco, isso demonstra que o desconforto era pessoal, íntimo do autor.

     

     

  • Letra A: Se trata de uma análise de cunho pessoal, subjetivo.

     

    Adjetivo restritivo, subjetivo!

  • Gaba letra A de AMARULA,

    NO TEXTO, O CARA CITA TUDO QUE ESTÁ VENDO DOS OUTROS, MAS TAMBÉM CITA COMO ELE SE SENTE NAQUELE LOCAL. PARA AS OUTRAS PESSOAS A BARCA NÃO PARECIA ESTAR "DESCONFORTÁVEL". CONTUDO, PARA ELE, SIM.

  • Errei...e olha que de BARCA DESCONFORTÁVEL eu entendo!

  • Na realidade, toda narração é subjetiva. Se alguém descreve algo, ele o faz segundo sua subjetividade. 

    Então o que resta para responder a questão é interpretar entre as características qual apresenta um elemento menos concreto. Desconforto é um sentimento íntimo, pessoal (ainda que possa ser compartilhado por outros), enquanto a descrição de uma paisagem ou do aspecto físico de uma pessoa ou de um objeto, embora também seja subjetivo, não diz respeito necessariamento ao modo como você sente sobre essas coisas.

     

    Portanto, resposta A. 

  • Melhor resposta: Ronaldo 06

  • Não existe vizinho invisível, mas se você não o vê, ele é invisível para você. Não há tanta subjetividade nisso como houve na letra B.


ID
2635678
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

Na frase “O velho, um bêbedo esfarrapado...”, o adjetivo velho aparece substantivado; a frase abaixo em que o termo sublinhado está no mesmo caso é:

Alternativas
Comentários
  • Substantivação é a atribuição de funções de substantivo a alguma outra palavra, que pode ser um verbo, um adjetivo, um numeral, ou até mesmo um advérbio.

    Na questão a palavra "vizinho" (alternativa "E") exerce a função de substantivo para o adjetivo "invisível".

     

    A) A palavra "bem" esta colocada como um advérbio de modo.

    B) A palavra "jovem" é um adjetivo.

    C) A palavra "antiga" é um adjetivo.

    D) Aqui, apesar de ser a palavra "mulher" um substantivo não há a substantivação.

     

    GABARITO: "E"

     

    "... do Senhor vem a vitória..."

  • Processo de formação de palavras denominado derivação imprópria. A palavra muda de classe gramatical sem sofrer alteração gráfica ou fonética.

     

    Ex: O jantar (substantivo) está pronto.    Hoje não irei jantar (verbo)

            

            Hoje a palestra será no prédio vizinho (adjetivo) ao nosso.     O vizinho (substantivo) dela é muito chato.       

     

     

  • Meus dedos cosam em falar de uma regrinha das substantivas, veja:

     

    Segundo, o livro do pestana.

     

    1) O substantivo vem com núcleo (QUE É O CASO DA LETRA D) e/ou acompanhado de determinante (artigo, pronome, numeral, adjetivo e/ou locução adjetiva). (SÓ COM ISSO ELIMINAMOS A), B) e C). CERTO?

     

    – Eu tenho muitas fobias. (Pron. indef + Substantivo).

    – Eu tenho as provas. (artigo + Substantivo).

    – Esta questão só tem um pró. (numeral + substantivo).

     

    2) Adjetivação Há dois conceitos: 


        A) presença excessiva de adjetivos em um texto; - Acho a minha namorada linda, sedosa, cheirosa...


        B) AQUI É A CARA DA QUESTÃO. Um substantivo pode ter a cara de um adjetivo. o papel do adjetivo é caracterizar, mas, lembre-se, aqui, não é adjetivo. Alguns pode até depender do contexto. 

     

    ERRADO! d) "A mulher estava sentada entre nós”. 

    1) MULHER É SUBSTANTIVO.

     

    2) SUBSTANTIVO CARACTERIZA QUEM?. CUIDADO! 

     

     

    GABARITO! e) “...dirigira palavras amenas a um vizinho invisível”. (artigo + Substantivo).

    1) VIZINHO É SUBSTANTIVO.

     

    2) SUBSTANTIVO CARACTERIZA INVISÍVEL.

     

     

    ENTENDEU? - se não, volte e leia preciosamente.

     

     

    eu acredito e você? não desista.

  •  

    “...dirigira palavras amenas a um vizinho invisível”. 

    Só uma análise acrescentada, o artigo indefinido ali para dar uma embolada na mente do estudante. Nesse caso, mostra claramente na minha percepção que há dois substantivo ai,  um acompanhado com o artigo sendo antes, e a tal da substantivação que era um processo da resposta gabarito E.

    Dirigirá ou Dirigira  ? aposto que será a primeira ideia por conta da regra que oxítonas terminado em A,  há acentuação obrigatória.
     

    Dirigirá palavras  ... ai está o modo de substantivação, ou um verbo com valor de substantivo

  • A Gleyce fez a melhor explicação. Parabéns!

     

  • Quanto mais estudo Português, mais gosto de Direito Tributário :(((((

  • Lembro daquelas frases:

    Não é qualquer mulher, ela é A MULHER!

    Ele não é qualquer cara, é O CARA!

     

    Processo de substantivação

    Gabarito: E

  • Gab E

     

    Graças a Deus não derrapei na pegadinha da letra D

    Fé em Deus, pois ele está conosco

  • O pessoal está dando voltas para explicar por qual razão a letra E está correta, mas, é simples. A palavra vizinho é primariamente um adjetivo como "velho", e está sendo empregado como substantivo. É só consultar o dicionário.

  • O QC poderia sublinhar

  • Pra quem não ver sublinhado, é só usar o google chrome.

  • Achei que só eu, que não via sublinhado. Mas, da pra indentificar o que o que o enunciado pede. Letra E
  • Gabarito: E

     

     

     a)“E me sentia bem naquela solidão” - Advérbio de modo. Ex: Bem, mal, rápido, devagar... - "o homem correu devagar" - devagar é o modo / forma como o homem correu.

     

     b) “Era uma mulher jovem e pálida”. Adjetivo uniforme (apresenta apenas uma forma para o masculino e feminino) Ex: Homem jovem, mulher jovem; aparelho excelente, máquina excelente; amigo leal, amiga leal.

     

     c) “...dava-lhe o aspecto de uma figura antiga”. Adjetivo biforme (apresenta uma forma para o masculino e outra para o feminino) Ex: figura antiga, cofre antigo; homem bonito, mulher bonita.

     

     d) "A mulher estava sentada entre nós”. Substantivo comum (aquele que designa os seres de uma mesma espécie de forma genérica) Exemplo: cidade, menino, homem, mulher.

     

     e) “...dirigira palavras amenas a um vizinho invisível”. A palavra "vizinho" é naturalmente um adjetivo por ser uma característica de alguém, mas que neste contexto foi substantivada pelo pronome indefinido "um". Isso fez com que a palavra, uma vez especificadora, caracterizadora, ficasse vaga e imprecisa, como um substantivo comum.

  • Precisei viver 31 anos pra descobrir que "vizinho" é adjetivo.


    Vivendo e aprendendo..

  • Precisei viver 26 anos pra descobrir que "vizinho" é adjetivo.

  • Já eu, precisei viver 41

  • 24 quase

    mas pelo menos descobri antes da prova

  • 22 anos para descobrir que vizinho é adjetivo


ID
2635681
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

O segmento abaixo em que os dois termos do texto não podem trocar de posição entre si é:

Alternativas
Comentários
  • “apertando nos braços a criança enrolada em panos” :

    A criança está enrolada com panos sendo apertada pelos braços

     

    "apertando em panos a criança enrolada nos braços":

    A criança está enrolada nos braços sendo apertada pelos panos

  • GAB (B)


ID
2635684
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível”; a forma verbal “dirigira” pode ser adequadamente substituída por:

Alternativas
Comentários
  • O verbo "dirigir" encontra-se no Pretérito Mais-que-perfeito do Indicativo, uma vez que a ação se findou.

     

    O Homem dirigira palavras amenas - O Homem havia dirigido palavras amenas.

     

    Gabarito: Letra "D"

     

    "...do Senhor vem a vitória..."

  • tinha ou havia + particípio = pretérito mais que perfeito

     

    gabarito D

  • TER/HAVER + particípio = RA 

    #FláviaRitaÉMais

  • O verbo Dirigirá está no Pretérito mais que perfeito do Indicativo

    Que pode ser substituído pelo Pretérito mais que perfeito composto = Verbo Ter ou haver no Presente do Indicativo + Particípio

    Havia Dirigido

  • Gabarito letra D.

    Dirigira é a forma simples no pretérito mais-que-perfeito. A forma composta é TINHA/HAVIA dirigido.

  • Dirigira é a forma simples no pretérito mais-que-perfeito. A forma composta é TINHA/HAVIA dirigido.  

    Gabarito letra D. 

  • Dirigira (de maneira composta) = Havia dirigido.

    Pretérito mais que perfeito = Pretérito imperfeito + Particípio.

  • O verbo “dirigira” encontra-se flexionado no pretérito mais-que-perfeito simples do indicativo e sua forma composta é “tinha dirigido” ou “havia dirigido”. 

    Assim, a alternativa (D) é a correta.


ID
2635687
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

A palavra “aspecto” aparece no texto grafada com CT, mas a grafia moderna já mostra a forma “aspeto” como correta; a palavra do texto que mostra uma outra grafia também correta, mantendo-se o mesmo sentido, é:

Alternativas
Comentários
  • GAB C 

    a)comprido / cumprido. coisa que é longa e extensa / particípio do verbo cumprir

     b)vizinho / visinho não existe 

     c)bêbedo / bêbado. As duas palavras estão corretas e existem na língua portuguesa. Sempre que quisermos referir uma pessoa que se encontra ébria, alcoolizada, embriagada, podemos utilizar os adjetivos bêbedo e bêbado ou bêbeda e bêbado, conforme o gênero.

     d)invisível / invizível  não existe 

     e)vacilante / vassilante não existe ​

  • Algumas palavras com dupla grafia:

     

    Bêbado/Bêbedo

    Vassoura/Bassoura

    Neblina/Nebrina

    Verruga/Berruga

    Assovio/Assobio

    Hidrelétrica/Hidroelétrica

    Maquiagem/Maquilagem

    Bravo/Brabo

    Catorze/Quatorze

    Cota/Quota

    Cotidino/Quotidiano

    Loiro/Louro

    Radioatividade/Radiatividade

    Cãibra/Cãimbra

    Taberna/Taverna

     

     

     

  • Acertei no chute. Realmente não sabia da existência dessas possibilidades.

  • O desafio está nas palavras que existem na linguagem coloquial: bêbado e bêbedo. As demais palavras simplesmente não existem na norma brasileira, nem culta nem coloquial.
  • Pra quem não sabe o nome desse evento e deseja aprofundar-se no tema é variantes liguísticas

    Bons estudos !!!!!

  • PARA ACRESCENTAR ALGUMAS PALAVRAS A MAIS.....

    1. abóbada (e abóboda);
    2. aborígene (e aborígine);
    3. arteriosclerose (e aterosclerose);
    4. assobiar (e assoviar);
    5. aterrissar (e aterrizar);
    6. babador (e babadouro);
    7. bêbado (e bêbedo);
    8. bebedouro (e bebedor);
    9. berinjela (e beringela);
    10. botijão (e bujão);
    11. caatinga (e catinga);
    12. chimpanzé (e chipanzé);
    13. descarrilar (e descarrilhar);
    14. diabetes (e diabete);
    15. dignitário (e dignatário);
    16. doceria (e doçaria);
    17. estada (e estadia);
    18. garagem (e garage);
    19. hidrelétrica (e hidroelétrica);
    20. infarto (infarte e enfarte e enfarto);
    21. listra (e lista);
    22. loura (e loira);
    23. octacampeão (e octocampeão);
    24. percentagem (e porcentagem);
    25. quatorze (e catorze);
    26. cota (e quota);
    27. cotidiano (e quotidiano);
    28. reescrever (e rescrever);
    29. seriíssimo (e seríssimo);
    30. subumano (e sub-humano);
    31. taberna (e taverna);
    32. tataraneto (e tetraneto);
    33. televisionar (e televisar);
    34. termelétrica (e termoelétrica);
    35. terraplenagem (e terraplanagem);
    36. trecentésimo (e tricentésimo);
    37. voleibol (e volibol);
    38. xucro (e chucro).

    SÓ NÃO PASSA QUEM DESISTE!

  • aspeto eu realmente não sabia dessa.

  • Aspeto é nova pra mim kkkkk

  • Se alguém tem dúvidas sobre palavras da nossa língua: http://www.academia.org.br/nossa-lingua/busca-no-vocabulario

  • aspeto, nunca nem vi.kk

     

  • Gabarito letra C

    Essa de aspecto, nunca tinha ouvido falar!!!

    http://www.academia.org.br/sites/default/files/conteudo/o_acordo_ortogr_fico_da_lngua_portuguesa_anexoi_e_ii.pdf

    1 o ) O c, com valor de oclusiva velar, das sequências interiores cc (segundo c com valor de sibilante), cç e ct, e o p...

    c) Conservam -se ou eliminam -se, facultativamente, quando se proferem numa pronúncia culta, quer geral, quer restritamente, ou então quando oscilam entre a prolação e o emudecimento: aspecto e aspeto, cacto e cato, caracteres e carateres, dicção e dição; facto e fato, sector e setor, ceptro e cetro, concepção e conceção, corrupto e corruto, recepção e receção.

  • Acertei por exclusão! Eliminei o que tinha certeza que não existia, vou aprofundar mais no estudo das variantes linguística! Valeu pelas dicas. 

  • Fiquei surpreso com aspeto. Acertei por exclusão.

  • Fiquei bêbedo agora 

  • ASPETO = PORTUGAL.

    ASPECTO=BRASIL.


  • GAB C.

    Bêbado/Bêbedo.

  • Fiquei bêbedo depois dessa kkkk


ID
2635690
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

O estado de Rondônia NÃO faz limite com:

Alternativas
Comentários
  • Rondônia faz fronteira com os estados do Mato Grosso a leste, Amazonas ao
    norte, Acre a oeste e com a Bolívia a oeste e sul.

  • Meu deus, olha o nível das questões.. como não fiz esse concurso? 

  • Limites: ao Norte e Nordeste, estado do Amazonas; ao Sul e Oeste, República da Bolívia; a Leste e Sudeste, estado de Mato Grosso; a Noroeste, os estados do Acre e do Amazonas.

     

  • estado de Rondônia faz limites com o estado do amazonas ao NORTE, ao LESTE com o estado do Mato Grosso, ao SUL com a Bolívia e ao OESTE  com o Acre e a Bolívia

  • Por causa de algumas questões, as pessoas ja deduzem que o concurso e estava facil e que elas se sairiam bem.

  • Amazonas: norte;

    Bolívia: sul e oeste;

    Mato Grosso: leste;

    Acre: oeste.

    Só porque algumas questões estavam fáceis, não significa que essa prova estava fácil.


ID
2635693
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

A rede hidrográfica de Rondônia é composta por sete bacias hidrográficas. Fazem parte desse conjunto as seguintes bacias, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • 7 bacias hidrográficas:

    1- Bacia do Guaporé

    2- Bacia do Mamoré

    3- Bacia do Abunã

    4- Bacia do Madeira

    5- Bacia do Jamari

    6- Bacia do Machado ( Ji Parana)

    7- Bacia do Roosevelt

     

  • Principais Bacias Hidrográficas.

    Rios Machado ou Ji-Paraná; Guaporé, Mamoré, Madeira, Jacy-Paraná, Mutum-Paraná, Aripuanã ou Roosevelt, e Jamary.

     

  • olha o nível das perguntas kkkkkkkk porque nao fiz esse concurso? isso é o básico que se tem que saber sobre a geografia do estado


ID
2635696
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Avalie se as afirmativas a seguir, acerca da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, são falsas (F) ou verdadeiras (V):


✓ Em 1871 o coronel norte-americano George Earl Church recebeu concessões dos governos boliviano e brasileiro e constituiu a Madeira & Mamoré Railway Company Limited com o objetivo de construir a ferrovia; suas tentativas ao longo da década de 1870, entretanto, fracassaram redondamente.

✓ Em 1882 os governos do Brasil e da Bolívia assinaram um tratado que incluía aspectos relativos à navegação dos rios de sua fronteira e previa a construção de uma estrada de ferro que ligasse o rio Mamoré ao trecho navegável do Madeira.

✓ A partir do Tratado de Petrópolis, assinado em 1903 pelo Brasil e pela Bolívia, o governo brasileiro abriu, em 1905, concorrência pública para a construção da ferrovia; o tratado obrigava o Brasil a construir em território brasileiro uma ferrovia desde o porto de Santo Antônio, no Rio Madeira, até Guajará Mirim, no Mamoré.

✓ Em abril de 1912 a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré foi concluída, no ponto final em Guajará Mirim.


As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Comentários
  • O tratado de Ayacucho foi assinado em 1867, e não em 1882. - Ovídio Amélio
  • Essa questão era para ter sido anulada, não tem resposta certa. Tratado de Ayacucho é de 1867 e Petropólis 1903, o item II é falso.

  • V-V-V

    Tbm errei a questão, pois achei que o item II estaria errado. Fui pesquisar para justificar o item, segue:

     

     Firmado em 15.05.1882 um tratado que versava sobre a navegação nos rios bolivianos e a construção da E.F.M.M., sendo despachada imediatamente para a região, pelo Brasil, uma equipe de engenheiros (a comissão Morsing) para os estudos visando a construção da ferrovia.

     

    Fonte: https://alekspalitot.com.br/trilhando-a-historia/o-brasil-decide-construir-ferrovia/

  • Pq uma pergunta tão grande,misericórdia.
  • Mas foi somente depois de firmado um tratado entre Brasil e Bolívia em 15 de maio de 1882 que foram abertas as primeiras picadas no meio da selva para colocação dos trilhos da Ferrovia Madeira-Mamoré.

    A BANCA SE REFERIU A OUTRO TRATADO. ABRAÇOS.

    Disponível em: https://abifer.org.br/historia-hoje-saiba-mais-sobre-a-construcao-da-ferrovia-madeira-mamore/


ID
2635699
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

A economia de Rondônia, assim como nos outros estados do Norte, está em processo de desenvolvimento. Em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) estadual foi de 15 bilhões de reais, correspondendo a 0,6% de toda riqueza gerada no Brasil naquele ano; no âmbito regional, a contribuição foi de 11,2%, sendo a terceira maior, atrás somente do Pará (37,1%) e Amazonas (31,5%). O PIB per capita é de 10.320 reais.”

(http://brasilescola.uol.com.br/brasil/economia-rondonia.htm)


Na composição do PIB de Rondônia, os percentuais aproximados relativos aos setores de agricultura, indústria e serviços são respectivamente:

Alternativas

ID
2635702
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Avalie se as seguintes afirmativas sobre aspectos históricos do estado de Rondônia estão corretas:


I. Rondônia depende mais da rodovia BR-364 para sua sobrevivência e desenvolvimento do que de sua hidrografia.

II. É a única Unidade da Federação fruto de um tratado internacional.

III. Foi Território Federal antes de ser um Estado.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Comentários
  • Por que esta questão não foi anulada ?
    não se pode afirmar que a rodovia 364 é mais importante que a hidrografia .
    e afirmar que Rondonia é  fruto de um tratado internacional é uma afirmação completamente equivocada ...
     

  • A primeira realmente nos deixa na dúvida, mas levando em conta que a 2 está totalmente errada e a 3 está totalmente certa, dá de chegar na resposta(única possível, mesmo que não sendo 100% correta) 

    II. É a única Unidade da Federação fruto de um tratado internacional.

    Essa afirmativa estaria correta se estivesse falando do Acre.

    III. Foi Território Federal antes de ser um Estado.

    Em 1956, o até então território federal do Guaporé passou a se chamar territorio federal de Rondônia. Depois vindo a se tornar estado em 1981-82

     

    1 e 3 corretas.

  • Não vejo motivo para os colegas criticarem a alternativa " I "

    pois é obvio que a BR-364 foi muito mais importante que a hidrovia. 

    A agloremeração em torno da BR, foi surto nunca visto antes em qualquer região do Brasil.

    Foi a partir dela que Rondônia virou estado, então é lógico que "Rondônia depende muito mais da rodovia BR-364 para sua sobrevivência e desenvolvimento do que de sua hidrografia."

    a hidrografia foi importante, mas para a sobrevivência do Estado, a BR-364 foi fator preponderante.

  • O problema é que a banca pede para visualizar pelo aspecto histórico, mas a assertiva sugere que ela está falando em dias atuais, hoje não da para se dizer que a Rodovia BR 364 é ,mais importante que a hidrografia, entretanto é possível dizer que o estado DEPENDEU, passadamente, mais da BR 364 do que da hidrografia. As assertivas II e III falam de contexto histórico, até na sua estrutura gramatical, verbos no passado, porém a assertiva I não. 

  • Governo do Estado de RondôniaRONDÔNIA – UM ESTADO ATÍPICO

    (I) A não dependência direta do rio mas, sim da rodovia BR-364 para sua sobrevivência, faz de Rondônia um Estado atípico na Amazônia e, se levado em conta sua formação, oriundo de dois outros Estados (partes do Amazonas e do Mato Grosso) (II) e, além disso, ser a única Unidade da Federação fruto de um tratado internacional, o de Petrópolis – que permitiu ao Brasil ficar com as terras do Acre em troca da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, (III) somando-se ao fato de ter sido antes Território Federal, faz com que Rondônia seja em realidade um Estado atípico em relação ao próprio país.


    http://www.rondonia.ro.gov.br/diof/sobre/historia/


    acredito que o gabarito deveria ser a letra: E

  • I. Rondônia depende mais da rodovia BR-364 para sua sobrevivência e desenvolvimento do que de sua hidrografia.

    O erro dessa afirmativa foi usar a palavra hidrografia ao invés de hidrovia. Hidrovia diz respeito ao tráfego aquático, enquanto hidrografia é relativo as águas.

    Porém é possível chegar a resposta eliminando as alternativas que contém a afirmativa II como correta.


ID
2635705
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Se não é verdade que todo rei é vilão então é verdade que:

Alternativas
Comentários
  • Negacao de preposicao:

     

    Todo...e... = PEA + nao (Algum...nao e..; Pelo menos um...nao e; Existe...que nao e..)

  • GABARITO B

    Se não é verdade que todo rei é vilão então é verdade que----->  ao menos um rei não é vilão.

    BASTA QUEBRAR A NOÇÃO DE "TODOS" SE PELO MENOS 1 NÃO É, JÁ NÃO SE PODE MAIS FALAR EM TODO.

    Eu faço assim  e sempre vem dando certo.. Bons estudos !!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Gabarito: Letra B

    -----

    Se não é verdade que todo rei é vilão então existe um/pelo menos um/há algum rei que não seja vilão.

  • Hum...dúvida. .

    A letra C não estaria correta ? 

    PEA+NÃo 

  • Pois é  Príscila também tive essa dúvida.

  • Tira o "SE" da frase pra ficar mais fácil a resolução.

    Negação do TODO não pode ser NENHUM

  • Também fiquei na dúvida se não era a letra C. (inclusive respondi ela)

    O detalhe tá na ordem que é: rei e vilão que não pode ser alterado na negação.

    Se estiver errado me corrijam. Agradeço desde já.

    Estamos juntos gueirreiros!

  • A diferença entre as alternativas B e C é que na C ele trocou a ordem, e neste caso não pode ser trocado a ordem.

    a questão pediu :  todo rei é vilão

    alternativa B: ao menos um rei não é vilão

    alternativa C:  algum vilão não é rei. ( TROCOU A ORDEM, falou do vilão e a alternativa falou do REI)

    não sei se entenderam, mas espero que sim.

     

  • Dizer que não é verdade é o mesmo que dizer que é mentira, por isso é só fazer a negação.

    GABA B DE BUMBUM

  • LETRA B.

    Falar que Todo A é B é equivalente a dizer Se A, então B.

    Sendo assim, a negação de todo A é B, tb pode ser a negação A ^ não B.

    Então a alternativa só pode ser a letra B:   Pelo menos um A (rei) não é B (vilão).

    O que torna a letra C errada é a mudança da ordem de B e A, que na negação em questão, faz diferença no sentido.

    OBS.: uma dica para quem não tem habilidade com decoreba como eu, a negação do Se A....então B é  A e não B, pois para ser falsa a a condicional, o antecedente TEM QUE SER VERDADEIRO (por isso só repetimos o antecedente) E O SEGUNDO TEM QUE SER FALSO (por isso só negamos o consequente), o famoso, Vera Fisher. E o conectivo é o "E" pq as ideias precisam ser somadas. Quando me explicaram isso, nunca mais errei. Mto mais fácil que decorar, não é?

    Me corrijam se eu estiver errada.

    Bom estudos a nós!

    Deus abençoe.

     

  • A sacada da questão, na minha opinião, é perceber que não se trata de uma frase condicional

     

    Quando lemos ''se...então...'' já queremos analisar como se a frase fosse uma condicional, o que não é o caso

     

    Vc tem que ''desmembrar'' a pergunta para encontrar a ''verdadeira frase''

     

    logo, a pergunta NÃO se refere a frase '' Se não é verdade que todo rei é vilão então é verdade que'', mas sim á essa frase ''Se não é verdade que todo rei é vilão então é verdade que''

     

    Depois de perceber isso, fica fácil. Ai é só negar

     

     

     

  • Negação do TODO, nunca pode ser NENHUM!

    Regra:

    P E A + Não

    Pelo menos um

    Existe

    Algum

  • Letra B , pois tem Garantia

  • Gab. b

    avante, cbmerj!!!!

  • ✔ADENDO

    NEGAÇÃO QUANTIFICADOR " TODO "

           ALGUM + NÃO

           PELO MENOS UM + NÃO

           + NÃO

           NEM TODO

        Ex.: Todo rei é vilão Algum rei não é vilão Nem todo rei é vilão Pelo menos um rei não é vilão

  • PPMG/2022. A vitória está chegando!!


ID
2635708
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

João e José colheram laranjas em um laranjal. José colheu 62 laranjais a mais que João. Se tivesse colhido mais 26 laranjas, José teria colhido o dobro da quantidade de laranjas que João colheu. Se multiplicarmos a quantidade de laranjas que José e João colheram obteremos:

Alternativas
Comentários
  • "João e José colheram laranjas em um laranjal. José colheu 62 laranjais a mais que João"

     

    João -> x laranjas

    José ->  x + 62 laranjas

     

     "Se tivesse colhido mais 26 laranjas, José teria colhido o dobro da quantidade de laranjas que João colheu"

     

    (x + 62) + 26 = 2x

    x + 88 = 2x

    x = 88 laranjas (João)

     

    José -> 88 + 62 = 150 laranjas

     

    A questão quer a multiplicação da quantidade de laranjas que José e João colheram:

    88 x 150 = 13.200

     

    LETRA D)

  • GAB:D

    joão = x         jose = y 

    y = x + 62 

    se tivesse mais 26 ...    y + 26 = 2x 

    Resolução:

    y + 26 = 2x 

    (x + 62) + 26 = 2x        (No lugar do "y" na equação a gente coloca  x + 62 ,que é o valor dele)

    x + 62 + 26 = 2x 

    88 = 2x - x 

    x = 88 colheu joao 

    y = x + 62 

    y = 88 + 62 

    y = 150 colheu josé 

    multiplicando ... 

    88 . 150 = 13 200 

  • Z : Quantidade que José colheu

     

    J: Quantidade que João colheu

     

    1ºEquação:   Z = J + 62

     

    2ºEquação:   Z + 26 = 2J

     

     isolando o ''Z'' da 2º equação ficamos com: Z= 2J -26 
     

    Agora basta igualar o ''Z'' isolado a 1º equação:

    2J -26 = J + 62

    J=88

    Z=150

     

    A questão pede a multiplicação das quantidades de José e João, Logo:

    Z x J = 88 x 150 = 13200

     

    GABARITO: D

     

     

  • X(josé)= Y(joão) + 62

    X+ 26= 2y 

    y+62+26=2y

    62+26=2y-y

    88=y 

    x=88+62

    x=150 

    88x150=13.200

  • Para quem gosta de resolver através do método de adição/eliminação

    La= Laranjas colhidas por José

    Lb= Laranjas colhidas por João

     

    " José colheu 62 laranjais a mais que João. "

    La=Lb+62

     

    "Se tivesse colhido mais 26 laranjas, José teria colhido o dobro da quantidade de laranjas que João colheu".

    La+26=2Lb

     

    Juntando tudo

    La=Lb+62

    La+26=2Lb

    Agora vamos multiplicar a primeira equação por -1 para deixar o La negativo para poder eliminá-lo

    -La=-Lb-62

    La+26=2Lb

    ------------------

    26=Lb-62

     

    26+62=Lb

    Lb=88

     

    Agora é só substituir o Lb em qualquer uma das equações estabelecidas pelo exercício, multiplicar, para chegar ao resultado

  • Resolvi com uma regra de três simples


    62+26= 88 = 100 e dobro eu coloquei 200


    88   100

    X          200        corta zero 88.2 =x1


                               176 resultado 176- 26 =150 resultado José


                               150-62 =88 resultados João


                                150.88= 13.200


ID
2635711
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Se não é verdade que Pedro fala japonês ou russo, avalie se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V):


✓ Pedro não fala japonês, mas pode falar russo.

✓ Pedro não fala russo.

✓ Pedro só fala russo se não falar japonês.


As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Comentários
  • A questão afirma que a sentença "Pedro fala japonês ou russo" é falsa, então:

    Pedro fala japonês (F)

    Pedro fala russo (F)

     

    Compreendendo isso, concluímos que:

     

    ✓ Pedro não fala japonês, mas pode falar russo. FALSA (Pedro não fala nem japonês, nem russo)

    ✓ Pedro não fala russo. VERDADEIRA

    ✓ Pedro só fala russo se não falar japonês. FALSA (Pedro não fala nem japonês, nem russo)

     

    RESPOSTA: LETRA C)

  • Toda vez que aparecer a expressão "não é verdade que", negue as proposições que vierem...

    Logo: "não é verdade que Pedro fala japonês ou russo" significa dizer que "Pedro não fala japonês e não fala russo"

    Agora é só confrontar cada uma das 3 afirmativas com a negação que obtivemos.

  • Simbolizando a primeira proposição "Não é verdade que Pedro fala japonês ou russo" | ~ (J  v  R) = ~J  ^  ~R | e a assumindo como Verdade: 

    ~J  ^  ~R = V   temos que  J = Falsa e R= Falsa

    E sabendo que as conjunções adversativas são sinônimos do conectivo E (mas, se não, todavia, entretanto) conseguimos resolver as assertivas

     ✓ Pedro não fala japonês, mas pode falar russo. |    ~J ^ R = F

    ✓ Pedro não fala russo. |    ~R = V

    ✓ Pedro só fala russo se não falar japonês. |   R ^ ~J = F

     

    Gabarito C)   F V F

  • Quando você diz que "Pedro fala japonês ou russo" é falso, você nega essa frase e a transforma em: Pedro não fala japonês e russo.

    não a ou b --(nega)--> sim a e b.

    Logo ele não fala japonês e não fala russo.
     

  • OU é conjunção coord. ALTERNATIVA, apenas uma delas é verídica.

    ✓ Pedro não fala japonês, mas pode falar russo. ( FALSO, pois ele pode falar russo, porém não saber japonês)

    ✓ Pedro não fala russo. (VERDADEIRO, ele pode não falar russo ou não falar japonês)

    ✓ Pedro só fala russo se não falar japonês ( FALSO a causa dele não saber japonês não é porque sabe russo)

    - Talvez eu veja facilidade em julgar assim por estar exausta de questões Acerto 90%.

  • PJ = Pedro fala Japonês

    PR = Pedro fala russo

    A questão diz = "Se não é verdade que Pedro fala japonês ou russo."

    Então considera que PJ v PR = FALSO

    Como o conectivo lógico é "ou", bastaria apenas uma verdade para a frase ser verdadeira. Se a questão diz que é falsa então quer dizer que é tudo falso..... Ou seja:

    PJ = F

    PR = F

    Esquematizando.....

    ✓ Pedro não fala japonês, mas pode falar russo.

    ¬ PJ ^ PR (mas = e)

    V ^ F = FALSO (conectivo "e" tudo deveria ser V para ser verdade)

    ✓ Pedro não fala russo.

    ¬PR = VERDADE (a negação de uma mentira é uma verdade)

    ✓ Pedro só fala russo se não falar japonês.

    ¬PJ --> PR

    V ----> F = FALSO (único momento que é falso em condição é quando tem Se V então F)

  • Pedro só fala russo se não falar japonês.

    Se não falar japonês ---> Pedro só fala russo

  • Decoreba inútil. Aceitem que dói menos:

    Como estamos diante de um "ou" e, sabendo que essa proposição só não é verdadeira se as duas afirmações são falsas, então sabemos que Pedro falar japonês é falso assim como Pedro falar russo é falso.

    Logo, ele não fala nem japonês nem russo...

    A única das 3 frases que representa isso é a 2a, em todas as outras existe a possibilidade de ele falar alguma das línguas


ID
2635714
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um anagrama de uma palavra é uma reordenação qualquer de suas letras. Por exemplo, ATAM e AAMT são anagramas da palavra MATA. O número de anagramas da palavra PORTO é igual a:

Alternativas
Comentários
  • PORTO

    5 letras

    2 letras "O"

    C5,2

    5! / 2! = 120/2 = 60.

  • Trata-se de uma questão de PERMUTAÇÃO com repetição, pois as letras da palavra PORTO irão permutar, ou seja, trocar de lugar entre elas. É com repetição pois nós temos a letra O repetida duas vezes.

     

                 5!             5 . 4. .3. 2!

       P =   ------   =   -----------------   =    60

                2!                   2!

     

    gabarito A

  • Gaba: A

     

    Quando na formação de anagramas existir letras repetidas, essas devem ser "subtraídas", por isso divide-se o número total de letras pelo número de letras que se repetem.

     

    P O R T O   = considerando um anagrama com o primeiro "O" : OPTTO

     

    Considerando com o outro "O", o anagrama é igual ao de cima. Por isso, deve-se dividir pelas letras repetidas: OPTTO

  • O total de anagramas é 60

    Resolução no link

    https://youtu.be/C6RMowMgeq4

    Fonte: Prof Roger Saruhashi

  • PORTO= 5 LETRAS- 5 FATORIAL 

    PORÉM, CONTÉM LETRAS REPETIDAS. ENTÃO CONSIDERA ELA COMO DIVISORES.

    5! / 2! = 60. LETRA A.

  • A palavra PORTO tem 5 letras, porém têm duas letras repetidas(O), portanto temos que fazer:

     

    5!(número de letras da palavra PORTO) /2!(numero de letras repetidas)=

     

    5!/2!= 60

     

    Gab: A

  • PORTO

    Total: 5

    Repetições: 2 (o)

    5x4x3x2x1 / 2! = 60.


ID
2635717
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Observe aos cinco primeiros termos da sequência abaixo:


18, 23, 29, 36, 44, ...


O décimo termo dessa sequência é o:

Alternativas
Comentários
  • 18 +5 23 +6 29 +7 36 +8 44 +9 53 +10 63 +11 74 +12 86 +13 99

     

    Resposta: Letra E)

  • eh soh somar +5 em todos:

     

    18 +5 23 +6 29 +7 36 +8 44 +9 53 +10 63 +11 74 +12 86 +13 99

  • Uma dessa não cai no meu concurso kk

  • MAMÃO COM AÇÚCAR!!!

     

    VAI SONHANDO.

  • ...que VÁRIAS dessas caiam no MEU concurso!


ID
2635720
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Constituição Federal de 1988 está em continuo processo de mudanças contando com inúmeras emendas constitucionais. No que se refere à origem, é possível classificar a Constituição Federal como sendo:

Alternativas
Comentários
  • A Constituição Federal de 1988 é PEDRA FORMAL

     

    P romulgada

    E scrita

    D ogmática

    R ígida

    A nalítica

    Formal

     

    LETRA B)

  • Gabarito letra b).

     

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL/88 = "PRAFED"

     

     

    P = Promulgada/Popular (Quanto à origem)

     

    * NÃO É OUTORGADA.

     

    R = Rígida (Quanto à mutabilidade/estabilidade)

     

    * NÃO É SEMIRRÍGIDA, SEMIFLEXÍVEL, FLEXÍVEL OU IMUTÁVEL.

     

    A = Analítica (Quanto à extensão)

     

    * NÃO É SINTÉTICA.

     

    F = Formal (Quanto ao conteúdo)

     

    * NÃO É MATERIAL/SUBSTANCIAL.

     

    E = Escrita (Quanto à forma)

     

    D = Dogmática (Quanto ao modo de elaboração)

     

    * A CF/88 É DOGMÁTICA HETERODOXA/ECLÉTICA/PRAGMÁTICA.

     

    ** NÃO É HISTÓRICA.

     

     

    Outras características da CF/88:

     

    1) Quanto à correspondência com a realidade = Normativa;

     

    2) Quanto à finalidade = Constituição-dirigente;

     

    3) Quanto ao conteúdo ideológico = Constituição Social;

     

    4) Quanto ao local da decretação = Autoconstituição;

     

    5) Quanto ao sistema = Constituição Principiológica ou Aberta;

     

    6) Quanto à ideologia = Eclética / Pragmática / Heterodoxa.

     

     

    * DICA: RESOLVER A Q77036, A Q37699 E A Q51366 PARA COMPLEMENTAR ESSE ASSUNTO.

     

     

    ** Fontes:

     

    https://www.espacojuridico.com/blog/resumo-de-classificacao-das-constituicoes%E2%80%8F/

     

    http://www.tudosobreconcursos.com/materiais/direito-constitucional/classificao-da-consituio

     

     

     

    => Meu Instagram para concursos: https://www.instagram.com/qdconcursos/

  • Classificações  (Constituição Brasileira)

    1º quanto à origem: Promulgada

    2º quanto ao conteúdo :  Formal

    3º quanto a extensão: Analistícia

    4º quanto ao modo de elaboração ---> Dogmática 

    5º quanto à ideologia: Eclética

    6º quanto à finalidade : Dirigente

    7º ontologia: normativa

    8º estabilidade/ alterabilidade : rígida

    9º forma : escrita

     

    macete 1: PEDRA Ñ FED

    Promulgada

    Eclética

    Dogmática

    Rígida

    Analítica

    Normativa

    Formal

    Escrita

    Dirigente

     

     

    macete nº 2 : AÊ NERD FDP

    Analítica

    Eclética

    Normativa

    Escrita

    Rígida

    Dirigente

    Formal

    Dogmática

    Promulgada

     

     

  • 1. Quanto à Origem

    1.1. Promulgada

     

    1.2. Outorgadas

     

    1.3. Cesaristas (Bonapartistas)


     

    1.4. Pactuada


     

    2. Quanto ao Conteúdo

    2.1. Formal


     

    2.2. Material


     

    3. Quanto à Extensão

    3.1. Sintética


     

    3.2. Analítica


     

    4. Quanto ao Modo de Elaboração

    4.1. Dogmáticas


     

    4.2. Históricas


     

    5. Quanto à Ideologia

    5.1. Ecléticas (Pragmáticas)


     

    5.2. Ortodoxas


     

    6. Quanto à finalidade

    6.1. Constituição-Garantia


     

    6.2. Constituição Dirigente


     

    6.3. Constituição-Balanço


     

    7. Quanto à Ontologia (Correspondência com a realidade)

    7.1. Normativas


     

    7.2. Nominativas (Nominalistas)


     

    7.3. Semântica


     

    8. Quanto à Alterabilidade

    8.1. Imutável


     

    8.2. Rígida


     

    8.3. Flexível


     

    8.4. Semirrígida


     

    9. Quanto à Forma

    9.1. Escritas


     

    9.2. Não-Escritas (Costumeiras ou Consuetudinárias)


     

    10. Constituição Federal de 1988

    A Constituição Federal de 1988 classifica-se como promulgadaformalanalíticadogmáticaeclética (pragmática)dirigentenormativa (ou tendente a sê-la)rígida e escrita codificada.

  • Sua origem: Promulgada

    Ela foi proclamada; divulgada; publicada.

     

    Gabarito: B

  • PREÂMBULO

    Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

    Gostei dos macetes!!! PRAFED

  • Macete

    Promulgadas: todas as pares, exceto a de 1824.

    Outorgadas: todas as ímpares, exceto a de 1891.

  • CABE LEMBRAR QUE PODEM VIR DE SINOMINOS: DEMOCRATICAS OU POPULAR.

  • Quanto à origem: Poderão ser outorgadas, promulgadas, cesaristas e pactuadas.

    a)      Outorgada:  imposta de forma unilateral. Ex: as Constituições de 182419371967. São chamadas também de cartas constitucionais.

    b)      Promulgada: é democrática, votada ou popular. Ex: as Constituições de 189119341946 e a atual de 1988.

    c)      Cesarista: É a constituição em que a participação popular restringe-se a ratificar a vontade do detentor do poder. 

     Por exemplo, Constituição de Napoleão e constituição de Pinochet;

    d)      Pactuada: é aquela que resulta de um acordo entre o Rei e o Parlamento. Visa desenvolver um equilíbrio entre o Princípio Monarquico e o Princípio Democrático.

  • Constituições democráticas (populares, promulgadas ou votadas): nascom com participação popular, por processo democrático. Normalmente, são fruto do trabalho de uma Assembléia Nacional Constituinte, convocada especialmente para sua elaboração. Exemplos: Constituições brasileiras de 1891, 1934, 1946 e 1988.

     

    Fonte: Professores Nádia Carolina, Ricardo Vale, Estratégia Concursos

  • A CF DE 1988 É:

    ORIPROM

    FORESC

    ELADOG

    ESTABRÍGI

    EXTANA

    CONTFOR

  • A questão trata da classificação das Constituições:

    Quanto à origem, a constituição pode ser:

    - Promulgada: a constituição é democrática, surge conforme a vontade do povo, mediante seus representantes. É o caso da Constituição Federal de 1988.
    - Outorgada: a constituição é imposta pelo governante, não há participação do povo.
    - Cesarista: é elaborada pelo governante e, logo após, submetida à apreciação do povo mediante o instituto do referendo.

    Gabarito do professor: letra B.
  • democrátas ( populares ou promulgadas ); nascem com participação popular , por processo democrático

  • GAB (B)

  • Para conhecimento.

    Constituições outorgadas:

    1824 e 1937.

  • Consttituição de 88 é PEDRA FORMAL

    Promulgada
    Escrita
    Dogmática
    Rígida
    Analítica
    Formal

  • PARTICIPAÇÃO DO POVO ATRAVÉS DE SEUS REPRESENTANTES

  • CF/88: Promulgada porque ela é democrática e feita pelos representantes do povo! As constituições antigas não eram assim.

  • Autor: Patrícia Riani , Assistente Legislativa na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, Especialista em Direito Público e Direito Constitucional Aplicado.

     

    A questão trata da classificação das Constituições:

    Quanto à origem, a constituição pode ser:

    - Promulgada: a constituição é democrática, surge conforme a vontade do povo, mediante seus representantes. É o caso da Constituição Federal de 1988.
    - Outorgada: a constituição é imposta pelo governante, não há participação do povo.
    - Cesarista: é elaborada pelo governante e, logo após, submetida à apreciação do povo mediante o instituto do referendo.

    Gabarito do professor: letra B.

  • Quanto as Contituições:

    CF 1824 - OUTORGADA

    CF 1891 - PROMULGADA

    CF 1934 - PROMULGADA

    CF 1937 - OUTORGADA

    CF 1946 - PROMULGADA

    CF 1967 - OUTORGADA

    CF 1988 - PROMULGADA

    Com relação a parte da doutrina que afirma que houve uma nova CF em 1969, Eu me alinho ao pensamento de JOSE AFONSO DA SILVA que entende que em 1969 foi outorgada uma emenda a CF e não foi criada uma nova constituição.

  • Letra B.

    Quanto à origem = Promulgada.

  • O EX COMIA PRA FODER

    Origem—> Promulgada

    EXtensao—> Analítica

    COnteúdo—-FOrmal

    Modo—> Dogmatica

    Ideologia—> Eclética

    Alterabilidade—> Rigida

  • A Constituição Federal de 1988 é PEDRA FORMAL

     

    P romulgada (ORIGEM) - LETRA B.

    E scrita (FORMA)

    D ogmática (ELABORAÇÃO)

    R ígida (ESTABILIDADE)

    A nalítica(EXTENSÃO)

    Formal (CONTEÚDO)

  • Promulgada/Popular adotada pelo Brasil.

  • CLASSIFICAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO

    QUANTO A ORIGEM

    PROMULGADA/DEMOCRÁTICA/POPULAR-

    ELABORADA POR REPRESENTANTES DO POVO

    OUTORGADA-

    IMPOSTA PELO AGENTE REVOLUCIONÁRIO QUE DETÊM O PODER(DITATORIAL)

    CESARISTA OU BONAPARTISTA

    IMPOSTA PELO AGENTE REVOLUCIONÁRIO QUE DETÊM O PODER + OCORRE UMA CONSULTA POSTERIOR AO POVO (REFERENDO)

    PACTUADA OU DUALISTA

    FRUTO DE UM PACTO ENTRE 2 FORÇAS POLÍTICAS


ID
2635723
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No âmbito dos princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988 consta o pertinente ao:

Alternativas
Comentários
  • CF/88

     

    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

    II - a cidadania

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

    V - o pluralismo político.

     

    famoso SOCIDIVAPLU

     

    LETRA A)

  • SOCIDIVAPLU

    I - a soberania;SO

    II - a cidadania CI

    III - a dignidade da pessoa humana;DI

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;VA

    V - o pluralismo político.PLU

  • Que eu saiba, fundamento é diferente de princípio. Mas...

  • Vamos combinar que esse "Princípios Fundamentais" aí ficou bem esquisito!

     

  • Na  Constituiçao  Federal  de  1988,  os  princípios  fundamentais  estão dispostos  no  Título  I,  o  qual  é  composto  por  quatro  artigos.  Cada  um  desses dispositivos apresenta um tipo de princÌpio fundamental.

    O art. 1º trata dos fundamentos da República Federativa do Brasil (RFB); o art. 2º, do princÌpio da
    separação de Poderes; o art. 3º, dos objetivos fundamentais; e o art. 4º, dos princÌpios da RFB nas relações internacionais.

     

    Fonte: Material estratégia concurso; Professores Nádia Carolina, Ricardo Vale.

     

    Portanto, pluralismo político é um fundamento da RFB e consequentemente um princípio fundamental.

  • Correta, A

    Galera, atenção para esse tipo de questão:

    OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS - Títlu I - previstos na CF abrangem:

    Art. 1 - Os Fundamentos;
    Art. 2 - A formação dos poderes;
    Art. 3 - Os Objetivos Fundamentais;
    Art. 4 - Os Princípios que regem as relações internacionais.

    O que isso quer dizer?
    R: Quer dizer que quando a questão mencionar apenas os PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS, qualquer um dos artigos - 1;2;3 ou 4 estão nesse rol, ou seja, são também princípios fundamentais. Como a questão não trouxe de forma específica, temos que o Pluralísmo Político, fundamento da república federativa do Brasil, está no rol de "PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS.

    Pluralismo político:

     

    É a garantida de existência de várias opiniões e idéias com o respeito por cada uma delas. O pluralismo político, como base do Estado democrático de direito, aponta o reconhecimento de que a sociedade é formada por vários grupos, portanto composta pela multiplicidade de vários centros de poder em diferentes setores. Através da idéia de pluralismo político, então, busca-se assegurar a liberdade de expressão, manifestação e opinião, garantindo-se a participação do povo na formação da democracia do país, seja de forma direta - através de plebiscito; referendo ou iniciativa popular - ou de forma indireta - eleições para a escolha de um representante do povo.

  • As bancas tentam confundir os fundamentos x objetivos x  Princípios que regem as relações internacionais ( mais extenso, cabe decorar as outras hipóteses e ir por exclusão)

     

    Fundamentos:(SOCIDIVAPLU)

    I - a soberania;

    II - a cidadania

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

    V - o pluralismo político.

     

    Objetivos: 

    I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

    II - garantir o desenvolvimento nacional;

    III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

    IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

     

    Princípios que regem as relações internacionais:

     

    I - independência nacional;

    II - prevalência dos direitos humanos;

    III - autodeterminação dos povos;

    IV - não-intervenção;

    V - igualdade entre os Estados;

    VI - defesa da paz;

    VII - solução pacífica dos conflitos;

    VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

    IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

    X - concessão de asilo político.

     

  • LETRA A 

     

    PLURALISMO POLÍTICO

  • Fundamentos:

    SOCIDIVAPLU

    SOberania

    CIdadania

    DIgnidade da pessoa humana

    VAlores sociais do trabalho e da livre iniciativa

    PLUralismo político

  • Princípios fundamentais será um rol mais amplo, pois abrangerá os fundamentos, os objetivos e os princípios das relações internacionais da RFB.

    Fundamentos: Soberania; cidadania; dignidade da pessoa humana; valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

    e o pluralismo político.

    Objetivos: Construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização 

    e reduzir as desigualdes sociais e regionais.

    Além também dos princípios que regem a RFB em suas relações internacionais que são 10 (dez).

  • Gabarito:LETRA A (Fundamento da RFB)

  • da raiva quando cai uma dessas

  • a)   CERTO: O pluralismo político é um dos princípios fundamentais da CF.

    GABARITO A

  • O famoso SO CI DI VA PLU .

    #VemCLDF

    #BAHIAxBRASILIA 

  • Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como FUNDAMENTOS:

    I - a soberania;
    II - a cidadania;
    III - a dignidade da pessoa humana;
    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
    V - o pluralismo político.

    gabarito -> [a]

  • BIZU PARA DECORAÇÃO.

    SOBERANIA

    CIDADANIA

    DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

    VALORES SOCIAIS DO TRABALHO E DA LIVRE INICIATIVA.

    PLURALISMO POLITICO

    NINQUEM SERA DISCRIMINADOS.BIZU DO PROFESSOR RODRIGO FRANCELINO LODF 

  • TÍTULO I
    Dos Princípios Fundamentais

    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

    II - a cidadania

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

    V - o pluralismo político.

    Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

  • eu entendo que o pluralismo politico é um principio fundamental, porem nao consegui entender por que nao é a letra B, ja que ele tambem fala sobre a intervenção estatal...

  • TEXTO DE LEI: LEIA, LEIA E RELEIA 

  • Atenção: Os Princípios Fundamentais estão elencados do Art. 1º ao 4º da CF/88, muita gente confundindo Princípios Fundamentais com Fundamentos da República (elencados no Art. 1º da CF).

     

    Obs: Fundamentos (Art. 1º), Princípio da separação dos poderes (Art. 2º), Objetivos fundamentais da RFB (Art. 3º) e Princípios das relações internacionais da RFB (Art. 4º) são espécies do gênero Princípios Fundamentais (Título I da CF/88).

     

    TÍTULO I
    Dos Princípios Fundamentais

     

     Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

     II - a cidadania;

     III - a dignidade da pessoa humana;

     IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

     V - o pluralismo político.

     Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

     

    Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

     

     Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

     I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

    II - garantir o desenvolvimento nacional;

      III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

     IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

     

     Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

     I - independência nacional;

     II - prevalência dos direitos humanos;

     III - autodeterminação dos povos;

    IV - não-intervenção;

     V - igualdade entre os Estados;

     VI - defesa da paz;

     VII - solução pacífica dos conflitos;

     VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

     IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

     X - concessão de asilo político.

     Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.

  • Eu ri de desenvolvimento radical!

  • FUNDAMENTOS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL:

    - SOBERANIA;

    - CIDADANIA;

    - DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA;

    - OS VALORES SOCIAIS DO TRABALHO E DA LIVRE INICIATIVA;

    - PLURALISMO POLÍTICO.

  • Gab A

     

    Fundamentos da República Federativa do Brasil

    SO-CI-DI-VA-PLU

     

    Soberania

    Cidadania

    Dignidade da Pessoa Humana

    Valores sociais do trabalho e da livre iniciativa

    Pluralismo Político

  • LETRA A 

     

    PARA QUEM FICOU EM DÚVIDA DA QUESTÃO TER UTILIZADO O TERMO PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS:

     

    OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS ABRANGEM:

    - FUNDAMENTOS DA REPÚBLICA ------------------------> AQUI SE ENCONTRA O CASO DA QUESTÃO.

    - OBJETIVOS FUNDAMENTAIS DA REÚBLICA.

    - PRINCÍPIOS REGIDOS PELAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS.

    - SEPARAÇÃO DOS PODERES.

     

    BONS ESTUDOS.

  • SO CI DI VA PLU


    Pluralismo POLÍTICO, não confundir com Pluralismo Partidário (existem bancas maldosas que gostam de trocar).


    Gab: Letra "A"

  • Eu a princípio tinha marcado a alternativa correta, mas eu tinha acabado de responder uma questão que tinha justamente a tal da "pegadinha" entre OS PRINCÍPIOS e OS FUNDAMENTOS. Diante disso, desconsiderei à correta pelo simples fato de interpretação kkk. Isso que dá você ficar respondendo várias questões de bancas diferentes. Vamos para cima galera!

  • SO CI DI VA PLU

  • Gabarito''A''.

    CF, art. 1º - Fundamentos da República Federativa do Brasil

    MnemônicoSoCiDiVaPlu

    So – soberania

    Ci – cidadania

    Di – dignidade da pessoa humana

    Va – valores sociais do trabalho e da livre iniciativa

    Plu – pluralismo político

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • GB A

    PMGO

  • ☑ GABARITO: LETRA A

    ⁂DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS⁂

    ↪ Art. 1o A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado democrático de direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

    II - a cidadania;

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

    V - o pluralismo político.

    Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. 

    CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988.

  • GAB. A

    (MNEMÔNICO: SO CI DI VA PLU)

    I - a soberania;

    II - a cidadania

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;    

    V - o pluralismo político.

    CF/88

  • A questão exige do candidato o conhecimento acerca do que a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 dispõe sobre os princípios fundamentais da República.

    Análise das alternativas:

    Alternativa A - Correta. O Título I da Constituição é denominado "Dos Princípios Fundamentais" e abarca os artigos 1º a 4º. O pluralismo político é fundamento da República que consta no art. 1º da Constituição, sendo, consequentemente, princípio fundamental. Art. 1º: "A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I - a soberania; II - a cidadania; III - a dignidade da pessoa humana; IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V - o pluralismo político".

    Alternativa B - Incorreta. O intervencionismo não é princípio fundamental do Brasil, pois um dos princípios a reger o Brasil em suas relações internacionais é o da não-intervenção. Art. 4º, CRFB/88: "A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: (...) IV - não-intervenção;;(...)".

    Alternativa C - Incorreta. Embora o Estado brasileiro seja comprometido com a saúde, esse compromisso não é um princípio fundamental porque não está previsto no Título I da Constituição ("Dos Princípios Fundamentais"), mas sim no art. 6º, que elenca a saúde como um direito social. Art. 6º, CRFB/88: "São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição".  

    Alternativa D - Incorreta. Embora seja competência da União assegurar a defesa nacional não se trata de princípio fundamental do Brasil, haja vista que não está relacionada nos arts. 1º a 4º da Constituição. Por outro lado, a defesa da paz é princípio que rege o Brasil em suas relações internacionais. Art. 21. CRFB/88: "Compete à União: (...) III - assegurar a defesa nacional; (...)". Art. 4º, CRFB/88: "A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: (...) VI - defesa da paz;(...)".

    Alternativa E - Incorreta. O desenvolvimento radical não é princípio fundamental. Por outro lado, garantir o desenvolvimento nacional é objetivo fundamental da República e, consequentemente, princípio fundamental. Art. 3º, CRFB/88: "Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: (...) II - garantir o desenvolvimento nacional; (...)".

    Gabarito:

    O gabarito da questão, portanto, é a alternativa A.

  • A presente questão versa acerca dos princípios fundamentais da Constituição Federal, devendo o candidato ter conhecimento do art. 1º da lei maior.


    MNEMÔNICO: SO CI DI VA PLU! 


    Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

    I - a soberania;

    II - a cidadania;

    III - a dignidade da pessoa humana;

    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;        

    V - o pluralismo político.


    a)Correta. Pluralismo político é uma das principais características de um Estado Democrático de Direito, devendo ser entendido como uma pluralidade de ideias e opiniões que formam diferentes centros de poderes em diversos setores.


    b)Incorreta. O Intervencionismo estatal não é um princípio constitucional, porém está presente em nossa constituição, como, por exemplo, em seu art. 21 que permite a criação de Agências Reguladoras.


    c)Incorreta. O comprometimento com a saúde não é um princípio constitucional, mas é garantida como um direito social de todos e um dever estatal, conforme art. 196 da CF/88. É um dos objetivos da seguridade social, que se destina a assegurar a saúde, à previdência e à assistência social.


    Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.  


    d)Incorreta. O projeto de defesa nacional não é considerado um princípio constitucional e sim uma competência que o ente federativo da União possui.

    CF, Art. 21. Compete à União:

    III - assegurar a defesa nacional;


    e)Incorreta. O desenvolvimento nacional não constitui um princípio constitucional. O que a constituição busca é um desenvolvimento amplo e em todas as regiões do país de maneira igualitária, sendo um objetivo fundamental da República Federativa do Brasil.

    Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

    II - garantir o desenvolvimento nacional;


    Gabarito da professora: A



ID
2635726
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Nos termos da Constituição Federal é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de:

Alternativas
Comentários
  • CF/88

     

    Art. 5º, IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

     

    LETRA C)

     

  • Correta, C

    Complementando...

    CF/88 - Art. 5º, IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

    Sim amigos, esse direito pode ser exercido livremente por todos nós, porém, se esse direito ofender alguma norma legal, o agente poderá responder por tal conduta.

    Por exemplo, se você faz uma reprodução teatral em uma praça pública peladão, você pode responder criminalmente por isso. Então, você pode fazer esse tipo de representação teatral/artística livremente ? Opa, claro que pode, você pode sair por ai pelado e "fazer um teatro", porém você PODERÁ responder por essa conduta criminalmente:

    Código Penal - Escrito ou objeto obsceno: Art. 234 - Fazer, importar, exportar, adquirir ou ter sob sua guarda, para fim de comércio, de distribuição ou de exposição pública, escrito, desenho, pintura, estampa ou qualquer objeto obsceno:


    Pena - detenção, de seis meses a dois anos, ou multa. Parágrafo único - Incorre na mesma pena quem:
    (...)

    II - realiza, em lugar público ou acessível ao público, representação teatral, ou exibição cinematográfica de caráter obsceno, ou qualquer outro espetáculo, que tenha o mesmo caráter;

     

  • Independentemente de censura ou licença. Gab C

  • Censura e autorização pra manifestações intelectuais, artísticas e científicas é coisa de ditadura.

    logo letra C

  • Direito de expressão
    Art 5º  INCISO  IX da CF88

    Independentemente de censura ou licença;

  • É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de cencura ou licença; 

  • CF/88 art. 5°, IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

  • Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à seguranla e à propriedade nos termos seguintes:

    ......

    IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

     

     

  • "É por causa disso que vemos absurdos por aí liberado por ser 'arte'.... Hee Brasil.."

    Ata, tem que o Estado dizer o que pode e o que não pode ser arte? É isso aí! Quanto mais Estado melhor, ai que delícia!

  • IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

  • IX - É LIVRE a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, INDEPENDENTEMENTE de censura ou licença;

    GABARITO -> [C]

  • Gab C

     

    Art 5°- IX- É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independente de censura ou licença. 

  • IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

  • ESSE INCISO IX NÃO VEIO EM MENTE....

    POR TANTO GABARITO C.

    PMGOOOO

  • GB/ C

    PMGO

  • Se é livre a expressão, não se pode censurar.

    Fonte: Labuta nossa de cada dia.

  • 29/0\2019 errei gab C

  • GB C

    PMGO

  • Podemos marcar a letra ‘c’ como nossa resposta, consoante a literalidade do art. 5°, IX.

    Gabarito: C

  • GABARITO: LETRA C

    Art. 5º IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

    FONTE: CF 1988

  • Questão exige do candidato conhecimento sobre os Direitos e Garantias Fundamentais, preconizados na Constituição Federal de 1988 (CF 88).

    Passemos a analise das afirmativas:

    A) INCORRETA. 

    Alternativa errada: independentemente de censura ou licença (art. 5º, IX CF/88).

    B) INCORRETA. 

    Alternativa errada: independentemente de censura ou licença (art. 5º, IX CF/88).

    C) CORRETA. 

    É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença (art. 5º, IX CF/88).

    A alternativa reproduz os exatos termos do diploma constitucional.

    Note: qualquer censura institucionalizada que seja imposta sem justificação constitucional caracterizará uma intervenção violadora do âmbito de proteção dessa liberdade.

    AMPLIANDO O CONHECIMENTO: Em junho de 2015, o Plenário do STF julgou (decisão unânime) procedente a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) 4815 e declarou não ser exigível a autorização prévia do biografado para a publicação de biografias.

    D) INCORRETA. 

    Alternativa errada: independentemente de censura ou licença (art. 5º, IX CF/88).

    E) INCORRETA. 

    Alternativa errada: independentemente de censura ou licença (art. 5º, IX CF/88).

    Fonte: CF 88.

    GABARITO DA QUESTÃO: C.


ID
2635729
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Inúmeras são as proteções constitucionais integradas no rol dos direitos e garantias individuais. Dentre elas destaca-se a proteção à casa que, nos termos da norma constitucional, é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação:

Alternativas
Comentários
  • A questão trata da INVIOLABILIDADE DO DOMICÍLIO:

     

    CF/88

    Art. 5º, XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;

     

    LETRA D)

  • Correta, D

    Complementando só a título de curiosidade:

    Se abusca e apreensão domicíliar for realizada durante o dia e se prolongar durante a noite, não há que se falar em violação a norma constitucional que protege o domicílio do indivíduo:

    CF/88 - Art. 5º, XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial.

  • Que questão tosca 

  • TA DE SACANAGEM NÉ...

  • LETRA D CORRETA 

    CF/88

    ART 5 XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;   

  • 99% acertos kkkkkkkkkkk

  • não podemos desmerecer nenhuma questão, essa deverá tirar muitas duvidas.

    Estudar é como subir numa escada, quem começou primeiro está acima de quem chegou agora!

  • Gab D

    Quem errar isso merece levar uma surra

    Texto SECO -> INVIOLABILIDADE DOMICILIAR

  • Questão que só serve para passar errada para o gabarito e se lascar. Mais inútil que isso impossível.

  • XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;  

  • meu Deus, que banca é essa...

  • Essa aí é para não zerar a prova 

  • Caranba ERREI

  • Essa foi mais fácil do que pegar o Jon Snow!

  • Letra A) é pra zoar.

  • Quem errar essa, só por Deus em

  • GABARITO: D

    XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;   

  • XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;        

    Gabarito:D

    Se quiser ser feliz, amarre-se a uma meta, não as pessoas ou as coisas.

    Albert Einstein

  • A quebra da privacidade domiciliar é uma reserva de jurisdição, salvo os casos expressamente elencados pela CF.

  • Questão classica sempre tem uma dessa.

  • Os que sabem mais são os mais cafezentos kkkk

  • Questão exige do candidato conhecimento sobre os Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, preconizados na Constituição Federal de 1988 (CF 88).

    Vejamos o diploma constitucional:

    A casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial (art. 5º, XI, CF/88).

    >>> Nesses termos, temos que o ingresso poderá ocorrer:

    COM o consentimento do morador, ou

    SEM o consentimento do morador nas seguintes hipóteses:

    1. flagrante delito >>> qualquer hora.

    2. desastre >>> qualquer hora.

    3. prestar socorro >>> qualquer hora.

    4. durante o DIA, por determinação judicial.

    PEGADINHAS:

    1. O enunciado afirma equivocadamente “a qualquer hora” ou “inclusive durante o período noturno” ou “durante o dia e a noite”.

    2. O enunciado afirma erroneamente por determinação “autorização de autoridade policial” ou “administrativa” ou “judicial ou administrativa” ou “pelo Delegado” ou “membro do Ministério Público”.

    Passemos a analise das assertivas:

    A) ERRADO: A determinação é judicial (art. 5º, XI, CF/88).

    B) ERRADO: A determinação é judicial (art. 5º, XI, CF/88).

    C) ERRADO: A determinação é judicial (art. 5º, XI, CF/88).

    D) CORRETO: A determinação é judicial. Ademais, A violação de domicílio pautada em determinação judicial somente poderá ocorrer durante o dia (art. 5º, XI, CF/88).

    E) ERRADO: A determinação é judicial (art. 5º, XI, CF/88).

    Fonte: CF 88.

    Gabarito da questão: D.


ID
2635732
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

São inúmeros os projetos pertinentes à mudança dos direitos sociais quer utilizando a lei ordinária ou valendo-se da emenda constitucional. Dentre os direitos sociais previstos na Constituição encontra-se o:

Alternativas
Comentários
  • CF/88

     

    Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

    (...)

    III - fundo de garantia do tempo de serviço;

    (FGTS)

     

    LETRA E)

  • Famoso FGTS.

  • CF/88 Dos Direitos Sociais

     

    Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

    III - fundo de garantia do tempo de serviço;

     

     

  • No art. 7:  O legislador constituinte definiu alguns direitos constitucionais
    dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua
    condição social:

    I – relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa
    causa, nos termos de lei complementar, que preverá indenização
    compensatória, dentre outros direitos;6
    II – seguro-desemprego, em caso de desemprego involuntário;
    III – fundo de garantia do tempo de serviço; 

     

    FGTS
     

  • FGTS que veio substituir a antiga estabilidade decenal. Serve como garantia a despedidas arbitrárias sem justa causa.

  • FGTS!!!! gab E

  • só faltou o ''fundo da garrafa''...

  • sério que isso cai em concurso ? parece mais questão do Show do Milhão...ridicula essa banca

  • FGTS, gab. E !!!

  • FGTS

    GAB E

  • Que bom que você sabe o que está respondendo, existe algumas pessoas que começaram a estudar hoje, agora! para elas podem ser um pouco difícil. detesto essa galera que se acha o caralho nos comentários!

  • Prezada Juliana, 

    Essa "raça" que fala que a questão é fácil / pra não zerar , são aqueles que acham que podem tudo! Engraçado... por que ainda estão aqui no QConcursos ? 

     

    Recadinho para os experts : PEGUEM A PROVA DE AUDITOR DA SEFAZ -GO !! QUERO VER VCS GABARITAREM ! DEPOIS ME CONTEM! 

    Gente chata!!!

  • OBS: SERVIDORES ESTATUTÁRIOS E MILITARES NÃO TÊM DIREITO À FGTS.

  • "Quanto rende o FGTS?"

    Mamãepassei, Artur

  • Art. 7

    III - fundo de garantia do tempo de serviço;

  • FGTS OU POUPANÇA FORÇADA OU CONTA VINCULADA

  • O famoso FGTS

  • GABARITO: E

    Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

    III - fundo de garantia do tempo de serviço;

  • Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

    III - fundo de garantia do tempo de serviço;

  • Macete para decorar direitos sociais: TEMOS LAPIS DEMAIS – Trabalho, Educação, Moradia, Saúde, Lazer, PrevIdencia Social, Assistência ao Desamparado, Maternidade, Alimentação, Infância e Segurança. 

  • A questão exige do candidato o conhecimento acerca do que a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 dispõe sobre Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)

    A– Incorreta - Não é o que dispõe a Constituição sobre o tema, vide alternativa E.

    B– Incorreta - Não é o que dispõe a Constituição sobre o tema, vide alternativa E.

    C- Incorreta - Não é o que dispõe a Constituição sobre o tema, vide alternativa E.

    D- Incorreta - Não é o que dispõe a Constituição sobre o tema, vide alternativa E.

    E-  Correta - É o que dispõe a CRFB/88 em seu art. 7º: "São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: (...) III - fundo de garantia do tempo de serviço; (...)".

    O gabarito da questão, portanto, é a alternativa E.


ID
2635735
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

De acordo com a Constituição Federal constituem bens dos Estados as:

Alternativas
Comentários
  • CF/88

     

    Art. 26. Incluem-se entre os bens dos Estados:

    I - as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da União;

    II - as áreas, nas ilhas oceânicas e costeiras, que estiverem no seu domínio, excluídas aquelas sob domínio da União, Municípios ou terceiros;

    III - as ilhas fluviais e lacustres não pertencentes à União;

    IV - as terras devolutas não compreendidas entre as da União.

     

    LETRA B)

  • COM A DEVIDA VÊNIA, TAL QUESTÃO NÃO MEDE EM NADA O CONHECIMENTO E CAPACIDADE DO CANDIDATO!!!!

  • Custa nada ler a Constituição Federal, aí sim terá conhecimento e capacidade pra resolver questões assim!!

  • Gabarito Letra B

     

    De acordo com a Constituição Federal constituem bens dos Estados as:

     

    a) cavidades naturais subterrâneas. ERRADA

    Art. 20. São bens da União

    X - as cavidades naturais subterrâneas e os sítios arqueológicos e pré-históricos

     

    b) águas superficiais. GABARITO

    Art. 26. Incluem-se entre os bens dos Estados

    I - as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da União;

     

    c) produções de energia hidráulica.  ERRADA

    Art. 20. São bens da União

    VIII - os potenciais de energia hidráulica

     

    d) terras indígenas.  ERRADA

    Art. 22. XIV - populações indígenas

     

    e) propriedades quilombolas. ERRADA

    Não achei no dispositivo. da CF, mas sabendo que a letra B é a correta dava para eliminar essa.

  • Terras quilombolas pertencem aos QUILOMBOS.

     

    Art. 68, do ADCT: Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos.

  • Para resolver esta questão deve-se fazer uma coisa, decorar só os bens do estado; se não for do estado (lembrando q algumas áreas de ilhas oceânicas e costeiras podem esta sob o domínio da União, do município ou de 3°), é da União. E considerando q dos 4 itens q a CF traz como bem do estado, só as águas superficias e subterrâneas, fluentes e emergentes e as em depósito, se não decorrerem de obras da União, só exclusivamente do estado, é fácil responder a questões assim; antes de apelar p decoreba, precisa usar o massa cizenta q está contida dentro do crânio.

  • Aluno que fica estudando "só o que cai" e fica julgando banca por cobrar assunto do edital de maneira diferente, normalmente demora muito a ser aprovado. A banca não quer saber o que você acha legal, muito pelo contrário, vai fazer de tudo pra ir fundo nos seus conhecimentos e te fazer errar questões. 

  • Li bens da União e errei feio!

    Aprender a ler com calma as questões!

  • A banca lá ta preocupada em saber se mede ou não conhecimento do candidato. Se alguém gosta da questão ou não.
    As bancas querem é eliminar o maior número de gente. Quando as pessoas apreenderem isso vão parar de chorar

  • GABARITO: B

    Art. 26. Incluem-se entre os bens dos Estados:

    I - as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da União;

  • Bens do Estado.

    ÁGUAS...

    ÁREAS...

    ILHAS...

    TERRAS..

     I - as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da União;      

     II - as áreas, nas ilhas oceânicas e costeiras, que estiverem no seu domínio, excluídas aquelas sob domínio da União, Municípios ou terceiros;

          III - as ilhas fluviais e lacustres não pertencentes à União;

          IV - as terras devolutas não compreendidas entre as da União.

  • A questão exige conhecimento acerca dos bens da União e dos Estados, nos termos da Constituição Federal. Vejamos as alternativas comentadas a seguir, lembrando que a questão pede a alternativa Correta:

    a) Incorreta. Elas são bens da União (art. 20, X, CF).

    “Art. 20. São bens da União:

    [...] X - as cavidades naturais subterrâneas e os sítios arqueológicos e pré-históricos;”

    b) Correta. As águas superficiais ou subterrâneas são bens do Estado, à exceção das decorrentes de obras da União. (art. 26, I, CF)

    “Art. 26. Incluem-se entre os bens dos Estados:

    I - as águas superficiais ou subterrâneas, fluentes, emergentes e em depósito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da União; [...]”

    c) Incorreta. Os potenciais de energia hidráulica são bens da União. (art. 20, VIII, CF)

    “Art. 20. São bens da União:

    [...] VIII - os potenciais de energia hidráulica;”

    d) Incorreta. As terras ocupadas por índios são bens da União. (art. 20, XI, CF)

    “Art. 20. São bens da União:

    [...] XI - as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.”

    e) Incorreta. As propriedades quilombolas são propriedades das comunidades dos quilombos (art. 68, ADCT).

    “Art. 68. Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos.”

  • Cada comentários esquisitos, Deus do céu.


ID
2635738
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Uma das garantias do servidor público prevista na Constituição Federal consiste na estabilidade sendo que o servidor pode perder o cargo mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei:

Alternativas
Comentários
  • CF/88

     

    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. 

     

    § 1º O servidor público estável só perderá o cargo: 

     

            I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado;

            II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa;

            III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.

     

    LETRA A)

  • LETRA A CORRETA 

    CF/88

    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    § 1º O servidor público estável só perderá o cargo: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.

  • Somente uma observação.

    Essa tal lei complementar ainda não foi criada!

    Dica do Professor Cristiano Lopes

  • Gabarito: A

     

    Considerando que “o princípio da eficiência administrativa consiste na organização racional dos meios e recursos humanos, materiais e institucionais para a prestação de serviços públicos de qualidade em condições econômicas e de igualdade dos consumidores”, de acordo com José Afonso da Silva (2007), e o previsto na Constituição Federal de 1988, o procedimento nela expresso para garantir eficiência, que pode levar o servidor público à perda do seu cargo é a avaliação periódica de desempenho.”

     

    Determinou o legislador derivado que a regulamentação de tal avaliação ocorreria por lei complementar, adotando-se critérios para a sua realização.

     

    A Avaliação periódica de desempenho surgiu no ordenamento constitucional como uma forma de representação do princípio da eficiência. Trata-se da norma constitucional que afasta o instituto da estabilidade do servidor público (caso o servidor seja declarado insuficiente no desempenho de suas funções) haja vista que o mesmo na hipótese em que já adquiriu a estabilidade, depois de ter passado pelo estágio probatório, ainda terá que passar anualmente ou semestralmente por avaliação, para ratificar a sua continuidade no serviço público, desde que previsto que o mesmo passe por um processo administrativo, momento em que haverá a ampla defesa.

     

    Atenção: Há imprecisão interpretativa, visto que pode-se entender que todos os entes da Administração podem realizar a avaliação de desempenho, de acordo com a leis específicas.

     

    No máximo, referente a esse quesito, tramita um PROJETO DE LEI para DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SERVIDOR PÚBLICO: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/Plp/plp248.htm

  • GABARITO LETRA A

    § 1º O servidor público estável só perderá o cargo:

    III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.

  • complementar.  

  • GABARITO LETRA A.

    O servidor pode perder o cargo por meio de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar.

  • § 1º O servidor público estável só perderá o cargo:

    III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.

  • A. complementar.

  • A questão exige conhecimento acerca da Administração Pública e dos servidores públicos, nos termos da Constituição Federal. Vejamos que o enunciado questiona a espécie normativa legal envolvida na possível perda do cargo pelo servidor em avaliação periódica. Sobre isso, vejamos o que dispõe a Constituição:

    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.     

    § 1º O servidor público estável só perderá o cargo:

    [...] III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.”

    Dessa forma, vejamos as alternativas a seguir, lembrando que a questão pede a Correta:

    a) Correta. O servidor público pode perder o cargo a depender do resultado do procedimento de avaliação periódica, na forma da lei complementar (art.41, §1°, III, CF).

    b) Incorreta. A lei do artigo em referência é complementar (está escrito expressamente).

    c) Incorreta. A lei delegada sequer integra o processo legislativo; é prerrogativa do Presidente da República.

    d) Incorreta. A alternativa tenta confundir o candidato com a espécie normativa “medida provisória”. (art. 59, V, CF)

    “Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de:

    [...] V - medidas provisórias;”

    e) Incorreta. Lei comum = lei ordinária. (art. 59, III, CF)

    “Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de:

    [...] III - leis ordinárias;”

    GABARITO DA MONITORA: LETRA “A”


ID
2635741
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Bruna, advogada, recebe consulta sobre a complexa organização do Estado e verifica que a mesma permite um grande número de classificações. Ao elaborar parecer sobre o tema aponta que, no concernente à estrutura, podem ser classificados os órgãos públicos em:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - Letra D 

     

    Estrutura dos órgãos públicos

    Quanto à estrutura, os órgãos classificam-se em Simples ou Compostos.

     

    órgãos simples ou unitários

    São os órgãos constituídos por um só centro de competência. Isso não significa que não existam vários cargos dentro do órgão. Na verdade, o que caracteriza os órgãos simples é a inexistência de outros órgãos em sua estrutura, a inexistência de desconcentração. As portarias são exemplos de órgãos unitários, pois desempenham suas competências de forma concentrada, mesmo existindo vários cargos ou agentes em sua estrutura.

     

    órgãos compostos

    São os que reúnem diversos órgãos menores em sua estrutura, como consequência da desconcentração administrativa.

    Por exemplo, o Ministério da Justiça pode se dividir em diversos órgãos, como o Departamento de Polícia Federal, podendo se subdividir em diversos outros órgãos (divisões, coordenadorias, superintendências, etc.). Todas essas subdivisões formarão novos órgãos compostos até chegar ao nível mais baixo, que são “serviços”.
    Esses últimos órgãos não admitem mais subdivisão, ou seja, não podem mais se desconcentrar, logo serão órgãos unitários.

     

    fonte: https://www.estudegratis.com.br/dicas/classificacao-dos-orgaos-publicos

     

    bons estudos

  • Gaba: D

     

    Classificação dos órgãos:

     

    1. Quanto à estrutura:  simples/unitários ou compostos.

     

    2. Quanto à atuação funcional:  singulares/unipessoais ou colegiados/pluripessoais

     

    3. Quanto à posição estatal: autônomos, independentes, superiores ou subalternos.

  • OK... Mas isso é assunto de Constitucional?

  • Pessoal, utilizo o mapa mental do link abaixo sobre a classificação dos órgãos públicos. Colei ele no word e faz parte das minhas revisões. Pode ajudar:

     

     

    https://files.passeidireto.com/512659f9-9f39-4c82-8143-cddb5f3db3a7/512659f9-9f39-4c82-8143-cddb5f3db3a7.png

  • João Paulo, parabéns pelo mapa mental ficou show!

  • Sujeito (Simples OU Composto)
  • A presente questão trata da classificação dos órgãos públicos e busca a resposta naquela opção que contenha a informação correta.

    ÓRGÃO PÚBLICO é a “unidade que congrega atribuições exercidas pelos agentes públicos que o integram com o objetivo de expressar a vontade do Estado." (DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella, “Direito Administrativo", 12ª Ed., Atlas, São Paulo, 2000, p. 411).

    No que diz respeito às classificações dos órgãos públicos, a doutrina os agrupa segundo quatro critérios principais: 1) Quanto à esfera de ação: órgãos centrais ou locais; 2) Quanto à posição estatal: órgãos independentes, autônomos, superiores ou subalternos; 3) Quanto à estrutura: órgãos simples ou compostos; 4) Quanto à composição: órgãos singulares (unipessoais) ou coletivos (pluripessoais).

    Na Opção A, fez-se referência aos “órgãos autônomos", que se localizam na cúpula administrativa e são subordinados diretamente aos chefes dos órgãos independentes, além de possuírem autonomia administrativa, financeira e técnica. Todavia, não há correspondência dessa classificação com os mencionados “órgãos principais".

    Igualmente equivocada é a menção a “órgãos políticos" em oposição a “órgãos pessoais" (Opção B), bem como a “órgãos vagos" frente a “órgãos estruturais" (Opção C), ou mesmo a citação a “órgãos especiais" (Opção E). Todas essas adjetivações acima expostas, conferidas aos órgãos públicos por esta questão, não são doutrinariamente reconhecidas e tornam INCORRETAS todas essas opções.

    Cumpre apenas salientar que, na Opção E, são mencionados os “órgãos subalternos", esses sim, tratados pelo nosso ordenamento jurídico-administrativo como “os que se acham subordinados hierarquicamente a órgãos superiores de decisão, exercendo principalmente funções de execução". (DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella, “Direito Administrativo", 12ª Ed., Atlas, São Paulo, 2000, p. 413)

    A Opção D, em contrapartida, está CORRETA, em conformidade com a lição da Profª Maria Sylvia Zanella Di Pietro, a seguir reproduzida, verbis:
    “Quanto à estrutura, os órgãos podem ser simples ou unitários (constituídos por um único centro de atribuições, sem subdivisões internas, como ocorre com as seções integradas em órgãos maiores) e compostos (constituídos por vários outros órgãos, como acontece com os Ministérios, as Secretarias de Estado, que compreendem vários outros, até chegar aos órgãos unitários, em que não existem mais divisões)". (DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella, “Direito Administrativo", 12ª Ed., Atlas, São Paulo, 2000, p. 413). Esta classificação atenta para a forma da manifestação emanada dos agentes públicos: se individualmente (ÓRGÃOS SIMPLES) ou coletivamente pelo conjunto que integra aquele órgão (ÓRGÃOS COMPOSTOS ou COLEGIAIS).
    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA D.

  • Gabarito: D

     

    Quanto à Estrutura:

     

    - Órgãos Simples: representam apenas um centro de competência, sem ramificações em outros órgãos, independetemente do número de cargos.

    - Órgãos Compostos: sua estrutura é composta por diversos órgãos (ele se divide em outros órgãos).

     

  • CLASSIFICAÇÃO DOS ÓRGÃOS QUANTO À ESTRUTURA

    Hely Lopes e Di Pietro = Simples ou Compostos

    Antônio Bandeira de Mello = Simples ou Colegiais

    Renato Alessi = Burocráticos ou Colegiados

  • para salvar

  • Gab. D.

    Quanto à estrutura:

    a) Órgãos Simples: os órgãos simples ou unitários são constituídos por um só centro de

    competência. Esses órgãos não são subdivididos em sua estrutura interna, integrando-

    se em órgãos maiores. Não interessa o número de cargos que tenha o órgão, mas sim a

    inexistência de subdivisões com atribuições específicas em sua estrutura, resultado de

    desconcentração administrativa.

    b) Órgãos Compostos: os órgãos compostos reúnem, em sua estrutura, diversos órgãos,

    como resultado da desconcentração administrativa. É o que ocorre com os Ministérios e as

    Secretarias. Citando um exemplo concreto: o Ministério da Fazenda é integrado por vários

    órgãos, entre eles a Secretaria da Receita Federal. Essa é composta por diversos órgãos,

    entre os quais as suas Superintendências Regionais. Essas, por sua vez, são integradas por

    Delegacias, que são integradas por Seções até chegarmos a um órgão que não seja mais

    subdividido (que será o órgão unitário; todos os demais são compostos).

  • No que diz respeito às classificações dos órgãos públicos, a doutrina os agrupa segundo quatro critérios principais:

    1) Quanto à esfera de ação: órgãos centrais ou locais;

    2) Quanto à posição estatal: órgãos independentes, autônomos, superiores ou subalternos;

    3) Quanto à estrutura: órgãos simples ou compostos;

    4) Quanto à composição: órgãos singulares (unipessoais) ou coletivos (pluripessoais).


ID
2635744
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No caso de o Prefeito do município X o Estado T estabelecer atos de divulgação pessoal em violação a normas legais ocorre a quebra do princípio vinculado à Administração Pública denominado de:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - Letra C 

     

     

    O princípio da impessoalidade estabelece o dever de imparcialidade na defesa do inte­res­se público, impedindo discriminações e pri­vilégios  indevidamente dispensados a parti­culares no exercício da função administrativa. Além do mais, possui outro aspecto importante, a atuação dos agentes públicos é imputada ao Estado, portanto, as realizações não devem ser atribuídas à pessoa física do agente público, mas à pessoa jurídica estatal a que estiver ligado.

     

    Fundamentação:

    Artigo 2º, parágrafo único, III, da Lei nº 9.784/99

     

    Referências bibliográficas:

    MAZZA, Alexandre. Manual de direito administrativo. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2014.

     

    fonte: https://www.direitonet.com.br/dicionario/exibir/1718/Principio-da-impessoalidade-Direito-Administrativo

     

    bons estudos

  • IMPESSOALIDADE COM SENTIDO DE:

       FINALIDADE: Buscar o interesse público.

       ISONOMIA: concurso público e licitação.

       VEDAÇÃO DE PROMOÇÃO PESSOAL: nada de obra com nome de prefeito e pessoas vivas.

       IMPUTAÇÃO: Aqui entra a Teoria do órgão e o principio da imputação volitiva---> Servidor o ato não é seu---> você é mero executor da vontade do Estado.

  • Só a título de complementação aos comentários dos colegas, o princípio da intranscedência é entendido como uma excepcionalidade ao princípio da impessoalidade.

     

    O que diz tal princípio?

    Segundo entendimento do STF, não se pode punir os entes federativos por atos praticados em gestão anterior, pois isso poderia dificultar a governabilidade do novo gestor por conta dos atos de terceiros (atos da gestão anterior).





    #pas

  • O principío da impessoalidade veda promoção pessoal.Sendo assim, o agente público somente deverá atuar visando o interesse público o ato diverso da satisfação do interesse público será nulo por desvio de finalidade.

  • Correta, C

    Ótimo comentário, Camila Moreira.

    Apenas complementando...


    Marcelo Alexandrino: “a impessoalidade como prisma determinante da finalidade de toda atuação administrativa é a acepção mais tradicional desse princípio e traduz a ideia de que toda atuação da Administração deve visar o interesse público, deve ter como finalidade a satisfação do interesse público.” 

    Maria Sylvia Zanella de Pietro: “o princípio estaria relacionado com a finalidade pública que deve nortear toda atividade administrativa. Significa que a Administração não pode atuar com vistas a prejudicar ou beneficiar pessoas determinadas, uma vez que é sempre o interesse público que tem que nortear o seu comportamento.”

    Hely Lopes Meirelles: “o princípio da Impessoalidade está entrelaçado como princípio  da igualdade (arts. 5º, I e 19, III, da CF), o qual impõe à Administração tratar igualmente a todos os que estejam na mesma situação fática e jurídica. Isso significa que os desiguais em termos genéricos e impessoais devem ser tratados desigualmente em relação àqueles que não se enquadram nessa distinção.” 

  • desmembramento do princípio da impessoalidade

    -Isonomia

    -finalidade

    -vedação de promoção pessoal 

  • LETRA C CORRETA 

    CF/88

    ART 37 § 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.

  • Vocês não acharam meio confusa e sem pontuação a redação dessa questão?

  • Gabarito C

     

    A falta de pontuação tornou a questão ainda mais complicada.

     

    AVANTE SEMPRE!

  • ALTERNATIVA C

  • Questao simples, porem pela pontuação parece que foi feita por uma criança de 10 anos, isso que dificultou um pouco. 

  • A pontuação tá zoada mesmo kkkkkk

  • A presente questão trata de princípios administrativos e busca a resposta naquela opção que contenha a informação correta.

    Passemos ao exame de cada opção.

    OPÇÃO A: EFICIÊNCIA: o administrador público tem o dever constitucional de fazer uma boa gestão, uma boa administração. Deve ser obtida a máxima eficácia na elaboração das ações estatais, obtendo, simultaneamente, a resposta ao interesse público. Por não corresponder aos termos do enunciado da questão, esta opção está INCORRETA;

    OPÇÃO B: CONTINUIDADE: princípio também tratado como “princípio da permanência". Segundo ele, à Administração Pública ou a seus delegatários, é vedada a interrupção total da prestação de determinado serviço público aos seus usuários. Não corresponde ao caso narrado no enunciado da questão, também. Sendo assim, está INCORRETA a presente opção;

    OPÇÃO C: IMPESSOALIDADE: está CORRETA esta opção. De fato, a Administração Pública não pode tolerar e permitir atos de seus agentes que impliquem promoção pessoal de determinado gestor público;

    OPÇÃO D: RAZOABILIDADE: exige-se da Administração Pública a prática de atos administrativos adequados, necessários e ponderados, obedecendo-se a critérios racionais, sensatos e prudentes, sintonizados com o senso normal. Está INCORRETA esta opção;

    OPÇÃO E: PROPORCIONALIDADE: corresponde ao postulado da PONDERAÇÃO, princípio parcial constitutivo da Razoabilidade. Consiste em verificar se o meio utilizado é ou não proporcional ao fim almejado, sopesando-se as desvantagens dos meios em face das vantagens dos fins. Também não corresponde às características narradas no enunciado da questão. Esta opção está, portanto, INCORRETA.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA C.


  •  GABARITO DO PROFESSOR: LETRA C.

    A presente questão trata de princípios administrativos e busca a resposta naquela opção que contenha a informação correta.

    Passemos ao exame de cada opção.

    OPÇÃO A: EFICIÊNCIA: o administrador público tem o dever constitucional de fazer uma boa gestão, uma boa administração. Deve ser obtida a máxima eficácia na elaboração das ações estatais, obtendo, simultaneamente, a resposta ao interesse público. Por não corresponder aos termos do enunciado da questão, esta opção está INCORRETA;

    OPÇÃO B: CONTINUIDADE: princípio também tratado como “princípio da permanência". Segundo ele, à Administração Pública ou a seus delegatórios, é vedada a interrupção total da prestação de determinado serviço público aos seus usuários. Não corresponde ao caso narrado no enunciado da questão, também. Sendo assim, está INCORRETA a presente opção;

    OPÇÃO C: IMPESSOALIDADE: está CORRETA esta opção. De fato, a Administração Pública não pode tolerar e permitir atos de seus agentes que impliquem promoção pessoal de determinado gestor público;

    OPÇÃO D: RAZOABILIDADE: exige-se da Administração Pública a prática de atos administrativos adequados, necessários e ponderados, obedecendo-se a critérios racionais, sensatos e prudentes, sintonizados com o senso normal. Está INCORRETA esta opção;

    OPÇÃO E: PROPORCIONALIDADE: corresponde ao postulado da PONDERAÇÃO, princípio parcial constitutivo da Razoabilidade. Consiste em verificar se o meio utilizado é ou não proporcional ao fim almejado, sopesando-se as desvantagens dos meios em face das vantagens dos fins. Também não corresponde às características narradas no enunciado da questão. Esta opção está, portanto, INCORRETA.

  • Dois minutos para entender, cinco segundos para responder.
  • GB C

    PMGOOO

  • GB C

    PMGOOO

  • gb c

    pmgooo

  • gb c

    pmgooo


ID
2635747
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo

Ana B é consultora do Poder Legislativo e recebe projeto de lei sobre a criação de pessoas jurídicas estatais. Após pesquisa, assenta que as autarquias são consideradas pessoas jurídicas autônomas com personalidade jurídica própria. Devem ser consideradas características dessas pessoas o regime de:

Alternativas
Comentários
  • Gab. A

    Os bens das autarquias são considerados bens de caráter público.

  • Sobre a alternativa "C":

    Não confundir imunidade tributária com isenção tributária. O que as autarquias possuem é a imunidade tributária, nos termos do art. 150, §2º, da CF/88. A isenção tributária é instituto que decorre de norma infraconstitucional, e se assemelha a um mero "favor fiscal" atribuído a determinadas pessoas ou determinados fatos, após ocorrido o Fato Gerador.

    **Corrijam-me se estiver errada.  

  • A presente questão trata do regime jurídico das autarquias e busca a resposta naquela opção que contenha a informação correta.

    Passemos ao exame de cada opção.

    OPÇÃO A: De fato, os bens autárquicos são considerados bens públicos, aplicando-se a eles o regime próprio de não serem objeto de usucapião; de serem inalienáveis (quando de uso comum ou de uso especial); e de não sofrerem gravames decorrentes de direitos reais de garantia, por não serem excutíveis. Está CORRETA esta opção;

    OPÇÃO B: Esta opção está INCORRETA. As autarquias compõem a administração pública indireta e não o denominado “terceiro setor", estando o regime jurídico de seus servidores sintonizado com o dos servidores da administração direta (regime estatutário);

    OPÇÃO C: As autarquias não gozam de isenções tributárias, mas sim de imunidade, nos termos do art. 150, inciso VI e § 2º, da CRFB, a seguir reproduzidos, verbis:

    “Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

    VI - instituir impostos sobre:                            

    a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros;

    (...)

     § 2º - A vedação do inciso VI, "a", é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos serviços, vinculados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes
    ."

    Logo, está INCORRETA esta opção.

    OPÇÃO D: Está INCORRETA esta opção. As autarquias possuem sim, capacidade de auto-administração a respeito das matérias específicas que lhes foram destinadas pelo ente político que o criou. Elas não têm o poder de criar seu próprio direito.

    OPÇÃO E: As autarquias devem obediência ao inciso XXI do art. 37 da CRFB, por integrarem a administração pública indireta, sendo obrigatória a prévia licitação quando da contratação com terceiros, nos termos do Parágrafo Único do art. 1º da Lei nº 8666/93, a seguir reproduzido, verbis:

    “Art. 1º (...).

    Parágrafo único.  Subordinam-se ao regime desta Lei, além dos órgãos da administração direta, os fundos especiais, as autarquias, as fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.
    "(negritei).

    Portanto, está INCORRETA esta opção.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A.


ID
2635750
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo

Laura, advogada especializada em Direito Administrativo, alega, ao postular em prol de determinado cliente, que um ato administrativo padece do vício de autoridade incompetente. Nesse caso, constatado o vício, deve a Administração:

Alternativas
Comentários
  • Mas o vício de competência não pode ser convalidado?

  • DEVE ser anulado PODE ser convalidado
  • Laura, advogada especializada em Direito Administrativo, alega, ao postular em prol de determinado cliente, que um ato administrativo padece do vício de autoridade incompetente. Nesse caso, constatado o vício, deve a Administração: Caso aqui fosse poderá a Administração; Poderia ser aproveitar o ato. 

    a) validar o ato.

    b) aproveitar o ato. 

    c) consolidar o ato.

    d) ignorar o ato.

    e) anular o ato (No caso da questão somente este é o gabarito, deve a Administração anular o ato). Gabarito.

     

    Por favor, caso esteja errado aceito correções.

    F.F.F.D

  • A questão pediu DEEEEEEVE e não PODE. Se liga no enunciado, ele que te da a direção da resposta certa!

  • Presta atenção, o vicio de competencia pode ser convalidado, porém a advogada em questão ja entrou com a "postulação" diante do mesmo, o que impossibilita o ato de ser convalidado.

  • Acrescento o comentário:

     

    1) "O ato discricionário praticado por autoridade incompetente" é ilegítimo. Verdadeiro ou falso?

     

    RESPOSTA: Verdadeiro! Embora a competência possa eventualmente ser convalidada (quando se trate de competência não exclusiva), mesmo nestes casos o ato a princípio é ilegítimo, enquanto a dita convalidação não ocorrer!

     

    2) "O ato discricionário praticado por forma diversa da prevista em lei" é nulo. Verdadeiro ou falso?

     

    RESPOSTAVerdadeiro! Se a lei exige forma determinada é porque o legislador a considerou essencial à validade do ato (para garantir a seriedade deste), de modo, portanto, que o desrespeito à forma expressamente mencionada em lei gera a nulidade do ato!

     

    OBS: Apenas se admite a convalidação do ato quanto à forma, quando a lei não menciona nada sobre ela (é o que diz o art. 22 da Lei 9.784/99), caso em que ela não é essencial ao ato.

     

    Lei 9.784/99 - Art. 22. "Os atos do processo administrativo não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir".

     

    Os atos do processo administrativo podem ser produzidos sem formalidade. E dependem de forma determinada apenas quando a lei expressamente a exigir.

     

    As formalidades muitas vezes são indispensáveis para o adequado andamento dos processos administrativos. Mas, se não o forem, sua adoção pode se transformar num óbice à celeridade e ao bom andamento das atividades administrativas. Por isso, a legislação busca simplificar os processos administrativos, evitando-se a adoção de formalidades inúteisfazendo que a inexistência de formas específicas seja a regra. É por isso que, nos termos do art. 2º, IX, da Lei 9.784/99, deve ser observado, nos processos administrativos, dentre outros, o critério de “adoção de formas simples, suficientes para propiciar adequado grau de certeza, segurança e respeito aos direitos dos administrados”. Contudo, exceto se a lei expressamente determinar a prática dos atos independerá de forma determinada.

     

    Com o mesmo entendimento no CPC. Arts. 154. Os atos e termos processuais não dependem de forma determinada senão quando a lei expressamente a exigir, reputando-se válidos os que, realizados de outro modo, lhe preencham a finalidade essencial.

  • GAB (E)

  • A presente questão trata de vícios dos atos administrativos e busca a resposta naquela opção que contenha a informação correta.

    O ato administrativo emanado de autoridade que não tenha competência para sua prática deve ser anulado pela própria Administração Pública, com base na Súmula 473 do STF e no art. 53 da Lei nº 9784/99, por haver sido constatado vício de ilegalidade (a competência é determinada em lei). Tal ato jamais pode ser validado, aproveitado, consolidado ou ignorado, diante da relevância e da magnitude do vício que o macula.

    A Opção “E" traz a resposta correta para a presente indagação: o ato narrado no enunciado da questão deve ser anulado.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA E.


ID
2635753
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Vários são os princípios que informam a licitação; dentre eles, o que está vinculado ao julgamento das propostas é denominado de princípio do julgamento:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - Letra D 

     

    Princípios da Licitação

     

    • Princípios da Legalidade: A licitação objetiva garantir a observância do princípio constitucional da Isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração, de maneira a assegurar oportunidade igual a todos interessados e possibilitar o comparecimento ao certame do maior número possível de concorrentes.

     

    • Princípios da Isonomia (Igualdade): Significa dar tratamento igual a todos os interessados na licitação. É condição essencial para garantir competição em todos os procedimentos licitatórios.

     

    • Princípios da Impessoalidade: Esse princípio obriga a Administração a observar nas suas decisões critérios objetivos previamente estabelecidos, afastando a discricionariedade e o subjetivismo na condução dos procedimentos das licitações.

     

    • Princípio da Moralidade e da Probidade Administrativa: A conduta dos licitantes e dos agentes públicos tem de ser, além de lícita, compatível com a moral, a ética, os bons constumes e as regras da boa administração.

     

    • Princípios da Publicidade: Qualquer interessado deve ter acesso às licitações públicas e seu controle, mediante divulgação dos atos praticados pelos administradores em todas as fases da licitação. Tal princípio assegura a todos os interessados a possibilidade de fiscalizar a legalidade dos atos.

     

    • Princípio da Vínculação ao Instrumento Convocatório: No ato convocatório constam todas as normas e critérios aplicáveis à licitação. É por meio dele que o Poder Público chama os potenciais interessados em contratar com ele e apresenta o objeto a ser licitado, o procedimento adotado, as condições de realização da licitação, bem como a forma de participação dos licitantes. Nele devem constar necessariamente os critérios de aceitabilidade e julgamento das propostas, bem como as formas de execução do futuro contrato. O instrumento convocatório apresenta-se de duas formas: edital e convite. O primeiro é utilizado nas modalidades concorrência, pregão, concurso, tomada de preços e leilão. Já a segunda é a apenas utilizado na modalidade convite.

     

    • Princípio do Julgamento Objetivo: Esse princípio significa que o administrador deve observar critérios objetivos definidos no ato convocatório para o julgamento das propostas. Afasta a possibilidade de o julgador utilizar-se de fatores subjetivos ou de critérios não previstos no ato convocatório, mesmo que em benefício da própria Administração. (letra D - gabarito)

     

    • Princípio do Celeridade: Este princípio, consagrado pela Lei nº 10.520 de 2002, como um dos norteadores de licitações na modalidade pregão, busca simplificar procedimentos, de rigorismos excessivos e de formalidades desnecessárias. As decisões, sempre que possível, devem ser tomadas no momento da sessão.

     

    fonte: https://www.licitacao.net/principios_da_licitacao.asp

     

    bons estudos

  • Princípios da Probidade Administrativa, da Vinculação ao Instrumento Convocatório e do Julgamento Objetivo

    Sendo o primeiro dos princípios expressos na Lei n.º 8.666/93, a probidade administrativa consiste na honestidade de proceder ou na maneira criteriosa de cumprir todos os deveres que são atribuídos ou acometidos ao administrador por força de lei. É diretamente derivado do princípio da moralidade.

    GABARITO: D

    ESTUDA QUE A VIDA MUDA! DEUS NO COMANDO.

  • • Princípio do Julgamento Objetivo: Esse princípio significa que o administrador deve observar critérios objetivos definidos no ato convocatório para o julgamento das propostas. Afasta a possibilidade de o julgador utilizar-se de fatores subjetivos ou de critérios não previstos no ato convocatório, mesmo que em benefício da própria Administração. (letra D - gabarito)

     

  • LIMPI - legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, igualdade

    PVJ - probidade administrativa, vinculação ao instrumento convocatório, julgamento objetivo

  • LETRA D CORRETA 

    LEI 8.666

    Art. 3o  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.       

  • Falou em Julgamento principio Objetivo.

  • GABARITO: D 

     

    Lei nº 8.666/93:

     

    Art. 3o  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.   

  • ALTERNATIVA D

  • O edital é lei da licitação, logo o que está lá deve ser cumprido integralmente se reservando aos candidatos serem avliados APENAS pelo edital publicado, não havendo normas ou requisitos exteriores ao documento. GABARITO D. 

  • GABARITO: D

     

    Julgamento OBJETIVO princípio expresso): o critério é OBJETIVO e não tem discricionariedade. Os tipos de licitação são critérios de julgamento: o menor preço, melhor técnica, preço e técnica, maior lance ou oferta. NÃO dá margem para julgamentos pessoais (subjetivo). Respeita o edital.

  • Gabarito: Letra D

     

    Art. 3o  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.

  • A presente questão trata dos princípios da licitação e busca a resposta naquela opção que contenha a informação correta.

    Esta questão encontra sua objetiva solução nas literais disposições da Lei nº 8666/93, no caput dos seus arts. 3º e 45, a seguir reproduzidos, verbis:

    “Art. 3o  A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.
    " (negritei).

    “Art. 45.  O julgamento das propostas será objetivo, devendo a Comissão de licitação ou o responsável pelo convite realizá-lo em conformidade com os tipos de licitação, os critérios previamente estabelecidos no ato convocatório e de acordo com os fatores exclusivamente nele referidos, de maneira a possibilitar sua aferição pelos licitantes e pelos órgãos de controle." (negritei).

    É dever do Poder Licitante e direito dos participantes que o julgamento das propostas no certame licitatório seja objetivo, ou seja, que sempre esteja desligado de convicções pessoais e que ensejam suspeitas de favorecimento.

    A Opção D traz a resposta, portanto, para a presente indagação.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA D.

ID
2635756
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O Prefeito do Município TAL solicita parecer à Chefia da Procuradoria Municipal no sentido de analisar a contratação mediante inexigibilidade de licitação para aquisição de determinado equipamento, essencial para o funcionamento de unidade hospitalar de propriedade municipal. Após estudar os documentos enviados, a Procuradora Bruna V informa que deveria ocorrer a comprovação de exclusividade a ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - Letra E

     

    Lei 8666/90

     

    Art. 25.  É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:

    I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;

    II - para a contratação de serviços técnicos enumerados no art. 13 desta Lei, de natureza singular, com profissionais ou empresas de notória especialização, vedada a inexigibilidade para serviços de publicidade e divulgação;

    III - para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

    § 1o  Considera-se de notória especialização o profissional ou empresa cujo conceito no campo de sua especialidade, decorrente de desempenho anterior, estudos, experiências, publicações, organização, aparelhamento, equipe técnica, ou de outros requisitos relacionados com suas atividades, permita inferir que o seu trabalho é essencial e indiscutivelmente o mais adequado à plena satisfação do objeto do contrato.

    § 2o  Na hipótese deste artigo e em qualquer dos casos de dispensa, se comprovado superfaturamento, respondem solidariamente pelo dano causado à Fazenda Pública o fornecedor ou o prestador de serviços e o agente público responsável, sem prejuízo de outras sanções legais cabíveis.

     

    bons estudos

  • CONFORME ARTIGO 25, INCISO I DA LEI 8666/93 - LOCAL EM QUE SE REALIZARIA A LICITAÇÃO OU A OBRA OU O SERVIÇO

     

    Art. 25.  É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:

     

    I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;

  • ALTERNATIVA E

  • Wow! FUNRIO com cara de FCC.

  • Gabarito: Letra E

     

    Art. 25.  É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:

     

    I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;

  • A presente questão trata de inexigibilidade de licitação e encontra sua objetiva solução na literal disposição da Lei nº 8666/93, no inciso I do seu art. 25, a seguir reproduzido, verbis:

    “Art. 25.  É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:

    I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes
    ;" (negritei).

    Portanto, a Opção “"E" traz a resposta correta para a presente indagação, estando as demais opções completamente incorretas.

    GABARITO DO PROFESSOR: E.
  • MERMÃO, tem que decorar os mínimos detalhes dessa Lei...

  • Esse aí não vai pro céu.
  • Art. 25.  É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:

    I - para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca, devendo a comprovação de exclusividade ser feita através de atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes;


ID
2635759
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Francisco, advogado da sociedade empresaria VCVC, é consultado sobre os termos da rescisão contratual nas relações com o Estado. De acordo com a Lei no 8.666/93, a rescisão do contrato administrativo poderá ocorrer, dentre outros motivos, quando ocorrer o atraso superior a:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra a).

     

    LEI 8.666/93

     

     

    Art. 78. Constituem motivo para rescisão do contrato:

     

    XV - o atraso superior a 90 (noventa) dias dos pagamentos devidos pela Administração decorrentes de obras, serviços ou fornecimento, ou parcelas destes, já recebidos ou executados, salvo em caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra, assegurado ao contratado o direito de optar pela suspensão do cumprimento de suas obrigações até que seja normalizada a situação.

     

    * Esse inciso consagra mais uma cláusula exorbitante dos contratos administrativos, qual seja, a restrição à oposição da exceção do contrato não cumprido (exceptio non adimpleti contractus). Assim, no caso de não pagamento por parte da Administração Pública, somente após 90 dias de atraso é que o particular contratado pode demandar a rescisão do contrato administrativo ou, ainda, paralisar a execução dos serviços, após notificação préviaEm caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra, o particular não poderá demandar a rescisão ou deixar de prestar o serviço mesmo diante de atraso de pagamento superior a 90 dias.

     

    ** Portanto, a regra é não poder invocar a exceção do contrato não cumprido (exceptio non adimpleti contractus). Porém, no caso de não pagamento por parte da Administração Pública por um prazo superior a 90 dias, o particular contratado pode demandar a rescisão do contrato administrativo ou, ainda, paralisar a execução dos serviços, ou seja, invocar a exceção do contrato não cumprido (exceptio non adimpleti contractus).

     

    Fonte: https://dhg1h5j42swfq.cloudfront.net/2016/05/05231959/Lei-8666-93-atualizada-e-esquematizada_nova1.pdf

     

     

     

    => Meu Instagram para concursos: https://www.instagram.com/qdconcursos/

  • Lei 8.666 de 1993

     

    Art. 78. Constituem motivo para rescisão do contrato:

     

    XV - o atraso superior a 90 (noventa) dias dos pagamentos devidos pela Administração decorrentes de obras, serviços ou fornecimento, ou parcelas destes, já recebidos ou executados, salvo em caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra, assegurado ao contratado o direito de optar pela suspensão do cumprimento de suas obrigações até que seja normalizada a situação.

  • SUSPENSÃO

    DA EXECUÇÃO, POR ESCRITO: SUPERIOR 120 DIAS

    DO PAGAMENTO: SUPERIOR 90 DIAS

  • ALTERNATIVA A


  • Se não pagar por mas de 90 dias

    Suspensão da execução por mais de 120 dias ( por ordem escrita da Adm)

    Se não convocado para assinar o contrato em até 60 dias da data da entrega das propostas

  • A presente questão trata de rescisão de contrato administrativo e encontra sua objetiva solução na literal disposição da Lei nº 8666/93, no inciso XV do seu art. 78, a seguir reproduzido, verbis:

    “Art. 78.  Constituem motivo para rescisão do contrato: (...)

    XV - o atraso superior a 90 (noventa) dias dos pagamentos devidos pela Administração decorrentes de obras, serviços ou fornecimento, ou parcelas destes, já recebidos ou executados, salvo em caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra, assegurado ao contratado o direito de optar pela suspensão do cumprimento de suas obrigações até que seja normalizada a situação
    ;" (negritei).

    Portanto, a Opção “A", por corresponder aos termos do comando legal acima citado, é a resposta desta indagação.

    GABARITO DO PROFESSOR: A.
  • A presente questão trata de rescisão de contrato administrativo e encontra sua objetiva solução na literal disposição da Lei nº 8666/93, no inciso XV do seu art. 78, a seguir reproduzido, verbis:

    “Art. 78.  Constituem motivo para rescisão do contrato: (...)

    XV - o atraso superior a 90 (noventa) dias dos pagamentos devidos pela Administração decorrentes de obras, serviços ou fornecimento, ou parcelas destes, já recebidos ou executados, salvo em caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra, assegurado ao contratado o direito de optar pela suspensão do cumprimento de suas obrigações até que seja normalizada a situação;" (negritei).

    Portanto, a Opção “A", por corresponder aos termos do comando legal acima citado, é a resposta desta indagação.

    GABARITO DO PROFESSOR: A.


ID
2635762
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

As atribuições que são, respectivamente, de competência do Poder Executivo e do Poder Legislativo em relação ao orçamento público são:

Alternativas
Comentários
  • A ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO PÚBLICO

     

    O Orçamento Público no Brasil (Orçamento Geral da União) inicia-se com um texto elaborado pelo Poder Executivo e entregue ao Poder Legislativo para discussão, aprovação e conversão em lei. O documento contém a estimativa de arrecadação das receitas federais para o ano seguinte e a autorização para a realização de despesas do Governo. Porém, está atrelado a um forte sistema de planejamento público das ações a realizar no exercício. 

     

    Desistir, jamais!

  • Boa noite,

     

    No brasil nos temos o chamado orçamento MISTO, composto pelas seguintes fases EDECAVA

     

    Elaboração (executivo)

    Discussão [votação / aprovação] - (Legislativo)

    Execução (Executivo)

    Controle (Legislativo)

    Avaliação (legislativo)

     

    Cabe ressaltar que o ciclo é um processo CDF (contínuo, dinâmico e flexível)

     

    Bons estudos

  • GABARITO: C

     

  • Para quem ficou na dúvida da letra B. Lembre-se que o veto é dado pelo Presidente (no caso da esfera federal) que é poder executivo.

  • Elaboração: PE

    Discussão: PL

    Execução: PE

    Controle: PL

    Avaliação: PL

  • Letra C

    No Brasil, o orçamento é do tipo MISTO = Participação do P.E + P.L

    Elaboração + Execução = Poder Executivo.

    Aprovação + Controle = Poder Legislativo.

    Fonte: Prof: Anderson Ferreira, Grancursos.

  • A iniciativa da proposta das Leis Orçamentarias (PPA, LDO e LOA) é competência EXCLUSIVA do Chefe do Poder Executivo. (Princípio da Legalidade)

    No nível federal, o MPOG é o órgão do Poder Executivo responsável pela elaboração dos instrumentos de planejamento e orçamento. Nos estados e municípios, como regra geral, há uma Secretaria do Poder Executivo com a atribuição de elaborar tais leis.

    Após a elaboração e consolidação do instrumento da proposta compete ao Poder Executivo realizar o envio ao Poder Legislativo.

    Compete exclusivamente ao Presidente da República enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição (art. 84, inciso XXIII, CF/88).

    Esta competência de envio do projeto de lei ao Congresso Nacional é exclusiva do Presidente e sendo assim, não deve ser delegada a outro agente, ou seja, o envio do projeto de leis orçamentárias é indelegável e somente cabe faze-lo pelo Poder Executivo.

    Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

    Na CF está descrito privativamente, mas para o conceito de orçamento deve-se interpretar como exclusivamente.

  • EDEA

    Elaboração: Executivo --- Começa antes do Exercício

    Discussão/Aprovação: Legislativo

    Execução: Executivo

    Controle/Avaliação: Legislativo --- Ocorre depois do Exercício

    ►Dica: ciclo orçamentário é maior que o exercício financeiro.

    GAB.: Letra C

  • EDEA

    Elaboração: Executivo --- Começa antes do Exercício

    Discussão/AprovaçãoLegislativo

    ExecuçãoExecutivo

    Controle/AvaliaçãoLegislativo --- Ocorre depois do Exercício

    ►Dica: ciclo orçamentário é maior que o exercício financeiro.

    GAB.: Letra C

  • Vamos analisar a questão.

    No Brasil, adota-se o tipo de orçamento misto, no qual as fases de Elaboração da proposta orçamentária e Execução orçamentária ficam a cargo do Poder Executivo, enquanto as fases de Discussão, votação e aprovação do projeto de lei orçamentária e Controle e avaliação da execução orçamentária ficam a cargo do Poder Legislativo.



    Fonte: Imagem cedida pelo professor.

    Assim, as atribuições que são, respectivamente, de competência do Poder Executivo e do Poder Legislativo em relação ao orçamento público são: Elaboração da Proposta e Aprovação do Orçamento.


    Gabarito do Professor: Letra C.

ID
2635765
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

O crédito adicional que independe de autorização legislativa prévia, para sua abertura é o:

Alternativas
Comentários
  • Crédito Extraordinário: Modalidade de crédito adicional destinado ao atendimento de despesas urgentes e imprevisíveis, como em caso de guerra, comoção interna ou calamidade pública. É autorizado e aberto por medida provisória, podendo ser reaberto no exercício seguinte, nos limites do seu saldo, se o ato que o autorizou tiver sido promulgado nos últimos quatro meses do exercício financeiro.

  • D)]Crédito extraordinário
    Modalidade de crédito adicional destinado ao atendimento de despesas urgentes e imprevisíveis, como em caso de guerra, comoção interna ou calamidade pública. É autorizado e aberto por medida provisória, podendo ser reaberto no exercício seguinte, nos limites do seu saldo, se o ato que o autorizou tiver sido promulgado nos últimos quatro meses do exercício.

  • Que pegadinha mais baixa essa letra A hein?! Safada msm.

  • Alternativa D

     

    A Constituição de 1967 (art. 64, § 2º, acolheu o texto da Lei nº 4.320, aprimorando-o, pela troca da condicionante “despesas imprevistas” pela “despesas imprevisíveis”, texto que foi mantido na Carta atual, cujo art. 167, § 3º, estabelece: "A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender despesa imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública"

     

    Desistir, jamais!

  • Créditos Adicionais - são as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na Lei de Orçamento. Os créditos adicionais classificam-se em:


    Suplementares e Especiais (PLN) Suplementares, os destinados a reforço de dotação orçamentária; encaminhado ao Congresso Nacional pelo Presidente da República através de Projeto de Lei ( PLN ) Especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica; encaminhado ao Congresso Nacional pelo Presidente da República através de Projeto de Lei ( PLN )


    Extraordinários (MP) Extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública; encaminhado ao Congresso Nacional pelo Presidente da República através de Medida Provisória (MP)


    http://www2.camara.leg.br/orcamento-da-uniao/leis-orcamentarias/creditos

  • Lei 4.320/64


    Art. 41. Os créditos adicionais classificam-se em:


    I - suplementares, os destinados a refôrço de dotação orçamentária;

    II - especiais, os destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica;

    III - extraordinários, os destinados a despesas urgentes e imprevistas, em caso de guerra, comoção intestina ou calamidade pública.


    Art. 42. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo.


    Gabarito: D

  • CRÉDITOS ADICIONAIS

    SUPLEMENTAR- AUTORIZADO LOA (abertura do crédito por decreto do Executivo), exceção ao princípio da exclusividade, ou autorizado em LEI ESPECÍFICA (sanção e publicação da lei faz com que o crédito seja aberto automaticamente). QUANTITATIVO. DOTAÇÃO INSUFICIENTE. PRECISA DETERMINAR A FONTE E NECESSITA DE AUTORIZAÇÃO PRÉVIA.

    ESPECIAL- autorizado por LEI ESPECÍFICA- (sanção e publicação da lei faz com que o crédito seja aberto automaticamente)NOVO PROGAMA - QUALITATIVO. NÃO EXISTE DOTAÇÃO. PRECISA DETERMINAR A FONTE E NECESSITA DE AUTORIZAÇÃO PRÉVIA.

    EXTRAORDINÁRIO - MEDIDA PROVISÓRA - URGENTE E IMPREVISÍVEL- QUALITATIVO.NÃO EXISTE DOTAÇÃO. NÃO PRECISA DETERMINAR A FONTE NEM NECESSITA DE AUTORIZAÇÃO PRÉVIA.

  • extraordinários

  • Conforme o art. 41 da Lei nº 4.320/64 e CF/88, os créditos adicionais são classificados em:

    Suplementares: são os créditos destinados a reforço de dotação orçamentária.

    ➥ Características:

    ✓ é vedada a abertura de crédito suplementar sem prévia autorização legislativa.

    ✓ o crédito incorpora-se ao orçamento, reforçando a dotação inicial.

    ✓ terão vigência limitada ao exercício de autorização.

    ✓ a LOA poderá conter autorização ao Poder Executivo para abertura de créditos suplementares, sem a necessidade de submissão do crédito ao Poder Legislativo.

    ✓ são autorizados por lei (na própria LOA ou lei especial), porém são abertos por decreto do Poder Executivo.

    Obs.: Na União, para os casos em que haja necessidade de outra lei específica, são considerados autorizados e abertos com a sanção e publicação da respectiva lei.

    ✓ é a única espécie de crédito adicional que é exceção ao princípio da exclusividade.

    ✓ sua abertura depende da existência de recursos disponíveis e de exposição que a justifique.

    Especiais: são os créditos destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica.

    ➥ Características:

    ✓ são autorizados por lei especial (não pode ser na LOA), porém, são abertos por decreto do Poder Executivo.

    Obs.: Na União, são considerados autorizados e abertos com a sanção e publicação da respectiva lei.

    ✓ não poderão ter vigência além do exercício da autorização, salvo se promulgado nos últimos 4 meses do exercício, casos em que, reabertos, poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente.

    ✓ sua abertura depende da existência de recursos e de exposição que a justifique.

     Extraordinários: são os créditos destinados a despesas urgentes e imprevisíveis, como em caso de guerra, comoção interna ou calamidade pública.

    Obs.: a Lei 4.320/64 utiliza: “imprevistas” e “comoção intestina”.

    ➥ Características:

    ✓ serão abertos por medida provisória, no caso da União e de entes que possuem tal instrumento, e por decreto do Poder Executivo nos demais entes.

    ✓ não poderão ter vigência além do exercício da autorização, salvo se promulgado nos últimos 4 meses no exercício, casos em que, reabertos, poderão viger até o término do exercício financeiro subsequente.

    ✓ a indicação da fonte de recursos é facultativa.

    Fontes para abertura de créditos adicionais:

    → Excesso de arrecadação;

    → Anulação total ou parcial de dotação;

    → Operações de créditos;

    → Recursos sem despesas correspondentes (exceto créditos extraordinários);

    → Reserva de Contingência;

    → Superávit financeiro do Balanço Patrimonial do exercício anterior.

    Resolução: O crédito adicional que independe de autorização legislativa prévia, para sua abertura é:

    Como os créditos adicionais são apenas os suplementares, os especiais e os extraordinários, já podemos descartar as letras A e E. Por fim, o único crédito adicional que independe de autorização legislativo é o extraordinário.

    Gabarito: Letra D.


ID
2635768
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Correspondem a fonte de recursos que pode ser utilizada para compensar a abertura de créditos adicionais, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Fontes de Recursos:

    ► Superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior, encerrado em 31/12 (art. 43, § 1º, inciso I, da Lei nº 4.320/64).

    ► Os provenientes de excesso de arrecadação (art. 43, § 1º, inciso II, da Lei nº 4.320/64).

    ► Os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei (art. 43, § 1º, inciso III, da Lei nº 4.320/64);

    ► O produto de operações de credito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realizá-las (art. 43, § 1º, inciso IV, da Lei nº 4.320/64).

    ► Os resultantes da reserva para contingências, estabelecido na LOA (art. 5º, inciso III, alínea b, da LRF).

    ► Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes, desde que haja prévia e específica autorização legislativa (art. 166, § 8º, da CF).

  • GABARITO E

     

    Lei 4.320/64

     

    Art. 43 §1o Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:

    I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    II - os provenientes de excesso de arrecadação;

    III - os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;

    IV - o produto de operações de crédito autorizadas em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realizá-las.

  • Boa noite;

     

    Fontes de recursos para os créditos adicionais CESARO

     

    Contingência (reserva)

    Excesso de arrecadação do exercício corrente

    Superávit financeiro do balanço PATRIMONIAL do exercício ANTERIOR

    Anulação PARCIAL ou TOTAL de dotações ou créditos adicionais

    Restos sem despesas correspondentes

    Operações de crédito (receita de capital)

     

    Bons estudos

  • GABARITO: LETRA E)

     

    FONTES PARA CRÉDITOS SUPLEMENTARES E ESPECIAIS (ART.43§1° DA LEI 4.320):

    MNEMÔNICO: "SUPER EX OPERA ANU"  ----> Basta pensar que você tinha uma ex namorada que, além de incrível, era veterinária e operava anu (pássaro) kkkkkkk

    I - SUPERávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    II - os provenientes de EXcesso de arrecadação;

    III - os resultantes de ANUlação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;

    IV - o produto de OPERAções de crédito autorizadas em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realizá-las.

     

    FONTES PARA EMENDAS PARLAMENTARES:

    Art. 166 da CF/88

    § 3º As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso:

    I - sejam (1)compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias;

    II - (2)indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de ANULAÇÃO DE DESPESA, excluídas as que incidam sobre:

    a) dotações para pessoal e seus encargos;

    b) serviço da dívida;

    c) transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios e Distrito Federal; ou

    III - sejam relacionadas:

    a) com a correção de erros ou omissões; ou

    b) com os dispositivos do texto do projeto de lei.

     

  • FONTE DE RECURSOS dos Creditos suplementares e especiais

    Pela lei 4320/64 - Art. 43

    - Superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercicio anterior;

    - Excesso de arrecadação;

    - Anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais;

    - Produto de operações de credito autorizadas;

    Pela CF/88 - Art. 166, paragrafo. 8º

    - Produtos sem despesas correspondentes (recursos vetados, emendados ou rejeitados)

    Pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)

    - Reserva de contigência

     

    GABARITO E

  • GAB E

    SE ORAR PASSA


    S uperávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    E  Excesso de arrecadação;


    O perações de credito autorizadas;

    R eserva de contigência

    A nulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais

    R ecursos vetados, emendados ou rejeitados


    "Corra atrás daquilo que só você acredita: seus sonhos".



  • Lei 4.320/64

     

    Art. 43 §1o Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:

    I - o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    II - os provenientes de excesso de arrecadação;

    III - os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;

    IV - o produto de operações de crédito autorizadas em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realizá-las.

  • LETRA E

     

    SÓ LEMBRANDO OS QUE AUMENTAM O VALOR GLOBAL DO ORÇAMENTO SÃO:

    - OPERAÇÕES DE CRÉDITOS AUTORIZADAS.

    - SUPERÁVIT FINANCEIRO.

    - EXCESSO DE ARRECADAÇÃO.

     

    BONS ESTUDOS!!!!

  • Fontes de recursos:

    -Superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    -Excesso de arrecadação;

    -Anulação total ou parcial de dotações;

    -Operações de créditos;

    -Recursos sem despesas correspondentes;

    -Reserva de continência.

  • LETRA E

  • Trata-se das fontes de recursos para abertura de créditos adicionais.

    Em rezão da legislação orçamentária, temos:

    ➤ Fontes para a abertura de créditos adicionais:  

    Para a abertura dos créditos suplementares e especiais, é necessária a existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa. Ela deve, ainda, ser precedida de exposição justificada. Consideram-se recursos para esse fim, desde que não comprometidos: 

    ➥ o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    Corresponde à diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos (reabertos) e as operações de crédito a eles vinculada.

    Superávit Financeiro=AF - PF - CR + OCV

    ➥ os provenientes de excesso de arrecadação; 

    Excesso de arrecadação é o saldo positivo das diferenças acumuladas mês a mês entre a arrecadação prevista e a realizada, considerando-se, ainda, a tendência do exercício. Ressalta-se, ainda, que para o fim de apurar os recursos utilizáveis, provenientes de excesso de arrecadação, deduzir-se-á a importância dos créditos extraordinários abertos no exercício.

    Excesso de Arrecadação=(Receita Arrecada - Prevista) - CEA 

    ➥ os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei;

    ➥ o produto de operações de crédito autorizadas;

    ➥ os resultantes da reserva para contingências;

    ➥ recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de LOA, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados mediante créditos especiais ou suplementares, com prévia e específica autorização legislativa.

    ➤ RESOLUÇÃO: Correspondem a fonte de recursos que pode ser utilizada para compensar a abertura de créditos adicionais, EXCETO o saldo dos créditos adicionais abertos no primeiro semestre do exercício anterior, não utilizados.

    Gabarito: Letra E.

  • Famoso:

    Recursos sem despesas correspondentes;

    Excesso de arrecadação

    Superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior;

    Anulação total ou parcial de dotações;

    Reserva de continência.

    Operações de créditos;


ID
2635771
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Deverá a Lei do Plano Plurianual estabelecer, de forma regionalizada, a seguinte disposição:

Alternativas
Comentários
  • CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

     

    Seção II
    DOS ORÇAMENTOS

     

    Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:

    I - o plano plurianual;

    II - as diretrizes orçamentárias;

    III - os orçamentos anuais.

     

    § 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

  • Alternativa C

     

    Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:

    I - o plano plurianual;

    II - as diretrizes orçamentárias;

    III - os orçamentos anuais.

     

    § 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

     

    Desistir, jamais!!

  • GABARITO C

     

    a) LDO

    b) LDO

    c) PPA
    d) LOA

    e) LDO

  • Boa noite

     

    PPA estabelece o DOM (diretrizes, objetivos e metas) 

    LDO define o MP (metas e prioridades)

     

    Bons estudos

  • Gab. C

      

    Complementando as assertivas...

    LDO dipõe sobre as alterações na legislação tributária.

      

    LDO compreende as metas e prioridades da administração pública federal.

      

    PPA estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

      

    LOA conterá a previsão das receitas e a fixação das despesas anuais.

      

    LDO estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. 

  • PPA = o DOM

  • A questão trata sobre INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO, especificamente o Plano Plurianual (PPA), conforme disposto da Constituição Federal/88 (CF/88).

    De acordo com o art. 165, §1º, CF/88:

    “A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada".

    A questão dispõe de dispositivo constitucional relativo ao PPA. Como pode se observar, a banca cobrou a literalidade da norma. Portanto, muito importante a leitura da mencionada norma.

    Importante destacar que as alternativas A, B e E tratam da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), conforme art. 165, §2º, CF/88. Já o conteúdo da alternativa D, trata sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA), conforme princípio da Exclusividade.


    Gabarito do Professor; Letra C.

ID
2635774
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A Lei de Diretrizes Orçamentárias trata das matérias a seguir indicadas, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Alternativas B e D são tratadas no Anexo de Metas Fiscais


ID
2635777
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Avalie se as assertivas a seguir, pertinentes ao orçamento público anual, estão corretas:


I. Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual.

II. O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional.

III. A atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada poderá superar a variação do índice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

Alternativas
Comentários
  • E)

      § 1o Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual.

            § 2o O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional.

            § 3o A atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada não poderá superar a variação do índice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica.

            § 4o É vedado consignar na lei orçamentária crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada.

  • Avalie se as assertivas a seguir, pertinentes ao orçamento público anual, estão corretas:

    LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 4 DE MAIO DE 2000.

    - - - - - - - - - - - - - -

    I. Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual. CERTO

    Art. 5o. § 1o Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual.

    - - - - - - - - - - - - - -

    II. O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional. CERTO

    Art. 5o. § 2o O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional.

    - - - - - - - - - - - - - -

    III. A atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada poderá superar a variação do índice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica. ERRADO

    Art. 5o. § 3o A atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada não poderá superar a variação do índice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica.

    - - - - - - - - - - - - - -

    Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

     

    e) I e II, apenas. GABARITO

     

     

  • III - Não poderá superar.

    Fonte: Labuta nossa de cada dia.

  • Vamos analisar os itens?

    I. Correto, porque de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF):

    “Art. 5º, § 1º Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual.”

    II. Correto também, porque, novamente de acordo com a LRF:

    “Art. 5º, § 2º O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional.”

    III. Errado, porque “a atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada não poderá superar a variação do índice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica”. É o que diz o § 3º, do art. 5º, da LRF.

    Gabarito do professor: Letra E

  • Vamos analisar as assertivas:

    I. Correta, porque de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF):

    “Art. 5º, § 1º Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual."

    II. Correta também, porque, novamente de acordo com a LRF:

    “Art. 5º, § 2º O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional."

    III. Incorreta, porque “a atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada não poderá superar a variação do índice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica". É o que diz o § 3º, do art. 5º, da LRF.


    Gabarito do Professor: Letra E.

ID
2635780
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Avalie se a proposta orçamentária que o Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo, nos prazos estabelecidos nas Constituições e nas Leis Orgânicas dos Municípios, compor-se-á dos elementos a seguir:


I. Mensagem.

II. Projeto de Lei de Orçamento.

III. Tabelas explicativas, das quais, além das estimativas de receita e despesa, constarão, em colunas distintas e para fins de comparação.


O(s) elemento(s) correto(s) é(são):

Alternativas
Comentários
  • LEI 4320/64

    Art. 22. A proposta orçamentária que o Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo nos prazos estabelecidos nas Constituições e nas Leis Orgânicas dos Municípios, compor-se-á:

    I - Mensagem, que conterá: exposição circunstanciada da situação econômico-financeira, documentada com demonstração da dívida fundada e flutuante, saldos de créditos especiais, restos a pagar e outros compromissos financeiros exigíveis; exposição e justificação da política econômica-financeira do Govêrno; justificação da receita e despesa, particularmente no tocante ao orçamento de capital;

    II - Projeto de Lei de Orçamento;

    III - Tabelas explicativas, das quais, além das estimativas de receita e despesa, constarão, em colunas distintas e para fins de comparação.

  • Boa noite;

     

    A proposta orçamentária compõe-se de MPT (lembre-se de Ministério Público do Trabalho) rs

     

    Mensagem

    Projeto de lei do orçamento

    Tabelas explicativas

     

    Bons estudos

  • Gab. D

     

    A TPM vai compor  a proposta orçamentária:

     

       ===> Tabelas explicativas;

       ===> Projeto de lei do orçamento;

       ===> Mensagem.

  • Credo, a banca é tão mulamba que não diz o que deverá constar das tabelas, só corta a letra da lei sem a adaptar.


ID
2635783
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A categoria econômica e a origem da receita de Concessões e Permissões são:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

     

    Código 1.3.0.0.00.0.0 – Receita Corrente – Patrimonial

    São receitas provenientes da fruição do patrimônio de ente público, como por exemplo, bens mobiliários e imobiliários ou, ainda, bens intangíveis e participações societárias. São classificadas no orçamento como receitas correntes e de natureza patrimonial.

    Quanto à procedência, trata-se de receitas originárias. Podemos citar como espécie de receita patrimonial as concessões e permissões, cessão de direitos, dentre outras. 

     

    Fonte: MCASP 7a edição

  • A categoria econômica e a origem da receita de Concessões e Permissões são:

     

    c) Corrente – Patrimonial. GABARITO

    ____________________________________________________________________________________________________

    MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO 7ª Edição
     

    Código 1.3.0.0.00.0.0 – Receita Corrente Patrimonial
    São receitas provenientes da fruição do patrimônio de ente público, como por exemplo, bens mobiliários e imobiliários ou, ainda, bens intangíveis e participações societárias. São classificadas no orçamento como receitas correntes e de natureza patrimonial. Quanto à procedência, trata-se de receitas originárias. Podemos citar como espécie de receita patrimonial as concessões e permissões, cessão de direitos, dentre outras.
     

  • GAB. LETRA C

    CATEGORIA ECONÔMICA 

    Receitas Correntes: são arrecadadas dentro do exercício, aumentam as disponibilidades financeiras do Estado, em geral com efeito positivo sobre o Patrimônio Líquido, e constituem instrumento para financiar os objetivos definidos nos programas e ações correspondentes às políticas públicas.
    De acordo com o § 1o do art. 11 da Lei no 4.320, de 1964, classificam-se como correntes as receitas provenientes de tributos; de contribuições; da exploração do patrimônio estatal (Patrimonial); da exploração de atividades econômicas (Agropecuária, Industrial e de Serviços); de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em Despesas Correntes (Transferências Correntes); e demais receitas que não se enquadram nos itens anteriores (Outras Receitas Correntes).

    Pág 19 -  MTO 2018. 

    -------------------------------------------------------------------------

    Origens que compõem as Receitas Correntes:

    Receita Patrimonial: são provenientes da fruição de patrimônio pertencente ao ente público, tais como as decorrentes de aluguéis, dividendos, compensações financeiras/royalties, concessões, entre outras.

    Pág 21 -  MTO 2018. 

  • GABARITO: C 

    CATEGORIA ECONÔMICA

    RECEITA CORRENTE

    Receita Patrimonial

    Corresponde a ingressos provenientes do aproveitamento do patrimônio público pelo Estado, pela exploração de bens imobiliários ou mobiliários, e
    dos recebimentos de recursos por participação societária em entidades de direito privado. São receitas originárias, já que não advêm do exercício do
    poder coercitivo do Estado.


    Exemplos: aluguéis, arrendamentos, taxa de ocupação de terrenos da União,
    receita de concessões e permissões.

    PROF. GRACIANO ROCHA - PONTO DOS CONCURSOS

     

  • RECEITA PATRIMONIAL:

     

    ==> Alugueis 

    ==> Juros de título de renda

    ==> Dividendo recebidos da Petrobrás

    ==> Laudênios

    ==>  Arrecadamentos

    ==> Foros

    ==> Juros aplicação financeira

     

    1Receita Patrimonial: é o ingresso proveniente da fruição do patrimônio, seja decorrente de bens imobiliários ou mobiliários, ou seja, de participação societária 131 - Receitas Imobiliárias: são provenientes da utilização, por terceiros, de bens imóveis pertencentes ao setor público. 

     - Receitas de Valores Mobiliários: registra o valor da arrecadação de receitas decorrentes de valores mobiliários.

     - Receitas de Concessões e Permissões: registra o valor da arrecadação de receitas originadas da concessão ou permissão ao particular do direito de exploração de serviços públicos, os quais estão sujeitos ao controle, fiscalização e regulação do poder público.

  • Receitas Patrimoniais


    Os bens da União pertencem a todos os brasileiros. Sendo assim, qualquer pessoa que se utiliza deles de maneira exclusiva, tem, de certa forma, posição privilegiada em relação aos demais cidadãos. É por isso que, em certos casos, a legislação estabelece uma cobrança pela utilização desses imóveis. Os recursos arrecadados dessa forma são conhecidos como “receitas patrimoniais”. Tais receitas não são tributos, mas sim contraprestações devidas pelos particulares pelo uso privilegiado de bens que são de todos.


ID
2635786
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

O estágio da receita que comprova que o contribuinte cumpriu sua obrigação com o pagamento do tributo devido, embora o recurso ainda não esteja na conta corrente do tesouro público é :

Alternativas
Comentários
  • GABARITO E

     

    Os estágios da receita são, nesta ordem:

    Previsão

    Lançamento

    Arrecadação

    Recolhimento

     

    MCASP 7a edição

    3.5.3. Arrecadação

    Corresponde à entrega dos recursos devidos ao Tesouro pelos contribuintes ou devedores, por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas pelo ente. 

     

    3.5.4. Recolhimento

    É a transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro, responsável pela administração e controle da arrecadação e programação financeira, observando-se o princípio da unidade de tesouraria ou de caixa 

  • 4.3.3. ARRECADAÇÃO
    Corresponde à entrega dos recursos devidos ao Tesouro Nacional pelos contribuintes ou devedores, por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas pelo ente.
    Vale destacar que, segundo o art. 35 da Lei no 4.320, de 1964, pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas, o que representa a adoção do regime de caixa para o ingresso das receitas públicas.

    OBS.:  O contribuinte pagou, mas o dinheiro ainda não caiu na conta do Tesouro nacional. 

    4.3.4. RECOLHIMENTO
    Consiste na transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro Nacional, responsável pela administração e controle da arrecadação e pela programação financeira, observando-se o princípio da unidade de tesouraria ou de caixa, conforme determina o art. 56 da Lei no 4.320, de 1964, a seguir transcrito:...

    OBS.: RECOLHIMENTO = DINHEIRO NA CONTA DO TN. 

    PÁG. 28 - MTO 2018. 

     

  • 3.5.3. Arrecadação

    Corresponde à entrega dos recursos devidos ao Tesouro pelos contribuintes ou devedores, por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas pelo ente. 

     

  • ARRECADAÇÃO

  • RESOLUÇÃO:

             Vamos recorrer ao nosso esquema de estágios da receita:

             Note então que o comando da questão descreve o estágio da arrecadação, quando ocorre a entrega dos recursos devidos ao Tesouro pelos contribuintes ou devedores. Isso acontece por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras (bancos) autorizadas pelo ente.

             Entretanto, neste estágio, os recursos ainda não ingressaram nas contas públicas, o que ocorrerá apenas na próxima etapa com o recolhimento.

    Gabarito: LETRA E

  • Conforme o MCASP 8ª e Lei 4.320/64:

    As etapas da receita orçamentária podem ser resumidas em: previsão, lançamento, arrecadação e recolhimento.

    Etapas da execução da receita: Lançamento, arrecadação e recolhimento.

    "Previsão: Compreende a previsão de arrecadação da receita orçamentária constante da LOA, resultante de metodologias de projeção usualmente adotadas, observada as disposições constantes na LRF.

    Lançamento: é ato da repartição competente, que verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta. 

    Arrecadação: Corresponde à entrega dos recursos devidos ao Tesouro pelos contribuintes ou devedores, por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas pelo ente. segundo o art. 35 da Lei nº 4.320/64, pertencem ao exercício financeiro as receitas nele arrecadadas, o que representa a adoção do regime de caixa para o ingresso das receitas públicas. 

    Recolhimento: É a transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro, responsável pela administração e controle da arrecadação e programação financeira, observando-se o princípio da unidade de tesouraria ou de caixa".

    Resolução: [...] contribuinte cumpriu sua obrigação com o pagamento do tributo devido, embora o recurso ainda não esteja na conta corrente do tesouro público é [...]

    De imediato, podemos eliminar a letra C, pois se refere à fase de despesa. O contribuinte cumpriu com sua obrigação com o pagamento, embora ainda sem recolhimento para os cofres públicos. Então, a chegou-se à fase da ARRECADAÇÃO. Os demais itens estão colocados acima.

    Gabarito: Letra E.


ID
2635789
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A seguinte despesa se classifica no grupo Outras Despesas Correntes:

Alternativas
Comentários
  • Outras Despesas Correntes

     

     

    Grupo de natureza da despesa (GND) 3 em que se computam os gastos com a manutenção das atividades dos órgãos, cujos exemplos mais típicos são: material de consumo, material de distribuição gratuita, passagens e despesas de locomoção, serviços de terceiros, locação de mão de obra, arrendamento mercantil, auxílio alimentação etc. Ver “Grupo de Natureza da Despesa”.

  • Despesas correntes tem haver com Manutenção

    Despesas de capital com Aquisição

  • Boa noite,

     

    Despesa corrente existe para a máquina pública funcionar não gera aumento patrimonial; exemplo: Despesas com energia elétrica

     

    Bons estudos

  • Gab. B

     

    a) aquisição de veículos. Despesa de Capital

    b) energia elétrica. Despesa Corrente

    c) construção de viadutos. Despesa de Capital

    d) juros de mora. Receitas correntes - Outras receitas correntes

    e) amortização de dívidas. Receitas de capital - amortizações

     

    Espero ter ajudado.

  • Atenção!

    Amortização da dívida é uma despesa de capital.

    Amostização de emprestimo que é uma receita de capiatal.

  • Gabarito: B

    a) aquisição de veículos. Despesa de Capital

    b) energia elétrica. Despesa Corrente - Outras receitas correntes

    c) construção de viadutos. Despesa de Capital

    d) juros de mora. Receitas correntes - Outras receitas correntes

    e) amortização de dívidas. Receitas de capital - amortizações

     

  • E os juros da dívida pública?

  • só complementando os excelentes comentários...


    As despesas correntes expressam a participação do setor público no consumo de recursos para manutenção e funcionamento dos serviços públicos.


    Já as despesas de capital contribuem para a formação ou aquisição de bem de capital e, por consequência, impacta em acréscimos ao Produto Interno Bruto.

  • Juros da dívida pública são transferência corrente; amortização da dívida pública é transferência de capital. (Ambos dentro da despesa pública, já que dívida pública é dívida do governo.)

  • Cuidado com alguns comentários equivocados!!!!!

    a) aquisição de veículos. Despesa de Capital (Investimento ou inversão financeira, se já estiver em utilização)

    b) energia elétrica. Despesa Corrente (outras Despesas correntes)

    c) construção de viadutos. Despesa de Capital (Investimentos)

    d) juros de mora.Despesas correntes- (juros e encargos da dívida)

    e) amortização de dívidas. Despesa de Capital(amortização da Dívida)

  • Vamos analisar a questão.


    A questão trata da CLASSIFICAÇÃO DE DESPESA ORÇAMENTÁRIA, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público (MCASP) e, também, a Portaria Interministerial STN/SOF n.º 163/2001 (Port. 163/2001).


    De acordo com o item 4.2.4.1. Estrutura da Natureza da Despesa Orçamentária, da pág. 72 do MCASP: “De acordo com o art. 5º da Portaria Interministerial STN/SOF n.º 163/2001, a estrutura da natureza da despesa a ser observada na execução orçamentária de todas as esferas de governo será “c.g.mm.ee.dd", onde:


    a. “c" representa a categoria econômica;

    b. “g" o grupo de natureza da despesa;

    c. “mm" a modalidade de aplicação;

    d. “ee" o elemento de despesa; e

    e. “dd" o desdobramento, facultativo, do elemento de despesa.


    Segue o item 4.2.4.2. Categoria Econômica, da pág. 72 do MCASP: “A despesa orçamentária, assim como a receita orçamentária, é classificada em duas categorias econômicas, com os seguintes códigos:


    3 – Despesas Correntes

    4 – Despesas de Capital"


    Conforme o item 4.2.4.1. Estrutura da Natureza da Despesa Orçamentária, da pág. 72 do MCASP e do item 4.2.4.3. Grupo de Natureza da Despesa (GND), da pág. 73 do MCASP: “É um agregador de elementos de despesa orçamentária com as mesmas características quanto ao objeto de gasto, conforme discriminado a seguir:


    Grupo de Natureza da Despesa


    1 - Pessoal e Encargos Sociais

    2 - Juros e Encargos da Dívida

    3 - Outras Despesas Correntes

    4 - Investimentos

    5 - Inversões Financeiras

    6 - Amortização da Dívida".


    Observe a classificação de cada uma das alternativas da questão, conforme a Portaria Interministerial STN/SOF n.º 163/2001:


    A) aquisição de veículos - despesa classificada na categoria econômica Despesas de capital, no GND Investimentos.

    B) energia elétrica - despesa classificada na categoria econômica Despesas Correntes, no GND Outras Despesas Correntes.

    C) construção de viadutos - despesa de Obras e Instalações (elemento de despesa n.º 51), sendo classificada na categoria econômica Despesas de Capital, no GND Investimentos.

    D) juros de mora - despesa classificada na categoria econômica Despesas Correntes, no GND Juros e Encargos da Dívida.

    E) amortização de dívidas - despesa classificada na categoria econômica Despesas de Capital, no GND Amortização da Dívida.

    Portanto, o gabarito é a alternativa B. As demais NÃO estão de acordo com a norma.


    Gabarito do Professor: Letra B.

  • Juros de mora. Despesas correntes- (juros e encargos da dívida)

    Muitos comentários bem avaliados equivocados com relação a classificação do juros de mora.

    GND

    1 - Pessoal e Encargos

    2 - Juros e Encargos da Dívida <---- JUROS DE MORA

    3 - Outras Depesas Correntes <--- ENERGIA ELÉTRICA

    4 - Investimentos <--- Aquisição de veículos e construção de viadutos

    5 - Inversões Financeiras

    6 - Amortização da Dívida


ID
2635792
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Avalie se os documentos a seguir são necessários para a liquidação da despesa:


I. O contrato, ajuste ou acordo respectivo.

II. A nota de empenho.

III. Os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço.

IV. A ordem de pagamento.


Estão corretos:

Alternativas
Comentários
  • Poderia ser anulada está questão. O contrato pode ser substituído pela NE em alguns casos. 

  • Art. 63. A liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.

    § 1° Essa verificação tem por fim apurar:

    I - a origem e o objeto do que se deve pagar;

    II - a importância exata a pagar;        

    III - a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.

    § 2º A liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base:

    I - o contrato, ajuste ou acôrdo respectivo;

    II - a nota de empenho;

    III - os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço.

  • Boa noite

     

    Fases da despesa FELP

     

    Fixação (doutrinário)

    Empenho

    Liquidação (apuração ou verificação do direito) tem por base o CNC (contrato, nota de empendo e comprovante de entrega)

    Pagamento (A ordem de pagamento serve para efetuar o pagamento)

     

    Bons estudos

  • Há casos em que não têm a nota de empenho.

    Art. 60. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.

    § 1º Em casos especiais previstos na legislação específica será dispensada a emissão da nota de empenho.

  • Lei 4.320/64, Art. 63. §2º

    A liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base:

    a)      o contrato, ajuste ou acordo respectivo;

    b)     a nota de empenho;

    c)      os comprovantes de entrega de material ou de prestação efetiva de serviço.

  • IV. A ordem de pagamento: ocorre após a liquidação, logo, não faz sentido que a ordem de pagamento seja necessária para a liquidação.

  • Conforme o MCASP 8ª e Lei 4.320/64: Etapas da despesa.

    Planejamento abrange toda a análise para a formulação do plano e ações governamentais que servirão de base para a fixação da despesa orçamentária, a descentralização/movimentação de créditos, a programação orçamentária e financeira, e o processo de licitação e contratação. 

    Fixação da Despesa refere-se aos limites de gastos, incluídos nas LOA com base nas receitas previstas, a serem efetuados pelas entidades públicas. A fixação da despesa orçamentária insere-se no processo de planejamento e compreende a adoção de medidas em direção a uma situação idealizada, tendo em vista os recursos disponíveis e observando as diretrizes e prioridades traçadas pelo governo".

    Descentralizações de Créditos Orçamentários ocorrem quando for efetuada movimentação de parte do orçamento, mantidas as classificações institucional, funcional, programática e econômica, para que outras unidades administrativas possam executar a despesa orçamentária. 

    Programação Orçamentária e Financeira consiste na compatibilização do fluxo dos pagamentos com o fluxo dos recebimentos, visando ao ajuste da despesa fixada às novas projeções de resultados e da arrecadação. 

    Processo de Licitação e Contratação compreende um conjunto de procedimentos administrativos que objetivam adquirir materiais, contratar obras e serviços, alienar ou ceder bens a terceiros, bem como fazer concessões de serviços públicos, observando os princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo etc. 

    execução da despesa se dá em três estágios: empenho, liquidação e pagamento

    Empenho é o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição. Consiste na reserva de dotação orçamentária para um fim específico". 

    Liquidação consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito e tem por objetivo apurar:

    ➥ Essa verificação tem por fim apurar:

    → a origem e o objeto do que se deve pagar;

    → a importância exata a pagar;

    → a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.

    ➥ A liquidação da despesa por fornecimentos feitos ou serviços prestados terá por base:

    → o contrato, ajuste ou acôrdo respectivo;

    → a nota de empenho;

    os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço.

    Pagamento consiste na entrega de numerário ao credor por meio de cheque nominativo, ordens de pagamentos ou crédito em conta, e só pode ser efetuado após a regular liquidação da despesa.

    Resolução:

    Componentes da liquidação:

    I. O contrato, ajuste ou acordo respectivo.

    II. A nota de empenho.

    III. Os comprovantes da entrega de material ou da prestação efetiva do serviço.

    Componentes de pagamento:

    IV. A ordem de pagamento.

    Gabarito: Letra A.


ID
2635795
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A respeito do suprimento de fundos é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A.

    Suprimento de Fundos
    Instrumento de execução ao qual pode recorrer o ordenador de despesas para, por meio de servidor subordinado, realizar despesas que, com base em legislação local específica, não possam ou não devam ser realizadas pelo regime normal. O mesmo que regime de

    Fonte: http://transparencia.prefeitura.sp.gov.br/Lists/Glossario/DispForm.aspx?ID=301

  • A resposta da Vanessa tá perfeita. Deem uma olha nos arts. 68/69 da lei 4.320
  • GABARITO: LETRA A)

     

    LEI 4.320

     

    Art. 68. O regime de adiantamento é aplicável aos casos de (1) despesas expressamente definidos em lei e consiste na ENTREGA DE NUMERÁRIO A SERVIDOR, (2) sempre precedida de empenho na dotação própria para o fim de realizar despesas, que (3) não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.

     

    Art. 69. Não se fará adiantamento a servidor em 1) alcance nem a 2) responsável por dois adiantamento.   (Veto rejeitado no D.O. 05/05/1964)

     

    DEC. 93.872

     

    Art . 45. Excepcionalmente, a critério do ordenador de despesa e sob sua inteira responsabilidade, poderá ser concedido SUPRIMENTO DE FUNDOS a servidor, (1) sempre precedido do empenho na dotação própria às despesas a realizar, e (2) que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação, nos seguintes casos

    I - para atender despesas eventuais, inclusive em viagens e com serviços especiais, que exijam pronto pagamento;                     

    Il - quando a despesa deva ser feita em caráter sigiloso, conforme se classificar em regulamento; e

    III - para atender despesas de pequeno vulto, assim entendidas aquelas cujo valor, em cada caso, não ultrapassar limite estabelecido em Portaria do Ministro da Fazenda.

    § 1º O suprimento de fundos será contabilizado e incluído nas contas do ordenador como despesa realizada; as restituições, por falta de aplicação, parcial ou total, ou aplicação indevida, constituirão anulação de despesa, ou receita orçamentária, se recolhidas após o encerramento do exercício.

    § 2º O servidor que receber suprimento de fundos, na forma deste artigo, é obrigado a prestar contas de sua aplicação, procedendo-se, automaticamente, à tomada de contas se não o fizer no prazo assinalado pelo ordenador da despesa, sem prejuízo das providências administrativas para a apuração das responsabilidades e imposição, das penalidades cabíveis 

     

     

    OBS (1): SERVIDOR DECLARADO EM ALCANCE É AQUELE QUE NÃO PRESTOU CONTA NO PRAZO OU AQUELE CUJAS CONTAS TENHAM SIDO IMPUGNADAS

     

    OBS (2): O SUPRIMENTO DE FUNDOS NÃO REPRESENTA UMA DESPESA PELO ENFOQUE PATRIMONIAL, POIS, NO MOMENTO DA CONCESSÃO, NÃO OCORRE REDUÇÃO NO PATRIMÔNIO LÍQUIDO.

  • a) Gabarito 

    O regime de adiantamento, suprimento de fundos, é aplicável aos casos de despesas expressamente definidas em lei e consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho na dotação própria, para o fim de realizar despesas que pela excepcionalidade, a critério do ordenador de despesa e sob sua inteira responsabilidade, não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.

    Fonte : lei 4320/64 art. 68

  • pode ser dispensada a nota de empenho em casos previstos na lei específica mas o empenho em si, nunca.

  • GABARITO LETRA A


    B) poderá ser concedido a servidor em alcance e a responsável por dois adiantamentos.


    Suprimento de fundos NÃO PODE ser concedido a:


    A quem NÃO É SERVIDOR Quem já é responsável por 2 suprimentos Servidor em alcance (servidor que teve suas contas rejeitadas; não prestou contas no prazo; ou não devolveu $ no prazo) Servidor em INQUÉRITO ADM Servidor que possua objeto a ser adquirido sob sua guarda; salvo ser o único servidor no departamento.


    C) o empenho da despesa poderá ser feito após a entrega do numerário ao servidor.


    Para ser concedido é necessário ter passado pelos 3 estágios da despesa (EMPENHO, LIQUIDAÇÃO E PAGAMENTO)


    D) deverá ser concedido a qualquer servidor desde que seja precedido de licitação. 


    Vide item B


    E) é dispensável a prestação de contas se o valor for inferior ao limite obrigatório para licitação. 


    Deve ocorrer a prestação de contas em até 30 dias, não podendo ultrapassar o dia 15.01


    Fonte: Prof. Leandro Ravyelle


  • LETRA A

    B) SERVIDOR DECLARADO EM ALCANCE NÃO PODE SER SUPRIDO.

    C) O EMPENHO SEMPRE É PRÉVIO, FAÇO A CONCESSÃO JUNTO COM O EMPENHO.

    D) NÃO É QUALQUER SERVIDOR. O SERVIDOR PARA SER SUPRIDO DEVE ESTAR EM EFETIVO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES.

    E) A PRESTAÇÃO É OBRIGATÓRIA, É FEITA ATÉ DIA 30 DIAS 

    ACRESCENTANDO ---------> APLICAÇÃO DE CONTAS É ATÉ 90 DIAS.

    BONS ESTUDOS!!!!


ID
2635798
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A despesa com a compra de material de consumo foi empenhada regularmente, o material entregue e devidamente atestado, sendo processada a liquidação da despesa, porém não foi paga no exercício. Neste caso caberá a seguinte providência:

Alternativas
Comentários
  • B)

    Restos a Pagar
    Despesas empenhadas, mas não pagas, até 31 de dezembro, distinguindo-se as processadas (despesas empenhadas e liquidadas) das não processadas (despesas apenas empenhadas e aguardando a liquidação).

     

  • Boa noite;

     

    Restos a pagar: são despesas empenhadas, mas não pagas até 31/12, caso em que teremos as processadas (ouve empenho e liquidação) e as não processadas (somente ouve empenho) - considerada despesa extraorçamentária 

    Os restos a pagar são constituídos por recursos correspondentes a exercícios financeiros já encerrados. No entanto, integram a programação financeira do exercício em curso.

     

    DEA (Despesas de exercícios anteriores) despesas que se quer foram processadas, ou se foram, foram canceladas - é considerada despesa orçamentária

     

    Bons estudos

  • Despesas Empenhadas / Não liquidadas/ Não pagas  → Restos a pagar não-processados.

     Despesas Empenhadas / Liquidadas/ Não pagas  →   Restos a pagar processados(inscritos automaticamente)

     

    ------------------

     

    E NÃO CONFUNDAM: 

    Restos a Pagar:  Despesa EXTRAORÇAMENTÁRIA

    Despesa de Exercicios Anteriores(DEA):  Despesa ORÇAMENTÁRIA

     

     

  • Boa César TRT! Obrigado pelo empenho!

  • inscrever a despesa em restos a pagar processado.

  • Despesas Empenhadas / Não liquidadas/ Não pagas → Restos a pagar não processados.

    Despesas Empenhadas / Liquidadas/ Não pagas  →  Restos a pagar processados. (inscritos automaticamente)

  • Despesa foi empenhada -> Foi liquidada -> Não foi paga = Restos a Pagar processado;

    Despesa foi empenhada -> Não foi liquidada -> Não foi paga = em regra, anule-a, inscreva-a em Restos a Pagar não processado caso seja cumprida alguma das hipóteses seguintes:

    Art. 35: O empenho de despesa não liquidada será considerado anulado em 31/12 para todos os fins, salvo quando:

    I - "Vigente o prazo para cumprimento da obrigação assumida pelo credor, nele estabelecida."

    II - "Vencido o prazo de que trata o item anterior, mas que esteja em curso a liquidação da despesa...." A Liquidação já iniciada até 31/12. Ou seja, recebi o material, já comecei o processo de liquidação, mas terminarei no outro ano.

    IIb - "...ou há interesse da Administração em exigir o cumprimento da obrigação assumida pelo credor." Ex: era pra obra ser entregue em 28/11, porém atrasou e o novo prazo é pro ano que vem.

    III - "Se destinar a atender transferências a instituições públicas ou privadas". Ex: União empenhou para o DF gastar, porém, pra União liquidar, dependerá da prestação de conta do DF, que, se atrasar, terá o empenho pro próximo ano.

    IV - Corresponder a compromissos assumido no exterior. 

    Despesa foi empenhada -> Não foi liquidada -> não foi paga = caso for anulado, somente poderá ser pago por DEA (despesas de exercícios anteriores). Aqui não se fala mais em reabertura de restos a pagar.

  • Lida a questão, vamos para a resolução.

    Questão sobre um dos incidentes na execução da despesa pública, os Restos a Pagar (RAP).

    A execução completa (ou normal) da despesa pública orçamentária, em regra, passa pelos estágios do empenho, liquidação e pagamento, dentro do exercício financeiro.  Entretanto, existem incidentes que fogem a essa regra, como os Restos a Pagar (RAP), o regime de adiantamento (ex.: suprimento de fundos) e as Despesas de Exercícios Anteriores (DEA).

    Os RAP, como o próprio nome diz, são resíduos de despesas cujos pagamentos não ocorreram até o fim do exercício financeiro. Por isso, essas despesas empenhadas mas não pagas, são inscritas em restos a pagar.

    Dica! Essa inscrição não garante o direito líquido e certo ao pagamento, pois alguns empenhos inscritos em RAP poderão ser cancelados dependendo do caso concreto. Exemplo: se o fornecedor não entregar a mercadoria ou não prestar o serviço de acordo com o contrato.

    De acordo com a Lei n.º 4.320/64, RAP são despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro. Segundo o Decreto n.º 93.872/1986, se a despesa foi liquidada no exercício, ela será inscrita em RAP processados, se não foi liquidada (apenas empenhada), será escrita em RAP não processados.

    Feita a revisão, já podemos analisar cada alternativa:

    A) Errado, não caberá cancelar a despesa sob pena de enriquecimento ilícito do Estado, sobretudo porque o material já foi entregue e devidamente liquidado.

    B) Certo, como já foi liquidada a despesa deverá ser inscrita em RAP processados, conforme Lei n.º 4.320/64:

    Art. 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.

    C) Errado, dívida ativa são créditos a favor da fazenda pública. Não confunda dívida ativa (Estado credor) com dívida passiva (Estado devedor).

    D) Errado, caberá inscrever a despesa em restos a pagar processado.

    E) Errado, não registramos a obrigação a pagar nesse momento. A obrigação patrimonial já foi registrada no momento da entrega do material, pode ser no passivo circulante ou não circulante a depender do prazo de vencimento.


    Gabarito do Professor: Letra B.

ID
2635801
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Contas (TCU, TCEs e TCMs) e Ministérios Públicos de Contas
Assuntos

As ocorrências a seguir motivam o julgamento irregular das prestações e tomadas de contas, pelo Tribunal de Contas, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - Letra B 

     

    Lei 8.443/1992

     

    Art. 16. As contas serão julgadas:

    I - regulares, quando expressarem, de forma clara e objetiva, a exatidão dos demonstrativos contábeis, a legalidade, a legitimidade e a economicidade dos atos de gestão do responsável;

    II - regulares com ressalva, quando evidenciarem impropriedade ou qualquer outra falta de natureza formal de que não resulte dano ao Erário;

    III - irregulares, quando comprovada qualquer das seguintes ocorrências:

    a) omissão no dever de prestar contas; (letra A)

    b) prática de ato de gestão ilegal, ilegítimo, antieconômico, ou infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional ou patrimonial; (letra E)

    c) dano ao Erário decorrente de ato de gestão ilegítimo ao antieconômico; (letra D)

    d) desfalque ou desvio de dinheiros, bens ou valores públicos. (letra C)

    § 1° O Tribunal poderá julgar irregulares as contas no caso de reincidência no descumprimento de determinação de que o responsável tenha tido ciência, feita em processo de tomada ou prestarão de contas.

    § 2° Nas hipóteses do inciso III, alíneas c e d deste artigo, o Tribunal, ao julgar irregulares as contas, fixará a responsabilidade solidária:

    a) do agente público que praticou o ato irregular, e

    b) do terceiro que, como contratante ou parte interessada na prática do mesmo ato, de qualquer modo haja concorrido para o cometimento do dano apurado.

    § 3° Verificada a ocorrência prevista no parágrafo anterior deste artigo, o Tribunal providenciará a imediata remessa de cópia da documentação pertinente ao Ministério Público da União, para ajuizamento das ações civis e penais cabíveis.

     

    bons estudos


ID
2635804
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação dos Tribunais de Contas (TCU, TCEs e TCMs) e Ministérios Públicos de Contas
Assuntos

A decisão adotada pelo Tribunal de Contas em que ordena o trancamento das contas que forem consideradas iliquidáveis é a:

Alternativas
Comentários
  • Art. 201. A decisão em processo de prestação ou de tomada de contas, mesmo especial, pode ser preliminar, definitiva ou terminativa.

    § 1º Preliminar é a decisão pela qual o relator ou o Tribunal, antes de pronunciar-se quanto ao mérito das contas, resolve sobrestar o julgamento, ordenar a citação ou a audiência dos responsáveis, rejeitar as alegações de defesa e fixar novo e improrrogável prazo para recolhimento do débito ou, ainda, determinar outras diligências necessárias ao saneamento do processo.

    § 2º Definitiva é a decisão pela qual o Tribunal julga as contas regulares, regulares com ressalva ou irregulares.

    § 3º Terminativa é a decisão pela qual o Tribunal ordena o trancamento das contas que forem consideradas iliquidáveis, ou determina o seu arquivamento pela ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo ou por racionalização administrativa e economia processual, nos termos dos arts. 211 a 213.

  • REGIMENTO INTERNO DO TCU

    Art. 201. A decisão em processo de prestação ou de tomada de contas, mesmo especial, pode ser preliminar, definitiva ou terminativa.

    § 1º Preliminar é a decisão pela qual o relator ou o Tribunal, antes de pronunciar-se quanto ao mérito das contas, resolve sobrestar o julgamento, ordenar a citação ou a audiência dos responsáveis, rejeitar as alegações de defesa e fixar novo e improrrogável prazo para recolhimento do débito ou, ainda, determinar outras diligências necessárias ao saneamento do processo.

    § 2º Definitiva é a decisão pela qual o Tribunal julga as contas regulares, regulares com ressalva ou irregulares.

    § 3º Terminativa é a decisão pela qual o Tribunal ordena o trancamento das contas que forem consideradas iliquidáveis, ou determina o seu arquivamento pela ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo ou por racionalização administrativa e economia processual, nos termos dos arts. 211 a 213.


ID
2635807
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Avalie se as finalidades do Sistema de Controle Interno definidas na Constituição Federal incluem:


I. Avaliar o cumprimento das metas previstas no orçamento anual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União, definidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

II. Comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado.

III. Exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União.

IV. Apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.


Estão corretas:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO D

     

    CF/88

     

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo, Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    I - avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual (I), a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;

    II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado; (II)

    III - exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União; (III)

    IV - apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional. (IV)

  • Somente o item I traz informação incompatível com a Constituição Federal. As metas a serem avaliadas são as do plano plurianual e não as do "orçamento anual", como diz a questão.

    Além do que, o art. 74 da CF não fala em Lei de Diretrizes Orçamentárias, veja: " Art. 74 [...] I - avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;"

    Os demais itens estão corretos e expressam a literalidade dos incisos do Art.74, CF.

    Resposta: d

  • não existem metas na LOA (fixação de despesas, previsao de receitas e, maybe, autorização para creditos suplementares e operaçoes de cred) 
    AFO mandou bjo 

  • ORÇAMENTO ANUAL, NÃO.

    PLANO PLURIANUAL, SIM.

  • A presente questão trata das finalidades do Sistema de Controle Interno da Administração Pública e elenca afirmativas para que seja feito o exame da veracidade de cada uma delas.

    A resposta desta indagação será a opção que contiver somente a indicação das afirmativas corretas.

    Passemos então à análise de cada afirmativa.

    AFIRMATIVA I: Está INCORRETA esta afirmativa, nos termos do disposto no inciso I do art. 74 da CRFB, a seguir reproduzido, verbis:

    “Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

    I - avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;

    II - comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado;

    III - exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União;

    IV - apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional.
    " (negritei).

    As metas a serem cumpridas devem constar do plano plurianual (§ 1º do art. 165 da CRFB) e não da Lei Orçamentária Anual, não havendo, da mesma forma, qualquer referência expressa à Lei de Diretrizes Orçamentárias nesta finalidade constitucionalmente prevista para o Sistema de Controle Interno;

    AFIRMATIVA II: Esta afirmativa está CORRETA por corresponder aos exatos termos do inciso II do art. 74 da CRFB;

    AFIRMATIVA III: Tendo em vista que literalmente reproduz o inciso III do art. 74 da CRFB, está CORRETA esta afirmativa;

    AFIRMATIVA IV: Está CORRETA esta afirmativa. O inciso IV do art. 74 da CRFB encontra-se perfeitamente aqui reproduzido;

    Portanto, estão corretas as afirmativas II, III e IV e a resposta da questão encontra-se na Opção “D".

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA D.

  • avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União;

  • A FGV é a única banca que cobra este assunto (nível médio) de forma aceitável, as outras extrapolam demais.

  • LETRA D


ID
2635810
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

As competências do Tribunal de Contas, em auxílio ao Poder Legislativo, para o exercício do Controle Externo, de acordo com a Constituição Federal, são as a seguir indicadas, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - Letra D 

     

    Literalidade da CF/88

     

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

     

    I - apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento; (letra A - essa cai direto)

     

    II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público; (letra B)

     

    III - apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão, bem como a das concessões de aposentadorias, reformas e pensões, ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório; (letra C)

     

    IV - realizar, por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e demais entidades referidas no inciso II;

     

    V - fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe, de forma direta ou indireta, nos termos do tratado constitutivo;

     

    VI - fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pela União mediante convênio, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, a Estado, ao Distrito Federal ou a Município;

     

    VII - prestar as informações solicitadas pelo Congresso Nacional, por qualquer de suas Casas, ou por qualquer das respectivas Comissões, sobre a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas; (letra E)

     

    VIII - aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário;

     

    IX - assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, se verificada ilegalidade;

     

    X - sustar, se não atendido, a execução do ato impugnado, comunicando a decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federaltem que comunicar!!!! (erro da letra D)

     

    XI - representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.

     

    (...)

     

    bons estudos

  • CN= FISCALIZA E CONTROLA QUALQUER DE SUAS CASAS, OS ATOS DO PODER EXECUTIVO E OS DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

  • Augusto Braga, nas verdade ele susta ato sim, mas tem que comunicar à Câmara e ao Senado. 

  • Quem susta contrato é o próprio Congresso Nacional. O TCU susta ato.

  • A presente questão trata das atribuições do Tribunal de Contas e busca a resposta naquela opção que contenha a informação incorreta.

    Passemos ao exame de cada opção.

    OPÇÃO A: Esta opção está CORRETA por corresponder aos exatos termos do inciso I do art. 71 da CRFB;

    OPÇÃO B: Por reproduzir os exatos termos do inciso II do art. 71 da CRFB, está CORRETA esta opção;

    OPÇÃO C: Também está CORRETA esta opção. Ela reproduz o inciso III do art. 71 da CRFB, nos seus exatos termos;

    OPÇÃO D: O inciso X do art. 71 da CRFB assim dispõe, verbis:

    “Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete: (...)

    X - sustar, se não atendido, a execução do ato impugnado, comunicando a decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal;"

    Sendo assim, é necessária a comunicação da decisão do Tribunal de Contas às Casas Legislativas federais, por ele, acerca da sustação da execução de ato impugnado. Estando INCORRETA, portanto, esta opção, ela é a resposta da questão;

    OPÇÃO E: Esta opção corresponde aos exatos termos do inciso VII do art. 71 da CRFB e, em razão disso, está CORRETA.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA D.
  • LETRA D

  • Tem que comunicar.

  • Achei estranho, pois a competência para julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, [...] que resulte prejuízo ao erário público é do Poder Legislativo e não do TC.

    As competências do Tribunal de Contas, em auxílio ao Poder Legislativo, para o exercício do Controle Externo, de acordo com a Constituição Federal.

    julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, [...] que resulte prejuízo ao erário público;


ID
2635813
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

O modelo de Administração Pública no qual o Estado é uma extensão do poder soberano, e o interesse público e o privado são confundidos, sem diferenciação entre os bens do governante e os bens públicos, é conhecido como:

Alternativas
Comentários
  • Alternativa "B".

     

     

    A- Errada

    O modelo gerencial destaca que a atuação pública deve visar não os interesses políticos, mas as demandas da sociedade, e assim buscar  satisfação de quem usa o serviço público.

    Desse modelo surgem práticas como:

       1. DESCENTRALIZAÇÃO;

       2. ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS;

       3. FOCO NO CIDADÃO como CLIENTE.

     

     

    B- Gabarito

    Trata-se do modelo PATRIMONIALISTA, em que o patrimônio público e privado são indistintos. É um modelo que facilita em muito as práticas de corrupção e nepotismo, onde a vontade principal é do rei, ou da alta-classe política que está no poder e usam o patrimônio público como se fosse seu.

             E infelizmente vemos resquícios dessa prática até hoje

     

     

    C- Errada

    Burocrático, esse modelo foca em controles e procedimentos para evitar a corrupção e o nepotismo. 

         Dá destaque à: 

           IMPESSOALIDADE;

           FORMALISMO;

           HIERARQUIA FUNCIONAL;

           PROFISSIONALIZAÇÃO.

     

    D- Errada

    Modelo racional legal é um dos nomes dados à burocracia.

     

    A respeito da letra "E", não consta nada nos meus resumos.

     

  • patrimonialismo é a característica de um Estado que não possui distinções entre os limites do público e os limites do privado.

  • ✅Letra B

    - Foi dominante até 1930.

    - O Estado era usado como uma extensão das posses monarcas

    - O nepotismo e a corrupção são características típicas desse modelo.

    - Não havia distinção entre bens PÚBLICOS E PRIVADOS.

    - Ocorreu o CLIENTELISMO.

    - Cargos públicos eram preenchidos de acordo com a vontade pessoal do governante.

    - Era um modelo desorganizado.

    - Falta de participação social nos assuntos do Estado

    Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: Analista Legislativo - Contador

    Assinale a alternativa que indica o modelo de administração pública em que a não distinção entre os bens públicos e privados aparece como sendo característica marcante.

    a)Burocrática.

    b)Democrática.

    c)Patrimonialista.

    d)Gerencial.

    e)Tecnocrática.

  • O patrimonialismo é um modelo de administração pública baseado na dominação tradicional, na qual a vontade do senhor e os limites impostos pela tradição definem os rumos dos governados. Esse modo de administração tem como característica principal a confusão patrimonial entre os bens do senhor e os bens públicos.

    No patrimonialismo não há separação clara entre a res publica (Bens Públicos) e a res principis (Bens do Príncipe), o soberano se utiliza do patrimônio público como se seu fosse, apropriando-se dos recursos coletados para seu próprio proveito, administrando-os de acordo com a sua vontade.

    ➥ Fonte: Prof. Heron Lemos - Estudo Dirigido para UFC – Vol 01 (Adm. Pública)

  • GABARITO: LETRA B -O Estado era tido como propriedade do soberano, e o aparelho do Estado (a administração) funcionava como uma extensão de seu poder. Em face da não distinção entre o público e o privado, a corrupção e o nepotismo foram traços marcantes desse tipo de administração FONTE: QC
  • LETRA B

  • Dentro do modelo patrimonialista temos o aparelho do Estado sendo utilizado como extensão do poder do soberano.

    Gabarito: B


ID
2635816
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

A visão de que o modo mais seguro de evitar o nepotismo e a corrupção no serviço público é por meio do controle rígido dos processos e procedimentos, conceitualmente se aplica para a Administração de acordo com o modelo:

Alternativas
Comentários
  • Letra "E"

     

    O modelo burocrático é bem puto com o patrimonialista.

    Veio para combater as práticas de corrupção e nepotismo tão comuns no modelo patrimonial. E fez isso por focar em controles e procedimentos rígidos,dando destaque à IMPESSOALIDAE,HIERARQUIA FUNCIONAL, PROFISSIONALIZAÇÃO e ao  FORMALISMO.

     

     

  • GABARITO: E

    O MODELO BUROCRÁTICO surgiu para combater a corrupção e o nepotismo que vem do patrimonialismo. Um modelo vai se adequando a outro buscando suprir lacunas que existiam no modelo anterior. O modelo burocrático veio para eliminar esse tipo de situação. Um exemplo em relação ao modelo burocrático foi justamente o CONTROLE RÍGIDO DE PROCESSOS através da contratação. Surgimento de CONCURSO PÚBLICO justamente para evitar situações de nepotismo!

    O foco do burocrático está no CONTROLE (normatização, padronização de processos).

  • O modelo BUROCRÁTICO visa acabar com a CORRUPÇÃO.

  • ✅Letra E

    MODELO BUROCRÁTICO:

    - Foi a primeira reforma da Administração Pública.

    - No governo de Getúlio Vargas, de 1930 até 1960.

    - É um modelo organizado.

    - Buscou combater/evitar a corrupção e o nepotismo.

    - Buscou combater o PATRIMONIALISMO.

    - Voltado para os procedimentos, racionalidade, meritocracia, impessoalidade, formalismo.

    - O funcionamento é previsível.

    - Hierarquia funcional.

  • Burocrático e Pós- burocrático podem ser confundidos com muita facilidade!

  • Administração Pública Burocrática

     

    Surge na segunda metade do século XIX, na época do estado liberal, como forma de combater a corrupção e o nepotismo patrimonialista. Constituía-se numa alternativa muito superior à administração patrimonialista do Estado. Tal modelo foi adotado inicialmente nas empresas, principalmente em organizações industriais, em decorrência da necessidade de ordem e exatidão e das reinvidações dos trabalhadores por um tratamento justo e imparcial.

     

    A administração burocrática foi implementada, mas nunca consolidada no seu sentido original, pois esse modelo na teoria é eficiente, e tem como objetivo principal eliminar as praticas patrimonialistas de corrupção e nepotismo que, infelizmente, até os dias de hoje ainda existem.

     

     

    Adminstração Geral e Pública - Giovanna Carranza 

  • controle rígido = modelo burocrático

  • LETRA E

  • GAB [E].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!

  • GAB [E].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!


ID
2635819
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

Constitui uma característica do modelo de administração gerencial:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito "A"

    Exatamente, o modelo gerencial quer mesmo é descentralizar as atividades ao máximo que puder, visto que em tese, quanto mais descentralizado estiver, mais ainda o estado poderá saber quias são as reais necessidades da populção que necessita dos serviços públicos.

     

     

  • Vejamos cada letra. 

    A) é fundamentado nos princípios da confiança e da descentralização. ( Gabarito )

    B) prioriza a gestão baseada na hierarquia.( Errado )  Aqui é Burocracia;

    C) exige formas rígidas de decisão amparada em controles legais. ( Errado ) Aqui é Burocracia;

    D) aplica os conceitos do modelo gestão carismática. ( Errado ) Patrimonialismo;

    E) defende a gestão centralizada, com a aplicação normas rígidas de controle. ( Errado) Aqui é Burocracia;

  • GERENCIAL= DESCENTRALIZAÇÃO

  • GAB:A

     

     Características do Gerencialismo:

    **Gestores ganham maior autonomia na gestão financeira, de materiais e de pessoas.
    Cobrança de resultados a posteriori
    Definição dos objetivos a serem alcançados
    Descentralização
    Incentivo à Inovação
    Competição dentro da máquina estatal (quando possível)
    Estrutura hierárquica mais achatada e flexível

     

    Sobre a D: Gestão Carismática :Baseada no carisma de uma pessoa.
    Acredita-se que um indivíduo específico possui qualidades e características extraordinárias, fora do comum, que o credenciam a
    liderar seus “súditos” ou “seguidores”. Estes lhe conferem um afeto e uma lealdade muitas vezes “cegos”.

  • "O paradigma gerencial contemporâneo, fundamentado nos princípios da confiança e da descentralização da decisão, exige formas flexíveis de gestão, horizontalização de estruturas, descentralização de funções, incentivos à criatividade."

    Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado (PDRAE),  p. 17

  • A administração gerencial é fundamentada nos princípios da confiança e da descentralização.

    GERENCIALDESCENTRALIZAÇÃO

  • A Burocracia parte do pressuposto de que todos os agentes públicos são corrompíveis e, por isso, devem trabalhar com permanente supervisão hierárquica, a fim de se obter um controle rígido(a priori) de seu trabalho. Desconfiança.

    Na Administração Gerencial existe certa confiança no servidor, apesar de limitada. Assim, o administrador possui uma margem de discricionariedade maior para executar seu trabalho, que também sofrerá controle. Tal controle, porém, será posterior, efetuado por meio de indicativos de cumprimento de metas fixadas e dos resultados obtidos.

    Roteiro Estratégico - Heron Lemos

  • LETRA A

  • GAB [A].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!

  • GAB [A].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!


ID
2635822
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

São princípios básicos da boa prática de governança corporativa e gestão:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra C

    A governança representa o modo como as organizações são administradas e controladas. Orienta-se pelos princípios: transparência, equidade, responsabilidade por resultados, cumprimento das normas e accountability.

    Fonte: Administração Geral e Pública para AFRF e AFT, Agustinho Paludo.

    Sigamos!
    Bons Estudos.

  • GAB. C

     

    PRINCÍPIOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA:

     

    - TRANSPARÊNCIA (Openness): Desejo de fornecer informação clara, tempestiva e precisa;  Desejo de disponibilizar para as partes interessadas as informações que sejam de seu interesse e não apenas aquelas impostas por disposições de leis ou regulamentos. IBGC

     

    - EQUIDADE (fairness): Assegurar o direito a informação de todos os interessados;  Tratamento justo e isonômico de todos os sócios e demais partes interessadas (stakeholders), levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas. IBGC

     

    - PRESTAÇÃO DE CONTAS (accountability): Os agentes de governança devem prestar conta de seus atos e resultados; Agentes de governança devem assumir integralmente as consequências de seus atos e omissões e atuando com diligência e responsabilidade no âmbito dos seus papéis. IBGC

     

    - RESPONSABILIDADE CORPORATIVA baseada no fato de que os executivos devem zelar pela perenidade da organização, ou seja, permitir sua sustentabilidade.  Zelar pela viabilidade econômico-financeira das organizações, reduzir as externalidades negativas de seus negócios e suas operações e aumentar as positivas, levando em consideração os diversos capitais (financeiro, manufaturado, intelectual, humano, social, ambiental, reputacional, etc.).IBGC

     

    Fonte: Paludo e IBGC

     

  • Prestação de contas e accountability são praticamente sinônimos.

  • Accountability engloba: PRESTAÇÃO DE CONTAS, RESPONSABILIZAÇÃO (Pelos Recursos Públicos) e BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO. É interessante, tenho observado que Accountability também não deixa de ser um elemento da GOVERNANÇA.

  • Gabarito C

     

    Governança corporativa é o sistema pelo qual as empresas e demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgão de fiscalização e controle e demais partes interessadas

     

    4 Princípios de Governança Corporativa (ARTE)

     

    Accountability-  Prestação de contas feita pelos agentes de governança de forma clara, concisa e compreensível. Os agentes devem assumir integralmente as consequências de seus atos e missões e atuar com diligência dentro das suas responsabilidades

     

    Responsabilidade corporativa- que os agentes de governança zelem pela viabilidade econômico-financeira das organizações. Isso deve ocorrer por meio da redução das externalidades negativas de seus negócios e operações, e do aumento das externalidades positivas.

     

    Transparência- Esse princípio consiste em disponibilizar as informações que sejam de interesse das partes interessadas e não apenas aquelas impostas por leis ou regulamentos.

     

    Equidade- É o tratamento justo de todos os sócios e stakeholders. Consideram-se os direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas dos envolvidos.

     

     

    https://goo.gl/92FN88

  • transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade

  • LETRA C


ID
2635825
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

Avalie se o processo administrativo burocrático apresenta as características básicas a seguir indicadas:


I. Atribuições de funcionários fixadas oficialmente por regras ou disposições administrativas.

II. Hierarquia e funções integradas em um sistema de mando, de tal modo que, em todos os níveis, haja uma supervisão dos inferiores pelos superiores.

III. Atividades administrativas se manifestam e se baseiam em documentos escritos.

IV. As funções pressupõem aprendizado profissional, com treinamento especializado.


Estão corretas:

Alternativas
Comentários
  • Letra A

    Todas as alternativas apresentam caracteristicas do modelo Burocratico.

  • Não esquecer que o item :

    IV. As funções pressupõem aprendizado profissional, com treinamento especializado.

     

    Também é uma característica da admistração burocrática, pois, muitas vezes, pensamos nos vícios da burocracia, como a lentidão, o excesso de documentos, mas ela foi criada para acabar com o patrimonialismo.

    OBS: nemhum modelo conseguiu acabar por completo com o outro.

  • alguém pode comentar o item 2?

  • É como se o elaborador da questão estivesse comparando o processo burocrático a uma árvore. A hierarquia seria o tronco da árvore (vertical), enquanto que as funções seriam os galhos da árvore (horizontal). É importante perceber que, nessa árvore ilustrativa, os galhos que estão (hierarquicamente) mais acima são os chefes e o são em relação aos galhos que se encontram respectivamente mais abaixo, os seus subordinados. Assim, cada nível de funcionários possui um nível acima de outros funcionários que os supervisiona, e assim por diante, até os últimos. Valendo lembrar que, quem está no nível mais baixo de todos é quem tem a maior quantidade de chefes e, cá entre nós, não é uma vida nada fácil!!! Rsrs.. Um chefe manda: Vá digitar o formulário que lhe mandei e o outro grita: Cadê a resposta do email que eu pedir pra você imprimir??? Sistema de mando? E de desmando também! Você pula pra lá, pula pra cá, fica igual barata tonta e não resolve nada 100%! É o serviço público! Rsrs...

  • Viviane Santos,


    A burocracia é baseada na desconfiança. Então, a supervisão é constante e em todos os níveis. Sempre vai haver um chefe mandando no subordinado.


    Só para fazer um paralelo... No gerencialismo tem um certo grau de confiança e o trabalhador tem mais autonomia para atuar. A supervisão não é tão intensa e constante.

  • GAB A

     

    Viviane Santos,

     

    A burocracia é baseada na desconfiança total.

     

    O gerencialismo é baseado na confiança limitada.

     

     

    http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=503

  • Poxa, interpretei errado o final do item 2 que fala sobre a supervisão dos inferiores pelos superiores!

  • Gabarito A

    MODELO BUROCRÁTICO

    ·       Burocrático - combate a corrupção, o clientelismo e nepotismo, salienta a impessoalidade, o formalismo, a hierarquia funcional, a profissionalização do servidor e a meritocracia.

    CARACTERÍSTICAS:

    o  Autorreferente(o foco é administrativo, deixando o cidadão de lado);

    o  Caráter legal das normas;

    o  Caráter formal das comunicações;

    o  Caráter racional e divisão do trabalho;

    o  Rotinas e procedimentos padronizados;

    o  Especialização da administração;

    o  Previsibilidade de funcionamento.

    PRINCIPAIS DISFUNÇÕES DA BUROCRACIA:

    ·       Dificuldade de resposta às mudanças no meio externo.

    ·       Rigidez e apreço extremos às regras.

    ·       Lentidão no processo decisório.

    ·       Excessiva(redundância) formalização

    ·       Perda da visão global da organização.

    DASP - Departamento Administrativo do Serviço Público.

    ATENÇÃO: modelo de administração burocrática o foco é: normas e regras, procedimento, processo.

    Meritocracia é um modelo de hierarquização e premiação baseado nos méritos pessoais de cada indivíduo.

  • Será que no nível estratégico existia a supervisão dos inferiores pelos superiores? Caso alguém possa me responder esta questão com alguma referência bibliográfica, agradeço.

  • LETRA A

  • GAB [A].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!

  • GAB [A].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!

  • GAB [A].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!

  • GAB [A].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!


ID
2635828
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

O tipo de dominação, característica do modelo burocrático, baseada na crença, na legitimidade das ordens estatuídas e do direito de mando daqueles que, em virtude dessas ordens, estão nomeados para exercer a dominação, é a que se chama dominação:

Alternativas
Comentários
  • A dominação não é simplesmente o exercício do “poder”, mas também a sua aceitação – que leva à obediência! Portanto, se diz que a dominação é o somatório do poder com a legitimidade.

    Para Weber2 existem três tipos de dominação:
    Dominação Tradicional – Baseia-se na tradição, nos costumes arraigados, nos relacionamentos construídos por gerações.

    Dominação Carismática – Baseada no carisma de uma pessoa. Acredita-se que um indivíduo específico possui qualidades e características extraordinárias, fora do comum, que o credenciam a liderar seus “súditos” ou “seguidores”.

    Dominação Racional-legal – Baseada na lei! Nesse tipo de dominação, não seguimos um indivíduo, mas devemos obediência a uma série de normas e regulamentos. A Burocracia moderna baseia-se na dominação racional-legal.
     

    Fonte: Estratégia- Rodrigo Rennó e Sérgio Mendes

  • GABARITO: E

    O foco do modelo BUROCRÁTICO está no CONTROLE (normatização, padronização de processos).

    RACIONAL : CONTROLE ...NORMAS...LEIS

    BUROCRÁTICO: CONTROLE está no meio.

    Racional-Legal: origina-se de regras, estatutos e leis sancionadas pela Sociedade ou Organização. Tais regras definem a quem obedecer e até quando obedecer, tornando possível a aceitação, por parte dos subordinados, de um superior devido uma consciência de que este tem direito de dar ordens, ou seja, reconhecem que a Autoridade está no cargo ocupado e não na pessoa que o ocupa, que só pode exercer a Dominação dentro dos limites estabelecidos pelo cargo ocupado.  Aqui o poder é impessoal, obedecendo-se à regra estatuída e não à pessoa, a administração é extremamente profissional e também está subordinada ao estatuto que a nomeou, não possui influência pessoal e/ou sentimental e seu funcionamento tem por base a disciplina do serviço.

  • Os Três Tipos de Dominação segundo Max Weber

    Racional-Legal: origina-se de regras, estatutos e leis sancionadas pela Sociedade ou Organização. Tais regras definem a quem obedecer e até quando obedecer, tornando possível a aceitação, por parte dos subordinados, de um superior devido uma consciência de que este tem direito de dar ordens, ou seja, reconhecem que a Autoridade está no cargo ocupado e não na pessoa que o ocupa, que só pode exercer a Dominação dentro dos limites estabelecidos pelo cargo ocupado.

  • Tipos de Dominação 

     

    Autoridade burocrática, caráter racional legal: baseada na crença, na legitimidade das ordens estatuídas e o direito de mando daqueles que, em virtude dessas ordens, estão nomeados para exercer a dominação, devido ao cargo que ocupam (dominação legal)

     

    Autoridade tradicional: baseada na crença cotidiana da santidade das tradições vigentes desde sempre e na legitimidade daqueles que, em virtude dessas tradições, representam a autoridade. Em uma familia, por exemplo, quem manda é o homem, e em uma monarquia o rei (dominação tradicional)

     

    Autoridade carismática: baseada na veneração extraordinária da santidade, do poder heroico ou do caráter exemplar de uma pessoa e das ordens por esta reveladas ou criadas (dominação carismática)

     

     

    Administração Geral e Pública - Giovanna Carranza

  • LETRA E

  • GAB [E].

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!


ID
2635831
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

Avalie se os processos relativos às parcerias entre governo e sociedade apresentam as características a seguir indicadas:


I. A fiscalização pelo poder público se dá por meio de relatório de execução e prestação de contas.

II. O contrato de gestão é o instrumento contratual em que governo e a Organização Social, negociam metas de desempenho e resultados esperados.

III. O instrumento celebrado deve contemplar obrigações, prazos, metas e indicadores de execução relativos aos serviços.

IV. O contrato de repasse o instrumento celebrado entre o Governo e a Organização Social em que são pactuadas as metas financeiras e indicadores de resultados.


Os itens corretos são apenas:

Alternativas
Comentários
  • I. Ao perfeito encontro da previsão constitucional, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LC nº 101/00) também destinou capítulo próprio para regulamentar a transparência, controle e fiscalização da gestão pública, a partir de seu art. 48, afirmando que são instrumentos da gestão fiscal: os planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório da Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses documentos.

     

    II. Uma vez celebrado o contrato de gestão, as organizações sociais assumem a incumbência de prestar serviços de interesse social nas áreas do ensino, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação do meio ambiente, cultura e saúde [02], em substituição à atuação estatal. Além disso, referidas entidades possuem ilimitada autonomia gerencial, administrativa e financeira na gestão dos recursos e bens públicos recebidos para a execução do contrato, não obstante a Lei estabeleça o dever de prestação de contas e sujeição ao poder de fiscalização estatal

     

    III. Uma vez qualificada como ‘organização social’ e tendo travado contrato de gestão – que será ‘elaborado de comum acordo’ entre o Poder Público e a entidade privada e discriminará as respectivas atribuições, responsabilidades e obrigações (art. 6°) – a pessoa estará, nesta conformidade, apta a receber bens públicos em permissão de uso e sem licitação prévia (art. 12 §3°), não havendo restrição alguma a que se trate também de bens imóveis, ser beneficiária de recursos orçamentários (art. 12) e de servidores públicos que lhe serão cedidos a expensas do erário público (art. 14)!

  • Contrato de repasse - instrumento para transferência de recursos da União para E, DF, M. 

  • GAB=  A

  • IV -  contrato de gestão

  • Difícil de entender esse inciso IV aí..

    Gab: A

  • Contrato de gestão - Com a Emenda Constitucional nº 19/98, o contrato de gestão passou para a alçada constitucional com previsão no art. 37, § 8º: “a autonomia gerencial, orçamentária e financeira da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato, a ser firmado entre seus administradores e o poder público, que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade, cabendo à lei dispor sobre: I – o prazo de duração do contrato; II – os controles e critérios de avaliação de desempenho, direitos, obrigações e responsabilidade dos dirigentes; III – a remuneração do pessoal”.

    Contrato de repasse - instrumento administrativo, de interesse recíproco, por meio do qual a transferência dos recursos financeiros se processa POR INTERMÉDIO DE INSTITUIÇÃO OU AGENTE FINANCEIRO PÚBLICO FEDERAL, que atua como mandatário da União.


ID
2635834
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

A Lei nº 12.527/2011, conhecida com Lei de Acesso à Informação, implantou a transparência da Administração Pública, estabelecendo as diretrizes indicadas nas opções a seguir, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • ART 3

     

    I - observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção

  • GABARITO D

     

    Lei 12.527/2011

     

    Art. 3o Os procedimentos previstos nesta Lei destinam-se a assegurar o direito fundamental do acesso à informação e devem ser executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública e com as seguintes diretrizes:

    I - observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção;

    II - divulgação de informações de interesse público, independentemente de solicitações; (A)

    III - utilização de meios de comunicação viabilizados pela tecnologia de informação; (B)

    IV - fomento ao desenvolvimento da cultura de transparência na administração pública; (C)

    V - desenvolvimento do controle social da administração pública. (E)

  • Sigilo estabelecido pela lei e não pelo gestor. Lembrando que a regra é a publicidade, o sigilo é exceção.

  • o sigilo como exceção

  • Sigilo estabelecido pela lei e não pelo gestor.

    I - observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção.

    GABARITO: D.




ID
2635837
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Avalie se a Lei nº 12.527/2011, que regula o acesso a informações, estabelece as seguintes definições:


I. Informação: dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato.

II. Documento: unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato.

III. Informação sigilosa: aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado.

IV. Informação pessoal: aquela relacionada à pessoa natural identificada ou identificável.


Estão corretas as definições:

Alternativas
Comentários
  • (E)

    Art. 4o  Para os efeitos desta Lei, considera-se:

    I - informação: dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato;

    II - documento: unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato;

    III - informação sigilosa: aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado;

    IV - informação pessoal: aquela relacionada à pessoa natural identificada ou identificável; 


    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm

  • A diferença de DADO para informação é justamente o fato do DADO NÃO passar por nenhum tipo de processamento ou avaliação,não entendi o gabarito.

     

    Vá e Vença!

  • (Informática) Imagine que 1 bit é simplesmente um pulso elétrico cuja carga pode valer 0 ou 1. Agora, imagine que um byte é a combinação de 8 pulsos elétricos (que combinados representam uma letra do alfabeto), cada um deles podendo assumir valore de 0 a 1. Sendo assim, para você poder formar a palavra INFORMACAO (sem cedilha nem acento), você precisaria, ao todo, de 8 x 10 = 80 pulsos elétricos. Agora, fica mais fácil explicar o assunto por comparação.

    Nesse contexto, cada bit (pulso) pode ser entendido como um dado. O conjunto de todos os bits, independentemente de ordem ou combinação, seriam os dados ou a informação. Perceba que eles não precisam estar organizados formando a palavra INFORMACAO para serem considerados uma informação, conforme a LAI, serão informação ainda que estejam totalmente embaralhados; porém, se essa informação for devidamente organizada, ela poderá transmitir conhecimento, isto é, a palavra INFORMACAO possui um significado inerente a ela própria, transmitindo uma ideia.

  • Gab: E

     

    Art. 4°  Para os efeitos desta Lei, considera-se: 

    I - informação: dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato; 

    II - documento: unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato; 

    III - informação sigilosa: aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado; 

    IV - informação pessoal: aquela relacionada à pessoa natural identificada ou identificável; 

     

    Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm

  • LETRA E CORRETA

    LEI 12.527

    Art. 4º Para os efeitos desta Lei, considera-se:

    I - informação: dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato;

    II - documento: unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato;

    III - informação sigilosa: aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado;

    IV - informação pessoal: aquela relacionada à pessoa natural identificada ou identificável;

    V - tratamento da informação: conjunto de ações referentes à produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transporte, transmissão, distribuição, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação, destinação ou controle da informação;

    VI - disponibilidade: qualidade da informação que pode ser conhecida e utilizada por indivíduos, equipamentos ou sistemas autorizados;

    VII - autenticidade: qualidade da informação que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indivíduo, equipamento ou sistema;

    VIII - integridade: qualidade da informação não modificada, inclusive quanto à origem, trânsito e destino;

    IX - primariedade: qualidade da informação coletada na fonte, com o máximo de detalhamento possível, sem modificações.


ID
2635840
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Ainda com base na Lei nº 12.527/2011, em seu Art. 6º, avalie se cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar a:


I. Gestão transparente da informação, propiciando amplo acesso a ela e sua divulgação.

II. Proteção da informação, garantindo-se sua disponibilidade, autenticidade e integridade.

III. Proteção da informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Comentários
  • (A)

    Art. 6o  Cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar a:

    I - gestão transparente da informação, propiciando amplo acesso a ela e sua divulgação;

    II - proteção da informação, garantindo-se sua disponibilidade, autenticidade e integridade; e

    III - proteção da informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso. 

  • Começou a seríssima série: "separados no nascimento". Capítulo de hoje: Q590905.

    Letra:A. Obs, esse filhos são de mães diferentes!

  • LETRA A CORRETA

    LEI 12.527

    Art. 6º Cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar a:

    I - gestão transparente da informação, propiciando amplo acesso a ela e sua divulgação;

    II - proteção da informação, garantindo-se sua disponibilidade, autenticidade e integridade; e

    III - proteção da informação sigilosa e da informação pessoal, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso.


ID
2635843
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A Lei 11.494/2007 institui, no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal, um Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, de natureza contábil, nos termos do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - ADCT.


De acordo com essa lei, a instituição dos Fundos previstos no caput deste artigo e a aplicação de seus recursos não isentam os Estados, o Distrito Federal e os Municípios da obrigatoriedade da aplicação na manutenção e no desenvolvimento do ensino, na forma prevista no art. 212 da Constituição Federal e no inciso VI do caput e parágrafo único do art. 10 e no inciso I do caput do art. 11 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de:


I. Pelo menos ____ do montante dos impostos e transferências que compõem a cesta de recursos do Fundeb, a que se referem os incisos I a IX do caput e o § 1o do art. 3o desta Lei, de modo que os recursos previstos no art. 3o desta Lei somados aos referidos neste inciso garantam a aplicação do mínimo de ____ desses impostos e transferências em favor da manutenção e desenvolvimento do ensino;

II. Pelo menos ____ dos demais impostos e transferências.


As lacunas ficam corretamente preenchidas respectivamente por:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

    Parágrafo único. A instituição dos Fundos previstos no caput deste artigo e a aplicação de seus recursos não isentam os Estados, o Distrito Federal e os Municípios da obrigatoriedade da aplicação na manutenção e no desenvolvimento do ensino, na forma prevista no art. 212 da Constituição Federal e no inciso VI do caput e parágrafo único do art. 10 e no inciso I do caput do art. 11 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de:

    I - pelo menos 5% (cinco por cento) do montante dos impostos e transferências que compõem a cesta de recursos do Fundeb, a que se referem os incisos I a IX do caput e o § 1o do art. 3o desta Lei, de modo que os recursos previstos no art. 3o desta Lei somados aos referidos neste inciso garantam a aplicação do mínimo de 25% (vinte e cinco por cento) desses impostos e transferências em favor da manutenção e desenvolvimento do ensino;

    II - pelo menos 25% (vinte e cinco por cento) dos demais impostos e transferências.

  • Lei 11.494 de 20 de junho de 2007 - Lei do Fundeb

    Parágrafo único. A instituição dos Fundos previstos no caput deste artigo e a aplicação de seus recursos não isentam os Estados, o Distrito Federal e os Municípios da obrigatoriedade da aplicação na manutenção e no desenvolvimento do ensino, na forma prevista no e no inciso VI do caput e parágrafo único do e no , de:

    I - pelo menos 5% (cinco por cento) do montante dos impostos e transferências que compõem a cesta de recursos do Fundeb, a que se referem os incisos I a IX do caput e o § 1 do art. 3 desta Lei, de modo que os recursos previstos no art. 3 desta Lei somados aos referidos neste inciso garantam a aplicação do mínimo de 25% (vinte e cinco por cento) desses impostos e transferências em favor da manutenção e desenvolvimento do ensino;

    II - pelo menos 25% (vinte e cinco por cento) dos demais impostos e transferências.

    Art. 2 Os Fundos destinam-se à manutenção e ao desenvolvimento da educação básica pública e à valorização dos trabalhadores em educação, incluindo sua condigna remuneração, observado o disposto nesta Lei.


ID
2635846
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

No que se refere à transferência e gestão dos recursos, o Art. 15 da Lei 11.494/2007 estabelece que o Poder Executivo federal publicará, até 31 de dezembro de cada exercício, para vigência no exercício subsequente, os seguintes parâmetros, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Art. 15. O Poder Executivo federal publicará, até 31 de dezembro de cada exercício, para vigência no exercício subseqüente:

    I - a estimativa da receita total dos Fundos;

    II - a estimativa do valor da complementação da União;

    III - a estimativa dos valores anuais por aluno no âmbito do Distrito Federal e de cada Estado;

    IV - o valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente.

     


ID
2635849
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal

A Lei Complementar nº 141/2012 disciplina a aplicação e procedimentos de Fiscalização de Recursos Públicos da Saúde.


De acordo com a referida Lei, em seu Art. 3º, serão consideradas despesas com ações e serviços públicos de saúde, entre outras, as referentes a, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Conforme o art. 4º da Lei Complementar 141/2012:

    NÃO CONSTITUIRÃO DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE, PARA FINS DE APURAÇÃO DOS PERCENTUAIS MÍNIMOS DE QUE TRATA ESTA LEI COMPLEMENTAR, AQUELAS DECORRENTES DE:

    (I) PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSÕES, INCLUSIVE DOS SERVIDORES DA SAÚDE;

    As demais alternativas estão previstas no art. 3º da referida lei, como despesas. As bancas adoram pegadinha com este inciso I do artigo 4º. 

     


ID
2635852
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Federal

Ainda com base na Lei Complementar nº 141/2012, avalie se as afirmativas a seguir, relativas aos recursos mínimos, são falsas (F) ou verdadeiras (V):


✓ A União aplicará, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, o montante correspondente ao valor empenhado no exercício financeiro anterior, apurado nos termos desta Lei Complementar, acrescido de, no mínimo, o percentual correspondente à variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) ocorrida no ano anterior ao da lei orçamentária anual.

✓ Os Estados e o Distrito Federal aplicarão, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 12% (doze por cento) da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 155 e dos recursos de que tratam o art. 157, a alínea “a” do inciso I e o inciso II do caput do art. 159, todos da Constituição Federal, deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios.

✓ Os Municípios e o Distrito Federal aplicarão anualmente em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 15% (quinze por cento) da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 156 e dos recursos de que tratam o art. 158 e a alínea “b” do inciso I do caput e o § 3º do art. 159, todos da Constituição Federal.


As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Comentários
  • Art. 5o  A União aplicará, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, o montante correspondente ao valor empenhado no exercício financeiro anterior, apurado nos termos desta Lei Complementar, acrescido de, no mínimo, o percentual correspondente à variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) ocorrida no ano anterior ao da lei orçamentária anual. 

    Art. 6o  Os Estados e o Distrito Federal aplicarão, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 12% (doze por cento) da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 155 e dos recursos de que tratam o art. 157, a alínea “a” do inciso I e o inciso II do caput do art. 159, todos da Constituição Federal, deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios. 

    Art. 7o  Os Municípios e o Distrito Federal aplicarão anualmente em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 15% (quinze por cento) da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 156 e dos recursos de que tratam o art. 158 e a alínea “b” do inciso I do caput e o § 3º do art. 159, todos da Constituição Federal. 

  • �desatualizada


ID
2635855
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

ATENÇÃO


A Lei Complementar nº 68, de 9 de dezembro de 1992, e suas alterações posteriores, estabelece o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Estado de Rondônia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais. As cinco próximas questões referem-se a essa lei.

Constitui o “conjunto de atribuições e responsabilidades de natureza permanente cometida ou cometíveis a servidor público, com denominação própria, quantidade certa, prevista em lei e pagamento pelos cofres públicos, de provimento em caráter efetivo ou em comissão”:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA C

    Art. 4º Cargo Público é o conjunto de atribuições e responsabilidades de natureza
    permanente cometida ou cometíveis a servidor público, com denominação própria, quantidade
    certa, prevista em lei e pagamento pelos cofres públicos, de provimento em caráter efetivo ou
    em comissão.

  • Art. 3º Para os efeitos desta Lei Complementar, servidor público é a pessoa legalmente investida em cargo público.

    Servidor é alguém que está legalmente investido em um cargo público. 

    Art. 7º É proibida a prestação de serviços gratuitos, salvo os casos previstos em lei. 

  • Cargo Público = Conjunto de atribuições e responsabilidades.


ID
2635858
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

ATENÇÃO


A Lei Complementar nº 68, de 9 de dezembro de 1992, e suas alterações posteriores, estabelece o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Estado de Rondônia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais. As cinco próximas questões referem-se a essa lei.

Em relação à posse, as seguintes afirmativas estão corretas, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Art. 17. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual o servidor se comprometerá a cumprir fielmente os deveres do cargo.


    § 1º A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de nomeação, prorrogável por mais de 30 (trinta) dias, a requerimento do interessado.
    § 2º Em se tratando de servidor em licença ou afastamento por qualquer outro motivo legal, o prazo será contado do término do impedimento.
    § 3º A posse poderá dar-se mediante procuração específica.
    § 4º Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação.
    § 5º No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens que constituam seu patrimônio, na forma da Constituição do Estado, prova de quitação com a Fazenda Pública e Certidão Negativa do Tribunal de Contas e declarará o exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública.

    § 6º Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer nos prazos previstos no § 1º deste artigo e § 1º do artigo 20.

  • Fiquei na dúvida pois não sabia que poderia ser prorrogado por mais 30 dias

    Porém está ai:

    Artigo 13 da Lei nº 8.112 de 11 de Dezembro de 1990

    Art. 13. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei.

    § 1° A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de provimento, prorrogável por mais 30 (trinta) dias, a requerimento do interessado.

  • Na lei 8.112/90 publicada pelo site do Planalto, esse prazo prorrogável por mais 30 dias, a requerimento do interressado foi anulado. 

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8112cons.htm

     

  • Se a questão citasse a Lei 8112/90, atualmente, a letra "B" também estaria errada.

  • 30 dias sem prorrogação na 8112, a questão não está errada pois é o Estatuto Estadual de Rondônia.

  • porque a B tá certa??

  • LETRA D INCORRETA 

    LEI 8.112

     Art. 13.  A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei.

            § 1o  A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento.                     

            § 2o  Em se tratando de servidor, que esteja na data de publicação do ato de provimento, em licença prevista nos incisos I, III e V do art. 81, ou afastado nas hipóteses dos incisos I, IV, VI, VIII, alíneas "a", "b", "d", "e" e "f", IX e X do art. 102, o prazo será contado do término do impedimento.               

     § 3o  A posse poderá dar-se mediante procuração específica.

  • Pessoal, tomem cuidado com suas fundamentações.

    Tem gente fundamentando com base na lei 8.112 quando a questão fala em outra.

     

  • Tem gente colocando a lei desatualizada.

  • Com relação a letra B, o tempo, 30 dia mais 30, é do estado, nao do servidor, portanto, é o estado quem pede para dobra-lo e nao é condicionado a requerimento do candidato.

  • Enunciado da questão:

    ATENÇÃO

    A Lei Complementar nº 68, de 9 de dezembro de 1992, e suas alterações posteriores, estabelece o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Estado de Rondônia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais. As cinco próximas questões referem-se a essa lei.

     

     

  • Conforme a Lei 68/92, que está no enunciado da questão:

    § 1º A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de
    nomeação, prorrogável por mais de 30 (trinta) dias, a requerimento do interessado.

    Portanto, a B está correta. (Estaria errada se fosse a lei 8.112).

  • Gabarito Letra D
    A posse podera ser dada mediante a procuração

  • LEI 68/92

    DA POSSE

    Art. 17 - A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual o servidor se comprometerá a cumprir fielmente os deveres do cargo.

    § 1º - A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de nomeação, prorrogável por mais de 30 (trinta) dias, a requerimento do interessado.

    § 2º - Em se tratando de servidor em licença ou afastamento por qualquer outro motivo legal, o prazo será contado do término do impedimento.

    § 3º - A posse poderá dar-se mediante procuração específica.

    § 4º - Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação.


ID
2635861
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

ATENÇÃO


A Lei Complementar nº 68, de 9 de dezembro de 1992, e suas alterações posteriores, estabelece o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Estado de Rondônia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais. As cinco próximas questões referem-se a essa lei.

De acordo com o Art. 154, são deveres do servidor, entre outros, os a seguir elencados, EXCETO UM, que está ERRADO. Assinale-o.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B

    O erro foi dizdi que deve obedecer às ordens em qualquer situação....

  • Gabarito: B

     

    a) lealdade às instituições a que servir.

    b) obediência, em quaisquer circunstâncias, às ordens superiores.

    c) zelar pela economia do material e conservação do patrimônio público; 

    d) representar contra a ilegalidade ou abuso de poder, por via hierárquica.  

    e) atender prontamente às requisições para defesa da Fazenda Pública e à expedição de certidões.

     

    Bons estudos!

  • Salvo, as manifestamentes ilegais. 

  • Gabarito   b) obediência, em quaisquer circunstâncias, às ordens superiores.

    Lei 8112/90 

    Art. 116.  São deveres do servidor:        

    IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais;

     

     

     

    Ai você me fala que eu citei o diploma errado, mas a 8112/90 serviu de marco jurídico para todos os estatutos dos servidores púlbicos civis, estaduais ou municipais, então pode estudar ela sem medo que um dia você irá utilizar esse conhecimento.

  • LETRA B INCORRETA 

    LEI 8.112

     Art. 116.  São deveres do servidor:

            I - exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo;

            II - ser leal às instituições a que servir;

            III - observar as normas legais e regulamentares;

            IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais;

  • Questão sujeita à anulação, uma vez que no enunciado cita o Art. 154, quando na verdade o artigo que fala sobre os deveres do servidor é o Art. 116 da Lei 8.112/1990

     

     

  • GABARITO: ERRADA

     

     

    De acordo com a Lei nº 8.112

     

     Art. 116.  São deveres do servidor:

     

            I - exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo;

     

            II - ser leal às instituições a que servir;

     

            III - observar as normas legais e regulamentares;

     

            IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais;

  • Quer dizer que você não pode obedecer ordens que sejam ilegais.

  • Obediência hierárquica desde que não manifestamente ilegais.

    B


ID
2635864
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

ATENÇÃO


A Lei Complementar nº 68, de 9 de dezembro de 1992, e suas alterações posteriores, estabelece o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Estado de Rondônia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais. As cinco próximas questões referem-se a essa lei.

Avalie, com base no Art. 155, se ao servidor é proibido:


I. Retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição.

II. Recusar fé a documentos públicos.

III. Opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviços.

IV. Cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado.


São de fato proibidas as ações:

Alternativas
Comentários
  •  Art. 117.  Ao servidor é proibido:       

            I - ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato;

            II - retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição;

            III - recusar fé a documentos públicos;

            IV - opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço;

            V - promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição;

            VI - cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado;

            VII - coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político;

            VIII - manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil;

           IX - valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública;

     X - participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário;                     

            XI - atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro;

            XI - atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro;

            XII - receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;

            XIII - aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro;

            XIV - praticar usura sob qualquer de suas formas;

            XV - proceder de forma desidiosa;

            XVI - utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares;

            XVII - cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto em situações de emergência e transitórias;

            XVIII - exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho;

            XIX - recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.                     

    Parágrafo único.  A vedação de que trata o inciso X do caput deste artigo não se aplica nos seguintes casos:   

     I - participação nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a União detenha, direta ou indiretamente, participação no capital social ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros; e 

    II - gozo de licença para o trato de interesses particulares, na forma do art. 91 desta Lei, observada a legislação sobre conflito de interesses.

  • Bora pra cima!!!!!!!!!!!!

  • Boa noite,

     

    Todas estão corretas, vale ressaltar que cometer à pessoa estranha atribuições estranhas a pena é advertência, e cometer a servidor a pena é suspensão;

     

    Bons estudos

  • GABARITO: E 

     

    De acordo com a Lei nº 8112:

     Art. 117.  Ao servidor é proibido:       

     

            I - ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato;

     

            II - retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição; (I. Retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição.)

     

            III - recusar fé a documentos públicos; (II. Recusar fé a documentos públicos.)

     

            IV - opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço; (III. Opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviços.)

     

            V - promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição;

     

            VI - cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; (IV. Cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado.​)

     

  • O artigo correto é 117. Todas são as alternativas são proibidas ao servidor público.

  • Art. 117.  Ao servidor é proibido:   

              

            I - ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato;

     

            II - retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição;

     

            III - recusar fé a documentos públicos;

     

            IV - opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço;

     

            V - promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição;

     

            VI - cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado;

     

            VII - coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político;

     

            VIII - manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil;

     

           IX - valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública;

     

     X - participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário;     

     

     XII - receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;

     

            XIII - aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro;

     

            XIV - praticar usura sob qualquer de suas formas;

     

            XV - proceder de forma desidiosa;

     

            XVI - utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares;

     

            XVII - cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto em situações de emergência e transitórias;

     

            XVIII - exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho;

     

            XIX - recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. 

  • Gab: letra E

    Só lembrando que: 

     VI - cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; (ADVERTÊNCIA)

     

    XVII - cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto em situações de emergência e transitórias; (SUSPENSÃO)

     

    VÁLIDO PARA NÃO CONFUNDIR.

     

  • ALTERNATIVA E

  • GABARITO: LETRA E

     

    Art. 117.  Ao servidor é proibido:

     

    II - retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição;

     

    III - recusar fé a documentos públicos;

     

    IV - opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço;

     

    VI - cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado;

  • A presente questão trata de proibições legais aos servidores públicos do Estado de Rondônia e elenca afirmativas para que seja feito o exame da veracidade de cada uma delas.

    A resposta desta indagação será a opção que contiver somente a indicação das afirmativas corretas.

    Todos os itens expostos nesta questão estão CORRETOS, reproduzindo, cada um deles, um dos incisos do art. 155 da Lei Complementar Estadual nº 68-RO, de 09/12/92, a saber, respectivamente, o inciso II (no item I); o inciso III (no item II); o inciso IV (no item III); e o inciso VI (no item IV).

    Em tais dispositivos, constam proibições legais aos servidores públicos do Estado de Rondônia.

    Estando corretos todos os itens (de I a IV) apresentados nesta questão, sua resposta está na Opção “E".

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA E.

  • Casos de advertências

  • A questão pede " de acordo com A Lei Complementar nº 68, de 9 de dezembro de 1992 " portanto é art. 155 mesmo

  • A Lei Complementar nº 68, de 9 de dezembro de 1992

    Art. 155. Ao servidor é proibido:

    • I – ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato;
    • II – retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição;
    • III – recusar fé a documentos públicos;
    • IV – opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviços;
    • V – promover manifestações de apreço ou desapreço no recinto da repartição;
    • VI – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado;
    • VII – coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político;
    • VIII – manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até segundo grau civil;
    • IX – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública;
    • X – participar de gerência ou administração de empresa privada, de sociedade civil, ou exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário;
    • XI – atuar, como procurador ou intermediário, junto as repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de perante até o segundo grau e de cônjuge ou companheiro;
    • XII – receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições;
    • XIII – aceitar comissão, emprego ou pensão de Estado estrangeiro;
    • XIV – praticar usura sob qualquer de suas formas;
    • XV – proceder de forma desidiosa;
    • XVI – utilizar pessoal ou recursos materiais de repartição em serviço ou atividades particulares;
    • XVII – cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto em situações de emergência e transitórias;
    • XVIII – exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho;
    • XIX – deixar de pagar dívidas ou pensões a que esteja obrigado em virtude de decisão judicial.

ID
2635867
Banca
FUNRIO
Órgão
CGE-RO
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo

ATENÇÃO


A Lei Complementar nº 68, de 9 de dezembro de 1992, e suas alterações posteriores, estabelece o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Estado de Rondônia, das Autarquias e das Fundações Públicas Estaduais. As cinco próximas questões referem-se a essa lei.

De acordo com o Art. 160, o servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. Avalie se as afirmativas a seguir, relativas a tais responsabilidades, são falsas (F) ou verdadeiras (V):


✓ A responsabilidade civil decorre de procedimento doloso ou culposo que importe em prejuízo do patrimônio do Estado ou terceiros.

✓ A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao servidor, nessa qualidade.

✓ A responsabilidade administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho de cargo ou função.


As afirmativas são respectivamente:

Alternativas
Comentários
  • Lei 8112

       Art. 122.  A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros.

            § 1o  A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no art. 46, na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial.

            § 2o  Tratando-se de dano causado a terceiros, responderá o servidor perante a Fazenda Pública, em ação regressiva.

            § 3o  A obrigação de reparar o dano estende-se aos sucessores e contra eles será executada, até o limite do valor da herança recebida.

            Art. 123.  A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor, nessa qualidade.

            Art. 124.  A responsabilidade civil-administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função.

  • A presente questão trata da responsabilidade do servidor público do Estado de Rondônia por ilícitos cometidos e elenca afirmativas para que seja feito o exame da veracidade de cada uma delas.

    A resposta desta indagação será a opção que contiver somente a indicação das afirmativas verdadeiras.

    Todas as afirmativas expostas nesta questão são VERDADEIRAS, referindo-se cada uma delas a um dispositivo da Lei Complementar Estadual nº 68-RO, de 09/12/92 referente às responsabilidades dos servidores públicos do Estado de Rondônia.

    A primeira afirmativa reproduz os exatos termos do caput do art. 161 daquela Lei Complementar Estadual, ao passo que a segunda e a terceira afirmativas correspondem, respectivamente, ao disposto nos arts. 162 e 163 do mesmo diploma legal.

    Sendo, portanto, verdadeiras todas as afirmativas avaliadas, a resposta desta questão encontra-se na Opção “A".

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A.