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Prova IADES - 2021 - PM-PA - Soldado - Feminino


ID
5119027
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A política de ocupação de terras devolutas ou povoadas por indígenas na região amazônica foi bastante controversa. Conflitos entre posseiros, indígenas e grileiros a serviço de latifundiários causaram muitas mortes e devastação da floresta. Essa dura realidade levou os irmãos Villas Boas e o marechal Rondon a trabalharem junto ao governo federal para o desenvolvimento de um programa de proteção aos povos indígenas. O resultado desse esforço político e coletivo, durante o século 20, foi o (a)

Alternativas
Comentários
  • Gab. E para os não assinantes rsrs

  • Os irmãos Villas Boas e o marechal Rondon trabalharem junto ao governo federal para o desenvolvimento de um programa de proteção aos povos indígenas. Criando reservas indígenas.

  • essa foi por eliminação kk

  • A política indigenista proposta pelos irmãos

     

    O posicionamento dos irmãos Villas-Bôas acerca da política indigenista brasileira, foi tributário das idéias do Marechal Rondon. Nesse sentido, mostrou-se pautado por uma intensa preocupação protecionista e preservacionista relativamente aos povos indígenas, procurando, contudo, interferir o mínimo possível na vida e na organização social desses povos. Foi com base nessas premissas que eles conduziram pacificamente o contato com todas as tribos indígenas da região do Xingu e lá implantaram uma reserva (Parque Indígena do Xingu), cuja intenção básica foi proteger e resguardar os povos indígenas xinguanos de contatos indiscriminados com as frentes de penetração de nossa sociedade.

    O Parque Indígena do Xingu, anteriormente Parque Nacional Indígena do Xingu, é uma terra indígena brasileira, considerada a maior e uma das mais famosas reservas do gênero no mundo.

  • os irmãos Villas Boas e o marechal Rondon a trabalharem junto ao governo federal criação de reservas indígenas.

  • E

    criação de reservas indígenas.


ID
5119030
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

     A Amazônia possui uma reserva de água subterrânea com volume estimado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, conforme estimou Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA). [..] Denominado, pelo pesquisador e por colaboradores, Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga), o sistema hidrogeológico começou a ser formado a partir do período cretáceo, há cerca de 135 milhões de anos.

 Disponível em: <https: //agencia.fapesp.br/amazonia-tem-oceano
subterraneo/19541/>. Acesso em: 18 dez. 2020, com adaptações.


Com base no exposto, no que se refere ao Saga, assinale a alternativa correta.  

Alternativas
Comentários
  • Gab. B

    A região da Amazônia é enorme: ela ocupa mais de 60% de todo o território brasileiro. Mas o que pouquíssima gente sabe é que abaixo dela existe uma quantidade gigantesca de água doce. Trata-se de um verdadeiro oceano subterrâneo, com volume total de 162 mil quilômetros cúbicos, e que é chamado pelos cientistas de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga). Apesar de já ser conhecido há bastante tempo, a magnitude desse sistema só foi percebida pelos pesquisadores em meados de 2013. O professor de Geologia da Universidade do Pará Francisco Abreu é um dos cientistas que estudam essa reserva de água. Ele explicou que atualmente o Saga é considerado o maior aquífero do planetaquatro vezes maior do que o Aquífero Guarani - também no Brasil, e que até então ocupava o posto de maior do mundo.

    fonte: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/meio-ambiente/audio/2020-12/reserva-subterranea-da-amazonia-pode-abastecer-o-planeta-por-250-anos>

    #PMPA/PCPA

    •  SISTEM AQUÍFERO GRANDE AMAZÔNIA (SAGA) :
    1. TRANSFRONTEIRIÇO
    2. ABRANGE OUTROS PAÍSES DA AMERICA DO SUL
    3. -MUITO MAIS ÁGUA SUBTERRÂNEA DO QUE NA SUPERFÍCIE.
    4. -VOLUME DE ÁGUA MAIOR QUE A DO GUARANI
    5. -GUARANI GANHA NA EXTENSÃO

  • Além das riquezas naturais já conhecidas, a região amazônica conta com um tesouro subterrâneo. Trata-se do SAGA, o Sistema Aquífero Grande Amazônia. O maior de que se tem conhecimento no planeta. São mais de 162 mil quilômetros cúbicos de água.

     

    Para se ter uma ideia de sua extensão, o aquífero Guarani, considerado, agora, o segundo maior, possui uma reserva hídrica de 39 mil quilômetros cúbicos de água.

     

    Levando em conta uma população mundial de cerca de sete bilhões de pessoas, um consumo individual médio de 150 litros de água por dia e uma expectativa de vida de 60 anos, o SAGA poderia abastecer a população por nada menos do que 250 anos.

     

    A descoberta partiu do Instituto de Geociências da UFPA, a Universidade Federal do Pará.

     

    De acordo com o professor da universidade, o geólogo Francisco Matos, a constatação veio a partir da ampliação do estudo sobre o aquífero Alter do Chão, localizado no Pará, no município de Santarém.

     

    Sonora "Nós resolvemos alargar os estudos na percepção de que o Alter do Chão se estendia para outras regiões da Amazônia e não estava restrita aquela região inicialmente definida. E aí os nossos estudos permitiu ver que ele, na verdade, se estendia desde o contraforte dos Andes, no Acre, até o Marajó"

     

    O sistema hoje serve apenas para fornecer água para consumo nas cidades do vale amazônico, como Manaus e Santarém. Francisco Matos destaca que esta reserva poderia também ser utilizada na agricultura, para promover dois ciclos de colheitas.

     

    Sonora "Com esta quantidade de água que existe no subsolo, com a disponibilidade de energia solar que a gente tem na região, com a disponibilidade de terras agriculturáveis, nós poderíamos ter por exemplo duas gerações de alimento. Duas colheitas. Uma por conta de São Pedro e outra irrigada, já que a região Amazônica também possui uma grande quantidade de energia elétrica."

     

    O geólogo chama a atenção para o uso responsável do SAGA, uma vez que ele integra o ciclo hidrológico da região, ou seja, o movimento contínuo da água presente nos rios, continente e atmosfera; além da relação com a floresta.

     

    Sonora "As árvores retrabalham a água por avacotranspiração, repõe isso na atmosfera, os ventos e a rotação da terra vão levando esta água para o interior da Amazônia até que chega nos Andes. Quando este spray da atmosfera bate nos Andes, ele desce para o centro-sul do Brasil e esta descida transmite umidade e é exatamente responsável em grande medida pelas chuvas que caem no centro-sul do Brasil."

     

    Apesar da abundância de água, Francisco Matos descarta a possibilidade de essa reserva hídrica abastecer o semiárido brasileiro ou São Paulo, uma vez que as distâncias tornariam as obras inviáveis.

  • LETRA B.

    Até dois anos atrás, o aquífero era conhecido como

    Alter do Chão.

    Em 2013, novos estudos feitos por

    pesquisadores da UFPA (Universidade Federal do Pará)

    REBATIZARAM:

    "A gente avançou bastante e passamos a chamar de

    SAGA, o Sistema Aquífero Grande Amazônia."

    explicou o professor do Instituto de Geociência da UFPA Francisco Matos.

    OUTRA PARA FIXAR:

    Q1697886

    Ano: 2020 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC

     

    A Amazônia possui uma reserva de água subterrânea com volume estimado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos. Assinale a alternativa que corresponda ao nome atribuído recentemente a essa reserva de água subterrânea

     

    A) Sistema Aquífero Grande Amazônia

    B) Sistema Aquífero Guarani

    C) Sistema Aquífero Rio Xingu

    D) Sistema Aquífero Rio Negro

    E) Sistema Aquífero Rio Madeira

     

  • Complementando. Onde está maior concentração de água (bacia amazônica)

    1º) Subterrâneo com 80%

    2º) Vapor de água, 12% (recebe o nome de "rios voadores")

    3º) Rios, 8%

    OBS: Bacia Amazônica NÃO é o pulmão do mundo. Maior parte do oxigênio do planeta vem das algas marinhas que são responsáveis pela produção de 54% do oxigênio do mundo.

    OBS 2: Bacia Amazônica é o umidificador do planeta. Possui maior potencial hídrico em todas as suas formas, subterrâneo, rios ou vapor de água.

    "A perseverança dos bravos. A humildade dos heróis. E a fé que nos torna invencíveis"

    •  SISTEM AQUÍFERO GRANDE AMAZÔNIA (SAGA) :
    1. TRANSFRONTEIRIÇO
    2. ABRANGE OUTROS PAÍSES DA AMERICA DO SUL
    3. -MUITO MAIS ÁGUA SUBTERRÂNEA DO QUE NA SUPERFÍCIE.
    4. -VOLUME DE ÁGUA MAIOR QUE A DO GUARANI
    5. -GUARANI GANHA NA EXTENSÃO


ID
5119033
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

     A Lei n° 8.878/2019 dispõe quanto à regularização fundiária de ocupações rurais e não rurais em terras públicas do estado do Pará. No art. 1° , fica o estado do Pará, por meio do Instituto de Terras do Pará (ITERPA), autorizado a alienar as terras públicas de que é proprietário, nos termos da Constituição Federal, da Constituição do Estado do Pará e desta lei. No parágrafo único do artigo supracitado, tem-se que a destinação das terras públicas rurais e não rurais do estado do Pará será compatibilizada com as políticas agrícola, ambiental, agrária, extrativista florestal, extrativismo de produtos florestais não madeireiros, de desenvolvimento urbano, fundiário e industrial. 

Disponível em: <http://www.iterpa.pa.gov.br/sites/default/files/lei_no8.878-
2019.pdf>. Acesso em: 18 dez. 2020, com adaptações.


Considerando o texto motivador e de acordo com as ocupações rurais e não rurais em terras públicas do estado do Pará, é correto afirmar que 

Alternativas
Comentários
  • Questão anulada pela banca!

  • Gab. D

    OBS: Questão anulada pela banca por não estar dentro do conteúdo programático do edital PMPA.

    L E I Nº 8.878, DE 8 DE JULHO DE 2019

    DISPÕE SOBRE A REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE OCUPAÇÕES RURAIS E NÃO RURAIS EM TERRAS PÚBLICAS DO ESTADO DO PARÁ, REVOGA A LEI Nº 7.289, DE 24 DE JULHO DE 2009 E O DECRETO-LEI Nº 57, DE 22 DE AGOSTO DE 1969.

    Art. 5º Para os efeitos desta Lei entende-se por:

    VI - imóvel não rural: unidade de terra destinada ao exercício de atividades classificadas como não agrárias, considerando também àquelas destinadas a expansão patrimonial dos municípios;

    VII - imóvel rural: unidade de terra destinada à atividade agrária, composta pela área de produção de atividade agrária, acrescida da reserva legal e área de preservação permanente, quando for o caso;

    IX - ocupação mansa e pacífica: não há impugnação de terceiros;

    #PMPA/PCPA


ID
5119036
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

     A Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no estado do Pará, enfrentou a resistência de populações indígenas e de ambientalistas, que condenaram e ainda condenam o empreendimento.

MOCELLIN, Renato; CAMARGO, Rosiane. História em debate. 4. ed.
São Paulo: Editora do Brasil, 2016, com adaptações.


A esse respeito, entre as justificativas apresentadas pelos idealizadores do projeto quanto à importância da obra, é correto citar o (a) 

Alternativas
Comentários
  • Gab. E

  • E de mal feeeeeita

  • Tanto a C como a E estão de acordo, tendo em vista que Belo monte é a maior usina hidrelétrica genuinamente brasileira, sendo que ela também possui grande importância para as indústrias do estado.

  • Não entendo se um dos principais motivos das usinas era da viabilização das industrias e mineradoras

  • Pensa numa questão mal formulada kkkkkk

  • - USINA DE BELO MONTE: RIO Xingu

    -MAIOR HIDRELÉTRICA 100% BRASILEIRA

    -3º Belo Monte – Brasil (11.233MW) ...

    -MODELO FIO D'AGUA ( Preservacionista)

    -CORRUPÇÃO

    -ALAGAMENTO DE TERRAS INDÍGENAS

    -PREJUDICOU ALTAMIRA (SUDOESTE DO PARÁ)

    -PESCA

    -AGROPECUÁRIA

    -VIOLÊNCIA,TRÁFICO

    -para mandar energia para o sudeste (MG-SP)

    -A maior em energia

    -BENEFÍCIOS:

    -CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS

    -EMPREGOS NA CIDADE

    -TUCURUÍ: Rio Tocantins 1976-1984

    -os movimentos sociais exigiram a criação de uma reserva extrativista a ser

    coordenada pelo conjunto das entidades populares.

    -Rio Tocantins ( maior bacia hidrográfica exclusivamente brasileira)

    -5º Tucuruí I e II – Brasil (8.370 MW)

    -2° maior orçamento do Pará (devido os royaltes)

    -bacia Tocantins Araguaia ( maior bacia hidrográfica brasileira)

    -extração mineral nos Carajás (bauxita)

    -mandar energia para as industrias e siderúrgicas de minérios

    -propriedade da Eletronorte

    -Tucuruí maior que belo monte em tamanho

  • O Governo e outros que defendem a sua construção com a justificativa do aumento da produção de energia no país e o fim dos temores de uma eventual crise energética. Uma vez concluída, Belo Monte se tornaria a segunda maior usina hidrelétrica do país, a maior 100% brasileira e a terceira maior do mundo, segundo dados do Governo Federal.

    Jeová Deus no comando! PC/PA 2021

  • A Usina Hidrelétrica de Belo Monte é uma usina hidrelétrica brasileira construída na bacia do Rio Xingu, próximo ao município de Altamira, no norte do estado Pará. Sua construção durou pouco mais de 8 anos e gerou diretamente mais de 30 mil empregos.

    Em potência instalada, é a quarta maior hidrelétrica do mundo, atrás das chinesas Três Gargantas (20 300 MW) e Xiluodu (13 800 MW) e da brasileira/ paraguaia Itaipu (14 000 MW), sendo a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira. 

    Desde seu início o projeto de Belo Monte encontrou forte oposição de ambientalistas brasileiros e internacionais, de algumas comunidades indígenas locais e de membros da Igreja Católica. Essa oposição levou a sucessivas reduções do objetivo do projeto. Originalmente eram previstas outras barragens rio acima e, uma área alagada total muito maior.

    Em 2008 o CNPE ( Conselho Nacional de Política Energética) decidiu que Belo Monte seria a única usina hidrelétrica do Rio Xingu. Por parte das autoridades havia uma argumentação consistente acerca da importância da construção da usina, embora contestado principalmente por ambientalistas e populações nativas da região. Uma das alternativas o indica. 

    A) INCORRETA- Ao contrário do que aponta a alternativa , as populações nativas da região não só não necessitavam da energia a ser produzida em Belo Monte como eram inteiramente contra a sua construção.

    B) INCORRETA- O objetivo não é a venda de energia mas o abastecimento interno.

    C) INCORRETA- A energia produzida em Belo Monte não é, ao menos em sua maior parte, destinada ao Pará. 

    D) INCORRETA- A energia produzida é limpa mas,  os prejuízos sociais, econômicos e ambientais para as populações ribeirinhas e nativos são inegáveis. A criminalidade em Altamira, por exemplo, aumentou de forma preocupante. Para a polícia local, o aumento da população da cidade a partir do início das obras tem relação direta com o crescimento do tráfico de drogas e da prostituição. Nos anos de 2011 e 2012, a população aumentou em 46 mil habitantes, 

    E) CORRETA- O principal argumento para a construção da usina é o crescimento das necessidades do país como um todo. 

    Gabarito do Professor: E

ID
5119039
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

     A Lei n° 8.878/2019, no seu art. 15, que trata das disposições comuns aos procedimentos de regularização fundiária dispõe que “após conclusão do procedimento previsto em regulamento, o Instituto de Terras do Pará (ITERPA) deverá emitir o respectivo título, que observará as seguintes cláusulas resolutivas gerais”. 

Disponível em: <http://www.iterpa.pa.gov.br/sites/default/files/lei_no8.878-
2019.pdf>. Acesso em: 23 dez. 2020, com adaptações.


Acerca desse assunto, assinale a alternativa que indica uma cláusula resolutiva geral. 

Alternativas
Comentários
  • Questão anulada pela banca

  • Gab. C

    OBS: Questão anulada pela banca por não estar dentro do conteúdo programático do edital PMPA.

    L E I Nº 8.878, DE 8 DE JULHO DE 2019

    DISPÕE SOBRE A REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE OCUPAÇÕES RURAIS E NÃO RURAIS EM TERRAS PÚBLICAS DO ESTADO DO PARÁ, REVOGA A LEI Nº 7.289, DE 24 DE JULHO DE 2009 E O DECRETO-LEI Nº 57, DE 22 DE AGOSTO DE 1969.

    CAPÍTULO IV

    DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AOS PROCEDIMENTOS DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

    Art. 15 Após conclusão do procedimento previsto em regulamento, o ITERPA deverá emitir o respectivo título, que observará as seguintes cláusulas resolutivas gerais:

    I - a impossibilidade de negociação da área rural no prazo de cinco anos contados da entrega do título ao beneficiário, tanto no caso da alienação por doação quanto na alienação por compra, ainda que integralmente quitados o VTN e demais custas, salvo havendo autorização do órgão fundiário;

    II - são cláusulas resolutivas gerais:

    f) participação do Estado do Pará no resultado da exploração econômica minerária;

    #PMPA/PCPA


ID
5119042
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

     Um estado dentro da água. É assim que muitos consideram o Pará, situado na região norte do País, área mais rica em mananciais de todo o Brasil. Atualmente, mais da metade das cidades paraenses são ligadas por rios, para ser mais preciso, 73 dos 143 municípios utilizam essa extensa rede aquaviária.

Disponível em: <http://setran.pa.gov.br/site/Conteudo/14> . 
Acesso em: 23 dez. 2020, com adaptações.


No que tange à vantagem ou desvantagem do uso do modal hidroviário no estado do Pará, quando comparado com outros modais, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Comentários
  • LETRA A

    transporte hidroviário (aquático, aquaviário) - consiste na locomoção de mercadorias e de passageiros por barcos, navios ou balsas.

    As principais vantagens do modal de transporte aquaviário são:

    • capacidade de transportar grandes quantidades;
    • percorre longas distâncias;
    • baixo risco de avarias nas mercadorias;
    • baixo custo de carregamento.

  • O Estado mantém 108 pontos de infraestrutura portuária, que servem para importação e exportação de mercadorias e transporte de pessoas. De frente para Europa, a meio caminho dos EUA e Caribe, nenhum dos portos brasileiros tem uma localização tão privilegiada quanto os portos da Companhia Docas do Pará

    FONTE: setran.pa

  • - USINA DE BELO MONTE: RIO Xingu

    -MAIOR HIDRELÉTRICA 100% BRASILEIRA

    -3º Belo Monte – Brasil (11.233MW) ...

    -MODELO FIO D'AGUA ( Preservacionista)

    -CORRUPÇÃO

    -ALAGAMENTO DE TERRAS INDÍGENAS

    -PREJUDICOU ALTAMIRA (SUDOESTE DO PARÁ)

    -PESCA

    -AGROPECUÁRIA

    -VIOLÊNCIA,TRÁFICO

    -para mandar energia para o sudeste (MG-SP)

    -A maior em energia

    -BENEFÍCIOS:

    -CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS

    -EMPREGOS NA CIDADE

    -TUCURUÍ: Rio Tocantins 1976-1984

    -os movimentos sociais exigiram a criação de uma reserva extrativista a ser

    coordenada pelo conjunto das entidades populares.

    -Rio Tocantins ( maior bacia hidrográfica exclusivamente brasileira)

    -5º Tucuruí I e II – Brasil (8.370 MW)

    -2° maior orçamento do Pará (devido os royaltes)

    -bacia Tocantins Araguaia ( maior bacia hidrográfica brasileira)

    -extração mineral nos Carajás (bauxita)

    -mandar energia para as industrias e siderúrgicas de minérios

    -propriedade da Eletronorte

    -Tucuruí maior que belo monte em tamanho

  • TRANSPORTE HIDROVIÁRIO

    • capacidade de transportar grandes quantidades;
    • percorre longas distâncias;
    • baixo risco de avarias nas mercadorias;
    • baixo custo de carregamento.


ID
5119045
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

O Estado do Pará está geograficamente situado na fronteira de colonização e expansão agrícola, onde o fogo é usado como ferramenta de limpeza do terreno. A respeito das práticas de queimadas na região amazônica e de suas consequências, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Questão com mais de uma alternativa correta ...

  • Questão anulada pela banca!

    Mais de uma questão correta!

  • JUSTIFICATIVA DA BANCA IADES PARA ANULAÇÃO.

    A questão foi anulada, por apresentar mais de uma alternativa correta, sendo elas: "Os incêndios acidentais produzem grande impacto na floresta", e "Os efeitos dos principais incêndios atingem escala nacional e global.” Podemos constatar a validade das duas alternativas corretas, conforme disposto nos trechos a seguir: "Todos os anos milhares de quilômetros quadrados da floresta amazônica são queimados por incêndios acidentais, independente da ocorrência de fenômenos climáticos."; e "[...] os efeitos ecológicos dos incêndios na Amazônia atingem uma escala global, pois influenciam a composição química da atmosfera, a refletância da superfície da terra e fenômenos que estão ocorrendo ligados ao clima." Referência bibliográfica: Almanaque Brasil Socioambiental-2008. Ed. Instituto Socioambiental – ISA. Pág.284.

    #FOCO

  • O examinador não tem muito conhecimento sobre o estado do Pará.


ID
5119048
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

     Alter do Chão, no oeste do Pará, é considerado o “caribe amazônico” e tornou-se destino frequente de turistas em busca de suas praias de água doce às margens do rio Tapajós. As belezas naturais que tornaram o local – que é vila do município de Santarém – conhecido, porém, estão ameaçadas pelo aumento de queimadas e do desmatamento na Amazônia, que aceleram o processo de transformação da floresta.

 Disponível em: <http://gazetadesantarem.com.br/alter-do-chao-pode-virar
savana-alerta-estudo/>. Acesso em: 23 dez. 2020, com adaptações.


As frequentes queimadas e o desmatamento da floresta amazônica eliminam gradualmente a floresta primária e densa, na qual passa a predominar uma vegetação de pequeno e médio porte. A esse processo de transformação dá-se o nome de 

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra B.

    Entende-se pelo conceito de savanização o processo de transformação de uma vegetação natural, como uma floresta tropical ou equatorial, em uma área cuja paisagem assemelha-se à das savanas africanas ou à do cerrado brasileiro, com um campo ralo, árvores espaçadas e uma menor quantidade de folhas.

    ▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎

    Fonte: Brasil Escola.

  • Savanização = Savanas = CERRADO

  • Desertificação é o processo de transformação e empobrecimento dos solos, fazendo com que eles fiquem semelhantes ou iguais ao ambiente de um deserto.

    Savanização é o processo irreversível de transformação de áreas ocupadas por densa vegetação em desertos parciais, e tem como principal agente a ação humana, especialmente na Amazônia. O fenômeno foi descoberto pelo pesquisador brasileiro Carlos Nobre, na década de 90.

    Reflorestamento é a regeneração natural ou intencional de florestas e matas que foram esgotadas anteriormente, geralmente devido ao desmatamento.

    Meteorização ou intemperismo é o processo natural de decomposição ou desintegração de rochas e solos por ação dos efeitos químicos, físicos e biológicos que resultam da sua exposição aos agentes externos.

    Renovação florestal é o manejo florestal consiste em usar de forma inteligente os recursos florestais através de técnicas e equipamentos de extração sustentáveis preservando as espécies.

  • 1) desertificação é o processo em que um solo fértil se transforma em um solo empobrecido, seco e semelhante ou igual ao do deserto. Esse fenômeno é um processo natural agravado pelas ações humanas.

    2) savanização é o processo irreversível onde uma floresta de densa vegetação se torna um deserto parcial. O principal fator é a ação humana.

    3) reflorestamento é a regeneração natural ou intencional de uma floresta anteriormente esgotada.

    4) meteorização processo natural de decomposição ou desintegração de rochas e solos.

    5) renovação florestal é uma forma sustentável de extrair recursos da floresta sem prejudicá-la.

  • Desertificação é o processo de transformação e empobrecimento dos solos, fazendo com que eles fiquem semelhantes ou iguais ao ambiente de um deserto.

    Savanização é o processo irreversível de transformação de áreas ocupadas por densa vegetação em desertos parciais, e tem como principal agente a ação humana, especialmente na Amazônia.

    Reflorestamento é a regeneração natural ou intencional de florestas e matas que foram esgotadas anteriormente, geralmente devido ao desmatamento.

    Meteorização ou intemperismo é o processo natural de decomposição ou desintegração de rochas e solos por ação dos efeitos químicos, físicos e biológicos que resultam da sua exposição aos agentes externos.

    Renovação florestal é o manejo florestal consiste em usar de forma inteligente os recursos florestais através de técnicas e equipamentos de extração sustentáveis preservando as espécies.

  •  <http://gazetadesantarem.com.br/alter-do-chao-pode-virar SAVANA-alerta-estudo/>. Acesso em: 23 dez. 2020, com adaptações.

    resposta estava no texto..rsrs

  • <http://gazetadesantarem.com.br/alter-do-chao-pode-virar savana-alerta-estudo/>. Acesso em: 23 dez. 2020, com adaptações.

    Sempre leia a fonte rsrs

  • A quantidade de áreas de cobertura vegetacional original no Brasil ainda é tão grande que essa massa de floresta é capaz de atuar na regulação de fenômenos climáticos em escala global. Devido a isso o desmatamento no Brasil é processo acompanhado por cientistas de todo o mundo e amplamente criticado, sendo o país frequentemente alvo de sanções internacionais por deixar isto ocorrer de forma descontrolada.  Sobre o processo de transformação que ocorre após o desmatamento na Amazônia buscamos a alternativa correta. 


    A) Ocorre quando as condições após o desflorestamento tornam-se áridas ao extremo o que não é o caso da Amazônia.

    B) O bioma amazônico possui uma tendência de depender de sua própria exuberância para se manter, o que significa que em casos de remoção acentuada da floresta as condições tendem a se tornar similares as do cerrado e a vegetação ficar mais rasteira e de menor porte. A este processo se dá o nome de savanização devido as grandes semelhanças entre o cerrado, também chamado de savana brasileira, e as áreas desmatadas da Amazônia. 

    C) Isso é o replantio da florestas e não o que ocorre com a sua remoção.

    D) Processo de alteração física de rochas expostas a intempérie.

    E) processo natural de regeneração de áreas florestadas onde ainda restam espécies em quantidade o suficiente para a ocupação das áreas ao redor. 



    GABARITO DO PROFESSOR: B

ID
5119054
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Qual das proposições a seguir é a negação da proposição: “Todo policial militar é um exímio atirador.”?

Alternativas
Comentários
  •  “Todo policial militar é um exímio atirador.”

    → A negação do todo é pelo menos um, existe um ou algum + não.

    Fica: Algum policial militar não é um exímio atirador.

    GABARITO. E

  • GABARITO E

    Negação dos quantificadores:

    Todo:

    → Pelo menos um não

    → Existe um... que não

    → Existe algum... não

    → Algum... não

    Algum não:

    → Todo

    Nenhum:

    → Algum

    → Pelo menos um

    Pelo menos um:

    → Nenhum

  • Negação do TODO

    PEA + NÃO

  • PEA

    Pelo menos um + não

    Existe um + não Algum + não

  • https://www.instagram.com/trajetopolicial/

  • Negação

    Todo:

    → Pelo menos um não

    → Existe um... que não

    → Existe algum... não

    → Algum... não

    Negação do TODO

    PEA + NÃO

    Algum não:

    → Todo

    Nenhum:

    → Algum

    → Pelo menos um

    Pelo menos um:

    → Nenhum

  • PEA + NÃO

  • respondida em 10 segundos check


ID
5119057
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

No jargão militar, uma escala de 24 x 48 (vinte e quatro por quarenta e oito) significa que o policial cumprirá 24 horas de serviço e terá 48 horas de folga. Com base nisso, considere que, em determinada companhia de polícia militar, há 12 soldados prontos para o serviço. Supondo que, para cada serviço, são necessários 3 soldados, qual é a escala dos soldados nessa companhia?

Alternativas
Comentários
  • 12/3 = 4 grupos de 3 SD

    exemplo :

    dia da semana

    grupo 1 seg

    grupo 2 ter

    grupo 3 quar

    grupo 4 qui

    *grupo 1 sexta*

    veja que o grupo 1 folgou 3 dias x 24 horas cada dia = 72 h de folga

    trabalha 24/72

  • puro raciocinio lógico kkkk

  • Dá pra formar 3 grupos de SD. O grupo que trabalhar o primeiro dia poderá ficar 3 dias de folga até que seja necessário trabalhar de novo. Logo, escala de 24x72.

    https://www.instagram.com/trajetopolicial/


ID
5119060
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Na formatura do dia do soldado, o 1° Pelotão da 6ª Companhia do 3° Batalhão de Polícia Metropolitana fará uma formatura. No Pelotão, há 3 sargentos, 3 cabos e 6 soldados. Na formação do Pelotão, eles formarão 3 colunas e 4 fileiras, com os sargentos na primeira fileira, os cabos na segunda e os soldados nas duas últimas fileiras. Quantas formações distintas podem ser formadas?

Alternativas
Comentários
  • GABARITO B

    3 colunas e 4 fileiras:

    _ _ _ (Sargentos)

    _ _ _ (Cabos)

    _ _ _ (Soldados)

    _ _ _ (Soldados)

    Vamos agora organizar os sargentos, cabos e soldados:

    3 2 1 (3x2x1 = 6 formas de organizar os sargentos)

    3 2 1 (3x2x1 = 6 formas de organizar os cabos)

    6 5 4 (6x5x4x3x2x1 = 720 formas de organizar os soldados)

    3 2 1

    Agora é só multiplicar tudo:

    6x6x720 = 25.920 formações distintas podem ser formadas

  • C1 C2 C3 F1 ___ x ___ x ____ F2 ___ x ___ x ____ F3 ___ x ___ x ____ F4 ___ x ___ x ____ . . . C1 C2 C3 F1 3 x 2 x 1 = 6 F2 3 x 2 x 1 = 6 F3 6 x 5 x 4 = 120 F4 3 x 2 x 1 = 6 6 x 6 x 120 x 6 = 25.920
  • Resolvo essa questão aqui nesse vídeo

    https://youtu.be/HPIqA2RI4Qg

    Ou procure por "Professor em Casa - Felipe Cardoso" no YouTube =D

  • https://www.instagram.com/trajetopolicial/

  • questão legal.

    3!*3!*120*3! =

    123 = 3!

    456 = 3!

    ABC = A6,3 = 120

    DEF = 3!

    Atente-se às fileiras dos soldados, disponho de 6 soldados e preciso de 3 para distribuir na terceira fileira, posso fazer isso, portanto, de arranjo de 6 tomados 3 a 3 = 120 maneiras diferentes, daí, para cada agrupamento de três soldados desses 120 agrupamentos que eu formar, sobraram 3 soldados para a quarta fileira, e esses 3 soldados deverão permutar entre si, portanto vezes 3!.

  • em vez de por 120, eu coloquei o fatorial de cada classe e depois multipliquei entre si.

    SD:6!

    CB:3!

    SGT:3!

    720x6x6=25.920


ID
5119063
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

O Sgt. PM J.B. tira serviço de 4 em 4 dias, e o cabo PM B.J. tira serviço de 5 em 5 dias. Se os dois estavam de serviço juntos na mesma guarnição no dia 5 de dezembro, em qual dia do mês de janeiro estarão de serviço juntos novamente?

Alternativas
Comentários
  • É possível fazer por MMC, ou por contagem, já que o enunciado nos deu todos os dados necessários

    Fiz por contagem e deu certo.

    Já que o ultimo serviço juntos foi em 5 de Dezembro, só contei os dias das respectivas escalas:

    • Escala do SGT.
    • 5 de Dezembro
    • 9 de Dezembro
    • 13 de Dezembro
    • Até chegar no mês de janeiro.

    • Da mesma forma com a escala do CB.
    • 5 de Dezembro
    • 10 de Dezembro
    • 15 de Dezembro...

    Verás que a primeira data em comum, se manter este padrão, será 14 de janeiro...

    Vale ressaltar que por MMC é menos trabalhoso, mas o importante é não perder a questão.

    Forte abraço e Força sempre!!!

  • Na minha visão questão passível de anulação. o cara não fala nada sobre o mês ter 30 ou 31 dias. geralmente quando não diz nada é 30 dias. mas ele considerou sendo 31 dias.

    OLHA UM EXEMPLO DE OUTRO EXAMINADOR.

    PMSP 2019 VUNESPE:

    Marcelo e Débora trabalham em regime de escala. A cada 4 dias sucessivamente trabalhados, Débora folga somente no dia seguinte, e a cada 6 dias sucessivamente trabalhados, Marcelo também folga somente no dia seguinte. No dia 26.07.2019, ambos estavam de folga. Sabendo que o mês de julho tem 31 dias, e que Marcelo e Débora trabalham independentemente de os dias serem sábados, domingos e feriados, se não ocorrer imprevisto e eles trabalharem conforme informado, então o próximo dia em que ambos estarão de folga, em um mesmo dia, será em.

    No exemplo o examinador deixa claro que são 31 dias.

  • Basta tirar o mmc (4,5) = 20

    Eles tirarão serviço de 20 em 20 dias.

    Eles tiraram serviço no dia 05/12; depois tirarão no dia 25 de dezembro e, em janeiro, tirarão serviço no dia 14/01.

    GABARITO: C

    INSTAGRAN:

    @simplificandoquestoescombizus (Jefferson Lima)

  • Uma dica para essa questão do número de dias do mês. Sempre cai em concursos, principalmente em relação a MMC . Feche sua mão como se fosse dar um soco e conte o mês de janeiro em cima do dedo mindinho, esse tem 31 dias, o intervalo mais baixo é fevereiro com menos de 31 dias, a parte mais alta fica com março que tem 31 dias, em seguida a parte mais baixa abril com 30 dias e assim por diante. Lembrando que julho e agosto tem 31 dias respectivamente .

  • M.M.C

    sargento = 4 em 4 dias ( logo ) = 8 dias

    carbo = 5 em 5 dias ( logo ) = 10 dias

    MMC ( 10,8 )

    2*2*2*5 = 40

    mmc = 40 dias

    ultimo encontro 5 de dezembro

    agora soma 40 dias + 5 dias = 45 dias

    equivale a data de ( 14 de janeiro na sexta feira )

  • Quando a questão quer saber quando eventos ocorrerão simultaneamente, em um intervalo de tempo, devemos calcular o MMC dos valores dados......

    MMC (4,5) = 20

    Contudo, ele quer saber quando o sargento e o cabo estarão juntos no mês de Janeiro, logo, se eles estarão juntos no dia 25/12. então estarão novamente no dia 14 de Janeiro (20 dias depois)

    Dezembro sempre tem 31 dias...


ID
5119066
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere as seguintes proposições:


p: J.B. é soldado PM.

q: B.J. é cabo PM.


Se ambas as proposições, p e q, têm valor lógico verdadeiro, qual das proposições a seguir tem valor lógico verdadeiro?

Alternativas
Comentários
  • GABARITO A

    F -> V = V (Só seria falsa se fosse Vera Fischer V -> F = F)

    V ^ F = F (Ambas devem ser verdadeiras)

    V -> F = F (Vera Fischer é falsa)

    F v F = F (Pelo menos uma deve ser verdadeira)

    F ^ F = F (Ambas devem ser verdadeiras)

  • GABARITO LETRA "A" , nao deu VERA (V) Fischer (F) logo a preposição é verdadeira.

  • A) F->V= V No ''se somente se'' só é falso se der VERA FISHER FALSO

    B) V ^ F = F

    C) V -> F= F

    D) F V F= F

  • https://www.instagram.com/trajetopolicial/

  • p: J.B. é soldado PM.

    q: B.J. é cabo PM.

    P -> Q

    A) Se J.B. não é soldado PM, então B.J. é cabo PM.

    F -> V = V

    Flamengo na frente sempre V

    GABARITO A

  • AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAa dei mole

  • Gente, mesmo com os comentários acima ainda fiquei um pouco em dúvidas em relação a resposta.

    Porque a negação das duas frases deu verdade?

  • Muito boa questão !!!


ID
5119069
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Segundo o texto constitucional de 1988, os policiais militares e os corpos de bombeiros militares são militares dos estados, do Distrito Federal e dos territórios. São instituições organizadas com base em

Alternativas
Comentários
  • banca meia boca kkk

  • Você errou! Resposta: B

  • foi pra não zera

  • [Gab. B] CF - Art. 42 Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, são militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

  • As bases de qualquer instituição militar são hierarquia e disciplina.

    GABARITO LETRA B

    SOBRE A PROTEÇÃO DE DEUS !!!

  • Alternativa B

    Hirarquia e Disciplina

    Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, são militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.         

  • Todo mundo com medo da Iades e quando veio a prova kkkkk

    Pena que suspenderam a dos homens, se eu fosse mulher passaria em primeiro fácil, fiz 57 pontos kkkk (com as 4 anuladas)

  • Que questão linda!

  • "foi pra não zerar" mimimimi, já passou em quantos concursos albert einstein?

  • CF - Art. 42 Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, são militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

    gb/B

  • Art. 42. Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, são militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

        § 1º Aplicam-se aos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios, além do que vier a ser fixado em lei, as disposições do art. 14, § 8º; do art. 40, § 9º; e do art. 142, §§ 2º e 3º, cabendo a lei estadual específica dispor sobre as matérias do art. 142, § 3º, inciso X, sendo as patentes dos oficiais conferidas pelos respectivos governadores.

        § 2º Aos pensionistas dos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios aplica-se o que for fixado em lei específica do respectivo ente estatal.

        § 3º Aplica-se aos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios o disposto no art. 37, inciso XVI, com prevalência da atividade militar.

  • Esses que dizem " essa foi pra não zerar'' são os primeiros a levar ferro

  • A Constituição Federal preceitua que a segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, sem, contudo, reprimir-se abusiva e inconstitucionalmente a livre manifestação de pensamento, por meio dos seguintes órgãos: polícia federal; polícia rodoviária federal; polícia ferroviária federal; polícias civis; polícias militares e corpos de bombeiros militares; polícias penais federal, estaduais e distrital.   

    Cada órgão possui suas atribuições específicas.

    No que tange à questão, segundo o artigo 42, CF/88, os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, são militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios. 

    Logo, a assertiva correta é a letra B.

     

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA B

  • GABARITO - B

    #MENTORIAPMMINAS

    Siga

    no instagram @pmminas

    Boraaaaa!

  • @Papodrecruta

  • Essas provas da PMPA foram de graça.

  • "Deus capacita os escolhidos"

    #PMMINAS

  • CF - Art. 42 Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, são militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.

  • melzin na pepeta.

    -Alexandre Soares


ID
5119072
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Acerca das disposições relacionadas à Administração Pública, contidas na Constituição do Estado do Pará, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • A) [ERRADO] Decreto do governador do estado poderá criar autarquia e autorizar a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à Portaria do Poder Executivo, nesse último caso, definir as áreas de atuação.

    Art. 21. Somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei complementar, neste último caso, definir as áreas de atuação.

    B) [ERRADO] A criação de subsidiárias de empresa pública, sociedade de economia mista, autarquia ou fundação pública, assim como a participação de qualquer uma delas em empresa privada, dá-se mediante instrumento público perante a Junta Comercial, sem a necessidade de autorização legislativa.

    Art. 21 [...] § 1º – Depende de autorização legislativa, em cada caso, a criação de subsidiárias de empresa pública, sociedade de economia mista, autarquia ou fundação pública, assim como a participação de qualquer uma delas em empresa privada.

    C) [ERRADO] A autonomia gerencial, orçamentária e financeira dos órgãos e das entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato, a ser firmado entre seus administradores e o poder público, que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou a entidade, cabendo à lei dispor a respeito do prazo de duração do contrato, dos controles e critérios de avaliação de desempenho, dos direitos, das obrigações e da responsabilidade dos dirigentes, excluída dessa deliberação legislativa a remuneração do pessoal.

    Art. 21 [...] § 2º - A autonomia gerencial, orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato, a ser firmado entre seus administradores e o poder público, que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade, cabendo à lei dispor sobre: I - o prazo de duração do contrato; II - os controles e critérios de avaliação de desempenho, direitos, obrigações e responsabilidade dos dirigentes; III - a remuneração do pessoal. 

    D) [CERTO] A administração pública direta e indireta, de qualquer dos poderes do estado e dos municípios, obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, eficiência, publicidade e participação popular.

    Art. 20. Literalidade.

    E) [ERRADO] A publicidade dos atos, dos programas, das obras, dos serviços e das campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou de servidores públicos.

    Art. 22. A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos Órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos, sob pena de responsabilidade.

  • A) ( ERRADA ) Decreto do governador do estado poderá criar autarquia e autorizar a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à Portaria do Poder Executivo, nesse último caso, definir as áreas de atuação. ( Art. 21 - SOMENTE por LEI ESPECÍFICA..." ) ( Art. 21 - ...CABENDO À LEI COMPLEMENTAR ..." )

    B) (ERRADA) A criação de subsidiárias de empresa pública, sociedade de economia mista, autarquia ou fundação pública, assim como a participação de qualquer uma delas em empresa privada, dá-se mediante instrumento público perante a Junta Comercial, sem a necessidade de autorização legislativa.

    ( "Art.21 § 1º DEPENDE de AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA...." )

    C) (ERRADO ) A autonomia gerencial, orçamentária e financeira dos órgãos e das entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato, a ser firmado entre seus administradores e o poder público, que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou a entidade, cabendo à lei dispor a respeito do prazo de duração do contrato, dos controles e critérios de avaliação de desempenho, dos direitos, das obrigações e da responsabilidade dos dirigentes, excluída dessa deliberação legislativa a remuneração do pessoal.

    ( "Art.21 § 2º - ...DIPOR SOBRE: I - O PRAZO de DURAÇÃO do CONTRATO; II - OS CONTROLES e CRITÉRIOS de AVALIAÇÃO de DESEMPENHO, DIREITOS, OBRIGAÇÕES e RESPONSABILIDADES dos DIRIGENTES; III - A REMUNERAÇÃO do PESSOAL "

    D) (CERTA ) A administração pública direta e indireta, de qualquer dos poderes do estado e dos municípios, obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, eficiência, publicidade e participação popular.

    CONFORME "( Art. 20 - ..." ) - Letra da lei: Mnêmico: LIMPE PAPO

    E) (ERRADO ) A publicidade dos atos, dos programas, das obras, dos serviços e das campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou de servidores públicos.

    ( Art. 22 - .... DELA NÃO PODENDO CONSTAR nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos, SOB PENA de RESPONSABILIDADE ." )


ID
5119075
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza, pode o presidente da República, tendo ouvido os Conselhos da República e o de Defesa Nacional, decretar

Alternativas
Comentários
  • Você errou! Resposta: C

    Pega um macete :

    ESTADO DE SÍTIO X ESTADO DE DEFESA

    ESTADO DE SÍTIO : O Presidente tem que SOLICITAR AUTORIZAÇÃO ao Congresso Nacional

    ESTADO DE DEFESA: Ouvidos o CONSELHO da República e o de Defesa Nacional

  • ESTADO DE SÍTIO ) SOLICITA precisa de autorização

    ESTADO DE DEFESA) DECRETA não precisa de autorização

    Obs) ouvindo os Conselhos

    Bons estudos !!!

  • O estado de defesa pode ser decretado para garantir em locais restritos e determinados a ordem pública ou a paz social, ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou calamidades naturais de grandes proporções.

    APMBB

  • ESTADO DE DEFESA (30 + 30).

    HIPÓTESES: Preservar ou restabelecer, a ORDEM PÚBLICA OU PAZ SOCIAL ameaçado por grave instabilidade ou atingido por CALAMIDADES DE GRANDE PROPORÇÃO. [Gab. C]

    PRESIDENTE DA REPÚBLICA: DECRETA e depois submete ao CN (dentro de 24h) para aprovar.

    PRAZO DE DURAÇÃO: 30 dias (prorrogável uma única vez por igual período).

    CONGRESSO NACIONAL: DECIDIRÁ, POR MAIORIA ABSOLUTA APROVA, sobre o Estado de defesa (prazo: 10 dias). Se estiver em recesso, sessão extraordinária (prazo para convocação: 5 dias) Conselho da RePública – Pronuncia e Conselho de Defesa NaciOnal – Opina.

    MEDIDAS COERCITIVAS: (RECO TETÉ)

    1) REunião;

    2) Sigilo da COrrespondência;

    3) Sigilo das comunicações TElefônicas e TElegráficas;

    4) Ocupação e uso TEmporário de bens e serviços públicos (União responde).

    ESTADO DE SÍTIO.

    HIPÓTESES:

    I - COMOÇÃO GRAVE REPERCUSSÃO NACIONAL ou INEFICÁCIA DAS MEDIDAS ADOTADAS NO ESTADO DE DEFESA (ñ pode durar mais de 30 dias; não pode ser prorrogado por prazo superior ao já decretado da 1 vez); 

    II - ESTADO DE GUERRA ou RESPOSTA A AGRESSÃO ARMADA ESTRANGEIRA (pode durar o tempo que perdurar a guerra ou agressão estrangeira).

    PRESIDENTE DA REPÚBLICA: primeiro SOLICITA AO CONGRESSO E DEPOIS (SE AUTORIZADO) decreta. Conselho da RePública – Pronuncia e Conselho de Defesa NaciOnal – Opina.

    PRAZO DE DURAÇÃO: o próprio decreto indicará.

    CONGRESSO NACIONAL: AUTORIZA OU NÃO, POR MAIORIA ABSOLUTA. Se estiver em recesso, sessão extraordinária (Presidente do Senado convoca em 5 dias).

    MEDIDAS COERCITIVAS:

    1) Permanência em localidade determinada;

    2) Detenção em edifício não destinado a condenados por crime comum;

    3) Restrições à inviolabilidade da correspondência, sigilo das comunicações, prestação de informação e liberdade de imprensa, radiodifusão e televisão;

    4) Suspensão da liberdade de reunião (CUIDADO, não é restrição);

    5) Busca e apreensão em domicílio;

    6) Intervenção em empresas de serv. públicos;

    7) Requisição de bens.

    PARLAMENTAR: tem direito a se pronunciar, salvo se a mesa da casa legislativa não liberar.

    INTERVENÇÃO FEDERAL.

    1) Presidente da República decreta/executa e remete em 24hs ao CN que aprova.

    (Não há necessidade de submeter o decreto interventivo à apreciação do Congresso seguintes casos:

    - prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial; assegurar a observância dos princípios sensíveis.)

    2) Limitação circunstancial ao Poder de Reforma da CF.

    3) Elemento de Estabilização da CF.

    4) Medida EXCEPCIONAL de SUPRESSÃO TEMPORÁRIA DA AUTONOMIA, fundada em HIPÓTESES TAXATIVAS constantes do texto da Constituição Federal.

    5) Conselho da RePública – Pronuncia e Conselho de Defesa NaciOnal – Opina.

    6) COMPETÊNCIA PARA DECRETAR INTERVENÇÃO: Presidente da República e, por simetria, Governador de Estado.

  •  Resposta: C

    Estado de Sítio - Solicita

    Estado de Defesa - Decreta

  • BIZU

    Tem que DEFENDER o SÍTIO

    Primeiro é instituído o estado de defesa, se após o período determinado as causas que ensejaram a solicitação, daí passamos para a decretação do estado de sítio, que é quando o buraco tá mais em baixo.

  • ESTADO DE DEFESA (30 + 30).

    HIPÓTESES: Preservar ou restabelecer, a ORDEM PÚBLICA OU PAZ SOCIAL ameaçado por grave instabilidade ou atingido por CALAMIDADES DE GRANDE PROPORÇÃO. [Gab. C]

    PRESIDENTE DA REPÚBLICA: DECRETA e depois submete ao CN (dentro de 24h) para aprovar.

    PRAZO DE DURAÇÃO: 30 dias (prorrogável uma única vez por igual período).

    CONGRESSO NACIONAL: DECIDIRÁ, POR MAIORIA ABSOLUTA APROVA, sobre o Estado de defesa (prazo: 10 dias). Se estiver em recesso, sessão extraordinária (prazo para convocação: 5 dias) Conselho da RePública – Pronuncia e Conselho de Defesa NaciOnal – Opina.

    ESTADO DE SÍTIO.

    HIPÓTESES:

    I - COMOÇÃO GRAVE REPERCUSSÃO NACIONAL ou INEFICÁCIA DAS MEDIDAS ADOTADAS NO ESTADO DE DEFESA (ñ pode durar mais de 30 dias; não pode ser prorrogado por prazo superior ao já decretado da 1 vez); 

    II - ESTADO DE GUERRA ou RESPOSTA A AGRESSÃO ARMADA ESTRANGEIRA (pode durar o tempo que perdurar a guerra ou agressão estrangeira).

    PRESIDENTE DA REPÚBLICA: primeiro SOLICITA AO CONGRESSO E DEPOIS (SE AUTORIZADO) decreta. Conselho da RePública – Pronuncia e Conselho de Defesa NaciOnal – Opina.

    PRAZO DE DURAÇÃO: o próprio decreto indicará.

    CONGRESSO NACIONAL: AUTORIZA OU NÃO, POR MAIORIA ABSOLUTA. Se estiver em recesso, sessão extraordinária (Presidente do Senado convoca em 5 dias).

    INTERVENÇÃO FEDERAL.

    1) Presidente da República decreta/executa e remete em 24hs ao CN que aprova.

    (Não há necessidade de submeter o decreto interventivo à apreciação do Congresso seguintes casos:

    - prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial; assegurar a observância dos princípios sensíveis.)

    2) Limitação circunstancial ao Poder de Reforma da CF.

    3) Elemento de Estabilização da CF.

    4) Medida EXCEPCIONAL de SUPRESSÃO TEMPORÁRIA DA AUTONOMIA, fundada em HIPÓTESES TAXATIVAS constantes do texto da Constituição Federal.

    5) Conselho da RePública – Pronuncia e Conselho de Defesa NaciOnal – Opina.

    6) COMPETÊNCIA PARA DECRETAR INTERVENÇÃO: Presidente da República e, por simetria, Governador de Estado.

  • Trata-se de questão sobre defesa do Estado e das instituições democráticas.

    Para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza, pode o presidente da República, tendo ouvido os Conselhos da República e o de Defesa Nacional, decretar

    Segundo o art. 136 da CRFB, o Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

    Portanto, correta a letra C.

     

    GABARITO DO PROFESSOR: letra C.

  • Gab: C

    Primeiramente, não há intervenção Federal em Município situado em um Estado. Somente pode ser decretada intervenção federal em Municípios localizados em Territórios Federais. A intervenção em Município situado em um Estado é caso de intervenção estadual.

    Estado de Sítio só nos casos + graves. Vejamos:

    -> ESTADO DE SÍTIO:

    Art. 137. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar o estado de sítio nos casos de:

    I - comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa; (ESTADO DE SÍTIO SIMPLES)

    II - declaração de estado de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira. (ESTADO DE SÍTIO QUALIFICADO)

    Bons estudos.

    Já o Estado de Defesa se dá nos seguintes casos:

    -> ESTADO DE DEFESA:

    Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

    Bons estudos.

  • Caso você, concurseiro lascado, queira ir ao SÍTIO da sua família passar um fim de semana com seus cadernos e resumos, você tem que SOLICITAR AUTORIZAÇÃO para o CONGRESSO familiar !

    Pronto, agora você não erra nunca mais !

    ESTADO DE SÍTIO = SOLICITAR AUTORIZAÇÃO ao CONGRESSO NACIONAL

  • @Papodrecruta

  • Estado de Sítio - Solicita

    Estado de Defesa - Decreta

  • Em 26/10/21 às 13:57, você respondeu a opção A.! Você errou!

    Em 15/07/21 às 20:19, você respondeu a opção A.! Você errou!

    --..--

  • Estado de Sítio - Casos de Comoção grave e Guerra ou resposta armada....

    Estado de Defesa - Restabelecer a ordem pública, calamidades e etc...

  • É SÓ LEMBRAR DA INTERVENÇÃO DO EXÉRCITO EM ALGUNS ESTADOS .

  • Estado de defesa: decreta

    Estado de sítio: solicita


ID
5119078
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Conforme a Constituição do Estado do Pará, a segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, por meio da polícia civil, da polícia militar e do corpo de bombeiros militar, os quais são subordinados à (ao)

Alternativas
Comentários
  • [Gab. E]

    CF - Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos: I - polícia federal; II - polícia rodoviária federal; III - polícia ferroviária federal; IV - polícias civis; V - polícias militares e corpos de bombeiros militares. VI - polícias penais federal, estaduais e distrital.  

    [...] § 6º As polícias militares e os corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva do Exército subordinam-se, juntamente com as polícias civis e as polícias penais estaduais e distrital, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios. 

    Constituição do Estado do Pará

    Art. 193. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos, subordinados ao Governador do Estado: I - Polícia Civil; II - Polícia Militar; III - Corpo de Bombeiros Militar.

    Art. 198. A Polícia Militar é instituição permanente, força auxiliar e reserva do Exército, organizada com base na hierarquia e disciplina militares, subordinando-se ao Governador do Estado e competindo-lhe, dentre outras atribuições prevista em lei.

    Art. 200. O Corpo de Bombeiros Militar é instituição permanente, força auxiliar e reserva do Exército, organizado com base na hierarquia e disciplina militares, subordinando-se ao Governador do Estado e competindo-lhe, dentre outras atribuições previstas em lei, executar.

  • Art. 193. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos, subordinados ao Governador do Estado:

    I - polícia civil

    II - polícia militar

    III - corpo de bombeiros Militar

    #PMPA2021

  • LETRA DA LEI CONFORME Art. 193 da CONSTITUIÇÃO ESTADUAL do PARÁ

  • PQP kkkkkk


ID
5119081
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Agentes políticos são

Alternativas
Comentários
  • Dentro desta categoria estariam: o Presidente da República, os Governadores, os Prefeitos e auxiliares diretos; os membros do Poder Judiciário; os do Ministério Público; dos Tribunais de Contas e os representantes diplomáticos.
  • [Gab. A]

    AGENTES POLÍTICOS: São detentores de mandato por meio de eleição, nomeação ou designação. Ocupantes de altos cargos da Admistração Pública. São os dirigentes governamentais, e aqueles que orientam, criam diretrizes e supervisionam os Governos. Exercem funções e mandatos temporários, não são funcionários nem servidores públicos, exceto para fins penais. (Presidente da República, os Governadores, os Prefeitos e auxiliares diretos; os membros do Poder Judiciário; os do Ministério Público; dos Tribunais de Contas e os representantes diplomáticos, etc.)

    OBS: serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória.

  • AGENTES POLÍTICOS: são as pessoas que exercem função política. Para maioria da Doutrina, três pessoas enquadrariam aqui dentro:

    a) Chefes do poder executivo;

    b) Ministros de estado/secretários de estado/secretários municipais;

    c) Membros do poder legislativo.

    *** Há alguns autores que trazem uma lista maior dos agentes políticos. Então ainda incluem:

    d) Magistrados

    e) Membros do Ministério Público 

  • Agentes Políticos: exercem um munus público de alta direção, aqueles que desempenham função política, incluindo Chefes do Poder Executivo e seus Auxiliares (secretários e ministros), Chefes do Poder Legislativo (Deputados, senadores e Vereadores), possuem um cargo por meio de eleições, desempenhando MANDATOS. Possuem independência administrativa. Como regra, não se submetem a hierarquia (salvo os Auxiliares: ministros e secretários)

    -Doutrina Minoritária: membros do Judiciário e do Ministério Público, e Carreira Diplomática

    -Tribunais de Contas: para o STF são considerados Agentes Administrativos e não políticos, submetendo a SV 13.

    GAB :"A"

  • O erro dessa questão é só "procuradores" sabendo que eles não são agentes políticos dá pra matar

  • Segundo Hely Lopes Meireles, são considerados Agentes Políticos:

    Chefes do Poder Executivo: Presidente, Governadores e Prefeitos.

    Auxiliares imediatos do Chefe do Poder Executivo: Ministros e Secretários.

    Membros das corporações Legislativas: Senadores, Deputados e vereadores.

    Membros do Poder Judiciário: Magistrado, Procuradores e Promotores (corrente minoritária).

    Membro do Tribunal de Contas: Ministros e Conselheiros.

    Representantes Diplomáticos

  • A questão demanda conhecimento acerca dos agentes políticos. Agentes políticos são aqueles que ocupam os mais altos cargos da Administração Pública, tais como os cargos de Presidente da República, Governador, Prefeito, Senadores, Deputados, Vereadores, Ministros de Estado.


    É controverso na doutrina quais agentes públicos são considerados agentes políticos. Assim, para Celso Antônio Bandeira de Mello, só aqueles que têm vínculo político e não técnico com a Administração Pública, como Presidente da República, Governadores, Prefeitos, Parlamentares e Ministros de Estado, são agentes políticos. Afirma o autor que:


    Agentes políticos são os titulares dos cargos estruturais à organização política do País, ou seja, ocupantes dos que integram o arcabouço constitucional do Estado, o esquema fundamental do Poder. Daí que se constituem nos formadores da vontade superior do Estado. São agentes políticos apenas o Presidente da República, os Governadores, Prefeitos e respectivos vices, os auxiliares imediatos dos Chefes de Executivo, isto é, Ministros e Secretários das diversas Pastas, bem como os Senadores, Deputados federais e estaduais e os Vereadores.

    O vínculo que tais agentes entretêm com o Estado não é de natureza profissional, mas de natureza política. Exercem um múnus público. Vale dizer, o que os qualifica para o exercício das correspondentes funções não é a habilitação profissional, a aptidão técnica, mas a qualidade de cidadãos, membros da civitas e, por isto, candidatos possíveis à condução dos destinos da Sociedade. (MELLO, C. A. B. Curso de Direito Administrativo. 27ª ed. São Paulo: Malheiros, 2010, p. 248).


    Há quem entenda, todavia, que também membros da magistratura e do Ministério Público são agentes políticos. Nesse sentido, afirma Hely Lopes Meirelles que: 


    Todos os cargos vitalícios são ocupados por agentes políticos, porém estes também ocupam cargos em comissão, como os Ministros de Estado. Normalmente deverão ser regidos pelo regime estatutário, contudo, alguns estão obrigatoriamente submetidos a um regime estatutário de natureza peculiar, a exemplo da Magistratura e do Ministério Público. (MEIRELLES, H. L. Direito Administrativo Brasileiro. 42ª ed. São Paulo: Malheiros, 2015, p. 518).


    A questão, como veremos, adota esse segundo entendimento doutrinário. A questão requer que seja indicada alternativa que mencione apenas agentes políticos.


    Vejamos as alternativas da questão:

    A) membros do Ministério Público, os prefeitos e os magistrados.

    Correta. Os Prefeitos são agentes políticos, dado que exercem o cargo mais alto da Administração Pública Municipal e são agentes eleitos que mantém vínculo de natureza política com a Administração Pública. Embora seja controverso na doutrina, alguns autores, como Hely Lopes Meirelles, defendem que membros do Ministério Público e magistrados também são agentes políticos.


    B) governadores dos estados, os deputados federais e os procuradores dos estados. 

    Incorreta. Governadores dos Estados e Deputados Federais são agentes políticos, mas Procuradores dos Estados são servidores públicos, não são agentes políticos.


    C) procuradores dos estados, os membros do Ministério Público e os magistrados.

    Incorreta. Como vimos, alguns autores entendem que membros do Ministério Público e Magistrados são agentes políticos, mas nenhuma corrente doutrinária defende que Procuradores dos Estados são agentes políticos.


    D) procuradores federais, os procuradores dos estados e os magistrados. 

    Incorreta. Procuradores Federais e Procuradores dos Estados não são agentes políticos.


    E) magistrados, os membros do Ministério Público e os procuradores federais.

    Incorreta. Procuradores federais não são agentes políticos.




    Gabarito do professor: A. 

  • QUEM SÃO OS AGENTES POLÍTICOS?

    CHEFES DO PODER EXECUTIVO E SEUS AUXILIARES COMO, POR EXEMPLO, OS MINISTROS E SECRETÁRIOS DE ESTADO.

    OS MAGISTRADOS

    MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO.

  • Já vai no material de vocês de Direito Adm. e coloca maiúsculo, negrito, em vermelho com marca texto:

    BIZU: PROCURADORES NÃO SÃO AGENTES POLÍTICOS !

    Só com isso, ja teria a resposta da questão.

    Agradece no like hehehe

  • EXPLANAÇÃO APROFUNDADA DO TEMA:

    Agentes políticos.

    Quem são?

    Para Hely Lopes Meirelles: chefes do Executivo, os membros do Legislativo e, até mesmo, membros do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Tribunais de Contas. (ESSE TAMBÉM É O ENTEDIMENTO DO STF).

    Para Celso Antônio Bandeira de Mello: Chefes de Executivo (Presidente da República, Governadores e Prefeitos) e seus auxiliares imediatos (Ministros de Estado, Secretários estaduais e municipais); membros do Poder Legislativo (Senadores, Deputados e Vereadores).

    Parte difícil, como acertar?

    Bom, se sua banca é a Cebraspe leve o entendimento do Hey Lopes Meirelles, apesar de não ser uma ciência exata. Como assim? vejamos

    Questão do ano de 2012.

    -São exemplos de agentes políticos os chefes do Executivo, os membros do Poder Legislativo e os membros do Poder Judiciário. (ERRADA).

    Questão ano 2013.

    Os magistrados, agentes políticos investidos para o exercício de atribuições constitucionais, têm plena liberdade funcional no desempenho de suas funções, bem como prerrogativas próprias e legislações específicas (CERTO).

    Qustão ano 2015.

    Os membros da magistratura são agentes políticos que possuem com o Estado vínculo de natureza estatutária. (CERTO)

    Recentemente a cebraspe está utilizando o entendimento do Hey lopes(Membros da magistratura são agentes políticos), mas como disse não é uma ciência exatas, uma vez que estamos falando da banca cebraspe.

    E as demais bancas, analise como sua banca trabalha, mas a maioria leva o entendimento do Hey lopes.

    BANCA IADES 2021 - PMPA ADT.

    Agentes políticos são: Membros do Ministério Público, os prefeitos e os magistrados. (C)

    QUADRIX 2021

    O presidente da República, os senadores e os deputados federais são considerados como agentes políticos, enquanto os membros do Poder Judiciário e do Ministério Público são considerados como servidores públicos estatutários. (E)

    AOCP 2018

    No tocante à classificação dos agentes públicos, segundo jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, os membros da Magistratura enquadram-se na espécie agentes políticos (C)

    Força e Honra!


ID
5119084
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Assinale a alternativa que apresenta as faculdades implícitas do poder hierárquico.

Alternativas
Comentários
  • Letra C

    • (...) Do poder hierárquico decorrem faculdades implícitas para o superior, tais como a de dar ordens e fiscalizar o seu cumprimento, a de delegar e avocar atribuições, e a de rever os atos dos inferiores (...)

    HELY LOPES MEIRELLES (Direito Administrativo Brasileiro, RT, 15ª edição, p. 100/101):

  • ERREI POR ACHAR QUE ESSAS FACULDADES ERAM EXPLÍCITAS.

  • Galera não pode AVOCAR(chamar para si) atribuições do superior hierárquico

    O correto é o superior hierárquico DELEGAR(dar) suas atribuições para um subordinado OU AVOCAR as atribuições do subordinado para si.

    LEMBRANDO QUE SÃO INDELEGÁVEIS

    CE-> Competência Exclusiva.

    NO-> atos NOrmativo

    RA-> Recursos Administrativos

  • PODE HIERARQUICO - F.O.D.A.

    -Fiscaliza

    -Organiza

    -Delega

    -Avoca

    Gab: "C"

  • #PMGO 2021

  • DO PODER HIERÁRQUICO DECORRE:

    A

    Dar ordens, receber ordens e rever atos dos inferiores hierárquicos.

    B

    Fiscalizar, avocar função dada a um superior hierárquico e dar ordens.

    C

    Dar ordens, delegar atribuições dentro da legalidade e rever atos dos inferiores hierárquicos.

    D

    Rever atos dos inferiores hierárquicos, avocar função dada a um superior hierárquico e delegar atribuições dentro da legalidade.

    E

    Delegar atribuições dentro da legalidade e avocar função dada a um superior hierárquico.

  • Fico imaginando um Soldado dizendo ao seu superior que hoje ele quem manda nessa bagaça, kkkkkkkk

    Impossível um agente de plano inferior avocar uma atribuição de superior.

    HD (Hierarquia e Disciplina)

    "Força e Honra."

  • PM-PA2021

  • A questão demanda conhecimento acerca dos poderes administrativos, tratando, especificamente do poder hierárquico.


    Cabe à Administração Pública atender ao interesse público. Para tanto, a Administração goza de algumas prerrogativas ou poderes, dentre esses poderes, está o poder hierárquico.


    A organização da Administração Pública é fundada em dois critérios: a divisão de competências e a hierarquia. A divisão de competências corresponde à divisão de atribuições entre agentes públicos e a hierarquia pressupõe o escalonamento hierárquico entre órgãos e autoridades administrativas.


    Com efeito, as atribuições da Administração Pública são complexas e, por esse motivo, são distribuídas por meio da divisão de competências. Além disso, para que não haja conflitos e os órgãos atuam de forma harmonizada são organizados em uma estrutura hierarquizada em que órgãos e autoridades de hierarquia inferior são subordinados a órgãos e autoridade de hierarquia superior.


    O poder hierárquico é o poder exercido pelo agente público de hierarquia superior com relação a aqueles que lhe são subordinados.


    O poder hierárquico envolve as seguintes faculdades: i) a faculdade de dar ordens aos subordinados; ii) a faculdade de fiscalizar os atos dos subordinados; iii) a faculdade de rever os atos de subordinados; iv) a faculdade de delegar competências ao subordinado na forma da lei; v) a faculdade de avocar competências do subordinado.



    Feitas essas considerações, vejamos as alternativas da questão:


    A) Dar ordens, receber ordens e rever atos dos inferiores hierárquicos.

    Incorreta. Os superiores hierárquicos dão ordens e podem rever atos dos seus subordinados, mas não recebem ordens de inferiores hierárquicos.


    B) Fiscalizar, avocar função dada a um superior hierárquico e dar ordens.

    Incorreta. São faculdades do poder hierárquico fiscalizar atos, dar ordens e avocar funções de seus subordinados. Não é possível, contudo, que subordinado avoque função dada a um superior hierárquico.


    C) Dar ordens, delegar atribuições dentro da legalidade e rever atos dos inferiores hierárquicos.

    Correta. São faculdades decorrentes do poder hierárquico: dar ordens, delegar atribuições nos termos da lei e rever atos dos inferiores hierárquicos.


    D) Rever atos dos inferiores hierárquicos, avocar função dada a um superior hierárquico e delegar atribuições dentro da legalidade.

    Incorreta. Não é possível ao subordinado avocar função dada a superior hierárquico. O que é possível é o superior hierárquico avocar funções de órgãos ou autoridades a ele subordinados.


    E) Delegar atribuições dentro da legalidade e avocar função dada a um superior hierárquico.

    Incorreta. Não é possível ao subordinado avocar função dada a um superior hierárquico.




    Gabarito do professor: C. 

  • 1 O PODER HIERÁRQUICO É F.O.D.A

    FISCALIZA - ORDENA - DELEGA - AVOCA

    > Delegação -> feita para baixo.

    Avocação -> feita para cima.

    > DELEGAÇÃO > EU PASSO AS ATRIBUIÇÕES P/ MEU SUBORDINADO 

     

    > AVOCAÇÃO > EU PEGO AQUELA ATRIBUIÇÃO  DO MEU SUBORDINADO E REALIZO ( CHAMO PRA MIM A RESPONSABILIDADE 

     

     

    > Lembrando que a competência é irrenunciável, todavia comporta delegação e avocação...

     

  • O poder hierárquico envolve as seguintes faculdades:

    i) a faculdade de dar ordens aos subordinados; ii) a faculdade de fiscalizar os atos dos subordinados;

    iii) a faculdade de rever os atos de subordinados; iv) a faculdade de delegar competências ao subordinado na forma da lei;

    v) a faculdade de avocar competências do subordinado.

  • Coloquei D errei.
  • A) Dar ordens, (DAR) receber ordens e rever atos dos inferiores hierárquicos.

    B) Fiscalizar, avocar função dada a um (INFERIOR) superior hierárquico e dar ordens.

    C) Dar ordens, delegar atribuições dentro da legalidade e rever atos dos inferiores hierárquicos.

    D) Rever atos dos inferiores hierárquicos, avocar função dada a um (INFERIOR) superior hierárquico e delegar atribuições dentro da legalidade.

    E) Delegar atribuições dentro da legalidade e avocar função dada a um (INFERIOR) superior hierárquico.

  • Em 25/01/22 às 00:17, você respondeu a opção C.

    Você acertou!

    Em 25/11/21 às 18:51, você respondeu a opção D.

    !

    Você errou!


ID
5119087
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Revogação é a supressão de um ato administrativo

Alternativas
Comentários
  • Legítimo - está em conformidade com a Constituição/demais leis;

    Eficaz - materialização do ato, de fato, já produz efeitos.

    Revogar: reavaliar o mérito, não há vício de legalidade.

    O ato já produziu efeitos, é legal, mas, por ser discricionário, pode ser reavaliado pela administração com base no juízo de oportunidade e conveniência. Produz efeitos ex-nunc, ou seja, dali em diante.

  • Letra A

    REVOGAÇÃO

    • É a retirada (supressão) de um ato administrativo válido, legítimo (em conformidade com a lei) e eficaz (já produziu efeitos), por razões de conveniência e oportunidade
  • É isso mesmo, quando se fala em revogação, o ato já presume-se legal.

    Daria para excluir as 4 alternativas. B C D E.

    Em 30/03/21 às 13:40, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!

    Em 29/03/21 às 19:16, você respondeu a opção C.

    !

    Você errou!

  • **REVOGAÇÃO: Somente ocorrem em atos Discricionários (não existe revogação de atos vinculados). Eficácia Ex Nunc, devido à conveniência e oportunidade (questão de mérito), devendo respeitar o direito adquirido. Expedição de um Ato Revocatório feito somente pela Administração (judiciário e legislativo revogam seus próprios atos na função atípica).

    *Não Permitem Revogação: direito adquirido / Vinculados / Enunciativos / Preclusos / Exauridos / Declaratórios

    Obs: a revogação deverá ser motivada. A mera alegação de interesse público não é suficiente para revogar (anula)

    Obs: antes da revogação o ato é válido, nesse sentido conserva seus efeitos até a data da revogação (efeito EX NUNC)

    Obs: a Anulação da revogação poderá ser feita na esfera Administrativa e Judicial (não é possível revogar anulação)

    Obs: não existe prazo decadencial para revogar atos (o prazo é para a anulação), podendo ser feito a qualquer tempo.

    .

    .

    GAB: "A"

    • REVOGAÇÃO - válido, legítimo, eficaz, motivo de oportunidade e conveniência.
    • ANULAÇÃO = ilegal
    • CASSAÇÃO = beneficiado deixa de cumprir requisitos, atos deferido.
    • CONVALIDAÇÃO = correção vício "defeito no FOCO(forma e competência)
    • CADUCIDADE = extinção do ato, lei superveniente, impede manutenção ato.
  • Atos Normativos: comandos gerais e abstratos para aplicação da lei.

    • Ex. Decretos e regulamentos, instruções normativas, regimentos, resoluções, deliberações.

    Atos Ordinatórios: disciplinam órgãos e agentes públicos.

    • Ex. Instruções, circulares, avisos, portarias, ordens de serviço, ofícios, despachos.

    Atos Negociais: vontade da Administração em concordância com particulares.

    • Ex. Licença, autorização, permissão, aprovação, admissão, visto, homologação, dispensa, renúncia, protocolo administrativo.

    Atos Enunciativos: certificam ou atestam uma situação existente.

    • Ex. Certidões, atestados, pareceres técnicos, pareceres normativos, apostilas.

    Atos Punitivos: aplicam sanções a agentes e particulares.

    • Ex. Multa, interdição de atividade, destruição de coisas.

    Fonte:https://nathymendes.jusbrasil.com.br/noticias/316065016/resumo-atos-administrativos#:~:text=Atos%20punitivos%20internos%3A%20advert%C3%AAncia%2C%20suspens%C3%A3o,%C3%B3rg%C3%A3os%20colegiados%20ou%20corpora%C3%A7%C3%B5es%20legislativas).

  • https://www.youtube.com/watch?v=M2uV_NUpX_s

    Aula completa Thalius morales sobre o assunto.

    MELHOR PROFESSOR DE ADM.

  • A questão trata da revogação dos atos administrativos. Revogação é uma forma de extinção do ato administrativo. Na revogação, o ato não possui vícios, não é vinculado e produz efeitos, mas a Administração extingue o ato por motivos de conveniência e oportunidade sempre tendo em vista o interesse público.


    Hely Lopes Meirelles, afirma que “revogação é a supressão de um ato discricionário legítimo e eficaz, realizada pela Administração - e somente por ela - por não mais lhe convir sua existência. Toda revogação pressupõe, portanto, um ato legal e perfeito, mas inconveniente ao interesse público. Se o ato for ilegal ou ilegítimo não ensejará revogação mas, sim, anulação. (MEIRELLES, H. L. Direito Administrativo Brasileiro. 42ª ed. São Paulo: Malheiros, 2015, p. 227).


    A revogação não pode ser confundida com a anulação ou invalidação do ato administrativo. A anulação ou invalidação ocorre quando o ato administrativo é extinto pela Administração por conter algum vício de constitucionalidade ou legalidade. A revogação é a extinção de ato válido, legítimo e eficaz por motivo de conveniência e oportunidade.


    Tanto na revogação quanto na anulação de atos administrativos são fundamentadas no princípio ou poder de autotutela da Administração Pública que é o poder da Administração de revogar seus próprios atos quando inoportunos e o poder-dever de anular seus próprios atos quando ilegais. Dos atos administrativos válidos, legítimos e eficazes decorrem direitos. Por isso, ao revogar seus atos, a Administração Pública deve respeitar direitos adquiridos.


    Sobre o tema, merece menção a Súmula 473 do STF que dispõe o seguinte:

    A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.



    Ao observar as alternativas da questão tanto a alternativas A quanto a alternativa C parecem ser respostas possíveis, dado que atos legais e constitucionais também podem ser objeto de revogação. No entanto, a melhor resposta é a alternativa A, dado que corresponde a definição de revogação adotada na doutrina.


    Além disso, atos legais e constitucionais podem ser irrevogáveis. De acordo com José dos Santos Carvalhos Filho:

    São insuscetíveis, pois, de revogação:

    1. os atos que exauriram os seus efeitos (exemplo: um ato que deferiu férias ao servidor; se este já gozou as férias, o ato de deferimento já exauriu os seus efeitos);

    2. os atos vinculados, porque em relação a estes o administrador não tem liberdade de atuação (exemplo: um ato de licença para exercer profissão regulamentada em lei não pode ser retirado do mundo jurídico por nenhum critério administrativo escolhido pela Administração);

     3. os atos que geram direitos adquiridos, garantidos por preceito constitucional (art. 5º, XXXVI, CF) (exemplo: o ato de conceder aposentadoria ao servidor, depois de ter este preenchido o lapso temporal para a fruição do benefício);

    4. os atos integrativos de um procedimento administrativo, pela simples razão de que se opera a preclusão do ato anterior pela prática do ato sucessivo (exemplo: não pode ser revogado o ato de adjudicação na licitação quando já celebrado o respectivo contrato);

    5. os denominados meros atos administrativos, como os pareceres, certidões e atestados. (CARVALHO FILHO. J. S. Manual de Direito Administrativo. 28ª ed. São Paulo: Atlas, 2015, p. 171)


    Verificamos, então, que, de acordo com Hely Lopes Meirelles, revogação é a supressão de ato administrativo legítimo e eficaz. Sendo assim, a alternativa correta a alternativa A.





    Gabarito do professor: A. 

  • *REVOGAÇÃO - válido, legítimo, eficaz, motivo de oportunidade e conveniência.

    *ANULAÇÃO = ilegal

    *CASSAÇÃO = beneficiado deixa de cumprir requisitos, atos deferido.

    *CONVALIDAÇÃO = correção vício "defeito no FOCO(forma e competência)

    *CADUCIDADE = extinção do ato, lei superveniente, impede manutenção ato.

  • GABARITO - A

    A revogação - Recai sobre atos Legais - Efeitos: Ex- Nunc

    A anulação - Recai sobre atos Ilegais - Efeitos: Ex- Tunc

    A convalidação - Recai sobre atos Ilegais de efeitos sanáveis - Efeitos: Ex- Tunc

    Bons estudos!

  • EXTINÇÃO

    -> Anulação= é o desfazimento do ato administrativo em virtude de ilegalidade -> efeitos retroativos (ex tunc, desde a origem).

    -> Revogação= supressão do ato adm. válido e discricionário por motivo de conveniência e oportunidade. -> efeitos ex nunc, a partir de agora, não retroage. A revogação só pode ser realizada pela mesma autoridade que praticou o primeiro ato. É vedado ao Judiciário revogar ato praticado por outro Poder (só pode revogar os praticados por ele mesmo).

    A Administração Pública não pode revogar os atos: (VC PODE DA)

    V – Vinculados; 

    C – Consumados;

    PO - Procedimento administrativo;

    DE - Declaratório/Enunciativos; 

    - Direitos Adquiridos.

    QP: São irrevogáveis os atos administrativos que, instituídos por lei, confiram direito adquirido. GAB: C

               Existem dois tipos de revogação:

    1.     ab-rogação: consiste na revogação total do ato (extingue apenas os efeitos próprios do ato administrativo)

    2.     derrogação: é a revogação parcial do ato.

     

    Efeitos do ato administrativo: Os efeitos próprios são aqueles almejados quando da edição do ato; ao passo que os impróprios são aqueles reflexos, não desejados, mas que não puderam ser contidos, são consequências.

     

    -> Cassação= desfaz ato adm. válido em virtude de descumprimento pelo beneficiário das condições que deveria manter.

    -> Caducidade= é a retirada do ato administrativo por ter sobrevindo norma superior que torna incompatível a manutenção do ato. O ato estava de acordo com a lei, mas sobreveio uma nova e ele ficou incompatível. (Não se pode confundir esta caducidade com a caducidade da concessão do serviço público, que nada mais é do que a extinção da concessão por inadimplência do concessionário.)

    -> Convalidação= consiste na faculdade que a administração tem de corrigir e regularizar os vícios sanáveis dos atos administrativos. Efeitos ex tunc (retroativos), abrange atos discricionários e os vinculados. São dois tipos de vícios sanáveis: forma (desde que não seja essencial) e competência (desde que não exclusiva) BIZU: FOCO NA CONVALIDAÇÃO. A ratificação e a confirmação podem ser consideradas espécies de convalidação. ratificação: Se a autoridade que convalida o ato é a mesma que o praticou. Confirmação: será feita por autoridade superior do ato.

    Espécies de Convalidação:

    Ratificação >> Correção da Competência ou Forma se não for Competência exclusiva ou em relação à matéria ou desde q a Forma não for essencial à validade do ato.

    Reforma >> retira a parte ilegal e mantém a legal

    Conversão >> retira a inválida e acrescenta uma outra válida.

    Bons estudos.

     

    • REVOGAÇÃO - válido, legítimo, eficaz, motivo de oportunidade e conveniência.

    • ANULAÇÃO = ilegal

    • CASSAÇÃO = beneficiado deixa de cumprir requisitos, atos deferido.

    • CONVALIDAÇÃO = correção vício "defeito no FOCO(forma e competência)

    • CADUCIDADE = extinção do ato, lei superveniente, impede manutenção ato.

  • marquei a B, acertei ao contrário ;p

  • Eu sei que a alternativa A está correta, mas porque a C não está?

  • Não entendi esse eficaz, pois ele é revogado por motivo de oportunidade e conveniência, ou seja, ele não é mais oportuno ou conveniente, se ele é eficaz, não há o porque dele ser anulado!!!, Pois ele sendo eficaz, ele não estaria contra o controle de mérito (oportunidade e conveniência).

    Isso é claro, usando a lógica, mas vai saber oque se passa na mente da banca.

  • O único motivo que me faz pensar que a LETRA C não possa estar correta é o fato que ato pode ser constitucional, mas não eficaz.

  • Ato é legítimo e eficaz, porém importuno naquele momento


ID
5119090
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O poder da Administração de anular os próprios atos deriva da

Alternativas
Comentários
  • Letra D

    PRINCÍPIO DA AUTOTUTELA:

    • Poder de a Administração Pública controlar os seus próprios atos, retirando-os do mundo jurídico quando necessário, para conferir regularidade às suas condutas
  • O PRINCÍPIO DA AUTOTUTELA ESTABELE QUE A ADM. PÚB. POSSUI O DEVER DE CONTROLAR OS SEUS PRÓPRIOS ATOS, ANULANDO-OS QUANDO ILEGAIS OU REVOGANDO-OS QUANDO INCONVENIENTES OU INOPORTUNOS.

    DESSA FORMA A ADM NÃO PRECISA RECORRER AO PODER JUDICIÁRIO PARA CORRIGIR SEUS ATOS, PODENDO FAZÊ-LO DIRETAMENTE.

  • [Geb. D] AUTOTUTELA: a Administração Pública exerce controle sobre seus próprios atos, tendo a possibilidade de ANULAR os ilegais e de REVOGAR os inoportunos. Isso ocorre, pois a Administração está vinculada à lei, podendo exercer o controle da legalidade de seus atos.

    Súmula 346 STF: "a administração pública pode declarar a nulidade dos seus próprios atos".

    Súmula 473 STF: "a administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial".

  • #PMGO 2021

  • Vem assim, prova masculina, só para eu testar um negócio

  • Vem assim prova masculina , quero testar uma coisa kkkkkkk

  • A questão trata do poder da Administração Pública de anular seus próprios atos. O poder da Administração Pública de anular é o poder ou princípio da autotutela.


    A princípio da autotutela está diretamente relacionado com o princípio da legalidade. Na medida em que cabe à Administração Pública atuar na forma da lei, cabe também à Administração anular seus atos quando ilegais. Além disso, em decorrência da autotutela pode Administração Pública revogar seus atos, quando inconvenientes ou inoportunos, respeitados os direitos adquiridos.


    Sobre a autotutela, afirma Maria Sylvia Zanella Di Pietro que “pela autotutela o controle [da Administração] se exerce sobre os próprios atos, com a possibilidade de anular ou convalidar os ilegais e revogar os inconvenientes ou inoportunos, independentemente de recurso ao Poder Judiciário".(DI PIETRO, M. S. Z. Direito Administrativo. 32ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019, p. 222)


    O princípio ou poder de autotutela foi consagrado pelo Supremo Tribunal Federal na Súmula 473 da Corte que preceitua o seguinte:

    A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.



    Verificamos, então, que o poder da Administração Pública de anular seus próprios atos deriva da autotutela, logo, a alternativa correta é a alternativa D.



    Gabarito do professor: D. 

  • AUTOTUTELA: a Administração Pública exerce controle sobre seus próprios atos, tendo a possibilidade de ANULAR os ilegais e de REVOGAR os inoportunos. Isso ocorre, pois a Administração está vinculada à lei, podendo exercer o controle da legalidade de seus atos.

    Súmula 346 STF: "a administração pública pode declarar a nulidade dos seus próprios atos".

    Súmula 473 STF: "a administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial".

  • O princípio da autotutela estabelece que a Administração pública deve controlar seus próprios atos. Anulados quando ilegais e revogando quando incovenientes ou inoportunos.
  • Autotutela - Interno

    Controle da administração sobre seus atos.

    Súmula 473 STF: "a administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial".

    Tutela - Controle da direta sobre a indireta ( Não há hierarquia , mas vinculação )

    ex: Controle exercido sobre os atos de uma Autarquia.

  • me lembrei do concelho tutelar, por conta que menos de idade não são punidos os de maior idade
  • REVOGAR QUANDO INOPORTUNOS E ANULAR QUANDO EIVADOS DE VÍCIOS INSANÁVEIS, POIS QUANDO SANÁVEIS (forma,competência) CABERÁ A CONVALIDAÇÃO.

    BÔNUS: A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.


ID
5119093
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que diz respeito ao tempo do crime, é correto afirmar que o Código Penal brasileiro adotou, expressamente, como regra, em sua parte geral, a denominada teoria

Alternativas
Comentários
  • Tudo bem Allan?
  • Ainda não... minha programação... a partir de julho começo a competir.... por enquanto, somente treino...
  • Vc fez algum deles?
  • Lembre-se que seremos colegas de profissão!!!!! Precisamos compartilhar dicas... se houver interesse, segue meu whatsapp: 84-9200-0948. Abs...
  • Fala prof! Tb quero dar aula, um dia, com certeza!!! Fiz todos! Tamo chegando perto. Não podemos desistir. Desistir jamais!!! Montei um zap de estudos para magistratura. Vou te add lá! Se não corresponder ou tumultuar seu celular demais, fique à vontade para sair. Tranquilo. Temos um material no dropbox tb. Mande seu email no grupo para adicionarmos para que vc tenha cesso. Forte abraço amigo!
  • Obrigado, amigo!!!
  • Obrigado, amigo!!!
  • Pega o macete:

    LU TA

    LU - Lugar Ubiquidade

    TA- Tempo Atividade

  • Tempo do crime

            Art. 4º - Considera-se praticado o crime no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado.

    Para quem não é assinante: Gabarito letra C

  • E UMA "LUTA" ESTUDAR PARA PM-TO.

  • LETRA C

    TEMPO E LUGAR DO CRIME

    1} Aplicação da Lei Penal no Tempo à Teoria da Atividade / Ação:

    Considera o crime praticado no momento que o agente pratica a conduta (ação ou omissão).

    2} Aplicação da Lei Penal no Espaço à Teoria da Ubiquidade / Mista:

    Considera o crime praticado no lugar da conduta, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado.

    > Considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado". Aplica-se, com efeito, a teoria da ubiquidade ou teoria mista, segundo a qual o lugar do crime tanto pode ser onde ocorreu a conduta omissiva ou ativa, no todo ou em parte, ou onde o resultado se consumou ou deveria se consumar.

    [...]

    ________

    Bons Estudos!

  • Seguimos na LUTA: LUGAR - UBIQUIDADE / TEMPO - ATIVIDADE

    Rumo a PM-GO / PC-GO

    @concurseiro_ostensivo

  • Tempo do crime

            Art. 4º - Considera-se praticado o crime no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado.

    EX: tentativa de homicídio dia 29/04/2021, mas a vítima só morreu dia 29/05/2021. Qual o tempo do crime? o dia 29/04/2021 que era o momento da ação; pois, segundo a teoria da atividade pouco importa o momento do resultado.

  • GAB C

    TEMPO DO CRIME= ATIVIDADE

    LUGAR DO CRIME= UBIQUIDADE

  • Tempo > aTividade

    Lugar > Ubiquidade

    Achei essa memorização bem melhor, mas toda dica é valida.

    GAB : C

  • BORA BORA #PMGO 2021

  • GABARITO - C

    Tempo - Atividade

    Lugar - Ubiquidade

    Tempo do crime

            Art. 4º - Considera-se praticado o crime no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado.

    -------------------------------------------

    Ex: Assim, se ‘A’, com inequívoco animus necandi(intento de matar), atira contra ‘B’ em data de 10 de janeiro de 2021, vindo este a óbito em data de 27 de abril do citado ano. Ter-se-á praticado o crime de homicídio em 10/01/2021.

    Um adolescente de 17 anos com animus necandi(intento de matar), atira contra alguém, mas esse alguém vem a falecer quando o adolescente completou 18 anos, e aí ele reponde pelo CP ou pelo ECA? ....

    Parabéns! Você acertou!

  • LUTA: LUGAR - UBIQUIDADE / TEMPO - ATIVIDADE

  • Se for pra Cair, que seja lutando.

  • A questão cobrou conhecimentos acerca da teoria da norma no direito penal.

    O código Penal adotou, quanto ao tempo do crime, a teoria da atividade segundo a qual “Considera-se praticado o crime no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado” (art. 4° do Código Penal).

    A teoria do resultado (alternativa A) afirma que o lugar do crime é onde ocorreu a consumação (resultado do crime), não foi adotada pelo CP.

    A teoria mista ou da ubiquidade (alternativa B)  é adotada em relação ao lugar do crime.

    De acordo com o art. 6° do CP “Considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado”.

    A teoria da retroatividade da lei penal mais gravosa afirma que a lei penal mais gravosa retroage. Não foi adotada pelo Brasil, pois a teoria adotada pela nossa legislação é a teoria da irretroatividade da lei penal gravosa e retroatividade da lei penal benéfica, (art. 2°, CP).

    As leis temporárias e excepcionais (alternativa E) estão previstas no art. 3° do CP.

    Gabarito, letra C.
  • "Luta" pra estudar
  • Tempo do crime

    Teoria da atividade ou ação

    Art. 4º - Considera-se praticado o crime no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado.

    Lugar do crime

    Teoria da ubiquidade, mista ou unitária

    Art. 6º - Considera-se praticado o crime no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado.

  • DIREITO PENAL COMUM : LUTA

    TEMPO DO CRIME - ATIVIDADE

    LUGAR DO CRIME - MISTA/UBIQUIDADE 

    DIREITO PENAL MILITAR:

    TEMPO DO CRIME - ATIVIDADE

    LUGAR DO CRIME (2): 1-COMISSIVO-MISTA/UBIQUIDADE 2-OMISSIVO-ATIVIDADE

  • ACAO OU OMISSAO , AINDA QUE OUTRO SEJA O MOMENTO DO RESULTADO

    GABARITO C

  • O Código Penal adota a teoria da ATIVIDADE, isto é, o crime será considerado praticado APENAS no momento da ação ou omissão, pouco importando o momento do resultado.

  • CP - LU TA

     Lugar = Ubiquidade

    Tempo = Atividade

    CPM - LUATA

     Lugar Crimes Comissivos (Ação) = Ubiquidade

    Crimes Omissivos (Omissão) = Atividade

     Tempo = Atividade

  • Tempo Atividade

    Lugar Ubiquidade

    @PMMINAS

  • LUTA!

    Nunca mais esquece.

  • Pessoal embora tenha o macete: LU TA

    LU - Lugar Ubiquidade

    TA- Tempo Atividade

    Acredito que muitos ainda erram as questões por não saber diferenciar os artigos relacionados. Bizu é gravar o artigo 4º Considera-se praticado o crime NO MOMENTO DA AÇÃO OU OMISSÃO, ainda que outro seja o momento do resultado.

    Sempre que você ver a palavra MOMENTO, se refere-se a Teoria da Atividade.

    MOMENTO = TEMPO.

    E vice e versa TEMPO = MOMENTO.

    Nessa questões não tem a palavra Momento, mas você saber que o tempo se refere-se ao momento, já dá para matar a questão.

    Acredito que vai facilitar a vida de vocês, não em todas as questões mais em grande parte.

    @PMMINAS

  • CP - LU TA

     Lugar = Ubiquidade

    Tempo = Atividade (Resposta da questão)

    CPMilitar - LUATA

     Lugar Crimes Comissivos (Ação) = Ubiquidade

    Crimes Omissivos (Omissão) = Atividade

     Tempo = Atividade


ID
5119096
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que concerne à lei penal no espaço, é correto afirmar que o Código Penal brasileiro adotou, expressamente, como regra, em sua parte geral, o princípio da

Alternativas
Comentários
  • Você errou! Resposta: A

  •  Territorialidade

            Art. 5º - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional

  • Territorialidade - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional.

    § 1º - Para os efeitos penais, consideram-se como extensão do território nacional as embarcações e aeronaves brasileiras, de natureza pública ou a serviço do governo brasileiro onde quer que se encontrem, bem como as aeronaves e as embarcações brasileiras, mercantes ou de propriedade privada, que se achem, respectivamente, no espaço aéreo correspondente ou em alto-mar.

    § 2º - É também aplicável a lei brasileira aos crimes praticados a bordo de aeronaves ou embarcações estrangeiras de propriedade privada, achando-se aquelas em pouso no território nacional ou em vôo no espaço aéreo correspondente, e estas em porto ou mar territorial do Brasil. 

  • terrirotirialidade é a regra. extraterritorialidade é a exceção.
  • CFP 2021 #### PRAAAA CIMAAAAA

  • ERRO DA B: ou mesmo em viagem turística

    ERRO DA C: mas apenas se o agente entrar no território nacional.

    ERRO DA D: desde que não tenha sido absolvido no exterior (CONDICIONADA)

    obs: qualquer correção, por favor comentar.

  • Quem ai segue firme rumo a PMGO/ PCGO .

    Lembre -se de uma coisa.

    NÃO DESISTA !

  • PMTO 2021.

    ACREDITE!!! VOCÊ PODE TUDO.

  • PMTO 2021 Deus é fiel !! VENCEDORES.
  • GAB A

    TERRITORIALIDADE - ART. 5.º CP - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional.

  • TERRITORIALIDADE = regra

    extraterritorialidade = exceção

  • GABARITO - A

    Adotamos a territorialidade temperada ou mitigada.

    Art. 5.° do Código Penal: “Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional” .

    Há exceções que ocorrem quando brasileiro pratica crime no exterior ou um estrangeiro comete delito no Brasil.

    Bons estudos!

  • Ibis Futebol Clube

  • Gab: A

    Territorialidade

            

    Art. 5º - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional “princípio da territorialidade mitigada ou temperada”

    Outras questões.

    CESPE/TJ-BA/2019/Juiz de Direito: Suponha que João, brasileiro de 22 anos, sequestre Maria, brasileira de 24 anos, nas dependências do aeroporto internacional da cidade do Rio de Janeiro/RJ, levando-a imediatamente, em aeronave alemã, para o Paraguai. A esse caso aplica-se a lei penal brasileira, sendo irrelevante eventual processamento criminal pela justiça paraguaia. (correto)

     

    MPE-MT/2012/Promotor de Justiça: Segundo o princípio da territorialidade, aplica-se a lei brasileira ao crime cometido no território nacional brasileiro, salvo se convenção ou tratado firmado pelo Brasil dispuser de forma diversa. (correto)

  • GAB : A

    AOS NÃO ASSINANTES.

  • #PMGO 2021

  • Convém destacar que no âmbito castrense (CPM) adota-se a teoria da Extraterritorialidade Incondicionada (ainda que o agente tenha sido punido no estrangeiro), diferentemente do CP, que adota tanto a Extraterritorialidade Condicionada como a Incondicionada.

  • GABARITO - A

     Territorialidade

            Art. 5º - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional.

    ----------------------------------------

    Para fins de leitura...

    Extraterritorialidade 

            Art. 7º - Ficam sujeitos à lei brasileira, embora cometidos no estrangeiro: 

           I - os crimes:  (Extraterritorialidade INCONDICIONADA)

           a) contra a vida ou a liberdade do Presidente da República; 

           b) contra o patrimônio ou a fé pública da União, do Distrito Federal, de Estado, de Território, de Município, de empresa pública, sociedade de economia mista, autarquia ou fundação instituída pelo Poder Público; 

           c) contra a administração pública, por quem está a seu serviço; 

           d) de genocídio, quando o agente for brasileiro ou domiciliado no Brasil; 

           II - os crimes:  (Extraterritorialidade CONDICIONADA)

           a) que, por tratado ou convenção, o Brasil se obrigou a reprimir; 

           b) praticados por brasileiro; 

           c) praticados em aeronaves ou embarcações brasileiras, mercantes ou de propriedade privada, quando em território estrangeiro e aí não sejam julgados. 

           § 1º - Nos casos do inciso I, (extraterritorialidade incondicionada) o agente é punido segundo a lei brasileira, ainda que absolvido ou condenado no estrangeiro.

           § 2º - Nos casos do inciso II, (extraterritorialidade condicionada) a aplicação da lei brasileira depende do concurso das seguintes condições: 

           a) entrar o agente no território nacional; 

           b) ser o fato punível também no país em que foi praticado; 

           c) estar o crime incluído entre aqueles pelos quais a lei brasileira autoriza a extradição; 

           d) não ter sido o agente absolvido no estrangeiro ou não ter aí cumprido a pena; 

           e) não ter sido o agente perdoado no estrangeiro ou, por outro motivo, não estar extinta a punibilidade, segundo a lei mais favorável. 

           § 3º - A lei brasileira aplica-se também ao crime cometido por estrangeiro contra brasileiro fora do Brasil, se, reunidas as condições previstas no parágrafo anterior: 

           a) não foi pedida ou foi negada a extradição; 

           b) houve requisição do Ministro da Justiça. 

    (parte da doutrina chama o §3º acima de extraterritorialidade HIPERCONDICIONADA)

    Parabéns! Você acertou!

  • A questão cobrou conhecimentos acerca da aplicação da lei penal no espaço.

    O Brasil adotou como regra o princípio da territorialidade. De acordo com esse princípio aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional (art. 5° do Código Penal).

    Contudo, a regra da territorialidade brasileira é excepcionada pelos princípios da extraterritorialidade incondicionada que ocorre quando é praticado um crime no estrangeiro contra a vida ou a liberdade do Presidente da República, contra o patrimônio ou a fé pública da União, do Distrito Federal, de Estado, de Território, de Município, de empresa pública, sociedade de economia mista, autarquia ou fundação instituída pelo Poder Público; contra a administração pública, por quem está a seu serviço; de genocídio, quando o agente for brasileiro ou domiciliado no Brasil (art. 7°, I, alíneas a, b, c e d, CP); Nestes casos, o agente é punido segundo a lei brasileira, ainda que absolvido ou condenado no estrangeiro.   E pelo princípio da extraterritorialidade condicionada que ocorre quando o crime ocorre no estrangeiro e que, por tratado ou convenção, o Brasil se obrigou a reprimir; praticados por brasileiro; praticados em aeronaves ou embarcações brasileiras, mercantes ou de propriedade privada, quando em território estrangeiro e aí não sejam julgados. Neste caso, a aplicação da lei brasileira depende do concurso das seguintes condições: entrar o agente no território nacional; ser o fato punível também no país em que foi praticado; estar o crime incluído entre aqueles pelos quais a lei brasileira autoriza a extradição; não ter sido o agente absolvido no estrangeiro ou não ter aí cumprido a pena; não ter sido o agente perdoado no estrangeiro ou, por outro motivo, não estar extinta a punibilidade, segundo a lei mais favorável.

    Gabarito, letra A.

  • confesso que respondi essa questão em menos de 4 segundos, a regra é a territorialidade, exceção se trata de extraterritorialidade.

  • A LEI PENAL NO ESPAÇO

    Territorialidade (é a REGRA no Código Penal - CP)

    Art. 5º - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional.

    § 1º - Para os efeitos penais, consideram-se como extensão do território nacional as embarcações e aeronaves brasileiras, de natureza pública ou a serviço do governo brasileiro onde quer que se encontrem, bem como as aeronaves e as embarcações brasileiras, mercantes ou de propriedade privada, que se achem, respectivamente, no espaço aéreo correspondente ou em alto-mar.

    § 2º - É também aplicável a lei brasileira aos crimes praticados a bordo de aeronaves ou embarcações ESTRANGEIRAS de propriedade PRIVADA, achando-se aquelas (aeronaves) em pouso no território nacional ou em voo no espaço aéreo correspondente, e estas (embarcações) em porto ou mar territorial do Brasil.

  • a regra adotada pelo Brasil é a territorialidade. Já a excessão é a extraterritorialidade ,que pode ser condicionada ou incondicionada.

  •  Territorialidade

            Art. 5º - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional

  • CP - Regra = Territorialidade e

    Exceção = Extraterritorialidade

    CPM - Regra= Tanto a Territorialidade quanto a Extraterritorialidade.

  • Regra e excessão . Territorialidade e extraterritorialidade respectivamente .

  • A Territorialidade no CP é regra, diferente do CPM que adota a Territorialidade e a Extraterritorialidade como regra.

    Força e Honra!

    @PMMINAS

  • Para complementar:

    Crime de tortura praticado no estrangeiro, sendo a vítima brasileira, se refere a uma hipótese de extraterritorialidade incondicionada.

  • Pão Pão, Queijo Queijo. Sem inventar !

  • Territorialidade - Regra

    Extraterritorialidade - Exceção

  • Territorialidade=Aplica se a lei BRASILEIRA sem prejuízo de

    CONVENÇÕES tratados e regra de direito Internacional

    Ao crime cometido no território NACIONAL....

  • Regra: território. Aplica-se a lei brasileira a crimes cometidos no Brasil.

    Exceção: extraterritorialidade. Alguns casos permitem que seja aplicada a lei brasileira, mesmo o crime sendo cometido no estrangeiro.

  •  Art. 5º - Aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no território nacional

    O princípio da Territorialidade é aplicado como regra no Brasil


ID
5119099
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Segundo o Código Penal brasileiro, se um agente de segurança pública, utilizando-se moderadamente dos meios necessários, repele agressão ou risco de agressão a uma vítima mantida refém no momento da prática de crimes, isso caracteriza uma causa excludente de

Alternativas
Comentários
  • Você errou! Resposta: D

    Vamos lá...

    EXCLUSÃO DE ILICITUDE

    Art.23. Não há crime quando o agente pratica ato:

    Legítima defesa

    Estado de necessidade

    Estrito cumprimento do dever legal

    Exercício regular de direito

  • Art. 25 - Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem.        

            Parágrafo único. Observados os requisitos previstos no caput deste artigo, considera-se também em legítima defesa o agente de segurança pública que repele agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes.            

  •  Legítima defesa

           Art. 25 - Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem.

    Legítima defesa de terceiro

            Parágrafo único. Observados os requisitos previstos no caput deste artigo, considera-se também em legítima defesa o agente de segurança pública que repele agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes.

  • Parágrafo único inserido, na legítima defesa, pelo Pacote Anticrime.

    Esse dispositivo vai despencar em prova a partir de agora, fiquem ligados.

  • GAB D

    Repele agressão ou risco de agressão= REQUISITOS DA LEGITIMA DEFESA

    AGENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA, NÃO PODE ALEGAR ESTADO DE NECESSIDADE, QUANDO ESTIVER AGINDO EM ESTRITO DEVER LEGAL, JÁ FICA MAIS FÁCIL PARA ACERTAR A QUESTÃO.

  • Parágrafo único do art. 25 do CP vai despencar em provas.

  • #PMGO 2021

  • GABARITO - D

    Trata-se de Legítima defesa de Terceiro!

    Art. 25,    Parágrafo único. Observados os requisitos previstos no caput deste artigo, considera-se também em legítima defesa o agente de segurança pública que repele agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes.  

    Acrescentando....

    CPP -

    IMPORTANTE ARTIGO:

    Art. 14-A. Nos casos em que servidores vinculados às instituições dispostas no  figurarem como investigados em inquéritos policiais, inquéritos policiais militares e demais procedimentos extrajudiciais, cujo objeto for a investigação de fatos relacionados ao uso da força letal praticados no exercício profissional, de forma consumada ou tentada, incluindo as situações dispostas no , o indiciado poderá constituir defensor.            

    § 1º Para os casos previstos no caput deste artigo, o investigado deverá ser citado da instauração do procedimento investigatório, podendo constituir defensor no prazo de até 48 (quarenta e oito) horas a contar do recebimento da citação.

  • GABARITO - D

    Art. 25 - Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem. 

            Parágrafo único. Observados os requisitos previstos no caput deste artigo, considera-se também em legítima defesa o agente de segurança pública que repele agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes. 

    Essa é para aquele cara da ponte rio Niterói, o cara caiu igual uma vara verde kkk

    Parabéns! Você acertou

  • EXCLUSÃO DE ILICITUDE

    Art.23. Não há crime quando o agente pratica ato:

    Legítima defesa

    Estado de necessidade

    Estrito cumprimento do dever legal

    Exercício regular de direito

  • A questão cobrou conhecimentos sobre as excludentes de ilicitude e culpabilidade.

    Conforme o art. 25 do Código Penal “Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem".

    Qualquer pessoa, seja ela agente de segurança pública ou não, está amparada pela excludente de ilicitude da legítima defesa quando repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem usando moderadamente dos meios necessários. Porém, a lei n° 13.964/2019 – pacote anticrime – deixou isso ainda mais claro inserindo o paragrafo único do art. 25 do Código Penal, vejam:

    Art. 25 - Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem.        (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)    (Vide ADPF 779)

    Parágrafo único. Observados os requisitos previstos no caput deste artigo, considera-se também em legítima defesa o agente de segurança pública que repele agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes.            (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019).

    Assim, o agente de segurança agiu em legítima defesa de terceiro.

    A – Incorreta. Como visto acima o enunciado da questão trata-se da excludente de ilicitude da legítima defesa. A Coação moral é quando alguém exerce uma forte pressão emocional/ psicológica sobre outra (ameaça), a coação moral poderá excluir a culpabilidade se for irresistível ou diminuir a pena, se for resistível.

    B – Incorreta. O estado de necessidade de terceiro consiste na  pratica de algum fato para salvar de perigo atual, que não provocou por sua vontade, nem podia de outro modo evitar, a direito alheio, cujo sacrifício, nas circunstâncias, não era razoável exigir-se, conforme o art. 24 do CP.

    C – Incorreta. A inimputabilidade penal é a incapacidade do indivíduo, ao tempo do crime, entender o caráter ilícito de sua conduta e de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    D – Correta. Vide comentários introdutórios.

    E – Incorreta. O exercício regular de direito ocorreu quando uma pessoa executa algum ato ou exerce algum direito conferido pela lei.

    Gabarito, letra D.

  • O legislador achou por bem trazer expressamente esse dispositivo, de forma desnecessária, vejamos:

    Parágrafo único. Observados os requisitos previstos no caput deste artigo, considera-se também em legítima defesa o agente de segurança pública que repele agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes. 

    Sendo que essa situação fática mencionada no parágrafo único, já era e sempre será causa de legítima defesa de terceiro, visto que o agente ao repelir agressão injusta, usando os meios moderadamente que tinha ao seu dispor no momento da ação, para defender direito próprio de terceiro, ou seja, integridade física.

  • GABARITO - D

    #MENTORIAPMMINAS

    Siga

    no instagram @pmminas

    Boraaaaa!

  • Art. 25 Com ou sem o 1º paragrafo ja dava pra saber que é uma prática de legítima defesa do agente. Prof. Renan Estratégia concursos.

  • GAB : D

    Acrescentando uma questão fresquinha do assunto:

    CESPE / CEBRASPE - 2021 - DEPEN - Agente Federal de Execução Penal- O agente de segurança pública que repele agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes está amparado legalmente pela excludente do estrito cumprimento do dever legal. (ERRADA) consiste em  legítima defesa 

  • D

    ilicitude consistente em uma legítima defesa de terceiro

  • o atirador de elite agora pode , meter chumbo em

    legitima defesa de terceiro

    boommmmm

  • Legítima defesa

           Art. 25 - Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem.

  • Parágrafo único. Observados os requisitos previstos no caput deste artigo, considera-se também em legítima defesa o agente de segurança pública que repele agressão ou risco de agressão a vítima mantida refém durante a prática de crimes.            (Incluído pela Lei nº 13.964, de 2019).


ID
5119102
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Com base no tratamento jurídico-penal, com relação à imputabilidade penal, é correto afirmar que o Código Penal brasileiro prevê, expressamente, em sua parte geral a

Alternativas
Comentários
  • B - CERTO 

    isenção de pena para o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de se determinar de acordo com esse entendimento.

    Art. 28

        § 1º - É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

  • A- inimputabilidade penal em razão da emoção ou da paixão. - ERRADO

     Art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal:

        I - a emoção ou a paixão;

    C- inimputabilidade penal em razão da embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou por substância de efeitos análogos. - ERRADO

    Art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal:

     II - a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos. 

  • Na alternativa E não é redução de pena e sim isenção de pena.

  • INTEIRAMENTE INCAPAZ = ISENTA DE PENA

    NÃO INTEIRAMENTE CAPAZ = REDUZ A PENA

    B

  • INTEIRAMENTE INCAPAZ = ISENTA DE PENA

    NÃO INTEIRAMENTE CAPAZ = REDUZ A PENA

  • 2022 SERÁ O ANO DA NOSSA APROVAÇÃO.

    DEUS NO COMANDO!!

  • A) CP, art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal:  I - a emoção ou a paixão;  

    B) CP, art. 28 - § 1º - É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.   GABARITO

    C) CP, art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal:  II - a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos.

    D) CP, art. 27 - Os menores de 18 (dezoito) anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial. NÃO HÁ EXCESSÕES. OS MENORES DE 18 NÃO COMETEM CRIME, MAS SIM ATO INFRACIONAL, SENDO SUBMETIDOS À DISCIPLINA DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 

    E) CP, ART.28 - § 2º - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, por embriaguez, proveniente de caso fortuito ou força maior, não possuía, ao tempo da ação ou da omissão, a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. 

  • INTEIRAMENTE INCAPAZ = ISENTA DE PENA

    NÃO INTEIRAMENTE CAPAZ = REDUZ A PENA

  • (D) INTEIRAMENTE = ISENTO

    PMPI ~ Pertencerei.

  • GAB B

    Imputabilidade Penal

    Embriaguez:

    Culposa: aplica pena

    Voluntária: aplica pena

    Incompleta + caso fortuito/força maior: reduz a pena

    Completa + caso fortuito/força maior: isenta de pena

    Pré-ordenada (beber para ter coragem de praticar): agravante

    teoria da actio libera in causa= Casos que o agente vai responder independentemente de ser inimputável, ele têm consequências com seus atos.

    INTEIRAMENTE INCAPAZ:

    ISENTA DE PENA

    O agente não tem discernimento psicológico nenhum da conduta que está praticando

    Ex: Alan, sofre de problema mentais, não possuindo capacidade física e psicológica nas suas condutas, pega a arma de seu pai, sem saber para que serve, sem intenção dispara um tiro contra sua vizinha Camila.

    NÃO ERA INTEIRAMENTE CAPAZ.

    REDUZ DE 1/3 A 2/3

    O agente tem um pouco de discernimento psicológico na conduta que está pratica

  • A questão cobrou conhecimentos acerca da imputabilidade penal.

    A imputabilidade penal é a capacidade do indivíduo, ao tempo do crime, entender o caráter ilícito de sua conduta e de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    A – Incorreta. De acordo com o art. 28, inc. I  do Código Penal a emoção e a paixão não excluem a imputabilidade.

    B – Correta. O Código Penal isenta de pena o agente que está sob efeito de embriaguez completa (essa embriaguez é a acidental, proveniente de caso fortuito ou força maior). Conforme o art. 28, § 1° do CP “É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento”.

    C – Incorreta. Não excluem a imputabilidade penal a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos (art. 28, inc. II, CP).

    D – Incorreta. A inimputabilidade do menor é para todos os crimes, independente de ser hediondo ou não. Segundo o art. 27 do Código Penal “Os menores de 18 (dezoito) anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial”.

    E – Incorreta. Aquele que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de se determinar de acordo com esse entendimento é inimputável e por consequência será isento de pena e não pena reduzida como afirma a alternativa.

    Gabarito, letra B.
  • Embriaguez:

    Culposa: aplica pena

    Voluntária: aplica pena

    Incompleta + caso fortuito/força maior: reduz a pena

    Completa + caso fortuito/força maior: isenta de pena

    Pré-ordenada (beber para ter coragem de praticar): agravante

    Bons estudos.

  • GABARITO - B

    A) inimputabilidade penal em razão da emoção ou da paixão.❌ 

      Art. 28 - Não excluem a imputabilidade penal:         

     I - a emoção ou a paixão;   

    ____________________________________________

    B) EMBRIAGUEZ

    Culposa - Não exclui a culpabilidade

    Dolosa - Não exclui a culpabilidade

    Pré-ordenada - Não exclui a culpabilidade * Agravante genérica *

    Acidental / Proveniente de caso fortuito ou força maior + Completa = Isenta de pena

    Art. 28, § 1º - É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

    ______________________________________________

    D) ERRADO !

    Além disso, menor não pratica crime, mas ato infracional.

    ______________________________________________

    E) Semi-imputabilidade

    § 2º - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, por embriaguez, proveniente de caso fortuito ou força maior, não possuía, ao tempo da ação ou da omissão, a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. 

  • Há muitas pedras no caminho, e a muitos erros até o acerto. Só erra quem tenta!

  • TUDO COM DEUS E POSSIVEL!!!!

    PMMG

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    B

    EMBRIAGUEZ

    Culposa - Não exclui a culpabilidade

    Dolosa - Não exclui a culpabilidade

    Pré-ordenada - Não exclui a culpabilidade * Agravante genérica *

    Acidental / Proveniente de caso fortuito ou força maior + Completa = Isenta de pena

    Art. 28, § 1º - É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.

  • #PMMINAS

  • DOENTE MENTAL

    inteiramente incapaz = isento de pena

    parcialmente incapaz = redução de pena de 1 a 2 terços.


ID
5119105
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Nos crimes de ação pública, o inquérito policial

Alternativas
Comentários
  • TENDO NOTITIA CRIMINIS, DELEGADO INSTAURA IP, MEDIANTE PORTARIA/EX OFFICIO.

  • GABARITO E)

    A) poderá ser arquivado diretamente pela autoridade policial, uma vez verificada a improcedência dos fatos narrados na notitia criminis.

    B) poderá, diante de uma notitia criminis de cognição mediata, ser iniciado mediante requisição do Ministério Público, mas nunca de autoridade judiciária.

    C) não pode ser iniciado, mesmo diante de requerimento formal do ofendido, ou de quem tiver qualidade para representá-lo, ainda que conste a narração do fato, com todas as circunstâncias, a individualização do indiciado e a nomeação das testemunhas que possam confirmar o ocorrido.

    D) não pode ser iniciado por iniciativa de nenhuma pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal, mesmo quando verificada a procedência das informações.

    E) poderá ser iniciado de ofício pela autoridade policial com atribuição, diante de uma notitia criminis de cognição imediata.

    notitia criminis de cognição imediata:

    • quando este conhecimento ocorre através das atividades policiais rotineiras.

    notitia criminis de cognição mediata:

    • quando a autoridade policial toma conhecimento da infração penal através de um expediente escrito.

    notitia criminis de cognição coercitiva:

    • ocorre quando a autoridade policial toma conhecimento do fato delituoso mediante a apresentação do indivíduo preso em flagrante.

    notitia criminis inqualificada:

    • vulgarmente conhecida como denúncia anônima.
  • A) [ERRADA] poderá ser arquivado diretamente pela autoridade policial, uma vez verificada a improcedência dos fatos narrados na notitia criminis.

    CPP - Art. 17º.  A autoridade policial não poderá mandar arquivar autos de inquérito.

    B) [ERRADA] poderá, diante de uma notitia criminis de cognição mediata, ser iniciado mediante requisição do Ministério Público, mas nunca de autoridade judiciária.

    CPP - Art. 5º.  Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: I - de ofício; II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.

    C) [ERRADA] não pode ser iniciado, mesmo diante de requerimento formal do ofendido, ou de quem tiver qualidade para representá-lo, ainda que conste a narração do fato, com todas as circunstâncias, a individualização do indiciado e a nomeação das testemunhas que possam confirmar o ocorrido.

    CPP - Art. 5º.  Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: I - de ofício; II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.

    D) [ERRADA] não pode ser iniciado por iniciativa de nenhuma pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal, mesmo quando verificada a procedência das informações.

    CPP - Art. 5º.  Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: [...] § 3   Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública poderá, verbalmente ou por escrito, comunicá-la à autoridade policial, e esta, verificada a procedência das informações, mandará instaurar inquérito.

    E) [CORRETA] poderá ser iniciado de ofício pela autoridade policial com atribuição, diante de uma notitia criminis de cognição imediata.

    CPP - Art. 5º.  Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: I - de ofício. NOTITIA CRIMINIS DE COGNIÇÃO IMEDIATA / ESPONTÂNEA OU INQUALIFICADA / DIRETA: a PRÓPRIA AUTORIDADE POLICIAL TOMA CONHECIMENTO do delito DE FORMA DIRETA sem pedido ou requerimento de terceiros.

  • GABARITO E

    Notitia Criminis de cognição imediata (espontânea): ocorre quando a autoridade policial toma conhecimento do fato delituoso por meio de suas atividades rotineiras. Ex.: conhecimento da prática do crime pela imprensa.

    Notitia Criminis de cognição mediata (provocada): ocorre quando a autoridade policial toma conhecimento da infração penal através de um expediente escrito. Ex.: requisição do MP e representação do ofendido.

    Notitia Criminis de cognição coercitiva: ocorre quando a autoridade policial toma conhecimento do fato delituoso através da apresentação do indivíduo preso em flagrante. 

  • #PMGO 2021

  • NOTITIA CRIMINIS (Notitia é feita na fase de IP = Queixa/Deúncia é feita na fase de processo)

    a)    DIRETA / Cognição Imediata / Espontânea: delegado toma conhecimento por meio de suas atividades rotineiras (PC descobre).

    b)    INDIRETA/ Cognição Mediata / Provocada: quando alguém leva o fato ao conhecimento do Delegado. Esse fato poderá ser levado a conhecimento pelo MP, Juiz, Vítima, Representante e Requisição do Ministro da Justiça.

    c)    Notitia criminis de Cognição Coercitiva: toma conta em razão de prisão em flagrante ou de suspeitos. Inicia pelo APF.

    d)    Delatio Criminis Inqualificada: denúncia anônima (deverá verificar a procedência da denúncia). Não se permite que haja utilização de métodos invasivos apenas com a denúncia anônima (subsidiariedade – interceptação telefônica) - APÓCRIFA

    e)    Colaboração Premiada: segundo o STF, toda colaboração premiada tem que ensejar a instauração de IP.

  • A presente questão aborda temática relacionada ao inquérito policial, com foco especial nas ações penais de iniciativa pública. Analisemos as assertivas.

    A) Incorreta. A assertiva traz a ideia de que seria possível o arquivamento do inquérito policial diretamente pela autoridade policial, uma vez verificada a improcedência dos fatos narrados na notitia criminis, todavia, a lei processual expressamente veda o arquivamento pela autoridade policial.

    Art. 17 do CPP.  A autoridade policial não poderá mandar arquivar autos de inquérito.

    B) Incorreta. Aduz a assertiva que o inquérito policial pode ser iniciado mediante requisição do Ministério Público, mas nunca de autoridade judiciária, contrariando a lei processual, que admite como uma das formas de iniciação do inquérito a requisição pela autoridade judiciária.

    Art. 5º do CPP.  Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: I - de ofício; II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.

    C) Incorreta. A assertiva infere que o inquérito policial não pode ser iniciado, mesmo diante de requerimento formal do ofendido, ou de quem tiver qualidade para representá-lo, o que vai de encontro à regra processual, que admite a inicialização do referido procedimento administrativo mediante requerimento do ofendido ou de seu representante.

    Art. 5º do CPP. Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: I - de ofício; II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.

    D) Incorreta. A assertiva traz a ideia de que não seria possível iniciar o inquérito policial por iniciativa de pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal, mesmo quando verificada a procedência das informações. Tal afirmativa não encontra amparo legal, posto que a lei processual admite a instauração do inquérito neste contexto.

    CPP - Art. 5º.  Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: [...] § 3º. Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública poderá, verbalmente ou por escrito, comunicá-la à autoridade policial, e esta, verificada a procedência das informações, mandará instaurar inquérito.

    E) Correta. A assertiva dá conta de que seria possível iniciar o inquérito policial de ofício pela autoridade policial com atribuição, diante de uma notitia criminis de cognição imediata, o que está correto, de acordo com o estampado no art. 5º, inciso I do CPP.

    Art. 5º do CPP.  Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: I - de ofício.

    Em suma, a notitia criminis de cognição imediata / espontânea / direta se materializa na hipótese que a autoridade policial toma conhecimento da infração penal de forma espontânea, isto é, no exercício regular de suas funções ou por vias midiáticas, sem que haja provocação formal por meio de terceiros.

    Ao passo que a notitia criminis de cognição mediata / provocada / indireta se materializa na hipótese em que o ofendido ou terceiro comunica à autoridade policial a ocorrência de infração penal. Ex. a vítima de uma infração penal comparece à delegacia de polícia para registro de ocorrência.

    Para o STJ: “É possível que a investigação criminal seja perscrutada pautando-se pelas atividades diuturnas da autoridade policial, verbi gratia, o conhecimento da prática de determinada conduta delitiva a partir de veículo midiático, no caso, a imprensa. É o que se convencionou a denominar, em doutrina, de notitia criminis de cognição imediata (ou espontânea), terminologia obtida a partir da exegese do art. 5.º, inciso I, do CPP, do qual se extrai que 'nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado de ofício'. 9. In casu, 'uma reportagem jornalística pode ter o condão de provocar a autoridade encarregada da investigação, a qual, no desempenho das funções inerentes a seu cargo, tendo notícia de crime de ação penal pública incondicionada, deve agir inclusive ex of icio (a licitude das provas apresentadas na reportagem não é tema que possa, no escopo exíguo de cognição do writ, ser aferida com mínima segurança, não sendo ocioso lembrar o sigilo da fonte, constitucionalmente assegurado)', sem olvidar a 'farta documentação que foi acostada pela autoridade policial e pelo próprio Parquet Federal'" (RHC 98.056 – CE, 6.ª T., rel. Antonio Saldanha Palheiro, j. 04.06.2019, v.u.).

    Por fim, a título de complemento, compensa mencionar ainda que o inquérito policial pode ser instaurado com base em delatio criminis inqualificada (notícia anônima), desde que comprovada por elementos informativos prévios que denotem a verossimilhança da comunicação feita anonimamente. A vedação ao anonimato (art. 5º, IV da CR/88) não afasta a possibilidade de prestar informações de forma anônima, uma vez que a delatio criminis inqualificada é considerada como fonte de informação acerca de casos que merecem ser investigados e deve ser avaliada com parcimônia.

    Neste sentido, tão logo tenha conhecimento das informações prestadas de forma anônima, cabe à autoridade policial realizar investigações preliminares, com vistas a confirmar a procedência do que foi noticiado, e havendo relevância, deverá instaurar o inquérito policial. Não há que se falar em instauração de IP apenas com base em um único elemento de prova (Vide info. 819 do STF).

    Gabarito do Professor: assertiva E.
  • #PM-AL 2021

  • Cuidado com a alternativa B! Na doutrina moderna, o entendimento é de que a expressão "autoridade judiciária", prevista no Art. 5º, CPP, não foi recepcionada pelo ordenamento jurídico brasileiro. Tal entendimento se dá em virtude do sistema acusatório firmado na CF, que prevê que o juiz não deve atuar de forma a requisitar a instauração de um IP, mantendo-se distante da produção probatória e guardando sua imparcialidade. Verificar sempre se o comando da questão traz exatamente o previsto na letra fria da lei ou entendimento dos Tribunais/doutrina.

    GABARITO - E.

  • GAB. E

    NOTITIA CRIMINIS ➭ é o conhecimento espontâneo ou provocado, por parte da Autoridade Policial, de um fato aparentemente criminoso.

    DIRETA: Cognição IMEDIATA ▶ PORTARIA

    ⠀⠀· Por meio das próprias atividades policiais;

    ⠀⠀· Por meio da Imprensa ➧ Súmula 652, STJ;

    ⠀⠀· Denúncia Anônima ➧ Depende de Verificação PRELIMINAR.

    INDIRETA: Cognição MEDIATA ▶ Por TERCEIROS identificados:

    ⠀⠀· Requerimento ➧ Vítima ou Representante legal;

    ⠀⠀· Requisição ➧ Juiz ou MP;

    ⠀⠀· Representação ➧ Ação P. Púb. Condicionada;

    ⠀⠀· Delação ➧ Ação P. Púb. Incondicionada.

    ✓ Cognição COERCITIVA ▶ Obrigatória

    ⠀⠀· Decorre da PRISÃO EM FLAGRANTE ➧ APF

  • cognição imediata: toma conhecimento do farto de forma espontânea e direta,
  • Gab E

    Notitia criminis

    ▸De cognição imediata / direta / espontânea: autoridade policial toma conhecimento por meios corriqueiros.

    ▸De cognição mediata / indireta / provocada / qualificada: ocorre por meio de provocação judicial: requisição por parte do juiz, requisição do Ministério Público ou representação do ofendido.

    ▸De cognição coercitiva: quando ocorre a comunicação através de flagrante delito.

    Delatio criminis

    Quando a autoridade recebe uma denúncia de terceiros, fala-se em delatio criminis;

    Ocorre somente em caso de ação penal pública incondicionada;

    O delatio criminis é sujeito à verificação de procedência das informações;

    Também é considerada uma espécie de notitia criminis mediata.

    ▸Delatio criminis simples: a vítima ou qualquer do povo somente comunica o fato.

    ▸Delatio criminis postulatória: a vítima ou qualquer do povo comunica o fato à autoridade policial e pede a instauração de inquérito policial.

    ▸Delatio criminis inqualificada / apócrifa: refere-se à denúncia anônima.

    Notitia criminis e delatio criminis:

    Podem ser tratados como sinônimos, ou ainda estabelecerem uma relação de gênero e espécie. (a notitia criminis é gênero e a delatio criminis é espécie)

    Qualquer erro, notifiquem-me. Tentei fazer esse resumo com base no que eu pesquisei.

  • Notitia criminis

    Direta ou Imediata: é aquela em que a PJC toma conhecimento do fato criminoso por meio das suas atividades rotineiras.

    letra (e)

  • Não cai no oficial de promotoria do mp sp.

  • ➥ NOTITIA CRIMINIS

    >>>Meio que polícia toma conhecimento.

    ⇒ IMEDIATA/DIRETA; (Atividades Rotineiras)

    ⇒ MEDIATA/INDIRETA; (Expediente Formal, ex.: requerimento da vítima ou requisição do MP;JUIZ,MINISTRO DA JUSTIÇA)

    EM REGRA:CASO O MP,JUIZ OU MINISTRO DA JUSTIÇA REQUISITAR AO DELEGADO A ABERTURA DE IP, DEVE OBRIGATORIAMENTE O DELEGADO ATENDER A ORDEM QUE LHE FOI DADA, A ÚNICA EXCEÇÃO É CASO SE ESSA REQUISIÇÃO FOR UMA ORDEM MANIFESTAMENTE ILEGAL(abrir IP de um crime de ação penal privada que só a vítima pode abrir)AI NESSE CASO O DELEGADO ESTÁ PROIBIDO DE OBEDECER TAL ORDEM.

    ⇒ COERCITIVA. (Prisão em Flagrante)

    ➥ DELATIO CRIMINIS

    >>> Forma como é feita a comunicação.

    ⇒ NÃO É OBRIGATÓRIO A COMUNICAÇÃO DE CRIME POR QUALQUER DO POVO, SENDO FACULTATIVO ESSA COMUNICAÇÃO.

    - SIMPLES; (Comunicação feita à polícia por qualquer do povo)

    - POSTULATÓRIA(capacidade de se representar); (Comunicação feita à polícia pela vítima) - Pode ser, ainda, a comunicação da vítima, nos mesmos termos, fornecendo a representação para que o Ministério Público possa agir nos crimes de ação pública condicionada

    ⇒ CASO O DELEGADO NEGUE AO OFENDIDO A ABERTURA DE IP EM A.P.PRIVADA

    = CABE RECURSO DO OFENDIDO CONTRA O DELEGADO

    ⇒ CASO O DELEGADO SE NEGUE A PROCEDER DILIGÊNCIAS PEDIDAS PELO O OFENDIDO = NÃO CABE RECURSO DO OFENDIDO CONTRA O DELEGADO

    - INQUALIFICADA/APÓCRIFA; – Denúncia anônima feita à polícia - NÃO É SUFICIENTE PARA INSTAURAR IP, SOMENTE SE ACOMPANHADA DO CORPO DE DELITOS(vestígios do crime)

    1º⇒ VPI (verificar procedência das informações)

    2º⇒ PRESIDIR O IP (dar a abertura do ip)

    3º⇒ REPRESENTAÇÃO POR MEDIDAS CAUTELARES(interceptação telefônica,mandado de busca e apreensão)


ID
5119108
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

A respeito das prisões e do habeas corpus, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • ART 5º CF

    LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer (HC repressivo) ou se achar ameaçado de sofrer (HC preventivo) violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder.

  • ART 5º CF

    LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer (HC repressivo) ou se achar ameaçado de sofrer (HC preventivo) violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder.

    #ESSA FARDA É MINHA PM PARÁ 2021.

  • A) A Constituição Federal garante que ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, inclusive nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei. (São exceções, troque inclusive por salvo)

    B) Conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder. (CORRETA, LETRA DA LEI)

    C) A decisão que decretar a prisão preventiva prescinde de motivação e de fundamentação, bem como de referência à existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada. (Não é dispensável) OBS: prescinde = dispensável.

    D) Não será admitida a decretação da prisão preventiva se o crime envolver violência doméstica e familiar contra mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência. (Será admitida nesses casos)

    E) A decretação da prisão preventiva é admitida pela legislação processual penal com a finalidade de antecipação de cumprimento de pena ou como decorrência imediata de investigação criminal ou de apresentação ou recebimento de denúncia. (Não será admitida nesses casos)

  • #CFP_ 2021 Praaaaaaa cimaaaaaaa

  • o prescinde que fez muita gente errar na alternativa C

  • Observação importante para área militar.

    CF - Art. 142. § 2º Não caberá habeas corpus em relação a punições disciplinares militares.

    Não cabe HC para atacar prisão disciplinar em si, cabe quanto a LEGALIDADE da punição disciplinar militar.

  • GABARITO - B

    A) Art. 5º, LXI - ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei;

    ____________________________________________

    B) Art. 5º, LXVIII - conceder-se-á  "habeas-corpus"  sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

    _______________________________________________-

    C) CPP - Art. 312, § 2º A decisão que decretar a prisão preventiva deve ser motivada e fundamentada em receio de perigo e existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada.           

    ________________________________________________

    D) Art. 312, III - se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;

    ________________________________________________

    E) Art. 313, § 2º Não será admitida a decretação da prisão preventiva com a finalidade de antecipação de cumprimento de pena ou como decorrência imediata de investigação criminal ou da apresentação ou recebimento de denúncia.               

  • A presente questão aborda temática relacionada a aspectos da prisão preventiva, bem como hipótese de cabimento de habeas corpus, e possui uma abordagem estritamente voltada para a literalidade de lei. Analisemos as assertivas.

    A) Incorreta. A assertiva aduz que, segundo a Constituição Federal, ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, inclusive nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei. O equívoco da assertiva está na menção da palavra “inclusive" no lugar de “salvo". O art. 5º, inciso LXI da CR/88 apresenta uma exceção para as infrações militares, de modo que a prisão pode ocorrer, mesmo que não haja flagrante delito e não tenha sido submetida à apreciação do Poder Judiciário.

    Art. , LXI, CR/88. Ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei;

    B) Correta. A assertiva compreenda a transcrição literal do inciso LXVIII do art. 5º da CR/88.

    Art. 5º, LXVIII. conceder-se-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

    C) Incorreta. A assertiva aduz que a decisão que decretar a prisão preventiva prescinde de motivação e de fundamentação, bem como de referência à existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada, o que vai no sentido oposto ao estabelecido na lei processual.

    Art. 312, § 2º do CPP. A decisão que decretar a prisão preventiva deve ser motivada e fundamentada em receio de perigo e existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada.           

    D) Incorreta. A assertiva traz a ideia de que não se admite a decretação da prisão preventiva se o crime envolver violência doméstica e familiar contra mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência. Contudo, o art. 313 do CPP dispõe que será admitida a decretação da prisão preventiva nesses casos.

    Art. 313.  Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva: 
    (...)
    III - se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;

    E) Incorreta. A assertiva infere que a decretação da prisão preventiva é admitida pela legislação processual penal com a finalidade de antecipação de cumprimento de pena ou como decorrência imediata de investigação criminal ou de apresentação ou recebimento de denúncia. No entanto, a lei processual estabelece exatamente o inverso do que se afirma.

    Art. 313, § 2º do CPP. Não será admitida a decretação da prisão preventiva com a finalidade de antecipação de cumprimento de pena ou como decorrência imediata de investigação criminal ou da apresentação ou recebimento de denúncia.              

    Gabarito do Professor: assertiva B.

  • essa foi "de grátis"

    gab: B

  • GAB B

    Remédios Constitucionais

    - Habeas Corpus: direito de locomoção. ( GRATUITO E NÃO PRECISA DE ADVOGADO)

    - Habeas Data: direito de informação pessoal. ( GRATUITO E PRECISA DE ADVOGADO)

    - Mandado de segurança: direito líquido e certo.

    - Mandado de injunção: omissão legislativa.

  • RESPOSTA B

    ROSA = CAI NO TJ SP ESCREVENTE

    LARANJA – NÃO CAI NO TJ SP ESCREVENTE

    A) Art. 5º, LXI - ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei;

    ____________________________________________

    CORRETO. B) Art. 5º, LXVIII - conceder-se-á  "habeas-corpus"  sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder; CORRETO.

    _______________________________________________-

    C) CPP - Art. 312, § 2º A decisão que decretar a prisão preventiva deve ser motivada e fundamentada em receio de perigo e existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada.           

    ________________________________________________

    D) Art. 312, III - se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;

    ________________________________________________

    E) Art. 313, § 2º Não será admitida a decretação da prisão preventiva com a finalidade de antecipação de cumprimento de pena ou como decorrência imediata de investigação criminal ou da apresentação ou recebimento de denúncia.            

     

  • Essa eu acertei lá na prova e aqui também ,entretanto, fiquei por dois pontos para as demais fases . Um dia eu chego lá . Chama os 7 mil governador !!!!
  • A decisão que decretar a prisão preventiva É IMPRESCÍNDIVEL de motivação e de fundamentação

    IMPRESCÍNDIVEL = INDISPENSÁVEL = EXIGE

    PRESCÍNDIVEL = DISPENSÁVEL = NÃO PRECISA

  • LXI. Ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei;

    Art. 5º LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer (Habeas Corpus - Repressivo) ou se achar ameaçado de sofrer (Habeas Corpus - Preventivo) violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder.

    ERRADA

    A decisão que decretar a prisão preventiva prescinde de motivação e de fundamentação, bem como de referência à existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada.

    prescindir

    transitivo indireto

    1. passar sem, pôr de parte (algo); renunciar a, dispensar.

    Art. 312. § 2º A decisão que decretar a prisão preventiva deve ser motivada e fundamentada em receio de perigo e existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que justifiquem a aplicação da medida adotada. 

    Art. 313. Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:

    III - se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;

    Art. 313.§ 2º Não será admitida a decretação da prisão preventiva com a finalidade de antecipação de cumprimento de pena ou como decorrência imediata de investigação criminal ou da apresentação ou recebimento de denúncia. 


ID
5119111
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal
Assuntos

Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á

Alternativas
Comentários
  • Art. 71 CPP. Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

  • GABARITO D

    Art. 69.  Determinará a competência jurisdicional:

    I - o lugar da infração:

    II - o domicílio ou residência do réu;

    III - a natureza da infração;

    IV - a distribuição;

    V - a conexão ou continência;

    VI - a prevenção;

    VII - a prerrogativa de função.

    A) Art. 72. Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu.

    B) Perante a comarca na qual se produziu a maior repercussão pública ou social.

    C) Pelo domicílio ou pela residência do ofendido.

    D) Art. 71. Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção. (CORRETA)

    E) Segundo o livre critério da autoridade policial.

  • TÍTULO V

    DA COMPETÊNCIA

    Art. 69.  Determinará a competência jurisdicional:

    I - o lugar da infração

    II - o domicílio ou residência do réu

    III - a natureza da infração

    IV - a distribuição

    V - a conexão ou continência

    VI - a prevenção

    VII - a prerrogativa de função

    CAPÍTULO I

    COMPETÊNCIA PELO LUGAR DA INFRAÇÃO

    Art. 70.  A competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.

    Art. 71.  Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

    CAPÍTULO II

    COMPETÊNCIA PELO DOMICÍLIO OU RESIDÊNCIA DO RÉU

    Art. 72.  Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu.

    CAPÍTULO III

    COMPETÊNCIA PELA NATUREZA DA INFRAÇÃO

    Art. 74.  A competência pela natureza da infração será regulada pelas leis de organização judiciária, salvo a competência privativa do Tribunal do Júri.

    CAPÍTULO IV

    COMPETÊNCIA POR DISTRIBUIÇÃO

    Art. 75.  A precedência da distribuição fixará a competência quando, na mesma circunscrição judiciária, houver mais de um juiz igualmente competente.

    CAPÍTULO V

    COMPETÊNCIA POR CONEXÃO OU CONTINÊNCIA

    Competência pela conexão   

    Art. 76.  A competência será determinada pela conexão:

    I - se, ocorrendo duas ou mais infrações, houverem sido praticadas, ao mesmo tempo, por várias pessoas reunidas, ou por várias pessoas em concurso, embora diverso o tempo e o lugar, ou por várias pessoas, umas contra as outras;

    II - se, no mesmo caso, houverem sido umas praticadas para facilitar ou ocultar as outras, ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a qualquer delas;

    III - quando a prova de uma infração ou de qualquer de suas circunstâncias elementares influir na prova de outra infração.

    Competência por continência   

    Art. 77.  A competência será determinada pela continência quando:

    I - duas ou mais pessoas forem acusadas pela mesma infração;

    II - no caso de infração cometida nas condições previstas nos arts 70, 73 e 74 concurso formal de crimes, erro na execução e resultado diverso pretendido.

    CAPÍTULO VI

    COMPETÊNCIA POR PREVENÇÃO

    Art. 83.  Verificar-se-á a competência por prevenção toda vez que, concorrendo dois ou mais juízes igualmente competentes ou com jurisdição cumulativa, um deles tiver antecedido aos outros na prática de algum ato do processo ou de medida a este relativa, ainda que anterior ao oferecimento da denúncia ou da queixa.

    CAPÍTULO VII

    COMPETÊNCIA PELA PRERROGATIVA DE FUNÇÃO

    Art. 84. A competência pela prerrogativa de função é do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, dos Tribunais Regionais Federais e Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, relativamente às pessoas que devam responder perante eles por crimes comuns e de responsabilidade. 

  • Prevenção

    Professor:jhermesom Santos..

  • no Art.69 II - o domicílio ou residência do réu. Pq não é a letra A?
  • TÍTULO V

    DA COMPETÊNCIA

    Art. 69.  Determinará a competência jurisdicional:

    I - o lugar da infração

    II - o domicílio ou residência do réu

    III - a natureza da infração

    IV - a distribuição

    V - a conexão ou continência

    VI - a prevenção

    VII - a prerrogativa de função

    CAPÍTULO I

    COMPETÊNCIA PELO LUGAR DA INFRAÇÃO

    Art. 70.  A competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.

    Art. 71.  Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

    CAPÍTULO II

    COMPETÊNCIA PELO DOMICÍLIO OU RESIDÊNCIA DO RÉU

    Art. 72.  Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu.

    CAPÍTULO III

    COMPETÊNCIA PELA NATUREZA DA INFRAÇÃO

    Art. 74.  A competência pela natureza da infração será regulada pelas leis de organização judiciária, salvo a competência privativa do Tribunal do Júri.

    CAPÍTULO IV

    COMPETÊNCIA POR DISTRIBUIÇÃO

    Art. 75.  A precedência da distribuição fixará a competência quando, na mesma circunscrição judiciária, houver mais de um juiz igualmente competente.

    CAPÍTULO V

    COMPETÊNCIA POR CONEXÃO OU CONTINÊNCIA

    Competência pela conexão   

    Art. 76.  A competência será determinada pela conexão:

    I - se, ocorrendo duas ou mais infrações, houverem sido praticadas, ao mesmo tempo, por várias pessoas reunidas, ou por várias pessoas em concurso, embora diverso o tempo e o lugar, ou por várias pessoas, umas contra as outras;

    II - se, no mesmo caso, houverem sido umas praticadas para facilitar ou ocultar as outras, ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a qualquer delas;

    III - quando a prova de uma infração ou de qualquer de suas circunstâncias elementares influir na prova de outra infração.

    Competência por continência   

    Art. 77.  A competência será determinada pela continência quando:

    I - duas ou mais pessoas forem acusadas pela mesma infração;

    II - no caso de infração cometida nas condições previstas nos arts 70, 73 e 74 concurso formal de crimes, erro na execução e resultado diverso pretendido.

    CAPÍTULO VI

    COMPETÊNCIA POR PREVENÇÃO

    Art. 83.  Verificar-se-á a competência por prevenção toda vez que, concorrendo dois ou mais juízes igualmente competentes ou com jurisdição cumulativa, um deles tiver antecedido aos outros na prática de algum ato do processo ou de medida a este relativa, ainda que anterior ao oferecimento da denúncia ou da queixa.

    CAPÍTULO VII

    COMPETÊNCIA PELA PRERROGATIVA DE FUNÇÃO

    Art. 84. A competência pela prerrogativa de função é do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, dos Tribunais Regionais Federais e Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, relativamente às pessoas que devam responder perante eles por crimes comuns e de responsabilidade. 

  • A presente questão demanda conhecimento acerca da competência, especificamente nos casos de crime continuado e crime permanente. Embora esta professora tenha por hábito comentar de forma pormenorizada cada uma das assertivas, a fim de apontar os equívocos dos itens incorretos e destacar o acerto do item a ser assinalado como correto, trata-se de questão em que a banca examinadora direciona o assunto de maneira a delimitar interpretações, sendo mais produtivo, então, direcionar a resposta ao seu fundamento legal.

    Preceitua o art. 71 do CPP:

    Art. 71.  Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

    Assim, a alternativa a ser assinalada como correta é a D.

    Gabarito do Professor: assertiva D.
  • TÍTULO V - Da Competência

    Art. 69 - Determinará a competência jurisdicional:

    I- o lugar da infração

    II - o domicílio ou residência dos réus

    III - a natureza da infração

    IV - a distribuição

    V - a conexão ou a continência

    VI - a prevenção

    VII - a prerrogativa de função

    CAPÍTULO I - DA COMPETÊNCIA PELO LUGAR DA INFRAÇÃO

    Art. 70 - A competência será , de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.

    Art. 71 - Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

    CAPÍTULO II - DA COMPETÊNCIA PELO DOMICÍLIO OU RESIDÊNCIA DO RÉU.

    Art. 72 - Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu.

    CAPÍTULO III - DA COMPETÊNCIA PELA NATUREZA DA INFRAÇÃO

    Art. 74 - A competência pela natureza da infração será regulada pelas leis de organização judiciáriam salvo a competência privativa do Tribunal do Júri.

    CAPÍTULO IV - A COMPETÊNCIA POR DISTRIBUIÇÃO

    Art. 75 - A precedência da distribuição fixará a competência quando, na mesma circunscrição judiciária, houver mais de um juiz igualmente competente.

    CAPÍTULO V - A COMPETÊNCIA POR CONEXÃO OU CONTINÊNCIA

    COMPETÊNCIA PELA CONEXÃO

    Art. 76 - A competência será determinada pela conexão:

    I - se, ocorrendo duas ou mais infrações, houverem sido praticadas, ao mesmo tempo, por várias pessoas reunidas, ou por várias pessoas em concurso, embora diverso o tempo e o lugar, ou por várias pessoas, umas contra as outras.

    II - se, no mesmo caso, houverem sido umas praticadas para facilitar ou ocultar as outras, ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a qualquer delas;

    III - quando a prova de uma infração ou de qualquer de suas circunstâncias elementares influir na prova de outra infração.

    COMPETÊNCIA POR CONTINÊNCIA

    Art. 77 - A competência será determinada pela continência quando:

    I - duas ou mais pessoas foram acusadas pela mesma infração;

    II - no caso de infração cometida nas condições previstas nos arts. 51 § 1º, 53, segunda parte, e 54 do CP.

    CAPÍTULO VI - CONTINÊNCIA POR PREVENÇÃO

    Art. 83 - Verificar-se-á a competência por prevenção toda vez que, concorrendo dois ou mais uízes igualmente competentes ou com jurisdição cumulativa, um deles tiver antecedido aos outros na prática de algum ato do processo ou de medida a este relativa, ainda que anterior ao oferecimento da denúncia ou da queixa.

    CAPÍTULO VII - DA COMPETÊNCIA PELA PRERROGATIVA DE FUNÇÃO

    Art. 84 - A competência pela prerrogativa de função é de Suprema Tribunal Federal, do Superior Tirbunal de Justiça, dos Tribunais Regionais Federais e Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, relativamente às pessoas que devam responder perante eles por crimes comuns e de responsabilidade.

  • É o que diz o artigo 71 do CPP: "Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção."

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    D

    Art. 70. A competência será, de REGRA, determinada pelo:

    1) LUGAR EM QUE SE CONSUMAR A INFRAÇÃO

    2) no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o ÚLTIMO ATO DE EXECUÇÃO

    Art. 71 CPP. Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

    Art. 72. NÃO SENDO CONHECIDO O LUGAR DA INFRAÇÃO, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do RÉU.

    § 1o Se o réu tiver mais de uma residência, a competência firmar-se-á pela PREVENÇÃO.

    § 2o Se o réu não tiver residência certa ou for ignorado o seu paradeiro, será competente o juiz que primeiro tomar conhecimento do fato (PREVENÇÃO).

    Art. 73. Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu, ainda quando conhecido o lugar da infração.

    ART. 76. A COMPETÊNCIA SERÁ DETERMINADA PELA CONEXÃO:

    I - se, ocorrendo duas ou mais infrações, houverem sido praticadas, ao mesmo tempo, por várias pessoas reunidas, ou por várias pessoas em concurso, embora diverso o tempo e o lugar, ou por várias pessoas, umas contra as outras;

    II - se, no mesmo caso, houverem sido umas praticadas para facilitar ou ocultar as outras, ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a qualquer delas;

    III - quando a prova de uma infração ou de qualquer de suas circunstâncias elementares influir na prova de outra infração.

    ART. 77. A COMPETÊNCIA SERÁ DETERMINADA PELA CONTINÊNCIA QUANDO:

    I - duas ou mais pessoas forem acusadas pela mesma infração (continência SUBJETIVA);

    II - no caso de infração cometida nas condições previstas nos arts. 51, § 1 o , 53, segunda parte, e 54 do Código Penal (continência OBJETIVA). 


ID
5119114
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

A autoridade policial poderá representar pela prisão temporária quando imprescindível para as investigações do inquérito policial e desde que haja fundadas razões, de acordo com qualquer prova admitida na legislação penal, de autoria ou participação do indiciado nos seguintes crimes:

Alternativas
Comentários
  • De acordo com a lei LEI Nº 7.960/89 caberá prisão temporária nos crimes abaixo:

    a) homicídio doloso ;

    b) seqüestro ou cárcere privado

    c) roubo 

    d) extorsão 

    e) extorsão mediante seqüestro ;

    f) estupro , e sua combinação com o ;          

    g) atentado violento ao pudor , e sua combinação com o ;          

    h) rapto violento , e sua combinação com o ;         

    i) epidemia com resultado de morte ;

    j) envenenamento de água potável ou substância alimentícia ou medicinal qualificado pela morte (art. 270, caput, combinado com art. 285);

    l) quadrilha ou bando , todos do Código Penal;

    m) genocídio ,  e ), em qualquer de sua formas típicas;

    n) tráfico de drogas ;

    o) crimes contra o sistema financeiro (Lei n° 7.492, de 16 de junho de 1986).

    p) crimes previstos na Lei de Terrorismo. 

    Lembrando que para a aplicação da prisão temporária o crime deve está previsto no rol taxativo desta lei

  • pela explicaçao do colega, entao pq a letra C esta errada? Alguem pode explicar?

  • Questão passível de anulação, pois no EDITAL consta LEI n° 17.960/1989.

  • Questão anulada pela banca!

  • tanto a letra A quanto a letra E são o gabarito

    a banca deu a justificativa que a E e um crime contra o sistema financeiro

  • JUSTIFICATIVA DA BANCA IADES PARA ANULAÇÃO DA QUESTÃO.

    A questão foi anulada, por apresentar mais de uma alternativa correta. Portanto, observa-se que a alternativa correta apontada no gabarito oficial é “envenenar água potável, de uso comum ou particular, ou substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo, com resultado de morte (arts. 270 e 285, ambos do Código Penal)”, que está em acordo com o texto expresso da Lei no 7.960/1989 (art. 1º, inciso III, alínea “j”). No entanto, a questão também apresenta outra alternativa correta, sendo ela: “subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência contra a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência (art. 157 do Código Penal)”, que também está prevista na Lei no 7.960/1989 (art. 1º, inciso III, alínea “c”).

    #PMPA/PCPA


ID
5119117
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

Em relação ao crime militar, o Código Penal Militar

Alternativas
Comentários
  • Gab. B

    Art. 33. CPM

    Excepcionalidade do crime culposo

     Parágrafo único. Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

  • excepcionalidade do crime culposo, definindo que, salvo os casos expressos em lei, o agente somente será punido por fato previsto como crime caso o pratique dolosamente.# ESSA FARDA E MINHA PM PARÁ.

  • GAB-B

    A) Isso é CULPOSO - Art. 33. Diz-se o crime: II - CULPOSO, quando o agente, deixando de empregar a cautela, atenção, ou diligência ordinária, ou especial, a que estava obrigado em face das circunstâncias, não prevê o resultado que podia prever ou, prevendo-o, supõe levianamente que não se realizaria ou que poderia evitá-lo. --

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    B) CORRETO - Art 33 - Excepcionalidade do crime culposo

           Parágrafo único. Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    C) Há previsão sim -  Art. 30. Diz-se o crime: Tentativa

           II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente.

            Pena de tentativa

           Parágrafo único. Pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime, diminuída de um a dois terços, podendo o juiz, no caso de excepcional gravidade, aplicar a pena do crime consumado.

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    D) Não aplica pena em crime impossível - Crime impossível Art. 32. Quando, por ineficácia absoluta do meio empregado ou por absoluta impropriedade do objeto, é impossível consumar-se o crime, nenhuma pena é aplicável.

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    E) Se o agente QUIS há crime sim, trata-se de DOLO -

    Art. 33. Diz-se o crime:

            Culpabilidade

           I - doloso, quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo;

    Só não há crime

     Exclusão de crime

           Art. 42. Não há crime quando o agente pratica o fato:

           I - em estado de necessidade;

           II - em legítima defesa;

           III - em estrito cumprimento do dever legal;

           IV - em exercício regular de direito.

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

  • Todo tipo incriminador é, a princípio, doloso, pois o dolo está implícito em sua descrição. Por outro lado, a culpa precisa de previsão expressa para que tenha relevância (regra da excepcionalidade do crime culposo). Dolo é regra, e a culpa é exceção.

  • Art. 30. Diz-se o crime:

    Crime consumado

    I - consumado, quando nêle se reúnem todos os elementos de sua definição legal

    Tentativa

    II - tentado, quando, iniciada a execução, não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente.

    Pena de tentativa

    Parágrafo único. Pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime, diminuída de 1/3 a 2/3, podendo o juiz, no caso de excepcional gravidade, aplicar a pena do crime consumado.

    Crime impossível - exclui a tipicidade

    Art. 32. Quando, por ineficácia absoluta do meio empregado ou por absoluta impropriedade do objeto, é impossível consumar-se o crime, nenhuma pena é aplicável.

    Art. 33. Diz-se o crime:

    Crime doloso

    I - doloso, quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo

    Dolo direto

    Quis o resultado

    Dolo eventual    

    Assume o risco de produzir o resultado

    Crime culposo

    II - culposo, quando o agente, deixando de empregar a cautela, atenção, ou diligência ordinária, ou especial, a que estava obrigado em face das circunstâncias, não prevê o resultado que podia prever ou, prevendo-o, supõe levianamente que não se realizaria ou que poderia evitá-lo.

    Culpa consciente

    Prevê o resultado mas supõe levianamente que não se realizaria ou que poderia evitá-lo.

    Culpa inconsciente  

    Não prevê o resultado que podia prever       

    Excepcionalidade do crime culposo

    Parágrafo único. Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

    Exclusão de crime

    Art. 42. Não há crime quando o agente pratica o fato:

    I - em estado de necessidade;

    II - em legítima defesa;

    III - em estrito cumprimento do dever legal;

    IV - em exercício regular de direito.

    Estado de necessidade coativo / comandante       

    Parágrafo único. Não há igualmente crime quando o comandante de navio, aeronave ou praça de guerra, na iminência de perigo ou grave calamidade, compele os subalternos, por meios violentos, a executar serviços e manobras urgentes, para salvar a unidade ou vidas, ou evitar o desânimo, o terror, a desordem, a rendição, a revolta ou o saque.

  • Lembrando que a punição da tentativa são diferentes no Código Penal Comum e no Código Penal Militar. Este o juiz pode, no caso de excepcional gravidade, aplicar a pena do crime consumado. Já aquele não tem essa previsão...

  • GABARITO - B

    Só complementado o crime impossível...

    ineficácia absoluta do meio empregado o agente, pretendendo matar a vítima mediante propinação de veneno, ministra açúcar em sua alimentação, supondo-o arsênico.

    absoluta impropriedade do objeto, "A", pensando que seu desafeto está a dormir, desfere punhaladas, vindo a provar-se que já estava morto;

    "A", supondo que seu inimigo está no leito, dispara tiros de revólver, quando o mesmo ainda não se recolhera;

    A mulher, supondo-se em estado de gravidez, pratica manobras abortivas;

    O agente, supondo de outrem um objeto, tira o próprio

    Parabéns! Você acertou!

  • #MentoriaPMMINAS

    APROVADO 2021

  • Vamos analisar cada uma:

    A - define crime doloso (CULPOSO) como sendo aquele cometido pelo agente que deixa de empregar a cautela, a atenção ou a diligência ordinária, ou especial, a que estava obrigado em face das circunstâncias, não prevê o resultado que podia prever ou, prevendo-o, supõe levianamente que poderia evitá-lo.

    Resposta: DOLO quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo; Art: 33 DPM

    B - trata da excepcionalidade do crime culposo, definindo que, salvo os casos expressos em lei, o agente somente será punido por fato previsto como crime caso o pratique dolosamente. Art. 33 DPM

    C - não prevê punição para os crimes tentados.

    Resposta: PUNE-SE A TENTATIVA COM A PENA CORRESPONDENTE AO CRIME, diminuída de um a dois terços, podendo o juiz, no caso de excepcional gravidade, aplicar a pena do crime consumado. Art. 30 DPM

    D - expressamente prevê, para a hipótese do crime impossível, a aplicação da pena correspondente ao crime, diminuída de um a dois terços.

    Resposta: Quando, por ineficácia absoluta do meio empregado ou por absoluta impropriedade do objeto, é impossível consumar-se o crime, nenhuma pena é aplicável Art. 32. DPM

    E - afirma que não haverá crime quando o agente que pratica o fato quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo.

    Resposta: DOLO quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo; Art: 33 DPM

    :(

  • NESTE EXATO MOMENTO MUITOS ESTÃO FESTANDO, PAGAR O PREÇO POUCOS PAGARÃO. MAIS UM DIA NÃO VENHA ME FALAR QUE FOI SORTE. V.S.J NUCA DESISTI DESSA .............

  • FUI ELIMINANDO E SÓ RESTOU A ALTERNATIVA B

  • Foco na missão

  • GABARITO: LETRA B

    Art. 33 CPM

    Excepcionalidade do crime culposo

    Parágrafo único. Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

  • Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

    Assim, todo tipo incriminador é, a princípio, doloso, pois o dolo está implícito em sua descrição. Por outro lado, a culpa precisa de previsão expressa para que tenha relevância (regra da excepcionalidade do crime culposo).

    Dolo é regra, e a culpa é exceção.

    GABARITO: B

  • RUMO A PMCE 2021.

    letra B...

  • YURE PMCE AI VOU EU.

  • #PMMINAS

  • Art. 33 CPM

    Dolo é regra, culpa exceção

    Parágrafo único. Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

  • Lembre-se:

    CULPA é exceção!

  • Art. 33. CPM

    Excepcionalidade do crime culposo

     Parágrafo único. Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.

  • Art. 33. CPM

    Excepcionalidade do crime culposo

     Parágrafo único. Salvo os casos expressos em lei, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.


ID
5119120
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

De acordo com o Código Penal Militar, art. 149, inciso I, “reunirem-se militares agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la” é uma das condutas que caracterizam o crime militar de

Alternativas
Comentários
  • Gaba (E) Crimes propriamente Militar. Com Arma =Revolta Sem Arma= Motim
  • Quando o comando ou a opção vier falando em reunirem-se militares - desobediência - agindo contra a ordem trata-se do crime de MOTIM.

    Militares, com as mesmas características citadas a cima estiverem armados, trata-se de REVOLTA.

  • MOTIM= Sem Arma

    REVOLTA= REVOLver= Com Arma

  • Art.149

    Com arma: Revolta

    Sem arma: Motim

    Art. 150

    Com armamento ou material bélico: Guerra

  • Motim - sem arma.

    RevoltA - com Arma.

  • GAB-E

    Motim

    Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados (obs.: veja que são 2 ou mais militares, crime de concurso necessário):

    I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

    II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

    III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

    IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar:

    Pena - reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um terço para os cabeças.

    Revolta

    Parágrafo único. Se os agentes estavam ARMADOS:

    Pena - reclusão, de oito a vinte anos, com aumento de um terço para os cabeças.

    #ispia... 

  • Recusar obedecer à ordem de superior:

    1 indivíduo (Recusa de obediência)

    2 ou mais indivíduos desarmados (Motim)

    2 ou mais indivíduos armados (Revolta)

  • A)

    VIOLÊNCIA CONTRA SUPERIOR

    ART 157- Praticar violência contra superior

    Pena: detenção, de 3 meses a 2 anos.

    FORMAS QUALIFICADAS

    Superior é COMANDANTE DA UNIDADE a que PERTENCE o agente, ou OFICIAL GENERAL:

    Pena: Reclusão, de 3 a 9 anos.

    1. SE RESULTA LESÃO CORPORAL = APLICA-SE A PENA DE VIOLÊNCIA CONTRA PESSOAL
    2. SE DA VIOLÊNCIA RESULTA MORTE = Pena: Reclusão de 12 a 30 anos

    • COM ARMA - ↑ 1/3

    • CRIME OCORRE EM SERVIÇO- ↑ SEXTA PARTE

    B)

    DESRESPEITO A SUPERIOR

    ART 160- Desrespeitar superior DIANTE DE OUTRO MILITAR. (LEMBRAR DE RESPEITO)

    Pena: Detenção, de 3 meses a 1 ano

    C)

    RESISTÊNCIA MEDIANTE AMEAÇA OU VIOLÊNCIA

    ART 177- Opor-se à execução de ato legal, mediante ameaça ou violência ao executor, ou a quem esteja prestando auxílio.

    Pena: detenção, 6 meses a 2 anos.

    D)

    RECUSA DE OBEDIÊNCIA (INSUBORDINAÇÃO)

    ART 163- Recusar obedecer a ordem do superior sobre assunto ou matéria de serviço, ou relativamente a dever imposto em lei, regulamento ou instrução.

    Pena: detenção, 1 a 2 anos.

    (AQUI SERÁ APENAS 1 MILITAR, + DE 1 SERÁ MOTIM.)

    E) - GABARITO

    MOTIM ( + DE 1 MILITAR, CONTRA A ORDEM DO SUPERIOR DESARMADOS)

    ART 149- Reunirem-se militares ou assemelhados:

    1. Agindo contra a ordem de superior, ou negando-se a cumpri-lá:
    2. Recusar obediência a superior, ou negando-se a cumpri-la:
    3. Assentido em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior:
    4. Ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo, ou aeronave, navio ou viatura miliar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem do superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina miliar.

    PENA: Reclusão, de 4 a 8 nos.

    • CABEÇAS- ↑ 1/3

    SE OS AGENTES ESTAVAM ARMADOS SERÁ REVOLTA.

    AMBOS OS CRIMES VALE PARA POLICIAIS ATIVOS E INATIVOS

  • Se dois militares em serviço ativo juntamente com um militar inativo, ainda que não empregado regularmente na administração militar , ocuparem um quartel contrariamente à ordem superior , os três, em tese, estarão na prática do motim
  • PRA NUNCA MAIS ERRAR

    E LEMBREM DISSO "ORDEM ILEGAL NÃO SE CUMPRE "

    Recusar obedecer à ordem de superior:

    1 indivíduo (Recusa de obediência)

    2 ou mais indivíduos desarmados (Motim)

    2 ou mais indivíduos armados (Revolta)

  • GAB E

    Motim=sem arma

     agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

    recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

    assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

     ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar:

    Pena - reclusão, de 4 a 8, com aumento de 1/3 para os cabeças.Motim=sem arma

     agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

    recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

    assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

     ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar:

    Pena - reclusão, de 4 a 8, com aumento de 1/3 para os cabeças.

    Revolta= com arma

     Pena - reclusão, de 8 a 20 anos, com aumento de 1/3 para os cabeças.

    O crime de Revolta é o Motim armado, sendo a existência de armas o único e essencial ponto de distinção entre os dois crimes.

  • GABARITO - E

    Crimes contra a autoridade OU disciplina militar....

    Motim = Sem arma

    Revolta = Com arma...

    Sujeito ativo:  Crime militar próprio, somente podendo ser praticado por militar (policiais militares, bombeiros militares ou membros das Forças Armadas). 

    Sujeito passivo: É o Estado.

    Competência para julgamento:

    Se for praticado pelos militares dos Estados: Justiça Militar Estadual;

    Se for praticado por membros das Forças Armadas: Justiça Militar da União

    Sobre a REVOLTA = A arma pode ser própria (revólver, pistola, fuzil, etc.) ou imprópria (foice, faca, machado). Prevalece o entendimento de que basta os militares estejam armados para que a pena seja de 8 a 20 anos, não é necessário o uso do armamento.

    Parabéns! Você acertou!

  • 1 indivíduo (Recusa de obediência)

    2 ou mais indivíduos desarmados (Motim)

    2 ou mais indivíduos armados (Revolta)

  • Recusa de obediência=1 indivíduo

    Motim =2 ou mais Sem arma

    Revolta = Com arma

  • @PMMINAS PMMG 2021

  • Motim. Gabarito E.

    Motim = Sem arma

    Revolta = Com arma.

  • Motim

    Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:

    I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

    II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

    III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

    IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar:

    Pena - reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um terço para os cabeças.

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    E

    MOTIM: ART 149- Reunirem-se militares ou assemelhados:

    1. Agindo contra a ordem de superior, ou negando-se a cumpri-lá:
    2. Recusar obediência a superior, ou negando-se a cumpri-la:
    3. Assentido em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior:
    4. Ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo, ou aeronave, navio ou viatura miliar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem do superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina miliar.

    PENA: Reclusão, de 4 a 8 nos.

  • #PMMINAS

  • PM - AM

  • ART 149 DA LEI 1.001\1969

    GB \E)

  • Motim: reunirem-se militares desarmados agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la.

    Complementando o comentário da Amanda com um Bizu que vi no QC:

    >> 1 indivíduo (recusa de obediência)

    >> 2 ou mais indivíduos desarmados (motim)

    >> 2 ou mais indivíduos armados (revolta)

    MOTIM - feito com as Mãos (logo sem revolver)

    REVOLTA - feito com REVOLVER

    Gabarito: letra e

  • @PMMINAS

    GABARITO E

     Violência contra superior

            Art. 157. Praticar violência contra superior:

           Pena - detenção, de três meses a dois anos.

     Desrespeito a superior

            Art. 160. Desrespeitar superior diante de outro militar:

           Pena - detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.

    Resistência mediante ameaça ou violência

            Art. 177. Opor-se à execução de ato legal, mediante ameaça ou violência ao executor, ou a quem esteja prestando auxílio:

           Pena - detenção, de seis meses a dois anos.

    Recusa de obediência

            Art. 163. Recusar obedecer a ordem do superior sôbre assunto ou matéria de serviço, ou relativamente a dever impôsto em lei, regulamento ou instrução:

           Pena - detenção, de um a dois anos, se o fato não constitui crime mais grave.

    Motim

            Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:

           I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

           II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

           III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

           IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer dêles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar:

           Pena - reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um têrço para os cabeças.

  • Motim

    Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:

    I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

    II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

    III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

    IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer deles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar:

    Pena - reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um terço para os cabeças.


ID
5119123
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

Em relação aos crimes contra a Administração Militar, o Código Penal Militar prevê o crime militar de prevaricação, o qual se caracteriza quando o agente pratica a conduta de

Alternativas
Comentários
  • PREVARICAÇÃO

    ART. 319. RETARDAR ou DEIXAR de praticar, indevidamente, ato de oficio, ou pratica-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal;

  • GAB-A

    A) retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

    Prevaricação

           Art. 319. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interêsse ou sentimento pessoal:

           Pena - detenção, de seis meses a dois anos.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    B) deixar o médico militar, no exercício da função, de denunciar à autoridade pública doença cuja notificação é compulsória.

    Omissão de notificação de doença

           Art. 297. Deixar o médico militar, no exercício da função, de denunciar à autoridade pública doença cuja notificação é compulsória:

           Pena - detenção, de seis meses a dois anos.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    C) deixar de responsabilizar o subordinado que comete infração no exercício do cargo ou, quando lhe faltar competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente.

    Condescendência criminosa

           Art. 322. Deixar de responsabilizar subordinado que comete infração no exercício do cargo, ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente:

           Pena - se o fato foi praticado por indulgência, detenção até seis meses; se por negligência, detenção até três meses.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    D) desobedecer a ordem legal de autoridade militar.

    Desobediência

           Art. 301. Desobedecer a ordem legal de autoridade militar:

           Pena - detenção, até seis meses.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    E) desacatar militar no exercício de função de natureza militar ou em razão dela.

    Desacato a militar

           Art. 299. Desacatar militar no exercício de função de natureza militar ou em razão dela:

           Pena - detenção, de seis meses a dois anos, se o fato não constitui outro crime.

  • prevaricação - retardar

    • Palavras chaves => RETARDAR / DEIXAR DE PRATICAR,...
    • Art. 319 : RETARDAR ou DEIXAR de praticar, INDEVIDAMENTE, ato de ofício, ou PRÁTICÁ-LO contra expressa disposição de lei, PARA SATISFAZER interesse ou SENTIMENTO PESSOAL
    • PENA - detenção, 6 meses a 2 anos

  • A - PREVARICAÇÃO B - OMISSÃO DE NOTIFICAÇÃO DE DOENÇA C - CONDESCENDÊNCIA CRIMINOSA D - DESOBEDIÊNCIA E - DESACATO A MILITAR PMMG, FORÇA E HONRA ! CFSd 2021
  • GAB A

    PREVARICAÇÃO

    Art. 319. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal:

    Pena - detenção, de 6 meses a 2 anos.

    Ex: João servidor público deixa de praticar atos de ofícios em razões de brigas com sua esposa Rafaela= sentimento pessoal

  • (A) (CERTO) Letra do Art. 319.

    (B) (ERRADO) Trata-se da Omissão de notificação de doença - Art. 297.

    (C) (ERRADO) Redação da Condescendência criminosa - Art. 322.

    (D) (ERRADO) Versa sobre a Desobediência - Art. 301.

    (E) (ERRADO) Trata-se de Desacato a militar - Art. 299.

    https://www.instagram.com/trajetopolicial/

  • GABARITO - A

    Adendo....

    CPM = Condescendência criminosa

           Art. 322. Deixar de responsabilizar subordinado que comete infração no exercício do cargo, ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente:

           Pena - se o fato foi praticado por indulgência, detenção até seis meses; se por negligência, detenção até três meses.

    Há diferenças em relação ao CP que não prevê modalidade Negligência

    CP = Condescendência criminosa

           Art. 320 - Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente:

           Pena - detenção, de quinze dias a um mês, ou multa.

    Parabéns! Você acertou!

  • A- PREVARICAÇÃO

    Art. 319. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal:

    Pena - detenção, de 6 meses a 2 anos.

    C- Condescendência é o famoso deixar pra la,

    Art. 320 - Deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente:

    Pena - detenção, de quinze dias a um mês, ou multa.

  •  retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

  • Basta saber o VERBO, e ir por eliminação.

  •  Prevaricação

             Art. 319. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interêsse ou sentimento pessoal:

           Pena - detenção, de seis meses a dois anos.

  • Postura tática 04( C P Militar se assemelha muito com o C P)

    É um dos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral que consiste em retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal. A pena prevista é de detenção, de três meses a um ano, e multa. Ver artigo 319 do Código Penal.

    Desista de ser fraco!

  • bizuuuu

    falou em PREVARICACAO

    SENTIMENTO PESSOAL OU INTERESSE PESSOAL

  • PREVARICAÇÃO: . RETARDAR ou deixar de praticar

    para satisfazer INTERESSE ou SENTIMENTO PESSOAL

  • #PMMINAS

    • PREVARICAÇÃO  INTERESSE ou SENTIMENTO PESSOAL

    RETARDAR ou deixar de praticar, 

  • PM - AM

  • CAPÍTULO VI

    DOS CRIMES CONTRA O DEVER FUNCIONAL

    Prevaricação

    Art. 319. Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal:

    Pena - detenção, de seis meses a dois anos.

    Omissão de notificação de doença

    Art. 297. Deixar o médico militar, no exercício da função, de denunciar à autoridade pública doença cuja notificação é compulsória:

    Pena - detenção, de seis meses a dois anos.

    Condescendência criminosa

    Art. 322. Deixar de responsabilizar subordinado que comete infração no exercício do cargo, ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente:

    Pena - se o fato foi praticado por indulgência, detenção até seis meses; se por negligência, detenção até três meses.

    Desobediência

    Art. 301. Desobedecer a ordem legal de autoridade militar:

    Pena - detenção, até seis meses.

    Desacato a militar

    Art. 299. Desacatar militar no exercício de função de natureza militar ou em razão dela:

    Pena - detenção, de seis meses a dois anos, se o fato não constitui outro crime.


ID
5119126
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal Militar
Assuntos

Uma das penas principais previstas pelo Código Penal Militar é a

Alternativas
Comentários
  • Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    a) morte;

    b) reclusão;

    c) detenção;

    d) prisão;

    e) impedimento;

    f) suspensão do exercício do pôsto, graduação, cargo ou função;

    g) reforma.

  • GAB-D

    A) multa, em valor superior a um salário mínimo.

    Não há pena de Multa no CPM

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    B) morte, executada por enforcamento.

    A morte é uma pena principal, no entanto ela é executada por fuzilamento, sem exceção.

    Pena de morte Art. 56. A pena de morte é executada por fuzilamento – obs.: sem exceção!.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    C) suspensão dos direito políticos.

    Trata-se de uma das penas Acessórias.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    D) reclusão

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    E) exclusão das Forças Armadas.

    Trata-se de uma das penas Acessórias.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    DAS PENAS PRINCIPAIS

    Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    a) morte;

    b) reclusão;

    c) detenção;

    d) prisão;

    e) impedimento;

    f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função;

    g) reforma.

    Macete: MO.RE.I DE SUS REFORMA PRISÃO #pmminas

    DAS PENAS ACESSÓRIAS

    Penas Acessórias

    Art. 98. São penas acessórias:

    I - a perda de posto e patente;

    II - a indignidade para o oficialato;

    III - a incompatibilidade com o oficialato;

    IV - a exclusão das fôrças armadas;

    V - a perda da função pública, ainda que eletiva;

    VI - a inabilitação para o exercício de função pública;

    VII - a suspensão do pátrio poder, tutela ou curatela;

    VIII - a suspensão dos direitos políticos.

  • A pena de MORTE é executada por fuzilamento.

    GAB D)

  • Penas principais.

    REPRIMO SUS REDE IMPEDI

    REclusão

    PRIsão 

    MOrte

    SUSpensão

    REforma DEtensão

    IMPEDImento 

    A banca IADES gosta das penas do CPM, às vezes, ela cobra (quais crimes militares não cabe suspensão da pena) caiu para soldado músico e oficial na PMDF.

  • A multa é vista apenas como ressarcimento ao erário, não sendo considerada como pena.

  • Penas principais: MR. DRIPS

    Morte

    Reclusão

    Detenção

    Reforma

    Impedimento

    Prisão

    Suspensão

    Fortis Fortuna Adiuvat•

  • A) FALSO - não é previsto pena de multa no CPM (militar não gosta de dinheiro)

    B) FALSO - a pena de morte é principal, porém é executada por fuzilamento (somente em guerra declarada)

    C) FALSO - suspensão dos direitos políticos é pena acessória (sendo imprescritível de acordo com o CPM)

    D) GABARITO - Reclusão: min: 1 ano, max: 30 anos = unificada 30 anos

    E) FALSO - exclusão das forças armadas é pena acessória (sendo imprescritível de acordo com o CPM)

    .

    PENAS PRINCIPAIS (SD PM RIR - Soldadod Policial Militar RIR)

    Suspensão

    Detenção

    Prisão

    Morte

    Reclusão

    Impedimento

    Reforma

    .

    "É impossível vencer alquém que nunca desiste"

  • Uma das penas principais previstas pelo Código Penal Militar é a

    A multa, em valor superior a um salário mínimo.

    NÃO TEM PENA DE MULTA NO CPM

    B morte, executada por enforcamento.

    MORTE ESTÁ CERTO, PORÉM O ERRO ESTÁ EM DIZER QUE É EXECUTADA POR ENFORCAMENTO, A PENA DE MORTE É EXECUTADA POR FUZILAMENTO

    C suspensão dos direito políticos.

    ERRADO

    AQUI É UMA PENA ACESSÓRIA

    D reclusão.

    GABARITO

    E exclusão das Forças Armadas.

    ERRADO

    AQUI É UMA PENA ACESSÓRIA

  • Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    a) morte

    b) reclusão

    c) detenção

    d) prisão

    e) impedimento

    f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função

    g) reforma.

    Pena de morte

    Art. 56. A pena de morte é executada por fuzilamento.

    Penas Acessórias

    Art. 98. São penas acessórias:

    I - a perda de posto e patente

    II - a indignidade para o oficialato

    III - a incompatibilidade com o oficialato

    IV - a exclusão das forças armadas

    V - a perda da função pública, ainda que eletiva

    VI - a inabilitação para o exercício de função pública

    VII - a suspensão do pátrio poder, tutela ou curatela

    VIII - a suspensão dos direitos políticos

  • Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    a) morte

    b) reclusão

    c) detenção

    d) prisão

    e) impedimento

    f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função

    g) reforma.

    Pena de morte

    Art. 56. A pena de morte é executada por fuzilamento.

    Penas Acessórias

    Art. 98. São penas acessórias:

    I - a perda de posto e patente

    II - a indignidade para o oficialato

    III - a incompatibilidade com o oficialato

    IV - a exclusão das forças armadas

    V - a perda da função pública, ainda que eletiva

    VI - a inabilitação para o exercício de função pública

    VII - a suspensão do pátrio poder, tutela ou curatela

    VIII - a suspensão dos direitos políticos

  • (A) (ERRADO) Não há previsão no CPM.

    (B) (ERRADO) Há morte, mas por fuzilamento (Art. 56).

    (C) (ERRADO) É pena acessória (Art. 98, VIII).

    (D) (CERTO) Art. 55, b).

    (E) (ERRADO) É pena acessória (Art. 98, IV).

    https://www.instagram.com/trajetopolicial/

  • GABARITO - D

    A) multa, em valor superior a um salário mínimo.

    Não há pena de Multa no CPM

    Não há arrependimento Posterior no CPM

    Não compreende Inflações Disciplinares no CPM

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    B) morte, executada por enforcamento.

    A morte é uma pena principal, no entanto ela é executada por fuzilamento, sem exceção.

    Pena de morte Art. 56. A pena de morte é executada por fuzilamento – obs.: sem exceção!.

    Prescrição da Morte = 30 anos

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    C) suspensão dos direito políticos.

    Trata-se de uma das penas Acessórias.

    Um adendo: é VEDADA a Cassação de direitos políticos.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    D) reclusão

         Mínimos e máximos genéricos

    Art. 58. O mínimo da pena de reclusão é de um ano, e o máximo de trinta anos; o mínimo da pena de detenção é de trinta dias, e o máximo de dez anos.

    Houve alterações no que tange o CP, no CPM permaneceu inalterado...

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    E) exclusão das Forças Armadas.

    Trata-se de uma das penas Acessórias.

    Exclusão das fôrças armadas

           Art. 102. A condenação da praça a pena privativa de liberdade, por tempo superior a dois anos, importa sua exclusão das fôrças armadas.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    DAS PENAS PRINCIPAIS

    Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    a) morte;

    b) reclusão;

    c) detenção;

    d) prisão;

    e) impedimento;

    f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função;

    g) reforma.

    Macete: MO.RE.I DE SUS REFORMA PRISÃO #pmminas

    DAS PENAS ACESSÓRIAS

    Penas Acessórias

    Art. 98. São penas acessórias:

    I - a perda de posto e patente;

    II - a indignidade para o oficialato;

    III - a incompatibilidade com o oficialato;

    IV - a exclusão das fôrças armadas;

    V - a perda da função pública, ainda que eletiva;

    VI - a inabilitação para o exercício de função pública;

    VII - a suspensão do pátrio poder, tutela ou curatela;

    VIII - a suspensão dos direitos políticos.

    Parabéns! Você acertou!

  • DAS PENAS PRINCIPAIS

    Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    a) morte;

    b) reclusão;

    c) detenção;

    d) prisão;

    e) impedimento;

    f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função;

    g) reforma.

  • DAS PENAS PRINCIPAIS

    Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    a) morte;

    b) reclusão;

    c) detenção;

    d) prisão;

    e) impedimento;

    f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função;

    g) reforma.

    Macete: MO.RE.I DE SUS REFORMA PRISÃO

  • DAS PENAS PRINCIPAIS

    Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    a) morte (Fuzilamento)

    b) reclusão ( de 1 ano há 30 anos)

    c) detenção ( de 30 dias há 10 anos )

    d) prisão ( reclusão ou de detenção até 2 (dois) anos, aplicada a militar, é convertida em pena de prisão )

    e) impedimento ( Sujeita o condenado a permanecer no recinto da unidade, sem prejuízo da instrução militar)

    f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função ( consiste na agregação, no afastamento, no licenciamento ou na disponibilidade do condenado, pelo tempo fixado na sentença, sem prejuízo do seu comparecimento regular à sede do serviço. Não será contado como tempo de serviço, para qualquer efeito, o do cumprimento da pena)

    g) reforma ( sujeita o condenado à situação de inatividade, não podendo perceber mais de um vinte e cinco avos do sôldo, por ano de serviço, nem receber importância superior à do sôldo)

    Macete: RDPM SIR

  • "Demorei para suspender a reforma da prisão".

    DE.MO.RE.I para SUPENDER a REFORMA da PRISÃO

    DE = Detenção

    MO = Morte

    RE = Reclusão

    I = Impedimento

  • SD PM RIR S uspensão D etenção P risão M orte em tempo de guerra R eforma I mpedimento R eclusão
  • Penas principais: Morte reclusa(o) de impedimento e detenção e suspensão da reforma da prisão

    Morte

    Reclusão

    Impedimento

    Detenção

    Suspensão

    Reforma

    Prisão

  • Penas principais

    Art. 55. As penas principais são:

    • a) morte;
    • b) reclusão;
    • c) detenção;
    • d) prisão;
    • e) impedimento;
    • f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função;
    • g) reforma.

    MO.RE.I DE SUS REFORMA PRISÃO

    GAB... D

  • Das penas principaisSD PM RIR (Art. 55 do CPM)

     

    suspensão do exercício do pôsto, graduação, cargo ou função;

    detenção;

    prisão

    morte;

    reclusão;

    impedimento;

    reforma.

    Ainda não achei mnemonico para as penas acessórias

  •      Art. 55. As penas principais são:

           a) morte;

           b) reclusão;

           c) detenção;

           d) prisão;

           e) impedimento;

           f) suspensão do exercício do pôsto, graduação, cargo ou função;

           g) reforma.

  • Art. 55. As penas principais são:

           a) morte;

           b) reclusão;

           c) detenção;

           d) prisão;

           e) impedimento;

           f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função;

           g) reforma.

     Pena de morte

           Art. 56. A pena de morte é executada por fuzilamento.

  • bizu: PS MIRRD

  • MACETE das penas principaisSD PM RIR (Art. 55 do CPM)

     

    1. suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função;
    2. detenção;
    3. prisão
    4. morte;
    5. reclusão;
    6. impedimento;
    7. reforma.

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    D

    Penas principais: Art. 55. As penas principais são:

           a) morte;

           b) reclusão;

           c) detenção;

           d) prisão;

           e) impedimento;

           f) suspensão do exercício do pôsto, graduação, cargo ou função;

           g) reforma.

    SD PM RIR

     Penas Acessórias: Art. 98. São penas acessórias:

           I - a perda de posto e patente;

           II - a indignidade para o oficialato;

           III - a incompatibilidade com o oficialato;

           IV - a exclusão das forças armadas;

           V - a perda da função pública, ainda que eletiva;

           VI - a inabilitação para o exercício de função pública;

           VII - a suspensão do pátrio poder, tutela ou curatela;

           VIII - a suspensão dos direitos políticos.

    PEPIIISS

  • A pena de morte será executada por fuzilamento!!

    A pena de morte será executada por fuzilamento!!

    A pena de morte será executada por fuzilamento!!

  • "Deus capacita os escolhidos"

    #PMMINAS

  • @PMMINAS

    GABARITO D

    A) ERRADA - No CPM não existe pena de multa nem de prestação pecuniária.

    B)ERRADA - De acordo com art. 56 A pena de morte é executada por fuzilamento.

    C)ERRADA - A suspensão de direitos políticos é pena acessória, conforme art. 98, VIII.

    D)CORRETA - A reclusão é um dos tipos de penas principais, conforme art. 55, b.

    E)ERRADA - A exclusão das forças armadas é pena acessória, conforme art. 98, IV.

  • Art. 55. As penas principais são:

    a) morte;

    b) reclusão;

    c) detenção;

    d) prisão;

    e) impedimento;

    f) suspensão do exercício do posto, graduação, cargo ou função;

    g) reforma.


ID
5119129
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal Militar
Assuntos

A respeito do inquérito policial militar (IPM), assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • ALTERNATIVA CORRETA: A

    CPPM

    Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos termos legais, configure crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.

  • Finalidade do inquérito

             Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos têrmos legais, configure crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.

            Parágrafo único. São, porém, efetivamente instrutórios da ação penal os exames, perícias e avaliações realizados regularmente no curso do inquérito, por peritos idôneos e com obediência às formalidades previstas neste Código.

  • A) Gabarito

    B) Deverá ofertar ao advogado os elementos já produzidos no IPM (admite defesa técnica)

    C) Caráter de instrução provisória

    D) Diferente do CPP, sindicância poderá dar início ao IPM

    E) permite o CPPM que o encarregado solicite ao PG indicação de outro procurador para lhe dar assistência

    "É impossível vencer alguém que nunca desiste"

  • Essa prova foi ridiculamente fácil, e quando íamos fazer a masculina adiaram kkkkk

    Eu acertei 53 nessa prova e com as anuladas fiz 57 pontos, pqp

    (Fiz em casa como se fosse um simulado)

  • GABARITO LETRA A

    a) Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos têrmos legais, configure crime militar, e de sua autoria...

    b)  Art. 16. O inquérito é sigiloso, mas seu encarregado pode permitir que dêle tome conhecimento o advogado do indiciado.

    c) Art. 9º...Tem o caráter de instrução provisória...

    d) Art. 10. O inquérito é iniciado mediante portaria:  f) quando, de sindicância feita em âmbito de jurisdição militar, resulte indício da existência de infração penal militar.

    e) Art. 14. Em se tratando da apuração de fato delituoso de excepcional importância ou de difícil elucidação, o encarregado do inquérito poderá solicitar do procurador-geral a indicação de procurador que lhe dê assistência.

    Apesar da previsão do Artigo 14 isso não é aplicado na prática:

    "* O art. 1.º da Res. CSMPM 69/2011 (DOU 09.12.2011), considerou inaplicável este artigo em face dos arts. 7.º, I, e 9.º da LC 75/93.

    Inaplicabilidade do dispositivo: o condutor do inquérito policial não terá assistência de membro do Ministério Público, pois não faz parte das atribuições desta instituição tal objetivo. Cabe-lhe a titularidade da ação penal e o controle das atividades da polícia judiciária, mas jamais servir de assistente do oficial presidente do inquérito."

    Souza, N.G. (2019), Código de Processo Penal Militar Comentado, 3rd edição, Grupo GEN.

  • A O IPM consiste em apuração sumária de fato, o qual, legalmente, represente crime militar e de sua autoria.

    CERTO

    Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos termos legais, configure crime militar, e de sua autoria

    B O IPM é um procedimento investigatório sigiloso, ao qual não pode ter acesso o indiciado, que sequer pode constituir advogado ou defensor.

    ERRADO

     Art. 16. O inquérito é sigiloso, mas seu encarregado pode permitir que dele tome conhecimento o advogado do indiciado.

    C O IPM tem o caráter de instrução definitiva.

    ERRADO

    CARÁTER DE INSTRUÇÃO PROVISÓRIA

    D Quando de uma sindicância feita no âmbito da Administração Militar resulte em indício de existência de infração penal militar, não será mais possível a instauração do IPM, sendo cabível apenas a medida disciplinar.

    ERRADO

    Modos por que pode ser iniciado O IPM

          Art. 10. O inquérito é iniciado mediante portaria:

           a) de ofício, pela autoridade militar em cujo âmbito de jurisdição ou comando haja ocorrido a infração penal, atendida a hierarquia do infrator;

           b) por determinação ou delegação da autoridade militar superior, que, em caso de urgência, poderá ser feita por via telegráfica ou radiotelefônica e confirmada, posteriormente, por ofício;

           c) em virtude de requisição do Ministério Público;

           d) por decisão do Superior Tribunal Militar, nos termos do art. 25;

           e) a requerimento da parte ofendida ou de quem legalmente a represente, ou em virtude de representação devidamente autorizada de quem tenha conhecimento de infração penal, cuja repressão caiba à Justiça Militar;

           f) quando, de sindicância feita em âmbito de jurisdição militar, resulte indício da existência de infração penal militar.

    E É vedado ao encarregado do IPM solicitar do procurador-geral a indicação de procurador que lhe dê assistência.

    ERRADO

    Assistência de procurador

           Art. 14. Em se tratando da apuração de fato delituoso de excepcional importância ou de difícil elucidação, o encarregado do inquérito poderá solicitar do procurador-geral a indicação de procurador que lhe dê assistência.

  • CPPM

    Finalidade do inquérito

    Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos termos legais, configure crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.

    Modos por que pode ser iniciado

    Art. 10. O inquérito é iniciado mediante portaria:

    f) quando, de sindicância feita em âmbito de jurisdição militar, resulte indício da existência de infração penal militar.

    Assistência de procurador

    Art. 14. Em se tratando da apuração de fato delituoso de excepcional importância ou de difícil elucidação, o encarregado do inquérito poderá solicitar do procurador-geral a indicação de procurador que lhe dê assistência.

    Sigilo do inquérito

    Art. 16. O inquérito é sigiloso, mas seu encarregado pode permitir que dêle tome conhecimento o advogado do indiciado.

  • pmpa estou chegando
  • Correção da assertiva " E"

    Assistência de procurador

            Art. 14. Em se tratando da apuração de fato delituoso de excepcional importância ou de difícil elucidação, o encarregado do inquérito poderá solicitar do procurador-geral a indicação de procurador que lhe dê assistência.

  • Item A

    Finalidade do inquérito

             Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos têrmos legais, configure crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.

  • Art. 10. O inquérito é iniciado mediante PORTARIA:

     

    • de OFÍCIO, pela autoridade militar, atendida a hierarquia do infrator
    • determinação ou DELEGAÇÃO da autoridade militar superior (urgência > a telegráfica ou radiotelefônica)
    • requisição do MP
    • decisão STM
    • REQUERIMENTO da parte ofendida ou de quem legalmente a represente
    • SINDICÂNCIA resulta infração penal militar

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    A

    CPPM

    Finalidade do inquérito

    Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos termos legais, configure crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.

    Modos por que pode ser iniciado

     Art. 10. O inquérito é iniciado mediante portaria:

           a) de ofício, pela autoridade militar em cujo âmbito de jurisdição ou comando haja ocorrido a infração penal, atendida a hierarquia do infrator;

           b) por determinação ou delegação da autoridade militar superior, que, em caso de urgência, poderá ser feita por via telegráfica ou radiotelefônica e confirmada, posteriormente, por ofício;

           c) em virtude de requisição do Ministério Público;

           d) por decisão do Superior Tribunal Militar, nos termos do art. 25;

           e) a requerimento da parte ofendida ou de quem legalmente a represente, ou em virtude de representação devidamente autorizada de quem tenha conhecimento de infração penal, cuja repressão caiba à Justiça Militar;

           f) quando, de sindicância feita em âmbito de jurisdição militar, resulte indício da existência de infração penal militar.

    Assistência de procurador

    Art. 14. Em se tratando da apuração de fato delituoso de excepcional importância ou de difícil elucidação, o encarregado do inquérito poderá solicitar do procurador-geral a indicação de procurador que lhe dê assistência.

    Sigilo do inquérito

    Art. 16. O inquérito é sigiloso, mas seu encarregado pode permitir que dêle tome conhecimento o advogado do indiciado.

  • O TERMO DE DESERÇÃO-----instrução provisória

    TERMO DE INSUBMISSÃO-----instrução provisória

    IPM-----apuração sumária (com exceção do P.único)

    Art. 452. O TERMO DE DESERÇÃO tem o caráter de instrução provisória e destina-se a fornecer os elementos necessários à propositura da ação penal, sujeitando, desde logo, o desertor à prisão.

    Art.463 (...) (TERMO DE INSUBMISSÃO) § 1º O termo, juntamente com os demais documentos relativos à insubmissão, tem o caráter de instrução provisória, destina-se a fornecer os elementos necessários à propositura da ação penal e é o instrumento legal autorizador da captura do insubmisso, para efeito da incorporação.

      Art. 9º O IPM é a apuração sumária de fato, que, nos têrmos legais, configure crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal. Parágrafo único. São, porém, efetivamente instrutórios da ação penal os exames, perícias e avaliações realizados regularmente no curso do inquérito, por peritos idôneos e com obediência às formalidades previstas neste Código.

       

  • A) CORRETA! Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos têrmos legais, configure crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.

    B) Errada, pois: art. 16. O inquérito é sigiloso, mas seu encarregado pode permitir que dêle tome conhecimento o advogado do indiciado.

    C) Errada, pois: art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos termos legais, configure crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.

    D) Errada, pois: art. 10. O inquérito é iniciado mediante portaria: f) quando, de sindicância feita em âmbito de jurisdição militar, resulte indício da existência de infração penal militar.

    E) Errada, pois: art. 14. Em se tratando da apuração de fato delituoso de excepcional importância ou de difícil elucidação, o encarregado do inquérito poderá solicitar do procurador-geral a indicação de procurador que lhe dê assistência.

            

  • Inquérito Policial Militar

    • inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que configure crime militar e de sua autoria. 

    O inquérito policial militar tem como objetivo principal apurar o fato, colhendo provas da existência do crime militar (materialidade) e de quem o praticou (autoria).

    Tem o objetivo de ser uma instrução provisória, isto é, preparatória.

    tendo como finalidade principal: obter os elementos necessários à propositura da ação penal. 

    • é um procedimento inquisitório
    • presidido pela autoridade policial
    • de natureza administrativa

    Sigilo do inquérito 

    Art. 16. O inquérito é sigiloso, mas seu encarregado pode permitir que dele tome conhecimento o advogado do indiciado. 

    Modos por que pode ser iniciado 

    Art. 10. O inquérito é iniciado mediante PORTARIA:

    f) quando, de sindicância feita em âmbito de jurisdição militar, resulte indício da existência de infração penal militar. 

    Durante a formação do inquérito policial militar, é facultado ao encarregado do inquérito solicitar a assistência de Membro do Ministério Público Militar, quando se tratar da apuração de:

    • fato delituoso de excepcional importância ou de difícil elucidação. 

    Assistência de procurador 

    Art. 14. Em se tratando da apuração de fato delituoso de excepcional importância ou de difícil elucidação, o encarregado do inquérito poderá solicitar do procurador-geral a indicação de procurador que lhe dê assistência.

  • FINALIDADE DO IPM

    Art. 9º O inquérito policial militar é a apuração sumária de fato, que, nos têrmos legais, configura crime militar, e de sua autoria. Tem o caráter de instrução provisória, cuja finalidade precípua é a de ministrar elementos necessários à propositura da ação penal.


ID
5119132
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal Militar
Assuntos

Tendo em vista as disposições constantes do Código de Processo Penal Militar, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • CPPM

    Art. 263. A menagem poderá ser concedida pelo juiz, nos crimes cujo máximo da pena privativa da liberdade não exceda a quatro anos, tendo-se, porém, em atenção a natureza do crime e os antecedentes do acusado.

  • A menagem está prevista nos arts. 263 a 269 do Código Penal Militar, e poderá ser aplicada tanto aos militares como aos civis que praticarem um crime militar, próprio ou impróprio, em área sujeita a administração militar ou em tempo de guerra.

  • **MENAGEM: Aplica ao militar da ATIVA, INATIVIDADE (reserva e reformado) e CIVIL. Origem greco-romana, sendo ‘homenagem’ por não serem presas (até a 1ª sentença condenatória), concedida pelo Juiz ou Conselho. Para crimes inferiores a 4 anos, levando em conta natureza do crime e os antecedentes do acusado (não é aplicável para reincidente). O MPM deverá ser sempre ouvido e deverá emitir parecer no prazo de 3 dias (Me-Na-Gem). A menagem acaba com a Sentença Condenatória do Juiz-Auditor (mesmo que não transitado em julgado). Possui requisitos de natureza Objetiva e Subjetiva. No caso de descumprimento a Menagem será CASSADA.

    Gab: "E"

  • GAB E

    Competência e requisitos para a concessão

           Art. 263. A menagem poderá ser concedida pelo juiz, nos crimes cujo máximo da pena privativa da liberdade não exceda a 4 anos, tendo-se, porém, em atenção a natureza do crime e os antecedentes do acusado.

  • (A) (ERRADO) Deserção é de 6 meses a 4 anos, se oficial agrava (Art. 187).

    (B) (ERRADO) Abandono de posto é de 3 meses a 1 anos (Art. 195).

    (C) (ERRADO) Insubmissão, pena de impedimento de 3 meses a 1 ano (Art. 183). Vale ressaltar que é o único crime militar punível com pena de Impedimento.

    (D) (ERRADO) Com certeza concede (Art. 264).

    (E) (CERTO) Letra do Art. 263. Crimes com pena máxima de 4 anos.

    https://www.instagram.com/trajetopolicial/

  • **MENAGEM: Aplica ao militar da ATIVAINATIVIDADE (reserva e reformado) e CIVIL. Origem greco-romana, sendo ‘homenagem’ por não serem presas (até a 1ª sentença condenatória), concedida pelo Juiz ou Conselho. Para crimes inferiores a 4 anos, levando em conta natureza do crime e os antecedentes do acusado (não é aplicável para reincidente). O MPM deverá ser sempre ouvido e deverá emitir parecer no prazo de 3 dias (Me-Na-Gem)A menagem acaba com a Sentença Condenatória do Juiz-Auditor (mesmo que não transitado em julgado). Possui requisitos de natureza Objetiva e Subjetiva. No caso de descumprimento a Menagem será CASSADA.

  • Gab: E

     A menagem poderá ser concedida pelo juiz, nos crimes cujo máximo da pena privativa da liberdade não exceda a quatro anos, tendo-se, porém, em atenção a natureza do crime e os antecedentes do acusado.- Art 263

  • Item E

    Competência e requisitos para a concessão

            Art. 263. A menagem poderá ser concedida pelo juiz, nos crimes cujo máximo da pena privativa da liberdade não exceda a quatro anos, tendo-se, porém, em atenção a natureza do crime e os antecedentes do acusado.

  • Assertiva correta E

    Nos termos do art. 263 do CPPM, o menagem pode ser concedido tanto para MILITAR quanto para CIVIL, cuja pena privativa de liberdade não ultrapasse 4 anos, atentando a natureza da inflação e os antecedentes do acusado.

  • Resuminho sobre menagem:

    1- Nada mais é do que uma espécie de prisão provisória, preventiva, na qual o militar fica no quartel, prestando serviço.

    2- Natureza: Objetiva e subjetiva

    3- O CPPM prevê expressamente que não se concede a menagem ao reincidente.

    4- Poderá ser concedida pelo juiz nos crimes cujo máximo da pena privativa da liberdade não exceda a quatro anos, tendo-se, porém, em atenção à natureza do crime e os antecedentes do acusado.

    5- Aplica-se ao militar da ativa, inatividade (2Re - reserva e reformado) e civil

    6- MPM será sempre ouvido e emitirá parecer: Prazo de 3 dias

    7-Seu termino será: Com a sentença condenatória do Juiz-Auditor (msm que ñ tenha transitado em julgado)

    8- No caso de descumprimento: será cassada

    9- Menagem judicial: art 263 do CPPM em diante // Menagem legal: art 464 do CPPM = Específica para o crime de insubmissão

    Gabarito: letra e

  • Menagem 

    A menagem constitui uma modalidade de custódia específica para a jurisdição militar.

    • a menagem consiste na detenção do infrator nos limites do quartel, permitindo-lhe não ser recolhido à prisão.

    A menagem poderá ser concedida pelo juiz:

    • nos crimes cuja pena máxima não seja superior a quatro anos, 

    desde que recomendada pela natureza do crime e pelos antecedentes do acusado e:

    • desde que o réu não seja reincidente.

    Para a concessão da menagem, o juiz analisa dois aspectos objetivos:

    • a pena máxima do crime

    que não pode ser superior a quatro anos

    • e a sua natureza

    e dois subjetivos:

    • os antecedentes
    • e a reincidência do agente. 

    A menagem a militar poderá efetuar-se no lugar em que residia quando ocorreu o crime ou que seja sede do juízo que o estiver apurando, ou, atendido o seu posto ou graduação:

    • em quartel, navio, acampamento, ou em estabelecimento ou sede de órgão militar.

ID
5119135
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal Militar
Assuntos

No que se refere à competência da Justiça Militar Estadual, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • CONSTITUIÇÃO de 1988 no Artigo.125...

    § 4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil, cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

  • A) Justiça militar estadual não julga civis, apenas militares estaduais (PM e BM)

    B) Ações judiciais contra atos disciplinares e competencia do Juiz de Direito de forma singular

    C) Gabarito

    D) Perda do posto e da patente e competencia do TJ ou TJM, onde houver.

    E) Não se insere entre as competencias do juiz de direito na justiça militar estadual.

    .

    .

    CF88 - Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil, cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças

  • JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO

    - Julga civis e militares;

    - Julga APENAS OS CRIMES MILITARES;

    - A Justiça Militar da União é um dos ramos do Poder Judiciário brasileiro, sendo especializada no julgamento de crimes militares.

    Ø 1ª INSTÂNCIA: Conselhos de Justiça (4 oficiais e Juiz Auditor);

    Ø CONSELHO PERMANENTE: Julga PRAÇAS e CIVIS que cometam crimes militares;

    Ø CONSELHO ESPECIAL: Julga os OFICIAIS (exceto OFICIAIS GENERAIS, julgado no STM);

    Ø RECURSOS: Remetidos ao STM.

     

    JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO JULGA CONTRAVENÇÕES PENAIS?

    Ø NÃO, JMU só julga CRIMES MILITARES.

     

    JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL 

    Ø JULGA QUEM: APENAS OS MILITARES;

    Ø MATÉRIA DE JULGAMENTO: crimes militares e ações civis contra atos disciplinares militares;

    Ø JULGAMENTO MONOCRÁTICO: É o julgamento realizado pelo Juiz Auditor: crimes militares praticados contra civil e os atos disciplinaresOBS: Ressalva-se a Competência do Júri;

    Ø DEMAIS CRIMES MILITARES: Julgados pelo CONSELHO DE JUSTIÇA, presidido pelo Juiz Auditor. 

  • -Art. 125

    § 4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil, cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.

    Súmula 53 - STJ: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar civil acusado de prática de crime contra instituições militares estaduais.

  • JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO

    - Julga civis e militares;

    - Julga APENAS OS CRIMES MILITARES;

    A Justiça Militar da União é um dos ramos do Poder Judiciário brasileiro, sendo especializada no julgamento de crimes militares.

    Ø 1ª INSTÂNCIA: Conselhos de Justiça (4 oficiais e Juiz Auditor);

    Ø CONSELHO PERMANENTE: Julga PRAÇAS e CIVIS que cometam crimes militares;

    Ø CONSELHO ESPECIAL: Julga os OFICIAIS (exceto OFICIAIS GENERAIS, julgado no STM);

    Ø RECURSOS: Remetidos ao STM.

     

  • Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil, cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.

    JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO

    - Julga civis e militares;

    - Julga APENAS OS CRIMES MILITARES;

    A Justiça Militar da União é um dos ramos do Poder Judiciário brasileiro, sendo especializada no julgamento de crimes militares.

    Ø 1ª INSTÂNCIA: Conselhos de Justiça (4 oficiais e Juiz Auditor);

    Ø CONSELHO PERMANENTE: Julga PRAÇAS e CIVIS que cometam crimes militares;

    Ø CONSELHO ESPECIAL: Julga os OFICIAIS (exceto OFICIAIS GENERAIS, julgado no STM);

    Ø RECURSOS: Remetidos ao STM.

  • § 4º Compete à JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL processar e julgar os MILITARES DOS ESTADOS, nos crimes militares definidos em lei E as ações judiciais contra atos disciplinares militares, RESSALVADA a competência do JÚRI quando a vítima for CIVIL, cabendo ao TRIBUNAL COMPETENTE decidir sobre a perda do posto e da patente dos OFICIAIS e da graduação das PRAÇAS -

  • a) § 5º Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar, singularmente, os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, cabendo ao Conselho de Justiça, sob a presidência de juiz de direito, processar e julgar os demais crimes militares.

    b) § 5º Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar, singularmente, os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, cabendo ao Conselho de Justiça, sob a presidência de juiz de direito, processar e julgar os demais crimes militares.

    c) GABARITO

    d) VI - o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)

    VII - o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado, será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)

    e) § 4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil, cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.

  • Item C

    CRFB/88 Art. 125 (...)

    § 4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil, cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    C

    Art. 125. Os Estados organizarão sua Justiça, observados os princípios estabelecidos nesta Constituição.

    § 4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil, cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. 

    § 5º Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar, singularmente, os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, cabendo ao Conselho de Justiça, sob a presidência de juiz de direito, processar e julgar os demais crimes militares.   

    Justiça militar estadual não julga civis, apenas militares estaduais

  • Tenha em mente a regra básica de que a atribuição da Justiça Militar é a de julgar crimes militares, praticados por militares (tanto JME quanto JMU) ou praticados por civis (apenas JMU).

    Logo, gabarito: letra c

    Compete à Justiça Militar Estadual processar e julgar os militares dos estados, nos crimes militares definidos em lei.

    Crime militar:

    >É aquele se adequa às premissas do art. 9º do CPM.

    >>Não se limita aos crimes previstos no CPM.

    >>>Pode ser praticado por militares ou civis.

    Justiça militar Estadual:

    >Não pode julgar civis.

    >>Julga apenas militares dos Estados (ex: pm ou cbm)

    >>>Julga crimes militares e ações contra atos disciplinares militares.

    >>>>Não julga crimes dolosos contra a vida praticados pelos militares estaduais.

    Justiça militar da União:

    >Pode julgar tanto militares das Forças Armadas quanto civis que pratiquem crimes militares que atinjam bens jurídicos militares da União;

    >>Após advento da lei 13.491/17, passou a ter competência para julgar crimes dolosos conta a vida de civil praticados por militares das Forças Armadas, dependendo do contexto em que ocorrer o delito.

    Fonte: Gran Cursos

  • CF/88. Art. 125. § 5º Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar, singularmente, os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, cabendo ao Conselho de Justiça, sob a presidência de juiz de direito, processar e julgar os demais crimes militares. 

    CF/88. Art. 125. §4º Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil, cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.


ID
5119138
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Processual Penal Militar
Assuntos

Com base nos procedimentos de busca, tendo em conta as disposições contidas no Código de Processo Penal Militar referente às medidas preventivas e assecuratórias, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • ALTERNATIVA CORRETA: D

    CPPM

    Art. 172. Proceder-se-á à busca domiciliar, quando fundadas razões a autorizarem, para:

    a) prender criminosos;

    b) apreender coisas obtidas por meios criminosos ou guardadas ilìcitamente;

    c) apreender instrumentos de falsificação ou contrafação;

    d) apreender armas e munições e instrumentos utilizados na prática de crime ou destinados a fim delituoso;

    e) descobrir objetos necessários à prova da infração ou à defesa do acusado;

    f) apreender correspondência destinada ao acusado ou em seu poder, quando haja fundada suspeita de que o conhecimento do seu conteúdo possa ser útil à elucidação do fato;

    g) apreender pessoas vítimas de crime;

    h) colher elemento de convicção.

  • Da busca

    Espécies de busca

    Art. 170. A busca poderá ser domiciliar ou pessoal.

    Busca domiciliar

    Art. 171. A busca domiciliar consistirá na procura material portas adentro da casa.

    Finalidade

    Art. 172. Proceder-se-á à busca domiciliar, quando fundadas razões a autorizarem, para:

    a) prender criminosos

    b) apreender coisas obtidas por meios criminosos ou guardadas ilìcitamente

    c) apreender instrumentos de falsificação ou contrafação

    d) apreender armas e munições e instrumentos utilizados na prática de crime ou destinados a fim delituoso

    e) descobrir objetos necessários à prova da infração ou à defesa do acusado

    f) apreender correspondência destinada ao acusado ou em seu poder, quando haja fundada suspeita de que o conhecimento do seu conteúdo possa ser útil à elucidação do fato

    g) apreender pessoas vítimas de crime

    h) colher elemento de convicção

    Compreensão do têrmo "casa"

    Art. 173. O têrmo "casa" compreende:

    a) qualquer compartimento habitado

    b) aposento ocupado de habitação coletiva

    c) compartimento não aberto ao público, onde alguém exerce profissão ou atividade.

    Não compreensão

    Art. 174. Não se compreende no têrmo "casa":

    a) hotel, hospedaria ou qualquer outra habitação coletiva, enquanto abertas, salvo a restrição da alínea b do artigo anterior;

    b) taverna, boate, casa de jôgo e outras do mesmo gênero;

    c) a habitação usada como local para a prática de infrações penais.

    Oportunidade da busca domiciliar

     Art. 175. A busca domiciliar será executada de dia, salvo para acudir vítimas de crime ou desastre.

    Parágrafo único. Se houver consentimento expresso do morador, poderá ser realizada à noite.

    Ordem da busca

    Art 176. A busca domiciliar poderá ordenada pelo juiz, de ofício ou a requerimento das partes, ou determinada pela autoridade policial militar.

    Precedência de mandado

    Art. 177. Deverá ser precedida de mandado a busca domiciliar que não fôr realizada pela própria autoridade judiciária ou pela autoridade que presidir o inquérito.

    Busca pessoal

    Art. 180. A busca pessoal consistirá na procura material feita nas vestes, pastas, malas e outros objetos que estejam com a pessoa revistada e, quando necessário, no próprio corpo.

    Revista pessoal

    Art. 181. Proceder-se-á à revista, quando houver fundada suspeita de que alguém oculte consigo:

    a) instrumento ou produto do crime

    b) elementos de prova

    Revista independentemente de mandado

    Art. 182. A revista independe de mandado:

    a) quando feita no ato da captura de pessoa que deve ser presa

    b) quando determinada no curso da busca domiciliar

    c) quando ocorrer o caso previsto na alínea a do artigo anterior;

    d) quando houver fundada suspeita de que o revistando traz consigo objetos ou papéis que constituam corpo de delito;

    e) quando feita na presença da autoridade judiciária ou do presidente do inquérito

               

  • Sendo bem direto. gabarito letra D

    A) Com consentimento não tem problema algum

    B) Compreende, no termo casa, aposento ocupado de habitação coletiva.

    C) O termo casa não compreende taverna, boate, casa de jogo e outras do mesmo gênero.

    D) Proceder-se-á à busca domiciliar quando fundadas razões a autorizem para prender criminosos. [CORRETO]

    E) Se feita no ato de captura de pessoa que deve ser presa não é necessário mandado

  • BUSCA DOMICILIAR

    Fundadas razões (com mandado)

    Durante o processo - feita por oficial de justiça

    Durante o IPM - feita por oficial

    BUSCA PESSOAL

    Fundadas suspeitas (sem mandado)

  • A) [ERRADA] A busca domiciliar não poderá ser realizada à noite, ainda que haja consentimento expresso do morador.

    CPPM - Art. 175. A busca domiciliar será executada de dia, salvo para acudir vítimas de crime ou desastre. Parágrafo único. Se houver consentimento expresso do morador, poderá ser realizada à noite.

    B) [ERRADA] Não se compreende, no termo casa, aposento ocupado de habitação coletiva.

    CPPM - Art. 173. O têrmo "casa" compreende: [...] b) aposento ocupado de habitação coletiva.

    C) [ERRADA] O termo casa compreende taverna, boate, casa de jogo e outras do mesmo gênero.

    CPPM - Art. 174. Não se compreende no têrmo "casa": [...] b) taverna, boate, casa de jôgo e outras do mesmo gênero.

    D) [CORRETA] Proceder-se-á à busca domiciliar quando fundadas razões a autorizem para prender criminosos.

    CPPM - Art. 172. Proceder-se-á à busca domiciliar, quando fundadas razões a autorizarem, para: a) prender criminosos. [...]

    E) [ERRADA] A revista pessoal necessita de mandado quando feita no ato de captura de pessoa que deve ser presa.

    CPPM - Revista pessoal Dispensa mandado. Art. 181. Proceder-se-á à revista, quando houver fundada suspeita de que alguém oculte consigo: a) instrumento ou produto do crime; b) elementos de prova.

  • D)

    Proceder-se-á à busca domiciliar quando fundadas razões a autorizem para prender criminosos.

    • Busca pessoal

    Art. 180. A busca pessoal consistirá na procura material feita nas vestes, pastas, malas e outros objetos que estejam com a pessoa revistada e, quando necessário, no próprio corpo.

    Revista pessoal

    Art. 181. Proceder-se-á à revista, quando houver fundada suspeita de que alguém oculte consigo:

    a) instrumento ou produto do crime

    b) elementos de prova

    1. Revista independentemente de mandado

    Art. 182. A revista independe de mandado:

    a) quando feita no ato da captura de pessoa que deve ser presa

    b) quando determinada no curso da busca domiciliar

    c) quando ocorrer o caso previsto na alínea a do artigo anterior;

    d) quando houver fundada suspeita de que o revistando traz consigo objetos ou papéis que constituam corpo de delito;

    e) quando feita na presença da autoridade judiciária ou do presidente do inquérito

          

  • BUSCA PESSOAL: ocorre havendo FUNDADA SUSPEITA. O CPPM autoriza a busca feito no próprio corpo.

    Independerá de Mandado Judicial a busca quando:

    1 - na presença da autoridade judiciária (Ex: feita ao entrar na sala)

    2 – Na presença do Presidente do Inquérito!!! (hipótese não prevista no CPP) – Cláusula de Reserva de Jurisdição**

    3 – Casos de Fundada Suspeita

    4 – Durante a Busca Domiciliar

    5 – No momento da captura do indivíduo

    **Coimbra Neves - A dispensa de mandado para exercer a busca pessoal na presença do mandado não é constitucional, visto a reserva de jurisdição, aplicando-se somente na presença da autoridade judicial.

  • Item D

    Art. 172. Proceder-se-á à busca domiciliar, quando fundadas razões a autorizarem, para:

           a) prender criminosos;

  • Lembrando que para adentrar/violar a residência sem consentimento do morador, independente de horário:

    Fundados indícios: pode entrar

    Fundada suspeita: não pode entrar

  • A busca domiciliar pode ocorrer com autorização judicial (mandado) , em flagrante delito, em caso de desastre e para prestar socorro. O flagrante é denominado como ato criminoso atual ou recente. Para o ingresso em residência alheia amparado por flagrante delito ocorrer, devem existir fundados indícios da realização de atividade ilícita, não apenas, suspeita. Ou seja, o agente deve ter certeza da ocorrência do crime.

  •   Art. 174. Não se compreende no têrmo "casa":

           a) hotel, hospedaria ou qualquer outra habitação coletiva, enquanto abertas, salvo a restrição da alínea b do artigo anterior;

           b) taverna, boate, casa de jôgo e outras do mesmo gênero;

           c) a habitação usada como local para a prática de infrações penais.

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    D

    CPPM

    MEDIDAS PREVENTIVAS E ASSEGURITÓRIAS

    Art. 170. A busca poderá ser DOMICILIAR ou PESSOAL.

    Busca DOMICILIAR

    Art. 171. A busca domiciliar consistirá na procura material PORTAS ADENTRO da casa

    a) prender criminosos;

    b) apreender coisas obtidas por meios criminosos ou guardadas ilicitamente;

    c) apreender instrumentos de falsificação ou contrafação;

    d) apreender armas e munições e instrumentos utilizados na prática de crime ou destinados a fim delituoso;

    e) descobrir objetos necessários à prova da infração ou à defesa do acusado;

    f) apreender correspondência destinada ao acusado ou em seu poder, quando haja fundada suspeita de que o conhecimento do seu conteúdo possa ser útil à elucidação do fato;

    g) apreender pessoas vítimas de crime;

    h) colher elemento de convicção.

    Compreensão do termo "CASA"

    Art. 173. O termo "casa" compreende:

    a) qualquer compartimento habitado;

    b) aposento ocupado de habitação coletiva;

    c) compartimento não aberto ao público, onde alguém exerce PROFISSÃO ou atividade.

    Não compreensão

    Art. 174. Não se compreende no termo "CASA":

    a) hotel, hospedaria ou qualquer outra habitação coletiva, enquanto abertas, salvo a restrição da alínea b do artigo anterior;

    b) taverna, boate, casa de jogo e outras do mesmo gênero;

    c) a habitação usada como local para a prática de infrações penais (finalidade específica).

    Oportunidade da busca domiciliar

    Art. 175. A busca domiciliar será executada de DIA, salvo para acudir vítimas de crime ou desastre.

    Parágrafo único. Se houver consentimento expresso do morador, poderá ser realizada à NOITE.

    BUSCA PESSOAL

    Art. 180. A busca pessoal consistirá na procura material feita nas vestes, pastas, malas e outros objetos que estejam com a pessoa revistada e, quando necessário, no próprio corpo.

    REVISTA PESSOAL

    Art. 181. Proceder-se-á à revista, quando houver FUNDADA SUSPEITA de que alguém oculte consigo:

    a) instrumento ou produto do crime;

    b) elementos de prova.

    REVISTA INDEPENDENTEMENTE DE MANDADO

    Art. 182. A revista INDEPENDE de mandado:

    a) quando feita no ato da captura de pessoa que deve ser presa;

    b) quando determinada no curso da busca domiciliar;

    c) quando ocorrer o caso previsto na alínea a do artigo anterior;

    d) quando houver fundada suspeita de que o revistando traz consigo objetos ou papéis que constituam corpo de delito;

    e) quando feita na presença da autoridade judiciária ou do presidente do inquérito

    Apreensão de PESSOAS ou COISAS

    Art. 185. Se o executor da busca encontrar as pessoas ou coisas a que se referem os artigos 172 e 181, deverá apreendê-las. Fá-lo-á, igualmente, de armas ou objetos pertencentes às Forças Armadas ou de uso exclusivo de militares, quando estejam em posse indevida, ou seja incerta a sua propriedade.

  • Busca domiciliar: É um meio coercitivo pelo qual é, por lei, utilizada a força do Estado para apossar-se de elemento de prova, de objetos a confiscar ou da pessoa do culpado, ou para investigar os vestígios de um crime. A busca pode ser domiciliar ou pessoal. A busca domiciliar, em regra, deve ser realizada de dia, salvo para acudir vítimas de crime ou desastre (Art. 175 CPPM).

    Quem ordena? O magistrado - Realizada com ordem judicial.

    >> Pode ser realizada de oficio ou a requerimento das partes.

    Busca pessoal: Art. 181. Proceder-se-á à revista, quando houver fundada suspeita de que alguém oculte consigo: − Instrumento ou produto do crime; − Elementos de prova.

    • Ao contrário da busca domiciliar, é possível a realização de busca pessoal sem mandado de busca e apreensão – caso a situação se enquadre na previsão do art. 182 do CPPM!

    • A busca em mulher preferencialmente deve ser realizada por outra mulher – salvo se importar retardamento ou prejuízo da diligência.

    Fonte: Gran Cursos

    Gabarito: letra d

    >> Proceder-se-á à busca domiciliar quando fundadas razões a autorizem para prender criminosos.

    !!! A titulo de complementação: Art 226 do CPM:

    Casa compreende: qualquer compartimento habitado; aposento ocupado de habitação coletiva e compartimento não aberto ao público, onde alguém exerce profissão ou atividade.

    Não se compreende no têrmo "casa": hotel, hospedaria, ou qualquer outra habitação coletiva, enquanto aberta, salvo a restrição do nº II do parágrafo anterior e taverna, boate, casa de jogos e outras do mesmo gênero.


ID
5119141
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Ao flagrar um indivíduo cometendo um crime, o policial militar tem o dever de efetuar a prisão em flagrante. Segundo a Lei n° 11.343/2006, para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - C

    Art. 50, § 1º Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

    __________________________________

    Aprofundando:

    CPP - 1 perito oficial e na falta 2 pessoas idôneas.

    II) A lei de drogas trabalha com dois laudos.

    o provisório ( em regra , não serve para condenar ) : serve Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito

    o definitivo : ( em regra, serve para condenação ) :

    Esse laudo, a teor do art. 159 do Código de Processo Penal, deve ser elaborado por perito oficial ou, na sua falta, “por 2 (duas) pessoas idôneas, portadoras de diploma de curso superior preferencialmente na área específica, dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada com a natureza do exame”.

    Excepcionalmente, é possível a condenação somente com laudo provisório!

    Terceira Seção deste Sodalício pacificou entendimento segundo o qual ‘o laudo preliminar de constatação, assinado por perito criminal, identificando o material apreendido como cocaína em pó, entorpecente identificável com facilidade mesmo por narcotestes pré-fabricados, constitui uma das exceções em que a materialidade do delito pode ser provada apenas com base no laudo preliminar de constatação’. (EREsp 1544057/RJ, Rel. Ministro REYNALDO SOARES DA FONSECA, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 26/10/2016, DJe 09/11/2016) 2. In casu, o laudo de constatação preliminar das substâncias entorpecentes apreendidas, assinado por perito da Polícia Civil, que embasou a condenação pelo Juízo de primeiro grau, nos termos da jurisprudência deste Sodalício configura documento válido para a comprovação da materialidade delitiva, reforçada pela confissão do acusado e depoimentos colhidos em regular instrução.”

    (AgRg no AREsp 1.092.574/RJ, j. 07/06/2018)

  • Art. 50, § 1º Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

  • GABARITO C

    Art. 50,§ 1º Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

    A título de aprofundamento:

    a) O laudo de constatação preliminar da substância entorpecente constitui condição de procedibilidade para apuração do crime de tráfico de drogas.

    b) O laudo pericial definitivo atestando a ilicitude da droga afasta eventuais irregularidades do laudo preliminar realizado na fase de investigação.

    c) A comprovação da materialidade do delito de posse de drogas para uso próprio (artigo 28 da Lei n.11.343/06) exige a elaboração de laudo de constatação da substância entorpecente que evidencie a natureza e a quantidade da substância apreendida. 

    d) O laudo preliminar possui natureza jurídica de CONDIÇÃO OBJETIVA DE PROCEDIBILIDADE. Dessa forma, caso a denúncia seja oferecida sem o laudo de constatação, não haverá justa causa para a ação penal.

  • Art. 50. Ocorrendo prisão em flagrante, a autoridade de polícia judiciária fará, imediatamente, comunicação ao juiz competente, remetendo-lhe cópia do auto lavrado, do qual será dada vista ao órgão do Ministério Público, em 24 horas.

    § 1º Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

  • Aproveitando a questão:

    Excepcionalmente, é possível a condenação com base em laudo provisório:

    1. Nos casos em que ocorre a apreensão do entorpecente, o laudo toxicológico definitivo é imprescindível à demonstração da materialidade delitiva do delito e, nesse sentido, tem a natureza jurídica de prova, não podendo ser confundido com mera nulidade, que corresponde a sanção cominada pelo ordenamento jurídico ao ato praticado em desrespeito a formalidades legais. Precedente: HC 350.996/RJ, Rel. Min. Nefi Cordeiro, 3ª Seção, julgado em 24/08/2016, publicado no DJe de 29/08/2016.

    2. Isso, no entanto, não elide a possibilidade de que, em situação excepcional, a comprovação da materialidade do crime de drogas possa ser efetuada pelo próprio laudo de constatação provisório, quando ele permita grau de certeza idêntico ao do laudo definitivo, pois elaborado por perito oficial, em procedimento e com conclusões equivalentes. Isso porque, a depender do grau de complexidade e de novidade da droga apreendida, sua identificação precisa como entorpecente pode exigir, ou não, a realização de exame mais complexo que somente é efetuado no laudo definitivo.

    (EREsp 1544057/RJ, Rel. Ministro REYNALDO SOARES DA FONSECA, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 26/10/2016, DJe 09/11/2016)

  • GABARITO - C

    Art. 50, § 1º Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

    § 2º O perito que subscrever o laudo a que se refere o § 1º deste artigo NÃO ficará impedido de participar da elaboração do laudo definitivo.

    Parabéns! Você acertou!

  • A questão cobrou conhecimentos acerca da lei n° 11.343/2006 – Lei de Drogas e o seu procedimento.

    A – Incorreta. O laudo de constatação provisória, para efeitos de lavratura do flagrante delito do crime de tráfico de drogas, pode ser elaborado por perito oficial ou por pessoa idônea (perito ad hoc).  Conforme o art. 50, § 1° da lei n° 11.343/2006 – lei de drogas, “Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea".

    B – Incorreta. (vide comentários da letra A).

    C – Correta. (vide comentários da letra A).

    D – Incorreta. O indiciamento é ato posterior a lavratura do flagrante.

    E – Incorreta. (vide comentários da letra A).

    Gabarito, letra C.

  • Outra pegadinha:

    Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por pelo menos um perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

    () certo (X) errado

    Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

  • @PMMINAS

    "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    C

    Art. 50. Ocorrendo prisão em flagrante, a autoridade de polícia judiciária fará, imediatamente, comunicação ao juiz competente, remetendo-lhe cópia do auto lavrado, do qual será dada vista ao órgão do Ministério Público, em 24 (vinte e quatro) horas.

    § 1º Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

    § 2º O perito que subscrever o laudo a que se refere o § 1º deste artigo não ficará impedido de participar da elaboração do laudo definitivo.

    § 3º Recebida cópia do auto de prisão em flagrante, o juiz, no prazo de 10 (dez) dias, certificará a regularidade formal do laudo de constatação e determinará a destruição das drogas apreendidas, guardando-se amostra necessária à realização do laudo definitivo.      

       

    § 4º A destruição das drogas será executada pelo delegado de polícia competente no prazo de 15 (quinze) dias na presença do Ministério Público e da autoridade sanitária.   

          

    § 5º O local será vistoriado antes e depois de efetivada a destruição das drogas referida no § 3º , sendo lavrado auto circunstanciado pelo delegado de polícia, certificando-se neste a destruição total delas.  

  • Art. 50, § 1º Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

     1 perito oficial e na falta pessoa idôneas.

  • Cuidado!

    • Corpo de delito no CPP: perito oficial ou 2 pessoas idôneas.
    • Laudo preliminar de Drogas: perito oficial ou 1 pessoa idônea.
  • GABARITO - C

    Art. 50, § 1º Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

    -----------------

    Outra pegadinha:

    Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por pelo menos um perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

    () certo (X) errado

    Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

    (X) certo

  • Errei essa questão na prova e aqui também kkkkkkkkkkkk

  • Laudo de constatação > serve p lavrar > firmado por perito ou, na ausência, pessoa idônea

    Laudo definitivo > elimina as falhas do laudo de constatação.

  • #PMMINAS

  • Em 10/02/22 às 15:06, você respondeu a opção C.

    Em 20/12/21 às 14:52, você respondeu a opção E.

    Em 30/06/21 às 20:17, você respondeu a opção D.

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ID
5119144
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Assuntos

Segundo a Lei n° 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), constitui crime adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente. Entretanto, de acordo com a referida lei, a posse ou o armazenamento dessas fotografias, de vídeos ou outras formas de registro não constituirá crime quando esses materiais

Alternativas
Comentários
  • A questão exige o conhecimento do tipo penal previsto no art. 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, que criminaliza a conduta de adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente.

    O ponto central da questão versa sobre a excludente de ilicitude contida no §2º. Veja:

    Art. 241-B, §2º, ECA: não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta lei, quando a comunicação for feita por:

    I - agente público no exercício de suas funções;

    II - membro de entidade, legalmente constituída, que inclua, entre suas finalidades institucionais, o recebimento, o processamento e o encaminhamento de notícia dos crimes referidos neste parágrafo;

    III - representante legal e funcionários responsáveis de provedor de acesso ou serviço prestado por meio de rede de computadores, até o recebimento do material relativo à notícia feita à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Poder Judiciário.

    Dessa forma, a única alternativa correta é a letra B. Veja as características do crime definido no caput do art. 241-B:

    • Sujeito ativo: qualquer pessoa (é crime comum)

    • Sujeito passivo: criança ou adolescente

    • Tipo penal misto alternativo: se o agente cometer mais de um crime previsto no mesmo tipo penal, responderá por apenas um crime, sem concurso

    • O crime consuma-se com a prática de qualquer das condutas

    • Competência: em regra é da Justiça Estadual. Mas se a conduta ultrapassar os limites do território nacional, quando praticada pela rede mundial de computadores, restará configurada a transnacionalidade, sendo de competência da Justiça Federal

    • Classificação: crime comum, formal, doloso, comissivo, de perigo abstrato, instantâneo na conduta de adquirir e permanente nas condutas de possuir e armazenar

    • Admite tentativa

    • Cabe suspensão condicional da pena (a pena mínima não ultrapassa 1 ano)

    Gabarito: B

  • B) [CORRETA] tiverem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência de determinadas condutas criminosas, quando a comunicação for feita por agente público no exercício de suas funções.

    Lei n° 8.069/1990 (ECA).

    Art. 241-B Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente. Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.

    §2º. Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta lei, quando a comunicação for feita por: I - agente público no exercício de suas funções.

  • Letra (B)

    Encontra-se no Art. 241-B, só ficar atento pois muitas das vezes a banca quer induzir o candidato a erro no sentido do que no simples fato de ter armazenado não configura crime. Errado, o fato de armazenar configura crime sim.

  • A questão em comento versa sobre crimes no ECA.

    É preciso saber, dentre as hipóteses listadas na questão, qual não constitui crime.

    Para tanto, a literalidade do ECA responde a questão.

    Diz o ECA:
    “Art. 241-B Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente.

    Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.

    (...) §2º. Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta lei, quando a comunicação for feita por:

    I - agente público no exercício de suas funções.

    Diante do exposto, nos cumpre comentar as alternativas da questão.

    LETRA A - INCORRETA. Não compatível com a hipótese do art. 241- B. Ter este tipo de foto, filme ou registro é crime.

    LETRA B - CORRETA. Reproduz o art. 241- B, §2º do ECA. Ter o agente público este tipo de foto, filme ou registro para comunicar o crime às autoridades não pode ser tipificado como delito.

    LETRA C - INCORRETA. Não reproduz hipótese acatada no art. 241- B do ECA. É crime!

    LETRA D - INCORRETA. Vamos lembrar que é um crime formal, ou seja, não exige resultado naturalístico. O tipo penal não exige, para configuração do delito, que o armazenamento seja para fins libidinosos. É crime!

    LETRA E - INCORRETA. Vamos lembrar que é um crime formal, ou seja, não exige resultado naturalístico. O tipo penal não exige, para configuração do delito, que o armazenamento seja para fins comerciais. É crime!


    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA B.
  • GAB: B

    No exercício de suas funções não configura crime!

    RUMOAPMPARÁ2021!

  • Não sei se estou lendo um pouco demais (procurando pelo em ovo) mas essa alternativa C não nos confunde um pouco? Pelo menos para a minha pessoa confundiu bastante.

    Quer tiver um norte sobre ela por favor, compartilha!

  • Seção II

    Dos Crimes em Espécie

    Art. 241-B. Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: 

    Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa. 

    § 1 A pena é diminuída de 1 (um) a 2/3 (dois terços) se de pequena quantidade o material a que se refere o caput deste artigo. 

    § 2 Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta Lei, quando a comunicação for feita por: 

    I – agente público no exercício de suas funções; 

    II – membro de entidade, legalmente constituída, que inclua, entre suas finalidades institucionais, o recebimento, o processamento e o encaminhamento de notícia dos crimes referidos neste parágrafo; 

    III – representante legal e funcionários responsáveis de provedor de acesso ou serviço prestado por meio de rede de computadores, até o recebimento do material relativo à notícia feita à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Poder Judiciário. 

    § 3 As pessoas referidas no § 2 deste artigo deverão manter sob sigilo o material ilícito referido. .

    A LEI NAO MENCIONA CIDADÃO.


ID
5119147
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

Considere hipoteticamente que dois policiais militares prenderam em flagrante um criminoso pela prática de fato definido como crime. Durante o transporte até a delegacia, o policial R. N. submeteu o preso, mediante violência, a intenso sofrimento físico com o fim de castigar o indivíduo por sua conduta. O segundo policial F. S. não participou dessas ações, mas, mesmo presenciando tudo, não fez nada para evitá-las, deixando que o companheiro de farda prosseguisse com as condutas violentas.

Com base no exposto e na Lei no 9.455/1997, assinale a alternativa correta.  

Alternativas
Comentários
  • GABARITO -E

    Tortura Omissão

    Art. 1º, § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.

    DETALHE :

    NÃO É A MESMA PENA DA TORTURA DO ARTIGO 1.

    Pena - reclusão, de dois a oito anos.

    OBS: O torturador responde com pena majorada

    § 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço:

    I - se o crime é cometido por agente público;

    OBS2: A perda do cargo é automática

  • Gabarito: Letra (E)

    `

    ESPÉCIES

    [TORTURA-PROVA]

    Com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa;

    --

    [TORTURA-CRIME]

    Para provocar ação ou omissão de natureza criminosa;

    --

    [TORTURA-PRECONCEITO]

    em razão de discriminação racial ou religiosa;

    --

    [TORTURA-CASTIGO]

    submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.

    --

    [TORTURA PELA TORTURA]

    Na mesma pena incorre quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança a sofrimento físico ou mental, por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante de medida legal.

    --

    [TORTURA OMISSIVA]

    Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.

    ▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎▪︎

    Bons Estudos!

  • Tortura Omissão

    Art. 1º, § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de 1 a 4 anos.

    CF/88

    Art. 5º, XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;  

  • TORTURA 9.455

    1) CRIME COMUM. Doutrina fala que é um Crime de tendência interna transcendente (ou crime de intenção).

    2) Para Convenção contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes (CONVENÇÃO DA ONU), para que seja classificado como tortura, um ato deve necessariamente envolver, direta ou indiretamente, um agente público. Para Convenção Americana e a Lei Brasileira de crimes de tortura não há necessidade da participação de agente público.

    3) É equiparado a hediondo. Tortura Imprópria (tortura omissão) NÃO é quiparada a hediondo.

    4) Para o STF o cumprimento de pena NÃO necessariamente iniciará em REGIME FECHADO.

    5) O Crime de Tortura e Organização Criminosa são os únicos com efeito automático de perda do cargo, emprego ou função pública que dispensam motivação.

    Só os “carros” Toro e Oroch são automáticos.

    perda do cargo é automática nos crimes de TORTURA e ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA.

    6) Não tem pena de MULTA.

    TORTURA FÍSICA + ABUSO DE AUTORIDADE: Responde só por tortura

    TORTURA PSÍQUICA + ABUSO DE AUTORIDADE: Responde pelos dois crimes em concurso Material, somando-se as penas.

    MAUS-TRATOS (ART. 136 DO CP) X TORTURA (LEI 9.455/97):

    O principal parâmetro para diferenciar maus-tratos da tortura é a intensidade da violência sofrida pela vítima, bem como o aspecto subjetivo do ato:

    MAUS-TRATOS:

    i.    Intensidade – Expor (esposição) a perigo a vida ou a saúde:

    1.     Privando-a de alimentação;

    2.     Privando-a cuidados indispensáveis.

    ii.    Elemento subjetivo – com o fim de:

    1.     Educação;

    2.     Ensino;

    3.     Tratamento;

    4.     Custódia.

    TORTURA: (intenso sofrimento físico ou mental) se a intensidade for mais grave com elemento subjetivo mais reprovável do que a de maus-tratos.

  • Questão que quem estuda já mata sem saber a lei. Omissão também é crime.

  • Mandamento constitucional de criminalização

    Artigo 5 XLIII CF

    A lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem

    TORTURA

    Art. 1º Constitui crime de tortura:

    I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental:

    Tortura prova

    a) com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa

    Tortura crime

    b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa

    Tortura discriminação

    c) em razão de discriminação racial ou religiosa

    Tortura castigo

    II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.

    Tortura pela tortura

    § 1º Na mesma pena incorre quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança a sofrimento físico ou mental, por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante de medida legal.

    Pena - reclusão, de 2 a 8 anos.

    Tortura omissiva ou imprópria

    § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de 1 a 4 anos.

    Qualificadoras

    § 3º Se resulta lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, a pena é de reclusão de 4 a 10 anos, se resulta morte, a reclusão é de 8 a 16 anos.

    Majorantes

    § 4º Aumenta-se a pena de 1/6 até 1/3:

    I - se o crime é cometido por agente público

    II – se o crime é cometido contra criança, gestante, portador de deficiência, adolescente ou maior de 60 anos  

    III - se o crime é cometido mediante sequestro

    Efeitos da condenação

    § 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada.

    Vedações

    § 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.

    Regime inicial

    (inconstitucional a obrigatoriedade de regime fechado)

    § 7º O condenado por crime previsto nesta Lei, salvo a hipótese do § 2º, iniciará o cumprimento da pena em regime fechado.

    Extraterritorialidade incondicionada

    Art. 2º O disposto nesta Lei aplica-se ainda quando o crime não tenha sido cometido em território nacional, sendo a vítima brasileira ou encontrando-se o agente em local sob jurisdição brasileira.

  • GABARITO - E

    Art. 1º Constitui crime de tortura:

    I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental:

    a) com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa;

    b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa;

    c) em razão de discriminação racial ou religiosa;

    II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.

    Pena - reclusão, de dois a oito anos.

    § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.

    § 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço:

    I - se o crime é cometido por agente público;

    § 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada. AUTOMÁTICO

    Parabéns! Você acertou!

  •  crime de tortura

    Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.

  • O policial F S cometeu crime de omissão. Uma vez que tinha o dever de impedir o ato.

  • Relevância da omissão 

          Art. 13 -  § 2º - A omissão é penalmente relevante quando o omitente devia e podia agir para evitar o resultado. O dever de agir incumbe a quem:

           a) tenha por lei obrigação de cuidado, proteção ou vigilância;

  • A questão cobrou conhecimentos acerca da lei  no 9.455/1997 – lei de tortura.

    A – Incorreta. A conduta de R.N. configura o crime de tortura – castigo,  previsto no art. 1°, inc. II da lei no 9.455/1997.

    Art. 1º Constitui crime de tortura:

    II – submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.

    B – Incorreta. F.S, como policial militar, tinha o dever de evitar a conduta do companheiro R.N, mas se omitiu e cometeu o crime de tortura omissão, prevista no art. 1°, § 2° da lei n° 9.455/1997.

    C – Incorreta. R.N terá sua pena aumentada de um sexto até um terço por ser funcionário público, conforme impõe o art. 1°, § 4° da lei n° 9.455/1997.

    D – Incorreta. Um dos efeitos automáticos do crime de tortura é a perda do cargo.

    E – Correta. (vide comentários da letra B).

    Gabarito, letra E.

  • GABARITO - E

    Art. 1º Constitui crime de tortura:

    I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental:

    a) com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa;

    b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa;

    c) em razão de discriminação racial ou religiosa;

    II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.

    Pena - reclusão, de dois a oito anos.

    § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.

    § 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço:

    I - se o crime é cometido por agente público;

    § 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada. AUTOMÁTICO

    Parabéns! Você acertou!

  • Policial R. N. COMETEU: (Tortura-castigo ou tortura-punição) II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a INTENSO sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo. Pena - reclusão, de dois a oito anos. (CRIME PRÓPRIO)

    Policial F. S. COMETEU: (Omissão em Tortura ou Tortura-omissão) § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurálas, incorre na pena de detenção de um a quatro anos. (OMISSÃO IMPRÓPRIA)

    GABARITO: E

  • Tortura

    Pena: Reclusão, 2-8 anos.

    Omissão em face das condutas de tortura.

    Pena: detenção 1-4 anos.

    Qualificadoras

    Lesão corporal grave ou gravíssima.

    Reclusão: 4-10 anos.

    Tortura com resultado de morte

    pena: Reclusão 8-16 anos.

    Majorantes

    Aumento da pena 1/6 - 1/3

    Nos casos em que a tortura é:

    1- Cometido por agente público

    2- contra criança, gestante , portador de deficiência, adolescente ou maior de 60 anos.

    3- mediante sequestro.

    EFEITOS DA CONDENAÇAO

    § 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada. (São automáticos)

    § 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.

    (Insuscetível indulto também segundo a lei de crimes hediondos na qual os crimes equiparados a hediondos recebe o mesmo tratamentos dos crimes

    § 7º O condenado por crime previsto nesta Lei, salvo a hipótese do § 2º, iniciará o cumprimento da pena em regime fechado.

    (É inconstitucional a obrigatoriedade do regime inicial fechado nos crimes hediondos e equiparados a hediondos)

    EXTRATERITORIALIDADE

    Art. 2º O disposto nesta Lei aplica-se ainda quando o crime não tenha sido cometido em território nacional, sendo a vítima brasileira ou encontrando-se o agente em local sob jurisdição brasileira

  • O agente que agride comete tortura?? Pois não tem intuito de obter informação. Fiquei com dúvida, se alguem puder responder

  • João Pedro, o policial agressor comete crime de TORTURA CASTIGO. Não agride para obter algum tipo de informação, mas sim, para castiga-lo.

  • PMMG 2021 !! @alexandrevinhas

  • Aumenta-se de 1/6 a 1/3:

    • se o crime é cometido por agente público.
    • contra criança, adolescente, ou maior de 60 anos.
    • se o crime é cometido mediante sequestro.

    A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada.

    Conforme os tribunais superiores o efeito é automático na condenação.

    O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia. STF: O condenado não poderá ser beneficiado,ainda, com o indulto.

  • GAB E

    TORTURA OMISSÃO

  • a) INCORRETA. Epa, “pera” lá! Submeter pessoa sob sua guarda, mediante violência, a intenso sofrimento físico com o fim de castigar o indivíduo por sua conduta configura o crime de tortura-castigo.

    Art. 1º Constitui crime de tortura:

    II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo.

    Pena - reclusão, de dois a oito anos.

    b) INCORRETA; e) CORRETA. O policial F.S., que presenciou a prática do crime de tortura e nada fez para evitá-la, poderá responder pelo crime de tortura-omissão.

    Art. 1º (...) § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.

    c) INCORRETA. O fato de ser policial militar, ou seja, agente público, faz a pena aumentar de um sexto até um terço:

    Art. 1º (...) § 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço:

    I - se o crime é cometido por agente público;

    d) INCORRETA. A condenação pela prática do crime de tortura poderá ocasionar a perda do respectivo cargo.

    Art. 1º (...) § 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada.

    Resposta: E

  • Acrescentando:

    Perda automática - TO

    Tortura

    Organização criminosa

    -------------------------------------

    Não esquecer: Na Tortura : Levamos um sexto e rezamos um terço

    Majora de 1/6 até 1/3.

  • GABARITO -E

    Tortura Omissão

    Art. 1º, § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos.

    DETALHE :

    NÃO É A MESMA PENA DA TORTURA DO ARTIGO 1.

    Pena - reclusão, de dois a oito anos.

    OBS: O torturador responde com pena majorada

    § 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço:

    I - se o crime é cometido por agente público;

    OBS2: A perda do cargo é automática

  • A perda do cargo NÃO será automática!

  • rt. 1º Constitui crime de tortura:

    I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental:

    a) com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa; (Tortura Prova)

    b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa; (Tortura Crime)

    c) em razão de discriminação racial ou religiosa; (Tortura Discriminação)

    II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de caráter preventivo. (Tortura Castigo)

    Pena - reclusão, de dois a oito anos.

     

    § 1º Na mesma pena incorre quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança a sofrimento físico ou mental, por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante de medida legal. 

     

    § 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las, incorre na pena de detenção de um a quatro anos. (Tortura Omissão)   

     

  • ta de brincadeira com uma questão dessa

  • Pessoal, denunciem esse comentário da amanda santos.

    Ela ganha 30 reais a cada venda.

    Os Mapas Mentais são ótimos, mas eles custam R$97 e não R$127.

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ID
5119150
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Filosofia do Direito
Assuntos

A Lei n° 7.716/1989 dispõe acerca dos crimes resultantes de preconceito, criminalizando uma série de condutas. Com base nisso, suponha que um professor da rede pública estadual impeça um aluno, em razão da sua etnia, de ingressar em estabelecimento de ensino público. Considerando essa situação e conforme o disposto na referida lei, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - A

    Perda do cargo automática - TO

    Tortura ( 9.455/97 ) / Organizações criminosas ( 12.850/13)

    ____________________________

    Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau.

    Pena: reclusão de três a cinco anos.

    [OBS] - Se o crime for praticado contra menor de dezoito anos a pena é agravada de 1/3 (um terço).

    Art. 16. Constitui efeito da condenação a perda do cargo ou função pública, para o servidor público, e a suspensão do funcionamento do estabelecimento particular por prazo não superior a três meses.

    __________________________

    BONS ESTUDOS!

  • [Gab. A] Nesse caso, o professor poderá ser condenado por crime disposto na lei supracitada e, como efeito dessa condenação, poderá perder seu cargo por decisão motivada na sentença.

    Lei n° 7.716/1989 - Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau. Pena: reclusão de três a cinco anos.

    Art. 16. Constitui efeito da condenação a perda do cargo ou função pública, para o servidor público, e a suspensão do funcionamento do estabelecimento particular por prazo não superior a três meses.

    Art. 18. Os efeitos de que tratam os arts. 16 e 17 desta Lei não são automáticos, devendo ser motivadamente declarados na sentença.

    DICA:

    Só os “carros” Toro e Oroch são automáticos.

    perda do cargo é automática nos crimes de TORTURA e ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA.

  •  A questão em comento toca em temáticas de ética, moral, Justiça,   mas encontra real resposta no Direito e na sua positividade.

    A resposta está na Lei 7716/89.

    Diz aludido dispositivo, em seu artigo 6º:
    “Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau.

    Pena: reclusão de três a cinco anos."

    A postura narrada na questão constitui um crime

    Por outro giro, diz o art. 16 da Lei 7716/89:
    “Art. 16. Constitui efeito da condenação a perda do cargo ou função pública, para o servidor público, e a suspensão do funcionamento do estabelecimento particular por prazo não superior a três meses."

    Importa dizer que a sentença deve ser fundamentada, tudo conforme dita o art. 18 da lei acima mencionada.


    Diante do exposto, cabe comentar as alternativas da questão:

    LETRA A - CORRETA. Reproduz, com efeito, os arts. 6º, 16 e 18 da Lei 7716/89.  De fato, falamos em um crime e com possibilidade de, em sentença fundamentada, o professor ter seu cargo objeto de perda.

    LETRA B - INCORRETA. Há, sim, crime, nos termos do art. 6º da Lei 7716/89.

    LETRA C - INCORRETA. A perda de cargo não é automática, ou seja, exige sentença fundamentada.

    LETRA D - INCORRETA. Não há esta previsão na literalidade da Lei 7716/89.

    LETRA E - INCORRETA. Cabe sim a perda de cargo, tudo conforme dita o art. 16 da Lei 7716/89.


    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA A.
  • RESUMO:

    Art. 6º

    Recusar, negar ou impedir INSCRIÇÃO ou INGRESSO do aluno (púb. ou priv.) ✹QUALQUER GRAU! ↪↪crime!!!!!!!!

    *RECLUSÃO DE 3 A 5 ANOS*

    for praticado contra menor de dezoito anos a pena é agravada ➦➦ 1/3 (um terço).

    Arts. 16º & 18º.

    COMO CONSEQUÊNCIA DA CONDENAÇÃO:

    perda do cargo ou função pública (PARA O SERVIDOR PÚBLICO)

    suspensão do funcionamento do estabelecimento particular (PRAZO NÃO SUPERIOR A 3 MESES!!!!!)

    obs! Efeitos NÃO SÃO AUTOMÁTICOS! Vão ser motivados, declarados na SENTENÇA.

    portanto, item A correto!

  • PARA QUEM QUER SABER OS ERROS:

    A) Nesse caso, o professor poderá ser condenado por crime disposto na lei supracitada e, como efeito dessa condenação, poderá perder seu cargo por decisão motivada na sentença. ITEM CORRETO!

    B) No caso mencionado não se observa a ocorrência de nenhum crime, na medida em que as instituições de ensino são absolutamente livres para impedir o ingresso de determinados alunos em seus espaços, independentemente dos motivos. ITEM ERRADO!

    C) Nesse caso, o professor poderá ser condenado por crime disposto na referida lei e, como efeito dessa condenação, perderá automaticamente seu cargo. ITEM ERRADO!

    D) No caso descrito, o professor poderá ser condenado por crime disposto na referenciada lei, mas terá sua pena reduzida por ter cometido o crime no exercício da função. ITEM ERRADO!

    E) Nesse caso, o professor poderá ser condenado por crime disposto na citada lei, mas jamais poderá perder o respectivo cargo em virtude dos efeitos da condenação desse crime. ITEM ERRADO!

  • a) CORRETA. O professor cometeu o crime do art. 6º, previsto na Lei nº 7.716/1989:

    Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau. Pena: reclusão de três a cinco anos.

    Como efeito da condenação não automático, o professor da rede pública estadual de ensino poderá perder o cargo, por decisão motivadamente declarada na sentença:

    Art. 16. Constitui efeito da condenação a perda do cargo ou função pública, para o servidor público, e a suspensão do funcionamento do estabelecimento particular por prazo não superior a três meses.

    Art. 18. Os efeitos de que tratam os arts. 16 e 17 desta Lei não são automáticos, devendo ser motivadamente declarados na sentença.

    b) INCORRETA. Como vimos, o professor está incurso no crime do art. 6º nº 7.716/1989.

    c) INCORRETA. O efeito da condenação consistente na perda do cargo é efeito não automático da condenação. Deve, por esse motivo, ser motivadamente declarado na sentença.

    d) INCORRETA. No caso descrito, não há causa de diminuição de pena. O professor poderá, inclusive, ter sua pena aumentada em 1/3, caso o aluno seja menor de dezoito anos.

    Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau.

    Pena: reclusão de três a cinco anos.

    Parágrafo único. Se o crime for praticado contra menor de dezoito anos a pena é agravada de 1/3 (um terço).

    e) INCORRETA. Como vimos, é plenamente possível que o professor perca o seu cargo pela prática do referido delito.

  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    A

    Lei n° 7.716/89 

    Art. 6º Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau. Pena: reclusão de três a cinco anos.

    Se o crime for praticado contra menor de dezoito anos a pena é agravada de 1/3 (um terço).

    Art. 16. Constitui efeito da condenação a perda do cargo ou função pública, para o servidor público, e a suspensão do funcionamento do estabelecimento particular por prazo não superior a três meses.

    Art. 18. Os efeitos de que tratam os arts. 16 e 17 desta Lei não são automáticos, devendo ser motivadamente declarados na sentença.

    Perda do cargo automática

    Só  Toro e Oroch são automáticos.

    A perda do cargo é automática nos crimes de TORTURA e ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA.

    Tortura ( 9.455/97 ) / Organizações criminosas ( 12.850/13)


ID
5119153
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

De acordo com o que dispõe a Portaria Interministerial n° 4.226/2010, quanto ao uso de armas de fogo e uso da força, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 4.226, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Estabelece Diretrizes sobre o Uso da Força pelos Agentes de Segurança Pública. 

    A) [ERRADO] É obrigatório que os agentes de segurança pública realizem três “disparos de advertência” contra pessoas, animais e coisas.

    Portaria Interministerial n° 4.226/2010 - 6. Os chamados "disparos de advertência" não são considerados prática aceitável, por não atenderem aos princípios elencados na Diretriz n.º 2 e em razão da imprevisibilidade de seus efeitos.  

    B) [ERRADO] É legítimo o uso de armas de fogo contra pessoa em fuga que esteja desarmada, como forma de imobilização e captura.

    Portaria Interministerial n° 4.226/2010 - 4. Não é legítimo o uso de armas de fogo contra pessoa em fuga que esteja desarmada ou que, mesmo na posse de algum tipo de arma, não represente risco imediato de morte ou de lesão grave aos agentes de segurança pública ou terceiros.  

    C) [ERRADO] É legítimo o uso de armas de fogo sempre que o veículo desrespeitar bloqueio policial, como forma de assegurar a segurança e a ordem pública.

    Portaria Interministerial n° 4.226/2010 - 5. Não é legítimo o uso de armas de fogo contra veículo que desrespeite bloqueio policial em via pública, a não ser que o ato represente um risco imediato de morte ou lesão grave aos agentes de segurança pública ou terceiros.  

    D) [ERRADO] É vedado ao agente de segurança pública que se envolver em situações de uso da força o porte e uso de instrumentos de menor potencial ofensivo.

    Portaria Interministerial n° 4.226/2010 - 24. Os agentes de segurança pública deverão preencher um relatório individual todas as vezes que dispararem arma de fogo e/ou fizerem uso de instrumentos de menor potencial ofensivo, ocasionando lesões ou mortes.

    D) [CORRETA] É vedado, como prática rotineira e indiscriminada, o ato de apontar arma de fogo contra pessoas durante os procedimentos de abordagem.

    Portaria Interministerial n° 4.226/2010 - 7. O ato de apontar arma de fogo contra pessoas durante os procedimentos de abordagem não deverá ser uma prática rotineira e indiscriminada. 


ID
5119156
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

No que tange aos direitos civis e políticos reconhecidos pelo Pacto de São José da Costa Rica, um dos principais tratados internacionais aos quais o Brasil aderiu ao longo da história, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • Não precisa estudar esse assunto, nessa banca é só usar a lógica

  • GABARITO - D

    A) Art. 22,  É proibida a expulsão coletiva de estrangeiros.

     

    B) Artigo 15. Direito de reunião

     É reconhecido o direito de reunião pacífica e sem armas. O exercício de tal direito só pode estar sujeito às restrições previstas pela lei e que sejam necessárias, numa sociedade democrática, no interesse da segurança nacional, da segurança ou da ordem públicas, ou para proteger a saúde ou a moral públicas ou os direitos e liberdades das demais pessoas.

    C) Art. 8º, 4. O acusado absolvido por sentença passada em julgado não poderá ser submetido a novo processo pelos mesmos fatos.

    D) Art. 22, Toda pessoa tem o direito de sair livremente de qualquer país, inclusive do próprio.

     

    E) Art. 8º, A confissão do acusado só é válida se feita sem coação de nenhuma natureza.

    Bons estudos!

  • Artigo 8º - Garantias judiciais

    3. A confissão do acusado só é válida se feita sem coação de nenhuma natureza.

    Artigo 15 - Direito de reunião

    É reconhecido o direito de reunião pacífica e sem armas. O exercício desse direito só pode estar sujeito às restrições previstas em lei e que se façam necessárias, em uma sociedade democrática, ao interesse da segurança nacional, da segurança ou ordem públicas, ou para proteger a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.

    Artigo 22 - Direito de circulação e de residência

    2. Toda pessoa terá o direito de sair livremente de qualquer país, inclusive de seu próprio país.

    9. É proibida a expulsão coletiva de estrangeiros.

  • A) É obrigatória a expulsão coletiva de todos os estrangeiros residentes no País em virtude de situação de calamidade pública.

    Errado. Artigo 22, 9. É proibida a expulsão coletiva de estrangeiros.

    B) É reconhecido o direito de reunião de grupos paramilitares portando armas e munição.

    Errado. Artigo 15. É reconhecido o direito de reunião pacífica e sem armas.

    C) É obrigatória a realização de novo processo pelos mesmos fatos contra um indivíduo absolvido por sentença transitada em julgado.

    Errado. Artigo 8, 4. O acusado absolvido por sentença passada em julgado não poderá se submetido a novo processo pelos mesmos fatos.

    D) É direito de toda pessoa sair livremente de qualquer país, inclusive do próprio país.

    Gabarito. Artigo 22, 2. toda pessoa tem o direito de sair livremente de qualquer país, inclusive do próprio.

    E) É válida a confissão do acusado obtida sob tortura e maus-tratos.

    Errado. Artigo 8, 3. A confissão do acusado só é válida se feita sem coação de nenhuma natureza.

  • direitos de primeira gração civis e politico "Direito de Liberdade" ir e vir

  • Uma questão dessa na prova eu acho tão facil que fico até com medo de marcar kkk

    Rumo à PMAL 2021

  • A) Art. 22 É proibida a expulsão coletiva de estrangeiros. X

     

    B) Arti. 15. Direito de reunião X

     É reconhecido o direito de reunião pacífica e sem armas. O exercício de tal direito só pode estar sujeito às restrições previstas pela lei e que sejam necessárias, numa sociedade democrática, no interesse da segurança nacional, da segurança ou da ordem públicas, ou para proteger a saúde ou a moral públicas ou os direitos e liberdades das demais pessoas.

    C) Art. 8º4. O acusado absolvido por sentença passada em julgado não poderá ser submetido a novo processo pelos mesmos fatos. X

    D) Art. 22, Toda pessoa tem o direito de sair livremente de qualquer país, inclusive do próprio. V

     

    E) Art. 8ºA confissão do acusado só é válida se feita sem coação de nenhuma natureza. X

    MENTORIA03

    QAP

    #MestreOtavio

    @PMMINAS

    BONS ESTUDOS A TODOS!

  • Rapaz, a PM-PA tá precisando MUITO compor o efetivo, sem brincadeira, meu sobrinho de seis anos acertou essa questão.

  • A- É obrigatória a expulsão coletiva de todos os estrangeiros residentes no País em virtude de situação de calamidade pública.

      9. É proibida a expulsão coletiva de estrangeiros.

    B- É reconhecido o direito de reunião de grupos paramilitares portando armas e munição.

     É reconhecido o direito de reunião pacífica e sem armas.

    C- É obrigatória a realização de novo processo pelos mesmos fatos contra um indivíduo absolvido por sentença transitada em julgado.

    O acusado absolvido por sentença passada em julgado não poderá se submetido a novo processo pelos mesmos fatos.

    D- É direito de toda pessoa sair livremente de qualquer país, inclusive do próprio país.

    E- É válida a confissão do acusado obtida sob tortura e maus-tratos.

    3. A confissão do acusado só é válida se feita sem coação de nenhuma natureza.

  • Essa prova é para achar a resposta certa ou as erradas?kkkkkkkkkk

  • #PMMINAS

  • Lida a questão, vamos à resolução. 
    A) É obrigatória a expulsão coletiva de todos os estrangeiros residentes no País em virtude de situação de calamidade pública. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa D.

     
    B) É reconhecido o direito de reunião de grupos paramilitares portando armas e munição. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa D.


    C) 
    É obrigatória a realização de novo processo pelos mesmos fatos contra um indivíduo absolvido por sentença transitada em julgado.
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa D.

    D) 
    É direito de toda pessoa sair livremente de qualquer país, inclusive do próprio país. 

     É a alternativa CORRETA, pois como se pode observar, reproduz expressamente o disposto no art. 22, 2 do Decreto no 678, de 6 de novembro de 1992, que promulga a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), de 22 de novembro de 1969: 

       ARTIGO 22

    Direito de Circulação e de Residência

    1. Toda pessoa que se ache legalmente no território de um Estado tem direito de circular nele e de nele residir conformidade com as disposições legais.

    2. toda pessoa tem o direito de sair livremente de qualquer país, inclusive do próprio.
    Fonte: Decreto no 678, de 6 de novembro de 1992, que promulga a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), de 22 de novembro de 1969: 

    E)  
    É válida a confissão do acusado obtida sob tortura e maus-tratos. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa D.

    Gabarito do Professor: Alternativa D
  • GABARITO D

    @PMMINAS


ID
5119159
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

Em relação às disposições que regem o direito à integridade previsto no Pacto de São José da Costa Rica, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - B

    A) Art. 5º, 5. Os menores, quando puderem ser processados, devem ser separados dos adultos

    e conduzidos a tribunal especializado, com a maior rapidez possível, para seu tratamento.

    ___________________________________________________________

    B) O tráfico de mulheres é proibido em todas as suas formas.

    Artigo 6. Proibição da escravidão e da servidão

      Ninguém pode ser submetido a escravidão ou a servidão, e tanto estas como

    o tráfico de escravos e o tráfico de mulheres são proibidos em todas as suas formas.

    __________________________________________________________

    C) A escravidão somente será admitida nos casos de dívida civil.

    Art. 7, Ninguém deve ser detido por dívidas. Este princípio não limita os mandados de autoridade

    judiciária competente expedidos em virtude de inadimplemento de obrigação alimentar.

     

    __________________________________________________________

    D) As pessoas processadas devem ser mantidas na mesma cela em que se encontram os condenados.

    Art. 5º,  Os processados devem ficar separados dos condenados, salvo em circunstâncias excepcionais,

    e ser submetidos a tratamento adequado à sua condição de pessoas não condenadas.

    __________________________________________________________

    E) O trabalho forçado, nos países em que é prescrito, deve ser imposto e aplicado pelo agente

    de segurança pública.

    Art. 6, Ninguém deve ser constrangido a executar trabalho forçado ou obrigatório. 

    Nos países em que se prescreve, para certos delitos, pena privativa da liberdade acompanhada

    de trabalhos forçados, esta disposição não pode ser interpretada no sentido de que proíbe o

    cumprimento da dita pena, imposta por juiz ou tribunal competente. O trabalho forçado não deve

    afetar a dignidade nem a capacidade física e intelectual do recluso.

  • Convenção americana sobre direitos humanos

    Artigo 5º - Direito à integridade pessoal

    4. Os processados devem ficar separados dos condenados, salvo em circunstâncias excepcionais, e devem ser submetidos a tratamento adequado à sua condição de pessoas não condenadas.

    5. Os menores, quando puderem ser processados, devem ser separados dos adultos e conduzidos a tribunal especializado, com a maior rapidez possível, para seu tratamento.

    Artigo 6º - Proibição da escravidão e da servidão

    1. Ninguém poderá ser submetido a escravidão ou servidão e tanto estas como o tráfico de escravos e o tráfico de mulheres são proibidos em todas as suas formas.

    2. Ninguém deve ser constrangido a executar trabalho forçado ou obrigatório. Nos países em que se prescreve, para certos delitos, pena privativa de liberdade acompanhada de trabalhos forçados, esta disposição não pode ser interpretada no sentido de proibir o cumprimento da dita pena, imposta por um juiz ou tribunal competente. O trabalho forçado não deve afetar a dignidade, nem a capacidade física e intelectual do recluso.

    3. Não constituem trabalhos forçados ou obrigatórios para os efeitos deste artigo:

    a) os trabalhos ou serviços normalmente exigidos de pessoa reclusa em cumprimento de sentença ou resolução formal expedida pela autoridade judiciária competente. Tais trabalhos ou serviços devem ser executados sob a vigilância e controle das autoridades públicas, e os indivíduos que os executarem não devem ser postos à disposição de particulares, companhias ou pessoas jurídicas de caráter privado;

    b) serviço militar e, nos países em que se admite a isenção por motivo de consciência, qualquer serviço nacional que a lei estabelecer em lugar daquele;

    c) o serviço exigido em casos de perigo ou de calamidade que ameacem a existência ou o bem-estar da comunidade;

    d) o trabalho ou serviço que faça parte das obrigações cívicas normais.

  • uma questão dessa não vem na minha prova kk

  • que venha esse tipo de questão na minha prova
    • Essa eu errei de bobeira

    Desejo-lhes bons estudos !

    Sempre que você for resolver uma questão, eu estarei la. Toasty !

  • com essa " A" eu so lembrei do Leo lins

  • Art.6°,1, Ninguém poderá ser submetido a ESCRAVIDÃO ou SERVIDÃO e tanto estas como o Tráfico de escravos e o TRÁFICO DE MULHERES são PROIBIDOS EM TODAS AS SUAS FORMAS.

  • Vejo o examinador colaborando com as meninas, hahaha ...

    esse nível ai está fundamental.

  • A - Os menores de idade devem ser mantidos em cativeiro. - ERRADO

    ARTIGO 5 Direito à Integridade Pessoal

     5. Os menores, quando puderem ser processados, deve ser separados dos adultos e conduzidos a tribunal especializado, com a maior rapidez possível, para seu tratamento.

    B - O tráfico de mulheres é proibido em todas as suas formas. - CERTO

       ARTIGO 6   Proibição da Escravidão e da Servidão

        1. Ninguém pode ser submetido à escravidão ou a servidão, e tanto estas como o tráfico de escravos e o tráfico de mulheres são proibidos em todas as formas.

    C- A escravidão somente será admitida nos casos de dívida civil. - ERRADO

       ARTIGO 6   Proibição da Escravidão e da Servidão

        1. Ninguém pode ser submetido à escravidão ou a servidão, e tanto estas como o tráfico de escravos e o tráfico de mulheres são proibidos em todas as formas.

    D- As pessoas processadas devem ser mantidas na mesma cela em que se encontram os condenados.- ERRADO

      4. Os processados devem ficar separados dos condenados, salvo em circunstâncias excepcionais, a ser submetidos a tratamento adequado à sua condição de pessoal não condenadas.

    E- O trabalho forçado, nos países em que é prescrito, deve ser imposto e aplicado pelo agente de Segurança Pública. - ERRADO

     2. Ninguém deve ser constrangido a executar trabalho forçado ou obrigatório. Nos países em que se prescreve, para certos delitos, pena privativa da liberdade acompanhada de trabalhos forçados, esta disposição não pode ser interpretada no sentido de que proíbe o cumprimento da dita pena, imposta por juiz ou tribunal competente. O trabalho forçado não deve afetar a dignidade nem a capacidade física e intelectual do recluso.

  • Os menores de idade devem ser mantidos em cativeiro. KKKKKKKKKKKKKKK

  • Pra cima deles!

  • 46 pessoas marcaram a alternativa A, como pode?!

  • 46 pessoas marcaram a letra A

  • #PMMINAS

  • Impossível errar essa questão
  • Lida a questão, vamos à resolução.

    A) 
    Os menores de idade devem ser mantidos em cativeiro. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa B.


    B) 
    O tráfico de mulheres é proibido em todas as suas formas. 
    É a alternativa CORRETA, pois como se pode observar, reproduz expressamente o disposto no art. 6 do Decreto no 678, de 6 de novembro de 1992, que promulga a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), de 22 de novembro de 1969: 

        ARTIGO 6

     Proibição da Escravidão e da Servidão

     1. Ninguém pode ser submetido à escravidão ou a servidão, e tanto estas como o tráfico de escravos e o tráfico de mulheres são proibidos em todas as formas.

    Fonte: Decreto no 678, de 6 de novembro de 1992, que promulga a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), de 22 de novembro de 1969: 

    C)  A escravidão somente será admitida nos casos de dívida civil.
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa B.


    D) 
    As pessoas processadas devem ser mantidas na mesma cela em que se encontram os condenados. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa B.


    E) 
    O trabalho forçado, nos países em que é prescrito, deve ser imposto e aplicado pelo agente de segurança pública. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa B.

     

    Gabarito do ProfessorAlternativa B
  • Galera, não me leve a mal, mas não substime as questões. Às vezes é mais fácil pra gente que já tem um tempinho de estudo, mas é um pouco confuso pra galera que ta começando agora. Tem gente que estuda por questões e necessita dos nossos comentários, já que muitas vezes não tem dos professores.

    Bons estudos, colegas. Deus os abençoe.

  • GABARITO B

    @PMMINAS


ID
5119162
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

No que se refere às disposições acerca dos direitos previstos na Declaração dos Direitos Humanos, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • "A" PM-TO

  • GABARITO - A

    A) Artigo XX 1. Todo ser humano tem direito à liberdade de reunião e associação pacífica

    __________________________________________________________________________

    B) O trabalho constitui dever da pessoa para com o Estado, sendo proibida sua remuneração.

    Artigo XXIII , 3. Todo ser humano que trabalha tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.

    _________________________________________________________________________

    C) A educação gratuita constitui direito restrito a determinados grupos sociais e econômicos.

    Artigo XXVI, 1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.

    Instrução elementar - Obrigatória gratuita

    Instrução técnico- profissional - Acessível a todos

    Superior - Baseada no mérito

    ___________________________________________________________________________-

    D) O casamento pode ser celebrado apenas com o livre e pleno consentimento de um dos futuros esposos, caso o outro não concorde.

    XVI, O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.

    ___________________________________________

    E) A prisão arbitrária é vedada, salvo se a ordem for dada pelo chefe do Legislativo do país onde se deu o encarceramento.

    Artigo XVII , 2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade

  • **Que a prova foi fácil vejo muitos falarem, mas; então, se fosse fácil, passariam todos.

    **Difíceis quando as questões não são; o nível de corte sobe deixando, por conseguinte, a aprovação mais improvável.

    **No chão, pé e sempre humildade. Então, se tudo fosse fácil, estaria já rico.

    "Vejo muitos falarem que a prova foi fácil, mas se fosse fácil, então todos passariam.

    Quando as questões não são difíceis; o nível de corte sobe deixando a aprovação mais improvável.

    Pé no chão e humildade sempre. Se tudo fosse fácil, então já estaria rico".

    • Todo ser humano que trabalha tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.

    • Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.

    Instrução elementar - Obrigatória gratuita

    Instrução técnico- profissional - Acessível a todos

    Superior - Baseada no mérito

    •  O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.

    • Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade
  • amei essa banca kk

  • essa estava fácil
  • Cuidado, a banca causa uma falsa sensação de fácil, para direcionar os pobres concurseiros nas pegadinhas das próximas questões.

    Para essa turma, todo cuidado é pouco!

  • Cuidado, a banca causa uma falsa sensação de fácil, para direcionar os pobres concurseiros nas pegadinhas das próximas questões. Para o nível desta questão, note que muitas pessoas erraram.

    Para essa turma, todo cuidado é pouco!

  • Pra cima deles!

  • a) Verdadeiro. A DUDH consagra o direito de toda pessoa de organizar associações e reuniões pacíficas. Cuidado: aqueles requisitos do direito de reunião (sem armas, locais abertos ao público, aviso prévio e não frustrar outra reunião) são do art. 5 da CF. Sei que a questão não pede isso, mas é importante frisar!

    b) Falso. Trabalho não é dever! Além disso, a sua remuneração é devida! trabalho escravo e servidão, não!

    c) Falso. A educação gratuita será implementada pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A DUDH não restringe a determinados grupos econômicos.

    d) Falso. O casamento deverá ser constituído com o consentimento de ambos.

    e) Falso. A prisão arbitrária (ilegal) sempre será proibida. 

  • Lida a questão, vamos à resolução. 

    A)  A liberdade de reunião e de associação pacífica constitui direito de toda pessoa. 

    A Declaração Universal dos Direitos Humanos possui peso histórico fundamental no que toca à proteção dos direitos humanos, isto porque sua elaboração tem conexão direta com os fatos ocorridos na 2ª Guerra Mundial.  Ela foi adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro 1948.
    Diante o exposto, afirma-se que esta é a alternativa CORRETA, pois como se pode observar, reproduz expressamente o disposto no art. 20 da DUDH:
    Artigo 20
    1. Todo ser humano tem direito à liberdade de reunião e associação pacífica. 
    2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

    Fonte: Declaração Universal dos Direitos Humanos, site da ONU sobre a DUDH.


    B) O trabalho constitui dever da pessoa para com o Estado, sendo proibida sua remuneração.
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa A.

    C) A educação gratuita constitui direito restrito a determinados grupos sociais e econômicos. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa A.

    D) O casamento pode ser celebrado apenas com o livre e pleno consentimento de um dos futuros esposos, caso o outro não concorde. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa A.


    E) A prisão arbitrária é vedada, salvo se a ordem for dada pelo chefe do Legislativo do país onde se deu o encarceramento. 
    A alternativa está INCORRETA como é possível observar no comentário da alternativa A.



    Gabarito do ProfessorAlternativa A.

ID
5119165
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

De acordo com o Estatuto dos Policiais Militares da Polícia Militar do Estado do Pará, regido pela Lei Estadual n° 5.251/1985, assinale a alternativa que corresponda ao policial militar na situação de inatividade.

Alternativas
Comentários
  • [Gab. E] E) Os reformados, quando estiverem dispensados definitivamente da prestação de serviço na ativa, continuando, entretanto, a perceber remuneração do estado.

    Estadual n° 5.251/1985 - Art. 3º - Os integrantes da Polícia Militar, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das Leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados Policiais-Militares.

    § 1º - Os Policiais-Militares encontram-se em uma das seguintes situações:

    II - NA INATIVIDADE: [...] b) os reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estiverem dispensados definitivamente da prestação de serviço na ativa, continuando, entretanto, a perceber remuneração do Estado.

  • Não tem questão da PMAL, bora de PMPA hehe....

  • (A) (ERRADO) Esse enunciado está no Art. 3°, § 1º, I, d) da Lei citada. Definindo os PMs em situação Na Ativa: d) os alunos de órgão de formação de Policiais-Militares da ativa.

    (B) (ERRADO) Idem anterior, mas alínea b): d) os alunos de órgão de formação de Policiais-Militares da ativa.

    (C) (ERRADO) Art. 3°, § 1º, I, c)

    (D) (ERRADO) Art. 3°, § 1º, I, a)

    (E) (CERTO) Art. 3°, § 1º, II - Na Inatividade, b)

  • NA INATIVIDADE:  os reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estiverem dispensados definitivamente da prestação de serviço na ativa, continuando, entretanto, a perceber remuneração do Estado.


ID
5119168
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Considerando a Lei Complementar Estadual n° 053/2006, que dispõe a respeito da organização básica e fixa o efetivo da Polícia Militar do Pará (PMPA), assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • O Estado-Maior Geral é o órgão de direção geral responsável, perante o Comandante Geral, pelo planejamento, organização, direção e controle das atividades da Corporação, elaborando diretrizes e ordens de Comando.

  • a) A PM É INSTITUIÇÃO PERMANENTE

    B)A PMPA é competente para planejar, organizar, dirigir, supervisionar, coordenar, controlar e executar as ações de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública. CORRETO

    C) Fui na lógica de quem você pode processar caso a policia te cause algum dano que no caso seria a união, que faz parte da ADMINISTRAÇÃO DIRETA.

    D)-> IMPESSOALIDADE, EFICIÊNCIA, MORALIDADE E DISCIPLINA

    E) O Estado-Maior Geral é o órgão de direção geral responsável, perante o Comandante Geral

    #FOCO

  • A) [ERRADA] Apesar da PMPA ser força auxiliar e reserva do Exército, caracteriza-se por ser uma instituição temporária.

    Lei Complementar Estadual n° 053/2006 - Art. 1º A Polícia Militar do Pará - PMPA é instituição permanente, força auxiliar e reserva do Exército, organizada com base na hierarquia e disciplina militares, subordinada ao Governador do Estado, cabendo-lhe a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, atividade-fim da corporação, para a incolumidade das pessoas e do patrimônio.

    B) [CORRETA] A PMPA é competente para planejar, organizar, dirigir, supervisionar, coordenar, controlar e executar as ações de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública.

    Lei Complementar Estadual n° 053/2006 - Art. 4º Compete à PMPA, dentre outras atribuições previstas em lei: I  - planejar, organizar, dirigir, supervisionar, coordenar, controlar e executar as ações de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, que devem ser desenvolvidas prioritariamente para assegurar a incolumidade das pessoas e do patrimônio, o cumprimento da lei e o exercício dos poderes constituídos;

    C) [ERRADA] A PMPA compõe a administração indireta.

    Lei Complementar Estadual n° 053/2006 - Art. 2º - Parágrafo único. A PMPA é órgão da administração direta do Estado, com dotação orçamentária própria, autonomia administrativa e funcional.

    D) [ERRADA] A PMPA deve observar os princípios da pessoalidade, da eficiência, da imoralidade e da disciplina.

    Lei Complementar Estadual n° 053/2006 - Art. 3° São princípios basilares a serem observados pela PMPA: I - a hierarquia; II - a disciplina; III - a legalidade;

    IV   - a impessoalidade; V  - a moralidade; VI - a publicidade; VII - a eficiência; VIII    - a promoção, a garantia e o respeito à dignidade e aos direitos humanos; IX   - o profissionalismo; X  - a probidade; XI   - a ética.

    E) [ERRADA] O Estado-Maior Geral é um órgão de apoio da PMPA.

    Lei Complementar Estadual n° 053/2006 - Art. 6º Os órgãos de direção geral integram o comando-geral da corporação, que compreende: III - Estado-Maior Geral.

  • Essa Imoralidade ai foi pra arrancar o chaboque do dedo.

    •  A Polícia Militar do Pará - PMPA é instituição permanente, força auxiliar e reserva do Exército, organizada com base na hierarquia e disciplina militares, subordinada ao Governador do Estado

    • A PMPA é competente para planejar, organizar, dirigir, supervisionar, coordenar, controlar e executar as ações de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública.
    • A PMPA é órgão da administração direta do Estado, com dotação orçamentária própria, autonomia administrativa e funcional.
    • São princípios basilares a serem observados pela PMPA: I - a hierarquia; II - a disciplina; III - a legalidade; IV   - a impessoalidade; V  - a moralidade; VI - a publicidade; VII - a eficiência; VIII    - a promoção, a garantia e o respeito à dignidade e aos direitos humanos; IX   - o profissionalismo; X  - a probidade; XI   - a ética.
  • é competente para planejar, organizar, dirigir, supervisionar, coordenar, controlar e executar as ações de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública. fiquei na duvida


ID
5119171
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Com base na Lei Estadual n° 5.251/1985, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • O posto é o grau hierárquico do oficial, conferido pelo Governador do Estado. Graduação é o grau hierárquico da praça, conferido por ato do Comandante-Geral da Corporação.

  • [ERRADA] A) A carreira de policial militar é privativa do pessoal em atividade ou na inatividade.

    Lei Estadual n° 5.251/1985 - Art. 5º - § 1º - A carreira de Policial-Militar é privativa do pessoal da ativa. Inicia-se com o ingresso na Polícia Militar e obedece a sequência de graus hierárquicos.

    [ERRADA] B) Posto é o grau hierárquico da praça.

    Lei Estadual n° 5.251/1985 - Art. 15 - § 1º - Posto é o grau hierárquico do oficial, conferido por ato do Governador do Estado e confirmando em Carta Patente.

    [ERRADA] C) Graduação é o grau hierárquico do oficial.

    Lei Estadual n° 5.251/1985 - Art. 15 - § 2º - Graduação é o grau hierárquico da praça, conferido pelo Comandante Geral da Polícia Militar.

    [CORRERA] D) Círculos hierárquicos têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem e são âmbitos de convivência entre os policiais militares da mesma categoria.

    Art. 14 - Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os Policiais-Militares da mesma categoria e tem a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem, em ambiente de estima e confiança sem prejuízo do respeito mútuo.

    [ERRADA] E) Os alunos da escola de formação de policial militar não podem ser considerados praças especiais.

    Art. 15 - § 3º - Os Aspirantes a Oficial PM e alunos da Escola de Formação de Policial-Militar são denominados praças especiais.

  • errei a questao de bobeira, pois nao vi o não!

  • Já me sinto fardado!!

  • POSTO --> OFICIAL

    GRADUAÇÃO-->PRAÇA

  • D) CORRETA , para os que vão fazer PM-AM está no Estatuto da Polícia Militar do Amazonas. Lei 1.154/75 - art13


ID
5119174
Banca
IADES
Órgão
PM-PA
Ano
2021
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

Segundo o Decreto Federal n° 88.777/1983, que aprova o regulamento para polícias militares e corpos de bombeiros militares, a situação em que se encontra o policial militar a serviço de órgão ou autoridade a que não esteja diretamente subordinado é denominada

Alternativas
Comentários
  • Gab- C

    A DISPOSIÇÃO: é a situação em que se encontra o policial-militar a serviço de órgão ou autoridade a que não esteja diretamente subordinado

  • 1) À disposição - É a situação em que se encontra o policial-militar a serviço de órgão ou autoridade a que não esteja diretamente subordinado.

    2) Adestramento - Atividade destinada a exercitar o policial-militar, individualmente e em equipe, desenvolvendo-lhe a habilidade para o desempenho das tarefas para as quais já recebeu a adequada instrução.

    3) Agregação - Situação na qual o policial-militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número.

    4) Aprestamento - Conjunto de medidas, incluindo instrução, adestramento e preparo logístico, para tornar uma organização policial-militar pronta para emprego imediato

    .

    5) Assessoramento - Ato ou efeito de estudar os assuntos pertinentes, propor soluções a cada um deles, elaborar diretrizes, normas e outros documentos.

  • GAB LETRA C

    O respectivo conceito faz menção à disposição conforme o decreto lei 88777/83.

    À disposição: É a situação em que se encontra o policial-militar a serviço de órgão ou autoridade a que não esteja diretamente subordinado. 

  • SEGUE AS DICAS:

    À DISPOSIÇÃO = Emprestado de outro orgão.

    ADESTRAMENTO = Manutenção / reciclagem do treinamento basico.

    AGREGAÇÃO = "Invisivel". vaga disponivel.

    APRESTAMENTO = "Stand-by"

    ASSESSORAMENTO = Conselheiro

  • GABARITO: LETRA C.

    Artigo 2º, decreto nº 88.777/1983:

    1) À disposição - É a situação em que se encontra o policial-militar a serviço de órgão ou autoridade a que não esteja diretamente subordinado.

    2) Adestramento - Atividade destinada a exercitar o policial-militar, individualmente e em equipe, desenvolvendo-lhe a habilidade para o desempenho das tarefas para as quais já recebeu a adequada instrução.

    3) Agregação - Situação na qual o policial-militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número.

    4) Aprestamento - Conjunto de medidas, incluindo instrução, adestramento e preparo logístico, para tornar uma organização policial-militar pronta para emprego imediato.

    5) Assessoramento - Ato ou efeito de estudar os assuntos pertinentes, propor soluções a cada um deles, elaborar diretrizes, normas e outros documentos.