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Prova FCC - 2013 - MPE-MA - Técnico Ministerial - Administrativo


ID
1398289
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





É correto concluir do texto:

Alternativas
Comentários
  • "Pesquisadores investigam" (penúltima linha), então, ainda não há dados conclusivos, letra b).

  • a) (E) --> a mudança revolucionária não trouxe a prática do diálogo aos Atenienses, pois ela já era presente;

    b) (C) --> "Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital"

    c) (E) --> Não há relação, no texto, sobre tecnologia e facilidade de ampliação dos circuitos cerebrais;

    d) (E) --> Não há, no texto, afirmação de que a tecnologia detém facilidades em relação aos demais métodos de leitura;

    e) (E) --> No texto, depreende-se que o desenvolvimento cerebral não é algo natural e deve ser insinuado.
  • Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital. 

     

    gabarito B.

  • De fato! A forma como foi colocada a assertiva parece inadequada.

  • Concordo. Para ser respondida de acordo com a CF deveria aparecer a palavra TAMBÉM.


ID
1398292
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





Em relação ao último parágrafo, é correto afirmar que seu conteúdo

Alternativas
Comentários
  • Neste parágrafo continua-se falando da leitura, só que agora de forma mais técnica, por isso:

     

    a) se destaca do desenvolvimento dos demais parágrafos, por introduzir um assunto ainda não abordado anteriormente.

    Errado: continua falando sobre a leitura

    b) apresenta possíveis razões que confirmam a superioridade da leitura digital sobre aquela realizada no livro impresso.

    Errado: há estudos sobre a leitura escrita e naõ há estudos conclusivos sobre a leitura digital

    c) remete a falhas nas pesquisas sobre leitura que estão sendo feitas na área da neurociência, por não apresentarem resultados concretos.

    Errado: há sim estudos conclusivos na área da neurociência, mas com relação à leitura impressa não a leitura digital

    d) é principalmente explicativo, ao oferecer informações sobre o funcionamento dos mecanismos cerebrais ativados no ato de ler.

    e) retoma os argumentos que vêm sendo desenvolvidos em todo o texto, apresentando uma síntese do assunto tratado.

    Errado: não há síntese do tema, apenas uma visão mais científica sobre o mesmo.

     

    Bons estudos!


ID
1398295
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





O sentido da expressão "silêncio exigente do livro", como se lê no 3o parágrafo, se explica

Alternativas
Comentários
  • Refere-se a concentração necessária para ler. Letra A


ID
1398298
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.

A presença da conjunção grifada acima indica, no contexto do 1o parágrafo,

Alternativas
Comentários
  • Gab. B -  Conjunção 

    Classificação da Conjunção

    De acordo com o tipo de relação que estabelecem, as conjunções podem ser classificadas em coordenativas esubordinativas. No primeiro caso, os elementos ligados pela conjunção podem ser isolados um do outro. Esse isolamento, no entanto, não acarreta perda da unidade de sentido que cada um dos elementos possui. Já no segundo caso, cada um dos elementos ligados pela conjunção depende da existência do outro.

    Conjunções Coordenativas

    São aquelas que ligam orações de sentido completo e independente ou termos da oração que têm a mesma função gramatical. Subdividem-se em:

    1) Aditivas: ligam orações ou palavras, expressando ideia de acrescentamento ou adição. São elas: e, nem (= e não), não só... mas também, não só... como também, bem como, não só... mas ainda.

    Por exemplo:

    A sua pesquisa é clara e objetiva.

    Ela não só dirigiu a pesquisa como também escreveu o relatório.

    2) Adversativas: ligam duas orações ou palavras, expressando ideia de contraste ou compensação. São elas: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante.

    Por exemplo:

    Tentei chegar mais cedo, porém não consegui
  • LETRA B 

    TRATA-SE de cum contraponto , justamente pelo fato de que conjunções adversativas tem essa característica : Se opor , visão oposta .
     

  • A vantagem de decorar as conjunções, na minha opinião, é o ganho de tempo absurdo que se tem por não precisar ler ou reler o texto pra tentar responder a questão baseado no contexto.


ID
1398301
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. (início do 3o parágrafo)

A afirmativa acima se baseia no fato de que

Alternativas
Comentários
  •  Gabarito: A

     

    Este trecho do primeiro paragráfo responde a questão.

    "O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi"

     

    Deus é bom o tempo todo!

    Bons Estudos!


ID
1398304
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





Ao criar novos caminhos, [o cérebro] expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais – o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. (4° parágrafo)



O segmento grifado pode ser corretamente substituído, sem alteração do sentido original, por:

Alternativas
Comentários
  • Alguém comenta?

  • errei essa questão pois pensei que a ideia ou sentido do segmento era modal, e não é 

    logo, é proporcional, daí o gabarito ser a letra D
  • Colegas, 

     A expressão " À medida que " é uma locução conjuntiva que traz a ideia de "PROPORCIONALIDADE".Se lermos com mais atenção, veremos que o texto refere-se a uma proporção, ou seja, ao criar novos caminhos [o cérebro ]  expande sua capacidade de pensar...Portanto, À medida que o cérebro cria novos caminhos, expande sua capacidade de pensar...

    Gabarito Oficial: letra "D"

  • AO + VERBO = SENTIDO TEMPORAL

     

    A alternativa que mais se aproxima do sentido temporal é a de sentido proporcional (à medida que)

     

    Gab D

  • GABARITO D


    Proporcionais: quanto mais...tanto mais, ao passo que, à medida que, quanto menos...tanto menos, à proporção que.


    bons estudos


ID
1398307
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





Ao criar novos caminhos, [o cérebro] expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais – o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. (4° parágrafo)



O segmento final, introduzido pelo sinal de travessão, remete a uma relação (último parágrafo)

Alternativas
Comentários
  • A resposta justifica-se pelo trecho encontrado no segmento que diz: "numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. " Ou seja, há uma mútua causa e efeito que "ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar", favorecendo o aprimoramento intelectual.


ID
1398310
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino - (3o parágrafo)

O segmento acima, isolado por travessões, constitui

Alternativas
Comentários
  • Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo.

     

    Ideia explicativa> Aposto explicativo

    Basta suprimir o texto entre travessões e você percebe que a oração possui sentido completo.

     

    Gab c

  • Deve olhar o texto como sugere a questão. Sem preguiça, pessoal!


ID
1398313
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Com a genial invenção das vogais no alfabeto grego, a escrita estava se disseminando pela Grécia antiga - e Sócrates, o homem mais sábio de todos os tempos, temia um desastre. Apreciador da linguagem oral, achava que só o diálogo, a retórica, o discurso, só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória, os únicos caminhos que conduziam ao conhecimento profundo. Temia que os jovens atenienses, com o recurso fácil da escrita e da leitura, deixassem de exercitar a memória e perdessem o hábito de questionar. O grande filósofo intuiu que a transição da linguagem oral para a escrita seria uma revolução. E assim foi. Numa direção promissora, porém, que permitiu o mais esplêndido salto intelectual da civilização ocidental.
      Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
      Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
      Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.



                                                           (Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)





... só a palavra falada estimulava o questionamento e a memória... (1o parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está na frase:

 

Alternativas
Comentários
  • Gab. E.

     ia - va

    Va - ia 

  • ESTIMULAVA > PRETÉRIO IMPERFEITO DO INDICATIVO

    PRA NÃO PERDER O COSTUME : TUDO O QUE É IMPERFEITO MERECE UMA VA IA NHA , PQ JÁ ERA .

     

    a) PRESENTE DO INDICATIVO 

    b) PRETÉRITO PERFEITO

    c) PRESENTE DO SUBJUNTIVO 

    d ) PRESENTE DO SUBJUNTIVO 

    e ) PRETÉRITO IMPERFEITO DO INDICATIVO. 

  • Gabarito letra e).

     

     

    Segue um mnemônico para o Pretérito Imperfeito do Indicativo:

     

    "Era ele que vinha dando vaia" + punha + tinha

     

     

    Era = Verbo "Ser" passa a ser "era".

     

    Vinha = Verbo "Vir" passa a ser "vinha" (VÁLIDO PARA SEUS DERIVADOS).

     

    Va = Verbos terminados em "ar" ou "or" passam a ser terminados em "va".

     

    Ia = Verbos terminados em "er" ou "ir" passam a ser terminados em "ia" (NÃO CONFUNDIR COM "RIA" QUE É FUTURO DO PRETÉRITO DO INDICATIVO).

     

    Punha = Verbo "Pôr" passa a ser "punha" (VÁLIDO PARA SEUS DERIVADOS).

     

    Tinha = Verbo "Ter" passa a ser "tinha" (VÁLIDO PARA SEUS DERIVADOS).

     

    Ia = Verbos terminados em "er" ou "ir".

     

    Punha = Verbo "Pôr".

     

    Tinha = Verbo "Ter".

     

    * Estimular -> Estimulava

     

     

    ANALISANDO AS ALTERNATIVAS

     

     

    a) Explica -> Presente do Indicativo do verbo "explicar"

     

    Fonte: http://www.conjuga-me.net/verbo-explicar

     

     

    b) Permitiu -> Pretérito Perfeito do Indicativo do verbo "permitir"

     

    Fonte: http://www.conjuga-me.net/verbo-permitir

     

     

    c) Adquire -> Presente do Indicativo do verbo "adquirir"

     

    Fonte: http://www.conjuga-me.net/verbo-adquirir

     

     

    d) Roube -> Presente do Subjuntivo do verbo "roubar"

     

    Fonte: http://www.conjuga-me.net/verbo-roubar

     

    * DICA: RESOLVER A Q744365

     

     

    e) Recebia -> Pretérito Imperfeito do Indicativo do verbo "receber" (GABARITO)

     

    Fonte: http://www.conjuga-me.net/verbo-receber

     

     

     

    => Meu Instagram para concursos: https://www.instagram.com/qdconcursos/


ID
1398316
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As normas de concordância verbal e nominal estão inteiramente respeitadas na frase:

Alternativas
Comentários
  • a) Fazer, no sentido de tempo decorrido, ficará sempre na 3ª pessoa do singular (já faz séculos que...).


    b) (...) e os espaços em branco de um livro impresso foram aperfeiçoados (....).


    d) Estudiosos (...) se preocupam (...). Recomenda-se o emprego da ênclise depois de vírgula: preocupam-se.


    e) (...) existem algumas pesquisas (...).


  • minha dúvida nesta questão , fiquei entre a letra C e D , e acabei errando, o verbo preocupar não é transitivo indireto? este Se não seria Índice de indeterminação do sujeito ? e consequentemente o verbo ficaria na 3º p.do singular ? alguém pode me explicar , agora bateu a duvida..

  • Oi Valeria assis,o erro da letra D é apenas a colocação do pronome "se",pois o "se" é índice de indeterminação do sujeito e ficará na 3ªpessoa do singular;mesmo que ele concordasse com "estudiosos"-como afirma o nosso colega Benedito Junior- ficaria na 3ªpessoa do singular também,porque "estudiosos" está sem artigo.

  • Valéria, o seu pensamento está correto, porém antes de analisar o IIS, é necessário NÃO TER SUJEITO EXPLICITO/IMPLÍCITO. De cara, temos "Estudiosos" como sujeito da oração, então a análise do SE como IIS não funciona.

    No caso da questão o SE é PARTE INTEGRANTE (Não tem função sintática e não pode ser suprimido)

    -eu ME preocupo, eles SE preocupam

    Gabarito: Letra C


ID
1398319
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um prêmio total de loteria foi dividido igualmente entre três ganhadores. Depois da entrega do prêmio, descobriu-se que havia um quarto ganhador, que deveria ter recebido 1/4 do prêmio total. Para corrigir o erro, os organizadores do evento recolheram x reais de cada ganhador que havia recebido o prêmio, e transferiram o dinheiro recolhido para o quarto ganhador. O prêmio total dessa loteria, em reais, foi igual a

Alternativas
Comentários
  • Supondo que o prêmio total seja de 90,00
    cada um dos três vencedores iniciais receberia 1/3 do prêmio (30,00)
    o quarto ganhador deve receber 1/4 do prêmio, logo : 90 dividido por 4 = 22,5
    para descobrir o valor de X basta dividir 22,5 por 3, pois é a quantidade que cada um dos três ganhadores iniciais deve ceder ao quarto ganhador, logo  X=7,5
    depois multipliquei 7,5 por cada uma das alternativas até encontrar o valor inicial de noventa reais 
    7,5 X 12 = 90,00 
    ALTERNATIVA C

  • kkkk, seria mais fácil, se vc procurasse, dentre as opções, um valor que  pode ser divido por igual, tanto por três, quanto por quatro , esse valor de cara, é o número 12.

    ALTERNATIVA C
  • Considerando que o prêmio valia 300 reais, cada um dos três deveria receber 100. Quando aparece o quarto ganhador, todos deveriam receber 75 reais pra ficar igual. Então, cada um dos três primeiros ganhadores deve doar 25 reais para o quarto ganhador, assim todos ficam com 75 reais. O número que multiplica 25 reais ( que é x, que é a doação de cada um) é 12.

     !2 vezes 25=300 letra c

  • 3 ganhadores - valor igual para cada

    4 ganhadores - valor igual p cada

    12/3 = 4

    12/4 = 3

    C

  • Se cada um dos 3 ganhadores irão pagar X reais para o quarto ganhador, então 1/4 do prêmio será igual a 3x. Como a divisão será em partes iguais cada um dos 4 ganhadores receberão 3x reais totalizando 12x.

  • Prêmio é divido igualmente entre 3 pessoas, logo:

    1º ganhador leva 1/3 do prêmio

    2º ganhador leva 1/3 do prêmio

    3º ganhador leva 1/3 do prêmio

    Entretanto, como há um 4º ganhador, é retirado um valor de X de cada um dos 3 ganhadores, e a soma desses X valores retirados dos 3 ganhadores dá o valor para o prêmio do 4º ganhador, assim os 4 ficaram com a mesma quantia do prêmio.

    Então,

    [ (1/3) – x ] + [ (1/3) – x ] + [ (1/3) – x ] = (1/4) + (1/4) + (1/4)

    [ (1/3) + (1/3) + (1/3) ] + ( - x – x – x ) = 3/4 do prêmio

    1 – 3x = 3/4 do prêmio

    - 3x = (3-4)/4 do prêmio

    - 3x = - 1/4 do prêmio

    - 12x = -1 prêmio

    Multiplica tudo por -1 e teremos

    12x = 1 prêmio

    OBS.: é 1 prêmio, como foram 4 ganhadores, cada um ficou com 1/4 do prêmio, logo os 3 ganhadores iniciais ficaram com 3/4 do prêmio.

    | Alternativa C |

    Abraços.


ID
1398322
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Em um código secreto, as cinco vogais correspondem aos cinco primeiros números ímpares positivos, não necessariamente na mesma ordem. Se A + E = U + O = 12, então, o número que corresponde à letra I é

Alternativas
Comentários
  • Primeiros números positivos ímpares : 1 3 5 7 9
    Se A+E = O+U =12 logo, 5+7= 12 e 3+9= 12 
    sobrando somente o número 1


ID
1398325
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um dado de seis faces possui uma fração, positiva e irredutível, diferente, marcada em cada uma de suas faces. Cinco dessas faces estão marcadas com as frações irredutíveis 3/4,1/2,2/3,5/6 e 4/3.Esse dado foi lançado duas vezes. Se as frações obtidas em cada lançamento foram diferentes, e sua soma foi 7/12,então, uma das frações obtidas em um dos dois lançamentos necessariamente foi

Alternativas
Comentários
  • 3/4+x =7/12 ( resultado negativo) 4/3+x=7/12 (resultado negativo) 2/3+x=7/12(resultado negativo) 1/2+x=7/12 (resultado positivo x=1/12) Fiz por tentativa e deu certo. Esse valor representa a fração que faltava no dado. Espero que ajude no entendimento da questão

  • tira o MMC das frações


    3/4,1/2,2/3,5/6,4/3 -> será 12


    9/12, 6/12, 8/12, 10/12, 16/12.


    6/12  + 1/12 = 7/12

  • Alguem podia explicar melhor? 

  • existe possibilidade de erro nessa forma de pensar:

    Independente dos numero dos lados do dado que ele ofereceu, ele já entregou que a soma das frações deu 7/12. Em soma de fração o denominador é IGUAL e uma das alternativas tem o denominador 12.

    O que acham?

  • Veja o vídeo que gravei com a resolução dessa questão:

    https://youtu.be/WfiojPdkQs8

    Professor Ivan Chagas

  • O mmc das fraçoes sera 12.

    ai voce divide o de baixo e multiplica pelo de cima com todas as fraçoes que dara:

    9/12   6/12   8/12   10/12   16/12

    A pergunta quer duas fraçoes que somadas dão 7/12

    se voce observar, nenhuma das existentes somadas dão esse resultado, por isso falta uma fração irredutivel que é 1/12

    porque a unica fração que seria possovel pra esse resultado é 6/12.

    6/12 + 1/12 =7/12

  • A sacada inicial é não eliminar as alternativas C e D por não constarem entre as CINCO faces do enunciado (3/4; 1/2; 2/3; 5/6; 4/3), pois podem ser a SEXTA face. E é exatamente o que ocorre, fazendo alguns testes rápidos vemos que:

    1/12 + 1/2 = 7/12

  • Erro no enunciado. Ao invés de 5/6 escreveram 56. Já não sou um gênio da matemática...


ID
1398328
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Ana, Bruna, Clara e Débora são praticantes experientes de quatro esportes diferentes, e estão devidamente trajadas para sua prática. Os esportes praticados por elas, não necessariamente nessa ordem, são: futebol de campo, tênis, natação e ciclismo. Sabe-se que:

- Ana não pratica esporte com bola;
- Débora disse que seu irmão tem uma raquete igual a que Bruna está usando;
- Clara não sabe nadar.
- Débora não está usando chuteira.

De acordo com os dados disponíveis, é correto concluir que, necessariamente,

Alternativas
Comentários
  • RESPOSTA LETRA A

    - Débora disse que seu irmão tem uma raquete igual a que Bruna está usando; 

    1 A única certeza é que Bruna prática tênis.

    2 pelo fato de usar raquete.

    3 são dois esportes com bola, tênis e futebol.

    4 quem pode praticar esporte com bola


    - Ana não pratica esporte com bola; 

    1 Ana não joga futebol


    - Débora não está usando chuteira. 

    1 Débora não joga futebol.


    - Clara não sabe nadar. 

    1 Clara é a única que pode jogar futebol.

    RESPOSTA LETRA A


  •                            Futebol    Tênis  Natação  Ciclismo

    Ana                     N              N             ---          ---

    Bruna                  N              S             N          N

    Clara                   S                 N           N          N

    Débora                N              N             ---         ---

    Podemos Afirmar:

    -Ana não pratica esporte futebol e também não pratica tênis.

    -Bruna joga tênis.

    -Clara não pratica natação.

    -Débora não pratica futebol.

    Não podemos afirmar:

    Quais os esportes praticados por Ana e Débora (natação ou ciclismo). Sabe-se apenas os quais elas não praticam.

    Portanto devemos eliminar as alternativas as quais não podemos afirmar.

    a) Clara pratica futebol. Correta

    b) Ana pratica natação.

    c) Débora pratica natação.

    d) Bruna pratica futebol. Incorreta: Bruna joga tênis

    e) Débora pratica ciclismo.

     

     

  • questao muito bem elaborada. Normalmente, as questoes nesse formato não escolhem um caminho como esse. A banca simplismente quer que voce olhe do alto para Ana e Debora e ligue os fatos que uma não joga bola e a outra tambem nao, sobrando Clara.


ID
1398331
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Em uma mesa circular com quatro cadeiras igualmente espaçadas irão se sentar Arnaldo, Bruno, Carlos e Dalton. Bruno não se senta em frente a Carlos. Arnaldo senta-se junto e à esquerda de Carlos. Sendo assim, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  •                       Dalton

    Arnaldo                             bruno

                         Carlos

  •  Essa questao me pegou na interpretação!
    Marquei Carlos senta-se junto e à direita de Bruno ?

  • Alguém tem uma dica de como resolver esse tipo de questão? fiz certinho o desenho da mesa conforme informações e não deu certo. Já tentei fazer outras questões desse tipo sem sucesso. Se algúem tiver um caminho que dê certo para resolver agradeço.

  •                       Dalton

    Arnaldo                             bruno

                         Carlos

     

     

    a) Carlos senta-se junto e à direita de Bruno.

    Errado. Carlos senta-se à esquerda de bruno

     

     

    b) Dalton e Bruno não estão juntos lado a lado.

    Errado. Eles estão juntos lado a lado

     

     

    c)  Arnaldo senta-se junto e à esquerda de Dalton.

    Errado. Arnaldo senta-se à direita de Dalton

     

     

    d) Carlos está em frente a Arnaldo.

    Errado. Carlos está ao lado de Arnaldo

  • Uma dica pra não se enrolar nessas questões é se colocar no próprio lugar da pessoa sentada. Assim você não erra a referência entre esquerda/direita.


ID
1398334
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Nos termos da Lei Complementar no 13/91, a elaboração de perícias é competência

Alternativas
Comentários
  • LEI COMPLEMENTAR Nº 013, DE 25 DE OUTUBRO DE 1991 - Dispõe sobre a organização, atribuições e estatuto do Ministério Público do Estado do Maranhão.

    Art 43 - A Assessoria Técnica tem como incumbência a elaboração de perícias, laudos, avaliações, notas técnicas, projetos e outros estudos técnicos para instrução de procedimentos administrativos dos órgãos de execução, bem assim prestar suporte técnico do Ministério Público nas ações judiciais em que atuar como órgão agente ou fiscal da lei, a ser regulamentada por Ato do Chefe da Instituição.


ID
1398337
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

Quanto às garantias e prerrogativas dos membros do Ministério Público, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Gab. E.

    a) Art. 41. Constituem prerrogativas dos membros do Ministério Público, no exercício de sua função, além de outras previstas na Lei Orgânica:

    I - receber o mesmo tratamento jurídico e protocolar dispensado aos membros do Poder Judiciário junto aos quais oficiem;

    b) Art. 41,  VI - ingressar e transitar livremente:

    a) nas salas de sessões de Tribunais, mesmo além dos limites que separam a parte reservada aos Magistrados;

    c) Art. 42. Os membros do Ministério Público terão carteira funcional, expedida na forma da Lei Orgânica, valendo em todo o território nacional como cédula de identidade, e porte de arma, independentemente, neste caso, de qualquer ato formal de licença ou autorização.

    d) Art. 41, IX - ter acesso ao indiciado preso, a qualquer momento, mesmo quando decretada a sua incomunicabilidade;

    e) Art. 38,  § 1º O membro vitalício do Ministério Público somente perderá o cargo por sentença judicial transitada em julgado, proferida em ação civil própria, nos seguintes casos:

    II - exercício da advocacia;

  • Obs.: o COMANDO da questão cita garantias, mas a resposta é uma vedação. Xi!

  • Lei 8625/93

     

     

    Art. 41. Constituem prerrogativas dos membros do Ministério Público, no exercício de sua função, além de outras previstas na Lei Orgânica:

     

     

    I - receber o mesmo tratamento jurídico e protocolar dispensado aos membros do Poder Judiciário junto aos quais oficiem;

     

    VI - ingressar e transitar livremente:

     

    a) nas salas de sessões de Tribunais, mesmo além dos limites que separam a parte reservada aos Magistrados;

     

    IX - ter acesso ao indiciado preso, a qualquer momento, mesmo quando decretada a sua incomunicabilidade;

     

     

    Art. 42. Os membros do Ministério Público terão carteira funcional, expedida na forma da Lei Orgânica, valendo em todo o território nacional como cédula de identidade, e porte de arma, independentemente, neste caso, de qualquer ato formal de licença ou autorização

     

     

    Art. 38. Os membros do Ministério Público sujeitam-se a regime jurídico especial e têm as seguintes garantias:

     

     

    I - vitaliciedade, após dois anos de exercício, não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado;

     

     

    § 1º O membro vitalício do Ministério Público somente perderá o cargo por sentença judicial transitada em julgado, proferida em ação civil própria, nos seguintes casos:

     

    I - prática de crime incompatível com o exercício do cargo, após decisão judicial transitada em julgado;

     

    II - exercício da advocacia;

     

    III - abandono do cargo por prazo superior a 30 (trinta) dias corridos.

     

  • LETRA E

     

    MARIANA, DISCORDO. A RESPOSTA CORRETA NÃO É UMA VEDAÇÃO.

     

    A VITALICIEDADE É UMA GARANTIA DOS MEMBROS DO MPU E A QUESTÃO TROUXE APENAS UM EXEMPLO DAS VÁRIAS VEDAÇÕES IMPOSTAS AOS MEMBROS. CONSTA NO ART. 128 DA CF/88 E NO ARTIGO 17 DA LEI COMPLEMENTAR 75,

  • Por ele exercer a advocacia, o que é uma vedação ABSOLUTA, o membro VITALÍCIO só poderá perder o cargo por Sentença Judicial Transitado em Julgado.

  • ué a resposta está na LC 75/93  ou nessa outra ai?:

  • Gente esta questão se refere a Lei complementar 75/93 que refere-se exclusivamente ao MPU ou não? se não for esta com classificação errada, estou vendo comentarios mencionado outra lei, que é estadual

  • Lei Complementar 75/93:

     Art. 18. São prerrogativas dos membros do Ministério Público da União:

     I - institucionais:

            a) sentar-se no mesmo plano e imediatamente à direita dos juízes singulares ou presidentes dos órgãos judiciários perante os quais oficiem;

            b) usar vestes talares;

            c) ter ingresso e trânsito livres, em razão de serviço, em qualquer recinto público ou privado, respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio;

            d) a prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação, público ou privado, no território nacional, quando em serviço de caráter urgente;

            e) o porte de arma, independentemente de autorização;

            f) carteira de identidade especial, de acordo com modelo aprovado pelo Procurador-Geral da República e por ele expedida, nela se consignando as prerrogativas constantes do inciso I, alíneas c, d e e do inciso II, alíneas d, e e f, deste artigo;

     

    II - processuais:

            a) do Procurador-Geral da República, ser processado e julgado, nos crimes comuns, pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Senado Federal, nos crimes de responsabilidade;

            b) do membro do Ministério Público da União que oficie perante tribunais, ser processado e julgado, nos crimes comuns e de responsabilidade, pelo Superior Tribunal de Justiça;

            c) do membro do Ministério Público da União que oficie perante juízos de primeira instância, ser processado e julgado, nos crimes comuns e de responsabilidade, pelos Tribunais Regionais Federais, ressalvada a competência da Justiça Eleitoral;

            d) ser preso ou detido somente por ordem escrita do tribunal competente ou em razão de flagrante de crime inafiançável, caso em que a autoridade fará imediata comunicação àquele tribunal e ao Procurador-Geral da República, sob pena de responsabilidade;

            e) ser recolhido à prisão especial ou à sala especial de Estado-Maior, com direito a privacidade e à disposição do tribunal competente para o julgamento, quando sujeito a prisão antes da decisão final; e a dependência separada no estabelecimento em que tiver de ser cumprida a pena;

            f) não ser indiciado em inquérito policial, observado o disposto no parágrafo único deste artigo;

            g) ser ouvido, como testemunhas, em dia, hora e local previamente ajustados com o magistrado ou a autoridade competente;

            h) receber intimação pessoalmente nos autos em qualquer processo e grau de jurisdição nos feitos em que tiver que oficiar.

            Parágrafo único. Quando, no curso de investigação, houver indício da prática de infração penal por membro do Ministério Público da União, a autoridade policial, civil ou militar, remeterá imediatamente os autos ao Procurador-Geral da República, que designará membro do Ministério Público para prosseguimento da apuração do fato.

  • Quanto às garantias e prerrogativas dos membros do Ministério Público, é correto afirmar que

    a) devem receber o mesmo tratamento jurídico e protocolar dispensados ao Chefe do Poder Executivo Estadual.

     Art. 19. O Procurador-Geral da República terá as mesmas honras e tratamento dos Ministros do Supremo Tribunal Federal; e os demais membros da instituição, as que forem reservadas aos magistrados perante os quais oficiem.

    b) podem ingressar e tramitar livremente nas sessões dos Tribunais, respeitados os limites que separam a parte reservada aos Magistrados.

     Art. 18. São prerrogativas dos membros do Ministério Público da União:

     I - institucionais:

     c) ter ingresso e trânsito livres, em razão de serviço, em qualquer recinto público ou privado, respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio;

    d) poderão ter acesso ao indiciado preso, a qualquer momento, desde que não decretada sua incomunicabilidade.

    Não tem essa garatia ou prerrogativa na LC75/93.

    e) o membro vitalício poderá perder o cargo por sentença judicial transitada em julgado, proferida em ação própria, por exercício da advocacia.

    Art. 17. Os membros do Ministério Público da União gozam das seguintes garantias:

            I - vitaliciedade, após dois anos de efetivo exercício, não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado;

    Proferida em ação própria - Quer dizer que terá que haver uma ação exclusiva para isso.

    Temos a garatia e um exemplo que pode fazer com que o membro do MP perca a vitaliciedade.

  • devem receber o mesmo tratamento jurídico e protocolar dispensados ao Chefe do Poder Executivo Estadual. ERRADO

    Os membros do Mp devem receber o mesmo tratamento jurídico e protocolar dispensado aos do Poder Judiciário

    podem ingressar e tramitar livremente nas sessões dos Tribunais, respeitados os limites que separam a parte reservada aos Magistrados. ERRADO

    Podem ingressar e tramitar livremente inclusive dentro da parte reservada aos Magistrados

    terão porte de arma, com validade condicionada a prévio ato formal de licença ou autorização. ERRADO

    Os membros do Mp terão porte de arma independentemente de autorização ou licença.

    poderão ter acesso ao indiciado preso, a qualquer momento, desde que não decretada sua incomunicabilidade. ERRADO

    Os membros do MP poderão ter acesso inclusive quando decretada a sua incomunicabilidade.

    o membro vitalício poderá perder o cargo por sentença judicial transitada em julgado, proferida em ação própria, por exercício da advocacia. CERTO

  • Cuidado que , antes de 88, os Promotores conseguiam exercer a advocacia...e ainda assim continua para estes!

    Então, muito cuidado se a questão dizer que EM QUALQUER HIPÓTESE não se pode exercer a advocacia sob pena de perda do cargo!


ID
1398340
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

A proposta de vitaliciamento de Promotor de Justiça, em estágio probatório, deve ser encaminhada ao Conselho Superior do Ministério Público

Alternativas
Comentários
  • Art. 109. O Corregedor-Geral do Ministério Público, decorrido o prazo do estágio, remeterá ao Conselho Superior relatório circunstanciado sobre a atuação pessoal e funcional do Promotor de Justiça, concluindo, fundamentadamente, pela sua confirmação ou não, com base nos seguintes requisitos:

     I - idoneidade moral; 

    II - disciplina;

     III - dedicação ao trabalho;

     IV - eficiência no desempenho das funções.

     § 1º Se a conclusão do relatório for desfavorável à confirmação, o Conselho Superior do Ministério Público ouvirá, no prazo de dez dias, o Promotor de Justiça interessado que exercerá ampla defesa...

  • (b) Todavia, quanto ao não vitaliciamento, conforme o artigo 17, III da 8625/93

  • colegas coloquem a lei da resposta. essa lei do colega acima não sei se ele pegou do MPE de outro estado.  eu estou estudando para o do RJ.  mas como a questão não fala qual lei que a resposta..e o enunciado o QC colocou 8625. busquei a resposta lá.

    Art. 17. A Corregedoria-Geral do Ministério Público é o órgão orientador e fiscalizador das atividades funcionais e da conduta dos membros do Ministério Público, incumbindo-lhe, dentre outras atribuições:

    I - realizar correições e inspeções;

    II - realizar inspeções nas Procuradorias de Justiça, remetendo relatório reservado ao Colégio de Procuradores de Justiça;

    III - propor ao Conselho Superior do Ministério Público, na forma da Lei Orgânica, o não vitaliciamento de membro do Ministério Público;


  • Não entendi, pois na lei 8625/93 o art 17, III se refere ao não vitaliciamento.

    III - propor ao Conselho Superior do Ministério Público, na forma da Lei Orgânica, o não vitaliciamento de

    membro do Ministério Público;

    A questão pergunta quem propõe o vitaliciamento.


  • Karine, também fiquei em dúvida em relação a esta questão. Porém ela foi mal classificada e se refere ao Estatuto do Ministério Público do Estado do Maranhão, LC Nº 13/91.


    Art. 16 -  A Corregedoria Geral do Ministério Público é o órgão orientador e fiscalizador das atividades funcionais e da conduta dos membros do Ministério Público, incumbindo-lhe, dentre outras atribuições:


    III – propor ao Conselho Superior do Ministério Público, na forma da Lei, a confirmação ou não de membro do Ministério Público na carreira;


    GABARITO: LETRA B


  • Gabarito B

     

    Vitaliciamento:

    Corregedor Geral do MP - preside a Comissão de Estágio Confirmatório

    CSMP - decide

    Órgão Especial - rever decisão 

     

     

    L8625/93 - Art. 17. A Corregedoria-Geral do Ministério Público é o órgão orientador e fiscalizador das atividades funcionais e da conduta dos membros do Ministério Público, incumbindo-lhe, dentre outras atribuições:

    III - propor ao Conselho Superior do Ministério Público, na forma da Lei Orgânica, o não vitaliciamento de membro do Ministério Público;

     

    LC106/03 - Art. 25 - Além da supervisão geral das atividades previstas no artigo anterior, incumbe especialmente ao Corregedor-Geral do Ministério Público:

    V – presidir a Comissão de Estágio Confirmatório, encaminhando ao Conselho Superior do Ministério Público a proposta de vitaliciamento, ou não, de Promotor de Justiça;


ID
1398343
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Sobre a posse, nos termos do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Maranhão, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • ALTERNATIVA C

    Da Posse e do Exercício

    Art.17 . A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão
    constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo
    ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados
    os atos de ofício previstos em lei

  • Da Posse e do Exercício

    Art.17.A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei.

    §1º.A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias contados da publicação do ato de provimento, prorrogável por mais 30 (trinta) dias, a requerimento do interessado.

    §2º.Em se tratando de servidor em licença ou afastadopor qualquer outro motivo legal, o prazo será contado do término do impedimento.

    §3º.A posse poderá ocorrer mediante procuração específica.

  • a) Prorrogável a requerimento do interessado somente

     

    b) Contado a partir do término do impedimento

     

    c) CORRETA

     

    d) A posse depende de prévia inspeção médica oficial

     

    e) Art. 19 -São compeetntes par dar pose:
    I -o Chef do Poder, aos dirigentes de Órgãos que lhe são diretamente subordinados;
    I -os Secretários de Estado, aos dirgentes de Órgãos que lhes são diretamente subordinados;
    I -os dirigentes das autarquias e fundações, aos seus ervidores;
    IV -os tiulares da Setorial de Adminstração, nos demais casos.

     

     

  • c) Art. 17 - A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei.

    a) § 1º - A posse ocorrerá no prazo de 30 dias contados da publicação do ato de provimento, prorrogável por mais 30 dias, a requerimento do interessado.

    b) § 2º - Em se tratando de servidor em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal, o prazo será contado do término do impedimento.

    d) Art. 18 - A posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial.

    e)  Art. 19 - São competentes para dar posse:

    I - o Chefe do Poder, aos dirigentes de Órgãos que lhe são diretamente subordinados;

    II - os Secretários de Estado, aos dirigentes de Órgãos que lhes são diretamente subordinados;

    III - os dirigentes das autarquias e fundações, aos seus servidores;

    IV - os titulares da Setorial de Administração, nos demais casos.


ID
1398346
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação do Ministério Público
Assuntos

A elevação do servidor de uma para outra classe imediatamente superior, no mesmo cargo, dentro da mesma carreira, de acordo com o estabelecido no Plano de Carreiras, Cargos e Salários do Estado e legislação específica é denominada

Alternativas
Comentários
  • Lei nº 6.107, de 27 de julho de 1994

    Art.26 . Promoção é a elevação do servidor de uma para outra classe imediatamente superior, no mesmo cargo, dentro da mesma carreira, de acordo com o estabelecido no Plano de Carreiras, Cargos e Salários do Estado e legislação específica.


ID
1398349
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere as seguintes situações hipotéticas:

I. Associação do Ministério Público do Estado Z, constituída em maio de 2009.

II. Associação dos moradores do bairro W, constituída em janeiro de 2013.

III. Associação dos moradores do bairro X, constituída em dezembro de 2011.

IV. Associação dos moradores do bairro Y, constituída em dezembro de 2010.

De acordo com a Constituição Federal brasileira, em regra, possuem legitimidade para impetrar Mandado de Segurança Coletivo as Associações indicadas APENAS em

Alternativas
Comentários
  • LXX - o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por:

    a) partido político com representação no Congresso Nacional;

    b) organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados;

    :p

    Leia mais: http://jus.com.br/artigos/11567/mandado-de-seguranca-coletivo#ixzz3RdCXVXvD

  • GAB E

    tem que olhar o ano da questão pra acertar

  • a assertiva " I " foi "pegadinha". Eu li ministério público e descartei a primeira assertiva, porém há o detalhe "associação" do MP. 

  • o concurso foi em 2014 e portanto a  associação do item II, não tinha mais de 01 ano de constituída!!!! resposta certa letra E

  • Pessoal, tenham cuidado com o item I que falou em Associação do MP. Alternativa correta é a letra E, observados o prazo de constituição e funcionamento das associações.

  • Na época a resposta era a letra E.

    Atualmente a resposta correta seria todas as afirmativas (I, II, III, IV).
    Já que todas as associações possuem mais de um ano de funcionamento em 2015.
  • Questão mal elaborada. O enunciado deveria estabelecer um parâmetro. 

  • Fui de assertiva D, pois nunca ouvi falar em Associação do Ministério Público, pegadinha sem graça da FCC!!!!!!!!! rss

  • "situações hipotéticas"(I. Associação do Ministério Público do Estado Z, constituída em maio de 2009.) O que estava em jogo era o prazo.E não o tipo de associação.Hoje,seriam todas.

    Letra:E

  • Questão de 2013. 

    Hoje, todas estariam corretas.

  • Por que razão Rafael ?

  • Como bem disse Rafael, hoje todas estariam corretas, pois todas tem mais de um ano de funcionamento.

  • Caramba que questão linda, achei que não ia acertar. Obs; deve-se observar a sequência lógica.

  • LETRA E

     

    Macete : ASSOC1AÇÃO -> pelo menos 1 ano

  • Por que está desatualizada?

  • Está errada o MP não impetra Mandado de Segurança coletivo

  • XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

     

     

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

     

     

    XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;

     

     

     

    XXI - as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou

    extrajudicialmente;

     

     

    LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público;

     

     

     

    LXX - o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por:

    a) partido político com representação no Congresso Nacional;

    b) organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados;

  • Não acho que esteja desatualizada. Basta observar que o concurso foi no ano de 2013 e resolver a questão levando em conta esse mesmo ano.


ID
1398352
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere a seguinte situação hipotética: Clodoaldo é Juiz do Tribunal Regional Federal da 3a Região; Fabiano é Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro; Moisés é Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão e Bruno é Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Considerando que, Clodoaldo e Fabiano são brasileiros natos e que Moisés e Bruno são brasileiros naturalizados, de acordo com a Constituição Federal brasileira, poderão fazer parte da composição do Superior Tribunal de Justiça:

Alternativas
Comentários
    • Com sede no Distrito Federal e competência em todo território nacional, é composto  por pelo menos 33 Ministros, sendo um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais, um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça, indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal,  um terço, em partes iguais, dentre advogados e membros do Ministério Público Federal, Estadual, do Distrito Federal e Territórios, alternadamente, indicados na forma do artigo 94 da CF.

    • São requisitos para o cargo: ser brasileiro nato ou naturalizado; ter mais de 35 e menos de 65 anos; ter notável saber jurídico e reputação ilibada. 

    • Os Ministros são escolhidos e nomeados pelo Presidente da República, após serem sabatinados pelo Senado Federal e aprovados pelo voto da maioria absoluta. As competências do Tribunal estão reguladas no artigo 105 da Magna Carta.

    • Artigos 92, II, 104 e 105, dentre outros, da Constituição Federal
    :p

  • Composição do STJ:

    No mínimo 33 ministros (CF, art. 104, caput)

    1/3 vem dos TRFs (CF, art. 104, I)

    1/3 vem dos TJs (CF, art. 104, I)

    Do último 1/3: metade são advogados e metade são membros do MPU/MPEs, escolhidos nos mesmos moldes do quinto constitucional - CF, art. 94 (CF, art. 104, II)

    Sendo assim, quaisquer dos cidadãos mencionados pela questão poderiam fazer parte do STJ. Convém ressaltar, ainda, que a CF não restringe a nomeação dos ministros do STJ à condição de nato ou naturalizado. Sendo assim, essa característica é irrelevante.

    RESPOSTA: A

  • O artigo 12, §3º, ao tratar dos cargos privativos de brasileiro NATO, não menciona o cargo de ministro do STJ. Logo, não há tal restrição para integrar referida Corte de Justiça. 

  • A Constituição NÃO delimita os cargos de Ministro do STJ a brasileiros natos. Mas o art. 12 em seu §3°, IV da CF, diz que o cargo de Ministro do STF é privativo de brasileiro NATO, pois este está na linha de sucessão, provisória, do Presidente da República, expressa no art. 80 da CF. Regra aplicada somente ao STF, não ao STJ. Portanto, a letra "A" está correta. 

  • Art. 104. O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de, no mínimo, trinta e três Ministros.

    Parágrafo único. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República, dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

    I - um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça, indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal;

    II - um terço, em partes iguais, dentre advogados e membros do Ministério Público Federal, Estadual, do Distrito Federal e Territórios, alternadamente, indicados na forma do art. 94.


  • Fique atento! errei essa questão pois quando refere-se "Clodoaldo é Juiz do Tribunal Regional Federal" pensava que era juiz de 1º grau, contudo esqueci que a CF trata os magistrados do TRF por Juízes.

  • Todos os cargos citados no enunciado da questão encontram-se no rol dos possíveis ministros do STJ. Além disso, tanto faz ser brasileiro nato ou naturalizado para compor o STJ, dos órgãos da justiça apenas o STF impede os naturalizados.

  • STJ====> Composição = 1/3 Juízes TRF's + 1/3 Desembargadores + 1/3 MP's( União, Estados, DF).

  • Não há qualquer vedação quanto a nacionalidade para compor o STJ, visto que, os únicos cargos que são privativos a brasileiro NATO conforme a CF são:

    art 12 § 3º. São privativos de brasileiro nato os cargos:

    I- Presidente e vice da república;

    II- Presidente da Câmara dos Deputados;

    III- Presidente do Senado Federal;

    IV-  Ministro do STF;

    V- carreira diplomática;

    VI - Oficiais da Forças Armadas.

  • STJesus (Jesus 33 anos), mínimo 33 ministros.

    Indicação:

    Entre 35 - 65 anos
    Pelo PRESIDENTE DA REPÚBLICA, com aprovação MAIORIA ABSOLUTA do Senado Federal

    1/3 Juízes TRF's + 1/3 Desembargadores (em lista tríplice)
    1/3, em partes iguais, entre advogados e membro do MP (União, Estados, DF), alternadamente

     

     

     

  • CUIDADO! O Jaime esqueceu de colocar o inciso VII - de Ministro de Estado da Defesa. Para não esquecer tenha em mente: MP3.COM   são 3 Presidentes, 2 Ministros, carreira diplomática e oficial das forças armadas. 

     

  • LETRA A

     

    STJ - Somos Todos de Jesus: Jesus morreu com quantos anos? 33, então 33 ministros, mas ele ressuscitou e agora vive eternamente! Então pode ser mais de 33. (33 MÍNIMO)

     

    Como lembrar da composição?  Lembrar que como falamos de Jesus , religião e tal lembre do TERÇO.

    1/3 TRF

    1/3 TJ

    1/3 ADV e MP

     

    Como dito pelos colegas os ministros do STJ não precisam ser brasileiros natos ao contrários dos ministros do STF.

  • STF: SÓ BRASILEIRO NATO

    STJ: BRASILEIRO NATO OU NATURALIZADO

     

  • O critério de ser brasileiro nato é dispensado para o ingresso no STJ!

  • errei por não atribuir procurador como membro

  • Minha grande dúvida foi em relaçao ao Fabiano,é membro do MP,mais o texto apresentado não falou que ele tinha 10 anos de atividade juridica,não basta ser membro teria que possuir esse requisito.

    A ou D?

     

  • Somente brasileiros natos podem ser ministros do STF. No STJ não imposta se são ministros brasileiros natos ou naturalizados. Portanto, ambos podem ser ministros do STJ.

  • Um exemplo de ministro do STJ que é brasileiro naturalizado é o Félix Fischer, relator dos processos da Operação Lava Jato que chegam à corte.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Felix_Fischer

  • Saudades FCC 2013.

  • Espero que neste nível venha cair na minha prova!


  • GABARITO: A

    Art. 104. O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de, no mínimo, trinta e três Ministros.

    Parágrafo único. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República, dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo:      

    I - um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça, indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal;

    II - um terço, em partes iguais, dentre advogados e membros do Ministério Público Federal, Estadual, do Distrito Federal e Territórios, alternadamente, indicados na forma do art. 94.

  • Errei pelo mesmo motivo do MATEUS ALVES SILVA:

    (...) quando refere-se "Clodoaldo é Juiz do Tribunal Regional Federal" pensava que era juiz de 1º grau, contudo esqueci que a CF trata os magistrados do TRF por Juízes.(...)

  • CARGOS PRIVATIVOS DE BRASILEIRO NATO: MP3.COM

    Ministro do STF

    PRESIDENTE³ (República, Câmara e Senado)

    Carreira Diplomática

    Oficial da Forças Armadas

    Ministro de Estado de Defesa

  • A composição do STJ é em 1/3, sendo que não importa se é brasileiro nato ou naturalizado, mas tão somente que preencha os requisitos de idade ( + 35 e -65 anos) e que sejam dos TJ,TRF,MPF,MPE,OAB

  • GABARITO LETRA A

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 104. O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de, no mínimo, trinta e três Ministros.

     

    Parágrafo único. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República, dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo:     

     

    I - um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça, indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal; (CLODOALDO, MOISÉS & BRUNO)

     

    II - um terço, em partes iguais, dentre advogados e membros do Ministério Público Federal, Estadual, do Distrito Federal e Territórios, alternadamente, indicados na forma do art. 94. (FABIANO)

  • STJ

    33M

    1/3 -> Jz TRF (lista 3)

    1/3 -> Ds TJ (lista 3)

    1/3 -> Adv e MPF, MP, MPDFT (lista 6)


ID
1398355
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Com relação à Administração Pública, considere:

I. É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical.

II. É vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público.

III. É permitida a acumulação remunerada de dois cargos públicos de professor, quando houver compatibilidade de horário.

IV. O servidor público no exercício de mandato eletivo federal não ficará afastado de seu cargo, emprego ou função.

De acordo com a Constituição Federal brasileira, está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • CF:

    Art. 37.

    VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical;

    XIII - é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público;

    XVI - é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, observado em qualquer caso o disposto no inciso XI:

    a) a de dois cargos de professor;

    Art. 38. Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições:

    I - tratando-se de mandato eletivo federal, estadual ou distrital, ficará afastado de seu cargo, emprego ou função;


    Gabarito (A)

  • Uma das questões mais fáceis que já vi na vida kkk essa foi só para pegar quem vai no chute!  pois o item IV está   em 4 alternativas.

  • O macete nessas típicas questões da FCC é o seguinte: basta o candidato responder primeiramente os itens que tem certeza e logo após ir eliminando abaixo as alternativas que estiverem em desacordo. Muitas vezes respondendo corretamente apenas uns dois itens já é o suficiente para matar a questão. E aí depois é só responder aos demais itens só pra desencargo de consciência mesmo e ter certeza do acerto.
    Nessa questão, por exemplo, sabendo que o item IV está errado já é o suficiente para eliminar as alternativas b, c, d e e. Mole, mole.  Portanto, resposta: LETRA A.
  • hoje, em dia, as questões da fcc não estão mais assim. PS: não estou reclamando apenas fazendo um adendo.

    sendo faceis ou dificeis, cabe a cada um fazer a sua parte e da o maximo de si.

    bons estudos TRTeiros.

    vai da certo!

    "Não importa o quão grande seja a dor, eu continuarei seguindo em frente."

     

     

     

     

     

  • I, II e III.

  • I)Art. 37 - VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical
    II)Art. 37 - XIII - é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público;    
    III)XVI - é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, observado em qualquer caso o disposto no inciso XI: 
    a) a de dois cargos de professor;  
    b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico;         
    c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas;
    IV) Art. 38. Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições:
    I - tratando-se de mandato eletivo federal, estadual ou distrital, ficará afastado de seu cargo, emprego ou função

  • GABARITO: A

    I - CERTO: Art. 37. VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical;

    II - CERTO: Art. 37. XIII - é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público;   

    III - CERTO: Art. 37. XVI - é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, observado em qualquer caso o disposto no inciso XI: a) a de dois cargos de professor; 

    IV - ERRADO: Art. 38. Ao servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, aplicam-se as seguintes disposições: I - tratando-se de mandato eletivo federal, estadual ou distrital, ficará afastado de seu cargo, emprego ou função;


ID
1398358
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

De acordo com a Constituição Federal brasileira, em regra, invalidada por sentença judicial a demissão de Roberto, servidor público estável, será ele reintegrado, e Antonio, também servidor público, atual ocupante da vaga, se estável, será

Alternativas
Comentários
  • CF:

    Art. 41.

    § 2º Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço.


    Gabarito (C)

  • Uma verdadeira "uva".

  • Fique atento! Uma vez reintegrado o anterior ocupante do cargo, será então o atual:

    Reconduzido: se ainda vago o cargo que ocupava anteriormente;

    Disponibilidade: se preenchido o cargo anteriormente ocupado, desde que estável e não tenha carga com atribuições afins para alocá-lo.

    Aproveitado: se preenchido o cargo anteriormente ocupado, desde que estável e existente cargo com atribuições afins para alocá-lo;

    Exonerado: quando preenchido o cargo anteriormente ocupado e não for estável.


  • para a questão ficar completa, faltou colocar a informação

    De acordo com a Constituição Federal brasileira, em regra, invalidada por sentença judicial transitada em julgado a demissão de Roberto ...

  • reconduzido ao cargo de origem, sem direito à indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço.

  • CF/88, Art. 41, § 2º

    Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço.

    Gabarito (C)

  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.     

     

    § 2º Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço.   


ID
1398361
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Autorizar a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado é ato de competência privativa

Alternativas
Comentários
  • Art. 51. Compete privativamente à Câmara dos Deputados:

    I - autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado;


  • Admissibilidade = câmara dos deputados, através de 2/3 dos seus membros

    julgamento nos crimes de responsabilidade (impeachment) = Senado Federal

    julgamento nos crimes comuns = STF


    gab letra B

  • letra b correta Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

  • Autorizar a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado, é chamado de "Juízo de Admissibilidade" da Câmara dos Deputados, através de dois terços de seus membros.

  • sempre lembro dessa por causa do impeachment da dilma, começou com a votaçao dos deputados ,depois que foi para os senadores votarem

  • GABARITO ITEM B

     

    CF

     

    Art. 51. Compete privativamente à Câmara dos Deputados:

    I - autorizar, por dois terços de seus membros(2/3), a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado;

  • leiam a constituiçao ...... todo dia , se puder!!!

  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 51. Compete privativamente à Câmara dos Deputados:

     

    I - autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado;

     

    II - proceder à tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa;

     

    III - elaborar seu regimento interno;

     

    IV – dispor sobre sua organização, funcionamento, polícia, criação, transformação ou extinção dos cargos, empregos e funções de seus serviços, e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração, observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias;       

     

    V - eleger membros do Conselho da República, nos termos do art. 89, VII.


ID
1398364
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere:

I. Firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes.

II. Aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis ad nutum, nas entidades constantes no item anterior (item I).

III. Ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

IV. Ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada.

De acordo com a Constituição Federal brasileira, os Deputados e Senadores não poderão, desde a posse, exercer as condutas indicadas APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:

    I - desde a expedição do diploma:

    a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes;

    b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades constantes da alínea anterior;

    II - desde a posse:

    a) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada;

    b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades referidas no inciso I, "a";

    c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I, "a";

    d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.


  • Pessoal, diante de tantos detalhes que um concurseiro tem que, literalmente, decorar para fazer uma boa prova, é importante sempre ter em mãos um macete ou um esquema mnemônico. Para fixar o art. 54 da CF, eu uso um que parte do inciso II: As vedações desde a posse têm iniciais que, se combinadas, formam exatamente a palavra POSSE

    Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:
    II - desde a posse:
    c) Patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere
    o inciso I, a;

    b) Ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis ad nutum, nas entidades
    referidas no inciso I, a ;

    d) Ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

    a) SEr proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor
    decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função
    remunerada;

    O que não estiver dentro desse espectro é proibição desde a expedição do diploma

    I - desde a expedição do diploma:
    a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia,
    empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público,
    salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes;
    b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que
    sejam demissíveis ad nutum , nas entidades constantes da alínea anterior;


  • Falou FIRMAR ou ANTERIOR É DIPLOMA, não existe ISSO NA POSSE... FIRMAR E ANTERIOR É DIPLOMA, DIPLOMA, DIPLOMA.

    Sem DIPLOMA ANTERIOR não FIRMAR nada.

    Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:

    I - desde a expedição do diploma:

    Desde DIPLOMA...DIPLOMA...DIPLOMA...DIPLOMA... I. Firmar
    ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa
    pública, sociedade de economia mista ou empresa conces- sionária de serviço
    público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes.

    Desde DIPLOMA...DIPLOMA...DIPLOMA...DIPLOMA... II.
    Aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que
    sejam demissíveis ad nutum, nas entidades constantes no item anterior

    Se voce gravou DIPLOMA, não se preocupe com a posse, É O RESTO.

    II - desde a posse:

    POSSE...POSSE...POSSE...a) ser proprietários, controladores ou
    diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa
    jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada;

    POSSE... POSSE... POSSE...b) ocupar cargo ou função de que sejam
    demissíveis "ad nutum", nas entidades referidas no inciso I,
    "a";

    POSSE...c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das
    entidades a que se refere o inciso I, "a";

    POSSE...POSSE...POSSE...d) ser titulares de mais de um cargo ou
    mandato público eletivo.

     

  • Ótimo macete Rodrigo. vou tentar. decorar tantas coisas é realmente difícil.

  • F MAE = DIPLOMA  

    FIRMAR

    MANTER

    ACEITAR

    EXERCER

  • Diploma: As vedações são compostas por dois verbos cada: Firmar ou manter/ aceitar ou exercer.

    A partir da posse cada vedação elencada corresponde a só um verbo: Ser proprietários/ Ocupar/ Patrocinar/Ser titulares.

     

  • Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:

    I - desde a expedição do diploma:

    a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes;

    b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades constantes da alínea anterior;

    II - desde a posse:

    a) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada;

    b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades referidas no inciso I, "a";

    c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I, "a";

    d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

  • Para mim, de todos os artigos da CR/88, esse é o pior pra decorar!

  • Decorem so um deles:

    II - desde a POSSE:

    Patrocinar 

    Ocupar cargo 

    Ser proprietarios

    SEr titulares

  • Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:

    I - desde a posse: 

    a) Ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada. 

    d) Ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

  • Gabarito: d

    Deus os abençoe!


  • Questão superdifícil, porém, maravilhosa para testar os conhecimentos de uma parte do assunto que conseguimos notar complicado e com poucas questões para treinar!

    Gabarito:D

  • EXPEDIÇÃO DE DIPLOMAS
    - duas palavras (expedição/diploma)
    - dois verbos (firmar ou manter contrato / Aceitar ou exercer cargo)
    - duas situações

  • Se alguém dispor a responder, agradeço.
    Gabarito correto não deveria ser letra C, em decorrência do "impedimento funcional" previsto tanto desde o diploma quanto da posse?
    -CF/88 ART 54 I- A e II- B
    Q232840
    Essa questão considerou tudo apenas UM.

  • essa FCC, me fazendo crer que eu nunca estudei. :(

  • Gente que banca louca e cheia de pegadinhas que não levam a nada. Essa questão se analisada de forma contextual leva a entendermos que após a posse pode-se aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis ad nutum. 


  • EXpedição de diploMas:

     

    FirMar ou Manter contrato 

    Aceitar ou EXercer cargo)

  • Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:
    I - desde a expedição do diploma:
    a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes;

    b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades constantes da alínea anterior;

    II - desde a posse:
    a) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada;

    b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades referidas no inciso I, "a";
    c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I, "a";
    d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

  • Boa Rodrigo T. seu bizu são muitas materias e varias doutrinas e juspredência para aprender e decorar, dessa maneira vamos acertar mais questões, valeu pela dica.

  • meu muito obrigado a quem inventou os macetes da FIA e da POSSE kkkkkkk

  • No diploma, FIRMA ACEITA EX

    Na posse, PROPRIETÁRIO OCUPA TÍTULO PATROCINADO

     

    Hahaha

  • Deputados e senadores desde da posse nao podem ter fame

     

    Firmar ou manter

     

    Aceitar ou exercer

  • Art. 54. CF- Os Deputados e Senadores não poderão:

    I - desde a expedição do diploma:

    a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes;

    b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades constantes da alínea anterior;

     

    II - desde a posse:

    a) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada;

    b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades referidas no inciso I, "a";

    c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I, "a";

    d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

    --------------------------

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  • Se começar com "firmar ou manter" ou "aceitar ou exercer" é desde a expedição do diploma. O resto nem precisa decorar: é desde a posse. Rs

  • ART. 54.

    II - DESDE A POSSE:

    PATROCINAR CAUSA EM QUE SEJA INTERESSADA ...

    OCUPAR CAGO OU FUNÇÃO QUE SEJA DEMISSÍVEIS AD NUTUM...

    SER PROPRIETÁRIOS, CONTROLADORES OU DIRETORES...

    SER TITULAR DE MAIS DE UM MANDATO ELETIVO

  • Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:

    II - desde a posse:

    a) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada;

    b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades( pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público,)

    c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público,

    d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

  • GABARITO: D

    Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:

    I - desde a expedição do diploma:

    a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes;

    b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades constantes da alínea anterior;

    II - desde a posse:

    a) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada;

    b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum", nas entidades referidas no inciso I, "a";

    c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I, "a";

    d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.

  • gab item d)

    BIZU DOS COLEGAS DO QC:

    Deputados e senadores NÃO PODERÃO:

    --> DESDE A EXPEDIÇÃO DO DIPLOMA (2 verbos de cada): firmar ou manter/aceitar ou exercer

    Firmar ou manter contrato com PJ de direito público, autarquia, EP, SEM, empresa concessionária de serviço público, SALVO quando o contrato obedecer cláusulas uniformes.

    Aceitar/exercer cargo/função/emprego remunerado inclusive demissíveis ad nutum

    -> Desde a POSSE: (POSSE)

    Patrocinar causa

    Ocupar cargo/função de que sejam demissíveis ad nutum

    Ser proprietário/controlador/diretor empresa que goze favor decorrente de contrato com PJ direito público ou exercer função remunerada

    SEr titular de mais de um cargo/mandato público eletivo

  • O que não pode desde a diplomação (verbos):

    Aceitar ou exercer;

    Firmar ou manter.

    O que não pode desde a posse: "o resto"

  • Macete:

    Decora que os verbos FIRMAR e ACEITAR são motivos de perda do mandato dos Deputados e Senadores desde a expedição do diploma

    O restante é desde a posse.


ID
1398367
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Marcos, Senador, requereu licença, sem remuneração, para tratar de interesse particular. Neste caso, de acordo com a Constituição Federal brasileira, Marcos

Alternativas
Comentários
  • Art. 56. Não perderá o mandato o Deputado ou Senador:

    II - licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença, ou para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa.


  • Art. 56 CRFB

    Não perderá o mandato o Deputado ou Senador:

    I - investido no cargo de Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território, de Prefeitura de Capital ou chefe de missão diplomática temporária;

    II - licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença, ou para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa.

    § 1º - O suplente será convocado nos casos de vaga, de investidura em funções previstas neste artigo ou de licença superior a cento e vinte dias.

    § 2º - Ocorrendo vaga e não havendo suplente, far-se-á eleição para preenchê-la se faltarem mais de quinze meses para o término do mandato.

    § 3º - Na hipótese do inciso I, o Deputado ou Senador poderá optar pela remuneração do mandato.

  • Afastamento Senador e Deputado (Doença, assunto particular - sem remuneração - )  --> 120 dias


    Art. 56. Não perderá o mandato o Deputado ou Senador:

    II - licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença, ou para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa.


  • OBSERVAÇÕES PERTINENTES A RESPEITO DO TEMA!

    Legislatura x Sessão Legislativa

    - Legislatura:

    O período de atividades do Congresso Nacional que coincide com o mandato dos Deputados Federais, ou seja, 4 anos. Uma legislatura compreende 4 sessões legislativas; 

    - Sessão legislativa:

    Possui duração de 1 ano.

    Início: 02/02       Término: 17/07

    Reinício: 01/08   Término: 22/12

    Todo esse período (do dia 02 ao dia 22) é chamado de Sessão legislativa.


  • Gabarito Letra E.

    Perderá o mandato se o referido afastamento ultrapassar cento e vinte dias por sessão legislativa.

  • Vamos lá interpretar:

    Por motivo de doença-> pode ser maior que 120 dias; (OBVIO) / neste caso como ultrapassa o prazo o suplemente será convocado;

    Para tratar de assuntos particulares -> até 120 dias; /  neste caso é sem remuneração;

  • GABARITO ITEM E

     

    CF

     

    Art. 56. Não perderá o mandato o Deputado ou Senador:

    II - licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença, ou para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa.

  • LEI SECA 

    Art. 56.- Não perderá o mandato o Deputado ou Senador:

    I - investido no cargo de Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território, de Prefeitura de Capital ou chefe de missão diplomática temporária;

    II - licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença, ou para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa.

    § 1º - O suplente será convocado nos casos de vaga, de investidura em funções previstas neste artigo ou de licença superior a cento e vinte dias.

    § 2º - Ocorrendo vaga e não havendo suplente, far-se-á eleição para preenchê-la se faltarem mais de quinze meses para o término do mandato.

    § 3º - Na hipótese do inciso I, o Deputado ou Senador poderá optar pela remuneração do mandato.

    ==================

    ESQUEMA:

    .

    Não perderá o mandato ---- Deputado ou Senador:

     

    1)Investido no cargo :

    a) Ministro de Estado

    b) Governador de Território

    c) Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território

    d)Prefeitura de Capital

    e)Chefe de missão diplomática temporária;

     

    2)  Autorizado pela Casa:

    a) Doença ,Tratamento ou Interesse Particular

    b) Sem remuneração

    c) Prazo do afastamento 120 dias por sessão legislativa. ( INTERESSE PARTICULAR)

     

     

     

  • Proposta reduz prazo para convocação do suplente de senador e deputado

    Proposta de Emenda à Constituição n° 59, de 2016

     

    Ementa: 
    Altera o § 1º do art. 56 da Constituição Federal para estabelecer que em caso de licença superior a sessenta dias o suplente de Deputado ou Senador será convocado para substituir o titular.

    Explicação da Ementa: 
    Altera a Constituição para reduzir de 120 para 60 dias o período de licença do Deputado ou Senador que, se ultrapassado, ocasiona a convocação de suplente.

  • Art. 56. Não perderá o mandato o Deputado ou Senador:

    I - investido no cargo de Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território, de Prefeitura de Capital ou chefe de missão diplomática temporária;

    II - licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença, ou para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa.

    § 1º O suplente será convocado nos casos de vaga, de investidura em funções previstas neste artigo ou de licença superior a cento e vinte dias.

    § 2º Ocorrendo vaga e não havendo suplente, far-se-á eleição para preenchê-la se faltarem mais de quinze meses para o término do mandato.

    § 3º Na hipótese do inciso I, o Deputado ou Senador poderá optar pela remuneração do mandato.

  • GABARITO LETRA E

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 56. Não perderá o mandato o Deputado ou Senador:

     

    I - investido no cargo de Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território, de Prefeitura de Capital ou chefe de missão diplomática temporária;

     

    II - licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença, ou para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa.


ID
1398370
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere as seguintes matérias:

I. relativa a partidos políticos;

II. relativa a direito civil, processual civil, do trabalho e previdenciário;

III. que vise a detenção ou sequestro de bens de poupança popular;

IV. reservada a lei complementar.

De acordo com a Constituição Federal brasileira, em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. É vedada a edição de medidas provisórias sobre as matérias indicadas APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    I – relativa a: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    b) direito penal, processual penal e processual civil; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, § 3º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    II – que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    III – reservada a lei complementar; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)


  • socorro... alguém me ajude.

    art. 62, § 1º,I, b)... SOCORRO...

    NÃO ACHEI...minha resposta não tem na questão...I,II,III,IV

    II. relativa a direito civil, processual civil, do trabalho e previdenciário;

    Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    I – relativa a: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    b) direito penal, processual penal e processual civil; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, § 3º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    II – que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    III – reservada a lei complementar; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

  • Pimenta cheety, olhe a questão com um pouco mais de atenção, na cf diz

    § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    I – relativa a:

    b) direito penal, processual penal e processual civil;

    Na alternativa "II. relativa a direito civil, processual civil, do trabalho e previdenciário;" no rol que a cf traz não diz nada relacionado a direito do trabalho nem previdenciário, logo torna a acertiva incorreta.

    Espero ter ajudado.

  • A questão foi mal formulada mesmo, não deveriam incluir "processual civil" no item II e considerar que a assertativa está correta pois a CF proíbe a edição de MP sobre a matéria.

  • me socorre FCC!!!

    como assim... cabe medida provisória sobre direito processual civil???

    esta nítido no art 62 : vedada a edição de medidas provisórias sobre: direito penal, processual penal e processual civil;

    e aiii....

    alguém me socorre...



  • A B é a correta, pois ela pede "em caso de relevância e urgência"

    Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    I – relativa a: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    b) direito penal, processual penal e processual civil; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001) (E não o restante que tem na questão)

    c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, § 3º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    II – que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    III – reservada a lei complementar; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)


  • Pessoal, a relevância e urgência constituem pressupostos objetivos para a edição de MP. Portanto, entendo que a incorreção do item II se deve ao fato de o examinador ter incluído matérias que podem ser objeto de MP. Assim, se o item II fosse considerado correto, conduziria à equivocada conclusão de que matérias relacionadas a direito civil, do trabalho e previdênciário não poderiam ser  objeto de MP.

  • Caberia RECURSO. Fundamentado no art. 62  §1º,I-b ----> é vedado MP dispondo sobre processo civil!!!!!!!!!

  • Gostaria de saber qual foi a fundamentação da FCC para derrubar os recursos que certamente foram impetrados em face da discrepância do item II, pois o art. 62,§1º, b, CF é absolutamente claro em afirmar que não cabe mp relativa a direito processual civil. O item II restaria correto não fosse o fato de haver mencionado direito processual civil.

  • Colega David Melo, a questão está correta, deve-se apenas atentar a pergunta (pegadinha) da questão neste trecho "É vedada a edição de medidas provisórias sobre as matérias indicadas APENAS em", assim, só estariam corretas as alternativas em que todos os temas descritos na alternativa fossem vedadas a edição de MP. No caso do item II, direito civil e previdenciário não são vedados, não constam na CF com proibidos, por isso, a resposta é a Letra "B"


    Se houver um erro, me desculpem! Deus abençoe!

  • gente vcs estão vendo pelo em ovo. o erro está aqui II. relativa a direito civil, processual civil, do trabalho e previdenciário;

    percebem? processo civil é o único desses itens VEDADO, portanto o item está errado pq os outros não são vedados!

  • Confia no Senhor as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos. 

    (Provérbios 16:1-3)

  • Galera, vou ressaltar algo aqui que me chamou atenção e pode ser muito útil a todos. Tanto a lei delegada quanto a medida provisória possuem uma série de vedações quanto às matérias a serem tratadas por estas, possuindo, inclusive, algumas vedações em comum. Sabendo disso,notem que há uma sutil diferença em um dos incisos que disciplinam estas vedações referentes a essas espécies legislaticas:

    1) Direitos eleitorais, cidadania, nacionalidade, direitos políticos e partidos políticos >>>> VEDAÇÕES DA MP

    2) Direitos eleitorais, cidadania, nacionalidade, direitos políticos e direitos individuais >>>> VEDAÇÕES DA LD

  • CABE RECURSO

    Não tem como ser a letra B, pois de acordo a CF/88 a alternativa B também estaria ERRADA pois a assertiva: 

    II. relativa a direito civil, processual civil, do trabalho e previdenciário;  ESTÁ CERTA, É VEDADA A EDIÇÃO DE MATÉRIA PROCESSUAL CIVIL

     

    § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de
    2001)

    I – relativa a: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)
    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral; (Incluído pela Emenda
    Constitucional nº 32, de 2001)
    b) direito penal, processual penal e processual civil; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    RESUMINDO TODAS SERIAM VEDAÇÕES DA MP

  • QUESTÃO DE PEGADINHA:

    É VEDADO O QUE ESTÁ INDICADO EM I, III E IV.

    O QUE ESTA INDICADO NO ITEM II NÃO SÃO TODOS VEDADOS.

    APENAS O PROCESSUAL CIVIL É VEDADO. OS OUTROS NAO SÃO (trabalho e previdenciário).

  • Gabarito: letra B

     

    Art. 61: § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria:

     

    I – relativa a: 

     

    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral;

     

    b) direito penal, processual penal e processual civil;

     

    II – que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro;

     

    III – reservada a lei complementar; 

  • Não vi pegadinha na questão. Vi maldade da banca mesmo. Ao citar "processual civil" no item II, todos os itens ficaram errados.
  • Varias questões abordando o nome direito civil, porém o mesmo pode ser tratado como medida provisória pelo presidente da republica, não há requisito para a não aplicação.

    O que não pode é no ramo do direitos que são:

    - Direitos Politicos

    - Processual Civil

    - Direito Penal

  • Muita maldade da banca, essa questão passível de recurso. Eu marquei (e) e ainda considero que seja a correta segundo o que versa a CF. 

  • Apesar de não ter gabarito, todas as opções contém matéria de "exclusão" para possível edição de MEDIDA PROVISÓRIA. Ou seja, questão tinha que ser anulada.... 

  • A letra B está menos errada. Porém está errada. (processual civil não pode... direito civil pode.) Maldade da Banca.


  • B.

    I, III e IV.

  • GABARITO: B

    Art. 62. § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria

    I – relativa a: 

    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral;

    b) direito penal, processual penal e processual civil;

    II – que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro;  

    III – reservada a lei complementar

  • Eu teria acertado se tivesse lido o "VEDADA". kkk

  • Essa questão devia ser anulada, tendo em vista que no inciso II está "processual civil". Corrompeu a alternativa e deixou errada...

  • Sujeira da Banca, agora ta cobrando meio certo em assertiva.


ID
1398373
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere as seguintes situações hipotéticas: Camilo, sessenta e seis anos, é auditor fiscal, com quinze anos de efetiva atividade profissional, notório conhecimento econômico e financeiro, idoneidade moral e reputação ilibada. Mireia, trinta e seis anos, é advogada, com doze anos de efetiva atividade profissional, notório conhecimento jurídico, idoneidade moral e reputação ilibada. Kátia, cinquenta anos, desembargadora do Tribunal de Justiça do Maranhão há vinte anos, com notório conhecimento jurídico, idoneidade moral e reputação ilibada. Nestes casos, de acordo com a Constituição Federal brasileira,

Alternativas
Comentários
  • O Tribunal de Contas da União tem sede no Distrito Federal e compõe-se de nove ministros escolhidos conforme a CF/88, que assim preceitua: Art. 73 [...] § 1º - Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:  I - mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade;  II - idoneidade moral e reputação ilibada;  III - notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;  IV - mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.  § 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos:  I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento;  II - dois terços pelo Congresso Nacional.  

    :p
  • eu pensei que esse conjunto de conhecimentos "notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros" tinha que ser conjunto. tipo ter todos esses OU de administração pública.  =/

  • Marquei D, depois mudei pra letra E, por achar que todos os requisitos deveriam ser preenchidos.

  • Pessoal, para facilitar

    Fiz um mnemônico quanto aos notórios conhecimentos exigidos para os Ministros do TCU


    "O APê da JU foi financiado na CEF". Lembrando que CEF é Caixa Econômica Federal.


    -Administração Pública;

    -JUrídicos

    -Contábeis

    -Econômicos

    -Financeiros

    Obs: Lembrando que estes conhecimentos não são necessariamente cumulativos, haja vista o emprego do termo "ou" no dispositivo.


    Outras características quanto ao TCU

    -Sede no Distrito Federal.

    -Quadro próprio de pessoal

    -Jurisdição em todo o território nacional.

    - Seus Ministros têm as mesmas garantias dos Ministros do STJ

    - Serão julgados nos crimes de responsabilidade e crimes comuns perante o STF.


    Espero que ajude! Abraços!

  • Requisitos basicos consistem em conhecimentos econômicos, financeiros, da adm publica , idoneidade, reputação ilibada!

  • só porque ele tem 66 anos de idade.

  • É tenso mesmo, porque na CF ta escrito "(...) econômicos e financeiros ou de administração pública. O problema nessa interpretação, acredito eu, é que o conhecimento econômico e financeiro de que tratou o dispositivo não era separadamente. O conhecimento econômico anda de mãos dadas com o conhecimento financeiro. Então a CF na verdade quis, pelo visto, tratá-los como um conhecimento só, como se fosse uma palavra composta. Daí surgiu a interpretação desse OU como sendo tudo aquilo OU administração pública, quando na verdade é: "notórios conhecimentos jurídicos, ou contábeis, ou econômicos e financeiros ou administração pública. É tudo questão de vírgula... a vírgula muda todo o sentido de uma frase. 

  • Gabarito D


    Constituição Federal - Art.73

    O Tribunal de Contas da União:

    > Sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional.

    >  Integrado por 9 Ministros

    > Os Ministros do TCU serão nomeados dentre brasileiros que satisfação os seguintes requisitos:

    I - Mais de 35 anos e menos de 65 anos; (lembrar mais e menos, não é igual. Ou seja 36 anos em diante e até 64 anos).

    II- Idoneidade moral e reputação ilibada;

    III- Notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;

    IIV- Mais de 10 anos de exercício de função ou efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior;


    "O que torna um sonho irrealizável, não é o sonho em si; É a inércia de quem sonha."

  • Ótimo comentário Thia Rose, apenas em relação a idade: "Mais de 35 anos e menos de 65 anos", entendo que é de 35 anos completos em diante até 64, 11 meses e blá... o fato de ter completos 35 já significa ter mais que 35, estou certa? 

    Abraços e parabéns a todos pelos comentários!!! ;)

  • realmente os requisitos não são acumulativos, o Camilo não entrou devido à idade.


  • MINISTRO(A)S NO TCU


    ---> IDADE MÍNIMA E MAXIMA


    35 anos e 65



    ---> TEMPO EXERCENDO AS FUNÇÕES PROFISSIONAIS


    10 anos de efetiva atividade profissional





    GABARITO "D"

  • ALTERNATIVA CORRETA LETRA "D"



    TCU:



    -> 9 Ministros: 



    a) 1/3 (3 membros) escolhidos pelo Presidente da República com aprovação por maioria simples do senado federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do MP junto ao Tribunal, em lista tríplice pelo tribunal, por ordem de antiguidade e merecimento;



    b) 2/3 (6 membros) pelo congresso nacional




    -> condições para o ingresso:



    a) mais de trinta e cinco anos e menos de sessenta e cinco anos de idade


    b) idoneidade moral e reputação ilibada;


    c) notório conhecimento jurídico, contábeis, econômicos e financeiros da administração pública;


    d) mais de 10 anos de função ou efetiva atividade profissional nos conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros (não é cumulativo)

  • vcs fazem bizu pra tudo

    além de decorar a lei, tem que decorar essas pestes de bizu

    ta louco

  • eu tenho uma dúvida. Onde que vocês conseguem guardam tanto mnemonico e referenciá-los a determinado assunto? srsrsr eu acho isso bem perigoso... eu prefiro memorizar só os principais mnemônicos srs estudar a letra da lei dá mais garantia.

  • Aprendi em uma vídeo aula que a interpretação era essa: Notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros (CUMULATIVOS) ou de administração pública (DE FORMA INDIVIDUAL)

    Vou desaprender e gravar essa outra interpretação... espero não ter que mudar de novo...

  • Complementando...

     

    Notórios conhecimentos exigidos para os Ministros do TCU:

    C A F É  Juridico!

     

    Contábeis

    Adm Púb

    Financeiros

    Econômicos

    JURIDICOs

  • Posso estar errado, mas no Inciso III do Art 73 está assim:

    Notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública. Certo?

    Lê-se ----> Notórios conhecimentos jurídicos ou contábeis ou econômicos e financeiros (Nesse quesito exige os dois) ou de administração pública.

    Corrijam-me se estiver errado, mas se houvesse uma virgula após "ou" o sentido mudaria de Optativo para Cumulativo na primeiro período. 

  • Adriano Silva,

    também entendo assim! Quer dizer, notórios conhecimentos...

     

    (Jurídicos) OU (contábeis) OU (econômicos e fincanceiros) OU (de administração pública)

     

    Isso é quase um RLM rsrsrs

     

    Corrija-me se estiver errado

    Bons estudos!!!

  • Como posso ser Ministro do TCU?

    1 - Ser brasileiro;

    2 - Idoneidade moral + reputação ilibada;

    3 - Mais de 35 anos e menos de 65;

    4 - Ter conhecimento + 10 anos de exercício ou de atividade profissional:

    a) Jurídico                            

    b) Contábil                                Basta ter um entre esses

    c) Econômico e financeiro       quatro conhecimentos

    d) Administração Pública

     

    (Art. 73, § 1º)

  • TCU - 9 Ministros

    a) mais de 35 e menos de 65 anos de idade;

    b) idoneidade moral e reputação ilibada;

    c) notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;

    d) mais de 10 anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados acima.

  • GABARITO: D

    Art. 73. § 1º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos: I - mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade; II - idoneidade moral e reputação ilibada; III - notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública; IV - mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.

  • GABARITO: D.

     

    Ministros do TCU

     

    ➜ 9

    ➜ brasileiros 

    ➜ + de 35 e menos de 65 anos de idade;

    ➜ idoneidade moral e reputação ilibada;

    ➜ notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;

    ➜ + de 10 anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados acima

    ➜ terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do STJ

  • GABARITO LETRA D

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 73. O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros, tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96. .

     

    § 1º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:

     

    I - mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade;

    II - idoneidade moral e reputação ilibada;

    III - notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;

    IV - mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.

  • É só pensar um pouco.

    É humanamente possível alguém ter, cumulativamente, todos esses requisitos: notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública?

    Nós concurseiros já sabemos que é impossível dominar 100% de todos os assuntos que caem na nossa prova, quiçá alguém saber tudo isso pra ser Conselheiro/Ministro de TC/TCU.

    Os requisitos são alternativos, mas, claro, quanto mais, melhor.


ID
1398376
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Segundo a Constituição Federal brasileira, no tocante às eleições para Presidente da República, se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação. Porém, se, remanescer, em segundo lugar, mais de um candidato com a mesma votação,

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: C

    Art. 77, §5º, da CF - Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer, em segundo lugar, mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso. 


  • GARABITO: Letra C

    Art. 77. §4º, da CF -  Se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação. Porém, se, remanescer, em segundo lugar, mais de um candidato com a mesma votação.

    Art. 77, §5º, da CF - Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer, em segundo lugar, mais de um candidato com a mesma votação, QUALIFICA-SE-Á O MAIS IDOSO.



  • Qual a chande disso acontecer?

  • Boa pergunta Guilherme, mas não vem ao caso.

  • credo que questão!

  • GABARITO ITEM C

     

    SÓ LEMBRAR QUE IDOSO TEM PREFERÊNCIA. rsrs

  • Caros colegas, 

     

    A questão foi extraída do artigo 77 da CF/88, conforme podem ver abaixo: 

     

    § 4º Se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação.

     

    § 5º Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer, em segundo lugar, mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso.

     

    FCC: Literalidade acima de tudo. 

  • I D O S O  V E M  P R I M E I R O 

  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 77. A eleição do Presidente e do Vice-Presidente da República realizar-se-á, simultaneamente, no primeiro domingo de outubro, em primeiro turno, e no último domingo de outubro, em segundo turno, se houver, do ano anterior ao do término do mandato presidencial vigente.  

     

    § 5º Se, na hipótese dos parágrafos anteriores, remanescer, em segundo lugar, mais de um candidato com a mesma votação, qualificar-se-á o mais idoso.

  • E se os 2 tiverem a mesma idade?


ID
1398379
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere: Marta 22 anos de idade; Camila 25 anos de idade; Vera 37 anos de idade; Gabriela 62 anos de idade e Hortência 66 anos de idade. Considerando que todas estão no exercício de seus direitos políticos, no tocante à idade, poderão ser escolhidas como Ministro de Estado

Alternativas
Comentários
  •  Exige a Constituição Federal a idade mínima de 21 (vinte e um) anos para ser Ministro de Estado (art. 87, caput).

    :p

  • CF:

    Art. 87. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.


    Gabarito (A)

  • Pode ocorrer a confusão entre esses dois:

    - Ministros de Estado: maiores de 21 anos + exercício dos direitos políticos (art. 87, CF); 

    - Conselho da República: dentre outros membros, Cidadãos brasileiros natos + mais de 35 anos (art. 89, inc. VII, CF).

  • COLOQUEI EM ORDEM DECRESCENTE....Presidente e vice-presidente: idade mínima de 35 anos
    Senador: idade mínima de 35 anos

    Procurador Geral da República: maiores de 35 anos

    Advogado Geral da União: maiores de 35 anos

    Ministro STF: de 35 a 65 anos

    Ministro STJ: de 35 a 65 anos

    Governador: 30 anos

    Ministro de Estado: idade mínima de 21 anosDeputado: idade mínima de 21 anos
    Vereador: 18 anosATENÇÃO: Vamos ficar atentos à reforma política! Câmara dos Deputados aprovou mês passado a redução para 18 anos na idade mínima para ser deputado e para 29 anos no caso de senadores e governadores.

  • Art. 87 da C.F. - Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.

    Portanto, conforme se extrai a análise do artigo acima, não há limite máximo de idade para ser Ministro de Estado, assim, todas as pessoas mencionadas na questão poderão ser Ministro de Estado.

  • GABARITO: LETRA A.

    CF/88: Art. 87. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.

  • Ótimo comentário, Everton (y)

  • uauuu eu jurava que era até 65 anos. Oo

  • Perceba que "Marta" não está nas alternativas B, C, D e E. Se você souber que a idade mínima é de 21 anos, "mata" a questão.

  • ser ministro de estado é lucro só pode a partir de 21 anos e não tem limite de idade na CRFB/88 ....

  • GABARITO ITEM A

     

    MINISTRO DE ESTADO---> BRASILEIRO  + DE 21 ANOS 

  • Art. 87 da C.F. - Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.

    Não há idade máxima estabelecida para os Ministros de Estado.

  • BIZU

    ================================================================================

    Para ser SENADOR + 35

    sabem o porquê?

    QUESTÃO DE EXPERIÊNCIA DE VIDA.

    ahn, como assim?

    Se Pres.da Rep cometer crime de responsabilidade terá de ser julgado perante o Senado.

    então a lógica da coisa é : mesma experiência de vida para poder entender o porquê de tal atitude.

    ================================================================================

    nunca mais esqueçi isso depois que aprendi.

    bons estudos.

  • Ministro de Estado = maior de 21 anos. Não explicita idade máxima, apenas a mínima necessária!

  • Não confundir Ministro de ESTADO com Ministros de Tribunais Superiores. São esferas diferentes (os primeiros são auxiliares do Presidente da República = poder executivo), os segundos atuam no poder judiciário.

    Min. de estado = brasileiro, maior de 21 anos e sem idade máxima (temos alguns no Brasil hoje com mais de 65, por exemplo).

    Min. de Tribunal Superior:

    se for STF: brasileiro NATO, mais de 35 e menos de 65 anos.

    se for STJ: brasileiro, mais de 35 e menos de 65 anos.

  • Para ser Ministro de Estado, a Constituição apenas trás como requisito ser maior de 21 anos e estar no exercício dos direitos políticos, conforme art 87:

    Art. 87. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.

  • para se rministro de estado é a partir dos 21 anos.

  • Todas elas, já que todas possuem idade superior a 21 anos.

  • GABARITO: A

    Art. 87. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.

  • Art. 87. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.

    >>> no mínimo 35 anos no dia da posse para PR, Vice-PR e Senador;

    >>> no mínimo 30 anos no dia da posse para Governador e Vice-Governador;

    >>> no mínimo 21 anos no dia da posse para Prefeito, Vice-Prefeito, Deputados, Juiz de Paz e Ministros;

    >>> no mínimo 18 anos no dia do registro de candidatura para Vereador.

    Já no Judiciário, temos idade mínima e máxima:

    >>> STF e Tribunais Superiores (mais de 35 anos e menos de 65 anos)

    >>> Tribunais recursais (mais de 30 anos e menos de 65 anos)

  • GABARITO LETRA A

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 87. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.

  • A Constituição não fala sobre a idade máxima, apenas a mínima, 21 anos.


ID
1398382
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere os seguintes Ministros:

I. das Relações Exteriores;

II. do Planejamento;

III. da Justiça;

IV. da Integração Nacional.

São membros natos do Conselho de Defesa Nacional, dentre outros, os Ministros indicados APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Art. 91. O Conselho de Defesa Nacional é órgão de consulta do Presidente da República nos assuntos relacionados com a soberania nacional e a defesa do Estado democrático, e dele participam como membros natos:

    I - o Vice-Presidente da República;

    II - o Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - o Presidente do Senado Federal;

    IV - o Ministro da Justiça;

    V - o Ministro de Estado da Defesa; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 23, de 1999)

    VI - o Ministro das Relações Exteriores;

    VII - o Ministro do Planejamento.

    VIII - os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 23, de 1999)


  • Art. 91. Participam como membros natos do Conselho de Defesa Nacional: (macete ->VPP 4M C)

    I - o Vice-Presidente da República;

    II - o Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - o Presidente do Senado Federal;

    IV - o Ministro da Justiça;

    V - o Ministro de Estado da Defesa; 

    VI - o Ministro das Relações Exteriores;

    VII -o Ministro do Planejamento;

    VIII - os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.


    Gabarito (E)


  • Pegadinha malandra. Bastava saber que o Ministro da Integração Nacional não faz parte do Conselho de Defesa Nacional, que a questão estava dada.

  • LETRA E CORRETA 

    Art. 91. O Conselho de Defesa Nacional é órgão de consulta do Presidente da República nos assuntos relacionados com a soberania nacional e a defesa do Estado democrático, e dele participam como membros natos:

    VI - o Ministro das Relações Exteriores;

    VII - o Ministro do Planejamento.

    VIII - os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica

  • Art. 91. Participam como membros natos do Conselho de Defesa Nacional: (macete -> 4 mc 2 pr Vice )

    I - o Vice-Presidente da República;

    II - o Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - o Presidente do Senado Federal;

    IV - o Ministro da Justiça;

    V - o Ministro de Estado da Defesa; 

    VI - o Ministro das Relações Exteriores;

    VII -o Ministro do Planejamento;

    VIII - os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica

  • LETRA E


    Como lembrar quais são os ministros? Como se trata de Conselho de DEFESA , devemos lembrar de GUERRA : 

    Uma guerra deve ser JUSTA, travada com RELAÇÕES EXTERIORES e PLANEJADA para a nossa DEFESA. ( Ministro da Justiça , Relações Exteriores , Planejamento e Defesa ) 


     SUPERE-SE A CADA DIA!!


  • O Conselho da República tem apenas um,  o Ministro da Justiça. Art. 89, VI, CF

    Gente!! Como é difícil passar em concurso, pqp!

  • Às vezes, agente passa batido em certos artigos da CF, mas a verdade é q p/ a FCC tem que decorar tudo.

    Gabarito "E"


  • Bizu: Vice-Presidente da República + Presidente da Câmara = PREJU, Comandante. 

    Obs: P Planejamento, R Relações Exteriores, E Estado da Defesa, JU JUstiça.

  • So complementando o bizu do colega Rafael Rodrigues 

    Bizu: Vice-Presidente da República + Presidente da Câmara e do Senado = PREJU, Comandante. 

    Obs: P Planejamento, R Relações Exteriores, E Estado da Defesa, JU JUstiça.

     

  • A FCC não exige que vocês decorem TUDO, mas sim o suficiente para sua prova. A questão foi retirada de uma prova para TÉCNICO MINISTERIAL, o concurseiro que faz uma prova dessas deve ter SIM, muito bem interiorizados esses artigos.

    Antes de lutar é preciso conhecer muito bem seu adversário!

  • Conselho da República:

    I - Vice Presidente da República

    II - Presidente da Câmara dos Deputados

    III - Presidente do Senado Federal

    IV - os líderes da maioria e da minoria na Câmara

    V - os líderes da maioria e da minoria no Senado

    VI - Ministro da Justiça

    VII - 6 cidadãos brasileiros natos, com mais de 35 anos...

    Conselho de Defesa Nacional:

    I - Vice Presidente da República

    II - Presidente da Câmara

    III - Presidente do Senado

    IV - Ministro da Justiça

    V - Ministro de Estado da Defesa

    VI - Ministro do Planejamento

    VII - Ministro das Relações Exteriores

    VIII - os Comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica.

  • O Conselho de Defesa Nacional tem

    1 vice (Vice-Presidente da República)

    2 presidentes (CD e SF)

    4 ministros (Justiça, Defesa, Planejamento e Relações Exteriores).

    Comandantes MAE - Marinha, Aeronáutica e Exército.

    O CDN não tem cidadãos na composição > o Conselho da República tem SEIS cidadãos.

  • Lei 8.183 de 11 de abril de 1991

    Art. 2° O Conselho de Defesa Nacional é presidido pelo Presidente da República e dele participam como membros natos:

    I - o Vice-Presidente da República;

    II - o Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - o Presidente do Senado Federal;

    IV - o Ministro da Justiça;

    V - o Ministro da Marinha;

    VI - o Ministro do Exército;

    VII - o Ministro das Relações Exteriores;

    VIII - o Ministro da Aeronáutica;

    IX - o Ministro da Economia, Fazenda e Planejamento.

  • Não confundir Conselho da República com Defesa!

    Umas das diferenças é que no Conselho da República há a presença dessas figuras:

    IV - os líderes da maioria e da minoria na Câmara

    V - os líderes da maioria e da minoria no Senado

    VII - 6 cidadãos brasileiros natos, com mais de 35 anos.

    Tais líderes e os 6 brasileiros natos não integram o Conselho da Defesa.

  • GABARITO: E

    Art. 91. O Conselho de Defesa Nacional é órgão de consulta do Presidente da República nos assuntos relacionados com a soberania nacional e a defesa do Estado democrático, e dele participam como membros natos:

    I - o Vice-Presidente da República;

    II - o Presidente da Câmara dos Deputados;

    III - o Presidente do Senado Federal;

    IV - o Ministro da Justiça;

    V - o Ministro de Estado da Defesa

    VI - o Ministro das Relações Exteriores;

    VII - o Ministro do Planejamento.

    VIII - os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. 

  • Conselho de Defesa Nacional

    PR

    Vice-PR

    Presidente da CD

    Presidente do SF

    Ministro da Justiça

    Ministro da Defesa

    Ministro das Relações Exteriores

    Ministro do Planejamento

    Comandantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica)


ID
1398385
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Marta, Joaquim e Godofredo são juízes de direito que estão buscando promoção de entrância para entrância. Considerando que Marta figurou por três vezes consecutivas em lista de merecimento; Joaquim figurou por cinco vezes alternadas também em lista de merecimento e Godofredo figurou por duas vezes consecutivas também em lista de merecimento, de acordo com a Constituição Federal brasileira, será obrigatória a promoção de

Alternativas
Comentários
  • Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal,

    disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e

    merecimento, atendidas as seguintes normas:

    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou

    cinco alternadas em lista de merecimento;

    b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na

    respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de

    antigüidade desta, salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar

    vago;

    c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos

    de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e

    aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento;

    d) na apuração de antigüidade, o tribunal somente poderá recusar o juiz mais

    antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros, conforme

    procedimento próprio, e assegurada ampla defesa, repetindo-se a votação até

    fixar-se a indicação

    e) não será promovido o juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu

    poder além do prazo legal, não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido

    despacho ou decisão.

  • cf/88; Art. 93

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;

    gabarito letra E.
  • RESPOSTA: E

    Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:


    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:


    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;


                     - Marta figurou por três vezes consecutivas em lista de merecimento > promoção obrigatória.


                     - Joaquim figurou por cinco vezes alternadas em lista de merecimento > promoção obrigatória.


                     - Godofredo figurou por duas vezes consecutivas também em lista de merecimento  > não há promoção

  • pessoal gravem assim : 3V 5A

  • Melhor assim:

     

    3 VC  /  5 A

    Três vezes consecutivas e cinco vezes alternadas.

  • GABARITO ITEM E

     

    3 CONSECUTIVAS

    5 ALTERNADAS

  • Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;

    GABA E

  • KKKK.

    E eu que pensei quem seria promovido era o que tinha menos.

     

  • Promoção por merecimento - 3 vezes consecutivas - 5 vezes alternadas 

  • Eu tenho dois modo de saber sobre Promoção por merecimento

    Meu Mnemônico

    35_CA ( O primero número com a primera letra. Sendo assim, o segundo número com a segunda letra. ) ou

     35 CONAL   ( 3 Consecutivas, 5 Alternadas ).  

    Uma loucura essas coisas, mas quando aparececer " Promoção por Merecimento " em sua prova, existe uma grande possibilidade de usar isso como conhecimento básico. Aconselho sempre ler para entender a matéria também.   Art. 93, II, a. 


    Bons estudos !

  • Tem cada mnemônico que honestamente, fica mais fácil decorar a literalidade...

    ...Gente tão viciada em macete que perde mais tempo tentando invertar um do que se estivesse estudando de forma convencional... tem necessidade disso, não minha gente. Deixe dessa modinha e foque no trampo de estudar mesmo e pronto

  • O minemônico é pessoal de cada um, se ele entender e marcar certo na hora da prova tudo certo!

  • só pensar que merecimento será menos vezes:3 x consecutivas

    Anti5uidade :5X alternadas

  • → 3X consecutivas.

    → 5X alternadas.


  • é obrigatória a promoção do juiz que figurar por 3 vezes consecutivas ou 5 alternadas em lista de merecimento;

  • GABARITO: E

    Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;

  • GABARITO LETRA E

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

     

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

     

    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento; (MARTA & JOAQUIM)

  • PROMOÇÃO COMPULSÓRIA:

    Lista de merecimento

    3x consecutivas ou 5x alternadas

    2 anos na entrância

    primeira 5 parte da lista de antiguidade

  • GABARITO ITEM E

     

    3 CONSECUTIVAS

    5 ALTERNADAS

  • GABARITO E

    Será obrigatória se o juiz figurar na lista de merecimento:

    Por 3 vezes consecutivas; ou

    Por 5 vezes alternadas.


ID
1398388
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

NÃO compete ao Supremo Tribunal Federal processar e julgar originariamente habeas data contra ato

Alternativas
Comentários
  • Compete ao Supremo Tribunal Federal processar e julgar originariamente o mandado de segurança e habeas data contra ato do Presidente da República, das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, do Tribunal de Contas da União, do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal.

    :p

  • CF:

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal
  • Não entendi.

  • Rener, quem processa e julga, originariamente, "habeas-data" contra atos do Ministro de Estado é o STJ. 


    Mas é complicado mesmo, essa paradinha tem que ser decorada, memorizada... é muita competência pra uma cabeça só! 

    Tô passando uma rabada pra conseguir memorizar as competências de fulano e cicrano!

  • Habeas Data - Ministro - paciente - STF

    Habeas Data - Ministro - coator - STJ (art. 105, I, letra b, CF)

  • STF  (HD X MS) PARA OS MUITO GRANDES: PRES, PGR, TCU, MESAS E MIN.STF.

    STJ  (HD X MS) PARA OS GRANDES: MIN. ESTADO, STJ E COMANDANTES.

  • ALTERNATIVA CORRETA: LETRA "B".


    Julgar originariamente habeas data contra ato de Ministro de Estado compete ao Superior Tribunal de Justiça (STJ)! 

    Quanto às demais alternativas, de fato, compete ao Supremo Tribunal Federal (STF).


    A resposta para esta questão está nos arts. 102 e 105 da Constituição Federal:


    "Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:

    I - processar e julgar, originariamente:

    d) o habeas corpus, sendo paciente qualquer das pessoas referidas nas alíneas anteriores; o mandado de segurança e o habeas data contra atos do Presidente da República, das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, do Tribunal de Contas da União, do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal;"


    "Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - processar e julgar, originariamente:

    b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal;"

  • Haja memória pra decorar a CF inteira

  • Gabarito: Letra "B"


    STF: Processar e julgar, originariamente o mandado de segurança e o habeas data contra atos:

    * Do PR; *Das Mesas da CD e SF; *Do TCU; *Do PGR; *Do próprio STF;


    STJ: Processar e julgar, originariamente o mandado de segurança e o habeas data contra atos:

    * De Ministro de Estado; * Dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica; * Do próprio STJ
  • LEI 9507/97 - LEI DO HABEAS DATA

     

    Art. 20. O julgamento do habeas data compete:

     

    b) ao Superior Tribunal de Justiça, contra atos de Ministro de Estado ou do próprio Tribunal;

  • Art 102 inciso I alinea d da Constituição Federal.

    Habeas Data contra atos do Presidente da Republica, das Mesas da Camara dos deputados e do senado federal, do Tribunal de contas da União, do Procurador-geral da republica e do próprio Supremo Tribunal Federal!

  • Cabe ao STF processar e julgar originariamente:

    Habeas Data e Mandado de Segurança -------------->     2 Mesas (Câmara e Senado)

                                                                                         2 Chefes (Presidente e PGR)

                                                                                         2 tribunais (TCU e STF)

     

  • STF

    2 autoridades
    - PGR
    - Presidente

    2 Mesas
    - Câmara
    - Senado

    2 Tribunais
    - TCU
    - STF

    STJ

    - Ministros de Estado
    - Comandantes das FA
    - STJ

    TRIBUNAIS

    - Próprios tribunais

  • HD - Ministro de Estado - STJ com recurso para o STF

     

  • HD - Ministro de Estado - STJ com recurso para o STF

     

  • Compete ao STJ, processar e julgar, originariamente:

    ...

    b) os MS's e os HD's contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal;

    ...

    STJ, e não STF

  • GABARITO: B

    Art. 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I - processar e julgar, originariamente: b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal

  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

     

    I - processar e julgar, originariamente:

     

    b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado, dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal;       


ID
1398391
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere as seguintes assertivas a respeito das ações diretas de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade:

I. Pode propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade, dentre outros, a Mesa da Câmara dos Deputados.

II. O Procurador-Geral da República só se manifestará nas ações de inconstitucionalidade, em grau de recurso, havendo necessidade de defesa do texto constitucional.

III. Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê-lo em cento e oitenta dias.

De acordo com a Constituição Federal brasileira, está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: 

     I - o Presidente da República;

    II - a Mesa do Senado Federal;

    III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

    IV a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; 

    V o Governador de Estado ou do Distrito Federal;

    VI - o Procurador-Geral da República;

    VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

    IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

    § 1º - O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal.

    § 2º - Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê-lo em trinta dias.


  • O erro da letra E está em 180 dias, pois são 30 dias!

  • (I) CORRETA -  Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: III - a Mesa da Câmara dos Deputados;


    (II) ERRADA - Art. 103. § 1º O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal.


    (II) ERRADA - Art. 103. § 2º Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê-lo em trinta dias.


    GABARITO: A

  • LETRA A

    Complementando o item II -  Art. 103 § 3 Quem defende o texto é o ADVOGADO GERAL DA UNIÃO.

  • Gab. a)

     

    Tudo fundamentado no art. 103, da CF:

    I. CORRETA - Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade, dentre outros, a Mesa da Câmara dos Deputados. 

    II. ERRADA - O Procurador-Geral da República só se manifestará nas ações de inconstitucionalidade, em grau de recurso, havendo necessidade de defesa do texto constitucional. 
    Quem defente o texto constitucional é o Advogado Geral da União. O Procurador Geral da União é ouvido.


    III. Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê-lo em cento e oitenta dias

    São 30 dias, (no Direito Administrativo é bastante recorrente este prazo).

     

  • Resposta A)

    Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade:                 

    I - o Presidente da República;

    II - a Mesa do Senado Federal;

    III - a Mesa da Câmara dos Deputados;

    IV - Anulado

    IV - a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;                          

    V -  Anulado

    V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;                           

    VI - o Procurador-Geral da República;

    VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;

    IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

  • GAB:A

    ll- O Procurador-Geral da República se manifestará nas ações de inconstitucionalidade

    não só nas ações de inconstitucionalidade como também nas ações declaratórias de constitucionalidade.


ID
1398394
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere a seguinte situação hipotética: o Supremo Tribunal Federal, de ofício, mediante decisão de um terço dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovou Súmula vinculante. Neste caso, a Constituição Federal brasileira, foi

Alternativas
Comentários
  • CF:

    Art. 103-A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei.

  • C.F 103 - A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de DOIS TERÇOS dos seus membros,...

    LEI 9.868/99  Art. 27.

  • Atenção! Nesse caso, exige-se o quórum qualificado de 2/3. Esse quórum é exigido nos seguintes casos:

    * Modulação temporal dos efeitos (controle de const.) = 2/3

    Aprovação de Súmula Vinculante = 2/3

    * Recusa de repercussão geral = 2/3

  • O STF poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de 2/3 dos seus membros, após reiteradas decisões sobre a matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei.

  • o quorum para aprovação da SV é de 2/3 dos Ministros do STF (art. 2º da Lei n. 11.417/06 e art. 103-A da CF).

  • GABARITO: C

    Art. 103-A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei.

  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 103-A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei.    
     


ID
1398397
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

De acordo com a Constituição Federal brasileira, no tocante à composição e ao tempo de mandato, é correto afirmar que o Conselho Nacional de Justiça é composto por

Alternativas
Comentários
  • CNJ é composto por 15 conselheiros, sendo nove magistrados, dois membros do Ministério Público, dois advogados e dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada. Os conselheiros têm mandato de dois anos, admitida uma (1) recondução.

    :p
  • CF:

    Art. 103-B. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 membros com mandato de 2 anos, admitida 1 recondução, sendo:


    Gabarito (E)



  • CNJ = 15 membros (9 magistrados + 6 membros)

    Os nove magistrados são:

    STF = 3

    STJ = 3

    TST = 3

    os demais 6 membros:

    MP = 2 (MPU e MPE)

    Cidadãos = 2 (Câmara de deputados e Senado federal) 

    OAB =2

    E só para lembrar,o CNMP são 14 membros.

  • Conselho Nacional de Justiça Para lembrar: Coroa Na cabeça da Jovem = 15 anos

  • MEU AMIGO, É MUITA DECOREBA VIU...

  • O CNJ E O STM SÃO OS DEBUTANTES: 15 MEMBROS CADA  KKKKKK DECOREI ASSIM.

  • LETRA E


    MACETE : CNJ - Corno Nunca Julga -  possui 15 letras = 15 membros e como NUNCA julga , não exerce atividade jurisdicional.


    NENHUM OBSTÁCULO É TÃO GRANDE SE A SUA VONTADE DE VENCER FOR MAIOR!!

  • Conselho Nacional de justiça não tem função jurisdicional.

  • CNJ - CINCO +10=15 MEMBROS 

    15 - TEM DOIS NÚMEROS, LOGO 2 ANOS DE MANDATO.

     

  • CNJ - Corno Nunca Julga -  possui 15 letras = 15 membros e como NUNCA julga , não exerce atividade jurisdicional.

  • Pensei no STF.... Lá não pode a recondução...

     

    Oremos.

  • COMPOSIÇÃO CNJ:

    =

    o Presidente do Supremo Tribunal Federal; ( Que será o presidente do CNJ e na sua falta o vice)

    um Ministro do Superior Tribunal de Justiça, indicado pelo respectivo tribunal; ( Que será o corregedor)

    um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, indicado pelo respectivo tribunal;

    um desembargador de Tribunal de Justiça, indicado pelo Supremo Tribunal Federal;

    um juiz estadual, indicado pelo Supremo Tribunal Federal;

    um juiz de Tribunal Regional Federal, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça;

    um juiz federal, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça;

    um juiz de Tribunal Regional do Trabalho, indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho;

    um juiz do trabalho, indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho;

    um membro do Ministério Público da União, indicado pelo Procurador-Geral da República;

    um membro do Ministério Público estadual, escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual;

    dois advogados, indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

    dois cidadãos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal.

    =

    Para facilitar na hora de lembrar quem faz parte do CNJ

    RESSALTA-SE QUE A JUSTIÇA ELEITORAL E MILITAR NÃO POSSUEM REPRESENTAÇÃO NO CNJ.

  • GABARITO: E

    Art. 103-B. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros com mandato de 2 (dois) anos, admitida 1 (uma) recondução, sendo: 

  • CNJ ---> composto por quinze membros e não são todos oriundos da justiça.

    CNMP ---> composto por quatorze membros.

  • GABARITO LETRA E

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 103-B. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros com mandato de 2 (dois) anos, admitida 1 (uma) recondução, sendo:   


ID
1398400
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados e o Conselho da Justiça Federal funcionarão junto ao

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra B

    Existem 2 escolas que funcionam nos Tribunais Superiores, são elas:

    STJ: Art. 105 Parágrafo único. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça: 

    I - a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, cabendo-lhe, dentre outras funções, regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira


    TST: Art. 111-A § 2º Funcionarão junto ao Tribunal Superior do Trabalho: 

    I - a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho, cabendo-lhe, dentre outras funções, regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira

    ai é fácil: se falar de trabalho é porque faz parte do TST, se não então é do STJ.
    a mesma coisa se aplica aos conselhos CJF e CSJT

    bons estudos

  •  Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça: 

    I - a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, cabendo-lhe, dentre outras funções, regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira;

    II - o Conselho da Justiça Federal, cabendo-lhe exercer, na forma da lei, a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus, como órgão central do sistema e com poderes correicionais, cujas decisões terão caráter vinculante.

  • GABARITO: B

    Art. 105 (CF/88). Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

    (...)

    Parágrafo único. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça:

    I - a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, cabendo-lhe, dentre outras funções, regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira;

    II - o Conselho da Justiça Federal, cabendo-lhe exercer, na forma da lei, a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus, como órgão central do sistema e com poderes correicionais, cujas decisões terão caráter vinculante.

  • conselho de justiça do trabalho funcionará junto ao TST

    Conselho de justiça federal, funcionará junto ao STJ


  • Estatuto da Magistratura: STF

    Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados: STJ


  • Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça:

    Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados

    Conselho da Justiça Federal

     

    Funcionarão junto ao Tribunal Superior do Trabalho: 

    Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho

    Conselho De Justiça Do Trabalho

  • Conselho de Justiça do Trabalho funcionará junto ao TST.

    Conselho de Justiça Federal funcionará junto ao STJ.

  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 105. Compete ao Superior Tribunal de Justiça:

     

    Parágrafo único. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça:      

            

    I - a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, cabendo-lhe, dentre outras funções, regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira;    

     

    II - o Conselho da Justiça Federal, cabendo-lhe exercer, na forma da lei, a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus, como órgão central do sistema e com poderes correicionais, cujas decisões terão caráter vinculante.    
     


ID
1398403
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

As decisões do Tribunal Superior Eleitoral são

Alternativas
Comentários
  • art. 121. § 3º - São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral, salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança.

  • Resposta: Letra "D", nos termos do que dispõe o § 3º do art. 121 da Constituição Federal:


    "Art. 121. [...]

    § 3º São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral, salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança."


    Na oportunidade, é interessante ainda fazer a correlação deste parágrafo com outros dispositivos. Vejam, pessoal:


    Das decisões do TSE que contrariarem a CF, cabe recurso extraordinário (RE) ao STF, com base no art. 102, III, "a":


    "Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:

    III - julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida:

    a) contrariar dispositivo desta Constituição;"


    Das decisões do TSE que denegarem habeas corpus ou mandado de segurança, cabe recurso ordinário constitucional (ROC) ao STF, de acordo com art. 102, II, "a":


    "Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:

    II - julgar, em recurso ordinário:

    a) o habeas corpus, o mandado de segurança, o habeas data e o mandado de injunção decididos em única instância pelos Tribunais Superiores, se denegatória a decisão;"



  • Letra (d)


    “Contra acórdão de TRE somente cabe recurso para o TSE, mesmo que nele se discuta matéria constitucional. É o que se extrai do disposto no art. 121, caput, e seu § 4º, I, da CF de 1988, e nos arts. 22, II, e 276, I e II, do Código Eleitoral (Lei 4.737, de 15-7-1965). No âmbito da Justiça Eleitoral, somente os acórdãos do TSE é que podem ser impugnados, perante o STF, em recurso extraordinário (arts. 121, § 3º, e 102, III, a, b e c, da CF).” (AI 164.491-AgR, rel. min. Sydney Sanches, julgamento em 18-12-1995, Primeira Turma, DJ de 22-3-1996.)

  • § 3º São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral, salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança.

     

    § 4º Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando:

    I - forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei;

    II - ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais tribunais eleitorais;

    III - versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais;

    IV - anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais;

    V - denegarem habeas corpus, mandado de segurança, habeas data ou mandado de injunção.

  • São irrecorríveis as decisões do TSE, salvo as que contrariarem a CRFB e as denegatórias de HC ou MS.

  • art. 121. § 3º - São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral, salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança.

  • Regra geral, as decisões do TSE são irrecorríveis, salvo as que contrariarem a CF e as denegatórias de HC ou MS.

  • GABARITO LETRA D

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 121. Lei complementar disporá sobre a organização e competência dos tribunais, dos juízes de direito e das juntas eleitorais.

     

    § 3º São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral, salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança.


ID
1398406
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com estes limites o Poder Executivo

Alternativas
Comentários
  • art. 127 § 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

  • GABARITO  C


    Art. 127


    § 3º - O MP elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.


    § 5º - Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.

  • O STF vem entendendo que o executivo não pode unilateralmente reduzir o valor da proposta orçamentária apresentada pelo MP.

    Mantida decisão de repasse integral do orçamento ao Ministério Público do RN

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, indeferiu pedido de Suspensão de Segurança (SS 4992), ajuizado pelo governo do Estado do Rio Grande do Norte contra liminar em mandado de segurança deferida pelo Tribunal de Justiça estadual (TJ-RN) determinando o repasse integral da dotação orçamentária destinada ao Ministério Público local. O Executivo havia reduzido de forma unilateral os duodécimos correspondentes ao Ministério Público sob alegação de queda nas receitas e nas transferências federais, o que representaria risco de lesão à ordem e economia públicas se mantida a previsão orçamentária legal.

    SS4992. - http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=285182

  • Alternativa (c)


    Atenção para duas situações previstas no Art. 127, CF quanto à proposta orçamentária do MP:


    § 4º Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3º. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) 

    § 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual (comando da questão)


  • Situação 1: Não encaminhar a proposta no prazo - Poder .Executivo utiliza a vigente, com os ajustes para adequação à LDO.

    Situação 2: Encaminhar em desacordo- P.Executivo procede aos ajustes à LDO.

  • Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

    (Omissis)

    § 3º O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.

    § 4º Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3º. 

    § 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.

  • GABARITO C 

     

    Art. 127, § 5 da CF - Procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual

  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 

     

    ARTIGO 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

     

    § 3º O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.

     

    § 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.    


ID
1398409
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Um dos princípios que regem os serviços públicos denomina-se princípio da mutabilidade do regime jurídico. A propósito de tal princípio, considere:

I. Também é denominado princípio da flexibilidade dos meios aos fins.

II. Autoriza mudanças no regime de execução do serviço público para adaptá-lo ao interesse público, que é sempre variável no tempo.

III. Não garante, aos usuários dos serviços públicos, direito adquirido à manutenção de determinado regime jurídico.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Questão elaborada em cima da obra de Pietro

    "O princípio da mutabilidade do regime jurídico ou da flexibilidade

    dos meios aos fins autoriza mudanças no regime de execução do serviço para

    adaptá-lo ao interesse público, que é sempre variável no tempo. Em decorrência

    disso, nem os servidores públicos, nem os usuários dos serviços públicos, nem os

    contratados pela Administração têm direito adquirido à manutenção de determinado

    regime jurídico; o estatuto dos funcionários pode ser alterado, os contratos

    também podem ser alterados ou mesmo rescindidos unilateralmente para atender

    ao interesse público".

    Gabarito:A


  • O princípio da mutabilidade

    É aquele que reconhece para o Estado o poder de mudar de forma unilateral as regras que incidem sobre o serviço público, tendo como objetivo a adaptação às novas necessidades satisfazendo o interesse geral a máxima eficácia.

  • Comentário valioso Ricardo. Não errarei mais está questão!

  • Ótima questão! Primeira questão que vejo, entre as mais variadas bancas conceituadas, que explica minusciosamente o referido princípio! Parabéns FCC
  • Fui na D pq, confesso, nunca tinha ouvido falar dessa flexibilidade dos meios aos fins, o conhecia só por princípio da mutabilidade do regime jurídico.

  • Essa parte do "Não garante, aos usuários dos serviços públicos, direito adquirido..." foi o que me pegou.


ID
1398412
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Na atuação administrativa, não basta a legalidade formal, restrita; é preciso também a observância de princípios éticos, de lealdade, de boa-fé. A assertiva em questão refere-se ao princípio da

Alternativas
Comentários
  • alt. c

    Com sua peculiar maestria, Maria Sylvia Zanella Di Pietro[2] ensina que:

    "Não é preciso penetrar na intenção do agente, porque do próprio objeto resulta a imoralidade. Isto ocorre quando o conteúdo de determinado ato contrariar o senso comum de honestidade, retidão, equilíbrio, justiça, respeito à dignidade do ser humano, à boa fé, ao trabalho, à ética das instituições. A moralidade exige proporcionalidade entre os meios e os fins a atingir; entre os sacrifícios impostos à coletividade e os benefícios por ela auferidos; entre as vantagens usufruídas pelas autoridades públicas e os encargos impostos à maioria dos cidadãos.
    fonte:http://www.wikilegal.wiki.br/index.php?title=Princ%C3%ADpio_da_moralidade


    bons estudos

    a luta continua

  • "O princípio da moralidade impõe ao administrador o dever de

    sempre agir com lealdade, boa-fé e ética. Além de obedecer aos limites

    da lei, o gestor deve verificar se o ato não ofende a moral, os bons

    costumes, os princípios de justiça, de equidade e, por fim, a ideia de

    honestidade."

    Fonte: Estratégia Concursos, professor Daniel Mesquita.


    Gabarito (C)


  • Alternativa C. È dever do administrador  não apenas cumprir a lei formalmente, mas cumprir substancialmente, procurando sempre o melhor resultado para a administração.

  • Lealdade, boa-fé, honestidade são preceitos éticos desejados pela sociedade que nos remunera direta ou indiretamente. Por isso, o princípio da MORALIDADE pode ser considerado a um só tempo dever do administrador e direito público subjetivo.


    (Estratégia concursos)

  • PRINCÍPIO DA MORALIDADE

     

    Para atuar em consonância com a moral administrativa, não basta o agente cumprir formalmente a lei, aplicá-la em sua mera literralidade.

     

    É necessário que se atenda à letra e ao espírito da lei, que ao legal junte-se o ético.

     

    Por essa razão, é acertado asseverar que o princípio da moralidade complementa, ou torna mais efetivo, materialmente, o princípio da legalidade.

     

     

    Direito Administrativo Descomplicado

  • Quando se falar em ÉTICA o princípio é moralidade.... não tem como errar!!!

  • QUESTÃO QUE AJUDA A RESPONDER

    Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: TRE-MT Prova: CESPE - 2015 - TRE-MT - Técnico Judiciário - Administrativa

    Assinale a opção correta acerca dos princípios expressos e implícitos da administração pública.

     

    >> E Os princípios da lealdade e da boa-fé estão compreendidos no princípio da moralidade administrativa.

  • Moralidade. Sem ela, o servidor pode passar uma imagem negativa do serviço público. 

  • GABARITO: LETRA C

    PRINCÍPIO DA MORALIDADE:

    Previsto de forma expressa no caput do art. 37 da CF;

    > Dever de atuação ética do agente público;

    > Concretização dos valores consagrados na lei;

    > Observância dos bons costumes administrativos;

    Sempre que em matéria administrativa se verificar que o comportamento da Administração ou do administrado que com ela se relaciona juridicamente, embora em consonância com a lei, ofende a moral, os bons costumes, as regras de boa administração, os princípios de justiça e de equidade, a ideia de honestidade, haverá ofensa ao princípio da moralidade administrativa (2013, Di Pietro).

    FONTE: QC


ID
1398415
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No processo administrativo, assim como nos processos judiciais, também vigoram normas sobre impedimento e suspeição das autoridades, de modo que, caso tais hipóteses ocorram, elas devem ser reconhecidas proporcionando que as decisões administrativas sejam proferidas de forma imparcial. Trata-se da observância ao princípio da

Alternativas
Comentários
  • "Segundo o princípio da impessoalidade a Administração não

    pode praticar qualquer ato com vistas a prejudicar ou beneficiar

    alguém, nem a atender o interesse do próprio agente, o agir deve ser

    impessoal, pois os agentes públicos devem visar, tão somente, o

    interesse público."

    Fonte: Estratégia Concursos, professor Daniel Mesquita.


    Gabarito (C)


  • As regras de impedimento e suspeição previstas na legislação de processo administrativo tiveram sua origem no princípio da imparcialidade, bem como nos princípios constitucionais da impessoalidade, contraditório e ampla defesa. Em síntese, pode-se conceituar impedimento no processo administrativo como uma situação objetiva que gera uma presunção absoluta de parcialidade do membro da comissão. Já a suspeição é entendida como uma situação subjetiva que gera uma presunção relativa de parcialidade. 

    Leia mais: http://jus.com.br/artigos/19790/breve-analise-sobre-as-hipoteses-de-impedimento-e-suspeicao-nos-processos-administrativos-disciplinares#ixzz3SaZof442

  • Podemos dividir a impessoalidade em dois sentidos:

    1) Tratar todos iguais, sem levar em conta critérios pessoais;
    2) Art. 37 CF.

    § 1º - A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo,

    informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal

    de autoridades ou servidores públicos.

  • Impessoalidade = em linhas gerais, é a ideia de não prestigiar uns em detrimento de outros. 

  • Impessoalidade. O administrador  deve orientar -se por critérios objetivos, não fazer distinções com base em critérios pessoais. Toda atividade da administração pública deve ser  praticada tendo em vista a finalidade pública.

  • Responda rápido


    Se você fosse o julgador de processo administrativo em que o acusado é sua sogra, o resultado seria favorável? 

    Não precisa responder! 


    No caso concreto, para evitar a PARCIALIDADE no julgamento, é conveniente que o agente público se reconheça IMPEDIDO, evitando-se, inclusive, eventual responsabilização administrativa. Ou uma guerra com a sogra... kkkkkkkkk


    (Estratégia concursos)

  • Esse caso é um dos 4 desdobramentos do princ da impessoalidade

  • LETRA C

     

    A exigência de impessoalidade decorre do princípio da isonomia, o que repercute:

    a) na exigência de licitação prévia às contratações realizadas pela Administração;
    b) na necessidade de concurso público para o provimento de cargo ou emprego público;
    c) na vedação ao nepotismo, conforme cristalizado na Súmula Vinculante 13 do Supremo Tribunal Federal;
    d)
    na invocação de impedimento ou suspeição pela autoridade responsável por julgar o processo administrativo;
    e) no respeito à ordem cronológica para pagamento dos precatórios etc.

     

    Direito administrativo Esquematizado (p. 193)

  • imparcial= impessoal

  • IMPEDIMENTO e SUSPEIÇÃO = Princípio da Impessoalidade

  • GABARITO: LETRA C

    ACRESCENTANDO:

    PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE:

    → Isonomia: tratar igualmente a todos os que estejam na mesma situação fática e jurídica.

    → Finalidade: administrativa impede que o ato administrativo seja praticado visando a interesses do agente ou de terceiros.

    → Vedação à promoção pessoal: proibir a vinculação de atividades da administração à pessoa dos administradores, evitando que estes utilizem a propaganda oficial para sua promoção pessoal.

    FONTE: MEIRELLES, Hely Lopes, et. al. Direito administrativo brasileiro. 42ª Ed. São Paulo: Malheiros, 2016.


ID
1398418
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O ato administrativo ao distanciar-se do fim público

Alternativas
Comentários
  • COMPETÊNCIA ,Vinculado , É O PODER, resultante da lei, que dá ao agente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo. Admite DELEGAÇÃO e AVOCAÇÃO.

    FINALIDADE, Vinculado, É o bem jurídico OBJETIVADO pelo ato administrativo; é ao que o ato se compromete;

    FORMA,Vinculado, É a maneira regrada (escrita em lei) de como o ato deve ser praticado; É o revestimento externo do ato.

    MOTIVO,Vinculado ou Discricionário, É a situação de direito que autoriza ou exige a prática do ato administrativo; é o por que do ato.

    OBJETO, Vinculado ou Discricionário, É o conteúdo do ato; é a própria alteração na ordem jurídica; é aquilo de que o ato dispõe, trata.

  • Requisitos dos Atos Administrativos

    FF.COM

    Forma, Finalidade, Competência ou Sujeito, Objeto e Motivo

    A Finalidade é o pano de fundo dos atos administrativos, o interesse público está implícito. Quando ele se afasta deste fim há o Vício de  Finalidade ou Poder.








  • Requisitos dos Atos Administrativos: Competência, Forma, Finalidade, Objeto e Motivo.

    x

    Atributos dos Atos

    - Os atributos por Hely Lopes Meirelles (2009) são 3: presunção de legalidade, imperatividade, autoexecutoriedade.

    - Os atributos por Celso Antônio (2007) são 4: presunção de legitimidade, imperatividade, exigibilidade e executoriedade.

    - Os atributos por Maria Sylvia (2010) também são 4: presunção de legitimidade, imperatividade, autoexecutoriedade e tipicidade.

    Fonte: Direito Administrativo Objetivo - Gustavo Scatolino

  • Excelente questão!

  • No caso em questão, há um vício de finalidade que se caracteriza como um vício insanável no atributo/elemento do ato administrativo. Assim sendo, o ato, necessariamente, deverá ser anulado, pois tal vício não pode ser convalidado. Por este motivo, a resposta correta é a letra D

  • Questão correta letra E.

  • força de vontade pessoal


  • apresenta vício em um dos atributos do ato. (atributos:TAPEI= tipicidade;  auto executoriedade; presunção de legitimidade; exigibilidade;imperatividade)

    pode ser convalidado.(  requisitos passiveis de convalidação são competência e forma nao sendo convalidado se for de uso exclusivo)

    não comporta anulação.( geralmente não há que se dizer que nao comporta anulação uma vez que eivados de vicio administrativo. como observado em outras questões da FCC basta que haja o vicio e nao haja revogação, o ato pode ser anulado)

    deve ser revogado.( por motivo de conveniência e oportunidade os atos discricionários, sem vicios motivo e objeto)

    detém vício em um de seus requisitos.( de acordo com a questão há o desvio de finalidade)

  • COMFF

    COMPETENCIA

    OBJETO

    MOTIVO

    FORMA 

    FINALIDADE



    JÁ OS ATRIBUTOS SÃO;

    PATI   (LEMBRE-SE DOS ATRIDUTOS DA PATI)

    PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE

    AUTOEXECUTORIEDADE

    TIPICIDADE

    IMPERATIVIDADE




    DECOREI ASSIM KKKKK

  • E esse aqui Ehildon?

    CO MO   FI O FO -------> Competência Motivo Finalidade Objeto Forma

    uhauhauhuauha

  •  a) apresenta vício em um dos atributos do ato. = errada, pois o vício é no elemento ou requisito

     b) pode ser convalidado. = errada, pois só pode ser convalidado quando vício for de competência ou forma

     c)não comporta anulação. = errada, com certeza sim, pois esse ato é vinculado (finalidade)

     d)deve ser revogado. = errada, pois não cabe revogação de vício de finalidade, devido este ser vinculado ( competência, forma e finalidade), somente se for discricionário (motivo e objeto)

     e)detém vício em um de seus requisitos. = correta, pois o vício é no elemento ou requisito

  • Para não confundir atributos, requisitos, características e elementos, coloque-os em ordem alfabética:

    1) Atributos ou Características = PATI.
    2) Elementos ou Requisitos = Com Fi Fo   Mo Ob.
  • A questão comporta vício em relação aos requisitos, que no contexto do enunciado encachasse o vicio de finalidade( um dos requisitos do ato).

    resposta E

  • Renata, escreve-se: encaixa-se

  • A) apresenta vício em um dos atributos do ato.

    1 TIPICIDADE= LEI

    2 AUTOEXECUTORIEDADE = NÃO ORDEM JUDICIAL

    3 PRESUNÇÃO DE LEGITIMIDADE = ESTÁ DE ACORDO COM A LEI

    4 IMPERATIVIDADE = CRIAR OBRIGAÇÕES

     

    b)  pode ser convalidado.

    FINALIDADE = NÃO CONVALIDAÇÃO

     

    c) não comporta anulação.

    ILEGAL = ANULAÇÃO

     

    d)  deve ser revogado.

    ANULADO

     

    e) detém vício em um de seus requisitos.

    COMPETENCIA

    FORMA

    FINALIDADE

    MOTIVO

    OBJETO

  • REQUISITOS DOS ATOS ADM:

    COM.FI.FOR.M.OB

    COMPETÊNCIA: SUJEITO DO ATO

    FINALIDADE: VISA O BEM COMUM

    FORMA: VIA DE REGRA, É POR ESCRITO

    MOTIVO: É CAUSA

    OBJETO: É CONTEÚDO

     

    COM.FI.FOR (VINCULADOS/ANULÁVEIS)

    M.OB (VINCULADOS/DISCRICIONÁRIOS)/(ANULÁVEIS/REVOGÁVEIS)

     

    ESPERO TER AJUDADO

    A PAZ DE CRISTO

  • Ora, se o fim público é desviado, sua finalidade é desviada. Finalidade é um requisito dos atos administrativos.

    gabarito E

  • A letra D está incorreta, pois o vício de de finalidade é de legalidade, não havendo que se falar em análise de oportunidade e conveniência do ato administrativo. Trata-se de um dever de anular, pois finalidade do ato não é passível de convalidação.

  • REQUISITOS DO ATO não se confundem com ATRIBUTOS DO ATO ADMINISTRATIVO - cuidado com a pegadinha da letra A da questão

     

    REQUISITOS - COFIFOMOB - competência, finalidade, forma, motivo e objeto

    ATRIBUTOS -  imperatividade , autoexecutoriedade , tipicidade ( di pietro ) , presunção de legitimidade

  • Requisitos: COMFF

    Competência

    Objeto

    Motivo

    Finalidade

    Forma

  • O ato administrativo ao distanciar-se do fim público

     a) apresenta vício em um dos atributos do ato. ERRADO - O vício está em um dos requisitos, qual seja, a FINALIDADE
     

    Atributos - Lembre-se da PATI:

    Presunção de Legitimidade; Autoexecutoriedade; Tipicidade; Imperatividade.

     

     b) pode ser convalidado. ERRADO - Deve ser anulado

     c) não comporta anulação. ERRADO - Deve ser anulado

     d) deve ser revogado. - ERRADO - Deve ser anulado

     e) detém vício em um de seus requisitos. - CERTO - Vício de FINALIDADE(o ato distanciou-se do fim público)

  • Mulheres adoram dar uma cutucada em outras.

  • ATRIBUTOS DOS ATOS ADMINISTRATIVOS

    * autoexecutoriedade

    * coercibilidade (imperatividade)

    * presunção de legitimidade (veracidade)

    ----------------------------------------------------------------------------------

    REQUISITOS DOS ATOS ADMINISTRATIVOS [co fii fo mo ob]

    * competência (convalidável, desde que a competência não seja exclusiva)

    finalidade

    * forma (convalidável, desde que a forma não seja essencial)

    * motivo 

    * objeto

    ----------------------------------------------------------------------------------

  • Requisitos ou elementos


ID
1398421
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere:

I. apurar infrações;
II. aplicar penalidades;
III. instaurar procedimento administrativo-disciplinar;
IV. editar atos normativos de efeitos internos.

NÃO é atividade típica do poder disciplinar o que consta em

Alternativas
Comentários
  • Letra B.

    Maria Sylvia  afirma que o poder disciplinar é discricionário, mas que esta liberdade de ação ocorre porque a lei dá à Administração “o poder de levar em consideração, na escolha da pena, a natureza e a gravidade da infração e os danos que dela provierem para o serviço público.”

    O exercício do poder disciplinar em relação aos servidores públicos federais se insere no  âmbito das atividades vinculadas: verificado o cometimento de infração, deve ser instaurado o devido processo disciplinar; comprovado por meio do processo disciplinar o cometimento da infração, deve ser aplicada a sanção; sendo, ademais, indicada a pena a ser aplicada em razão da infração praticada.


  • Da hierarquia, decorrem os seguintes poderes: ordenar atividades, controlar ou fiscalizar as atividades dos subordinados, rever as decisões, com a possibilidade de anular atos ilegais ou de revogar os inconvenientes e inoportunos, com base na Súmula 473/STF, punir ou aplicar sanções disciplinares, avocar ou chamar para si atribuições, delegar e editar atos normativos internos.

    http://www.infoescola.com/direito/direito-administrativo/
  • APURAR INFRAÇÕES E INSTAURAR PROCESSO SÃO AS MESMAS COISAS. SENDO A APURAÇÃO MATERIALIZADA PELO PROCESSO, COM O OBJETIVO DE APLICAR A SANÇÃO.

    I. apurar infrações; PODER DISCIPLINAR 
    II. aplicar penalidades; PODER DISCIPLINAR 
    III. instaurar procedimento administrativo-disciplinar; PODER DISCIPLINAR 
    IV. editar atos normativos de efeitos internos. PODER HIERÁRQUICO 




    GABARITO ''B''

  • I. apurar infrações;  Poder disciplinar
    II. aplicar penalidades; Poder disciplinar
    III. instaurar procedimento administrativo-disciplinar; Poder disciplinar
    IV. editar atos normativos de efeitos internos.   poder hierárquico

    A alternativa que não faz parte do poder disciplinar é  IV - Editar atos normativos de efeito interno. Porque, decorre do poder hierárquico da administração que é " o que dispõe o executivo para distribuir e escalonar as funções e seus orgãos, ordenar e rever a atuação de seus agentes, estabelecendo a relação de subordinação entre os servidores  do seu quadro de pessoal".

     

    Gabarito B

  • Um NÃO bem grande, e o indivíduo fica procurando alternativa com I, II e III. A que ponto cheguei...

  • Brian, tamo juntos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Pqp.

  • a competência para editar ato normativo de efeitos internos é do poder hierárquico.


ID
1398424
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A denominada “Lei de Acesso à Informação” foi sancionada pela Presidenta da República em 2011 e visa regulamentar o direito constitucional de acesso aos cidadãos às informações públicas. Após ser sancionada, a Presidenta da República editou Decreto com a finalidade de explicar, de detalhar a mencionada lei para sua fiel execução. Ao assim atuar, a Chefe do Poder Executivo Federal exerceu o poder

Alternativas
Comentários
  • alt. d

    Poder regulamentar.

    Poder regulamentar é o poder dos Chefes de Executivo de explicar, de detalhar a lei para sua correta execução, ou de expedir decretos autônomos sobre matéria de sua competência ainda não disciplinada por lei. É um poder inerente e privativo do Chefe do Executivo. É, em razão disto, indelegável a qualquer subordinado.

    O Chefe do Executivo regulamenta por meio de decretos. Ele não pode, entretanto, invadir os espaços da lei.

    MEIRELLES conceitua que regulamento é ato administrativo geral e normativo, expedido privativamente pelo Chefe do Executivo, por meio de decreto, visando a explicar modo e forma de execução da lei (regulamento de execução) ou prover situações não disciplinadas em lei (regulamento autônomo ou independente).

    fonte:http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=803


    bons estudos

     luta continuaa

  • O Poder Regulamentar (Normativo) incide sobre as normas administrativas, que definem o sentido e o modo de execução da lei.

    A formalização do Poder Regulamentar se processa, principalmente, por meio de decretos. Nesse sentido é que o art. 84, IV, da Constituição dispõe que ao Presidente da República compete “expedir decretos e regulamentos para a fiel execução das leis”. Pelo princípio da simetria constitucional, o mesmo poder é conferido a outros chefes do Poder Executivo para os mesmos objetivos.

    Fonte: LFG

  • Triste ver que a banca sucumbiu aos encantos da ignorância ao chamar a chefe do executivo de PresidentA. Não existe terminação em enta, só em ENTE. Ela é   A   PresidentE. 

  • Pedro, está certo presidente como presidenta. 

    Veja: http://www.portugues.com.br/gramatica/a-presidente-ou-presidenta-qual-das-formas-devemos-utilizar.html


    GAB LETRA D, exclusivo dos ch. Poderexecutivo. 

  • esse lance de presidenta é  uma criação dos pucha saco de dilmão !!

  • assim como não existe ignoranta não existe presidenta , o correto seria a presidente e a ignorante 


  • Ai está um bom exemplo do Poder Regulamentar da Administração Pública.

  • Regulamentar: Afirma-se de que é uma especie do poder normativo, de forma privativa ao chefe do poder executivo e que é exercido sob forma de decretos.

    R= D 

  • ....em 2011 e visa regulamentar...

    Letra: D

  • Poder Regulamentar


    Decreto Regulamentar (REGRA): é uma prerrogativa dos chefes do poder executivo de regulamentar a lei para garantir a sua fiel aplicação.
  • GABARITO D 

     

    Saudades Presidenta sz

  • "TCHAU QUERIDA"

  • VOLTA QUERIDA! pelo amor de DEUS !

  • Poder Regulamentar, e espero que essa cidadã nunca mais volte.

  • Nós nos matamos de tanto estudar portguês para vir a FCC escrever "'PRESIDENTA" em uma prova de concurso! Definitivamente o Brasil não é para amadores!

  • Se até o Bechara diz que ambas as formas estão corretas (presidente ou presidenta) por que a banca não a utilizaria? Aliás, neste caso, FCC fez uma bela provocação, pois muitos "doutos" acreditam que está errada. Enfim, quem sou eu pra discutir com Evanildo Bechara, maior gramático do país.

  • Muitos dos comentários sobre essa questão, que está expressa corretamente, são a prova de que o nosso problema não se resolve em curto prazo, pois ele se chama: EDUCAÇÃO. Temos muito a aprender...

  • Segundo o VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa) e alguns doutos, o substantivo pode perfeitamente ter a sua forma flexionada, ou seja, é correto também dizermos presidenta, mas me surge uma dúvida, vejamos...o q é Presidente? É o particípio presente do verbo Presidir, ou seja, aquele q preside, assim como ausente do verbo ausentar-se, contribuinte do verbo contribuir, então, por qual motivo não se flexiona contribuinte, ausente, mas flexiona presidente? Será q dizemos: a mulher está ausenta? Dizemos, por acaso, ela é contribuinta? Ao meu modo de ver, o correto seria flexionar apenas o artigo, determinando assim o gênero, a Presidente da República...mas cada um diz o q achar correto, não é?

  • presidentA SIM! haters gonna hate

  • Quem dança é dançante ou dançanta?

    Quem cede é cedente ou cedenta?

    Quem gere é gerente ou gerenta?

    Quem preside é presidente ou presidenta?


    Presidenta não está certo. Isso é Dilmês?

    Vergonha FCC. Assassinou a norma culta por puro proselitismo político-partidário.

  • A questão trata de algo que veio para regulamentar (normatizar) 

    ---> Poder Regulamentar

  • Quando a banca da a resposta no próprio enunciado o medo de errar é maior ainda kkkkkkkk

  • GABARITO: D

    Poder regulamentar é a prerrogativa conferida à Administração Pública de editar atos gerais para complementar as leis e possibilitar sua efetiva aplicação. Seu alcance é apenas de norma complementar à lei; não pode, pois, a Administração, alterá-la a pretexto de estar regulamentando-a. Se o fizer, cometerá abuso de poder regulamentar, invadindo a competência do Legislativo.


ID
1398427
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere a seguinte assertiva: “Prefeitura interdita casa noturna por não possuir alvará de funcionamento”. A atividade narrada corresponde

Alternativas
Comentários
  • alt. d

    O poder de polícia administrativo, no seu atual estágio da evolução histórica, responde pela presença da Administração em situações ou relações jurídicas que ordinariamente seriam de direito privado, mas que a intervenção da entidade pública transfere obrigatoriamente, à égide do regime jurídico de direito público.

    A polícia administrativa objetiva a manutenção da ordem pública geral, impedindo preventivamente possíveis infrações das leis. Tanto pode agir preventivamente, como repressivamente. Em ambas as hipóteses, a sua função é impedir que o comportamento do indivíduo cause prejuízos para a coletividade.

    Manifesta-se através de atos normativos concretos e específicos, por meio de:

    -atos normativos e de alcance geral: através da lei constituem-se as limitações administrativas ao exercício dos direitos e das atividades individuais. Pode se dar por Decretos, Resoluções, Portarias, Instruções;

    -atos administrativos e operações materiais de aplicação da lei ao caso concreto, incluindo medidas repressivas e medidas preventivas, ambas com intuito de coagir o infrator a cumprir a lei.

    O poder de polícia administrativa protege, assim, valores como: “(a) de segurança pública; b) de ordem pública; c) de tranqüilidade pública; d) de higiene e saúde públicas; e) estéticos e artísticos; f) históricos e paisagísticos; g) riquezas naturais; h) de moralidade pública; i) economia popular”[4]. Todas elas encontrando-se no mesmo nível de importância para a Administração.

    fonte:http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=8930

    bons estudos

    a luta continua


  • PODER DE POLICIA ADM.------------> " A PRIORI"------------------- " PREVENTIVO"-------- " INCIDE SOBRE BENS E DIREITOS"

    PODER DE POLICIA JUDICIARIA---> " A POSTERIORI"----------- " RESTRITIVO"---------" INCIDE SOBRE PESSOAS"

    *** Fiz a questão levando em consideração essas caracteristicas.

    A meu ver licença nao é pessoa..kkk

    GAB---> D

  • Poder de polícia é justamente a polícia administrativa (diferente da polícia judiciária). 

  • Questão boa que só doce de leite.kk

  • A polícia administrativa incide sobre bens, direitos e atividades, ao passo que, a polícia judiciária atua sobre as pessoas, individualmente ou indiscriminadamente. Porém, ambas exercem função administrativa, ou seja, atividade que buscam o interesse público.

    A polícia administrativa é exercida por órgãos administrativos de caráter fiscalizador, já a polícia judiciária, em razão de preparar a atuação da função jurisdicional penal, é exercida pela polícia civil ou militar.

  • LETRA D

     

    → A polícia administrativa é BAD e atua em :

    Bens

    Atividades

    Direitos

  •                                                                                                       CUIDADO GALERA!
    O Poder de Polícia Administrativa  atua em situações que é possível a prevenção , entretanto, poderá atuar tanto preventivamente como de forma repressiva!  PORÉM  a atuação da Policia Administrativa tem a finalidade de EVITAR E IMPEDIR comportamentos
    dos indivíduos que possam causar prejuízos para a sociedade!

    AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE POLICIA ADM E JUD-->
    P.A: a) é regida pelas normas do Direito Administrativo       X    P.JD: a) regulamentada pelas normas do Direito Penal e Processual Penal.
    b) A atividade é executada pelos órgãos  e agentes públicos              b) por orgs especializadas no combate/represão criminosa(PM..)
    c) penalidades recaem em bens e serviços                                       c) recaem sobre pessoas
     

    RESUMINDO: para alguns doutrinadores,a linha de diferenciação está na ocorrência ou não de ilícito penal (ilicito penal praticado é judiciaria)

  • GABARITO: D

    Poder de Polícia é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais, em beneficio da coletividade ou do próprio Estado.


ID
1398430
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere:

I. pode ser vinculado;

II. não admite condutas repressivas;

III. é ilimitado, pois, do contrário, não geraria força cogente sobre os administrados.

No que concerne ao poder de polícia, está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Quando que o Poder de Polícia pode ser vinculado?

  • Na aplicação de uma multa de trânsito, colega, por exemplo. Ao verificar uma infração o agente fica vinculado a atuar de modo a aplicar a sanção.


  • I. pode ser vinculado, Certo: Haverá certos momentos em que a lei determinará todos as ações.

    II. não admite condutas repressivas, errado: quando o agente de trânsito confisca o carro é medida repressiva.

    III. é ilimitado, pois, do contrário, não geraria força cogente sobre os administrados, errado: a razoabilidade e a proporcionalidade limitam a atuação.

  • O poder de polícia, quando executado regularmente, apresenta as seguintes características:

    Discricionariedade: a Administração Pública tem a liberdade de estabelecer, de acordo com sua conveniência e oportunidade, quais serão as limitações impostas ao exercício dos direitos individuais e as sanções aplicáveis nesses casos. Também tem a liberdade de fixar as condições para o exercício de determinado direito. Porém, a partir do momento em que foram fixadas essas condições, limites e sanções, a Administração obriga-se a cumpri-las, sendo seus atos vinculados. Por exemplo: é discricionária a fixação do limite de velocidade nas vias públicas, mas é vinculada a imposição de sanções àqueles que descumprirem os limites fixados

    Coercibilidade: os atos do poder de polícia podem ser impostos aos particulares, mesmo que, para isso, seja necessário o uso de força para cumpri-los. Esse atributo é limitado pelo princípio da proporcionalidade.

    Fonte: LFG

  • Licença é vinculada. 

    Autorização discricionária

    ambos poder de polícia. 


  • Exemplo para responder a questão:

    Um agente do DETRAN está comandando uma blitz. Ele, aleatoriamente, pede que um carro encoste a fim de checar a documentação exigida. (Discricionariedade)

    Caso constate que o condutor se encontre sem CNH, ele passa a ser vinculado à lei, não tendo liberdade de ação, o levando a aplicar a penalidade cabível. Assim, gabarito letra "A"

  • ---->O PODER DE POLICIA PODE SER VINCULADO, quando a lei o mandar E PODE SER DISCRICIONÁRIO quando houver o Mérito Adm. ( Oportunidade e Conveniencia )


    ---> ADMITE SIM, PARA TANTO O PODER DE POLICIA ADM. E JUDICIARIO PODEM CONTER CARATER REPRESSIVO.


    ---> NÃO É ILIMITADO... quando a banca coloca algo em absoluto em direito, é sinal de erro. O FIM É A PROTEÇÃO DO INTERESSE PÚBLICO, isso não quer dizer q tem poderes ilimitados. 


    GABARITO--> A


  • Se não houvesse limites, não haveria distinção entre exercício legítimo de poder e arbitrariedade.

  • Saliente-se que o poder de polícia administrativa age também de forma repressiva (ex: som alto demais, chama a SUDEMA) como a polícia judiciária (ex:  acontece crime, chama a PM), em que pese distinguir-se desta.

  • Se fosse ilimitado ensejaria dizer que o agente detentor do poder de polícia poderia atuar fora dos limites legais, e isso é vedado pela Constituição. Pois só pode fazer o que a lei permite.

  • I. CORRETO - PODE ser vinculado; AS FAMOSAS LICENÇAS ADMINISTRATIVAS (LICENÇA PARA DIRIGIR).

    II. ERRADO - não admite condutas repressivas; O ATRIBUTO DA AUTOEXECUTORIEDADE NADA MAIS É QUE FORMA REPRESSIVA.

    III. ERRADO - é ilimitado, pois, do contrário, não geraria força cogente sobre os administrados. EMBORA HAJA SUPREMACIA, É LIMITADO PELA INDISPONIBILIDADE.




    GABARITO ''A''
  • Ilimitada é o meu azar, as provas que eu faço não caem questões fáceis assim. 

  • Nem a vida é ilimitada

  • E quando a pessoa lê limitado no lugar de ilimitado e se pergunta... O que? Isso é cansaço ou loucura?

     

    A

  • se fosse ilimitado geraria abuso de poder.

  • NÃO admite condutas repressivas e é ILIMITADO?  Questão praticamente de graça em 2013 hoje 2018 com a new FCC é raridade!

  • Vc que pensa que é raridade esse tipo de questão... fora que, no cansaço da prova, muito detalhe passa batido!


ID
1398433
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A conservação dos equipamentos e a melhoria e expansão dos serviços públicos referem-se ao princípio da

Alternativas
Comentários
  •  Lei 8987/95 -  art. 6º, §2º:

    "A atualidade compreende a modernidade das técnicas, do equipamento e das instalações e a sua conservação, bem como a melhoria e expansão do serviço."


    Boa Sorte! 

  • Curiosidade:  MODICIDADE


    É a qualidade de ser módico, vocábulo advindo do latim "modicu", que pode ter entre outros significados, os de: pouco, excasso, cujo valor é baixo, proporcionado, moderado, que está na medida certa (Houaiss e Villar, 2001).

    Defini-se também modicidae como preços razoáveis, ao alcance dos usuários (Mukai, 1998), compatíveis com as suas condições financeiras (Faria, 2000), de modo a não onerar excessivamente (Bandeira de Mello, 2001).



  • Princípio da continuidade: a prestação do serviço público não pode sofrer interrupção, devendo ser promovida de forma contínua e intermitente.


    Princípio da atualidade:de acordo com o estado da técnica, ou seja, de acordo com as técnicas mais atuais.

     Lei 8.987, art. 6º, § 2oA atualidade compreende a modernidade das técnicas, do equipamento e das instalações e a sua conservação, bem como a melhoria e expansão do serviço.


    Princípio da modicidade:o valor exigido do usuário a título de remuneração pelo uso do serviço deve ser o menor possível, reduzindo-se ao estritamente necessário para remunerar o prestador com acréscimo de pequena margem de lucro.

    Princípio da cortesia:o serviço e as informações de interesse do usuário devem ser prestados com polidez e educação (urbanidade).

  • GABARITO: Letra "B"

    Princípio da regularidade: manutenção da qualidade do serviço.

    Princípio da eficiência: quanto aos meios e resultados

    Princípio da generalidade: o serviço público deve ser prestado erga omnes .

    Princípio da atualidade: de acordo com o estado da técnica, ou seja, de acordo com as técnicas mais atuais.

    Princípio da segurança: o serviço público não pode colocar em risco a vida dos administrados, os administrados não podem ter sua segurança comprometida pelos serviços públicos.

    Princípio da modicidade: serviço público deve se prestado da forma mais barata possível, de acordo com a tarifa mínima.

    Princípio da cortesia: os serviços públicos devem ser prestados com polidez e educação (urbanidade).
  • Gabarito:B

    Principais Dicas de Serviços Públicos :

    • São serviços essenciais fornecidos a sociedade através do 1º setor (governo) de maneira direta ou indireta.
    • É uma atividade legal que deve abranger a todos.
    • É embasada em princípios: mocidade (barateza), cortesia (educação), eficiência, modernização e o principal - continuidade, os serviços públicos não podem parar, EXCETO em alguma situação de emergência ou por meio de um aviso prévio (ordem técnica ou inadimplemento, este que seria a falta de pagamento do serviço. Entretanto, existem exceções para este: danos irreversíveis ao usuário ou PJ de direito público (município por exemplo).
    • Podem ser UTI singuli (lembra da palavra UTI mesmo, isto é, são serviços específicos não delegados e pagos por meio de taxas por um usuário. Ex: conta de luz e água da tua casa) e UTI universi (Lembra da palavra UTI mesmo, isto é, serviços gerais podendo ser delegados e pagos por impostos pela população. Ex: Coleta de lixo, calçamento etc)

     

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ID
1398436
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere:

I. Os atos administrativos discricionários não comportam controle judicial, haja vista a necessidade de respeito à atuação administrativa discricionária, pautada por razões de conveniência e oportunidade.

II. A discricionariedade ocorre, dentre outras hipóteses, quando a lei é omissa, porque não lhe é possível prever todas as situações supervenientes ao momento de sua promulgação, hipótese em que a autoridade deverá decidir conforme os princípios extraídos do ordenamento jurídico.

III. Arbitrariedade não se confunde com discricionariedade; naquela, a Administração ultrapassa os limites traçados pela lei, passando a atuar contrariamente à lei.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • É que, com a positivação dos princípios administrativos, aspectos que antes eram pertinentes ao mérito, agora dizem respeito à juridicidade do ato. Permite-se ao julgador examinar o ato à luz dos princípios não só da legalidade, mas também da impessoalidade, da igualdade, da eficiência, da publicidade, da moralidade, da razoabilidade, da proporcionalidade.

    Amplia-se, portanto, a possibilidade de controle judicial da administração, na medida em que se permite ao julgador examinar aspectos antes impenetráveis do ato administrativo.

    (Fonte:http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9544&revista_caderno=4)

  • Apenas comentando a assertiva errada:

    I. Os atos administrativos discricionários não comportam controle judicial, haja vista a necessidade de respeito à atuação administrativa discricionária, pautada por razões de conveniência e oportunidade.

    O ato administrativo discricionário poderá ser controlado pelo judiciário se houver ilegalidade. O poder judiciário não poderá julgar quanto ao mérito de conveniência e oportunidade do ato praticado pela administração pública.



  • Não considerei a II correta porque o princípio da legalidade diz que a Administração só pode fazer aquilo que a lei determina, não como o particular que pode fazer o que a lei não proíbe ou não se manifesta. Penso que quem decide alguma questão quando a lei é omissa, através dos princípios administrativos, é o judiciário, não o administrador. Essa assertiva traz conhecimento novo, ou está equivocada?

  • Vicente Ferreira, este é o entendimento de Hely Lopes Meirelles.

  • Obrigado Caio. Então há, nesse ponto, uma divergência entre a lei e a doutrina?

  • I. Os atos administrativos discricionários não comportam controle judicial, haja vista a necessidade de respeito à atuação administrativa discricionária, pautada por razões de conveniência e oportunidade.(  os atos administrativos comportam sim controle judicial, quando este em sua função atípca como administrador para revogação e típica para anulação)

    II. A discricionariedade ocorre, dentre outras hipóteses, quando a lei é omissa, porque não lhe é possível prever todas as situações supervenientes ao momento de sua promulgação, hipótese em que a autoridade deverá decidir conforme os princípios extraídos do ordenamento jurídico.
    ( a discricionariedade decorre da margem de interpretação dentro da lei)

    III. Arbitrariedade não se confunde com discricionariedade; naquela, a Administração ultrapassa os limites traçados pela lei, passando a atuar contrariamente à lei. ( correto, a arbitrariedade nao se confunde com discricionariedade uma vez que a discricionáriedade é pautada na lei enquanto a primeira foge )

  • para mim nao poderia haver essa abertura para principios pois a adm publica deveria seguir apenas o que esta escrito na lei, com base na legalidade.

    os particulares podem fazer o que nao é proibido 

    a adm publica faz o que é permitido apenas

    e em caso de omissão é usado os principios ?

    alguem me explica?

  • Não concordo com o item II, pois o Ato Discricionário não é para atuar na omissão da lei e sim dentro de uma margem deixada pela lei. Será que estou errado! Alguém pode me ajudar?

  • cuidado!!! 

    da discricionariedade: a FCC ja vem trabalhando a bastante tempo com essa ideia do enunciado da questao.

    olha outra questao doTRE tocantins 2011:

    43.Sobre poder disciplinar é correto afirmar:

    a. existe discricionariedade quanto a certas infraçoes que a lei nao define,como ocorre, por exemplo, com o "procedimento irregular" e a "ineficiencia do serviço", puniveis com pena de demissao.(certa)

  • II. A discricionariedade ocorre, dentre outras hipóteses, quando a lei é omissa, porque não lhe é possível prever todas as situações supervenientes ao momento de sua promulgação, hipótese em que a autoridade deverá decidir conforme os princípios extraídos do ordenamento jurídico. 
    A questão está corretíssima por conta do termo "dentre outras hipóteses", a banca não limitou a questão, e sim, exemplificou uma das hipóteses.



  • A II está errada, não é possível! Como que a adm pública vai agir sendo a lei silente? IMPOSSÍVEL!
    A banca claramente quis dizer uma coisa e disse outra e acabou havendo uma ofensa CLARA ao princípio da LEGALIDADE! A questão deveria ser anulada!

  • Julguemos as afirmativas: 

    I- Errado: todos os atos administrativos, inclusive os discricionários, são passíveis de controle jurisdicional, bastando, para tanto, que lesionem ou ameacem direitos (art. 5º, XXXV, CF/88), cabendo ao Poder Judiciário, por exemplo, verificar se o agente competente manteve-se adstrito aos limites de sua discricionariedade, ou se, ao revés, descambou para o campo da ilegalidade.  

    II- Certo: poder-se-ia questionar o acerto desta afirmativa, ao fundamento de que, se a lei é omissa, não cabe à Administração praticar qualquer ato administrativo, sob pena de malferir o princípio da legalidade. No entanto, é preciso lembrar que o cumprimento do princípio da legalidade implica a observância do ordenamento jurídico como um todo, no que se incluem, é claro, os princípios que informam a Administração Pública. Assim sendo, se houver aparente omissão na lei de regência da matéria, mas a hipótese fática puder ser solucionada com apoio no que estabelecem os princípios aplicáveis à Administração, estará o Poder Público autorizado, sim, a agir, à luz de seu poder discricionário, adotando-se a providência que melhor atender ao interesse público, e sem que, com isso, tenha-se incorrido em violação ao princípio da legalidade, em sua acepção mais ampla.  

    III- Certo: sem quaisquer dúvidas, correta a assertiva, porquanto a arbitrariedade se verifica exatamente quando o agente público ultrapassa os limites definidos em lei, descambando, assim, para o terreno da ilegalidade.
     

    Resposta: C
  • Eu tinha ficado em dúvida se a assertiva I estava certa ou não, mas com a explanação dos colegas consegui entender que:

    Controle Judicial, todo ato pode sofrer. O judiciário sempre terá o poder de anular um ato ilegal, sendo ele discricionário ou vinculado.

    O que o Judiciário não pode fazer é exercer a função da Administração Pública quanto a avaliação de conveniência e oportunidade de um ato discricionário.

    Por isso a assertiva I está errada. E eu não sei fui eu que não prestei tanta atenção, mas parece ter havido uma pegadinha do malandro, aí.

  • O ITEM II ESTÁ LINDO LINDO LINDO. HERMENEUTICAMENTE CORRETO.

  • Essa II vai de encontro a tudo que já li sobre a atuação da Administração Pública. E o Princípio da Legalidade, onde fica nessa questão? 


  • O item II está correto, haja vista que o legislador, ao ser omisso, está deixando a margem de atuação livre (nos limites da lei) para o agente público responsável pela prática do ato. Quando se diz que é na OMISSÃO, está se referindo à hipótese de brecha no próprio dispositivo legal, e não a uma lacuna integral da lei, até porque o gestor público só pode fazer o que a lei manda ou autoriza. Assim, urge uma postura para colmatar essa brecha proposital a depender da exigência de cada situação dentro da Administração Pública. 

  • Confesso que me perdi nessa.

    I) o judiciário pode controlar os atos administrativos discricionário, desde que seja sob a legalidade do ato, ou seja, essa não se confunde com atuação do mérito administrativo, a qual somente a administração revogará seus atos, sendo o judiciário não entrando nesta competência do Excutivo, por exemplo. ERRADO

    II)OS ATOS DISCRISCIONÁRIOS são aqueles que a administração pode praticar com certa liberdade de escolha, nos termos e limites da lei, quanto ao seu conteúdo, seu modo de realização, sua oportunidade e sua conveniência. 

    QUE DOUTRINA E ESSA DA FCC??? LACUNA NA LEI?? 

    III)arbitrariamente = ato contrário à lei, ou não previsto em lei; discricionariedade =existe lei e a prática é dentro dos limites da mesma. CERTO

  • Gente, quanto a assertiva I, está errada. É uma pegadinha! Os atos discricionários sofrem, sim, controle judicial, quando forem ilegais. Ou só porque são discricionários não podem ser ilegais? Claro que podem! Isso quando ferirem os preceitos e princípios definidos em lei, quando não forem praticados com a observância, por exemplo, do interesse público e sim, do interesse próprio do agente.

    O que o Judiciário não faz é avaliar a oportunidade e conveniência. Dizendo se o ato é oportuno ou conveniente. O Judiciário não se mete no mérito do ato administrativo - que é a oportunidade e conveniência - mas se ato é ilegal, ele se mete, sim! 

  • II. A discricionariedade ocorre, dentre outras hipóteses, quando a lei é omissa, porque não lhe é possível prever todas as situações supervenientes ao momento de sua promulgação, hipótese em que a autoridade deverá decidir conforme os princípios extraídos do ordenamento jurídico. 

  • Assim, estou confusa. pq a discricionaridade sempre acontece com base na lei. e no livro Direito Adm descomplicado eu procurei e achei falando de duas hipóteses de discricionariedade. Existe discricionariedade pela doutrina MAJORITARIA quando a lei expressamente dá a adm a liberdade e quando a lei emprega conceitos jurídicos indeterminados!  Mas não fala em OMISSÃO DA LEI.  De modo que eu ainda ñ concordo com a opção II.

  • Outra coisa alguma outra banca também adota esse posicionamento?

  • Julguemos as afirmativas: 

    I- Errado: todos os atos administrativos, inclusive os discricionários, são passíveis de controle jurisdicional, bastando, para tanto, que lesionem ou ameacem direitos (art. 5º, XXXV, CF/88), cabendo ao Poder Judiciário, por exemplo, verificar se o agente competente manteve-se adstrito aos limites de sua discricionariedade, ou se, ao revés, descambou para o campo da ilegalidade.  

    II- Certo: poder-se-ia questionar o acerto desta afirmativa, ao fundamento de que, se a lei é omissa, não cabe à Administração praticar qualquer ato administrativo, sob pena de malferir o princípio da legalidade. No entanto, é preciso lembrar que o cumprimento do princípio da legalidade implica a observância do ordenamento jurídico como um todo, no que se incluem, é claro, os princípios que informam a Administração Pública. Assim sendo, se houver aparente omissão na lei de regência da matéria, mas a hipótese fática puder ser solucionada com apoio no que estabelecem os princípios aplicáveis à Administração, estará o Poder Público autorizado, sim, a agir, à luz de seu poder discricionário, adotando-se a providência que melhor atender ao interesse público, e sem que, com isso, tenha-se incorrido em violação ao princípio da legalidade, em sua acepção mais ampla.  

    III- Certo: sem quaisquer dúvidas, correta a assertiva, porquanto a arbitrariedade se verifica exatamente quando o agente público ultrapassa os limites definidos em lei, descambando, assim, para o terreno da ilegalidade.
     

    Resposta: C

    Fonte: Juiz Federal Rafael Pereira


  • E o princípio da Legalidade foi pro beleléu nessa questão! Sei não hein!

  • Quando você acredita que está entendendo atos administrativos, vem a assertiva II. Chorei! Pelo menos é mais uma que aprendi. O único problema vai ser filtrar os limites dessa "omissão" (que deveria ser a previsão legal e não a ausência dela). Preocupado estou!


    Bons estudos.
  • assim fica dificil!!!!!

  • Analisados os comentários, convenço-me de que a realmente a FCC andou bem na elaboração da questão, mas confesso que procurei em umas das alternativas: "I e III".


    Pedras no meio do caminho? junto todas, pois um dia irei construir um castelo!

  • Gente do céu, vocês estão procurando cabelo em casca de ovo!

    Pensem: a discricionariedade, quando existente, recai sobre apenas dois requisitos do ato administrativo: motivo e objeto. Logo, a omissão da lei seria somente em relação a esses dois elementos e não sobre todo o ato praticado, já que os demais requisitos são sempre vinculados e, portanto, estarão expressos na lei.  Sendo assim, não há prejuízo ao princípio da legalidade, há apenas juízo de conveniência e oportunidade sobre os requisitos que podem ficar a cargo da discricionariedade.
  • A assertiva II foi infeliz ao dizer que na omissão da Lei....Nem terminei de ler e marquei apenas III como correta. É  a primeira vez que vejo uma questão de ato afirmar tal coisa e considerar certo. Independentemente dos princípios aplicáveis, nunca ouvi e li que na omissão de Lei poderá o ato ser aplicado APENAS e EXCLUSIVAMENTE  com a observância nos princípios..Vivendo e aprendendo entendimento de banca. Até onde sei, a Adm. Pública só pode fazer o que diz a  LEI.

  • Realmente não vislumbrei qualquer erro na questão. Questão de nível fácil-médio.

    I

  • Acertei a questão, mas não acho correto desmerecê-la, devemos lembrar que nem todos os que acessam esse site estão estudando há tempos e quando você está no começo dos estudos, tenho certeza que não gosta que desmereçam um assunto ao supor fácil algo que você não acertou!!!!

  • Discricionariedade é a margem de liberdade exercida dentro dos limites legais, já que a atuação da Administração Pública é totalmente pautada na legalidade!

  • Mas que viagem esse item II.

    Sabe-se que a doutrina minoritária entende que em determinadas situações a discricionariedade é traçada por conceitos vagos e indeterminados do dispositivo legal, mas eu não consigo relacionar conceitos subjetivos da lei com omissão. 
  • Vamos pensar o seguinte, caros colegas: "quando a lei é omissa" quer transmitir uma ideia de omissão parcial e não de ausência. Percebe-se que logo após ela explica o porquê que ela é omissa, "porque não lhe é possível prever todas as situações supervenientes ao momento de sua promulgação..."

    É um pouco complicado julgar esse tipo de questão, por isso vamos ler várias vezes e entender como a banca cobra determinado assunto, pois só assim seremos aprovados.

  • Ao meu ver, quando a questão explicita que a Adminitração ultrapassou os limites da Lei e ainda de forma a contrariá-la, o ato é ilegal e não arbitrário. 

  • Pessoal:

    Se não há previsão da causa do ATO em Lei, o administrador agirá com Discricionariedade , mas DENTRO da razoabilidade.
    Se há previsão na Lei, se há um Limite pela Lei para a prática de atos, e o Administrador age Fora desse limite, ele não está atuando conforme a Lei, está atuando FORA dos Limites, de forma arbitrária: Arbitrariedade!

    [________lei__________]                                                [___________lei____________]
         /ato discricionário/                               /ato arbitrário/                                                        /ato arbitrário/    

    Ato Discricionário = Dentro dos Limites da Lei.
    Ato Arbitrário = Fora dos Limites da Leis.

  • Sobre o intem II

    Sempre que a lei não se encaixar ao fato ou for omissa, a administração pública poderá escolher o que é mais conveniente, oportunidade e conveniência dos atos administrativos.

  • Nem sei se posso considerar que aprendi algo novo com a II, na medida em que a banca pode mudar o entendimento numa próxima questão.
  • Salve Pessoal !!! Olhem essa questão   Q232117

    O ato discricionário :

    a) é aquele editado pela Administração Pública quando inexiste lei disciplinando a matéria. ERRADA NA QUESTÃO

    e ) é aquele que envolve a opção legítima feita pelo administrador, nos limites em que ela é assegurada pela lei. CORRETA

    Ora, se é o ato que envolve a opção LEGITIMA nos limites da lei, como ele pode ocorrer na omissão da lei ? É o que a assertiva E nessa questao Q232117 fala.

    Eu realmente nao consegui ver diferença nessas questões uma vez que na alternativa A, ao meu ver, ele dá ,nessa questão, como errada uma alternativa que nessa questão ACIMA Q466143 ele traz como correta.

    Se alguem puder explicar a diferença entre as assertivas eu agradeço, muito obrigado !

  • O que dói é saber que a banca é ABSOLUTA, se ela indeferir o recurso contra o gabarito não há o que se fazer.

  • Pedro Sabino, eu também fiquei indignada com a questão, pois errei esta, porém, ao ler melhor o enunciado no item II, ele fala que a discricionaridade ocorre, dentre outras hipóteses, quando a Lei é omissa, o que não é o mesmo que dizer que inexiste Lei, pois o fato de a Lei ser omissa não significa que não há Lei. Pelo menos foi isso o que entendi, não sei se ajuda.

  • Atos discricionários estão sujeitos a amplo controle de legalidade perante o judiciário. Ao juiz é proibido somente revisar o mérito do ato discricionário.

     

    Ato discricionário não se confunde com o ato arbitrário. Arbitrário é o ato praticado fora dos padrões da legalidade, exorbitando os limites de competência definidos pela lei. O ato discricionário, ao contrário, é exercido dentro dos limites da legalidade.

     

    Mazza.

  • Sem chororô, GABARITO LETRA C. Avante concurseiro! Rumo ao Serviço público!

  • A banca adotou o entendimento da autora Maria Sylvia Zanella Di Pietro (Direito Administrativo - 27. ed.- São Paulo: Atlas, 2014, p. 222):

     

    "A fonte da discricionariedade é a própria lei; aquela só existe nos espaços deixados por esta. Nesses espaços, a atuação livre da Administração é previamente legitimada pelo legislador. Normalmente essa discricionariedade existe:

     

    a)  quando a lei expressamente a confere à Administração, como ocorre no caso da norma que permite a remoção ex officio do funcionário, a critério da Administração, para atender à conveniência do serviço;

     

    b)  quando a lei é omissa, porque não lhe é possível prever todas as situa­ ções supervenientes ao momento de sua promulgação, hipótese em que a autoridade deverá decidir de acordo com princípios extraídos do ordenamento jurídico;

     

    c)  quando a lei prevê determinada competência, mas não estabelece a conduta a ser adotada; exemplos dessa hipótese encontram-se em matéria de poder de polícia, em que é impossível à lei traçar todas as condutas possíveis diante de lesão ou ameaça de lesão à vida, à segu­ rança pública, à saúde.

     

    É amplo o âmbito de atuação discricionária da Administração Pública. Só que a discricionariedade nunca é total, já que alguns aspectos são sempre vinculados à lei."

  • Gente, muito cuidado na hora da leitura da questão!!

    I - ERRADA. Os atos administrativos discricionários comportam sim controle judicial. O que não cabe é o poder judiciário analisar o ato sob aspectos de conveniência e oportunidade, restringindo-se apenas aos aspectos de legalidade do ato administrativo discricionário. Exemplo: se ele não está abusivo ou se ele exorbita da margem de escolha prevista em lei.

    II. CORRETA. A discricionariedade ocorre, DENTRE OUTRAS HIPÓTESES, quando a lei é omissa, (...). A discricionariedade não é só decorrente de uma margem de escolha definida em lei, por exemplo. Mas decorrente também de omissão da lei, hipótese em que se deve decidir com base em princípios previstos no ordenamento jurídico.

    III. CORRETA Arbitrariedade não se confunde com discricionariedade; naquela, a Administração ultrapassa os limites traçados pela lei, passando a atuar contrariamente à lei. É exatamente o que transcorre no item.

  • "...quando a lei é omissa, porque não lhe é possível prever todas as situações..."

    Acho que muita gente acho errada essa questão, porque no direito ADM a ausência da lei significa não fazer. Porém, o que ela quis trazer foram situações onde é necessário o bom senso do agente, ficando a cargo da discricionariedade.

  • ''princípios'' me pegou kkkkkk...anotado, não erro mais!


ID
1398439
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com relação ao ato administrativo, considere as seguintes assertivas:



I. O objeto e o motivo do ato administrativo, em determinadas hipóteses, podem ser discricionários.



II. A revogação do ato administrativo, quando feita pelo Judiciário, produz efeitos ex tunc.



III. A convalidação consiste em modalidade de extinção do ato administrativo, por conter vício insanável.



Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • I. O objeto e o motivo do ato administrativo, em determinadas hipóteses, podem ser discricionários.

    Certo

    II. A revogação do ato administrativo, quando feita pelA ADMINISTRAÇÃO, produz efeitos ex Nunc.

    Corrigida.

    III. A ANULAÇÃO consiste em modalidade de extinção do ato administrativo, por conter vício insanável.

    Corrigida.

  • O erro do item II consiste em dizer que "A revogação" ... , pois o judiciário não revoga, anula. Estou certo ou o erro é outro?

  •      REVOGAÇÃO: Só pode ser efetuada pela administração.

         ANULAÇÃO: Pela administração e pelo judiciário ( se provocado)

  • Teríamos que ter cuidado com o item II pois o Judiciário poderá sim revogar atos administrativos, desde que tenham sido emitidos por ele próprio. No item II tínhamos que deduzir que o ato foi praticado pelo Executivo.

  • Wildson, 

    Revogação é efeito ex nunc. Para frente.

    Anulação - ex tunc, retroage.

    Este é o erro do item II.

  • QM poderia dar exemplo do item I ?

  • Nobre José, os atos vinculados possuem apenas elementos (competência/forma/motivo/objeto e finalidade) vinculados. Agora, caso o ato seja discricionário, alguns de seus elementos são vinculados (competência/forma/finalidade) e outros discricionários (MOTIVO e OBJETO) que podem ser expressos em lei ou deixados a escolha do administrador. É o que a doutrina chama de MÉRITO ADM.

  • Cuidado Rafael, só a Administração pode revogar os próprios atos. O Poder judiciário não pode revogar os atos do Poder Executivo, mas pode revogar seus próprios atos quando atua na função atípica de administrar. Tal preceito decorre do poder de Autotutela! o erro o item 2, a meu ver, consiste no efeito causado pela revogação, uma vez que a questão não determina de quem era o ato administrativo. 

  • III - Convalidação consiste na correção com efeitos retroativos do ato administrativos. Portador de efeito sanável de legalidade.

  • Para quem, como eu, não é assinante: GABARITO: A

  • pessoal , sou de maceió e gostaria de saber de quem assina esse site se ele  realmente ele é bom.   rommeocarnauba@live.com. gostaria tb de formar grupos de estudos.

  • LETRA A

    macete : Ex Tunc -  bate na Testa ( vai para Trás , retroage )

                    Ex Nunc - bate na Nuca  ( vai para frente )


    QUAL O TAMANHO DO SEU APETITE PARA O SUCESSO? CONTINUE DIRECIONADO , CONTINUE COM FOME!

  • Nos atos discricionários, motivo e objeto são discricionários.

    Nos atos vinculados, motivo e objeto são vinculados.
  • Cuidado, Felipe Rodrigues. Isto não é absoluto. Admitem-se casos em que o Judiciário pode revogar atos administrativos! FCC não costuma cobrar isso, mas a ESAF tiram muitos nesse tipo de questão..

  • Questão passível de anulação, devido a seu item II.

  • É engraçado esse pessoal que não admite errar HAUEhAUEhAUehauehauHu

    fica mais engraçado ainda quando eles falam:

    "Questão passível de anulação"   kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Ex Nunc - Não retroage

  • Ex- tunc =EX TRAZ

  • O motivo pode ser discricionário quando a lei não o define, mas dá competência para tal.

  • FORMAS DE EXTINÇÃO DO ATO SÃO : 

     

    REVOGAÇÃO 

    ANULAÇÃO

     

    CONVALIDAR não é extinguir o ato.. pois ele continua VIVO... na verdade , quando se convalida, se concerta... tira o vício e o faz "SÃO". Quando se convalida um ato administrativo, se MEXE em apenas na  FORMA  ou na COMPETÊNCIA... se o vício estiver no OBJETO, FINALIDADE OU NO MOTIVO, não é possível SANAR. 

  • Só serão VINCULADOS: "seu FICOFÓ"

    FInalidade - COmpetência - FOrma

  • GABARITO ITEM A

     

    RESUMO MEU...

     

    CONVALIDAÇÃO :

    -VÍCIO SANÁVEL:

     COMPETÊNCIA( NÃO EXCLUSIVA)

     FORMA(NÃO ESSENCIAL)

    -EFEITO EX-TUNC (O MESMO EFEITO DA ANULAÇÃO)

  • Para convalidar tem que ter FOCO: vício na Forma ou competência.

    Nos atos vinculados, todos os elementos/requisitos (COM FI FO MO OB) do ato administrativo serão vinculados.

    Nos atos discricionários, os elementos COMpetência, FInalidade e FOrma serão vinculados, mas o MOtivo e o OBjeto serão discricionários.

    Resumo: Em todos os atos administrativos, vinculados e discricionários, os elementos COM FI FO serão vinculados.

  • Complementando...

    VINCULADO: Forma, Finalidade, Competência.

    DISCRICIONÁRIO: Motivo e Objeto.

    ------------------------------------------------------------------------------------------

    Quem pode REVOGAR ato administrativo? SOMENTE a ADMINISTRAÇÃO. (EX NUNC - NÃO retroage)

    Quem pode ANULAR ato administrativo? Tanto a ADMINISTRAÇÃO quanto o JUDICIÁRIO. (EX TUNC - retroage)

    CONVALIDAÇÃO/SANEAMENTO - É o ato pelo qual é suprido o vício existente em um ato ilegal, com efeitos retroativos à data em que foi praticado (EX TUNC - retroage). Ela é feita, em regra, pela Administração, mas poderá ser feita pelo administrado.

    Gabarito: A

  • Falou em discricionariedade, lembre-se daquele carro da FIAT:

    O MObi

    Motivo
    Objeto

  • I - CORRETA. FICAM DE FORA: COMPETÊNCIA, FINALIDADE E FORMA.

    II - ERRADA. REVOG - EFEITO - EX-NUNC (Não retroage).

    III - ERRADA - CONV - VÍCIO SANÁVEL.

     

    PORTANTO, GAB A.

  • Cuidado com o item II:

    Revogação, além de não ter o efeito ex-tunc, não pode serfeita pelo judiciário.

     

    -Judiciário não pode revogar

    -Revogação tem efeito ex-nunc e não ex-tunc

  • Assim como o motivo, o objeto pode ser vinculado ou discricionário.

     

    Exemplo de OBJETO VINCULADO: licença paternidade. No caso da licença paternidade prevista na Lei 8.112/1990,a duração é de cinco dias consecutivos. Não há margem de escolha, uma vez que o motivo (nascimento ou adoção de filhos) e o seu objeto (licença de cinco dias consecutivos) estão expressamente previstos em lei.

    Exemplo de OBJETO DISCRICIONÁRIO: Se uma lei determinar que a Administração poderá aplicar sanção ao administrado que infringir uma norma de construção, estabelecendo a possibilidade de aplicação de multa entre os valores de R$ 500,00 (quinhentos reais) até R$ 10.000,00 (dez mil reais), ou a aplicação de suspensão da obra. Caberá ao agente público, respeitando os princípios administrativos, decidir pela suspensão ou multa, inclusive quanto ao valor desta última. Nesse caso, o objeto foi discricionário.

     

    Exemplo de MOTIVO VINCULADO: a lei descreve, de forma completa e objetiva, a situação de fato, que, uma vez ocorrida no mundo real, determina obrigatoriamente prática de ato administrativo cujo conteúdo deverá ser o exatamente previsto em lei.

    Exemplo de MOTIVO DISCRICIONÁRIO: Autorização. Por exemplo, a Lei 8.112/1990 estabelece que, a critério da Administração, poderão ser concedidas ao servidor ocupante de cargo efetivo, desde que não esteja em estágio probatório, licenças para o trato de assuntos particulares pelo prazo de até três anos consecutivos, sem remuneração (art. 91). Caso o agente público apresente o requerimento solicitando a licença (motivo), a autoridade fará a análise de conveniência e oportunidade, concedendo ou não a licença.

    Fonte: Estratégia Concursos

  • Somente a Administração Pública pode REVOGAR ato administrativo válido.

    De outro modo, tanto a Administração Pública quanto o Poder Judiciário podem ANULAR ato administrativo inválido.

     

    Revogação ---> efeito ex nunc

    Anulação ---> efeito ex tunc

    Convalidação ---> efeito ex tunc


ID
1398442
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O efeito jurídico imediato que o ato administrativo produz é

Alternativas
Comentários
  • Dentre os elementos do ato, o objeto é o ato perfeito e acabado entregue a toda coletividade, ou seja, que produz o efeito jurídico imediato. Poderá ser vinculado ou discricionário.

  • Enquanto objeto é o efeito jurídico imediato que o ato produz (aquisição, transformação ou extinção de direitos) a finalidade é o efeito mediato. Distingue-se do motivo, porque este antecede a prática do ato, correspondendo aos fatos, às circunstâncias, que levam a Administração a praticar o ato.

    Fonte: Google.

  • O objeto é o efeito que o ato gera no mundo jurídico. É a consequência da prática do ato. O objeto deve ser lícito, possível, determinado ou determinável.

  • O objeto do ato administrativo identifica-se com o seu conteúdo, por meio do qual a administração se manifesta sua vontade, ou atesta simplesmente situações preexistente. Pode-se dizer que o objeto do ato administrativo é a própria alteração do mundo jurídico que o ato provoca, é o efeito jurídico imediato que o ato produz.

    Por exemplo: numa promoção o objeto é a promoção.

  • OBJETO OU CONTEUDO -------- EFEITO JURÍDICO IMEDIATO (é a transformação jurídica que o ato causa)

    FINALIDADE ---------------------- EFEITO JURÍDICO MEDIATO (é o que a administração busca com a pratica do ato)
    Exemplo: Tombamento, EFEITO IMEDIATO = Impor restrições ao direito de propriedade; EFEITO MEDIATO = Garantir o bem, por ser patrimônio histórico.
  • Objeto = efeito jurídico IMEdiato que o ato é capaz de produzir. Ex: no caso da licença para construir, o aval de poder construir é o objeto do ato administrativo (negocial). 

  • Objetivo = imediato ( vogal com vogal)     finalidade = mediato (consoante com consoante)

  • GABARITO: D

    Se ligue!

    *Efeito imediato - objeto


    É o ato em si, ou seja no caso da remoção o ato administrativo é o próprio instituto da remoção


    Ex.: Art 132 da lei 8112/90, o objeto é o próprio instituto da demissão que está prescrito em lei.



    *Causa imediata - motivo


    Ex.: CF art. 40, § 1º, II, a - Trata da aposentadoria por tempo de contribuição.



  • O professor Marcelo Sobral dá uma dica interessante:

    Passado - MOTIVO

    Presente (portanto imediato) -OBJETO

    Futuro (portanto mediato) - FINALIDADE


  • Gabarito: letra D


    O objeto é o efeito jurídico IMEDIATO que o ato produz.


    Fonte: Maria Silvia Zanella Di Pietro

  • Quem, o que, como, por que, para que... requisitos 

  • EFEITO JURÍDICO IMEDIATO: OBJETO;       CAUSA JURÍDICA IMEDIATA : MOTIVO;                 EFEITO JURÍDICO MEDIATO: FINALIDADE;
  • Aprendi de uma forma com o Marcelo Sobral que não esqueço e não erro mais:


    Passado = MOTIVO

    Presente = OBJETO

    Futuro = FINALIDADE 

  • Mediato = Finalidade

    Imediato = Objeto


    Vogal com vogal, consoante com consoante.


    Alternativa correta letra "d"

  • Macete: Rádio OI FM (Objeto - Imediato , Finalidade - Mediata)

  • LETRA D

     

    ---> Pode-se dizer que o objeto do ato administrativo é a própria alteração no mundo jurídico que o ato provoca, é o efeito jurídico imediato que o ato produz.

     

    Exemplo:  é objeto do ato de concessão de uma licença a própria concessão de licença

     

     

    Direito Administrativo Descomplicado

     

    ♥ ♥ ♥

  • Para solucionar a questão fiz o seguinte questionamento, por que existira aquele ato? qual a inteção imediata do mesmo? logo veio o "objeto" ao meu pensamento, pois é ele que deserá sobre as consequencias de imediado sendo "(aquisição, transformação ou extinção de direitos)"

  • Efeito jurídico do ato:

    MEDIATO-> finalidade

    IMEDIATO-> objeto

    CAUSA IMEDIATA do ato-> motivo

  • OBSERVAR A POSIÇÃO DA LETRA.

    ==============================================================

    DIVERSAS LETRAS ANTES DO O (COISAS FICARAM PARA TRÁS)

    LETRAS ANTES E DEPOIS DO E (COISAS AINDA ACONTECENDO)

    LETRAS ESCRITAS A FRENTE DO F (COISAS AINDA IRÃO ACONTECER)

    ==============================================================

    PASSADO          PRESENTE              FUTURO

      MOTIVO            OBJETO               FINALIDADE

     

     

  • GABARITO: D

    OBJETO: é o conteúdo do ato; é a própria alteração na ordem jurídica; é aquilo que o ato dispõe. Pode ser VINCULADO ou DISCRICIONÁRIO.

    ato vinculado - o objeto já está predeterminado na lei (Ex.: aposentadoria do servidor).

    ato discricionário - há uma margem de liberdade do Administrador para preencher o conteúdo do ato (Ex.: desapropriação – cabe ao Administrador escolher o bem, de acordo com os interesses da Administração).

    MOTIVO e OBJETO, nos chamados atos discricionários, caracterizam o que se denomina de MÉRITO ADMINISTRATIVO.

  • D

    o objeto do ato.

    Competência: Conjunto de poderes que a lei confere aos agentes públicos para que exerçam suas funções com eficiência e assim assegurem o interesse público. Nenhum ato será válido se não for executado por autoridade legalmente competente.

    Finalidade: É o objetivo que a administração pretende alcançar com a prática do ato administrativo, sendo aquela que a lei institui explícita ou implicitamente, não sendo cabível que o administrador a substitua por outra. 

    Forma: Em sentido amplo, a forma é o procedimento previsto em lei para a prática do ato administrativo.

    Motivo: É a situação de direito ou de fato que autoriza ou determina a realização do ato administrativo, podendo ser expresso em lei (atos vinculados) ou advir do critério do administrador (ato discricionário).

    Objeto ou conteúdo: É o efeito jurídico imediato que o ato deve produzir. Por exemplo, o ato administrativo de demissão produz o desligamento do servidor público.

    fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ato_administrativo

  • VOGAL + VOGAL = Objeto é fim Imediato

    CONSOANTE + CONSOANTE= Finalidade é fim Mediato .

    Muito tempo anotado isso no caderno, e só agora que vi cair... quem diria rsrsrs

    Abraços e até a posse!

  • Competência – pode ser convalidadodesde que a competência não seja exclusiva.

    Finalidade – não é possível convalidação

    Forma – pode ser convalidadodesde que a forma não seja essencial para a validade do ato.

    Motivo – não é possível convalidação

    Objeto – não é possível convalidação.

  • Rádio OI FM

    >>> Objeto: efeito Imediato

    >>> Finalidade: efeito Mediado


ID
1398445
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A teoria dos motivos determinantes

Alternativas
Comentários
  • LETRA B

    A teoria dos motivos determinantes está relacionada a prática de atos administrativos e impõe que, uma vez declarado o motivo do ato, este deve ser respeitado.

    Esta teoria vincula o administrador ao motivo declarado. Para que haja obediência ao que prescreve a teoria, no entanto, o motivo há de ser legal, verdadeiro e compatível com o resultado.

    Vale dizer, a teoria dos motivos determinantes não condiciona a existência do ato, mas sim sua validade

  • Se um ato administrativo não necessita de motivação para ser executado e mesmo assim

    o administrador, por vontade própria, decide motivar, ele fica vinculado aos motivos, ou seja, se

    os motivos alegados não forem válidos ou verdadeiros o ato, a partir de então, terá vício de legalidade.

  • Como diz o prof. Leandro Bortoleto: TA AMARRADO EM NOME DO MOTIVO!

  • Teoria dos Motivos Determinantes: Se a ADM PUB motivar um ato para que ele tenha presunção de estar de acordo com sua causa, estabelece como forma de controle da sociedade a relação do ato praticado ao motivo alegado, com prejuízo de sua validade em caso de se distanciar desse motivo.

  • O exemplo mais utilizado na teoria dos motivos determinantes é o do caso de cargo em comissão, onde a destituição do cargo não precisa ser motivada pelo administrador. Entretanto, se este motivar tal ato, a legalidade do ato passará a ser vinculada ao motivo alegado, ou seja, se para destituir alguém do cargo comissionado ele alegar que essa pessoal atentou contra princípios administrativos, e depois ficar comprovado que tal situação não ocorreu, o ato de destituição do cargo será considerado ilegal, consequentemente, deverá ser anulado. 

  • Segundo a Teoria dos Motivos Determinantes, os motivos alegados para a prática de um ato ficam a ele vinculados (condicionam a validade) de tal modo que a alegação de motivos falsos ou inexistentes tornam o ato viciado.

    Para os que entendem que o motivo e o objeto são requisitos de validade, afirmam que a soma desses dois é o mérito do ato administrativo. O Poder Judiciário não poderá analisar o mérito do ato administrativo, salvo quando for ilegal.


    http://www.webjur.com.br/doutrina/Direito_Administrativo/Atos_Administrativos.htm

  • A denominada teoria dos motivos determinantes em consonancia com a qual a VALIDADE do ato se vincula aos motivos indicados com seu fundamento, de tal modo que, se inexistentes ou falsos , implicam a sua NULIDADE

    (se a ADM publica motiva o ato mesmo que a lei nao exija motivaçao ,o ato so sera valido se os motivos forem verdadeiros)

    a motivaçao se aplica na FORMA : vinculada
    a palavra chave : VALIDADE
     
    motivos: VERDADEIROS

  • LETRA B

     

    A teoria dos motivos determinantes consiste em explicitar que a administração pública está sujeita ao controle administrativo e judicial relativo à existência e à pertinência dos motivos - fático e legal - que ela DECLAROU como causa determinante da prática de um ato.

     

    Somente aos atos em que houve motivação - fosse ou não obrigatória a motivação - aplica-se a teoria do motivos determinantes.

     

     

    Direito Administrativo Descomplicado

     

    ♥ ♥ ♥

  • Di Pietro:

    "Ainda relacionada com o motivo, há a teoria dos motivos determinantes, em consonância com a qual a validade do ato se vincula aos motivos indicados como seu fundamento, de tal modo que, se inexistentes ou falsos, implicam a sua nulidade. Por outras palavras, quando a Administração motiva o ato, mesmo que a lei não exija a motivação, ele só será válido se os motivos forem verdadeiros.

    Tomando-se como exemplo a exoneração ad nutum, p ara a qual a lei não define o motivo, se a Administração praticar esse ato alegando que o fez por falta de grave e depois nomear outro funcionário para a mesma vaga, o ato será nulo por vício quanto ao motivo."

  • Pela teoria dos motivos determinantes, ao expor, por escrito, as razões de fato e de direito que levaram à prática do ato, a própria validade do ato passa a estar condicionada à veracidade dos motivos ali expendidos.


    Neste sentido, citem-se as palavras de Celso Antônio Bandeira de Mello:


    "De acordo com esta teoria, os motivos que determinaram a vontade do agente, isto é, os fatos que serviram de suporte à sua decisão, integram a validade do ato."


    À luz dessa noção conceitual, analisemos as opções:


    a) Errado: não há qualquer distinção no tocante à aplicabilidade da teoria dos motivos determinantes, vale dizer, tem plena incidência em relação aos atos discricionários, assim como no que concerne aos vinculados.


    b) Certo: alternativa em perfeita sintonia com as ideias acima expendidas.


    c) Errado: de plano, atos administrativos que apresentam vício de motivo não são passíveis de convalidação, o que, por si só, já exibe a incorreção desta alternativa. Ademais, o conteúdo da teoria, em si, também nada tem a ver com a convalidação de atos administrativos, como visto anteriormente. Pelo contrário, acaso inobservada, pode resultar na anulação de ato administrativo que invocar motivos inverídicos ou inidôneos.


    d) Errado: não é esta a ideia da teoria em exame. O sentido consiste em vincular a validade do ato às razões expostas pela Administração Pública para expedi-lo. Se, posteriormente, os motivos se revelarem inexistentes, o ato deve ser invalidado.


    e) Errado: a teoria nada se relacionada com o instituto da revogação, cuja premissa, aliás, consiste em que se esteja diante de atos válidos, mas que tenham deixado de atender ao interesse público. Ademais, se o ato adotou motivo falso, a hipótese não é de revogação, mas sim de anulação.



    Gabarito do professor: B

     

    Bibliografia:



    MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. 30ª ed. São Paulo: Malheiros, 2012, p. 408


     

  • Gabarito: B

     

     

     

    Comentário

     

     

                          Conforme a teoria dos motivos determinantes, a validade do ato administrativo vincula-se aos

     

                          motivos que o determinaram, sendo, portanto, nulo o ato administrativo cujo motivo estiver dissociado

     

                          da situação de direito ou de fato que determinou ou autorizou a sua realização.

  • e)tem por objetivo revogar atos administrativos que adotaram motivos falsos ou inexistentes.

     

    O erro da letra E é dizer que o objetivo é revogar, quando na verdade só cabe a anulação do ato.

     

    Gabarito : B

  • A Teoria dos Motivos Determinantes é se o administrador invoca determinados motivos, a validade do ato fica subordinada à efetiva existência desses motivos invocados para a sua prática. Em outras palavras, se a administração motiva o ato mesmo que a lei não exija sua motivação, ele só será válido se os motivos forem verdadeiros.


    portanto, letra B.

  • JULGUE CERTO OU ERRADO:

    Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MPE-RR Prova: CESPE - 2012 - MPE-RR - Promotor de Justiça. Nos crimes contra a honra perpetrados contra pessoa maior de sessenta anos incidirá a agravante de um terço da pena, exceto no caso de injúria.

    A BANCA CONSIDEROU O GABARITO COMO CORRETO, CONTUDO,

    ATENÇÃO ATENÇÃO:

    ESSA QUESTÃO É BEM POLÊMCIA

    Isso porque o art. 141 estabelece causas de aumento de pena, ou seja, causas majorantes; e não causas agravantes, como afirma a questão.

    Além disso, não é possível se enquadrar a afirmativa na agravante genérica prevista no art. 61, inciso II, alínea h, pois as agravantes não possuem quantum definido de aumento de pena, ficando a critério do juiz essa definição.

    O examinador claramente não soube formular a questão e não teve hombridade de anulá-la.


ID
1398448
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Marcelo, servidor público estadual e chefe de determinada repartição pública, ao utilizar-se do poder disciplinar, aplicou pena de demissão a seu subordinado Joaquim, alegando, para tanto, o cometimento de conduta que, na verdade, inexistiu. Marcelo agiu premeditadamente, visando o ingresso de parente seu na vaga disponibilizada com a saída de Joaquim. O ato administrativo de demissão, no caso narrado, apresenta vício de

Alternativas
Comentários
  • Vícios:

    a) motivo: aplicar pena de demissão para uma conduta inexistente;

    b) finalidade: demitir um funcionário visando o ingresso de um parente (desvio de finalidade).

    No caso narrado, o ato praticado pelo servidor Marcelo deve ser anulado, visto que o ato contém vícios insanáveis e, portanto, é ilegal.

  • MOTIVO ---- O porquê do ato

    FINALIDADE --- Para que o ato foi praticado

  • Agora sim a FCC corrigiu o erro que cometera numa questão alhures.

  • Além dos vícios apresentados na resposta questão, há também o vício de competência, pois, segundo o art. 141 da Lei 8112/90, a demissão e a cassação de aposentadoria ou disponibilidade de servidor devem ser aplicadas pelo Presidente da República, pelos Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos Tribunais Federais e pelo Procurador-Geral da República, conforme o caso. Dessa forma, o chefe de repartição não em competência para aplicar a demissão. 

  • Muito bem observado, Alessandra Antunes!

  • resp. "E"

    já observei que este tipo de questão procura que redobremos nossa atenção para o quesito FINALIDADE, na maioria das vezes.


  • Motivo: conduta que não existiu.

    Finalidade: nomear parente seu.

  • Sobre o comentário de Alessandra Antunes, acredito que esteja equivocado, pois o enunciado da questão fala sobre funcionário publico estadual e não federal.

  • GABARITO ITEM E

     

    VÍCIO:

     

    -MOTIVO --> MOTIVO FALSO/INEXISTENTE

    -FINALIDADE --> PARTICULAR(NOMEAR PARENTE)

  •  achei q seria vicio de motivo pois ele alegou conduta q na verdade inexistiu ou seja ficou atrelado a teoria dos motivos determinantes, alguem poderia me ajudar dando  uma explicação sobre a questão pois estou ficando muito em duvida as vzs entre finalidade e motivo

  • Cristhian,

    por qual motivo vc entrou no site? para resolver questoes correto, com FINALIDADE de testar os seu conhecimentos para o dia da prova.

    uma explicação simples, o MOTIVO vc sempre perguntara por que? no caso da questão segundo o chefe o joaquim teve uma má conduta (o testo não explica qual, pois ela não existiu), a unica FINALIDADE era visando o cargo que seria vago com a demissão do funcionario para satisfação de interesse pessoal. 

    Bons estudos.

     

  • Vício de motivo, pois tal ato não existiu, e vício de finalidade, porque havia interesses pessoais.

  • A Reforma administrativa de Bolsonaro e Paulo Guedes flerta com essa hipótese, até então, macabra, para novos servidores.

  • GABARITO: E

    Em relação ao motivo, o vício pode estar no pressuposto de fato (quanto se constatar a inexistência do fato) ou no pressuposto de direito (hipótese em que embora o fato exista, foi enquadrado erroneamente na norma legal). Neste particular, importante observar a Teoria dos Motivos Determinantes, pois segundo esta os atos administrativos discricionários vinculam-se ao motivo dado pela administração pública para sua prática.

    Em relação à finalidade, caracterizar-se-á o vício pelo abuso de direito por desvio de finalidade, configurado toda vez que o ato não é usado para a finalidade que se espera. É o desvirtuamento da regra de competência pelo fato do ato administrativo não ser direcionado ao interessa público, nem ao objetivo específico por ele descrito.

    Fonte: https://ebradi.jusbrasil.com.br/artigos/458933167/conheca-os-possiveis-vicios-do-ato-administrativo

  • REQUISITOS/ELEMENTOS DOS ATOS ADMINISTRATIVOS:

    Competência – pode ser convalidadodesde que a competência não seja exclusiva.

    Finalidade – não é possível convalidação

    Forma – pode ser convalidadodesde que a forma não seja essencial para a validade do ato.

    Motivo – não é possível convalidação

    Objeto – não é possível convalidação.


ID
1398451
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A Administração Pública revogou ato administrativo que havia gerado direito adquirido. Ao administrado tal postura está

Alternativas
Comentários
  • CONFORME A C.F. A LEI NÃO PREJUDICARÁ O DIREITO ADQUIRIDO, O ATO JURÍDICO PERFEITO, NEM A COISA JULGADA, SE A LEI NÃO PREJUDICARÁ QUANTO MAIS UM ATO ADMINISTRATIVO.

  • Apenas complementando, o que o colega José disse encontra-se no artigo 5, XXXVI da CF de 1988. 

  • Que redação esquisita. Não entendi bulhufas; 

  • São InsuscetíveIS de revogação:

    a) os atos consumados, que exauriram seus efettos (a Impossibilidade de

    revogâ~los decorre de uma questão lÓgICa, uma vez que, sendo a revogação

    prospectIva. e.x ml11C, não faz sentido revogar um ato que não tem maiS

    nenhum efeIto a prodUZir);

    b) os atos vInculados, porque não comportam juizo de oportunidade e conveniêncJa;

    c) os atos que já geraram direitos adqUIridos (CF, art. 5.0', XXXVI);

    d) os atos que Integram um procedimento. porque~ sendo o procedimento admmtstrattvo

    uma sucessâo ordenada de atos. a cada ato pratlcado passa-se

    a uma nova etapa do procedimento. ocorrendo a preclusão admInIstratIva

    relattvamente â etapa anterIor. ou seJa" toma-se mcabivel uma nova aprecIação

    do ato antenor quanto ao seu ménto~

    e) os atos denornlOados peta doutrina "meros atos admInistrativos'" que simplesmente

    dec1aram SItuações preeXistentes, a exemplo de urna certidão ou

    um atestado.


  • Resp: c

    Não é possível revogar atos que já tenham gerado direito adquirido.

  • Apenas para acrescentar aos comentários dos ilustres colegas, cabe a transcrição da importante Súmula 473 do STF, que, juntamente com o dispositivo constitucional já citado nos referidos comentários (art. 5.º, XXXVI, CRFB/88), fundamenta o temário da questão:

    Súmula 473, STF: A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.

  • Nos termos da súmula 473 do SFT, entendo que a administração pode revogar atos eivados de vícios que os tornem ilegais, desde que tais revogações não atinjam os direitos adquiridos. Quando a FCC expressa que NÃO COMPORTA REVOGAÇÃO contraria tal súmula. Alguém poderia me corrigir se eu estiver errado?  

  • Colega João Campos, a afirmação feita pela FCC foi referente ao ato administrativo especificado na questão. Nesse sentido, ela fala que o ato não comporta revogação, pois ele violou direito adquirido. Sendo assim, a banca não generalizou. Espero ter colaborado!


  • A rigor, todas estariam erradas. O ato discricionário que gerou direito adquirido pode ser revogado para que não mais gere direitos futuros. Questão esquisitíssima. Gab.: C.

  • Pessoal, basicamente a banca queria que o candidato soubesse os atos irrevogáveis.

    ATOS IRREVOGÁVEIS:

    VCPODEDA?? 

    NÃO, pois não posso revogar. 

    Vinculados 

    Consumados 

    Procedimento administrativo 

    Opinativo 

    DEclaratorios 

    DireitoAdquirido (gravados por garantia constitucional CF, art. 5, XXXVI; deveras, se nem lei pode prejudicar um direito adquirido, muito menos o poderia um juízo de conveniência e oportunidade)


    GAB LETRA C


  • Questão no mínimo estranha. O ato comporta sim a revogação, desde que respeite os direitos adquiridos.  Ele será revogado para não gerar mais efeitos/direitos

  • A questão não é esquisita, gente. Quando ela fala "Ao administrado", ela deixa claro que a postura de revogação é incorreta quanto à pessoa que adquiriu o direito quando o ato ainda era considerado válido. Ou seja, o direito DAQUELA PESSOA não pode mais ser revogado, mas em geral (para não gerar direito ilegais futuros, como bem disseram), o ato em si pode ser revogado.

  • Caro João Campos a Administração pode anular os atos eivados de vícios, nos termos da súmula 473, não revogar.

  • d) INCORRETA: pois está previsto no regulamento jurídico ato administrativo que gera direito adquirido.

  • Dica para decorar os atos irrevogáveis, quando eu vou estudar falo assim:

    VEM CÁ, PC:
    Vinculados
    Enunciativos
    Meros atos
    Consumados
    Adquiridos
    Procedimento
    Complexos

  • LETRA C

     

    São insuscetíveis de revogação:

     

    a) os atos consumados, que exauriram seus efeitos (não faz sentido revogar um ato que nõa tem mais nenhum efeito a produzir)

     

    b) os atos vinculados (porque não comportam juízo de oportunidade e conveniência)

     

    c) os atos que já geraram direitos adquiridos

     

    d) os atos que integram um procedimento

     

    e) os atos denominados pela doutrina "meros atos administrativos"

     

     

    Direito Administrativo Descomplicado

  • É previsto sim no ordenamento juridico,mais propriamente no Art. 5, XXXVI da CF:

    A lei não prejudicará o Direito Adquirido, o ato juridico perfeito e a coisa julgada.

     

    SE VOCÊ NÃO PAGAR O PREÇO DO SUCESSO, IRÁ PAGAR O PREÇO DO FRACASSO, VOCÊ ESCOLHE!

  • Basta conhecer a literalidade do art. 53 da Lei nº 9.784/99 e da Súmula 473 do STF. A súmula o pessoal já transcreveu. No tocante ao dispositivo supramencionado, é válido citar:

    "Art. 53. A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos."

  • GABARITO: C

    NÃO podem ser REVOGADOS: VCC PODEE DA? Não, pois não posso revogar!

    - Vinculados

    C- Consumados

    C- Complexos (por apenas um dos órgãos)

    PO - Procedimentos Administrativos

    D- Declaratórios

    E- Enunciativos

    – Exauriu a competência da autoridade que editou o ato

    DA - Direitos Adquiridos

    Fonte: Dica do colega Cassiano (@qciano)

  • Não podem ser revogados: 

    1) Os atos vinculados; 

    2) Atos que integram um procedimento administrativo; 

    3) Atos que já exauriram seus efeitos, ou seja, atos já consumados;

    4) Meros atos administrativos (atos enunciativos); 

    5) Atos que geraram direitos adquiridos. 


ID
1398454
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Considere a seguinte hipótese: o Ministério dos Transportes praticou ato administrativo de competência do Ministério das Telecomunicações. Nesse caso,

Alternativas
Comentários

  • competência exclusiva??

  • Então, a questão não traz se é competência exclusiva ou não. Até pq, vício de competência não é vício insanável e sim sanável podendo ser convalidado, desde que, não seja competência exclusiva.

  • Fcc com os entendimentos malucos da Cespe/unb. A única diferença é que a FCC são 5 alternativas...

  • TEM QUE ADIVINHAR SE É COMPETÊNCIA EXCLUSIVA :/


  • Pessoal, nesta questão não se trata de saber se a competência é exclusiva ou não, e sim entender que houve vício de competência quanto à matéria (um ministério praticando ato de outro ministério) 

    Alguns autores, a exemplo da professora Maria Sylvia Zanella Di Pietro, costumam abordar a matéria com a seguinte terminologia:

    a)   A incompetência em razão do sujeito, que é aquela em que o ato é praticado por sujeito que não era competente para tal, mas a quem poderia ter sido (mais não foi) delegada a matéria, pode ser objeto de convalidação; (desde que não seja competência exclusiva - grifo meu)
    b)   A incompetência em razão da matéria, que ocorre quando a matéria só pode ser objeto de deliberação por um único agente público e, portanto, insuscetível de delegação por parte deste, não pode ser convalidada.


    http://www.elyesleysilva.com.br/artigos.asp?codpub=22&tipo=1


  • Galera, macetinho sobre a FCC nesta questão: se a banca NÃO informou que é competência delegável, então podemos concluir que é exclusiva (em outras questões de nível médio da FCC este raciocínio funcionou quando utilizei, mas é claro que não vai servir para TODAS as questões) . Assim sendo, o ato tem que ser invalidado.

    Obs: Se fosse a CESPE, certamente haveria pegadinha.

  • Quem estuda Dir. administrativo marca B, quem trabalha na fcc marca E!!!

  • Concordo com o Vicente!

     entendimentos malucos da fcc..ninguém merece

  • Vicente Ferreia, muito boa kra !!! kkkk 

  • Resp: E 
    Questão simples de raciocínio, pois se o ato praticado era de competência do M. de telecomunicações o M. dos transportes não poderia praticá-lo, vício de competência quanto ao matéria, pois a competência é do M. de telecomunicações. Logo, ocasionando a nulidade do ato. O vício quanto à PESSOA, se não for exclusiva pode ser convalidado. 
    Bons estudos.
  • Não admite convalidação na competência:

    ·  Competência em razão de matéria: (um ato cuja matéria seja de competência do Ministério da saúde praticado pelo Ministério da Fazenda).

    ·  Competência exclusiva:A competência exclusiva é aquela exercida em EXCLUSÃO DAS DEMAIS. Significa dizer que ao ente que for atribuída esta competência somente por ele esta poderá ser exercida. É indelegável, irrenunciável.

    Gabarito Letra (E) o ato deve ser anulado, por conter vício insanável de competência

  • não se presume que o ato é de competência exclusiva?

  • Tínhamos que ter lido, no mínimo, o regimento interno do Ministério das Telecomunicações. kkkkkk

  • a questão não diz que é competência exclusiva, logo, deveria presumir-se que caberia convalidação, PQP FCC.

  • Pessoal, aqui fala-se na competência quanto à matéria, exemplo, um ato cuja matéria seja de competência do Ministério da Saúde praticado pelo Ministério da Fazenda. ATO NULO, ANULAÇÃO 

    Competência  exclusiva = ato nulo,

    GAB  E

  • Concordo com o daniel!
    questão caberia recuso.

  • Não concordei com a resposta.

    De acordo com Gustavo Scatolino, 2ª Edição, Ano 2014, na pagina 285, ele fala assim sobre a convalidação:

     "(...) Existe também a corrente que admite atos nulos e anuláveis. Estes passíveis de convalidação, os nulos não. (...) A teoria que prevaleceu no dispositivo da Lei nº 9784/99 foi a que admite a existência de atos nulos e anuláveis (dualista). Por essa teoria, alguns vícios presentes na formação do ato podem levar à convalidação do ato - são os vícios de competência e de forma - mas os vícios de finalidade, motivo e objeto acarretam a anulação do ato administrativo."


    Por isso errei... mas, se usarmos o macete de Leonardo Freitas, pode ser que acabe dando certo...

    boa sorte pessoal!!!

  • Onde diz no enunciado que a competência é exclusiva? Além de tudo, ainda precisa ter bola de cristal ...

  • Eita. Agente estuda tanto para no fim se deparar com esse tipo de questão. 

  • Boa tarde.

    O vício na competência não é por causa de a competência ser exclusiva, o vício é quanto a MATÉRIA. Em nenhum momento diz que a competência era exclusiva, lembrando que atos com vício de competência podem ser convalidados, salvo se o vício for quanto a MATÉRIA OU COMPETÊNCIA EXCLUSIVA, casos em que o ato deverá ser anulado.
    GABARITO E
  • Este vício de competência é insanável por conta da MATÉRIA. A matéria relativa aos transportes nada tem com a de telecomunicações. Impossível convalidar.


  • minha gente!!! assim a pessoa desaprende tudo!!!!!

  • E se a matéria for, por exemplo, existência de telefones nos carros? Eu sei que é uma suposição pífia, mas acho que a questão deveria ser mais clara.

  • Na verdade não fala NADA: nem que é competência em relação à matéria, nem que é competência exclusiva.

    Questão muito da mal elaborada, isso sim! 

  • ATENÇÃO! errei, pensei que estava certa...mas relendo o livro de direito adm descomplicado a resposta é mesmo a letra. vejam " Ministério da saúde pratica um ato cujo conteúdo diga respeito a assunto de competência do Ministério da fazenda. esse ato SEMPRE será NULO, isto é, NÃO ADMITE convalidação!!

    Então, temos que decorar! 1.  se não for competência exclusiva pode ser convalidade.

                                                 2. competência quanto à matéria: NUNCA SERÁ CONVALIDADO. SERÁ SEMPRE NULO.


    espero não errar de novo. rs

  • RESUMINDO: Um Ministério NÃO pode exercer competência de outro Ministério.

    Gabarito Letra “E” o ato deve ser anulado, por conter vício insanável de competência.

  • questão não fala em competência exclusiva.

  • Gostei do comentário do Vicente

  • Gabarito: letra E


    Atenção! A questão nada fala da competência exclusiva!!


    O Ministério dos Transportes praticou ato administrativo de competência do Ministério das Telecomunicações. Estamos diante da competência quanto à matéria


    Trata-se de VÍCIO DE COMPETÊNCIA QUANTO À MATÉRIA e não de vício de competência quanto à pessoa. 

    No vício de competência quanto à matéria o ato será nulo.

    Ex: um ato cuja matéria seja de competência do Ministério da Saúde praticado pelo Ministério da Fazenda.


    Obs: A competência quanto à pessoa pode ser exclusiva ou não. 

    vício de competência quanto à pessoa = ato pode ser convalidado

    vício de competência em atos de competência exclusiva = ato nulo


    Fonte: Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino  - Direito Administrativo Descomplicado - 2015

  • Pegadinha.. ao FCC .  fui pela competência quanto à pessoa. 


  • Vício insanável de competência.

  • Essa questão não é mal-formulada, como muitos podem pensar. Ela é maliciosa. Ela não informa se tal ato é de competência exclusiva do ministério ou não. Tratando-se de ministérios, é bem provável que seja, mas se tal assunto (a competência dos ministérios públicos) não está explicito no edital dessa prova, não deveria ser cobrado. Além disso, a FCC se apega, sempre que pode, à literalidade das leis (sabem como é, pra diminuir o risco de tomar recurso goela abaixo), não é mesmo? Pois de acordo com essa abordagem a alternativa correta é a letra "b". É como sempre digo: essa banca devia ser presa.

  • Em suma:

    Afirmação incompleta para a FCC = Certo.

    Afirmação incompleta para o CESPE = Errado.

  • Se ao menos dissesse competência EXCLUSIVA seria mais fácil, não? Aiaiai

  • vejo comentários com relação à letra B equivocados e ainda sendo curtido, a competência é em relção à matéria vício insanável, ou seja, não cabe convalidação. Corretíssima a letra E

  • Modalidades que aceitam a convalidação:


    1) vício quanto a forma, desde que não seja essencial à validade do negócio;


    2) vício de competência quanto a pessoa, desde que não seja exclusiva.


    Veja, no caso da questão trata de vício de competência quanto a matéria, logo o vício é insanável, não comportando convalidação.


    Alternativa correta letra "e"


  • Não entendi direito. Bruno Azzini, a questão não diz que o ao era de competência exclusiva do Ministério das Telecomunicações, neste caso não seria passível de convalidação?


    Bons estudos e muito foco galera!!
  • Pessoal, como sei quando é competência em relação a pessoa ou competência em relação a matéria?

  • Achei a questão bem elaborada, não tem nada demais.

    Se a competência é de um órgão não pode outro órgão praticar o ato do outro. Ex. um agente de trânsito pode multar motoristas, mas se ele multar um estabelecimento comercial, será que essa multa seria válida? Lógico que não, porque ele não tem competência para isso.

     

    #avagaéminha

  • São considerados vícios sanáveis: (Marcelo Alexandrino/Vicente Paulo)

    a) relativos à competência quanto à pessoa (não quanto à matéria), desde que não se trate de competência exclusiva;

    Por exemplo: Se é do Superintendente da Receita Federal a competência de um ato e o Delegado da Receita Federal, que não possui tal competência, pratica o ato. O Superintendente pode poderá convalidá-lo desde que: o ato não seja de competência exclusiva; não tenha acarretado lesão a terceiros e nem ao interesse público e ainda o Superintendente considere conveniente e oportuno.

    Exemplo de vício de competência quanto à matéria: O Ministro da saúde pratica um ato cujo conteúdo diga respeito a assunto de compétência do Ministétio da Fazenda. Esse ato será nulo não admite a convalidação.

    b) vício de forma desde que a lei não considere a forma elemento essencial à validade do ato.

    Bons estudos!

  • Eu achei mal elaborada. Já que se a competencia não for exclusiva comporta convalidação. Daí acho equivocado dizer que por ser um vício na competência, o ato deverá ser anulado. Não ficou claro se a competencia era exclusiva ou não.

  • A convalidação supre os vícios de forma (desde que não essenciais à validade do ato) e de competência (desde que não exclsivas). 

     

    Será que existem atos referentes a telecomunicaões que outros Ministérios podem fazer? Não, é uma competência exclusiva do prórpio Ministério de Telecomunicações. Assim como atos do Ministério da Educação, Saúde, enfim, não são competentes de outros Ministérios. 

  • O tal do William Douglas fala que não podemos rotular uma matéria como "chata", mas que pé no saco é isso. L8666 e 8112, Atos Administrativos, ah vá!

  • Não vejo polêmica. Tranquila a questão!

  • Porra, ai o Presidente da República chega e fala: "Não, gostei desse ato ai. Deixa ele." Nesse caso não pode haver convalidação? Sério? Vocês acham que não feriria pacas o princípio da eficiência isso?

  • A questão é bem lógica, um ministério não pode praticar ato de outro ministério. Imagine o ministério da cultura editando ato do ministério da fazenda...

  • Se o ato estivesse no âmbito do MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES e fosse praticado por uma de suas autoridades não competente, poderia ser CONVALIDADO....  

  • OU SEJA , EM REGRA A COMPETÊNCIA É CONVALIDÁVEL , SALVO QT A MATÉRIA E COMPETÊNCIA EXCLUSIVA ?

  • Galera, pensem um pouco. Qual a relação do  Ministério dos Transportes  com Ministério das Telecomunicações????  Nem uma!! 

    Então logo, nós temos um ato administrativo feito por competencia exclusiva de cada ministério.Assim, se o ato administrativo é feito com competencia alhei sendo exigido competencia exclusiva ele é nulo!!!  INSÀNAVEL! 

    Vamos que vamos.. a repetição leva a perfeição!

  • como diz o professor Luiz Santos, é uma questao que alem de conhecimento tem que ter feeling

     

     

     

  • FCC sendo FCC,em um determinado ano tem  um posiciamento e em outro ano tem outro posicionamento.

  • Admite-se convalidação quando o vício é na competência, chamada de ratiticação.

    Não se admite ratificação quando haja incompetência em razão da matéria; por exemplo, quando um Ministério pratica ato de competência de outro Ministério, porque, nesse caso, também existe exclusividade de atribuições.

    (Di Pietro)

  • Como sempre, tem gente tentando justificar o injustificável.

    Se não falou que é exclusivo, não tem como afirmar que é insanável.

    A única alternativa cabível é a B, dado que fala de mera possibilidade. [ponto]

  • FCC diz em uma questão que isso é vicio de OBJETO por ser "impossivel" ou tra diz ser de competencia.  affffffffffff

  • agoooooora foi que deu!! 

     

    FCC, eu não tenho bola de cristal. 

  • Onde está escrito que foi competência exclusiva ou em razão da matéria?

    FCC quer que os candidatos adivinhem?

  • poderia ser anulado ou revogado, não?   anulação= vicio de ilegalidade.   revogação= vicio.  não?   

     

  • Gente, o raciocínio do Altevyr é o que vai mais no rumo!

  • Que questão da peste é essa ?, ninguém aqui tem o dom da vidência !

  • Gente, a alternativa E é a única que está completa, então por exclusão você marca ela.

    A alternativa b não marquei porque só é passível de convalidação, se não for competência exclusiva.

    Na alternativa e, apesar de não sabermos se é uma hipótese de competência exclusiva, ele afirma e justifica; o que não ocorre na "a".

  • Não entendi , ato com vício de competência pode ou não ser convalidado?

  • Ela teria que ter dito EXPRESSAMENTE que o ato era exclusivo do Ministério das Comunicações para poder dar essa alternativa como resposta....

  • É CONVALIDAÇÃO - SEM JUSTIFICATIVA. LETRA B

  • Vício de competência em razão DA MATÉRIA é insanável. Não comporta convalidação.

  • O fato do vicio de competência poder ser convalidado, deveria estar no comando que se tratava de uma competência exclusiva, caso que não cabe convalidação do ato e isso o comando não deixa claro, levando a crer que a alternativa B seria o Gab. Mas subentendo, que ao citar que o ato era de competência do Ministério das Telecomunicações, tenta indicar a competência exclusiva.

    FCC, sendo FCC!

  • GABARITO: E

    O vício relativo ao sujeito — competência — pode ser convalidado pela autoridade superior quando não se tratar de competência exclusiva.

  • A questão enfatizou o vício de competência exclusiva, que não comporta convalidação.

    ____________________________________________________________________________

    Requisitos (elementos) dos atos administrativos ---> CO FI FO MO OB

    Competência >>> convalidável, desde que a competência não seja exclusiva.

    Finalidade

    Forma >>> convalidável, desde que a forma não seja essencial para validade do ato.

    Motivo 

    Objeto

  • Questão com divergência de doutrina, vários autores afirma que o vicio pode ser convalidado quando for vicio no FOCO (Competência e Forma) desde que não se trate de competência EXCLUSIVA. A questão não estabelece se é ou não competência exclusiva. No meu entendimento Gabarito letra B.

    Valeu galera, se você marcou a Letra (B) está de parabéns, continue você esta no caminho certo!!

    Banca tão grande cometendo erros absurdos....

  • Gab letra E correto. “Não é admitida a ratificação quando houver incompetência em razão da matéria, por exemplo, quando um Ministério pratica ato de competência de outro Ministério, porque, nesse caso, também existe exclusividade de atribuições (DI PIETRO, 2018)”


ID
1398457
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

João, servidor público estadual, recebeu vantagem econômica, diretamente de José, empresário do ramo de joias, para omitir ato de ofício, a que está obrigado. Vale salientar que a omissão narrada trouxe benefícios ao empresário José. O ato narrado em questão, praticado por João, vem expressamente descrito na Lei no 8.429/92 como

Alternativas
Comentários
  • Lei 8.429.

    Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

      X - receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indiretamente, para omitir ato de ofício, providência ou declaração a que esteja obrigado;


    Gabarito (A)

  • Atos de improbidade que geram enriquecimento ilítico x que causam prejuízo ao erário

    Percebi o seguinte: 

    Enriquecimento ilítico = o indivíduo faz o que faz porque sabe que vai ganhar algo em troca (há uma CONTRAPARTIDA).


    Causam prejuízo ao erário = o indivíduo faz o que faz, mas não espera nada em troca. O interesse é só de prejudicar o patrimônio público, seja direta ou indiretamente (NÃO há CONTRAPARTIDA) 

  • Falou em perceber vantagem econômica,  falou em enriquecimento ilícito. 

  • GABARITO A 

     

    Verbos 

    Enriquecimento Ilícito $$ : Perceber e Receber 

    Prejuízo ao Erário D: : Facilitar e Permitir 

  • José tamabém praticou crime de enriquecimento ilicito.

     

    Vá e vença!

  • NÃO CONFUNDIR com os atos que atentam contra PRINCÍPIOS DA ADM. PÚBLICA

    Art. 11.inciso II. retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;

  • GABARITO A.

    Vantagem econômica = Enriquecimento ilícito.

  • GABARITO LETRA A

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS) 

     

    ARTIGO 9º Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1º desta Lei, e notadamente:

     

    X - receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indiretamente, para omitir ato de ofício, providência ou declaração a que esteja obrigado;
     


ID
1398460
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O dolo constitui elemento imprescindível à caracterização da maioria dos atos ímprobos. No entanto, segundo a Lei no 8.429/92, alguns atos de improbidade administrativa admitem conduta culposa como, por exemplo,

Alternativas
Comentários
  • Lei 8.429.

    Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei, e notadamente:

     VIII - frustrar a licitude de processo licitatório ou dispensá-lo indevidamente;


    Gabarito (B)

  • a) enriquecimento ilícito

    b)gabarito

    c)enriquecimento ilícito

    d)atos que atentam contra os princípios da administração

    e)atos que atentam contra os princípios da administração

  • Ação culposa está contida no art 10. Atos que causam lesão ao erário.

     VIII - frustrar a licitude de processo licitatório ou dispensá-lo indevidamente;

  • enriquecimento - dolo

    lesão - dolo ou culpa

    principios - dolo

  • Resposta Letra "B"


    Letra A - ERRADA - perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou locação de bem público. (Enriquecimento Ilícito) - DOLO


    Letra B - CERTA - frustrar a licitude de processo licitatório.(Prejuízo ao Erário) - DOLO OU CULPA


    Letra C - ERRADA - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público. (Enriquecimento Ilícito) - DOLO


    LETRA D - ERRADA - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício. (Atos que atentam contra os princípios da administração) - DOLO


    LETRA E - ERRADA - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo. (Atos que atentam contra os princípios da administração) - DOLO


    Bons Estudos. Foco, força e Fé. #DEUS

  • Letras A e B - enriquecimento ilícito

    Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

     III - perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou locação de bem público ou o fornecimento de serviço por ente estatal por preço inferior ao valor de mercado;

    VII - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;


    Letras D e E - violação aos princípios

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;

    VI - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo;


    Como a questão pede conduta que admite culpa, devemos procurar entre as alternativas a que enseja um caso de prejuízo ao erário, pois violação aos princípios e enriquecimento ilícito só admitem dolo, enquanto dano ao erário admite dolo ou culpa. Gabarito B. 

  • Eu demorei raciocinar,mas acertei.


  • Gabarito letra b).

     

    Lei 8.429/92.

     

    Dica:

     

    Frustar licitude de Processo Licitatório -> Prejuízo ao erário. Obs: Pode ocorrer com dolo ou culpa

     

    Frustar licitude de Concurso Público -> Atenta contra os princípios da Administração Pública. Obs: Ocorre somente no caso de dolo

     

    a) Conduta que importa enriquecimento ilícito (Art. 9°, III) -> Apenas conduta dolosa

     

    c) Conduta que importa enriquecimento ilícito (Art. 9°, VII) -> Apenas conduta dolosa

     

    d) Conduta que atenta contra os princípios da Administração Pública (Art.11, II) -> Apenas conduta dolosa

     

    e) Conduta que atenta contra os princípios da Administração Pública (Art.11, VI) -> Apenas conduta dolosa

     

     

     

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  • GABARITO B 

     

    Verbos:

    Enriquecimento Ilícito: Perceber e Receber ( só dolo )

    Preju ao Erário: Facilitar e Permitir ( dolo ou culpa)

     

    ENRIQUECIMENTO ILÍCITO - perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou locação de bem público.

     

    PREJU AO ERÁRIO - frustrar a licitude de processo licitatório. (Frustar ilicitude de concurso público = Agressão aos P. da Adm.)

     

    ENRIQUECIMENTO ILÍCITO -  adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público.

     

    AGRESSAO AOS P. DA ADM - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício

     

    AGRESSAO AOS P. DA ADM - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo.



  • A - perceber vantagem econômica, direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou locação de bem público. ENRIQUECIMENTO ILÍCITO.

    B - frustrar a licitude de processo licitatório. CORRETA - PREJUÍZO AO ERÁRIO. DOLOSA OU CULPOSA.

    C - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público. ENRIQUECIMENTO ILÍCITO

    D - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA.

    E - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo. PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA.


  • Gabarito Letra B).

  • GABARITO LETRA B

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS) 

     

    ARTIGO 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta Lei, e notadamente:

     

    VIII - frustrar a licitude de processo licitatório ou de processo seletivo para celebração de parcerias com entidades sem fins lucrativos, ou dispensá-los indevidamente; 
     

  • LESA A LICITAÇÃO VS CONTRA O CONCURSO

    OU SEJA:

    LESÃO AO ERÁRIO > FRUSTRAR A LICITAÇÃO VS CONTRA OS PRINCÍPIOS DA ADM PUB > FRUSTRAR O CONCURSO PÚBLICO

    Lesão ao erário é a única modalidade que aceita a forma culposa

    @futuroagentefederal2021


ID
1398463
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A empresa “Bom Negócio S.A.” recebeu, para sua constituição, o valor de 8 milhões de reais do Estado do Maranhão, sendo seu patrimônio avaliado no valor total de 20 milhões. Um de seus diretores, juntamente com um agente público, cometeu ato ímprobo, gerando um prejuízo da ordem de 10 milhões à referida empresa, sendo condenado às sanções da Lei de Improbidade Administrativa, inclusive ao ressarcimento do dano. O ressarcimento do dano, nesse caso,

Alternativas
Comentários
  • LEI 8429- Art. 5° Ocorrendo lesão ao patrimônio público (8 milhões) por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiro, dar-se-á o integral ressarcimento do dano (PÚBLICO).


  • não entendi. Ele não deveria pagar o prejuízo que deu ?? ou seja, 10 milhões ?

  • Lei 8429, Art 1, Parágrafo único. Estão também sujeitos às penalidades desta lei os atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade que receba subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de órgão público bem como daquelas para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos.


    Na questão o Estado concorreu com 40% do patrimônio, logo aplica-se a norma citada acima, devendo a sanção ser limitada  à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos.


    O restante do valor caberá à empresa entrar com ação contra os envolvidos para recuperar.

  • A penalidade se limita a participação do erário, ou seja, 8 milhões.

  • Para a resolução da questão temos que considerar também o  Art. 12 - II.

    A questão informa que ocorreu prejuízo, logo nos remete para as hipóteses do art.10, que tem as penas discriminadas no art. 12, conforme abaixo.

    Prejuízo causado = 10 milhões ---> pagamento de multa: 2 x 10 = 20 milhões

    Lei 8429- Art. 12 - II - na hipótese do art. 10 (PREJUÍZO AO ERÁRIO), ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos;

    Porém temos que considerar também o art. 1:  ...o erário haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos.

    Temos então:  o patrimônio da empresa está avaliado no valor total de 20 milhões e o erário concorreu com o valor de 8 milhões de reais, logo o ressarcimento se limitará em 8 milhões. 

  • Como o Estado só participou com o importe de MENOS de 50 %, o valor do dano limitar-se-á ao valor do patrimônio transferido (R$ 8 milhões, nesse caso = parágrafo único do artigo 1º da Lei 8.429).

  • então teria que ressarcir o dano de 8 milhões ALÉM da multa, que seria de 20 milhões?

  • QUESTÃO PUNK

  • Finalmente entendi o que acontece quando o Estado contribuiu com menos de 50% xD   
    Antes achava que era tudo a mesma coisa e por isso marquei a B.

  • Agora que eu fui entender as penalidades quando o erário concorre com menos de 50% do patrimônio ou da receita anual.

    Muito boa a questão!
  • Uma dúvida, caros colegas! E se, por exemplo, o valor recebido fosse de R$ 12 milhões (que é maior que 50% em relação a 20 milhões), nesse caso, como ficaria?

  • Wagner Rodrigues

    Se tivesse recebido mais que 50% do patrimônio, então seria como  Art. 12 - II da lei 8.429 diz:

    na hipótese do art. 10 (prejuízo ao erário), ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos,pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos;

  • Uma das melhores questões feita pela banca FCC.

  • Barbara lima,  eu acredito que ela devera ressarcir os 8 milhoes referentes ao dano e mais a multa de ate 2x 8milhoes que seria ate 16milhoes o qje o juiz determinar.... se alguem souber me diga se estou certa, obrigada

  • O parágrafo único do art 1º da lei de improbidade - 8429/92- diz que nos casos de atos contra entidades que recebam incentivo, subvenção, BENEFICIO, etc. do Estado e as que o erário concorra ou tenha concorrido com MENOS de 50% do valor do patrimonio ou receita anual, a sanção patrimonial vai ser calculada sobre a CONTRIBUIÇÃO DOS COFRES PÚBLICOS, no caso sobre os 8 milhões

  • Entendi um pouco diferente de alguns colegas. E por favor, se tem algo errado nesse meu comentário me ajudem, sou iniciante.


    Primeiro, esse ato ímprobo causou prejuízo ao erário, por isso a sanção (PATRIMONIAL) a que se refere o Parágrafo único do Art. 1º, será a do Art. 10 II da Lei 8.429/1992, uma vez que não se falou em enriquecimento ilícito.


    “II - na hipótese do art. 10, RESSARCIMENTO INTEGRAL DO DANO...”


    E lembrando o Parágrafo único do Art. 1º:


    “Estão também sujeitos... bem como daquelas para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção PATRIMONIAL à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos”


    A segunda questão é saber qual o valor do ressarcimento.


    A participação da Administração Pública nessa empresa é de 8 milhões, o prejuízo que a EMPRESA teve devido ao ato ímprobo foi de 10 milhões de reais. Quanto desses nossos 8 milhões foi perdido?


    A verdade é que não sabemos.


    Por isso na alternativa está:

    c) LIMITAR-SE-Á a 8 milhões de reais.


    Ou seja, afirmar qualquer valor preciso está errado, não se sabe qual o prejuízo da ADMINISTRAÇÃO. O que sabemos é que o ressarcimento tem que ser INTEGRAL. E esse valor será no máximo de 8 milhões, LIMITAR-SE-À a 8 milhões.


  • Gabarito: C.


    Questão muito boa da FCC!

    Inicialmente, qual a contribuição dos cofres públicos para a constituição da empresa “Bom Negócio S.A.”? R$ 8 milhões de um capital total de R$ 20 milhões, isto é, 40% do capital total. Assim, conforme a LIA, a sanção patrimonial a ser aplicada levará em conta a repercussão do ilícito sobre os cofres públicos, isto é, 40% de R$ 10 milhões (= R$ 4 milhões).

    A repercussão é somente sobre os 40% do ilícito (R$ 10 milhões), parte que cabe ao Maranhão.

    A ação, no caso, é tipificada como causadora de prejuízo ao erário. Qual a multa civil imposta? isso mesmo, 2 x o valor do dano: R$ 4 milhões x 2 = R$ 8 milhões de reais.

    Bons estudos!

  • Ótima explicação Gilmar Rodrigues, mas só corrigindo o Gabarito: D

  • O colega Gilmar deu um no na minha cabeça, rsrs... Não sei se era esse o raciocínio que a banca esperava mas foi o que me motivou a marcar a alternativa D:

    8 milhões foi a contribuição do Maranhão - se o patrimônio da empresa é de 20 milhões, logo o estado contribuiu com menos de 50% do capital da empresa, ou seja o ressarcimento limita-se aos 8 milhões, como orienta a lei.

    a alternativa E estaria errada pq o valor do dano é 8 milhões, então se houver multa de até 2x o valor será de 16milhoes e não 20milhoes.

  • Nossa, realmente uma das melhores questões da FCC, lançando mão até de interdisciplinaridade.

  • Show essa questão! Difícil, mas muito bem feita!

  • Por favor, indiquem para Comentários do professor...

    Questão boa, mas muito confusa.. Tem duas teorias lançadas aí pelos colegas.. fiquei mais confusa ainda..

  • SAudações, colegas,

     

    Para que possamos entender bem a questão vamos considerá-la na situação em que o Estado do Maranhão tivesse contribuído com R$ 11 milhões (mais da metade do patrimônio da empresa) e que o prejuízo tivesse sido de R$ 15 milhões. Nesse caso, de acordo com o art. 1º, caput e art. 12 II da LIA, o ressarcimento do dano (que é o que a questão pergunta) seria igual ao dano, ou seja, o Estado seria ressarcido em R$ 15 milhões, mesmo tendo contribuído com apenas R$ 11 milhões pois, nesse caso, como já dito, o ressarcimento é integral e esses R$ 15 milhões seriam ainda, base de cálculo para a muilta civil.

     

    Na situação apresentada na questão, a contribuição dos cofres públicos foi de menos de 50%, o que nos remete ao parágrafo único do art. 1º, do qual concluímos que a sanção patrimonial limitar-se à repercussão do ilícito sobre os cofres públicos:  se o prejuízo tivesse sido de R$ 4 milhões, seriam ressarcidos 4 milhões; se tivessem sido R$ 5 milhões, este seria o valor do ressarcimento; isso até o valor de R$ 10 milhões que corresponde à contribuição do Estado. Como foram R$ 8 milhões,este será tanto o valor do ressarcimento como a base de cálculo para a muilta civil, ou seja, ele poderá pagar até R$ 16 milhões de multa civil, fora o ressarcimento já colocado.

  • Em compensação, olhem essa questão da FCC: Q839045

     

     

  • Facílima. 

  • Li e reli os comentários e não entendi até agora rs

  • o erário haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual?SIMM>limita-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos(8 milhões na qsto).

  • Parabéns ao examinador. Exigiu do candidato um conhecimento além da decoreba.

    Patrimônio da empresa: R$ 20.000.000,00

    Recebeu do erário: R$ 8.000.000,00

    Cálculo da porcentagem:  

    20.000.000,00 são 100% do patrimônio da empresa Bom Negócio

     8.000.000,00 = x% do patrimônio da empresa Bom Negócio

    Ou seja: O erário contribui com 40%.

    Continuando….

    Prejuízo de R$ 10.000.000,00

    Vamos à lei: 

    Os atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade que receba de órgão público subvenção, benefício ou incentivo (fiscal ou creditício) e também aquelas para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de 50% do patrimônio ou receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos.

    Veja: limitando-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos:

    Ele deu um prejuízo de R$ 10.000.000,00, mas o erário contribuiu apenas com  R$ 8.000.000,00, ou seja, menos de 40% do patrimônio da empresa, por isso o há esse limite.

    Gabarito: R$ 8.000.000,00.

  • (...) haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, (...)

    Não confundir com capital social.

  • 50% de 20 seria 10, então os 8 recebidos do estado são menos de 50% da empresa, quando ocorre improbidade com menos de 50% será devido até o limite do recebido do Estado. (obrigado, denada)

  • Questão formosa, questão bonita, questão bem feita.

  • GABARITO: D

    Art 1, Parágrafo único. Estão também sujeitos às penalidades desta lei os atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade que receba subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de órgão público bem como daquelas para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos.

  • GABARITO LETRA D

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS) 

     

    ARTIGO 1º Os atos de improbidade praticados por qualquer agente público, servidor ou não, contra a administração direta, indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, de Território, de empresa incorporada ao patrimônio público ou de entidade para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, serão punidos na forma desta Lei.

     

    Parágrafo único. Estão também sujeitos às penalidades desta Lei os atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade que receba subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de órgão público bem como daquelas para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de cinqüenta por cento do patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos.

  • GAB:D

    Limitar-se-á 8 milhões que foi o valor constituído do Estado a Empresa.

    Empresas Privadas com patrimônio público menor que 50% terão suas sanções patrimoniais limitadas à repercussão do ilícito.

  • Art. 1º. Os atos de improbidade praticados por qualquer agente público, servidor ou não, contra a administração direta, indireta ou fundacional de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, dos Territórios, de empresa incorporada ao patrimônio público ou de entidade para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com mais de 50% do patrimônio ou da receita anual, serão punidos na forma desta lei.

    Parágrafo único. Estão também sujeitos às penalidades desta lei os atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade que receba subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de órgão público bem como daquelas para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de 50% do patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nestes casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito sobre a contribuição dos cofres públicos.

  • Eu lembrei da multa kkkkkkk de até duas vezes o valor do prejuízo...

  • Teste parecido Q1036668


ID
1398466
Banca
FCC
Órgão
MPE-MA
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Fernanda, servidora pública, está respondendo a uma ação de improbidade administrativa em que o Ministério Público pleiteia, a título de ressarcimento de dano, o valor de 1 milhão de reais. Fernanda tem um patrimônio avaliado em 5 milhões de reais. Na aludida ação, o Parquet Estadual pede a decretação da indisponibilidade de seus bens. Tal medida

Alternativas
Comentários
  • LETRA C

    Art. 7° Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

            Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.


  • O valor não pode recair sobre uma possível multa?

  • Complementando...

     

    A indisponibilidade deve recair sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito. 

     

    É mister atentar para o fato de que o Ministério Público não depende de representação para o pedir ao Poder Judiciário as medidas cautelares cabíveis. Mais precisamente, o Ministério Público não depende de qualquer provocação para atuar visando a apurar a prática de ato de improbidade administrativa.

     

    FONTE: ALEXANDRINO, Marcelo; PAULO, Vicente. Direito Administrativo Descomplicado. 24ª. edição. São Paulo: Método, 2016.

     

    bons estudos

     

     

     

  • GABARITO -> [C]

    Art. 7° Quando o ato de improbidade causar LESÃO ao patrimônio público ou ENSEJAR ENRIQUECIMENTO ILÍCITO, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao MINISTÉRIO PÚBLICO, PARA A INDISPONIBILIDADE DOS BENS DO INDICIADO.

    Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o INTEGRAL ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

  • Entendimento mudou, essa questão está desatualizada.

  • João, quem disse isso? O art 7º continua o mesmo. 

  • Complementando os excelentes comentários das/os colegas, a indisponibilidade dos bens não fica restrita ao exato ressarcimento integral do dano ao erário, podendo compreender também valor de eventual multa. Este é o entendimento do STJ. Vejamos:


    "A indisponibilidade é decretada para assegurar apenas o ressarcimento dos valores ao Erário ou também para custear o pagamento da multa civil?

    Para custear os dois. A indisponibilidade de bens deve recair sobre o patrimônio do réu de modo suficiente a garantir o integral ressarcimento de eventual prejuízo ao erário, levando-se em consideração, ainda, o valor de possível multa civil como sanção autônoma (STJ. AgRg no REsp 1311013 / RO). Vale ressaltar que é assegurado ao réu provar que a indisponibilidade que recaiu sobre o seu patrimônio foi muito drástica e que não está garantindo seu mínimo existencial."

    (Fonte: Dizer o Direito. Link: https://www.dizerodireito.com.br/2013/06/indisponibilidade-de-bens-em-caso-de.html)


    >>> Deve-se ressaltar que, se a indisponibilidade for drástica (como informa o final do trecho colacionado), o réu poderá requerer que seja revisto o quantum do patrimônio que foi colocado como indisponível.


    >>> No caso da questão, a alternativa que geraria dúvida seria a "B" (que menciona a indisponibilidade recair sobre o TOTAL do patrimônio). Nesse caso, nos leva a inferir que seria uma medida drástica onerar TODO o patrimônio de uma pessoa, sendo o valor do ressarcimento do dano de tão somente 1/5 do mesmo. Desse modo, a assertiva correta seria o item "C" mesmo. Particularmente, eu errei a questão. De todo modo, fica o aprendizado.


    Qualquer eventual equívoco, pode informar!


    Bons Estudos a Todas/os! :) ;)

  • Art. 7°    Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

     

     

     

     AQUESTÃO NÃO ESTÁ DESATUALISADA, PELO CONTRÁRIO, O ENTENDIMENTO CONTINUA O MESMO!

     

     

     

  • A) Não é prevista para as ações de improbidade administrativa, que tem procedimento próprio.

    Na verdade é prevista.

    B) pode recair sobre o patrimônio total de Fernanda, justamente por ser medida acautelatória.

    Sobre bens que assegurem o INTEGRAL ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

    C) só deverá recair sobre bens cujo montante somem 1 milhão de reais.

    CORRETA

    D) Só se aplica para atos de improbidade administrativa que atentem contra os princípios da Administração Pública.

    Lesão ao patrimônio público ou enriquecimento ilícito.

    E) se aplica para atos de improbidade administrativa que importem enriquecimento ilícito.

    Lesão ao patrimônio público ou enriquecimento ilícito.

  • GABARITO: LETRA C

    Art. 7° Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

    Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

    FONTE:  LEI Nº 8.429, DE 02 DE JUNHO DE 1992.  

  • GABARITO LETRA C

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)  

     

    ARTIGO 7º Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado.

     

    Parágrafo único. A indisponibilidade a que se refere o caput deste artigo recairá sobre bens que assegurem o integral ressarcimento do dano, ou sobre o acréscimo patrimonial resultante do enriquecimento ilícito.

  • C

  • Não confundir com o fato de que a indisponibilidade dos bens pode recair sobre o patrimônio prévio ou posterior ao ato ilícito.