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Prova FGV - 2019 - DPE-RJ - Técnico Médio de Defensoria Pública


ID
2947510
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Numa parede de uma fábrica de cerveja de Tiradentes (MG), estava escrita a seguinte frase: “Há bares que vêm para o bem”. Sobre a estrutura e o conteúdo semântico desse texto, a única afirmativa INADEQUADA é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    a oração “que vêm para o bem” explica o sentido de “bares”; >>> errado, pois temos uma oração adjetiva RESTRITIVA (que não está entre vírgulas), a explicativa aparece entre vírgulas.

    “Há bares que vêm para o bem” >>> restringindo e não explicando.

    Força, guerreiros(as)!!

  • A oração “que vêm para o bem” é introduzida por um pronome relativo e não aparece isolada por vírgulas. Assim sendo, trata-se de uma adjetiva restritiva e, portanto, não explica o sentido de “bares”, mas restringe-o.

     

    a) a estrutura dessa pequena frase é de caráter intertextual.

    (a referida frase remete ao ditado popular: "há males que vêm para o bem.");

     

    b) a repetição fônica vêm/bem auxilia a apreensão da frase.

    (a aliteração é um recurso que visa a obter efeito estilístico na prosa poética e na poesia);

     

    d) a forma plural “vêm” concorda com “bares.”

    (o sujeito é o pronome relativo "que", caso em que o verbo deve concordar com o referente);

     

    e) a forma verbal “Há” tem sentido de “existência”

    (basta substiuir "Existem bares que vêm para o bem" e ver que a semântica original é mantida. Logo, "haver" tem o sentido de "existir");

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: C

  • Gabarito LETRA C

    Oração adjetiva explicativa => com vírgula

    Refere-se ao todo

    Há bares, que vêm para o bem.

    Todos os bares vêm para o bem

    Oração adjetiva restritiva => sem vírgula

    Refere-se a uma parte do todo

    Há bares que vêm para o bem.

    Não são todos bares que vêm para o bem

    A retirada da vírgula sempre muda o sentido

  • Errando e aprendendo!

  • Uma das poucas questões dessa prova que resolvi sem dificuldade. A oração "que vêm para o bem" não explica, mas restringe.

    Letra C

  • Gabarito C

    Intertextualidade é o nome dado à relação que se estabelece entre dois textos, quando um texto já criado exerce influência na criação de um novo texto.

  • Sem vírgula RESTRINGE O TERMO

    Com vírgula: EXPLICA

    DECOOOOOORA

  • 18/05/19

    26/05 errei

    Gab.c

  • A minha prova mais atipica em desempenho de Lingua portuguesa

     

    PERGUNTO-ME : Como eu errei essa questão na prova ??

  • A) Certo. "Há males que vêm para o bem"

    B) Certo

    C) Falso, restringe. O.A.restritiva

    D) Há bares que (os quais = bares) vêm para o bem

    E) Existem bares... (lembrar que o verbo haver não flexiona quando em sentido de existir, e também sem sujeito)

  • QUESTÃO 01. Numa parede de uma fábrica de cerveja de Tiradentes (MG), estava escrita a seguinte frase: “Há bares que vêm para o bem”. Sobre a estrutura e o conteúdo semântico desse texto, a única afirmativa INADEQUADA é:

    GABARITO E COMENTÁRIO: O gabarito oficial é a letra C. A questão requer que seja marcada a alternativa que não apresenta uma afirmativa adequada ao que se infere da frase “Há bares que vêm para o bem”. Na letra A, observa-se uma asserção correta, pois o trecho apresenta um caráter intertextual, pois dialoga com dois sentidos diferentes: o ditado – “há males que vêm para o bem” – e a ideia de que bares são ambientes bons que fazem bem a quem os frequente. Na letra B, tem-se correta a afirmativa, pois o aspecto sonoro da frase também colabora para a produção de sentido e, no caso, do humor. A letra C, gabarito da questão, está inadequada, pois não há uma relação de explicação entre as partes indicadas. Na letra D, a concordância apontada está correta, pois o verbo encontra-se flexionado na forma plural. Na letra E, está correta a assertiva quanto ao verbo haver, uma vez que foi utilizado com sentido existencial. Retirado do blog da Prof. Flávia Rita.

  • (C) não explica, retoma.

  • Letra C=> a oração “que vêm para o bem” explica o sentido de “bares. Isso mesmo, veja: quando temos um pronome relativo introduzindo uma oração, temos uma oração adjetiva e dela deriva dois tipos de orações a explicativa(entre vírgulas) e a restritiva(ñ vem entre vírgulas), destarte temos uma restritiva, visto que restringe o sentido da oração.

  • Jack Bauer, idem! Nessa prova eu tive um branco quase que total em português, não lembrei nem que existia oração restritiva. Pior, eu marquei certo no chute, mas depois mudei pra B. Até hoje me pergunto por que aconteceu isso comigo, e agora descobri que aconteceu contigo. Acho que a DP não nos quer, deve ter outro órgão reservado pra nós. Boa sorte.

  • ExpliCativa - serve para definir e é usado com pontuação.

    ReStritiva -. Serve para limitar e é usado sem pontuação.

  • SATANÁS!

  • O que está introduzindo, no caso, uma oração subordinada substantiva adjetiva restritiva, ou seja, está restringindo o campo semântico de bar; não é qualquer bar, e sim aquele bar.

  • Pra não esquecer:

    ,que, explicativa

    ,que explicativa

    que restritiva

    que, restritiva

    Gabarito: C

  • há = verbo haver no sentido de existir/acontecer nao flexiona no plural. sao impessoais!

    vem = singular
    vêm = plural

    se for no sentido de enxergar = seria ele vê  ou eles veem!

    há bares /que vêm para o bem = oracao subordinada adjetiva restritiva
    sem virgula = explica!

    vêm/bem auxilia a apreender a frase ou seja fixar bem na cabeça de quem ouve
     

    fixando 
    ,que, explicativa
    ,que explicativa

    que - restritiva
    que,restritiva

  • Errei, mas como estou estudando pela Engenharia reversa, lá vai a explicação:

    Gabarito LETRA C. - a oração “que vêm para o bem” explica o sentido de “bares”;

    No caso é uma oração RESTRITIVA, ou seja, não explica o sentido de "bares".

    Orações Adjetivas

    As orações subordinadas adjetivas podem ser:

    1) Restritivas: Restringem ou especificam o sentido do termo a que se referem, individualizando-o. Nessas orações não há marcação de pausa. Veja:

    [Chegou o professor] [que me auxiliou no projeto].

    or. principal       or. subordinada adjetiva restritiva

    2) Explicativas: Explicam, ampliam dados sobre o antecedente. Essas orações aparecem com marcação de pausa.

    [Chegou Paulo], [que me auxiliou no projeto].

    or. principal    or. subordinada adjetiva explicativa

  • Gabarito C

    Se estivesse explicando viria entre vírgulas. Neste caso trata-se de oração subordinada adjetiva restritiva. O "que" exerce função de pronome relativo.

  • O vocábulo "que", por poder ser substituído por "os quais", é um pronome relativo, introduzindo uma oração subordinada adjetiva. E como o pronome relativo não é precedido de qualquer sinal de pontuação, a oração adjetiva é restritiva, contendo logicamente valor de restrição, e não de explicação. 

  • Ótimo seria um comentário do professor.

  • Achei a questão difícil

  • Gabarito C.

    Na verdade, restringe, pois o pronome relativo "que" sem o auxílio de vírgulas tem o sentido restritivo, enquanto que com vírgulas tem o sentido explicativo.

  • vai por eliminação que dá certo... só sobra a C

  • GABARITO C:

    a oração “que vêm para o bem” explica o sentido de “bares”; NA VERDADE RESTRINGE

    LEMBRANDO:

    SEM VÍRGULA -> RESTRINGE

    COM VÍRGULA -> EXpLICA

  • não acredito que errei estava na cara .
  • Há males que vêm para o bem.

    Intertextualizando "bares"

    Há Bares que vêm

    Há bar que vem

  • Pra motivar quem tá começando o sofrimento com a FGV

    Em 25/11/19 às 20:04, você respondeu a opção C. Você acertou!

    Em 08/11/19 às 11:25, você respondeu a opção B.! Você errou!

    E isso tá acontecendo com todas que errei esse mês. #GLORIAADEUX

  • Putz! Só entendi agora com a explicação do pessoal...

    Essa é uma Oração subordinada adjetiva restritiva. Portanto, a oração subordinada restringe a oração principal e não explica como proposto na alternativa C.

    Questão nível hard!

  • Quem dera que as questões dessa banca fossem todas assim, diretas e objetivas!

    A letra "C" está errada, pois a oração "que vêm para o bem” é uma oração subordinada adjetiva RESTRITIVA ou ESPECIFICATIVA, não é uma oração explicativa.

    Na maioria dos casos, para saber se a oração adjetiva é explicativa ou especificativa, basta olhar se tem uma vírgula antes do "que" (pronome relativo).

  • - Satanás, é você? Quem está aí?

    - Outro ERRO!

  • isso que da não prestar atenção na palavra "INADEQUADA"

  • ReStritiVa -> Sem Vírgula

    ExpliCatiVa -> Com Vírgula

    É sempre bom destacarmos palavras como inadequada, errada..

    GAB: C

  • Oração subordinada adjetiva restritiva, sem vírgulas.

  • RESPOSTA LETRA C

    É a nossa alternativa inadequada pois a oração não possui função de explicação consoante a oração principal, mas sim, função de restringi-la, pois é uma oração subordinada adjetiva restritiva.

  • A questão quer a ERRADA - INCORRETA - INADEQUADA. Preste atenção!!!!!

  • Está restringindo, e não explicando.

  • Comecando a fazer questao da FGV

    Fiquei na duvida do que era intertextualizacao e marquei A apesar de saber que é adjetiva restritiva.Interpretei como se a oracao explicasse que existem bares que vem para o bem.Se fosse perguntado direto sobre a classificacao marcaria A kkk...

    Mas agora sei como a banca pode pedir...

    Entao dificilmente voltando na questao iremos errar de novo...

    Os erros sao mais preciosos,desde que nao se erre muuuuuuuuuiittoooo...

    Alem de aprender sobre a banca,aprende-se conceitos novos,como a banca os cobra,etc...

  • É só lembrar que oração explicativa usa vírgula. Na frase da questão é uma oração subordinado adjetiva restritiva, que não usa vírgula.

  • Bom dia! Essa questão é passível de anulação.

    Mas porque?

    Observem que o verbo "VÊM" não concorda com o termo "BARES" e sim com o pronome relativo "QUE".

    Há bares { QUE VÊM PARA O BEM}

  • Realmente essa questão é bem tensa pq ela tem todas as qualidades da explicativa, a única diferença mesmo é a vírgula antes do que.

    Explicativa

    As conjunções que merecem destaque são: que, porque pois (obrigatoriamente anteposto ao verbo). Introduzem as orações coordenadas sindéticas explicativas.

    Exemplos:

    Vou embora, que cansei de esperá-lo.

    Vinícius devia estar cansado, porque estudou o dia inteiro.

    Cumprimente-o, pois hoje é o seu aniversário.

  • GABARITO: C

    Veja a diferença da oração adjetiva restritiva e explicativa:

    Restritiva (sem vírgulas):

    Os gatos que arranham são maus.

    → Aqui RESTRINGIMOS o grupo: Não são todos os gatos maus, apenas os que arranham.

    Explicativa (entre vírgulas):

    Os gatos, que arranham, são maus.

    → Aqui, além de dizer que os gatos são maus, eu EXPLICO que eles arranham.

    ----------------

    a oração “que vêm para o bem” explica o sentido de “bares”;

    → Errado. Não explica, porque não está entre vírgulas. Ela restringe a oração.

  • “Há bares que vêm para o bem”

    O S ADJETIVA reStriVa ( sem vírgula)

    OS ADJETIVA expliCatiVa ( com vírgula)

  • GABARITO: C

    a) a estrutura dessa pequena frase é de caráter intertextual (CORRETA)

    Há muitas maneiras de realizar a intertextualidade sendo que os tipos de intertextualidade mais comuns são: Paródia: perversão do texto anterior que aparece geralmente, em forma de crítica irônica de caráter humorístico.

    b) a repetição fônica vêm/bem auxilia a apreensão da frase; (CORRETA)

    Este recurso é conhecido como método fônico, que consiste no aprendizado (apreensão) através de associação entre fonemas e grafemas.

    c) a oração “que vêm para o bem” explica o sentido de “bares”;  (ERRADA)

    d) a forma plural “vêm” concorda com “bares”;  (CORRETA)

    A forma vêm, com acento circunflexo, é do verbo VIR, sendo da 3ª pessoa do plural.

    Outros exemplos:

    "Meus primos vêm me visitar amanhã."

    "Eles vêm pra cá de avião, devemos encontrá-los no aeroporto."

    e) a forma verbal “Há” tem sentido de “existência”.  (CORRETA)

    A palavra há é uma conjugação do verbo "haver" quando este é , por isso seus significados mais comuns são no sentido de “existir”...

    Outro exemplo:

    A meteorologista disse que muita probabilidade de chuva amanhã.

    (A meteorologista disse que existe muita probabilidade de chuva amanhã.)

    Como a questão pede a estrutura e o conteúdo semântico INADEQUADO, portanto, letra C.

     

  • Letra C

    Está INADEQUADA, porque não explica e sim RESTRINGE.

    Nas orações subordinadas adjetivas, temos:

    RestritivaS= Sem vírgulas.

    ExpliCativas = Com vírgulas.

    Fonte: Aulas do Prof: Elias Santana, Gran Cursos. Bons estudos!!!

  • A alternativa 'c' é a inadequada pois o pronome relativo 'que' tem sentido de restrição e não de explicação. Exemplos:

    Meu primo que mora em Fortaleza passou no concurso do Bacen.

    (Eu possivelmente tenho outros primos, mas apenas aquele que mora em Fortaleza passou no concurso do Bacen)

    Pronome relativo 'que' tem sentido de RESTRIÇÃO

    Meu primo, que mora em Fortaleza, passou no concurso do Bacen.

    (Há apenas um primo e ele passou no concurso do Bacen. Como informação adicional, é mencionado que ele mora em Fortaleza)

    Pronome relativo 'que' tem sentido de EXPLICAÇÃO

  • MAS BARES NUM É OBJETO DIRETO??? ADVINDO DO VERBO IMPESSOAL "HÁ"?????????

    MDS DO CÉU!

  • Bizu que aprendi com os Qcolegas:

    Se vírgula há, explicação terá.

    Se vírgula não tem, é restritiva meu bem.

  • "Inadequadaaaaaaaaaaaaaaaaa" eu sempre vacilo nesse negócio

  • Pra mim cabe anulação, pois a alternativa D também está inadequada, uma vez que "vêm" concorda com o pronome relativo "que" e esse pronome relativo "que" se refere à palavra "bares".

  • falou em explica? Procura a vírgula.
  • GABARITO: LETRA C

    a oração “que vêm para o bem” explica o sentido de “bares”; >>> errado, pois temos uma oração adjetiva RESTRITIVA (que não está entre vírgulas), a explicativa aparece entre vírgulas.

    “Há bares que vêm para o bem” >>> restringindo e não explicando.

    Força, guerreiros(as)!!

  • A questão trabalhou inúmeros tópicos: figuras de linguagem, intextualidade, sintaxe, concordância...

  • Quando se tratar de explicação sempre procure vírgulas. Nesse caso, não está explicando, mas restrigindo. Ou seja, alguns bares vêm para o bem, não todos.

  • Orações Subordinadas Adjetivas. Há aquelas que restringem ou especificam o sentido do termo a que se referem, individualizando-o. Nestas orações não há marcação de pausa, sendo chamadas orações subordinadas adjetivas restritivas 

    Orações Subordinadas Adjetivas. Existem também orações que realçam um detalhe ou amplificam dados sobre o antecedente, que já se encontra suficientemente definido. Há marcação de pausa, Estas orações denominam-se subordinadas adjetivas explicativas.

    Exemplo 1: Jamais teria chegado aqui, não fosse um homem que passava naquele momento. Oração Subordinada Adjetiva Restritiva

    Exemplo 2: O homem, que se considera racional, muitas vezes age animalescamente. Oração subordinada Adjetiva Explicativa.

  • que vêm para o bem restringe o substantivo bares. Ou seja, nem todos os bares (males) vêm para o bem.

    Oração subordinada adjetiva restritiva.

    C

  • reStritiva- Sem vírgula.

    expliCativa - Com vírgula,

    GAB C

  • Imagino o preparador da banca em Português vendo essas frases e pensando em questões kkkkk

  • ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS

    RESTRITIVA - SEM VIRGULA

    EXPLICATIVA - COM VIRGULA

  • Nossa, pensei que nunca fosse usar regras de gramática na FGV!

  • reStritiva = (S)EM Vírgulas

    expliCativa = (C)OM Vírgulas.

    Bons estudos.

  • Errado:oração subordinada ajetiva restritiva,por o fato de não se ter a figura da pontuação antes do meu "QUE".

  • Teje preso

  • Caramba... a questão era muito fácil, mas a FGV conseguiu alugar um apartamento na cabeça.

  • INADEQUAAAAAAAAAAADA

  • Carácolis... Entendi foi nada. Pela explicação do Almir, a questão pedia pra identificar se era restritiva ou explicativa. Sabe qnd q eu ia me atentar a isso na prova?? Nunca!

  • Virgulou, EXPLICOUU

  • Puts!!! Errei, porque não prestei atenção a: INADEQUAAAAAAAAAAADA.....

  • Puts!!! Errei, porque não prestei atenção a: INADEQUAAAAAAAAAAADA.....

  • Ué, mas a adjetiva restritiva não explica? Se ela não explica, qual a função dela na língua?

  • As restritivas restringem o sentido, elas não vem separadas por vírgula. As explicativas sempre são separadas por vírgula, quando tiver na dúvida basta prestar atenção na vírgula.


ID
2947513
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Muitas frases publicitárias ou poéticas utilizam repetições ou semelhanças fônicas a fim de melhorar o seu efeito; a frase em que essa utilização NÃO está presente é:

Alternativas
Comentários
  • ALITERAÇÃO - repetição de consoantes com intenção expressiva

    ASSONÂNCIA - repetição ordenada de sons vocálicos idênticos.

    Todas as alternativas faz uso da figura ALITERAÇÃO, exceto a letra B.

  • GABARITO B

    FIGURAS DE LINGUAGEM

    METÁFORA: Comparação implícita

    SÍMILE ou COMPARAÇÃO: Comparação explícita

    ANTÍTESE: oposição lógica

    PARADOXO: oposição não lógica

    HIPÉRBOLE: exagero

    EUFEMISMO: suavização

    ELIPSE: Omissão de um termo subentendido

    ZEUGMA: omissão de um termo já dito.

    POLISSÍNDETO: Vários conectivos

    ASSÍNDETO: Nenhum conectivo

    ALITERAÇÃO: Repetição de consoantes

    ASSONÂNCIA: Repetição de vogais

    PLEONASMO ENFÁTICO: reforçar a ideia

    IRONIA: sarcasmo

    GRADAÇÃO: ascensão

    ONOMATOPEIA: é uma figura de linguagem que significa o emprego de uma palavra ou conjunto de palavras que sugerem algum ruido:

    HIPÉRBATO: inversão, ordem indireta da frase

    METONÍMIA: substituição do autor pela obra

    CATACRESE: ausência de termos especifica, pé da mesa

    SINÉDOQUE: subs. do todo pela parte

    SINESTESIA: mistura de sentidos

    PROSOPOPEIA ou ANIMIZAÇÃO ou ANTROPOMORFISMO: personificação de coisas

    PARONOMÉSIA: trocadilho

    APÓSTROFE: vocativo

    SILEPSE: concordância com a ideia

    PERÍFRASE: substituir com maior quantidade de palavras o nome de uma pessoa

    ANÁFORA: repetição

    ANACOLUTO: interrupção

    SOLECISMO: desvio quanto à concordância, regência ou colocação.

    bons estudos

  • Questão sem noção

  • FGV é morde assopra.

  • O cara acerta a questão no chut e depois que pagar que sabe alguma coisa !!!! Parem de inventar todos sabemos que questão é sem noção nenhuma ... esse é o estilo da banca FGV.

  • GABARITO B

     

     

    a) “Quem te viu, quem te vê”;

    c) “O rato roeu a roupa do rei de Roma”;

    d) “Air France: vá e volte voando”;

    e) “Um rei fraco faz fraca a forte gente”.

     

    * É só seguir a lógica! “Príncipe veste hoje o homem de amanhã”. 

    Talvez se a frase fosse: "Príncipe veste hoje a vestimenta/ as vestes de amanhã".

  • Tipo de questão que testa uma coisa sua: Paciência!

    Oh banca sem noção

  • sóóó...

  • Pra galerinha falando que a questão é "sem noção": a questão trata de aliteração e assonância. Só pq vcs não conseguiram identificar o assunto por trás do enunciado da questão, não significa que a questão é sem noção. Reclamar não vai fazer ninguém ser aprovado amiguinho.

  • Vai estudar poha!!!

  • Gente, vocês prestam atenção no assunto relacionado à questão? Se prestar atenção, tem lá "figuras de linguagem". A questão não é sem noção.
  • Quando vc olha o assunto da questão fica mais fácil responder.

    Na prova não vai dizer qual o assunto da questão.

    Treinem bastante agora.

  • Reclamem menos

  • Essa questão foi uma das mais fáceis da prova e o pessoal tá reclamando !!

  • Como é que eu erro uma questão dessas? putz. Mas vamu que vamu.

  • Como é que eu erro uma questão dessas? putz. Mas vamu que vamu.

  • GABARITO B

    tem gente aí colocando o gabarito errado. Sejam gentios com aqueles que não possuem ainda a verba para a assinatura.

  • GABARITO CORRETO: LETRA B

    "Príncipe veste hoje o homem de amanhã" NÃO possui repetições ou semelhanças fônicas.

  • As figuras de linguagem que utilizam recursos fônicos são : aliteração(evidencia consoantes) e assonância (evidencia vogais) .. remete basicamente à repetições ...e volte ( V/V ) uma ideia bem chiclete mesmo..

  • B. “Príncipe veste hoje o homem de amanhã”; correta

  • cara , a ideia se repete 2 vezes na frase era só achar a questao que não se repetia .
  • Gabarito: B

  • "vá e volte voando”

    O mesmo verbo foi usado e explicita fonética parecida na pronuncia.

  • Gabarito: B

    Única em que não há repetições.

  • @Athos Franco , esse "AMIGUINHO" Eu conheço do prof. que assistia as VD de matemáticas ! kkkkkkk

  • Athos Franco você é um super inteligente né, na hora da prova deve gabaritar língua Portuguesa ksksksks

  • FGV morde e assopra. Morde em várias questões, mas desta vez assopra.
  • Eu passei o dia respondendo questões da banca FGV. no final do meu ciclo de estudo, percebi que

    minha mente ficou vazia, ou seja, não aprendi nada, uma sensação de mundo da lua. Deus do céu !

    Sou mais CESPE, tem vida própria, mas vc consegue fixar algo. FGV, não permite, isso.

  • criatividade do examinador surpreende

  • gente eu viajei total nessas alternativas kkkk quando olhei pra resposta certa entao... piorou

  • Na verdade o examinador quer o item qua não apresenta ALITERAÇÃO.

  • MILAGRE EU ACERTEI KKKK

  • haaaaaaaleluia!

  • GABARITO "B"

    A questão quer uma figura que não seja de Harmonia.

    As figuras de linguagem podem ser classificadas em 4 tipos:

    Figuras de Palavras (ou tropos);

    Figuras de Harmonia;

    Figuras de Construção ( ou de sintaxe);

    Figuras de Pensamento.

    As Figuras de Harmonia são as que reproduzem os efeitos de repetição de sons, ou ainda quando busca representá-los. São elas:

    Aliteração: repetição consonantal fonética( som da letra) geralmente no início da palavra.

    Exemplo: Sonhei que estava sonhando um sonho sonhado..." (Martinho da Vila)

    Assonância: repetição da mesma vogal ao decorrer de um verso ou poema.

    Exemplo: "Sou Ana, da cama

    Da cana, fulana bacana

    Sou Ana de Amsterdã" ( Chico Buarque)

    Paronomásia: reprodução de sons semelhantes através de palavras de siginificados diferentes. Uso de palavras parônimas( parecidas)

    Exemplo: "Berro pelo aterro pelo desterro

    Berro por seu berro pelo seu erro

    Quero que você ganhe que você me apanhe

    Sou o bezerro gritando mamãe..." (Caetano Veloso)

  • PMGO/PCGO ☠⚡☠⚡☠⚡

    GAB: B -“Príncipe veste hoje o homem de amanhã”-

    “Air France: vá e volte voando”;

    MUITOS, tendo em vista as estatísticas da questão, marcaram alternativa "D". Porém, a mesma encontra-se errada, pois há repetição da consoante "V".


ID
2947516
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os erros de regência – má escolha da preposição utilizada – são muito comuns; a frase abaixo em que a preposição está corretamente utilizada, segundo a tradição gramatical, é:

Alternativas
Comentários
  • a) as formas verbais morar, residir, habitar, situar, localizar, etc. regem a preposição EM, NO, NA. Portanto, o certo seria: residente na Rua Santa Clara.

    b) o verbo lembrar, vtd, exige a preposição DE. Assim, o certo seria: ..... se lembra do lugar onde nasceu.

    c) o verbo obedecer é vti. Logo, exige preposição a. Portanto, o certo seria: .... obedece ao regulamento.

    d) o verbo assistir no sentido de prestar assistência é vtd. Assim, o certo seria: assistiu o médico na operação.

    e) o verbo responder é vti quando o complemento se refira a pessoas ou a coisas. Portanto, a questão se encontra correta.

    'Para trás nem para pegar impulso'

    61 985494084

  • O verbo ASSISTIR tem 4 regências

    (um prato cheio para as questões de concursos, melhor decorar todas) 

    1. Sentido de ajudar (VTD) 

    ex.: O médico assistiu o paciente.

    2. Sentido de ver (VTI) 

    ex.: A menina está assistindo à televisão.

    3. Sentido de morar (VI) ex.: Assistimos numa conturbada cidade..

    4. Sentido de pertencer, caber (direito de alguém) 

    (VTI) ex.: O direito à aposentadoria assiste à idosa

  • Muita atenção aos comentários! O verbo "lembrar" acompanhado de pronome é VTI e não VTD. Cuidado!

     

    a) João, residente na Rua Santa Clara;

    (o adjetivo "residente" segue a mesma regência do verbo correspondente e, assim, exige a preposição "em");

     

    b) Ninguém se lembra do lugar onde nasceu;

    (o verbo "lembrar", quando pronominal, é transitivo indireto e, assim, exige a preposição "de");

     

    c) Nenhum condômino obedece ao regulamento do prédio; 

    (o verbo "obedecer" é transitivo indireto e exige a preposição "a")

     

    d) Como enfermeira, assistiu o médico na operação; 

    (o verbo "assistir", quando no sentindo de prestar assistência é transitivo direto e, portanto, não exige preposição);

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: E

  • Os verbos esquecer e lembrar podem ser acidentalmente pronominais. Ou seja, quando são transitivos indiretos, normalmente, passam a ser conjugados com a presença da parte integrante do verbo.

    ex: ela esqueceu a informação ( VTD) / ela esqueceu-se da informação (VTI).

    Quando esquecer e lembrar forem verbos pronominais, exigirão o complemento preposicionado.

    Portanto o correto seria: Ninguém se lembra do lugar onde nasceu

  • A)João, residente à Rua Santa Clara;

    JOÃO, RESIDENTE NA RUA SANTA CLARA

    EM+A= NA

    B)Ninguém se lembra o lugar onde nasceu;

    NINGUÉM SE LEMBRA DO LUGAR ONDE NASCEU

    C)Nenhum condômino obedece o regulamento do prédio;

    QUEM OBEDECE, OBEDECE A ALGUÉM E A ALGUMA COISA

    D)Como enfermeira, assistiu ao médico na operação;

    ASSISTIU O MÉDICO

    E)O acusado respondeu às perguntas do juiz.

    QUEM RESPONDE, RESPONDE À ALGUÉM E RESPONDE ALGUÉM

    CERTO

  • Questão problemática. Recorro a Celso Pedro Luft, que escreveu: "No português brasileiro atual, com o verbo morar e derivados a preposição originária "em" pode comutar com "a" (esta, sobretudo na língua escrita): morar (morador) "na" ou "à" Rua X. O mesmo vale para residir (residente) situado, sito”. Como se atesta no respaldo desse abalizado gramático, não está de todo desabonado o uso da preposição "a".

  • B - Ninguém se lembra o lugar onde nasceu;

    Passando para lembrar que, no caso acima, o verbo é pronominal. Logo, Exige a preposição de.

    Ninguém se lembra do lugar onde nasceu;

    Tal verbo só é transitivo direto quando não pronominais.

    Quem lembra, lembra algo.

    Quem se lembra, "se lembra" de algo.

    Cuidado com alguns comentários!

    se tens duvidas, pesquise no Google ou pergunte a um professor de LP.

  • Regência é quem rege a semântica.

    --> Eu respondo ao meu pai.

    Se tiver preposição fica com sentido de responder uma pergunta.

    -> Eu respondo o meu pai.

    Sem preposição fica com sentido de responder mal, ser malcriado.

  • Gabarito: E.

    O verbo assistir tem quatro regências.

  • Quem obedece o bedece A ......

  • Discordo dos comentários de alguns colegas.

    De acordo com "A Gramática para Concursos Públicos" - Fernando Pestana, o verbo ASSISTIR no sentido de ajudar, auxiliar, prestar assistência é VTD - preferencialmente ou VTI (a).

    Logo, a letra D estaria certa também.

  • Verbo assistir tem quatro regências:

    VTD - alguém, dar assistência, prestar socorro.

    Ex. O médico assistiu os doentes.

    VTI - a algo, ver, presenciar (não aceita o lhe).

    Ex. O médico assistiu ao filme.

    VTI - a alguém, caber direito.

    Ex. O direito ao voto assiste ao povo.

    VI - em algum lugar, morar.

    Ex. O médico assiste em São Paulo

  • Verbo residir - exige a preposição em

    João ,reside na Rua Santa Clara.

    Verbo lembrar acompanhado do pronome "se" é VTI

    Ninguém se lembra do lugar onde nasceu.

    Verbo Obedecer é VTI

    Nenhum condômino obedece ao regulamento do prédio.

    Verbo assistir - no sentido de dar assistência é VTD

    Como enfermeira, assistiu o médico na operação.

    Verbo responder - é VTDI

    O acusado respondeu às perguntas do juiz.

    Gabarito e

  • Verbo Assistir no sentido de dar assistência, ajudar.

    Pode ser VTD / VTI.

    Ex: Aquela parteira sempre assistiu as parturientes com muito cuidado (sem preposição)

    Aquela parteira sempre assistiu às parturientes com muito cuidado. (com preposição)

    Verbo Responder pode ser VTD, VTI ou VTDI.

    Respondeu que não estava feliz. (VTD), quando o complemento se referir à própria resposta dada, aquilo que foi dito.

    Respondeu às questões.(VTI), quando o complemento se referir a pessoas ou a coisas.

    Respondeu a pergunta ao pai. (VTDI), Com a presença simultânea de dois complementos.

    TEMOS DOIS GABARITOS: D e E

  • Questão anulada:

    ARGUMENTAÇÃO DA BANCA: A questão foi anulada por erro na formulação.

    ??????

  • A enfermera pode muito bem ter "prestado a atenção" no médico , ou seja, não exige a preposição 
    OU
    A enfermera pode ter AJUDADO o médico, ou seja, exige a preposição.

    Questão ambígua de merda !

  • Há dois gabaritos corretos para essa questão: D e E.

    Para a maioria dos gramáticos, o verbo assistir com sentido de ajudar, auxiliar pode ser tanto VTD quanto VTI + prep. (a).

    O médico assistiu o paciente. (VTD) => correto

    O médico assitiu ao paciente. (VTI) correto

    Por isso a questão foi anulada.

    Bons estudos!

  • Há dois gabaritos corretos para essa questão: D e E.

    Para a maioria dos gramáticos, o verbo assistir com sentido de ajudar, auxiliar pode ser tanto VTD quanto VTI + prep. (a).

    O médico assistiu o paciente. (VTD) => correto

    O médico assitiu ao paciente. (VTI) correto

    Por isso a questão foi anulada.

    Bons estudos!

  • Como enfermeira, assistiu ao médico na operação. (VTI "ajudar")

    Como enfermeira, assistiu o médico na operação. (VTD "ver / acompanhar")

  • No gabarito OFICIAL a questão foi ANULADA.


ID
2947519
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“Em caso de morte no acidente, a vítima pode receber o seguro no próprio escritório da seguradora”.


O problema de construção dessa frase está:

Alternativas
Comentários
  • A VÍTIMA MORREU!!!

    GABARITO : A

  • Não há conectivo que dê jeito nessa frase.

  • Gab: "A"

    Em caso de morte no acidente, a vítima pode receber o seguro no próprio escritório da seguradora”.

    Como assim tia? se o texto tá supondo que a vítima morreu, como ela vai receber o seguro? Vai voltar o além?

    Não tem lógica! rsrs

  • Gabarito letra A para os não assinantes.

    “Em caso de morte no acidente, a vítima pode receber o seguro (...)”. Como assim? Se ela morreu, como vai receber?

    Seria um caso de Walking Dead? Tá loco? morreu, morreu, não pago a dívida mais não... perdeu.... (kkkk só para descontrair um pouco)

  • Sem life!

  • O espirito vai buscar o seguro ?

  • GABARITO A

     

    “Em caso de morte no acidente, a vítima pode receber o seguro no próprio escritório da seguradora”.

     

    Ai não dá né! Frase incoerente.

  • pra nao zera . kkkkk

  • Se alguém morreu, como essa pessoa irá buscar o seguro?

  • Gaba: A

    nome da seguradora= FGV

    FGV: olha uma empresa que faz umas coisas sem lógica igual a mim, gostei!

  • parece as piadas dos tiozinhos do "é pavê ou pâ comê?

  • Gabarito: A

    Só me lembrei daquele vereador: "Foi dormir e, quando acordou, estava morto".

  • Se a vitima morreu não tem como ela própria receber o seguro. Fica aí a incoerência.

    Gabarito: A

    Bons Estudos!!!

  • Entendo que o GAB. seja letra A, mas o "próprio" não seria redundante e desnecessário não? Se alguém puder explicar agradeço.

  • "o proprio" nao altera em nada a questão, se a pessoa já morreu?!

    Então, GAB A.

  • Essa foi boa rsrsrsrsrsrsrs

  • raciocínio lógico?

  • walking dead feelings

  • GABARITO: LETRA A.

    Se alguém morreu, como essa pessoa irá buscar o seguro?

    O erro está na incoerência lógica dos termos.

  • Gabarito letra A.

    Se a vítima morreu, não há como receber seguro no escritório. Trata-se de notória incoerência.

  • gabarito A

    O vídeo abaixo apresenta a explicação da questão.

    Assista a partir de 02:50:05

    https://www.youtube.com/watch?v=5OmprIVncYo

    fonte: Português TJ CE: Resumo em Uma Aula - Prof. Felipe Luccas - Estratégia Concursos

  • Falta de atenção é osso!

  • Droga! Errei porque analisei a questão novamente.

    Acertaria essa.

  • Meu Deus como é que a gente não enxerga esses erros? Errei por absoluta falta de atenção.

  • Letra A

    Minha lógica: Se a vítima morreu, como ela vai receber o seguro?

    Só se for como fantasma kkkkkk

  • Famoso "morreu mas passa bem"

  • Gabarito: A

    Se a vítima morreu, como receberá a indenização?

  • AMADA?

  • Eu não gostaria de ser a funcionária que estaria lá quando ele fosse buscar o pagamento do seguro haha

  • Se morreu, como vai receber a indenização ?

    #PCRN

    CARCARÁAAAA

  • Tudo normal, no Brasil pode.. já vi políticos se elegerem com votos de pessoas que já tinha morrido.

    Logo, com base nesse sentido. PODE SIM ! A vitima pode ir buscar . Vai dizer que nunca ouviu falar um trem deste ?!

  • FGV, o que sinto por você é ódio.

  • hahaha tragico tragico!!

  • DIANTE DA FRASE DA QUESTÃO, O CORRETO SERIA

    MORTE DE ACIDENTE, E NÃO NO ACIDENTE

  • Espíritos não podem pedir ressarcimento.

  • Oxe.. se a vítima tiver morta, como vai receber o seguro no próprio escritório da seguradora? kkk

  • Português ou teste Psicotécnico ? hahahaha
  • mosquei demais nessa!

  • pessoal foca no enunciado.

  • Só acertei pq eu trabalho em uma seguradora rsrsrs e quem recebe o seguro não é a vitima e sim os beneficiários indicados na proposta, caso não tenha, os herdeiros legais. weeeeeeeee

  • vou ter que errar muito para entender com essa infiteque pensa.

  • Morreu, mas passa bem

  • Lendo alternativa A só consegui imaginar o examinador pensando: "tomem aí, concurseiros, para não dizerem depois que nunca lhes dei nada". kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


ID
2947522
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A frase em que está correto o emprego de um dos parônimos mandado/mandato é:

Alternativas
Comentários
  • Mandado: significa ordem judicial ou administrativa;

    Mandato: estar encarregado de uma missão.

  • GABARITO: LETRA C

    Podemos definir mandado como documento no qual consta uma ordem judicial. Basta lembrar que nele, o juiz “manda” que se faça ou deixe de se fazer algo. Mandado = mandar. Sempre que estivermos nos referindo a estas ordens judiciais escritas, estaremos falando de um mandado.

    Já o mandato é a autorização que uma pessoa recebe de outra para exercer em seu nome um direito ou obrigação. 

    Força, guerreiros(as)!!

  • a) O mandado de senador dura 8 anos; mandato

    b) Impetrou mandato de segurança com pedido de liminar; mandado

    c) Não tinha mandado de busca para entrar na casa;

    d) Todos desejavam que seu mandado de diretor acabasse; mandato

    e) O mandato de apreensão não havia sido expedido. mandado

  • Gabarito: C

    Mandato - Eleito

  • Viva o CONSTITUCIONAL nessas horas!!! 

    :)

  • MANDATO - CANDIDATO

    MANDADO - ENVIADO

    NUNCA FALHA! HAHA

  • GABARITO C.

    Não tinha mandado de busca para entrar em casa.

  • GABARITO C

     

    Mandado: ordem judicial. 

    Mandato: em regra, é a autorização legal concedida a políticos, para que exerçam seus cargos, por tempo determinado. 

  • Cara dei muito mole ....

  • Item Correto: C - Não tinha mandado de busca para entrar na casa

    Lembrem:

    Mandado - ordem judicial ou administrativa(Ex: mandado de busca, mandado de citação, mandado de segurança, etc)

    Mandato - eletivo, procuratório, delegatório (Ex: mandato político)

  • mandaTo - T de Tempo

  • Letra C

    Mandado: Ordem judicial.

    Mandato: Período de cumprimento de um cargo, procuração.

  • Exemplos – mandado

    A polícia emitiu um mandado de captura do assaltante. (substantivo)

    O juiz exigiu que o réu cumprisse o mandado de prisão. (substantivo)

    Minha irmã tem mandado em mim desde que eu era pequena. (particípio)

    Aquele funcionário é bem-mandado. (adjetivo)

    .

    Exemplos – mandato:

    Está terminando o mandato do presidente da república.

    Os políticos terão que cumprir um mandato de quatro anos.

  • você além de saber português, tem que saber termos jurídicos...kkk FGV

  • Para as carreiras policias está aqui é de buenas.

  • Relaxa, não vai cair pra vc.

  • MANDADO vem de MANDAR, simples.

  • MACETE: mandaDo= Documento

    mandaTo= Tempo

    Mandado com D está relacionado a documento

    Mandato com T está relacionado a Tempo

    Gabarito letra C.

  • Dentre vários mnemônicos utilizo um bem interessante:

    mandado= alguém mandou nesse caso uma ordem judicial ou adm.

    Mandato= cargo!

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Ou, na pior das hipóteses, se vc não lembrar ou não souber nenhuma dessas dicas, procure a diferentona, já que apenas uma será a certa ou errada.

  • Quem errou nunca mais erra essa!

  • Mandado= a mando.

    Mandato= contrato de representação.

  • Por mais questões assim, na FGV! \o/

  • GABARITO LETRA C

    MANDADO= ORDEM

    MANDATO= TEMPO

  • GAB CCC

    Mandado-> ORDEM  

    MandaTo -> TEMPO

  • Minha primeira aprovação!!!

  • mandaDo = orDem

    mandaTo - Tempo

  • Pelo menos para alguma coisa serviu ser bacharel em DIREITO e ter estudado remédios constitucionais, o resto não vale para passar em concursos.

  • Mandado significa ordem judicial ou administrativa. 

    Mandato é quando alguém tem autorização para praticar determinadas ações em função de outros.

  • Aleluiaa

  • C. Não tinha mandado de busca para entrar na casa; correta

    juiz manda - mandado

    pessoa autoriza; dá poderes para alguém representá-la - mandato

  • MANDADO ---> PRISÃO

    MANDATO ----> POLÍTICO

  • Gabarito: C

    Mandado-> Instrumento judicial ou administrativo

    Mandato-> duração do exercício político

    Parônimos-> Palavras parecidas na grafia ou pronúncia

    Homônimos-> Podem ser homófonos (iguais na pronúncia) ou homógrafos (iguais na grafia).

  • Pelo menos uma questão acessível da FGV...

  • mandaDo - orDem

    mandaTo - eleiTo/políTico

  •  Mandado - se refere a alguma coisa ou alguém que foi mandado, enviado ou que recebeu ordens. 

    Mandato - se refere a uma delegação de poderes, uma autorização que uma pessoa tem para agir em nome de outra.

    C

  • Quem estuda Direito Constitucional, já elimina o "mandato de segurança" logo de cara UHAUAHUAHUAHAU

  • Gabarito Letra C

    Pra nós que trocamos o som do D e do T é muita maldade fazer uma questão dessas rs

  • Tinha que cair umas questões assim pra oficial de justiça!

  • MACETE: mandaTo = Tempo

    mandaDo = Documento

  • Assertiva c

    Não tinha mandado de busca para entrar na casa;

  • mandato=tempo

    mandado= documento

  • GABARITO: C

    Veja:

    MandaDo → Documento

    MandaTo → Tempo

    a) O mandado de senador dura 8 anos; → Errado. Qual fica melhor? "O documento de senador dura 8 anos" ou "O tempo de senador dura 8 anos"? → O tempo fica melhor, logo é mandaTo

    .

    b) Impetrou mandato de segurança com pedido de liminar → Errado. Qual fica melhor? "Impetrou documento de segurança com pedido de liminar" ou "Impetrou tempo de segurança com pedido de liminar"? → O documento fica melhor, logo é mandaDo

    .

    c) Não tinha mandado de busca para entrar na casa; → Correto. Qual fica melhor? "Não tinha documento de busca para entrar na casa" ou "Não tinha tempo de busca para entrar na casa". O documento fica melhor, logo é mandaDo

    .

    d) Todos desejavam que seu mandado de diretor acabasse; → Errado. Qual fica melhor? "Todos desejavam que seu documento de diretor acabasse" ou "Todos desejavam que seu tempo de diretor acabasse". O tempo fica melhor, logo é mandaTo

    .

    e) O mandato de apreensão não havia sido expedido. → Errado. Qual fica melhor? " O documento de apreensão não havia sido expedido" ou " O tempo de apreensão não havia sido expedido". O documento fica melhor, logo é mandaDo

    Espero ter ajudado.

    Bons estudos! :)

  • mandado é uma determinação e mandato é um período de tempo

    A - no contexto, cabe “mandato”.

    B - no contexto, cabe “mandado”.

    C - correta, pois, há o sentido de determinação judicial.

    D - no contexto, cabe “mandato”.

    E - no contexto, cabe “mandado”.

    LETRA C

  • mandadé uma determinação mandato é um período de tempo

    ou

    MandaDo → Documento

    MandaTo → Tempo

    #simplesassim.

  • mandado diz respeito a uma ordem judicial, por isso se diz que a procuração é um mandado. O termo mandato é um substantivo que define uma autorização para uma pessoa agir em nome de outra.

  • Graças ao meu professor de D. penal da faculdade que ameaçou retirar 1pt se quem errar a diferença entre os dois, nunca mais esqueci kkkkk

    #PMBA2023

  • Mandado - Documento.

    Mandato - Tempo.

  • Pelo menos uma kkkk

  • Parônimos ou palavras parônimas são palavras que são escritas de forma parecida e são pronunciadas de forma parecida, mas que apresentam significados diferentes. As relações de paronímia são estudadas pela semântica.

    Fonte: https://www.normaculta.com.br/palavras-paronimas/

  • mandaDO = DOcumento

    MandaTO = candidaTO

  • Até que enfim uma questão que não precisa de bola de cristal pra resolver.

  • Quem estuda, pra cargo policial, não pode nem pensar em errar essa!

    kkkkkk

    PCERJ 2022!

  • MANDATO -> TEMPO -> EX.: ELEIÇÃO

    MANDADO -> DOCUMENTO -> EX.: MANDADO DE SEGURANÇA

    Bons estudos!

  • mandado - alguém tem manda fazer algo por isso vc é mandado ex: mandado de busca e apreensão..... mandato - eleição, candidato.....
  •  mandado diz respeito a uma ordem judicial, por isso se diz que a procuração é um mandado. O termo mandato é um substantivo que define uma autorização para uma pessoa agir em nome de outra. Na área política, a palavra é utilizada para se referir a duração de um cargo eleitoral.

  • eu te amo FGV

  • Mandado JUDICIAL Mandato ELETIVO
  • MANDAdO - "d" de documento. MANDAtO - "t" de tempo.
  • Questão comentada em video:

    https://youtu.be/GOPE7lV4VjA?t=1993

  • MANDATO -- TEMPO EX.: ELEIÇÃO

    MANDADO -- DOCUMENTO EX.: MANDADO DE SEGURANÇA

  • GAB.: C

    • mandado = documento de busca e apreensão
    • mandato = tempo de exercer cargo, ex.: o mandato dos senadores dura 8 anos e o dos deputados federais 4 anos
    • a única alternativa em que o conceito se aplica como certo é a letra C

ID
2947525
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A respeito de algumas tragédias que afetam o nosso país, o jornal O Globo, de 16/02/2019, fez uma reportagem a que deu o título “Por que o Brasil repete as suas tragédias”.

Pelo título dado a essa reportagem, o leitor pode concluir que o texto deve:

Alternativas
Comentários
  • É razoável que um texto responda a pergunta do título.

  • GABARITO: LETRA E

    Por que o Brasil repete as suas tragédias >>> Por qual motivo?

    >>> esperamos que ao longo do texto essa pergunta seja respondida.

    Força, guerreiros(as)!!

  • É uma pergunta indireta - sem interrogação.

  • Achei tão óbvia que tive medo de errar.

  • SENHOR que caia questões assim na minha provinha!!!!

  • POR MAIS QUESTÕES ASSIM!!!

  • essa questao foi dada.

  • As questões dadas da FGV são as mais difíceis na hora da prova.

  • As vezes a FGV coloca uma alternativa tão óbvia, que acabamos errando por medo daquilo ser uma pegadinha.

  • realmente!!! óbvia demais que já marco com receio.

  • O ‘por que’ separado sempre pode embutir a palavra ‘razão’ ou a palavra ‘motivo’”,

    Isso vale para perguntas diretas - “Por que você não foi?" vira "Por que razão você não foi?" e "Por que você não pagou a conta?" vira "Por que motivo você não pagou a conta?"

    acho que isso responde a questão

  • Vai na loucura que dar certo rsrsrs

  • GABARITO: LETRA E.

    Por que = Por qual motivo o Brasil repete suas tragédias.

    É uma pergunta indireta - sem interrogação.

  • "queremos a resposta correta."

  • A galera falando que a questão foi óbvia. Será que eu fui o único a achar que o "óbvio" foi a letra A ? kkk Tá f.o.d.a essa banca! =/

  • “Por que o Brasil repete as suas tragédias”.

    Pelo título dado a essa reportagem, o leitor pode concluir que o texto deve:

    Penso o seguinte: Quando o texto for escrito ele tem que trazer os motivos (respostas ao leitor) das repetidas tragédias no Brasil.

  • Aff... :/

  • Letra E. As vezes eu vou pelo óbvio e erro; pelo mais louco e acerto; ou pelo óbvio e acerto. Ta tudo muito loco!

  • Por que: Preposição por + pronome interrogativo que. Tem função de pergunta e equivale a Por qual razão? Por qual motivo?

  • Caso fosse uma pergunta, o título não teria que terminar com o nosso querido ponto de interrogação?

    "Por que", separado, sem acento, no início de frase, sem ponto de interrogação no final da frase, é pergunta indireta?

    Devemos supor que o ponto de interrogação está implícito ou que o examinador o retirou da frase para aplicar uma pegadinha?

  • CADÊ A INTERROGAÇÃO ???????????????????????

  • pergunta sem interrogação?

  • Fgv sendo fgv

  • gabarito: E

    Complica até no fácil...

    Quando houver pergunta retórica terá a finalidade de reflexão do leitor.

    Perguntas em títulos guiam a leitura do leitor em busca de respostas. O autor do texto não pode fugir do que propôs no título e muito menos de sua indagação.

  • MANOOOO, ERREI POR ACHAR A ALTERNATIVA CERTA TÃO ÓBVIA QUE ESTARIA ERRADA (AMADA?)

  • Eu pensei o seguinte: "Por que " separado e sem acento tem valor de "Por qual razão" ou então " Por qual motivo". Isso que pensei.

  • E. responder à pergunta do título. correta

  • A resposta é tão óbvia que dá até medo de responder.

    Alternativa E

  • Não entendi que fosse uma pergunta.

  • Esta questão trabalha interpretação textual, em que, a partir do elemento linguístico - advérbio interrogativo “por que" -, é possível chegar a uma conclusão.

    Ao fazer uma pergunta no título - e isso fica claro por conta do advérbio interrogativo “por que" -, ao longo do texto, o autor deve responder à questão que ele mesmo levantara no título. Essa resposta é elucidada ao leitor por meio de fatos, exemplificações, causas e consequências, enumerações.

    Na pergunta “Por que o Brasil repete as suas tragédias?", as razões podem ser várias, inclusive, as alternativas (A), (B), (C), (D) podem ser os motivos pelos quais o Brasil repete as suas tragédias, porém o que se espera quando o título é uma indagação é que o texto responda a essa pergunta. Portanto, a alternativa correta é a letra (E).



    Gabarito da professora: alternativa E.
  • O POR QUE SEPARADO NO INÍCIO DA FRASE É UM

    INDÍCIO DE QUE O TÍTULO REALMENTE É UMA PERGUNTA.

    GAB = E

  • Era uma pergunta indireta; nesses casos, não há o uso da interrogação.

  • Depois de uma pergunta tem um esclarecimento!

  • Q isso, só gênios nesse Qconcursos! Geral achando a questão óbvia, impossível de errar. Essa hora já devem estar todos empossados, pelo menos como professores de português. kkkkkkkkkkkkk

    Alguém que não seja gênio do português poderia discutir comigo o porquê de não poder ser a "b" a alternativa correta.

    Entendo a "e" ser sim correta, mas fiquei na dúvida quanto a "b".

  • medo da porr@ ao marcar.
  • Regras de uso dos '' Por que, porque, por quê e porquê ''

    Por que você estuda? 

    Porque eu quero ser FP

    . Mas por quê

    O porquê está na possível estabilidade proporcionada.

    Por que é separado? → Pergunta

    Porque não é junto. → Resposta

    Mas por quê? → Fim de frase ( com acentuação é motivo)

    porquê eu não sei. → Substantivo

    .

  • estatística de erros muito alta KKK mds

  • "Pelo título dado a essa reportagem, o leitor pode concluir que o texto deve.."

    PS: COMPREENSÃO & NÃO INTERPRETAÇÃO (VCS NÃO VÃO DEDUZIR NADA). PORTANTO, DEVE responder à pergunta do título.

  • O Título do texto é uma pergunta sem ?.FGV é assim...rsrs

    rumo a Pmam.

  • Nessas, a mão treme.

  • Não concordo com o gabarito,pois o termo `por que´ separado é pergunta e não resposta.

    meu ponto de vista:

    PORQUE O BRASIL......

    Nessa lógica eu marcaria a letra (e)

    porque no sentido de pergunta:

    O “porque” junto é uma conjunção que indica causa, motivo, justificativa ou explicação. Um exemplo: "Eu não fui porque estava doente". De acordo com o professor, "Porque estava doente" é a oração que indica a razão pela qual ele não foi. Nesses casos, o “porque” é junto e sem acento.

    se cair uma pergunta assim eu entro com anulação !!!!

  • mesmo considerando que exitem perguntas diretas e indiretas, há um erro de digitação na prova...

    direta (com ?):  Por que o Brasil repete as suas tragédias?

    indireta (sem ?): Gostaria de saber por que o Brasil repete as suas tragédias.

  • GABARITO: E

    Pelo título dado a essa reportagem, o leitor pode concluir que o texto deve:

    Por que sem acento e no Inicio da frase: Usado para perguntar.

    Reparem no titulo: Por que o Brasil repete as suas tragédias”.

    Nas opções a resposta esta explicita: responder à pergunta do título.

  • Espero que meus erros sirvam de aprendizagem!!

    Só JESUS na minha vida.


ID
2947528
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Uma reportagem de um jornal carioca sobre a área da saúde pública no nosso país traz o seguinte texto:


Baixa vacinação contra sarampo ameaça Sudeste. Com o número de casos saltando em média 50% em um ano no mundo, o sarampo registrou o primeiro surto no Brasil em 2019, no Pará. A maior preocupação do Ministério da Saúde é o baixo índice de vacinação contra a doença: 49%. Se não atingir 95%, o sarampo pode passar a outras regiões, como a Sudeste”.


Sobre a estruturação e a significação desse texto, a única afirmativa INADEQUADA é:

Alternativas
Comentários
  • o segmento “o primeiro surto no Brasil” se refere ao maior surto de sarampo ocorrido no país? Não, é o primeiro surto de 2019. Porto esta é a alternativa inadequada. Letra E.

  • Letra E é a alternativa inadequada, pois em nenhuma parte o texto foi feita referência ao maior surto de sarampo ocorrido no país.

  • O primeiro surto de sarampo não é necessariamente o maior surto, por isso a frase está inadequada !

  • LETRA B

    "o destaque dado ao Sudeste se justifica pelo fato de o jornal estar nessa região.''

    O enunciado diz: jornal carioca.

    Fiquei confuso.

  • A letra B está certa porque diz no enuciado:

    Uma reportagem de um jornal carioca.

    Gabarito E

    em nenhuma parte de texto fala que o primeiro surto no país foi o maior, o primeiro que trás no texto se refere ao ano de 2019.

  • a) VERDADEIRA, o texto diz, expressamente, que "A maior preocupação do Ministério da Saúde é o baixo índice de vacinação contra a doença: 49%".

    b) VERDADEIRA, o enunciado da questão afirma que a reportagem é "de um jornal carioca", ou seja, do RJ, que integra a região sudeste.

    c) VERDADEIRA, observa-se que a intenção do texto é a de aumentar a vacinação no país, na medida que se analisa a estratégia argumentativa do autor, que alerta ao interlocutor sobre os perigos do baixo índice de vacinação.

    d) VERDADEIRA, o autor, de fato, intimida o interlocutor quando aponta para as gravosas consequências que o baixo índice pode acarretar, e utiliza a intimidação como estratégia de argumentação persuasiva.

    e) FALSA, o texto informa que "o sarampo registrou o primeiro surto no Brasil em 2019, no Pará", ou seja, em momento nenhum informa que foi o maior, sendo essa conclusão de toda extrapolativa dos elementos fornecidos pelo enunciado.

  • a) VERDADEIRA, o texto diz, expressamente, que "A maior preocupação do Ministério da Saúde é o baixo índice de vacinação contra a doença: 49%".

    b) VERDADEIRA, o enunciado da questão afirma que a reportagem é "de um jornal carioca", ou seja, do RJ, que integra a região sudeste.

    c) VERDADEIRA, observa-se que a intenção do texto é a de aumentar a vacinação no país, na medida que se analisa a estratégia argumentativa do autor, que alerta ao interlocutor sobre os perigos do baixo índice de vacinação.

    d) VERDADEIRA, o autor, de fato, intimida o interlocutor quando aponta para as gravosas consequências que o baixo índice pode acarretar, e utiliza a intimidação como estratégia de argumentação persuasiva.

    e) FALSA, o texto informa que "o sarampo registrou o primeiro surto no Brasil em 2019, no Pará", ou seja, em momento nenhum informa que foi o maior, sendo essa conclusão de toda extrapolativa dos elementos fornecidos pelo enunciado.

  • "Primeiro" não é a mesma coisa que "maior".

    Letra E

  • Achei essa questão muito tendenciosa, para mim todas as alternativas estão corretas, pois se você levar em consideração que no texto ele não disse de forma literal que o primeiro surto era o maior.

    Você também não poderá afirmar que "a intenção do texto é a de aumentar a vacinação no país", pois ele não diz isso em nenhum momento, até pelo contrário, é um jornal do sudeste, carioca, o objetivo é alcançar a população do sudeste.

    Por outro lado, ao pensar que estamos em 2019, a prova foi aplicada em 2019, o texto veiculado por um jornal, ao ler que em 2019 houve o primeiro surto de sarampo do país, isso me leva a crer que esse foi o maior surto.

    Da mesma forma a intenção do texto em alcançar o aumento da vacinação na população do Brasil, se aumentar a vacinação das pessoas que residem no sudeste, aumentará no Brasil em geral.

    Mas enfim, seguimos!

  • Michael David o RJ ainda fica no sudeste

  • o segmento “o primeiro surto no Brasil” se refere ao maior surto de sarampo ocorrido no país.

    Não tem como ele ser o maior surto de sarampo, pois só teve um único surto.

  • Ele pede a incorreta

    o primeiro surto no Brasil em 2019

  • Não vislumbrei na assertiva "D" qualquer tom intimidativo que encaminhasse para marcar como alternativa 'correta', pois creio ser a inadequada. Sendo assim, tem-se duas assertivas e a mais inadequada seria a assertiva "E". Como se pode medir, em questão objetiva, o grau de uma resposta como sendo a "mais correta"?

  • Fiquei na dúvida entre D e E e acabei errando.

    sacanagem!

  • temos que saber geografia para acertar essa questão. Não me lembrava que o RJ ficava no Sudeste

  • Temos de saber geografia para responder essa questão. Kkkkk

  • "o destaque dado ao Sudeste se justifica pelo fato de o jornal estar nessa região"

    Sinceramente achei que o fato de ter se referido ao SUDESTE seria porque é a região mais populosa do Brasil, em fim, o examinador conseguiu o que pretendia, confundir a minha cuca.

    Um dia ainda largo a mão disso.

  • Gabarito: E

    Não confundir primeiro com maior.

  • 1 n significa +
  • E. o segmento “o primeiro surto no Brasil” se refere ao maior surto de sarampo ocorrido no país. correta

  • alem de primeiro não ser o mesmo que maior, também podemos concluir que o PRIMEIRO é o unico, pois ainda estamos no ano 2019.

    Se não ha outro surto, para que haja a comparação, não se pode falar em maior ou menor, mas tão somente em "unico" surto do pais.

  • Fui lendo as alternativas....

    Pra mim....

    A é inadequada

    B é inadequada

    C é adequada

    D é muito inadequada

    E é muito muito inadequada.

    TA DIFÍCIL

  • Alternativa E. Não tem como saber se esse seria o maior surto.

  • SÓ POR CURIOSIDADE:

    ''O sarampo passou a ser doença de notificação compulsória nacional em 1968''.

    ''Em 1986, ano que apresentou a maior epidemia da década, foram notificados 129.942 casos de sarampo, o que representou uma incidência de 97,7 por 100.000 habitantes''.

    FONTE: Informe Epidemiológico do SUS. http://scielo.iec.gov.br/

     

  • Ai gente sério, falam tanto em extrapolação mas para mim B, C, D e E estão extrapolando o texto e também estão erradas. Eu acertei a questão pq achei a "E" mais errada. ainda assim está dificil. Me ajudem!

    B- o destaque dado ao Sudeste se justifica pelo fato de o jornal estar nessa região;

    Citar que o jornal é carioca justifica esse fato? A Região Sudeste é uma das mais populosas e importantes importantes do pais( e pode ser esse o motivo do destaque).

    C -a intenção do texto é a de aumentar a vacinação no país;

    A intenção do texto não seria informar? alertar a população? conscientizar? Como um texto vai aumentar a vacinação?

    D - a argumentação do texto se apoia na intimidação do público leitor;

    Intimidação do leitor? não são dados para comprovar um fato ou informação? Não entendo como isso seria uma intimidação, ainda vejo como uma aleta.

    E - o segmento “o primeiro surto no Brasil” se refere ao maior surto de sarampo ocorrido no país.

    Realmente incorreta. Primeiro não significa maior!

  • Peçam o comentário do Professor!

  • Peçam o comentário do Professor!

  • A) a classificação de “baixa” para a vacinação aparece justificada no texto;

    R = "..A maior preocupação do Ministério da Saúde é o baixo índice de vacinação contra a doença: 49%.

    B) o destaque dado ao Sudeste se justifica pelo fato de o jornal estar nessa região;

    R = Uma reportagem de um jornal carioca sobre a área da saúde pública..

    C) a intenção do texto é a de aumentar a vacinação no país;

    R = "..o sarampo registrou o primeiro surto no Brasil em 2019, no Pará. A maior preocupação do Ministério da Saúde é o baixo índice de vacinação contra a doença: 49%. Se não atingir 95%, o sarampo pode passar a outras regiões, como a Sudeste”.

    D) a argumentação do texto se apoia na intimidação do público leitor;

    R = "..o sarampo pode passar a outras regiões, como a Sudeste”.

    E) o segmento “o primeiro surto no Brasil” se refere ao maior surto de sarampo ocorrido no país. ITEM ERRADO! ✘

    R = "..o sarampo registrou o primeiro surto no Brasil em 2019, no Pará".

    Não quer dizer que seja o maior surto ocorrido no país, é uma extrapolação.

  • Questões de português da FGV te q ter um vasto conhecimento de tudo, no caso da questão ai, é geografia rsrs

  • voltei para o texto porque fiquei entre B é E observei que o jornal era carioca e que o rio de janeiro fica na regiao sudeste ! a banca é exigente na lingua ! pra cima bons estudos

    1. o sarampo registrou o primeiro surto no Brasil em 2019, no Pará
    2. o segmento “o primeiro surto no Brasil” se refere ao maior surto de sarampo ocorrido no país.

    Primeiro surto ? Sim.

    O maior surto? Não

  • Gabarito: E

    e) FALSA, o texto informa que "o sarampo registrou o primeiro surto no Brasil em 2019, no Pará", em momento nenhum informa que foi o MAIOR.


ID
2947531
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 1

Um centro de reumatologia publicou em revista semanal o seguinte texto:

“Estima-se que 85% da população tem, teve ou terá dores nas costas. Muitos acreditam que basta tomar um analgésico, isso é um perigo!

Dores na coluna tem vários motivos e podem estar associadas a doenças. Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”. (adaptado)

O segmento do texto 1 que justifica a existência desse anúncio publicitário é:

Alternativas
Comentários
  • Anúnico Publicitário:

    "SÓ UM ESPECIALISTA pode diagnosticar e propor o melhor tramento"

    O objetivo do anúnico publicitário é levar o leitor ao especialista que tem o poder de diagnosticar e propor o melhor tratamento, esse especilaista só poderá ser encontrado no centro de reumatologia que publicou o anúncio.

  • Errei, não ficou claro para mim o que a banca queria.

  • Não entendi o que a banca queria. FGV sendo FGV.

  • Questão muito vaga! Marquei letra B, mas sabendo que poderia muito bem ser A ou E

  • Ótimo comentário do amigo ANDREW DOS ANJOS MEDEIROS.

    Marquei a B, pois achei que fosse um sentido de "alerta" ao leitor que levaria o leitor a procurar um especialista.

    O comentário do amigo mencionado acima, faz sentido também.

    GAB E

    Sigamos firme!

  • A letra E difere das outras pois ela dá meio que uma orientação/possível solução do problema.pelo menos foi assim que raciocinei pra fazer a questão.

     

     

  • É mais raciocínio lógico que português.

    Quem pode dar um diagnóstico correto?

    Um especialista

    Onde encontra esse especialista ?

    No centro de reumatologia.

  • Eu fui de A porque analisei mal, achei que o anúncio que a maioria das pessoas teve, tem ou terão dores lombares chamaria a atenção das pessoas...

    gabarito E

  • Anúncio publicitário?

    então preciso vender meu peixe!!!!

    onde nas questões eu encontro o peixe?

    O segmento do texto 1 que justifica a existência desse anúncio publicitário é:

    LETRA E“Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”.

  • Doidera cara .... !!!!

  • Da análise do enunciado "O segmento do texto 1 que justifica a existência desse anúncio publicitário é", bem se vê que a questão espera que você encontre no que se fundamenta a propaganda para concretizar o seu objetivo, que é vender um produto ou serviço.

    Vejamos: Qual é o objetivo do centro de reumatologia ao distribuir um anúncio publicitário? Levar o público alvo a procurar o seu serviço, e qual o o fundamento/justificativa que vai levar o consumidor a procurar? o fato de que “Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”.

  • No início de um texto, são apresentados as premissas. A conclusão, geralmente, está no final do texto.

  • Após a resposta do Andrew ficou tudo tão óbvio.

    Obrigada, amigo !

    De fato, marketing justifica existência e gasto com esse anúncio. Atrair pacientes.

  • O 'X' da questão estão no "Centro de reumatologia".

  • Acertei uma da FGV, amém! <3

  • Era para adivinhar?

    Muito confusa.

  • A propaganda é de um centro de reumatologia, não poderia esperar mais nada do que o encerramento do texto com a autoafirmação de que só eles podem oferecer esse especialista para o tratamento da doença. Gabarito: E

  • Errei mais uma da fgv por nao prestar atencao no anuciado. Clinica reumatologica...

  • eu entendi assim:

    a questão pede pra você justificar a existência de um anúncio publicitário. Ora, se é um anúncio publicitário, eu(anunciante) quero levar o leitor ao especialista que tem o poder de diagnosticar e propor o melhor tratamento.

    veja que na questão ele não fala explicitamente que quer levar, mas dedutivamente ele tenta induzir o leitor a ir à uma clinica.

    algum erro, avisem-me.

  • Qual o objetivo de um texto publicitário? Fazer propaganda de algo, nesse caso o especialista!

  • TENHO QUE ENTENDER AS PERGUNTAS DESSA BANCA. PARA NÃO TOMAR PORRADA

  • Sinto falta dos comentários dos professores relacionados a essa banca,apesar de alguns comentários dos caras colegas serem excelentes,mas penso que o QC poderia nos dar mais assistência em relação ao português da banca FGV.

  • "85% da população tem, teve ou terá dores nas costas" pode ser uma ótima justificativa para a existência desse anúncio, que poderia ter como objetivo a redução dessa porcentagem.

    Próxima.

  • TNC.. de saco cheio dessa porcaria de banca.

  • Fiquei na dúvida entre B e E. Acho que as duas juntas justificam a existência do anúncio. O perigo da automedicação e a necessidade do especialista. Ai ela pode escolher tanto a B como a E que pode considerar como resposta.

  • Perfeito seu comentário Thiago Aguiar, é isso mesmo!

  • Letra E.

    A questão informa que é um anúncio publicitário feito pela clínica de reumatologia numa revista semanal.

    Quem faz anúncio desse tipo, o faz para chamar novos clientes.

    Logo, a justificativa é que somente um especialista pode diagnosticar, já que eles querem chamar novos clientes.

  • Pra começo de conversa, o texto é um anúncio publicitário? Nem isso eu fui capaz de entender.

  • Eu entendi que a existência do texto publicitário se justifica pelo fato de ser uma advertência, visto que as pessoas geralmente procuram se auto medicar nos casos de dores na coluna e não procuram ajuda médica especializada, o que seria o correto.

    Portanto, a frase "Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”, resume bem o que o texto pretende veicular.

    Mas também, e até por se tratar de um anúncio publicitário, indiretamente o centro de reumatologia pretende induzir que pessoas com dores na coluna procurem sua clínica, uma vez que a mesma é especializada no problema e dessa forma pretende atrair novos clientes.

  • Aparecer com um problema e mostrar a solução

  • Tenho pena de quem fez essa prova.

  • entendi nada

  • Não entendi o que a questão queria. Pensei que era pra encaixar o melhor titulo para o anuncio. droga!

  • O que justifica existir um anúncio como este (sendo propaganda de uma clínica específica ou não): "estima-se que 85% da população tem dor nas costas" (FATO) + "muitos acreditam que basta tomar um analgésico" (FATO) + "dores na coluna podem estar associadas à doenças" (FATO) = "MAS SÓ UM ESPECIALISTA PODE DIAGNOSTICAR E PROPOR O MELHOR TRATAMENTO" (não o Google, sua avó ou o atendente da farmácia onde você compra um remédio qualquer e se automedica - POR ISSO O ANÚNCIO!).

  • fala de um problema médico comum , orienta sobre a alto medicação , conclui que só médico poderá resolver o problema .
  • Pensei o seguinte:

    1- A publicidade é de interesse de um centro de reumatologia.

    2- Qual o argumento mais forte para atrair o cliente

    3- Somente um especialista (do anunciante) poderia propor o melhor tratamento.

    Força galera!

  • Só não identifiquei o anuncio publicitário. Publicar em revista semanal pode ser uma coluna e não necessariamente anuncio publicitário. Adoraria conhecer a pessoa que faz essas questões da FGV. não é possível que seja professor de português, na boa!

  • Errei na prova e errei aqui... Cá pensando com calma, passado o ódio de errar novamente, percebo que se é um anúncio publicitário de uma clínica de reumatologia, ela quer ganhar novos clientes. E como se ganha clientes? Indicando problemas? Estatísticas? Não! Indicando a solução ou uma possível cura.

    Gabarito: E

    Ps: Estou me guiando pelo gabarito pra tentar entrar na mente dessa banca de uma vez. Mas não concordo. Marquei A na prova e marquei A aqui.

  • os professores do QC não comentam questões da FGV porque nem eles sabem!

  • Marquei B, acabei indo pelas características dos textos publicitários (como já cobrado pela FGV), no caso pela "Intimidação".

    "Muitos acreditam que basta tomar um analgésico, isso é um perigo" - Se fizer isso pode correr riscos, então procure um especialista.

    Penso que o mais difícil na FGV é acompanhar e saber o raciocínio deles e o sentido que querem.

  • E. “Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”. correta

  • Um centro de reumatologia publicou em revista semanal o seguinte texto:

    Parte-se do princípio que o centro de reumatologia irá ofertar seus serviços e não apenas informar dados.

  • Errei a questão e fui analisar:

    1º OQ A QUESTÃO PEDE? segmento do texto que  justifica a existência desse ANUNCIO PUBLICITARIO.

    2º OBSERVAR TITULO DO TEXTO: centro de reumatologia publicou...

    3º OQ UM ANUNCIO PUBLICITARIO QUER/TENTA? VENDER/ INDUZIR alguém a COMPRAR algo.

    4º COMO ELE FEZ ISSO NO TEXTO? Mostrando a solução de um problema. Prendendo a atenção do leitor.

    5º QUAL É O PROBLEMA? DORES NA COLUNA.

    6º COMO É POSSOVEL RESOLVER ESSE PROBLEMA? QUAL É A SOLUÇÃO? Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”

    OBS: Não sei se está certo, mas entendi dessa forma.

  • ALTERNATIVA CORRETA: Só um especialista para acertar as questões de português da FGV.

  • qndo vc erra por nao entender a pergunta é dose

  • "SÓ UM ESPECIALISTA pode diagnosticar e propor o melhor tratamento" 

    Fica evidenciado que o objetivo do anúncio publicitário é levar o leitor ao especialista que tem o poder de diagnosticar e propor o melhor tratamento.

    LETRA E

  • Na minha humilde opinião, na questão poderia ter duas respostas. dependendo da visão do elaborador, por isso a importância de resolver questões da banca.

  • Se tivesse perguntando o motivo do anúncio ser informativo - seria a letra A.... errei por não prestar atenção.

  • pelo amor de deus!

  • Acertei!!!! nem acreditooo!!!1

  • A) “Estima-se que 85% da população tem, teve ou terá dores nas costas”;

    R = É apenas uma informação.

    B) “Muitos acreditam que basta tomar um analgésico, isso é um perigo!”;

    R = É um alerta.

    C) “Dores na coluna tem vários motivos”;

    R = É apenas uma afirmação.

    D) “... podem estar associadas a doenças”;

    R = É apenas uma afirmação.

    E) “Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”.

    R = Atrai clientela.

    Anúncio publicitário!!

  • Anúncio na revista --> Centro de Reumatologia --> Especialista ---> ONDE encontro? --> Centro de Reumatologia (Essa é a publicidade)

    Gab: E

  • TEXTO: Um centro de reumatologia publicou em revista semanal o seguinte texto:

    “Estima-se que 85% da população tem, teve ou terá dores nas costas. Muitos acreditam que basta tomar um analgésico, isso é um perigo!

    Dores na coluna tem vários motivos e podem estar associadas a doenças. Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”. (adaptado)

     

    O segmento do texto que justifica a existência desse anúncio publicitário é:

    GABARITO: E

    EXPLICAÇÃO: Caminhando dentro da solicitação do enunciado existência desse anúncio publicitário , existe um motivo para existência, e para publicidade, informações com intenção de vendas e prestação de serviços.

  • QUAL A FINALIDADE DE UM TEXTO PUBLICITÁRIO? VENDER ALGO PARA VOCÊ, ENTÃO PROCURE ISSO NO TEXTO, QUE FICA MAIS FÁCIL. OS CURSINHOS FAZEM ISSO CONSTANTEMENTE. QUANDO FALAM QUE OS PRIMEIROS COLOCADOS SÃO ALUNOS DELES.


ID
2947534
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 1

Um centro de reumatologia publicou em revista semanal o seguinte texto:

“Estima-se que 85% da população tem, teve ou terá dores nas costas. Muitos acreditam que basta tomar um analgésico, isso é um perigo!

Dores na coluna tem vários motivos e podem estar associadas a doenças. Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento”. (adaptado)

No texto 1, o problema gramatical está:

Alternativas
Comentários
  • O correto seria:

    Dores na coluna TÊM varios motivos.

  • o 'tem' do segundo parágrafo refere-se a dores.Como a palavra 'dores' está no plural, o 'tem' precisa fazer a concordância, passando a receber o acento diferencial (^).

  • GABARITO: LETRA C

    A --- na forma verbal “tem” na primeira linha do texto; >>> “Estima-se que 85% da população tem (concordância atrativa com o termo que está no singular "população") --- lembrando que nesse caso a concordância é facultativa, podendo concordar com a fração ou com o termo explicativo: 85% da população têm ou 85% da população tem.

    B --- na forma do demonstrativo “isso” em lugar de “isto” >>> usado corretamente como um termo anafórico, retomando algo dito anteriormente

    C ---- na forma verbal “tem” do segundo parágrafo --- Dores na coluna tem >>> correto seria "têm", concordando com "dores" que é o sujeito.

    Força, guerreiros(as)!!

  • verbo vir na terceira do singular "vem" quando conjugado na terceira do plural recebe o acento diferencial

    Ele vem

    Eles vêm

    O mesmo se aplica ao verbo "ter".

    vale ressaltar que os verbos crer, ver, ler e dar dobrarão a letra "e", no entanto não recebem acento

    Eles veem, creem, leem.

    Que eles deem.

    Bons estudos

  • Atenção para o verbo TER... Se o sujeito estiver no plural ele ficará também de forma acentuada (Têm)

  • O correto seria:

    Dores na coluna têm vários motivos.

    Se o sujeito estiver no plural ele ficará também de forma acentuada (Têm)

  • SENHOR DEUS consegui acertar duas questões seguidas na FGV isso é motivo de comemoração!!!

    Um dia eu fico fico fera!!!!!

  • Tem = 3° DO SINGULAR

    têm = do plural (é o famoso acento diferenciador )

  • -Os derivados de ter e vir apresentam acento circunflexo no plural acento agudo no singular.

    -Dobram a letra "e" no plural: crer, ler, ver e derivados (sem acento).

  • Sobre concordância com porcentagem (sujeito):

    0 - 1,9% --> Verbo no singular

    Porcentagem + expressão indicativa: Opta concordância, exceto quando 1%

    Determinante + numeral -> Só concorda com numeral

    Sujeito formado de número fracionário:

    O verbo concorda com o numerador, mas pode concordar com o especificador (se tiver)

    – Apenas 1/3 das pessoas do mundo sabe o que é viver bem.

    – Apenas 1/3 das pessoas do mundo sabem o que é viver bem.

  • esse na coluna é só um complemento nominal né? vacilei 

  • Nem estou acreditando, que acertei mais uma, meu Deus olha o milagre!

  • O acento flexiona o verbo
  • @Jadson Machado e Rosana Araujo: é pra aplaudir de pé, igreja!

  • Dor na coluna TEM vários motivos.

     

    Dores na coluna TÊM varios motivos.

  • Quando o sujeito é formado por uma expressão que indica porcentagem seguida de substantivo, o verbo deve concordar com o substantivo.

    Exemplos:

    25% do orçamento do país deve destinar-se à Educação.

    85% dos entrevistados não aprovam a administração do prefeito.

    1% do eleitorado aceita a mudança.

    1% dos alunos faltaram à prova.

    Fonte:

  • Dores na coluna TÊM vários motivos.

  • Dores na coluna tem vários motivos e podem estar associadas a doenças. Só um especialista pode diagnosticar e propor o melhor tratamento.

  • Errei a questão! Mas vou usar a explicação da colega Priscila, para não errar mais!!!

    -Os derivados de ter e vir apresentam acento circunflexo no plural acento agudo no singular.

    -Dobram a letra "e" no plural: crer, ler, ver e derivados (sem acento).

  • A) O singular é correto, pois concorda com ‘população’. Seria possível também concordar com a porcentagem, caso em que o verbo ficaria no plural.

    85% da população tem, teve ou terá

    85% da população têm, tiveram ou terão

    B) Nenhum problema, a referência é anafórica, isto é, “isso” retoma algo já dito.

    D) Se houvesse essa troca, o sentido mudaria: “vários motivos”= alguns motivos; “motivos vários”=motivos diferentes. Contudo, não há erro.

    E) Não há erro algum em usar o singular em sentido geral.

    Gabarito letra C.

    Fonte: Felipe Luccas

  • Isso - Anafórico;

    Isto - Catafórico.

    Dessa maneira, o ISSO utilizado no trecho: "Muitos acreditam que basta tomar um analgésico, isso é um perigo!", refere-se a algo que vem antes do pronomes, logo, seu uso está correto.

  • Dores na coluna TÊM... 

     

     

    c- na forma verbal “tem” do segundo parágrafo;

  • Errei 6 de 6 respondidas. "Deus seja louvado", só tenho mais 4 hoje...

  • mal formulada a questão. Se trocarmos um especialista por especialistas, o verbo poder teria de modificar-se para o plural. Só especialistas podem diagnosticar...

  • Têm, teria que ser acentuado, frase no plural (Dores...)

  • C. na forma verbal “tem” do segundo parágrafo; correta

  • Discordo do Artur Carvalho quanto à concordância com o sujeito indicando porcentagem:

    Quando o sujeito é referenciado por substantivo, o verbo deve concordar com o substantivo; quando não há expressão substantiva referenciando o sujeito, aí sim o verbo concorda com o número percentual:

    10% dos alunos são dedicados / 10% da população não usa Redes Sociais.

    10% são dedicados / 10% não usam Redes Sociais.

  • Verbos ter e vir

    Empregados na 3° pessoa do singular >> sem acento Ex: homem tem

    Empregados na 3° pessoa do plural >> com acento circunflexo: homem têm

  • é você, géssica???

  • Com relação às alternativas A e B

    A) a concordância com números em porcentagens ocorre da seguinte maneira:

    -Quando a porcentagem seguida de substantivo: tanto pode concordar com o numeral, ou com o substantivo.

    ex: 25% do orçamento do país deve destinar-se à Educação / 25% do orçamento do país devem destinar-se à Educação

    -Quando não vir acompanhado de substantivo, concordo com o numeral.

    ex: 1% quer mudança. / 25% querem mudança.

    B) Isso: usado para referência anafórica (termo citado antes)

    Isto: usado para referência catafórica (termo citado depois)

  • Gabarito: C

    Dores na coluna têm

  • Assertiva C

    C

    na forma verbal “tem” do segundo parágrafo;

  • na forma verbal “tem” do segundo parágrafo; erro de concordância verbal

  • LETRA C

    TEM - singular / TÊM - plural

  • GABARITO LETRA C:

    O erro está na ausência do acento circunflexo na palavra TEM, pois trata-se de ACENTO DIFERENCIAL DE NÚMERO QUE APARECE NA TERCEIRA PESSOA DO PLURAL DO VERBO TER E VIR PARA FAZER OPOSIÇÃO COM A TERCEIRA PESSOA DO SINGULAR. SEMPRE QUE FOR ACIONADA A TERCEIRA PESSOA DO PLURAL DO VERBO TER E DO VERBO VIR O ACENTO CIRCUNFLEXO SERÁ OBRIGATÓRIO, POIS ELE ESTÁ PRESENTE PARA DENUNCIAR A PLURALIZAÇÃO DESSA PESSOA. 

  • Têm concorda com DORES.

  • Força e honra. A luta é árdua, mas vale a pena!

  • Tem tanto juiz, promotor, delegado, auditor... aqui no QC!

    Quando vocês vão entender que não é necessário dizer a questão foi "MOLEZA"?!

    Não contribui em nada!

    #pas

  • Cuidado com alguns comentários!!

    ''Dores na coluna tem vários motivos''

    Muitos estão dizendo que o erro está no verbo TER, que deveria estar com acento ''TÊM''!

    Negativo!!!

    Não se usa o verbo TER sentido de EXISTIR.

    O certo deveria ser: Dores na coluna há vários motivos OU Dores na coluna existem vários motivos!

    Insta: @ligefersonFernandes

    #FORÇA,GUERREIRO!

  • só eu que fiquei procurando a palavra problema no texto, no primeiro momento da leitura? kkk
  • ALTERNATIVA C - na forma verbal “tem” do segundo parágrafo.

    O verbo "tem" deveria ter sido escrito de outra maneira, qual seja: "têm". Isso porque o verbo "tem" deveria estar no plural, com acento circunflexo, concordando com "dores" que é o sujeito no plural. Ou seja, apresenta-se erro de concordância verbal na frase.

  • Nunca desistam dos seus sonhos.

  • GABARITO: LETRA C

    ---- na forma verbal “tem” do segundo parágrafo --- Dores na coluna tem >>> correto seria "têm", concordando com "dores" que é o sujeito.

  • DORES está concordando com TEM, sendo assim deveria ter um acento diferencial de numero . TÊM!!

  • O QUE VOCÊ FAZ NA AUSÊNCIA DOS OUTROS DEFINIRÁ QUEM VOCÊ VAI SE TORNAR, NẪO PARE!!!

  • Singular + Singula

    Plura + Plural

    DICA: Perguntar ao verbo

    #SeguimosTentando

  • têm/vêm = plural

    tem/vem = singular

  • A forma correta seria Têm(plural), para concordar com DORES. Gab C

  • DIAS DIFÍCEIS SÃO NECESSÁRIOS PARA TE DEIXAR MASI FORTE!

  • TEM DEVE CONCORDAR COM O NÚCLEO DO SUJEITO(DORES), PASSANDO A SER = DORES NA COLUNA TÊM ...

  • #PMCE2021

  • TEM=SINGULAR

    TÊM=PLURAL

  • Sobre a letra a)

    85% da população

    Regra: A partir de 2% = plural

    Se tiver determinante = a concordância pode ser feita com ele.

    85% da população fizeram a prova.

    85% da população fez a prova.

  • letra C

    DoreS na coluna tÊm vários motivos (PLURAL CONCORDA COM PLURAL)

  • Quem lembra da regra dos Acentos Diferencias se deu bem.

  • Muitos acreditam que basta tomar um analgésico, isso é um perigo! FUNÇÃO ANAFÓRICA

    Isto é um perigo: muitos acreditam que basta tomar um analgésico. FUNÇÃO CATAFÓRICA

  • Gabarito: C.

    Além de concursanda, sou professora de Redação e possuo um projeto de correção de discursivas que está dando resultados positivos para quem treina comigo. O valor de cada correção é dez reais e corrijo em até 36 horas. Interessados, meu whatssap é 21987857129.

  • A) Com as expressões que indicam percentagens o verbo pode ficar no plural ou no singular, conforme o caso, já que a concordância pode ser feita com o número percentual ou com o substantivo a que ele se refere: No seu Estado, 75% da população ganha menos de dois salários mínimos (concorda com população).

    B) Isso – indica algo que está perto do receptor e também pode ser usado para não ter que repetir algo que já foi mencionado. Ex: por que você disse issoIsto – indica algo que está perto do emissor e também é usado para mencionar algo que ainda será dito. Ex: Isto que vamos fazer é complicado!

  • GAB: LETRA C

    Complementando!

    Fonte: Prof. Felipe Luccas 

    Considerando “dores na coluna” como sujeito, o verbo deveria estar no plural: dores tÊm vários motivos.  

    Vejamos:  

    a) O singular é correto, pois concorda com ‘população’. Seria possível também concordar com a porcentagem, caso em que o verbo ficaria no plural.  

    • 85% da população tem, teve ou terá 
    • 85% da população têm, tiveram ou terão 

    b) Nenhum problema, a referência é anafórica, isto é, “isso” retoma algo já dito.  

    d)  Se  houvesse  essa  troca,  o  sentido  mudaria:  “vários  motivos”=  alguns  motivos;  “motivos vários”=motivos diferentes. Contudo, não há erro.  

    e) Não há erro algum em usar o singular em sentido geral.

  • GAB.: C

    • na forma verbal “tem” do segundo parágrafo;
    • o verbo "tem" concorda com "dores", logo deve ficar no plural: [...] Dores na coluna têm vários motivos [...]
    • no erro de emprego, dá-se a entender que a coluna tem vários motivos para ficar com dor (como se fosse um ser vivo)
    • pra quem ficou na dúvida da B:
    • isso = esse motivo, ex.: Muitos acreditam que basta tomar um analgésico, isso esse motivo é um perigo!
    • isto = meu motivo


ID
2947537
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A frase abaixo em que a grafia do termo em negrito está equivocada é:

Alternativas
Comentários
  • O atleta genioso deve ter sido mal educado pelos pais.

  • Assertiva A.

    Faz referência à educação que os pais lhe deram, portanto mal educado.

  • Para responder a esta questão, exige-se conhecimento em problema da norma culta. O candidato precisa apontar a assertiva que a palavra "mal" foi empregada incorretamente. Vejamos:

    Mal educado, sem hífen, é usado na voz passiva. Mal tem apenas função de advérbio, qualificando o tipo de educação que foi dada, se má ou se boa:

    Mal-educado, com hífen, é um adjetivo usado para indicar uma pessoa sem educação.(pode ser substantivado ou não)

    Pensei assim: uma pessoa mal-educada (adjetivo) é geralmente uma pessoa IGNORANTE (adjetivo).OK! Vamos fazer as substituições.

    a) Incorreta.

    "O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais;"

    O atleta genioso deve ter sido ignorante pelos pais.

    Eita! Não ficou legal essa substituição aqui.

    “Mal educado” sem hífen (forma correta.)

    b) Correta.

    “Trata-se de pessoa mal-educada;"

    Trata-se de pessoa IGNORANTE. 

    c) Correta.

    “Os mal-educados não são pessoas agradáveis;’

    Os IGNORANTES não são pessoas agradáveis. 

    d) Correta.

    “Nenhum mal-educado deve estar presente na festa;’

    Nenhum IGNORANTE deve estar presente na festa. 

    e) Correta.

    “Os arruaceiros presos são muito mal-educados.

    Os arruaceiros presos são muito IGNORANTES. 

    Gabarito: A

  • Na 'B' e 'E' são adjetivos. Na 'C' e 'D' são substantivos. Na 'A' é advérbio 'mal' e aí, não usa hífen: educado de maneira errada, incorreta, imperfeita...

    Em tempo: na prova, fiquei perdido e errei.

  • O gabarito oficial é a letra A. No caso da letra A, tem-se uma estrutura de voz passiva, ou seja, o sujeito passivo “o atleta genioso” sofre uma ação realizada por terceiros – “pelos pais”. Dessa maneira, a palavra não poderia ter sido escrita com hífen, pois se trata de uma locução verbal. Nos outros casos, há o correto emprego do sinal, pois a expressão é empregada como adjetivo (letra B e E), substantivo (letra C e D)

    Créditos: Prof. Flávia Rita

  • Excelente resposta do colega:Diogo Cordeiro!

    Vale a pena conferir!

  • Diogo Cordeiro, muito obrigado.

    #vamooo

  • Letra A foi a única antecedida de verbo

  • Diogo Cordeiro obrigada!!!

    Tudo de Deus para sua vida!

  • Troquei por delegante quando fiz a prova, em todas encaixava, menos na A.

  • Q ódio dessa banca
  • Achei esta uma baita pegadinha! Ninguém é mal educado pelos pais...

  • Entendo que mal-educado grafado com hífen está atuando como adjetivo ou advérbio nas outras alternativas, e ,nessas situações, grafa-se com hífen.

    No entanto na letra A "mal-educado" não tem função de adjetivar, chamar de mal-educado ou substantivar (Letra C), e sim de indicar uma ação feita pelos pais , ação de educar mal.

    Portanto não entra na regra de "após bem/mal+vogal ou h usa-se hífen".

  • Mal-educado, com hífen, é um adjetivo usado para indicar uma pessoa sem educação. É sinônimo de malcriado, grosseiro e descortês:

    Mal educado, sem hífen, é usado na voz passiva. Mal tem apenas função de advérbio, qualificando o tipo de educação que foi dada, se má ou se boa:

  • Mal-educado, com hífen, é um adjetivo usado para indicar uma pessoa sem educação. É sinônimo de malcriado, grosseiro e descortês:

    exemplo:Que menino mal-educado! Que meninos mal-educados!

    Mal educado, sem hífen, é usado na voz passiva. Mal tem apenas função de advérbio, qualificando o tipo de educação que foi dada, se má ou se boa:

    exemplos:O menino foi mal educado pela avó. Os meninos foram mal educados pela avó.

    Gabarito-A

    O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais;

  • Questão dos infernos!

  • Troque mal-educado pela palavra rude e a questão fica mole, mole
  • Quando temos voz passiva, não há hífen, pois o “mal” é um advérbio ligado ao verbo: O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais (os pais educaram mal o atleta genioso)

    Nos demais casos, temos palavras compostas, por isso o “mal” funciona como prefixo e o hífen é obrigatório, pois “o mal não gosta de vogal”. Seguido de “vogal”, o prefixo “mal” deve ser “separado” com hífen. Em B e E, temos adjetivos compostos. Em C e D, temos substantivos compostos.

    Gabarito letra A.

    Fonte: Prof. Felipe Luccas

  • Gabarito A

    MAU/MAL

    MAU X BOM

    A palavra Mau é um Adjetivo e é usada como contrário de Bom.

    § João é uma pessoa muito prestativo. Ele é um bom menino.

    § Carlos faz muitas malvadezas na escola. Ele é um menino mau.

    MAL X BEM

    A palavra Mal pode ser:

    Advérbio de Modo: é utilizada como contrário de Bem.

    Substantivo: é utilizada como doença, tristeza, sempre no sentido negativo.

    Conjunção temporal: é utilizada no sentido de quando.

    ·       Estou passando mal. Sinto muita dor de cabeça e indisposição.

    ·       O mal da humanidade é o egoísmo.

    ·       Mal conseguiu o novo emprego, já estava chegando atrasado.

    MAL/BEM COM HIFENS

    ·       As formações vocabulares com MAL- exigem hífen caso a palavra principal inicie-se por –vogal, -H, -L: mal-estar, mal-empregado, mal-humorado, mal - limpo.

    ·       Já as formações com BEM- exigem hífen caso a palavra principal inicie-se por –vogal, -H, -M e casos consolidados à parte: bem-estar, bem-humorado, bem-mandado, bem-vindo.

  • Troque "mal-educado" por "malcriado". Percebeu uma sutil diferença na letra A? Foi dessa forma que respondi a questão.

  • Quando temos voz passiva, não há hífen, pois o “mal” é um advérbio ligado ao verbo: O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais (os pais educaram mal o atleta genioso)

    Nos demais casos, temos palavras compostas, por isso o “mal” funciona como prefixo e o hífen é obrigatório, pois “o mal não gosta de vogal”. Seguido de “vogal”, o prefixo “mal” deve ser “separado” com hífen. Em B e E, temos adjetivos compostos. Em C e D, temos substantivos compostos.

    Gabarito letra A.

    Fonte: Prof. Felipe Luccas

    Essa outra alternativa também é boa:

    Troque mal-educado pela palavra rude.

  • Primeiro, percebi que ''mal-educado'' ,em todas as alternativas, estão grafadas de modo correto. Prefixo ''mal'' usa-se o hífen diante da palavra que começa por VOGAL, H OU L.

    Segundo, de acordo com o primeiro, percebi que a questão estava querendo sentido. Logo, a ''A'' se referiu a maneira como os pais educaram (mal).

    Mal contrário de bem

    Mau contrário de bom

  • Gabarito: A

    Mal sem hífen é advérbio.

    O atleta genioso deve ter sido mal educado pelos pais.

    Sabendo o quê é advérbio: questão resolvida.

  • A única opção em que "MAL-EDUCADO" está precedido de verbo é a alternativa "A".

  • entendi mal-educado como adjetivo. Logo não é possível o maluco ter sido mal-educado pelos pais

  • Mal-educado é um adjetivo ("B" e "E") ou substantivo ("C" e "D") a depender do contexto.

    Mal educado é uma locução verbal apresentada na voz passiva analítica, pois se necessita de auxiliar de passiva (ser/estar)+ particípio, por exemplo:

    O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais;

    O atleta genioso deve ter sido mal educado pelos pais.

  • VIM NOS COMENTÁRIOS, POIS NÃO TINHA IDEIA DA RESPOSTA. VLW , PESSOAL!!!

  • A. O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais; INCORRETA

    Na voz passiva não há o hífen, pois o “mal” é um advérbio ligado ao verbo:

    O atleta genioso deve ter sido mal educado pelos pais (os pais educaram mal o atleta genioso)

  • FGV sendo FGV...

    A LETRA A dá ideia de adverbio

  • odeio hífen
  • DESGRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÇAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

  • maldito hifen. E eu olhando plural ....aff

  • As palavras mal-educado e mal educado existem na língua portuguesa e estão corretas. As palavras mau-educado e mau educado estão erradas.

    Mal-educado, com hífen, é um adjetivo usado para indicar uma pessoa sem educação. É sinônimo de malcriado, grosseiro e descortês:

    Mal educado, sem hífen, é usado na voz passiva. Mal tem apenas função de advérbio, qualificando o tipo de educação que foi dada, se má ou se boa:

  • Mal - Advérbio

    Se relaciona ao verbo

    Contrário de bem

    Sentido de pouco

    Mau - Adjetivo

    Se relaciona ao substantivo

    Contrário de bom

    Mal - educado: ignorante, grosseiro

    Mal educado: má educação, educação ruim

  • Só de curioso, como seria essa frase do gabarito na voz ativa?

  • Nas letras B, C, D e E, temos palavras compostas. Nelas, o emprego do hífen foi acertado, haja vista que o prefixo "mal" exige hífen quando a palavra iniciar com vogal.

    Na letra A, contudo, não se tem uma palavra composta. Temos o particípio "educado" - verbo principal da locução "deve ter sido educado" - e o advérbio "mal".

    Isso fica bem evidente com a seguinte reescrita:

    O atleta genioso deve ter sido mal educado pelos pais.

    = O atleta genioso deve ter sido educado mal pelos pais.

    = Os pais devem ter educado mal o atleta genioso (frase convertida para a voz ativa).

    Nessas reescritas, pelo fato de "mal" ter sido deslocado, fica claro que não há formação de uma palavra composta, o que não justifica o emprego do hífen.

    Resposta: Letra A

  • a) O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais

    Explicação:

    Diferentemente das outras assertivas, a palavra mal-educado é empregada aqui com o sentido de uma educação falha, ruim. Nas outras assertivas a mesma palavra é empregada com o sentido de malcriação, desrespeito, falta de educação, grosseria, etc.

  • Pegadinha de mau gosto (ou mal gosto) - rsrs

  • FGV - A pior banca de português de todos os tempos (Elias Santana).

    Fiz essa prova e o difícil da FGV é entender o que ela quer. Banca muito ruim pra português.

  • Sinceramente, depois de ler as assertivas eu nem soube começar.

  • Problema é adivinhar o que eles querem.

  • AS QUESTÕES DA FGV VOCÊS TEM QUE SE ATENTAR AOS SENTIDOS DAS FRASES, NESSA QUESTÃO 4 OPÇÕES TEM O MESMO SENTIDO, UMA NAO... BEM SIMPLES DE RESOLVER. NAO PRECISA NEM SABER O PQ ESTA ERRADO.

  • VAMOS TROCAR O MAL-EDUCADO POR GROSSEIRO.

    O atleta genioso deve ter sido GROSSEIRO pelos pais.

    A palavra mal-educado com hífen, refere-se a pessoa grosseira, então a única alternativa que não combinou com a palavra grosseira foi a alternativa A

  • LETRA A

    Mal educado, sem hífen, é usado na voz passiva. Mal tem apenas função de advérbio, qualificando o tipo de educação que foi dada, se má ou se boa:

    Mal-educado, com hífen, é um adjetivo usado para indicar uma pessoa sem educação.(pode ser substantivado ou não)

    Pensei assim: uma pessoa mal-educada (adjetivo) é geralmente uma pessoa IGNORANTE (adjetivo).OK! Vamos fazer as substituições.

    a) O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais;

    O atleta genioso deve ter sido ignorante pelos pai. INCORRETA.

    Eita! Não ficou legal essa substituição aqui.

    MAL EDUCADO SEM HÍFEN (forma correta.)

    b) Trata-se de pessoa mal-educada;

    Trata-se de pessoa IGNORANTE. CORRETA.

    c) Os mal-educados não são pessoas agradáveis;

    Os IGNORANTES não são pessoas agradáveis. CORRETA.

    d) Nenhum mal-educado deve estar presente na festa;

    Nenhum IGNORANTE deve estar presente na festa. CORRETA.

    e) Os arruaceiros presos são muito mal-educados.

    Os arruaceiros presos são muito IGNORANTES. CORRETA

    Monitor QC

  • Mal-educado (com hífen)

    • indicar uma pessoa malcriado, grosseiro

    Mal educado (SEM hífen)

    • indica o tipo de educação que foi dada, se má ou se boa:
    • Quando for voz passiva, não há hífen, pois o “mal” é um advérbio ligado ao verbo

  • Gabarito letra A. 

    Quando temos voz passiva, não há hífen, pois o “mal” é um advérbio ligado ao verbo: 

    O atleta genioso deve ter sido mal-educado pelos pais (os pais educaram mal o atleta genioso) 

    Nos demais casos, temos palavras compostas, por isso o “mal” funciona como prefixo e o hífen é obrigatório, pois “o mal não gosta de vogal”. Seguido de “vogal”, o prefixo “mal” deve ser “separado” com hífen. Em B e E, temos adjetivos compostos. Em C e D, temos substantivos compostos.

  • A questão pede a alternativa em que o hífen não está devidamente empregado.

  • Acertei. Agora vou nos comentários descobrir o porquê que eu acertei...

  • corroborando...

    mal---- bem

    mau--- bom

  • Macete que aprendi desde a infância era simplesmente trocar por "sem educação" onde couber, esse advérbio, caberá também o seu sinônimo "mal educado" Se retonar a questão vai ver que fica mel na chupeta.

  • Doideira

  • mal-educado com hífen indica uma pessoa sem educação/que faz coisas erradas

    mal educado sem hífen indica a forma como foi educado

  • Resumidamente:

    Com HÍFEN > ADJETIVO( sendo o mal um prefixo, regra geral)

    Sem > Funciona como ADVÉRBIO de modo

  • Mal-educado (com hífen)

    • indicar uma pessoa malcriado, grosseiro

    Mal educado (SEM hífen)

    • indica o tipo de educação que foi dada, se má ou se boa:
    • Quando for voz passiva, não há hífen, pois o “mal” é um advérbio ligado ao verbo

  • Excelente dica!

  • É uma tristeza sem fim essas questões da FGV.

  • Gabarito: A.

    Comentando as assertivas:

    a) Errado. A construção está na voz passiva analítica. Sendo assim, o verbo "educado" não pode estar ligado a um advérbio por hífen.

    b) Certo. Trata-se de um adjetivo. Em função disso, foi grafado usando o hífen.

    c) Certo. Há substantivação de "mal-educados", pois o termo é precedido do artigo definido "os". Em função disso, o uso do hífen é plenamente possível porque os vocábulo "mal" e "educados" formam uma unidade significativa.

    d) Certo. Mesma situação do item anterior.

    e) Certo. Mesma situação do item A.

    Bons estudos!

  • GAB.: A

    • o único em que o termo ignorante foi aplicado em descontento é a letra A
    • Mal educado = advérbio = tipo de educação, ex.: Fulano é era mal educado pois era analfabeto
    • Mal-educado = adjetivo = ignorante, ex.: O Presidente é muito mal-educado

  • Mal-educado → é usado como qualificador (adjetivo); Ex.: pessoa mal-educada (grosseira)

    Mal educadomodo como a pessoa foi educada. Ex.: O atleta genioso deve ter sido mal educado pelos pais

    ►A única alternativa em que o uso de um desses termos está equivocado é a letra A.

  • Só eu que acho que a letra C é problemática...se são pessoas, elas são mal-educadas... pra mim, o certo seria As mal-educadas não são pessoas agradáveis; vida que segue!


ID
2947540
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Há uma série de palavras em língua portuguesa que modificam o seu sentido em função de uma troca vocálica; esse fato só NÃO ocorre em:

Alternativas
Comentários
  • Alternativa b correta.

    Infarte e infarto são o que chamamos de variantes linguísticos, ou seja, as duas palavras possuem o mesmo significado. Isso acontece devido o diferente contexto em que vivemos, cada região se adapta e reinventa a palavra de forma diferente com o passar do tempo.

    As demais palavras são parônimas (possuem grafia e pronúncias parecidas), mas significados distintos.

  • A) DEFERIR = Atender ao que se pede / DIFERIR = Distinguir

    B) INFARTE E INFARTO= Têm significados iguais

    C) EMERGIR = Elevar algo acima do nível da água / IMERGIR = AFUNDAR

    D) DESCRIÇÃO -= Ato de descrever algo ou alguém / DISCRETO= Qualidade de alguém ser discreto

    E) EMINENTE= Muito acima do que está em volta / Iminente= Preste a acontecer

  • enfarte (enfarto, infarto ou infarte)

    gab. B

  • Essa foi fácil.

  • Para acrescentar aos demais comentários:

    Alguns dicionários, bem como o vocabulário ortográfico da Academia Brasileira de Letras, reconhecem a existência de quatro palavras:

    *infarto;

    *enfarte;

    *enfarto;

    *infarte.

    Enfarte e infarto são as formas preferenciais de escrita da palavra.

    Enfarto e infarte têm um uso muito reduzido.

    Fonte: https://www.dicio.com.br/

    >> FGV sempre cobra questões com homônimos, parônimos e palavras com dupla grafia.

    Essa lista abaixo serve apenas para conhecimento, não deve ser decorada, mas estão alguns exemplos (de palavras com dupla grafia) que já aparecem registradas nas mais recentes edições de nossos principais dicionários e no Vocabulário Ortográfico publicado pela Academia Brasileira de Letras.

    * Abdome ou Abdômen

    1. abóbada (e abóboda);

    2. aborígene (e aborígine);

    3. arteriosclerose (e aterosclerose);

    4. assobiar (e assoviar);

    5. aterrissar (e aterrizar);

    6. babador (e babadouro);

    7. bêbado (e bêbedo);

    8. bebedouro (e bebedor);

    9. berinjela (e beringela);

    10. botijão (e bujão);

    11. caatinga (e catinga);

    12. chimpanzé (e chipanzé);

    13. descarrilar (e descarrilhar);

    14. diabetes (e diabete);

    15. dignitário (e dignatário);

    16. doceria (e doçaria);

    17. estada (e estadia);

    18. garagem (e garage);

    19. hidrelétrica (e hidroelétrica);

    20. infarto (infarte e enfarte e enfarto);

    21. listra (e lista);

    22. loura (e loira);

    23. octacampeão (e octocampeão);

    24. percentagem (e porcentagem);

    25. quatorze (e catorze);

    26. cota (e quota);

    27. cotidiano (e quotidiano);

    28. reescrever (e rescrever);

    29. seriíssimo (e seríssimo);

    30. subumano (e sub-humano);

    31. taberna (e taverna);

    32. tataraneto (e tetraneto);

    33. televisionar (e televisar);

    34. termelétrica (e termoelétrica);

    35. terraplenagem (e terraplanagem);

    36. trecentésimo (e tricentésimo);

    37. voleibol (e volibol);

    38. xucro (e chucro).

    Fonte: G1 Educação.

  • Eu fiz pensando em outra questão, que tinha um comentário assim: INFARTE DO MIOCÁRDIO e INFARTO DO MIOCÁRDIO ...

  • gabarito b

    O vídeo abaixo apresenta a explicação da questão.

    Assista a partir de 02:35:56

    https://www.youtube.com/watch?v=5OmprIVncYo

    fonte: Português TJ CE: Resumo em Uma Aula - Prof. Felipe Luccas.

  • Pra não zerar.

  • Aleluiaaaaaaaa

  • Acertei só porque sou da saúde. kkkk

  • B. infarte / infarto; correta

  • Aleluiaaa, Glória a Deus

  • Achei difícil.

    odeio essas pessoas

    18 de Setembro de 2019 às 12:43

    Pra não zerar.

  • A) deferir: Outorgar; conceder favores ou privilégios a alguém: a prefeitura deferiu prêmios aos funcionários.

    diferir: Mostrar-se diferente; distinguir: ele difere dos irmãos; não é possível duas pessoas diferirem tanto!

    B) infarte: Em que há bloqueio ou obstrução; entupimento. Gabarito da questão

    Excesso de comida; ação de empanturrar; empanturramento. Gabarito da questão

    infarto: Bloqueio, obstrução ou redução da espessura de um canal, que impede a passagem normal de alguma coisa; entupimento, obstrução.

    C) emergir: Fazer surgir, aparecer; surgir; manifestar: o sol emerge no horizonte.

    Tornar-se límpido ou perceptível: os motivos da agressão emergiram.

    imergir: Mergulhar num líquido; continuar ou permanecer imerso: afundar-se: o nadador imergiu durante alguns minutos; o terreno imergiu; imergiu-se no oceano.

    D) descrição: Representação pormenorizada de algo ou de alguém.

    discrição: Qualidade de discreto, de quem não quer chamar a atenção.

    Característica de quem é recatado; que tem pudor.

    Competência de quem sabe diferenciar o certo do errado; sensatez.

    Qualidade de alguém que não espalha os segredos alheios.

    E) eminente: Excelente; que se sobressai pela excelência ou pela superioridade: a organização deu razão ao eminente historiador.

    Elevado; localizado no lugar mais alto: vivia na região mais eminente do país.

    Não confundir com: .

    iminente: Que pode acontecer num momento muito próximo.

    Que está prestes a ocorrer; que se pode realizar a qualquer momento: tragédia iminente.

  • Essa foi pro cabloco não zerar e se animar pra próxima rs

  • GABARITO: LETRA B

    Embora exista muita polêmica com relação ao uso de enfarte ou infarto, a verdade é que tanto uma quanto outra são palavras corretas. No Brasil, a palavra infarto é utilizada com maior frequência.

    FONTE: WWW.STOODI.COM.BR

  • Assertiva A

    Infarte e infarto"Têm significados iguais"

  • Não creio que o enunciado da questão da FGV tá incorreta quanto à concordância verbal... Eu não li isso, mano

  • a) deferir (conceder) / diferir (divergir/adiar);

    b) infarte / infarto (são variantes da mesma palavra, o sentido não muda)

    c) emergir (subir à tona) / imergir (descer, submergir);

    d) descrição (ato de descrever) / discrição (ser discreto, reservado);

    e) eminente (excelso, destacado) / iminente (imediato, próximo no tempo, algo que está por ocorrer).

    Gabarito letra B.

    Fonte: Felipe Luccas

  • Analisemos letra a letra:

    Letra A - ERRADA - O verbo "deferir" significa "aprovar". Já "diferir" significa "prorrogar", "adiar".

    Letra B - CERTA - Trata-se da mesma significação. Há quatro grafias possíveis: infarto, infarte, enfarto, enfarte.

    Letra C - ERRADA - O verbo "emergir" significa "subir", "vir à tona", "surgir". Já "imergir" significa "mergulhar", "aprofundar".

    Letra D - ERRADA - O substantivo "descrição" faz referência ao ato de descrever. Já "discrição", à qualidade de quem é discreto.

    Letra E - ERRADA - O adjetivo "eminente" diz respeito a algo importante, notório. Já "iminente", a algo prestes a ocorrer.

  • Explicação da matéria:

    Homônimos Homônimos: vocábulos iguais (na pronúncia, na grafia ou em ambos), mas de sentido diferente. 

    Tipos: Homônimos homógrafos a grafia é igual, mas a pronúncia é diferente:

    EX:conserto (verbo) / conserto (substantivo)

    Homônimos homófonos a pronúncia é igual, mas a grafia é diferente:

    EX: chá (bebida) / xá (título de soberano no Oriente)

    Homônimos perfeitos: a pronúncia e a grafia são iguais: 

    EX: lima (fruta) / lima (ferramenta) 

     Parônimos: vocábulos semelhantes na pronúncia e na grafia, mas de sentidos diferentes. 

    Parônimos: vocábulos semelhantes na pronúncia e na grafia, mas de sentidos diferentes. absolver (inocentar, perdoar) ≠ absorver (aspirar, consumir, sorver) 

  • B - CORRETA

    Observe que, aqui, estamos diante de palavras de GRAFIA DUPLA ou MÚLTIPLA, que podem ser escritas de dois ou mais modos, preservando o mesmo sentido: 

    Infarte / Enfarte: necrose da região de um órgão produzida pela parada súbita da circulação arterial.

    Observe que há, ainda, mais dois outros modos corretos de escrever a palavra infarte/enfarte, preservando o mesmo sentido:

    infartenfarto.

  • Tão fácil que dá até medo responder.

  • até que fim acertei uma!

    Acho que a FGV ficou com pena dos concurseiros nesse dia da prova. Tomara que eles fiquem tb lá na PC-RJ, porque o cara já vai tomar tiro, lidar com morte o tempo todo, pra ainda fazer uma prova dificil.

    QUERO SABER qual Nerd vai quer subir a FAVELA pra trocar tiro?

    kkkkkkkkkkkkk... rindo até 2050

  • Português ta jogando meu score aqui no Q, la pra baixo.

  • GAB.: B

    • questão sobre homônimo

    A) deferir / diferir;

    • deferir = atender o pedido
    • diferir = diferente

    B) infarte / infarto;

    • sinônimos

    C) emergir / imergir;

    • emergir = externo
    • imergir = interno

    D) descrição / discrição;

    • descrição = descrever
    • discrição = discreto

    E) eminente / iminente.

    • eminente = destacado
    • iminente = próximo

ID
2947543
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Uma reportagem que abordava a delinquência juvenil trazia a seguinte frase: “A maioria desses jovens vivem à custa dos pais”.

A palavra custa traz sentido diferente de custas no plural, empregada na linguagem jurídica; o exemplo abaixo em que a possível mudança de sentido NÃO ocorre com a passagem do singular para o plural é:

Alternativas
Comentários
  • A versão no plural de “à custa de” passou a ser tão utilizada que parece estar correta. No entanto, o vocábulo “custas”, dessa forma, no plural, só está empregado corretamente quando no âmbito jurídico e terá significado aproximado de “despesas com processos”:

    Ele pagou as custas do processo!

    Ele venceu aquele campeonato à custa de muito preparo físico!

    Ele vive à custa do pai.

    Os ferros da mesa estão muito pesados. Ela está precisando de vitaminas com ferro.

    “Féria” significa remuneração, pagamento. Já “Férias”, período de descanso.

    Cobres vem do verbo cobrir e cobrar. Cobre - elemento metálico.

    Humanidades, como ciências sociais, compreende o relacionamento, o trato, o estudo e o conhecimento da diversidade cultural de povos no tempo ou na história, Humanidade - conjunto de toda raça humana.

    Motivo - razão. Motivos - ex (por motivos maiores) - força maior........>>>>>> OBS - CORRETA, porém fiquei na dúvida.

  • Gabarito: Alternativa E

    Solicitarei a explanação do professor.

    A Alternativa tida como gabarito não me convenceu, afinal, motivo pode ser a conjugação do verbo motivar, que em incontáveis dicionários possui o significado de "fomentarncorajar,

     ". Enquanto que o substantivo motivo possui como sinônimo "razão de ser, a causa de qualquer coisa".

  • Essa questão foi bem complicada a meu ver. Errei!

  • Essa FGV mds pqp se supera a cada questão!!!!!!!!!!kKKKKKKKKKK -_-

  • Que questão bosta é essa, cara?! kkkkkkkkkkkk

  • a) ferro / ferros - O sentido pode se alterar, na medida que ferros pode significar "local onde se cumpre uma pena de detenção", ou "conjuntos de argolas metálicas para prender alguém", segundo o dicionário.

    b) féria / férias - Igualmente, existe possibilidade de alteração de sentido, posto que a expressão "féria" também pode significar a remuneração/pagamento/salário.

    c) cobre / cobres - Da mesma maneira, existe alteração no sentido, posto que "cobre" é o elemento químico, ao passo que "cobres" é a conjugação do verbo "cobrir" ou "cobrar".

    d) humanidade / humanidades - O mesmo fenômeno ocorre nessa alternativa, posto que "humanidade" é uma característica ou sentimento, ao passo que "humanidades" tem como sentido mais empregado o estudo das ciências humanas/sociais.

    d) motivo / motivos - Esse é o único exemplo onde não é possível alteração de sentido, posto que o único significado da expressão "motivos" é, de fato, o plural de "motivo".

  • Entendo, contudo erro.

  • PQPPPPPPPPPPPPPPPP

  • Toda questão da FGV respondida é um mini ataque cardíaco antes de aparecer se está correto ou não.
  • FGV fazendo fgvisses!!!

  • Essa prova foi pra técnico mesmo?

    Nível diplomacia slc.

  • Como fazer esse tipo questão: Viaje na maionese que vc acerta kkkkkkkkk

  • Motivo pode ser Primeira pessoa do singular do verbo Motivar. "Em minha empresa, eu motivo várias pessoas a trabalharem com satisfação e alegria."
  • Gente, esquece a ideia de verbo!

    A questão pede a palavra cuja mudança para o PLURAL não altera (possivelmente) o significado. Não há plural de verbos, mas conjugações em pessoas diferentes, estas sim (as pessoas) podem ser do singular ou do plural.

    Parte-se da ideia que toda as alternativas são de palavras com suas formas no plural e no singular, porém em algumas delas a forma no plural pode levar a um segundo entendimento.

    a) ferro = elemento químico / ferros = algemas, grilhões

    b) féria = dia de repouso / férias = período de repouso anual estabelecido por lei

    c) cobre = elemento químico / cobres = trocado, dinheiro miúdo

    d) humanidade = característica humana ou coletividade humana / humanidades = área científica / ciências humanas

    e) motivo = razão / motivos = razões (GABARITO)

  • até pra professor é difícil

  • Questiono o gabarito, pois "Motivo" pode ter sentido de "motivação" (setimento direcionado no sentido da execução de uma tarefa) e Motivo (no sentido da razão de algo)

  • Questiono o gabarito, pois "Motivo" pode ter sentido de "motivação" (setimento direcionado no sentido da execução de uma tarefa) e Motivo (no sentido da razão de algo)

  • Que questão Bos*a!!!

  • Cada questão que meu amigoooo

  • Assunto simples, mas questão muito difícil!

  • Gabarito: Alternativa E.

    Motivo/motivos não ocorre alteração de sentido.

  • Achei essa questao extremamente dificil... Gab E

  • Esse pessoal da FGV deve estar com algum problema pessoal e desconta na gente... caraca velho, que povo ruim da porr@!!!

  • Nunca tinha feito questões dessa banca, eles são ruins. Rsrsrs
  • A letra A também está correta, segundo o dicionário:

    Ferros é o plural de ferro. Metal duro e maleável, o mais importante, por sua utilização industrial e tecnológica.

  • GABARITO: E!

    A) ferro (pode significar cadeia, prisão, cárcere, metal) // ferros (metal);

    b) féria (remuneração) // férias (descanso semanal ou anual);

    c) cobre (mineral não ferroso) // cobres (verbo no presente do indicativo, vem do verbo cobrir);

    d) humanidade (a humanidade atual) // humanidades (aquelas que já existiram por gerações, as que ainda vão existir, sentido de várias humanidades);

    e) GABARITO! (NADA MUDA! MOTIVO // MOTIVO, AMBOS CONTINUARÃO SENDO DESCULPAS, EXPLICAÇÕES, JUSTIFICAÇÕES).

    BONS ESTUDOS!

  • O gabarito oficial é a letra E. Na letra A, a forma ferros pode indicar tanto o plural do elemento quanto conotar “algemas”. Na letra B, féria pode significar tanto o dia de repouso, sendo o plural férias, quanto, no léxico do comércio, indicar o dinheiro das vendas realizadas no dia. Na letra C, também se observa mudança de sentido, pois a forma “cobres” pode conotar “dinheiro”. Na letra D, o plural do nome “humanidade” denota também o ramo do conhecimento responsável pelos estudos do ser humano – ciências humanas. Já na letra E, a mudança não altera o sentido, sendo apenas a passagem do singular para o plural.

    Fonte: Flávia Rita

  • Lista das bancas nojentas: Ibade, Idecan, FGV, as UFs da vida e as IFs da vida.

  • o vocábulo “féria” existe oficialmente em nossa língua, entretanto não é a forma singular de “férias”, ou seja, são termos com sentidos diferentes, mas ambos, acredito, com significados que agradam a todos… “Féria” significa remuneração, pagamento. ... “Férias”, claro, período de descanso

  • Não considero a letra E correta pois " motivo" pode ter um significado na decoração. MOTIVO ESTAMPADO

  • Pô tá de sacanagem essa Banca!!!!Motivo, tanto pode ser verbo(MOTIVAR) quanto substantivo!!!!

    Caberia tranquilamente recurso nesta questão!!!!

  • Tenho a impressão de que os professores correm de questões como essas, haja vista a ausência de seus comentários aqui.

  • "Motivo" admite tanto o sentido de razão (o motivo, a razão, justificativa), como o sentido de "eu motivo" alguém (verbo motivar).

    Logo, gabarito é estranho.

  • Obrigado, Deus.

    Féria = remuneração

    ferros = prisão

    errei

  • cabe recurso. Motivo também pode ser um verbo

  • Gostaria de entender o porquê da Tais Leite ter usado como justificativa, na alternativa C, a palavra "cobres", vindo do verbo cobrir no presente do indicativo ( EU COBRO...TU COBRES) e não usou o mesmo sentido na alternativa E, como a justificativa pelo gabarito da questão, quando também temos a palavra MOTIVO, que pode ser, da mesma forma, a conjugação do verbo motivar ( EU MOTIVO ), logo, as alternativas estão bem confusas.

    O que falta aqui mesmo é a presença de um professor para tirar as dúvidas dos alunos, pois eu não pago mensalidade para vir aqui e sair mais confuso do que entrei.

  • Essa nem o Arthur quis comentar...kkkkkk

  • A palavra motivo não tem duplo significado estando no singular ou no plural. As demais possuem, Já cobre pode ser o metal ou o verbo. Não sei se esclareci.

  • E. motivo / motivos. correta

  • gabarito E.

    a questão pede mudança de sentido, indiferente de mudar a classe gramatical.

    não importa se muda de substantivo para verbo.

    (A) ferro (substantivo ou verbo) / ferros (substantivo); material ou ato de ferrar

    (B) féria (substantivo)/ férias (substantivo); sentidos diferentes

    (C) cobre (verbo ou substantivo) / cobres (verbo) material ou ato de cobrar ou cobrir

    (D) humanidade / humanidades; substantivos com sentidos diferentes

    (E) motivo (substantivo ou verbo) / motivos (substantivo) porém ambos continuam com o mesmo sentido. de ter um argumento

  • Q1035420 trouxe a mesma ideia e repetiu duas alternativas

  • Assertiva E

    motivo / motivos.

  • questão sem sentido, motivo pode derivar do verbo motivar e a questão pede que não haja possibilidade de alteração do sentido.. nula..

  • A - ERRADA: Ocorre a possível mudança de sentido do singular para o plural. Veja:

    Singular: ferro - material, metal, elemento de número atômico.

    Plural: ferros - lugar onde as pessoas ficam presas, como cadeia, prisão, cárcere. Também pode significar material, metal.

    B - ERRADA: Ocorre a possível mudança de sentido do singular para o plural. Veja:

    Singular: féria - remuneração, pagamento. 

    Plural: férias - período de descanso, descanso semanal ou anual. 

    C - ERRADA: Ocorre a possível mudança de sentido do singular para o plural. Veja:

    Singular: cobre - metal, cor, elemento de número atômico.

    Plural: cobres - vem do verbo cobrir, que significa ocultas, resguardas, proteges. Também pode significar dinheiro.

    D - ERRADA: Ocorre a possível mudança de sentido do singular para o plural. Veja:

    Singular: humanidade - maneira bondosa de se tratar alguém, natureza humana. Também pode significar grupo de todos os seres humanos. 

    Plural: humanidades - disciplina ou o estudo das literaturas clássicas, desde a Gramática até à Filosofia.

    E - CORRETA: NÃO ocorre a possível mudança de sentido do singular para o plural. Ou seja, motivo/motivos possuem o mesmo significado, qual seja, aquilo que nos leva a fazer algo ou se justifica ou se explica ou se desculpa.

  • Tive que tirar um mês inteiro só pra estudar morfologia.

  • Dá um desgosto responder essas questões da FGV..

  • Só Jesus na causa.

  • Pq ser tão indireto com a pergunta ? Pq não pergunta logo qual a alternativa muda a classe gramatical da palavra ? Vdd

  • Li e reli 100x pra ter certeza.

  • Eu devo estar ficando louco.

  • Macete para acertar 90% das questões de português da banca FGV:

    1- Nas questões de gramática marque aquela que você acha que é mais absurda.

    2- Nas questões de interpretação de texto, fume maconha.

  • MOTIVO=MOTIVOS, Aqui estabeleceu apenas uma relação de intensidade, porém não mudou o sentido .

  • vou levar um dicionário pra prova da fgv só assim pra acerta

  • queria saber da onde esse povo tira essas coisas, e pensar que eu tinha medo do cespe

  • Questão apelativa. Eu nunca imaginaria que "ferros" é lugar onde as pessoas ficam presas tipo: cadeia, prisão, cárcere.

  • FGV é assim: erro, erro, acerto, erro, erro, erro... e no fim não entendi nem as perguntas

  • QUESTÃO PARA FUD&R COM O CANDIDATO.

  • A- ferro = matéria --> ferros = grilhões, algemas

    B- féria = dia de repouso, folga --> férias = período de descanso

    C- cobre = matéria, metal --> cobres = dinheiro miúdo ou em moedas trocadas

    D- humanidade = conjunto de seres humanos --> humanidades = ciências humanas

    E- motivo = justificativa --> motivos = justificativas ( tanto no singular, quanto no plural continua o mesmo significado)


ID
2947546
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Na tentativa de dar concisão, muitas orações adjetivas podem ser substituídas por adjetivos; a opção abaixo em que essa substituição foi corretamente realizada é:

Alternativas
Comentários
  • Gab: "D"

    A) Não há bem que sempre dure / efêmero; - Efêmero significa algo passageiro, ou seja, é o oposto. ERRADO

    B) Nem tudo que reluz é ouro / iluminado; - Iluminado passa a ideia de algo que recebe luz e no texto está dando a ideia de transmitir luz. Sem contar que no texto está empregando a oração de maneira ativa e a palavra iluminada passa uma ideia estática. Espero que eu tenha sido claro. Têm vários motivos pra justificar a mudança de sentido, o que importa é que muda o sentido de qualquer forma,.

    C) Fatos que se repetem são cansativos / frequentes; - Frequente é diferente de repetitivo!

    D) Sentimentos que duram pouco trazem dor / passageiros; - GABARITO - passageiros é a mesma coisa que durar pouco.

    E) Muitas moedas que são guardadas perdem valor / resguardadas. - Resguardar pode trazer um sentido adicional de "guardar com cuidado".

    "Se você não tentar, nunca vai saber se vai dar certo ou não."

  • Gabarito letra D para os não assinantes. Achei a questão polêmica e ao meu ver cabe recurso por haver mais de uma alternativa correta.

    A) Não há bem que sempre dure / efêmero; (efêmero é sinônimo de breve, logo são antônimos)

    B) Nem tudo que reluz é ouro / iluminado; (reluz: brilhar em excesso, já iluminado é algo que recebeu luz, logo não são sinônimos)

    C) Fatos que se repetem são cansativos / frequentes; (polêmica, pois de acordo com o dicio .com são sinônimos observe: Significado de frequente : Que acontece muitas vezes; assíduo. Que se repete de maneira contínua;

    Frequente é sinônimo de: assíduo, continuado, reiterado, presente, constante...

    D) Sentimentos que duram pouco trazem dor / passageiros; (Gabarito para a banca - Significado de passageiro: Que passa; transitório, efêmero.)

    E) Muitas moedas que são guardadas perdem valor / resguardadas. (nessa também vejo polêmica, pois de acordo com o dicionário resguardar: Abrigar, defender, guardar com cuidado.

    Resguardar é sinônimo de poupar, preservar, guardar, cobrir, defender etc.

  • Existem duas certas: C e D.

    (Na minha humilde opinião)

  • É coisa da minha cabeça ou alguns examisadores deixam certas questões em aberto? Sei-lá, aguém pode precisar.

    Se rolar "LAVA-BANCAS" vai dar "M".

  • Pra mim essa questão tem duas respostas C e D
  • Ainda não sei o motivo de esta banca ainda fazer provas para concursos. Na séria mesmo ela deve se achar a banca mais difícil, contudo, pelo menor para mim, ela é irreal quanto à disciplina de Português. Vai se Relar homi!

  • "Frequente"

    adjetivo de dois gêneros

    1. que se reproduz muitas vezes, que se repete seguidamente; reiterado, continuado.

    2. que se faz constante, presente; assíduo.

  • FGV eu frequentemente te odeio !

     

  • Os concurseiros que forem para o inferno terão que fazer provas da FGV e Cespe pela eternidade. Ao responder errado levarão duas cutucadas do capeta e ao responder certo levarão uma.

  • "C" e "D".

  • Cara duas resposta optei pela letra D ... porém achp que a letra c estaria certa tb .

  • Onde o que se repete não é frequente??? NA FGV!

  • Em relação a questão do frequente, eu entendi que um fato que se repete não necessariamente precisa ter habitualidade. Eu posso repetir uma situação e não torna-la frequente.

  • Respondendo a FGV:

    Marquem a menos errada OU A mais mais certa.

  • A letra C está errada porque não necessariamente uma coisa que se repete é frequente. Eu posso ter algo se repetindo em intervalos grandes de tempo.

    O Brasil foi campeão do mundo cinco vezes, nem por isso ele é campeão frequentemente.

  • Nem tudo que dura pouco é passageiro. Posso ter um fato que dure bastante tempo, desde que não seja eterno, e ainda sim ser passageiro, mesmo durando muito.... É só fazer um diagrama de ven que você acha isso.

  • Com todo o respeito aos colegas que discordam do gabarito, quem faz questões de português da FGV sabe que em algumas ela não busca só o certo, mas a mais correta entre as alternativas.

    É verdade que "frequente" é um adjetivo que se refere a algo que se repete e "passageiro" se refere a algo que dura pouco, mas quando você observar que há duas opções possíveis, tem que escolher a mais correta.

    O melhor adjetivo para "que se repete" é "repetitivo", e "passageiro" é um bom adjetivo para algo "que dura pouco".

    Por mais que eu entenda a revolta não penso que seja uma sacanagem tão grande assim da banca.

    Conhecendo ela daria pra sair bem dessa questão, daí a importância de fazer questões.

  • Gabaritos: C e/ou D

    Deveria ter sido anulada.

    #@v@nte

  • Queria viver em um mundo em que não houvesse provas de português da FGV.

    Gabarito: D

    Mas para mim a letra E também está errada.

  • passageiro é algo que passa, transitório, efêmero.

  • Mas ele pede a alternativa correta, Ricardo Rezende... Por isso a resposta é D.

  • Ueeeeeeeeeee?! Seria melhor ter redigido pedindo a errada!

  • Até o dilúvio foi passageiro, mas não durou pouco. Algo só é pouco ou muito comparado a outro.
  • FGV acha que pra derrubar candidato tem que fazer questão incompreensível

  • Olá, colegas concurseiros! Na minha opinião, a questão não enfatiza a semântica, mas, sim, a concisão e a identificação correta do adjetivo. Portanto, letra D, porque o adjetivo (passageiros) está de mãos dadas com o substantivo (sentimentos).

  • Passa na FGV quem consegue advinhar as questões de português, é inacreditável!!!

  • Na minha humilde opinião o adjetivo frequente substitui melhor algo repetitivo do que passageiro para algo efêmero.

    Algo passageiro não necessariamente dura pouco. A ideia de pouco é subjetiva ao meu ver.

    Mas é a FGV e sabemos que é uma banca dura.

    Bola pra frente... É erra aqui pra não errar na prova.

  • GABARITO LETRA "D".

    Mas veja alguns sinônimo de resguardar.

    Guardar com cuidado:

    1 abrigar, conservar, guardar, poupar, preservar, proteger.

    Servir de anteparo:

    2 cobrir, acobertar, recobrir.

    Pôr a salvo:

    3 defender, livrar, salvar.

    Proteger da chuva e do frio:

    4 agasalhar, tapar.

    Acautelar-se:

    5 prevenir, precaver, acautelar-se, escudar-se, salvaguardar-se.

    Obedecer:

    6 obedecer, executar, cumprir, acatar, observar, respeitar.

    Vigiar com atenção:

    7 olhar, rondar, vigiar, vigilar.

    Estar voltado de frente para:

    8 arrostar, defrontar, enfrentar, facear.

    (Fonte: https://www.sinonimos.com.br/resguardar/)

  • Marquei a C. Admito que errei depois de ter lido o comentário do Colega Moisés Simão.

    Agora, não entra na minha cabela que a letra d está correta. Concordo com os colegas João Augusto e Carlos Silva.

  • FGV é o bixo hein!!

  • Para mim, os que estão dizendo que o que se repete não necessariamente é frequente, estão querendo a todo custo que a C esteja errada. Porém, se o sentido não fosse de repetição frequente, se a repetição se desse em intervalos grandes de tempo como também disseram aí, esses fatos não seriam cansativos. E a alternativa fala que os fatos são CANSATIVOS.

    Ao meu ver, a C também está correta, sim!

  • "O especial de fim de ano da Globo que se repete há 15 anos na TV brasileira irá acabar". Dependendo da situação, "que se repete" é diferente de frequente.
  • Quase fui na letra C

  • Questão totalmente sem noção. A letra E poderia ser uma das respostas.

  • Questão sem noção, eu não sei motivo pelo qual ela não foi anulada.
  • Marquei a A! Essa questão deveria ser anulada.

  • As questões da FGV não são difíceis. O problema é que muitas vezes não trás clareza nos seus enunciados. A questão é simples, mas eles não colaboram com a escrita. Parece que amam dificultar nossa leitura e interpretação.

  • A letra A está errada, pois a frase "que sempre dure" é o contrário de enfêmero Basta Ler o enunciado.

  • ;

    Errei. Marquei C.

    Meu raciocínio foi o seguinte: nao necessariamente algo que dure pouco seja passageiro, pois um sentimento pode durar pouco, ser curto, mas se repetir várias vezes ao dia. Logo, nao seria passageiro.

    Eu posso afirmar também que algo que se repete é frequente. Imagina no trabalho, um problema de queda de internet que se repita todos os dias. Podemos afirmar que a queda da internet é algo frequente na empresa.

    Na próxima vez, deixarei de marcar a óbvia para marcar a duvidosa, pois já notei que várias alternativas duvidosas sao as corretas, na FGV.

  • FGV é assim.

    Mas para quem errou, assim como eu.

    Frequente: "que se reproduz muitas vezes" , logo que se repete.

    Dessa forma, respondi letra C.

    Que me pareceu mais racional do que dizer que "que dura pouco" é o mesmo que "passageiro".

    Passageiro: "que passa; transitório, efêmero."

    Uma vez que o tempo "pouco" e "passageiro" são relativos.

  • Gente, não faz sentido marcar a letra A. Efêmero significa passageiro, temporário, transitório. "Não há bem que sempre dure", se substituir por efêmero, ficaria o sentido de "Não há bem que é passageiro, temporário", etc, e não é isso que a frase quer dizer.

    E na letra C, repetir não é o mesmo que frequente. "Repetir" pode-se repetir de vez enquanto, por exemplo, não necessariamente com "frequência".

    Por isso a correta é a letra D.

  • Deveria ter um programa no QConcursos tipo o React do MasterChef, que seria o estagiário selecionando os melhores comentários. haha

    Às vezes venho ler só pra não me sentir tão triste com os erros dessas questões da FGV.

  • Para a FGV, sentimentos que duram pouco são passageiros, logo passam. Mas se durar muito se prepara, pois para a FGV não são passageiros, ou seja, não passam nunca...kkkkkkk

  • A letra C me gerou dúvidas. Quando acontece isso, procuro traduzir em palavras do meu dia a dia. Pensei que REPETITIVO não é o mesmo que FREQUENTE. Alguém falar que te ama frequentemente é legal, mas repetitivamente já fica chato! Rs

    É bobo, mas nessas interpretações da FGV vale tudo pra acertar.

  • A - Efêmero = curta duração;

    B - Reluz - brilha;

    C - Fatos Repetidos = de vez em quando;

    E - Resguardadas = preservadas;

    GABARITO D.

  • O que esta questão vai acrescentar em servido da DP na sua função, as provas de concursos estão perdendo o real significativo .

  • No fundo você sabe que a FGV tem razão !

  • Para os que ficaram na dúvida entre a C e a D

    Fatos que se repetem - São Repetitivos

    Frequência tem a ver com assiduidade

  • Macete para acertar 90% das questões de português da banca FGV:

    1- Nas questões de gramática marque aquela que você acha que é mais absurda.

    2- Nas questões de interpretação de texto, fume maconha.

  • A nossa vida é passageira mas não significa q dura pouco.

    Acho q a correta seria fatos q se repetem = frequentes. É tipo q um comprimento de onda: tem uma frequência, então ele irá se repetir.

    Mas no final das contas tudo depende do referencial: nossa vida pode durar pouco em comparação com a existência da Terra; a frequ~encia com q pode-se ver o cometa Halley pode se repetir bastante em comparação com o tempo de exist~encia da Terra mas pode se repetir pouco em comparação com a expectativa de vida do ser humano.

    Numa prova da FGV nosso espírito tem q estar alinhado ao do examinador de português

  • Nas questões da FGV, após você marcar e errar, deveria aparecer com uma foto ou um avatar do Serginho Malandro e um balãozinho escrito: "Ha! pegadinha do malandro..ieié!"

  • Para mim, algo que dura pouco nem sempre é passageiro, visto que algo pode durar algum tempo e mesmo assim passar.

  • Tive o mesmo raciocínio que o Rodrigo.

    Banca complicada.

  • êfemero = que dura pouco

    Iluminado = abençoado

    Que se repetem = repetidos OBS: frequente é algo que ocorre com curta duração de tempo, nem tudo que se repete é frequente

    Que duram pouco = passageiros

     Resguardadas = preservadas/ protegidas

    Força,galera. Errei a questão , mas tentei fazer um resuminho pra lembrar depois

  • Agora acho que aprendi.. Já pode cair no MPE-RJ.Vem FGV .... hahahah.

    Em 20/11/2019, às 02:02:53, você respondeu a opção D. Certa!

    Em 28/10/2019, às 19:25:05, você respondeu a opção D. Certa!

    Em 04/10/2019, às 02:18:48, você respondeu a opção D. Certa!

    Em 26/09/2019, às 19:49:19, você respondeu a opção D. Certa!

    Em 06/09/2019, às 00:12:30, você respondeu a opção C.

  • A mulher morreu cedo, logo ela é fêmea, portanto êfemero. Conclusão: Que dura pouco. Kkkk

  • GABARITO D

    Sobre a alternativa C

    Fatos que se repetem são cansativos / frequentes

    Se repetiu não quer dizer que é frequente.

    Que é frequente quer dizer que se repetiu.

  • Dentro da própria questão está a dica do que seria um adjetivo que, indiscutivelmente, substituiria mais corretamente a oração adjetiva "que duram pouco": efêmero (alternativa A). Sem sombra de dúvidas, efêmero é algo que dura pouco, enquanto que passageiro é algo que está de passagem (não importando se por muito ou pouco tempo). No entanto, a porcaria da banca dá como gabarito, justamente, o adjetivo "passageiro", contradizendo a clara dica da alternativa A.

    FGV, VTNC !!!!

  • D. Sentimentos que duram pouco trazem dor / passageiros; correta

  • Sobre a alternativa C, CUIDADO!

    Se repetir não é garantia de frequência, porque não diz que repete por algumas/várias vezes. Pode ter se repetido uma única vez e isso não indica frequência.

  • Slá, mas ao responder questões de português da FGV, parece que meus anos de estudos não significaram alguma coisa... kkkk

  • Na boa, sei que não adianta brigar com a banca, mas não encontro lógica no português da FGV.

    Letra D: Um sentimento pode ser duradouro e ainda sim passageiro; pois tudo que passa, acaba (quer dure muito ou pouco)

    Letra C: Frequência: Na física (impossível não fazer a associação) é o número de ciclos por segundo, algo repetitivo.

    Conclusão: Na FGV a resposta é o que o autor alienado da questão quer que seja.

  • Pessoal justificando que o erro da letra C é que algo frequente não significa que se repete sempre, por essa linha de raciocínio a letra D está errada pelo mesmo motivo, algo passageiro não significa que sempre dure pouco. Vai entender!
  • adjetivo

    Que acontece muitas vezes; assíduo.

    Que se repete de maneira contínua; continuado.

    Com constância, regularidade; que é assíduo; presente.

    Muito agitado; mais rápido que o normal.

    Que age com prontidão; incansável.

    Fonte: dicio.com

    Difícil aceitar...esse desserviço. Parabéns FGV !

  • Algo também pode ser passageiro e não durar pouco: A vida é passageira, mas pode durar 100 anos. Para ser passageiro basta não ser eterno, de modo que algo passageiro pode durar muito também. Se for interpretar ao pé da letra como pretende-se fazer com o item "c" para eliminá-lo, o item 'd' também deveria ser eliminado.

  • Questão mal formulada, a lógica usada pelos colegas que concordaram com o gabarito foi: frequente não quer dizer repetitivo, concordo. Algo que se repete não necessariamente é frequente, algo pode se repetir em minha vida a cada 15 anos, não se pode afirmar que este fato, porém, é frequente. Contudo, essa lógica também se aplica ao gabarito da questão: que dura pouco não necessariamente é passageiro, passageiro não é a mesma coisa que durar pouco, você pode ter algo passageiro em sua vida que dure 10 anos, pode afirmar então é durou pouco?????? Na minha opinião a questão é dúbia..

  • Sobre a letra D: Algo que seja passageiro não necessariamente dura pouco. Algo pode durar 3 anos (ensino médio) ou 1 dia (dia do casamento), e ambos serem passageiros.

    Ser passageiro: se refere à transitoriedade ou não de algo (permanente ou passageiro - ambos podem durar pouco ou muito).

    Durar pouco: se refere à duração (dura muito ou pouco, algo que dura pouco necessariamente é passageiro, mas algo passageiro não necessariamente dura pouco, então a substituição é incorreta, por que os sentidos podem coexistir, mas não são equivalentes)

    Creio que a questão seja passível de recurso

  • A alternativa (A) está errada, pois “efêmero” é aquilo que é passageiro, sentido oposto ao da oração adjetiva “que sempre dure”.

    A alternativa (B) está errada, primeiro porque notamos uma incoerência na oração resultante: Nem tudo iluminado é ouro. Note que o contexto pede um verbo, e a troca de uma oração adjetiva por um simples adjetivo neste contexto não soa bem. Além disso, notamos que reluzir é o mesmo que brilhar, e não simplesmente iluminar.

    A alternativa (C) está errada, pois um melhor adjetivo que transmite a noção de algo que se repete é repetitivo, recorrente. Note que nem sempre a frequência será algo repetitivo. A frequência tem relação com constância, assiduidade.

    A alternativa (D) é a correta, pois sentimentos que duram pouco realmente são aqueles que são passageiros.

    A alternativa (E) está errada, pois guardar significar pôr em lugar conveniente; já resguardar significa proteger-se, defender-se.

    Gabarito: D 

  • Eu amo essas questões pq já espero o tombo

  • algo que é passageiro, nem sempre dura pouco, pode durar 100 anos que é passageiro

  • Eu não posso ter algo passageiro que dure muito ? .-.

    Passageiro não é aquilo que, independente do tempo que prevaleça, irá passar ? '-' Wtf

  • Gab. D

    Porém, a C também está correta. Sabendo que a banca é FGV, vá pela mais completa kk. '-'

  • #Seguimos Tentando

  • frequente = Que sucede muitas vezes; amiudado; continuado.

    "frequente", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, [consultado em 25-09-2021].

    porque fazem questoes onde se tem duas respostas e arbitrariamente escolhem uma?

  • DURAM POUCO TRAZ O SENTIDO DE PASSAGEIROS..

  • Na dúvida eu pensei assim: "chuva passageira" é aquela chuva rápida, que dura pouco. Se demorar a passar não é mais passageira

  • Cada resposta extrapola cada vez mais o pensamento ! D e C estão certas e fim!! agora se a banca considerou C é uma convicção de vida do examinador , talvez só a mãe dele acerte ou nem isso

  • após uma sequência pedindo incorretas e inadequadas, me vem essa, pedindo a correta

  • Isso é FGV. e eu na hora da prova fazendo a mesma expressão do Michael Jackson zoado e dizendo: carai biri din
  • A) Não há bem que sempre dure / efêmero; - Efêmero significa algo passageiro, ou seja, é o oposto. ERRADO

    B) Nem tudo que reluz é ouro / iluminado; - Iluminado passa a ideia de algo que recebe luz e no texto está dando a ideia de transmitir luz. Sem contar que no texto está empregando a oração de maneira ativa e a palavra iluminada passa uma ideia estática. Espero que eu tenha sido claro. Têm vários motivos pra justificar a mudança de sentido, o que importa é que muda o sentido de qualquer forma,. 

    C) Fatos que se repetem são cansativos / frequentes; - Frequente é diferente de repetitivo! 

    D) Sentimentos que duram pouco trazem dor / passageiros; - GABARITO - passageiros é a mesma coisa que durar pouco. 

    E) Muitas moedas que são guardadas perdem valor / resguardadas. - Resguardar pode trazer um sentido adicional de "guardar com cuidado". 


ID
2947549
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Um livro de um autor espanhol sobre os dicionários dizia o seguinte:

“Os anglo-saxões inventaram o pay-per-view, que consiste em um programa de televisão previamente pago. Os anglo-saxões terão muita tecnologia, mas nós continuamos tendo muitas palavras. Não por terem mais tecnologia vão ter mais palavras, nem nós menos recursos linguísticos por carecer de recursos econômicos. As palavras não custam dinheiro, ainda que às vezes pareça que as inglesas nos saem mais baratas”.

O último período desse texto discute:

Alternativas
Comentários
  • Alguém consegue explicar?

  • Sem explicação.

  • Oh, my god!

  • OMG, essa doeu

  • De onde saiu essa resposta??? O.o

  • quem não entendeu é só voltar no enunciado!!!!!! (Um livro de um autor espanhol)

  • Gabarito: A

    Observem a expressão de valor concessivo: Embora as palavras não custem dinheiro, parece que as inglesas (palavras) saem mais baratas para nós (quem fala é um autor espanhol, vide enunciado).... Daí pensando na proposta da questão:

    Se algo é barato, qual é a tendência? A de consumirmos mais... Fazendo alusão às "palavras", qdo o autor diz que elas parecem ser baratas é porque são usadas/consumidas rotineiramente pelos espanhóis.

    Perguntando de acordo com o gabarito.. por que do amplo uso das palavras inglesas no idioma espanhol? Porque as inglesas nos saem mais baratas.

    Interpretei dessa forma, espero ter ajudado!!

  • Essa prova foi pesada em português!

  • não consigo ver coerência na resposta

  • Onde tem espanhol gente o que remete a isso??

  • Tem que ter bola de cristal para responder questão desse tipo !!!!!

  • Só a Girl Concursista mesmo para me salvar! kkkkkk

  • cara , o cara tem que ser o mestre da advinhaçao para saber essa questao

  • Embora em Winterfell não tenhamos o Português como oficial, entendi o texto do seguinte modo, não sei se corretamente.

    1º O texto apresenta quatro períodos. Período para quem não lembra, inicia com a palavra em letra maiúscula e termina com ponto final.

    2º Os períodos vêm criando concessões. Tipo: -> Os ingleses têm mais tecnologia, mas não necessariamente têm mais palavras. -> Nós temos menos recursos financeiro e isso também não significa que teremos menos recursos linguísticos.

    3º No último período ele vem com mais uma concessão. Ele afirma - PALAVRAS NÃO CUSTAM DINHEIRO. Depois, diz:

    -APESAR DE QUE AS INGLESAS PARECEM SER MAIS BARATAS. ( Ele quer dizer que: Embora palavras não custem dinheiro, têm tantas palavras inglesas por aqui que parece que elas foram compradas em liquidação, tudo em promoção na loja mais barata).

  • eu fiquei em duvida da letra A e B

    Ai escolhi letra A depois observei os termos: não custam dinheiro e baratas

    desmarquei A e marquei B me Ferrei

    ainda bem que aqui posso errar na prova não!

    COMENTÁRIO QUE ME AJUDOU FOI DA GIL CONCURSEIRA PORTUGUÊS TAMBÉM É RACIOCÍNIO LOGICO!

    vamos que vamos rumo a aprovação os ERROS ensinam mais que os acertos vamos matar essas questões!

  • QUERO SÓ VER OS PROFESSORES DANDO O GABARITO EXTRAOFICIAL NO DIA DA CORREÇÃO KKKKKKKK DEVE TER O MAIOR MEDO DA FGV!!

  • Essa foi pesada

  • Fiz exatamente o mesmo raciocínio de Vanessa Cerqueira e também me ferrei....Argh, que raiva quando eu desmarco a certa para ir na errada!

  • Para quem ficou na dúvida de onde vem o 'espanhol' no gabarito, é só ler a primeira frase: "Um livro de um autor espanhol sobre os dicionários dizia o seguinte:"

  • entendi depois...aff...fgv

  • Período vai da letra maiúscula até o ponto final. E o último período fala sobre a palavra inglesa ser mais barata. Logo o q é mais barato é mais consumida.
  • Pelo menos essa entendi.

    A questão é de interpretação - há uma leve linguagem poeta na frase final, pois o autor fala a todo momento sobre tecnologia inglesa ser melhor e provavelmente dominante.

    Mas na questão do uso das palavras ele não entende porque usamos tanto termos estrangeiros quando a língua, no caso espanhola , é tao mais rica, ai ele indaga mesmo sendo de graça parece que a língua inglesa é mais barata: "As palavras não custam dinheiro, ainda que às vezes pareça que as inglesas nos saem mais baratas”.

    Por isso a resposta é A, critica ao uso de estrangeirismo em exagero.

    o amplo uso de palavras inglesas no idioma espanhol;

  • Talvez com mais texto do livro consiga chegar na interpretação correta da questão. Mas só com o que disponível relaciono mais a questão econômica com a língua. Parabéns aos que acertaram!

  • a)Um livro de um autor espanhol.

  • Bela Lobo,obrigada!

  • Banquinha dos infernos.

  • Galera, vamos lá, creio que a dúvida mais frequente é entre as alternativas A e D, pois bem:

    a) O amplo uso de palavras inglesas no idioma espanhol.

    d) O predomínio do idioma inglês no mundo.

    Vamos à explicação:

    1) O texto é de um autor espanhol;

    2) No segmento: "As palavras não custam dinheiro, ainda que às vezes pareça que as inglesas (as palavras) nos saem mais baratas".

    Sendo assim, o texto não se refere ao idioma inglês como um todo, mas tão somente à algumas palavras inglesas.

    Além disso, o fato de o texto ser um fragmento de um livro de um autor espanhol também ajudar a inferir que o mesmo se refere aos espanhóis ou ao idioma espanhol.

    Gabarito A.

    Abraços !!

  • Quem é acostumado com a Cespe sofre com esse tipo de questão. A subjetividade é muito grande.

  • Um livro de um autor espanhol

    As palavras não custam dinheiro, ainda que às vezes pareça que as inglesas nos saem mais baratas”.

     a) o amplo uso de palavras inglesas no idioma espanhol;

  • Conforme se depreende do último período do texto, a intenção do autor foi discutir o uso excessivo das palavras inglesas no idioma espanhol. É o que se conclui a partir da analogia entre dinheiro e palavras e o custo – ser barato é ser mais consumido. 

    FONTE: Prof. Flávia Rita

  • O Autor pode ser espanhol mas quem disse que ele escreveu em Catalão?

  • Não entendi pq a reposta é a A. snif

  • tá de brincadeira? como eu vou saber que espanhol tem palavras em inglês?

  • Vamos esclarecer uma coisa:

    1-O texto está escrito, GRAMATICAL E SEMANTICAMENTE, em português do Brasil.

    2-O autor é espanhol, isso não se pode negar.

    3- Sabemos que um texto no idioma espanhol terá grandes diferencias.

    4- Em nenhum momento o texto fala que se trata do idioma espanhol.

    "o amplo uso de palavras inglesas no idioma espanhol"

    Como assim?

    Raciocínio Lógico

    Um dia larga a mão disso!

  • qualquer tentativa de justificativa para esse gabarito é simplesmente esdrúxula!

  • A. o amplo uso de palavras inglesas no idioma espanhol; correta

  • Vc aprende português, e depois aprende o português da FGV. Nunca marque a opção óbvia

  • Discordo desse gabarito porque o título é o livro de um autor espanhol sobre OS DICIONÁRIOS, não especificou se os dicionários eram espanhóis ou dicionários de outros idiomas. Como eu vou saber que estava se referindo aos dicionários espanhóis?. FGV ainda não tenho bola de cristal!!!

  • De que adianta estudar se quem vai definir o seu futuro não aprende nada do que você luta tanto para aprender?

  • Quem fica voando na maionese dá um joinha, ai !

    Eu leio, não entendo nada do enunciado, ai vou ver as questões, nenhuma tem nada a ver com o enunciado. pior, a resposta geralmente é que vc tem certeza, que o examinador jamais ia bota. rsrsrsrrs ai justamente é o gabarito.

    Examinador Rivotril, este da FGV.

  • Só doente justifica essa banca

  • Que questao maluca! Em nenhum momento fala de espanhol no texto de base.

  • A - CORRETA.

    O autor revela que as palavras inglesas têm ganhado espaço, especialmente, por causa dos programas de TV.

    B - INCORRETA.

    Apesar do autor relacionar a língua inglesa ao maior poder econômico, não é a ideia principal do último período.

    C - INCORRETA.

    Não há discussão sobre eficiência dos termos nativos ou ingleses.

    D - INCORRETO.

    O texto é de um autor espanhol que trata de sua realidade.

    E - INCORRETO.

    Não há referência a carência de palavras ou termos.

    LETRA A

  • Acho que essa banca fez o próprio português dela!

  • Oh banca miseravi rapaz...ponte que caiu viu.

  • aonde vende a gramatica especial da fgv ?????

  • A questão requer interpretação textual, em que leva o(a) leitor(a) a perceber a intencionalidade discursiva.

    Alternativa (A) correta - O título, que também faz parte do texto, afirma que o livro é de um autor espanhol sobre dicionários. Embora não afirme explicitamente que os dicionários sejam espanhóis, infere-se que, por se tratar de um autor espanhol sobre dicionários, a discussão gira em torno do vocabulário espanhol-inglês. Ao afirmar que “As palavras não custam dinheiro, ainda que às vezes pareça que as inglesas nos saem mais baratas", o autor faz uma crítica de que há um excesso de estrangeirismos, especialmente os termos ingleses, ao idioma espanhol, visto que ao “baratear" um produto, seu consumo é maior, não significando que seja de mais qualidade.

    Alternativa (B) incorreta - Embora o texto comente sobre recursos econômicos, o objetivo do autor não é focar nesse quesito, mas de chamar a atenção para que os nativos da língua espanhola valorizem mais o seu idioma.

    Alternativa (C) incorreta - Não se trata da maior ou não eficiência dos termos ingleses, mas do excesso dos estrangeirismos ingleses devido ao maior acesso à tecnologia.

    Alternativa (D) incorreta - Idem à resposta (C).

    Alternativa (E) incorreta - Não se trata de carência de palavras num idioma, mas da valorização do seu próprio idioma, sem o exagero dos estrangeirismos.


    Gabarito da Professora: Letra A.

  • "..As palavras não custam dinheiro, ainda que às vezes pareça que as inglesas nos saem mais baratas”.

    = conveniência ao usar termos ingleses, ao contrário de usar o idioma espanhol.

    A) o amplo uso de palavras inglesas no idioma espanhol; ITEM CORRETO!

    B) o domínio econômico no terreno linguístico; ITEM ERRADO!

    R = Não necessariamente quem tiver domínio econômico, vai ter domínio no terreno linguístico.

    C) a maior eficiência dos termos ingleses; ITEM ERRADO!

    R = Conveniência.

    D) o predomínio do idioma inglês no mundo; ITEM ERRADO!

    R = A alusão é sobre o texto espanhol, o autor não se referiu de formal global.

    E) a normal carência de palavras num idioma. ITEM ERRADO!

    R = Não falta palavras do idioma espanhol, é pura conveniência; costume de usar termos ingleses.

  • Isso não é questão de português ,é de RLM!!!!! Já tô desesperada por achar q vou zerar português dessa banca maldita!!!!

  • Meuzovo

  • Para quem marcou o item c: a maior eficiência dos termos ingleses

    Um livro de um autor espanhol sobre os dicionários dizia o seguinte....

  • FGV VOU TE DERRUBAR!!! +1

  • O problema da FGV é que ela coloca duas ou três alternativas possíveis de serem as corretas. num questão como essa, como saber qual a correta?
  • parabéns para mim, a cada questão, um erro!

    Só JESUS na minha vida.

  • carai biri din

ID
2947552
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O jornal O Globo, de 15/2/2019, publicou o seguinte texto:

Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que o Rio tem apenas sete estações meteorológicas na capital, insuficientes para prever ou monitorar com precisão o volume de chuvas. Pelo padrão internacional, seriam necessárias 84 no município. Falta de pessoal também é problema”.

Sendo um texto informativo, o texto apresenta a seguinte falha:

Alternativas
Comentários
  • Resolver questão da FGV dá uma depressãozinha, viu.

  • No início, há a colocação do "sem equipamentos, a previsão do tempo no Rio é falha", entretanto, no final do texto, eles colocaram que a falta de pessoal também é um problema. Portanto, há, sim, inclusão de algo não esperado no texto.

  • gente pq não pode ser a D??

  • O gabarito dessa prova ainda é preliminar.

  • Um texto deve ser todo amarradinho. Como em uma redação, por exemplo, você faz um chamativo no início para prender seu leitor e na sua explicação você diz algo nada a ver?!

    Não faz sentido dando a acertiva D como a correta. Faltou coerência na parte final!

  • KKKKK. FGV voltou com seu Português polêmico que só eles e os super gênios entendem.

  • ''Falta de pessoal também é problema'' Anexa uma frase final não previsível no título

    Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha.

    quando ele enumerou outro problema não descrito no titulo, logo o gabarito correto é a D

    continuemos...

  • Sendo um texto informativo, o TEXTO apresenta a seguinte falha:

    Segundo eles, o gabario é letra

    D) anexa uma frase final não previsível no título;

    Mas cadê o titulo do texto? ele só coloca o texto completo..

    pode está tudo junto por causa do celular ou de fato n tem, me corrijam caso esteja errado por favor.

  • Toda vez que eu faço uma prova de português da FGV eu me sinto mais burroa

  • Confesso que bate um desânimo grande fazendo questões de português da FGV.

  • A alternativa (D) esta clara e objetiva. Não procurem explicar a resposta, sejam simples e marquem o que pedi.

    Não entendo porque tanta reclamação e MIMIMI... a resposta está ali.... talvez a dificuldade não esteja na questão.

  • É claro que você viu que o final não era esperado, mas você não acha que vai ser aquilo a resposta, procura ouro no feijão. Dá nisso.

  • FORÇA pessoal todos com esforço e dedicação todos podem ser capazes de resolver qualquer questão.

  • Aos que, assim como eu, marcaram a letra E, acho que ela é tida como errada por conta deste trecho: tem apenas sete estações meteorológicas na capital.

  • Certo, anexa algo nao previsível no título. Mas pq isso seria considerado uma falha em um texto informativo? Posso escrever um texto informativo falando sobre varios problemas e nem por isso vou colocar tudo no título do texto. Nao entendo.

  • Interessante q o texto n fez menção aos tais equipamentos... e se está no título seria, em tese, o problema mais grave... por isso marquei a letra B

  • KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK=FUCK=KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • Galera, um conselho, FGV é uma banca que você tem que estudar ela e como faz isso resolvendo exaustivamente questões em algum momento você irá alinhar e ter mais acertos do que erros. Eu pelo menos entendi isso e estou conseguindo desenvolver nesta Banca assim!

  • Queria saber se algum dia alguém já fechou alguma prova de Português da FGV. Será que isso é ou foi possível? Banca esquizofrênica do capiroto!!!!!

     

  • Tenho uma impressão de que a FGV elabora as provas pra mostrar para o mundo que ela é banca das bancas, a "suprema" quando o assunto é português e não para medir o grau de estudo e conhecimento do concurseiro.

  • Não seria o item E porque o autor escreve: seriam necessárias 84 no município.

    Logo, não existe dúvida, trata-se do município do Rio de Janeiro.

    O título do texto é: Sem equipamentos, previsão do tempo no Rio é falha.

    Não dá pra deduzir, ao ler o título, que além da falta de equipamentos, também existe a falta de pessoal.

    Logo, alternativa D: anexa uma frase final não previsível no título.

  • Eu sou uma super gênia então Thiago Melo.

  • tô achando que zerei essa prova de português kkkkk as que acertei foi puraaaaaaaa SORTE hahahahah #jesus#ajudeme kkkkkkkkkkk

  • Mãe, acertei UMA!

  • Mãe, também acertei UMA kkkkkkkkkkkkkkk

    Ufa!!!

  • Visto que a falta de pessoal também é um problema que causa falha na previsão do tempo, o título do texto jornalístico deveria mencionar esse fato e vir da seguinte forma: "Sem equipamentos e com pessoal insuficiente, previsão de tempo no Rio é falha".

  • Quando vejo os comentários, fico feliz, pois sempre acho que sou a única que acha as questoes de português da FGV terriveis

  • Aqui ttem muita gente que acerta e dá um monte de explicações  ... quero ver na hora da prova... no cara a cara 

  • Eu sou um grande crítico dessa banca, mas temos que reconhecer que a falta de equipamentos não interfere no número de funcionários.

  • E desde quando um texto informativo só pode falar do que está no título? Meus anos de jornalismo se reviram no túmulo

  • Letra D. Todo texto não fala de pessoas e sim de estações de monitoramento e o título sobre a falta de equipamentos.

  • Ao comentarem, deixem também o gabarito, por favor!

    Obrigada!

  • Letra D. Esse é o tipo de banca que não segue uma única linha de raciocínio tênue. Vamos que vamos!

  • To tentando pegar a onda da FGV na eliminação independentemente do que sobrar, eu marco como resposta.

    A - Errado, pois ao dizer que precisaria de 84 equipamentos já está dando algum detalhe.

    B - Ja está mencionado desde o título

    C - A falta de equipamento, conforme o texto explica.

    D - ???

    E - "meteorológicas na capital"... também não houve confusão...

    Só sobrou a D então vai na fé.

  • Se a questão não apresenta o título do texto, como posso afirmar que a frase final não é compatível com o título?

  • já sei, quando ficar entre duas vai naquela que achar não ser a resposta , toma banho .
  • Sinceramente, eu fiquei na duvida entre duas opções. Letra D e E

    Pois, a Letra D é o gabarito e era a minha primeira opção. Posterior a leitura da letra E achei uma falta de coerência entre analisar Rio de Janeiro - Fator Estado ou Município. Por vias das dúvidas marquei a letra E. (Errada)

  • EU já esperava pela última frase, chega a ser obvia. Logo pqp FGV

  • gabarito D.

    (A) mostra dois problemas sem dar detalhes;

    Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que o Rio tem apenas sete estações meteorológicas na capital, insuficientes para prever ou monitorar com precisão o volume de chuvas. Pelo padrão internacional, seriam necessárias 84 no município. Falta de pessoal também é problema”. (pelo menos de um dos problemas deu detalhe)

    (B) deixa de indicar o problema mais grave;

    Sem equipamentos (indicou)

    (C) não indica a razão de a previsão ser falha;

    Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que o Rio tem apenas sete estações meteorológicas na capital (indicou)

    (D) anexa uma frase final não previsível no título;

    Sem equipamentos (pelo título pensaríamos que o problema era apenas em relação a equipamentos)

    (E) confusão semântica entre Rio, capital e município.

    “Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que o Rio tem apenas sete estações meteorológicas na capital, insuficientes para prever ou monitorar com precisão o volume de chuvas. Pelo padrão internacional, seriam necessárias 84 no município. Falta de pessoal também é problema”. (pelo menos de um dos problemas deu detalhe)

    não há confusão pois faz a diferença entre capital e municio

  • as questões são doidas , mas não desiste não galera ! Gab - C !

  • Exausto de resolver questões de português da FGV, porém sigo firme na luta.

    PARTIU SENADO FEDERAL!!!!!!

  • Ninguém discute que, sim, há uma "frase final não previsível no título".

    Mas desde quando isso é uma FALHA? Por acaso TODAS as FRASES de um texto (MESMO que INFORMATIVO) devem ser PREVISÍVEIS a partir do TÍTULO para que não sejam consideradas FALHAS??? Que loucura é essa??? Quer dizer, então, que o título de um texto informativo deve ser capaz de prever TUDO que estará contido nele?

    Às vezes, nas questões de português da FGV, dá a impressão de que o autor das mesmas as faz e esquece de mandar o gabarito, o que só é percebido no momento de divulgá-lo. Assim, quem acaba ficando responsável por elaborá-lo, às pressas, são os estagiários incumbidos da digitação...

  • Ninguém discute que, sim, há uma "frase final não previsível no título".

    Mas desde quando isso é uma FALHA? Por acaso TODAS as FRASES de um texto (MESMO que INFORMATIVO) devem ser PREVISÍVEIS a partir do TÍTULO para que não sejam consideradas FALHAS??? Que loucura é essa??? Quer dizer, então, que o título de um texto informativo deve ser capaz de prever TUDO que estará contido nele?

    Às vezes, nas questões de português da FGV, dá a impressão de que o autor das mesmas as faz e esquece de mandar o gabarito, o que só é percebido no momento de divulgá-lo. Assim, quem acaba ficando responsável por elaborá-lo, às pressas, são os estagiários incumbidos da digitação...

  • Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que o Rio tem apenas sete estações meteorológicas na capital, insuficientes para prever ou monitorar com precisão o volume de chuvas. Pelo padrão internacional, seriam necessárias 84 no município. Falta de pessoal também é problema”.

    Letra E errada. confusão semântica entre Rio, capital e município.

  • Nota-se que a última frase está solta no texto, sem conexão.

  • Tem nada de gênio pra responder prova de português da FGV.

    (A) mostra dois problemas sem dar detalhes; (texto não mostra isso; ele apresenta os problemas e dá detalhes)

    (B) deixa de indicar o problema mais grave; (indica sim, passa duas linhas falando da falta de equipamentos)

    (C) não indica a razão de a previsão ser falha; (indica sim; a previsão é falha por falta de equipamentos e pessoal)

    (D) anexa uma frase final não previsível no título; (essa falha não está prevista no título do texto; aqui há um erro do texto) GABARITO

    (E) confusão semântica entre Rio, capital e município. (não tem confusão, ele fala que na "capital" tem apenas 7 estações)

  • Acertei a questão por eliminação, na seguinte ordem:

    E) confusão semântica entre Rio, capital e município. Resposta (Não há confusão nenhuma, pelo contrário, a banca utiliza-se de palavras sinônimas para se referir ao local).

    C) não indica a razão de a previsão ser falha. Resposta (É falha porque falta equipamentos, tem menos equipamentos do que o previsto).

    B) deixa de indicar o problema mais grave. Resposta (A insuficiência para prever ou monitorar com precisão o volume de chuvas).

    A) mostra dois problemas sem dar detalhes. Resposta (Embora o texto mostre dois problemas, quais sejam: A falta de equipamentos e a falta de pessoal, quando se refere a falta de equipamentos o texto apresenta detalhes, quando diz que no Rio só tem 7 estações e que deveriam ser 84).

    C) anexa uma frase final não previsível no título. Resposta (Assim, por eliminação, a que mais parece correta é a alternativa C)

    Fé em Deus... Vamo Dalee!

  • Gente, que título? ... Eu teria marcado essa se houvesse título no texto, mas cadê?

  • SÓ TEM COMENTÁRIOS DE PESSOAS LAMENTANDO, ISSO NÃO AJUDA EM NADA NÃO MEU POVO.

  • "Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha"Esse é o argumento principal do texto ou seja seu Título, então pode -se prever que o autor falará até o final do texto, sobre esse argumento. Que:" Relamente o problema da falha na previsão do tempo é a falta de equipamentos".E ai no final ele fala:"Falta de pessoal também é problema”.:"Esse tema falta de pessoal não é previsível no texto pois o Titulo e o mesmo se presume que só falará de:"Falta de equipamentos como poblemática até o final do texto! ,por isso :Resposta letra D

    d)anexa uma frase final não previsível no título;

    Espero ter ajudado!

  • D. anexa uma frase final não previsível no título; correta

  • Letra A – ERRADA – O texto detalha a insuficiência das estações meteorológicas.

    Letra B – ERRADA – O fato de não indicar qual o problema mais grave não compromete a informatividade do texto.

    Letra C – ERRADA – Como dito, o texto detalha a insuficiência das estações meteorológicas como uma razão para a falha das previsões.

    Letra D – CERTA – Em tese, o título de uma notícia jornalística deve sintetizar o conteúdo global da matéria. A frase final do texto, de fato, não está referenciada na manchete jornalística apresentada.

    Letra E – ERRADA – O texto deixa claro ao final que se trata do município.

    Resposta: D

  • Olhaaaaa difícil saber o que esse Examinadorrrr querrrrrrr...socorrooooo

  • Eu tentei interpretar da seguinte forma:

    a) O texto só não dá detalhes sobre a falta de pessoal, mas ele dá detalhes sobre a falta de equipamentos quando diz que deveria ter mais equipamentos para a previsão do tempo ser mais confiável.

    b) Parece que o problema mais grave é a falta de equipamentos porque a frase que se inicia é justamente esta:: Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha e além disso há justificativa no texto que explica que deveria haver mais estações metereológicas.

    c) Resposta. Sim, o texto começa a explicar que a falha na previsão do tempo é em consequência da fata de equipamentos e poucas estações meteorológicas, mas no final coloca uma frase solta: Falta de pessoal também é problema”. Se pensar ANTES desta frase, Não há NADA que mencione funcionários das estacões meteorológicas e nem algo parecido.

    d) A abreviação de Rio refere-se à capital. Veja o enunciado: Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que o Rio tem apenas sete estações meteorológicas na capital...

  • Eu tentei raciocinar da seguinte forma:

    a) Não mostra dois problemas sem dar detalhes e sim apenas um, pois a falta de equipamentos é justificado no número reduzido de estações meteorológicas, enquanto que a falta de pessoal não é justificada no texto.

    b) Não deixa de indicar o problema mais grave porque logo no início temos a seguinte afirmação:Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha e ela é justificada com o número reduzido de estações.

    c) Indica a razão de a previsão ser falha, pois falta equipamentos e estações meteorológicas.

    d) Resposta. A seguinte frase: Falta de pessoal também é problema” NÃO foi explicada e nem mencionada ANTERIORMENTE no texto.

    e) A letra E é a mais polêmica, pois tive que reler várias vezes. Vou tentar explicar, mas não sei se estou Correta. Tanto Rio quanto município se referem à capital. Se município estivesse se referindo às cidades do interior estaria no PLURAL. O seguinte trecho seria reescrito assim: "... seriam necessárias 84 nos municípios e Não 84 no município. Portanto, Rio e município se referem à Capital do Rio de Janeiro.

    Se alguém discordar, por favor SEJA EDUCADO.

    Obrigada

    Espero ter contribuído para o aprendizado.

    FGV é difícil mesmo, eu mesma ERRO pra caramba.

  • Gabarito: D

    O enunciado fala o tempo todo sobre a precariedade da infraestrutura para levantar os dados, e no final, do nada, joga que falta funcionários.

    Tem questões da FGV que não há bem como justificar o gabarito, pq sinceramente... Com o tempo respondendo questões dessa banca vc vai pegando a malícia e marcando não a que está certa (já que nada faz sentido), mas a que está menos errada.

  • Responder questões de Português, da FGV, em um dia de sol em pleno sábado na Bahia...é meio angustiante. Mas com fé em Deus vai valer a pena!

    Não é sonho é meta!

  • Sobre a Letra E) "...sete estações meteorológicas na capital..." não houve confusão!

  • Uai... o equipamento faz a previsão do tempo sozinho? Claro que não... são necessários meteorologistas, engenheiros da computação para fazerem os modelos meteorológicos, técnicos em meteorologia, engenheiros hidrólogos e civis para as questões hídricas, resumindo, pessoal! Como não está relacionado com a falha na previsão do tempo? Equipamento sozinho só gera dados, mesmo assim se não tiver alguém para operar os sistemas, não gera poha nenhuma.

  • se nao estiver no titulo ta errado entao?

  • https://www.youtube.com/watch?v=JjNNQ5cULkQ&t=1629s correção extraoficial dessa prova (nessa questão o gabarito do prof. bate com o da banca) (lá no minuto 26/27)

  • D - CORRETA

    O texto informativo APRESENTA a seguinte falha: anexa uma frase final não previsível no título.

    Ou seja, de fato o texto aduz uma frase na última linha do texto, que não havia sido mencionada ou explicada ao longo do texto.

    E - ERRADA

    O texto informativo NÃO apresenta a seguinte falha: confusão semântica entre Rio, capital e município, pois delimitou de forma clara que estava falando da cidade do Rio de Janeiro, que é capital do estado do Rio de Janeiro. 

    Ou seja, utilizou a palavra município no singular demonstrando que estava se referindo a capital do Rio de Janeiro, que havia sido citada anteriormente e não aos municípios do estado do Rio de Janeiro. 

  • A- mostra dois problemas sem dar detalhes: detalhou sobre a falta de equipamento

    B- deixa de indicar o problema mais grave: indica sim, a fata de equipamentos

    C- não indica a razão de a previsão ser falha: indica duas razões, falta de pessoal e equipamentos

    D- anexa uma frase final não previsível no título: CERTA

    E- confusão semântica entre Rio, capital e município : não há confusão devido a este trecho: na capital

  • Aquele momento de pós edital, em que você já está com 110% da sua capacidade suprimida de tanto se empenhar, focar, se sacrificar longe de tudo e todos. Aí do nada um tiro desse kkkkkkkkkk

    Por hoje o SD esta abatido, mas em pé.

    Vamos pra cima que cada dia é uma vitoria.

  • D. CHEGO JÁ PMCE!

  • Que título??? Caso eu ache, responderei essa mensagem

  • (Rio) - Capital/Município = Os termos equivalentes servem para evitar redundância

  • a resposta quando vem muita clara pessoa tem medo de marca e termina errando kk

  • Legal quem compra barulho da FGV quando nem os professores se arriscam.

  • deixa de lamentar seus putos, de 100 comentários é 100 reclamação
  • Mts comentários desnecessários, se não vai agregar, NÃO COMENTA.

    Posso estar errada, mas cheguei na seguinte conclusão:

    • Sem equipamentos (O PROBLEMA), previsão de tempo no Rio é falha (A CONSEQUÊNCIA DO PROBLEMA). (TÍTULO *PS* PARA MIM)

    • Falta de pessoal também é problema”. (FRASE FINAL)

    • Sendo um texto informativo, o texto apresenta a seguinte falha:

    D) anexa uma frase final não previsível no título; (O TÍTULO DIZ QUE O MOTIVO DO PROBLEMA FOI A FALTA DE EQUIPAMENTO, PORTANTO, NÃO EXPRESSA A FALTA DE PESSOAL)

  • Não vou defender a banca. Só vou registrar o que entendi para encontrar a resposta. FGV o jeito é ir por eliminção e fazer muitas questões para tentar compreender o entendimento dela.

    A - mostra dois problemas sem dar detalhes; >>>  Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que o Rio tem apenas sete estações meteorológicas na capital, insuficientes para prever ou monitorar com precisão o volume de chuvas. Pelo padrão internacional, seriam necessárias 84 no município. (detalhou um dos problemas)

    B - deixa de indicar o problema mais grave; >>> tem apenas sete estações meteorológicas na capital, insuficientes para prever ou monitorar com precisão o volume de chuvas. (problema mais grave)

    C - não indica a razão de a previsão ser falha; >>>>> tem apenas sete estações meteorológicas / seriam necessárias 84 no município. (por isso é falha)

    D - anexa uma frase final não previsível no título; >>>>>> “Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha (...) Falta de pessoal também é problema (Não faz menção da falta de pessoal e não detalha, apenas finaliza o trecho sem mais informações)

    E - confusão semântica entre Rio, capital e município. (não vi confusão, pois por ser capital, não deixa de ser município. O autor usou as duas palavras para não ter repetição)

  • O título precisa abarcar toda as causas do texto? Em verdade, a passagem "... previsão de tempo no Rio é falha.", pode sim abarcar a ideia de falta de pessoa, já que não há remissão a "falta de equipamento" como causa exclusiva.

    Ademais, a alternativa E tem sentido, na medida em que o título parece se referir ao Rio (Estado), o que é confirmado pela passagem "na sua capital", afinal uma cidade não possui uma capital, né? Ai no final do texto há referência aos 84 equipamentos do município.

    Ou seja, na primeira frase é dito que o Rio possui previsão falha (o que gera dúvida se é Estado ou Município), depois é feita uma referência à capital o que sugere que o texto estava tratando "Rio" como Estado e no final é dito município.

    Percebam que o leitor fica divagando entre Estado e Município ao longo do texto, só chegando a conclusão ao final, se isso não é confusão eu não sei o que é. O correto seria que logo no título do texto houvesse uma determinação clara de que se refere à cidade Rio de Janeiro.

  • rapaz... não tem condições não vei... o cara passa a noite toda e só faz errar nessa misera

  • E qual éo problema mais grave do texto: a falta de estações ou de pessoal ? A banca da FGV poderia responder-me pois fiquei em dúvida.

  • Finalmente, acertei a primeira questão depois de dez resolvidas.

    Tô muito feliz!!!

  • ESSA BANCA JOGA SUJO COM O CANDIDATO.

  • GAB.: D

    • o trecho: "Sem equipamentos, previsão de tempo no Rio é falha", atribui a ideia de que a previsão é falha somente por causa disso
    • a frase: "Falta de pessoal também é problema", foi imprevisível tendo em vista o contexto
  • Rio é previsível ? Rio de Janeiro, Rio Grande...?? afff

  • O problema é que as questões da FGV apelam DEMAIS para a subjetividade: essa questão não está prevista em nenhum livro. Você pode encontrar as características de um texto informativo, mas se lançar essa pergunta em um grupos de doutores em Língua Portuguesa, com certeza haverá discussão de horas ou dias.

    E se uma pessoa faz essa questão e acha fácil, tenho certeza de que ela não estudou o suficiente. Boa sorte!


ID
2947555
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2

“Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa. De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial. Não se verificou, todavia, uma transplantação integral de gosto e de estilo, porque as novas condições de vida em clima e terras diferentes impuseram adaptações e mesmo improvisações que acabariam por dar à do Brasil uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa ou de feição portuguesa. E como arquitetura portuguesa, nesse caso, cumpre reconhecer a de característica ou de estilo barroco”.

                                (Luís Jardim, Arquitetura brasileira. Cultura, SP: 1952)

Pela estrutura geral do texto 2, ele deve ser incluído entre os textos:

Alternativas
Comentários
  • Solução para algo no final do texto = dissertativo-argumentativo.

    ''...E como arquitetura portuguesa, nesse caso, cumpre reconhecer a de característica ou de estilo barroco.''

  • Marquei 'C' na prova. No entanto, aqui, olhando com calma, vejo que o texto busca justificar o juízo de valor expresso ao início: boa tradição. E, como observou Phelipe Costa, o cumpre reconhecer, mais uma opinião/argumentação.

  • GABARITO LETRA D

    Dissertativo argumentativo

    Tem como principais características a apresentação de um raciocínio, a defesa de um ponto de vista ou o questionamento de uma determinada realidade.

    O autor se vale de argumentos, de fatos, de dados, que servirão para ajudar a justificar as ideias que ele irá desenvolver.

    Dissertação expositiva

    Tipo de texto em que se expõem as ideias ou pontos de vista.

    O objetivo é fazer com que o leitor os considere coerentes e não fazê-lo concordar com eles.

  • Pode chorar?!

    Nossa que prova difícil!

  • “Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa".

    "...cumpre reconhecer a de característica ou de estilo barroco”.

  • Dissertação-Argumentativa: expõe o ponto de vista e posiciona-se com argumentos.

  • Gabarito D

    TIPOS TEXTUAIS:

    → Narração(Personagens, Enredo, Espaço...)

    Sua principal característica é contar uma história, real ou não, geralmente situada em um tempo e espaço, com personagensfoco narrativoclímaxdesfecho, entre outros elementos. Os gêneros que se apropriam da estrutura narrativa são: contos, crônicas, fábulas, romance, biografias etc.

    → Dissertação(Expositiva, argumentativa, debater...)

    Tipo de texto opinativo em que ideias são desenvolvidas por meio de estratégias argumentativas. Sua maior finalidade é conquistar a adesão do leitor aos argumentos apresentados. Os gêneros que se apropriam da estrutura dissertativa são: ensaiocarta argumentativadissertaçãoeditorial etc.

    → Descrição(Enumeração, Comparação, Retrato Verbal...)

    Têm por objetivo descrever objetiva ou subjetivamente coisas, pessoas ou situações. Os gêneros que se apropriam da estrutura descritiva são: laudorelatórioataguia de viagem etc. Também podem ser encontrados em textos literários por meio da descrição subjetiva.

    → Injunção Instrucional (Manuais, Receitas, Bulas...

    São textos que apresentam a finalidade de instruir e orientar o leitor, utilizando verbos no imperativo, no infinitivo ou presente do indicativo, sempre indeterminando o sujeito. Os gêneros que se apropriam da estrutura injuntiva são: manual de instruçõesreceitas culináriasbulasregulamentoseditaiscódigosleis etc.

    → Exposição Fatos, Impessoal (Notícias Jornalísticas)

    O texto expositivo tem por finalidade apresentar informações sobre um objeto ou fato específico, enumerando suas características por meio de uma linguagem clara e concisa. Os gêneros que se apropriam da estrutura expositiva são: reportagemresumofichamentoartigo científicoseminário etc.

  • DISSERTATIVO ARGUMENTATIVO

    Texto que apresenta opinião ou ponto de vista

    Objetivo: persuadir, convencer o leitor por meio de IMPRESSÕES PESSOAIS (modalizadores)

    Predominância de verbos no presenta

    Presença de estrategias discursivas como: modalizadores, relação de causa e efeito, comparação, exemplificação.

    DISSERTATIVO EXPOSITIVO

    Texto que apresenta opinião tênue ou imparcial

    Autor é o porta voz de uma opinião

    Objetivo: expor, informar, explicar um fato ao leitor

    Predominância de verbos no presente

    Estrategias discursivas: DADOS POLIFÔNICOS (várias vozes no texto) como citação, estatísticas...

    Gab: D

  • Dica da professora Adriana Figueiredo.

    Não precisa nem ler o texto todo para responder a questão. Leia somente o primeiro parágrafo e o último.

    Se o texto tem um tema abstrato, apresenta uma ideia. ele é dissertativo

    Nesse caso, o que difere o expositivo e o argumentativo são as marcadas de autoria presentes no texto argumentativo. Ex: "em linhas gerais" e "boa tradição" logo na primeira linha.

  • O texto vem com ideia de argumentos. Mas tem um pouco do expositivo também, o que confundiu muita gente.

  • Em 04/07/19 às 09:40, você respondeu a opção C.Você errou!

    Em 11/06/19 às 15:30, você respondeu a opção C.Você errou!

    Em 05/06/19 às 17:00, você respondeu a opção C. você errou!

  • Fiquei confusa também. Mas, a partir da frase "Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa", é possível perceber um ponto de vista sobre o assunto. Logo, marquei como sendo argumentativa e, não informativa. 

  • GABARITO: LETRA D.

    Solução no final = O texto pode ser considerado dissertativo-argumentativo.

  • descritivos;é aquele que detalha de maneira pormenorizada os aspectos de um determinado lugar, acontecimento, pessoa, objeto ou animal. O objetivo do autor é justamente transmitir as impressões, qualidades, sensações, características e observações sobre aquilo que está sendo detalhado.

    Reportagens, biografias, listas de compras, relatos históricos ou sobre viagens, anúncios de classificados e currículos são alguns exemplos de textos descritivos, que possuem características bem diferentes dos demais tipos textuais (narração, descrição, injunção e argumentação).

    narrativos;Texto narrativo é um tipo de texto que esboça as ações de personagens num determinado tempo e espaço.

    dissertativo-expositivos;tem como objetivo informar e esclarecer o leitor através da exposição de um determinado assunto ou tema. Não há a necessidade de convencer o leitor, apenas de expor conhecimentos, ideias e pontos de vista.

    dissertativo-argumentativos;Este tipo de texto consiste na defesa de uma ideia por meio de argumentos e explicações, à medida que é dissertativo; bem como seu objetivo central reside na formação de opinião do leitor, ou seja, caracteriza-se por tentar convencer ou persuadir o interlocutor da mensagem, sendo nesse sentido argumentativo.

    injuntivos.O texto injuntivo ou instrucional está pautado na explicação e no método para a concretização de uma ação.

    Ele indica o procedimento para realizar algo, por exemplo, uma receita de bolo, bula de remédio, manual de instruções, editais e propagandas.

    Com isso, sua função é transmitir para o leitor mais do que simples informações, visa sobretudo, instruir, explicar, todavia, sem a finalidade de convencê-lo por meio de argumentos.

    São textos o quais incitam a ação dos destinatários, controlando, assim, seu comportamento, ao fornecer instruções e indicações para a realização de um trabalho ou a utilização correta de instrumentos e/ou ferramentas.

    como podemos perceber se trata de um texto argumentativo...

    bola pra frente. tamo junto

    força sempre :)

  • Thiago, tamo junto!

    Em 03/09/19 às 09:11, você respondeu a opção C.! Você errou!

    Em 07/08/19 às 21:23, você respondeu a opção C.! Você errou!

    Em 23/05/19 às 19:10, você respondeu a opção C.! Você errou!

  • "Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa."

    O candidato fica entre C e D.

    Mas, ao menor sinal de opinião do autor, corra para argumentativo.

  • o texto está entre aspas, já mata qualquer dúvida.

  • O autor tenta direcionar o leitor para a informação que "a arquitetura brasileira conserva a boa tradição da arquitetura portuguesa" (opinião dele - será que é mesmo?). Ao final do texto, ele novamente emite opinião (argumenta) que esta característica está representada ("...cumpre reconhecer...") no estilo barroco (a arquitetura portuguesa tem vários estilos, assim como a brasileira. Será que estaria representada apenas no estilo barroco? = JUÍZO DE OPINIÃO = ARGUMENTO).

    Tipo: "autor, olha este estilo aqui, é o meu preferido e entendo que a arquitetura brasileira está baseada nele".

  • FGV Port gêneros textuais

    Olhar meu comentário na Q1004547 e na Q455096

  • D. dissertativo-argumentativos; correta

  • Acho que o texto é narrativo argumentativo porque: Além de o autor narrar a chegada da arquitetura de Portugal junto com a Familia real ao Brasil ele tenta te convencer de seus argumentos tipo:"E como arquitetura portuguesa, nesse caso, cumpre reconhecer a de característica ou de estilo barroco”.Esse é apenas uns dos argumentos o qual a arqitetura Portuguesa seria de estilo Barroco.

    "

  • A dica para captarmos qual a tipologia predominante é questionar qual o objetivo principal do texto lido. Nesse caso, o texto busca argumentos para validar a afirmação inicial de que a arquitetura brasileira manteve a boa tradição da arquitetura portuguesa. Outra marca da tipologia argumentativa está no emprego da expressão “cumpre reconhecer”.

    Resposta: D

  • Correção do professor Décio Terror. Vídeo de correção extraoficial da época, mas o professor já dizia ser gabarito D - dissertativo-argumentativos. Caso ajude, veja a partir de 27:00

    https://www.youtube.com/watch?v=JjNNQ5cULkQ&t=1629s

  • Curiosidade para saber o número de aprovados nessa prova, porque pelo menos aqui no QC são raras as questões que têm mais de 50% de acertos!
  • LETRA D.

    Quando o autor diz "cumpre reconhecer" percebemos que se trata de um texto dissertativo-argumentativo.

  • e eu marcando narrativo achando que tava facil

  • dissertativo-argumentativo  !

    O texto expressa a defesa de um ponto de vista por meio de argumentos. Isso é característica de um texto dissertativo - argumentativo.

    APMBB

  • dissertativo-argumentativo  !

    O texto expressa a defesa de um ponto de vista por meio de argumentos. Isso é característica de um texto dissertativo - argumentativo.

    APMBB

  • “Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa. De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial. Não se verificou, TODAVIA, uma transplantação integral de gosto e de estilo, porque as novas condições de vida em clima e terras diferentes impuseram adaptações e mesmo improvisações que acabariam por dar à do Brasil uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa ou de feição portuguesa. E como arquitetura portuguesa, nesse caso, cumpre reconhecer a de característica ou de estilo barroco”.

    ao ver conjunções adversativas, pense logo na possibilidade do texto ser argumentativo, pois, em geral, irão apontar para uma opinião própria do autor

  • Argumentativo: Verbos no presente, tese, ponto de vista, modalizadores: advérbios de modo, conjunções...

     Não se verificou, todavia, uma transplantação integral de gosto e de estilo,

  • na duvida marca dissertativo-argumentativos kkkkkk

  • Argumentativo

    passagem: Não se verificou, todavia

  • só o começo já dá pra matar:

    Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa.(Argumentou)

  • As vezes , é uma muito dificil diferenciar expositivo de argumentativo

  • Nada a ver...

  • É MT CONFUSO ESPOSITIVO E ARGUMENTATIVO KKKKK

  • Argumentativo: Palavras expressam a opinião do autor.

    Expositivos: Expor Fatos

  • GAB.: D

    • o trecho.: "Não se verificou, todavia, uma transplantação integral de gosto e de estilo", indica a ideia de dissertação argumentativa
  • "cumpre reconhecer"...

  • E a professora falando que não existe "dissertativo-expositivo". No mundo da FGV existe muita coisa que a gente não faz ideia.


ID
2947558
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2

“Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa. De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial. Não se verificou, todavia, uma transplantação integral de gosto e de estilo, porque as novas condições de vida em clima e terras diferentes impuseram adaptações e mesmo improvisações que acabariam por dar à do Brasil uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa ou de feição portuguesa. E como arquitetura portuguesa, nesse caso, cumpre reconhecer a de característica ou de estilo barroco”.

                                (Luís Jardim, Arquitetura brasileira. Cultura, SP: 1952)

No texto 2 há uma série de adjetivos que se referem a substantivos e com eles concordam; a opção em que essa relação de concordância está errada é:

Alternativas
Comentários
  • Gab: C

    A questão pede a alternativa errada. Acredito que a letra C está errada porque "diferentes" concorda com o sujeito composto "climas e terras", e não somente com "terras" como afirma a alternativa.

  • É isso aí, Emanuel Abreu. Fiz o mais difícil - Acertei na prova e errei aqui (por estar desconcentrado). FGV - não pode piscar.

  • O erro da assertiva "C" é que ela inverteu a ordem. A questão pede claramente o adjetivo e a correta correspondência do substantivo ao qual ele modifica. Observem que em todas as alternativas, à exceção da "C", aparece o adjetivo e, em seguida, o substantivo modificado pelo mesmo. Na letra "C", no entanto, não é o termo "terras" que modifica a ideia do termo "diferentes", mas o contrário, visto que "terras" é o substantivo e "diferentes", o adjetivo. Além disso, é possível fazer a concordância do termo "diferentes" com o substantivo "clima", mas isso não anula a correta relação de concordância entre "diferentes" e o substantivo "terras". 

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: C

  • E mais raciocínio lógico do que português.........

  • Mas que mania de ler errada e procurar a certa

  • Tive o mesmo raciocínio do Emanuel e marquei a certa. Total atenção nas questões da FGV em Língua Portuguesa.

  • Baita questão! show de bola! errei mas fica o aprendizado... comentário TOP da Maria Augusta...

  • Errei por desatenção...tenso viu

  • Raciocínio de Emanuel está ERRADO porque ou combina com os dois adjetivos ou com o mais próximo....

    a "ideia da letra C está correta o erro está na ordem !!!

    O erro da assertiva "C" é que ela inverteu a ordem. A questão pede claramente o adjetivo e a correta correspondência do substantivo ao qual ele modifica. Observem que em todas as alternativas, à exceção da "C", aparece o adjetivo e, em seguida, o substantivo modificado pelo mesmo. Na letra "C", no entanto, não é o termo "terras" que modifica a ideia do termo "diferentes", mas o contrário, visto que "terras" é o substantivo e "diferentes", o adjetivo. Além disso, é possível fazer a concordância do termo "diferentes" com o substantivo "clima", mas isso não anula a correta relação de concordância entre "diferentes" e o substantivo "terras". 

    Maria Augusta Nascimento

  • Na FGV é preciso entender o comando da questão quando diz: "há uma série de adjetivos que se referem a substantivos".

    Acho que a questão pede a relação adjetivo / substantivo nas alternativas.

    a - integral / transplantação; adjetivo / substantivo

    b - novas / condições; adjetivo / substantivo

    c - terras / diferentes; substantivo / adjetivo (errada)

    d - diferente / feição; adjetivo / substantivo

    e - barroco / característica ou estilo. adjetivo / substantivo

    Acho que é isso, espero ter ajudado...

    #VAMOQUEVAMO

  • muito louco isso... eu hein

  • Gabarito C

    DIFERENCIAR SUBSTANTIVO / ADJETIVO

    ·       O que se tem é: "Substantivo"> Tenho Complexidade.

    ·       O que se é, é: "Adjetivo"> Sou Complexo (a)

    A (sou)integral / transplantação;

    B (sou)novas / condições;

    C (tenho)terras / diferentes;

    D (sou)diferente / feição;

    E (sou)barroco / característica ou estilo.

  • Em 18/05/19 às 14:53, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 15/05/19 às 15:38, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 28/04/19 às 16:20, você respondeu a opção C.

    Você acertou!

    Em 28/04/19 às 10:03, você respondeu a opção E.

    !

    Você errou!

    Em 28/04/19 às 08:58, você respondeu a opção D.

    !

    Você errou!

  • Banca lixo, você erra a questão por não sacar a mensagem subliminar do que ela quer na questão. Com um simples "respectivamente" se resolveria a questão

  • Algo me diz que o resultado desse concurso do TJCE será uma loteria disputada entre aqueles que estudam muito!!!

  • E eu que estava atenta só à concordância. Não entendi o enunciado.

  • sacanagem essa banca! palhaçada!

  • Hein gente, vamos pedir ao QConcursos a correção por parte dos professores do canal, por favor. Eu já fiz isso, façam também. Algumas questões dessa prova FGV da DPE RJ estão f...para corrigir e ter certeza da resposta.

  • Que questãozinha capsiosa hein. Fiz duas vezes e errei as duas. e pior...Cada um com uma opinião diferente nos comentários

  • Se parar pra pensar e analisar bem a questão:

    série de adjetivos que se referem a substantivos e com eles concordam; a opção em que essa relação de concordância está errada é:

    OBSERVEM, todas as primeiras palavras são adjetivos que estão se referindo a substantivos, porém a letra C , está diferente, terras não é um adjetivo que se refere a diferentes!!!

    QUAL A ÚNICA ALTERNATIVA EM QUE A ORDEM ESTÁ INVERTIDA? POIS É.

  • O inimigo agiu com legiões.

  • as questões de português da FGV nem os professores do QC sabem, por isso não comentam

  • Não acredito q a FGV iria cobrar do candidato saber a diferença entre substantivo e adjetivo, muito menos a ordem deles, isso seria ridículo pro nível dela. Sabendo q a banca é bem semântica, acredito que o erro da questão está em dizer q a concordância é apenas com terras, sendo q NESTE CASO é tanto com terras como com climas. Não se trata de regra de concordância, mas de sentido, pois a palavra clima pede tbm obrigatoriamente um termo em seguida.

    Novas condições de vida em clima ...impuseram...

    Viram que fica sem sentido? clima o q? Diferentes. Por isso o erro da questão.

  • Só Deus para entender essa questão

  • Por Deussss...

  • Que danado é isso FGVVV

  • "Diferentes" refere-se a clima e terras, e não somente terras.
  • Eu não entendi o que a questão queria.

  • Por que meu Deus!

  • O que queria era a relação direta entre o substantivo e o adjetivo

    na letra c terras / diferentes;

    terras não tem relação com diferentes.

    as novas condições de vida em clima e terras diferentes

    Leitura correta

    -as novas condições diferentes de vida em clima e terras impuseram adaptações

    Caso fosse relação direta com terras o diferente estava excluindo clima...

    Errei e depois fui entender melhor.

  • Se realmente for essa a justificativa (dos comentários abaixo), a questão é mais raciocínio que português, porque se a banca tivesse cobrado da seguinte maneira: qual alternativa que não apresenta, respectivamente, adjetivo e substantivo.

    Só que daí todo mundo acertaria.

  • No texto 2 há uma série de adjetivos que se referem a substantivos e com eles concordam; a opção em que essa relação de concordância está errada é:

    PERCEBEM A RELAÇÃO! BASTA UM POUCO DE PACIÊNCIA !!!!

    a - integral / transplantação; adjetivo / substantivo

    b - novas / condições; adjetivo / substantivo

    c - terras / diferentes; substantivo / adjetivo

    d - diferente / feição; adjetivo / substantivo

    e - barroco / característica ou estilo. adjetivo / substantivo

    TMJ

    FORÇA SEMPRE!

  • Seria uma grande alegria se eles ficassem "impedidos" por um tempo de realizar certames. Banca nojenta do caralho.

     

  • O gabarito oficial é a letra C. O adjetivo “diferentes”, indicado pela assertiva como o qualificador de “terras”, na verdade, qualifica o conjunto “clima e terras”, pois ambos compõem o ambiente ocupado pelos portugueses. 

    FONTE: Prof. Flávia Rita

  • krlh.... kkkkkk

  • O Explicação do Itan é correta.

    A explicação de que a plavra deiferentes se refere a clima e terras não procede. Porque neste caso, diferentes se refere a a terras? sim, se refere. mas também se refere a clima. Uma coisa não anula a outra

  • induz o candidato ao erro, com certeza.

  • Muito das vezes os nossos erros em responder questões está mais na dificuldade em interpretar a pergunta do que o intendimento da teoria.

  • Parem de falar besteira!! A letra C tá errada por um motivo claro: o adjetivo caracteriza "climas e terras", e não só "terras".

    Não tem NADA A VER com o fato de ser a única em que o adjetivo vem antes do substantivo na alternativa.

  • Banca FDP

  • Que questão mais mal elaborada, nammm

  • O que importa para a FGV é eliminar o candidato de qualquer forma e não avaliá-lo.

  • FGV de guerra !

  • Não importa o quão sacana você é examinador da FGV. Vence-lo-ei no TJRJ 2020 !

     

    AGORA É GUERRA!!! 

  • QUER DERRUBAR DE QQ JEITO NÉ FGV!?

  • C. terras / diferentes; incorreta

    substantivo/adjetivo

  • REALMENTE A FGV NÃO SABE CRIAR QUESTÕES DE PORTUGUÊS!

  • Gente, também fiquei confusa. Não tá explícito se a resposta é em razão da troca do subst/adjetivo ou em razão da concordância em si. Mas acho que o pessoal tá confundindo algumas coisas sobre o porquê de a concordância estar também errada.

    >quando há dois substantivos de gêneros diferentes: a concordância nominal pode ser atrativa (concorda com o mais próximo) ou genérica (concorda com ambos). Entretanto, mesmo quando for atrativa, semanticamente o termo subordinado (o que concorda) se refere a AMBOS os substantivos.

    ex: os meninos e meninas educados chegaram (concordância genérica); -> aqui é explícito que se refere a ambos

    ex: os meninos e meninas educadas chegaram (concordância atrativa) -> aqui o termo "educadas" também se refere tanto a meninas quanto a meninos, embora possa não parecer.

    Pelo que entendi das aulas do Prof Elias Santana, caso se queira caracterizar apenas um dos substantivos, a estrutura deve ser modificada: as meninas educadas e os meninos chegaram.

    Pode ser que o examinador esteja "dizendo" que, independentemente de a concordância ser genérica ou atrativa (o que nem dá pra saber na hipótese em questão, pois em ambos os casos -atrativa ou genérica- a concordância resultaria no adjetivo "diferente" escrito da mesma forma = "diferentes"), o adjetivo faz referência semântica aos dois termos (clima e terras), por isso constar apenas "terras" como referência estaria errado.

    Foi isso que entendi. Por favor avisem caso haja algum erro.

  • gabarito C

    acho que eles quiseram por o erro em relação ao sentido objetivo ou subjetivo

    terras diferentes (objetivo, a terra real é diferente. ex o planeta marte é diferente do nosso)

    diferentes terras (subjetivo, é diferente em relação ao sujeito,para ele é diferente)

    ou seja escrever clima e terras diferentes pode significar que é algo fora do padrão do que se espera de uma terra.

    é o que eu acho neh, pois essa banca adora esse tal de adjetivo relacional,

    porque em relação a gramática não consegui ver o erro.

    quando a escrita quer ser clara em relação a quem está se referindo teria que colocar o adjetivo antes do substantivo que quer se referir

    ex diferente clima e terras, colocando depois não caracteriza erro apenas não fica claro a quem se refere.

  • Só queria entender pq os professores somem nessas horas

  • Gente, a questão está correta. O problema da letra "C" é que o adjetivo "diferentes" está concordando não somente com o substantivo "terras", mas também com o substantivo "clima" que no caso da letra "c" não foi explicitado. Por isso o erro.

  • QUANTAS EXPLICAÇÕES DISTINTAS HÁ POR AQUI =/

  • O adjetivo tá caracterizando climas e terras, e não só terras. É isso.

  • Eu queria não precisar fazer concurso desta banca, mas, infelizmente eles ganharam a licitação que há anos era da Vunesp para o meu objetivo, lamentável!

  • 67.2 % de erros em casa, imagina com toda a tensão no dia da prova... O candidato pensa que está diante de uma questão de concordância, até pq a questão diz: "a opção em que essa relação de concordância está errada ". Assim, apesar de na letra "C" termos a relação substantivo x adjetivo, ainda assim a concordância está certa. Haja paciência!!!

  • A gente perde maior tempão estudando para ter que ficar contando a quantidade de palavras que concordam com x ou y dá-me paciência Deus!

  • (...)porque as novas condições de vida em clima e terras diferentes impuseram....

    No que se refere a concordância nominal a regra geral é:

    Adjetivo posposto aos substantivos - O adjetivo concorda com o substantivo mais próximo ou com todos eles.

    Fonte: Língua Portuguesa - Duda Nogueira;

  • Comentário copiado do nosso amigo Italo Bruno.

    Gabarito: C

    Na FGV é preciso entender o comando da questão quando diz: "há uma série de adjetivos que se referem a substantivos".

    Acho que a questão pede a relação adjetivo / substantivo nas alternativas.

    a - integral / transplantação; adjetivo / substantivo

    b - novas / condições; adjetivo / substantivo

    c - terras / diferentes; substantivo / adjetivo (errada)

    d - diferente / feição; adjetivo / substantivo

    e - barroco / característica ou estilo. adjetivo / substantivo

    Acho que é isso, espero ter ajudado...

    #VAMOQUEVAMO

  • Os comentários dos professores do QC são superficiais.

  • Parece as questões de coesão e coerência. FGV, eu te odeio!

  • Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa. De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial. Não se verificou, todavia, uma transplantação integral de gosto e de estilo, porque as novas condições de vida em clima e terras diferentes impuseram adaptações e mesmo improvisações que acabariam por dar à do Brasil uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa ou de feição portuguesa. E como arquitetura portuguesa, nesse caso, cumpre reconhecer a de característica ou de estilo barroco”. letra C - clima e terra......... O certo era vidas em climas/ diferente

  • Só sei que, após a posse, vou fazer uma fogueira bem bonita com o material de português e prometo nunca mais tocar em uma gramática.

  • *** Para facilitar, coloque o ver SER entre o substantivo e o adjetivo.***

    a) integral / transplantação - Uma transplantação é integral.

    b) novas / condições - As condições são novas.

    c) terras / diferentes - O clima e as terras são diferentes.

    d) diferente / feição - Uma feição é diferente.

    e) barroco / característica ou estilo - Característica ou estilo são barroco.

    Revisaço - Duda Nogueira

  • Questão p alimentar o ódio de português.

  • É sério isso? É só por que não estava em ordem respectiva? Meu Deus, eu pensando que a questão queria outra coisa....

  • Pelo que vi, de acordo com o comando da questão, é que o termo diferentes está ligado à condições e não ao termo terras e nem ao termo climas. Meu entendimento. Espero ter ajudado.
  • acertei mas nao foi pelo q pensei

  • FGV sacaneando com os concurseiros.

  • pelo que aprendi não era pra estar errada já que quando tenho 2 substantivos de gêneros diferentes o adjetivo pode concordar com o mais próximo, no caso terras- diferentes ou ficar no plural masculino concordando com os dois, mas enfim.... eles é quem sabem...

  • LETRA C

    terras / diferentes;

  • Em 25/07/21 às 19:25, você respondeu a opção C.

    Você acertou!

  • dica para quem fará prova da FGV:

    quando vcs não tiveram noção de qual gabarito está correto, tentem analisar as estruturas de cada item

    vejam bem, na alternativa C, é a única que traz um substantivo primeiro que um adjetivo

    terras -> subs

    diferentes -> adj

    ao utilizar essa lógica, o índice de acertos aumentará

  • SUJEITO COMPOSTO:

    POSPOSTO: VERBO + SUJEITOS = GRAMATICAL (PLURAL) OU ATRATIVA (SINGULAR)

    ANTEPOSTO: SUJEITOS + VERBO = APENAS GRAMATICAL

    MINEMÔNICO QUE ESTOU USANDO: antes eu era apenas um (gramatical), depois dois.

  • O nome disso é COV4RDIA !

    acertei pensando justamente o que a banca queria, papo de DELÍRIO.

  • De acordo com o prof. Alexandre Soares

    O erro da alternativa C é que o termo diferentes não se liga apenas a terras. Se voltarmos ao texto, podemos que a questão deixou de colocar o termo '' clima '', vejamos a reescrita:

    '' porque as novas condições de vida em clima e terras diferentes ''

    espero ter ajudado.

  • Sinceramente! Os organizadores dessas questões viajam na maionese e o mais engraçado é o raciocínio dos candidatos nos comentários!
  • A cabeça quebrei.

  • A FGV é assim, complicada! Vejam comentário do Melocra. Fiz essa prova e acertei essa questão de acordo mais ou menos com o que ele descreveu.

    Não é que a C esteja errada, afinal o adjetivo "diferentes" está ligado corretamente ao substantivo "terras", mas, contudo, porém, todavia, seria mais completo dizer que tal adjetivo também se liga a "clima", e pelo que me parece a FGV prende-se aos detalhes.

    Sorte pra gente!

  • Geral justificando mais uma questão porca da FGV. Gente, o comando é claríssimo: CONCORDÂNCIA. Nesse caso, pouco importa a ordem! Por favor, né!

    Ex: belas mulheres / mulheres belas (again, a ordem da expressão nominal pouco importa se essa banca HORROROSA perguntou sobre concordância. Resultado: TODAS as alternativas estão claramente corretas e a banca, se tivesse vergonha na cara, anularia a questão. Sério, parem de justificar burradas das bancas!

  • DIFERENCIAR SUBSTANTIVO / ADJETIVO

    ·       O que se tem é: "Substantivo"> Tenho Complexidade.

    ·       O que se é, é: "Adjetivo"> Sou Complexo (a)

    A (sou)integral / transplantação;

    B (sou)novas / condições;

    C (tenho)terras / diferentes;

    D (sou)diferente / feição;

    E (sou)barroco / característica ou estilo.

    revisar dps.

  • Desafio os professores a comentarem questões polêmicas da FGV sem consultarem o gabarito antes. Vão errar a maioria.

  • que decepção essa correção do Alexandre Soares.

  • Galera, é só prestar atenção no enunciado:

    O comando da questão pede que se marque a opção em que a relação de concordância se dá de forma errada em relação às palavras citadas das opções.

    O adjetivo "diferente" não vai para o plural, pois só concorda com "terra", mas sim porque também concorda com "clima". Logo este plural é fruto de uma concordância de dois substantivos de gênero diferentes, ou seja, o plural se justifica pela concordância desses dois substantivos e por causa de terra.

    Como a questão pediu a relação errada de concordância , logo deveria mencionar a palavra "clima". Se não houvesse o substantivo "clima" no texto, aí sim a relação de concordância estaria correta entre "terra" e "diferente".

    @língua_interativaa (Instagram)

  • errou porque nao leu o texto, kkkk

    TERRAS E DIFERENTES Têm que concorda COM CLIMA

  • olha a altura do sarrafo de uma prova de nível médio da FGV. carai biri din
  • Olha que questão!

    O enunciado diz que há uma série adjetivos que se referem a substantivos.

    Entende-se que, antes da barrinha, há adjetivo; depois da barrinha, substantivo.

    Isso somente não ocorre na letra C: nela temos primeiro o substantivo e só depois o adjetivo.

    A questão quer primeiro o adjetivo e depois o substantivo.

    Essa questão está mais para Raciocínio Lógico do que para Português.

  • Só acertei essa questão porque fiz em casa, com calma, atenção e tempo. Vi que não tinha nenhum erro e fui novamente analisar o texto várias vezes. Foi, então, que percebi que diferentes também era adjetivo de clima e marquei ela apenas por causa disso. Sinceramente é brincadeira... a C não está, de forma alguma, errada.


ID
2947561
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 2

“Em linhas gerais a arquitetura brasileira sempre conservou a boa tradição da arquitetura portuguesa. De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial. Não se verificou, todavia, uma transplantação integral de gosto e de estilo, porque as novas condições de vida em clima e terras diferentes impuseram adaptações e mesmo improvisações que acabariam por dar à do Brasil uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa ou de feição portuguesa. E como arquitetura portuguesa, nesse caso, cumpre reconhecer a de característica ou de estilo barroco”.

                                (Luís Jardim, Arquitetura brasileira. Cultura, SP: 1952)

As preposições, em língua portuguesa, ora são empregadas por uma exigência gramatical de um termo anterior, ora por necessidades semânticas, não sendo de emprego obrigatório.

No texto 2, o único exemplo de emprego obrigatório, exigido gramaticalmente, é:

Alternativas
Comentários
  • se alguém puder ajudar com a elucidação ... obrigado

  • basicamente a questão quer que vc troque termos, por exemplo: Eu sou"de" Portugal , por eu sou Português. No caso sem preposição. Arquitetura de Portugal -- arquitetura portuguesa.

  • Os fundamentos típicos da arquitetura colonial vieram DE Portugal para aqui desde o descobrimento do Brasil. Seria essa a ordem canônica? E essa preposição aí exigida pelo verbo vieram?? Alguém sabe explicar?

  • quem gosta, gosta DE algo

  • Marquei B, pois pensei que quem vem, vem de alguem lugar (De Portugal vieram = vieram de Portugal). Da mesma forma que falar "quem gosta, gosta de algo".

     

  • letra D

    As questões da FGV que exige preosição geralmente sõ aqueles que não são substantivo ou substântivo abistrato.

  • Cara.... essas questões de português da FGV são bizarras. Única coisa que tenho a comentar. O candidato deveria levar o ponto só pelo esforço de tentar entender o enunciado.

  • Pra falar a verdade, NÃO ENTENDI!!!

  • diferença entre adjunto e complemento

    B) "de algum lugar, vieram para aqui". adjunto de lugar.

    D) "transplantação de gosto". complemento nominal de transplantação.

  • 25 de Abril de 2019 às 01:57

    Gaba: D

    Achei a treta...

    A questão fez um texto induzindo as regra de preposição facultativa e cobrou a semântica!

    As preposições ... bla, bla, bla, ora por necessidades semânticas, ... bla, bla, bla.

    No texto 2, o único exemplo de emprego obrigatório, exigido gramaticalmente, é:

    é obrigatório para não quebrar o paralelismo!

    ...uma transplantação integral de gosto e de estilo...

    mas como é fgv, vai saber pq a D é correta!

    26 de Abril de 2019 às 16:30

    ...revisando o assunto sobre PREPOSIÇÕES FACULTATIVAS

    Preposições Facultativas

    EM - pode ser omitida antes de pronome relativo QUE e oração temporal

    ex:

    no momento (em) que se quis erguer.

    neste tempo (em) que as ancoras levamos.

    DE - ao introduzir oração:

    -Completiva Nominal,

    -Objetiva Indireta,

    -Depois de Adjetivos: Certo, seguro, Ansioso,

    -Substantivos: Esperança, Receio, Medo,

    -Verbos Transitivos Indireto Regidos por DE: Duvidar, Lembrar, Convencer-se

    ex:

    Estamos certo (de) que seremos bem-sucedidos

    Duvido (de) que eles acertem a questão

    Torço (para) que eles errem

  • Questão tensa! Muito mal elaborada e confusa!

  • Eu marquei a B porque pensei da mesma forma que a colega Larissa Rodrigues...

  • Marquei a D porque acredito que a questão pediu o item que apresenta verbo transitivo indireto, ou seja, o seu complemento exige a proposição para ter sentido. No caso, quem faz transplantação, faz transplantação DE alguma coisa.

  • Eu se quer entendi o que a questão estava pedindo

  • na boa,

    nao vi diferença entre as letras B, D e E

    se alguém puder explicar, agradeço !

  • eu acertei pois percebi que a palavra transplantação exige a preposição ´´de``

  • Pelo que eu entendi, só uma alternativa em que a preposição é obrigatória, as outras quatro pode substituir por um substantivo ou talvez retirá-l.

    Frase (A) A arquitetura portuguesa é boa tradição. (B) Arquitetura colonial e seus fundamentos típicos. (D) Desde de Portugal,o descobrimento do Brasil. (E) Uma feição um tanto diferente possui genuinamente a arquitetura portuguesa.

    LETRA C (CORRETO) Transplantação integral de gosto (locução adverbial de modo)

  • Gabarito LETRA D

    Não se verificou, todavia, uma transplantação integral de gosto e de estilo

    Verificou, nesse contexto, é Verbo Intransitivo, e uma transplantação integral de gosto e de estilo é o sujeito da oração.

    Nota-se que a preposição "de", nesse contexto, é obrigatória, pois sua retirada prejudicaria o paralelismo, ou seja, ambos os elementos necessitam da preposição DE - "de gosto" e "de estilo". Não pode apenas um elemento receber preposição e o outro não, já que os dois são complementados pelo mesmo referente (transplantação integral).

  • A questão esta pedindo pra achar o complemento nominal.

    Lembrando que o CN é sempre preposicionado e tem sentido paciente.

    Essa é uma questão clássica da FGV

  • Em Westeros, quase todos falam a "língua comum", estou aprendendo português, mas vamos lá.

    1ª Galera falando em TRANSPLANTAÇÃO como verbo e que esse verbo é VTD necessita preposição DE obrigatória, outros falando que é VTI.

    -> Pelo amor dos Deuses antigos e novos, transplantação é um substantivo feminino, nada de verbo.

  • Que issoooo cara ta de saca !!!!!!!!

  • PELO AMOR DE DEUS GENTE, PEÇAM COMENTÁRIO DO PROFESSOR.

    Foi mal, posso estar equivocada, mas nenhuma das respostas aqui apresentadas me pareceu absolutamente plausível. Inclusive alguns passando DESINFORMAÇÃO.

    1- Sr Gleilson Medeiros: "transplantação" NÃO É VERBO, muito menos intransitivo. Se trata de um SUBSTANTIVO abstrato

    2-Sr APF Coelho: perdão, mas não entendi como isso se aplica pra que eu acerte essa questão. (Quem sabe olhando com mais atenção eu entenda)

    3-Sr Bruno Santos: na alternativa correta, o "de" não é regência de "gosto" e sim, de "transplantação"

    4-Sr Guilherme Meyer Vogel: "verificou" é VERBO TRANSITIVO, e nem no contexto do texto ele está como verbo intransitivo, pelo menos não consigo ver dessa maneira. O restante da sua resposta fez sentido pra mim

    5- Sr Edson Silva de Almeida: eu consegui entender sua lógica, mas pelo que vc coloca, a letra B mudou completamente o sentido.

    Essa questão me deixou aflita e nervosa.. Eu preciso entender esse negócio, não vou me conformar enquanto não entender kkkk

    Abraço a todos os colegas de batalha. Deus nos abençoe

  • Indiquem para comentário, gente! Por Favor!

  • Sra. Isabel Cristina,

    1º)Coloque a primeira oração na ordem direta.

    "Não se verificou, todavia, uma transplantação integral de gosto e de estilo, porque as novas condições de vida..."

    "Todavia uma transplantação integral de gosto e de estilo não se verificou, porque as novas condições de vida..."

    2º) Pergunte ao verbo o que é que não se verificou? Ele te responderá "uma transplantação integral de gosto e de estilo", logo tudo isso é o sujeito da oração.

    Agora, responda-me como o verbo verificou não é intransitivo? Em que local está o complemento?

    Com todo respeito, mas acho que tu estás enganada...

    Abraço

  • Queridos, vamos lá. Primeiro, precisamos saber o que a questão quer dizer com "exigência gramatical de um termo anterior". Quando a FGV usa essa expressão, ela quer dizer regência.

    Que regência? Ora, uma regência verbal ou nominal. No primeiro caso, estaremos falando de um OBJETO INDIRETO. No segundo caso, de um COMPLEMENTO NOMINAL.

    Dito isso, percebemos que a questão cobra do candidato o reconhecimento de uma regência nominal; o bendito CN. Como diferenciá-lo do adjunto adnominal? Neste caso, bastava lembrar que o CN é paCieNte, enquanto o AA é Agente. Além disso, o AA pode indicar posse. O CN nunca terá esse papel. Assim, observando as alternativas:

    A) “boa tradição da arquitetura portuguesa”;

    B) “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil”;

    C) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”;

    D) “transplantação integral de gosto”;

    E) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”.

    Percebemos que a letra D traz o CN, pois o gosto foi transplantado.

    GABARITO: D

    Dominar a diferença entre CN e AA e suas diversas maneiras de cobrança é essencial para vencer a FGV, pois esse assunto cai em toda prova da banca. Espero ter ajudado!

    :^)

  • Quem gosta, gosta DE.

  • Melhor comentário: Pérola...

    Queridos, vamos lá. Primeiro, precisamos saber o que a questão quer dizer com "exigência gramatical de um termo anterior". Quando a FGV usa essa expressão, ela quer dizer regência.

    Que regência? Ora, uma regência verbal ou nominal. No primeiro caso, estaremos falando de um OBJETO INDIRETO. No segundo caso, de um COMPLEMENTO NOMINAL.

    Dito isso, percebemos que a questão cobra do candidato o reconhecimento de uma regência nominal; o bendito CN. Como diferenciá-lo do adjunto adnominal? Neste caso, bastava lembrar que o CN é paCieNte, enquanto o AA é Agente. Além disso, o AA pode indicar posse. O CN nunca terá esse papel. Assim, observando as alternativas:

    A) “boa tradição da arquitetura portuguesa”;

    B) “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil”;

    C) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”;

    D) “transplantação integral de gosto”;

    E) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”.

    Percebemos que a letra D traz o CN, pois o gosto foi transplantado.

    GABARITO: D

    Dominar a diferença entre CN e AA e suas diversas maneiras de cobrança é essencial para vencer a FGV, pois esse assunto cai em toda prova da banca. Espero ter ajudado!

    :^)

  • Até agora eu não consegui entender de onde extraíram a informação que é para encontrar o Complemento Nominal.

  • Questão escabrosa, como quase toda da FGV. Resolvi pensando da seguinte forma: faz-se a transplantação de algo, isto é, a preposição "de" é regida por um nome. Ela deve vir na construção.

    Letra D

  • Eita... faz dancinha quem acertou .kkkkkkk

    Que alegria é acertar uma questão da FGV.

    Não tem nada ganho!

    Vamos a luta!

  • A FGV é de qual planeta??????

    meu pai eterno.....a gente que faz muita prova do Cespe se sente analfabeto com essa louca!

    só um desabafo... : /

  • A FGV é de que planeta??????

    meu pai eterno.....a gente que faz muita prova do Cespe se sente analfabeto com essa louca!

    só um desabafo... : /

  • Gabarito D . “transplantação integral de gosto”; transplantação DE QUE?DE GOSTO .COMPLEMENTO NOMINAL EXIGINDO PREPOSIÇÃO

  • Também está relacionado ao paralelismo? de gosto e DE estilo?
  • Qual a lógica para colarem o mesmo comentário várias vezes?

    Acho que estão confundindo o QC com o instagram.

    TUDO POR UM LIKE.

  • Qual a lógica para colarem o mesmo comentário várias vezes?

    Acho que estão confundindo o QC com o instagram.

    TUDO POR UM LIKE.

  • Peçam comentário do professor , essa me pegou !

  • Preposições empregadas por uma exigência GRAMATICAL de um termo anterior >>> Banca que dizer: CN

    Preposições empregadas necessidades SEMÂNTICAS, não sendo de emprego obrigatório >>> ADJ ADN

    Sendo assim, a questão quer a alternativa com CN. Vamos lá:

    Espero ter ajudado. Qualquer erro retifiquem.

  • Alguém consegue explicar porque a B) está errada

  • A preposição na letra B é evidentemente obrigatória. Alguém me explica porque não seria?!

  • Quem gosta gosta DE

    Verbo transitivo indireto pede preposição

    Foi assim que fiz .

  • falam falam e falam, mas ninguém deu uma explicação para a "B", ajuda ae tio!

  • Mais uma questão em que eu fui na B e não entendi o gabarito. Pedi comentário do professor do canal, peçam também!

  • Eu acho que o erro da B é porque o termo "de portugal" deve ser uma locução adverbial de lugar. termo acessório na oração...

  • O enunciado pede para diferenciar a preposição SEMÂNTICA e a REGENCIAL.

    Na letra D é a única opção que o "de" é presente pela regência nominal.

    Nas demais a preposição é dada no sentido de ORIGEM.

    Foi assim que eu analisei. Espero ter ajudado!

  • Gente do céu... analisei diferente:

    "De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial"

    Verbo: Vir -> Alguma coisa VEM DE algum lugar.

    Tava crente que a resposta era letra b.

  • que questão muito bem feita ! pena que não acertei srsrsr

  • Pessoal, visualizei que em todos os casos, exceto o da alternativa D, há uma adjetivação. 

    No caso da B, por exemplo, coloquem na ordem direta e vejam que será obtida a seguinte construção: Os fundamentos típicos da arquitetura colonial portuguesa vieram para aqui desde o descobrimento do Brasil.

  • E eu achava português da FCC difícil...

  • A semântica vai lhe enganar! Cuidado!

    Via de regra nas questões da FGV, a preposição é tida como "exigida" por complemento nominal (e não por ser objeto indireto de um VTI, por exemplo).

    Complemento nominal é o termo ligado a um substantivo abstrato, adjetivo ou advérbio, com preposição.

    Mas o adjunto adnominal é ligado a substantivo concreto ou abstrato, com ou sem preposição.

    Adivinha o que a FGV coloca? Isso mesmo, o substantivo abstrato com preposição, que deixa margem para que seja um CN ou AA.

    O CN é agente objetivo, objeto da ação, passivo, recebe a ação do verbo que originou o substantivo abstrato.

    O AA é agente subjetivo, sujeito da ação, ativo, faz a ação do verbo.

    Nas alternativas, temos “boa tradição da arquitetura portuguesa”, "fundamentos típicos da arquitetura colonial", “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa” > a arquitetura possui boa tradição, a arquitetura colonial possui fundamentos típicos, a arquitetura genuinamente portuguesa possui feição um tanto diferente. Os substantivos abstratos ("a arquitetura" em todas as opções) agem, tem os adjuntos ligados a eles. (AA)

    "De Portugal, desde o descobrimento do Brasil” > não é complemento de termo anterior.

    Alternativa D: "transplantação integral de gosto” > o gosto é transplantado integralmente > o gosto é passivo/agente objetivo/recebe a ação > CN > tem "preposição exigida"

    Portanto, correta a alternativa.

    Recapitulando:

    1) FGV falou em "preposição exigida"

    2) Geralmente será substantivo abstrato com preposição

    3) Se passivo (p.ex.: digitação de mensagens), será CN e portanto "preposição exigida"

    4) Se ativo (p.ex.: pichação do vândalo), será AA e não se encaixa na "preposição exigida"

    5) Se for substantivo concreto (dia, Deus, período, alma, chuva, portão, vida, etc.), será AA e também não se encaixa na "preposição exigida"

    6) Se for adjetivo ou advérbio, será CN e portanto "preposição exigida"

  • Somos formados em Letras? Somos. Acertamos a questão? Não.

  • Anilton Ferreira Maia, a explicação: De Portugal, vieram para aqui........ Vieram "DE" Onde? De Portugal.

  • Nossa, que interessante pérola!

    Não sabia!

    Marquei D pois me recordei que gostar pede obrigatoriamente a preposição "de", o que é estudando em regência. Foi mais ou menos um chute consciente.

  • Nossa, que interessante pérola!

    Não sabia!

    Marquei D pois me recordei que gostar pede obrigatoriamente a preposição "de", o que é estudando em regência. Foi mais ou menos um chute consciente.

  • Alguém que tenha assinatura do TEC pode me mandar o comentário? O professor de lá já comentou essa questão.

    Achei muito bom o comentário da Pérola, parabéns querida, mas não sai da minha cabeça que a oração da letra B, na ordem direta, ficaria assim:

    “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial.”

    ORDEM DIRETA: Os fundamentos típicos da arquitetura colonial vieram de Portugal para aqui desde o descobrimento do Brasil.

    Logo, Portugal seria objeto indireto de vieram e exigiria sim a preposição.

    Perdido que só a bixiga, nam

  • DE PORTUGAL= adj.adv. de lugar. não é complemento do verbo vir

  • Cuidado com a letra E

    “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa” - Adj. Adn

    da aquitetura está ligado a feição

    na letra D -

    transplantação integral de gosto”; CN - O gosto é transplantado

  • Entrei em pane, mas ao ver a explicação da professora Izabel, fiquei tranquilo. Essa professora é demais!

  • E eu que achava português da FAURGS difícil......

  • Meu Deus que enunciado é esse. Não entendo nem o que a questão está pedindo.

  • GAB DDDDDDD

    GASTAR => VTI

    PEDE A PREPOSIÇÃO => DE

  • Acho que acabei entendendo dessa forma:

    É um caso de Complemento Nominal (CN) X Adjunto Adnominal (AA):

    O Complemento Nominal é um termo integrante, ou seja, ele completa o sentido dos termos essencias (sujeito e predicado). Logo, é obrigatório. É um "termo passivo".

    Já o Adjunto Adnominal é um termo acessório, ou seja, é necessário em apenas alguns contextos.

    É um "termo ativo".

    Ao mudar os sentidos das frases ficaria mais fácil identificar quais seriam aquelas com AA e quais seriam as com CN (de preposição obrigatória). Exemplo:

    a) “boa tradição da arquitetura portuguesa”; => A arquitetura portuguesa possui boa tradição (agente ativo - AA)

    b)De Portugal, desde o descobrimento do Brasil”; => se eu completar a frase... As riquezas de Portugal, desde o descobrimento do Brasil => Portugal possui riquezas... (agente ativo - AA)

    c) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”; => A arquitetura colonial possui fundamentos típicos. (agente ativo - AA)

    d) “transplantação integral de gosto”; => O gosto é transplantado integralmente. (agente passivo - CN)

    e) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”. => A arquitetura genuinamente portuguesa possui uma feição um tanto diferente. (agente ativo - AA)

  • Existem duas formas de resolver esta questão. A fácil é identificando em qual caso a preposição é obrigatória, pois não é possível a substituição do termo sublinhado por outro sem preposição:

    A) “boa tradição da arquitetura portuguesa”; > tradição arquitetural portuguesa

    B) “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial”; > os fundamentos típicos da arquitetura colonial portuguesa vieram para aqui

    C) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”; > típicos fundamentos arquiteturais coloniais

    D) “transplantação integral de gosto”; > A única opção seria "gustativa", porém este termo relaciona-se semanticamente com sabor, e não com predileções, afinidades... GABARITO

    E) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”. > “uma feição arquitetural um tanto diferente da genuinamente portuguesa.

    A segunda forma (difícil) é identificar em qual caso temos um Complemento Nominal, o qual é termo essencial da oração e não admite substituição.

    A) “boa tradição da arquitetura portuguesa”; > O termo "da arquitetura" se liga a "boas tradições", dando ideia de posse (A arquitetura possui boas tradições). Complementos nominais não admitem ideia de posse, sendo então um Adjunto Adnominal. AA são termos acessórios da oração e, portanto, podem ser removidos sem comprometer a semântica/sintática. Não são exigidos gramaticalmente.

    B) “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial”; > O termo sublinhado liga-se ao verbo "vieram", sendo portanto um Adjunto Adverbial. Como na assertiva anterior AA não são exigidos gramaticalmente.

    C) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”; > O termo "da arquitetura" se liga a "fundamentos típicos", dando ideia de posse (A arquitetura possui fundamentos típicos). Complementos nominais não admitem ideia de posse, sendo então um Adjunto Adnominal. AA não são exigidos gramaticalmente.

    D) “transplantação integral de gosto”; > "Transplantação" é substantivo abstrato (ação) ligado a complemento de sentido passivo (o gosto É TRANSPLANTADO, sofre a ação). Não há a ideia de posse ("O gosto possui a transplantação?" Não faz sentido algum). Neste caso temos um Complemento Nominal. GABARITO.

    E) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”. > O termo "da arquitetura" se liga a "feição", dando ideia de posse (A arquitetura possui uma feição). AA não são exigidos gramaticalmente.

  • Espero que essa banca não venha fazer o concurso da PC-RJ porque eu choro com ela.

  • Gabarito''D''.

    A meu ver questão passível de anulação!

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • Caros coleguinhas, as alternativas C, D e E apresentam COMPLEMENTOS NOMINAIS. Quem tem a mínima noção de sintaxe percebe isso..

    C) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”;

    D) “transplantação integral de gosto";

    E) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”.

    Resposta corroborada pela prof. Isabel Veiga no vídeo comentário postado aqui no QC.

    Não Tentem justificar gabaritos absurdos, não sejam tão ignorantes.

    Questão deve ser anulada devido à burrice da banca.

  • Pessoal, o melhor comentário é do Anderson Lima. O cara mitou. Abraços.

  • Professora excelente, só assim pra entender a questão. Essa banca só serve pra frustar e confundir o candidato.

    GAB: D

  • obrigado, amigos. no inicio eu não estava acertando questões da fgv, mas agora parece que eu estou no inicio.

  • Para os assinantes: olhem o comentário em vídeo da professora!

    Para os não assinantes: a questão está totalmente mal formulada, e passível de anulação!

    Provavelmente foi o estagiário da FGV que formulou a questão kkk

  • Show o comentário da professora!!!

    As questões de português da FGV deveriam ser todas comentadas pela professora.

  • QUESTAO MALUCA, VEJAM O VIDEO DA PROFESSORA!

  • Independente da alternativa que vc marcou vc acertou!!!

  • Será que os órgãos não percebem a maldade e a confusão que a FGV faz? Todos os professores que já tive falam a mesma coisa sobre a FGV. É um desrespeito você estudar tanto para ter que ficar nessa insegurança das palhaçadas que a FGV faz.

  • É aterrorizante o que estão fazendo com a nossa língua! Resta responder quem ganha com isso. Viva os emojis!

  • Se você errou, parabéns! Nenhum comentário dos colegas justifica a não anulação da questão.

  • O assunto adjunto adnominal versus complemento nominal é tão ruim que nem a própria banca sabe direito = /

  • Acho que dá pra levar a questão na delegacia

  • Depois do comentário da professora, nem me estresso mais!!

  • Melhor comentário é do Anderson Lima.

  • O comentário da professora foi muito esclarecedor

  • Antes de conhecer a FGV eu pensava que as bancas Cespe e FCC eram as mais difíceis, mas a FGV é de longe a que mais ferra a vida dos candidatos.

    Na banca Cespe ou você sabe ou não, mas com a FGV mesmo se você sabe o conteúdo, você erra de tão mal formuladas que as questões são.

    Boa sorte galera!

  • Português da FGV não foi feito para medir conhecimento, e sim para vê se o candidato tem sorte na hora da prova. Se é o seu dia de sorte vc marca o item e banca aceita aquele como certo, caso contrário ela diz que qualquer outro item está correto menos o seu.

  • Gabarito D

    DIFERENÇA CN X AA

    ·       Complemento Nominal> sub. Abstrato(depende de outro ser para existir) / passivo

    ·       Adjunto Adnominal> relação de posse / sub. Concreto / ativo

    A“boa tradição da arquitetura portuguesa”; IDEIA DE POSSE

    B“De Portugal, desde o descobrimento do Brasil”;IDEIA DE POSSE

    C“fundamentos típicos da arquitetura colonial”;IDEIA DE POSSE

    D“transplantação integral de gosto”; PASSIVA - C.NOMINAL

    E“uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”.IDEIA DE POSSE

  • Eu fiz este concurso e errei a questão. É o tipo de questão que só quem não estudou que acerta.

  • Gabarito D.

    Algumas palavras sempre solicitam alguma preposição e outras, dependendo do sentido, solicitam também. A questão queria saber qual alternativa tinha uma palavra que solicitava a preposição obrigatoriamente. Quem faz transplante, faz transplante DE algo.

    Resolvi a questão assim e outras também, funciona.

  • Fundação Getúlio Viajandão

  • Inacreditável que não anularam essa questão. Na hora da prova, sendo eu, deixaria em branco para chutar no final. Só no chute técnico para acertar uma questão como essa mesmo!

  • Vi a explicação da professora. No vídeo ela comenta que adjunto adverbiais e adjunto adnominais são termos acessórios que não são obrigatórios no texto e por esse motivo as "preposições" também não são obrigatórias GRAMATICALMENTE! Agora Complementos Nominais são obrigatórios GRAMATICAMENTE, pois não são termos acessórios. Lembrando que C.N se referem a Complementos verbais e à adjetivos (como aconteceu nessa questão) e eles aparecem três vezes (na letra A, D e E).

    Porém devemos entender que as preposições são obrigatórias pelo fato de não podermos retirá-las, em todos os casos. Pode e não pode, questão confusa!!!

  • kkkkkk.Ainda tem gente que tenta justificar uma questão dessa só poque acertou na sorte!

  • FGV Port Adj Adn X CN

    Tentei fazer como o Renan ensina, mas só conhecia "arquitetônico, não conhecia "arquitetural", e tive dificuldade em refazer as frases!

    ar·qui·te·tu·ral (adjetivo de dois gêneros) = Arquitetônico

    "arquitetural", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/arquitetural [consultado em 07-11-2019].

    A) “boa tradição da arquitetura portuguesa”; tradição arquitetônica portuguesa

    B) “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial”; vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial portuguesa (confesso que acho estranha essa construção, pois, para mim, o "de Portugal" se liga ao "vieram" -adj adv - e nao aos "fundamentos etc" - adj adn - portanto, estaria errada essa posição do portuguesa)

    C) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”; típicos fundamentos arquiteturais coloniais

    D) “transplantação integral de gosto”; A única opção seria "gustativa", porém este termo relaciona-se semanticamente com sabor, e não com predileções, afinidades... GABARITO D

    E) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”. “uma feição arquitetural um tanto diferente da genuinamente portuguesa.

    ××××××

    A segunda forma (difícil) é identificar em qual caso temos um Complemento Nominal, o qual é termo essencial da oração e não admite substituição.

    A) “boa tradição da arquitetura portuguesa”; O termo "da arquitetura" se liga a "boas tradições", dando ideia de posse (A arquitetura possui boas tradições). Complementos nominais não admitem ideia de posse, sendo então um Adjunto Adnominal. AA são termos acessórios da oração e, portanto, podem ser removidos sem comprometer a semântica/sintática. Não são exigidos gramaticalmente.

    B) “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram para aqui os fundamentos típicos da arquitetura colonial”; O termo sublinhado liga-se ao verbo "vieram", sendo portanto um Adjunto Adverbial. Como na assertiva anterior AA não são exigidos gramaticalmente.

    C) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”; O termo "da arquitetura" se liga a "fundamentos típicos", dando ideia de posse (A arquitetura possui fundamentos típicos). Complementos nominais não admitem ideia de posse, sendo então um Adjunto Adnominal. AA não são exigidos gramaticalmente.

    D) “transplantação integral de gosto”; "Transplantação" é substantivo abstrato (ação) ligado a complemento de sentido passivo (o gosto É TRANSPLANTADO, sofre a ação). Não há a ideia de posse ("O gosto possui a transplantação?" Não faz sentido algum). Neste caso temos um Complemento NominalGABARITO D

    E) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”. O termo "da arquitetura" se liga a "feição", dando ideia de posse (A arquitetura possui uma feição). Complementos nominais não admitem ideia de posse, sendo então um Adjunto Adnominal. AA não são exigidos gramaticalmente.

  • RELAXA...SEGUNDO A EXPLICAÇÃO DA PROFESSORA, A QUESTÃO FOI MAL FORMULADA E DEVERIA SER ANULADA. PASSA PARA A PRÓXIMA.

  • Professora Isabel Vega é a melhor

  • LETRA D

  • LETRA D

  • Excelente explicação da professora, porém não para resolver questões da FGV.

    Toda vez que a FGV pedir exigência obrigatória de preposição , pense sempre em SENTIDO PASSIVO.

    TODAS AS OUTRAS OPÇÕES TÊM VALOR DE POSSE.

  • São exigidos gramaticalmente os complementos nominais, objeto indireto e objeto direto.

    Entre as alternativas a única preposição que é exigida gramaticalmente por um termo anterior é a alternativa "D"

    A“boa tradição(substantivo abstrato) da arquitetura portuguesa”; IDEIA DE POSSE

    B“De Portugal, desde o descobrimento do Brasil”;ADJUNTO ADVERBIAL DE LUGAR

    C“fundamentos típicos(substantivo abstrato) da arquitetura colonial”;IDEIA DE POSSE

    D“transplantação integral de gosto”; NÃO TEM IDEIA DE POSSE (o gosto não possui ele é possuído)

    E“uma feição(substantivo abstrato) um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”.IDEIA DE POSSE

  • D. “transplantação integral de gosto”; correta

    É complemento nominal.

    Ver comentário do Anderson lima

  • As considerações a fazer são 3; uma tem relação com o conceito q a FGV tem de exigência de preposição, quando diz isso está se referindo, com muita probabilidade, ao CN, portanto é esse termo q deve ser procurado; a segunda consideração é q, infelizmente, como demonstrado pela professora no comentário no vídeo, o examinador não sabe bem diferenciar o Adjunto Adnominal do CN, pois, embora ele acreditasse haver só 1 CN, na questão havia mais de um (deduzível somente com uma análise profunda, como a da professora), portanto a questão seria passível de anulação, desde q a banca aceitasse a versão de havia mais de 1 CN; a terceira é q quando nos deparamos com preposições, muitas vezes elas são sim obrigatórias, mas, como otimamente explicado pela professora, não é a preposição q não é exigia obrigatoriamente, mas sim o termo todo, por ele ser acessório. Uma salada mesmo, pois a preposição é obrigatória sim, De Portugal, desde o descobrimento do Brasil, vieram...não tem como dizer: Vieram Portugal.....mas o q o examinador quis dizer q pode-se retirar o termo todo pq ele não é exigido e portanto nisso inclui a preposição.

  • Posso estar bem enganado mas, A, C e E são "iguais" considerando que o enunciado pede, então não poderiam estar certas. Entre a B e a D, se o sublinhado estivesse no "do" da B estaria correta, mas não está. Levei em consideração apenas o "transplantação"... acho que quem faz transplante (transplantaçao), faz transplante DE algo, por isso seria obrigatório. Enfim, posso estar viajando na maionese também..
  • Deus do céu, não acerto uma dessa banca....

  • Eu acho que a FGV deveria criar uma língua, um sistema psicológico e filosófico só para ela. Receber da União um micro território; criar uma nação e ser banca examinadora tão somente lá. Assim a língua portuguesa seria explorada nos certames apenas por quem dela entende de verdade.

  • O quê que essa banca tem ? Caramba eu simplesmente não entendo

  • Apesar de ter acertado a questão, penso que a FGV deveria fazer concurso somente para a NASA.

    Usei com raciocínio: A transplantação DE...

  • Pessoal, segue o comentário do professor do Estratégia.

    As preposições empregadas por uma exigência gramatical de um termo anterior são chamadas relacionais e são oriundas da regência verbal ou nominal. Assim, normalmente são aquelas que iniciam o objeto indireto ou complemento nominal.

    As preposições empregadas por necessidades semânticas, não sendo de emprego obrigatório, são chamadas de nocionais e normalmente iniciam um adjunto adverbial ou um adjunto adnominal. 

    Na alternativa (A), o termo “da arquitetura portuguesa” é um adjunto adnominal, pois caracteriza o substantivo concreto “tradição”. Assim, há um valor nocional de restrição, especificação. Não é qualquer tradição, mas a da arquitetura portuguesa.

    Na alternativa (B), o termo “De Portugal” é um adjunto adverbial de lugar e a preposição nocional “De” transmite uma noção de origem: vieram de onde? De Portugal.

    Na alternativa (C), o termo “da arquitetura colonial” se liga ao substantivo abstrato “fundamentos”. Note que o verbo “fundamentar” gerou o nome da ação “fundamentos”. De acordo com o terceiro critério da diferença de adjunto adnominal para complemento nominal, quando o termo preposicionado se liga a substantivo abstrato e tem valor agente (a arquitetura colonial tem fundamentos típicos), é um adjunto adnominal. Além disso, percebemos o valor de restrição, especificação. Não é qualquer fundamento, mas os da arquitetura colonial.

    A alternativa (D) é a que deve ser marcada, pois o substantivo “transplantação” advém do verbo “transplantar”. Assim, é o nome dessa ação e naturalmente é classificado como substantivo abstrato. De acordo com o terceiro critério da diferença de adjunto adnominal para complemento nominal, quando o termo preposicionado se liga a substantivo abstrato e tem valor paciente (o gosto é transplantado), é um complemento nominal. Assim, a preposição “de” é resultado de regência nominal e é relacional.

    Muito cuidado com a alternativa (E), pois o termo “da arquitetura genuinamente portuguesa” não se liga ao adjetivo “diferente”, supostamente entendendo que algo é diferente da arquitetura genuinamente portuguesa. Na realidade, tal termo preposicionado se liga ao substantivo “feição”. Assim, entendemos que essa feição da arquitetura genuinamente portuguesa é um tanto diferente.

    O substantivo “feição” é concreto. É o mesmo que modelo, forma. Note que tal substantivo não é gerado de verbo ou adjetivo. Além disso, não percebemos uma suposta relação paciente com um possível substantivo abstrato. Isso confirma que o termo “da arquitetura genuinamente portuguesa” é adjunto adnominal e a preposição que o inicia é nocional, transmite valor de restrição, especificação. 

    Gabarito: D

    Décio Terror

  • Os comentários da professora Isabel nessa questão = tudo para mim

  • Excelente a professora Isabel Veiga em seu comentário.

    Que sacanagem da FGV.

  • A professora Isabel Vega do qc já disse que essa questão é uma aberração, totalmente errada. E ainda tentam justificar esse gabarito ridículo.

  • Sou cria do Cespe, mas vim aqui na FGV pra resolver questões de regência nominal. Mas podem ter certeza, aqui eu não volto mais!

  • FGV, essa banca é ridícula !

  • A questão não é difícil, o problema é entender o enunciado!

  • Mal elaborada. Ng entende nadaaaa

  • FGV = o cão chupando manga!

  • Depois de resolver aparece vários gênios. O tema ''complemento nominal'' e ''adjunto adnominal'' são sim frequentes na FGV, mas essa questão não. Saibam diferenciar. Essa questão é ridícula, mal elaborada.

  • Nesse, o termo preposicionado precisa possuir função de complemento nominal (sentido paciente).

    a) Adjunto adnominal: a arquitetura possui boa tradição (posse).

    b) Adjunto adverbial de lugar (origem).

    c) Adjunto adnominal: a arquitetura possui fundamentos típicos (posse).

    d) Complemento nominal (sentido passivo): o gosto foi transplantado.

    e) Adjunto adnominal: a arquitetura possui uma feição (posse).

    Revisaço - Duda Nogueira

  • SEMPRE terão duas opções que deixarão os candidatos em dúvida .

    PADRÃO FGV ...

  • Olá pessoal, pra quem teve bastante dúvida nessa questão como eu, vejam a correção no tempo de 30:18 desse vídeo:

    https://www.youtube.com/watch?v=JjNNQ5cULkQ

    Espero que ajude! :)

  • Meu amigo, se até a professora diz que é uma questão mal elaborada e cheia de confusão por parte da banca, quem sou eu pra discordar!?!?! Só Deus na causa pra resolver questão de português da FGV.....
  • a banca fala em um emprego exigido gramaticalmente !!

    valor gramatical = O.I ou C.N

    a) “boa tradição da arquitetura portuguesa”; ( POSSE ) > preposição com valor semântico !!!

    b) “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil”; ( LUGAR ) > preposição com valor semântico !!!

    c) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”; ( POSSE ) > preposição com valor semântico !!!

    d) “transplantação integral de gosto”; ( PASSIVO ) > preposição com valor gramatical !!!

    e) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”. ( POSSE ) > preposição com valor semântico !!

    RESUMINDO : a banca queria um complemento nominal !!!

    gab : letra D

  • o lugar é transplantado= passivo, Cn preposição obrigatória.

    #pm ce 2021.

  • Essa questão nao ta certo. Para mim todas as preposições são obrigatórias. Se eu tirar fica sem sentido...

  • sem delongas quando a FGV pedir uma questão desse tipo não e nada menos que a difrença de complemento nominal para adjunto adnominal

    preposição obrigatorio > complemento nominal

    #não a farofa

    gab D

  • engraçado é ver o povo que tenta justificar essa questão como se só tivesse o item D correto KKKK

  • a) “boa tradição da arquitetura portuguesa” (adjunto adnominal)

    b) “De Portugal, desde o descobrimento do Brasil”; (preposição que introduz um adjunto adverbial de lugar)

    c) “fundamentos típicos da arquitetura colonial”; (adjunto adnominal)

    d) “transplantação integral de gosto”; (Complemento Nominal = Transplantar o gosto)

    c) “uma feição um tanto diferente da arquitetura genuinamente portuguesa”. (adjunto adnominal)

  • Deem uma olhada neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=e5bl1iwVPaY&t=2078s

  • Finalmente a professora comentou a questão de forma honesta, mostrando as loucuras que a FGV faz em muitas. questões!

  • BORA PCERJ!

  • pelo menos a professora não ficou passando pano pra banca.

  • Pessoal tentando justificar o injustificável ! Dos 54 mil inscritos na prova da Defensoria, ninguém acertou essa questão.

    Os professores erraram, mas os alunos daqui sabem tudo ! Confia ;0

  • trata-se de uma questão que necessita urgente de comentários do professor

  • trata-se de uma questão que necessita urgente de comentários do professor

  • Até a professora QC falou a verdade sobre a banca.

  • Kriisthian Gomes, cuidado! Sentido de posse é adjunto adnominal e não CN.

  • GAB. D

    Parabéns à explicação impecável da professora, que esclareceu todos os termos, inclusive leu a mente da banca. sahushuahsua

  • Alguém precisa botar um limite nessas bancas.


ID
2947564
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 3

  “Perseguido pelo branco, o negro no Brasil escondeu as suas crenças nos terreiros das macumbas e dos candomblés. O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca, impregnando-a de maneira definitiva. As suas primitivas festas cíclicas – de religião e magia, de amor, de guerra, de caça e de pesca... – entremostraram-se assim disfarçadas e irreconhecíveis. O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral: 

nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval...” 

(Luís da Câmara Cascudo. Antologia do folclore brasileiro - Volume I. São Paulo, Martins, 1956)

As festas cíclicas dos negros tornaram-se “irreconhecíveis”, segundo o texto 3, porque:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    entremostraram-se assim disfarçadas e irreconhecíveis. O negro aproveitou as instituições aqui encontradas por elas canalizou o seu inconsciente ancestral: nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval...” 

    >>> ou seja, foi a única forma de manter viva a sua cultura, que foi veiculada pelas instituições portuguesas.

    Força, guerreiros(as)!!

  • Não dá para tirar essa resposta do texto.

  • Então nesse caso, dizer que as festas cíclicas dos negros tonaram-se irreconhecíveis em razão da veiculação por intermédio das instituições portuguesas, torna-se incongruente com o que está no texto. Pois esse fato deveria ser a motivação das festas serem RECONHECÍVEIS e NÃO irreconhecíveis.

  • gabarito (E)

    Os negros tiveram que adaptar a sua crença aos moldes brancos, fazendo modificações. Essas modofocações quase os tornaram as festas irreconhecíveis. Usando as instituições para promulga-las

    leiam este trecho, aqui está a resposta:

    ...entremostraram-se assim disfarçadas e irreconhecíveis. O negro aproveitou as instituições aqui encontradas...

  • Totalmente sem nexo essa questão.
  • Rapaz a galera fica querendi justificar a resposta onde não tem....o texto nem fala de portugueses....o que tem a ver europeus com portugueses...eu heim..sei não.... As bancas agem que nem politico conosco...Fazem o que quer com os candidatos..sei não.

  • Extrapolação absurda desta resposta.

  • instituições beleza, mas como presumir que eram portuguesas?? o texto não indica o período da história que foi escrito. li 1956 na fonte e escolhi alternativa A.

  • Não concordo com esse gabarito

  • FGV trabalha muito com coesão referencial, sequencial e recorrencial. Usa muito elementos remissivos e predicativo comutado. Lança mão tbm de elementos da cadeia anafórica: pronomes (relativos e demos). E fica esperto com os dêiticos.

    Se nao sabe do que tô falando, delete seu material de estudo, adquira um novo e mude suas técnicas de estudo de interpretacao de txt.

    Recomendo Jacira Fernandes (Português Sem Limites)

  • Parem de discutir com a banca ela é quase soberana tentem pensar como a banca pensa, Eu li e reli e pensei pra fazer essa questão e analisei que a única forma dos negros terem um pouco de sua religião de sua cultura foi disfarçando-a como os brancos aceitaram o folclore O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou(pensei em canal de comunicação, canal de tv exposição) o seu inconsciente ancestral: 

    nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval...” 

    Também analisei as alternativas a ÙNICA QUE SE ENCAIXA É A ULTIMA LETRA (E)

    As festas cíclicas dos negros tornaram-se “irreconhecíveis”, segundo o texto 3, porque:

  • O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral: 

    VEJAM QUE NESSE TRECHO PODE-SE INFERIR A RESPOSTA .........aproveitou as instituições para se camuflar.

  • É essa ai foi pesada.

  • Pessoal, analisemos: "O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral:"

    Notem como o autor sugere o meio que o negro encontrou para dar segmento a sua tradição. As citadas instituições não eram de origem negra, por tanto sofreram "adaptações". É só analisar assim: um acarajé feito por uma Baiana, em Salvador, é o mesmo que o feito por uma Alemã, na Alemanha, mesmo que a essa tenha a receita?

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Gaba: E

    resposta muda da mesma forma do humor de quem elaborou, kkkkkk a resposta acaba sendo muito pessoal e sem sentido muitas vezes kkkkk

    "...autos europeus... " europeus, são formados pelas pessoas provenientes da europa e não só de portugal.... eu nem sei mais como analisar as questões da FGV, tá cada vez mais pessoal e intima a resposta... kkkkkkkkkkk

  • Tenso!

  • Resposta da banca: O gabarito oficial foi mantido, pois o texto é bastante claro na apresentação das mudanças em função das instituições portuguesas: observe-se o emprego de “disfarçadas”.

    FGV é um lixo de banca em relação a disciplina de Português, a maioria das questões é sem nexo.

  • Hã? Essa foi surreal...

    (...) O  negro aproveitou as instituições aqui encontradas por elas canalizou o seu inconsciente ancestral: nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval...

    Mas seguindo a linha de raciocínio da galera acima, poderia se dizer que as instituições aqui encontradas seriam portuguesas pois colonizaram... Só se for por aí...

  • O que é isso! Meu Deus.

    Sem nenhuma lógica.

    Eu me recuso á acredita que 598 pessoas acertaram essa questão.

    FDP=FGV

  • Em nenhum momento o texto fala de portugueses. Há menção somente a europeus, brancos, civilização branca. Como eu vou inferir que as instituições são portuguesas? Mais fácil a resposta ser B pq o texto fala de religião e crença (mas isso tbm seria extrapolar)

  • 18/05/19 errei

    Letra E

  • caramba, eu achava que a fcc era complicada, mas a FGV é uma vergonha.

    Na boa, isso é tirar na sorte, como que pode uma organizadora como a FGV que tem lá o seu reconhecimento se prestar a ser tão baixa assim na prova de português.

  • FGV e sua mania de cobrar INTERTEXTUALIDADE.

  • É tão ridícula a resposta que o professor na correção fala ''nada a ver''...

    https://youtu.be/JjNNQ5cULkQ coloquem no minuto... 36:15

  • Sem dúvida você tem que ir além do texto e ir pela alternativa menos incorreta. FGV decepciona qualquer aluno preparado.

  • que palhaçada!

  • Tem que compreender o que o texto está informando. O que o texto está dizendo é que os negros sempre foram perseguidos pelos brancos. Sendo assim, não tinham espaço para disseminar a sua cultura. Ficavam, então, escondidos nas macumbas e candomblés.

    Os negros, contudo, encontraram uma válvula de escape, onde podiam permear sua cultura. Essa válvula foi o folclore. Por esse veículo, toda a sua cultura - suas festas, seus ritos, sua religião (o que eles faziam escondidos nas macumbas e candomblés) - passava despercebida pelos brancos. Para confirmar isso, o texto diz "o negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral", ou seja, pelos próprios ritos dos brancos (que já existiam no brasil), o negro passou a transferir a sua cultura de modo que o branco só a captasse pelo inconsciente.

    Ao fim do texto, o autor diz que uma das coisas que existia aqui vinha dos europeus.

    Sendo assim, a única resposta que dá para encaixar é a letra E.

    -----

    Thiago

  • au·to 

    substantivo masculino

    1. .Ato público; solenidade.

    2. Narração escrita de um .ato solene.

    3. Peça dramática.

    4. Automóvel.

    autossubstantivo masculino plural

    5. Peças constitutivas de um processo.

    Palavras relacionadas: , , , , , , .

    auto- 1

    (grego autós, -ê, -ó, eu mesmo, ele mesmo, mesmo)

    elemento de composição

    Exprime a noção de próprio, de si próprio, por si próprio.

    Nota: é seguido de hífen quando o segundo elemento começa por h ou o (ex.: auto-hemoterapia, auto-observação). Quando é seguido de r ou s, a consoante é duplicada (ex.: autorretrato, autossuficiente).

    Palavras relacionadas: , , , , , , .

    auto- 2

    (redução de automóvel)

    elemento de composição

    Exprime a noção de automóvel.

    Nota: é seguido de hífen quando o segundo elemento começa por h ou o (ex.: .auto-ônibus). Quando é seguido de r ou s, a consoante é duplicada (ex.: autorrádio, autossilo).

    Palavras relacionadas: , , , , , , .

    "auto", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013,  [consultado em 22-05-2019].

  • Acertei essa por conta de ter estudado história do Brasil, se fosse só pelo português. rsrs

    Misericórdia!

  • AO ACRESCENTAR O POIS FICOU MAIS FÁCIL.

    .

    As suas primitivas festas cíclicas – de religião e magia, de amor, de guerra, de caça e de pesca... – entremostraram-se assim disfarçadas e irreconhecíveis, POIS o negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral.

  • > QUESTÃO DE RECORRÊNCIA <

    Respondendo por eliminação e tentando pensar como a banca (sim, tentando):

    A) ERRADA: não é possível inferir que o amor, a religião, a guerra, a caça e a pesca não eram valorizados pelo branco; os assuntos poderiam sim ser valorizados pelos brancos e inclusive eram de fato valorizados.

    B) ERRADA: o catolicismo está relacionado também ao que foi dito anteriormente: amor, religião; ou seja, não exploravam temas contrários.

    C) ERRADA: se "escondeu as suas crenças nos terreiros das macumbas e dos candomblés", não é possível afirmar que elas "provinham dos terreiros das macumbas e dos candomblés", já que as próprias festas eram formas de expressão e modos de comunicação com os brancos; ora, se as crenças foram escondidas nos terreiros, não é possível que fossem usados para se expressarem.

    D) ERRADA: o texto fala sobre canalizar o inconsciente ancestral e não sobre escapar da tradição ancestral;

    GABARITO POR ELIMINAÇÃO: E) eram veiculadas por instituições portuguesas.

    E) CORRETA: Sabe-se que "o negro aproveitou as instituições" e foram nestas instituições que "o inconsciente ancestral foi canalizado". Ou seja, dizer que as festas cíclicas eram formas de expressão do inconsciente ancestral e que o mesmo foi canalizado nessas instituições, é o mesmo que dizer que "eram veiculadas por instituições". Ok, mas de onde a banca retirou a afirmação de que eram portuguesas? Olho para os DOIS PONTOS no final do texto.

    Funções da pontuação DOIS PONTOS, vamos lá:

    1) dão início a fala ou citação textual de outrem (não é o caso).

    2) introduzem uma explicação, enumeração, esclarecimento (a função da frase é essa).

    Tendo isso em mente leia a frase final:

    O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral: nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval...” 

    Resumindo:

    1) aproveitou instituições;

    2) canalizou o inconsciente nas instituições;

    3) as festas eram assim veiculadas por instituições;

    4) os dois pontos são usados para explicar e esclarecer as informações anteriores;

    5) instituições aqui encontradas e com o texto explicando e mencionando os "autos europeus", não seria sobre os franceses ou alemães que estariam dizendo, né?

  • o problema é que não dar pra tirar essa resposta do texto

  • fácil justificar a resposta depois que ver o gabarito, mas na hora da prova quero ver ter esse raciocínio.

    banca louca!

    Não consigo ver a logica das repostas dela, a banca que mais tenho erro! pelo amor de Deus

  • Gente, o que que a letra E tem a ver com resposta? Banca louca, questões de lógica ...vamos pedir comentário ao professor. Alexandre, nos ajude.

  • Eu acertei a questão, mas concordo com vocês, extrapolou o conteúdo do texto.

  • Resposta: "A que a Maconha do elaborador revelar no dia"

  • GABARITO: E!

    Texto 3

      “Perseguido pelo branco, o negro no Brasil escondeu as suas crenças nos terreiros das macumbas e dos candomblés. O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca, impregnando-a de maneira definitiva. As suas primitivas festas cíclicas – de religião e magia, de amor, de guerra, de caça e de pesca... – entremostraram-se assim disfarçadas e irreconhecíveis. O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral: 

    nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval...” 

     

     e)eram veiculadas por instituições portuguesas.

     

    Jedson Machado, sua observação até que faz sentido, todavia, o concursando não tem como inferir do texto em análise que as INSTITUIÇÕES ERAM PORTUGUEAS. 

    A meu ver, a banca extrapolou! 

  • O mais interessante é que o texto não fala claramente de instituições portuguesas em específico. Isso levaria à anulação da QUESTÃO.

  • em momento nenhum fala isso no texto

    eram veiculadas por instituições portuguesas.

    deveria ser anulada

  • Acho que esta passagem pode induzir a resposta : “Perseguido pelo branco, o negro no Brasil escondeu as suas crenças nos terreiros das macumbas e dos candomblés"

    Vamos vencer a FGV , #VVFGV

  • Os professores do site têm medo de responder as questões da fgv de português é? nenhuma questão tem comentário.....

  • Os professores do site têm medo de responder as questões da fgv de português é? nenhuma questão tem comentário.....

  • na minha modestia opniao unica dica foi :nos autos europeus mas muito dificil a interpretacao!

    Que banca!!!!!

  • Acho que o fato de constar "instituições PORTUGUESAS" na alternativa E nos induz a extrapolar o que se encontra no texto, visto que ali não há referência alguma a Portugal se descartarmos nosso prévio conhecimento de História do Brasil, o que, provavelmente, não estava contido no edital desse certame.

  • Essa passagem do texto elucida bem a alternativa D.

    "O negro aproveitou as instituições aqui encontradaspor elas canalizou o seu inconsciente ancestral

    nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval...”

    O texto fala basicamente que, devido a grande perseguição a qual foram submetidos pelos brancos, os povos negros tiveram que veicular (ligar) sua ancestralidade a tradições já existentes dos povos portugueses, como por exemplo a hibridação religiosa que posteriormente veio a existir a religião da Umbanda, que tem elementos do Candomblé e do catolicismo. Essa era uma forma de não perderem por completo sua ligação com seu país de origem.

  • os portugueses não foram os únicos europeus que fizeram colonias aqui e impossível garantir essa alternativa do texto

  • "Rapaz a galera fica querendi justificar a resposta onde não tem"

    Achem bom q tem gnt perdendo seu precioso tempo p tentar explicar as loucuras da FGV

    Vcs querem passar na porcaria do concurso ou preferem ficar aqui p sempre brigando com a banca e com qm tem boa vontade?????????????

  • Claramente um extrapolação esse gabarito. Por mais que possamos supor que se refere aos portugueses, O TEXTO NÃO FALA DISSO. A FGV é famosa por suas questões mirabolantes e por nunca anula-las, infelizmente ficamos a mercê disso.

  • Só. por. deus.

  • Errei na prova; errei aqui; vou continuar errando e sabem pq? Pq instituições portuguesas na letra E (gabarito), não está mencionada no texto. Temos q adivinhar. É cansativo e brochante fazer questões da FGV...

  • Gente do céu, voltei ao texto para procurar os portugueses!!!!!!!!!!!!

    Sem êxito.

  • nada haveeerrrr

  • Li várias vezes as assertivas e voltei ao texto. Não é questão de justificar uma resposta que não existe. Essa tem sua razão. Conforme o Prof. Andresan Machado diz: "a FGV vai te exigir conhecimento de mundo juntamente com o que está subentendido no texto".

    O texto entrelaça a civilização negra, e sua cultura africana, com a civilização branca. Além disso, expressa que o negro utilizou-se das instituições aqui encontradas. Estamos falando de tempos de escravidão e pós escravidão, portanto, o homem branco + instituições AQUI ENCONTRADAS, pode-se sim, entender que expressa relação indireta com os portugueses.

  • Pra quem não sabe, Portugal fica na Europa kkk os portugueses são europeus galera KK

  • A cultura afro (festas cíclicas) precisou ser enxertada na cultura local para ser reconhecida, ela foi enxertada na dança, na música, no carnaval (e assim por diante), essa veiculação/enxerto a descaracterizou.

  • O que tem a ver português com europeu? Português é o quê? Americano?

  • Você só começa a acertar questões da FGV quando passa a viajar e extrapolar um pouco. Infelizmente acertei essa questão. Mais na frente terei que reaprender a fazer provas da Cespe e da FCC...

  • PENSE O SEGUINTE, quando eramos crianças e cantávamos ou liamos contos folclóricos os reconhecíamos como sendo da cultura africana? NÃO, POIS BEM, esse é o argumento valido para a questão pois a cultura foi incorporada,porém mascarada pela institucionalização portuguesa e assim fazendo parte do que conhecemos, porém irreconhecível.

    força sempre!!

  • Tô achando que Arthur Carvalho é o examinador de português da FGV.

    Justifica todas as questões da banca, inclusive as que não tem justificativa. kkkk

  • “O negro aproveitou as instituições aqui encontradas”, mostra que os negros, por não poderem exercer suas crenças de forma livre, acabaram “infectando” a cultura branca que existia na época. Essa foi a forma encontrada por eles para exercer aquilo que criam. As tradições são portuguesas porque nossa cultura antes da escravidão era basicamente portuguesa, sem levar em conta as tradições indígenas, que ficaram restritas em boa parte aos próprios índios, não sendo absorvida pela população como a cultura europeia portuguesa. GABARITO: E.
  • Eu demorei a entender essa questão, inclusive eu até errei na prova. Se analisar e pensar um pouco, o que torna irreconhecível a tradição negra? Ela estava disfarçada nas festas, etc esse seria um ponto mas não tem essa opção. Então a mais próxima delas qual seria? Porque a tradição negra se tornou irreconhecível? Por que foi realizada por instituições portuguesas (ou seja, os brancos) dessa forma levando a crer que era uma tradição dos brancos.
  • Errei a questão na prova e aqui também haha. Me ajuda, Fgv!
  • Acertei depois de raciocinar por quase 10 minutos. Na prova não temos esse tempo.
  • Surreal mano , mesmo acertando eu não concordo com o gabarito 

  • O q será q passa na cabeça desse examinador?

  • Deus me ajuda!!!! Por favor!!!

  • Questão bisonha. Prefiro a CESPE.

  • Os negros se escondiam dos brancos. Mas acharam uma forma de se comunicar com eles por meio do folclore, sem que fossr perseguido. O folclore foi hma forma dos negros divulgarem suas crenças sem ser lersguido pelo branco. O folclore se impregnou nos brancos. E por isso ela eram irreconhecíveis, pq tava mistura nos caras brancos, no final do texto diz q elas eram veiculas pelas instituições existentes ali ( brancos)
  • Nas questões da fgv eu prefiro ir por eliminação mais do q nunca.

    Pergunta: pq as festas cíclicas dos negros se tornariam irreconhecíveis.

    a)tratavam de assuntos não valorizados pelos brancos: destas eram desvalorizadas pelos brancos? Não sei kkk

    b) exploravam temas contrários ao catolicismo dominante: fazendo isso, causaria polêmica, ganharia destaque, o q não estaria de acordo com "se tornar irreconhecível", pelo contrário.

    c) provinham dos terreiros das macumbas e dos candomblés: isso é uma característica da religião advinda dos negros, o candomblé. Isso nos faz relacionar uma coisa com a outra. Não faz ser irreconhecível tbm.

    d) procuravam escapar da tradição ancestral: pelo contrário, as manifestações nos terreiros são características culturais dos negros. Se falou em cultural, então está ligado àquilo passado dos ancestrais para os descendentes. Errado tbm.

    e) eram veiculadas por instituições portuguesas: aqui q veio o pulo do gato "O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral:". Falou de instituições, falou "inconsciente ancestral. Isso já nos dá uma pista.

    "nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval". Já esse trecho, aliado ao anterior, nos diz uma coisa: que o negro utilizou das festas populares, que já existiam, e tipo q aproveitaram esse espaço para colocarem suas manifestações culturais tbm (pensei assim: é como se alguém viesse até aqui em são luis no carnaval de São Luís e aproveitasse das festanças para "divulgar"/implantar o frevo, tornar esse último tão comum e enraizado a ponto de que, no decorrer dos anos, nãos soubéssemos mais distinguir se o frevo começou em são lu´s ou em pernambuco). Então, essa é a alternativa mais correta. Gabarito letra E

  • Errei na prova e sigo errando aqui... fiquei quase 10 minutos tentando achar a resposta e sigo não encontrando

  • errei na prova e errei aqui (2)

  • Errei no dia da prova e errei novamente. Socorro!!!

  • E o carnaval é uma instituição portuguesa desde quando? Melhor mudar o enunciado, por aquele "Adivinhe qual eu quero que seja a certa?"

  • E. eram veiculadas por instituições portuguesas. correta

    disfarçadas/autos europeus

    Ver comentário do Arthur Carvalho

  • O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral:

  • Resumo: português da FGV é só para os fortes.

  • As vzs acho q esses examinadores vêm de narnia ,,,,so pd rs

  • Mais confuso que essa questão é ver um discurso da Dilma, meia hora pra entender e é certeza que vai errar!

  • Sempre digo isso, português FGV é conhecimento de mundo, só acertei porque lembrei uma aula de história no ensino médio onde o professor disse os negros colocavam seus deuses dentro das estátuas de santos da igreja católica e fingiam adorar os deuses dos brancos, quando na verdade adoravam aos seus, por exemplo, Santo Antônio, São Pedro e São João são, respectivamente, Ogum, Xangô e Oxossi, no candomblé.

  • Nada a ver ! examinador na lombra, misturado com rivotril !

    Deus é mais.

    sou meu café

  • Qual vc acha que nao é? Letra E. Vai nela! Oh louco. Esses elaborados fazem prova fumando uma. Só Pode

  • acredito que semanticamente o termo irreconhecível está no sentido de que o negro transferiu sua cultura sem que ninguém percebe-se. Parte do texto que expressa isso : "O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral"

    Interpretação da FGV ...!

    APMBB

  • Não adianta reclamar, a FGV não vai mudar. Esta banca requer que você faça inferências baseadas no seu conhecimento histórico, geográfico, político etc. Para o bem ou para o mal ela quer algo mais do candidato.

  • Nova modalidade de compreensão de interpretação: Adivinhação de texto

  • Questão que: Não tem como responder se você não entender sobre a história. É interpretação, porém, dentro de um contexto histórico. Ou seja, vai tomar no

  • Essa banca não respeita o candidato!

  • Letra E? Como interpretar algo que não está no texto? Extrapolação exponencial aí! Isso não é português. Deve ser a nova modalidade: "interpretação quântica" da FGV.

  • SEM CONDIÇÕES! FALTA DE RESPEITO COM A GENTE.

  • ÉGUA... Europeu e portugueses é a mesma coisa.

  • as estatísticas dessa questão... miseraaa

  • português ? onde está isso no texto? fala no brasil, carnaval...e Europeus

  • carai biri din
  • A FGV está fazendo eu desaprender Interpretação de Texto. Desde quando a interpretação de texto depende de fatos que não estão no texto.

    Complicado


ID
2947567
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 3

  “Perseguido pelo branco, o negro no Brasil escondeu as suas crenças nos terreiros das macumbas e dos candomblés. O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca, impregnando-a de maneira definitiva. As suas primitivas festas cíclicas – de religião e magia, de amor, de guerra, de caça e de pesca... – entremostraram-se assim disfarçadas e irreconhecíveis. O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral: 

nos autos europeus e ameríndios do ciclo das janeiras, nas festas populares, na música e na dança, no carnaval...” 

(Luís da Câmara Cascudo. Antologia do folclore brasileiro - Volume I. São Paulo, Martins, 1956)

Os termos sublinhados no texto 3 são conectores; o sentido INADEQUADO de um desses conectores é:

Alternativas
Comentários
  • A) pelo / agente de ação;

    certo

    "Perseguido pelo branco" voz passiva, agente da passiva

    B)nos / lugar;

    certo

    ONDE? nos terreiros

    C) com / companhia;

    errado

    D) e / adição;

    certo

    E) por / meio.

    certo

    O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por MEIO delas canalizou o seu inconsciente ancestral:

    bons estudos

  • Gab: "C"

    A) Perseguido pelo branco. - O branco está praticando a ação, o que torna a alternativa correta!

    B) As suas crenças nos terreiros das macumbas. - O "nos" ta introduzindo ideia de local certo? alternativa correta!

    C) O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca - "Com" pode dar ideia de companhia, mas nesse contexto, a preposição "com" foi regida pelo verbo comunicar e está dando ideia de "falar, comunicar, dizer a...), alternativa errada!

    D) ...entremostraram-se assim disfarçadas e irreconhecíveis. - dá ideia de adição. Um e outro... alternativa certa!

    E) O negro aproveitou as instituições aqui encontradas e por elas canalizou o seu inconsciente ancestral. - Por meio delas canalizou o seu...alternativa certa!

    "Nunca desista de um sonho só por causa do tempo que você vai levar para realizá-lo. O tempo vai passar de qualquer forma."

  • Gab. C

    Remete a ideia de veículo de comunicação e não companhia.

  • C) O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca - "COM" nesse contexto para ter um sentido de direcionamento, como se tivesse direcionando a comunicação à civilização branca.

  • Nao entendi a letra A

  • Esse enunciados da FGV, so um mistério pra decifrar!
  • UM ABSURDO!!! A maioria das questões sem comentários dos professores. Isso é lesar o cliente, porque no site fala que as questões são comentadas. Tudo bem que não são todas, mas eu em 6 meses de assinatura encontrei pouquíssimas questões comentadas pelos professores. O que nos salvam são os comentários dos alunos . Valeu galera!!!

  • Pra mim, esse "com" tem sentido de instrumento, apesar de ter errado a questão.

  • Aleluia! Acertei uma!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Letra A: A preposição COM interliga termos da oração.Perceba que antes da preposição, há o verbo comunicar.Quem se se comunica, se comunica com alguma coisa

    O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca.Portanto, a preposição com não dá a ideia de companhia e sim de:com quem ele se comunicou,no caso a civilização branca

  • Gente, não entendi!
  • Pra que mesmo comentários de professores? Se os alunos comentam bem melhor!! Valeu galera!

    Juntos conseguiremos ;)

  • Esse "com" me remeteu a ideia de meio.

    O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca / Por meio do folclore se comunicou com a civilização branca.

    Quanto a alternativa "a"

    Perseguido pelo branco... (perseguido por quem? pelo branco; quem perseguiu? o branco) O branco é o agente da ação.

    Esse foi meu ponto de vista. Não me atentei a explicações tão amplas como alguns fizeram, mas, apenas, atentei-me no sentido.

  • C) O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca - "COM" nesse contexto para ter um sentido de direcionamento, como se tivesse direcionando a comunicação à civilização branca.

    Remete à ideia de comunicação.

  • Gab. C

    Em “comunicou com a civilização branca”, esse “com” não tem sentido de companhia, é a preposição

    exigida pelo verbo “comunicar-se”, pois você se comunica “COM” alguém. Gabarito letra C.

    Fonte: Felipe Luccas

  • LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO!

  • Gab. C

    Em “comunicou com a civilização branca”, esse “com” não tem sentido de companhia, é a preposição

    exigida pelo verbo “comunicar-se”, pois você se comunica “COM” alguém. Gabarito letra C.

    Fonte: Felipe Luccas

  • COM sentido de Meio.

  • Alexandre URJ KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • Um conselho à rapaziada reclamando da falta de comentários dos professores..

    Há a possibilidade de pedir o comentário...acredito que, quanto mais pedidos, mais chances de aparecerem os comentários por lá...

    O comentário aqui as vezes pode atrapalhar quem busca por alguma dica dos próprios alunos!

  • ESSAS QUESTÕES DA FGV NEM OS PROFESSORES QUEREM COMENTAR.KKKK

  • Se o verbo/nome exigir a preposição, ela não tem valor de nada, ou seja, não tem valor semântico. Ela está ali só pela regência.

    Comunicar-se COM alguém ----> exige a preposição com

  • Quando a FGV vier com essa de valor semântico de preposição, seguir os seguintes passos para não se enrolar:

    1) Ver a que a preposição está se referindo

    2) Ver se o termo exige a preposição por ser um verbo transitivo indireto ou a regência nominal do nome --- Se exigir, não tem valor semântico.

    3) Ver se é um complemento nominal ou adjunto adnominal

    Complemento nominal EXIGE a preposição, então tem valor gramatical apenas. NÃO TEM VALOR SEMÂNTICO

    Adjunto Adnominal NÃO EXIGE, então a preposição terá valor semântico.

    Complemento Nominal

    Completa Adverbio, adjetivo ou substantivo

    SEMPRE PREPOSICIONADO

    Ideia PASSIVA, de ser ALVO

    Adjunto Adnominal

    Complementa SUBSTANTIVO

    Preposicionado ou não

    Ideia ATIVA/ ESPECIFICATIVA/ de POSSE

    OBS: Esse macete de abstrato/concreto não serve para a FGV para diferenciar o CN e AN. O ideal é enxergar a ideia dele.

  • Comentário do professor

  • C. com / companhia; INADEQUADA

    Ver comentário da Alessandra de Melo Pereira.

  • Só me recordo de ter respondido uma questao da FGV que a preposição COM era com sentido de "companhia" o restante é sempre tentando induzir ao erro, principalmente aos desavisados que nao retornam ao texto.

     

  • .

  • Misericórdia!

  • "com " é preposição regida pelo verbo comunicar

    APMBB

  • o meu raciocínio foi mais simples

    " O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou com a civilização branca"

    Ele se comunicou com a civilização branca por meio do folclore.

    Com = meio

  • *Valor semântico da preposição depende do contexto.

    DICA: isolar o termo preposicionado depois observar o termo a que está ligado.

     

    Ex: José foi ao shopping /com seus pais.

    Notem que a preposição com está com ideia de companhia.

     

    Porém, isso não acontece na alternativa “C”

    Observem:

    “O folclore foi a válvula pela qual ele se comunicou /com a civilização branca”

    O com traz a ideia de modo como ele se comunicou e não de companhia.

     

    Nas outras alternativas as ideias estão corretas.

     

    Portanto:

     

    Gab. C

  • Preposição:

    • Classe de palavra invariável. Obs.: Cuidado com as palavras variáveis que vêm para acompanhá-las. Ex.: De + as = das, Em + os = nos
    • Vem para ligar um termo a outro ou estabelcer um valor semântico (Adição, modo...)
    • Pode ser relacional e nocional

    Dica: Preposições relacionais vêm nos complementos nominals, verbais e adjuntos adnominals.

    C) com / companhia. Errado! A preposição "com" não possui sentido de companhia (Nocional), pois é uma preposição exigida pelo verbo "comunicar" (Relacional) e não estabelece sentido algum.

  • ACERTEI UMA, DE OITO. ;D

  • A regra é clara! Ficou entre duas escolha uma e marque a outra!

  • Graças a Deus comecei a acertar as questões FGV!...

    Essa é a primeira.

  • "pelo" é agente da ação, ainda que dá voz passiva!

ID
2947570
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 4

“Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, alguns escritores, pressentindo certamente a era tecnológica que se avizinhava e o conflito bélico que abalaria as raízes de um universo ainda estruturado com base na Nação-Estado, dedicaram-se à antevisão do mundo do futuro. H.G. Wells, Aldous Huxley, George Orwell, entre outros, iniciando a série de Science-fiction, procuraram descrever a sociedade do futuro, como uma projeção das linhas que as descobertas científicas indicavam como prováveis. Em todas essas profecias havia uma constante: o mundo novo não conheceria mais a liberdade, pelo menos com a latitude e o conceito que dela então se tinha”. (L. G. Nascimento Silva. A liberdade e o computador. Revista brasileira de estudos pedagógicos. Rio de Janeiro, nº 116, 1969)

O emprego do tempo verbal (texto 4) “abalaria” mostra o seguinte valor semântico:

Alternativas
Comentários
  • gab: A

    Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, alguns escritores, pressentindo certamente a era tecnológica que se avizinhava e o conflito bélico que abalaria as raízes de um universo ainda estruturado com base na Nação-Estado, dedicaram-se à antevisão do mundo do futuro.

    "Abalaria" está no futuro do pretérito do indicativo, pode indicar um fato futuro em relação a outro fato passado (passado-futuro).

    Bons estudos.

  • Futuro do pretérito : Expressa um fato posterior com relação a outro já pasado; frequentemente,o outro fato já passado é depentende do primeiro e inclui uma condição .

    " Abalaria .

    arias

    aria

    aríamos

    aríeis

    ariam .

  • Vulgo futuro do pretérito. Gabarito letra A, achei a mais certa também.

    Maaaas... não encontrei nenhum equívoco na D não, se alguém conseguir ver me explique.

    Se eu tivesse dinheiro viajaria. Se eu fosse imaturo me abalaria.

    D

    indicação de um fato que seria consequência certa e imediata de outro, que não ocorreu;

    --> Fiquei na dúvida entre a A e a D. Se eu tivesse dinheiro ( não tenho ) mas se e tivesse viajaria ( uma certeza, que depende de algo que não ocorreu).

  • Bingo.

  • Por que a D está errada?

  • Acredito que não seja a D pq a segunda guerra mundial abalou "as raízes de um universo ainda estruturado com base na Nação-Estado". Ou seja, o fato aconteceu sim

  • DENOTAÇÃO

    Quando a linguagem está no sentido denotativo, significa que ela está sendo utilizada em seu sentido literal, ou seja, o sentido que carrega o significado básico das palavras, expressões e enunciados de uma língua. Em outras palavras, o sentido denotativo é o sentido realdicionarizado das palavras.

    Errei por conta desse Denotação !

    pressentindo certamente a era tecnológica que se avizinhava e o conflito bélico que abalaria as raízes de um universo 

  • Por que a D está errada?

  • Um dos usos do futuro do pretérito do indicativo é a indicação de uma incerteza, por isso que a letra D está errada.

    “Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, alguns escritores, pressentindo certamente a era tecnológica que se avizinhava e o conflito bélico que abalaria as raízes de um universo ainda estruturado com base na Nação-Estado"

    Vejam, para os autores (ótimos, por sinal), naquela época, o que estava para acontecer era uma possibilidade (quase certa, ou não, não deixa de ser uma possibilidade).

  • Pra ser a D, a questão teria que estar como "abala", no presente!

  • B) O erro da B é falar em "incerteza sobre fatos atuais", deveria estar "fatos futuros"

    D) Pra ser a D, a questão teria que estar como "abala", no presente!

  •  que abalaria as raízes de um universo, sentido denotativo porque não é um sentido real e sim figurado.

  • RIA - Futuro do pretérito. Remete à ideia HIPOTÉTICA sobre o FUTURO.

  • O futuro do pretérito ele é condicional, não se pode afirmar que um evento certo ou imediato acontecerá.

  • FUTURO DO PRETÉRITO (INDICATIVO) Também conhecido como condicional. FORMAÇÃO O futuro do pretérito se forma com o infinitivo mais o sufixo apropriado. Exemplo: Verbo partir: partir > eu partir(+ia)

    FALAR Eu falaria Tu falarias Você falaria Ele falaria Nós falaríamos Vós falaríeis Vocês falariam Eles falariam

    BEBER Eu beberia Tu beberias Você beberia Ele beberia Nós beberíamos Vós beberíeis Vocês beberiam Eles beberiam PARTIR Eu partiria Tu partirias Você partiria Ele partiria Nós partiríamos Vós partiríeis Vocês partiriam Eles partiriam

    Há três verbos irregulares no futuro do pretérito:

    FAZER Eu faria Tu farias Você faria Ele faria Nós faríamos Vós faríeis Vocês fariam Eles fariam

    TRAZER Eu traria Tu trarias Você traria Ele traria Nós traríamos Vós traríeis Vocês trariam Eles trariam

    DIZER Eu diria Tu dirias Você diria Ele diria Nós diríamos Vós diríeis Vocês diriam Eles diriam

    O futuro do pretérito é usado: 1. Para falar de um acontecimento futuro em relação a outro, já ocorrido:

    Marta falou que não chegaria para o almoço

  • "TEMPO PRESENTE: exprime um fato que ocorre no momento da fala.

    TEMPO PASSADO: exprime um fato que ocorreu antes do momento da fala.

    TEMPO FUTURO: exprime um fato que irá ocorrer depois do ato da fala.

    O pretérito (ou passado) subdivide-se em:

    PERFEITO: indica um fato passado totalmente concluído.

    IMPERFEITO: indica um processo passado não totalmente concluído, revela o fato em sua duração.

    MAIS-QUE-PERFEITO: indica um processo passado anterior a outro também passado.

    FUTURO DO PRESENTE: indica um fato posterior ao momento em que se fala.

    FUTURO DO PRETÉRITO: indica um processo futuro tomado em relação a um fato passado."

    Prof. Ricardo do Amaral Erse

  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...melhor comentário é do adriano souza disparadooooooooooooooooooooooooo.....kkkkkkkkkkkk

  • Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, alguns escritores, pressentindo certamente a era tecnológica que se avizinhava e o conflito bélico que abalaria as raízes de um universo.

     

    d)indicação de um fato que seria consequência certa e imediata de outro, que não ocorreu;

    ONDE ESTÁ  O ERRO DA LETRA "D"?

     

  • GAB. A.

    Futuro do pretérito.

  • A letra "d" está errada porque não é o mesmo valor semântico empregado no trecho do enunciado. Apesar de ser um valor semântico do tempo verbal, não é o que se pede na questão.

  • TEMPO PRESENTE: exprime um fato que ocorre no momento da fala.

    TEMPO PASSADO: exprime um fato que ocorreu antes do momento da fala.

    TEMPO FUTURO: exprime um fato que irá ocorrer depois do ato da fala.

    O pretérito (ou passado) subdivide-se em:

    PERFEITO: indica um fato passado totalmente concluído.

    IMPERFEITO: indica um processo passado não totalmente concluído, revela o fato em sua duração.

    MAIS-QUE-PERFEITO: indica um processo passado anterior a outro também passado.

    FUTURO DO PRESENTE: indica um fato posterior ao momento em que se fala.

    FUTURO DO PRETÉRITO: indica um processo futuro tomado em relação a um fato passado."

    Prof. Ricardo do Amaral Erse

  • Cadê o comentário do professor ? Absurdo , paguei caro nesse site !!

  • Dei mole nessa, fiquei na dúvida e errei.

    tenso.

  • Fiquei na dúvida entre A e D, qual eu marquei? Letra D, aff

  • GABARITO LETRA A

    Utilizei o seguinte raciocínio, o verbo "abalaria" está no futuro do pretérito, dessa forma, indica algo futuro com base no passado. Em outras palavras, algo futuro aconteceria se algo passado não impedisse (a grosso modo).

    Então, sabemos que o futuro do pretérito relaciona-se não só com o futuro, mas também com o passado. Ademais, a questão fala sobre a Segunda guerra mundial, e todos sabemos que esta aconteceu. À vista disso, não teria como o verbo indicar uma ação que iria acontecer, mas não foi concretizada. De fato a ação aconteceu, foi consumada. Os escritores, antes da segunda guerra, já imaginavam este acontecimento. Um passado projetando uma possibilidade do futuro, que hoje sabemos que se concretizou.

  • A. denotação de uma ação passada vista como futura; correta

    futuro do pretérito

  • FUTURO DO PRETÉRITO = RIA... Cantaria, venderia, partiria

  • GABARITO A

    A melhor coisa a se fazer em questões de verbo é fazer a conjugação:

    FUTURO DO PRETÉRITO: --> A QUESTÃO COBROU ESSA

    Eu abalaria

    Ele abalaria

    FUTURO DO PRESENTE --> POR TÍTULO DE CURIOSIDADE, PORQUE MUITOS CONFUNDEM OS DOIS TEMPOS VERBAIS

    Eu Abalarei

    Ele abalará

  • gabarito A

    acho que não é a D porque fut do pretérito é sempre uma possibilidade?

    ele nunca vai ocorrer, foi isso que já vi em outras explicações

  •  O verbo ABALARIA está no Futuro do Pretérito do modo Indicativo.

    Esse tempo verbal indica hipótese, suposição, incerteza. Assim, elimina-se a letra c, d e letra e.

     

    a)

    denotação de uma ação passada vista como futura;

    GABARITO!!!

     b)

    expressão de incerteza sobre fatos atuais;

      Expressa incerteza sim. Mas não são de fatos atuais. Isso se percebe pelo contexto (..."Nos anos que antecederam a segunda Guerra Mundial"..)

     c)

    sinalização de uma ação que ocorreu antes de outra ação passada;

    Quem exerce esse sentido é o verbo no Pretérito Mais que Perfeito do Indicativo.

     d)

    indicação de um fato que seria consequência certa e imediata de outro, que não ocorreu;

    Erros: não é certa e imediata. Mas uma consequência hipotética, incerta. 

    Ela ocorreu sim. Percebe-se no contexto que os " escritores pressentiram a o conflito bélico que abalaria..." . Eles pressentiram algo que hoje sabemos que ocorreu. Mas naquela época era incerto, duvidoso.

     e)

    anunciação de um fato atual, que ocorre no momento em que se fala.

    Ora, isso quem faz é o tempo PRESENTE. O verbo em análise está no Futuro

  • Glória a DEUS...acertei essa questão da FGV kkkkkk.

    Dica: NUNCA...nunca mesmo resolva questões da FGV de português quando vc estiver desanimado kkkk serio!

  • Não é possível decidir entre as alternativas a) ou d) sem o texto contextualizando.

  • Futuro do pretéritoria• - indica que o fato não se realizou e que provavelmente não se realizará ou indica um desejo.

  • (abalaria) futuro do pretérito, expressa incerteza de algo, dúvida, uma possibilidade de acontecimento..................b) não é sobre fatos atuais pq aí seria o futuro do presente e sim sobre fatos passados..............c) acontecimento anterior a outro acontecimento é o pretérito mais que perfeito...................d) não é consequência "certa" pois há dúvidas, incertezas de acontecimento, quem pode expressar a certeza é o futuro do presente e não do pretérito................. E) não é um fato atual pq aí seria o presente do indicativo
  • O que há de errado na alternativa D?

  • A - denotação de uma ação passada vista como futura - FUTURO DO PRETÉRITO

    #pertenceremos

    Não desista, persista!

    Ruma À PMCE☠️

  • O erro da "D" é dizer que seria "...consequencia certa e imediata" pois o FUTURO do PRETÉRITO traz um traço semantico de "hipotese" e não "certeza"

  • Sempre pensei que essa forma verbal denotava um futuro incerto.


ID
2947573
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 4

“Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, alguns escritores, pressentindo certamente a era tecnológica que se avizinhava e o conflito bélico que abalaria as raízes de um universo ainda estruturado com base na Nação-Estado, dedicaram-se à antevisão do mundo do futuro. H.G. Wells, Aldous Huxley, George Orwell, entre outros, iniciando a série de Science-fiction, procuraram descrever a sociedade do futuro, como uma projeção das linhas que as descobertas científicas indicavam como prováveis. Em todas essas profecias havia uma constante: o mundo novo não conheceria mais a liberdade, pelo menos com a latitude e o conceito que dela então se tinha”. (L. G. Nascimento Silva. A liberdade e o computador. Revista brasileira de estudos pedagógicos. Rio de Janeiro, nº 116, 1969)

No texto 4, há uma série de fragmentos de orações adjetivas sublinhados; o adjetivo que substitui adequadamente um desses fragmentos é:

Alternativas
Comentários
  • Letra C

    Na letra B estaria correto se no lugar de eminente (que se eleva, saliente), estivesse iminente (que está a ponto de acontecer, imediato).

  • SINÔNIMO DE ANTECEDER É ANTECIPAR!!

    NÃO ENTENDI PQ A LETRA A ESTÁ ERRADA!! JURO!

  • Alguém sabe o motivo da letra A estar errada?

  • Eu acredito que a Letra A está errada por que anteceder é diferente de antecipar.

  • Pollyana, antecipar é trazer pra frente mais rápido (no tempo) e anteceder é vir antes, sem alterar a "velocidade" dos acontecimentos.

    eminente é diferente de iminente. Eminente é grandioso e iminente é prestes a acontecer.

  • Resposta Letra C

    A letra A está errada porque

    Anteceder algo ( ser anterior a algo )

    Antecipar algo ( é adiantar, acelerar algo )

  • Anteceder significa vir antes.

    Antecipar é agir de tal forma a agilizar tal evento ou situação.

    Gabarito: C

    #avagaéminha

  •  Avizinhava vem do verbo avizinhar. O mesmo que: acercava, aproximava, abeirava.

  • Ninguém explicou até agora o porque desse diabo ser letra C

  • Abalador significa "Que abala ou sacode", portanto, é adequado para a substituição do fragmento.

  • Galera, antes de comentar verifica se n há um comentário igual, pq fica repetitivo.

  • NA LETRA A, QUEM SE ANTECIPA, SE ANTECIPA À/A , E NÃO DA, COMO NA QUESTÃO

  • A letra C é o gabarito, visto que temos a Oração Adjetiva Desenvolvida (que abalaria as raízes de um universo) e uma Oração adjetiva reduzida do infinitivo (Abalador das raízes de um universo)

    --

    Espero ter ajudado.

    Sigam lá! : @Will_concurseiro

  • Eu não sei qual o critério da FGV, sério. Pra mim a letra C tá errado pq a frase muda totalmente de sentido. Vejam:

    [...] e o conflito bélico que abalaria as raízes de um universo ainda estruturado com base na Nação-Estado [...] -> ideia de futuro

    [...] e o conflito bélico abalador das raízes de um universo ainda estruturado com base na Nação-Estado [...] -> ideia de presente

  • Na verdade é uma banca que vc tem que saber as pegadinhas! Pra quem tá estudando, pode até se prejudicar!.Melhor fazer questões dessa banca, quando a mesma for a do seu concurso!

  • Um absurdo é o mimimi desse povo que só gosta de reclamar! Errou a questão e ainda está com dúvida, peça o comentário do professor pq ele não é automático. Capaz de o professor comentar e ainda reclamar, pq quer a aula td de gramática na explicação de uma questão!

  • É um absurdo uma pessoa que estuda pra concurso dizer que a palavra ABALADOR é infinitivo e trazer tal afirmativa para os demais....

    Vamos à análise das alternativas A e C

    Alternativa A: no trecho ".... que antecederam..." se trata de um deslocamento TEMPORAL, que nos remete a um determinado período de tempo, que leva nossa mente a um determinado ponto no tempo. Trocar essa expressão por "antecipadores", muda todo o sentido, pois vai haver uma ideia de ação de antecipar, ou seja, o substantivo anos pratica a ação de antecipar, e sabemos que isso não acontece de fato, pois O QUE ANTECEDE NÃO É O MESMO QUE CAUSA A ANTECEDÊNCIA.

    Alternativa B: Aqui já há uma ideia de troca aceitável, pois ABALADOR É AQUELE QUE ABALA. Aqui se mantém a relação de ação do verbo, a relação de ainda trazer a PRÁTICA DE AÇÃO DE ABALAR....

    GAB.: C

  • Regina, errei pelo mesmo motivo!

  • adjetivo

    Excelente; que se sobressai pela excelência ou pela superioridade: a organização deu razão ao eminente historiador.

    Avizinhava vem do verbo avizinhar. O mesmo que: abeirava, acercava, aproximava.

  • Ao Q concursos por gentileza disponibilizar comentários de professores, pois as questoes da FGV praticamente uma grande parcela da dos assinantes não compreende.

  • Por isso não assino, veja as respostas dos colegas.

  • Creio que a maior dúvida está entre as alternativas (B) e (C) 

    na alternativa (B) Eminente significa "superior", "notável", "sublime". Por exemplo: O eminente filósofo apresentou suas teses. Iminente significa que algo está a ponto de acontecer.

    diferente de Iminente significa que algo está a ponto de acontecer. Por exemplo: Perigoiminente! ( = Perigo próximo! não cabe a alternativa B em hipótese alguma!!!

    Se você prever uma guerra que virá saberá que aquele conflito poderá ser ababador!!

    Os cientistas perceberam um conflito que se aproximava e abalaria a sociedade mais adiante !!

  • Pessoal, é a letra "C". Questão difícil demais.

    ABALARIA:  vem do verbo abalar. Significa mover, fazer tremer, sacudir.

    ABALADOR: É apenas um substantivo masculino, mas que também possui o significado de sacudir.

    Difícil essa m.. de questão, mas é isso!

  • Eu acho que não consigo terminar uma prova da FGV... demoro uns 10 minutos em cada questão de português... :(

  • Regina Phalange compartilho do mesmo pensamento !Errei a questão por interpretar exatamente assim...Se alguém souber explicar ...por favor...

  • C)

    que abalaria as raízes de um universo / abalador das raízes de um universo;

    Esse é um uso tradicional do futuro do pretérito, que fala sobre o passado aproximando o leitor do tempo a que se refere.

    Não há troca "de ideia futura" por "ideia presente", pois houve, segundo o livro, o abalo de tais raízes. Já é concreto no presente.

    FUTURO DO PRETÉRITO: indica um processo futuro tomado em relação a um fato passado.

  • Sinto-me tão bem quando vou confiante na questão errada. sqn

  • pra quem não sacou os erros das outras alternativas:

    A >>> "que antecederam" seria substituído por "antecessores". "antecipadores" vem de "antecipar"

    B >>> o que se avizinha é Iminente, não Eminente.

    C >>> CORRETA.

    D >>> não corresponde à frase substituída. Não há uma "identidade científica" e sim uma "indicação de probabilidade". São coisas beeeem diferentes.

    E >>> não caberia "ultrapassado", basta ver o contexto da frase: "o mundo novo não conheceria mais a liberdade, pelo menos com a latitude e o conceito ultrapassado"??? E mesmo se colocasse "ultrapassados", não haveria correspondência com a ideia anterior no texto: "o mundo novo não conheceria mais a liberdade, pelo menos com a latitude e o conceito que dela então se tinha", que é a ideia de (latitude e) conceito "vigente(s)", que era(m) da época, e não ultrapassado(s).

  • Tive o mesmo entendimento da colega Regina Phalange

  • nem parece que estudei :'(
  • Verdade Patrícia Moura. Pouquíssimas questões comentadas. Paguei caro.

  • Fiz a prova e errei essa por bobeira: Não percebi o "E" no EMINENTE da letra B e a marquei. Meu cérebro entendeu IMINENTE. Dei mole. A letra C era a minha segunda resposta certa que teria marcado e acertado: Abalaria/Abalador são iguais, só muda a forma nominal, uma desenvolvida e a outra reduzida de infinitivo. =/

  • Comentário da Professora: Flavia Rita

    Gabarito oficial é a letra C. Está incorreta a substituição proposta pela letra A, pois “anteceder” (preceder, ocorrer antes) não tem o mesmo sentido de antecipar (adiantar). Na letra B, avizinhar não se confunde com eminente, que tem o mesmo sentido de sublime, importante, relevante. Na letra D, não faz sentido a substituição, pois identificar não se confunde com indicar. Na letra E, ultrapassar significa passar na frente, estar a frente, o que não equivale a “se ter”.

    OBS: ERREI A QUESTÃO POIS MARQUEI A ALTERNATIVA A

  • Professores do QC têm algum receio de comentar as questões da FGV.

  • O QC não comenta questões de Português !! Vamos migrar para o TEC CONCURSOS, lá a maioria têm !!!!!!!!!!!!!!!!

  • Explicação do professor em vídeo TOP, vale a pena conferir..

  • Eu não marquei a C porque ABALARIA dá Ideia de dúvida e ABALADOR não. Estamos tão acostumados a fazer uma interpretação completa pensando em todos os detalhes que essas questões teoricamente simples acabam nos pegando.

  • Técnica que usei para me auxiliar na questão: Percebi que quando a FGV coloca questões de adjetivos, geralmente ela quer que o troquemos do fragmento com a alternativa e verficar se não há mudança no sentido.

    A) Antecederam (adjetivo) = Realiza-se antes

    Antecipar (adjetivo) = Adiantar.

    B) Avizinhava (adjetivo) = Aproximar

    Eminente (adjetivo) = Excelente

    D) Prováveis (adjetivo) = Possibilidade

    Identificadoras (adjetivo) = Deixar igual

    E) Tinha (adjetivo) = Ter no passado

    Ultrapassado (adjetivo) = Antiquada/Obsoleta.

    Percebam que todos os adjetivos têm significados diferentes, diferente da C.

    Abalaria (adjetivo) = ABALAR = Fazer oscilar

    Abalado (adjetivo) = Que não está firme.

    Não sei se essa é uma teoria correta, mas foi o que me ajudou a chegar ao gabarito.

  • C. que abalaria as raízes de um universo / abalador das raízes de um universo; correta

    a questão pede o adjetivo que substitui adequadamente um fragmento

  • Anteceder é sinonimo de antecipar. Gabarito estranho

  • Patrícia Moura, é por essas e por outras que não assino sites de questões.

  • Galera, eu errei a primeira vez que fiz, hoje retornei a essa questão e me recordava que era essa alternativa das "raizes" a correta. Pois bem, retornei ao texto e apenas substitui o que pedia e consegui ver claramente que era a correta.. As vezes, eu acho que eu, assim como grande parte, ja pegou o costume de apenas sair reclamando de tudo que a FGV faz, pelo fato dela extrapolar em algumas, levamos ao pé da letra de que todas seguem a mesma sina, o que nao acontece. Vamos tentar focar mais no nosso futuro e "brigar" menos, pois essa negatividade so atrapalha mais ainda nossa posse. Isto é, deixa que ela extrapole, uma ou outra acontecerá, vamos focar nas que nao extrapolaram e usar nossa energia nas que "fazem" mais sentido, pois as que ela extrapola todo concurseiro que esta concorrendo diretamente pela vaga tmb erra. 

    Estamos no mesmo barco!

     

  • Galera pra responder uma questão como essa seria legal voltar ao texto nas partes siblilhadas. Vc vê o sentido que está no texto e depois faz a substituição, se o sentido mudar é porque não dá pra substituir adequadamente

  • fdp!... me pegou no Eminente e Iminente

  • A alternativa (A) está errada, pois o adjetivo mais adequado para “que antecederam” é “antecedentes”: Nos anos antecedentes à Segunda Guerra Mundial. O adjetivo “antecipadores” tem relação com aquele que antecipa alguma ação.

    A alternativa (B) está errada, pois aquilo que se avizinhava é iminente, e não eminente.

    A alternativa (C) é a correta, pois aquilo que abala é abalador. Assim, podemos substituir “que abalaria as raízes de um universo” por abalador das raízes de um universo.

    A alternativa (D) está errada, pois não houve referência a “descobertas”, nem a “prováveis”. Assim, a expressão “cientificamente identificadoras” não revela mesmo sentido que “que as descobertas científicas indicavam como prováveis”. 

    A alternativa (E) está errada, pois não se entende que o conceito que se tinha de alguém até então fosse ultrapassado.

    Gabarito: C

  • O parônimo da alternativa B pode confundir.

    Eminente: Algo que é notável

    Iminente: expressa algo que ainda vai ocorrer.

    APMBB

  • E o tempo verbal ?
  • A maioria das questões difíceis não tem resposta dos professores.

  • GENTE, ASQUESTÕES DA FGV SÃO MUITO PESADAS.

  • Banca do CARAIOOOO

  • As questões são tão grandes que quando chega ao final eu já esqueci se é para marcar correta/incorreta e acabo errando várias vezes por causa disso. Mas é vivendo e aprendendo rs

  • Que banca é essa pelo amor de Deus

  • também concordo com a Fernanda muda o sentido

  • A explicação do Alexandre Soares é um absurdo! Baita professor, baita explicação!

  • eminente” o significado está relacionado a algo ou alguém "elevado", "importante" ou "superior".

    "iminente" deve ser utilizada para expressar algo "imediato", "próximo". "que está prestes a acontecer".

    Se tivesse Iminente poderia sim ser a alternativa correta!

    Gab C

    #pertenceremos

    Não desista, persista!

    Ruma À PMCE☠️

  • Analisando as alternativas, temos que:

     

    A - que antecederam a Segunda Guerra Mundial / antecipadores da Segunda Guerra Mundial;

     

    Errada: O sentido da oração adjetiva subentende que as previsões dos escritores ocorreram antes da Segunda Guerra Mundial, e não que tais previsões fizeram com que a Segunda Guerra Mundial ocorresse antes (antecipador). 

     

    B -  que se avizinhava / eminente;

     

    Errada: O sentido de "que se avizinhava" indica que o fato ainda estaria por ocorrer. Logo, o adjetivo que se enquadraria à situação seria "iminente" e não "eminente". 

     

    C - que abalaria as raízes de um universo / abalador das raízes de um universo;

     

    Certa: O pronome relativo "que" desempenha a função de sujeito ativo, o que se observa reescrevendo somente a oração adjetiva, substituindo o pronome relativo pelo termo antecedente: "o conflito bélico abalaria as raízes de um universo. Logo, seria o conflito bélico quem praticaria a ação de abalar as raízes de um universo. Dessa forma, confirma-se ser o conflito ético "abalador das raízes de um universo". 

     

    D - que as descobertas científicas indicavam como prováveis / cientificamente identificadoras;

     

    Errada: Na construção original, a ação de "indicar" era praticada pelas "descobertas científicas". Na proposta de reescrita, quem passa a praticar a ação de "identificar" é "as linhas" - "as linhas cientificamente identificadoras de algo.". 

     

    E - que dela então se tinha / ultrapassado.

     

    Errada: Se o autor expressa algo que então se tinha, evidencia-se que o elemento ainda se fazia presente, que ainda era válido. Ou seja, não se tratava de algo ultrapassado, obsoleto, superado. 

     

    Assim sendo, A RESPOSTA É A LETRA C.

  • Quando aparece eminente e iminente,sempre lembro da legítima defesa,perigo atual ou iminente(está para acontecer).

  • Essa banca faz questão de me humilhar. kkkkkkkk

  • Uma letra!!!! Iminente/eminente .....falo nada kkkkkk

  • Isso não é uma questão de concurso e, sim, um exame de vista.

  • carai biri din
  • Erro da Letra B.

    Iminente

    • Imediato, instante - está prestes a ocorrer

    Eminente

    • Excelência - se sobressai, se destaca, notável. [1]  - Eminente historiador.
    • Elevado [2] - Localizado no lugar mais alto;elevado: vivia na região mais eminente do país.


ID
2947576
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto 4

“Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, alguns escritores, pressentindo certamente a era tecnológica que se avizinhava e o conflito bélico que abalaria as raízes de um universo ainda estruturado com base na Nação-Estado, dedicaram-se à antevisão do mundo do futuro. H.G. Wells, Aldous Huxley, George Orwell, entre outros, iniciando a série de Science-fiction, procuraram descrever a sociedade do futuro, como uma projeção das linhas que as descobertas científicas indicavam como prováveis. Em todas essas profecias havia uma constante: o mundo novo não conheceria mais a liberdade, pelo menos com a latitude e o conceito que dela então se tinha”. (L. G. Nascimento Silva. A liberdade e o computador. Revista brasileira de estudos pedagógicos. Rio de Janeiro, nº 116, 1969)

“Em todas essas profecias havia uma constante: o mundo novo não conheceria mais a liberdade, pelo menos com a latitude e o conceito que dela então se tinha”(texto 4).


O vocábulo sublinhado aparece com o mesmo sentido em:

Alternativas
Comentários
  • Apesar de não haver alternativa melhor, nunca que o texto buscou transmitir que não haveria mais liberdade, mas tão somente que essa não teria o mesmo sentido e alcance de antes.

  • Concordo contigo Felipe

  • “Em todas essas profecias havia uma constante: o mundo novo não conheceria mais ( sentido de acabar ou finalizar) a liberdade, pelo menos com a latitude e o conceito que dela então se tinha”

     a)A liberdade não mais existirá no mundo futuro; =  sentido de acabar ou finalizar   GABARITO

     b)Todos terão mais liberdade que agora; = sentido de quantidade

     c)A sociedade futura terá mais tempo disponível; = sentido de quantidade

     d)Dois mais dois serão sempre quatro; = sentido de quantidade

     e)No futuro, viajaremos mais que agora. = sentido de quantidade

  • Nas questões da FGV temos que literalmente "entrar" no texto..

    A análise dos escritores precedem uma guerra, a segunda mundial, logo, em períodos como esse a liberdade das pessoas é reduzida. O futuro da análise é o confronto, não os acontecimentos pós conflito.

  • Gab: "A"

    Trecho: ...o mundo novo não conheceria mais a liberdade, pelo menos com a latitude...

    - O vocábulo mais está dando ideia de finalizar, acabar.

    - O "mais" carrega essa ideia quando vem acompanhado de alguma negação.

    A) liberdade não mais existirá no mundo futuro; - "Mais" mais "palavra de negação" - sentido de "acabou"

    B) Todos terão mais liberdade que agora; - Funciona como pronome indefinido, pois está precedido de substantivo.

    C) A sociedade futura terá mais tempo disponível; - Mesmo sentido da letra "B".

    D) Dois mais dois serão sempre quatro; - Dar ideia de adição

    E) No futuro, viajaremos mais que agora. - Dar uma ideia de comparação.

    "Primeiro a chuva, depois o arco-íris. Se acostume, a ordem é sempre essa."

  • Gabarito letra A para os não assinantes.

     (...) o mundo novo não conheceria mais a liberdade (...) (pois ela acabaria, não existiria mais. Caso uma criança nascesse, não saberia o que é liberdade, pois essa acabou, não existe mais). Sendo assim podemos constatar que o mais está no sentido de algo que se findou. Por outro lado, todas as demais alternativas exprimem o sentido de quantidade, de adição.

  • O mundo novo não conheceria mais a liberdade = O mundo não conheceria novamente a liberdade

    A liberdade não mais existirá no mundo futuro = A liberdade não existirá novamente no mundo futuro

    Letra A

  • Não acredito que errei isso na prova

  • É só trocar por "menos" as demais frases.

    Aquela que não couber, eis a certa!

  • Eu acertei, era a única relacionada com o tempo.

    "o mundo novo não conheceria mais a liberdade"

  • doiz cum maiz doiz? "-quato"

    acertô mizerávi!

  • Quem nao conheceria mais a liberdade?

    o mundo novo ou mundo futuro

  • No enunciado, temos o “mais” como advérbio de tempo: já não conheceria a liberdade/conhecia antes, não conheceria agora.

    O mesmo sentido ocorre em: A liberdade não mais existirá no mundo futuro (já não existirá no futuro)

    Em B e C, temos “mais” pronome indefinido, pois está ligado a substantivos: “liberdade” e “tempo”, indicando quantidade vaga. Em D, o “mais” indica soma. Em E, indica intensidade.

    Gabarito letra A.

    Fonte: Prof. Felipe Luccas

  • pra quem não entendeu, a ideia é saber que o "mais" do texto estava no contexto de "não mais", de que teve e não terá no futuro.

    A única alternativa que tem "não mais" e nesse sentido é a A. As demais colocam o "mais" como agregador de intensidade.

    https://youtu.be/_XZB0klB2wo

  • Classificações do MAIS:

    PRONOME: sentido de quantidade (mais pássaros) =muitos pássaros

    ADVÉRBIO: sentido de intensidade (música mais alta) =muito alta e sentido de tempo (não canto mais) obs: no sentido de tempo sempre aparece o NÃO e o MAIS.

  • Dá até medo...

  • Eu fiz da seguinte forma:

    o mundo novo não conheceria mais a liberdade; não mais.

    A alternativa A, foi a única em que o não mais se encaixou perfeitamente:

    A liberdade não mais existirá no mundo futuro; não mais.

  • GABARITO A

    Em todas essas profecias havia uma constante: o mundo novo não conheceria mais a liberdade (Tem sentido de TEMPO)

    A - A liberdade não mais existirá no mundo futuro  / Tem sentido de TEMPO (antes existia)

    B -Todos terão mais liberdade que agora; / Tem sentido de INTENSIDADE

    C - A sociedade futura terá mais tempo disponível / Tem sentido de INTENSIDADE

    D - Dois mais dois serão sempre quatro / Tem sentido de QUANTIDADE

    E - No futuro, viajaremos mais que agora. / Tem sentido de INTENSIDADE

    _______________________________________________________________________________________________

    PALAVRA MAIS:

    MAIS - Advérbio

    Se refere a VERBO, ADJETIVO, ADVÉRBIO

    Tem sentido de INTENSIDADE: "João estudou mais naquele dia."

    Tem sentido de TEMPO (a companhado com uma palavra de negação): "João não estuda mais aqui."

    MAIS - Pronome Indefinido Adjetivo

    Se refere a SUBSTANTIVO (Nome de maneira geral: Pronome, numeral...)

    Tem sentido de QUANTIDADE: "ninguém mais tem o direito de fazê-lo."

    MAIS - Locução conjuntiva

    Quanto mais ...Tanto mais

    Sentido de PROPORCIONALIDADE

    Espero ter ajudado!

    Abraço

  • Nessas questões eu gosto de fazer uma simples análise morfológica pra ganhar tempo....

    No enunciado o "mais" está ligado a um verbo "existirá mais"

    A única alternativa em que ele ta ligado a outro verbo é na A.

  • A. A liberdade não mais existirá no mundo futuro; correta

    Ver comentário da Alexandrina Oliveira

  • parece que estavam adivinhando que viria uma pandemia pra tirar nossa liberdade :(

  • GABARITO LETRA A

    No enunciado, temos o “mais” como advérbio de tempo: já não conheceria a liberdade/conhecia antes, não conheceria agora.

    Em B e C, temos “mais” pronome indefinido, pois está ligado a substantivos: “liberdade” e “tempo”, indicando quantidade vaga. Em D, o “mais” indica soma. Em E, indica intensidade.

  • Todas as alternativas estão dando ideia de acréscimo, exceto a alternativa A, que dá uma ideia de negação no tempo.
  • é só trocar o mais por menos , a alternativa que não fizer sentido é o gabarito.

    gabarito A

  • Eu custei entender o que a banca queria, mas era apenas o significado coincidente do vocábulo "MAIS" na frase. A semântica do vocábulo... Não consegui enxergar de primeira.


ID
2947579
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Uma frase publicitária dizia:

“Compre pneus Michelin e ganhe uma viagem a Paris”.

O argumento publicitário dessa frase se fundamenta no(na):

Alternativas
Comentários
  • fiquei na duvida entre sedução e tentação

  • ACHEI QUE ESTAVA SEDUZINDO....

  • ACHEI QUE ESTAVA SEDUZINDO....eu também, alguém pode explicar?

  • Tentação? KKKKKKKK

    Como assim?

  • ERREI ESSA QUESTÃO NA PROVA DPE...MARQUEI TAMBÉM SEDUÇÃO

  • ERREI ESSA QUESTÃO NA PROVA DPE...MARQUEI TAMBÉM SEDUÇÃO

  • qual é a tentação disso? tá seduzindo o particular para comprar pneus

  • Fiquei na duvida entre sedução e tentação, mas marquei tentação porque diante da proposta em questão, entendo que a pessoa fica tentada a comprar os pneus para ganhar a viagem.

  • Qual é a base bibliográfica para se definir "tentação" como alternativa correta?

  • Toda SEDUÇÃO é uma TENTAÇÃO

    Mas nem toda TENTAÇÃO é uma SEDUÇÃO.

  • Gaba: B

    tentação

    A tentação pode estar presente no próprio objeto de desejo ou no modo como este é apresentado (vide publicidade), ou ainda na indução por parte de outrem através de métodos tão diversos como o elogio, o pedido, a bajulação, o apelo à cumplicidade, o atiçar da curiosidade, o uso indevido da autoridade, a geração de medo, angústia ou expectativa, a ameaça de perda, a sedação ou a manipulação.

    Na prática da propaganda, a tentação é peça central do marketing e da publicidade efetivos, a fim de persuadir os consumidores a aceitarem um determinado produto ou oferta. Uma técnica de publicidade bastante conhecida envolve a banalização positiva do conceito de tentação, como se vê em "a mais suculenta tentação desde a invenção do chocolate".

    Sedução (do termo latino seductione) é o ato de seduzir ou de ser seduzido, de fascinar, encantar. Em um sentido pejorativo, é o ato de atrair para o mal. No campo do direito, é o ato de iludir uma mulher virgem e jovem com o intuito de ter relações sexuais com ela.

    A sedução pode estar no terreno interpessoal ou no terreno dos objetos. Assim como as pessoas procuram, no seu dia a dia, seduzir seus interlocutores em busca de melhor vivência e de melhor qualidade de vida, também a propaganda utiliza-se muito desta arma para induzir ao consumo.

    wikipedia

  • Gaba: B

    tentação

    A tentação pode estar presente no próprio objeto de desejo ou no modo como este é apresentado (vide publicidade), ou ainda na indução por parte de outrem através de métodos tão diversos como o elogio, o pedido, a bajulação, o apelo à cumplicidade, o atiçar da curiosidade, o uso indevido da autoridade, a geração de medo, angústia ou expectativa, a ameaça de perda, a sedação ou a manipulação.

    Na prática da propaganda, a tentação é peça central do marketing e da publicidade efetivos, a fim de persuadir os consumidores a aceitarem um determinado produto ou oferta. Uma técnica de publicidade bastante conhecida envolve a banalização positiva do conceito de tentação, como se vê em "a mais suculenta tentação desde a invenção do chocolate".

    Sedução

    Sedução (do termo latino seductione) é o ato de seduzir ou de ser seduzido, de fascinar, encantar. Em um sentido pejorativo, é o ato de atrair para o mal. No campo do direito, é o ato de iludir uma mulher virgem e jovem com o intuito de ter relações sexuais com ela.

    A sedução pode estar no terreno interpessoal ou no terreno dos objetos. Assim como as pessoas procuram, no seu dia a dia, seduzir seus interlocutores em busca de melhor vivência e de melhor qualidade de vida, também a propaganda utiliza-se muito desta arma para induzir ao consumo.

    wikipedia

  • Gaba: B

    tentação

    A tentação pode estar presente no próprio objeto de desejo ou no modo como este é apresentado (vide publicidade), ou ainda na indução por parte de outrem através de métodos tão diversos como o elogio, o pedido, a bajulação, o apelo à cumplicidade, o atiçar da curiosidade, o uso indevido da autoridade, a geração de medo, angústia ou expectativa, a ameaça de perda, a sedação ou a manipulação.

    Na prática da propaganda, a tentação é peça central do marketing e da publicidade efetivos, a fim de persuadir os consumidores a aceitarem um determinado produto ou oferta. Uma técnica de publicidade bastante conhecida envolve a banalização positiva do conceito de tentação, como se vê em "a mais suculenta tentação desde a invenção do chocolate".

    Sedução

    Sedução (do termo latino seductione) é o ato de seduzir ou de ser seduzido, de fascinar, encantar. Em um sentido pejorativo, é o ato de atrair para o mal. No campo do direito, é o ato de iludir uma mulher virgem e jovem com o intuito de ter relações sexuais com ela.

    A sedução pode estar no terreno interpessoal ou no terreno dos objetos. Assim como as pessoas procuram, no seu dia a dia, seduzir seus interlocutores em busca de melhor vivência e de melhor qualidade de vida, também a propaganda utiliza-se muito desta arma para induzir ao consumo.

    wikipedia

  • Gaba: B

    tentação

    A tentação pode estar presente no próprio objeto de desejo ou no modo como este é apresentado (vide publicidade), ou ainda na indução por parte de outrem através de métodos tão diversos como o elogio, o pedido, a bajulação, o apelo à cumplicidade, o atiçar da curiosidade, o uso indevido da autoridade, a geração de medo, angústia ou expectativa, a ameaça de perda, a sedação ou a manipulação.

    Na prática da propaganda, a tentação é peça central do marketing e da publicidade efetivos, a fim de persuadir os consumidores a aceitarem um determinado produto ou oferta. Uma técnica de publicidade bastante conhecida envolve a banalização positiva do conceito de tentação, como se vê em "a mais suculenta tentação desde a invenção do chocolate".

    Sedução

    Sedução (do termo latino seductione) é o ato de seduzir ou de ser seduzido, de fascinar, encantar. Em um sentido pejorativo, é o ato de atrair para o mal. No campo do direito, é o ato de iludir uma mulher virgem e jovem com o intuito de ter relações sexuais com ela.

    A sedução pode estar no terreno interpessoal ou no terreno dos objetos. Assim como as pessoas procuram, no seu dia a dia, seduzir seus interlocutores em busca de melhor vivência e de melhor qualidade de vida, também a propaganda utiliza-se muito desta arma para induzir ao consumo.

    wikipedia

  • Gaba: B

    tentação

    A tentação pode estar presente no próprio objeto de desejo ou no modo como este é apresentado (vide publicidade), ou ainda na indução por parte de outrem através de métodos tão diversos como o elogio, o pedido, a bajulação, o apelo à cumplicidade, o atiçar da curiosidade, o uso indevido da autoridade, a geração de medo, angústia ou expectativa, a ameaça de perda, a sedação ou a manipulação.

    Na prática da propaganda, a tentação é peça central do marketing e da publicidade efetivos, a fim de persuadir os consumidores a aceitarem um determinado produto ou oferta. Uma técnica de publicidade bastante conhecida envolve a banalização positiva do conceito de tentação, como se vê em "a mais suculenta tentação desde a invenção do chocolate".

    Sedução

    Sedução (do termo latino seductione) é o ato de seduzir ou de ser seduzido, de fascinar, encantar. Em um sentido pejorativo, é o ato de atrair para o mal. No campo do direito, é o ato de iludir uma mulher virgem e jovem com o intuito de ter relações sexuais com ela.

    A sedução pode estar no terreno interpessoal ou no terreno dos objetos. Assim como as pessoas procuram, no seu dia a dia, seduzir seus interlocutores em busca de melhor vivência e de melhor qualidade de vida, também a propaganda utiliza-se muito desta arma para induzir ao consumo.

    wikipedia

  • Gaba: B

    sedução

    exemplo: vendedora com decote e saia curta

    tentação:

    exemplo: vc de dieta e passa em frente a pizza hut depois do treino.

    ---

    tentação

    A tentação pode estar presente no próprio objeto de desejo ou no modo como este é apresentado (vide publicidade), ou ainda na indução por parte de outrem através de métodos tão diversos como o elogio, o pedido, a bajulação, o apelo à cumplicidade, o atiçar da curiosidade, o uso indevido da autoridade, a geração de medo, angústia ou expectativa, a ameaça de perda, a sedação ou a manipulação.

    Na prática da propaganda, a tentação é peça central do marketing e da publicidade efetivos, a fim de persuadir os consumidores a aceitarem um determinado produto ou oferta. Uma técnica de publicidade bastante conhecida envolve a banalização positiva do conceito de tentação, como se vê em "a mais suculenta tentação desde a invenção do chocolate".

    Sedução

    Sedução (do termo latino seductione) é o ato de seduzir ou de ser seduzido, de fascinar, encantar. Em um sentido pejorativo, é o ato de atrair para o mal. No campo do direito, é o ato de iludir uma mulher virgem e jovem com o intuito de ter relações sexuais com ela.

    A sedução pode estar no terreno interpessoal ou no terreno dos objetos. Assim como as pessoas procuram, no seu dia a dia, seduzir seus interlocutores em busca de melhor vivência e de melhor qualidade de vida, também a propaganda utiliza-se muito desta arma para induzir ao consumo.

    wikipedia

  • essas questões da FGV estão com mtas pegadinhas , no qual temos que explorar a criatividade da mente. Eu calculei assim, se eu comprar um pneu algo tão "barato" e ganhar uma viagem para Paris , essa proposta é TENTADORA.

  • A linguagem de argumentação publicitária, segundo Fiorin (1997), apresenta

    quatro aspectos distintos: a Tentação; a Intimidação; a Sedução e a Provocação. A

    primeira, que é a Tentação, está ligada diretamente à ideia de recompensa, levando uma

    pessoa a agir de forma a que se manda, dando a ela algo de valor em troca: “Se você

    dormir, vai ganhar um pacote de balas”. Na Intimidação, a argumentação é feita sob

    ameaça: “Se você não dormir, vai ficar de castigo por uma semana”. Na Sedução, o

    indivíduo é manipulado por meio do juízo positivo, de uma exaltação: “Só você seria

    capaz de fazer uma coisa dessas...”. De modo contrário, a Provocação age através do

    juízo negativo: “Esqueça. Você é incapaz de fazer isso”.

    Ps: errei na prova essa.

  • Essa banca é uma tentação \o/

  • É impressionante como a FGV esta cobrando língua portuguesa em suas provas.

  • PQP! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • essas questões estão muito subjetivas

  • Questão recorrente na fgv e eu sempre erro. :(

  • Entrei com recurso nessa questão, mas a FGV não mudou o gabarito.

    Até entendo as razões do gabarito, mas pra mim sedução também está correta. Devia ter pedido anulação, não alteração.

    Minha fundamentação foi a seguinte:

    De acordo com o dicionário Caldas Aulete:

    TENTAÇÃO

    1. Ação ou resultado de tentar.

    2. Aquilo a que é difícil resistir, por provocar grande desejo: Chocolate é uma tentação.

    3. Forte vontade, desejo: Sentiu a tentação de confessar tudo.

    4. Desejo que leva a ato condenável ou a pecado: livrar-se das tentações.

    sm.

    SEDUÇÃO

    1. Ação ou resultado de seduzir ou de ser seduzido

    2. Poder ou ação de seduzir; ATRAÇÃO; CHARME: Não resistiu à sedução do prêmio

    SEDUZIR

    1. Causar admiração ou atração a; ENCANTAR; FASCINAR [td. : O cantor seduziu a plateia.]

    Se a frase “Compre pneus Michelin e ganhe uma viagem a Paris.” tem a intenção de atrair o consumidor, podemos dizer que o argumento está fundamentado na sedução. O dicionário inclusive usa como exemplo “sedução do prêmio”.

    Dizer que o argumento esteja fundamentado na tentação induz a ideia que todas as pessoas desejam viajar para Paris, o que não se pode afirmar.

    Portanto, o gabarito mais correto seria a letra A.

  • Marquei A... na moral? Fiquei sem entender.... em minha singela opinião, ambas estão corretas (A e B)

  • Realmente, poderia ser tanto A quanto B, assim como tem argumento para que seja uma tem igualmente para que seja a outra.

  • A Michelin é uma das principais fabricantes de pneus do mundo.

    .

    Estratégias argumentativas para convencer ou persuadir alguém, é possível valer-se das seguintes estratégias:

    Tentação: o locutor (falante/escritor) ressalta aspectos positivos a fim de ter seu desejo atendido. É comum oferecer ao interlocutor algo de valor positivo, que atenda aos interesses do outro.

    Sedução: o locutor (falante/escritor) ressalta aspectos positivos do interlocutor a fim de ter seu desejo atendido.

    Provocação: o locutor (falante/escritor) ressalta aspectos negativos, a fim de mexer com a vaidade do outro, baixando a autoestima.

    Intimidação: o locutor (falante/escritor) ressalta aspectos negativos, a fim de intimidar, isto é, causar medo no interlocutor.

  • Famosa questão loteria: ganha quem tiver mais sorte

  • Realmente é tentador comprar pneus para ganhar uma viagem a Paris.

    Gabarito: B

    Bons Estudos!!!

  • Marquei a A, me ferrei e ok. Mas fico p... por não entender o erro, ainda acho que podia ser A ou B. Peçam comentário do professor!

  • Esse é o modo que a FGV vai testar o candidato?

  • FGV está no ramo errado, ao invés de está elaborando provas para concursos, deveria tá fazendo teste psicológicos nos centros de reabilitação mental.

  • Em vez de pedirmos comentários dos professores, temos que pedir comentários da própria FGV. Porque p***.

  • Comentário nada a ver do Lucas.

  • Eu me senti seduzido!
  • O anúncio por meio da tentação tenta seduzir...

  • Mirei na B e marquei a A.

  • Mirei na B e marquei a A.

  • Gente, vcs não ficam tentados a comprar o pneu só para ganhar a viagem? Eu fico.

  • Fiquei na dúvida entre A e B, porém, marquei B pelo motivo de me sentir tentado a comprar algo e seduzido por alguém!

    Posso estar errado mas foi a lógica que usei.

    FOCO!

  • SÓ UMA ALUSÃO: quem assistiu Chaves, a Chiquinha sabendo da promoção comprou um produto para limpar objetos de prata e acabou ganhando uma viagem com acompanhante para Acapulco. (FICOU TENTADA PELA PROMOÇÃO)

    gabarito opção B

  • Fiquei em dúvida entre A e B, então marquei C kkkkk

  • FUI SEDUZIDO AO ERRO!!

  • Questão subjetiva. Tentação e sedução são extremamente próximas entre si. Se só tivesse 1 dessas com outras alternativas diferentes seria grande a chance de acertar. Nesse prisma, FILOSOFEI e marquei a letra E - Competição. Motivo: o argumento de qualquer campanha existe justamente pela competição em ganhar fatia do mercado consumidor.

  • Fiquei na duvida entre A e B.

    Marquei A.

  • Thainá Cardoso, tbm fiquei. Mas marquei a letra B pela característica da palavra.

    Normalmente dizemos que ficamos tentados a comprar algo. Diferente de ficamos seduzidos a comprar algo. Fui por essa lógica

  • Tentação traz uma ideia de recompensa.

  • pode ser tanto a letra a) quanto a b), mas, a meu ver, a a) se encaixa bem melhor

  • Massa é a galera tentando equacionalizar o gabarito, fazendo distinções entre sedução e tentação, com definições que divergem das dos dicionários.

    Equacionalizadores de gabaritos, vão tomar CAJU!

  • No dia da prova tomei no copinho e marquei a letra A. Hoje só marquei a B porque já sabia o gabarito.

  • O anuncio publicitário é:

    SEDUTOR / ATRATIVO

    TENTADOR e

    COMPETITIVO, frente aos concorrentes.

    Essa é a verdade.

    De uma coisa eu tenho certeza, isso não é Língua Portuguesa.

    Um dia largo a mão disso!

  • Duplo gabarito, qualquer tentativa de justificar é no mínimo mal caratismo da pessoa, engole o choro e vai pra próxima, conte com a sorte na tua.

  • Não precisamos dos comentários dos professores, nós nos ensinamos, só queria um desconto porque no pacote paguei pelos comentários!

  • B. tentação; correta

    Colega Andrés Iniesta, obrigada pelo comentário!

  • gabarito B

    acho que seria sedução se o anuncio tivesse falando sobre o pneu em si, sua qualidades, seus benefícios, seduzindo pelas vantagens que ele tem...

    foi isso que pensei, pois é isso que envolve sedução neh...saber se apresentar...

  • Tem cada comentário sem lógica alguma, dá para ver que muita gente acertou na loteria mesmo. Gabarito com 2 respostas e ponto final!
  • Segundo o dicionário SEDUÇÃO É:

    "conjunto de qualidades e características que despertam simpatia, desejo, amor, interesse etc."

    Segundo o mesmo dicionário TENTAÇÃO É:

    "Impulso para a prática de alguma coisa censurável ou não recomendável. / Desejo veemente ou violento."

    Não houve nenhuma descrição de características que desperte o desejo de comprar o pneu; há a indução do indivíduo a comprar o pneu pela tentação de conhecer Paris, e não por causa do pneu em si.

    Por exemplo: É possível que mesmo alguém que não tenha carro queira comprar pneus somente pela possibilidade de ganhar a viagem. Para tal pessoa não é recomendável que ela compre pneus, mas ela se sente tentada a fazer isso, pois deseja conhecer Paris.

  • Não sei explicar meu raciocínio, mas acertei kkk

    Sedução vejo como algo que está pronto a ser dado

    Tentação é algo que não é certeza, mas da vontade

  • fui seduzido pela tentação

  • Sedução envolve outra coisa que começa com S kkkkk

  • Lembrem de Jesus no deserto com o diabo, ele estava tentando-o, oferecendo em troca, tudo aquilo que desejasse.

    Então primeiro você compra, depois você ganha. Estou tentando-o a comprar.

  • É tao fácil que da merdo kkkkkk

  • sou publicitário e errei essa, uma vergonha da profissión (por isso to fazendo concurso)

  • Tentação ,onde um tem o desejo de ofertar e o outro de adquirir. Ambos tem a mesma finalidade.

  • carai biri din

ID
2947582
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Inadimplência reduzida. Alguns dos entrevistados da classe C têm prestações atrasadas, em proporção maior que os da classe D, também entrevistados, o que mostra que os segmentos de renda menores representam riscos menores do que anos atrás. Isso ocorre porque o modelo de análise de crédito das instituições financeiras está mais eficaz. (Conexão, julho 2008)


O argumento básico desse texto se apoia no(na):

Alternativas
Comentários
  • Para argumentar a conclusão"os segmentos de renda menores representam riscos menores do que anos atrás" usou o fato de Alguns dos entrevistados da classe C têm prestações atrasadas, em proporção maior que os da classe D.

    Letra A exemplo que passa de um fato particular para um caráter geral;

  • Gabarito: Letra A

    Exemplos ---- depois houve uma generalização.

    Alguns dos entrevistados da classe C têm prestações atrasadas, em proporção maior que os da classe D, (dois grupos de classes diferentes, são os exemplos) também entrevistados, o que mostra que os segmentos (aqui ocorreu uma generalização) de renda menores representam riscos menores.

    Força, guerreiros (as)!!

  • Acho que errei também na prova. Tentando entender a FGV: a data 2008 não está lá de graça, ela exclui a 'E'. Da mesma forma, 'Alguns' abre o parágrafo para reforçar que é do particular para o geral - habilitando a letra 'A'. Na maior parte das vezes, quando erro, fico entre as duas mais prováveis. É um questão de entender a banca.

  • Pode fazer oração antes da prova?

  • Gabarito letra A. Depois houve uma generalização
  • Questão recorrente na FGV: Observem , ALGUNS entrevistados da classe C ( PARTICULAR) em proporção aos da classe D = (GENERALIZAÇÃO)

  • Mano a parte interpretativa dessa banca é terrível ... força fé e coragem.

  • Gente, pensem assim: ao analisarem a classe "C", eles perceberam certo nível de prestações atrasadas. Então analisaram a classe "D", novamente outro nível de prestações atrasadas. Porém, para comparar um com o outro, é preciso "sair" da classe e comparar com a outra, que possui diferente quantidade de "participantes". Para qualquer efeito comparativo, precisamos sair de algo menor, para maior.

  • Não poderia ser a E, pois o texto é de julho de 2008.

  • Toda vez que o gabarito é letra A. Pode ter certeza que é uma questão polêmica.

  • Respondendo ao comentário da "Eu mesma",

    b) ERRADA: Penso que o adjetivo emblemático estaria relacionado a algo ou a alguém de grande significado social/histórico, o que não é mencionado no texto. Além disso, o texto não possui uma estruturação narrativa.

    --

    c) ERRADA, não expõe a empresa e não apresenta argumento de autoridade em relação a esta.

    d) ERRADA, o argumento básico do texto não se apoia na "credibilidade da revista que publica a reportagem", a revista é mencionada apenas como uma referência.

    e) ERRADA, "atualidade dos dados apresentados": não é atual, visto que a referência aponta o ano de 2008 e a prova foi realizada em 2019.

  • Letra A

    Você tipifica e depois generaliza...

  • ☠️ Arthur R. Carvalho ☠️ tem razão na explicação.. num tem nd a ver a comparação q o autor fala e a conclusão q ele chega....... saiu de um particular e fez uma conclusão generalizada..

  • Gabarito: Letra A.

    Para argumentar a conclusão"os segmentos de renda menores representam riscos menores do que anos atrás" usou o fato de Alguns dos entrevistados da classe C têm prestações atrasadas, em proporção maior que os da classe D.

    Letra A exemplo que passa de um fato particular para um caráter geral.

  • Inadimplência reduzida O segredo dessa questão está aqui nessa primeira parte do texto!

    Inadiplência geralmente nos remete a uma só pessoa. Inadimplente é aquele que está com as contas em atraso! Não é atoa que a própria banca destacou essa passagem!

    Então assim que a banca falou isso e depois falou em determinadas classes ela criou uma ideia que vai do particular para o geral!

    Vem em mim TJ-CE!!

  • Fico perdida com essas questões...

  • Acho que parte do particular quando é mencionado "alguns entrevistados" e vai para o geral quando menciona "classe C e classe D".

  • Eu pensei assim: O modelo de análise é eficaz (fato particular), portanto os entrevistados têm riscos menores (caráter geral).

    Não me pergunte se faz sentido, alta probabilidade de eu ter tido sorte, somente.

  • Fabri FZ pensei o mesmo que vc!!

  • Eu pensei assim:

    Um fato particular - os dados da pessoa entrevistada;

    Caráter geral - conjunto de dados das entrevistas que resultaram em um dado geral (inadimplemento nas classes sociais)

  • A letra A foi a primeira que eliminei! kkkk =/

  • Eu tô desaprendendo Português com essa banca.

  • Sinceramente não conseguiu entender.

  • Nessa hora nenhum professor se mnanifesta, tô só observando

  • Se baseia em um fato particular... alguns entrevistados (algumas pessoas) e chega numa conclusão geral sobre as classes C e D. Uma generalidade de pessoas....

  • Creio que muitos estão tendo o raciocínio equivocado. Observem:

    Caso particular: Alguns dos entrevistados da classe C têm prestações atrasadas, em proporção maior que os da classe D, também entrevistados

    Caso geral: o que mostra que os segmentos de renda menores representam riscos menores do que anos atrás.

    Ou seja, por meio de casos particulares de uma parte do segmento foi criada uma conclusão generalizada.

  • gabarito A.

    Inadimplência reduzida. Alguns dos entrevistados da classe C têm prestações atrasadas, em proporção maior que os da classe D, também entrevistados, o que mostra que os segmentos de renda menores representam riscos menores do que anos atrás. Isso ocorre porque o modelo de análise de crédito das instituições financeiras está mais eficaz. (Conexão, julho 2008) O argumento básico desse texto se apoia no(na):

    (A) exemplo que passa de um fato particular para um caráter geral;

    (B) narrativa de um fato emblemático;

    Um fato emblemático é considerado algo excepcional, que por ser original, serve de exemplo para outros tipos de situações

    (C) autoridade da empresa responsável pela entrevista; (não cita)

    (D) credibilidade da revista que publica a reportagem; (não tem como saber)

    (E) atualidade dos dados apresentados. (Conexão, julho 2008)

  • Dica básica: chute! que m... de banca

  • Aguns entrevistados (pessoas, embora indeterminadas, são "conhecidas" por quem as intrevistou) estão dentro do grupoC e/ou D das classes de pessoas indeterminadas e indeterminantes (não se sabe a quantidade e a identidade total dessas pessoas).

  • A. exemplo que passa de um fato particular para um caráter geral; correta

    por eliminação

  • A reposta é a letra A porque ALGUNS dos entrevistados da classe C, não são todos, estão sendo comparados com Todos da Classe D, embora Todos estejam subentendidos, ou seja, parte de um exemplo particular para um exemplo caráter geral.

  • Essa banca é muito louca! Que isso!

  • Esta questão requer conhecimento sobre estratégias argumentativas e métodos de raciocínio: indutivo e dedutivo.

    Alternativa (A) correta - O autor, para defender sua tese, recorreu ao método indutivo, partiu dos fatos particulares ou específicos (Alguns dos entrevistados da classe C) para a conclusão ou generalização (em proporção maior que os da classe D). Perceba que o autor utilizou o pronome indefinido “alguns" para particularizar um grupo, nem todos os entrevistados da classe C têm prestações atrasadas.

    Caso tivesse utilizado o pronome “todos", por exemplo, o método seria dedutivo - do geral para o particular.

    Alternativa (B) incorreta - Não é um texto narrativo. O texto para ser predominantemente narrativo deve conter os seguintes elementos que formam a sigla PENTE (personagem, enredo, narrador, tempo e espaço).

    Alternativa (C) incorreta - Não foi citada nenhuma empresa, portanto o texto não tem argumento de autoridade.

    Alternativa (D) incorreta - A revista foi apenas uma fonte apresentada ao leitor.

    Alternativa (E) incorreta - Tendo em vista que a prova foi realizada em 2019, e o texto publicado em 2008, os dados apresentados não são atuais.

    Gabarito da Professora: Letra A.

  • Enxerguei de outro modo:

    Verde = particular

    Vermelho = geral

    Alguns dos entrevistados da classe C têm prestações atrasadas, em proporção maior que os da classe D, também entrevistados, o que mostra que os segmentos de renda menores representam riscos menores do que anos atrás. Isso ocorre porque o modelo de análise de crédito das instituições financeiras está mais eficaz. (Conexão, julho 2008)

    GAB LETRA A

  • carai biri din
  • Como disse um colega em outra questão: ficou em duvida na alternativa, escolheu uma? Marque a outra


ID
2947585
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“Até mesmo de um corpúsculo disforme pode sair um espírito realmente forte e virtuoso”.

Nessa frase, há uma forma diminutiva de corpo; a frase abaixo em que o diminutivo sublinhado perdeu o sentido original de diminutivo e passou a significar outra realidade é:

Alternativas
Comentários
  • Olá, amigos!

    Folhinha = calendário. Perdeu o caráter diminutivo e assumiu outro significado no contexto.

    Bons estudos!

  • Que questão brisadinha

  • Que questão mais fresquinha

  • Que questão mais mediocridadezinha, fodidinha

  • Eu pensei que "vidrinho bem diminuto, o preço era alto" estava ironizando o tamanho do vidro e o preço e, por isso, mudava o sentido do vridrinho. Já que folinnha a gente sabe que é o calendário.

    Minutos depois......entedi. FODA!!!

  • substantivo feminino

    Dimin. de folha.

    Folha ou caderno impresso contendo o calendário; calendário em que a cada dia ou mês do ano corresponde uma folha.

    No sentido da questão está representando um calendário.

    LETRA C

  • Deixando todos ladcadinhos

  • como alguém pode errar uma "questãozinha" dessas?

  • Só lembrar da música "mulher de fases" que diz: "meu namoro é na FOLHINHA... mulher de faseees"

    FOLHINHA= CALENDÁRIO

  • Aí aí, Fundação Getúlio Varguinhas...

  • Que questão cachorrinha

  • para não zerar na prova

  • essa foi para não zerar kkkk

  • eu só sabia essa porque minha mãe só fala "folhinha", não fala "calendário"

  • Estou sabendo agora que folhinha é calendário...

  • Aqui onde moro FOLHINHA É FOLHA PEQUENA, SEJA ELA DE PAPEL OU DA ÁRVORE. NOSSA! ESSA BANCA É DO SATANÁS.

  • FGV SAFADINHA

  • Complicada e perfeitinha

    Você me apareceu

    Era tudo que eu queria

    Estrela da sorte

    Quando à noite ela surgia

    Meu bem, você cresceu

    Meu namoro é na folhinha

    Mulher de fases

  • Vamos pela lógica da FGV: Vidro é elemento que dá origem a inúmeros objetos que levam sua composição. Vidrinho não mais é que o diminutivo desse "elemento". Então, quando a fgv assume que "vidrinho" no sentido de "recipiente" não perde as características do próprio "elemento de composição", ela se contradiz e não abrange o campo das inúmeras interpretações. No mínimo, teria que ser revista essa questão!

  • Gabarito: C

    Folhinha também equivale a Calendário. Minha mãe sempre diz: "Vanessa vê na folhinha que dia irá cair tal data este ano. Na infância eu pegava uma folha pequena mas passando o tempo aprendi que ela se referia ao calendário.

    #avagaéminha

  • que questão mais vagabinha.

  • Mas que questãozinha mais sapequinha.

  • Basta lembrar de calendário. Se ainda houver dúvidas, vão por eliminação.

  • A FGV já havia cobrado esse mesmo tema - em que a bendita folhinha, inclusive, apareceu. Daí a importância de resolver questões atrás de questões. Confiram a Q891634, de 2018, que caiu na prova do Banestes:

    “Se no Brasil a ética chegou a esse ponto, imagine a etiqueta, que é a pequena ética”. A autora da frase, Danuza Leão, se refere à forma (etiqueta) que perdeu o valor diminutivo e passou a designar uma outra realidade.

    A frase abaixo em que o vocábulo sublinhado conservou o valor diminutivo é:

    A) Ao ser perguntado sobre em que dia da semana estava, teve que consultar a folhinha na parede da sala;

    B) Saía sempre às sextas para tomar uma cervejinha com os amigos;

    C) A propaganda aconselhava o uso de camisinha;

    D) Alguns espectadores visitam os atores no camarim;

    E) Após a chuva, havia gotículas de água no vidro dos carros. [conserva o sentido diminutivo]

    :^)

  • FGV é uma verdadeira mensagem subliminar.

    Deus me livre!!!

  • Significado de Portinhola:

    1) porta pequena.

    Significado de Folhinha:

    1) folha pequena.

    2) calendário impresso numa única folha ou em pequenas folhas destacáveis, correspondentes a cada dia do ano, e que, por vezes, dá outras informações, como os dias santos e feriados, datas notáveis, o santo do dia, as fases da lua etc.

    Vale ressaltar que no contexto da frase a palavra Folhinha se refere à calendário, e não a uma folha pequena.

    "Os alunos verificaram na folhinha as datas previstas para as provas finais;"

    Portanto, gabarito letra C.

  • ahhhhh vá!

  • FGV fazer isso é uma feiurinha...

  • Do mesmo modo que folhinha pode significar calendário, vidrinho pode significar frasco...

  • safadinhaaa

  • ô putaria

  • E ia lá saber que folhinha é calendário.

  • "Meu namoro é na 'folhinha'"

  • Essa questão está muito mal feita. Sem o contexto, não dá para fazer o julgamento das alternativas. Por exemplo: na alternativa C, eu posso considerar que as datas das provas estavam em uma folhinha; e na E, vidrinho pode significar qualquer coisa pequena feita de vidro (um espelho pequeno, um copo, etc). Essa questão deveria ter sido anulada.

  • mandou todo mundo pra merdinha!

  • Sobre a importância de fazer questões da banca: só acertei essa porque já vi essa mesma palavra com esse significado em uma outra questão da FGV (obviamente errei na primeira vez... mas fixei e serviu agora)

  • Fiquei entre A e B. Mas entre duas possíveis certas, eu vou na mais comum, pq sempre nessa banca aquele termo que achamos ser anormal, nunca tá certo mesmo kkk

  • Anotado! Folhinha = Calendário.

  • PORTINHOLA = PORTA PEQUENA

    REVISTINHA = REVISTA PEQUENA

    FOLHINHA = CALENDÁRIO

    BISCOITINHOS = BISCOITO PEQUENO

    VIDRINHOS = VIDRO PEQUENO

  • Graças ao meu Vô que chama calendário de folhinha, eu acertei a questão.

  • Gabarito C, porém não sou capaz de opinar o porquê

  • A cada dia que passa me surpreendo com a FGV.

  • C folhinha = calendário

  • Folhinha nesse caso perdeu  a noção de diminutivo, passando a siginificar calendário.

  • minha vontade é de desistir de tudo quando faço as questões da fgv

  • Kkkk Queria nem rir. Ta osso!

    Nao desistimos :)

  • Deus nos abençoe ...

  • No interior se fala muito desse jeito quando vai chegando o fim do ano.. sempre pedem: Moço, já tem folhinha [calendário]? Há ainda uma variação: folhinho

  • A banca pede o caso em que o diminutivo não indica redução do tamanho, mas sim indica um sentido totalmente diferente. Isso ocorre com “folhinha”, que não é uma folha pequena, mas sim um calendário, uma agenda.

    Gabarito letra C.

  • Vivendo e aprendendo!!!

  • o segredo dessa banca é responder várias questões dela, adequar-se ao seu modo de pensar. Se formos dar de cara com ela somente na hora da prova, com certeza vamos pegar uma sapatada kkkkkk

  • Letra C: Os alunos verificaram na folhinha as datas previstas para as provas finais; Folhinha = calendário. Perdeu o caráter diminutivo e assumiu outro significado no contexto. (GABARITO)

    Letra A: Havia na parede uma portinhola por onde se compravam as entradas para o jogo; Portinhola = bilheteria. Não perdeu o caráter diminutivo, mas assumiu outro significado no contexto.

  • que questão bem "fresquinha", não ajuda os concurseirinhos...

  • Acho que deveria ter convivido um pouco mais com a minha vó

  • Em Goiânia se chama calendário de folhinha, Rs.

  • "folhinha"!!! Regionalismo é sacanagem!

  • Aqui no RJ não se chama muito de folhinha o calendário.

  • Aqui no RJ não se chama muito de folhinha o calendário.

  • FGV, a rainha das pegadinhas...

  • Aqui no Ceará se chama Karai...kkk

  • Eu soube hoje que folhinha é calendário,aí é fogo,um termo regional.
  • Isso é um Caraí, um negócio desse
  • Tá de sacanagem.

  • Ohh "banquinha" sacana.
  • O sistema de questões da FGV é praticamente um sistema de loteria,pura sorte.

  • folhinha

    substantivo feminino

    1.folha pequena.

    2.calendário impresso numa única folha ou em pequenas folhas destacáveis, correspondentes a cada dia do ano, e que, por vezes, dá outras informações, como os dias santos e feriados, datas notáveis, o santo do dia, as fases da lua etc.

    Vivendo e aprendendo! ¬¬'

  • Questão simplesmente ridícula!

    Como diabos que alguém vai saber que FOLHINHA também significa CALENDÁRIO?

    Mas é como sempre digo: '' A dificuldade é pra todos. ''

  • Dica para FGV: quando tiver dúvidas em duas respostas, marque a que você considera menos correta.

  • A banca pede o caso em que o diminutivo não indica redução do tamanho, mas sim indica um sentido totalmente diferente. Isso ocorre com “folhinha”, que não é uma folha pequena, mas sim um calendário, uma agenda. Gabarito letra C.

    Fonte: Felipe Luccas.

  • Gabarito:

    Os alunos verificaram na folhinha as datas previstas para as provas finais; > nesse caso "folhinha" indica calendário.

  • Na infância só ouvia os adultos falarem folhinha ao invés de calendário.

  • Não vou me culpar por não ser um dicionário ambulante! Quem errou, faça o mesmo! Avante!!!

  • Lembrem o refrão de "mulher de fases - raimundos".

    "Quando à noite ela surgia

    Meu bem, você cresceu

    Meu namoro é na folhinha

    Mulher de fases"

  • Eu nunca fiz prova da FGV, mas confesso que estou me divertindo com os comentárinhos...!!! rss!

     

  • FGV: Força, Guerreiro, Vai errar!

  • essa questão testa o que em Língua Portuguesa?

    se você pegou a época de folhinhas de dias de calendário?

    ¬¬"

  • que questão mais abaitoladinha !

  • Folhinha= Calendário

  • Que questão mais filhadaputinha

  • gente ??? questão nada a ver kkkk

  • perdeu o sentido original de diminutivo e passou a significar outra realidade

    Ok, fiz assim:

    A - Portinhola (porta pequena)

    B - Revistinha (revista pequena)

    C - Folhinha (folha pequena)

    D - Biscoitinho (biscoito pequeno)

    E - Vidrinho (vidro pequeno)

    Colocando na pratica agora...

    A - Havia na parede uma (porta pequena) por onde se compravam as

    entradas para o jogo

    B - Era uma (revista pequena) francesa que cabia no bolso da camisa;

    C - Os alunos verificaram na (folha pequena) as datas previstas para as

    provas finais

    D - Comeu muitos (biscoito pequeno) de araruta, gostosíssimos

    E - Apesar de ser um (vidro pequeno) bem diminuto, o preço era alto

    Sentido original - a única que perde mesmo é C

  • Folhinha= Calendário.

    :)

  • O examinador usou droguinha

  • achei que era coisa daqui do interior falar VÊ NA FOLHINHA QUANDO TROCA A LUA

  • Nas provas da FGV quanto mais esquisitas, mais certa ela está rsrs
  • Se pesquisar folinha no google ele mostra imagens de calendário.. Não sabia dessa kkk

  • Essa questão foi em uma prova do RIO. Aqui falamos "folhinha" ou calendário. 

  • "Teu namoro é na folhinha, mulher de fases..."

    Essa música explica um pouco o uso desse vocábulo diminutivo e por que não chamar de regionalismo cobrado aqui na questão?

    Folhinha então detém mais de um sentido ao ir para o diminutivo. Foi o que eu entendi.

    Bons estudos!!!

  • Folhinha= Calendário

  • Eu não tinha a mínima ídeia nessa a questão.

    Portinha -> achei que era aquele buraco que compra ingresso de jogo.

    Vidrinho -> achei que fosse um perfume, rsrs, Quem diabo compra um vidro pequeno e caro?

    Folhinha -> achei que fosse um boletim escolar.

    Essa é o tipo de questão que sempre vou errar.

  • MINHA DICA VALIOSA p/ QUESTÔES ASSIM DA FGV:

  • Que questão mais enviadadazinha kkkkk

  • folhinha é um calendário, eu acho

  • E vidrinho?

    Qualquer recipiente transparente, q não seja necessariamente de vidro, comumente é chamado de vidrinho.

    Assim, vidrinho tbm não estaria de acordo com o que a questão pediu?!

  • Realmente. No interior onde eu morava calendário era "Folhinha ".
  • Em relação a "C"

    A palavra folha tem como diminutivos sintéticos:

    folhinha, folhazinha, folhita, folhazita e, depreciativamente, folheca e folhazeca.

  • "meu namoro é na folhinha... mulher de fases!"

  • Amigos, uma questão como essa deve ser analisada bem. Eu estava em dúvida entre a C e a E, pois:

    Folha = de arvore ou de papel.

    Folhinha = calendário. Por conta que "Os alunos verificaram na folhinha as datas previstas para as provas finais".

    Mas ainda estou em dúvida com a E, pois, acho que o vidrinho poderia ser um recipiente de vidro pequeno bem caro.

  • Minha vó chamava calendário de folhinha e eu ainda erro a questão.... po

  • Então você coloca no Google "folhinha" e aparece diversas fotos de calendário. #nuncanemvi

  • é HISTÓRIA ou Língua Portuguesa? ;/

  • C. Os alunos verificaram na folhinha as datas previstas para as provas finais; correta

    Por exemplo: quando você recebe uma folhinha (calendário) de brinde no comércio, ela pode ser de vários tamanhos. Você chama de folhinha mesmo assim.

  • FGV adora questões de sentido. A única que mudou o sentido é a C. " folhinha" não é folha pequena. O sentido aqui é conotativo.
  • Que ótimo! Segunda vez que erro essa questão. Aaff!

  • Assertiva C

    Os alunos verificaram na folhinha as datas previstas para as provas finais;

  • Folhinha é o mesmo que calendário ? É isso mesmo produção?

  • Nunca na vida eu pensaria que folhinha significa calendário.

  • atenção!

    Outros substantivos acrescidos de sufixo nominal indicador de grau adquiriram significados especiais, não mais exprimindo nem valor aumentativo nem valor diminutivo.

    EXEMPLOS:

    CARTÃO, FERRÃO, PORTÃO, CARTILHA, FOLHINHA(CALENDÁRIO), LINGUETA, VIDRILHO(TUBOS DE VIDRO).

    FONTE: LIVRO TQP (TEORIA E QUESTÕES DE PORTUGUÊS)

    ESPERO TER AJUDADO!

    AVANTE! A VITÓRIA ESTÁ CHEGANDO.

  • A música do raimundos passou a fazer muito mais sentido pra mim agora hahaha

    "...meu namoro é na folhinha..."

  • Na minha terra não tem essa de calendário se chamar folhinha.

  • 4 sinônimos de folhinha.

    para o 1 sentido da palavra folhinha.

    1.almanaque

    2.anuario

    3.calendario

    4.efeméride

    gabarito letra C

  • Gabarito''C''.

    A palavra "folhinha" não está no sentido de "folha pequena", mas sim de calendário. Veja exemplo:

    Teve que consultar a folhinha na parede da sala ao ser perguntado sobre em que dia da semana estava (folhinha = calendário).

    Não desista em dias ruins. Lute pelo seus sonhos!

  • Sou do RJ e nunca vi folhinha ser dito como calendário, mas é FGV né?!

  • UMA QUESTÃO DE VOCABULÁRIO, POIS MUITOS IRÃO CAI EM "PEGADINHA" E OUTROS NÃO.

  • Isso mede o que?

  • que chatinha

  • pra FGV, folhinha é calendário. Gravem isso.

  • Eu entendi como sendo uma folha pequena que continha as datas das provas, como aquelas que são colocadas nos murais da escola. Nesse sentido continua sendo uma folha pequena.

  • Não vou cair nessa.

  • Já é bem a terceira vez que eu vejo questão da FGV com "folhinha" como sinônimo de calendário.

    Ai banca fresquinha!

  • Questão figurinha FGV (figurinha = carta marcada, já fiz outra igualzinha)

  • questão rapariguinha e filha da putinha
  • Folha, folhinha, com essa banca se vacilar toma na bundinha....kkkkkkkkkkk

  • Daí tu bota no Google "folhinha" e ele corrige para "folhinha verde" que é algo um pouco perturbador...

    Quanto a questão, aparentemente folhinha é sinônimo de calendário. Primeira vez que vejo, mas pelo jeito é recorrente na FGV -tá aí a importância de ser especialista na tua banca !!!-

  • folhinha

    substantivo feminino

    1. folha pequena.
    2. calendário impresso numa única folha ou em pequenas folhas destacáveis, correspondentes a cada dia do ano, e que, por vezes, dá outras informações, como os dias santos e feriados, datas notáveis, o santo do dia, as fases da lua etc.

  • MARQUEI A LETRA ( A ) COM TANTA CONVICÇÃO HAHAH

  • Folhinha: calendário impresso numa única folha ou em pequenas folhas destacáveis, correspondentes a cada dia do ano, e que, por vezes, dá outras informações, como os dias santos e feriados, datas notáveis, o santo do dia, as fases da lua etc.

  • O elaborador usou(fumou) uma folhinha pra fazer essa questão.

  • fui seco na A

  • Imagina vc perder o concurso do seus sonhos por errar uma questão dessas.

  • Conhecimentos Gerais > Português FGV

  • eu sei que tipo de folhinha estão usando para fazer essas questões, viu dona FGV !!!

  • eu imagino a conversa de um dos elaboradores da fgv com um colega

    Elaborador: olha essa questão

    colega: kkkkk oxe que isso

    Elaborador: né kkkkkk

    Colega: KKKKK

    Elaborador: KKKK

  • GABARITO LETRA C

    “folhinha”, que não é uma folha pequena, mas sim um calendário, uma agenda

  • tem q avisar pra esses elaboradores da FGV, q tem alguma coisa q eles tão fumando, q ta fora do prazo de validade:(

  • Existe coerência .

    Vejam :

    Seu aniversário será em que dia da semana ? Veja na folhinha ! ( O termo folhinha neste caso perdeu sentido diminutivo e passou a ser substantivo )

    Nessa questão há coerência , contudo já vi questão da FGV dizendo que os órgãos que compõem a administração indireta são : Autarquias , fundações públicas ,empresas públicas e sociedade de economia mista . kkkkkkkkkkkkkk

  • Eu sei qual tipo de folhinha esses examinadores estão usando.

    RUMO PMCE 2021

  • O problema é que ninguém usa mais esse termo. Por isso tá todo mundo estranhando. Também não é do meu tempo kkkkk Eu só vi em uma resolução de exercício. Só velho saberia essa kkkk

  • folhinha, perde o sentido de diminutivo.
  • QUE QUESTÃO MERDINHA

  • Para quem lê HQ : Qual multiuniverso a FGV elabora as questões dela?

  • Se a FGV falou que é biscoito. Bolacha então está errado

  • É a típica questão para se recorrer! Segundo dicionário: "folhinha substantivo feminino 1.folha pequena. 2.calendário impresso numa única folha ou em pequenas folhas destacáveis, correspondentes a cada dia do ano, e que, por vezes, dá outras informações, como os dias santos e feriados, datas notáveis, o santo do dia, as fases da lua etc." Eu nunca chamaria um calendário de " folhinha", a não ser que ele realmente fosse pequeno. Questão ridícula!
  • Então Dona Florinda seria o diminutivo de Dona Flor?

  • não faço milagre sem contexto
  • Questão para arregaçar o que você chama de "moral".
  • Vo lá eu saber que folhinha é o carai do calendário. pqp

  • Que questão idiotinha

  • nao precisava saber que folhinha era calendario. Folha pequena non ecsiste

  • Que questão desgraçadinha...

  • A questão foi muito bem elaborada. Ao ler a palavra folhinha e depois ter um contexto com datas, confunde quem está rersolvendo.

    Pequena Folha não é a mesma coisa que folhinha (calendário), nesse caso. Português não é exato, precisa do contexto para existir.

  • a gente erra tanto nas questões dessa banca, que quando encontra uma fácil até desconfia.

  • carai biri din
  • Na FGV não é mais Raciocínio lógico matemático, agora é Raciocínio lógico gramatical. Caramba quero acertar um dia 5 em seguida. É um sonho? Não é um objetivo, sou teimoso, um dia eu consigo!


ID
2947588
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“Sob a ponte a escuridão era total. Alguns ruídos não identificáveis e o cheiro de água apodrecida aumentavam a sensação de desconforto da tropa”.

Esse fragmento de texto descritivo se apoia exclusivamente:

Alternativas
Comentários
  • não entendi o por quê da ordem inversa

    a escuridão - visão

    ruidos - audição

    cheiro - olfato

  • Fui pela ordem. Na visão, na audição e no Olfato.

  • GABARITO: LETRA E

    Nessa questão a FGV não usou a expressão "respectivamente", logo a resposta está fora de ordem.

    >>> “Sob a ponte a escuridão era total (visão). Alguns ruídos não identificáveis (audição) e o cheiro de água apodrecida (olfato) aumentavam a sensação de desconforto da tropa”.

    Força, guerreiros(as)!!

  • nossa ,agora além da gente fazer questões de português temos que aprender pegadinhas nas questões , quebra cabeça nê .

  • Para a FGV não importa a ordem se estiverem corretas.

    Gabarito : E

  • Sacanagem

  • Raivinha no coração!

  • Ela não usou o termo "respectivamente" galera, logo as alternativas poderiam vir fora de ordem.

  • que banca sem noção

  • a questão nao pediu na ordem

    Sob a ponte a escuridão era total (visão). Alguns ruídos não identificáveis (audição) e o cheiro de água apodrecida (olfato) aumentavam a sensação de desconforto da tropa”.

    resposta E

  • Eehehe... errei, jurava que teria de seguir a ordem.

  • Gab E, No olfato / na audição / na visão.

  • Gab E. No olfato, na audição, na visão
  • Tinha esquecido que olfato é relacionado ao cheiro,mas como eu sabia que não era "tato" só sobrou olfato e acertei.

     

  • O examinador foi sagaz em não colocar a palavra respectivamente para confundir os candidatos.

  • GABARITO E

     

    “Sob a ponte a escuridão (visão) era total. Alguns ruídos (audição) não identificáveis e o cheiro (olfato) de água apodrecida aumentavam a sensação de desconforto da tropa”.

     

    * Como a questao não fala em "respectivamente", não há ordem correta. 

  • É só vc perceber que a banca não usou à expressão " respectivamente " ........ então E resposta.

  • Como ela não pede "respectivamente", fica mais fácil achar. É só eliminar o paladar que fica fácil.

  • Bom, se lermos a frase apenas uma vez e analisarmos as alternativas, de cara já eliminamos as três que possuem a palavra "Paladar", porque no texto não tem nada relacionado com experimentar ou provar algo/comida/alimento. Por isso, já podemos eliminar as letras B/C/D.

    Sendo assim, ficam as letras A e E.

    Aí já podemos eliminar a letra A, pois fala em "TATO" , porém, a frase não diz que eles tocam em algo. Restando apenas a letra E.

  • Como tu erra isso? Gisuis 18/05/19

    Gab.E

  • caramba , que sacanagem

  • Fora de ordem aí lasca tudo :|

    .

    Sob a ponte a escuridão era total = visão

    Alguns ruídos não identificáveis = audição

    e o cheiro de água apodrecida aumentavam a sensação de desconforto da tropa = olfato

  • Só eliminar paladar e tato. És a resposta. Não precisa ser na ordem, olfato, audição e visão.

  • 25/05/2019 errei

    Gab E

  • Gabarito E

    ele não diz respectivamente, logo não precisa estar na ordem...

    escuridão era total( visão)

    Alguns ruídos ( audição)

    cheiro de água ( olfato)

  • Gabarito letra E. Realmente o que confundiu no início foi a questão não trazer o comando "respectivamente." Bons estudos!

  • Achei fácil. FCC é muito mais díficil. Sem comparação.

  • BASTA ELIMINAR "no tato", e "no paladar"

    pois não há interpretação desses sentidos na frase!

    Bons estudos ruma ao TJCE

  • pelas 5 chagas de Jesus Cristo!!!!

  • GABARITO: LETRA E.

    No olfato/na audição/na visão.

  • É quase raciocínio lógico. A resposta está invertida.

  • A FGV estava muito boazinha nessa prova. :)

  • Arthur, faltou sua velha expressão: "queremos a alternativa correta".

  • acertei questão da fgv de português já coloco a música conquistando o impossível ...

  • Causa estranhesa quando não se tem o "respectivamente"... È pra pegar os desatentos mesmo.

  • Não tem paladar e tato, então da A até a D estão todas erradas. Note que a banca não pediu "respectivamente". Todos sabemos que a banca é sem noção, mas temos que nos adaptar.

  • essa questão testa o que em Língua Portuguesa?

    os cinco sentidos?

    ¬¬"

  • Quando você acha a questão fácil, fica meia hora tentando achar a possível pegadinha. kkk

  • Só os fortes entendem a FGV

    Gab E

  • Não está na ordem.

    Gab. E

  • tem uma pessoa aqui,quevive dizendo ser facil,molezinha questãoda fgv,eu me pergunto: pq essa pessoa ainda não passou? tenha dó né,se ligae

  • mas q carai

  • O termo "respectivamente" não foi citado.

  • Demorei, mas depois de analisar bem as alternativas, percebi que não estavam na ordem:

    No enunciado não cabe "paladar" e "tato".

    Restaram apenas a alternativa E

  • E. no olfato / na audição / na visão. correta

  • Não disse "respectivamente", então...já sabe..

  • e eu procurando a ordem respectiva dos fatos, raios..rsrs

  • "Sob a ponte a escuridão era total (visão). Alguns ruídos (audição) não identificáveis e o cheiro (olfato) de água apodrecida aumentavam a sensação de desconforto da tropa”. obs: No texto não tem paladar e nem tato, mas apenas visão/audição/olfato.

  • ahhhh de traz pra frente é dose hein....

  • Esta questão trabalha a sinestesia - figura de linguagem que mistura sensações percebidas pelos diferentes sentidos humanos.

    O enunciado “Sob a ponte a escuridão era total. Alguns ruídos não identificáveis e o cheiro de água apodrecida aumentavam a sensação de desconforto da tropa", há três vocábulos que remetem a sentidos humanos: escuridão - visão; ruídos - audição; cheiro - olfato. Logo, a alternativa correta é a (E). As outras alternativas estão erradas porque o texto não remete nem a tato nem a paladar, somente a olfato, audição e visão.

    Gabarito da professora: alternativa (E).

  • Na visão é kkkk oh banca malukinha

  • Sob a ponte a escuridão era total (visão).

    Alguns ruídos não identificáveis (audição) 

    e o cheiro de água apodrecida (olfato)

  • E EU PROCURANDO A ORDEM PERDENDO TEMPO , OU BANCA ORDINÁRIA

  • Se for pela ordem perde um tempo do caramba .

    Gab: E

  • A questão não pede uma ordem exata dos sentidos. Cuidado!! Atentem ao enunciado.

ID
2947591
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“No laboratório tudo parecia confuso: havia vidros com líquidos de diversas cores em armações de madeira, pequenas chamas esquentavam algumas substâncias que borbulhavam, pequenos tufos de fumaça escapavam de uma pequena chaleira no fogão ao fundo...”


Nesse texto, o observador descritor se caracteriza como:

Alternativas
Comentários
  • Como posso afirmar que o descritor é inexperiente sobre objeto pelo simples fato de dizer que o laboratório lhe parecia confuso?

  • Toda descrição dele é imprecisa

  • correções

    A) especialista no tema da descrição;

    errado. ele não sabe o nome dos "vidros" do laboratório, se o fosse. saberia!

    B) ligado afetivamente ao ambiente descrito;

    errado. não há marcas ligações afetivas (EX: laboratório no qual fiz minha primeira experiencia)

    C)opositor afetivo ao que é descrito;

    errado. não há marcas de oposição, apenas descrição

    D)inexperiente sobre o que é objeto da descrição;

    por eliminação poderíamos inferir, pois o fato de ele não saber os nome dos vidros, das substancias as quais ebuliam etc. gabarito

    E) plagiário, já que imita o estilo de um cientista.

    errado. não está copiando, mas sim descrevendo.

    bons estudos

  • Só por ele achar confuso aquele ambiente, que claramente não o é para quem entende do assunto, já mostra que ele não tem experiência sobre o assunto.

  • “No laboratório tudo parecia confuso" = inexperiente sobre o que é objeto da descrição.

  • “No laboratório tudo parecia confuso" = inexperiente sobre o que é objeto da descrição.

    d.

  • 19/05/19 errei

    Gab. D

  • Kkkkkk acertei num chute. Vou ter que responder umas 5 mil questões pra entender essa banca.

  • Alguém poderia me indicar um cursos bom de português para FGV?

  • Obrigada Felipe Costa! Não tinha entendido bem o gabarito até ler sua explicação. Fui induzida a erro nessa questão, pois acreditei que o termo "confuso" também era um elemento descritivo, ou seja, achei que a "confusão" integrava a descrição do autor. Entendi errado. Valeu!

  • Gabarito D

    você percebe que ele é inexperiente no assunto o qual está descrevendo, devido alguns termos que ele usa como:

    tudo parecia confuso, líquidos de diversas cores, algumas substâncias...

    esses termos acaba mostrando uma descrição imprecisa.

  • A alternativa C tem cara de pegadinha

  • Colegas, indiquem algum material de estudo para questões de Português da FGV.

    Questões confusas demais

    Por gentileza

  • Essa banca é fogo.

  • QUANDO FALA EM "pequena chaleira no fogão ao fundo" JÁ DA PRA PERCEBER QUE ELE NÃO SABIA O QUE TINHA ALI

  • nível hard.

  • D) inexperiente sobre o que é objeto da descrição;

    "havia vidros com líquidos de diversas cores em armações de madeira"

    O observador limita-se a descrever a apenas as características físicas externas do que ele vê. Notem que ele não informa quais os tipos de recipientes ou os líquidos que ele observa.

  • Sem querer julgar o gabarito, e sim dominar a banca.

    Inexperiente porque trata dos objeto através de hiperonímia.

    “No laboratório tudo parecia confuso: havia vidros com líquidos de diversas cores em armações de madeira, pequenas chamas esquentavam algumas substâncias que borbulhavam, pequenos tufos de fumaça escapavam de uma pequena chaleira no fogão ao fundo...”

    vidros; líquidos; armações de madeira; substâncias ...

    Esses vidros, líquidos, substâncias e armações têm nomes técnicos. Se quem descreve fosse iniciado, sabê-los-ia.

  • é inexperiente ao falar que tudo parecia confuso, e não sabia o nome de nada.

  • quando ele cita que havia vidro com líquidos de diversas cores, da pra perceber que o ambiente não é familiar e que ele não conhecia oque estava ali. Gabarito (D)

  • D. inexperiente sobre o que é objeto da descrição; correta

  • Se percebe claramente que ele é inexperiente no assunto o qual está descrevendo.

  • banca dificil da gota

  • Da medo de marca ate quando o cara tem certeza da alternativa kkkkkkk, Banca coloca muita pressão

  • A) especialista no tema da descrição; ITEM ERRADO!

    R = Não, se ele fosse especialista, ele não estaria confuso.

    B) ligado afetivamente ao ambiente descrito; ITEM ERRADO!

    R = Há um certo distanciamento, ele não parece entender as ações laboratoriais.

    C) opositor afetivo ao que é descrito; ITEM ERRADO!

    R = Não há traços de oposição, o autor descreveu apenas o ambiente, descreveu os acontecimentos,logo, tbm não há marca de afetividade.

    D) inexperiente sobre o que é objeto da descrição; ITEM CORRETO!

    R = O autor descreveu de forma confusa; ele desconheceu várias ações científicas.

    E) plagiário, já que imita o estilo de um cientista. ITEM ERRADO!

    R = Ele usa a linguagem genérica, ele não tem o intuito de se passar como um cientista.

  • Parece eu resolvendo simulado

  • Com medo de ser alguma pegadinha da FGV, li a questão umas 4 vezes antes de marcar kkkk

  • inexperiente sobre o que é objeto da descrição

    Ele descreve vidros, mas provavelmente deve ser aqueles tubos de laboratorio e com certeza não deve ser um fugão normal

    entao gab ( D ) ele não tem experiencia

  • GAB.: D

    • o trecho.: "parecia confuso", indica sua falta de entendimento e inexperiência de ante dos objetos do laboratório
  • A descrição, sobretudo, precisa se fazer compreensível para o interlocutor. Se ela não consegue seu propósito, logo, ocorre, diante dos gêneros textuais que a enquadram, uma entropia na linguagem (falha na comunicação). A descrição do personagem é imprecisa: ele não sabe nomear as substâncias dos vidros contendo os líquidos e ele mesmo diz isso ...''algumas substâncias''. A confusão do personagem tem sentido de inexperiência, insapiência, desconhecimento etc. Não há nada que remeta a alguma afetividade. Logo, letra D


ID
2947594
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“Todas as formas estão diluídas. Cinco horas da manhã.

A carroça do padeiro passa estrondando, fazendo tremer a quietude da cidade afundada, mas um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração.

O silêncio torna a cair”. (Graça Aranha, Canaã)


Nesse texto, o observador da cena NÃO pode descrever perfeitamente o que vê em função de limitações:

Alternativas
Comentários
  • “Todas as formas estão diluídas. Cinco horas da manhã.

    O fato de estar escuro, tornou-se uma barreira física. Única hipótese coerente para justificar o gabarito.

  • Não acredito que o problema esteja no horário, mas sim na cerração.

    "A carroça do padeiro passa estrondando, fazendo tremer a quietude da cidade afundada, mas um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração."

    O que traz uma limitação física, de não conseguir enxergar nitidamente, impossibilante que descreva perfeitamente o que vê.

  • A) Física: ao ler interpretei que o rapaz focou bastante no sentido da audição nos termos "estrondando", "ruído" e "silêncio", por outro lado algo limitava sua visão quando ele usa o termo "formas diluídas", "vulto" e "cerração"....ou seja a CERRAÇÃO o impedia de ver nitidamente. BARREIRA FÍSICA

    B) Psíquica: em nenhum momento o texto questiona a sanidade ou faz alusão a "loucuras" do locutor ou vivente.

    C) Cultural: nenhuma parte do texto fala sobre cultura.

    D) Afetiva: nenhuma parte do texto fala sobre afetividade

    E) Temporal: ele descreve bem as horas (cinco horas da manhã) assim não há barreira temporal.

  • Segundo o professor Décio Terror, trata-se de limitação temporal porque era 5 horas da manhã e ele não havia se levantado.

    Já a professora Adriana Figueiredo, entende que se trata se limitação física porque era 5 horas da manhã e ainda estava escuro.

  • Eu citei como barreira física, visto que seriam cinco horas da manhã e tudo estaria nublado impossibilitando a vista. No texto ele ainda cita: "Todas as formas estão diluídas". "

  • Diluidas, vultos

  • Cara pior é que eu tinha marcado a letra A e depois acabei optando pela letra E tempo ...

  • Imaginei que "formas diluídas" se referiu ao fato do personagem ter acabo de acordar, e, por tanto, ter aquela dificuldade em enxergar que todos nós temos ao abrir o olho imediatamente ao acordarmos.

  • Gaba: A

    Para FGV: Barreira Climática = Barreira física, legal ...

    vivendo e emburrecendo com a FGV

  • Galera, não gosto de questionar questão, até porque acho que a ideia aqui é entender a forma de cobrança da banca e não tentar mudar o gabarito. Mas acho válido deixar a definição da palavra cerração:

    Cerração

    substantivo feminino

    1) nevoeiro espesso, denso; neblina (Barreira Temporal)

    2) ausência de luminosidade; escuridão, treva. (Barreira Física)

    Ou seja, observando-se bem, a questão poderia ter como resposta tanto o gabarito A quanto o E. Essa é apenas mais uma questão com margem para duplo gabarito, como já é de costume da FVG. Até mesmo professores divergiram sobre a resposta.

    Se tivesse feito essa prova, entraria com recurso.

    Enfim, cabe a nós estudarmos, praticarmos e rezarmos para que no dia da prova escolhamos o mesmo gabarito que a FGV escolher.

  • A banca anulou a questão?

  • Não consigo ententer como a FGV ainda faz provas de Português, sério!

  •  Como é? Meu amigo... A FGV tem condições não! 

  • CERRAÇÃO: METEOROLOGIA;nevoeiro espesso, denso; neblina; POR EXTENSÃO ausência de luminosidade; Escuridão, treva.

  • Eu quero essa maconha da FGV pai
  • Essa questão deveria ter como item correto o E. Tendo em vista os seguintes fatos lógicos:

    Era ainda muito cedo, geralmente as 5:00h da manhã não tem sol, logo ainda o tempo está frio. Cidade quieta, frisando que ainda é cedo, e como não tem o calor do sol, e por conta da cerração citada mais a frente, só se ver o vulto. Segundo os dicionários cerração é neblina, nevoa...

  • Eu imaginei o cara ACAMADO. Pelo que entendi a barreira física é por conta da neblina, está ainda muito cedo...

    Minha nossa...

  • Acredito que ele seja meio cego

  • Que negócio é esse, nesse gabarito? Li os comentários e continuo sem entender!
  • Na verdade ficou confusa..dá pra ficar em dúvida entre temporal e física! A carroça do padeiro tava passando.. logico que ela iria sumir, não seria uma questão de horário(5:00 AM) mas sim, o tempo q ele levaria para passar. ''...um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração.''

    cerração= neblina, ou seja, ela passou e sumiu na neblina.

    Mas também, a parte ''..o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo..'' Uma pessoa que não enxerga bem, realmente não consegue ver muita coisa, a maioria vê vultos, daí a conclusão de que há uma limitação na visão do observador.

    mas e na hora da prova? o que fazer?

    OH, FGV! :(

    Gabarito A

  • Me sinto uma JUMENTA respondendo provas da FGV.

    Tenha misericórdia Senhor!!

  • Marquei letra E . Tem que entrar com recurso quem fez essa prova, não é possível

  • Acho que em parte a galera que errou era uma questão de não ir com muita sede ao pote, aliás; estamos falando de FGV. Não poderia ser a E, pois o texto diz que:"...o seu vulto e o seu ruído se dissolvem DE NOVO na cerração". O que me leva a pensar que, mesmo por um instante, ele esteve fora da cerração e, se não houvesse limitação fisica, daria para ter visto com clareza a carroça do padeiro. Espero ter ajudado a entender a FGV.

  • As vezes pra responder a FGV vc tem que entrar em um mundo paralelo, só pode

  • para entender a FGV tem que ser bem no sentido literal do que ela quer que você entenda.

  • Eita atrás de Eita essas questões da FGV....hehehe FGV poderia vir aqui e responder o que ela quis dizer com essa questão...Eu já interpretei de outra forma... Muita viagem por sinal hehehe nem vou comentar hehe bora p Próxima...

  • Quem também entendeu que limitação física se referia a algum problema ou deficiência física do observador e marcou E achando que "temporal" se referia à hora do dia, bota o dedo aqui...

  • Nem oração resolve a situação da FGV.

  • Todas as formas (físicas) estão diluídas, quem sabe devido a cerração.

  • Entendi que limitação temporal diria respeito ao clima. kkkkkkk

    "O 'tempo' está ruim, vai chover."

  • pessoal, todos os prof de cursinhos com gab diferentes!!! fgv é imunda, não tem como bater cabeça se está certa ou errada!! todas estão certas ou todas estão erradas. sempre assim

  • Eu marquei "A" achando que ele era cego. hahhahahahaha

  •  Importante esclarecer que, quando se fala em limitações temporais, não refere-se a aspecto climático, mas sim relativos à época, à cronologia, o que não cabe no caso. 

  •  "estrondando, fazendo tremer a quietude da cidade afundada, mas um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração"

    Posso até estar equivocada, mas acertei a questão por que interpretei que ele é surdo.

    -Sentiu o estrondo, o tremor, o ruido e viu o vulto com o ruido sumir na cerração. -

  • Eles perguntaram sobre o observador... Portanto a limitação é física ! A visão é limitada por condições físicas do ser humano. Enxergamos melhor durante o dia... temporal é uma consequência na natureza . Não do observador

  • Gabarito correto, letra A.

    O segredo está em saber que a expressão "barreira temporal" não tem relação com a cerração - que é barreira climática.

    Seguindo o dicionário, a expressão temporal apresenta sentidos relacionado a tempo (horas), tempestade, e coisa que se assemelha à tempestade (o que não tem necessariamente relação direta com o termo, cerração é temporal? não...).

    Dessa forma, a barreira física se refere à limitação de não ser possível enxergar claramente na cerração.

  • Entendo que há duas alternativas corretas: A e E.

    Ora, a questão pede para identificarmos qual a limitação do observador da cena que o impede de descrever perfeitamente o que vê.

    [...]. A carroça do padeiro passa estrondando, fazendo tremer a quietude da cidade afundada, mas um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração. [...].

    Sem dúvida, a questão deixa margem para que o candidato possa entender que, tendo em vista a rapidez com que a carroça passa na rua e logo some na cerração, isto é, o tempo decorrido, possa, sim, ser uma limitação para o observador.

    Há limitação física e temporal.

    Se um carro passar em frente a um observador a 150 km/h, e outro carro, a 10 km/h, a descrição será afetada pela velocidade do veículo (distância pelo tempo). Logo, ao utilizar a expressão "instante depois", caracteriza, também, a alternativa E como correta, mormente porque "instante" pode significar "o menor espaço apreciável de tempo", conforme dicionário Priberam.

  • Eu errei na prova. Coloquei temporal!

  • Marquei a alternativa E, tendo em vista que a definição de clima: "Clima é a sucessão de diferentes estados do tempo que se repetem e se sucedem na atmosfera ao longo do ano em determinada região. Para saber qual o clima de um lugar, é necessário fazer observações do tempo atmosférico diariamente, durante muitos anos, para verificar a regularidade das combinações dos seus elementos." Portanto ao meu ver, cerração está relacionada ao tempo durante a madrugada.

  • A FGV pensa ao contrário do que eu penso...kkkkkk

  • FGV Port interpretação

    Já fui 3x no temporal, por achar impossivel alguém enxergar qq coisa as 5h da manhã, mas, pelo visto o examinador faz parte do 5 am club/milagre da manhã

    Copiando do Lewis pra ver se aprendo:

    "O segredo está em saber que a expressão "barreira temporal" não tem relação com a cerração - que é barreira climática.

    Seguindo o dicionário, a expressão temporal apresenta sentidos relacionado a tempo (horas), tempestade, e coisa que se assemelha à tempestade (o que não tem necessariamente relação direta com o termo, cerração é temporal? não!).

    Dessa forma, a barreira física se refere à limitação de não ser possível enxergar claramente na cerração".

    tem·po·ral

    (latim temporalis, -e)

    adjetivo de dois gêneros

    1. Relativo a tempo (ex.: limites temporais).

    2. Que passa com o tempo, que é perecedouro (por oposição a eterno ou a espiritual). = PASSAGEIRO, PROVISÓRIO, TEMPORÁRIO, TRANSITÓRIO ≠ INTEMPORAL

    3. Do mundo, da vida terrena. = MUNDANO, PROFANO, TERRENO

    4. Que não é relativo ao clero ou à religião (ex.: poder temporal). = LEIGO, SECULAR ≠ CLERICAL

    5. [Anatomia] Relativo à região dos lados da cabeça entre os olhos e as orelhas.

    6. [Gramática] Que indica tempo ou localização no tempo (ex.: conjunção temporal, oração subordinada temporal).

    substantivo masculino

    7. Grande agitação do ar, acompanhada geralmente de chuva e trovões. = TEMPESTADE

    8. [Anatomia] Osso par situado na parte lateral e inferior do crânio por baixo do parietal.

    "temporal", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/temporal [consultado em 07-11-2019].

  • Eu fiz essa prova, coloquei temporal e super achei que havia acertado kkkkkkkkkkkk (cada K é uma lágrima)

  • temporal parece ter sido unanimidade . difícil pessoal ,estamos no mesmo barco .kkkkk

  • A resposta já está na própria pergunta. "o observador da cena NÃO pode descrever perfeitamente o que em função de limitações:" , se ele não consegue vir, a barreira só pode ser física.

  • As questões da fgv são f*. Mas, depois de tanto tomar pancada, questões como essa me trazem um certo tesao em, um dia, fazer parte da equipe que a elaborou. Só em pensar que no início só queria saber de chinga-la, posso considerar uma evolução, quem sabe!

  • A. físicas; correta

    a cerração é uma barreira física, tanto que ele dá mais ênfase aos sons

    A letra E traduz tempo e o texto fala em 5h da manhã, ou seja, não há tal barreira

  • A FGV repetiu essa questão (com poucas diferenças) na prova de Oficial de Justiça do TJ-RS 2020, vejam:

    Q1134356: “Todas as formas estão diluídas. Cinco horas da manhã. A carroça do padeiro passa estrondando, fazendo a quietude da cidade afundada, mas um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração. O silêncio torna a cair”. Nesse texto o observador não pode descrever perfeitamente as formas; nesse caso, o que provoca essa limitação do observador é:

    (A) a falta de conhecimento do assunto;

    (B) a existência de problemas psicológicos;

    (C) o posicionamento distante da cena;

    (D) a impossibilidade física de ver as formas; (gabarito)

    (E) a deficiência visual e auditiva.

  • "Todas as formas estão diluídas. Cinco horas da manhã". = Não da para ver com clareza, ou seja a limitação é fisica.

  • A questão foi reciclada pela fgv: Q1134356

  • nossa. questao REPETIDA?? kkkkkkkkkkkkk ate eu acertei. e olha que de 20, errei 12 kkkkkkkkk

  • boa pegadinha

  • O observador disse, no início do texto, que "Todas as formas estão diluídas", mas não apresenta o motivo dessa dificuldade de descrição do local.

    Posteriormente, após a passagem avassaladora de uma carroça, ele volta a mencionar esse obstáculo na vista da paisagem quando diz "o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração."

    A - Já que está presente no texto que o motivo é a CERRAÇÃO.

    B - Não se pode dizer que é psíquica uma vez que o próprio autor dizer que a CERRAÇÃO dificulta a descrição da paisagem. 

    C - Essa alternativa extrapola complemente o que está no texto. Não há indícios de traços culturais que prejudiquem a descrição, mas sim um obstáculo causa pelas condições climáticas. 

    D - Não há traços afetivos, como a presença de adjetivos subjetivos, ou o fato de o observador estar triste, por exemplo.

    O que realmente impede é a condição climática descrita por meio da CERRAÇÃO

    E - A expressão TEMPORAL não pode ser confundida com CONDIÇÕES DO TEMPO.

    O que realmente impede é a condição climática descrita por meio da CERRAÇÃO. 

    LETRA A

  • quem mais ai entendeu que ele estava meio desnorteado por ser 5 da manhã kkkkkkkkk
  • Todas as formas estão diluídas. Ora, se as formas estão diluídas, há um problema que limita o autor de enxergar as formas corretas. Logo, o limite imposto é físico (o autor não consegue enxergar aquilo que está adiante), para isso, utiliza elementos sonoros para correta descrição. Interpretei assim.

  • WTF!!!! kkkkkkkkk banca totalmente subjetiva.

    Tá bom FGV, mas me fala aí... a resposta é oq você bem entender mesmo?

    Tudo nos leva a crer que as limitações são tempoais..... sinceramente!!!!!!

  • GAB item A) físicas.

    Todas as formas estão diluídas. Cinco horas da manhã. A carroça do padeiro passa estrondando, fazendo a quietude da cidade afundada, mas um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração (nevoeiro). O silêncio torna a cair”.

  • Praticamente a mesma questão se repetiu:

    Q1134356

    Ano: 2020 Banca: FGV Órgão: TJ - RS Prova: OFICIAL DE JUSTIÇA

    Observe o fragmento textual abaixo, retirado do romance Canaã, de Graça Aranha.

    “Todas as formas estão diluídas. Cinco horas da manhã. A carroça do padeiro passa estrondando, fazendo a quietude da cidade afundada, mas um instante depois o seu vulto e o seu ruído se dissolvem de novo na cerração. O silêncio torna a cair”.

    Nesse texto o observador não pode descrever perfeitamente as formas; nesse caso, o que provoca essa limitação do observador é:

    ITEM D) a impossibilidade física de ver as formas.

  • (quer dizer que ele é cego ) pois o texto marca vulto , carroça estrondando ou seja é o barulho que a carroça faz, e depois que a carroça passa, o silencio volta a cair .

  • Temporais seria resposta mais correta, depois, no meu ver seria física. Ele não podia ver pois naquele horário havia cerração, possibilitante ver apenas o vulto. achei que fosse a resposta, pois ele enfatiza a hora, mas está difícil achar lógica com essa banca maldita.

  • OUTRA IDENTICA A ESSA;


ID
2947597
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O texto descritivo abaixo que se fundamenta predominantemente em elementos gustativos é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    Elementos degustativos são aqueles relacionados ao paladar (sabor, sensações de comidas, gostos).

    >>> “Deitado, ele beliscou dois ou três grãos. Chupou o sumo azedo, deixou cair a casca no prato. Apanhou outro bago, mais doce

    Força, guerreiros(as)!!

  • Para complementar:

    A descrição é uma modalidade de composição textual cujo o objetivo é fazer um retrato por escrito de um lugar, uma pessoa, um animal, um pensamento, um sentimento, um objeto etc.

  • Essa questão esteve na prova do DPE, nível médio, esse ano.
  • Seria a pergunta mais fácil de Português da FGV já vista na história desse País?

  • GABARITO B

     

    Gustativo está relacionado a gosto, paladar. 

     

    "Chupou o sumo azedo". "Apanhou outro bago, mais doce”.

  • Fique com muito medo de marcar. Achei que era pegadinha.

  • Pelo enunciado "O texto descritivo abaixo que se fundamenta predominantemente ...", não houve resposta certa. O trecho da assertiva "B" (gabarito) é considerado pela gramática como NARRATIVO, posto que houve sequência de fatos concluídos por um personagem, não uma descrição. Na descrição, tem -se um retrato de uma cena; a descrição é estática. Aí, houve uma narração.

  • Gustação é um dos cinco sentidos. É a capacidade de reconhecer os gostos.

    "azedo e doce" na letra B..

  • A) Predomina elementos auditivos;

    B) Predomina elementos gustativos

    C) predomina elementos olfativos

    D) Tato

    E) Visão

  • pra n zerar

  • Socorro

    Gabarito B, eu não fazia ideia do que era Gustativo, mas eu imaginei que fosse algo relacionado ao gosto( paladar)

    a alternativa B descreve bem isso.

  • É cada questão...avalia bem demais os candidatos nossinhora.

  • A princípio, eu ia marcar a alternativa B justamente por causa dos elementos gustativos, que eu deduzi ser o mesmo que degustativos, mas acabei marcando a E por pensar que a B se tratava de um trecho narrativo, não de uma descrição.

    Enfim...

  • Basta saber que gustativo é relativo ao paladar.

  • GABARITO: LETRA B.

    Elementos degustativos são relacionados ao paladar.

    A descrição é uma modalidade de composição textual cujo o objetivo é fazer um retrato por escrito de um lugar, uma pessoa, um animal, um pensamento, um sentimento, um objeto etc.

  • Essa questão é aquela que a banca grita: É pra não zeraaaaar

  • Cara, a FGV é muito louca .. kkkkk
  • Tinha eliminado logo a B por ser narrativo.

  • Lembrei das papilas gustativas
  • Elementos gustativos = comida

  • Esse texto é narrativo e não descritivo.
  • B. “Deitado, ele beliscou dois ou três grãos. Chupou o sumo azedo, deixou cair a casca no prato. Apanhou outro bago, mais doce”.(Dalton Trevisan, As uvas) correta

  • Galera, sem papas na língua. esta palavra "gustativos" nunca, nunca, nunca tinha ouvido falar.

    Deus é mais ! Tomar café aqui. Hoje é só fumo, viu !

  • Pelo que entendi, elementos gustativos tem a ver com paladar, sentido de gosto. No texto, há duas ocorrências claras: "... chupou o sumo azedo..." e "...apanhou outro bago, mais doce..."

    Se eu estiver errado, corrijam!

  • elementos gustativos, ou seja, que tem haver com gustavos

  • Gabarito B

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Gustativo = relativo a gosto, a paladar.

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    “Deitado, ele beliscou dois ou três grãos. Chupou o sumo azedo, deixou cair a casca no prato. Apanhou outro bago, mais doce”.

  • Acertei. Porém, o português da FGV é bastante multidisciplinar... a interpretação textual requer conhecimentos mínimos em diversas matérias...

  • é por isso que eu gosto da FGV, pq só quem estuda de verdade passa. Não tem esse mi mi mi de que estudou 3 meses e passou na prova da PC.

  • Se eu tivesse marcado a alternativa B, e aparecesse "Você Errou", eu pararia de estudar hoje mesmo. kkkkkkkkkkkkk


ID
2947600
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação da Defensoria Pública
Assuntos

João e José são réus em ação penal na qual o Ministério Público imputa-lhes a prática dos crimes de tráfico e associação para o tráfico de entorpecentes. Após entrevista inicial com ambos os réus, que manifestaram interesse em ser assistidos pela Defensoria, o Defensor Público que atua junto à Vara Criminal verificou que os réus se acusam reciprocamente de serem os proprietários do entorpecente apreendido pela Polícia Militar.

De acordo com a Lei Orgânica Nacional da Defensoria Pública, João e José têm direito à:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - D

    art. 4-A, V, LC 80/94

  • Gabarito: D

    Lei Complementar nº 80/1994

    Art. 4-A. São direitos dos assistidos da Defensoria Pública, além daqueles previstos na legislação estadual ou em atos normativos internos:      (Incluído pela Lei Complementar nº 132, de 2009).

    [...]

    V – a atuação de Defensores Públicos distintos, quando verificada a existência de interesses antagônicos ou colidentes entre destinatários de suas funções.      (Incluído pela Lei Complementar nº 132, de 2009).

  • Antagônico significa contrário, adverso, incompatível, contraditório, divergente, rival. Antagonismo tudo que se apresenta de forma contrária, que faz oposição entre duas noções, dois conceitos, duas ideias.

    STJ- Existindo Herdeiros com interesse antagonicos , cada qual responde pelos honrarios do seu advodago.


ID
2947603
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação da Defensoria Pública
Assuntos

O adolescente Mário cumpre medida socioeducativa de internação pela prática de ato infracional análogo ao crime de roubo. Sua mãe Maria procurou a Defensoria Pública Estadual narrando uma série de irregularidades praticadas contra seu filho no interior do estabelecimento, bem como pleiteando sua desinternação. Para obter os elementos necessários à elaboração do pleito judicial, o Defensor Público entendeu imprescindível entrevistar o adolescente.

No caso em tela, consoante dispõe a Lei Orgânica Nacional da Defensoria Pública, compete à Administração Estadual reservar instalações seguras e adequadas aos trabalhos da Defensoria Pública Estadual, bem como:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Alternativa B.

    Art. 18, X c/c art. 108, IV da LC n°. 80/94.

    Art. 18. Aos Defensores Públicos Federais incumbe o desempenho das funções de orientação, postulação e defesa dos direitos e interesses dos necessitados, cabendo-lhes, especialmente:

    X – atuar nos estabelecimentos penais sob a administração da União, visando ao atendimento jurídico permanente dos presos e sentenciados, competindo à administração do sistema penitenciário federal reservar instalações seguras e adequadas aos seus trabalhos, franquear acesso a todas as dependências do estabelecimento independentemente de prévio agendamento, fornecer apoio administrativo, prestar todas as informações solicitadas, assegurar o acesso à documentação dos presos e internos, aos quais não poderá, sob fundamento algum, negar o direito de entrevista com os membros da Defensoria Pública da União.

    Art. 108. Aos membros da Defensoria Pública do Estado incumbe, sem prejuízo de outras atribuições estabelecidas pelas Constituições Federal e Estadual, pela Lei Orgânica e por demais diplomas legais, a orientação jurídica e a defesa dos seus assistidos, no âmbito judicial, extrajudicial e administrativo.  

    IV – atuar nos estabelecimentos prisionais, policiais, de internação e naqueles reservados a adolescentes, visando ao atendimento jurídico permanente dos presos provisórios, sentenciados, internados e adolescentes, competindo à administração estadual reservar instalações seguras e adequadas aos seus trabalhos, franquear acesso a todas as dependências do estabelecimento independentemente de prévio agendamento, fornecer apoio administrativo, prestar todas as informações solicitadas e assegurar o acesso à documentação dos assistidos, aos quais não poderá, sob fundamento algum, negar o direito de entrevista com os membros da Defensoria Pública do Estado. 

  • Art. 108. Aos membros da Defensoria Pública do Estado incumbe, sem prejuízo de outras atribuições estabelecidas pelas Constituições Federal e Estadual, pela Lei Orgânica e por demais diplomas legais, a orientação jurídica e a defesa dos seus assistidos, no âmbito judicial, extrajudicial e administrativo.     

    Parágrafo único. São, ainda, atribuições dos Defensores Públicos Estaduais: 

    IV – atuar nos estabelecimentos prisionais, policiais, de internação e naqueles reservados a adolescentes, visando ao atendimento jurídico permanente dos presos provisórios, sentenciados, internados e adolescentes, competindo à administração estadual reservar instalações seguras e adequadas aos seus trabalhos, franquear acesso a todas as dependências do estabelecimento independentemente de prévio agendamento, fornecer apoio administrativo, prestar todas as informações solicitadas e assegurar o acesso à documentação dos assistidos, aos quais não poderá, sob fundamento algum, negar o direito de entrevista com os membros da Defensoria Pública do Estado.      


ID
2947606
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação da Defensoria Pública
Assuntos

O IBGE divulgou pesquisa indicando que 15,2 milhões de brasileiros estavam vivendo abaixo da linha da extrema pobreza em 2017, com renda mensal de até R$ 140. Nesse país em que a desigualdade social ainda é enorme, a Defensoria Pública possui ampla atribuição para tutelar os interesses das pessoas necessitadas.

De acordo com a Lei Orgânica Nacional da Defensoria Pública, é função institucional da Defensoria Pública:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Alternativa A.

    Art. 4º, VI da LC nº. 80/94.

    Art.  4º São funções institucionais da Defensoria Pública, dentre outras:

    VI – representar aos sistemas internacionais de proteção dos direitos humanos, postulando perante seus órgãos;

  • Erro da letra E "seja qual for o pedido", há um rol de tutelas prevista taxativamente na lei da ACP: l - ao meio-ambiente; ll - ao consumidor; III – a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico; IV - a qualquer outro interesse difuso ou coletivo. (Incluído pela Lei nº 8.078 de 1990) V - por infração da ordem econômica; (Redação dada pela Lei nº 12.529, de 2011). VI - à ordem urbanística. (Incluído pela Medida provisória nº 2.180-35, de 2001) VII – à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos. (Incluído pela Lei nº 12.966, de 2014) VIII – ao patrimônio público e social. (Incluído pela Lei nº 13.004, de 2014)
  • GABARITO: A

    Art. 4º São funções institucionais da Defensoria Pública, dentre outras:

    [...]

    V – exercer, mediante o recebimento dos autos com vista, a ampla defesa e o contraditório em favor de pessoas naturais e jurídicas, em processos administrativos e judiciais, perante todos os órgãos e em todas as instâncias, ordinárias ou extraordinárias, utilizando todas as medidas capazes de propiciar a adequada e efetiva defesa de seus interesses; (LETRA C)

    VI – representar aos sistemas internacionais de proteção dos direitos humanos, postulando perante seus órgãos; (LETRA A)

    VII – promover ação civil pública e todas as espécies de ações capazes de propiciar a adequada tutela dos direitos difusos, coletivos ou individuais homogêneos quando o resultado da demanda puder beneficiar grupo de pessoas hipossuficientes; (LETRA E)

    [...]

    XV – patrocinar ação penal privada e a subsidiária da pública; (LETRA B)

    FONTE: Lei Complementar nº 80/94.


ID
2947609
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação da Defensoria Pública
Assuntos

João, que está desempregado, compareceu ao núcleo de atendimento da Defensoria Pública, pretendendo ajuizar ação indenizatória em face de seu vizinho. Em entrevista ao assistido, após ouvir todo o relato, o Defensor Público entendeu que a demanda era manifestamente incabível ou inconveniente aos interesses de João, que, contudo, manteve firme seu propósito de ajuizar a ação.

No caso em tela, consoante dispõe a Lei Complementar nº 80/94, o Defensor Público deve:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA A

    Lei Complementar nº 80/94

    Art. 4 -A. São direitos dos assistidos da Defensoria Pública, além daqueles previstos na legislação estadual ou em atos normativos internos:

    III – o direito de ter sua pretensão revista no caso de recusa de atuação pelo Defensor Público;  

    Das Garantias e das Prerrogativas

    Art. 127. São garantias dos membros da Defensoria Pública do Estado, sem prejuízo de outras que a lei estadual estabelecer:

    XII - deixar de patrocinar ação, quando ela for manifestamente incabível ou inconveniente aos interesses da parte sob seu patrocínio, comunicando o fato ao Defensor Publico-Geral, com as razões de seu proceder;

  • 1

    Ano: 2019 Banca: Órgão: Prova:

    João, que está desempregado, compareceu ao núcleo de atendimento da Defensoria Pública, pretendendo ajuizar ação indenizatória em face de seu vizinho. Em entrevista ao assistido, após ouvir todo o relato, o Defensor Público entendeu que a demanda era manifestamente incabível ou inconveniente aos interesses de João, que, contudo, manteve firme seu propósito de ajuizar a ação.

    No caso em tela, consoante dispõe a Lei Complementar nº 80/94, o Defensor Público deve:

    Adeixar de patrocinar a ação, comunicando o fato ao Defensor Público-Geral, com as razões de seu proceder, e João terá o direito de ter sua pretensão revista;

    Bdeixar de patrocinar a ação, comunicando o fato à Corregedoria, com as razões de seu proceder, e João terá o direito de buscar advogado particular para assisti-lo;

    C)deixar de patrocinar a ação, comunicando o fato ao Conselho Superior da Defensoria, com as razões de seu proceder, e João terá o direito de ser assistido pelo Defensor Tabelar;

    D)encaminhar João ao Defensor Tabelar, que obrigatoriamente deverá ajuizar a demanda em favor do assistido, que será advertido das possíveis consequências processuais;

    23 de Abril de 2019 às 08:49

    GABARITO LETRA A

    Lei Complementar nº 80/94

    Art. 4 -A. São direitos dos assistidos da Defensoria Pública, além daqueles previstos na legislação estadual ou em atos normativos internos:

    III – o direito de ter sua pretensão revista no caso de recusa de atuação pelo Defensor Público;  

    Das Garantias e das Prerrogativas

    Art. 127. São garantias dos membros da Defensoria Pública do Estado, sem prejuízo de outras que a lei estadual estabelecer:

    XII - deixar de patrocinar ação, quando ela for manifestamente incabível ou inconveniente aos interesses da parte sob seu patrocínio, comunicando o fato ao Defensor Publico-Geral, com as razões de seu proceder;


ID
2947612
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

Às vésperas da última eleição, João, Técnico Médio da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, enviou mensagem pelo aplicativo de celular WhatsApp para um grupo de colegas, todos lotados na mesma repartição pública, consistente em uma figura com meme de determinado candidato a cargo eletivo. Por motivo de intolerância ideológica e política, José, igualmente servidor ocupante de cargo efetivo da Defensoria Pública, após receber a mensagem, desferiu cinco socos no rosto de João, causando-lhe lesões corporais graves.


Com base no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, após o devido processo administrativo disciplinar, João está sujeito à pena disciplinar de:

Alternativas
Comentários
  • Certamente a banca cometeu um erro de digitação !

    A conduta de João não pode ser enquadrada no gabarito da questão , alternativa ( E ) .

  • Fiquei na dúvida entre B e E, aparentemente, a banca considerou o art. 303, que seria aplicado no caso de José ( deferiu os socos) e não para João(enviou o meme). Alguns falam em anulação...

    Art. 303 – Prescreverá:

    I – em 2 (dois) anos, a falta sujeita às penas de advertência, repreensão, multa ou suspensão;

    II – em 5 (cinco) anos, a falta sujeita:

    1) à pena de demissão ou destituição de função;

    2) à cassação da aposentadoria, jubilação ou disponibilidade.

    § 1º - A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este.

  • Essa questão não foi anulada?

  • Questão ANULADA, pessoal. Já notifiquei o QC. Estaria certinho se a pergunta trocasse "João" por "José"

    :^)

  • Se não tivesse sido anulada, o gabarito seria letra E.

    Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro

    (Decreto-Lei nº 220, de 18 de julho de 1975)

    Art. 52 - A pena de demissão será aplicada nos casos de:

    (...)

    IV - ofensa física em serviço, contra funcionário ou particular, salvo em legítima defesa;

    Art. 57 - Prescreverá:

    (...)

    § 1º - A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este. (No caso, crime de lesão corporal)

    Regulamento (Decreto nº 2479 de 08 de março de 1979). 

    Art. 298 – A pena de demissão será aplicada nos casos de:

    (...)

    IV – ofensa física, em serviço, contra funcionário ou particular, salvo em legítima defesa;

    Art. 303 – Prescreverá:

    (...)

    § 1º - A falta também prevista como crime na lei penal prescreverá juntamente com este.

    ------------------------

    Observar que os capítulos DAS PENALIDADES, tanto do Estatuto, quanto do seu Regulamento, são praticamente idênticos, então estudando um, você estará estudando o outro. No entanto, existem detalhes diferentes, então leiam com atenção.

  • João toma porrada e ainda é punido? kkkkk

ID
2947615
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação da Defensoria Pública
Assuntos

Observe os atos administrativos a seguir descritos, referentes à gestão e à organização administrativa da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro.


I. Praticar todo e qualquer ato que importe em provimento ou vacância dos cargos do quadro de apoio da estrutura da Defensoria Pública-Geral do Estado.

II. Julgar, em grau de recurso, os processos administrativos disciplinares de membros da Defensoria Pública.

III. Promover a publicação de atos oficiais no Diário Oficial Eletrônico da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, mantido pela instituição.

De acordo com a Lei Orgânica da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, os atos acima descritos competem, respectivamente, ao:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - A

    I - 8 II, LC 6/77

    II - 16 XIII, LC 6/77

    III - 8 XXV, LC 6/77

  • Gabarito: A

    Lei complementar 06/1977:

    Item I: Art. 8º – Compete ao Defensor Público-Geral da Defensoria Pública, privativamente, além de outras atribuições que lhe sejam conferidas por lei ou que forem inerentes a seu cargo:

    II – Prover os cargos iniciais da carreira, promover, exonerar, aposentar, bem como praticar todo e qualquer ato que importe em provimento ou vacância dos cargos da carreira da Defensoria Pública, dos cargos em comissão e do quadro de apoio da estrutura da Defensoria Pública Geral do Estado;

    Item II: Art. 16 – Compete ao Conselho Superior, além de outras atribuições:

    XIII – julgar, em grau de recurso, os processos disciplinares de membros da Defensoria Pública.

    Item III: Art. 8º – Compete ao Defensor Público-Geral da Defensoria Pública, privativamente, além de outras atribuições que lhe sejam conferidas por lei ou que forem inerentes a seu cargo:

    * XXV – promover a publicação de atos oficiais no Diário Oficial Eletrônico da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, mantido pela Instituição. * Inciso acrescentado pela Lei Complementar 181/2018.


ID
2947618
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação da Defensoria Pública
Assuntos

Em relação aos direitos e vantagens pecuniárias, a Lei Complementar Estadual nº 6/77 (Lei Orgânica da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro) estabelece que os membros da Defensoria Pública fluminense têm direito a:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra C

    Lei Complementar Estadual nº 6/77 (Lei Orgânica da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro)

    Das Férias

    Art. 107 – Os membros da Defensoria Pública gozarão férias individuais por 60 (sessenta) dias em cada ano.

    • Vide art. 125 da Lei Complementar Federal 80/94.

    § 1º – As férias não gozadas no período, por conveniência do serviço, poderão sê-lo, acumuladamente, no ano seguinte.

    § 2º – Na impossibilidade de gozo de férias acumuladas, ou no caso de sua interrupção no interesse do serviço, os membros da Defensoria Pública contarão, em dobro, para efeito de aposentadoria, o período não gozado.

  • LC 6/RJ

    A INCORRETA

    Art. 93. §2º – O membro da Defensoria Pública perceberá diária por plantão judiciário equivalente a 30ª parte da sua remuneração.

    B INCORRETA

    A LC não prevê o auxílio-moradia:

    Art. 93 – Os Defensores Públicos do Estado serão remunerados por meio de estipêndio, que será fixado obedecendo os princípios e parâmetros do artigo 88 desta Lei, sem prejuízo de outras vantagens admitidas pela legislação em vigor, tais como: I – gratificação de adicional por tempo de serviço, II – ajuda de custo; III - diárias; IV – auxílio doença; V – salário-família; VI – representação; VII – ajuda de custo para despesa de transporte e mudança; VIII – gratificação pelo exercício cumulativo de cargos e funções.

    C CORRETA

    Art. 107. § 1º – As férias não gozadas no período, por conveniência do serviço, poderão sê-lo, acumuladamente, no ano seguinte.

    D INCORRETA

    Art. 98-B - O membro da Defensoria Pública, quando exercer a acumulação de funções de órgãos de atuação distintos, perceberá gratificação não excedente a 1/3 de seus vencimentos.

    E INCORRETA

    Art. 94 – O membro da Defensoria Pública fará jus: I – à gratificação adicional por tempo de serviço, correspondente ao percentual de 5%, equivalente a 7 quinqüênios.

    :^)


ID
2947621
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

O Novo Código de Processo Civil de 2015 estabelece que a pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

Nesse contexto, de acordo com o citado diploma legal:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

     

    § 1o A gratuidade da justiça compreende:

     

    I - as taxas ou as custas judiciais;

    II - os selos postais;

    III - as despesas com publicação na imprensa oficial, dispensando-se a publicação em outros meios;

    IV - a indenização devida à testemunha que, quando empregada, receberá do empregador salário integral, como se em serviço estivesse;

    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais;

    VI - os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do tradutor nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido em língua estrangeira;

    VII - o custo com a elaboração de memória de cálculo, quando exigida para instauração da execução;

    VIII - os depósitos previstos em lei para interposição de recurso, para propositura de ação e para a prática de outros atos processuais inerentes ao exercício da ampla defesa e do contraditório;

    IX - os emolumentos devidos a notários ou registradores em decorrência da prática de registro, averbação ou qualquer outro ato notarial necessário à efetivação de decisão judicial ou à continuidade de processo judicial no qual o benefício tenha sido concedido.

     

    Fonte: Art.98 - NCPC

  • Comentando as erradas:

    Todos os artigos estão no NCPC.

    B) Art. 99, § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.

    C) Art. 99, § 6º O direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos.

    D) Art. 98, § 2º A concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência.

    E) Art. 98, § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • Antes de avançar na análise das alternativas, é preciso compreender que o benefício da gratuidade da justiça foi elaborado para ser o mais abrangente possível. Sendo assim, de acordo com o art.98 (NCPC), caput, o benefício é para qualquer pessoa (seja natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira) com insuficiência de recursos.

    A abrangência da gratuidade da justiça também atinge o seu material, estendendo-se a basicamente tudo o que envolve custos no processo (taxas, despesas, honorários, perícia, custas, depósitos recursais, etc). Há um rol descrito no §1 do art. 98.

    Há que se ressaltar algumas exceções. A primeira delas são as multas. O benefício não atinge as multas processuais. Imagine... o rapaz já está recebendo gratuidade de despesas. Isso não dá a ele o direito de agir desonestamente ou desidiosamente no processo. Se o fizer e receber multas por isso, vai ter que pagar, não importa sua condição. A culpa foi dele.

    (art. 98, §4 "A concessão de gratuidade não afasta o dever de o beneficiário pagar, ao final, as multas processuais que lhe sejam impostas.")

    A outra exceção são os honorários de sucumbência. Nessa exceção, não se trata de uma penalidade imposta ao beneficiário da gratuidade, mas de despesas que pagariam o advogado da parte vencedora (diga-se de passagem que, de acordo com o art.85, §14 do NCPC, os honorários do advogado são crédito de natureza alimentar). Mas, nesse caso, o beneficiário da justiça só vai pagar se, dentro dos próximos 5 anos do trânsito em julgado da decisão, o vencedor conseguir provar que extinguiu-se a condição que conduziu o devedor (beneficiário da gratuidade) ao benefício.

    (art. 98, §2º "A concessão da gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência."

    §3º "Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.")

    ----

    Com esse arcabouço, resta-nos partir para a análise das proposições. Mas essa análise já foi feita pelos nossos colegas.

    -----

    Thiago

  • Arts 98 e99 NCPC

    Basicamente a gratuidade de justiça é garantido a toda pessoa NATURAL OU JURÍDICA, BRASILEIRA OU ESTRANGEIRA, COM INSUFICIÊNCIA DE RECURSOS

    A gratuidade compreende:

    a.    Taxas ou custas judiciais e selos

    b.    Despesas com publicação e com indenização de testemunhas

    c.     Despesas com DNA e outros pertinentes

    d.    Honorários, despesas com peritos, intérpretes e auxiliares

    e.    Depósitos previstos em lei para ingressar com a ação, com recursos e outros atos

    f. Emolumentos devidos a notários ou registradores

  • Alternativa A) É certo que o exame de código genético e outros exames essenciais estão incluídos nas prestações da justiça gratuita, senão vejamos: "Art. 98, §1º, CPC/15. A gratuidade da justiça compreende: 
    I - as taxas ou as custas judiciais; 
    II - os selos postais; 
    III - as despesas com publicação na imprensa oficial, dispensando-se a publicação em outros meios; 
    IV - a indenização devida à testemunha que, quando empregada, receberá do empregador salário integral, como se em serviço estivesse;
    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais; 
    VI - os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do tradutor nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido em língua estrangeira; 
    VII - o custo com a elaboração de memória de cálculo, quando exigida para instauração da execução; 
    VIII - os depósitos previstos em lei para interposição de recurso, para propositura de ação e para a prática de outros atos processuais inerentes ao exercício da ampla defesa e do contraditório; 
    IX - os emolumentos devidos a notários ou registradores em decorrência da prática de registro, averbação ou qualquer outro ato notarial necessário à efetivação de decisão judicial ou à continuidade de processo judicial no qual o benefício tenha sido concedido". Afirmativa correta.

    Alternativa B) Em sentido contrário, dispõe o art. 99, §3º, do CPC/15: "Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural". Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) Acerca do tema, dispõe o art. 99, §6º, do CPC/15, que "o direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos". Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) Ao contrário do que se afirma, dispõe o art. 98, §4º, do CPC/15, que "a concessão de gratuidade não afasta o dever de o beneficiário pagar, ao final, as multas processuais que lhe sejam impostas". Afirmativa incorreta.

    Alternativa E) Em sentido diverso, dispõe o art. 98, §5º, do CPC/15, que "a gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento". Afirmativa incorreta.

    Gabarito do professor: Letra A.

  • Gabarito: A

    art. 98, inciso V, CPC

  • LETRA A CORRETA

    CPC

    Art. 98. A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

    § 1º A gratuidade da justiça compreende:

    I - as taxas ou as custas judiciais;

    II - os selos postais;

    III - as despesas com publicação na imprensa oficial, dispensando-se a publicação em outros meios;

    IV - a indenização devida à testemunha que, quando empregada, receberá do empregador salário integral, como se em serviço estivesse;

    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais;

    VI - os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do tradutor nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido em língua estrangeira;

    VII - o custo com a elaboração de memória de cálculo, quando exigida para instauração da execução;

    VIII - os depósitos previstos em lei para interposição de recurso, para propositura de ação e para a prática de outros atos processuais inerentes ao exercício da ampla defesa e do contraditório;

    IX - os emolumentos devidos a notários ou registradores em decorrência da prática de registro, averbação ou qualquer outro ato notarial necessário à efetivação de decisão judicial ou à continuidade de processo judicial no qual o benefício tenha sido concedido.

  • Art. 98. A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

    § 1º A gratuidade da justiça compreende:

    I - as taxas ou as custas judiciais;

    II - os selos postais;

    III - as despesas com publicação na imprensa oficial, dispensando-se a publicação em outros meios;

    IV - a indenização devida à testemunha que, quando empregada, receberá do empregador salário integral, como se em serviço estivesse;

    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais;

    VI - os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do tradutor nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido em língua estrangeira;

    VII - o custo com a elaboração de memória de cálculo, quando exigida para instauração da execução;

    VIII - os depósitos previstos em lei para interposição de recurso, para propositura de ação e para a prática de outros atos processuais inerentes ao exercício da ampla defesa e do contraditório;

    IX - os emolumentos devidos a notários ou registradores em decorrência da prática de registro, averbação ou qualquer outro ato notarial necessário à efetivação de decisão judicial ou à continuidade de processo judicial no qual o benefício tenha sido concedido.

     

     

    https://www.instagram.com/leis_esquematizadas_questoes/

  • Questão que devia ser anulada, uma vez que o art. 99, §3º, do CPC/15 é inconstitucional. A CF de 88, no artigo 5º inc. LXXIV diz claramente: "O Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos". Qualquer aluno que saiba o mínimo do básico de direito constitucional sabe que a constituição está acima de qualquer lei ou ato normativo. Portanto, considero que a letra B também está correta, pois a CONSTITUIÇÃO DETERMINA A COMPROVAÇÃO DA HIPOSSUFICIÊNCIA, se sobrepondo à determinação legal do ncpc!!

  • A - Certinha, art. 98, §1º, V.

    B - Possui sim, presunção de veracidade (relativa).

    C - É intransmissível.

    D - Não afasta automaticamente, só após 05 anos.

    E - Pode sim ser concedida parcialmente ou reduzir o percentual de despesas processuais no caso de adiantamento.

  • Davi de Freitas, é uma boa tese. Porém: 1- presunção de constitucionalidade; 2- a CF não proíbe que a lei confira a presunção relativa. Ela apenas exige que se conceda gratuidade, isto é, AO MENOS àqueles que comprovarem. É isto.

  • A gratuidade da justiça não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios  decorrente de sua sucumbência !  

  • GABARITO: A.

     

    a) art. 98, § 1º A gratuidade da justiça compreende: V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais;

     

    b) art. 99, § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.

     

    c) art. 99, § 6º O direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos.

     

    d) art. 98, § 2º A concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência.

     

    e) art. 98, § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • A. a gratuidade da justiça compreende, dentre outras, as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais; correta

    art. 98

    § 1º A gratuidade da justiça compreende: 

    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais; 

    § 2º A concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência.

    § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

    art. 99

    § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.

    § 6º O direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos.

  • LEI Nº 13.105, DE 16 DE MARÇO DE 2015:
     
    Art. 98. § 1º A gratuidade da justiça compreende: V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais.
     
    Art. 98. § 2º A concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência.
     
    Art. 98, § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.
     
    Art. 99. § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.
     
    Art. 99. § 6º O direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos.

  • Rodrigo deixou de cumprir sua parte em obrigação de fazer firmada com Vinícius. Para assegurar seu direito, Vinícius ajuizou ação em desfavor de Rodrigo.

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    Ainda que beneficiário da gratuidade de justiça, Rodrigo não se exime da responsabilidade referente às despesas processuais e aos honorários advocatícios decorrentes da sucumbência

    A respeito do tema, dispõe o art. 98, §2º, do CPC/15, que "a concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência", dispondo o §3º, do mesmo dispositivo legal, que "vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário". 

    Gabarito do professor: Afirmativa correta.

                                                                                 EXIGIBILIDADE SUSPENSA

    Não é que a pessoa com Gratuidade de Justiça não tenha a obrigação de pagar as despesas e os honorários advocatícios, é que ela apenas fica com a EXIGIBILIDADE dessa obrigação SUSPENSA

    EM RELAÇÃO A TODOS OS ATOS PROCESSUAIS, mas isso não isenta o beneficiário da gratuidade do pagamento, ao final, das MULTAS PROCESSUAIS que lhe sejam impostas.

    As multas não ficam suspensas e vão ter que ser pagas ao final, ainda que a pessoa tenha Gratuidade da Justiça:

    Art. 98, § 4º A concessão de gratuidade não afasta o dever de o beneficiário pagar, ao final, as multas processuais que lhe sejam impostas.

    FAZENDA PÚBLICA

    Art. 85. A sentença condenará o vencido a pagar honorários ao advogado do vencedor. 

    § 7º             Não serão devidos honorários no cumprimento de sentença contra a Fazenda Pública que enseje expedição de precatório, DESDE QUE NÃO TENHA SIDO IMPUGNADA

  • Art. 98, §1º, CPC/15: A gratuidade da justiça compreende: 

    I - as taxas ou as custas judiciais; 

    II - os selos postais; 

    III - as despesas com publicação na imprensa oficial, dispensando-se a publicação em outros meios; 

    IV - a indenização devida à testemunha que, quando empregada, receberá do empregador salário integral, como se em serviço estivesse;

    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais; 

    VI - os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do tradutor nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido em língua estrangeira; 

    VII - o custo com a elaboração de memória de cálculo, quando exigida para instauração da execução; 

    VIII - os depósitos previstos em lei para interposição de recurso, para propositura de ação e para a prática de outros atos processuais inerentes ao exercício da ampla defesa e do contraditório; 

    IX - os emolumentos devidos a notários ou registradores em decorrência da prática de registro, averbação ou qualquer outro ato notarial necessário à efetivação de decisão judicial ou à continuidade de processo judicial no qual o benefício tenha sido concedido

  • A gratuidade processual está tratada no art. 98 e seguintes do CPC.

    (a) correta. A gratuidade da justiça compreende, entre outras, as despesas com a realização de exame de código genético – DNA e de outros exames considerados essenciais (art. 98, V, CPC).

    (b) incorreta. Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural (art. 99, § 3º, CPC).

    (c) incorreta. O direito à gratuidade é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos (art. 99, § 6º)

    (d) incorreta. A concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência (art. 98, § 2º).

    (e) incorreta. Admite-se a concessão da gratuidade de forma parcial, ou seja, concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • Complicado...

  • O Novo Código de Processo Civil de 2015 estabelece que a pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

    Nesse contexto, de acordo com o citado diploma legal: a gratuidade da justiça compreende, dentre outras, as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais;

  • a) CERTA - Art. 98. § 1º A gratuidade da justiça compreende:

    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais;

    -

    -

    b) ERRADA - Art. 99. § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.

    -

    c) ERRADA - Art. 99. § 6º O direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos.

    -

    d) ERRADA - Art. 98. § 2º A concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência.

    -

    e) ERRADA - Art. 98. § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • B) Pessoas jurídicas precisam comprovar; pessoas naturais possuem presunção relativa.

    C) O direito à gratuidade é personalíssimo.

    D) A responsabilidade fica suspensa.

    E) Pode ser concedida parcialmente, envolvendo apenas alguns atos do processo, por exemplo.

  • O art. 98 prevê que a pessoa natural ou jurídica (portanto, a pessoa jurídica também pode ser beneficiária), brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios têm direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

    O direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou ao sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos. Portanto, se autor tem direito à gratuidade, mas falece no decorrer do processo, poderá ocorrer a sucessão processual, como vimos. Neste caso, o NCPC afirma que o sucessor do falecido NÃO TERÁ NECESSARIAMENTE o direito à gratuidade. Na verdade, até poderá ter, mas será preciso requerimento.

  • a) CERTA - Art. 98. § 1º A gratuidade da justiça compreende:

    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais;

    -

    -

    b) ERRADA - Art. 99. § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.

    -

    c) ERRADA - Art. 99. § 6º O direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos.

    -

    d) ERRADA - Art. 98. § 2º A concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência.

    -

    e) ERRADA - Art. 98. § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • B) Art. 99, § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.

    C) Art. 99, § 6º O direito à gratuidade da justiça é pessoal, não se estendendo a litisconsorte ou a sucessor do beneficiário, salvo requerimento e deferimento expressos.

    D) Art. 98, § 2º A concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência.

    E) Art. 98, § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

    CORRETA LETRA A

  • Art. 98,§ 1º, CPC - A gratuidade da justiça compreende:

    I - as taxas ou as custas judiciais;

    II - os selos postais;

    III - as despesas com publicação na imprensa oficial, dispensando-se a publicação em outros meios;

    IV - a indenização devida à testemunha que, quando empregada, receberá do empregador salário integral, como se em serviço estivesse;

    V - as despesas com a realização de exame de código genético - DNA e de outros exames considerados essenciais;

    VI - os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do tradutor nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido em língua estrangeira;

    VII - o custo com a elaboração de memória de cálculo, quando exigida para instauração da execução;

    VIII - os depósitos previstos em lei para interposição de recurso, para propositura de ação e para a prática de outros atos processuais inerentes ao exercício da ampla defesa e do contraditório;

    IX - os emolumentos devidos a notários ou registradores em decorrência da prática de registro, averbação ou qualquer outro ato notarial necessário à efetivação de decisão judicial ou à continuidade de processo judicial no qual o benefício tenha sido concedido.


ID
2947624
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

João foi assistido pela Defensoria Pública em ação indenizatória, na qual obteve gratuidade de justiça.

Ocorre que João restou vencido na demanda e, de acordo com o Novo Código de Processo Civil de 2015, as obrigações decorrentes de sua sucumbência:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

     

    § 3o Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

  • GABARITO: D

    NCPC

    Art. 98. A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

    (...)

    § 3  Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

  • Antes de avançar na análise das alternativas, é preciso compreender que o benefício da gratuidade da justiça foi elaborado para ser o mais abrangente possível. Sendo assim, de acordo com o art.98 (NCPC), caput, o benefício é para qualquer pessoa (seja natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira) com insuficiência de recursos.

    A abrangência da gratuidade da justiça também atinge o seu material, estendendo-se a basicamente tudo o que envolve custos no processo (taxas, despesas, honorários, perícia, custas, depósitos recursais, etc). Há um rol descrito no §1 do art. 98.

    Há que se ressaltar algumas exceções. A primeira delas são as multas. O benefício não atinge as multas processuais. Imagine... o rapaz já está recebendo gratuidade de despesas. Isso não dá a ele o direito de agir desonestamente ou desidiosamente no processo. Se o fizer e receber multas por isso, vai ter que pagar, não importa sua condição. A culpa foi dele.

    (art. 98, §4 "A concessão de gratuidade não afasta o dever de o beneficiário pagar, ao final, as multas processuais que lhe sejam impostas.")

    A outra exceção são os honorários de sucumbência. Nessa exceção, não se trata de uma penalidade imposta ao beneficiário da gratuidade, mas de despesas que pagariam o advogado da parte vencedora (diga-se de passagem que, de acordo com o art.85, §14 do NCPC, os honorários do advogado são crédito de natureza alimentar). Mas, nesse caso, o beneficiário da justiça só vai pagar se, dentro dos próximos 5 anos do trânsito em julgado da decisão, o vencedor conseguir provar que extinguiu-se a condição que conduziu o devedor (beneficiário da gratuidade) ao benefício.

    (art. 98, §2º "A concessão da gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência."

    §3º "Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.")

    ----

    Com esse arcabouço, já conseguimos encontrar a resposta da questão.

    -----

    Thiago

  • NCPC Art. 98. § 3º

    A GRATUIDADE NÃO É ETERNA.

    As obrigações decorrentes da sucumbência ficam sob condição suspensiva de exigibilidade, e somente poderão ser executadas se, nos 5 anos subsequentes ao trânsito em julgado, o credor demonstrar que deixou de existir situação de insuficiência de recursos que justificou a gratuidade.

    Ainda, a gratuidade não afasta o pagamento das multas processuais, ao final do processo.

  • LEMBRE-SE: A gratuidade não afasta o pagamento das multas processuais, ao final do processo.

    LEMBRE-SE: A gratuidade não afasta o pagamento das multas processuais, ao final do processo.

    LEMBRE-SE: A gratuidade não afasta o pagamento das multas processuais, ao final do processo.

    LEMBRE-SE: A gratuidade não afasta o pagamento das multas processuais, ao final do processo.

    LEMBRE-SE: A gratuidade não afasta o pagamento das multas processuais, ao final do processo.

    LEMBRE-SE: A gratuidade não afasta o pagamento das multas processuais, ao final do processo.

  • DEPOIS DA R(D)EFORMA TRABALHISTA

    CLT, ART. 791-A: "§ 4   Vencido o beneficiário da justiça gratuita, desde que não tenha obtido em juízo, ainda que em outro processo, créditos capazes de suportar a despesa, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos dois anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário."   

  • PAULO HENRIQUE, o art. 791-A da CLT deve ser entendido de forma restrita, ou seja, é aplicável apenas às causas trabalhistas. Portanto, tratando-se de causas cíveis, vigorará o prazo de 5 (cinco) anos definido no art. 98,§ 3º do CPC.

  • Questão do CPC que acertei lembrando do CC. Vale o comentário para somar aos demais.

    CC/2002:

    Art. 206. Prescreve: [...]

    § 5  Em 5 (cinco) anos: [...]

    III - a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo.

    Abraços!

  • A questão exige do candidato o conhecimento do art. 98, §3º, do CPC/15, que dispõe sobre a gratuidade da justiça, nos seguintes termos: "Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário".

    Gabarito do professor: Letra D.

  • GABARITO: D

    Art. 98. § 3  Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

  • Paulo Henrique parece que tá meio confuso.

  • LETRA D CORRETA

    CPC

    ART 98 § 3º Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

  • A clt o prazo de gratuidade são 03 anos

    CPC 05 anos

  • A - Automaticamente não.

    B - Automaticamente não.

    C - Não são 03 anos, mas sim 05.

    D - Certinha, Art. 98, § 3º.

    E - Imediatamente não.

  • Se em 5 anos do trânsito em julgado, o credor comprovar que o sucumbente-beneficiário da justiça gratuita adquiriu condições de pagar, o devedor terá que pagar. (Art. 98, §3º, CPC)

  • Rodrigo deixou de cumprir sua parte em obrigação de fazer firmada com Vinícius. Para assegurar seu direito, Vinícius ajuizou ação em desfavor de Rodrigo.

    Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsequente.

    Ainda que beneficiário da gratuidade de justiça, Rodrigo não se exime da responsabilidade referente às despesas processuais e aos honorários advocatícios decorrentes da sucumbência

    A respeito do tema, dispõe o art. 98, §2º, do CPC/15, que "a concessão de gratuidade não afasta a responsabilidade do beneficiário pelas despesas processuais e pelos honorários advocatícios decorrentes de sua sucumbência", dispondo o §3º, do mesmo dispositivo legal, que "vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário". 

    Gabarito do professor: Afirmativa correta.

                                                                             EXIGIBILIDADE SUSPENSA

    Não é que a pessoa com Gratuidade de Justiça não tenha a obrigação de pagar as despesas e os honorários advocatícios, é que ela apenas fica com a EXIGIBILIDADE dessa obrigação SUSPENSA

    EM RELAÇÃO A TODOS OS ATOS PROCESSUAIS, mas isso não isenta o beneficiário da gratuidade do pagamento, ao final, das MULTAS PROCESSUAIS que lhe sejam impostas.

    As multas não ficam suspensas e vão ter que ser pagas ao final, ainda que a pessoa tenha Gratuidade da Justiça:

    Art. 98, § 4º A concessão de gratuidade não afasta o dever de o beneficiário pagar, ao final, as multas processuais que lhe sejam impostas.

    FAZENDA PÚBLICA

    Art. 85. A sentença condenará o vencido a pagar honorários ao advogado do vencedor. 

    § 7º             Não serão devidos honorários no cumprimento de sentença contra a Fazenda Pública que enseje expedição de precatório, DESDE QUE NÃO TENHA SIDO IMPUGNADA

  • D. ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade; correta

    Art. 98

    § 3º Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

  • A questão exige do candidato o conhecimento do art. 98, §3º, do CPC/15, que dispõe sobre a gratuidade da justiça, nos seguintes termos: "Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário".

    Gabarito: Letra D.

  • Devemos sempre nos lembrar da seguinte regra: A gratuidade não afasta as obrigações decorrentes da sucumbência de seu beneficiário, ficando em condição suspensiva de exigibilidade por 5 anos.

    O credor dessas obrigações poderá, dentro desse prazo, demonstrar que a insuficiência de recursos não mais persiste, ocasião em que poderá executá-las:

    Art. 98. A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

    § 3  Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

    Resposta: D

  • decorebinha que sempre cai em prova!

  • João foi assistido pela Defensoria Pública em ação indenizatória, na qual obteve gratuidade de justiça. Ocorre que João restou vencido na demanda e, de acordo com o Novo Código de Processo Civil de 2015, as obrigações decorrentes de sua sucumbência: ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade;

  • Gabarito Letra D

    Art. 98. § 3º Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

  • A alternativa D está correta e é o gabarito da questão, pois reproduz exatamente o que consta do art. 98, §3º, do CPC:

  • ART 98 PARAGRAFO 3 CPC

  • Art.98 § 3º - Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

  • Gabarito D

    Art. 98, CPC (...)

    3 Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obrigações do beneficiário.

    § 4 A concessão de gratuidade não afasta o dever de o beneficiário pagar, ao final, as multas processuais que lhe sejam impostas.

    Obs. Desse modo, nota-se que apenas as despesas decorrentes da SUCUMBÊNCIA ficarão sob condição suspensiva. A multa será exigível de imediato, a partir da decisão judicial.

     


ID
2947627
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação da Defensoria Pública
Assuntos

Para viabilizar o exercício de suas funções legais com eficiência, independência e celeridade, os Defensores Públicos contam com diversas garantias e prerrogativas.


Consoante dispõe a Lei Orgânica Nacional da Defensoria Pública, é exemplo de prerrogativa dos membros da Defensoria Pública do Estado:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito - B

    Art. 44 I, LC 80/94

  • Gabarito: B.

    Art. 44. São prerrogativas dos membros da Defensoria Pública da União:

    I – receber, inclusive quando necessário, mediante entrega dos autos com vista, intimação pessoal em qualquer processo e grau de jurisdição ou instância administrativa, contando-se-lhes em dobro todos os prazos;      

  • Erro da D

    Art. 8º São atribuições do Defensor Publico-Geral, dentre outras:

    (...)

    XVII - aplicar a pena da remoçaõ compulsória, aprovada pelo voto de 2/3 do Conselho Superior da Defensoria Pública da União, assegurada ampla defesa;

  • Erro da E:

    "não ser preso, senão por prévia ordem judicial escrita, inclusive na hipótese de flagrante delito, e quando houver prisão, a autoridade fará imediata comunicação ao Defensor Público-Geral e ao Procurador-Geral de Justiça"

    Certo: "não ser preso, senão por ordem judicial escrita, salvo em flagrante, caso em que a autoridade fará imediata comunicação ao Defensor Publico-Geral"

  • Vitaliciedade é 3 anos?

  • Eu mesma: por ausência de previsão constitucional e legal, atualmente os defensores públicos NÃO gozam de vitaliciedade, mas apenas de estabilidade após 3 anos de serviço (art. 43, IV LC 80/1994)

  • Os membros da DPU não gozam da vitalicidade! (só os do MP)

    Dar uma olhada no art. 43 LC 80/94

  • a) Garantias dos membros das DPU (Art. 43, LC80):

    Independência funcional

    Inamovibilidade

    irredutibilidade de vencimentos

    Estabilidade

    b) Art. 44 Prerrogativas:

    I – receber, inclusive quando necessário, mediante entrega dos autos com vista, intimação pessoal em qualquer processo e grau de jurisdição ou instância administrativa, contando-se-lhes em dobro todos os prazos

    c) Art. 44 Prerrogativas

    XI - representar a parte, em feito administrativo ou judicial, independentemente de mandato, ressalvados os casos para os quais a lei exija poderes especiais;

    d) Art. 56. São atribuições do Defensor Publico-Geral:

    XVII - aplicar a pena de remoção compulsória, aprovada pelo voto de dois terços do Conselho Superior, aos membros da Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios;

    Art. 8º São atribuições do Defensor Publico-Geral, dentre outras:

    XVII - aplicar a pena da remoção compulsória, aprovada pelo voto de dois terços do Conselho Superior da Defensoria Pública da União, assegurada ampla defesa

    e) Art. 44. São prerrogativas dos membros da Defensoria Pública da União:

    II - não ser preso, senão por ordem judicial escrita, salvo em flagrante, caso em que a autoridade fará imediata comunicação ao Defensor Publico-Geral;

    Fonte: LC80/94

  • Art. 118. Os membros da Defensoria Pública do Estado são inamovíveis, salvo se apenados com remoção compulsória, na forma da lei estadual.

    Art. 119. A remoção será feita a pedido ou por permuta, sempre entre membros da mesma categoria da carreira.

    Art. 120. A remoção compulsória somente será aplicada com prévio parecer do Conselho Superior, assegurada ampla defesa em processo administrativo disciplinar.


ID
2947630
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Antônio, pessoa hipossuficiente no plano econômico e morador de uma área carente do Estado, procurou a Defensoria Pública e solicitou que fosse ajuizada uma ação judicial para obrigar o Poder Público a lhe fornecer certo medicamento indispensável à sua sobrevivência.


À luz da sistemática constitucional, a ação a ser ajuizada buscará tutelar:

Alternativas
Comentários
  • Segundo José Afonso da Silva, direitos sociais “disciplinam situações subjetivas pessoais ou grupais de caráter concreto”, mas como exigem implementação, “os direitos econômicos constituirão pressupostos da existência dos direitos sociais, pois sem uma política econômica orientada para a intervenção e participação estatal na economia não se comporão as premissas necessárias ao surgimento de um regime democrático de conteúdo tutelar dos fracos e dos mais numerosos”

    São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. (Redação da EC 90/2015)

      

     Direito à saúde, positivado como um dos primeiros dos direitos sociais de natureza fundamental (art. 6º da CF) e também como o primeiro dos direitos constitutivos da seguridade social (cabeça do artigo constitucional de n. 194). Saúde que é "direito de todos e dever do Estado" (caput do art. 196 da Constituição), garantida mediante ações e serviços de pronto qualificados como "de relevância pública.

  • GABARITO: A

    A ação judicial em questão buscará tutelar o direito à saúde, que é um direito social presente no rol do Art. 6º, da CF.

    Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

    Direitos sociais:

    EDU MORA LA

    SAÚ TRABALHA ALI

    ASSIS PRO SEG PRESO no TRANSPORTE

    ------------------------------------------------------------------------

    EDUcação

    MORAdia

    LAzer

    SAÚde

    TRABALHO

    ALImentação

    ASSIStência aos desamparados

    PROteção à maternidade e à infância

    SEGurança

    PREvidência SOcial

    TRANSPORTE

  • GABARITO: "A".

    Nos termos do art. 6.º, na redação dada pelas ECs ns. 26/2000, 64/2010 e 90/2015, são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

    A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado (art. 197).

    (LENZA, 2019)

  • direito a saude = direito social.

  • GABARITO:A

     

    O direito social trata de defender questões envolvendo direitos humanos e sociais, como casos de segurança, educação, moradia e saúde, por exemplo. Desse modo, sempre que uma pessoa ou grupo tiver um direito desrespeitado, pode recorrer ao Poder Judiciário e reivindicar que a lei seja cumprida.


    Isso se aplica a atendimentos médicos através do Sistema Único de Saúde (SUS), acesso ao ensino público, proteção policial e questões da área da previdência social, como aposentadoria, pensões, entre outros. [GABARITO]


    Vale lembrar que quando se fala em Estado, trata-se das três esferas: União, estados e municípios, os quais têm suas responsabilidades quando se fala em direito social.

  • Fiquei em dúvida se não seria uma garantia individual em razão da questão falar que o remédio é questão de sobrevivência do autor, nesse caso, entendi que seria mais do que uma relação de saúde (direito social) mas uma questão que envolve a vida (direitos e garantias individuais). O que acham?

  • Comentário copiado de um colega que não lembro o nome, aqui do QC:

    BIZU pra não esquecer mais sobre direitos sociais:.

    D esamparados

    I nfância

    L azer

    M oradia

    A limentação

    S aúde e segurança

    E ducação

    M aternidade

    P revidência

    T rabalho

  • Acho que acima do direito à saúde está o direito à vida, não?

  • Acho que pelo fato da pessoa em questão ser hipossuficiente no plano econômico, talvez fosse cabível a assistência aos desamparados .

  • Respeito ao mínimo existencial: há que se dar ao direito a maior eficácia social possível, para que seja atendida a finalidade para a qual o direito em questão foi criado.

  • A. um direito social; correta

    Saúde

    Art. 6° SÃO DIREITOS SOCIAIS a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.  

  • Direito social, ao mínimo existencial...

    Gabarito A

  • Questão fácil. Basta lembrar dos direitos socias e aplicá-los ao caso concreto.

  • O direito à saúde é um direito social. A obrigação de fornecer medicamentos necessários à manutenção da vida é encarado pelo Poder Judiciário como uma injunção básica, consistente no dever estatal de assegurar a dignidade da pessoa humana.
  • Art. 6º São direitos SOCIAIS a educação, a SAÚDE, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

    A título de complementação:

    A questão abarca o princípio do mínimo existencial que se refere aos direitos relacionados às necessidades sem as quais não é possível “viver como gente”. É um direito que visa garantir condições mínimas de existência humana digna, e se refere aos direitos positivos, pois exige que o Estado ofereça condições para que haja eficácia plena na aplicabilidade destes direitos.

    Quando falamos em mínimo existencial, é importante nos lembrarmos do Título II – “Garantias e Direitos Fundamentais”, da . Nesse Título encontramos direitos tão fundamentais, sem os quais não conseguiríamos viver. Por isso, o mínimo existencial está ligado à ideia de justiça social.

    FONTE: jusbrasil.com.br

  • Errei na prova e errei aqui

    :/

  • a primeira vez que resolvi esta questão, mesmo sabendo que se tratava de direito social, marquei como se ele pugnasse por uma garantia individual. Todavia, o objeto da questão gira em torno de um direito social do individuo em obter medicamento.

  • Direito a Saúde.

    Gabarito, A.

  • GABARITO: A.

    A ação busca ajuizar um direito social que é um direito à saúde.

  • Direitos Sociais Art. 6º

    Educação

    Saúde

    Alimentação

    Moradia

    Transporte

    Trabalho

    Laser

    Segurança

    Previdência

    Proteção à maternidade e à infância

    Assistência aos desamparados

    Direitos sociais: Edu acordou cheio de saúde e saiu de casa (moradia) para trabalhar, pegou um ônibus (transporte) na praça (laser) onde tem mais seguranças. Ele levou uma marmita (alimentação), que resolveu dividir com a amiga gravida (maternidade e infância), mas quando ele e a amiga viram um morador de rua desamparado, resolveram doar a marmita e foram almoçar no restaurante do prédio do INSS (previdência).

  • Acredito que se aplique nessa questão também o conceito de Direito X Garantia.

    Direito é uma norma de conteúdo declaratório, assim, são normas que manifestam a existência de um interesse, de bens e vantagens. Ex: direito à liberdade de locomoção, à propriedade, etc. Já a garantia é uma norma de conteúdo assecuratório, que serve para assegurar o direito declarado. Ex: Habeas Corpus.

  • Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.     

  • Fernando, concordo com você. Se houvesse uma alternativa dispondo sobre o direito à vida, eu iria nela; haja vista que o enunciado da questão se refere que o medicamento é indispensável à sobrevivência do sujeito.

  • EDU --------------------EDUCAÇÃO

    MORA -----------------MORADIA

    ALI----------------------ALIMENTAÇÃO

    SAÚ---------------------SAÚDE

    TRABALHA----------TRABALHO

    LA------------------------LAZER

    ASSIS-----------------ASSISTÊNCIA AOS DESAMPARADOS

    PRO--------------------PROTEÇÃO À MATERNIDADE E À INFÂNCIA

    SEG--------------------SEGURANÇA

    PRE SO--------------PREVIDÊNCIA SOCIAL

    TRANSPORTE---TRANSPORTE

    EDU MORA ALI, SAÚ TRABALHA LÁ, ASSIS PROSEGue PRESO no TRANSPORTE

  • Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. 

  • A saúde é um direito social. Demanda ação positiva do Estado.

  • Gabarito A

    Educação

    Saúde

    Alimentação

    Transporte

    Moradia

    Transporte

    Lazer

    Previdência

    Proteção à maternidade e infância

    Assistência aos desamparados

  • Toda vez que vejo esse assunto de Direitos Sociais, impossível não lembrar do saudoso prof André Vieira da Casa do Concurseiro!

  • Fiz a prova e errei essa. pensei que acima da Saúde seria um garantia individual a VIDA.  alguém poderia ajudar?

  • Também lembro bastante do inesquecível Prof. André Vieira ;/

  • Examinador foi infeliz. Gostaria de ver ele fundamentar que se trata do direito à saúde e não à vida, quando ele próprio usou a expressão "indispensável à sobrevivência".

  • Direito à vida, garantia individual, tem sobretudo um caráter negativo sobre o Estado ( obrigação de não fazer - vedação à pena de morte), do contrário um caráter positivo (obrigação de fazer) implicaria que o Estado teria que garantir a vida das pessoas.

    Saúde tem caráter positivo

  • A questão é dúbia, porque antes de direito à saúde ele tem direito à vida. Há também a dignidade da pessoa humana.

  • questão envolve o conhecimento sobre o valor das clausulas, lembrar que não há hierarquia entre elas.

  • Falou em saúde = Direito Social.

  • Assistência aos desamparados

  • Quem lembrou de André Vieira?
  • gabarito A,

    Ana Carolina

    realmente eu acho que acertei pq respondi rápido, mas vendo os comentários se ficar um pouco mais na questão começa a pensar que pode ser direito a vida.

    mas pelo que estou entendendo dessa banca,

    se fosse à vida, acho que ela incluiria temos como aborto ou eutanásia, que ficam mais evidentes... (é mais no sentido de tirar a vida, no caso tb de assassinato)

    como falou em medicamento, até porque ele pode tomar o medicamento e morrer mesmo assim, não é isso que garantirá a vida, pode garantir a saúde em primeiro...penso eu, espero ter ajudado, tb estou aprendendo um pouco a cada dia.

  • DIREITO SOCIAL= SAÚDE

    GAB= A

  • Direitos sociais - o Estado precisa atuar para garantir. Conduta ativa do Estado. Direitos de 2 dimensão; Art. 6:

    Educação, Saúde, Alimentação, Trabalho

    Moradia, Transporte, Lazer, Segurança

    Previdência Social, Proteção à Maternidade e à Infância

    Assistência aos desamparados

  • Gabarito: A

    É um direito social indispensável a sobrevivência. Prestação positiva do Estado.

  • Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

    Vai entrar em ação contra a Fazenda Municipal e Estadual...

  • Se tivesse direito individual (vida) como alternativa, eu estaria ferrado.

  • Concordo com o colega Fernando Souza, dentro do título II " direitos e garantias fundamentais" está a garantia da inviolabilidade do direito à vida, ou seja, se o remédio é indispensável à sobrevivência do homem, e ele não está recebendo o remédio, logo o direito a vida está sendo violado. A banca não aceitou recurso.

  • GABARITO A

    PMGO

    CANÇÃO >> Direitos sociais:

    EDU MORA LA

    SAÚ TRABALHA ALI

    ASSIS PRO SEG PRESO no TRANSPORTE

  • Quem teve dificuldades na questão vai direto no comentário da colega Neliane Viana

  • "EDU MORA ALI, SAÚ TRABALHA LÁ, ASSIS PROSEGue PRESO no TRANSPORTE"

    Art. 6o São direitos sociais a EDUcação, a SAÚde, a ALImentação, o TRABALHo, a MORAdia, o TRANSPORTE, o LAzer, a SEGurança, a PREvidência SOcial, a PROteção à maternidade e à infância, a ASSIStência aos desamparados, na forma desta Constituição.

  • Saúde

  • resp: A

    Saúde é um direito social de acordo com o artigo 6 da C.F.

  • Direto Social relacionado a saúde.

     

    SL 23 O Senhor é meu Pastor; nada me flatará.

  • Gabarito: A

    Comentário copiado do nosso amigo Roberto Frois

    Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

    Direitos sociais:

    EDU MORA LA

    SAÚ TRABALHA ALI

    ASSIS PRO SEG PRESO no TRANSPORTE

  • Artigo 6 da CF/88 SAUDE.

  • estou com nosso caro amigo, @fernando souza

  • Era essas distinção que procurava nos comentários, Neiliane. Obrigada!

  • GAB [A] .

    #NÃOÀREFORMAADMINISTRATIVA !!

    #ESTABILIDADESIM !!!

    #FORATRAINEE !!!

  • EDU e SAÚ ALÍ TRABALHARAM MODE O TRÂNSITO LENTO DA SEGUNDA, PREVENINDO PROCRASTINAR MATÉRICA E INFORMAÇÃO AO ASSISTIR DESENHO.

  • Alguém mais errou por causa do termo "indispensável a sua sobrevivência" ?

  • COMPLEMENTANDO O ASSUNTO SOBRE DIREITOS SOCIAIS:

    As bancas adoram trocar o direito social de moradia por propriedade. Atenção!

    Concurso é 10% inteligência e 90% perseverança.

  • IMPORTANTE JULGADO ACERCA DO FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO NÃO CONSTANTE DA LISTA DO SUS POR PARTE DO ESTADO (importante para concursos de Procuradoria)

    (...) em regra, o Estado não está obrigado a dispensar medicamento não constante de lista do Sistema Único de Saúde (SUS). (...) o reconhecimento do direito individual ao fornecimento, pelo Estado, de medicamento de alto custo, não incluído em política nacional de medicamentos ou em programa de medicamentos de dispensação em caráter excepcional, constante de rol dos aprovados, depende da demonstração da imprescindibilidade (adequação e necessidade), da impossibilidade de substituição e da incapacidade financeira do enfermo e dos membros da família solidária, respeitadas as disposições sobre alimentos dos arts. 1.649 a 1.710 do Código Civil (CC) e assegurado o direito de regresso.

    [RE 566.471, rel. min. Marco Aurélio, j. 11-3-2020, Informativo 969]

  • Os direitos sociais são o EMAP

    Educação traz transporte e trabalho;

    Moradia traz segurança e lazer;

    Alimentação traz saúde;

    Previdência traz maternidade, infância e desamparados.

    A ação judicial em questão buscará tutelar o direito à saúde, que é um direito social presente no rol do Art. 6º, da CF.

  • Oi, gente!

    Passando pra deixar essa dica pra quem tá focado em concursos policiais.

    → Baixem os 328 mapas mentais para carreiras policiais + Legislação Facilitada (Lei Seca) + QConcurso = APROVAÇÃO

    Link's:

    Legis: encurtador.com.br/biCDT 

    Carreiras: encurtador.com.br/mIRU3

    Dica:

    12 mapas por dia + 10 questões no QC de cada assunto + Lei Seca com Legis Facilitada =

    → Em 30 dias vc terá estudado os 358 mapas e resolvido mais de 3500 questões. Lei seca completa das carreiras policiais. 

    Fiz esse procedimento em vários concursos e no finalzinho de 2020 foco carreiras policias, aproveitamento melhorou muito!

    Testem aí e me deem um feedback.

  • Para trazer mais próximo o comentário de Neliane Viana:

    "Acredito que se aplique nessa questão também o conceito de Direito X Garantia.

    Direito é uma norma de conteúdo declaratório, assim, são normas que manifestam a existência de um interesse, de bens e vantagens. Ex: direito à liberdade de locomoção, à propriedade, etc. Já a garantia é uma norma de conteúdo assecuratório, que serve para assegurar o direito declarado. Ex: Habeas Corpus."

  • O poder público é obrigado a conceder medicamentos, mesmo que NÃO estejam incorporados em atos normativos do SUS, desde que cumpra os requisitos abaixo:

    A - Comprovação, por meio de laudo médico fundamentado e circunstanciado expedido por médico que assiste o paciente, da imprescindibilidade ou necessidade do medicamento, assim como da ineficácia, para o tratamento da moléstia, dos fármacos fornecidos pelo SUS;

    B- incapacidade financeira de arcar com o custo do medicamento prescrito;

    C-existência de registro do medicamento na ANVISA, observados os usos autorizados pela agência.

    [REsp 1.657.156-RJ. Relator: Minis - tro Benedito Gonçalves. Julgamento: 25.04.2018. Primeira Seção. Publicação: 04.05.2018].

    É possível, excepcionalmente, a concessão judicial de medicamento sem registro sanitário, em caso de mora irrazoável da Anvisa em apreciar o pedido (prazo superior ao previsto na Lei 13.411/2016), quando preenchidos três requisitos:

    A- a existência de pedido de registro do medicamento no Brasil (salvo no caso de medicamentos órfãos para doenças raras e ultrarraras);

    B- a existência de registro do medicamento em renomadas agências de regulação no exterior;

    C) a inexistência de substituto terapêutico com registro no Brasil.

    ” [RE 657718/MG. STF. Plenário. Rel. Orig. Min. Marco Aurélio, red. p/ o ac. Min. Roberto Barroso, julgado em 22/5/2019 - repercus - são geral. Info 941].

  • Antônio, pessoa hipossuficiente no plano econômico e morador de uma área carente do Estado, procurou a Defensoria Pública e solicitou que fosse ajuizada uma ação judicial para obrigar o Poder Público a lhe fornecer certo medicamento indispensável à sua sobrevivência.

    Art 6º CF: são direitos sociais a educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdencia social, proteção aos desamparados, na forma desta Constituição.

  • São direitos sociais: EDU TRABALHA ALI , SAÚ MORA LÁ E ASSIS PROSEG TRANSPORTANDO PRE SO. Educação, Saúde, Alimentação , Moradia, Trabalho, Lazer, a Proteção à maternidade e à infância, a Assistência aos desamparados, Segurança, Transporte e Previdência Social.

  • O direito social à saúde, o qual é de segunda geração.

  • PMCE 2021✔️

  • DIR. INDIVIDUAIS - LIBERDADE NEGATIVA DO ESTADO 

     DIR. SOCIAIS - LIBERDADE POSITIVA DO ESTADO (Nesse caso, a prestação do remédio)

  • "Art. 6º São direitos sociais (...) a saúde, (...) a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição."

    Gabarito: (A)

    Pode-se argumentar que esteja sendo tutelado(a) o direito à vida ou princípio da dignidade da pessoa humana também, porém trata-se de um DIREITO individual e um princípio da república federativa do Brasil, respectivamente. A alternativa (D) uma garantia individual é a mais próxima dessa interpretação, mas peca na palavra garantia. A vida é um direito individual, e não garantia. Garantias são inviolabilidade de domicilio, das comunicações, garantias processuais, etc.

  • GAB.A

    Um Direito Social, dentre outros, a saúde.

  • Direitos sociais:

    LESSMA PPATT:

    Lazer;

    Educação;

    Saúde;

    Segurança;

    Moradia

    Alimentação;

    Previdência social;

    Proteção à maternidade e à infancia.

    Assistência aos desemparados;

    Trabalho

    Trasporte.

  • De acordo com o STF, é obrigatório o fornecimento de medicamentos , em estoque mínimo, para enfermidades graves,

  • DIREITO SOCIAL -> SAÚDE!

  • Saúde

  • edu mora lá, sau trabalha alii, e assis pro seg tranportando preso.

  • SAUDE É UM DIREITO SOCIAL

    PMCE 2021

  • DIREITOS SOCIAIS:

    EDU MORA ALI

    SAÚ TRABALHA LA

    ASSIS PRO SEG "TRANSPORTANDO" PRE SO

    -RESPECTIVAMENTE-

    • EDUCAÇÃO
    • MORADIA
    • ALIMENTAÇÃO
    • SAÚDE
    • TRABALHO
    • LAZER
    • ASSISTENCIA AOS DESAMPARADOS
    • PROTEÇÃO À MATERNIDADE E À INFANCIA
    • SEGURANÇA
    • TRANSPORTE
    • PREVIDENCIA SOCIAL
  • SAÚDEE

  • Essa Débora Ribeiro já envergonha a corporação, mesmo sem ter entrado. Já é desrespeitosa assim, imagine lá dentro
  • GABARITO LETRA "A"

    Tal solicitação junto à Defensoria Pública buscou acesso ao Direito Social, previsto no Art. 6º da CRFB/88, à Saúde.

    Bons estudos.

  • você está coberto de razão, Concurseiro PF, PRF, PCDF...

  • remédio lembra saúde e saúde lembra art 6 da cf, que trata dos direitos sociais.... e adivinhem, saúde é um deles
  • ASSERTIVA CORRETA LETRA "A"

    Complementando;

    A ação judicial solicitada por Diogo tem como objetivo tutelar seu direito à saúde, que é um direito social (art. 6°, CF).

  • show de bola esse menemonico Roberto
  • EDU mora la. SAU trabalha ali. ASSIS pro segue preso no transporte

    Rol exemplificativo

    Normas de eficácia limitada e aplicação mediata.

  • Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

    Lembrem-se : Direitos sociais pertencem a três pessoas : EDU, SAÚ E AO ASSIS .

    Direito social é do Edu, que mora lá.

    É também do Saú, que trabalha ali,

    e do Assis , que pro seg preso no trânsito.

    O famoso mnemônico em forma de historinha para os queridos e mais do que vencedores concurseiros . :)

    Deus os abençoe.

  • Direitos INDIVIDUAIS E COLETIVOS -> Art 5º CF 88

    Direitos SOCIAIS -> Art. 6º CF 88

    Garantias -> meios de proteção/defesa dos direitos fundamentais.

  • A responsabilidade em matéria de saúde é solidária entre os entes federados. Contudo,

    se a ação buscar o fornecimento de remédio sem registro na Anvisa, o processo deve ser

    movido contra a União, não podendo ser colocado no polo passivo os estados, o DF ou os

    municípios.

    Houve outro julgado importante, em março de 2020.

    Nele se decidiu que o Estado não é obrigado a fornecer medicamentos de alto custo solicitados

    judicialmente, quando não estiverem previstos na relação do Programa de Dispensação

    de Medicamentos em Caráter Excepcional, do Sistema Único de Saúde (SUS). Ou seja, se o

    remédio não está na lista do SUS, o poder público, em regra, não precisará arcar com os custos

    (STF, RE n. 566.471).

    CREDITO : GRAN

  • DILMA SEM PT direitos sociais

  • Pra quem escolheu a D:

    CF 88

    TÍTULO II

    Dos Direitos e Garantias Fundamentais

    (estranho dizer garantia individual! Garantias estão meio que implícitas e tal!!! Além do enunciado estar se referindo a um ajuizamento de uma ação, e isso é pleitear um direito e por aí vai...)

    CAPÍTULO I

    DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS (direitos e deveres individuais sim, mas garantia individual é estranho!!!) E COLETIVOS

    CAPÍTULO II

    DOS DIREITOS SOCIAIS ( a única opção cabível!! LETRA A)

    Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. (E pra mim podem ser vários aqui, não especificamente saúde, embora caiba. Um outro direito direito social por exemplo: assistência aos desamparados - haja vista o examinador ter citado a hipossuficiência de recursos do cabra)

  • Art. 196 da CF

    A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

    Nos princípios do SUS, em consonância com o Art. 196 da Constituição Federal, a saúde é definida como um direito social garantido por intermédio de políticas públicas.

  • DIREITOS SOCIAIS:

    PS: TEMOS LAZER, ALIMENTAÇÃO, TRANSPORTE DEMAIS.

    Previdência Social

    Trabalho

    Educação

    MOradia

    Saúde

    LAZER

    ALIMENTAÇÃO

    TRANSPORTE

    assistência aos DEsamparados

    MAternidade

    Infância

    Segurança

  • Eduardo mora lá

    Sau trabalha ali

    O Assis seg preso no transporte

  • a questão me levou a induzir que seria direito a vida , sendo um direito fundamental.

  • Alternativa E - ERRADA, pois trata-se de um Direito Individual e não Social.


ID
2947633
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

João requereu a matrícula do seu filho de dez anos em determinada escola pública, o que foi indeferido pelo respectivo diretor, por escrito, de modo arbitrário, ilegal e sem qualquer fundamentação.


Considerando a sistemática constitucional, o instrumento constitucional passível de ser utilizado para se obter a matrícula do filho de João, que teve o seu direito líquido e certo à educação violado, é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

    Constituição Federal

    Art. 5º, LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data , quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do poder público;

  • Se diz DIREITO LÍQUIDO E CERTO, vá de MS.

  • Remédios Constitucionais, CF/88:

    A) LXXII - conceder-se-á habeas data:

    a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público;

    b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo;

    B) LXVIII - conceder-se-á  habeas corpus  sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

    C) LXXI - conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania;( NA, SO, CI)

    D) LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por  habeas corpus  ou  habeas data , quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público; (GAB)

    E)Prevista na CF/ e no CPC, não faz parte dos Remédios.

  • Ao meu ver será MS porque não é contra pessoa juridica de direito publico, caso contrario seria HD

  • Habeas Corpus: direito de locomoção.

    Habeas Data: direito de informação pessoal.

    Mandado de segurança: direito líquido e certo.

    Mandado de injunção: omissão legislativa.

    Ação Popular: ato lesivo.

     

    O que tem H é gratuito, o que tem M não é gratuito. O que tem A é gratuito, salvo má-fé.

  • Resposta: Alternativa (D) - Mandado de Segurança

    Enunciado da questão: "(...) escola pública, o que foi indeferido pelo respectivo diretor, por escrito, de modo arbitrário, ilegal" Logo: o Diretor da Escola está investido em uma FUNÇÃO PÚBLICA e agiu de forma ARBITRÁRIA e ILEGAL.

    RESUMO DOS REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS

    HABEAS CORPUS:

    -> Direito de ir e vir = Liberdade de locomoção: entrar/sair/permanecer/deslocar

    -> Titularidade: só pessoa física = brasileiro ou estrangeiro: em trânsito/residente

    -> Legitimação: quem pode impetar:pessoa física (independentemente da capacidade civil) / pessoa jurídica (só em favor de pessoa física)

    -> Não precisa de advogado

    -> É gratuito

    .

    HABEAS DATA

    -> Proteger informação PERSONALÍSSIMA

    -> Pedido: Constituição: conhecimento/retificação de informação - Lei 9.507/95: anotação de dado verdadeiro nos assentamentos do interessado

    -> Titularidade: pessoa física/jurídica

    -> Legitimidade Passiva: Administração Pública/ Entidade de caráter Público (Ex. SPC/SERASA)

    -> Negativa de informação é condição da ação

    -> É gratuito

    .

    MANDADO DE SEGURANÇA

    -> Caráter Residual: não couber HC/HD

    -> Prazo: decadência de 120 dias

    -> Direito Líquido e Certo : demonstrado de plano / prova exclusivamente documental / não cabe dilação probatória

    -> Não cabe MS: decisão judicial/administrativa que caiba recurso com efeito suspensivo

    ........................... decisão com trânsito em julgado

    ........................... lei em tese

    ........................... contra ato de gestão comercial de empresa pública ou sociedade de economia mista

    MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO

    -> Legitimidade ativa: Partido Político com representação no Congresso Nacional

    .................................. Organização Sindical

    .................................. Entidade de Classe

    .................................. Associação em funcionamento há pelo menos 1 ano

    -> Não depende de autorização expressa, atua como substituto processual (Súmula 625 STF)

    .

    MANDADO DE INJUNÇÃO

    -> Legitimidade ativa: qualquer pessoa física/jurídica

    -> Legitimidade Passiva: pessoa estatal, editar norma

    -> Ausência de Lei Federal

    -> Direito Constitucional Obstado: Soberania / Liberdade / Cidadania / Nacionalidade (Macete: SOLICINA)

    -> Omissão Parcial: regulamentação é insuficiente

    -> Não Cabe: alterar norma existente (alegação incompatibilidade com a CF)

    ...................... Exigir certa interpretação

    ...................... Exigir aplicação justa da lei

    ...................... Norma Considerada autoaplicável

    ...................... Regula aplicação ´pretérita a edição da lei

  • Impretra-se mandado de SEguranaça para proteger direito liquido e CErto.

    Lembra o macete... Mandando de SEgurança = Direito Liquido e CErto.

  • Para aprofundarmos um pouco mais em relação ao MI:

    1.1 Efeitos do Mandado de Injunção: Teorias Existentes

     

    Uma matéria que não há convergência entre os doutrinadores e a jurisprudência diz respeito a questão dos efeitos da decisão no mandado de injunção. Predominam quatro posições, a seguir sintetizadas:

    I - Teoria não-concretista: Prevaleceu, majoritariamente, por muitos anos no âmbito do Supremo Tribunal Federal, dispondo que ao Poder Judiciário caberia somente o reconhecimento formal da inércia do legislador e, por oportuno a comunicação ao órgão competente para a elaboração da norma regulamentadora necessária ao exercício do direito constitucional inviabilizado. O que se entendia era que a adoção de posição diversa iria contra a separação dos Poderes;

    II - Teoria concretista geral: Empregada recentemente em poucas decisões prolatadas pela Suprema Corte (ex. MI 670, 708 e 712), dispõe que, diante da ausência de norma regulamentadora, cabe ao Poder Judiciário suprir a lacuna. Dessa forma, o Judiciário, mediante sentença, iria regular a omissão em caráter geral, ou seja, além de viabilizar o exercício do direito pelo impetrante do MI, também estenderia os efeitos a todos aqueles em idêntica situação (efeito erga omnes);

    III - Teoria concretista individual: Esporadicamente está sendo adotada pelo STF em algumas hipóteses (ex. MI 721). Com base nesse entendimento, frente a lacuna, o Poder Judiciário deve criar a regulamentação para o caso específico. Quer dizer que, a decisão viabiliza o exercício do direito somente pelo impetrado, uma vez que a decisão teria efeitos inter partes;

    IV - Teoria concretista intermediária: Formula-se na união da teoria não-concretista com a teoria concretista individual, dito posto que, afirma que o dever do Poder Judiciário, em um primeiro momento, é limitar-se a declarar a omissão ao órgão responsável pela elaboração da norma regulamentadora, estabelecendo um prazo para suprimento da lacuna. Estando o prazo assinalado expirado, o Poder Judiciário estaria autorizado a suprir a lacuna para o caso concreto, porém, somente para o impetrante.

    A Suprema Corte de Justiça, por muito tempo, foi a favor da aplicação da teoria não-concretista, fato este que tornou o MI em um instrumento ineficaz, pois não concedia ao impetrante o exercício do direito constitucional até então impossibilitado pela falta de norma regulamentadora.

    A partir do fim do ano de 2006 e no decorrer do ano de 2007, o Supremo Tribunal Federal passou a reavaliar sua posição quanto aos efeitos da decisão no MI. No entanto, ainda não se pode afirmar que a Suprema Corte tenha adotado a teoria concretista individual ou a concretista geral, tendo em vista a aplicação de ambas em decisões.

  • Gabarito''D''.

    Art. 1 Conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por  habeas corpus ou habeas data , sempre que, ilegalmente ou com abuso de poder, qualquer pessoa física ou jurídica sofrer violação ou houver justo receio de sofrê-la por parte de autoridade, seja de que categoria for e sejam quais forem as funções que exerça. 

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • Ofendeu direito líquido e certo? Mandado de Segurança.

  • Mandado de Segurança, direito liquido e certo

  • Um certo cuidado:

    Direito líquido e certo:

    Pelo próprio STF:  "FATOS INCONTROVERSOS E INCONTESTÁVEIS"

    Para que seja considerado líquido e certo, o Direito deve ser expresso em Lei e ser demonstrado de plano, ou seja, as provas de sua existência devem acompanhar o pedido ao juiz, sob pena de indeferimento (MS 26553 DF (STF))

    Ação do mandado de segurança é residual de tal sorte que devemos avaliar a possibilidade de aplicação de HC OU HD.

    Exemplo: A liberdade de locomoção pode ser considerada um direito líquido e certo , mas encontra agasalho no HC.

    Como visualizar a aplicação de um MS?

    1º Deve se tratar de uma ilegalidade ou abuso de poder

    2º Não estar amparada por HC ou HD.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • A Reclamação (RCL) é um instrumento jurídico com status constitucional que visa preservar a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) e garantir a autoridade de suas decisões.

  • GB D

    PMGOO

  • GB D

    PMGOO

  • A banca ainda deu dica sobre o remedio constitucional.

  • LETRA D CORRETA

    Remédios Constitucionais 

     

    Habeas Corpus: direito de locomoção. Não precisa de advogado

    Habeas Data: direito de informação pessoal.

    Mandado de segurança: direito líquido e certo. Não amparado por HC ou HD

    Mandado de injunção: omissão legislativa.

    Ação Popular: ato lesivo.

  • RCL ...É o instituto processual pelo qual se busca preservar a competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, assim como garantir a autoridade das decisões emanadas por estes

  • Praticamente deu a questão ao falar de "direito líquido e certo"

  • D. o mandado de segurança; correta

    art. 5°

    LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por  habeas corpus  ou  habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público;

  • GABARITO: LETRA D

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou  habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público;

    FONTE: CF 1988

  • Gabarito D

    Direito líquido e certo --> Mandado de Segurança

  • Gabarito: D

    Mandado de Segurança - direito líquido e certo

    Mandado de Injunção - ausência de norma reguladora

    Ação popular: Ato lesivo

    Habeas Corpus - locomoção

    Habeas Data - informação pessoal (em regra)

  • GAB:D POR QUÊ? NÃO PODE SER A ALTERNATIVA "A" PORQUE SO PODE APLICAR HARBEAS DATA SE FOR DADOS PRIVADOS(PARTICULARES) , SE FOR DE TERCEIRA PESSOA É PRECISO APLICAR MANDADO DE SEGURANÇA, o restante das alternativas estão totalmente sem relevância, não há o que comentar.
  • FGV gosta de cobrar esse tipo de questão.

    Questão idêntica a Q1030461!

    Concurso é 10% inteligência e 90% perseverança.

  • O instrumento constitucional adequado para proteger o direito líquido e certo de obtenção da matrícula do filho de João em escola pública é o mandado de segurança

  • DIREITO LÍQUIDO E CERTO, NÃO PROTEGIDO PELO HC NEM PELO HD É CABÍVEL O MANDADO DE SEGURANÇA.

  • KD os homi da PMce?kkkk

  • GABARITO: D

    Art. 5º, LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por "habeas-corpus" ou "habeas-data", quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público;

  • RUMO PMCE 2021

  • se caisse uma dessa

  • Aquela velha questão para não zerar a prova...

  • Principais Dicas de Remédios Constitucionais:

    Gabarito:D

    • Habeas Corpus = Liberdade de Locomoção; Não é pago; Qualquer um pode impetrar e ser o beneficiado da ação, exceto PJ.
    • Habeas Data = Acréscimo de informações, conhecimento de informações do impetrante e retificação de dados quando não queira fazer por um processo judicial; Ação na qual você tem que entrar com a ação - personalíssima, exceto quando você impetrar para herdeiros; Não é pago.
    • Mandado de Segurança = Proteger direito liquido e SErto, não amparado por habeas corpus e data; As provas devem ser preexistentes; Pago; Quem impetra é o PF e PJ e organização sindical, partidos políticos com representação no congresso nacional, associações com pelo menos 1 ano de funcionamento e entidades de classe.
    • Manda de Injunção = Sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviolável o direito e as liberdades constitucionais; Pago; PJ e organização sindical, partidos políticos com representação no congresso nacional entidades de classe.
    • Ação Popular = Qualquer cidadão poderá impetrar ação popular para anula ato lesivo a patrimônio publico, moralidade administrativa, meio ambiente e patrimônio histórico cultural; Não é pago, salvo se comprovado a má-fé

     

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  • A situação narrada deixa claro que o direito líquido e certo à educação foi violado, de modo que o mandado de segurança é o remédio cabível, nos termos do art. 5º, LXIX, CF/88. Vejamos: “conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público”. Vamos assinalar, portanto, a alternativa ‘d’ como nosso gabarito.

    Gabarito: D

  • RESUMO RÁPIDO E DIRETO AO PONTO:

    mandado de injunção: Quando há falta de norma que impede o exercício de algum direito

    habeas corpus: Restrição da liberdade de locomoção

    ação popular: Anular ato lesivo ao Patrimônio Púb., Meio Amb., Moral. Adm., Patrimônio hist./cult.

    habeas data: Acessar informações do impetrante

    mandado de seg.: dir. líquido e certo


ID
2947636
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Clara, pessoa economicamente hipossuficiente, perguntou a um parente, com formação jurídica, se poderia procurar a Defensoria Pública para obter orientações sobre como deveria proceder para vender a casa em que morava.


O referido parente informou corretamente que a Defensoria Pública:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

     

    Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal.  

     

    Fonte: CFRB/88

     

  • Correta: LETRA D

    a-ERRADA. Não é obrigatório que tenha ação em curso.

    b-ERRADA. Além de não ter na legislação especificação em relação a esta cobrança, o art. 134 da CF dispõe que será de forma integral e gratuita.

    c- ERRADA. Pode ser judicial ou extrajudicial.

    d-CORRETA. A teor do art. 134 da CF.

    e-ERRADA.Não tem essa liberdade de escolha.

  • Acertei por eliminação, mas eu achava que venda de casa não tinha nd a ver com defensoria pública

  • Palavras-chave:

    CF/88

    Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 80, de 2014)

    ----------------

    Art. 5º, LXXIV - o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos;

  • Não consigo me convencer desse gabarito pq não entendo q venda de casa deveria ser assunto pra defensoria.. enfim..

  • "Distinguindo-se de ambos os institutos, a assistência jurídica tem conotação mais ampla. Não só abrange a assistência judiciária em sentido estrito, como também a prestação de informação e consultoria jurídicas, visando não necessariamente à propositura de ação judicial, mas ao efetivo esclarecimento aos hipossuficientes de quais sejam seus direitos e obrigações numa relação jurídica, orientando-os quanto às providências necessárias à composição extrajudicial de interesses em conflito, assim como prevenir litígios."

    (CASTRO, Aloísio Pires de; GIOSTRI, Paulo Fernando de Andrade, 2001, p. 122.)

  • D. atenderia Clara, pois sua atuação, de modo gratuito, estende-se ao plano judicial e ao extrajudicial; correta

    Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal .

    Art. 5º

    LXXIV - o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos;

  • LETRA D CORRETA

    CF

    Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal

  • o q tem a ver uma coisa com a outra??????

  • Gabarito D.

    Alguns não entenderam a situação proposta pela banca. Alegando que venda de casa não teria nada a ver com a Defensoria Pública.

    Mas, se repararmos o caput do artigo 134, a ORIENTAÇÃO JURÍDICA faz parte das atribuições da DP.

    Entendendo que Clara é pessoa hipossuficiente, não tendo como custear um advogado para os trâmites de venda do imóvel, a DP pode ser provocada para esta questão.

  • Já estagiei em Defensoria Pública e posso afirmar que isso acontece bastante. Muitas vezes, o próprio grupo familiar entra na sala do Defensor e recebe orientação jurídica, sem, no entanto, haver qualquer tipo de ação judicial (muitas vezes, questões envolvendo terra ou casas. kkk)

  • GABARITO: LETRA D

    SEÇÃO IV

    DA DEFENSORIA PÚBLICA

    Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal.

    FONTE: CF 1988

  • ORIENTAÇÃO JURÍDICA EXTRAJUDICIAL.

  • A pergunta foi concisa, somente quer saber se fulana poderia ira até DP.

  • CF/88

    Art. 134. A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal.

  • INCUMBE FUNDAMENTALMENTE A DP= > A ORIENTAÇÃO JURIDICA, A PROMOÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS, DEFESA EM TODOS OS GRAUS, JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL, DOS DIREITOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS, DE FORMA INTEGRAL E GRATUITA AOS NECESSITADOS NA FORMA DA "LEI"....

  • Art 134°, Dê uma revisada! caso possivel

    GAB:D)

  • FGV e suas histórias pra concurso, banca top!
  • E eu que li "Ministério Público" ao invés de "Defensoria Pública".

  • Podemos assinalar a alternativa ‘d’ como nosso gabarito, em razão do disposto no art. 134, CF/88. Vejamos: “A Defensoria Pública é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe, como expressão e instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, aos necessitados, na forma do inciso LXXIV do art. 5º desta Constituição Federal”. A Defensoria Pública, portanto, deve prestar orientação jurídica à Clara.

    Gabarito: D


ID
2947639
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Joana, Prefeita Municipal, praticou diversos ilícitos em detrimento do respectivo Município, os quais redundaram em dano ao patrimônio público.

Maria, cidadã brasileira, economicamente hipossuficiente, procurou a Defensoria Pública e informou que desejava ajuizar a ação constitucional cabível para obter, de Joana, o ressarcimento dos danos causados ao patrimônio público.

Essa ação é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

     

    LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

     

    Fonte: CFRB/88 - Art.5°

  • Cidadão = Ação Popular------>evitar lesão ao PATRIMÔNIO PÚBLICO HISTÓRICO E CULTURAL, resguardar a MORALIDADE ADMINISTRATIVA, prejudicial ao MEIO AMBIENTE.

  • Gabarito B, Ação Popular

  • "ressarcimento dos danos causados ao patrimônio público." Caso de improbidade administrativa, o qual fere o princípio da moralidade , cabível a ação popular. GAB B

  • Alguns aspectos sobre a ação popular

    Desde que presentes os requisitos legais (periculum in mora e fumus boni iuris), é possível a concessão de liminar, podendo a ação popular ser tanto preventiva, visando evitar atos lesivos, como repressiva, buscando o ressarcimento do dano, a anulação do ato, a recomposição do patrimônio público lesado, indenização etc.

    A coisa julgada se opera secundum eventum litis, ou seja, se a ação for julgada procedente ou improcedente por ser infundada, produzirá efeito de coisa julgada oponível erga omnes. No entanto, se a improcedência se der por deficiência de provas, haverá apenas a coisa julgada formal, podendo qualquer cidadão intentar outra ação com idêntico fundamento, valendo-se de nova prova (art. 18 da lei), já que não terá sido analisado o mérito.

    Julgada improcedente a ação (arts. 485 e 487 do CPC/2015), só produzirá efeitos depois de passar pelo duplo grau obrigatório de jurisdição. Julgada procedente, a apelação será recebida no seu duplo efeito: devolutivo e suspensivo (art. 19 da lei).

    O autor da ação popular é isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência, salvo comprovada má-fé.

    Lenza.

  • Gabarito''B''.

    O art 5º da CF, LXXIII:

    qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

    Não desista em dias ruins. Lute pelo seus sonhos!

  • Cidadão + Dano ao patrimônio público = Ação Popular.

  • Resposta Alternativa (B)

    -Complementando os comentários dos colegas, RESUMO AÇÃO POPULAR:

    -É gratuita SALVO má-fé

    -Não tem foro de prerrogativa de função

    -Prazo: prescricional de 5 anos

    -Ministério Público: atua como fiscal da lei E assume no caso de DESISTÊNCIA do Autor

    -OBJETO: patrimônio público/histórico, meio ambiente e moralidade administrativa

    -Titularidade: CIDADÃO.

    -Quem é considerado cidadão?

    a) pleno gozo dos direitos políticos

    b) menor de 16 anos? com título de eleitor: SIM. Assistido pelo pais? Não.

    c) pessoa jurídica? Não

    d) Importa local do domicílio? Não

  • gb B

    PMGOO

  • gb B

    PMGOO

  • A Constituição prevê ações específicas de controle da Administração Pública, às quais a doutrina se refere com a denominação de remédios constitucionais. As declarações enunciam os principais direitos do homem, enquanto as garantias constitucionais são justamente os instrumentos práticos que asseguram tais direitos enunciados. Os remédios constitucionais são: o Habeas Corpus, o Habeas Data, o Mandado de Segurança, o Mandado de Injunção e a Ação Popular.

    Constituição Federal de 1988

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    (…)

    LXXIII – qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência.

    Gabarito: B

  • LETRA B CORRETA

    Remédios Constitucionais 

     

    Habeas Corpus: direito de locomoção. Não precisa de advogado

    Habeas Data: direito de informação pessoal.

    Mandado de segurança: direito líquido e certo. Não amparado por HC ou HD

    Mandado de injunção: omissão legislativa.

    Ação Popular: ato lesivo.

  • LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

  • LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

  • Vamos revisar um pouco sobre a ação popular, que é um dos chamados REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS (juntamente com o habeas corpus, o habeas data, o mandado de segurança e o mandado de injunção).

     

    Imagine as seguintes situações hipotéticas: 1) o prefeito de um município do Piauí utiliza a caminhonete da prefeitura para transportar animais para a sua fazenda. Como cidadão/cidadã desse município, o que você poderia fazer para fazer cessar essa conduta? 2) o caminhão de lixo da prefeitura joga os resíduos em um lixão a céu aberto que está contaminando um riacho do seu município. O que você poderia fazer, como cidadão/cidadã? Resposta: em ambos os casos você poderia ajuizar/impetrar AÇÃO POPULAR, que é regulamentada pela Lei 4.717/1965.



    Veja o que diz o art. 5º, inc. LXXIII: "qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência". 



    Assim, é preciso ser CIDADÃO para poder ajuizar uma ação popular, ou seja, tem que estar em pleno gozo dos seus direitos políticos (possuir título de eleitor, podendo exercer o direito ao voto, ou seja, NÃO É QUALQUER BRASILEIRO QUE PODE IMPETRAR AÇÃO POPULAR, mas somente o brasileiro (nato ou naturalizado) que seja CIDADÃO). Todavia, diferentemente do que ocorre com o habeas corpus, é necessário que se contrate um advogado para ajuizar a ação (ou a defensoria pública, em caso de hipossuficiência).



    O objetivo da ação popular é anular ato que lese, que fira direitos bens e direitos que pertencem a toda a sociedade (patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, moralidade administrativa, meio ambiente e patrimônio histórico e cultural). Memorize: 2MP4 (2M - meio ambiente e moralidade administrativa; P4 “quatro patrimônios”: público, de entidade de que o Estado participe, histórico e cultural).



    O autor, na ação popular, não pagará custas judiciais. Porém, se agiu de má-fé, ou seja, se moveu a ação sabendo que não havia fundamento para tal (ação temerária) terá que arcar com as custas judiciais, além do chamado ônus da sucumbência, que são encargos que o perdedor de uma ação deve pagar, como, por exemplo, honorários de sucumbência (quantia em dinheiro que o perdedor da ação deve pagar ao advogado do vencedor da ação).



    O Ministério Público, como instituição, não pode impetrar ação popular, mas deve participar da ação de forma obrigatória, como fiscal da lei (custus legis).Importante saber também que o chamado foro especial por prerrogativa de função (“foro privilegiado”) não se aplica, em regra, nas ações populares. Logo, uma ação popular contra um prefeito (que possui foro especial no TJ nas ações criminais) será processada em uma vara de primeira instância.



    Fonte: 500 questões comentadas de Direito Constitucional. Link: https://is.gd/constitucional

  • CF/88

    Art. 5º, LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo:

    ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe,

    à moralidade administrativa,

    ao meio ambiente

    ao patrimônio histórico e cultural,

    ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

  • B. a ação popular; correta

    art. 5°

    LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

  • Ação popular

    LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

    Legitimados ativos: qualquer cidadão no gozo de seus direitos civis e políticos. E a ação pode ser usada de maneira preventiva (quando impetrada antes da prática do ato lesivo) ou repressiva (quando impetrada depois da prática do ato lesivo).

    GAB - B

  • GABARITO: LETRA B

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

    FONTE: CF 1988

  • GABARITO B

    Dano ao patrimônio público --> Ação Popular --> Cidadão.

  • Gabarito: B

    Ação popular - ato lesivo que qualquer cidadão pode propor.

  • Cuidado para não confundirem DIREITO DIFUSO com "AÇÃO DIFUSA".

  • isso, marca ação penal rápido ao invés de ação popular...
  • A ação adequada para esse fim é a ação popular, que pode ser proposta pelo cidadão para anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa (art. 5º, LXXIII, CF).

    LETRA B

  • GABARITO: Letra B

    AÇÃO POPULAR: A ação popular é instituto processual civil, outorgado a qualquer cidadão como garantia político-constitucional, para a defesa do interesse da coletividade, mediante a provocação do controle jurisdicional corretivo da ilegalidade de atos lesivos ao patrimônio público, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.

    a) A respeito da proteção ao patrimônio público: é preciso demonstrar na inicial da ação popular a lesividade e a ilegalidade do ato atacado;

    b) Quanto à moralidade administrativa: não há a necessidade de comprovação de dano material ao patrimônio público (RE 170.768/SP);

    c) Na tutela do meio ambiente e do patrimônio histórico e cultural: é preciso demonstrar tanto a ilegalidade quanto a lesividade do ato.

    >> ATENÇÃO! O MP NÃO PODE AJUIZAR UMA AÇÃO POPULAR, POIS FALTA LEGITIMIDADE! ENTRETANTO, UMA VEZ PROPOSTA ELE DEVERÁ ATUAR COMO CUSTOS LEGIS, INCLUSIVE SUBSTITUINDO AS PARTES EM CASO DE DESISTÊNCIA, OU, AINDA, INTERPONDO RECURSOS.

    >> SEGUNDO A DOUTRINA PREPONDERANTE, O MENOR DE 18 E MAIOR DE 16 TEM LEGITIMIDADE PARA PROPOR AÇÃO POPULAR.

  • DANO AO PATRIMÔNIO PÚBLICO===cabe ação popular!!

  • Dano ao patrimônio = Ato lesivo. Cabe a Ação popular, mesmo que o cidadão seja hipossuficiente.

  • Ratificando...

    LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

  • RUUUUUUUUUUUUUUUUUMO A GLORIOSA PMCE! CHUUUUUUUUUUPA FGV!!!!!!! DETONANDO!!!

  • O inciso LXXIII do Artigo 5º da Constituição trata sobre a ação popular, um “remédio constitucional” que funciona como mecanismo para que cidadãos tenham poder de anular atos que sejam lesivos ao patrimônio público. Dessa forma, a ação popular tem grande importância para a defesa dos interesses coletivos da população.

    GABARITO LETRA B

  • Questão da FGV falando que o agente tinha condição de cidadão -------> ACAO POPULAR

  • Principais Dicas de Remédios Constitucionais:

    Gabarito:B

    • Habeas Corpus = Liberdade de Locomoção; Não é pago; Qualquer um pode impetrar e ser o beneficiado da ação, exceto PJ.
    • Habeas Data = Acréscimo de informações, conhecimento de informações do impetrante e retificação de dados quando não queira fazer por um processo judicial; Ação na qual você tem que entrar com a ação - personalíssima, exceto quando você impetrar para herdeiros; Não é pago.
    • Mandado de Segurança = Proteger direito liquido e SErto, não amparado por habeas corpus e data; As provas devem ser preexistentes; Pago; Quem impetra é o PF e PJ e organização sindical, partidos políticos com representação no congresso nacional, associações com pelo menos 1 ano de funcionamento e entidades de classe.
    • Manda de Injunção = Sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviolável o direito e as liberdades constitucionais; Pago; PJ e organização sindical, partidos políticos com representação no congresso nacional entidades de classe.
    • Ação Popular = Qualquer cidadão poderá impetrar ação popular para anula ato lesivo a patrimônio publico, moralidade administrativa, meio ambiente e patrimônio histórico cultural; Não é pago, salvo se comprovado a má-fé

     

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  • Em havendo dano ao patrimônio público, Maria, na condição de cidadã, tem legitimidade para propor ação popular para anular tal ato lesivo – de modo que nosso gabarito encontra-se na letra ‘b’. Vejamos o dispositivo constitucional que embasa nossa resposta: “qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência” – art. 5º, LXXIII, CF/88.

    Gabarito: B

  • Coletivo = Indivíduos Conhecidos;

    Difuso = Indivíduos Desconhecidos;

  • Titularidade: CIDADÃO.

    -Quem é considerado cidadão?

    a) pleno gozo dos direitos políticos

    b) menor de 16 anos? com título de eleitor: SIM. Assistido pelo pais? Não.

    c) pessoa jurídica? Não

    d) Importa local do domicílio? Não


ID
2947642
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Na sistemática constitucional, existem matérias que podem ser disciplinadas por leis da União, dos Estados e do Distrito Federal. Nesse caso, a União se limita à edição de normas gerais.


Trata-se de competência legislativa:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

     

    Art.24 - CFRB/88

     

    § 1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

     

    Bons estudos!!

  • GABARITO: A

    Competências Administrativas

    Competência exclusiva: União

    Competência comum: União, Estados, DF e Municípios

    ------------------------------------------

    Competências Legislativas

    Competência privativa: União

    Competência concorrente: União, Estados e DF (não inclui municípios)

  • Quando a competência para legislar é concorrente, a União estabelece normas gerais.

    Caso em determinada matéria a União não tenha estabelecido as normais gerais, os Estados possuirão a competência legislativa plena no assunto.

    Posteriormente, se a União editar as normas gerais acerca daquele tema, as correspondentes normas estaduais ficarão suspensas naquilo que for contrário à norma da União,

  • Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

     I - direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico;

    II - orçamento;

    III - juntas comerciais;

    IV - custas dos serviços forenses;

    V - produção e consumo;

    VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;

    VII - proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico;

    VIII - responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico;

    IX - educação, cultura, ensino e desporto;

    IX - educação, cultura, ensino, desporto, ciência, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação;     

    X - criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas;

    XI - procedimentos em matéria processual;

    XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;

    XIII - assistência jurídica e Defensoria pública;

    XIV - proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência;

    XV - proteção à infância e à juventude;

    XVI - organização, garantias, direitos e deveres das polícias civis.

    § 1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

    § 2º A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.

    § 3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.

    § 4º A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.

  • Competência comum (administrativa) tem "M" --> Então tem município (MEDU)

    Competência concorrente (legislativa) não tem "M" --> Então não tem município (EDU)

    Edu concorre e o medu é comum...

  • UNIÃO: Legislação concorrente ---------- normas gerais.

  • COMPETÊNCIA EXCLUSIVA =         ART. 21       SÃO INDELEGÁVEIS   =    NAT.  ADMINISTRATIVA

     - manter o serviço postal e o correio aéreo nacional

    - estabelecer as áreas e as condições para o exercício da atividade de garimpagem, em forma associativa

    COMPETÊNCIA PRIVATIVA =        ART. 22,     NATUREZA LEGISLATIVA, são DELEGÁVEIS

    CUIDADO !    Somente LEI COMPLEMENTAR poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas nele.

  • Competências Administrativas - (Regra do AEIOU)

    Exclusiva: União - Indelegáveis

    Comum: União, Estados, DF e Municípios

    ------------------------------------------

    Competências Legislativas -

    Privativa: União - Delegável aos E/DF por Lei Complementar

    Concorrente: União, Estados e DF (não inclui municípios) - (Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:)

    ACRESCENTANDO !!

    Art. 30. Compete aos Municípios:

    II - - suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;

  • GABARITO LETRA A.

    Concorrente = União, Estados e DF.

    Comum = União, Estados, DF e Municípios.

    UNIÃO: Legislação concorrente ---------- normas gerais.

  • Art 21. EXCLUSIVA (só ela)

    Art 22. PRIVATIVA (dela, e pode delegar)

    Art 23. COMUM

    ART 24. CONCORRENTE

  • Velho Bizu

    Competência coMUm: com Município

  • Como eu decorei:

    Administrativa: Exclusiva / cOmUm

    Legislativa: Privativa / Concorrente

    (decorei só uma, a outra vem naturamente)

  • gabarito  A

    O vídeo abaixo apresenta a explicação da questão.

    Assista a partir de 03:15:11

    https://www.youtube.com/watch?v=5OvEZVU8PuM

    fonte: Concurso TJ CE 2019: Técnico Judiciário - Maratona de exercícios - Gran Cursos Online

  • mal formulada a pergunta...mas...vamu que vamu

  • Dancei na pergunta. Pôr.. que isso FGV?! kkk

  • No caso tem duas alternativas? Privativa / Concorrente...

  • Matérias de competência concorrente são aquelas sobre as quais tanto a União quanto os Estados e DF poderão legislar, tendo a União a atribuição primária para a edição de normas gerais. Exatamente como dispõe o enunciado da questão.

  • Art. 24, §1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

  • Não tem nada mal formulado, talvez foi mal interpretado.

    o enunciado pergunta qual nome da competência legislativa que cabe ao DF, UNIÃO E ESTADOS; simples e objetivo, Competência concorrente. Tenhamos mais humildade em saber reconhecer nossos erros, pois, só assim, iremos massificar conhecimentos.

  • LETRA A

    Em relação à competência concorrente a união estabelece normas gerais, podendo o estado estabelecer normas de caráter suplementar. No entanto, inexistindo lei federal sobre normas gerais, os estados exercerão a competência legislativa plena. Assim, surgindo posteriormente lei federal sobre normas gerais, esta irá suspender a eficácia da lei estadual no que for contrário.

  • É o caso do direito tributário, por ex. \A união edita normas gerais (CTN)

  • União ~ concorrente

  • lógica que usei para decorar isso, ainda no 2° semestre da faculdade:

    competências pra legislar:

    PRIVATIVA - privada... fezes... legislador

    CONCORRENTE - concorrência... eleições... legislador (para haver concorrência deve ter duas ou mais pessoas, logo, essa aqui é a competência da União, Estados e DF.

    Competência para administrar:

    EXCLUSIVA - é de uma pessoa só: União

    COMUM - chinela havaina, é comum, mais de uma pessoa tem

    serviu e serve para mim acertar questões desde 2015

  • COMPETÊNCIA CONCORRENTE: UNIÃO, ESTADOS, DF (MENOS OS MUNICÍPIOS).

    QUAIS SAO?

    P ENITENCIÁRIO

    U RBANÍSTICO

    T RIBUTÁRIO

    O RÇAMENTÁRIO

    F INANCEIRO

    É CONOMICO

  • Falou em concorrente, o Município tá fora. Falou em comum, o Município tá dentro

  • que caia uma questão dessa na minha prova mds !!!!!

  • Que caia uma dessa na minha prova também.


ID
2947645
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Adélia praticou uma infração penal e, após amplas investigações, a instituição com atribuição constitucional ajuizou uma ação penal em face dela.

Essa instituição é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

     

    Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:

     

    I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei;

     

    Fonte: CFRB/88

  • Só pode ser brincadeira uma questão dessa. 

     

  • Gabarito Letra A

     

    Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:
    I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei; [competência exclusiva]

  • Gab. A

    a instituição com atribuição constitucional ajuizou uma ação penal em face dela que é?

    O Ministério Público

    que é detentor da ação penal pública.

  • MP é titular da ação penal pública

  • Criei dois bizus para eu, e agora vocês, não esquecerem mais esse detalhe:

    BIZU dos 5P: Ministério Público detém Privativamente a comPetência da ação Penal Pública.

    BIZU dos 5C: AÇão Civil PúbliCa é Competência Concorrente.

    DICA EXTRA: Façam o teste de associar as letras assim, tem funcionado bem comigo, experimentem!

  • GABARITO:A

     

    É o Ministério Público “dono (dominus litis) da ação penal pública” , sendo quem exerce a pretensão punitiva, promovendo a ação penal pública desde a peça inicial, que é a denúncia, até o final. Como é um órgão do Estado, uno e indivisível, representado por Promotores e Procuradores de Justiça, os membros do Ministério Público podem ser substituídos a qualquer tempo no decorrer do processo, permanecendo inalterada a titularidade da ação, pois que ela é do Órgão Ministerial, do qual os citados Promotores e Procuradores de Justiça são os representantes.

     

    Prevê o Código Processual Penal, em seu art.27, a hipótese de qualquer pessoa do povo provocar a iniciativa do Ministério Público, nos casos em que caiba a ação penal pública, fornecendo-lhe, por escrito, informações sobre o fato e a autoria e indicando o tempo, o lugar e os elementos de convicção. Tal se dá quando o Ministério Público, fugindo à regra geral, não promover a ação penal à vista do inquérito policial.
     

    No princípio da oficialidade de fundamenta a titularidade do Ministério Público na ação pública, que, a teor do art.129, I, da Constituição Federal, é exclusivo, salvo em se tratando de ação privada subsidiária, prevista, também, pela Carta Magna, no art.5o, LIX, revogados assim, todos os dispositivos contrários, dentre os quais destaco o art.41 da lei nº1.079/50, que possibilitava a iniciativa popular nos crimes de responsabilidade perpetrados por Ministros do Supremo Tribunal Federal e Procurador Geral da República.


    Quando o art.24 do Código de Processo Penal estatui que a ação penal será promovida por denúncia do Ministério Público, se depreende implícito o princípio da obrigatoriedade, por não ser do arbítrio deste mover ou não a ação penal: é função institucional deste Órgão.


    Há que se falar ainda do princípio da indisponibilidade, que proíbe ao Ministério Público, depois de iniciada a ação penal, dela desistir; se, no decorrer do processo, chegar à conclusão de que deve pedir o arquivamento, deverá fundamentar esta decisão, e submeter seu pedido ao Juiz, que atua como fiscal do princípio ora em comento.
     


     Adilson Mehmeri, Manual Universitário de Processo Penal, p.22



    CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988


    DO MINISTÉRIO PÚBLICO


    Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:


    I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei; [GABARITO]


    II - zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição, promovendo as medidas necessárias a sua garantia;


    III - promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos; 

  • Eu que é competência do MP promover ação penal pública, só não sabia que esta questão estava se tratando do assunto.

  • Como instituição essencial, fiscal da lei e do bom andamento dos trabalhos no ordenamento jurídico, o Ministério Público é quem propõe a ação penal em face do agente de acordo com o Art. 129 inciso I da nossa carta magna, que diz que são funções institucionais do Ministério Público: Promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei.

    Gabarito: A

    Bons Estudos!!!

  • As ações do MP:

    ação penal: privativa

    inquérito civil: exclusivo

    ação civil pública: concorrente

    OBS: O MP REQUISITA a instauração da ação penal, ele não pode instalá-la, essa é uma atribuição exclusiva da autoridade policial (vide Q351241)

  • Ação Penal Pública = competência privativa do MP.

  • GABARITO LETRA A.

    Cabe ao Ministério Público:

    I - Instaurar a ação penal, privativamente, na forma da lei.

  • gabarito A

    O vídeo abaixo apresenta a explicação da questão.

    Assista a partir de 02:52:35

    https://www.youtube.com/watch?v=5OvEZVU8PuM

    fonte: Concurso TJ CE 2019: Técnico Judiciário - Maratona de exercícios - Gran Cursos Online

  • O santo chega desconfiar quando cai uma questão dessas...

  • Não dá para acreditar que cobraram uma questão dessas.

  • Rapaz, com essa aí eu me senti até ofendido kkk

  • GABARITO - LETRA A

    Complementando os estudos...

    Ação Penal: Privativa do Ministério Público

    Inquérito Civil: Exclusivo do Ministério Público

    Ação Civil Pública: Concorrente (Ministério Público/Defensoria Pública)

    DISCIPLINA, DISCIPLINA, DISCIPLINA.

  • Pra não zerar rs

  • Ação penal: privativa do MP

    Inquérito civil: Exclusiva do MP

    Ação Civil Pública: Concorrente do MP

    Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:

            I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei;

       

            III - promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos;

  • GABARITO A

    O Ministério Público tem a legitimidade privativa para exercer a ação penal pública.

  • CF/88 - Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:

    I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei;

  • Lembrando que:

    A Defensoria Pública pode promover ação penal privada subsidiária da pública.

  • Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:

    I - Promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei;

  • Princípais funções do MP: Promover ação pública (privativamente)

    Inquérito civil e ação civil pública.

  • falou em ação penal pública ou só ação penal, competência privativa do MP
  • A FGV é viciada em cobrar esse assunto.

  • A instituição em questão é o Ministério Público, sendo a letra ‘a’ o nosso gabarito. Isto porque, a Constituição Federal de 1988, no inciso I do art. 129, concedeu a seguinte função ao MP: “promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei”.

    Gabarito: A

  • a ação penal é competência privativa do MP


ID
2947648
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Determinado vereador almejava apresentar projeto de lei fixando o subsídio a ser pago aos integrantes da Câmara Municipal, tendo solicitado que sua assessoria se pronunciasse sobre a existência de algum limite constitucional a esse respeito.

A assessoria respondeu corretamente que, à luz da sistemática constitucional:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

    De acordo com a CF, o subsídio dos vereadores dependerá da população do município em que atuam e do subsídio dos deputados estaduais.

    Art. 29, VI - o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subseqüente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos:

    a) em Municípios de até dez mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos Deputados Estaduais;

    b) em Municípios de dez mil e um a cinqüenta mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a trinta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais;

    c) em Municípios de cinqüenta mil e um a cem mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a quarenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais;

    d) em Municípios de cem mil e um a trezentos mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a cinqüenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais;

    e) em Municípios de trezentos mil e um a quinhentos mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a sessenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais;

    f) em Municípios de mais de quinhentos mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a setenta e cinco por cento do subsídio dos Deputados Estaduais.

  • Resumindo:

    Há de se observar além da limitação condicionada pela base remuneratória dos deputados estaduais, a limitação indicada pela quantidade de habitantes no município.

    Os limites são expressos nos art. 29.

  • Acrescentando:

    O subsídio do prefeito, vice, secretários municipais e vereadores serão fixados por lei de iniciativa da câmara municipal

    por força dor art.29, V e VI e por força do VII a remuneração dos vereadores não poderá ultrapassar 5% da receita do município. Como já dito é um equilíbrio entre o limite da população e o subsídio dos deputados estaduais..

    Sucesso, Nãodesista!

  • Letra D.

    O subsídio dos vereadores corresponde a uma porcentagem do subsídio dos Deputados Estaduais. Porcentagem esta que aumenta, conforme a população do município.

    Min 20%, para municípios com até 10.000 Habitantes. Máx 70% para municípios com mais de 500.000 habitantes.

  • Salário dos vereadores e deputados

     

    10 MIL= 20% do subsídio dos Deputados Estaduais;    

      

    10 a 50 MIL = 30% do subsídio dos Deputados Estaduais;        

     

     50 a 100 MIL = 40% do subsídio dos Deputados Estaduais;       

     

    100 a 300 MIL = 50%  do subsídio dos Deputados Estaduais;  

          

    300 a 500 MIL = 60% do subsídio dos Deputados Estaduais;     

     

    MAIS de 500 MIL = 75% do subsídio dos Deputados Estaduais;      

  • Era pra ser um salário mínimo mais uma gratificação por cada projeto aceito.

  • A questão não menciona se é o salário dos vereadores, pois os integrantes da Câmara estão inclusos os que trabalham lá como: Assessores e outros. "Determinado vereador almejava apresentar projeto de lei fixando o subsídio a ser pago aos integrantes da Câmara Municipal, tendo solicitado que sua assessoria se pronunciasse sobre a existência de algum limite constitucional a esse respeito".

  • Remuneração de vereador: depende do numero de habitantes do Município. Lei de iniciativa da Câmara de vereadores.

    10 mil habitantes – 20%

    10 a 50 mil – 50%

    50 a 100mil – 40%

    100 a 300mil – 50%

    300 a 500mil – 60%

    +500mil – 75%

  • Caro Reinaldo Ribeiro, quando a questão diz: Subsídios, já está subtendido que se trata do Subsídio dos Vereadores, pois os servidores não têm Subsídios; mas, sim, Remuneração. Espero ter ajudado seu entendimento.

  • O subsídio pago aos vereadores tem seu valor limitado pela Constituição, de acordo com a população

    do Município, em valor percentual do subsídio dos deputados estaduais (art. 29, VI, CF). A título de

    exemplo, em Municípios de até dez mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores

    corresponderá a vinte por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. O gabarito é a letra D.

    Fonte: Ricardo Vale e Nádia ( Estratégia Concursos)

  • ART 29

    VI - o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subseqüente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos:

                a)  em Municípios de até dez mil habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos Deputados Estaduais;

    (...)

    O SUBSÍDIOS DOS VEREADORES LEVA EM CONSIDERAÇÃO O NÚMERO DE HABITANTES E O SUBSÍDIO DOS DEPUTADOS ESTADUAIS

  • Andar com fé eu vou, que a fe não costuma falhar kkkkkkk

    Em 08/09/19 às 13:34, você respondeu a opção C. Você errou!

    Em 04/09/19 às 18:48, você respondeu a opção D. Você acertou!

    Em 21/08/19 às 22:56, você respondeu a opção D.Você acertou!

    Em 14/06/19 às 16:46, você respondeu a opção D.Você acertou!

    Em 06/06/19 às 23:18, você respondeu a opção E. Você errou!

  • é normal responder tudo certinho, dai você começa estudar se aprofundar e arrar as questões? aff maria.

  • Só acertei por causa da palavra “somente” nas demais alternativas
  •  As Composições do Poder Legislativo e Poder Executivo deveriam ser mediante CONCURSO PÚBLICO.

  • GABARITO: D

    Salário dos vereadores e deputados

    10 mil = 20% do subsídio dos Deputados Estaduais;   

    10 a 50 mil = 30% do subsídio dos Deputados Estaduais;     

    50 a 100 mil = 40% do subsídio dos Deputados Estaduais;    

    100 a 300 mil = 50% do subsídio dos Deputados Estaduais;  

    300 a 500 mil = 60% do subsídio dos Deputados Estaduais;   

    mais de 500 mil = 75% do subsídio dos Deputados Estaduais.

    Fonte: Dica do colega Fiscal 2020

  • RESPOSTA: Os limites do subsídio a ser pago aos integrantes da Câmara Municipal estão relacionados à POPULAÇÃO do Município e ao subsídio dos deputados ESTADUAIS.

    ART. 29 V - subsídios do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais fixados por lei de iniciativa da Câmara Municipal, observado o que dispõem os arts. 37, XI, 39, § 4o,

    150, II, 153, III, e 153, § 2o, I;

    VI - o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subsequente, observado o que dispõe esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos:

    a) em Municípios de até 10 MIL habitantes, o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a 20% do subsídio dos Deputados Estaduais;

    b) em Municípios de 10 MIL E UM a 50 MIL habitantes, ... corresponderá a 30% do subsídio dos Deputados Estaduais;

    c) em Municípios de 50 MIL E UM a 100 MIL habitantes, ... corresponderá a 40% do subsídio dos Deputados Estaduais;

    d) em Municípios de 100 MIL E UM a 300 MIL habitantes, ... corresponderá a 50% do subsídio dos Deputados Estaduais;

    e) em Municípios de 300 MIL E UM a 500 MIL habitantes, ... corresponderá a 60% do subsídio dos Deputados Estaduais;

    f) em Municípios de MAIS DE 500 MIL habitantes, ... corresponderá a 75% do subsídio dos Deputados Estaduais;

  • Gab: D

    Imaginem só um vereador ganhar mais que um deputado estadual, não existe lógica.

  • Acertei a questão eliminando os 'somentes'.

  • A quantidade de vereadores tem relação com a quantidade de habitantes; já o subsídio dos vereadores tem relação com a quantidade de habitantes e a % do subsídio dos deputados estaduais.

  • Boa para revisar


ID
2947651
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Determinado Prefeito Municipal, insatisfeito com a atuação do Juiz de Direito da Comarca, que já contava com dez anos de efetivo exercício na magistratura, solicitou ao Presidente do Tribunal de Justiça que o “demitisse” por decisão administrativa. À luz da sistemática constitucional, o referido pedido é incompatível com a garantia constitucional da:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

     

    Art. 95. Os juízes gozam das seguintes garantias:

     

    I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

     

    Bons estudos!

  • GABARITO B

    São garantias dos magistrados:

    Vitaliciedade: garantida após 2 anos no 1º grau. Garante que o magistrado só será exonerado por sentença judicial transitada em julgado

    Inamovibilidade: impede que o juiz seja removido de um cargo para outro, salvo motivo de interesse público

    Irredutibilidade de subsídios: visa proteger a remuneração dos juízes contra retaliação do executivo ou do legislativo.

    Após 10 anos de exercício ele já possui vitaliciedade, portanto não cabe decisão administrativa, mas sentença judicial transitada em julgado.

  • O magistrado após 2 anos de exercício goza de vitaliciedade. No entanto, existe a possibilidade de perda do cargo pela sentença transitada e julgado. Ela é única, seguindo a CF/88

  • Lembrando que além dos 2 anos de exercício é condição obrigatória para a adquirir a Vitaliciedade a participação em Curso Oficial ou reconhecido por escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados. Art. 92 , IV CF/88.
  • Garantias dos Magistrados (extensíveis aos membros do MP):

    vitaliciedade;

    inamovibilidade;

    irredutibilidade do subsídio (ressalvadas as hipóteses constitucionais).

    A vitaliciedade é adquirida no primeiro grau (juiz que ainda não está em tribunal) e só será

    adquirida após 2 anos de exercício.

    Enquanto o Juiz não for vitalício, ele pode perder o cargo caso haja:

    Deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado; ou

    Sentença judicial transitada em julgado.

  • Vitaliciedade.

  • EM GROSSAS PALAVRAS:

    VITALICIEDADE - NÃO PODE SER "DEMITIDO"

    INAMOVIBILIDADE - NÃO PODE SER TRANSFERIDO.

  • Vitaliciedade: o Juiz, após dois anos de exercício, só pode perder o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado. Antes dos dois anos, estando o magistrado no período de estágio probatório, a perda do cargo pode operar-se por deliberação do Tribunal a que o juiz estiver vinculado.

  • Bonzim o prefeito

  • Art.95, CF: Quando ainda não for vitalício, a perda do cargo depende de deliberação do tribunal a que estiver vinculado;

    Já tendo alcançado a vitaliciedade, a perda só se dará por sentença transitada em julgado

  • PERDA do CARGO dos MAGISTRADOS COM VITALICIEDADE= SENTENÇA JUDICIAL TRANSITADA EM JULGADO.

  • É mais fácil demitir o Prefeito kk

  • GABARITO B

     

    Garantias dos Magistrados (extensíveis aos membros do MP):

    • vitaliciedade;

    • inamovibilidade;

    • irredutibilidade

     

    BIZU: I.V.I 

  • Realmente o direito constitucional é lindo demais. Gabarito letra (B)✓
  • Realmente o direito constitucional é lindo demais. Gabarito letra (B)✓
  • Realmente o direito constitucional é lindo demais. Gabarito letra (B)✓
  • Realmente o direito constitucional é lindo demais. Gabarito letra (B)✓
  • Realmente o direito constitucional é lindo demais. Gabarito letra (B)
  • Art. 95 - Os juízes gozam das seguintes garantias:

    I - vitaliciedade, que no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença transitada em julgado.

  • ta bom , entendi Felipe Rodrigues da Silva não precisa ficar repetindo.

  • Curiosidade

    (Cespe/2008/STF) Um advogado que, em virtude do quinto constitucional, for nomeado desembargador de um tribunal de justiça estadual adquirirá a vitaliciedade imediatamente, sem a necessidade de aguardar dois anos de exercício.

    Correto. Os Ministros de Tribunais Superiores e os magistrados que integram os tribunais pela regra do quinto constitucional adquirem vitaliciedade a partir da posse.

    A vitaliciedade significa dizer que o magistrado só perderá o cargo (uma vez vitaliciado) por sentença judicial transitada em julgado, sendo –lhe asseguradas todas as garantias inerentes ao processo jurisdicional.

    A vitaliciedade, em primeiro grau de jurisdição, só será adquirida após 2 anos de efetivo exercício do cargo, desde que, naturalmente, o magistrado supere o denominado estágio probatório. Nos 2 primeiros anos, para o juiz, que ingressou na carreira por meio de concurso de provas e títulos, ocupando o cargo de juiz substituto (art. 93, I), a perda do cargo dependerá de deliberação do tribunal a que estiver vinculado (art. 95, I).

    Todos os membros dos tribunais têm a garantia da vitaliciedade, independentemente da forma de acesso. Mesmo que um advogado ou membro do MP integre a carreira da Magistratura, por exemplo, através da regra do quinto constitucional — art. 94, no exato momento da posse adquirirá a vitaliciedade, não tendo de passar por qualquer estágio probatório.

    http://dicasdeconcurseiro.blogspot.com/2013/07/quinto-constitucional.html

    --------------------

    Relevante anotar, finalmente, que os magistrados são vitalícios, porém a vitaliciedade é adquirida de forma diferente entre os magistrados de carreira e os nomeados pelo quinto constitucional. O magistrado de carreira é vitalício após dois anos de exercício, os demais magistrados, nos termos do art. 22 de Lei Orgânica da Magistratura Nacional, tornam-se vitalícios imediatamente após a posse. É, pois, "sui generis" a aquisição da vitaliciedade dos magistrados membros de Tribunais oriundos da Advocacia. Na análise mais profunda do assunto, apenas estes se tornam vitalícios após a posse como membro de Tribunal, pois os juízes e membros do Ministério Público, antes da nomeação, já a adquiriram nos cargos de origem.

    https://drvaldinar.jusbrasil.com.br/artigos/166134334/as-formas-constitucionais-de-nomeacao-de-magistrados

  • LEGAL QUANDO TU PENSA NA CERTA E MARCA A ERRADA. AQUI, PELO MENOS, PODE...

  • Espero que caia esse tipo de questões no TJ-RJ. 

  • Adquirida a vitaliciedade, o juiz somente perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado.
  • DICA: A VITALICIEDADE DO DESEMBARGADOR ESCOLHIDO PELO QUINTO DAR-SE-Á NO MOMENTO DA SUA POSSE.

    P I U I   PRINCÍPIOS: 

    I:  Independência funcional

    U: Unidade

    I: Indivisibilidade

    PRINCÍPIOS

    UNIDADE

    INDIVISIBILIDADE

    INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL

    GARANTIAS

    ESTABILIDADE

    VITALICIEDADE

    INAMOVIBILIDADE

    INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL

    IRREDUTIBILIDADE DE VENCIMENTOS

  • Para responder à essa questão, devemos relembrar as garantias que são previstas para os magistrados, consoante o art. 95 do texto constitucional, quais sejam: (i) vitaliciedade; (ii) inamovibilidade e (iii) irredutibilidade de subsídios. Sendo assim, desde já poderemos desconsiderar as letras ‘d’ e ‘e’, por não apresentarem garantias dos magistrados. 

    A vitaliciedade está prevista no art. 95, I da CF/88, e garante ao magistrado sua exoneração, desde que após 2 anos de serviço no 1º grau de jurisdição, apenas por sentença judicial transitada em julgado. Após 10 anos de exercício, o magistrado do caso apresentado pela FGV já possui vitaliciedade, portanto não poderá ser exonerado apenas por decisão administrativa. No mais, a inamovibilidade (inciso II do art. 95) impede que o juiz seja removido de um cargo para outro, salvo motivo de interesse público. Por seu turno, a irredutibilidade de subsídios (inciso III do art. 95) visa proteger a remuneração dos juízes. 

  • Uma pessoa desejar que esse tipo de questão caia em sua prova realmente faz parte dos 90% dos inscritos (os menos preparados).

    Explicar de outra forma caso a pessoa não tenha entendido:

    essa é o tipo de questão que não fede nem cheira, pois quase todos acertam.

  • Art. 95. Os juízes gozam das seguintes garantias:

    I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

  • Simone Elias, você é chata pra caramba. Esquece a vida dos outros e se concentra na sua meta! aff!!!

  • resp: B; " ART.95, I - vitaliciedade,que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais caso, de sentença judicial transitada em julgado." → Vitaliciedade: impede a perda involuntária do cargo,salvo por sentença judicial transitada em julgado. No primeiro grau só adquirem após 2 anos de efetivo exercício. Nos tribunais a vitaliciedade é assegurada na data da posse.(ex: quinto constitucional)
  • Letra B)

    "... que o “demitisse” por decisão administrativa...".

    O JUIZ de 1° grau PODE PERDER SEU CARGO, POR VIA ADMINISTRATIVA ???

    ---> SIM, desde que esteja no biênio do estágio probatório (período de 2 anos que antecede a aquisição de vitaliciedade).

    ---> No caso do juiz que ingressou na carreira por meio de concurso público de provas e títulos, e ocupa o cargo de juiz substituto.

    ---> A decisão é dada por maioria absoluta dos membros do tribunal a que ele estiver vinculado. (No 1° grau).

    E NOS TRIBUNAIS ???

    ---> Nos tribunais a vitaliciedade é adquirida - automaticamente - com a POSSE, pois a forma de entrada é por meio do QUINTO CONSTITUCIONAL, ou seja, não há que se falar em requisito temporal do estágio probatório. Portanto, não pode ser demitido por via administrativa.

    APÓS O ADQUIRIDA A VITALICIEDADE É POSSÍVEL QUE O JUIZ PERCA O CARGO ???

    ---> SIM, desde que em sentença judicial transitada em julgado.

    E O O JUIZ APOSENTADO ??

    ---> SIM, desde que em sentença judicial transitada em julgado.

    E OS MINISTROS DO STF ???

    ---> SIM, desde que por determinação do SENADO FEDERAL, na hipótese da prática de crime de responsabilidade.

    "Quando tudo nos parece dar errado. Acontecem coisas boas. Que não teriam acontecido. Se tudo tivesse dado certo". (Renato Russo).

  • MAGISTRADOS

    Vitaliciedade: garantida após 2 anos no 1º grau. Garante que o magistrado só será exonerado por sentença judicial transitada em julgado

    X

    MEROS MORTAIS

    São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

    Exonerados:

    I - sentença judicial transitada em julgado

    II - PA

    III - procedimento de avaliação periódica de desempenho

  • Garantias  

    Art. 95. Os juízes gozam das seguintes garantias:

    I - vitaliciedade, que, no 1 grau, só será adquirida após 2 anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

    II - inamovibilidade, salvo por motivo de interesse público, na forma do art. 93, VIII;

    III - irredutibilidade de subsídio, ressalvado o disposto nos arts. 37, X e XI, 39, § 4º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I.     

    Vedações

    Parágrafo único. Aos juízes é vedado:

    I - exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo ou função, salvo uma de magistério;

    II - receber, a qualquer título ou pretexto, custas ou participação em processo;

    III - dedicar-se à atividade político-partidária.

    IV - receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei;      

    V - exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou, antes de decorridos 3 anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração.  

  • Vitalicidade= adquiri o Juiz substituto que alcançou 2 anos de atividade na sua comarca(período probatório) e o Juiz que foi indicado (através de quinto, indicação do Presidente para Juiz do STF...) no momento da posse( não necessitando de período probatório). A garantia de vitalicidade é perdida no momento em que o Juiz é condenado penalmente por sentença transitado e julgado. Vale ressaltar que quem julga crimes de responsabilidade e comuns são os tribunais superiores...
  • derico Marques definiu: “a inamovibilidade é a garantia que tem o juiz de não ser removido, compreendendo o grau e a sede, a comarca, o cargo, o tribunal e a câmara”18

    Vitaliciedade quer dizer que o juiz, após de transcorrido o turno de dois anos desde sua posse e exercício da função, somente a perderá em decorrência de sentença judicial transitada em julgado, em processo no qual lhe seja garantido o direito de se defender, respeitando devidamente o contraditório

    Que não se pode reduzir: a irredutibilidade do salário mínimo. Etimologia (origem da palavra irredutibilidade). Irredutível - vel + bili + dade.

    princípio da indisponibilidade do interesse público diz que a Administração deve realizar suas condutas sempre velando pelos interesses da sociedade, mas nunca dispondo deles, uma vez que o administrador não goza de livre disposição dos bens que administra, pois o titular desses bens é o povo

    § 4º - São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos. § 5º - São inelegíveis para os mesmos cargos, no período subseqüente, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal, os Prefeitos e quem os houver sucedido, ou substituído nos seis meses anteriores ao pleito

  • GABARITO B

    São garantias dos magistrados:

    Vitaliciedade: garantida após 2 anos no 1º grau. Garante que o magistrado será exonerado por sentença judicial transitada em julgado.

    Inamovibilidade: impede que o juiz seja removido de um cargo para outro, salvo motivo de interesse público.

    Irredutibilidade de subsídios: visa proteger a remuneração dos juízes contra retaliação do executivo ou do legislativo.

    • Após 10 anos de exercício ele já possui vitaliciedade, portanto não cabe decisão administrativa, mas sentença judicial transitada em julgado.
  •  - vitaliciedade, que, no 1 grau, só será adquirida após 2 anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

  • LETRA B

    Lembrando, juiz não tem estabilidade, ele tem vitaliciedade!

    RUMO A PMCE 2021

  • ASSERTIVA CORRETA LETRA "B"

    Complementando;

    Garantias funcionais dos magistrados: São a vitaliciedade, a inamovibilidade e a irredutibilidade de

    subsídios.

    I- Vitaliciedade: No primeiro grau, será adquirida após dois anos de efetivo exercício. No caso de

    nomeações para um Tribunal, a vitaliciedade é adquirida na data da posse. Uma vez adquirida a

    vitaliciedade, o juiz somente perderá o cargo por sentença judicial transitada em julgado.

    II- Inamovibilidade: Os juízes não podem ser removidos de ofício, salvo por motivo de interesse

    público, que fica caracterizado por maioria absoluta do CNJ ou maioria absoluta do Tribunal ao qual

    está vinculado.

    III- Irredutibilidade de subsídios: A proteção conferida pela CF/88 é ao valor nominal dos

    subsídios.

    OBS: Bancas como a CESPE gosta de induzir o candidato ao erro trocando "VITALICIDADE"(após dois anos) por "ESTABILIDADE" (após 3 anos de efetivo serviço).

    FONTE: MEUS RESUMOS!

  • O Juiz goza do IVI

    I - Irreirredutibilidade do subsídio (ressalvadas as hipóteses constitucionais).

    V - Vitaliciedade - Fica vitalício após 2 anos. Quando entrar pelo quinto constitucional, será imediata.

    I - Inamovibilidade - Só é removido da de onde trabalha, por conta de interesse público, com votação de maioria absoluta dos membros da casa.

  • Gabarito B

    Vitaliciedade é adquirida:

    Ø 1º grau de jurisdição -- > adquirida após dois anos de exercício.

    Ø Demais casos: adquirida desde a posse.

    Vitaliciedade>>> garante que o juiz não poderá perder o cargo senão:

    Ø Perda do cargo (1º- grau/ antes dos 2 anos de exercício) : deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado.

    Ø Perda do cargo (demais casos): sentença judicial transitada em julgado.


ID
2947654
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Câmara dos Vereadores do Município Alfa aprovou o diploma normativo que regeria o Município, por dois terços dos seus membros, após dois turnos de votação, com o interstício de dez dias entre cada uma delas.

O referido diploma normativo, na sistemática constitucional, é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

     

    Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos:

     

    Fonte: CFRB/88

  • GABARITO LETRA B

    CF

     

    Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em Dois turnos, com o interstício mínimo de Dez dias, e aprovada por Dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos:

    Bizu:

    (DDD para municípios e DF)

  • ART.29. LEI ORGÂNICA = DOIS TURNOS , MÍNIMO DE DEZ DIAS, APROVADA POR DOIS TERÇOS DA CÂMARA MUNICIPAL.

    ( USE O DDD PARA O MUNICÍPIO E DF)

  • Estados: Constituição estadual

    Municípios : Lei Orgânica

    DF: Lei orgânica do DF

    Territórios Federais: Lei ordinária dispões sobre sua organização..vide art.33

    Um abraço, vc é capaz de conquistar o que quiser, Nãodesista!

  • No sentido genérico da expressão não deixaria de ser uma constituição municipal, ou seja, lei maior do município....e para que não houvesse recurso nesse sentido, a banca amarrou o enunciado citando "na sistemática constitucional"...pois a CRFB\88 não cita a expressão "constituição municipal".....pobre examinador....

  • Conforme a CF/88.

    Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos:

  • GABARITO: LETRA B.

    Conforme a CF/88.

    Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos:

  • gabarito B

    O vídeo abaixo apresenta a explicação da questão.

    Assista a partir de 02:49:39

    https://www.youtube.com/watch?v=5OvEZVU8PuM

    fonte: Concurso TJ CE 2019: Técnico Judiciário - Maratona de exercícios - Gran Cursos Online

  • LEI ORGÂNICA MUNICIPAL.

    É aprovada com 2/3 de seus menbros

  • Se eu errasse essa não sei o que seria de mim...

    Depois de errar TODAS as questões de Intervenção... Sinistro o.o

  • Municípios são regidos por Lei Orgânica.

  • GABARITO: LETRA B

    CAPÍTULO IV

    Dos Municípios

    Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos:

    FONTE: CF 1988

  • lei orgânica

    lei orgânica

    lei orgânica

    lei orgânica

     

  • Editora Atualizar - Prof. Emerson Bruno

    https://www.youtube.com/watch?v=X7JyoT-PJy8&list=PLhTKk53U8pNnDzl0-AKyDOe_cvWAyckKH&index=1

  • Município - Lei Orgânica

  • Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos

  • LEI ORGÂNICA

    LEI ORGÂNICA

    LEI ORGÂNICA

    LEI ORGÂNICA

    LEI ORGÂNICA

    LEI ORGÂNICA

    LEI ORGÂNICA

    LEI ORGÂNICA

    LEI ORGÂNICA

  • Lei orgânica

    Dois turnos

    Dez dias

    Dois terços

    Todas as fases de elaboração da lei orgânica se desenvolvem na Câmara Municipal.

  • Município sempre será LEI ORGÂNICA.

  • Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos.

  • Bizu:

    L.Orgânica M —> D.D.D

    Dois Turnos;

    Dois Terços;

    Dez dias.

    Promulgação: Câmara Municipal.

    Rumo à PMCE

  • O MUNICIPIO REGER - SE Á LEI ORGANICA !!

  • "O municipio ReGer.. = Lei oRGânica

    GAB:B)

    #RUMOAAFOBAÇÃO

  •  ◘O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em Dois Turnos, Dez Dias, e aprovada por Dois Terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará. *

  • LEI ORGÂNICA MUNICIPAL: D D D = dois turnos, dois terços, dez dias.

    PROMULGAÇÃO: Câmara Municipal.

  • Vamos assinalar a alternativa ‘b’, que está em plena harmonia com o disposto no art. 29 da Constituição Federal de 1988. Vejamos: “O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos: (...)”.

    Gabarito: B

  • Gabarito B

    Lei Orgânica Municipal (Art. 29, da CF/88)

    Ø VOTADA --- > em dois (2) turnos

    Ø Com o interstício mínimo de dez (10) dias, e

    Ø APROVADA por dois terços (2/3) dos membros da Câmara Municipal.

    ********************************

    É o famoso DDD

    Dois turnos, Dez dias, por Dois terços


ID
2947657
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O Tribunal de Justiça do Estado divulgou edital para a promoção de cinco Juízes de Direito para uma entrância mais elevada da carreira.

De acordo com a sistemática constitucional, essas promoções devem observar:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

     

    Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

     

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

     

    Bons estudos!!!

  • Gabarito A: alternadamente, os critérios de antiguidade e merecimento;

    Art. 93 CF/88: Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antiguidade e merecimento [...]

    Promoção por merecimento: com requisito de 2 anos de exercício na respectiva entrância, e o juiz deve integrar o primeiro quinto da lista de antiguidade, salvo se não houver, com esses requisitos, quem aceite o lugar vago

    Promoção por antiguidade: o tribunal só pode recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de 2/3 dos seus membros, assegurado ampla defesa.

  • GABARITO:A

     

    CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
     

    DO PODER JUDICIÁRIO


    Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:


    I - ingresso na carreira, cujo cargo inicial será o de juiz substituto, mediante concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases, exigindo-se do bacharel em direito, no mínimo, três anos de atividade jurídica e obedecendo-se, nas nomeações, à ordem de classificação; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

     

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas: [GABARITO]


    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;

     

    b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta, salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago;


    c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)


    d) na apuração de antigüidade, o tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros, conforme procedimento próprio, e assegurada ampla defesa, repetindo-se a votação até fixar-se a indicação;(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)


    e) não será promovido o juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder além do prazo legal, não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão; (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

  • Gabarito A

    Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento.

  • Gabarito A: alternadamente, os critérios de antiguidade e merecimento.

    Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

            I - ingresso na carreira, cujo cargo inicial será o de juiz substituto, mediante concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases, exigindo-se do bacharel em direito, no mínimo, três anos de atividade jurídica e obedecendo-se, nas nomeações, à ordem de classificação;

            II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antiguidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

      

  • Gabarito A: alternadamente, os critérios de antiguidade e merecimento.

    Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

            I - ingresso na carreira, cujo cargo inicial será o de juiz substituto, mediante concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases, exigindo-se do bacharel em direito, no mínimo, três anos de atividade jurídica e obedecendo-se, nas nomeações, à ordem de classificação;

            II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antiguidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

    a)  é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;

    b)  a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antiguidade desta, salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago;

    c)  aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento;

    d)  na apuração de antigüidade, o tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros, conforme procedimento próprio, e assegurada ampla defesa, repetindo-se a votação até fixar-se a indicação;

    e)  não será promovido o juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder além do prazo legal, não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão;

      

  • Critérios de antiguidade e merecimento, alternadamente.

    Gabarito, A.

  • Promoção:

    1- Deve alternar: uma ora por antigüidade outra por merecimento.

    2- Será obrigatória se o juiz figurar na lista de merecimento:

    • Por 3 vezes consecutivas; ou

    • Por 5 vezes alternadas.

    3- Merecimento = desempenho + critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da

    jurisdição + pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de

    aperfeiçoamento.

    4- Para poder ser promovido por merecimento:

    Deve ter pelo menos 2 anos de exercício na respectiva entrância + deve integrar a primeira

    quinta parte da lista de antigüidade

    (Esses requisitos não precisam ser cumpridos caso não haja ninguém com tais requisitos quem

    aceite o lugar vago)

    5- Na promoção por antiguidade, para recusar o juiz mais antigo = só se for pelo voto

    fundamentado de dois terços dos membros do tribunal, conforme procedimento próprio, e

    assegurada ampla defesa.

    Caso a recusa se efetive, deve-se repetir este procedimento para o próximo da lista, até que se

    consiga fixar a indicação.

    6- Não será promovido o juiz que, INJUSTIFICADAMENTE, retiver autos em seu poder além do

    prazo legal, não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão;

  • Não esqueça:

    Será promovido o juiz que figurar 5x consecutivas

    ou 3x alternadas na lista de merecimento.

    O tribunal poderá recusar o juiz mais antigo na apuração de antiguidade pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros, conforme procedimento próprio, e assegurada ampla defesa.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Matheus Oliveira é o contrário

    3X consecutivas e 5X alternadas na lista de merecimento

  • Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;

  • => promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

    a) É OBRIGATÓRIA a promoção do juiz que figure por três vezes CONSECUTIVAS ou cinco ALTERNADAS em lista de merecimento;

    b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a PRIMEIRA QUINTA PARTE da lista de antigüidade desta, salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago;

    c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento;

    d) na apuração de antigüidade, o tribunal SOMENTE poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros, conforme procedimento próprio, e assegurada ampla defesa, repetindo-se a votação até fixar-se a indicação;

    e) NÃO será promovido o juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder além do prazo legal, não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão;

    => acesso aos tribunais de segundo grau far-se-á por antigüidade e merecimento, alternadamente, apurados na última ou única entrância;

  • gabarito A

    O vídeo abaixo apresenta a explicação da questão.

    Assista a partir de 02:47:33

    https://www.youtube.com/watch?v=5OvEZVU8PuM

    fonte: Concurso TJ CE 2019: Técnico Judiciário - Maratona de exercícios - Gran Cursos Online

  • GABARITO A

     

    OBS - ESTOU APRENDENDO RSRS 

     

     

  • CF/88

    Art. 93, II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

    a) é obrigatória a promoção do juiz que:

    figure por três vezes consecutivas

    ou cinco alternadas

    em lista de merecimento;

    --------------

    b) a promoção por merecimento pressupõe:

    dois anos de exercício na respectiva entrância

    e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta,

    salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago;

    ------------

    c) aferição do merecimento conforme:

    o desempenho

    e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição

    e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento;

    ------------

    d) na apuração de antigüidade, o tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo:

    pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros, conforme procedimento próprio,

    e assegurada ampla defesa,

    repetindo-se a votação até fixar-se a indicação; 

    -----------

    e) não será promovido o juiz que:

    injustificadamente, retiver autos em seu poder além do prazo legal,

    não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão; 

  • É obrigatório a promoção do juiz que figure três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento.
  • Fico pensando se é bom ou ruim pra quem estuda aparecer uma questão dessas em prova hehe

  • Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

     

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento.

     

  • Bem que uma assim podia cair na minha prova!

  • GABARITO: A

    Art. 93. II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antiguidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

  •  NÃO CONFUNDA:

    -  Recusa do juiz MAIS ANTIGO2/3 dos membros do tribunal (Art. 93, II, "d", CF);

    -   NÃO HÁ RECUSA por merecimento de 2/3, critério subjetivo, assiduidade e dedicação

    Ato de remoção, disponibilidade e aposentadoria do juiz, por interesse públicoMAIORIA ABSOLUTA do tribunal ou CNJ.

    Promoção por merecimento: com requisito de 2 anos de exercício na respectiva entrância, e o juiz deve integrar o primeiro quinto da lista de antiguidade, salvo se não houver, com esses requisitos, quem aceite o lugar vago

    Será OBRIGATÓRIA se o juiz figurar na lista de MERECIMENTO:

    • Por 3 vezes CONSECUTIVAS; ou

    • Por 05 CINCO vezes ALTERNADAS.

    não será promovido o juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder além do prazo legal, não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão.

    Promoção por antiguidade: o tribunal só pode recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de 2/3 dos seus membros, assegurado ampla defesa.

    .....................................

    EXPRESSÃO "DOIS TERÇOS" APARECE EM 3 LUGARES APENAS, SENDO ELES:

     

    -    RECUSAR O JUIZ MAIS ANTIGO (Art. 93, II, "d");

     

    -    STF RECUSAR O RECURSO EXTRAORDINÁRIO (Art. 102, § 3º);

     

    -    STF APROVAR, REVISAR, OU CANCELAR SÚMULA VINCULANTE (Art. 103-A).

  • Nossa alternativa correta é a da letra ‘a’, uma vez que está de acordo com o art. 93, II, CF/88: 

    Art. 93, CF/88: Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios: 

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antiguidade e merecimento, atendidas as seguintes normas: (...)

  • resp: A, " ART.93, II - promoção de entrância para entrância alternadamente, por antiguidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:..."
  • Poder judiciário

    Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente , por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

  • Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

    I - ingresso na carreira, cujo cargo inicial será o de juiz substituto, mediante concurso público de provas e títulos, com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases, exigindo-se do bacharel em direito, no mínimo, três anos de atividade jurídica e obedecendo-se, nas nomeações, à ordem de classificação;                    

    II - promoção de entrância para entrância, alternadamente, por antigüidade e merecimento, atendidas as seguintes normas:

    a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento;

    b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta, salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago;

    c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento;               

    d) na apuração de antigüidade, o tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros, conforme procedimento próprio, e assegurada ampla defesa, repetindo-se a votação até fixar-se a indicação;                 

    e) não será promovido o juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder além do prazo legal, não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão;  

  • Lembrar que para concorrer a vagas de entrancias será por antiguidade (mais velho, necessitando de aprovação de 2/3 dos membros) e merecimento que necessita de 2 anos de atividade na entrancia atual, deve estar no 1°quinto da lista de antiguidade. O merecimento se da pelas especializações, processos resolvidos, desempenho na sua comarca, cursos oficiais.... Vale ressaltar que a promoção por merecimento é obrigatória para o Juiz que, obedecendo os requisitos, ficou na lista e não foi selecionado por 3 vezes consecutivas ou 5 alternadas...
  • -Promoção de Magistrado: Vai ALTERNADAMENTE por ANTIGUIDADE e MERECIMENTO 

  • 1) As promoções são realizadas de entrância para entrância alternadamente por antiguidade e merecimento.

    2) O juizão que figurar 3x consecutivas ou 5x Alternadas na lista de Merecimento deve ser promovido

    3) se o juiz retiver injustificadamente em seu poder autos sem poder devolvê-los não será promovido

    4) A promoção por MERECIMENTO Pressupõe dois anos de exercício

    5) Na promoção por antiguidade o tribunal somente pode recusar o juiz mais Antigo pelo voto de 2/3.

    A) É a promoção por Merecimento que pressupõe dois anos.

    B) Justamente por satisfazer esses requisitos é que deve ser promovido.

    D) Ele deve ser promovido , mas a promoção por antiguidade é que pode ser submetida a este processo.

    E) A promoção por merecimento pressupõe dois anos.

  • para nao zerar.

  • ASSERTIVA CORRETA LETRA "A"

    Complementando;

    Promoção: A promoção na carreira da magistratura será de entrância para entrância, alternadamente,

    por antiguidade e merecimento, atendidas as seguintes regras:

    I- Promoção obrigatória do juiz que figurar por 3 (três) vezes consecutivas ou 5 (cinco) alternadas

    em lista de merecimento;

    II- Promoção por merecimento com requisitos de 2 (dois) anos de exercício na respectiva entrância

    e integrar, o juiz, o primeiro quinto da lista de antiguidade desta, salvo se não houver, com tais

    requisitos, quem aceite o lugar vago.

    III- Aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e

    presteza no exercício da jurisdição e pela frequência e aproveitamento em cursos oficiais ou

    reconhecidos de aperfeiçoamento;

    IV-Na apuração de antigüidade, o tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto

    fundamentado de dois terços de seus membros, conforme procedimento próprio, e assegurada

    ampla defesa, repetindo-se a votação até fixar-se a indicação;

    V- Não será promovido o juiz que, injustificadamente, retiver autos em seu poder além do prazo

    legal, não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão;

    OBS: O acesso aos tribunais de segundo grau far-se-á por antiguidade e merecimento, alternadamente,

    apurados na última ou única entrância.

    FONTE: MEUS RESUMOS!

  • Acreditem! Eu aqui estudando esses assuntos para o concurso da Polícia Militar do Ceará.

  • acredite, ninguém perguntou.

  • eu fiz essa prova, eu marquei a resposta certa na prova, mas na hora de passar para o cartão resposta marquei alternativa errada... PQP até hoje me xingo por isso afffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff >:(


ID
2947660
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O Defensor Público, Dr. João, estava em férias deferidas para todo o mês de janeiro. Ocorre que o Defensor Público-Geral do Estado do Rio de Janeiro, no dia 16 de janeiro, praticou ato administrativo determinando a interrupção de férias do Dr. João no dia 30 de janeiro, por necessidade do serviço, para que ele comparecesse a uma importante audiência pública marcada para aquele dia. No dia 23 de janeiro, o chefe da Defensoria recebeu o ofício anunciando o adiamento sine die da audiência pública, razão pela qual praticou novo ato administrativo, revogando o anterior de interrupção de férias e mantendo integralmente as férias do Dr. João, na forma originalmente deferida.

Tal ato administrativo de revogação da interrupção de férias do Dr. João foi praticado pelo Defensor Público-Geral com base no princípio da administração pública da:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: B

    Autotutela: a administração pode revogar seus atos, quando os achar inconvenientes/inoportunos ou anular seus atos, quando estes forem praticados ilegalmente.

    O próprio enunciado já traz a palavra-chave "[...] revogando o anterior de interrupção de férias e mantendo integralmente as férias do Dr. João, na forma originalmente deferida."

  • Complementando com a jurisprudência do STF:

    Súmula 473, do STF: A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.

  • Para quem ficou em dúvida:

    O princípio da intranscendência subjetiva das sanções, consagrado pelo STF, inibe a aplicação de severas sanções

    entidades federativas por ato de gestão anterior à assunção dos deveres públicos.

    Com efeito, deve-se evitar a aplicação de penalidades à Administração Pública que possam

    dificultar a governabilidade do novo gestor caso haja irregularidades decorrentes das gestores

    anteriores - desde que se demonstre que o novo administrador está tomando rodas as providências necessárias a sanar os prejuízos. As Secretarias de Estado são órgãos públicos que integram a administração direta.

    Princípio da Continuidade:

    exigência no sentido de que a atividade do Estado seja contínua, não podendo parar a prestação dos serviços, não comportando falhas ou interrupções já que muitas necessidades da sociedade são inadiáveis, como é o exemplo dos serviços de fornecimento de água e energia elétrica à população em geral. 

    está ligado ao princípio da eficiência..

    Fonte: Matheus Carvalho-Direito Administrativo

    #Nãodesista!

  • GABARITO B

    O princípio que trata da capacidade da Administração de rever os seus próprios atos, sem precisar de ordem judicial, anulando os ilegais e revogando os inconvenientes e inoportunos é o princípio da autotutela. Logo, o gabarito é a letra B.

    Agora, vejamos as demais opções:

    a) a questão está abordando a teoria dos motivos determinantes, que significa que, uma vez motivado, a validade do ato fica vinculada a veracidade dos motivos indicados na motivação do ato. O princípio da intranscendência é um princípio do direito penal e significa que somente a pessoa que cometeu o ilícito poderá responder pelo fato – ERRADA;

    c) o princípio da continuidade significa que a prestação dos serviços públicos é que não pode ser interrompida. Quanto às férias do servidor, em geral, é possível interrompê-la por necessidade do serviço, sem necessidade de ampla defesa – ERRADA;

    d) o princípio da legalidade significa que a Administração deve agir conforme a lei determinada, não existindo determinação de contraditório na situação em apreço – ERRADA;

    e) existia justo motivo para a interrupção das férias e, quando tal motivo desapareceu, a Administração optou por revogar a interrupção. Isso não tem correlação com a eficiência, que significa que a atuação da Administração deve ser pautada na busca por melhores resultados – ERRADA.

    Gabarito: alternativa B.

    Fonte: Estratégia concursos, Prof Herbert Almeida

  • Diz-se que o princípio da autotutela autoriza o controle, pela administração, dos atos por ela praticados, sob dois aspectos:

    a) de legalidade, em que administração pode, de ofício ou quando provocado anular os seus atos ilegais;

    b) de mérito, em que examina a conveniência e oportunidade de manter ou de fazer um ato legítimo, nesse último caso mediante a denominada revogação.

    gab. B

  • Princípio da Autotutela, Gabarito B.

    De acordo com esse princípio a administração pública pode anular seus atos quando ilegais, e revogar seus atos quando inoportunos ou inconvenientes.

    Ato ilegal: ANULA

    Ato que inoportuno ou inconveniente: REVOGA

  • A redação ficou um pouco confusa, pelo que entendi, é que após o  Defensor Público-Geral  ter determinando a interrupção de férias de João, a questão não é clara ao dizer pois parece que quem expediu o ofício foi o "chefe", mas subentende-se que ele (Defensor Público-Geral ) depois expediu um ofício para o Chefe da Defensoria revogando o ato.

     

    Pelo princípio da autotutela  a administração pode revogar seus atos, quando os achar inconvenientes e  inoportunos ou anular , quando estes foram praticados de forma ilegal.

     

    Tive que ler umas três vezes pra compreender... com cabeça quente é roça um questão assim!

     

  • Segue Súmula 473 do STF que dispõe sobre o princípio da autotutela:

    "A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial".

  • Imagina: você inicia o gozo das suas férias em vai para Paris, entretanto, assim que ponha os pés no território francês é surpreendido com um telefonema que é lhe avisado da interrupção das suas férias em que no dia seguinte você deve se apresentar na repartição em que você executa as suas atividades. Logo, você retorna e quando chega à repartição é informado que o ato na qual solicitava a interrupção de suas feria foi revogado.

    kkkk lascou sua vida mano.

  • ''Ocorrerá por via administrativa quando a própria Administração expede um ato anulando o antecedente, utilizando-se do princípio da autotutela, ou seja, a Administração tem o poder de rever seus atos sempre que eles forem ilegais ou inconvenientes. Quando a anulação é feita por via administrativa, pode ser realizada de ofício ou por provocação de terceiros.

    A anulação de um ato não pode prejudicar terceiro de boa-fé.''

  • Anula quando os atos forem ilegais e revoga quando forem inoportunos ou inconvenientes.

  • GABARITO: B

    Nem precisou ler o texto. '-'

  • Ato ilegal- ANULA              Ato que é inoportuno ou inconveniente- REVOGA

     

  • AUTOTUTELA (ANULAÇÃO OU REVOGAÇÃO DOS ATOS ADMINISTRATIVOS)

    Súmula 473 – A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos ou revoga-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.

    ·        ANULAÇÃO

    ·        REVOGAÇÃO

    Gab. B

  • GABARITO: B.

    Segue Súmula 473 do STF que dispõe sobre o princípio da autotutela:

    "A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial".

  • Autotutela: a administração pode REVOGAR seus atos, quando os achar inconvenientes / inoportunos ou ANULAR seus atos, quando estes forem praticados ilegalmente.

     

    Gab. B

  • Autotutela.

    Mas Dr. João deve ter ficado irado com tal ato. rsrs

  • Autotutela: Anula o ilegal; revoga o inoportuno ou inconveniente.

  • Coitado do João

  • a autotutela envolve dois aspectos quanto à atuação administrativa:

    1) aspectos de legalidade - em relação aos quais a Administração, de ofício, procede à revisão de atos ilegais;

    2) aspectos de mérito - em que reexamina atos anteriores quanto à conveniência e oportunidade de sua manutenção ou desfazimento.

    Obs.: Não precisa a Administração ser provocada para o fim de rever seus atos. Pode fazê-lo de ofício.

    Súmula 346 do STF - A Administração Pública pode declarar a nulidade dos seus próprios atos.

    Súmula 473 do STF - A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.

    Obs.: Ao Estado é facultada a revogação de atos que repute ilegalmente praticados; porém, se de tais atos já tiverem decorrido efeitos concretos, seu desfazimento deve ser precedido de regular processo administrativo. [Tese definida no RE 594.296, rel. min. Dias Toffoli, P, j. 21-9-2011, DJE 30 de 13-2-2012,Tema 138.]

    Fonte: CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo . São Paulo: Atlas, 2019.

  • A questão indicada está relacionada com os Princípios da Administração Pública.

    • Princípios da Administração Pública:

    - Constituição Federal de 1988:  

    Art. 37 A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte.

    A) ERRADO, uma vez que a aplicação do princípio da intranscendência no direito administrativo, indica que "não se pode penalizar quem não foi responsável diretamente pelos fatos. A manutenção do Estado nos cadastros de devedores da União pode, em tese, inviabilizar qualquer tentativa posterior de solução das dificuldades financeiras (...) Fux aplicou o princípio da intranscendência subjetiva das sanções, consagrado pelo STF, que inibe a aplicação de severas sanções às administrações por ato de gestão anterior à assunção dos deveres públicos." (CONJUR, 2019). 
    B) CERTO, no que se refere ao princípio da autotutela, conforme indicado por Di Pietro (2018), "enquanto pela tutela a Administração exerce controle sobre outra pessoa jurídica por ela mesma instituída, pela autotutela o controle se exerce sobre os próprios atos, com a possibilidade de anular os ilegais e revogar os inconvenientes ou inoportunos, independentemente de recurso ao Poder Judiciário". 
    C) ERRADO, segundo Mazza (2013), "o princípio da continuidade veda a interrupção na prestação dos serviços públicos. Aplica-se, por isso, somente no âmbito do Estado prestador (atuações ampliativas da esfera privada de interesses), não valendo para outros domínios, como o poder de polícia, atividade econômica, o fomento, as atividades, as atuações políticas e as funções legislativas e jurisdicionais". 
    D) ERRADO, de acordo com Matheus Carvalho (2015), com relação ao princípio da legalidade, pode-se dizer que "o administrador só pode atuar conforme determina a lei. Fala-se, em princípio, da subordinação à lei. Não havendo previsão legal, está proibida a atuação do ente público" (CARVALHO, 2015).
    E) ERRADO, conforme indicado por Matheus Carvalho (2015), "eficiência é produzir bem, com qualidade e com menos gastos" (CARVALHO, 2015). 
    Referências: 

    CARVALHO, Matheus. Manual de Direito Administrativo. 2 ed. Salvador: JusPodivm, 2015. 
    COELHO, Gabriela. Fux aplica o princípio da intranscendência subjetiva das sanções. ConJur. 15 out. 2019. 
    DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 31 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2018.
    MAZZA, Alexandre. Manual de Direito Administrativo. 13 ed. São Paulo: Saraiva, 2013. 

    Gabarito: B 
  • Só uma dúvida sobre o texto da questão: Pode o administrador revogar as férias em curso do administrado? Isso fere algum princípio? Pergunta importante que pode cair em prova! Obrigado!

  • FGV ama de coração o PRINCÍPIO DA AUTOTUTELA

  • Claudio Santos, pode sim... e não enseja indenização kkkk

  • Gabarito: B

    Autotutela: a administração pode REVOGAR seus atos, quando os achar inconvenientes / inoportunos ou ANULAR seus atos, quando estes forem praticados ilegalmente.

  • GABARITO: LETRA B

    O princípio da autotutela consagra o controle interno que a Administração Pú­blica exerce sobre seus próprios atos. Consiste no poder­-dever de retirada de atos administrativos por meio da anulação e da revogação. A anulação envolve problema de legalidade, a revogação trata de mérito do ato.

    O princípio da autotutela é decorrência da supremacia do interesse público e encontra­-se consagrado em duas súmulas do Supremo Tribunal Federal:

      a) Súmula 346: “A administração pública pode declarar a nulidade dos seus próprios atos”.

      b) Súmula 473: “A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá­-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial”.

  • O princípio da autotutela estabelece que a Administração Pública possui o poder de controlar os seus próprios atos, anulando-os quando ilegais ou revogando-os quando inconvenientes ou inoportunos. Assim, a Administração não precisa recorrer ao Poder Judiciário para corrigir os seus atos, podendo fazê-lo diretamente.

    Súmula nº 473 - A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial. 

    Atualmente, o princípio ganhou previsão legal, conforme consta no art. 53 da Lei 9.784/1999: “A Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos”.

  • Ao Estado é facultada a revogação de atos que repute ilegalmente praticados; mas, se de tais atos já tiverem decorrido efeitos concretos, seu desfazimento deve ser precedido de regular processo administrativo? SIM. Conforme tese definida no RE 594.296, rel. min. Dias Toffoli, P, j. 21-9-2011, DJE 30 de 13-2-2012, Tema 138.

    Como também no Enunciado 20 da 1ª Jornada de Direito Administrativo da CJF/STJ (03 a07 de agosto de 2020).

    O exercício da autotutela administrativa, para o desfazimento do ato administrativo que produza efeitos concretos favoráveis aos seus destinatários, está condicionado à prévia intimação e oportunidade de contraditório aos beneficiários do ato

    Mentoria @Prof.kleberpinho

  • GABA b)

    revogar seus próprios atos inoportunos ou inconvenientes (atos legais)

  • PRINCIPIO DA AUTOTUTELA.

    POSSUI O PODER DE CONTROLAR SEUS PROPRIOS ATOS ANULANDO-OS QUANDO ILEGAIS OU REVOGANDO-OS QUANDO INCOVENIENTES OU INOPORTUNOS.

  • ADENDO --> PRINCÍPIO DA INTRANSCENDÊNCIA

    O STF inibe a aplicação de severas sanções a entidades federativas por ato de gestão anterior ou diversa à assunção dos deveres públicos do novo gestor, a fim de não dificultar sua governabilidade.

    *Ex: Poder Executivo não pode ser responsabilizado por irregularidades praticadas pelos outros Poderes (Judiciário e legislativo) ou órgãos autônomos.

    'A imposição de sanções ao Poder Executivo estadual em virtude de pendências de órgãos dotados de autonomia institucional e orgânico-administrativa, tais como o Ministério Público estadual, constitui violação do princípio da intranscendência, na medida em que o Governo do Estado não tem competência para intervir na esfera orgânica dessa instituição autônoma.' STF. Plenário - 2020 (Info 991 – clipping).

  • faça resumos e vem pras questões .
  • Falou em revogar/convalidar atos, marca autotutela

  • É o fenômeno da repristinação.

  • Gabarito B

    Princípio da autotutela

     A Administração Pública possui o poder de controlar os seus próprios atos, anulando-os quando ilegais ou revogando-os quando inconvenientes ou inoportunos, sem precisar recorrer ao Poder Judiciário para corrigir os seus atos, podendo fazê-lo diretamente.

     >A autotutela diz respeito à possibilidade que a administração tem de controlar seus próprios atos.

    A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PODE CONTROLAR SEUS PRÓPRIOS ATOS:

    ANULAR --- > atos ilegais 

    REVOGAR --- > atos inconvenientes ou inoportunos.

    >FGV ---> Poder da Administração Pública de ter o controle sobre seus atos, inclusive podendo revogar os inoportunos ou inconvenientes.

    Súmula n° 473 do STF:

    A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.


ID
2947663
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

João, Técnico Médio da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, no exercício da função, caminhava carregando em seus braços uma enorme pilha de autos de processos, quando tropeçou e caiu em cima da particular Maria, que estava sendo atendida pela Defensoria, quebrando-lhe o braço e danificando o aparelho de telefone celular que estava na mão da lesada.

Em razão dos danos que lhe foram causados, Maria ajuizou ação indenizatória em face:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: C

    Pela teoria do risco administrativo, o Estado tem o dever de indenizar o dano causado ao particular, independentemente de falta do serviço ou de culpa dos agentes públicos. Ou seja, apenas pelo fato de existir o dano decorrente de atuação estatal surge para o Estado a obrigação de indenizar.

    Conforme assevera Hely Lopes Meirelles, “na teoria da culpa administrativa exige-se a falta do serviço; na teoria do risco administrativo exige-se, apenas, o fato do serviço”, ou seja, a atuação estatal que provocou o dano.

    Na teoria do risco administrativo, a ideia de culpa é substituída pela de nexo de causalidade entre a conduta do agente público e o prejuízo sofrido pelo administrado. Presentes o fato do serviço e o nexo de causalidade entre o fato e o dano ocorrido, nasce para o Poder Público a obrigação de indenizar. 

    Como na teoria do risco administrativo a responsabilidade do Estado independe de qualquer espécie de culpa (do Estado ou do agente público), o particular que sofreu o dano não tem o ônus de provar a presença desses elementos subjetivos (responsabilidade objetiva).

    Fonte: Professor Erick Alves - Estratégia

  • Responsabilidade Civil do Estado = Objetiva .

    Essa informação já resolveria a questão .

  • Errei por vacilo... DPU/DPEs não possuem personalidade jurídica, logo, não podem responder objetivamente, devendo a mulher, portanto, ajuizar a ação contra o ESTADO (esse sim possuidor de Personalidade Jurídica).

    --

    GABARITO: LETRA C

  • CORRETA, C

    As vezes fico me perguntando se estes exemplos que as bancas expõe foram situações concretas que realmente aconteceram, ou se são apenas imaginação dos examinadores. Enfim:

    Considerando que, como regra geral, Órgãos Públicas não demandam em juízo, pois não possuem Personalidade Jurídica própria;

    Considerando que, a Constituição Federal de 88 trouxe a teoria do risco administrativo, o Estado responde OBJETIVAMENTE, sendo desnecessário ao lesado demonstrar dolo ou culpa do agente público.

  • Somando aos colegas:

    Uma revisão rápida sobre o assunto..

    adotamos a teoria do risco administrativo

    o que significa que o estado responde objetivamente independente de dolo ou culpa

    diferente da responsabilidade do servidor público que é subjetiva o que enseja a possibilidade de regresso em face do mesmo.

    Teoria relacionada: A teoria do órgão é um dos fundamentos da teoria da responsabilidade Objetiva do Estado, buscando explicar como se podem atribuir ao Estado os atos praticados por pessoas físicas que agem em seu nome.

    Princípios relacionados:

    Impessoalidade: segundo Matheus Carvalho: “na ótica do agente. Quando o agente público atua, não é a pessoa do agente quem pratica o ato, mas o Estado - órgão que ele representa.”

    Ainda na teoria do risco administrativo temos os elementos:

    conduta---------nexo---------dano

    a teoria do risco administrativo diferente das outras admite as excludentes de responsabilidade

    e a atenuação.. caso fortuito, força maior, culpa exclusiva da vítima..

     culpa for concorrente, atenua-se a sua responsabilidade, que se reparte com a vítima.

    Nova relação jurisprudencial que vai cair muito por ser nova:

    Em ação destinada a apurar a responsabilidade civil decorrente de acidente de trânsito, presume-se culpado o condutor de veículo automotor que se encontra em estado de embriaguez, cabendo-lhe o ônus de comprovar a ocorrência de alguma excludente do nexo de causalidade.

    STJ. 3ª Turma. REsp 1.749.954-RO, Rel. Min. Marco Aurélio Bellizze, julgado em 26/02/2019 (Info 644).

    Fontes: Matheus Carvalho direito administrativo, LFG, Dizer o direito..

    ABRAÇOS, SUCESSO!

    #NÃODESISTA!

  • Defensoria é um órgão do Estado, portanto não tem personalidade jurídica.

  • Gabarito: LETRA E

    É o mesmo caso das Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas: Como elas não possuem personalidade jurídica, ninguém demanda ações contra elas (Caso faça isso, o processo será extinto por ilegitimidade de partes) e, sim, contra os Municípios e Estados, respectivamente, ao qual fazem parte.

  • Thiago, acredito que você se esqueceu que este espaço é destinado a comentários em um site de resoluções de concursos públicos, tenha postura e respeito com os demais colegas, se o Angéliton errou na hora de escrever qual o gabarito tenha educação e mande uma mensagem para que ele possa retificar a psotagem. Educacação e humildade é sãobem vindos em qualquer lugar. 

  • Gabarito C

    RESPONSABILIDADES PUBLICA

    Responsabilidades civil do Estado:

    ·       Comissiva;

    ·       Objetiva;

    ·       Independe(prescindível) de dolo ou culpa;

    ·       Comprovação de nexo casual ou danos.

    Responsabilidade do agente:

    ·       Omissiva;

    ·       Subjetiva;

    ·       Depende de dolo ou culpa;

    ·       Regresso contra o agente(após indenização do particular).

  • § 6.º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

  • ATO COMISSIVO --- CASO DA QUESTÃO 

    *Responsabilidade do estado é OBJETIVA

    *Independe de dolo e culpa

    *Teoria do RISCO ADMINISTRATIVO

     

    -------------

     

    ATO OMISSIVO

    *Responsabilidade SUBJETIVA

    *Depende de dolo ou culpa

    *Teoria da CULPA ADMINISTRATIVA

     

     

  • Trata-se da Teoria do Órgão (teoria volitiva) desenvolvida pelo alemão Otto Gierke. Ela adota o critério de “imputação”, ou seja, a responsabilidade é imputada ao Estado. Em outras palavras, a vontade do órgão é imputada à pessoa jurídica a cuja estrutura pertence.

  • Rapaz, essa é daquela que você marca com certeza de te acertado, mas erra. Não sabia que DPE não tem personalidade jurídica, belíssima questão. Errei aqui pra acertar na prova!

  • Também fui seco na letra B, Raimundo! Quando li a C, entretanto, fiquei em dúvida, aí me lembrei da teoria do órgão! Muito boa questão mesmo!

  • Letra B eu marquei

    Quanto mais eu estudo

    Menos vejo que sei

    Fracassei.

  • § 6.º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

  • Amigos, uma dúvida:

    Diante do incontestável reconhecimento de autonomia funcional, administrativa e financeira da defensoria pública estadual, do DF e da União (ECs ns. 45/2004, 69/2012 e 74/2013), não se admite a sua vinculação a quaisquer dos Poderes (as disposições são de eficácia plena e aplicabilidade imediata). Estabelecer que a defensoria pública é integrante ou subordinada ao Poder Executivo, diante das regras introduzidas, significa afrontar a Constituição e regredir em termos do direito fundamental de proteção aos necessitados. (Fonte: https://www.conjur.com.br/2015-abr-22/pedro-lenza-subordinacao-defensoria-publica-significa-afrontar-constituicao)

    Considerando o exposto acima - de autoria do professor Pedro Lenza - não há vinculação da Defensoria Pública a qualquer dos Poderes. De igual forma podemos compreender na leitura desta matéria jornalística: <http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/05/stf-mantem-autonomia-da-defensoria-publica-da-uniao.html> .

    Como, então, o Governo Estadual do Rio de Janeiro é o ente público responsável? Qual a fundamentação jurídica para tanto? Não consigo visualizar a Teoria do Órgão na presente questão...

    Desde já agradeço a ajuda!

    _________________________________________________________________________________

    Em tempo (13/09/2019):

    Explicação da questão conforme o professor Herbert Almeida (Estratégia), a partir de 2:54:00 : https://www.youtube.com/watch?v=yzAZkSDm3m4&t=43s

  • Resposta: Letra C

    Regra geral, órgãos públicos não possuem responsabilidade jurídica, por isso não respondem objetivamente, portanto, a mulher deverá ajuizar ação contra o estado, que possui personalidade jurídica. Logo, DPE E DPUs não possuem personalidade jurídica.

  • PENSEI DA SEGUINTE FORMA: SE AO INVÉS, DO GAROTO TER CAÍDO EM CIMA DA SENHORA ,FOSSE UMA PARTE DO GESSO DA DEFENSORIA PÚBLICA QUE É UM ÓRGÃO DO GOVERNO MAS COM ELE NÃO SE CONFUNDE UMA VEZ QUE,POSSUI AUTONOMIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA E REPRESENTAM O ESTADO NA DEFESA DOS DIREITOS E DEVERES DOS INTERESSADOS.

  • O "lesado" da história foi o João!!!!!

    rsrsrsrs...

  • GABARITO: LETRA C.

    Ajuizar ação em função do Estado. Defensoria não possui personalidade jurídica.

  • Gab. C

    Atenção!

    Responsabilidade Civil objetiva é sempre do Estado ou dos delegatários, não dependendo de dolo ou culpa. O agente tem Responsabilidade Civil Subjetiva, ou seja, é preciso a comprovação de dolo ou culpa por parte do agente.

    Vale ressaltar que DPE E DPUs não possuem personalidade jurídico.

    Espero ter ajudado.

  • ÓRGÃOS PÚBLICOS:   Não têm personalidade jurídica própria. Assim, por exemplo, não se interpõe ação judicial contra a Receita Federal, e sim contra a União.

    Na garagem da Câmara Municipal de Fortaleza, um manobrista, recrutado por empresa contratada para prestação de serviços à Edilidade, atropelou um servidor da Casa, causando-lhe danos físicos que lhe deixaram sequelas permanentes. Esse servidor ajuizou ação indenizatória em face do Município de Fortaleza, com base no art. 37, § 6° da Constituição Federal, incluindo também no polo passivo da demanda o indigitado manobrista. Em vista da situação, e à luz da legislação e da jurisprudência dominante, é correto concluir que

    o manobrista é parte ilegítima para figurar na demanda, visto que a responsabilidade prevista no art. 37, § 6° não abrange a responsabilidade pessoal do agente causador do dano, que responde apenas em caráter regressivo e pelo regime de responsabilidade subjetiva.

  • (...) na mão da lesada. rsrsrsrsrs

  • João deve levar um cagaço do procurador-chefe kkkk

  • Apenas complementando ;

    Princípio da imputação volitiva.

    O princípio da imputação volitiva, base da teoria do órgão, é um princípio do direito administrativo que estabelece que as ações cometidas pelos agentes e servidores públicos são atribuídas a pessoa jurídica a que ele esteja ligado.

    já marquei duas vezes a letra B pensando nessa teoria.

  • era melhor joao ter ficado em casa no dia.
  • Que vacilo! DEFENSORIA É UM ÓRGÃO E NÃO POSSUI PERSONALIDADE JURÍDICA.

  • Que vacilo! DEFENSORIA É UM ÓRGÃO E NÃO POSSUI PERSONALIDADE JURÍDICA.

  • Defensoria é órgão, não ente! Tem personalidade judiciária, mas não tem personalidade jurídica independente!

  • DPE é um órgão, não tem personalidade jurídica. Só para complementar o que a colega comentou abaixo. DPE é um órgão que tem personalidade judiciária por ser órgão independente.

  • Partilho do mesmo sentimento que o will concurseiro. Defensorias são órgãos, logo não possuem personalidade jurídica, assim como Ministério público, Tribunal de Contas e outros. Importante destacar que se forem ENTIDADES possuirão personalidade jurídica e é possível sim mover uma ação cível contra elas. Ex: INSS é uma entidade autárquica, logo possui personalidade jurídica e é capaz de contrair direitos e obrigações, sendo possível mover uma ação de reparação de danos contra ela.

  • Resposta C

    Defensoria Pública não possui personalidade jurídica, porem possui personalidade judiciária; ou seja pode processar alguém mas não pode ser processada.

    O agente público sempre terá responsabilidade subjetiva em ´regra`.

  • João estava no exercício da função logo caracteriza-se uma AÇÃO do estado (responsabilidade objetiva).

  • João meu caro você também em kkkkkkk Gabarito letra (C)
  • A questão indicada está relacionada com a responsabilidade civil do Estado.

    • Responsabilidade civil do Estado:

    - Constituição Federal de 1988:

    Art. 37, §6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável em casos de dolo ou culpa.
    - Código Civil de 2002:

    Art. 43 As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente responsáveis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros, ressalvado direito regressivo contra os causadores do dano, se houver, por parte destes, culpa ou dolo.
    Segundo Matheus Carvalho (2015), "se o estado quiser se voltar contra o agente, mediante ação de regresso, haverá discussão de dolo e culpa, mesmo no caso do risco integral, porque a responsabilidade do agente será sempre subjetiva". 
    Salienta-se que a responsabilidade civil do Estado é objetiva, mas a responsabilização do agente é subjetiva - depende da comprovação de dolo ou de culpa. 
    • Órgão público:
    Art. 1, §2º, da Lei nº 9.784 de 1999, Para os fins desta Lei, consideram-se:
    I - órgão - a unidade de atuação integrante da estrutura da Administração direta e da estrutura da Administração indireta. 
    O órgão não possui personalidade jurídica e não possui patrimônio próprio. A DPE é um órgão da Administração Pública. 
    A) ERRADO, tendo em vista que a responsabilidade do Estado, prevista na Constituição Federal de 1988 é objetiva, contudo, a responsabilização do agente é subjetiva, decorrendo de comprovação de dolo ou de culpa. A ação não poderia ter sido proposta em face da DPE - pois órgãos públicos não podem figurar como réus em processo judicial. 
    B) ERRADO, uma vez que a responsabilidade do agente - João - é subjetiva depende da comprovação de dolo ou culpa. A ação não poderia ter sido proposta em face da DPE - pois os órgãos públicos não podem figurar como réus em processo judicial. 
    C) CERTO, com base no art. 37, §6º, da CF/88, além disso, a necessidade de comprovação de dolo e culpa acontece se o estado quiser se voltar contra o agente por intermédio de ação de regresso. 
    D) ERRADO, já que a responsabilidade civil do Estado é objetiva. 

    E) ERRADO, uma vez que a ação não poderia ter sido proposta em face da DPE  - os órgãos públicos não podem figurar como réus em processo judicial. 

    Referência:

    CARVALHO, Matheus. Manual de Direito Administrativo. 2 ed. Salvador: JusPodivm, 2015. 

    Gabarito: C
  • Gabarito: C

  • Gab - C

    Defensoria pública não tem personalidade jurídica (não possui patrimônio próprio e nem pode figurar como parte em um processo), logo é um órgão do Estado do RJ (que é a PESSOA JURÍDICA a qual responde objetivamente pelos danos causados a terceiros!

  • João, acho que está na hora de emagrecer.

  • danificou o telefone que estava na mão da lesada kkkkkk dois lesados

  • mais alguém ai leu: João, Tício e Mévio ? kkkkkkkkkkkk

  • Defensoria é órgão público e órgão não responde a nada
  • Isso era uma pilha de papel ou um bloco de concreto?

  • órgão não possui personalidade jurídica então não pode ser processado
  • FGV adora colocar orgãos a fim de induzir o candidato ao erro. Portanto, lembre-se: Só pode responder a responsabilidade extracontratual quem possue PERSONALIDADE JURÍDICA(compreende-se, também, PJ Privada prestadora de serviços públicos). Enfim, assunto básico, contudo, poder complicar o candidato caso passe batido.

  • GAB. C.

    -- Órgãos pertencentes à Administração Direta (União, Estados, DF e Municípios) = Responsabilidade dos Entes Concedentes, pois os órgãos não possuem personalidade jurídica passiva.

    -- Entes decentralizados (Adm. Indireta) = AUTARQUIAS, FUNCAÇÕES, SEM, EP quando praticam serviços públicos (Resp. Objetiva) = Responsabilidade dos entes descentralizados, pois possuem personalidade jurídica. Incluindo, além de não pertencerem a Adm. Indireta, as Concessionárias de serviços públicos.

    Vamos com DEUS!!!


ID
2947666
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Com o objetivo de retaliação política, o novo prefeito João, tão logo tomou posse, praticou ato administrativo determinando a remoção do servidor público efetivo municipal José, seu antigo desafeto, que não o apoiou na campanha eleitoral. Inconformado, José buscou assistência jurídica na Defensoria Pública, ocasião em que lhe foi informado que era:

Alternativas
Comentários
  • Resposta letra D.

    Trata-se de desvio de finalidade do ato de remoção.

  • GABARITO: D

    Macete, que aprendi aqui no QC, para nunca mais esquecer as modalidades de abuso de poder:

    CEP ---> Competência - Excesso de Poder

    FDP ---> Finalidade - Desvio de Poder

    -------------------------------------------------

    Comentando as alternativas:

    A) Embora o ato de remoção seja discricionário, deve estar calcado no princípio da finalidade, não podendo o Poder Público aplicá-lo com base em motivos pessoais, sob pena de torná-lo ilegal. Estando presente o vício de ilegalidade, o Poder Judiciário, se provocado, pode anulá-lo.

    B) Apesar de todo ato administrativo gozar do atributo da presunção de legitimidade, esta não é absoluta, de forma que o ato pode ser desconstituído por provocação da parte prejudicada.

    C) Abuso de poder na modalidade desvio de poder, por vício no elemento finalidade.

    D) CORRETA.

    E) Vide letra C.

    -------------------------------------------------

    Se houver algum erro, por favor, corrijam-me.

  • Gabarito: Letra D

    O ato de remoção com intuito punitivo configura vício de finalidade ensejando a anulação do dado ato.

  • Houve claramente um desvio de poder e não excesso de poder, uma vez que o prefeito possui competência em remover servidores , mas sempre de acordo com a lei.

    No caso, a demissão foi motivada por razões particulares, o que caracteriza um desvio de poder, ou seja, um desvio de finalidade daquele ato.

  • Gabarito Letra D

    ABUSO DE PODER:

     

    I) Excesso de poder: vício de competência ou atuação desproporcional.

    A)O excesso de poder ocorre quando o agente atua fora dos limites das suas competências, invadindo a competência de outros agentes ou praticando atividades que não lhe foram conferidas por lei.

     B) O agente é competente, mas atua de forma desproporcional.

    II)Desvio de poder: vício de finalidade (desvio de finalidade). ****GABARITO

     A) o desvio de poder ocorre quando o agente, embora atuando dentro dos limites de sua competência, pratica ato contrário à finalidade explícita ou implícita na lei que determinou ou autorizou a sua atuação

  • CEP ---> Competência - Excesso de Poder

    FDP ---> Finalidade - Desvio de Poder

  • Gabarito: D

    EXCESSO DE PODER = EXCEDE COMPETÊNCIA

    DESVIA O PODER = DESVIA A FINALIDADE

  • Vício de competência não é só quando o indivíduo age sem competência pata tal, mas também quando mesmo competente age de forma desproporciomal
  • Explicando algo que talvez alguns tenham ficado na dúvida:

    Anulação ou revogação?

    Pessoal, a revogação ocorre em atos válidos. Já a anulação existe em atos inválidos.

    No quesito se tratava de um ato inválido por vício em um dos seus elementos (finalidade).

  • Gabarito''D''.

    o abuso de poder pode se manifestar como o excesso de poder, caso em que o agente público atua além de sua competência legal, como pode se manifestar pelo desvio de poder, em que o agente público atua contrariamente ao interesse público, desviando-se da finalidade pública.

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • Abuso de poder - ato ilegal - invalidação

    Modalidades

    Excesso de poder - atua fora ou além de suas competências

    vicio - competência

    ----------------------------------------------------------------------------------------

    Desvio de poder - atua dentro de suas atribuições

    vicio - finalidade

  • Atributos do ATO ADM:    P A T  I

    P - PRESUNÇÃO LEGITIMIDADE ou VERACIDADE

    A – AUTOEXECUTORIEDADE

    T – TIPICIADADE

    I - IMPERATIVIDADE

    DICA!!! PODER DE POLÍCIA!!! O ciclo de polícia apresenta quatro etapas, nessa sequência:

    Ciclos do Poder de Polícia STJ:

    1     NOrmatização ------ INDELEGÁVEL

    2     CONsentimento ---- DELEGÁVEL

    3      FISCAlização ------- DELEGÁVEL

    4       SAnção -------------- INDELEGÁVEL

    Duas dessas etapas podem existir ou não: consentimento e sanção

    STJ =     ADMITE   APENAS        CONSENTIMENTO  e   FISCALIZAÇÃO, vedada sanção.

  • GABARITO: LETRA D.

    Abuso de poder = Desvio de finalidade.

  • O abuso de poder pode se manifestar como o excesso de poder, caso em que o agente público atua além de sua competência legal, como pode se manifestar pelo desvio de poder, em que o agente público atua contrariamente ao interesse público, desviando-se da finalidade pública. Tratam-se, pois, de formas arbitrárias de agir do agente público no âmbito administrativo, em que está adstrito ao que determina a lei.

    ATENÇÃO: com relação ao abuso de poder, é preciso rememorar que ele também pode ocorrer por omissão, portanto, não se caracteriza somente pela prática, por conduta comissiva, a omissão do agente administrativo pode caracterizar, ainda, abuso de poder.

    Gabarito: D

  • Quando você tiver dúvidas sobre ser desvio de poder ou excesso de poder se pergunte:

    *Ele pode fazer isso? (Praticar o ato)

    SIM - DESVIO

    NÃO - EXCESSO

  • Abuso de poder:

    excesso = vício de competencia

    desvio = vício de finalidade

  • ABUSO DE PODER

    CEP = COMPETÊNCIA É EXCESSO DE PODER

    FDP = FINALIDADE É DESVIO DE PODER

  • Gabarito D

    FORMAS DE ABUSO DE PODER:

    ·       O excesso de poder(competência) – excede o limite de sua competência;

    o  Anulável - Ato com vício de legalidade, mas com vício sanável: competência e forma.

    ·       O desvio de poder(finalidade) – dentro de sua competência, mas há desvio do interesse público.

    o  Nulo - É um ato que viola a legalidade portanto portador de vício insanável.

  • Excesso de poder: ocorre caso o agente público competente age além do permitido na legislação - atua ultra legem.

    Desvio de finalidade ou desvio de poder: o ato é praticado por motivos ou finalidade diferente da prevista em lei - atua contra legem. O poder é atributo do cargo ou função, e não um privilégio concedido ao agente.

  • Praticou o ato com desvio de finalidade? Desvio de poder.

  • FGV uma excelente banca. Gabarito Letra (D)
  • A questão indicada está relacionada com os atos administrativos. 

    • Atos administrativos:

    • Anulação ou invalidação (DI PIETRO, 2018):

    - Vícios: peculiaridades no direito administrativo;
    - Vícios: relativos ao sujeito;
    - Vícios: relativos ao objeto;
    - Vícios: relativos a forma;
    - Vícios: quanto ao motivo;
    - Vícios relativos à finalidade.

    • Vícios relativos ao sujeito:

    Sob o respectivo aspecto, o ato administrativo pode apresentar vícios de duas categorias: incompetência e incapacidade.
    1. Vícios quanto à incompetência:

    1.1 Usurpação de função: acontece quando a pessoa que praticou o ato não foi investida no cargo, emprego ou função, mas se apossa, por conta própria, do exercício de atribuições de agente público. Conforme disposto no art. 328 do CP, é crime: "usurpar o exercício de função pública". 
    1.2 Excesso de poder: "ocorre quando o agente público excede os limites de sua competência; por exemplo, quando a autoridade, competente para aplicar a pena de suspensão, impõe penalidade mais grave, que não é de sua atribuição, ou quando a autoridade policial se excede no uso da força para praticar ato de sua competência" (DI PIETRO, 2018).
    Abuso de poder: excesso de poder e desvio de poder. 
    1.3 Função "de fato": "ocorre quando a pessoa que pratica o ato está irregularmente investida no cargo, emprego ou função, mas a sua situação tem toda aparência de legalidade. Exemplos: falta de requisito legal para a investidura, como certificado de sanidade vencido" (DI PIETRO, 2018). 
    2. Vício de Finalidade:
    Desvio de poder: quando o agente "pratica o ato com finalidade diversa da que ocorre implícita ou explicitamente da lei" (DI PIETRO, 2018).  
    A) ERRADO, uma vez que é viável a ação judicial visando à nulidade do ato de remoção, pois se trata de vício de finalidade. 
    B) ERRADO, já que é viável a ação judicial visando à nulidade do ato de remoção, por se tratar de vício de finalidade. 

    C) ERRADO, tendo em vista que o vício foi na finalidade do ato - remoção do servidor pois era seu desafeto. No excesso de poder o vício ocorre quanto à incompetência. 
    D) CERTO, uma vez que o desvio de poder ou desvio de finalidade, "definido pela Lei nº 4.717/65 como aquele que se verifica quando 'o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência (art.2º, parágrafo único, e)."
    E) ERRADO, já que a revogação é por conveniência e oportunidade. Na situação em questão cabe ação judicial visando à nulidade do ato de remoção. 
    Referência:

    DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 31 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2018. 

    Gabarito: D
  • Desvio de poder ou desvio de finalidade: o agente atua dentro da sua competência, mas afastado do interesse público.

  • Desvio de finalidade, finalidade essa que é o interesse público e não a remoção sem motivo de um "DESAFETO"

  • Eu não entendi o desvio de finalidade e não ser excesso de poder.

    O servidor é efetivo, o prefeito não possui competência para removê-lo do cargo.

    Se Alguém puder esclarecer essa minha dúvida, eu agradeço.

  • ABUSO DE PODER é um gênero que possui duas modalidades: excesso de poder ou desvio de finalidade.

    GAB: LETRA D.

    AVANTE!!!

  • Kd o comentário do professor???

  • LETRA D

    Para acrescentar...

    São elementos de validade do ato: CoFiFoMoOb

    Competência: Agente competente.

    Finalidade: Visa sempre o interesse público.

    Forma: Escrita.

    Motivo: Embasado em lei.

    Objeto: O ato em si.

    Na referida questão podemos verificar a existência de vício no elemento FINALIDADE, visto que, não houve intuito em satisfazer o interesse público, mas sim, de cunho pessoal.

  • Quanto mais estudo mais esperança tenho.Quanto mais estudo mais sorte tenho.

    Que Deus nos conceda vitória.

  • ERREI DE BOBEIRA KKKK

  • O poder judiciário anula os atos administrativos cobertos de ilegalidade. No enunciado houve notória afronta à legislação, uma vez que o prefeito ao proferir o ato administrativo o fez com desvio de finalidade, visto que a remoção tinha a intenção sancionatória. Dessa forma, para tutelar o direito de José, deve o seu defensor ajuizar uma ação judicial visando a ANULAÇÃO do ato que teve a sua finalidade corrompida por abuso de poder.

  • Abuso de poder (gênero)

    ESPÉCIES:

    1)excesso de poder 

    2)desvio de poder, ou desvio de finalidade.

    1) No excesso de poder, o agente público atua sem competência, seja por sua total ausência, seja por extrapolar os limites da competência que lhe foi legalmente atribuída. Há excesso de poder quando o gestor público atua fora dos limites de suas atribuições.

     2) Desvio de poder, em que o agente público atua contrariamente ao interesse público, desviando-se da finalidade pública.

  • Gabarito: Letra D.

    Diante dos fatos narrados, verifica-se abuso de poder na modalidade de desvio de poder, haja vista que a finalidade da remoção não foi o interesse público. Assim, tal ato deve ser anulado.

  • só lembrar da palavra DESVIO, nada mais.
  • tô passada, chocada

    CEP ---> Competência - Excesso de Poder

    FDP ---> Finalidade - Desvio de Poder

    só p ficar na minha timeline

  • VÍCIO DE FINALIDADE = (desvio de finalidade) = Vício Insanável

    Fim diverso do interesse público = Fim geral

    Fim diverso do previsto em lei = Fim específico


ID
2947669
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Por meio de inquérito civil público, o Ministério Público realizou investigações sobre suposto envolvimento do policial civil João com a milícia que atua em determinada comunidade do Rio de Janeiro. O MP obteve provas de que João adquiriu, para si, no exercício do cargo de inspetor de polícia, bem imóvel no valor de sete milhões de reais, desproporcional à evolução de seu patrimônio ou à sua renda.

Pelos fatos narrados, de acordo com a Lei nº 8.429/92, em tese, João:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

    Lei 8.429/92

    Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

    (...)

    VII - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;

     Art. 12. Independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato:

     I - na hipótese do art. 9°, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos;

  • Ponto chave da questão :

     "João adquiriu, para si, no exercício do cargo de inspetor de polícia"

    Gabarito alternativa ( D )

  • GABARITO: D

    Resuminho de Improbidade Administrativa:

     

    1 - o agente não comete crime de improbidade e sim ato de improbidade;

     

    2 - a responsabilidade de quem comete o ato de improbidade administrativa é subjetiva e não objetiva;

     

    3 - não existe TAC ( transação, acordo, conciliação) nos atos de improbidade administrativa;

     

    4 - não existe foro privilegiado para quem comete o ato de improbidade administrativa;

     

    5 - nos atos de improbidade administrativa tanto o agente público quanto o particular que agem em concurso são considerados sujeitos ativos; (Caso da questão)

     

    6 - improbidade administrativa própria : o agente público age sozinho;

     

    7 - improbidade administrativa imprópria : o agente público age em conjunto com o particular;

     

    8 - Os atos de improbidade administrativa são exemplificativos e não taxativos;

     

    9 - Causas dos atos de improbidade administrativa:

     - Enriquecimento ilícito: esse ato tem que ter DOLO do agente;

     - Prejuízo ao erário: esse ato pode ter DOLO ou CULPA do agente;

     - Desrespeito aos princípios da Adm. Pública (LIMPE): esse ato tem que ter DOLO do agente;

     

    10 - Punições para quem comete o ato de improbidade: (PARIS)

     - Perda do cargo público;

     - Ação penal cabível;

     - Ressarcimento ao Erário:

       - Nesse caso, passará ao descendente até o limite da herança.

       - Imprescritível.

     - Indisponibilidade dos bens:

      - É uma "medida cautelar", não é uma sanção.

     - Suspensão do direito político;

      - Se o agente se enriqueceu ilicitamente, a suspensão do direito político será de 8 a 10 anos;

       - Se o agente causou prejuízo ao erário, a suspensão do direito político será de 5 a 8 anos;

       - Se o agente desrespeitou os princípios da ADM., a suspensão do direito político será de 3 a 5 anos;

     

    11 - Nos atos de improbidade a ação é CIVIL e não PENAL ou ADM.

     

    12 - particular sozinho não comete ato de improbidade adm., mas em concurso com agente público sim.

     

    13 - Não são todos os agente públicos que estão sujeitos a essa lei, por exemplo: o Presidente da República não está, mas o vereador, o governador e os membros do Ministério Público estão.

  • lembrem-se: Direitos Políticos (Imp. Adm) não se "cassa". SUSPENDEM

  • FGV adm improbidade *não anotar*

    Acertei na prova, mas já errei 2x em casa, pq a chave para entender que houve improbidade está no enunciado, aqui:

    "desproporcional à evolução de seu patrimônio ou à sua renda"

  • Gabarito D

    8.429/92 IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

    O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito às cominações da lei até o limite do valor da herança.

    Ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiros, dar-se- á o integral ressarcimento do dano.

    MODALIDADE DE IMPROBIDADE:

    § Enriquecimento ilícito(benefício próprio): receber/adquirir/incorporar/aceitar

    § Prejuízo ao erário(benefício de terceiro): facilitar/doar/sem observar as normas/ frustra licitude de licitação concurso seletivo

    § Atentar contra princípios: quebra de sigilo/fuga de competência/negar publicidade/frustra licitude de concurso/legislação de acessibilidade

    Enriquecimento ilícito (DOLO) (Suspensão dos direitos políticos 8 à10)/ (multa até 3X dano causado)/

    (Proibição para contratar 10 anos);

    Prejuízo ao Erário-sem observância a lei (DOLO ou CULPA) (Suspensão dos direitos políticos 5 a 8)/(multa até 2X dano causado)/(Proibição para contratar 5 Anos);

    Atentado contra os princípios ADM (DOLO)> (Suspensão dos direitos políticos 3 a 5)/(multa até 100X remuneração)/(Proibição para contratar 3 Anos);

    Concessão de benefício financeiro tributário sem observar a norma(DOLO) (Suspensão dos direitos políticos 5 a 8)/ (multa até 3 X o benefício concedido);

    Penalidades(Sanções) de quem comete ato de improbidade contra administração PARIS(perda de função pública(coisa jugada) - AÇÃO CIVIL(não é penalidade)-ressarcimento ao erário(dano comprovado) – indisponibilidade de bens pode ser proposta antes da ação de improbidade(até 30 dias) p/ garantir ressarcimento – suspensão dos direitos políticos(coisa jugada)).

  • Fiquei em dúvida, pois a questão não deixa claro que enriqueceu em razão do cargo, o cara poderia ter investido em criptomoedas ou ações e se multiplicado tipo a Magazine Luiza, ou até mesmo recebido alguma herança ou ganhado questão na justiça. Sei lá, viajei.

  •  "João adquiriu, para si, no exercício do cargo de inspetor de polícia"

    Gabarito alternativa ( D )

  • Só ir por eliminação, ele cometeu SIM ato de improbidade, e direito políticos são suspensos e não cassados.

  • Esse caso da questão me lembra um determinado político acolá
  • “Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.”

    Enriquecimento Ilícito ->       SOMENTE DOLO / somente Ação

    Prejuízo ao erário ->           Dolo OU CULPA / Ação ou Omissão

    Atos que atentam contra os princípios =   SOMENTE DOLO / Ação ou Omissão

     

        Enriquecimento                                    Prejuízo ao              Lesão a

         Ilícito                                                     erário  (58)                       princípios  (35)

    Suspensão dos

    direitos Políticos          8 a 10 anos                       5 a 8 anos                   3 a 5 anos

    Multa civil                      3 x          2  x             100 x

    Proibição de         10 anos                             5 anos             3 anos

    contratar

    Guerra fiscal ISS 2%     5 a 8 anos                            Até   3  x o benefício ilegal

    MULTA:       São só  3, 2 e 100.

    EPA

    Enriquecimento ilícito = 3   x  o valor enriquecido

    Prejuízo ao erário = 2   x   o prejuízo causado

    Atentar contra os princípios = 100 x  a remuneração 

  • Enriquecimento ilícito (DOLO)

    Perde a função / Perde os bens / Ressarcimento ao erário / Suspensão dos direitos políticos de 8 a 10 anos / Multa até 3x o enriquecimento / Proibição de contratar o poder publico - 10 anos.

    Dano ao erário (DOLO E CULPA)

    Perde a função / Perde os bens / ressarcimento ao erário / Suspensão dos direitos políticos de 5 a 8 anos / Multa até 2x o enriquecimento / Proibição de contratar o poder publico - 5 anos.

    Contra os Princípios da Administração Pública (DOLO)

    Perde a função / Suspensão dos direitos políticos de 3 a 5 anos / Multa até 100x o VALOR DA REMUNERAÇÃO / Proibição de contratar o poder publico - 3 anos.

  • Amigos, uma dúvida: pelo enunciado não ficou provado que o imóvel foi fruto de improbidade administrativa, até porque a questão diz que ele está sendo investigado e a prova obtida é tão somente de adquirição do imóvel, e não que esse imóvel foi fruto de improbidade.

    Alguém poderia dissertar sobre? Realmente fiquei na dúvida...

  • Também fiquei na dúvida pelo fato que a questão não diz que ele enriqueceu por causa do cargo e sim enquanto ele estava lá. Fiquei confuso.

  • Essa questão deveria ser anulada. O enunciado fala em "suposto envolvimento". Além disso, o enunciado diz que "O MP obteve provas de que João adquiriu, para si, no exercício do cargo de inspetor de polícia, bem imóvel...". Afinal, o que significa adquirir imóvel no exercício do cargo de inspetor? Gostaria que algum professor do Qconcursos comentasse essa questão.

  • A questão é muito mal feita, ambígua e não apresenta dados suficientes.

  • Alexsandro Rodrigo Queiroz Souza, sua dúvida faz sentido. Todavia, cabe lembrar que a própria lei coloca essa hipótese como caracterizadora de improbidade administrativa nesse contexto em específico.

    A questão deixou claro que houve inquérito prévio e observou que o bem adquirido era desproporcional à evolução de seu patrimônio ou à sua renda. Não seria considerado desproporcional a esta evolução se ele houvesse recebido uma herança nesse valor, por exemplo, o que facilmente seria apurado no inquérito.

  • Quando o servidor público é empossado deve apresentar uma declaração de seus bens e dos valores que compõem seu patrimônio, para que se possa analisar a proporcionalidade da sua evolução patrimonial. É o que diz o art. 13 da LIA.

    Art. 13. A posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente. 

    Como bendito pelos colegas a evolução desproporcional de seu patrimônio enseja ato improbo de enriquecimento ilícito, passível das penalidades da LIA. Mas se o agente auferir outras rendas, ora, muito simples, ele deve provar tais proventos, nesse caso, haverá outras variantes que provem seu enriquecimento, não mais coadunando atos ilícitos que ensejem processo cível de improbidade.

  • Dica rápida!

    Quem pratica IMPROBIDADE vai para PARIS:

    P- Perda da função pública;

    A- Ação penal cabível;

    R- Ressarcimento ao erário;

    I- Indisponibilidade dos bens;

    S- Suspensão dos direitos políticos.

  • Direto ao ponto:

    Art. 9º, VII, Lei 8429 - "adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;"

  • Art. 9º, VII, Lei 8429 - "adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;"

  • Será que nas provas da FGV o policial militar alguma vez sai como herói ou algo do tipo ? kkk

  • As penas em ordem de gravidade são:

    enriquecimento ilícito > dano ao erário > atentando contra os princípios da ADM.

    8-10 anos > 5-8 anos > 3-5 anos

    multa de 3x o valor do enriquecimento > 2x o valor do enriquecimento > até 100x o valor da remuneração

    dolo/culpa > dolo >= dolo

  • Complementando os comentários dos colegas: o indício de existência de improbidade (neste caso a evolução patrimonial) é elemento suficiente para gerar a justa causa para ajuizamento da ação. Princípio do In Dubio Pro Societate.

    Informativo 547 do STJ + Resp 952.351-RJ, Rel. Min. Napoleão Nunes Maia Filho (1ª Turma STJ)

  • galera da policia para de mimimi, exemplo errado é o q eles mais tem pra da, se n tem consciência disso ta estudando pro lugar errado

  • Alexsandro, você não viajou. Atente que quando MP diz que "não é compatível com a renda", informa que já apurou junto à Receita e analisou toda a renda do policial - herança, megasena, ações na bolsa, cônjuge advogado que fatura alto, etc..) renda inclui tudo isso.

    Letra A - não existe a palavra origem na LIA

  • Alexsandro Rodrigo Queiroz Souza

    Não é preciso que haja essa comprovaçã. Só de adquirir bens cujo valor seja desproporcional à renda, já resta caracterizado. O que é meio bizarro, mas...

    Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

    VII - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;

  • A questão indicada está relacionada com a improbidade administrativa. 

    • Improbidade Administrativa:

    Conforme indicado por Matheus Carvalho (2015), "a noção de improbidade não se confunde com a de imoralidade, sendo esta uma das modalidades daquela. Ou seja, as situações de improbidade administrativa são muito mais amplas do que a violação ao princípio da moralidade, o qual configura apenas uma das espécies de improbidade previstas em lei". 
    • Modalidades de atos de improbidade administrativa:

    - Lei nº 8.429 de 1992:

    Art. 9º Atos de Improbidade Administrativa que Importam Enriquecimento Ilícito;
    Art. 10 Atos de Improbidade Administrativa que Causam Prejuízo ao Erário;
    Art. 10 - A Atos de Improbidade Administrativa decorrentes de Concessão ou Aplicação Indevida de Benefício Financeiro ou Tributário (acrescido pela Lei Complementar nº 157, de 29/12/2016);
    Art. 11 Atos de Improbidade Administrativa que Atentam contra os Princípios da Administração Pública.
    A) ERRADO, tendo em vista que o ato de improbidade disciplinado no art. 9º, VII, da Lei nº 8.429 de 1992. 

    B) ERRADO, uma vez que se trata de ato de improbidade disciplinado no art. 9º, VII, da Lei nº 8.429 de 1992. 

    C) ERRADO, pois se trata de ato de improbidade disciplinado no art. 9º, VII, da Lei nº 8.429 de 1992.

    D) CERTO, com base no art. 9º, VII, combinado com o art. 12, I, da Lei nº 8.429 de 1992. "Art. 9º Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art.1º desta Lei, e notadamente: VII - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público".
    "Art.12 Independentemente das sanções penais, civis, administrativas previstas e na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas, isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato: 
    I - na hipótese do art. 9º, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos". 
    E) ERRADO, não se trata da hipótese de ato de improbidade que atenta contra os princípios. A situação em questão é hipótese de ato de improbidade que importa enriquecimento ilícito, nos termos do artigo 9º, VII c/c art. 12, I, da Lei nº 8.429 de 1992. 
    Referência: 

    CARVALHO, Matheus. Manual de Direito Administrativo. 2 ed. Salvador: JusPodivm, 2015. 

    Gabarito: D
  • E se ele tivesse ganhado na loteria?

  • O enunciado dessa questão é estranho, induz à dúvida, pois a questão não deixa claro que o agente enriqueceu em razão do cargo. Ele poderia ter herdado uma herança, investido em ações, vendido alguns bens, ganhado ação judicial, ganhado na loteria, enfim, tem várias formas de aumentar a renda de maneira lícita. Ele está sendo investigado por associação à Milicia, MAS ainda não está comprovado o envolvimento. Está comprovado somente que ele recebeu para si certa quantia DURANTE SEU EXERCÍCIO no cargo. A questão não deixa claro que ele enriqueceu EM RAZÃO DO EXERCÍCIO no cargo. Para mim, seria passível de recurso.

    Lei 8.429/92

    "Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades..."

  •  "...obteve provas de que João adquiriu, para si, no exercício do cargo de inspetor de polícia, bem imóvel no valor de sete milhões de reais..."

    a parte em negrito é o X da questão para verificar que houve enriquecimento ilícito.

  • GABARITO LETRA D

     

    LEI Nº 8429/1992 (DISPÕE SOBRE AS SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DE MANDATO, CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA, INDIRETA OU FUNDACIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS)    

     

    ARTIGO 9º Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1º desta Lei, e notadamente:

     

    VII -  adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;

     

    =========================================================

     

    ARTIGO 12. Independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato: 

     

    I - na hipótese do art. 9º, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos;

  • Busque a regra do PUXA.

    ---------------------- Susp. Dir. Políticos ------------- Multa ------- Proibição de contratar com a ADM.

    Enriquecimento ------------ 8 - 10 --------------------- 3X ----------------------------- 10

    Prejuízo ao Erário ---------- 5 - 8 ----------------------- 2X ------------------------------ 5

    Princípios ----------------------3 - 5 --------------------- 100 X ------------------------------- 3

    ISSQN ---------------------------5 - 8 ------------------------ 3 X --------------------------XXXX

  • Gabarito: D

    VII -  adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;

     

  • Perfeito o comentário do Ernon, só atualizando... Agora com o pacote anticrime é possível a celebração do acordo de não persecução civil.

    Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

    § 1º As ações de que trata este artigo admitem a celebração de acordo de não persecução cível, nos termos desta Lei.      

  • Art. 9° Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1° desta lei, e notadamente:

    VII - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público;

  • É João ou Flávio Bolsonaro o nome dele? kkkkkkk

  • NÃO EXITE CASSAÇÃO DE DIREITO POLÍTICO, É SUUUUUSPENSÃO DE DIREITO POLÍTICO.

  • I - na hipótese do art. 9º desta Lei, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos até 14 (catorze) anos, pagamento de multa civil equivalente ao valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo não superior a 14 (catorze) anos;

  • Para isso que serve lavagem de dinheiro

  • QUESTÃO DESATUALIZADA...HOUVE ALTERAÇÃO DA LEI EM 2021..

  • Lembrando que agora há as seguintes alterações:

    Art. 9º , VII - adquirir, para si ou para outrem, no exercício de mandato, de cargo, de emprego ou de função pública, e em razão deles, bens de qualquer natureza, decorrentes dos atos descritos no caput deste artigo, cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público, assegurada a demonstração pelo agente da licitude da origem dessa evolução; 

  • Letra d.

    João praticou ato de improbidade administrativa, na modalidade enriquecimento ilícito, nos termos do art. 9º da Lei n. 8.429/1992.

    Art. 37, § 4º Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível. § 5º A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente, servidor ou não, que causem prejuízos ao erário, ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento.

    LEI N. 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992

    CAPÍTULO II

    Dos Atos de Improbidade Administrativa

    Seção I

    Dos Atos de Improbidade Administrativa que Importam Enriquecimento Ilícito

    Art. 9º Constitui ato de improbidade administrativa importando enriquecimento ilícito auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do exercício de cargo, mandato, função, emprego ou atividade nas entidades mencionadas no art. 1º desta lei, e notadamente:

    I – receber, para si ou para outrem, dinheiro, bem móvel ou imóvel, ou qualquer outra vantagem econômica, direta ou indireta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou presente de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público;

    Seção II

    Dos Atos de Improbidade Administrativa que Causam Prejuízo ao Erário

    Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei, e notadamente:

    VIII – frustrar a licitude de processo licitatório ou de processo seletivo para celebração de parcerias com entidades sem fins lucrativos, ou dispensá-los indevidamente; (Redação dada pela Lei n. 13.019, de 2014) (Vigência)

    Seção II-A (Incluído pela Lei Complementar n. 157, de 2016)

    Dos Atos de Improbidade Administrativa Decorrentes de Concessão ou Aplicação Indevida de Benefício Financeiro ou Tributário

    Art. 10-A. Constitui ato de improbidade administrativa qualquer ação ou omissão para conceder, aplicar ou manter benefício financeiro ou tributário contrário ao que dispõem o caput e o § 1º do art. 8º-A da Lei Complementar n. 116, de 31 de julho de 2003. (Incluído pela Lei Complementar n. 157, de 2016)

    Seção III

    Dos Atos de Improbidade Administrativa que Atentam Contra os Princípios da Administração Pública

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    V – frustrar a licitude de concurso público;

  • questão desuatualizada

    Art. 12. Independentemente do ressarcimento integral do dano patrimonial, se efetivo, e das sanções penais comuns e de responsabilidade, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato:        

    na hipótese do art. 10 desta Lei, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos até 12 (doze) anos, pagamento de multa civil equivalente ao valor do dano e proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo não superior a 12 (doze) anos;        


ID
2947672
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro pretende realizar contratação de serviços de paisagismo, a fim de revitalizar os canteiros e jardins existentes na sua sede. Após pesquisas de mercado, o Defensor Público-Geral verificou que o valor de mercado estimado para contratação é de cem mil reais e optou pela contratação de determinada associação de pessoas com deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, com expertise na área de paisagismo.

No caso em tela, de acordo com as disposições da Lei nº 8.666/93, a Administração Pública:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra A.

    Art. 24. É dispensável a licitação:

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Admininistração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.

  • Gabarito: alternativa A.

     

    Comentário: segundo a Lei de Licitações, o procedimento licitatório será dispensável: “na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado” (art. 24, XX).

    Portanto, a contratação em apreço constitui hipótese de dispensa de licitação, nos termos do art. 24, XX, da Lei 8.666/1993. Logo, o gabarito é a opção A.

     

    Vamos analisar as outras alternativas:

    b) não é caso de inexigibilidade, mas de dispensa – ERRADA;

    c) poderia ser uma sociedade empresária, se fosse realizada licitação, mas que não era obrigatória, em virtude da possibilidade de dispensa. Além disso, não existe obrigatoriedade de convite, já que também seriam viáveis as outras modalidades, já que a modalidade mais complexa pode ser adotada nos casos da modalidade mais simples (considerando os valores novos, o convite seria possível até o limite de R$ 176 mil) – ERRADA;

    d) a mesma explicação da alternativa anterior vale para este caso. A licitação não era obrigatória e a tomada de preços poderia ser adotada, mas não era obrigatória (caberia também a concorrência, por exemplo) – ERRADA;

    e) o valor mais baixo viabilizaria também as outras modalidades – ERRADA.

     

    fonte: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/gabarito-dpe-rj-direito-administrativo/

  • A "expertise" nao poderia ensejar inexibilidade?

  • XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão de obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado;

  • Gabarito A

    Dispensável é a que a lei permite fazer sem a licitação(Utilização obrigatória Rol taxativo).

    ·       Nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem;

    ·       Nos casos de emergência ou de calamidade pública, quando caracterizada urgência.

    ·       Quando a União tiver que intervir no domínio econômico;

    ·       Nos casos de licitação deserta(não aparece interessado) ou fracassada(os interessados não estão dentro dos requisitos da licitação);

    ·       na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade.

    ·       na contratação de fornecimento ou suprimento de energia elétrica e gás natural;

    ·       para a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da admin.

  • LETRA A CORRETA

    LEI 8.666

    ART 24 XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.

  • "Eu mesma", para caracterizar inexigibilidade o serviço é que deve demandar expertise(notória especialização), o fato de a associação ter expertise não muda nada.

  • Art. 24. É dispensável a licitação:

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Admininistração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.

  • GABARITO:A
     

    LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993


    Art. 24.  É dispensável a licitação:                      (Vide Lei nº 12.188, de 2.010)     Vigência


    I - para obras e serviços de engenharia de valor até 10% (dez por cento) do limite previsto na alínea "a", do inciso I do artigo anterior, desde que não se refiram a parcelas de uma mesma obra ou serviço ou ainda para obras e serviços da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizadas conjunta e concomitantemente;                        (Redação dada pela Lei nº 9.648, de 1998)

     

    II - para outros serviços e compras de valor até 10% (dez por cento) do limite previsto na alínea "a", do inciso II do artigo anterior e para alienações, nos casos previstos nesta Lei, desde que não se refiram a parcelas de um mesmo serviço, compra ou alienação de maior vulto que possa ser realizada de uma só vez;                            (Redação dada pela Lei nº 9.648, de 1998)


    III - nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem;

     

    IV - nos casos de emergência ou de calamidade pública, quando caracterizada urgência de atendimento de situação que possa ocasionar prejuízo ou comprometer a segurança de pessoas, obras, serviços, equipamentos e outros bens, públicos ou particulares, e somente para os bens necessários ao atendimento da situação emergencial ou calamitosa e para as parcelas de obras e serviços que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias consecutivos e ininterruptos, contados da ocorrência da emergência ou calamidade, vedada a prorrogação dos respectivos contratos;


    V - quando não acudirem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração, mantidas, neste caso, todas as condições preestabelecidas;


    VI - quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento;
     

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Admininistração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.  [GABARITO]           (Incluído pela Lei nº 8.883, de 1994)

     

    XXI - para a aquisição ou contratação de produto para pesquisa e desenvolvimento, limitada, no caso de obras e serviços de engenharia, a 20% (vinte por cento) do valor de que trata a alínea “b” do inciso I do caput do art. 23;           (Incluído pela Lei nº 13.243, de 2016)

     

  • Dispensa de licitação: quando a lei permite, mas não é feita ( conforme explicado nos outros comentários);

    Inexigibilidade de Licitação: quando a lei NÃO permite.

  • Dispensa em razão do valor:

    obras e serviços de engenharia: 33 mil reais;

    compras: 17.600

  • Gabarito A. Configura caso de dispensa de licitação, podendo haver contratação direta.

    Letra da lei:

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Admininistração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.  (Incluído pela Lei nº 8.883, de 1994)

    Bons estudos guerreir@s.

  • Licitação dispensável de "amável" = LISTA TAXATIVA - - A licitação é possível,

    mas fica a critério da administração.

    - A atuação do administrador é DISCRICIONÁRIA

    Licitação dispensada = ATUAÇÃO VINCULADA

    Na licitação dispensada (art. 17, da Lei Geral), a lei estabelece de forma

    taxativa os casos em que não se deve realizar licitação, NÃO HAVENDO MARGEM de

    discricionariedade por parte do agente público. Todos os casos de licitação dispensada

    se referem à alienação de bens, a seguir destacados na legislação de regência:

  • Quando aparecem questões da DPERJ bate a bad kkk, pelo menos DA consegui gabaritar, português que foi sofrível.

    Essa aí não tem jeito tem que ler bastante para decorar.

    Gabarito A, licitação dispensável, existe a possibilidade, mas a lei afasta a necessidade.

  • Não poderia ser inexigibilidade? já que a atividade é meio e não fim.

    Sempre confundo!!!

    Vi uma dica aqui no QC assim:

    Atividade Meio = Inexigibilidade (obras de um quadro que está em um órgão público)

    Atividade Fim = Dispensa (em caso de obras de museo)

  • Art. 24. É dispensável a licitação:

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Admininistração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado. 

    Fonte: lei nº 8.666/93

  • Art. 24. É dispensável a licitação:

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Admininistração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.

  • Art. 24. É dispensável a licitação:

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Admininistração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.    

  • Literalidade do art. 24, XX, L. 8.666/93.

  • No enunciado menciona que o defensor público "optou" por escolher tal associação, ou seja, ele tinha mais de uma opção, o que caracteriza a possibilidade de competição, logo não se enquadra na inexigibilidade.

  • Fiz essa prova errei essa questão ! Juro que nunca mais erro kkkk

  • ATENÇÃO!! Tomar cuidado pra não confundir com um dos critérios de desempate previstos no Art.3º, §2:

    Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços:

    1)     produzidos no País

    2)     produzidos ou prestados por empresas brasileiras

    3)     produzidos ou prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País

    4)     produzidos ou prestados por empresas que comprovem cumprimento de reserva de cargos prevista em lei para pessoa com deficiência ou para reabilitado da Previdência Social e que atendam às regras de acessibilidade previstas na legislação Art.45.

  • A questão indicada está relacionada com a Lei nº 8.666/93. 

    • Licitação:

    Conforme indicado por Nohara (2018), a "licitação é o procedimento administrativo pelo qual um ente seleciona a proposta mais vantajosa entre as oferecidas para a celebração de contrato de seu interesse". O artigo 3º, da Lei nº 8.666/93 delimita os três objetivos básicos da realização do certame: garantir à observância do princípio constitucional da isonomia; selecionar à proposta mais vantajosa para a Administração e promover o desenvolvimento nacional sustentável. 
    • Constituição Federal de 1988:

    Art. 37 A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, de impessoalidade, de moralidade, de publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
    XXI - ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. 
    • Lei nº 8.666/93:

    - Inexigibilidade: art. 25. 
    - Dispensa: art. 17 e 24 - rol taxativo/exaustivo; 
    Art. 17 - Licitação dispensada;
    Art. 24 - Licitação dispensável.

    A) CERTO, com base no art. 24, XX, da Lei nº 8.666/93. 
    "Art. 24 É dispensável a licitação: XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado". 
    B) ERRADO, pois trata-se de licitação dispensável, 
    C) ERRADO, uma vez que a situação narrada na questão é hipótese de licitação dispensável, nos termos do art. 24, XX, da Lei nº 8.666/93.

    D) ERRADO, tendo em vista que a situação narrada na questão é hipótese de licitação dispensável, de acordo com o art. 24, XX, da Lei nº 8.666/93.

    E) ERRADO, pois a situação indicada na questão é hipótese de licitação dispensável, com base no art. 24, XX, da Lei nº 8.666/93.

    Referências:

    CARVALHO, Matheus. Manual de Direito Administrativo. 2 ed. Salvador: JusPodivm, 2015. 
    NOHARA, Irene Patrícia. Direito Administrativo. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2018. 

    Gabarito: A
  • "Mediante dispensa" = dispensável

  • É dispensável

  • Art. 24.  É dispensável a licitação

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.  

    XXI - para a aquisição ou contratação de produto para pesquisa e desenvolvimento, limitada, no caso de obras e serviços de engenharia, a 20% (vinte por cento) do valor de que trata a alínea “b”   do inciso I do  caput   do art. 23;

  • É dispensável a licitação:

    Na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado (inciso XX) – exemplo: Apae

  • A banca FGV entende como DISPENSA.

  • GABARITO: LETRA A

    Lembre da APAE para esses casos.

    Idoneidade, sem fins lucrativos e preço compatível.

  • ATUALIZANDO CONFORME A LEI Nº 14.133/2021:

    Art. 75. É dispensável a licitação:

    XIV - para contratação de associação de pessoas com deficiência, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgão ou entidade da Administração Pública, para a prestação de serviços, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado e os serviços contratados sejam prestados exclusivamente por pessoas com deficiência;

    Agora é necessário que o serviço seja prestado EXCLUSIVAMENTE por pessoas com deficiência.

  • FGV tem fixação por essa questão, até ja decorei

  • Art. 24. É dispensável a licitação:

    XX - na contratação de associação de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento de mão-de-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.   

    Há previsão semelhante na nova lei de licitações.


ID
2947675
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Professores municipais ocupantes de cargo efetivo da rede pública de educação realizaram greve, pelo período de duas semanas, pleiteando aumento salarial. Após o retorno às atividades, o Município propôs aos grevistas a compensação, por acordo, dos dias de paralisação. Um grupo de professores grevistas procurou assistência jurídica na Defensoria Pública, indagando sobre a conveniência de aceitarem o acordo.

Tendo em vista que a greve não foi provocada por conduta ilícita do Poder Público, o Defensor Público, com base na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, orientou os professores a:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

     

    RE 693456 - A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre, permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público.

     

    Precedente da Tese

    RECURSO EXTRAORDINÁRIO 693456
    Relator(a): Min. DIAS TOFFOLI
    Acórdão da Repercussão Geral
    Acórdão do Mérito
    Julgamento: 27/10/2016
    Publicação: PROCESSO ELETRÔNICO DJe-238 DIVULG 18-10-2017 PUBLIC 19-10

  • Eu acertei mas fica o questionamento: tem que ler RE agr pra nivel médio?

  • GABARITO "B"

    Em regra, a Administração Pública deve proceder com os descontos decorrente de greve praticada pelos servidores públicos. Haverá exceções, quando a greve for decorrente de ilicitudes praticadas pelo Poder Público.

  • (B)

    Administração Pública deve descontar os dias não trabalhados por servidor público em greve ?

    A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre. É permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público. STF. Plenário. RE 693456/RJ, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 27/10/2016 (repercussão geral) (Info 845).

    Fonte: https://dizerodireitodotnet.files.wordpress.com/2018/09/revisc3a3o-delegado-federal.pdf

    Hugo, é necessário ficar atento aos julgados e informativos dos tribunais superiores.

  • Precisa não, Hugo. Só se quiser passar mesmo...

  • QUEM NÃO TEM DIREITO DE GREVE SÃO OS MILITARES

    aceitarem o acordo de compensação, pois é cabível a compensação dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos por meio de acordo, haja vista que o direito de greve não se estende ao serviço público;

  • Administração Pública deve descontar os dias não trabalhados por servidor público em greve ?

    A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre.É permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público. STF. Plenário. RE 693456/RJ, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 27/10/2016 (repercussão geral) (Info 845).

  • A) demissão dos servidores grevistas

    B) gabarito

    C) greve não se estende ao serviço público

    D) administração pública não pode proceder ao desconto dos dias de paralisação

    E) não é permitida a compensação por meio de acordo

  • GABARITO: LETRA B.

  • FGV cobrando jurisprudência para cargo de nível médio :O

    Tá de brincadeira não kkkk :X

  • Hoje em dia está mais fácil fazer qualquer curso de nível superior para prestar uma prova de analista, do que tentar técnico. Cargo com exigência de nível médio só na teoria

  • A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre.

    É permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público.

    STF. Plenário. RE 693456/RJ, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 27/10/2016 (repercussão geral) (Info 845).

  • Gabarito: letra B.

    Resposta muito bem fundamentada pelos amigos.

    O que me chamou a atenção foi a expressão "em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre".

    Em que momento a greve suspendeu o vínculo funcional dos servidores?

  • Gabarito: B

    Errei na prova mas acertei aqui!

    Conteúdo errado mas aprendido!

    #forçaguerreiros(as)

  • A questão indicada está relacionada com os agentes públicos. 

    A) ERRADO, uma vez que a demissão não é imediata. 

    B) CERTO, de acordo com o julgamento do RE 693456, STF, "com repercussão geral reconhecida, que discute a constitucionalidade, do desconto dos dias parados em razão de greve de servidor. Por 6 votos a 4, o Plenário decidiu que a administração pública deve fazer o corte do ponto dos grevistas, mas admitiu a possibilidade de compensação dos dias parados mediante acordo. Também foi decidido que o desconto não poderá ser feito caso o movimento grevista tenha sido motivado por conduta ilícita do próprio Poder Público". 
    C) ERRADO, uma vez que o direito de greve se estende ao serviço público. Conforme indicado por Di Pietro (2018), o direito de greve e de livre associação sindical encontra-se disposto no artigo 37, VI e VII, da CF/88, "o primeiro depende de lei específica e o segundo é autoaplicável e se submete ao artigo 8º da CF. Decisão do STF: aplicação da Lei nº 7.783, de 28-06-89 (relativa ao direito de greve do trabalhador) aos servidores públicos, até que suprida a omissão legislativa". 
    D) ERRADO, tendo em vista que a Administração pode realizar o desconto dos dias parados em razão de greve do servidor, nos termos do RE 693456, STF. 
    E) ERRADO, uma vez que pode realizar a compensação mediante acordo. 

    Referências:

    Dias parados por greve do servidor devem ser descontados, exceto se houver acordo de compensação. STF. 27 out. 2016. 
    DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 31 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2018. 

    Gabarito: B 
  • Concordo com o comentário de alguns colegas acima. Não acho justo cobrar entendimento jurisprudencial em prova de técnico! Estou achando que em alguns aspectos está quase igual de um analista, por ex.

  • Atente-se que, se for demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público (atrasar o salário por um longo tempo, por exemplo), o desconto será incabível.

    Por isso é importante comprar bons livros, eu geralmente leio as coleções "Sinopses para concursos" da edita Juspodivm. No final de cada capítulo, que trata de uma matéria em si, ele trás uma coleção dos principais julgados.

  • FGV sendo FGV.

  • Quero passar bem longe de fazer prova dessa banca kkkkkkkkkkk

  • Ao servidor público, desde que civil, é cabível o direito a realização de greve por expressa previsão constitucional.

  • Na parte que fala: É permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público.

    como seria essa compensação? ela vai evitar os descontos no salário, se partindo do pressuposto que os professores trabalhassem a mais

  • GABARITO: LETRA B

    O enunciado deixa claro que a greve não foi provocada por conduta ilícita do Poder Público. Assim:

    A administração pública deve proceder ao desconto dos dias de paralisação decorrentes do exercício do direito de greve pelos servidores públicos, em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre. É permitida a compensação em caso de acordo. O desconto será, contudo, incabível se ficar demonstrado que a greve foi provocada por conduta ilícita do Poder Público. STF. Plenário. RE 693456/RJ, Rel. Min. Dias Toffoli, julgado em 27/10/2016 (repercussão geral) (Info 845).

  • Este entendimento de que deverá haver desconto na remuneração dos servidores grevistas já era a posição do STF?

    SIM. Existem inúmeros julgados anteriores do STF no mesmo sentido. Como exemplo, cite-se:

    (...) Inexiste direito à restituição dos valores descontados decorrentes dos dias de paralisação. Precedente. MI 708/DF, Rel. Min. Gilmar Mendes. (...)

    STF. 2ª Turma. AI 824949 AgR, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgado em 23/08/2011.

  • O que matou pra mim foi: "em virtude da suspensão do vínculo funcional que dela decorre". Alguém pode explicar melhor?


ID
2947678
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Policiais militares, em operação de combate ao tráfico de entorpecentes, trocaram disparos de arma de fogo com criminosos em comunidade do Rio de Janeiro. Durante a troca de tiros, um projétil de arma de fogo atingiu a cabeça da criança João, de 6 anos, que estava de uniforme a caminho da escola e faleceu imediatamente. Câmeras de vigilância e perícia de confronto balístico comprovaram que o disparo que vitimou o menor se originou da arma do PM José.

A família de João buscou assistência jurídica da Defensoria Pública, que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

    Pela teoria do risco administrativo, o Estado tem o dever de indenizar o dano causado ao particular, independentemente de falta do serviço ou de culpa dos agentes públicos. Ou seja, apenas pelo fato de existir o dano decorrente de atuação estatal surge para o Estado a obrigação de indenizar.

    Conforme assevera Hely Lopes Meirelles, “na teoria da culpa administrativa exige-se a falta do serviço; na teoria do risco administrativo exige-se, apenas, o fato do serviço”, ou seja, a atuação estatal que provocou o dano.

    Na teoria do risco administrativo, a ideia de culpa é substituída pela de nexo de causalidade entre a conduta do agente público e o prejuízo sofrido pelo administrado. Presentes o fato do serviço e o nexo de causalidade entre o fato e o dano ocorrido, nasce para o Poder Público a obrigação de indenizar. 

    Como na teoria do risco administrativo a responsabilidade do Estado independe de qualquer espécie de culpa (do Estado ou do agente público), o particular que sofreu o dano não tem o ônus de provar a presença desses elementos subjetivos (responsabilidade objetiva).

    Fonte: Professor Erick Alves - Estratégia

  • #Correção

    De fato colegas, perdão o equívoco: a ação foi amparada por legítima defesa, não afastando o dever de indenizar (responsabilidade objetiva do Estado)

  • Somando aos colegas:

    Por partes..

    1) no caso em tela é possível a aplicação da responsabilidade civil objetiva do estado

    o que necessariamente não demanda a demostração de dolo ou culpa do agente público

    2) Quanto a responsabilidade do servidor público esta é subjetiva o que significa que precisamos demostrar dolo ou culpa.

    3)Para ser mais preciso a conduta dos policiais enquadra-se no art.25 combinado com art.73 do decreto lei 2.848, código penal , Infine e os tribunais superiores têm entendimento que o estado responde mesmo com a presença de causas excludentes de ilicitude. não seria estrito cumprimento do dever legal , pois a lei não impõe um dever de matar. e estão presentes os requisitos do art.25 exemplo: caso do ônibus 174 no RJ.

    4) Por fim cumpre dizer que o servidor público não pode ser processado diretamente , nem mesmo seu órgão , mas o ente ou entidade criadora.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • RESPONSABILIDADES PÚBLICA

    Responsabilidades civil do Estado:

    ·       Comissiva;

    ·       Objetiva;

    ·       Independe(prescindível) de dolo ou culpa;

    ·       Comprovação de nexo casual ou danos.

    Responsabilidade do agente:

    ·       Omissiva;

    ·       Subjetiva;

    ·       Depende de dolo ou culpa;

    ·       Regresso contra o agente(após indenização do particular).

     

  • Cuidado! O colega Junior parece está equivocado. Se reconhece a excludente de legítima defesa na troca de tiros entre policiais e criminosos.

    Não ocorre estrito cumprimento do dever legal na hipótese de o policial matar o criminoso que empreende fuga do local do crime. Nesse sentido: STJ "(...) Não há falar em estrito cumprimento do dever legal, precisamente porque a lei proíbe à autoridade, aos seus agentes e a quem quer que seja desfechar tiros de revólver ou pistola contra pessoas em fuga, mais ainda contra quem, devida ou indevidamente, sequer havia sido preso efetivamente" (Resp 402419/RO, 6º T., DJU 15.12.2003). No entanto, em algumas situações poderá ocorrer legítima defesa. Exemplo: policial, para se defender, vem a matar o criminoso na troca de tiros no momento da fuga.

    Fonte: Direito Penal - Parte Geral (Coleção Sinopses para Concursos Ed. Juspodvm).

    [...]Por isso, é correto se afirmar que o policial, quando acerta um disparo e vem a matar um transeunte, ele está repelindo uma agressão injusta da qual foi vítima, ou seja, está agindo em legítima defesa da sua própria vida, e o fato da bala vir a acertar, por erro na execução, um transeunte, não deslegitima a excludente de ilicitude acima mencionada.

    Nota-se, portanto, que não há que se falar, nesta hipótese da "bala perdida", na excludente de ilicitude do estrito cumprimento do dever legal, visto que o policial age no intuito de proteger o seu bem jurídico maior, qual seja, a sua vida.

    Ademais, é incorreto se falar em estrito cumprimento de um dever legal porque a lei não manda matar, ou seja, não existe uma obrigação legal que autoriza o policial a matar quem quer que seja, salvo no caso do executor de uma pena de morte em caso de guerra declarada, que é a única hipótese na qual o policial tem por lei a "obrigação de matar". [...]

    Fonte: www.canalcienciascriminais.jusbrasil.com.br

    Obs.: Se houver algum equívoco, por favor me enviar uma mensagem privada ;)

  • GABARITO: D

    Art. 37. § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

  • GABARITO: D.

  • Gab. D

    Atenção!

    A Responsabilidade Civil objetiva é sempre do Estado ou dos delegatários, não dependendo de dolo ou culpa. O agente tem Responsabilidade Civil Subjetiva, ou seja, é preciso a comprovação de dolo ou culpa por parte do agente.

    Espero ter ajudado.

  • CONTRA PM JOSÉ = AÇÃO DE REGRESSO, RESP SUBJETIVA

    .Q860665

    Um cidadão, juridicamente necessitado, procura a Defensoria Pública solicitando que fosse deduzida pretensão em face do Estado de Rondônia, pleiteando indenização pela morte do filho, ocasionada por policial militar durante uma reintegração de posse. Ao atendê-lo, seria correto responder-lhe que

    o sucesso da demanda dependerá da demonstração do dano, da existência de nexo deste com a ação policial e da inexistência da prática de ato, pela vítima, que legitimasse referida ação.

    **** desnecessária a comprovação de que o policial agiu com culpa ou dolo;

    Q847019

    Prestes a ser morto por dois indivíduos que tentavam subtrair a sua arma, um policial militar em serviço efetuou contra eles disparo de arma de fogo. Embora o policial tenha conseguido repelir a injusta agressão, o disparo atingiu um pedestre que passava pelo local levando-o à morte.

    Com referência a essa situação hipotética, assinale a opção correta.

    O Estado responde OBJETIVAMENTE pelos danos causados à família do pedestre, ainda que o policial militar TENHA AGIDO EM LEGÍTIMA DEFESA.

    Q844934

    Um delegado de polícia, ao tentar evitar ato de violência contra um idoso, disparou, contra o ofensor, vários tiros com revólver de propriedade da polícia. Por erro de mira, o delegado causou a morte de um transeunte.

    Nessa situação hipotética, a responsabilidade civil do Estado 

    d) existirá se ficar provado o nexo de causalidade entre o dano e a ação. Independentemente de culpa

    Estado responde OBJETIVAMENTE

    Q379937

    Durante perseguição a um criminoso, veículo da Polícia Civil conduzido em alta velocidade colide com três automóveis particulares que trafegavam regularmente pela via pública, causando danos materiais a seus respectivos proprietários.

    Impõe-se ao Estado o dever de indenizar com base na teoria da responsabilidade objetiva, segundo expressa previsão do ordenamento jurídico brasileiro.

    .............................

    Q581697

    POLICIAL DE FOLGA COM A ARMA DA CORPORAÇÃO

    Haverá responsabilidade objetiva do Estado quando seus agentes, ainda que fora do expediente do trabalho, praticarem ATOS COM EXCESSO, utilizando-se de sua CONDIÇÃO FUNCIONAL.

                                                                RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO ESTADO

    -     AGENTE FORA DO EXPEDIENTE

    -     ATOS COM EXCESSO

    -      USA CONDIÇÃO FUNCIONAL

    DENUNCIAÇÃO DA LIDE

    STF -     Entende que NÃO o cabe denunciação a lide

    STJ – Facultativa: entende que é possível a denunciação a lide, mas esta não é obrigatória, sendo assim, é possível propositura posterior de AÇÃO DE REGRESSO.

  • IPM, e rua depois para o jose alem de ter que arca com todos os gastos, era melhor nem ter atirado e saido correndo.
  • Exemplo real.. triste!!

  • A responsabilidade do estado é objetiva e não precisa provar nada.

    A responsabilidade o servidor é Subjetiva e a esse cabe regressão.

  • Responsabilidade Subjetiva vem de sujeito (decorem isso!!!), ou seja, recairá sempre sobre o agente público, e, portanto, ensejará a comprovação de ação dolosa ou culposa do agente.

    A responsabilidade objetiva é do Estado, e, portanto, não necessita comprovação de dolo ou culpa.

  • As únicas excludentes de ilicitude admitidas pela Teoria do Risco Administrativo são:

    a) Culpa exclusiva ou concorrente da vítima;

    b) Fato exclusivo de terceiro;

    c) Caso fortuito/ Força maior;

    No caso em questão, o estrito cumprimento de dever legal servirá como excludente de culpabilidade do agente na ação regressiva ajuizada contra ele, mas o Estado do RJ responde objetivamente, sendo necessária apenas a comprovação do dano e do nexo de causalidade.

  • Teve ação é OBJETIVA !

  • Recomendo a seguinte aula do professor Vandré Amorim:

    --> https://www.youtube.com/watch?v=RRh440HQzvA

    Conteúdo excelente!

  • A questão indicada está relacionada com a responsabilidade civil. 

    Responsabilidade civil do Estado

    - Constituição Federal de 1988:

    Art.37, §6º - "As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos causas de dolo ou culpa"
    - Código Civil de 2002:

    Art. 43 As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente responsáveis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros, ressalvado direito regressivo contra os causadores do dano, se houver, por parte destes, culpa ou dolo.
    Segundo Matheus Carvalho (2015), "a responsabilidade do Estado, estampada no texto constitucional, é objetiva, mas a responsabilização do agente é subjetiva, decorrendo de comprovação de dolo ou de culpa".
    • STJ:

    REsp 1681170 / PI
    RECURSO ESPECIAL
    2017/0143998-0
    Relator(a): Min. Herman Benjamin 
    Órgão Julgador: T2 - SEGUNDA TURMA
    Data do Julgamento: 21/09/2017 Data da Publicação: 09/10/2017

    "PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. ABORDAGEM POLICIAL. DISPARO ACIDENTAL DE ARMA DE FOGO. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO ESTADO. PRAZO PRESCRICIONAL CINCO ANOS. DECRETO 20.910/1932. NÃO INCIDÊNCIA DE PRAZO MENOR PREVISTO NO CÓDIGO CIVIL. MATÉRIA PACIFICADA EM RECURSO REPETITIVO (ART.543-C DO CPC). DANOS MORAIS E MATERIAIS CONFIGURAIS. PRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE. REEXAME DO CONTEXTO FÁTICO-PROBATÓRIO. SÚMULA 7/STJ. 1. Hipótese em que o Tribunal local consignou: "inequívoca a responsabilidade do Estado pelo pelo ilícito danoso que causou a incapacidade permanente da vítima (...) , vez que atingido por arma de fogo do policial militar de serviço (...), podendo o Estado socorrer-se do direito de regresso contra o autor do disparo, já que comprovado dolo e culpa pelo evento danoso. 
    (...)
    A responsabilidade do Estado decorre da teoria objetiva, consagrada no art.37, §6º, da CF, com base no risco administrativo que prevê a obrigação de indenizar, independentemente de culpa ou dolo, mas desde que comprovado o nexo de causalidade entre o dano e o ato ilícito do agente".

    A) ERRADO, uma vez que a responsabilidade do Estado é objetiva, de acordo com o REsp 1681170/PI, STJ. 
    B) ERRADO, já que a responsabilidade do Estado é objetiva, com base no REsp 1681170/PI,STJ. 
    C) ERRADO, pois a ação deveria ter sido ajuizada em face do Estado - teoria da responsabilidade objetiva-, ao Estado, por sua vez, cabe o direito de regresso contra o agente, desde que comprove dolo ou culpa - pois a responsabilidade do agente é subjetiva.
    D) CERTO, com base no REsp 1681170/PI, STJ. A ação foi ajuizada em face do Estado, a responsabilidade do Estado é objetiva, independe de culpa ou dolo.
    E) ERRADO, uma vez que é desnecessária a comprovação de dolo ou culpa para ajuizar a ação em face do Estado - teoria objetiva. O Estado pode socorrer-se do direito de regresso contra o autor do disparo, desde que comprove dolo ou culpa - responsabilidade do agente é subjetiva. 
    Referências:

    CARVALHO, Matheus. Manual de Direito Administrativo. 2 ed. Salvador: JusPodivm, 2015. 
    STJ. 

    Gabarito: D
  • Gabarito: D

  • Pessoal, a resposta é a literalidade do entendimento do STJ. Inclusive, dou a dica: Vão no site do STJ e memorizem as teses da edição 61 (todas são sobre responsabilidade civil), caem muito em prova. E a resposta pra essa questão encontra-se lá, vejamos:

    STJ (Tese 08 Edição 61): É objetiva a responsabilidade civil do Estado pelas lesões sofridas por vítima baleada em razão de tiroteio ocorrido entre policiais e assaltantes.

    GABARITO D

  • GABARITO: LETRA D.

    Segundo a orientação do STJ, a Administração Pública pode ser condenada ao pagamento de indenização pelos danos cíveis causados por uma ação de seus agentes, mesmo que consequentes de causa excludente de ilicitude penal. Apesar da não responsabilização penal dos agentes públicos envolvidos no evento danoso, reconhecida em âmbito penal, não é capaz de excluir a responsabilidade civil do Estado pelos danos provocados. Mesmo com a alegação de que atuar sob causa excludente de ilicitude torna o ato lícito, não afasta a responsabilidade do Estado.

    STJ. 2ª Turma, REsp 1266517/PR, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, j. em 04.12.2012.

  • Acrescentando sobre a alternativa C

    A vítima somente poderá ajuizar a ação de indenização contra o Estado; se este for condenado, poderá acionar o servidor que causou o dano em caso de dolo ou culpa; o ofendido não poderá propor a demanda diretamente contra o agente público

    A teor do disposto no art. 37, § 6º, da Constituição Federal, a ação por danos causados por agente público deve ser ajuizada contra o Estado ou a pessoa jurídica de direito privado prestadora de serviço público, sendo parte ilegítima para a ação o autor do ato, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. STF. Plenário. RE 1027633/SP, Rel. Min. Marco Aurélio, julgado em 14/8/2019 (repercussão geral) (Info 947).

    Da leitura do § 6º do art. 37 da CF/88, é possível perceber que o dispositivo consagrou duas garantias:

    • a primeira, em favor do particular lesado, considerando que a CF/88 assegura que ele poderá ajuizar ação de indenização contra o Estado, que tem recursos para pagar, sem ter que provar que o agente público agiu com dolo ou culpa;

    • a segunda garantia é em favor do agente público que causou o dano. A parte final do § 6º do art. 37, implicitamente, afirma que a vítima não poderá ajuizar a ação diretamente contra o servidor público que praticou o ato. Este servidor somente pode ser responsabilizado pelo dano se for acionado pelo próprio Estado, em ação regressiva, após o Poder Público já ter ressarcido o ofendido.

     

    Outro argumento invocado é o princípio da impessoalidade. O agente público atua em nome do Estado (e não em nome próprio). Logo, quem causa o dano ao particular é o Estado (e não o servidor). Por isso, o prejudicado só pode acionar o Poder Público. É a opinião, por exemplo, de José Afonso da Silva (Curso de Direito Constitucional positivo. São Paulo: Malheiros, 1998).

    CAVALCANTE, Márcio André Lopes. A vítima somente poderá ajuizar a ação de indenização contra o Estado; se este for condenado, poderá acionar o servidor que causou o dano em caso de dolo ou culpa; o ofendido não poderá propor a demanda diretamente contra o agente público. Buscador Dizer o Direito, Manaus. Disponível em: <https://www.buscadordizerodireito.com.br/jurisprudencia/detalhes/eae31887c8969d1bde123982d3d43cd2>. Acesso em: 01/02/2021

  • aff... questao pesada envolvendo morte de criança... gosto nem d imaginar.

    mas resposta letra D

  • Quem dera fosse apenas um enunciado de uma questão. Qual era a cor da criança?? Nem precisa constar no enunciado para sabermos.

  • STJ: É objetiva a responsabilidade civil do Estado pelas lesões sofridas por vítima baleada em razão de tiroteio ocorrido entre policiais e assaltantes.

  • Apenas um exemplo, isso não acontece no Rio de Janeiro.

  • STJ - É objetiva a responsabilidade civil do Estado pelas lesões sofridas por vítima baleada em razão de tiroteio ocorrido entre policiais e assaltantes.

    //

    STF - Não cabe ação direta contra o servidor.

    STF- Não cabe LITISCONSÓRCIO passivo (estado + servidor)juntos como réu não pode.

    /

    Terceiro --> ação contra o estado = responsabilidade objetiva

    /

    Estado --> ação contra o servidor = responsabilidade subjetiva.

    se o servidor não agiu com dolo(intenção) ou com culpa(imperícia/negligência) ele não tem que ressarcir o estado.

    /

    CF:

    Art. 37. § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

    GAB D.

  • Bala perdida oriunda da arma de um policial em confronto com criminosos

    Diante da  da teoria do risco administrativo, responde o Estado, neste caso, pelo dano que seu agente causou a terceiro inocente, com base no artigo 37, § 6° da Constituição Federal, cabendo ao Estado direito de regresso contra o policial que efetuou o disparo, se este agiu com dolo ou culpa.

    No caso em tela, não há que se falar em irresponsabilidade do Estado em razão de este estar prestando, licitamente, seu dever de combate ao crime, pois a atividade do Estado, ainda que lícita, gera risco à sociedade e, portanto, ocorrendo um dano, deve a Administração Pública repará-lo.

    Ao decidir promover operação policial baseada no confronto em área densamente habitada, o Estado assume que podem ocorrer danos colaterais. Por isso, responde objetivamente por danos causados por “balas perdidas”, ainda que não seja possível provar que o disparo saiu de uma arma empunhada por policial.

    Bala perdida oriunda da arma de um criminoso em confronto com policiais

     Neste caso, portanto, os policiais têm o dever de evitar danos a terceiros estranhos ao conflito. E, se mesmo com todos os cuidados dispensados o dano ocorrer, será a Administração Pública responsabilizada, já que o art. 37, § 6° da Constituição Federal não exige a demonstração de dolo ou culpa do agente estatal.

    Não há que se cogitar, aqui, que o fato de um terceiro (bandido), durante confronto armado com policiais, ter atingido vítima inocente, rompe o nexo causal entre a conduta do agente estatal e o dano. Deve-se entender, ao contrário, que o nexo causal corresponde ao confronto em si, o qual conta com a participação de agentes do Estado, os quais não agiram com o devido cuidado, controlando a ação dos delinqüentes de forma a não atingir vítimas inocentes.

    https://jus.com.br/artigos/17074/responsabilidade-civil-do-estado-em-relacao-as-vitimas-de-balas-perdidas/2

  • Que exemplo mais absurdo. Isso nunca ocorreria no mundo real.


ID
2947681
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Em matéria de controle da Administração Pública, a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, quanto à legalidade, legitimidade, aplicação de dotações e recursos próprios e renúncia de receitas, é exercida pelo Poder:

Alternativas
Comentários
  • Gab. B.

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete: (...)

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de: (...)

    Fonte: CF/88

    Bons estudos!

  • 27-05-2019 errei

    Gab B

  • Acrescentando:

    O controle legislativo pode ser feito diretamente pelo parlamento: Controle legislativo direto

    ( pelos próprios órgãos do Congresso Nacional, a exemplo das Comissões Parlamentares, ou pelo próprio Congresso ou suas Casas)

    ou Indiretamente: Controle legislativo indireto (CN+TCU)

    Além disso o controle legislativo pode ser Financeiro exemplo da questão

    ou político quando uma cpi chama alguém para depor , por exemplo.

    por fim, o controle legislativo abrange tanto a legalidade quanto o mérito vide art. 84, XIV, CRFB

    Bons estudos, Nãodesista!

  • PODER LEGISLATIVO: ART 70 CF/88: A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

    ART 71 CF/88: O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União.

  • Gabarito letra B

     

    art. 70 CF/88: A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

     

    art. 71 CF/88: O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União.

  • Gabarito Letra B.

    Legislativo, mediante controle externo com o auxílio do Tribunal de Contas e pelo seu sistema de controle interno.

  • Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

    Parágrafo único. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária.           

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

  • CFRB, Art. 31.Regra para o Município: § 2º O Parecer Prévio (que vai ter caráter vinculativo), emitido pelo órgão competente (tribunal de contas) sobre as contas que o Prefeito deve anualmente prestar, só deixará de prevalecer por decisão de 2/3 dos membros da Câmara Municipal.

    Nas esferas federal e estadual, o parecer prévio emitido pelo tribunal de contas respectivo terá caráter meramente opinativo, e o poder legislativo pode ou não acatar esse parecer.

    art. 70 CF/88: A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

     

    art. 71 CF/88: O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União.

  • LEGISLATIVO, LEGISLATIVO, LEGISLATIVO, LEGISLATIVO

  • Letra B

    CF/88

     Da Fiscalização Contábil, Financeira e Orçamentária

    Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder. 

  • Art 70 FOCOP

    Financeira

    Orçamentária

    Contábil

    Operacional

    Patrimonial

    Exercido pelo congresso nacional

  • Capítulo I  

    Do Poder Legislativo

    Seção IX  

    Da Fiscalização Contábil, Financeira e Orçamentária

     

    Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

        Parágrafo único. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária.

  • GABARITO: B

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    Art. 74. Os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com a finalidade de:

  • É claro que nossa alternativa correta é a da letra ‘b’! Conforme preceitua o caput do art. 70, a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional (Poder Legislativo), mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder. 

  • Fala sério, só isso?

    A D e a E tavam tao desenvolvidas que eu pensei que talvez tivesse alguma página secreta da constituição que eu não tenha lido!

  • O comentário de Larysse está errado o PARECER do Tribunal de Contas possui caráter MERAMENTE OPINATIVO e não vinculativo.

    Vejam essa questão --> Q917395

    A respeito do julgamento de contas do Poder Executivo pelo Poder Legislativo, considerando a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, assinale a alternativa correta.

    Parecer técnico elaborado pelo Tribunal de Contas tem natureza meramente opinativa, competindo exclusivamente à Câmara de Vereadores o julgamento das contas anuais do chefe do Poder Executivo local, sendo incabível o julgamento ficto das contas por decurso de prazo.

  • QUESTÃO PARECIDA DA FGV, SÓ QUE COM O MP DE UM ESTADO:

    De acordo com o texto constitucional, em matéria de controle da Administração Pública, a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro é exercida:

    "pela Assembleia Legislativa, com o auxílio do Tribunal de Contas Estadual, mediante controle externo e pelo seu sistema próprio de controle interno." RESPOSTA CERTA.

    PARA NÃO MAIS ERRAR:

    Controle Interno:

    Executivo: CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO;

    Judiciário: CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA;

    Ministério Público: CONSELHO NACIONAL DO MP.

    Controle Externo: fora da estrutura do órgão que será fiscalizado.

    União: CONG. NACIONAL + TCU;

    Estado: ASSEMB. + TCE;

    DF: CÂMAR. + TCDF

    Municípios: CÂMAR. + TCM (no caso de RJ e SP) ou TCE (regra);

    RESPOSTA: B)

  • Faz-se uso do art. 70 da CF, mas, puxando pro lado da simetria, haja vista ser linha estadual.

    Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

  • ATENÇÃO para dois julgamentos que vieram depois da aplicação dessa prova:

    • o papel de fiscalizador do Tribunal de Contas recai inclusive sobre o Poder Legislativo.

    Em razão disso, o STF entendeu ser inconstitucional norma estadual que conferia

    exclusivamente à Assembleia Legislativa a tarefa de julgar as contas do Poder

    Legislativo (STF, ADI n. 3.077);

    • o STF invalidou norma da Constituição do Estado de Roraima que atribuía competência

    à Assembleia Legislativa para julgar contas do Tribunal de Justiça, do Ministério

    Público e da Defensoria Pública.

    Na ocasião, prevaleceu a orientação de que os estados deveriam aplicar, em simetria, as regras

    contidas nos incisos I e II do artigo 71 da CF. Assim, se, no plano federal, cabe ao TCU

    a missão de julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros,

    bens e valores públicos da administração direta, incluídos os Poderes Executivo, Legislativo

    e Judiciário, os Tribunais de Contas dos estados, do Distrito Federal e dos municípios

    deveriam observar o mesmo modelo jurídico estabelecido pela CF (STF, ADI n. 4.978).

    Lembre-se: as contas da Assembleia Legislativa devem ser julgadas pela própria Casa Legislativa

    (com a fiscalização do TC). Por outro lado, as contas do Tribunal de Justiça, do Ministério

    Público e da Defensoria Pública são julgadas pelo Tribunal de Contas, que não se limita,

    nesse caso, à emissão de parecer.


ID
2947684
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O Ministério Público ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa exclusivamente em face de João, presidente de uma entidade privada, que figurou como beneficiária da transferência de recursos públicos, em razão da prestação de serviços na área de saúde sem a prévia celebração de contrato, convênio ou instrumento congênere com determinado Município. Diante de graves problemas financeiros por que passa atualmente, João buscou assistência jurídica na Defensoria Pública.


Com base na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, o Defensor Público deve apresentar defesa prévia, requerendo o não recebimento da inicial, sob o argumento de que é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

     

    Informativo 535 do STJ:

    Não é possível o ajuizamento de ação de improbidade administrativa exclusivamente em face de particular, sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda.

     

    Bons estudos!

  • Comentando as erradas:

    Fundamentos retirados da lei 8.429/92

    A) Errada, pois o ato de improbidade administrativa também pode ser caracterizado pela ocorrência de enriquecimento ilícito e por conduta atentatória aos princípios da Administração.

    B)  Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

    C)  Art. 3° As disposições desta lei são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo agente público, induza ou concorra para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficie sob qualquer forma direta ou indireta.

    D) Errada, pois o ato de improbidade que atenta contra os princípios da Administração só é caracterizado se praticado com dolo, e não com culpa.

    Enriquecimento ilícito ---> DOLO

    Prejuízo ao erário ---> DOLO ou CULPA

    Atenta contra os princípios ---> DOLO

  • Deu pra responder por eliminação.

  • FGV é terrível

  • Concordo em achar que a FGV é a "TREVA", porém, nessa questão, não. Foi até uma questão bem elaborada.

  • GABARITO: LETRA E.

  • Válido mencionar algo importante que muito provavelmente será objeto de questionamento nos próximos certames: o ato de improbidade administrativa narrado nesta questão, a princípio, em muito se assemelha a uma prática de ato que causa lesão ou prejuízo ao erário, mas não é. Trata-se de ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da Administração Pública, previsto no artigo 11, X da Lei nº 8.429/92, incluído pela Lei 13.650/2018. Alteração recente. Portanto, pertinente a observação.

  • A informação do Renan Paz é muito interessante.

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    (...)

    X - transferir recurso a entidade privada, em razão da prestação de serviços na área de saúde sem a prévia celebração de contrato, convênio ou instrumento congênere, nos termos do parágrafo único do art. 24 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. (inciso X inserido pela Lei nº 13.650/2018)

  • Quem dera todas as questões fossem assim claras, objetivas e valorizassem o conhecimento do candidato e não a decoreba.

  • TANTO O AGENTE PUBLICO ,COMO O PARTICULAR DEVEM RESPONDER POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA ,E NÃO EXCLUSIVAMENTE O PARTICULAR.

  • SUJEITO ATIVO:

    APLICA-SE AO PARTICULAR, ESTAGIÁRIO. Aplica-se, no que couber, ao terceiro que, mesmo não sendo agente público, induza ou concorra para a prática de ato de improbidade ou dele se beneficie sob qualquer forma, direta ou indireta.

    São exemplos as pessoas representantes de empresas privadas que atuam em conluio com agente público para fraudar licitação.

    OBS.:     A Lei de Improbidade Administrativa alcança a Administração direta e indireta de qualquer dos Poderes, em todos os entes da Federação (União, Estados, Municípios).

    A pessoa SEM VÍNCULO COM O PODER PÚBLICO JAMAIS pode praticar um ato de improbidade ISOLADAMENTE.

     

    Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: TJ-DFT Prova: Conhecimentos Básicos para os Cargos 13 e 14

     

    Acerca dos atos de improbidade administrativa e das sanções previstas em lei, julgue o item a seguir.

     

    Preveem-se dois tipos de atos de improbidade administrativa: os próprios, realizados pelo próprio agente público contra a administração; e os impróprios, oriundos da participação de terceiros que concorram com o agente público, materialmente ou por indução, e que também obtenham benesses dessa improbidade.

     

    1-     Agente público, ainda que transitoriamente ou sem remuneração. Inclui agentes políticos

     

     

    2-    Terceiro que induza ou concorra para a prática de ato de improbidade (deve haver participação de agente público)

     

    3-    O particular que induza ou concorra para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficie, direta ou indiretamente, NÃO PODE FIGURAR, sozinho, no polo passivo de ação de improbidade administrativa.

     

    FCC- Diante de uma hipótese de configuração de ato de improbidade praticado por servidor público, o terceiro beneficiado em razão daquela atuação, 

    NÃO figura como litisconsorte necessário do servidor público, devendo ser analisada sua conduta para demonstrar sua participação para atingimento do resultado

                                                  NÃO HÁ LITISCONSÓRCIO PASSIVO NECESSÁRIO

    VIDE Q623116

    Diante de uma hipótese de configuração de ato de improbidade praticado por servidor público, o terceiro beneficiado em razão daquela atuação, NÃO figura como litisconsorte necessário do servidor público, devendo ser analisada sua conduta para demonstrar sua participação para atingimento do resultado. 

    -       É inviável a propositura de ação civil de improbidade administrativa EXCLUSIVAMENTE contra o particular, sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda (AgRg no AREsp 574500/PA, j. 02.06.2015).

    Parte inferior do formulário

    Nas ações de improbidade administrativa, NÃO há litisconsórcio passivo NECESSÁRIO entre o agente público e os terceiros beneficiados com o ato ímprobo (AgRg no REsp 1421144/PB, j. 26.05.2015).

    http://www.dizerodireito.com.br/2014/03/nao-e-possivel-ajuizar-acao-de.html

  • Para que o terceiro seja responsabilizado pelas sanções da Lei n. 8.429/92 é indispensável que

    seja identificado algum agente público como autor da prática do ato de improbidade.

    Assim, não é possível a propositura de ação de improbidade exclusivamente contra o particular,

    sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda.

    STJ. 1a Turma. REsp 1.171.017-PA, Rel. Min. Sérgio Kukina, julgado em 25/2/2014.

  • Questão bem elaborada.

  • GABARITO: E

    A) condição de procedibilidade da ação civil pública por ato de improbidade administrativa a efetiva existência de prejuízo ao erário, o que não está comprovado;

    Errado.

    A hipótese da questão configura ato contra princípios da adm. pública:

    Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:

    X - transferir recurso a entidade privada, em razão da prestação de serviços na área de saúde sem a prévia celebração de contrato, convênio ou instrumento congênere, nos termos do parágrafo único do                

    Além dos atos que atentam contra os princípios da administração pública (art. 11), há, ainda, atos que importam enriquecimento Ilícito (art. 9º), atos que causam prejuízo ao erário (art. 10) e atos decorrentes de concessão ou aplicação indevida de benefício financeiro ou tributário (art. 10-A).

    B) ilegítima a atuação do Ministério Público, eis que apenas o ente público prejudicado ostenta legitimidade ativa para ajuizar ação civil de improbidade administrativa;

    Errado.

    Art. 17. A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar.

    C) incabível a propositura de ação civil de improbidade administrativa contra o particular, ainda que em litisconsórcio com o agente público, eis que apenas os servidores públicos estão sujeitos às sanções previstas na lei de improbidade;

    Errado.

    Art. 3° As disposições desta lei são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo agente público, induza ou concorra para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficie sob qualquer forma direta ou indireta.

    D) imprescindível que se comprove a culpa ou o dolo do particular para configuração dos atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da administração pública;

    Errado.

    Enriquecimento ilícito (dolosa)

    Prejuízo ao erário (pode ser doloso ou culposo)

    Atentado aos princípios da administração pública (dolosa)

    E) inviável a propositura de ação civil pública por ato de improbidade administrativa exclusivamente contra o particular, sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda.

    Errado.

    Para que o terceiro seja responsabilizado pelas sanções da Lei n.°8.429/92 é indispensável que seja identificado algum agente público como autor da prática do ato de improbidade. Não é possível a propositura de ação de improbidade exclusivamente contra o particular, sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda.

    STJ, Info 535, 25/2/2014

  • Para que o terceiro seja responsabilizado pelas sanções da Lei n. 8.429/92 é indispensável que

    seja identificado algum agente público como autor da prática do ato de improbidade.

    Assim, não é possível a propositura de ação de improbidade exclusivamente contra o particular,

    sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda.

    STJ. 1a Turma. REsp 1.171.017-PA, Rel. Min. Sérgio Kukina, julgado em 25/2/2014.

  • ATENÇÃO, muito importante: Mesmo questionamento na prova de DPF/2018/CESPE."Embora não haja litisconsórcio passivo necessário entre o agente público e os terceiros beneficiados com o ato ímprobo, é INVIÁVEL que ação civil por improb. adm. seja proposta exclusivamente contra os particulares, sem concomitante presença do agente público no polo passivo da demanda.

    Dessa forma, é possível ajuizar ação de improb. adm. apenas contra o agente público sem ajuizar contra o particular/terceiro (que em conluio praticou o ato ímprobo)? SIM, é possível, nesse caso NÃO há litisconsórcio passivo necessário. Noutras palavras, mesmo que se saiba que um particular participou do ato ímprobo, NÃO se exige sua presença no polo passivo para se processar a ação contra o agente público.

    Entretanto, a recíproca não é verdadeira, isto é, não é possível ajuizar demanda apenas contra o TERCEIRO/PARTICULAR, nesse caso há o litisconsórcio passivo necessário com o agente público.

  • JURISPRUDÊNCIA do stj e stf na mesma prova de (nível médio ) não é brinquedo não !

  • LETRA E ESTA CERTA, MAS A D ESTA DE ACORDO COM O ENUNCIADO DA QUESTÃO... VAI ENTENDER ESSAS BANCAS !

  • Errei a questão por entender que o agente e o particular englobam o polo ATIVO e não PASSIVO.

    Eles não seriam os agentes ativos da infração civil?

  • Jonatas Barbosa, na AÇÃO JUDICIAL por improbidade administrativa, o agente e o particular que praticaram o ato de improbidade, estão no polo passivo, enquanto o MP ou a pessoa juridica interessada estão no polo ativo, já no momento da pratica do ATO de improbidade administrativa, o agente e o particular figuram no polo ativo, pois eles praticaram o ato, enquanto a pessoa juridica lesada configura no polo passivo.

  • Particular não responde sozinho por improbidade administrativa

  • "[...] É certo que os terceiros que participem ou se beneficiem de improbidade administrativa estão sujeitos aos ditames da Lei 8.429/1992, consoante seu art. 3º, porém inexiste imposição legal de formação de litisconsórcio passivo necessário. [...] não há falar em relação jurídica unitária, tendo em vista que a conduta dos agentes públicos pauta-se especificamente pelos seus deveres funcionais e independe da responsabilização dos particulares que participaram da probidade ou dela se beneficiaram. Na hipótese, o Juízo de 1º grau condenou os agentes públicos responsáveis pelas irregularidades e também o particular que representava as empresas beneficiadas com pagamentos indevidos, inexistindo nulidade pela ausência de inclusão, no pólo passivo, das pessoas jurídicas privadas [...]". (RESP 896044 PA, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 16/09/2010 DJe 19/04/2011). 

  • A questão indicada está relacionada com a improbidade administrativa. 

    • Improbidade administrativa:

    Segundo Matheus Carvalho (2015), "a noção de improbidade não se confunde com a de imoralidade, sendo esta uma das modalidades daquela. Ou seja, as situações de improbidade administrativa são muito mais amplas do que a violação ao princípio da moralidade, o qual configura apenas uma das espécies de improbidade previstas em lei". 

    A) ERRADO, uma vez que constitui hipótese de ato improbidade administrativa que atenta contra os princípios administrativos do art. 11, X, da Lei nº 8.429 de 1992. "Art. 11 Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições, e notadamente: X - transferir recurso a entidade privada, em razão prestação de serviços na área de saúde sem a prévia celebração de contrato, convênio ou instrumento congênere, nos termos do parágrafo único do art. 24 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (Incluído pela Lei nº 13.650 de 2018)".
    B) ERRADO, com base no art. 17, da Lei nº 8.429 de 1992. "Art. 17 A ação principal, que terá o rito ordinário, será proposta pelo Ministério Público ou pela pessoa jurídica interessada, dentro de trinta dias da efetivação da medida cautelar". 
    C) ERRADO, pois as disposições indicadas na Lei nº 8.429 de 1992 são aplicáveis àqueles que não são agentes públicos, nos termos do art. 3º. "Art.3º As disposições desta Lei são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo agente público, induza ou concorra para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficie sob qualquer forma direta ou indireta.
    D) ERRADO, já que os atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios necessitam da comprovação de dolo. Conforme indicado por Matheus Carvalho (2015), "o Superior Tribunal de Justiça definiu que apenas os atos de improbidade que causam dano ao erário (art.10) podem ser sancionados a título de dolo ou culpa, sendo os demais atos de improbidade sancionados somente se comprovada a má-fé do agente, ou seja, a atuação dolosa". 
    E) CERTO, conforme indicado pelo ConJur (2015), no que se refere as Teses sobre Improbidade Administrativa - STJ, cabe informar que "é inviável a propositura de ação civil de improbidade administrativa exclusivamente contra o particular, sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda". 
    Referências: 

    CARVALHO, Matheus. Manual de Direito Administrativo. 2 ed. Salvador: JusPodivm, 2015. 
    STJ divulga 14 teses sobre improbidade administrativa em seu site. ConJur. 08 ago. 2015. 

    Gabarito: E
  • a pegadinha: exclusivamente! atentar-se a este ponto.
  • Nem acredito q errei essa questao na prova!!!

  • Questão a princípio parece difícil, quando se lê o comando da questão... mas é uma molezinha de acertar !!!

  • Não há que se falar em improbidade administrativa se não tiver um agente público envolvido.

  • GABARITO: E

    Para que o terceiro seja responsabilizado pelas sanções da Lei n.° 8.429/92, é indispensável que seja identificado algum agente público como autor da prática do ato de improbidade. Logo, não é possível que seja proposta ação de improbidade somente contra o terceiro, sem que figure também um agente público no polo passivo da demanda.

    Fonte: https://www.dizerodireito.com.br/2014/03/nao-e-possivel-ajuizar-acao-de.html

  • Obs : : Para que o terceiro seja responsabilizado pelas sanções da Lei n.° 8.429/92, é indispensável que seja identificado algum agente público como autor da prática do ato de improbidade. Logo, não é possível que seja proposta ação de improbidade somente contra o terceiro, sem que figure também um agente público no polo passivo da demanda.

  • Leon D Jakson: A letra D está errada, pelo fato de ser imprescritível somente quando tiver DOLO.

  • ATENÇÃO!!! ENTENDIMENTO NOVO QUE PODE SER COBRADO NAS PROVAS DE 2021!!!

    "DIRIGENTE DE ENTIDADE PRIVADA QUE ADMINISTRA RECURSOS PÚBLICOS PODE RESPONDER SOZINHO POR IMPROBIDADE ADMNISTRATIVA (STJ - RESP 1845674)"

    No caso do julgado o relator entendeu que os autos evidenciam supostas irregularidades praticadas por ONG na execução de convênio com recursos obtidos do governo federal, circunstância que equipara seu gestor ao agente público. É um agente público por equiparação.

  • Estimados colegas, sei bem que a alternativa E está correta, entregue de bandeja. MAS, por que estaria errada a D? A comprovação de dolo ou culpa é o equivale a provar a CONDUTA. Estou errado?

  • Seria pertinente sempre existir uma aba com a legislação da questão ,fica a sugestão pro qconcurso, principalmente porque nem todas as questões estão comentadas.

  • DECISÃO

    17/12/2020 06:55

    ​​​A Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que, com o advento da Lei 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), o particular que recebe subvenção, benefício ou incentivo público passou a se equiparar a agente público, podendo, dessa forma, figurar sozinho no polo passivo em ação de improbidade administrativa.

    A decisão teve origem em ação de ressarcimento proposta pela União, fundamentada na Lei 8.429/1992, contra uma Organização Não Governamental (ONG) e seu gestor pela suposta prática de atos ímprobos na execução de convênio que envolveu o recebimento de recursos do governo federal.

    Como relatado pela União, o gestor da entidade teria prestado contas de forma precária, sem juntar os documentos que minimamente comprovariam a aplicação dos recursos públicos na execução do convênio, incorrendo na conduta prevista no  da Lei de Improbidade.

    A União afirmou ainda que o réu foi omisso ao não atender aos diversos pedidos de esclarecimentos formulados pelos órgão controladores – atitude que se enquadraria na previsão do , VI, da mesma lei.

    Autor do voto que prevaleceu no julgamento colegiado, o ministro Gurgel de Faria lembrou que, de fato, a jurisprudência do STJ reconhece a impossibilidade de que o particular figure sozinho no polo passivo das ações de improbidade.

    Segundo o ministro, a jurisprudência considera "inviável o manejo da ação civil de improbidade exclusivamente contra o particular, sem a concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda".

    Porém, ele destacou que a Lei 8.429/1992 ampliou o conceito de agente público, que não se restringe aos servidores públicos. Além disso – observou o magistrado –, o parágrafo único do artigo 1º da Lei de Improbidade "submete as entidades que recebam subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de órgão público à disciplina do referido diploma legal, equiparando os seus dirigentes à condição de agentes públicos".

    No caso analisado, o relator explicou que os autos evidenciam supostas irregularidades cometidas pela ONG na execução de convênio com recursos obtidos do governo federal, circunstância que equipara o seu gestor a agente público, para os fins de improbidade administrativa, e permite o prosseguimento da ação nas instâncias ordinárias.​

    Esta notícia refere-se ao(s) processo(s):


ID
2947687
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação Estadual
Assuntos

João, ocupante do cargo efetivo de Técnico Médio da Defensoria Pública, foi condenado à pena disciplinar de suspensão de 60 (sessenta) dias, após regular processo administrativo disciplinar (PAD). Enquanto cumpria a sanção disciplinar, João obteve provas de fatos novos comprobatórios de sua inocência, que não foram trazidos e analisados no PAD.

No caso em tela, de acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, João deverá:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: A

    DECRETO Nº 2479, DE 08 DE MARÇO DE 1979 (APROVA O REGULAMENTO DO ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO)

    Art. 343 – Poderá ser requerida a revisão do processo administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios da inocência do funcionário punido.

    Art. 347 – Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

    -----------------------------------------------------

    OBS: Não confundir com a revisão do processo da lei 8.112, que prevê um prazo de conclusão dos trabalhos pela comissão de 60 dias.

    Lei 8.112/90

    Art. 174.  O processo disciplinar poderá ser revisto, a qualquer tempo, a pedido ou de ofício, quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a inadequação da penalidade aplicada.

    Art. 179.  A comissão revisora terá 60 (sessenta) dias para a conclusão dos trabalhos.

  • Complementando Roberto Frois,

    Decreto-Lei 220/75, art. 81 - Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

  • Resolvida dia 19/09/2019

    Acertei.

  • Rodrigo Mendes, se está no edital, pode ter ctz que ao menos uma questão será cobrada. Se vc quer ser servidor do MP/RJ, acho que vale a pena ler ele sim! kk

  • Art. 77. Poderá ser requerida a revisão do inquérito administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios da inocência do funcionário punido.

    Art. 81. Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

    https://gov-rj.jusbrasil.com.br/legislacao/90538/decreto-lei-220-75

  • 90 +30 = #rumoaotjrj

  • GABARITO: A

    DECRETO - LEI 220/75 - Art. 81. Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

    NÃO DESISTA!

  • Pra quem não sabe, PAD e Inquérito Administrativo são a mesma coisa. Tô dizendo porque eu não sabia.
  • Gab: A

    Decreto-Lei 220/75 -( Estatuto dos Funcionários Civis do Poder Executivo do RJ)

    Fala em seu Art.77 que poderá ser requerida a revisão do inquérito administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios de inocência do funcionário punido.

    Todavia no Art. 81 fala que a revisão do processo será encaminhado à comissão revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 dias, prorrogável por mais 30 dias, a juízo do Secretário de Estado de ADM.

  • Decreto-Lei 220/75 -( Estatuto dos Funcionários Civis do Poder Executivo do RJ)

    Art. 77. Poderá ser requerida a revisão do inquérito administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios da inocência do funcionário punido.

    Art. 81. Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

  • Queria saber é que eficácia tem isso? A pessoa é suspensa por 60 dias e demora 90 p/p + 30?

    Quando sair a decisão a pessoa já tem voltado a trabalhar faz tempo!

  • Não sei se ajuda...

    Prazos:

    suspensão temporária: 30+90

    inquérito administrativo: 90+30+...= até 180

    inquérito administrativo (em abandono de cargo): 60+30+30=120

    Comissão fazer relatório e enviar à autoridade: 60

    autoridade julgar:

    Secretário de Adm: 20 dias

    Secretário de Adm --8 dias--> Governador: 20 dias

    Pedir revisão: qualquer tempo, desde que novas provas

    Comissão Revisora fazer relatório: 90+30

    Governador julgar: 30

  • RESOLUÇÃO:

    A assertiva correta é a letra A, tendo em vista o disposto nos artigos 343 e 347 do Decreto nº 2.479/79 (Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Poder Executivo do Estado do Rio De Janeiro). Vejamos:

    Art. 343 – Poderá ser requerida a revisão do processo administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios da inocência do funcionário punido.

    Art. 347 – Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

    Resposta: A

  • Havendo fatos novos não conhecidos anteriormente, caberá a revisão do Processo Administrativo Disciplinar (PAD), feita por uma Comissão ReVisora e deverá ser concluída no prazo de 90 (noVenta dias) + prorrogável por mais 30 dias. Total= 120 dias.

    #Desistir jamais!

  • Gab: A

    E não há q se falar em reintegração se a questão não mencionar pena de demissão

  • Elayne, no caso a pessoa não estaria buscando o direito de voltar a trabalhar (não é reintegração) e sim lutando pelos vencimentos e beneficios que ficariam suspensos naquele prazo. Afinal, voltar trabalhar ela vai no fim do prazo da suspensão, independente de recurso ou não, mas só com o recurso a pessoa é indenizada.

  • Gabarito Letra A

    Art. 343. Poderá ser requerida a revisão do processo administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios da inocência do funcionário punido.

    Art. 347. Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

  • Art. 343 – Poderá ser requerida a revisão do processo administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios da inocência do funcionário punido.

    Art. 347 – Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

    Vê-se que a alternativa “a” está de acordo com o Regulamento. Não se esqueça que a Comissão Revisora possui um prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável por 30 (trinta) dias. 

    GABARITO: Letra A

  • Fonte: ARIAL

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  • TB DÁ BASE PARA A ACERTIVA "A" - DEC 220 - ART. 77, 80 e 81

  • Art. 77 - Poderá ser requerida a revisão do inquérito administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios da inocência do funcionário punido. Parágrafo único - Tratando-se de funcionário falecido, desaparecido ou incapacitado de requerer, a revisão poderá ser solicitada por qualquer pessoa.

    Art. 78 - A revisão processar-se-á em apenso ao processo originário.

    Art. 79 - Não constitui fundamento para a revisão a simples alegação de injustiça da penalidade.

    Art. 80 - O requerimento, devidamente instruído, será encaminhado ao Governador, que decidirá sobre o pedido.

    Art. 81 - Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

    Parágrafo único - O julgamento caberá ao Governador, no prazo de 30 (trinta) dias, podendo, antes, o Secretário de Estado de Administração determinar diligências, concluídas as quais se renovará o prazo.

    Art. 82 - Julgada procedente a revisão, será tornada sem efeito a pena imposta, restabelecendo-se todos os direitos por ela atingidos.

  • Gabarito: A

    DECRETO-LEI Nº 220 DE 18 DE JULHO DE 1975.

    Art. 77 - Poderá ser requerida a revisão do inquérito administrativo de que haja resultado pena disciplinar, quando forem aduzidos fatos ainda não conhecidos, comprobatórios da inocência do funcionário punido.

    Parágrafo único - Tratando-se de funcionário falecido, desaparecido ou incapacitado de requerer, a revisão poderá ser solicitada por qualquer pessoa.

    Art. 78 - A revisão processar-se-á em apenso ao processo originário.

    Art. 79 - Não constitui fundamento para a revisão a simples alegação de injustiça da penalidade.

    Art. 80 - O requerimento, devidamente instruído, será encaminhado ao Governador, que decidirá sobre o pedido.

    Art. 81 - Autorizada a revisão, o processo será encaminhado à Comissão Revisora, que concluirá o encargo no prazo de 90 (noventa) dias, prorrogável pelo período de 30 (trinta) dias, a juízo do Secretário de Estado de Administração.

    Parágrafo único - O julgamento caberá ao Governador, no prazo de 30 (trinta) dias, podendo, antes, o Secretário de Estado de Administração determinar diligências, concluídas as quais se renovará o prazo.

    Art. 82 - Julgada procedente a revisão, será tornada sem efeito a pena imposta, restabelecendo-se todos os direitos por ela atingidos.

  • Esse decreto é horrível, cheio de prazos distintos

  • O requerimento de revisão do PAD é encaminhado para o Governador que a autoriza ou não, mas a revisão em si é feita pela Comissão Revisora no prazo de 90 dias prorrogável por mais 30 dias.

  • GAB: letra A

    REVISÃO é o ÚNICO meio de impugnação nesse caso.


ID
2947690
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Quanto ao benefício da gratuidade de justiça, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: E

    NCPC

    A) Art. 99. O pedido de gratuidade da justiça pode ser formulado na petição inicial, na contestação, na petição para ingresso de terceiro no processo ou em recurso.

    -------------------------------------------------

    B) Art. 100. Deferido o pedido, a parte contrária poderá oferecer impugnação na contestação, na réplica, nas contrarrazões de recurso ou, nos casos de pedido superveniente ou formulado por terceiro, por meio de petição simples, a ser apresentada no prazo de 15 (quinze) dias, nos autos do próprio processo, sem suspensão de seu curso.

    --------------------------------------------------

    C) Art. 101. Contra a decisão que indeferir a gratuidade ou a que acolher pedido de sua revogação caberá agravo de instrumento, exceto quando a questão for resolvida na sentença, contra a qual caberá apelação.

    ---------------------------------------------------

    D) Art. 99, § 4º A assistência do requerente por advogado particular não impede a concessão de gratuidade da justiça.

    ----------------------------------------------------

    E) CORRETA. Art. 98, § 5  A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • Errei pq n sabia o que era azo. Como diria Thallius, na hora da prova ta arriscado da gente ir fazer um lanche e ter um monte de feno dentro da bolsa.

  • Lembrete: gratuidade nem sempre é 100% para as custas.

  • GABARITO: E

  • A) Errado. Art. 99. Momento para solicita a gratuidade:

    Autor – na preliminar da petição inicial;

    Réu – na preliminar de contestação;

    Terceiro envolvido – na primeira oportunidade em que se manifestar nos autos

    Em caso de capacidade financeira superveniente, a gratuidade deverá ser requerida na primeira oportunidade, em petição simples, nos autos do processo, e não suspenderá seu curso.

    B) Errado. vide Art. 100 NCPC

    Em nome da lealdade e da boa-fé, PRESUME-SE VERDADEIRA A ALEGAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA de recursos quando envolver pessoa natural (quando envolver PJ a realidade financeira deve ser informada nos autos). Porém deferido o pedido, a parte contrária pode oferecer impugnação no prazo de 15 dias, sendo que o magistrado só pode recusar a gratuidade se o houver nos autos, elementos suficiente que evidenciem a falta dos pressupostos para sua concessão, e antes ainda, deve determinar ao requerente que comprove o preenchimento dos pressupostos.

    C) Art. 101.  Da decisão que INDEFERIR A GRATUIDADE ou REVOGÁ-LA, CABE AGRAVO DE INSTRUMENTO, exceto quando a questão for RESOLVIDA NA SENTENÇA, contra a qual cabe APELAÇÃO.

    D) Art. 99, § 4º A assistência do requerente por advogado particular não impede a concessão de gratuidade da justiça.

    E) CORRETA. Art. 98, § 5  A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento, E AINDA A CRITÉRIO DO JUIZ, PODE RESULTAR EM PARCELAMENTO

  • Alternativa A) Dispõe o art. 99, caput, do CPC/15, que "o pedido de gratuidade da justiça pode ser formulado na petição inicial, na contestação, na petição para ingresso de terceiro no processo ou em recurso". Afirmativa incorreta.

    Alternativa B) Essa alegação é dotada de presunção relativa de veracidade e não absoluta, admitindo prova em contrário. A impugnação ao deferimento do pedido de assistência judiciária gratuita é expressamente admitida pelo art. 100, do CPC/15. Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) Vide comentário sobre a alternativa B. Acerca da impugnação, dispõe o art. 100, do CPC/15: "Deferido o pedido, a parte contrária poderá oferecer impugnação na contestação, na réplica, nas contrarrazões de recurso ou, nos casos de pedido superveniente ou formulado por terceiro, por meio de petição simples, a ser apresentada no prazo de 15 (quinze) dias, nos autos do próprio processo, sem suspensão de seu curso. Parágrafo único. Revogado o benefício, a parte arcará com as despesas processuais que tiver deixado de adiantar e pagará, em caso de má-fé, até o décuplo de seu valor a título de multa, que será revertida em benefício da Fazenda Pública estadual ou federal e poderá ser inscrita em dívida ativa". Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) Em sentido contrário, dispõe o art. 99, §4º, do CPC/15, que "a assistência do requerente por advogado particular não impede a concessão de gratuidade da justiça". Afirmativa incorreta.

    Alternativa E) De fato, essa possibilidade está contida no art. 98, §5º, do CPC/15: "A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento". Afirmativa correta.

    Gabarito do professor: Letra E.
  • Código de Processo Civil:

    Art. 98. A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

    (…)

    § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

    (…)

    Art. 99. O pedido de gratuidade da justiça pode ser formulado na petição inicial, na contestação, na petição para ingresso de terceiro no processo ou em recurso.

    (…)

    § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.

    § 4º A assistência do requerente por advogado particular não impede a concessão de gratuidade da justiça.

    (…)

    Art. 101. Contra a decisão que indeferir a gratuidade ou a que acolher pedido de sua revogação caberá agravo de instrumento, exceto quando a questão for resolvida na sentença, contra a qual caberá apelação.

    Gabarito: E

  • LETRA E CORRETA

    CPC

    ART 98 § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • Art. 99, § 3º Presume-se verdadeira a alegação de insuficiência deduzida exclusivamente por pessoa natural.

    Presume-se verdadeira - correto

    de forma absoluta - falso. É possível que a parte contrária conteste tal benefício...

  • A - Também pode ser na petição para ingresso de terceiro ou no recurso.

    B - Presunção relativa.

    C - O indeferimento é recorrível (15 dias).

    D - O advogado ser particular não causa óbice para gratuidade.

    E - Certinha, art. 98, §5.

  • ART 98 § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • Lembrando que a gratuidade é referente ao adiantamento, pagamento antecipado, das despesas processuais. Parte SEM esse benefício deve seguir a regra geral do artigo 82. Parte COM esse benefício (beneficiário), mas que é vencida (sucumbência, decisão desfavorável) passa a ser cobrada (exigida) pelas despesas que geralmente já teriam sido pagas e SOMENTE SE a situação financeira dela tiver melhorado e agora puder arcar com os valores devidos, do contrário, a exigência é suspensa por até 5 anos e depois desse prazo é extinta (conforme artigo 98, parágrafos 2 e 3).

  • E. pode consistir na redução percentual das despesas que ao beneficiário caiba adiantar no curso do feito. correta

    Art. 98. A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.

    § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • Alternativa E) De fato, essa possibilidade está contida no art. 98, §5º, do CPC/15: "A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento". Afirmativa correta.

  • Se o juiz indefere o pedido ou revoga a gratuidade antes concedida, cabe agravo de instrumento (art. 101 e art. 1.015).

    Se o juiz concedeu ao autor e o réu não concorda, deve arguir em preliminar de contestação (art. 337, XIII)

  • Letra B, o recurso pode ser formulado tanto por pessoa física ou jurídica, essa questão ela exige que o candidato tenha o discernimento em saber, sobre quem tem direito a gratuidade na justiça.

  • Quanto ao benefício da gratuidade de justiça, é correto afirmar que: pode consistir na redução percentual das despesas que ao beneficiário caiba adiantar no curso do feito.

  • a) ERRADA - Art. 99. O pedido de gratuidade da justiça pode ser formulado na petição inicial, na contestação, na petição para ingresso de terceiro no processo ou em recurso.

    -

    b) ERRADA - Art. 100. Deferido o pedido, a parte contrária poderá oferecer impugnação na contestação, na réplica, nas contrarrazões de recurso ou, nos casos de pedido superveniente ou formulado por terceiro, por meio de petição simples, a ser apresentada no prazo de 15 (quinze) dias, nos autos do próprio processo, sem suspensão de seu curso.

    -

    c) ERRADA - Art. 101. Contra a decisão que indeferir a gratuidade ou a que acolher pedido de sua revogação caberá agravo de instrumento, exceto quando a questão for resolvida na sentença, contra a qual caberá apelação.

    -

    d) ERRADA - Art. 99. § 4º A assistência do requerente por advogado particular não impede a concessão de gratuidade da justiça.

    -

    e) CERTA - Art 98. § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • A) Petição inicial; contestação; petição para ingresso de terceiro; recurso.

    B) Presunção relativa, pois cabe prova em contrário.

    C) Em regra, cabe agravo de instrumento.

    D) O patrocínio por advogado particular não obsta a concessão de gratuidade.

  • § 5º A gratuidade poderá ser concedida em relação a algum ou a todos os atos processuais, ou consistir na redução percentual de despesas processuais que o beneficiário tiver de adiantar no curso do procedimento.

  • Cuidado com absoluta, nenhuma, sempre, nunca, todo, são palavras muito perigosas em se tratando de direito, tudo é muito relativo.

    Resposta: letra E

  • gab E

    eu fiz essa prova a parte de Direito até que estava tranquila, agora a parte de Português veio matando :(((((((((((

    Frustração Getúlio Vargas


ID
2947693
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

São condições genéricas para o regular exercício da ação:

Alternativas
Comentários
  • Art. 17, do CPC/15: Para postular em juízo é necessário ter interesse e legitimidade.

  • E QUE ESTOU PROCURANDO SIMULADO DE SECRETARIA ESCOLAR

  • GABARITO:C

     

    LEI Nº 13.105, DE 16 DE MARÇO DE 2015

     

    DA JURISDIÇÃO E DA AÇÃO


    Art. 16. A jurisdição civil é exercida pelos juízes e pelos tribunais em todo o território nacional, conforme as disposições deste Código.


    Art. 17. Para postular em juízo é necessário ter interesse e legitimidade. [GABARITO]

     


    Interesse de Agir


    O interesse processual, interesse de agir, ou ainda, o legítimo interesse, como trazem alguns doutrinadores, consiste na demonstração, pelo menos em linhas gerais, de que a providência jurisdicional é realmente necessária. Pois não se configurará o interesse de agir se a coisa puder ser obtida sem a interferência do juiz e consequentemente sem a movimentação de toda a máquina judiciária.

     

    Em outros termos, exige que, no caso concreto, a tutela jurisdicional pleiteada seja necessária e adequada. A necessidade revela-se na impossibilidade de obter a satisfação do alegado direito sem a intervenção do Estado. Já a adequação é a relação existente entre a situação alegada pelo autor ao levar a juízo e o provimento jurisdicional concretamente pleiteado. O provimento deve ser apto a corrigir o mal de que o autor se queixa-se, sob pena de não ter razão de ser.


    O interesse de agir, no dizer de Liebman, "decorre da necessidade de obter através do processo a proteção do interesse substancial; pressupõe, por isso, a afirmação da lesão deste interesse e a aptidão do provimento pedido a protegê-lo e satisfazê-lo."


    Se alguém, por exemplo, foi esbulhado em sua posse, fará pedido inadequado, faltando-lhe interesse, se pleitear a declaração de que é proprietário. Evidentemente, a existência de interesse não quer dizer, ainda, que o autor tem razão e que a demanda será julgada procedente. Este resultado dependerá de outra ordem de indagações, consistente no mérito da demanda”.


     Legitimidade AD CAUSAM


    Também é chamada legitimidade para agir ou qualidade para agir. Para o sistema do Código, a legitimidade é uma condição da ação, e não pressuposto processual. As condições da ação consubstanciam-se em uma categoria muito mais próxima ao mérito, cuja existência e regularidade devem ser examinadas pelo juiz depois dos pressupostos processuais.


    Legitimidade para a causa ou “legitimatio ad causam” é a melhor identificação entre o sujeito da lide (relação material) e o sujeito do processo (relação processual ou formal), chamada pela doutrina de legitimação ordinária.
     


    DA SILVA, Ovídio Baptista. Curso de Processo Civil, vol. I, p. 90.

  • Condições da ação: LEI (LEgitimidade ad causam e Interesse);

    Elementos da ação: PAPECA (partes, pedido e causa de pedir).

  • Salve Gustavo! Também me incomodo com essa galera do "ctrl+c ctrl+v". Não faz sentido. Não contribui para nossa aprendizagem e polui os comentários. Abraço!

  • ELEMENTOS DA AÇÃO: 

      -Partes, Pedido, Causa de pedir;

     

     

     CONDIÇÕES DA AÇÃO:

      -Legitimidade, interesse;

     

     

     

    --->as partes são pessoas fisicas ou jurídicas que alegam ser titular do direito material discutido nos autos.

     --->a causa de pedir consiste na narração dos fatos e nos fundamentos jurídicos do pedido.Classifica-se a causa de pedir em REMOTA E PRÓXIMA.

    --->Com relação ao pedido que deve ser formulado pelo autor,é classificado em MEDIATO OU IMEDIATO.

     

    GABA  C

  • Condições da ação: interesse e legitimidade

    Elementos da ação: partes, causa de pedir e pedido

  • PARA POSTULAR EM JUÍZO É NECESSÁRIO TER INTERESSE E LEGITIMIDADE ART-17 NCPC

  • GABARITO: letra C

    Só pra fortalecer, vale lembrar que...

    No NCPC, a possibilidade jurídica do pedido ganhou um up grade. Deixou de ser uma mera condição da ação e passou a integrar o mérito. 

    Com a novatio legis, percebe-se que não há mais a referência à “possibilidade jurídica do pedido” como hipótese geradora da extinção do processo sem resolução do mérito, seja quando enquadrada como condição da ação ou como causa para o indeferimento da petição inicial. 

    Nesse contexto, portanto, no que tange a possibilidade jurídica do pedido, esse requisito passou a integrar a questão de mérito. Isso, porque quando o juiz analisa o interesse de alguém em romper a inércia do judiciário, por certo esse verdadeiramente avalia a pertinência e legalidade do pedido, ou seja, o direito material e o mérito, nos termos do art. 487 do NCPC.

    Assim, de acordo com a nova redação, consagra-se o entendimento de que a possibilidade jurídica do pedido é causa para resolução do mérito da demanda e não simplesmente de sua inadmissibilidade.

    _

    ► Antigo CPC → Condições da ação → possibilidade jurídica do pedido, legitimidade e interesse de agir

    ► Novo CPC → Condições da ação → legitimidade ad causam e interesse de agir. (Possibilidade jurídica do pedido tornou-se matéria na análise de mérito)

  • Gustavo Freitas. Tenha mais educação com os membros do fórum. Seja homem e não um muleke. Pare de ofender as pessoas e vá estudar. Está incomodado pq copiaram um comentário seu de 2 linhas. Não tem o que fazer não cara? O único boçal pelo visto aqui é você.

  • As condições da ação estão previstas no art. 17, do CPC/15. São elas: o interesse processual (de agir) e a legitimidade das partes (legitimidade ad causam). 

    Gabarito do professor: Letra C.
  • GABARITO: LETRA C

     ELEMENTOS DA AÇÃO: 

      -Partes, Pedido, Causa de pedir;

    --> São Três elementos;

     CONDIÇÕES DA AÇÃO:

      -Legitimidade, interesse;

    --> São Duas condições;

  • Gab. C

    MACETE:

    Elementos da Ação > CPP (Causa de Pedir, Pedido e Partes)

    Condições da Ação > LI (Legitimidade e Interesse)

    Portanto, para lembrar, é só dizer: LI o CPP!

  • C

    Condições: legitimidade e interesse (LIN)

    Elementos: partes, pedido e causa de pedir (PPK)

  • LETRA C CORRETA

    CPC

    Art. 17. Para postular em juízo é necessário ter interesse e legitimidade.

  • LI o CPP

    Condições da ação: Legitimidade ad causam e Interesse.

    Elementos da ação: Causa de pedir, pedido e partes.

  • No CPC/73, três eram as condições da ação, quais sejam: legitimidade, interesse e possibilidade jurídica do pedido, o terceiro, porém, foi removido no CPC/15.

  • Ser fresco, essa gente que cópia e cola comentário de pessoas com macete da hora são as melhores. Eu mesmo aprendi gabaritar competência com um macete que publicaram nos comentários. Tem que replicar mano conhecimento. Gustavo Freitas.

  • Art. 17. Para postular em juízo é necessário ter interesse e legitimidade.

    Gabarito letra (C)

  • Condições/requisitos da ação: legitimidade e interesse. (possibilidade jurídica do pedido não é mais considerada condição da ação)

    Elementos da ação: partes, pedido, causa de pedir.

    Teorias da ação: asserção, concreta, civilista, abstrata.

    Tipos de ação: mandamental, executiva, declaratória, condenatória, constitutiva.

    Citei apenas alguns exemplos dos tipos e das teorias, visto que as classificações doutrinárias são mais numerosas.

  • As bancas até tentam inovar, mas não adianta: as condições genéricas da ação são a legitimidade ad causam e o interesse de agir!

    Art. 17. Para postular em juízo é necessário ter interesse e legitimidade

    Resposta: C

  •  ELEMENTOS DA AÇÃO: 

      -Partes, Pedido, Causa de pedir;

    --> São Três elementos;

     ----- -----

     CONDIÇÕES DA AÇÃO:

      -Legitimidade, interesse;

    --> São Duas condições;

    kkkk

  • Mnemônico que sempre me ajuda a lembrar.

    Sem LIPo não tem condição...hahaha. :)

    Bons estudos.

    Lembrem-se: é do alto que vem a nossa vitória.

  • Muito embora o Novo CPC não utilize mais a expressão "condições da ação", tal como era mencionado no Art. 267, inciso VI do vetusto Código Buzaid, fato é que tal nomenclatura ainda persiste em nosso ordenamento, restando consignadas (estas condições) no Art. 17 do Códex de Ritos, o qual assevera que, para postular em juízo, é necessário ter interesse e legitimidade (abolindo, pois, a chamada possibilidade jurídica como condição da ação).

    Nesse sentido, a jurisprudência, mesmo sem previsão no CPC/2015, ainda continua a empregar a expressão "condições da ação", assim como emprega, também, a expressão "carência da ação" quando se verifica a ausência destas condições (legitimidade e interesse de agir), nos termos do Art. 485, VI.

    Veja-se o seguinte julgado: O interesse de agir diz respeito à utilidade e necessidade do provimento jurisdicional; com a legitimidade de partes constitui elemento das condições da ação, como disposto no art. 17 do CPC/15 ; e ausentes levam à carência de ação. (...) (Apelação Cível Nº 70081199762, Décima Oitava Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: João Moreno Pomar, Julgado em 30/05/2019)

    RESPOSTA: C

  • Eu decorei assim:

    LI as Condições do CPP

    Condições:

    Legitimidade

    Interesse de Agir

    ------------------------------------

    Elementos:

    Causa de Pedir

    Pedido

    Partes

  • Queridos Gustavo Freitas e Guilherme! São positivos sim, os comentários repetidos aqui, pois, trata-se de mais uma forma do aluno memorizar determinadas questões. Muitas das vezes, quando já sei bem uma questão e a vejo repetida, passo adiante para a questão seguinte. Do mesmo modo, quando ainda não estou bem, leio todas as repetições...chego até a voltar e procurar paginas e questões que já respondi, li e reli. Nesse sentido, também, é provável que os concursandos que repetem as respostas uns dos outros, fazem, também, como uma forma de memorizar determinados assuntos. É preciso entender e aceitar que cada um tem sua didática e forma própria de melhor compreensão dos assuntos. Não há uma regra única como forma de estudo. Suas críticas são ofensivas, portanto, sugiro uma boa reflexão. Obrigada.

  • Bom dia.

    Como não encontrei um chat nem telefone para que pudesse entrar em contato com o site para tirar algumas dúvidas técnicas o farei por aqui. Gostaria de saber por que o limite das minhas questões sobre o assunto "AÇÃO" na Disciplina DIREITO PROCESSUAL CIVIL referente ao ano 2016, 2017, 2018, 2019 e 2020 está limitado a 45 questões...quando sei que sobre esse determinado assunto ação há 339 questões. O meu plano é o "PRÊMIO" está ativo.

  • Além de tudo esse Gustavo Freitas é um covarde e veio me atacar no meu chat privado com diversos chingamentos e ofensas. Torno público isso pq já fiz várias denúncias ao qconcursos e eles até agora não tomaram providência nenhuma.

    Esse boçal e covarde veio me atacar de graça. Lamentável a postura do qconcursos, não tem chat, não tem telefone, é muito difícil encontrar a página de contato deles e não resolvem porcaria nenhuma. Minha assinatura está acabando e provavelmente não vou renovar com isso aqui.

    Lastimável o qconcursos permitir isso. E o cara mesmo bloqueado consegue mandar mensagens pra mim...

  • MACETE

    ELEMENTOS DA AÇÃO - SÃO TRÊS

    (CPP)

    CAUSA DE PEDIR

    PARTES

    PEDIDO

    CONDIÇÕES DA AÇÃO - SÃO DUAS

    (LEI)

    LEGITIMIDADE

    INTERESSE

    FORÇA GUERREIROS !!!

  • ELEMENTOS DA AÇÃO - SÃO TRÊS

    (CPP)

    CAUSA DE PEDIR

    PARTES

    PEDIDO

    __________________________________________________________

    CONDIÇÕES DA AÇÃO - SÃO DUAS

    (LEI)

    LEGITIMIDADE

    INTERESSE

  • O novo CPC NÃO fala mais em possibilidade jurídica do pedido

  • LI as Condições do CPP

    Condições:

    Legitimidade

    Interesse de Agir

    ------------------------------------

    Elementos:

    Causa de Pedir

    Pedido

    Partes

  • São condições genéricas para o regular exercício da ação: legitimidade ad causam e interesse de agir;

  • Gabarito Letra C

    Art. 17. Para postular em juízo é necessário ter interesse e legitimidade.

  • CPC - Art. 17. Para postular em juízo é necessário ter interesse e legitimidade.

  • Eu inventei que Elemento da ação é. Processo Penal e código Penal. sigla. PP/CP. que significa, partes, pedido e causa de pedir. CPC15 Condição da ação é. Lei inconstitucional. Legitimidade e interesse. sigla. L.I.ART. CPC15. 17.

  • Letra C

    [CONDIÇÕES DA AÇÃO] 

    → Interesse de agir

    → Legitimidade "ad causam"

  • CONDIÇÕES DA AÇÃO:

    CONLI = LEGITIMIDADE e INTERESSE

  • *não confundir condições com elementos da ação

    Condições= LI (legitimidade e interesse)

    Elementos= PPC (Partes, pedidos e causa de pedir)

  • você nunca mais vai esquecer, é lógica...

    Condição da ação (pré-requisito) Legitimidade e Interesse.

    Se você tem legitimidade, logo por ser parte, se tem interesse logo tem um pedido e uma causa de pedir.

    Portanto, está constituída a ação com os seus elementos: Partes, Pedido e Causa de Pedir

  • A retirada do termo "condições da ação" do Novo CPC fez com que parcela da doutrina levantasse o afastamento desse instituto do sistema processual. Contudo, o Novo CPC permite a conclusão de que continua a consagrar a teoria eclética (mantêm-se a distinção entre pressupostos processuais, condições da ação e mérito).

    Liebman, no inicio de seu estudo, entendia existirem três espécies de condições da ação (LIP - o CPC de 73 consagrava essas três condições da ação). Ocorre, porém, que Liebman reformulou seu entendimento original, passando a defender que a possibilidade jurídica do pedido estaria contida no interesse de agir, restando somente duas condições da ação: interesse de agir e legitimidade (art. 17 do Novo CPC).

  • LEI x PAPECA Dialeto de concursando.

ID
2947696
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Uma vez transitada em julgado, dá azo à formação da coisa julgada material a decisão que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: B

    NCPC

    Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz:

    (...)

    II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou prescrição;

    ---------------------------------------------------

    Art. 485. O juiz não resolverá o mérito quando:

    I - indeferir a petição inicial;

    II - o processo ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes;

    III - por não promover os atos e as diligências que lhe incumbir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias;

    IV - verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo;

    V - reconhecer a existência de perempção, de litispendência ou de coisa julgada;

    VI - verificar ausência de legitimidade ou de interesse processual;

    VII - acolher a alegação de existência de convenção de arbitragem ou quando o juízo arbitral reconhecer sua competência;

    VIII - homologar a desistência da ação;

    IX - em caso de morte da parte, a ação for considerada intransmissível por disposição legal; e

    X - nos demais casos prescritos neste Código.

  • Coisa Julgada Material – Denomina-se coisa julgada material a eficácia, que torna imutável e indiscutível a sentença, não mais sujeita a recurso ordinário ou extraordinário. A coisa julgada material é aquela que advém de uma sentença de mérito, o principal efeito de uma decisão de mérito é a “impossibilidade” da reforma do provimento judicial, seja no mesmo processo ou em outro. 

    Art. 485. O juiz não resolverá o mérito quando:

    I - indeferir a petição inicial;

    II - o processo ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes;

    III - por não promover os atos e as diligências que lhe incumbir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias;

    IV - verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo;

    V - reconhecer a existência de perempção, de litispendência ou de coisa julgada;

    VI - verificar ausência de legitimidade ou de interesse processual;

    VII - acolher a alegação de existência de convenção de arbitragem ou quando o juízo arbitral reconhecer sua competência;

    VIII - homologar a desistência da ação;

    IX - em caso de morte da parte, a ação for considerada intransmissível por disposição legal; e

    X - nos demais casos prescritos neste Código.

    Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz:

    I - acolher ou rejeitar o pedido formulado na ação ou na reconvenção;

    II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou prescrição;

    III - homologar:

    a) o reconhecimento da procedência do pedido formulado na ação ou na reconvenção;

    b) a transação;

    c) a renúncia à pretensão formulada na ação ou na reconvenção.

  • Mnemônico Com mérito:

    reConvenção

    deCadência

    presCrição

    transaÇão

    renúnCia

  • não entendi nem a questão, nem os cometários...

  • O que é azo?
  • o que é Azo?

  • Azo

    substantivo masculino

    Motivo, causa, oportunidade

  • Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz:

    II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou prescrição;

  • A desistência da ação, o abandono da causa pelo autor, a intransmissibilidade do direito em disputa em caso de morte da parte, bem como a litispendência, são causas de extinção do processo sem julgamento do mérito, que, por definição, não faz coisa julgada material. O reconhecimento da prescrição, por sua vez, de fato dá azo à formação de coisa julgada material, haja vista que implica na extinção do processo com resolução do mérito (art. 487, II, CPC/15).

    Gabarito do professor: Letra B.
  • Enric Trindade, o gabarito da questão é uma das hipóteses em que o juiz encerra processo com resolução de mérito, nas outras alternativas não há resolução de mérito.

    Sendo assim, como a questão quer saber qual é a alternativa que traz hipótese que o gera o trânsito em julgado, o gabarito é B.

    Nas outras alternativas, o juiz encerra o processo sem resolução de mérito, por isso, ainda seria possível a parte manejar o recurso cabível.

  • LETRA B CORRETA

    CPC

    Art. 502. Denomina-se coisa julgada material a autoridade que torna imutável e indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso.

    Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz:

    I - acolher ou rejeitar o pedido formulado na ação ou na reconvenção;

    II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou prescrição;

  • Vai nesse mnemonico do amigo e marca que desistenCia resolve o mérito. Vai...

  • Enric, a questão quer saber qual dos itens fazem coisa julgada material, ou seja, não permitem a entrada com uma nova ação, pois o mérito já foi resolvido.

  • Artigo 487. Sentença com resolução de mérito:

    PreTrA De ReRe

    Prescrição

    Transação

    Ação (acolher ou rejeitar)

    Decadência

    Renúncia

    Reconvenção (acolher ou rejeitar)

    Gabarito: B

  • O processo está em andamento, então o réu formula arguição de prescrição e o juiz acolhe. E como efeito ten-se a resolução de mérito ! A grosso modo mesmo!

  • Se realmente prescreveu, então resolveu.

  • Julgamento COM resolução de mérito ---> Transitada em julgado ---> formação da coisa julgada material 

    Portanto, só há coisa julgada material nas hipóteses elencadas no art.487 do NCPC:

    Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz:

    I - acolher ou rejeitar o pedido formulado na ação ou na reconvenção;

    II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou prescrição;

    III - homologar:

    a) o reconhecimento da procedência do pedido formulado na ação ou na reconvenção;

    b) a transação;

    c) a renúncia à pretensão formulada na ação ou na reconvenção.

  • Extinção sem resolução do mérito:

    • Indeferimento da inicial

    • Processo parado por mais de 1 ano por negligência das partes (intimado para corrigir em 5 dias)

    • Abandono da causa pelo autor por mais de 30 dias (intimado para corrigir em 5 dias)

    • Ausência de pressupostos de constituição e desenvolvimento válido e regular do processo

    • Perempção, litispendência e coisa julgada

    • Ausência de legitimidade ou interesse processual

    • Convenção de arbitragem

    • Homologar a desistência da ação

    • Morte da parte + ação intransmissível

    Extinção com resolução do mérito:

    • Acolher ou rejeitar o pedido

    • Homologação de:

    • Reconhecimento da procedência

    • Transação

    • Renúncia

    • Prescrição e decadência (salvo nos casos de improcedência limitar, não serão reconhecidas sem que a parte possa se manifestar)

  • Quantas vezes eu vou ter de errar até entrar na minha cabeça que a PRESCRIÇÃO FAZ COISA JULGADA MATERIAL?

  • Julgamento com Mérito = Material

  • Juiz NÃO resolve o mérito - apenas coisa julgada FORMAL

    Juiz resolve o mérito - coisa julgada FORMAL e MATERIAL

  • GABARITO: B

    Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz: II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou prescrição;

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Mnemônico Com mérito

    reConvenção

    deCadência

    presCrição

    transaÇão

    renúnCia

    Fonte: Dica do colega Tony Stark

  • coisa julgada material é com resolução de mérito (decadência ou prescrição, por exemplo) coisa julgada formal é sem resolução de mérito (indeferimento de petição inicial, ilegitimidade, por exemplo)
  • O art. 487 traz as hipóteses em que o mérito é julgado e, portanto, é formada coisa julgada material, para além da formal.

    Assim, a alternativa B está correta e é o gabarito da questão.

    As demais alternativas envolvem sentença de extinção do processo sem julgamento do mérito, descritas no art. 485, CPC.

    A coisa julgada formal ocorre tipicamente nas sentenças (ou decisões) terminativas, que não analisam o mérito da ação. ENQUANTO Q/ A COISA JULGADA MATERIAL ocorre nas SENTENÇAS DEFINITIVAS (ART 487).

    FONTE: ESTRATÉGIA + MEU COMPLEMENTO

  • Sentença terminativa, ou melhor, sentença SEM resolução de mérito, não faz coisa julgada material. Faz coisa julgada formal.

    Sentença definitiva, ou melhor, COM resolução de mérito, faz coisa julgada material.

    Analisando as hipóteses de ambas, respectivamente nos artigos 485 e 487, era o suficiente para resolver essa questão.

    O pai tá on.

  • Coisa julgada material: hipóteses do art. 487, CPC (sentença com resolução do mérito)

    Coisa julgada formal: hipóteses do art. 485, CPC (sentença sem resolução do mérito).

  • Eis um mnemônico inusitado:

    COM resolução do mérito

    convenção

    DEcadência

    PREscrição

    TRANSAção

    RÉNÚnciA

    A ré deprê transa com a ré nua.

  • Gabarito Letra B

    Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz:

    II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou prescrição; (LETRA B)

    -

    -

    Art. 485. O juiz não resolverá o mérito quando:

    III - por não promover os atos e as diligências que lhe incumbir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias; (LETRA C)

    V - reconhecer a existência de perempção, de litispendência ou de coisa julgada; (LETRA E)

    VIII - homologar a desistência da ação; (LETRA A)

    IX - em caso de morte da parte, a ação for considerada intransmissível por disposição legal; e (LETRA D)

  • A decisão que dá azo à formação da coisa julgada material é aquela que efetivamente julgar o mérito da demanda, uma vez transitada em julgado.

    Art. 502. Denomina-se coisa julgada material a autoridade que torna imutável e indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso.

    Sendo assim, a única alternativa que contém decisão definitiva é a “B”, que é aquela que acolhe arguição de prescrição formulada pelo réu.

    Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz:

    II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou prescrição;

    As outras decisões, por sua vez não resolvem o mérito:

    Art. 485. O juiz não resolverá o mérito quando:

    I - indeferir a petição inicial;

    II - o processo ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das partes;

    III - por não promover os atos e as diligências que lhe incumbir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias;

    IV - verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento válido e regular do processo;

    V - reconhecer a existência de perempção, de litispendência ou de coisa julgada;

    VI - verificar ausência de legitimidade ou de interesse processual;

    VII - acolher a alegação de existência de convenção de arbitragem ou quando o juízo arbitral reconhecer sua competência;

    VIII - homologar a desistência da ação;

    IX - em caso de morte da parte, a ação for considerada intransmissível por disposição legal; e

    X - nos demais casos prescritos neste Código.

    Resposta: B

  • DEMOREI ANOS PRA INTERPRETAR A QUESTÃO, AFFF


ID
2947699
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

No que concerne aos pronunciamentos dos órgãos jurisdicionais, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

     

    Art. 203 NCPC

    § 4o Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

     

    "Pra cima deles"

  • Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos –

    Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, SENTENÇA É O PRONUNCIAMENTO POR MEIO DO QUAL O JUIZ, COM FUNDAMENTO NOS ARTS. 485 E 487, PÕE FIM À FASE COGNITIVA DO PROCEDIMENTO COMUM, bem como extingue a execução.

    DECISÃO INTERLOCUTÓRIA é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1o.

    Dessa forma, é relevante tanto o conteúdo do ato, quanto seu momento e os efeitos:

    SENTENÇA (conteúdo: arts. 485 e 487; efeito: põe fim à fase cognitiva ou extingue a execução).

    DEC. INTERLOCUTÓRIA: (conteúdo: questões incidentais ou de mérito; efeito: pode ter como conteúdo o dos arts. 485 e 487, mas desde que não ponha fim na fase cognitiva e nem extinga a execução)

  • Gabarito: Letra D

     A Errada:

     ------------------------------------------

    B Errada:

    Art. 203.  § 1 Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos  e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    [ extinção do processo com ou sem julgamento de mérito]

     ------------------------------------------

    C Errada:

    Art. 205Os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdãos serão redigidos, datados e assinados pelos juízes.

     ------------------------------------------

    D Certa:

    Art. 203. § 4 Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

     ------------------------------------------

    E Errada:

    Art. 203. § 2o Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1o. [Decisão interlocutória é o reconhecimento parcial do julgamento faltando outra parte para a conclusão total]

  • APROFUNDANDO NO TEMA, VALE TRANSCREVER O INFORMATIVO Nº 643 DO STJ:

    A decisão interlocutória que afasta (rejeita) a alegação de prescrição é recorrível, de imediato, por meio de agravo de instrumento com fundamento no art. 1.015, II, do CPC/2015. Isso porque se trata de decisão de mérito.

    Embora a ocorrência ou não da prescrição ou da decadência possam ser apreciadas somente na sentença, não há óbice para que essas questões sejam examinadas por intermédio de decisões interlocutórias, hipótese em que caberá agravo de instrumento com base no art. 1.015, II, do CPC/2015, sob pena de formação de coisa julgada material sobre a questão.

    STJ. 3ª Turma. REsp 1.738.756-MG, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 19/02/2019 (Info 643).

  • Em relação a alternativa "a".

    Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre:I – tutelas provisórias;II – mérito do processo;III – rejeição da alegação de convenção de arbitragem;IV – incidente de desconsideração da personalidade jurídica;V – rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou acolhimento do pedido de sua revogação;VI – exibição ou posse de documento ou coisa;VII – exclusão de litisconsorte;VIII – rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio;IX – admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros;X – concessão, modificação ou revogação do efeito suspensivo aos embargos à execução;XI – redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373, § 1º;XII – conversão da ação individual em ação coletiva; XIII – outros casos expressamente referidos em lei.

    Parágrafo único. Também caberá agravo de instrumento contra decisões interlocutórias proferidas na fase de liquidação de sentença ou de cumprimento de sentença, no processo de execução e no processo de inventário.

    Ou seja, não são todas as decisões impugnáveis de agravo de instrumento.!!!!

    A grande inovação desse dispositivo legal se comparado com seu correspondente artigo 522 do CPC/1973, encontra-se nos seus incisos I ao XI e XIII (o inciso XII foi vetado, como veremos abaixo), ou seja, o legislador optou por elencar, de forma expressa, quais decisões interlocutórias poderão ser impugnadas através do recurso de agravo de instrumento.

    São elas: I – tutelas provisórias; II – mérito do processo; III – rejeição da alegação de convenção de arbitragem; IV – incidente de desconsideração da personalidade jurídica; V – rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou acolhimento do pedido de sua revogação; VI – exibição ou posse de documento ou coisa; VII – exclusão de litisconsorte; VIII – rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio; IX – admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros; X – concessão, modificação ou revogação do efeito suspensivo aos embargos à execução; XI – redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373, § 1º e XIII – outros casos expressamente referidos em lei.

  • Certa:

    Art. 203.  § 4o Os atos meramente ordinatórioscomo a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício peloservidor e revistos pelo juizquando necessário.

  • Atos meramente ordinatórios, INDEPENDEM de despacho e serão revistos QUANDO NECESSÁRIO.
  • Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 4 Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • Alternativa A) Apenas as decisões cujas matérias estejam elencadas no art. 1.015, do CPC/15 são impugnáveis por meio de agravo de instrumento. As demais deverão ser impugnadas no recurso de apelação. É o que dispõe o art. 1.015, caput, c/c art. 1.009, §1º, do CPC/15, senão vejamos: "Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre: 
    I - tutelas provisórias;
    II - mérito do processo;
    III - rejeição da alegação de convenção de arbitragem;
    IV - incidente de desconsideração da personalidade jurídica;
    V - rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou acolhimento do pedido de sua revogação;
    VI - exibição ou posse de documento ou coisa;
    VII - exclusão de litisconsorte;
    VIII - rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio;
    IX - admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros;
    X - concessão, modificação ou revogação do efeito suspensivo aos embargos à execução;
    XI - redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373, §1º,
    XII - (VETADO);
    XIII - outros casos expressamente referidos em lei. Parágrafo único. Também caberá agravo de instrumento contra decisões interlocutórias proferidas na fase de liquidação de sentença ou de cumprimento de sentença, no processo de execução e no processo de inventário. // Art. 1.009, §1º, do CPC/15: "As questões resolvidas na fase de conhecimento, se a decisão a seu respeito não comportar agravo de instrumento, não são cobertas pela preclusão e devem ser suscitadas em preliminar de apelação, eventualmente interposta contra a decisão final, ou nas contrarrazões". Afirmativa incorreta.

    Alternativa B) Dispõe o art. 203, §1º, do CPC/15, que "... sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução". Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) Em sentido contrário, dispõe o art. 205, caput, do CPC/15, que "os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdãos serão redigidos, datados e assinados pelos juízes.". Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) É o que dispõe expressamente o art. 203, §4º, do CPC/15: "Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário". Afirmativa correta.

    Alternativa E) Dispõe o art. 203, §2º, do CPC/15, que "decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º". Tratando-se de pronunciamento de natureza decisória, há sim aptidão para versar sobre o mérito do processo. Importa lembrar, por exemplo, que o julgamento antecipado parcial de mérito ocorre por meio de uma decisão interlocutória, impugnável por agravo de instrumento (art. 356, CPC/15). Afirmativa incorreta.

    Gabarito do professor: Letra D.
  • LETRA D CORRETA

    CPC

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • A (NÃO SÃO TODAS, art.1.015)

    B (NÃO PRECISA TER RESOLVIDO O MÉRITO DO FEITO, art. 203)

    C (PRECISAM SIM, art.205)

    D (CERTINHO, art.203)

    E (É APTA SIM, art.203)

  • não são todas decisões interlocutórias que podem ser impugnadas por meio de agravo de instrumento.

    sentença é o ato pelo qual se põe fim ao procedimento cognitivo comum independente se tenha alcançado o feito do mérito.

    os acórdãos precisam ser assinados pelo magistrado e pelas partes.

    os atos meramente ordinatórios independem de despacho, porque atos ordinatórios são praticados pelos servidores e despachos pelo juiz.

  • Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórioscomo a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts 485 e 487 , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

    Gabarito letra (D)

  • Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórioscomo a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • Gabarito D

    Art. 203. § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • O fundamento correto da assertiva E estar errado é o artigo 1.015 inciso II do CPC: "cabe agravo de instrumento contra decisões interlocutórias que versam sobre o mérito do processo".

    Isto irá ocorrer quando juiz julgar antecipadamente de forma PARCIAL o mérito. As hipóteses estão no artigo 356 do CPC. 

  • Art. 203 NCPC:

    § 4o Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

     

  • Alternativa A) Apenas as decisões cujas matérias estejam elencadas no art. 1.015, do CPC/15 são impugnáveis por meio de agravo de instrumento. As demais deverão ser impugnadas no recurso de apelação. É o que dispõe o art. 1.015, caput, c/c art. 1.009, §1º, do CPC/15, senão vejamos: "Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre: 

    I - tutelas provisórias;

    II - mérito do processo;

    III - rejeição da alegação de convenção de arbitragem;

    IV - incidente de desconsideração da personalidade jurídica;

    V - rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou acolhimento do pedido de sua revogação;

    VI - exibição ou posse de documento ou coisa;

    VII - exclusão de litisconsorte;

    VIII - rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio;

    IX - admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros;

    X - concessão, modificação ou revogação do efeito suspensivo aos embargos à execução;

    XI - redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373, §1º,

    XII - (VETADO);

    XIII - outros casos expressamente referidos em lei. Parágrafo único. Também caberá agravo de instrumento contra decisões interlocutórias proferidas na fase de liquidação de sentença ou de cumprimento de sentença, no processo de execução e no processo de inventário. // Art. 1.009, §1º, do CPC/15: "As questões resolvidas na fase de conhecimento, se a decisão a seu respeito não comportar agravo de instrumento, não são cobertas pela preclusão e devem ser suscitadas em preliminar de apelação, eventualmente interposta contra a decisão final, ou nas contrarrazões". Afirmativa incorreta.

    Alternativa B) Dispõe o art. 203, §1º, do CPC/15, que "... sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução". Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) Em sentido contrário, dispõe o art. 205, caput, do CPC/15, que "os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdãos serão redigidos, datados e assinados pelos juízes.". Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) É o que dispõe expressamente o art. 203, §4º, do CPC/15: "Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário". Afirmativa correta.

    Alternativa E) Dispõe o art. 203, §2º, do CPC/15, que "decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º". Tratando-se de pronunciamento de natureza decisória, há sim aptidão para versar sobre o mérito do processo. Importa lembrar, por exemplo, que o julgamento antecipado parcial de mérito ocorre por meio de uma decisão interlocutória, impugnável por agravo de instrumento (art. 356, CPC/15). Afirmativa incorreta.

  • Alternativa A) Apenas as decisões cujas matérias estejam elencadas no art. 1.015, do CPC/15 são impugnáveis por meio de agravo de instrumento. As demais deverão ser impugnadas no recurso de apelação. É o que dispõe o art. 1.015, caput, c/c art. 1.009, §1º, do CPC/15, senão vejamos: "Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre: 

    I - tutelas provisórias;

    II - mérito do processo;

    III - rejeição da alegação de convenção de arbitragem;

    IV - incidente de desconsideração da personalidade jurídica;

    V - rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou acolhimento do pedido de sua revogação;

    VI - exibição ou posse de documento ou coisa;

    VII - exclusão de litisconsorte;

    VIII - rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio;

    IX - admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros;

    X - concessão, modificação ou revogação do efeito suspensivo aos embargos à execução;

    XI - redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373, §1º,

    XII - (VETADO);

    XIII - outros casos expressamente referidos em lei. Parágrafo único. Também caberá agravo de instrumento contra decisões interlocutórias proferidas na fase de liquidação de sentença ou de cumprimento de sentença, no processo de execução e no processo de inventário. // Art. 1.009, §1º, do CPC/15: "As questões resolvidas na fase de conhecimento, se a decisão a seu respeito não comportar agravo de instrumento, não são cobertas pela preclusão e devem ser suscitadas em preliminar de apelação, eventualmente interposta contra a decisão final, ou nas contrarrazões". Afirmativa incorreta.

    Alternativa B) Dispõe o art. 203, §1º, do CPC/15, que "... sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução". Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) Em sentido contrário, dispõe o art. 205, caput, do CPC/15, que "os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdãos serão redigidos, datados e assinados pelos juízes.". Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) É o que dispõe expressamente o art. 203, §4º, do CPC/15: "Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário". Afirmativa correta.

    Alternativa E) Dispõe o art. 203, §2º, do CPC/15, que "decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º". Tratando-se de pronunciamento de natureza decisória, há sim aptidão para versar sobre o mérito do processo. Importa lembrar, por exemplo, que o julgamento antecipado parcial de mérito ocorre por meio de uma decisão interlocutória, impugnável por agravo de instrumento (art. 356, CPC/15).

  • Os pronunciamentos judiciais consistem em sentenças, decisões interlocutórias e despachos (art. 203, caput, CPC).

    (a) incorreta. Não é correto afirmar que todas as decisões interlocutórias são impugnáveis por meio do agravo de instrumento. Com efeito, exige-se, para a utilização do mencionado recurso, que a matéria impugnada esteja prevista no art. 1.015, do CPC. Deve ser lembrado que o Superior Tribunal de Justiça encampou o princípio da tipicidade moderada, segundo a qual será admitido o agravo de instrumento, muito embora o caso não esteja descrito no art. 1.015, CPC, se a situação não puder aguardar pela análise quando do julgamento do recurso de apelação.

    (b) incorreta. O conceito de sentença compreende a utilização de dois critérios: finalidade e conteúdo do pronunciamento. Terá a finalidade de por fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extinguir a execução. De outro lado, quanto ao seu conteúdo, o pronunciamento deve se referir a alguma das matérias indicadas nos artigos 485 e 487 do CPC.

    (c) incorreta. Os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdão serão redigidos, datados e assinados pelos juízes (art. 205, caput). Sendo proferidos oralmente, o servidor os documentará, submetendo-os aos juízes para revisão e assinatura (art. 205, § 1º).

    (d) correta. Os atos meramente ordinatórios poderão ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário, compreendendo-se, entre outros, a junta e a vista obrigatória (art. 203, § 4º).

    (e) incorreta. A decisão interlocutória poderá versar sobre matéria processual (decisão interlocutória própria), bem como sobre matéria de mérito (decisão interlocutória imprópria).

  • a) ERRADA - Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre:

    -

    b) ERRADA - Art. 203. § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    -

    c) ERRADA - Art. 205. Os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdãos serão redigidos, datados e assinados pelos juízes.

    -

    d) CERTA - Art. 203. § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

    -

    e) ERRADA - Art. 203. § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

  • No que concerne aos pronunciamentos dos órgãos jurisdicionais, é correto afirmar que: atos meramente ordinatórios, como a vista ao órgão da Defensoria Pública, independem de despacho;

  •  A decisão interlocutória poderá versar sobre matéria processual (decisão interlocutória própria), bem como sobre matéria de mérito (decisão interlocutória imprópria).

    Art. 203, §2º, do CPC/15, 

  • Sobre a Letra C (ERRADA):

    O artigo 205, CPC pode ser confundido com o art. 226, CPC

    CPC. Art. 205. Os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdãos serão redigidos (1), datados (2) e assinados pelos juízes (3).

    TEM PREVISÃO DE ACÓRDÃO

    x

    CPC Art. 226. O juiz proferirá:

    I - os despachos no prazo de 5 (cinco) dias;

    II - as decisões interlocutórias no prazo de 10 (dez) dias;

    III - as sentenças no prazo de 30 (trinta) dias.

    NÃO TEM PREVISÃO DE ACÓRDÃO. - NÃO HÁ PRAZO EXPRESSO PARA ACÓRDÃO.

  • Sobre a Letra D (Errado):

    Comentários ao artigo 203, §4º:

    Em resumo: não há prazo específico para a prática do ato ordinatório.

    Despacho é diferente de ato meramente ordinatório.

    "Ato ordinatório", também chamado de "ato meramente ordinatório", são todos os atos de um processo que não precisam ser realizados pelo juiz, podendo ser feitos pelos funcionários do cartório.

    Esses atos não decidem nada a respeito do que foi pedido no processo, apenas servem para manter o processo seguindo no caminho correto, de acordo com as regras processuais. São simples atos administrativos.

    Os atos ordinatórios estão previstos pela CF e pelo NCPC.

    Vejamos:

    CF, art. 93, XIV. Os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e atos de mero expediente sem caráter decisório;

    A questão confundiu os ATOS PROCESSUAIS com ATOS DE MERO EXPEDIENTE

     não há dispositivo no CPC que prescreva prazo para a realização de atos de mero expediente.

    Relação com:

    CPC. Art. 152. Incumbe ao escrivão (1) OU ao chefe de secretaria (2): //////// CUIDADO ELES CONFUNDEM O ARTIGO 152 (atos do escrivão) COM O ARTIGO 154 (atos do oficial de justiça).

    (...)

    VI - praticar, de ofício, os atos meramente ordinatórios. //////O juiz titular editará ato a fim de regulamentar a atribuição.

    § 1o  O juiz titular editará ato a fim de regulamentar a atribuição prevista no inciso VI.

  • Para o mesmo cargo teve essa questão de nível difícil: Q982567

  • Porque a "a" está errada?

  • GABARITO --- D

    Art. 203. § 4 Os atos meramente ordinatórioscomo a juntada e a vista obrigatóriaindependem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

    Sao atos mais simples, que nao tem a necessidade de serem feitos pelo juiz.

  • A todas as decisões interlocutórias são impugnáveis por meio de agravo de instrumento;

    Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre:

    I - tutelas provisórias;

    II - mérito do processo;

    III - rejeição da alegação de convenção de arbitragem;

    IV - incidente de desconsideração da personalidade jurídica;

    V - rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou acolhimento do pedido de sua revogação;

    VI - exibição ou posse de documento ou coisa;

    VII - exclusão de litisconsorte;

    VIII - rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio;

    IX - admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros;

    X - concessão, modificação ou revogação do efeito suspensivo aos embargos à execução;

    XI - redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373, §1º,

    XII - (VETADO);

    B sentença é o ato por meio do qual se põe fim ao procedimento comum, desde que resolvido o mérito do feito;

    Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    C os acórdãos não precisam ser assinados pelos magistrados, por se proferirem na própria sessão de julgamento;

    Os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdão serão redigidos, datados e assinados pelos juízes. Sendo proferidos oralmente, o servidor os documentará, submetendo-os aos juízes para revisão e assinatura

    D atos meramente ordinatórios, como a vista ao órgão da Defensoria Pública, independem de despacho;

    COMPLEMENTO= devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário".

    E decisão interlocutória não é apta a versar sobre o mérito do processo

     A decisão interlocutória poderá versar sobre matéria processual (decisão interlocutória própria), bem como sobre matéria de mérito (decisão interlocutória imprópria). . Tratando-se de pronunciamento de natureza decisória, há sim aptidão para versar sobre o mérito do processo. Importa lembrar, por exemplo, que o julgamento antecipado parcial de mérito ocorre por meio de uma decisão interlocutória, impugnável por agravo de instrumento 

  • Atos ordinatórios são aqueles sem nenhuma carga decisória, que não dependem de despacho e devem ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz, quando necessário (art. 203, § 4º, CPC). São atos praticados pelos servidores que não necessitam da participação do juiz.

     

  • Sobre a E.

    Corroborando a ideia de que decisão interlocutória pode versar sobre questão de mérito.

    Art. 356. O juiz decidirá parcialmente o mérito quando um ou mais dos pedidos formulados ou parcela deles:

    (...)

    § 5º A decisão proferida com base neste artigo é impugnável por agravo de instrumento.

    Art. 1.009. Da sentença cabe apelação.

  • a) INCORRETA. Nem todas as decisões interlocutórias são impugnáveis por meio de agravo de instrumento. Algumas decisões interlocutórias são irrecorríveis.

    b) INCORRETA. Sentença é o ato por meio do qual se põe fim ao procedimento comum, resolvendo ou não resolvendo o mérito.

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487 , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    c) INCORRETA. Os acórdãos precisam ser assinados pelos magistrados.

     Art. 205. Os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdãos serão redigidos, datados e assinados pelos juízes.

    d) CORRETA. Atos meramente ordinatórios, como a vista ao órgão da Defensoria Pública, independem de despacho.

    Art. 203. (...) § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

    e) INCORRETA. Decisão interlocutória PODE versar sobre o mérito do processo.

    Resposta: D


ID
2947702
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

No tocante aos recursos, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: A

    A) CORRETA. O recurso é o remédio voluntário idôneo e enseja, dentro do processo, a reforma, a invalidação, o esclarecimento ou a integração judicial que se impugna. Nesse sentido, o recurso impede que a decisão judicial impugnada se torne preclusa, prolongando o estado de litispêndencia.

    Fonte: https://rafaelapepe.jusbrasil.com.br/artigos/337884219/sistema-recursal-no-novo-codigo-de-processo-civil

    ------------------------------------------------------------

    B) Os recursos são os meios de impugnação das decisões judiciais apresentados dentro do processo em que a decisão é proferida. Já a ação autônoma de impugnação é meio de impugnação judicial que origina um novo processo, que pretende reformar ou anular a decisão judicial. Esta matéria se distingue do recurso justamente por não ser veiculada no mesmo processo em que a decisão impugnada foi proferida.

    Fonte: https://rafaelapepe.jusbrasil.com.br/artigos/337884219/sistema-recursal-no-novo-codigo-de-processo-civil

    --------------------------------------------------------------

    C) NCPC - Art. 179. Nos casos de intervenção como fiscal da ordem jurídica, o Ministério Público:

    I - terá vista dos autos depois das partes, sendo intimado de todos os atos do processo;

    II - poderá produzir provas, requerer as medidas processuais pertinentes e recorrer.

    ---------------------------------------------------------------

    D) NCPC - Art. 1.003, § 5 Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 (quinze) dias.

    ----------------------------------------------------------------

    E) NCPC - Art. 998. O recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso.

  • Invalidação = anulação

    Embargo de declaração, que faz integração, tem natureza de recurso!

  • Nossa! Essa prova para Técnico foi puxada. Pensei que era nível superior!

    A) CORRETA

    B)  Os recursos são os meios de impugnação das decisões judiciais apresentados dentro do processo em que a decisão é proferida. 

    C) O recurso pode ser interposto pela parte vencida, pelo terceiro prejudicado e pelo Ministério Público, como parte ou como fiscal da ordem jurídica.

    Para quem não sabe, PARQUET e Promotor de Justiça (MP) são a mesma coisa. (FGV pegou pesado)

    D) Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 (quinze) dias.

    E) O recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso.

  • Parquet = Ministério Público

  • Alternativa A) De fato, são esses os objetivos passíveis de serem alcançados por meio dos recursos. Afirmativa correta.
    Alternativa B) Os recursos são interpostos nos próprios autos em que proferida a decisão ou sentença, não havendo que se falar em instauração de um novo processo. Afirmativa incorreta.
    Alternativa C) O Ministério Público é autorizado a interpor recurso quando atua como fiscal da ordem jurídica (art. 179, II, CPC/15). Afirmativa incorreta.
    Alternativa D) A regra geral é a de que os recursos sejam interpostos no prazo de 15 (quinze) dias e não de vinte, senão vejamos: "Art. 1.003, §5º, CPC/15. Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 (quinze) dias". Afirmativa incorreta.
    Alternativa E) Em sentido contrário, dispõe o art. 998, caput, do CPC/15, que "o recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso". Afirmativa incorreta.

    Gabarito do professor: Letra A.
  • Recursos:

    -Meios de impugnação das decisões judiciais dentro do processo

    -pode ser imposta: pela parte vencida, terceiro prejudicado ou mp

    - prazo p interpor 15 dias

    Recorrente poderá a qualquer tempo (sem anuência dos litisconsortes) desistir do recurso

  • INTEGRAÇÃO DA SENTENÇA = EMBARGOS DE DECLARAÇÃO

  • Alternativa A) De fato, são esses os objetivos passíveis de serem alcançados por meio dos recursos. Afirmativa correta.

    Alternativa B) Os recursos são interpostos nos próprios autos em que proferida a decisão ou sentença, não havendo que se falar em instauração de um novo processo. Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) O Ministério Público é autorizado a interpor recurso quando atua como fiscal da ordem jurídica (art. 179, II, CPC/15). Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) A regra geral é a de que os recursos sejam interpostos no prazo de 15 (quinze) dias e não de vinte, senão vejamos: "Art. 1.003, §5º, CPC/15. Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 (quinze) dias". Afirmativa incorreta.

    Alternativa E) Em sentido contrário, dispõe o art. 998, caput, do CPC/15, que "o recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso". Afirmativa incorreta.

  • A. visam à invalidação, reforma, esclarecimento ou integração do pronunciamento jurisdicional impugnado; correta

    Art. 1.003

    § 5° Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 (quinze) dias.

    Art. 998. O recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso.

  • Em relação à alternativa b:

    Art. 996. O recurso pode ser interposto pela parte vencida, pelo terceiro prejudicado e pelo Ministério Público, como parte ou como fiscal da ordem jurídica.

  • Desistencia nao depende de concordancia. Renuncia nao depende de aceitação
  • a) CERTA - Os recursos visam à invalidação, reforma, esclarecimento ou integração do pronunciamento jurisdicional impugnado;

    -

    b) ERRADA -  Os recursos são interpostos nos próprios autos em que proferida a decisão ou sentença, não havendo que se falar em instauração de um novo processo.

    -

    c) ERRADA - Art. 179. Nos casos de intervenção como fiscal da ordem jurídica, o Ministério Público:

    II - poderá produzir provas, requerer as medidas processuais pertinentes e recorrer.

    -

    d) ERRADA - Art. 1.003. § 5º Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responderlhes é de 15 (quinze) dias.

    -

    e) ERRADA - Art. 998. O recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso.

  • INCORRETA A) visam à invalidação, reforma, esclarecimento ou integração do pronunciamento jurisdicional impugnado;

    Questão poderia ser anulada, pois pronunciamento pode ser despacho de acordo com artigo 203 Código de Processo Civil (2015) e o 1.001 afirma que dos despachos não cabe recurso.

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    Art. 1.001. Dos despachos não cabe recurso.

    Pessoal se eu estiver errado, me corrija. Estou aqui para aprender. Agora é tempo de errar, haverá uma hora, que meu erro não será permitido.

  • a) CORRETA. Perfeito! Os recursos visam, de fato, invalidar, reformar, esclarecer ou integrar o pronunciamento jurisdicional impugnado.

    b) INCORRETA. Os recursos são os meios de impugnação das decisões judiciais interpostos no mesmo processo em que a decisão é proferida.

    c) INCORRETA. O parquet (Ministério Público) tem legitimidade recursal nos casos em que atuar como parte ou como fiscal da ordem jurídica.

    Art. 996. O recurso pode ser interposto pela parte vencida, pelo terceiro prejudicado e pelo Ministério Público, como parte ou como fiscal da ordem jurídica.

    d) INCORRETA. O prazo geral de interposição de recursos é de 15 dias.

    Art. 1.003 (...) § 5º Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 (quinze) dias.

    e) INCORRETA. A desistência de recurso já interposto não depende da concordância do recorrido.

     Art. 998. O recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso.

    Resposta: A

  • "Parquet" kkkkkkk

  • Alternativa A) De fato, são esses os objetivos passíveis de serem alcançados por meio dos recursos. Afirmativa correta.

    Alternativa B) Os recursos são interpostos nos próprios autos em que proferida a decisão ou sentença, não havendo que se falar em instauração de um novo processo. Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) O Ministério Público é autorizado a interpor recurso quando atua como fiscal da ordem jurídica (art. 179, II, CPC/15). Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) A regra geral é a de que os recursos sejam interpostos no prazo de 15 (quinze) dias e não de vinte, senão vejamos: "Art. 1.003, §5º, CPC/15. Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 (quinze) dias". Afirmativa incorreta.

    Alternativa E) Em sentido contrário, dispõe o art. 998, caput, do CPC/15, que "o recorrente poderá, a qualquer tempo, sem a anuência do recorrido ou dos litisconsortes, desistir do recurso". Afirmativa incorreta.


ID
2947705
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

No âmbito do processo civil, a Defensoria Pública:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

     

    § 1o O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público, nos termos do art. 183, § 1o.

     

    Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

     

    § 1o A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

     

    Bons estudos!

  • a) dispõe do prazo em quádruplo para contestar, em dobro para interpor recursos e simples para contra-arrazoá-los;

    ERRADA. Art. 186 do CPC.

    b) tem a prerrogativa da intimação pessoal, mediante carga, remessa ou meio eletrônico;

    CORRETA. Art. 186, §1º do CPC.

    c) não pode propor ação civil pública, embora possa ajuizar a ação cautelar que lhe seja preparatória;

    ERRADA. Art. 5º, II da LACP.

    d) não pode requerer a intimação pessoal da parte patrocinada, ainda que o ato processual pendente dependa de providência somente por ela realizável;

    ERRADA. Art. 186, §2º do CPC.

    e) caso perca, por negligência, o prazo para recorrer de sentença desfavorável à parte patrocinada, o Defensor Público poderá ser civil e regressivamente responsabilizado.

    ERRADA. O art. 187 do CPC assevera que em caso de dolo ou fraude.

  • a) dispõe do prazo em quádruplo para contestar, em dobro para interpor recursos e simples para contra-arrazoá-los;

    ERRADA. Art. 186 do CPC - A defensoria possui prazo em DOBRO para TODAS as suas manifestações processuais.

    b) tem a prerrogativa da intimação pessoal, mediante carga, remessa ou meio eletrônico;

    CORRETA. Art. 186, §1º do CPC - o prazo tem início com a INTIMAÇÃO PESSOAL do defensor público.

    c) não pode propor ação civil pública, embora possa ajuizar a ação cautelar que lhe seja preparatória;

    ERRADA. Art. 5º, II da LACP - A defensoria POSSUI LEGITIMIDADE para propor ACP.

    d) não pode requerer a intimação pessoal da parte patrocinada, ainda que o ato processual pendente dependa de providência somente por ela realizável;

    ERRADA. Art. 186, §2º do CPC -  A requerimento da Defensoria Pública, o juiz determinará a INTIMAÇÃO PESSOAL DA PARTE PATROCINADA quando o ato processual depender de providência ou informação que somente por ela possa ser realizada ou prestada.

    e) caso perca, por negligência, o prazo para recorrer de sentença desfavorável à parte patrocinada, o Defensor Público poderá ser civil e regressivamente responsabilizado.

    ERRADA. O art. 187 do CPC - apenas em caso de DOLO OU FRAUDE

  • Comentários do Professor Francisco Saint Clair Neto no Curso TOP_10 de Processo Civil

    alternativa A está equivocada, pois, conforme o art. 186, CPC, o prazo da Defensoria Pública para se manifestar nos autos será em dobro, salvo quando a lei dispuser de prazo em específico para a Defensoria Pública.

    alternativa B está correta e é o gabarito da questão. De acordo com o art. 186, §1º, CPC, o prazo conta da intimação pessoal do defensor, que se dará, conforme o art. 183, §1º, mediante carga, remessa ou meio eletrônico.

    Amigos, eu postei uma FOTO/DICA um dia antes da prova sobre este assunto. Além disso, coloquei essa questão no simulado.

    alternativa C está incorreta, pois a Defensoria Pública é legitimada para propor a ação civil pública. Além da previsão contida no art. 5º, II, da Lei 7.347/1985, o art. 139, X, do CPC.

    alternativa D está incorreta, pois, ao contrário do afirmado, o art. 186, §2º, CPC, prevê que, a requerimento da Defensoria Pública, o juiz determinará a intimação pessoal da parte patrocinada quando o ato processual depender de providência ou informação que somente por ela possa ser realizada ou prestada.

    Por fim, peca a alternativa E está incorreta, pois o Defensor Público poderá ser responsabilizado, em ação regressiva, em caso de dolo ou fraude, não PODE por negligência.

    É o que consta do art. 187, CPC:

    Art. 187. O membro da Defensoria Pública será civil e regressivamente responsável quando agir com dolo ou fraude no exercício de suas funções.

  • Grato pelas explicações, amigos.

    Considerando que, nos termos do CPC, a responsabilidade civil e regressiva se dá em caso de dolo ou fraude, alguém sabe dizer o que pode resultar de um ato de negligência do Defensor?

  • GABARITO: letra B

    -

    Sobre a letra "A"

    Só pra lembar que, com a novatio legis, acabou essa história de prazo em "quádruplo". Ao se tratar do Poder Público e suas prerrogativas de atuação no que concerne ao Direito Processual, o CPC/2015 generalizou o prazo em dobro para “todas as suas manifestações processuais.", exceto quando a lei estabelecer, de forma expressa, prazo próprio.

  • Alternativa A) Dispõe o art. 186, caput, do CPC/15, que "a Defensoria Pública gozará de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais". Conforme se nota, o prazo é em dobro e não em quádruplo. Afirmativa incorreta.
    Alternativa B) É o que dispõe o art. 186, §1º, do CPC/15, acerca da Defensoria Pública: "O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público, nos termos do art. 183, §1º", que, por sua vez, dispõe que "a intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico". Afirmativa correta.
    Alternativa C) A legitimidade da Defensoria Pública para propor ação civil pública consta expressamente no art. 5º, II, da Lei nº 7.347/85, que a regulamenta. Afirmativa incorreta.
    Alternativa D) Em sentido contrário, dispõe o art. 186, §2º, do CPC/15, que "a requerimento da Defensoria Pública, o juiz determinará a intimação pessoal da parte patrocinada quando o ato processual depender de providência ou informação que somente por ela possa ser realizada ou prestada". Afirmativa incorreta.
    Alternativa E) O defensor público somente será responsabilizado se agir com dolo ou fraude no exercício de suas funções e não quando, agir com negligência, uma das modalidade de culpa. Nesse sentido dispõe o art. 187, do CPC/15: "O membro da Defensoria Pública será civil e regressivamente responsável quando agir com dolo ou fraude no exercício de suas funções". Afirmativa incorreta.

    Gabarito do professor: Letra B.
  • LETRA B CORRETA

    CPC

    Art. 186. A Defensoria Pública gozará de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais.

    § 1º O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público, nos termos do .

  • Responsabilidade do Defensor Público

    DeFensor = Dolo OU Fraude.

  • A fundamentação está no art. 186, §1º do CPC, conforme abaixo:

    Art. 186. A Defensoria Pública gozará de prazo em dobro

    para todas as suas manifestações processuais.

    § 1º O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor

    público, nos termos do art. 183, § 1º .

    ATENTOS:

    Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os

    Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de

    direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas

    manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir

    da intimação pessoal.

    § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio

    eletrônico.

  • Respondendo ao Matheus Santana Schiffner:

    De acordo com o art. 77, §6º, vai ser apurada a responsabilidade do Defensor Público pelo órgão de classe ou Corregedoria.

    Art. 77. Além de outros previstos neste Código, são deveres das partes, de seus procuradores e de todos aqueles que de qualquer forma participem do processo:

    I - expor os fatos em juízo conforme a verdade;

    II - não formular pretensão ou de apresentar defesa quando cientes de que são destituídas de fundamento;

    III - não produzir provas e não praticar atos inúteis ou desnecessários à declaração ou à defesa do direito;

    IV - cumprir com exatidão as decisões jurisdicionais, de natureza provisória ou final, e não criar embaraços à sua efetivação;

    V - declinar, no primeiro momento que lhes couber falar nos autos, o endereço residencial ou profissional onde receberão intimações, atualizando essa informação sempre que ocorrer qualquer modificação temporária ou definitiva;

    VI - não praticar inovação ilegal no estado de fato de bem ou direito litigioso.

    § 1º Nas hipóteses dos incisos IV e VI, o juiz advertirá qualquer das pessoas mencionadas no caput de que sua conduta poderá ser punida como ato atentatório à dignidade da justiça.

    § 2º A violação ao disposto nos incisos IV e VI constitui ato atentatório à dignidade da justiça, devendo o juiz, sem prejuízo das sanções criminais, civis e processuais cabíveis, aplicar ao responsável multa de até vinte por cento do valor da causa, de acordo com a gravidade da conduta.

    § 3 Não sendo paga no prazo a ser fixado pelo juiz, a multa prevista no § 2º será inscrita como dívida ativa da União ou do Estado após o trânsito em julgado da decisão que a fixou, e sua execução observará o procedimento da execução fiscal, revertendo-se aos fundos previstos no art. 97 .

    § 4º A multa estabelecida no § 2º poderá ser fixada independentemente da incidência das previstas nos arts. 523, § 1º , e 536, § 1º .

    § 5º Quando o valor da causa for irrisório ou inestimável, a multa prevista no § 2º poderá ser fixada em até 10 (dez) vezes o valor do salário-mínimo.

    § 6º Aos advogados públicos ou privados e aos membros da Defensoria Pública e do Ministério Público não se aplica o disposto nos §§ 2º a 5º, devendo eventual responsabilidade disciplinar ser apurada pelo respectivo órgão de classe ou corregedoria, ao qual o juiz oficiará.

  • A - O prazo não é em quádruplo, mas sim em dobro.

    B - Certinho, art.186 §1º.

    C - Pode propor Ação Civil Pública sim.

    D - Pode requerer (ao juiz) a intimação pessoal da parte patrocinada sim.

    E - Negligência não, só se for DOLO ou FRAUDE.

  • MP, ADV. PÚBLICA E DP - Intimação pessoal (carga, remessa ou meio eletrônico)

    MP, ADV. PÚBLICA E DP - prazo em dobro

    MP, ADV. PÚBLICA E DP - civil e regressivamente responsável por DOLO OU FRAUDE

  • Negligência é culpa e MP, adv púb e DP não respondem por culpa, somente dolo ou fraude

  • art. 186, §1º, do CPC/15, acerca da Defensoria Pública: O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público, nos termos do art. 183, §1º", que, por sua vez, dispõe que "a intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico".

  • GABARITO: B

    Art. 186. § 1º O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público, nos termos do art. 183, § 1º .

    Art. 183. § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

  • LETRA B CORRETA

    CPC

    Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

    § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

  • Essa foi fácil

  • Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

    § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

    § 2º Não se aplica o benefício da contagem em dobro quando a lei estabelecer, de forma expressa, prazo próprio para o ente público.

    Logo gabarito Letra (B)

  • Levando para o lado profissional, na prática, é de rigor que conste, você advogado, em seu contrato, cláusula no sentido do recurso ser interposto de acordo com a discricionariedade sua, para que o cliente não venha amanhã e te processe pedindo dano moral porque você supostamente perdeu o prazo do recurso, alegando eventual perda de uma chance.

  • Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

    § 1º A intimação pessoal far-se-á por cargaremessa ou meio eletrônico.

    § 2º Não se aplica o benefício da contagem em dobro quando a lei estabelecer, de forma expressa, prazo próprio para o ente público.

    gabarito (B)

  • Alternativa B) É o que dispõe o art. 186, §1º, do CPC/15, acerca da Defensoria Pública: "O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público, nos termos do art. 183, §1º", que, por sua vez, dispõe que "a intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico". Afirmativa correta.

  • Gabarito: B

    Fundamento: Artigo 186, parágrafo primeiro.

    #nossavitoriaécerta

  • A intimação do MP e Defensoria Pública é pessoal. A intimação pessoal é feita por carga, remessa ou meio eletrônico.
  • Prerrogativa:

    direito especial, inerente a um cargo ou profissão.

    "p. do Congresso, do presidente da República"

    Mano.. ter a prerrogativa dá a entender que a D.P. pode determinar que se faça a citação.. não receber!! PQP!!!

  • O ERRO DA LETRA E É QUE O DEFENSOR PÚBLICO PODERÁ SER CIVILMENTE OU REGRESSIVAMENTE RESPONSABILIZADO, ISSO NÃO É DO DEFENSOR PÚBLICO, E SIM DO OFICIAL DE JUSTIÇA !

  • Joao Vitor Barreto de Toledo, permita-me discordar, mas o erro da alternativa E não é pelo motivo citado por você.

    Vejamos, no caso, o defensor está patrocinando a parte, a competência para recorrer é dele, não do oficial de justiça.

    Ocorre que a alternativa diz que ele deixou de recorrer por negligência, sendo essa uma das modalidades da culpa. Porém o Art. 187, caput, do CPC/15, nos informa que será o Defensor Público civil e regressivamente responsável quando agir com dolo ou fraude. Espero ter esclarecido o erro da alternativa. Abraço.

  • a) ERRADA - Art. 186. A Defensoria Pública gozará de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais.

    -

    -

    b) CERTA - Art. 186. § 1º O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público, nos termos do art. 183, § 1º.

    Art. 183. § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

    -

    -

    c) ERRADA - Lei nº 7.347/85

    Art. 5º Têm legitimidade para propor a ação principal e a ação cautelar:

    II - a Defensoria Pública;

    -

    -

    d) ERRADA - Art. 186. § 2º A requerimento da Defensoria Pública, o juiz determinará a intimação pessoal da parte patrocinada quando o ato processual depender de providência ou informação que somente por ela possa ser realizada ou prestada.

    -

    -

    e) ERRADA - Art. 187. O membro da Defensoria Pública será civil e regressivamente responsável quando agir com dolo ou fraude no exercício de suas funções.

  • No âmbito do processo civil, a Defensoria Pública: tem a prerrogativa da intimação pessoal, mediante carga, remessa ou meio eletrônico.

  • A requerimento da Defensoria Pública, o juiz determinará a intimação pessoal da parte patrocinada quando o ato processual depender de providência ou informação que somente por ela possa ser realizada ou prestada

  • LETRA B CORRETA

    CPC

    Art. 183. A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal.

    § 1º A intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico.

  • ATENÇÃO:

    • art. 186, §1º, do CPC/15, acerca da Defensoria Pública: "O prazo tem início com a intimação pessoal do defensor público, nos termos do art. 183, §1º", que, por sua vez, dispõe que "a intimação pessoal far-se-á por carga, remessa ou meio eletrônico". 
    • O defensor público somente será responsabilizado se agir com dolo ou fraude no exercício de suas funções e não quando, agir com negligência, uma das modalidade de culpa. Nesse sentido dispõe o art. 187, do CPC/15: "O membro da Defensoria Pública será civil e regressivamente responsável quando agir com dolo ou fraude no exercício de suas funções".
  • A alternativa A está equivocada, pois, conforme o art. 186, CPC, o prazo da Defensoria Pública para se manifestar nos autos será em dobro, salvo quando a lei dispuser de prazo em específico para a Defensoria Pública.

    A alternativa B está correta e é o gabarito da questão. De acordo com o art. 186, §1º, CPC, o prazo conta da intimação pessoal do defensor, que se dará, conforme o art. 183, §1º, mediante carga, remessa ou meio eletrônico.

    A alternativa C está incorreta, pois a Defensoria Pública é legitimada para propor a ação civil pública. Além da previsão contida no art. 5º, II, da Lei 7.347/1985, o art. 139, X, do CPC.

    A alternativa D está incorreta, pois, ao contrário do afirmado, o art. 186, §2º, CPC, prevê que, a requerimento da Defensoria Pública, o juiz determinará a intimação pessoal da parte patrocinada quando o ato processual depender de providência ou informação que somente por ela possa ser realizada ou prestada. Por fim, peca a alternativa E está incorreta, pois o Defensor Público poderá ser responsabilizado, em ação regressiva, em caso de dolo ou fraudo, não por negligência.

    É o que consta do art. 187, CPC: Art. 187. O membro da Defensoria Pública será civil e regressivamente responsável quando agir com dolo ou fraude no exercício de suas funções.

  • Você vem no Dolo ou Culpa na maioria das situações dos direitos processuais... ai cai na exceção do Dolo ou Fraude...


ID
2947708
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Tendo percebido que um dos litisconsortes ativos era parte ilegítima, o juiz reconheceu ser ele carecedor do direito de ação, tendo determinado o prosseguimento do feito em relação às demais partes.


A natureza desse pronunciamento judicial é de:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    NCPC

     

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

     

    § 1o Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

     

    § 2o Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1o.

     

    § 3o São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

     

    Bons estudos!

  • Decisão Interlocutória. É todo pronunciamento do juiz que tem natureza decisória sem ser sentença.

    Ex. Tutela de urgência (art 300, 301) cautelar.

  • GABARITO: B

    Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre:

    VII – exclusão de litisconsorte;

  • Comentários do Professor Francisco Saint Clair Neto no Curso TOP_10 de Processo Civil

    Nessa questão temos o ajuizamento de uma ação contra dois réus. Esses litisconsortes passivos atuaram na demanda para defesa de seus interesses. Ocorre que o juízo entende que um dos réus não deve sê-lo, logo é parte ilegítima para atuar no processo. Note que se trata de decisão de questão incidental, mas que não põe fim à fase de conhecimento. Logo, é uma decisão interlocutória, pelo que, a alternativa B é a correta e gabarito da questão.

    Poderia ser uma sentença sem mérito, todavia, mesmo sendo sentença teria natureza interlocutória. Essa foi uma boa questão, pouco vista nas turmas de nível médio, contudo, sempre trato desse assunto nas turmas de nível superior.

    As demais alternativas estão equivocadas:

    alternativa A está equivocada, pois a sentença se configura com o encerramento da fase cognitiva, o que não aconteceu no caso enunciado. Veja que o procedimento continua em relação ao outro réu.

    alternativa C está equivocada, pois se trata de decisão e não pronunciamento judicial de mero andamento do processo.

    alternativa D está equivoca, pois a decisão não fora dada no âmbito de tribunal.

  • Pensei da mesma forma, Taiara.

  • Tem cara de sentença, mas não é. A sentença envolve mérito da causa. Neste caso a parte, como ilegítima, será excluída do processo ( exclusão de litisconsorte art. 1015) poderá recorrer por Agravo de Instrumento.

  • No dia a dia de um gabinete civil, diria que provavelmente seria proferida uma sentença sem resolução do mérito contra a parte ilegítima, forte no art. 485, VI do CPC.

  • SENTENÇA - Dá fim à fase de conhecimento ou extingue a ação de execução (cabe apelação). DECISÃO INTERLOCUTORIA - Pronunciamento judicial dado no curso do processo, resolve incidentes, natureza decisória (cabe agravo de instrumento). DESPACHO - Não tem cunho decisório, ato para impulsionar o processo e pode ser delegada a servidor. ATO ORDINATÓRIO - Ato sem caráter decisório de mero impulsionamento feito pelo servidor. ACÓRDÃO - É o julgamento colegiado proferido pelos tribunais. Ficou grande mas espero ter ajudado alguém :D
  • Dei mole. Assim como Rafael, pensei tratar-se de sentença sem resolução de mérito no art. 485, VI, CPC/15. Contudo, o rol do agravo de instrumento é taxativo e muito claro - resposta: art. 1015, inciso VII, CPC/15.

  • As decisões interlocutórias são atacadas por agravo de instrumento. Por isso, a exclusão de litisconsorte, ainda que por carência de ação, deverá ser considerada decisão interlocutória:

    Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre:

    VII - exclusão de litisconsorte;

    Além disso, não terminam a fase cognitiva (=sentença), mas sim resolvem questão incidental no curso do processo:

    Art. 203. § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    Art. 203. § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

  • Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    ...

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

  • Gab B

    sentença: decisão que põe fim à fase de conhecimento ou extingue a execução

    decisão interlocutória: decisão que resolve incidente SEM pôr fim ao processo

    despacho: é ato praticado pelo juiz sem cunho decisório

  • Nesse caso, a decisão resolve apenas parte do mérito. Ou seja, somente resolve o mérito quanto ao litisconsorte excluído. Sempre que isso ocorrer, teremos uma Decisão Interlocutória.

  • Acerca dos pronunciamentos do juiz, dispõe o art. 203, do CPC/15: "Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos. § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução. § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º. § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte (...)".

    O pronunciamento que exclui um dos litisconsortes tem natureza decisória mas não põe fim à fase de conhecimento do processo, sendo classificado como decisão interlocutória e impugnável por meio de agravo de instrumento (art. 1.015, VII, CPC/15).

    Gabarito do professor: Letra B.
  • Otimos comentarios dos colegas!

  • Art. 203 , §1,§2,§3,§4

    -Decisão interlocutória - Todo pronunciamento judicial de natureza decisória ( Ressalva §1 )

    -Despachos - Pronunciamentos praticados pelo juiz de ofício ou a requerimento da parte. A parte falou? pediu? = Despacho.

    -Atos ordinários - Independe de Despacho ( lembra aí em cima ) Praticados de ofício pelo servidor MAS revisto pelo juiz.

    vide

    Q982564

  • Não sei o que seria de mim sem os comentários dos meus ilustres colegas! Muito obrigado a todos! s2

  • LETRA B CORRETA

    CPC

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • (COMENTÁRIO DO PROFESSOR DO QC)

    Acerca dos pronunciamentos do juiz, dispõe o art. 203, do CPC/15: "Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos. § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução. § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º. § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte (...)".

    O pronunciamento que exclui um dos litisconsortes tem natureza decisória mas não põe fim à fase de conhecimento do processo, sendo classificado como decisão interlocutória e impugnável por meio de agravo de instrumento (art. 1.015, VII, CPC/15).

    Gabarito do professor: Letra B.

  • Resposta: Letra B

    > A decisão que reconhece a ilegitimidade ativa de um ou alguns dos litisconsortes se enquadra no conceito de decisão interlocutória (Art. 203, § 2º do CPC), tendo em vista que possui conteúdo decisório mas não encerra o processo de conhecimento ou a execução.

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • Sentença = "Fim" (fase de cognição)

    Decisões Interlocutórias = Natureza decisória, mas não é o "fim"

    Despacho= Outros pronunciamentos do juiz

    Atos meramente ordinatórios = Independem de despacho

  • decisão interlocutória que não se enquadra na sentença. questões incidentais.

  • Não concordo com o gabarito por visualizar 2 respostas para a mesma pergunta. Se não é caso de sentença, porquê citou a questão de ilegitimidade e não se ateve a exclusão do litisconsorte ?

  • A - Sentença = "Fim" (fase de cognição)

    B - Decisões Interlocutórias = Natureza decisória, mas não é o "fim"

    C - Despacho= Outros pronunciamentos do juiz

    D - Atos meramente ordinatórios = Independem de despacho

  • Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre:

    VI - Exclusão de litisconsorte.

  • Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • LETRA B CORRETA

    CPC

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos e , põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessári

  • Galera, sei que é um comentário aleatório pra quem que tá na luta, mas só quero reafirmar que vale a pena seguir estudando, porque uma hora a nomeação chega.

    Eu falo isso porque tô lembrando do dia em que fiz essa prova da DPE RJ, e de como eu estava muito inseguro na minha preparação, vindo de algumas reprovações desanimadoras.

    Mas nesse dia eu consegui o 2º lugar.

    Eu não sou nenhum gênio e nem estou acima da média, e desde que me lembro tenho limitações financeiras complicadas, mas o esforço e a disciplina conseguiram me carregar.

    Então não desiste, uma hora a prova certa chega.

    Enquanto isso eu tô estudando pra conseguir cargos melhores tb.

  • Valew Antonio Novaes, motivação nunca é demais. Pensamentos ruins e medos nos corroem.

    Estar na luta é ter esperança do verbo esperançar, não de esperar.

    A glória está na bandeja para ser entregue, mas a festa ainda não começou.

  • Acerca dos pronunciamentos do juiz, dispõe o art. 203, do CPC/15: "Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos. § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução. § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º. § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte (...)".

    O pronunciamento que exclui um dos litisconsortes tem natureza decisória mas não põe fim à fase de conhecimento do processo, sendo classificado como decisão interlocutória e impugnável por meio de agravo de instrumento (art. 1.015, VII, CPC/15).

    Gabarito do professor: Letra B.

  • Gabarito B

    Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões Interlocutórias que versarem sobre: 

    I - tutelas provisórias;

    II - mérito do processo;

    III - rejeição da alegação de convenção de arbitragem;

    IV - incidente de desconsideração da personalidade jurídica;

    V - rejeição do pedido de gratuidade da justiça ou acolhimento do pedido de sua revogação;

    VI - exibição ou posse de documento ou coisa;

    VII - exclusão de litisconsorte;

    VIII - rejeição do pedido de limitação do litisconsórcio;

    IX - admissão ou inadmissão de intervenção de terceiros;

    X - concessão, modificação ou revogação do efeito suspensivo aos embargos à execução;

    XI - redistribuição do ônus da prova nos termos do art. 373,

    § 1º;XIII - outros casos expressamente referidos em lei. Parágrafo único. Também caberá agravo de instrumento contra decisões interlocutórias proferidas na fase de liquidação de sentença ou de cumprimento de sentença, no processo de execução e no processo de inventário.

    Em caso de erro no meu comentário (entendimento ou digitação), por favor, avisem por mensagem. Obrigada e bons estudos!

  • Art. 203, §1º c/c §2º, CPC

    Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, nem extingue a execução.

  • O pronunciamento do juiz tem nítido caráter decisório, já que decidiu uma questão relativa à legitimidade ativa de um dos litisconsortes.

    Por não ter resultado no fim do processo, o pronunciamento não se enquadra no conceito de sentença, restando a nós classificarmos como uma decisão interlocutória!

    Art. 203, § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º. (sentença)

    Resposta: B

  • Não poe fim ao processo, mas decide alguma coisa.

  • Galera, a resposta está no art. 354, par. único, do CPC/15:

    Art. 354. Ocorrendo qualquer das hipóteses previstas nos arts. 485 e 487, incisos II e III, o juiz proferirá sentença.

    Parágrafo único. A decisão a que se refere o caput pode dizer respeito a apenas parcela do processo, caso em que será impugnável por agravo de instrumento.

    No caso, o Juiz extinguiu a parcela do processo inerente ao autor ilegítimo e determinou a continuidade do processo em relação aos outros autores.

    Ademais, não custa lembrar que sentença é o pronunciamento por meio do qual o Juiz põe fim à fase cognitiva do procedimento comum ou extingue a execução (art. 203, par. primeiro, do CPC/15). Nenhuma dessas opções ocorreu.

  • Decisão interlocutória é todo pronunciamento do juiz que tem natureza decisória sem ser sentença.
  • "tendo determinado o prosseguimento..."

    isso é decisão.. pra mim parece um despacho..

  • NOVO CPC. Art. 1.015. Cabe agravo de instrumento contra as decisões interlocutórias que versarem sobre:

    (...)

    VII – exclusão de litisconsorte;

  • Acerca dos pronunciamentos do juiz, dispõe o art. 203, do CPC/15: "Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos. § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução. § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º. § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte (...)".

    O pronunciamento que exclui um dos litisconsortes tem natureza decisória mas não põe fim à fase de conhecimento do processo, sendo classificado como decisão interlocutória e impugnável por meio de agravo de instrumento (art. 1.015, VII, CPC/15).

  • Apenas uma informação que costuma passar batido, a letra D está correta também, pois de fato a decisão do juiz é uma decisão monocrática, já que esta é tão somente uma decisão proferida por somente um julgador. O que ela não é , entretanto, é uma decisão monocrática de relator, essa sim somente proferida em tribunais.

  • Estamos diante de certo modo de uma pegadinha, uma vez que a decisão interlocutória é uma decisão monocrática também, já que é uma decisão proferida pelo juiz(analisada e tomada por ele).

    Decisão interlocutória é todo pronunciamento do juiz, que tem natureza decisória mas, não é uma sentença.

  • O pronunciamento proferido não pôs fim à fase cognitiva do procedimento comum, pois a demanda prosseguiu em favor de outros réus.

    Considerando-se que, a um só tempo, o pronunciamento jurisdicional reconheceu a ilegitimidade em relação a um dos réus, bem como determinou o prosseguimento da ação em relação aos demais, tem-se que proferiu decisão interlocutória (embora com conteúdo de sentença).

    Gabarito: B Exclui automaticamente as demais alternativas

  • Gabarito Letra B

    Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões interlocutórias e despachos.

    § 1º Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais, sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e 487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execução.

    § 2º Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza decisória que não se enquadre no § 1º.

    § 3º São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no processo, de ofício ou a requerimento da parte.

    § 4º Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória, independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo juiz quando necessário.

  • Tendo percebido que um dos litisconsortes ativos era parte ilegítima, o juiz reconheceu ser ele carecedor do direito de ação, tendo determinado o prosseguimento do feito em relação às demais partes.

    A natureza desse pronunciamento judicial é de: decisão interlocutória;

  • SENTENÇA: É QUALQUER DECISÃO QUE PÕE FIM À FASE DE COGNIÇÃO OU CONHECIMENTO

    DECISÃO INTERLOCUTÓRIA: DECISÃO QUE ESTÃO À MARGEM DO PROCESSO

    DESPACHO: QUALQUER IMPULSO NO PROCESSO

  • Nesse caso dá para pensar pela lógica. O juiz não colocou fim ao processo, pois deu prosseguimento ao feito. Pensemos que caso a parte excluída quisesse se manifestar não poderia ser por apelação, pois há prosseguimento ao feito. Desta forma, teríamos o agravo como recurso, cabível de DECISÕES INTERLOCUTÓRIAS.

    Pensei desta forma, não sei se faz sentido para alguém kkk

  • Nessa questão temos o ajuizamento de uma ação contra dois réus. Esses litisconsortes passivos atuaram na demanda para defesa de seus interesses. Ocorre que o juízo entende que um dos réus não deve sê-lo, logo é parte ilegítima para atuar no processo. Note que se trata de decisão de questão incidental, mas que não põe fim à fase de conhecimento. Logo, é uma decisão interlocutória, pelo que, a alternativa B é a correta e gabarito da questão. As demais alternativas estão equivocadas:

    A alternativa A está equivocada, pois a sentença se configura com o encerramento da fase cognitiva, o que não aconteceu no caso enunciado. Veja que o procedimento continua em relação ao outro réu.

    A alternativa C está equivocada, pois se trata de decisão e não pronunciamento judicial de mero andamento do processo. A alternativa D está equivoca, pois a decisão não fora dada no âmbito de tribunal.

    Por fim, a alternativa E está equivocada, pois ato ordinatório é praticado pelo servidor, autorizado pelo juízo ou com delegação legal, para mero impulsionamento do processo.

  • Galera, se resolveu questão que está à margem do processo, em regram será DECISÃO INTERLOCUTÓRIA...

    • Sentença é uma decisão que põe fim a um processo de conhecimento.
    • Nesse caso ele não pôs fim, porquanto apenas decidiu interlocutoriamente para dar andamento ao processo
  • PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. EXCLUSÃO DE UM DOS COEXECUTADOS DA FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. DECISÃO INTERLOCUTÓRIA. IMPUGNAÇÃO MEDIANTE AGRAVO DE INSTRUMENTO. INTERPOSIÇÃO DE APELAÇÃO. FALHA INESCUSÁVEL. INAPLICABILIDADE DO PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE RECURSAL. DECISÃO MANTIDA. 1. A decisão que exclui um dos coexecutados da fase do cumprimento de sentença, com o prosseguimento da execução relativamente aos demais devedores, possui natureza interlocutória e, em decorrência, é impugnável mediante agravo de instrumento.

    2. Ademais, constitui falha inescusável interpor apelação, sendo nesse caso, inaplicável o princípio da fungibilidade recursal.

    3. Agravo regimental a que se nega provimento

    AgRg no AREsp 444.563/PR, Rel. Min. Antonio Carlos Ferreira, 4ª Turma, julgado em 25/03/2014, DJe 04/04/2014.


ID
2947711
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Pedro propôs demanda em face de João, imputando-lhe o fato de tê-lo agredido fisicamente, o que, alegadamente, lhe gerou danos materiais e morais, cujas indenizações pleiteia.


Está-se diante de cumulação de pedidos:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D.

    A cumulação simples ocorre quando o autor formula, em face do mesmo réu, dois ou mais pedidos somados, pretendendo obter êxito em todos. Para que a cumulação seja simples, é preciso que os pedidos sejam interdependentes, e que o resultado de um não dependa do outro.

  • GABARITO: D

    ESPÉCIES DE CUMULAÇÃO DE PEDIDOS

    1.1) Cumulação própria ou propriamente dita: ocorre quando o autor tem interesse no acolhimento de todos os pedidos formulados. Pode ser:

    a) Simples: os pedidos são independentes entre si, ou seja, poderiam ser objeto de ação autônoma.

    b) Sucessiva: se dá quando existir entre os pedidos uma relação de prejudicialidade, ou seja, para análise de um depende a análise do outro, como por exemplo, investigação de paternidade com pedido de alimentos.

    c) Propriamente incidente ou superveniente: se dá quando os pedidos são formulados em momentos processuais diversos. Ex: ação declaratória incidental, incidente de falsidade documental, etc.

     

    1.2) Cumulação Imprópria: ocorre quando o autor não pretende o acolhimento de todas as pretensões cumuladas. Pode ser:

    a) Alternativa: se dá quando o autor pede uma coisa ou outra.

    b) Eventual, subsidiária ou em ordem sucessiva: se dá quando o autor faz um pedido principal e propõe para hipótese de rejeição daquele pedidos secundários ou supletivos.

    Fonte: http://hojenodireito.blogspot.com/2011/08/processo-civil-cumulacao-de-pedidos.html

  • Comentários do Professor Francisco Saint Clair Neto ....

    Pedro propor uma ação contra João e formulou dois pedidos. Um primeiro de indenização por dano materiais, por exemplo, os custos que possa ter tido para recuperação física (remédios, consultas médicas). Além disso, formulou pedido de indenização por danos morais, em razão dos danos a sua honra ou integridade física. Como Pedro deseja ambos os pedidos e ambos podem ser concedidos por terem mesmos fatos, mas fundamentos jurídicos distintos, abre-se espaço para cumulação simples de pedidos. Logo, alternativa D é a correta e gabarito da questão.

    Para que você descarte as demais alternativas:

    No pedido sucessivo, o acolhimento de um depende do acolhimento do outro, alguns doutrinadores colocam como sinônimo de pedido subsidiário, porém, eu discordo, pela previsão expressa do artigo 326 da norma processualística.

    No pedido alternativo, a parte pretende um ou outro pedido e não ambos.

    Na cumulação subsidiária do pedido, a parte estabelece uma preferência entre os pedidos feitos, mas ainda será acolhido um ou outro pedido.

    Na cumulação imprópria, há a formulação um ou mais pedidos, mas somente um deles será acolhido.

  • CUMULAÇÃO DE PEDIDOS

    a) PRÓPRIA OU TÍPICA:

    Simples: A + B

    Sucessiva: Se B, então A

    b)IMPRÓPRIA OU ATÍPICA

    Alternativa: A ou B

    Subsidiária: caso não conceda B, quero A

  • Cumulação de pedidos ou cumulação objetiva

    Própria: aditivo “E”

    ·        Simples (sem interdependência)

    ·        Sucessiva (com interdependência: o acolhimento eventual do 2° pedido depende do acolhimento do 1°)

    Imprópria: aditivo “OU” (na verdade, é só um pedido)

    ·        Eventual (ordem de preferência)

    ·        Alternativa (sem ordem de preferência) → não se confunde com pedido alternativo (alternatividade do OBJETO)

    → Requisitos para a cumulação:

    ·        Identidade da partes;

    ·        Identidade de procedimentos;

    ·        Competência do juízo para todos os pedidos;

    ·        Compatibilidade entre os pedidos (não aplicável à cumulação imprópria).

  • Minha dúvida: Para receber a indenização, precisa comprovar a agressão. Correto?

    Caso positivo, então a indenização não é dependente da agressão, portanto, uma cumulação sucessiva?

    Talvez eu não tenha entendido quais são, de fato, os pedidos pleiteados.

    Alguém pode esclarecer, por favor?

  • @Charles

    Os pedidos se referem aos de indenização material (1) e moral (2)

  • @Amy Posse

    Obrigado pela resposta!

    Confundi a cumulação de pedidos na questão com os pedidos imediato(declaração de culpa do agressor) e mediato (indenização pela agressão).

  • A cumulação dos pedidos pode ser própria ou imprópria.

    A cumulação própria usa o conectivo "e", ou seja, é um pedido E outro. Já a cumulação imprópria usa o conetivo "ou", ou seja, é um OU outro.

    Macete: para distinguir a própria da imprópria, basta perceber que no conetivo da imprópria tem um "o" (ou), que lembra buraco, que lembra algo impróprio para menores cujo do bêbado não tem dono.

    -----

    A cumulação própria pode ser simples ou sucessiva, lembrando sempre que é UM PEDIDO E OUTRO. A simples é quando não há dependência entre os pedidos, e a sucessiva é quando, para conceder o segundo pedido, o primeiro precisa ter sido concedido (há uma relação de interdependência entre os pedidos).

    -----

    A cumulação imprópria pode ser subsidiária (eventual) ou alternativa. Quando é subsidiária, há uma ordem de preferência (primeiro o pedido 1, se não der, o pedido 2, se não, o pedido 3, e assim por diante). Na alternativa, não há ordem de preferencia. É um pedido ou outro ou outro, sem ordem de preferência.

    -----

    OBS: Há que se fazer uma distinção quanto à possibilidade de sucumbência. Como na cumulação própria o desejo da parte é todos os pedidos propostos, se não for concedido algum deles, haverá sucumbência quanto aos não concedidos. Na cumulação imprópria, como é um pedido ou outro (não querendo a parte que sejam todos, mas apenas um deles), não haverá sucumbência no desatendimento dos outros pedidos caso a parte vença algum.

    -----

    Thiago

  • Pedro pretende a obtenção de indenização por danos morais e materiais. Ambos os pedidos possuem igual relevância. Logo, há cumulação simples entre eles. O reconhecimento da agressão é apenas a causa de pedir da demanda.

  • Cumulação de Pedidos

    1) Próprios → Possível a procedência de todos os pedidos

    Simples: Não implica uma relação de subordinação entre os diferentes pedidos, de forma que, assim sendo, não faz-se necessário que para se pleitear um pedido o anterior tenha de ser deferido:

    Ex.: Danos materiais + Danos Morais (Um independe do outro)

    Sucessivas: Há relação de subordinação entre os pedidos, de forma que um apenas poderá ser concedido caso o anterior também o seja, implicando, pois, em uma relação de dependência entre os pedidos.

    Ex.: Ação de reconhecimento de paternidade + Ação de alimentos (Só haverá ação de alimentos após concluída a de paternidade já que uma é condição necessária a outra)

    2) Impróprios → Apenas um dos pedidos poderá ser concedido

    Subsidiária: Ocorre quando há hierarquia entre os pedidos, de modo que o autor, ao cumular os pedidos deve priorizar um deles e manter o outro como uma segunda opção

    Ex.: Anulação de contrato e revisão de Cláusulas (O que se pretende é a anulação total do contrato, contudo, caso não haja êxito, a mera revisão de suas cláusulas poderá ser o suficiente)

    Alternativa: Ocorre quando não houver hierarquia entre os pedidos, os quais serão feitos de forma livre: ou “X” ou “Y”

  • A questão exige do candidato o conhecimento da classificação dos pedidos.

    Alternativa A) A doutrina classifica os pedidos como sucessivos quando eles guardam entre si um vínculo de precedência lógica, de modo que o acolhimento de um pressupõe o acolhimento do outro. O pedido de indenização por danos materiais e o pedido de indenização por danos morais não são sucessivos, haja vista que pode haver o deferimento de um sem que haja, necessariamente, o acolhimento do outro. Afirmativa incorreta.
    Alternativa B) Os pedidos são classificados como alternativos quando o autor requer o deferimento de um pedido ou, não sendo possível ao juiz acolhê-lo, o deferimento do outro. O autor requer o deferimento de um ou de outro - e não de ambos - tal como ocorre quando se requer a condenação do réu à indenização de danos materiais e morais. Em outras palavras, a doutrina explica que a cumulação alternativa "consiste na formulação, pelo autor, de mais de uma pretensão, para que uma ou outra seja acolhida, sem expressar, com isso, qualquer preferência". Afirmativa incorreta.
    Afirmativa incorreta.
    Alternativa C) Na cumulação subsidiária, o autor também formula vários pedidos, mas estabelece uma ordem preferencial entre eles. Não sendo possível acolher o pedido principal, o autor requer que seja acolhido o pedido subsidiário. O caso da questão não se adequa a esta hipótese, haja vista que o autor requer o deferimento de um e de outro, ou seja, da indenização pelos danos materiais e pelos danos morais. Afirmativa incorreta.
    Alternativa D) Na cumulação simples, não há interdependência entre os pedidos formulados, podendo ser deferidos todos, nenhum ou apenas parcela deles. O exemplo clássico é o de cumulação de pedido de indenização por danos materiais e por danos morais. Afirmativa correta.
    Alternativa E) A cumulação imprópria abrange a cumulação eventual (ou subsidiária) e alternativa, já descritas nas alternativas B e C. Ambas tratam do deferimento de um ou de outro pedido - e não de ambos, como no caso trazido pela questão. Afirmativa incorreta.

    Gabarito do professor: Letra D.
  • Na realidade, o enunciado da questão não afirma também que o autor imputa ao réu agressões? Portanto, trata-se na verdade de cumulação SUCESSIVA, porque, se não demonstrada as agressões ou o fato de que o réu fora o responsável pelas mesmas, não há que se falar em dever de indenizar.

    GABARITO COMPLETAMENTE EQUIVOCADO.

  • Felipe Romeiro eu também entendi assim.

  • Felipe Romeiro eu também entendi assim.

  • Trata-se de direitos cumulativos:

    >>>> Simples e sucessivo;

    >> Subsidiário ou alternativo

  • A questão exige do candidato o conhecimento da classificação dos pedidos.

    Alternativa A) A doutrina classifica os pedidos como sucessivos quando eles guardam entre si um vínculo de precedência lógica, de modo que o acolhimento de um pressupõe o acolhimento do outro. O pedido de indenização por danos materiais e o pedido de indenização por danos morais não são sucessivos, haja vista que pode haver o deferimento de um sem que haja, necessariamente, o acolhimento do outro. Afirmativa incorreta.

    Alternativa B) Os pedidos são classificados como alternativos quando o autor requer o deferimento de um pedido ou, não sendo possível ao juiz acolhê-lo, o deferimento do outro. O autor requer o deferimento de um ou de outro - e não de ambos - tal como ocorre quando se requer a condenação do réu à indenização de danos materiais e morais. Em outras palavras, a doutrina explica que a cumulação alternativa "consiste na formulação, pelo autor, de mais de uma pretensão, para que uma ou outra seja acolhida, sem expressar, com isso, qualquer preferência". Afirmativa incorreta.

    Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) Na cumulação subsidiária, o autor também formula vários pedidos, mas estabelece uma ordem preferencial entre eles. Não sendo possível acolher o pedido principal, o autor requer que seja acolhido o pedido subsidiário. O caso da questão não se adequa a esta hipótese, haja vista que o autor requer o deferimento de um e de outro, ou seja, da indenização pelos danos materiais e pelos danos morais. Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) Na cumulação simples, não há interdependência entre os pedidos formulados, podendo ser deferidos todos, nenhum ou apenas parcela deles. O exemplo clássico é o de cumulação de pedido de indenização por danos materiais e por danos morais. Afirmativa correta.

    Alternativa E) A cumulação imprópria abrange a cumulação eventual (ou subsidiária) e alternativa, já descritas nas alternativas B e C. Ambas tratam do deferimento de um ou de outro pedido - e não de ambos, como no caso trazido pela questão. Afirmativa incorreta.

    Gabarito do professor: Letra D.

  • O pedido de danos materiais e morais decorrente do mesmo fato configura hipótese de cumulação simples de pedidos porque o autor pretende o acolhimento dos dois e são independentes um do outro. A cumulação simples tem fundamento no art. 327, caput, do CPC.

  • Não é cumulação imprópria em razão de o autor ter deixado claro que almeja os dois pedidos cumulativamente.

  • Cumulação Imprópria significa que o autor fez 2 pedidos, mas que apenas um deles é possível de ser concedido, por ser impossível o deferimento dos dois pedidos ao mesmo tempo. Desse modo, significa que o deferimento de um dos pedidos implica necessariamente no indeferimento do outro. Ex: pedido para ser cortada e nascida a mesma árvore (o exemplo é maluco, mas serve para ilustrar de modo mais didático.

  • A - SUCESSIVOS (VÍNCULO DE PRECEDÊNCIA)

    B - ALTERNATIVOS (UM OU OUTRO)

    C - SUBSIDIÁRIA (ORDEM DE PREFERÊNCIA)

    D - SIMPLES (SEM INTERDEPENDÊNCIA)

    E - IMPRÓPRIA (CONFUNDE-SE COM A SUBSIDIÁRIA E ALTERNATIVA)

  • CUMULAÇÃO DE PEDIDO

    cumulação própria (em sentido estrito)- quando for possível a procedência simultânea de todos os pedidos.

    cumulação imprópria (em sentido amplo)- quando formulado mais de um pedido, somente um deles puder ser concedido.

    cumulação sucessiva- relação de prejudicialidade entre os pedidos. Sendo o pedido anterior rejeitado, o pedido posterior perde o objeto.

    cumulação subsidiária (eventual)- o segundo pedido somente será analisado se o primeiro não for concedido.

    cumulação alternativa- somente um deles pode ser acolhido, à escolha do juiz.

  • Apenas complementando sobre o tema de cumulação de pedidos:

    Art. 327 CPC: é lícita a cumulação, em um único pedido, contra o mesmo réu, de vários pedidos, ainda que entre eles não haja conexão.

    São requisitos para a cumulação de pedidos:

    • Que eles sejam compatíveis entre si

    • Que o mesmo juízo seja competente para conheces deles

    • Que o mesmo procedimento seja adequado para todos os pedidos (mas, se houver um procedimento diverso, poderá ser adotado o procedimento comum para a cumulação)

    Fredie Didier: pedido implícito é aquele que, embora não explicitado no instrumento da postulação, compõe o objeto litigioso do processo em razão de determinação legal. Mesmo que a parte não peça, deve o juiz examiná-lo e decidi-lo.

    São pedidos implícitos no pedido:

    • Juros legais

    • Ressarcimento de despesas processuais e honorários de sucumbência

    • Correção monetária

    Instagram para concursos: @alicelannes

    Materiais para concursos: www.alicelannes.com

  • LETRA D CORRETA

    Cumulação própria: regida pela partícula "E".

    Própria simples: Quero B e A.

    Própria sucessiva: Quero B, se conseguir A.

    Cumulação imprópria: regida pela partícula "OU".

    Imprópria alternativa: Quero A ou B.

    Imprópria eventual: Quero B só se não conseguir A.

  • CUMULAÇÃO DE PEDIDOS

    Cumulação própria ou propriamente dita: o autor tem interesse no acolhimento de todos os pedidos formulados.

    a) Simples: os pedidos são independentes entre si, ou seja, poderiam ser objeto de ação autônoma. (A + B)

    b) Sucessiva: quando existir entre os pedidos uma relação de prejudicialidade, ou seja, para análise de um depende a análise do outro, como por exemplo, investigação de paternidade com pedido de alimentos. (Se A, então B)

    c) Propriamente incidente ou superveniente: se dá quando os pedidos são formulados em momentos processuais diversos. Ex: ação declaratória incidental, incidente de falsidade documental, etc.

    Cumulação Imprópria: o autor não pretende o acolhimento de todas as pretensões cumuladas.

    a) Alternativa: o autor pede uma coisa ou outra. (A ou B)

    b) Eventual, subsidiária ou em ordem sucessiva: o autor faz um pedido principal e propõe para hipótese de rejeição daquele pedidos secundários ou supletivos. (caso não conceda A, quero B)

  • Podem trazer um OSCAR ao casal Bruna eThiago

  • CPC

    CUMULAÇÃO DE PEDIDOS

    --------------

    CUMULAÇÃO PRÓPRIA

    CUMULAÇÃO SIMPLES - A E B

    Art. 327. É lícita a cumulação, em um único processo, contra o mesmo réu, de vários pedidos, ainda que entre eles não haja conexão.

    CUMULAÇÃO SUCESSIVA - A, DEPOIS B

    ------------------

    CUMULAÇÃO IMPRÓPRIA

    CUMULAÇÃO ALTERNATIVA - A OU B

    Art. 326, Parágrafo único. É lícito formular mais de um pedido, alternativamente, para que o juiz acolha um deles.

    CUMULAÇÃO SUBSIDIÁRIA - SE NÃO A, ENTÃO B

    Art. 326. É lícito formular mais de um pedido em ordem subsidiária, a fim de que o juiz conheça do posterior, quando não acolher o anterior.

  • Base legal no CPC dispondo sobre os pedidos: Artigo 322 ao 329.

  • A questão nos trouxe o típico caso de cumulação simples de pedidos (dano moral + material), que ocorre quando o autor formula mais de um pedido no mesmo processo e entre esses pedidos são independentes um do outro!

    Pedidos independentes são aqueles em que um pode ser acolhido e o outro não.

  • Felipe Romeiro

    '' Na realidade, o enunciado da questão não afirma também que o autor imputa ao réu agressões? Portanto, trata-se na verdade de cumulação SUCESSIVA, porque, se não demonstrada as agressões ou o fato de que o réu fora o responsável pelas mesmas, não há que se falar em dever de indenizar.

    GABARITO COMPLETAMENTE EQUIVOCADO.''

    Pensei da mesma maneira, povo querendo justificar o injustificável!

    Então quer dizer o pedido de danos INDEPENDE do caso das agressões???

    Se isso aí não é sucessiva, não sei é de nada então rsrsrs

  • A Felipe Romeiro e aos que não entendem por que se trata de cumulação simples e não sucessiva:

    Na acumulação simples, os pedidos são autônomos. Isso não significa que não tenham a mesma causa de pedir e não dependam da prova do mesmo fato, mas sim que as questões jurídicas suscitadas são distintas. Houve, por exemplo, uma agressão física, que é o fato e a causa de pedir. Daí surgem perguntas independentes: Houve dano material? Houve dano moral? É possível que tenha havido material sem moral e vice-versa.

    Não é assim com a acumulação sucessiva. Nela, um pedido é prejudicial ao outro. Um exemplo clássico é a ação de investigação de paternidade cumulada com alimentos. Se não é pai, não tem por que prestar alimentos. 

  • Desculpem (não estudei direito) e continuo sem entender:

    Se em caso de ação de alimentos (exemplo mais claro de pedido sucessivo) é necessário reconhecimento de paternidade, para obtenção lógica positiva da ação. Se não houver paternidade, não há que se falar em alimentos.

    No que se difere da proposta da questão!?

    Se em caso de danos morais e materiais é necessário reconhecimento da agressão em si, para obtenção lógica positiva da ação. Se não houver agressão, não há que se falar em danos morais e materiais.

    AJUDA: alguém pode ser mais claro quanto a minha falta de entendimento?

  • a) Errada. Na cumulação sucessiva, há dois ou mais pedidos e o acolhimento de um depende do outro ser admitido.

    b) Errada. Na cumulação alternativa o autor postula mais pedidos sendo que um exclui o outro, ou seja, OU um OU outro.

    c) Errada. Na cumulação subsidiária, o autor faz mais pedidos, um principal e outro subsidiário, de modo que Juiz conhecerá do posterior (subsidiário) quando não der provimento ao anterior (principal).

    d) Certa. Modo que um não depende do outro.

    e) Errada. Na cumulação imprópria o autor não possui a intenção de que sejam acolhidos todos os pedidos

  • Cumulação Simples: pedidos são interdependentes.

    Cumulação Sucessiva: há dependência entre os pleitos. Ex.: Se reconhecer paternidade, quero mais alimentos.

  • • Cumulação comum ou simples

    A cumulação comum ou simples quando o demandante formula mais de um pedido no mesmo processo, e entre estes pedidos há independência, podendo um ser acolhido e o outro não. (Material CPIURIS)

  • Gabarito Letra D

    CUMULAÇÃO PRÓPRIA

    Cumulação Simples - A e B

    Art. 327. É lícita a cumulação, em um único processo, contra o mesmo réu, de vários pedidos, ainda que entre eles não haja conexão.

    Cumulação Sucessiva  - A, depois B

    -

    -

    CUMULAÇÃO IMPRÓPRIA

    Cumulação Alternativa A ou B

    Art. 326, Parágrafo único. É lícito formular mais de um pedido, alternativamente, para que o juiz acolha um deles.

    Cumulação Subsidiária - Se não A, então B

    Art. 326. É lícito formular mais de um pedido em ordem subsidiária, a fim de que o juiz conheça do posterior, quando não acolher o anterior.

  • Pedro propôs demanda em face de João, imputando-lhe o fato de tê-lo agredido fisicamente, o que, alegadamente, lhe gerou danos materiais e morais, cujas indenizações pleiteia.

    Está-se diante de cumulação de pedidos: simples;

  • ESPÉCIES DE CUMULAÇÃO

    Cumulação própria ou em sentido estrito: o autor formula contra o réu mais de um pedido visando ao acolhimento conjunto de todos eles.

    a) cumulação simples - em que o acolhimento de um pedido não depende do acolhimento ou da rejeição de outro. Exemplo: cobrança simultânea de duas dívidas oriundas de fatos ou atos diversos; (CASO DA QUESTÃO)

    b) cumulação sucessiva - em que o acolhimento de um pedido depende do acolhimento de outro. Exemplo: investigação de paternidade e petição de herança.

    c) propriamente incidente ou superveniente: se dá quando os pedidos são formulados em momentos processuais diversos. Ex: ação declaratória incidental, incidente de falsidade documental, etc.

    Cumulação imprópria: corre quando o autor não pretende o acolhimento de todas as pretensões cumuladas. Pode ser:

    a) Alternativa:  ocorrerá quando o autor formular dois ou mais pedidos e é indiferente qual deles será acolhido (art. 326, p. único CPC). Ex.: ação que pretende a devolução do dinheiro ou a substituição do bem defeituoso por outro sem defeito.

    b) Subsidiária: há cumulação eventual de pedidos, tendo em vista que há um pedido principal e outros subsidiários, que só serão examinados caso seja rejeitado o primeiro. É possível ainda que o autor formule mais de um pedido subsidiário, alternativamente, para que seja acolhido um deles, inovação implantada pelo Novo CPC

  • Comentário do professor pra quem não tem acesso e também pra salvar aqui:

    A questão exige do candidato o conhecimento da classificação dos pedidos.

    Alternativa A) A doutrina classifica os pedidos como sucessivos quando eles guardam entre si um vínculo de precedência lógica, de modo que o acolhimento de um pressupõe o acolhimento do outro. O pedido de indenização por danos materiais e o pedido de indenização por danos morais não são sucessivos, haja vista que pode haver o deferimento de um sem que haja, necessariamente, o acolhimento do outro. Afirmativa incorreta.

    Alternativa B) Os pedidos são classificados como alternativos quando o autor requer o deferimento de um pedido ou, não sendo possível ao juiz acolhê-lo, o deferimento do outro. O autor requer o deferimento de um ou de outro - e não de ambos - tal como ocorre quando se requer a condenação do réu à indenização de danos materiais e morais. Em outras palavras, a doutrina explica que a cumulação alternativa "consiste na formulação, pelo autor, de mais de uma pretensão, para que uma ou outra seja acolhida, sem expressar, com isso, qualquer preferência". Afirmativa incorreta.

    Afirmativa incorreta.

    Alternativa C) Na cumulação subsidiária, o autor também formula vários pedidos, mas estabelece uma ordem preferencial entre eles. Não sendo possível acolher o pedido principal, o autor requer que seja acolhido o pedido subsidiário. O caso da questão não se adequa a esta hipótese, haja vista que o autor requer o deferimento de um e de outro, ou seja, da indenização pelos danos materiais e pelos danos morais. Afirmativa incorreta.

    Alternativa D) Na cumulação simples, não há interdependência entre os pedidos formulados, podendo ser deferidos todos, nenhum ou apenas parcela deles. O exemplo clássico é o de cumulação de pedido de indenização por danos materiais e por danos morais. Afirmativa correta.

    Alternativa E) A cumulação imprópria abrange a cumulação eventual (ou subsidiária) e alternativa, já descritas nas alternativas B e C. Ambas tratam do deferimento de um ou de outro pedido - e não de ambos, como no caso trazido pela questão. Afirmativa incorreta.

    Gabarito do professor: Letra D.

  • Na cumulação simples, não há interdependência entre os pedidos formulados, podendo ser deferidos todos, nenhum ou apenas parcela deles. O exemplo clássico é o de cumulação de pedido de indenização por danos materiais e por danos morais.


ID
2947714
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Ana, pessoa civilmente capaz, procurou a Defensoria Pública para que esta lhe patrocinasse a causa, voltada para a obtenção de decisão judicial de reconhecimento de seu direito à percepção de pensão previdenciária em razão da morte de seu companheiro, já que, por ora, apenas Fernando, filho de ambos, com doze anos de idade, seria o único beneficiário. Na sequência, Ana, por meio da Defensoria Pública, propôs a medida judicial cabível em face da autarquia previdenciária e do herdeiro Fernando.


Nesse cenário, deverá o julgador:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

     

    O cerne da questão gira em torno da colisão entre interesse do representante legal (Ana) e interesse do menor (Fernando).

     

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

     

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

     

    II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, enquanto não for constituído advogado.

     

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

    Fonte: NCPC

     

    Bons estudos!!

  • Sabe quando que isso acontece na prática? Nunca.

  • Não acontece mesmo, nunca. Trabalho em JEF e nesses casos o processo segue o fluxo.

  • A resposta correta está como a Defensoria. De fato, como regra, é a Defensoria conforme o artigo do CPC citado pelo colega. Mas, só se eu estiver muito enganado, eu li um informativo do STJ dizendo que quando a Defensoria Pública já defender uma das partes do processo, como no caso de Ana (autora), ela não poderia atuar como curadora especial, pois há conflito de interesse. Já li isso em Informativo. Se eu tivesse feito essa prova dessa questão, recorreria até a última instância. Totalmente equivocada a resposta correta.

  • "A atuação da Defensoria Pública como representante do autor e também do réu em uma mesma ação, com profissionais distintos, não configura conflito de interesses. Esse foi o entendimento da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao permitir que defensores públicos de Santa Catarina atuem para partes opostas de um processo penal."

    Acho que levando em conta esse entendimento, quem pode mais, também poderá menos. Procurei o Informativo que o colega citou mas infelizmente só encontrei este.

  • interessante pois nunca vi isso na prática forense.

  • Comentários do Professor Francisco Saint Clair Neto......

    Os menores impúberes (até 16 anos) serão representados em juízo pelos pais; na ausência destes, pelos tutores ou curadores; aos menores púberes (entre 16 e 18) será dada assistência; os loucos, os surdos-mudos e os pródigos estão sujeitos à curatela; os silvícolas, considerados relativamente incapazes, o regime tutelar especial do Estatuto do Índio (Lei nº 6.001, de 19.12.1973). O MP deverá intervir obrigatoriamente nas causas em que haja interesse de incapazes (absolutos ou relativos), sendo necessária a sua intimação, sob pena de nulidade do processo.

    Atenção!

    Caso o incapaz não tenha quem o represente ou assista (ou se os interesses do pai, tutor ou curador forem colidentes com o do incapaz), o juiz deverá nomear um curador especial (art. 72, I).

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, enquanto não for constituído advogado.

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

    Gabarito: A

    Curso TOP_10 de PROCESSO CIVIL.

  • "A atuação da Defensoria Pública como representante do autor e também do réu em uma mesma ação, com profissionais distintos, não configura conflito de interesses. Esse foi o entendimento da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao permitir que defensores públicos de Santa Catarina atuem para partes opostas de um processo penal."

    LINK:https://www.conjur.com.br/2018-jun-15/defensoria-representar-vitima-reu-mesmo-processo-stj

  • Se Ana já é a representante legal de Fernando, pq teria que nomear curador especial?

  • Jefferson Gonzaga acho que você está muito enganado, no Brasil existem quase tantas relações de união estável como casamento, e a probabilidade de ocorrer tal situação como a descrita é enorme.

  • george martins pq há conflito de interesses

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

  • Para a prova de "técnico médio de defensoria" não se cobraria um assunto complexo como o sugerido por alguns colegas: jurisprudência e tudo mais. Fica claro, contudo, que o levantado faz todo o sentido, afinal, na hipótese um mesmo órgão figuraria em ambos os polos da demanda.

  • Por que razão Fernando está no polo passivo (réu), e não no polo ativo, representado judicialmente por sua mãe, que, por sua vez, é patrocinada pela Defensoria Pública?

  • PRA GABARITAR A QUESTÃO TEM QUE DEDUZIR QUE HÁ CONFLITO DE INTERESSES ENTRE O REPRESENTANTE E O MENOR.  ACHEI A QUESTÃO MUITO SUBJETIVA, POIS PELO CASO NÃO HAVERIA NECESSARIAMNTE UM CONFLITO...

  • Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, enquanto não for constituído advogado.

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • Letra A

    Ainda há quem não tenha entendido?

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    Ou seja, o interesse da mãe colide com a do filho a pari do momento que ela entra numa segunda demanda, dessa vez solicitando que o benefício que o filho recebe seja extensível a ela.

  • não é questao de deduzir o conflito de interesse, explico:

    quando se tem uma ação judicial desse porte a mãe é obrigada a colocar seu filho como réu na ação. caso nao faça o juiz manda emendar por ausencia de parte ré.

    sendo ele reu ela nao pode ser representante dele, senao ela estaria num processo dela x ela mesma.

    por isso nomeia-se um curador para o menor pq a mae nao pode ser sua representante.

    acontece muito tbm em ação de reconhecimento de uniao estavel pós morte.

    apesar de tudo isso, achei que defensores nao podiam atuar no mesmo processo, mas vi que juntaram um julgado que reconheceu ser legitmo. eu marquei que o menor seria representado pelo MP, mas bom saber que pode existir dois defensores do mesmo estado na mesma causa.

  • Jefferson Gonzaga Rodrigues,

    Eu estagio na DPU de Sobral/CE há 1 (um) ano e já vi 2 casos idênticos a esse por lá... Kkkkkkk

    Abraço e bons estudos!!

  • Há conflito de interesses porque, caso seja deferida a extensão do benefício previdenciário à mãe, o filho terá que dividir a pensão que recebe de maneira integral. Por isso há a necessidade de curatela especial, na forma do art. 72, I, do NCPC.

  • Sobre a importância de resolver questões: vejam a Q878319 cobrada na prova no TJAL para o cargo de Tecnico Judiciário quase idêntica a essa!!

    Maria teve o pedido de pensão previdenciária negado ao argumento de que Fernando, seu convivente falecido, não a registrou em vida como companheira ou dependente em seu órgão pagador. Nesse sentido, a integralidade da pensão foi destinada ao filho único Antônio, menor impúbere, que é fruto de seu relacionamento com Maria.

    Nesse cenário, para que Maria obtenha o reconhecimento judicial de união estável e sua dissolução post mortem, deverá propor ação em face de:

    c. Antônio, devendo o juiz nomear um curador especial ao incapaz;

  • Eu pensei que o papel de mãe poderia ser dado como representante legal de incapaz.

  • Nesta questão existe a dúvida, pois neste caso a Defensoria já assiste a mãe e não poderia representar o filho, havendo portanto conflito de interesse, seria o caso de o juiz nomear um Advogado ou o MP para atuar como custus legis, tendo em vista interesse do menor? Creio que esta questão deixou margem para esse entendimento.

  • Sendo Fernando, filho da autora, menor impúbere, deverá estar em juízo representado por ela, sua genitora. Ocorre que Fernando figurará no polo passivo da ação em que sua representante legal é autora, sendo os interesses de ambos conflitantes, haja vista que o pedido formulado pela autora na ação diz respeito ao rateio do benefício previdenciário que está sendo direcionado exclusivamente ao réu.

    Diante deste conflito de interesses, a lei processual determina que seja nomeado curador especial ao réu, a fim de que os direitos dele sejam assegurados de forma imparcial, senão vejamos:

    "Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao: I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade (...). Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei".

    Gabarito do professor: Letra A.
  • @KIVIAN EGITO

    Na prática seria nomeado um defensor público diverso do que assiste a mãe, já que o art. 72, p.u., CPC diz que a curatela especial será exercida pela Defensoria Pública.

  • GABARITO: A

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, enquanto não for constituído advogado.

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • Sim, Simone Elias, há seres não tão "iluminados" que ainda não entenderam. Como eu. Evidente o conflito de interesses. O que estranhei, como a (o) Rê :) foi a Defensoria poder atuar em favor da autora e do segundo réu. Por isso, marquei a letra B. As pessoas ficam esclarecendo a questão segundo o inciso I do art. 72; desnecessário, já que não é esse o maior desafio da questão...

  • Se o incapaz não tiver representante legal, ou na hipótese de os interesses do incapaz colidirem com os do seu representante, o juiz nomeará curador especial. (Caberá à Defensoria Pública exercer o papel de curador especial - art. 72, p. único, CPC)

  • Alguém pode me explicar a razão desse conflito de interesses? Não consigo enxegar

  • Pelo que entendi Jéssica Nayara da dúvida dos colegas que querem saber por que se aplica o ART. 72, é porque a mãe não era declarada como herdeira oficialmente, apenas o filho que não pode ser representado por Ela como tutora, pois à mesma está tentando alterar um documento que foi deixado em nome do filho causando o conflito de interesses.

  • O interesse da mãe colide com o do filho, ou seja, por ela não ser oficialmente casada, a pensão fica só para o filho.

    Ela quer que essa pensão também seja repartida com ela..

    O que é algo bom, pois a criar a atingir a maior idade vai perder tal benefício para o Estado.

    Em sendo a mãe beneficiada a parte que o filho perde será revertida para mãe.

    Ex.: ficou a pensão de R$ 1.000,00 para o filho

    A mãe quer o direito à metade desse benefício.

    Quando o filho perder o direito de recebimento a parte dele agrega a que ela recebe.

  • A defensoria Pública pode representar vítima e réu no mesmo processo, diz STJ

    15 de junho de 2018.

    A atuação da Defensoria Pública como representante do autor e também do réu em uma mesma ação, com profissionais distintos, não configura conflito de interesses. Esse foi o entendimento da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao permitir que defensores públicos de Santa Catarina atuem para partes opostas de um processo penal. 

  • Por haver interesses conflitantes de incapaz, necessária a nomeação de curador especial (art. 72, inciso I, do CPC), de forma que caberá à Defensoria Pública a defesa do incapaz, conforme prevê o parágrafo único do referido artigo.

  • Errei por achar que a DP não poderia por conta de já estar tutelando os interesses da mãe do menor, mas com o comentário do colega Andrew Medeiros, o assunto foi clareado.

  • fazem muita confusão pra explicar a questão... não precisa isso.

  • Resposta em 2:15:29

    https://www.youtube.com/watch?time_continue=8390&v=JjNNQ5cULkQ

  • GABARITO: A

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, enquanto não for constituído advogado.

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • Resumo da ópera = A DP, caso seja necessário, pode patrocinar ambas as partes na mesma ação.

  • Art. 72. O Juiz nomeará curador especial ao:

    I- incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele (Ana, sua mãe), enquanto durar a incapacidade.

  • Ainda não consegui ver como o interesse dos dois colidem apenas com base nos dados da questão

  • É NOMEADO CURADOR ESPECIAL AO FILHO, POIS O INTERESSE DE ANA COLIDE COM A DO FILHO, QUAL SEJA A PENSÃO SERÁ DIVIDIDA.

    E ELA SENDO AUTORA DA AÇÃO, NÃO PODERIA SER REPRESENTANTE DO FILHO NA MESMA AÇÃO.

    O QUE EU TENHO QUE ENTENDER É QUE A PENSÃO SERÁ DIVIDIDA. NÃO É FORNECIDA UMA NOVA PENSÃO A ANA CASO SEJA DEFERIDO O PEDIDO. A PENSÃO QUE O FILHO JÁ RECEBE PERDERÁ QUANTITATIVO PARA ANA E POR ISSO COLIDEM OS INTERESSES.

    Resposta em 2:15:29

    https://www.youtube.com/watch?time_continue=8390&v=JjNNQ5cULkQ

  • Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

     I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade (...).

     Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • REGRA

    A DPE NÃO PODE PATROCINAR AUTOR E RÉU

    EXCEÇÃO

    A DPE PODE PATROCINAR AUTOR E RÉU

    SE OS DEFENSORES FOREM DIFERENTES

    SE HOUVER DETERMINAÇÃO LEGAL (conflito de interesses, assistente de acusação)

    _____________________

    4. Não existe empecilho a que a Defensoria Pública represente,concomitantemente, através de Defensores distintos, vítimas de um delito, habilitadas no feito como assistentes de acusação, e réus no mesmo processo, pois tal atuação não configura conflito de interesses, assim como não configura conflito de interesses a atuação do Ministério Público no mesmo feito como parte e custos legis, podendo oferecer opiniões divergentes sobre a mesma causa.Se assim não fosse, a alternativa restante implicaria reconhecer que caberia à Defensoria Pública escolher entre vítimas e réus num mesmo processo os que por ela seriam representados, excluindo uns emdetrimento de outros. Em tal situação, o resultado seria sempre o de vedação do acesso à Justiça a alguns, resultado que jamais se coadunaria com os princípios basilares de igualdade e isonomia entre cidadãos que norteiam a Constituição, inclusive na forma de direitos e garantias fundamentais (art. 5º, caput, CF) que constituemcláusula pétrea (art. 60, § 4º, IV da CF).

    (Processo RMS 45793 / SC RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA2014/0136623-4Relator(a)Ministro REYNALDO SOARES DA FONSECA (1170)Órgão JulgadorT5 - QUINTA TURMA Data do Julgamento 07/06/2018)

    ___________________________

    3.Verificado o conflito de interesses entre a criança e sua genitora, impõe-se a nomeação da Defensoria Pública como curadora especial, nos termos do art. 9º, I, CPC e art. 142, parágrafo único,ECA.4.A Defensoria Pública, no exercício da curadoria especial,desempenha apenas e tão somente uma função processual de representação do menor em juízo, sem qualquer obstrução às atividades institucionais do Ministério Público, o qual exerce seu mister de representação não apenas em caráter endoprocessual mas sim no interesse de toda sociedade.

    (Processo AgRg no AgRg no AREsp 298526 / RJAGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL2013/0041292-7Relator(a)Ministra NANCY ANDRIGHI (1118)Órgão JulgadorT3 - TERCEIRA TURMA - Data do Julgamento10/06/2014)

  • GABARITO: A

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • LETRA A CORRETA

    CPC

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, enquanto não for constituído advogado.

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • Boa questão. É lei seca, mas exige um mínimo de raciocínio. Interessante como derruba bastante gente.

  • errei essa questão uma vez, p nunca mais! :D

    Gab. A

  • Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, enquanto não for constituído advogado.

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

    Gabarito letra (A)

  • Realmente, é a DP que será curadora do menor, mas é pegadinha mesmo, pois pelo menos eu pensei: "ora, se a DP já atua para uma parte, como ela atuaria para a outra?", então teria que ser o MP.

    Viajei ?

    Em tese estaria a DP incorrendo no crime de patrocínio simultâneo ou tergiversação.

    O que acham ?

  • Jefferson Gonzaga Rodrigues Amorim

    Estagiei em uma DPE e vi isso acontecer mais de uma vez. Não é tão complicado nem burocrático assim.

  • Carlos, não tem patrocínio simultâneo nem tergiversação. Basta nomear um DP diferente do que está assistindo a autora.

  • Pode sim Rê, aliás, o correto é existirem, no mínimo, dois defensores, pois se temos na constituição que a todos são assegurados o contraditório e ampla defesa, logo, temos que ter, no mínimo, dois Defensores em cada comarca, pois pode ser que tenhamos autor hipossuficiente e réu também hipossuficiente ou ocorra conflito de interesses como na questão.

    Rê você só não tinha ainda dado conta disso, pois na prática as Defensorias Públicas estão totalmente desestruturadas. Por isso fica tão difícil essa visão.

    Ademais, o Defensor pode se julgar suspeito caso tenha feito algum atendimento a "parte autora", mesmo ela não tendo entrado com a ação, caso em seguida a parte ré o procure para entrar com a ação em relação ao mesmo fato (nesses casos quem entra é o outro defensor).

    Jefferson isso é muito comum aqui no Estado do Rio. Quase todas comarcar aqui no RJ têm dois órgãos. A 2ª vara aqui da minha cidade fica uma Defensora titular. Na 1ª vara fica um substituto (a). O substituto troca de mês em mês.

  • COLIDIU O INTERESSE DE ANA COM O DE FERNANDO: propôs a medida judicial cabível em face da autarquia previdenciária e do herdeiro Fernando.

  • Acertei aqui e na prova =)

  • "Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao: I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade (...). Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei".

    Gabarito do professor: Letra A.

  • Colega Jeferson Gonzaga, acontece bastante na prática, cara.

    É muito comum que a pessoa A, hipossuficiente, procure a DPE para ajuizar uma demanda em face da pessoa B (suponhamos que também hipossuficiente). Por conta dessa falta de recursos, a pessoa B procura a DPE e, no momento do atendimento, verificando-se que o caso já está sob a responsabilidade do defensor público X, a pessoa B vai ser encaminhada ao defensor público Y.

    Acontece, portanto, da mesma forma nas hipóteses da curadoria mencionada na questão. Busca-se, na estrutura da DPE local, o chamado "defensor colidente", ou seja, conforme a organização e divisão de atribuições internas, haverá um defensor específico para atuar em demandas nas quais haja conflito de interesses.

    Espero ter ajudado!

    Um abraço aos colegas!

  • Caso de colisão de interesses entre mãe e filho.

    Gabarito: A

  • ela moveu uma ação contra o próprio filho? que bizarro

  • Art. 72 P.U

     A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • Pessoal, me ajudem com esse entendimento: " - incapaz, se não tiver representante legal " a mãe nao sera a representante legal?

  • Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital* ou com hora certa*, enquanto não for constituído advogado. *Citação ficta*

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei

  • Quando o Ministério Público for o autor da ação de destituição do poder familiar NÃO haverá a necessidade de nomeação de curador especial à criança ou ao adolescente. Esse entendimento já era encampado pelo STJ e acabou sendo positivado na legislação pela Lei 13.509/17.

    Vejam o artigo 162, §4º do ECA:

    § 4º. Quando o procedimento de destituição de poder familiar for iniciado pelo Ministério Público, não haverá necessidade de nomeação de curador especial em favor da criança ou adolescente.

    Esse artigo reflete a Teoria DEMÓBORA, segundo a qual os infantes, em sede de ação de destituição, seriam apenas destinatários da proteção judicial e não propriamente partes, o que justificaria a desnecessidade de nomeação de curador especial. Para os defensores dessa corrente, a presença do Ministério Público no processo já garantiria suficiente proteção aos interesses da criança e do adolescente. Dentro dessa ótica, a atuação da curadoria especial seria desnecessária e geraria apenas uma demora desnecessária do processo, ocasionando, em última análise, prejuízos aos infantes.

    Essa posição se contrapõe à Teoria DEMOCRÁTICA, sustentada pela Defensoria Pública, que defende que é imprescindível a atuação do Defensor Público como curador das crianças e adolescentes. Segundo os defendentes dessa corrente, o Ministério Público atua como legitimado extraordinário, e seu objetivo é promover a imparcial aplicação da lei. A curadoria especial, por sua vez, atua como representante processual da parte incapaz de estar em juízo e de integrar a relação jurídico-processual – a criança ou o adolescente, assegurando seu direito à participação no processo e garantindo, de forma efetiva, os seus interesses em juízo. Logo, sendo as funções distintas, a atuação do Ministério Público não supriria a atuação da curadoria especial, sendo imprescindível, portanto, a presença da Defensoria.

  • questão pegadinha: mesmo que se saiba as situações de curadoria especial do art. 72 (no caso de incapaz sem representação) é preciso saber especificamente que essas são exercidas pela defensoria e não pelo MP , como se sugere por interesse de incapaz.

  • Gabarito Letra A

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • Deve indicar curador ao filho, visto que seus interesses colidem com os interesses de seu representante legal. Cabe à defensoria tal curadoria.

  • GABARITO LETRA A.

    Ana, pessoa civilmente capaz, procurou a Defensoria Pública para que esta lhe patrocinasse a causa, voltada para a obtenção de decisão judicial de reconhecimento de seu direito à percepção de pensão previdenciária em razão da morte de seu companheiro, já que, por ora, apenas Fernando, filho de ambos, com doze anos de idade, seria o único beneficiário. Na sequência, Ana, por meio da Defensoria Pública, propôs a medida judicial cabível em face da autarquia previdenciária e do herdeiro Fernando. Nesse cenário, deverá o julgador:

    GABARITO / A) nomear curador especial ao segundo réu, tocando à Defensoria Pública tal munus; COMENTÁRIO: Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao: I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade; II - réu preso revel, bem como ao réu revel citado por edital ou com hora certa, enquanto não for constituído advogado. Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • o que significa "munus" ?

  • Raquel Ruelles, "munus" é um jargão jurídico usado pela FGV para informar que a Defensoria Pública tem a responsabilidade de defender os interesses do menor nesses casos.

  • Sendo Fernando, filho da autora, menor impúbere, deveria estar em juízo representado por ela, sua genitora. Ocorre que Fernando figurará no polo passivo da ação em que sua representante legal é autora, sendo os interesses de ambos conflitantes, haja vista que o pedido formulado pela autora na ação diz respeito ao rateio do benefício previdenciário que está sendo direcionado exclusivamente ao réu. Diante deste conflito de interesses, a lei processual determina que seja nomeado curador especial ao réu, a fim de que os direitos dele sejam assegurados de forma imparcial.

  • Caraca, a mãe botou o menino como réu rsrs

  • Nesse caso o MP funciona como fiscal da ordem jurídica. Cabendo a representa do menor por curador especial, a Defensoria Pública.

  • Defensoria representa autor e réu ao mesmo tempo. Estranho... Mas é isso aí!

  •  A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

  • Imaginei que era o MP que deveria auxiliar o garoto, pois tem a função de atuar no interesse dos incapaz.

  • GAB: A

    Nesse caso:

    • A Defensoria Pública representará o menor como curadora especial
    • O Ministério Público intervirá no processo por tratar de interesse de incapaz
  • Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I- incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública,

  • Alguém me explica o que é tal munus ?

  • Entendi nem a pergunta kkkk

  • Que interessante, a Defensoria assiste as mesmas partes no mesmo processo, atuando em favor da autora e como curador do réu. Muito interessante isso neh senhora FGV?!

  • Entendi foi nada.

  • Sendo Fernando, filho da autora, menor impúbere, deverá estar em juízo representado por ela, sua genitora. Ocorre que Fernando figurará no polo passivo da ação em que sua representante legal é autora, sendo os interesses de ambos conflitantes, haja vista que o pedido formulado pela autora na ação diz respeito ao rateio do benefício previdenciário que está sendo direcionado exclusivamente ao réu.

    Diante deste conflito de interesses, a lei processual determina que seja nomeado curador especial ao réu, a fim de que os direitos dele sejam assegurados de forma imparcial, senão vejamos:

    "Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao: I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade (...). Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei".

    Gabarito do professor: Letra A.

    Fonte: Gabarito comentado

  • A defensoria é a curadora especial... ok... e o MP não precisa defender o interesse dos incapazes? ai o MP estaria, junto do defensor publico, defendendo os interesses do menor? fiquei entre A e B, lembrei que o MP é quem cabe defender os interesses dos incapazes e errei... Talvez o examinador saiba disso (só talvez...)

  • Também marquei MP. ¯\_(ツ)_/¯

    EUSOU3%!

    Deus vai na frente abrindo o caminho, quebrando as correntes, tirando os espinhos. Ordena aos anjos pra contigo lutar, Ele abre as portas pra ninguém mais fechar. Ele trabalha pra o que Nele confia, caminha contigo de noite ou de dia. Erga as mãos, sua bênção chegou, e comece a cantar com muito louvor!

  • quem elaborou a questão dormiu de calça jeans

  • Gabarito B

    Ana, por meio da Defensoria Pública, propôs a medida judicial cabível em face da autarquia previdenciária e do herdeiro Fernando ( apenas Fernando, filho de ambos, com 12 anos de idade, seria o único beneficiado, até o momento da ação.)

    Ana ---- >pretende parte da pensão em razão da morte do seu companheiro até então destinada tão somente ao Fernando, filho do casal. Diante disso, a ação será ajuizada contra a autarquia previdenciária e contra o filho (Fernando/ 12 anos).

    Por haver colisão de interesses, entre Ana e o filho, será designado curador especial p/ Fernando (2 º réu).

    Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao:

    I - incapaz, se não tiver representante legal ou se os interesses deste colidirem com os daquele, enquanto durar a incapacidade;

    (...)

    Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela Defensoria Pública, nos termos da lei.

    (CPC)


ID
2947717
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2019
Provas
Disciplina
Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Assuntos

Segundo o vigente Código de Processo Civil, o juiz proferirá as sentenças no prazo de 30 (trinta) dias, bem como poderá, nas causas que dispensem a fase instrutória, e independentemente de citação do réu, julgar liminarmente improcedente o pedido, se verificar, desde logo, a ocorrência de prescrição ou decadência.


Trata-se de regras processuais que encerram a aplicação do princípio constitucional do(a):

Alternativas
Comentários
  • LETRA E

    Artigo 5º LXXVIII, da CF: [...] a todos , no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantem a celeridade de sua tramitação

    https://lfg.jusbrasil.com.br/noticias/2016130/a-razoavel-duracao-do-processo-joao-batista-barroso

  • É dever do juiz, conforme o art. 139 do CPC, inciso II:

    "Art.139. O juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe:

    I - assegurar às partes igualdade de tratamento;

    II - velar pela duração razoável do processo;"

  • encerram ou ensejam ?

  • Não faz sentido o juiz permitir que o processo continue tramitando se já verificou, desde logo, a ocorrência de prescrição ou de decadência.

    Ora, seria extremamente contraproducente, por exemplo, que o processo tramitasse por três, quatro, cinco anos, para, no final, decidir o magistrado pela extinção com base na existência de prescrição ou decadência do direito. Assim, em respeito à duração razoável do processo, deve o juiz, verificando a ocorrência dos fenômenos mencionados, julgar extinto o processo.

    Lembrando que, verificando a ocorrência de prescrição ou decadência, irá o juiz extinguir o processo COM resolução de mérito, nos termos do artigo 487, II, do CPC; diferente do que acontecia com o CPC/73, em que a extinção era SEM resolução de mérito.

  • vou ser sincero, eu acertei , porem , foi assim, fiquei fiosofando e perdendo um bom tempo na questao e no final vi q so poderia ser a letra E , porem a questao da ampla defesa deixa duvida se vc viajar demais. osso hein, tem que ler é livro mesmo !! videoaula so se for muito boa mesmo

  • Comentários do Professor Francisco Saint Clair Neto ...

    Este Princípio já se encontra insculpido na Constituição da República Federativa do Brasil (art. 5º, LXXVIII) e agora ganha mais força com a menção expressa no Novo Código de Processo Civil (art. 4º). Dessa forma, explica Alexandre Câmara que, “não basta obter-se a sentença em tempo razoável, devendo ser tempestiva também a entrega do resultado de eventual atividade executiva”.

    Art. 5º . LXXVIII a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.

    A veiculação aos precedentes (art.927), os mecanismos de antecipação de tutela (art.294), a melhoria no sistema recursal (art.994), a própria cooperação processual (art.6), a ordem cronológica (art.12) e, principalmente, o acordo de calendarização (art.191) constituem instrumentos para efetivação do princípio da razoável duração do processo.

    O Novo Código, por seu turno, prevê que essa garantia de duração razoável do processo aplica-se ao tempo de obtenção da solução integral do mérito, que compreende não apenas o prazo para pronunciamento da sentença, mas também para a ultimação da atividade satisfativa. É que condenação sem execução não dispensa à parte a tutela jurisdicional a que tem direito. A função jurisdicional compreende, pois, tanto a certificação do direito da parte, como sua efetiva realização. Tudo isso deve ocorrer dentro de um prazo que seja razoável, segundo as necessidades do caso concreto. 

    Curso TOP_10 de Processo Civil:

    Gabarito: E

  • Aluisio Junior, encerrar tem 2 significados, o segundo é ensejar. Eu tbm respondi errado por não saber isso na hora.

  • Gab E. Duração razoável do processo. Não sentido o juiz prosseguir com um andamento de um processo que já viu estar prescrito ou com que o direito já decaiu, bem como prazo pra proferir a sentença (prazo impróprio esse rsrs já que seu descumprimento não acarreta nenhuma consequência no processo) rsrs seria bom se todo juiz acatasse.

  • livre acesso à justiça;

    CF, art. 5º, XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;

    juiz natural;

    CF, art. 5º, XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;

    CF, art. 5º, LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;

    isonomia;

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    ampla defesa;

    CF, art. 5º, LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;

    duração razoável do processo.

    CF, art. 5º, LXXVIII - a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.

    CPC/15: Art.139. O juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe:

    II - velar pela duração razoável do processo;

  • Segundo a Emenda Constitucional n. 45/2004 Com essa mudança, entretanto, não pode comprometer a segurança jurídica. Os princípios da celeridade e da duração do processo devem ser aplicados com observação dos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, assegurando que o processo não se estenda além do prazo razoável e tampouco venha a comprometer a plena defesa e o contraditório.

  • NO CPC/15 TAL PRINCÍPIO SE ENCONTRA EXPRESSO NOS ARTIGOS 4° E 6°.

    DE ACORDO COM ESSE PRINCÍPÍO,TODOS QUE PARTICIPAREM DESTE PROCESSO TÊM DIREITO DE OBTER EM PRAZO RAZOÁVEL A SOLUÇÃO INTEGRAL DO MÉRITO,INCLUÍDA A ATIVIDADE SATISFATIVA,EFETIVA.

    GABA E

  • Segundo o honorável doutrinador Rinaldo Mouzalas, o princípio da duração razoável do processo é princípio-garantia diretamente relacionado à ideia do devido processo legal. Garante a todos no âmbito judicial e administrativo, o direito a um processo com duração admissível, que seja capaz de satisfazer e reparar efetivamente os interesses perseguidos, sem, ao mesmo passo, prejudicar garantias orgânicas e processuais que assistem ao sujeito do processo.

  • O princípio da duração razoável do processo foi positivado no art. 4º, do CPC/15, nos seguintes termos: "As partes têm o direito de obter em prazo razoável a solução integral do mérito, incluída a atividade satisfativa". Acerca de seu conteúdo, explica a doutrina que "o direito à duração razoável do processo não constitui e não implica direito a processo rápido ou célere. As expressões não são sinônimas. A própria ideia de processo já repele a instantaneidade e remete ao tempo como algo inerente à fisiologia processual. A natureza necessariamente temporal do processo constitui imposição democrática, oriunda do direito das partes de nele participarem de forma adequada, donde o direito ao contraditório e os demais direitos que confluem para organização do processo justo ceifam qualquer possibilidade de compreensão do direito ao processo com duração razoável simplesmente como direito a um processo célere. O que a Constituição e o novo Código determinam é a eliminação do tempo patológico - a desproporcionalidade entre duração do processo e a complexidade do debate da causa que nele tem lugar. O direito ao processo justo implica direito ao processo sem dilações indevidas, que se desenvolva temporalmente dentro de um tempo justo" (MARINONI, Luiz Guilherme, e outros. Novo Código de Processo Civil Comentado. São Paulo: Revista dos Tribunais. 1 ed. 2015. p. 97).

    Nos casos em que a prescrição e a decadência podem ser verificadas de plano, não há razão para que seja dado prosseguimento ao processo, citando o réu e eventualmente ingressando na fase instrutória, quando já se sabe, de antemão, que o autor já decaiu de seu direito ou que já teve a sua pretensão prescrita, motivo pelo qual a lei processual autoriza o juiz a julgar liminarmente improcedente o pedido (art. 332, §1º, CPC/15).

    Em sede constitucional, mencionado princípio está positivado nos seguintes termos: "Art. 5º, LXXVIII, CF/88. A todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação". 

    Gabarito do professor: Letra E.
  • livre acesso à justiça;

    CF, art. 5º, XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito;

    juiz natural;

    CF, art. 5º, XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;

    CF, art. 5º, LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente;

    isonomia;

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    ampla defesa;

    CF, art. 5º, LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;

    duração razoável do processo.

    CF, art. 5º, LXXVIII - a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.

    CPC/15: Art.139. O juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe:

    II - velar pela duração razoável do processo;

  • Somente para complementar o estudo com os prazos:

    Art. 226. O juiz proferirá:

    I - os despachos no prazo de 5 (cinco) dias;

    II - as decisões interlocutórias no prazo de 10 (dez) dias;

    III - as sentenças no prazo de 30 (trinta) dias.

  • Alguém pode me explicar o sentido da palavra encerram na questão? eu errei porque considerei como (acabar/finalizar).

  • GABARITO: E

    Art. 139. O juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe:

    I - assegurar às partes igualdade de tratamento;

    II - velar pela duração razoável do processo;

    III - prevenir ou reprimir qualquer ato contrário à dignidade da justiça e indeferir postulações meramente protelatórias;

  • O Princípio da Duração Razoável do Processo no Novo CPC está previsto no seu artigo 4º e reforça no âmbito civil o disposto no art. 5º, LXXVIII da CRFB de 1988

    Art. 4o As partes têm o direito de obter em prazo razoável a solução integral do mérito, incluída a atividade satisfativa. Gabarito "E"

  • O termo "encerram" quando empregado neste contexto tem o significado de conter, ou seja, contém a aplicação do princípio abaixo constante das assertivas. Espero ter ajudado.

  • A - LIVRE ACESSO À JUSTIÇA (INAFASTABILIDADE DO JUDICIÁRIO)

    B - JUIZ NATURAL (PREVIAMENTE DESIGNADO, SEM TRIBUNAL DE EXCEÇÕES)

    C - ISONOMIA (TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI)

    D - AMPLA DEFESA (TODOS OS MEIOS JURIDICAMENTE DISPONÍVEIS PARA DEFESA)

    E - DURAÇÃO RAZOÁVEL DO PROCESSO (VELAR PELA CELERIDADE PROCESSUAL E EVITAR A MOROSIDADE PARA OBTENÇÃO DE RESULTADO SATISFATIVO)

  • E. duração razoável do processo. correta

  • O princípio da duração razoável do processo foi introduzido na CF pela Emenda Constitucional nº 45/2004, que acrescentou ao art. 5º o inc. LXXVIII onde estabelece que a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.

    Além disso, o art. 4º, do CPC, revela que o prazo razoável se estende também à atividade satisfativa. Vejamos:

    Art. 4o As partes têm o direito de obter em prazo razoável a solução integral do mérito, incluída a atividade satisfativa. 

  • Parágrafo único do art. 487: Ressalvada a hipótese do § 1º do art. 332 , a prescrição e a decadência não serão reconhecidas sem que antes seja dada às partes oportunidade de manifestar-se.

    §1 do art. 332: O juiz também poderá julgar liminarmente improcedente o pedido se verificar, desde logo, a ocorrência de decadência ou de prescrição.

  • Questão com duas respostas possíveis.

    4 Sinônimos de encerrar:

    1.Pôr fim: terminar, finalizar, concluir, acabar.

    2.Conter em si: conter, incluir, abranger, compreender.

    3.Recolher em local fechado: enclausurar, enclaustrar, aprisionar, encarcerar, encasular, encelar, encurralar, fechar, guardar, prender, recolher.

    4.Não ir além: circunscrever-se, cingir-se, limitar-se, reduzir-se.

  • Letra E

  • As duas regras estabelecidas pelo CPC/2015 têm nítida relação com o princípio da razoável duração do processo:

    Prazo de 30 dias para o juiz proferir sentenças → foi estabelecido justamente para evitar que o processo fique eternamente na “mesa do juiz”, aguardando um julgamento.

    Improcedência liminar do pedido caso o juiz verifique prescrição ou decadência, independentemente da citação do réu → aqui, o juiz vai julgar o pedido do autor improcedente antes mesmo da citação do réu. Veja que o juiz decide de forma muito rápida, evitando todo o procedimento de citação da parte contrária, já que a improcedência do pedido do autor está ali, escancarada pela ocorrência da prescrição.

    Resposta: e)

  • GABARITO: E

    Art. 4º As partes têm o direito de obter em prazo razoável a solução integral do mérito, incluída a atividade satisfativa.

    Assim, podemos concluir que o Princípio da Duração Razoável do Processo, ao menos no âmbito civil, ganhou novos contornos ao estabelecer a prioridade em se resolver o mérito da questão, incluindo a entrega do bem da vida pleitado, e não meramente uma decisão favorável, com isso evoluindo de uma duração razoável do processo meramente formal para uma material.

  • LETRA E

    Art. 4º As partes têm o direito de obter em prazo razoável a solução integral do mérito, incluída a atividade satisfativa

  • encerram?

  • Esse "encerram" foi cruel... Pelo menos aprendi que essa palavra tem mais de um significado. Na próxima vez não erro mais.

  • Eu fiquei refletindo esse encerram também, mas como era múltipla escolha, nõ podiam estar 4 erradas, então entendi que o encerram estava mais para "privilegia".

  • Segundo o vigente Código de Processo Civil, o juiz proferirá as sentenças no prazo de 30 (trinta) dias, bem como poderá, nas causas que dispensem a fase instrutória, e independentemente de citação do réu, julgar liminarmente improcedente o pedido, se verificar, desde logo, a ocorrência de prescrição ou decadência.

    Trata-se de regras processuais que encerram a aplicação do princípio constitucional do(a): duração razoável do processo.

  • LETRA E

    Artigo 5º LXXVIII, da CF: [...] a todos , no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantem a celeridade de sua tramitação.

  • Gabarito Letra E

    Art. 139. O juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe:

    II - velar pela duração razoável do processo;

  • Artigos 9º e 10 do CPC    - PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO DA DECISÃO SURPRESA: 

    Art. 10. O juiz não pode decidir, em grau algum de jurisdição, com base em fundamento a respeito do qual não se tenha dado às partes oportunidade de se manifestar, AINDA QUE SE TRATE de matéria sobre a qual deva decidir de ofício.

    REGRA GERAL: Prescrição e decadência não serão reconhecidas sem antes dar as partes a oportunidade de manifestar-se.

    EXCEÇÃO A REGRA: improcedência liminar do pedido.

    base legal: art. 487, parágrafo único c/c 322, §1º, ambos CPC/15.

    Renato ajuizou ação de cobrança contra Paulo, julgada procedente em primeiro grau. No julgamento do recurso de apelação interposto pelo réu, o Tribunal pronunciou a prescrição de ofício, sem conceder às partes a oportunidade de se manifestarem sobre essa matéria, que não havia sido previamente ventilada no processo. De acordo com o que está disposto no Código de Processo Civil, o acórdão que decidiu o recurso de apelação é

    NULO, pois o juiz não poderá decidir com base em fundamento acerca do qual não se tenha dado às partes oportunidade de se manifestarem, nem mesmo em segundo grau de jurisdição, ainda que se trate de matéria pronunciável de ofício.

  • RESSALTANDO quanto ao comentário da colega FLÁVIA, em caso de improcedência liminar do pedido quanto a prescrição e decadência está consubstanciado no art.332, §1º do CPC/15, conhecida como Prescrição ex officio, que será resolvida com mérito.

    Ademais, deve se da oportunidade para a parte requerente se manifestar com base no art.10 CPC, em razao do Principio da vedação da decisão surpresa.

  • Ao meu ver a questão está mal redigida, quando ali diz “encerra” pode dar a ideia de que ela pede o princípio no qual não caberia no caso em questão que seria o da ampla defesa, já que no julgamento de improcedência liminar do pedido, ainda mais por decadência ou prescrição, não entraria tbm o princípio da ampla defesa, por se tratar de matéria de ordem pública, não abrindo espaço para contestação da parte contrária.

    Ficar de olho nessas palavras chaves

  • O princípio da razoável duração do processo se dirige a todos os atores do processo. Em relação ao juiz, cabe a ele, nos termos do art. 139, II, do CPC, velar pela razoável duração do processo. É possível inferir a concretização deste princípio, por exemplo, na previsão de tutelas provisórias, julgamento de improcedência liminar do pedido, julgamento antecipado parcial do mérito, procedimentos especiais etc. 

  • Nunca imaginei que a palavra "encerrar" poderia ser utilizada nesse contexto. Vivendo e aprendendo.

  • Art. 226. O juiz proferirá:

    I - os despachos no prazo de 5 (cinco) dias;

    II - as decisões interlocutórias no prazo de 10 (dez) dias;

    III - as sentenças no prazo de 30 (trinta) dias.

    Art. 332. Nas causas que dispensem a fase instrutória, o juiz, independentemente da citação do réu, julgará liminarmente improcedente o pedido que contrariar:

    I - enunciado de súmula do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça;

    II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

    III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência;

    IV - enunciado de súmula de tribunal de justiça sobre direito local.

    § 1º O juiz também poderá julgar liminarmente improcedente o pedido se verificar, desde logo, a ocorrência de decadência ou de prescrição.

  • Art.139. O juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe:

    I - assegurar às partes igualdade de tratamento;

    II - velar pela duração razoável do processo;