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Prova FCC - 2012 - TCE-AM - Analista de Controle Externo - Auditoria de Obras Públicas


ID
761881
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas deve encaminhar o relatório de atividades à Assembleia Legislativa

Alternativas
Comentários
  • Art. 71 CF. § 4º - O Tribunal encaminhará ao Congresso Nacional, trimestral e anualmente, relatório de suas atividades.
  • Pelo princípio da Simetria Concêntrica, aplica-se o art. 71 § 4º da CF: O Tribunal encaminhará ao Congresso Nacional, trimestral e anualmente, relatório de suas atividades.


ID
761884
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

A Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas verificou a existência de investimentos não autorizados realizados pelo Executivo Estadual, que, depois de notificado, prestou esclarecimentos de forma insuficiente. Nesse caso, a Assembleia Legislativa poderá sustar o pagamento da referida despesa se constar do pronunciamento conclusivo do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas que

Alternativas
Comentários
  • Art. 72 CF. A Comissão mista permanente a que se refere o art. 166, §1º, diante de indícios de despesas não  autorizadas, ainda que sob a forma de investimentos não programados ou de subsídios não aprovados, poderá solicitar à autoridade governamental responsável que, no prazo de cinco dias, preste os
    esclarecimentos necessários.
    § 1º - Não prestados os esclarecimentos, ou considerados estes insuficientes, a Comissão solicitará ao Tribunal pronunciamento conclusivo sobre a matéria, no prazo de trinta dias.
    § 2º - Entendendo o Tribunal irregular a despesa, a Comissão, se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão à economia pública, proporá ao Congresso Nacional sua sustação.
  • LOTCE-AM

    Art. 22 - As contas serão julgadas:

    (...)

    II - Irregulares, quando comprovada qualquer das seguintes ocorrências:

    (...)

    b) prática de ato ilegal, ilegítimo, antieconômico ou grave infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional ou patrimonial.


ID
761887
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

No caso do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, pode ser convocado pela Assembleia Legislativa para prestar informações sobre assuntos previamente
determinados

Alternativas
Comentários
  • GAB D


    Para quem está estudando para o TCE-RS:


    Art. 17. Além das outras competências previstas neste Regimento, compete ao Presidente, nos termos da lei ou de resolução:  

    (...)

    XXI – prestar, nos termos constitucionais, informações que forem solicitadas ao Tribunal de Contas por autoridades públicas


    "nos termos constitucionais" :

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    (...)

    VII - prestar as informações solicitadas pelo Congresso Nacional, por qualquer de suas Casas, ou por qualquer das respectivas Comissões, sobre a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas;



    Não tenho certeza se é igual no RI TCE-AM, porém acredito que seja esse dispositivo que justificaria a resposta caso fosse para o TCE-RS.

  • O Presidente . TCE - AM

    GABARITO (D)


ID
761890
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

O mandado de segurança contra atos dos Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas deve ser julgado pelo

Alternativas
Comentários
  • Letra A
     TJ-AM
  • Alguém poderia justificar melhor o item?! Pq o professor do EVP ensinou que mandado de segurança sobre decisões do TCE são realizadas no STJ e do TCU perante o STF...
  • Eu errei a questão indo direto na alternativa "D" extamente por lembrar no art. 105, I, da CF, nos termos do julgado baixo:

    “Prerrogativa de foro dos conselheiros do Tribunal de Contas estadual, perante o STJ, nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade (CF, art. 105, I, a). Compete, originariamente, ao STJ, processar e julgar os membros dos Tribunais de Contas estaduais nos crimes de responsabilidade e nos ilícitos penais comuns, assim definidos em legislação emanada da União Federal. Mostra-se incompatível com a CR – e com a regra de competência inscrita em seu art. 105, I, a – o deslocamento, para a esfera de atribuições da Assembleia Legislativa local, ainda que mediante emenda à Constituição do Estado, do processo e julgamento dos Conselheiros do Tribunal de Contas estadual nas infrações político-administrativas.” (ADI 4.190-MC-REF, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 10-3-2010, Plenário, DJE de 11-6-2010.)"

    No entanto, o comando da questão fala em mandado de segurança contra atos do Conselheiro, não sendo crime de responsabilidade e nem tão pouco ílicito penal comum, logo, o Tribunal de Justiça é competente. Segue uma decisão do TJSC, in verbis:


    TJ-SC - Mandado de Seguranca : MS 444485 SC 1988.044448-5
    MANDADO DE SEGURANÇA CONTRA ATO DO CONSELHEIRO PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO QUE DETERMINOU A PUBLICAÇÃO DE EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA PROVIMENTO DE CARGOS PÚBLICOS DO ALUDIDO ÓRGÃO. IMPETRAÇÃO QUE OBJETIVA A SUSTAÇÃO DO REFERIDO CONCURSO PARA QUE SEJAM PROVIDOS 70% DOS CARGOS ATRAVÉS DE FUNCIONÁRIOS ESTÁVEIS LOTADOS NO TRIBUNAL DE CONTAS COM BASE NA LEI ESTADUAL 6.745/85. DIREITO LÍQUIDO E CERTO INEXISTENTE. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 37, INCISO II, DA CONSTITUIÇÃO ESTADUAL. ORDEM DENEGADA.

  • MINISTROS DO TCU – Nos crimes comuns e nos de responsabilidade são processados e julgados, originariamente, pelo STF – SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (CF, art. 102, I, “c”); 

    CONSELHEIROS DOS TCEs E TCMs – Nos crimes comuns e nos de responsabilidade são processados e julgados, originariamente, pelo STJ – SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA (CF, art. 105, I, “a”).

    Fonte: Direito Financeiro e Controle Externo - Valdecir Fernandes Pascoal

  • Lei Complementar n.º 35/1979 – LOMAN (Lei Orgânica Nacional da Magistratura):

       Art. 21 - Compete aos Tribunais, privativamente:

    (...) 

    VI - julgar, originariamente, os mandados de segurança contra seus atos, os dos respectivos Presidentes e os de suas Câmaras, Turmas ou Seções.

    art. 43, CE Amazonas

    § 3.º Os Conselheiros do

    Tribunal de Contas do Estado terão

    as mesmas garantias,

    prerrogativas, impedimentos e

    subsídios dos Desembargadores do

    Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes

    quanto à aposentadoria as

    normas constantes do art. 111

    desta Constituição.


ID
761893
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

A tomada de contas poderá ser provocada ex-ofício pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas

Alternativas
Comentários
  • Letra C - se houver imputação, pelo Tribunal, de responsabilidade por despesa ilegal, ilegítima ou antieconômica.
  • Art. 8o - Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da aplicação dos recursos repassados pelo Estado, na forma prevista no inciso VII do Art.5o desta Lei, da ocorrência de desfalque ou desvio de dinheiro, bens ou valores públicos ou ainda, da prática de qualquer ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico de que resulte dano ao erário, a autoridade administrativa competente que tiver conhecimento do fato, sob pena de responsabilidade solidária, deverá imediatamente adotar providências com vistas à instauração da tomada de contas especial para apuração dos fatos, identificação dos responsáveis e quantificação do dano.

    Letra A: Não precisa resultar em dano ao erário, se ocorrer: Desfalque, desvio => inicia a tomada de contas

    Letra C:Se houve pratica de Ato Ilegal, Ilegítimo e Antieconômico (esse precisa promover dano ao erário) deve ser realizada uma tomada de contas especial (ex-ofício). Como houve imputação pelo TC, logo ele irá instaurar a TCE.

  • RITCE-AM (Resolução 4, de 23 de maio de 2002)

    Art. 192 (...)

    P. 2˚ - As tomadas de contas serão:


    II - Promovidas quando:

    a) Por decisão sua, impute responsabilidade por despesa ilegal, ilegítima ou antieconômica.

    (...)

    As ações ex oficio do Tribunal são aquelas promovidas pela própria Corte.


ID
761896
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

Um servidor comissionado de um município do Estado do Amazonas, já responsável por um adiantamento, recebeu nesse regime novo numerário em 30/01/2011. A aplicação dos valores do segundo adiantamento ocorreu até 15/03/2011, com a devolução do saldo não utilizado, e a respectiva prestação de contas foi feita em 1o /06/2011. O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, quando da fiscalização ordinária, considerou o segundo adiantamento irregular porque

Alternativas
Comentários
  • O prazo de aplicação do Suprimento de Fundos é de até 90 (noventa)

    dias, contado da assinatura do ato de concessão. Para a prestação de

    contas do Suprimento de Fundos, o prazo é de até 30 ( trinta) dias,

    contado a partir do término do prazo de aplicação. Isto é, dispõe de até

    90 (noventa) dias para aplicar e mais 30 (trinta) dias para prestar contas,

    totalizando assim até 120 (cento e vinte) dias. 

  • 8 DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS: 

    8.2 - O prazo máximo para aplicação do suprimento de fundos será de até 90 (noventa) dias a contar da data do ato de concessão do suprimento de fundos, e não ultrapassará o término do exercício financeiro.

    Recebeu dia 30/01/11 => tem até +- 30/04/11 => como aplicou em 15/03/11 está dentro do prazo de aplicação 

    11 PRESTAÇÃO DE CONTAS:

    11.1 - No ato em que autorizar a concessão de suprimento, a autoridade ordenadora fixará o prazo da prestação de contas, que deverá ser apresentada dentro dos 30 (trinta) dias subseqüentes do término do período de aplicação.

    Como aplicou em 15/03/11 => deve prestar contas até +- 15/04/11 => como prestou em 01/06/11 PERDEU O PRAZO DE PRESTAÇÃO. Deverá ser declarado em alcance.

    12 RESTRIÇÕES AO SUPRIDO

    12.1 - Não se concederá suprimento de fundos: 

    12.1.1 - a responsável por dois suprimentos; (ele está dentro do limite de 2 suprimentos)

    12.1.2 - a servidor que tenha a seu cargo a guarda ou a utilização do material a adquirir, salvo quando não houver na repartição outro servidor; (nada foi citado, apenas que ele era comissinado o que não impede de receber adiantamento)

    12.1.3 - a responsável por suprimento de fundos que, esgotado o prazo, não tenha prestado contas de sua aplicação; (nada disse a respeito)

    12.1.4 - a servidor declarado em alcance, entendido como tal o que não prestou contas no prazo regulamentar ou o que teve suas contas recusadas ou impugnadas em virtude de desvio, desfalque, falta ou má aplicação dos recursos recebidos.

    fonte: SIAFI


ID
761899
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

A competência de deliberar sobre a realização de inspeções extraordinárias no Tribunal de Contas do Estado do Amazonas é do

Alternativas
Comentários
  • Art. 11.Compete privativamente ao Tribunal Pleno, no exercício das atribuições judicantes:
    ...
    IV -  deliberar  sobre:
    ....
    h) a realização de inspeções extraordinárias;

ID
761902
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

Nos termos do Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, a vista dos autos de exame das despesas de caráter reservado e confidencial poderá ser realizada

Alternativas
Comentários
  • RESOLUÇÃO N.º  04,  DE  23 DE  MAIO DE  2.002
    SEÇÃO IV
    DAS DESPESAS  
    DE CARÁTER RESERVADO E CONFIDENCIAL
    Art. 200. A verificação será feita  in loco, salvo se a Comissão decidir por requisitar a
    documentação, a qual formará autos, nos seguintes termos:
    III - de tais autos somente terão vista:  
    a)  o Presidente do Tribunal;
    b)  os membros da Comissão e o Auditor designado para  o caso, se
    houver
    ;
    c)  o Secretário de Controle Externo
    d) o técnico, ou grupo de técnicos incumbidos da instrução, mediante
    designação específica e formal do Secretário de Controle Externo, a
    requerimento da Comissão;
    e)  o Procurador-Geral do Ministério Público ou o Procurador de Contas
    por ele especificamente designado.

ID
761905
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

Para o funcionamento do Tribunal Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas é indispensável a presença de, no mínimo,

Alternativas
Comentários
  • O Tribunal Pleno somente poderá reunir-se e deliberar com a presença de, no mínimo, quatro Conselheiros efetivos ou seus substitutos,
  • RESOLUÇÃO N.º  04,  DE  23 DE  MAIO DE  2002
    SEÇÃO III
    DO TRIBUNAL PLENO
    SUBSEÇÃO I
    DA CONSTITUIÇÃO E DA COMPOSIÇÃO
    DO TRIBUNAL PLENO
                                                                       
    Art. 10. O Tribunal Pleno é constituído pela totalidade dos seus Conselheiros.
     
    § 2.º É indispensável a presença de, no mínimo, quatro Conselheiros para
    funcionamento do Tribunal  Pleno
  • RITCE

    Art. 10. O Tribunal Pleno é constituído pela totalidade dos seus Conselheiros.

    § 1.º As sessões do Tribunal Pleno serão presididas pelo Presidente do Tribunal e, no seu impedimento, sucessivamente, pelo Vice-Presidente, pelo Corregedor-Geral e pelo Conselheiro mais antigo.

    § 2.º É indispensável a presença de, no mínimo, quatro Conselheiros para funcionamento do Tribunal Pleno.


ID
761908
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considerando o direito constitucional brasileiro vigente, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • lei complementar revogar a Constituição? Questão meio lógica. Todas as leis, inclusive as leis complementares, deverão obedecer à Constituição da República. É um limite imposto ao legislador em obediência ao princípio da legalidade.
  • Gabarito:  a) lei complementar federal, ainda que verse sobre matéria constitucional, não revoga a Constituição Federal naquilo que lhe for contrário.

    Trata-se da observância da pirâmide de kelsen, na qual as normas infraconstitucionais devem observância às normas constitucionais. Também chamada de Teoria da Supremacia da Constituição.


    "Em síntese, o sistema jurídico que se apresenta nessa estrutura escalonada tendo em seu vértice a Constituição, deve ser coerente e racional. Qualquer conflito ou antinomia que agrida o postulado da primazia da Carta Magna viola pelo menos um princípio essencial, qual seja, justamente o da Supremacia da Constituição, comprometendo assim a harmonia do ordenamento.

    Logo, a compreensão da Constituição como lei fundamental implica o reconhecimento da sua supremacia na ordem jurídica, bem como a existência de mecanismos suficientes para garanti-la juridicamente contra agressões. Para assegurar tal supremacia, necessário se faz um controle sobre as leis e os atos normativos, o chamado controle de constitucionalidade". (Laisla Fernanda Zeni)

    fonte: direitonet

  • Complementando o comentário acima Hans Kelsen criou a idéia de hierarquizacão e subordinação das leis e usou uma figura geométrica (pirâmide) para
    explicá-la:
  • CORRETA A LETRA A
    Superioridade hierárquica da CF/88. Haveria inconstitucionalidade material da Lei Complementar, já que a Constituição só pode ser alterada por emenda constitucional, respeitados os procedimentos e limites impostos no art. 60 da CF/88.
    Erro da letra B - pelo mesmo motivo da letra A, superioridade da constituição, tal resolução não poderia revogar a Constituição Federal.
    Erro da letra C - As constituições estaduais, por força do princípio da simetria ou paralelismo constitucional, devem observar os princípios da CF/88, conforme disposto no art. 25
     Art. 25. Os Estados organizam-se e regem-se pelas Constituições e leis que adotarem, observados os princípios desta Constituição
    Erro da letra D - não existe tal limitação no art. 60, o fato de estar disciiplinada em lei federal não impededeser apresentado o projeto de emenda. (§ 5º - A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa.)
    Erro da letra E - a alternativa coloca uma limitação temporal, que não tem previsão na CF/88. Só a constituição imperial de 1924 tinha tal limitação. A CF/88 apresenta limitações circunstânciais.
    Espero ter colaborado. Bons estudos!
  • Mucho loca essa questã... a FCC tava inspirada.
  • Alternativa E - Comentários:

    Os limites temporais quanto à apresentação de Emendas Constitucionais são aqueles previstos no art. 60, §1 da CF (A CF/88 não poderá ser emendada na vigência do Estado de sítio, Estado de DEfesa e Intervenção Federal.

    Já quanto as Emendas de Revisão Constitucional, o artigo 3º da ADCT dispõe que: "A revisão constitucional será realizada após 05 anos, contados da promulgaçao da Constituição, pelo voto da Maioria Absoluta dos membros do Congresso Nacional, em sessão unicameral.

    Como se sabe, o prazo para emendas de revisao já se esgotou, tendo sido aprovada apenas 6 emendas. O artigo 3 da ADCT trata-se de norma constitucional de eficácia exaurida.

  • Apenas para retificar o comentário acima, a vedação de emendar a CF na vigência de intervenção federal, estado de defesa ou de estado de sítio não se trata de limitação temporal , mas sim de limitação circunstancial.

    Conforme leciona o professor Vitor Cruz em sua apostila do Ponto. "A CF/88 NÃO ESTABELECEU NENHUMA LIMITACAO TEMPORAL, MAS, TAL LIMITAÇÃO PODE SER ENCONTRADA EM CONSTITUIÇÕES DE OUTROS PAÍSES. "
  • Segundo Hans Kelsen – A Constituição “É uma lei.”
    A lei mais importante do ordenamento jurídico.

    O ordenamento jurídico é um sistema hierárquico de normas, ou seja, escalonado.
    Atenção: a pirâmide do amigo Jorge contém erros!
    PIRÂMIDE DE KELSEN
    - Primeiro (Topo do sistema piramidal)- A Constituição
    - Segundo - Tratados Internacionais que versem sobre direitos humanos que não foram aprovados confor. Art. 5§3 da CRFB.
    - Terceiro - Lei Complementar, Lei Ordinaria, Lei Delegada, Medida Provisoria, Decreto Legislativo, Resolução.
    - Quarto (Base) - Atos Infralegais (decretos, portarias, etc). Tem a função principal de regulamentar a lei que lhe é superior.
    Obs: Segundo o STF, Lei Complementar e Lei Ordinária possuem a mesma hierarquia.

    Obs 2: Tratado Internacional  que  versar sobre Direitos Humanos e for aprovado pelas duas casas do Congresso Nacional, em dois turnos, por 3/5 de seus representantes terá hierarquia de emenda constitucional. Art. 5§3 da CRFB.
    *Foi acrescentado pela EC 45, que trata da reforma do Poder Judiciário. 
    Quanto à Revisão Constitucional, prevista na ADCT em seu art.3, somente poderia ser feita uma vez e pelo menos 5 anos depois da promulgação da Constituição. (já foi realizada em 1993)

    Portanto, a alternativa A, resta como CORRETA.
    a) lei complementar federal, ainda que verse sobre matéria constitucional, não revoga a Constituição Federal naquilo que lhe for contrário.
    Uma vez que toda LEI e todo ATO NORMATIVO devem respeirar à CRFB.  
    Fonte: Professor Flávio Martins (LFG)                         

     
  • Questão maluca, eu hein! A FCC sempre me surpreende o/ hahuahau

    Gabarito A
  • A "E" foi a melhor!
  • Colegas, peço a ajuda de vocês com uma dúvida.

    Tenho dificuldade em conciliar a regra do art. 86, §4°, com a dos § § 1°, I, e 3°. Segue ao final a redação dos dispositivos. 

    Ora, se é possível o recebimento de denúncia ou queixa-crime pelo STF em razão de infração penal comum, inclusive com a suspensão do Presidente durante 180 dias (§ 1°), e se é possível também a prisão do Presidente em face de sentença condenatória por infração comum (§ 3°), como assim o Presidente não poderá ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de sua função durante o mandato (§ 4°)?

    Desde já agradeço. Peço para me avisar no meu mural de recados no caso de alguma resposta. Muito obrigada!

    Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

    § 1º - O Presidente ficará suspenso de suas funções:

    I - nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;

    § 3º - Enquanto não sobrevier sentença condenatória, nas infrações comuns, o Presidente da República não estará sujeito a prisão.

    § 4º - O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.

  • Quanto a interpretação lógica dos incisos e parágrafos do art. 86 da CF...

    O STF entende que em matéria penal - crime não conexo ao exercício da função presidencial - o presidente não poderia ser responsabilizado enquanto durasse o mandato. Trata-se de uma imunidade temporária à persecução penal, o que não implica em irresponsabilidade penal absoluta. Os crimes cometidos antes da posse ficam com a prescrição suspensa, sendo, inclusive, admitido a colação de provas e a investigação no intuito de que a responsabilização, após o fim do mandato, se dê de forma eficaz. O procedimento previsto no caput do art. 86 de admissão pela CD da acusação contra o PR, bem como do recebimento da denúncia ou queixa crime pelo STF só acontece quando os crimes são conexos aos atos relacionados ao exercício da função exercida pelo PR. No mais, importante destacar que o crimes não penais, tais como ilícitos civis e de improbidade administrativa podem perfeitamente ter seu curso regular durante o mandato presidencial consoante entendimento do STF. Fonte: constituição comentada pelo próprio STF.

    Espero ter ajudado. Se eu estiver errada, me corrijam por favor.

  • O examinador que elaborou esta questão certamente estava com pressa de fazer outra coisa.kkkkkkk

  • Estas questões FCC aparece como sendo " de resolução fácil", porém eu as tenho considerado "chatas e enroladas" - nada de tão facil assim, heim!

  • Segundo Hans Kelsen – A Constituição “É uma lei.”
    A lei mais importante do ordenamento jurídico. 
    O ordenamento jurídico é um sistema hierárquico de normas, ou seja, escalonado.
    Atenção: a pirâmide do amigo Jorge contém erros!
    PIRÂMIDE DE KELSEN
    - Primeiro (Topo do sistema piramidal)- A Constituição
    - Segundo - Tratados Internacionais que versem sobre direitos humanos que não foram aprovados confor. Art. 5§3 da CRFB.
    - Terceiro - Lei Complementar, Lei Ordinaria, Lei Delegada, Medida Provisoria, Decreto Legislativo, Resolução.
    - Quarto (Base) - Atos Infralegais (decretos, portarias, etc). Tem a função principal de regulamentar a lei que lhe é superior.
    Obs: Segundo o STF, Lei Complementar e Lei Ordinária possuem a mesma hierarquia.
    Obs 2: Tratado Internacional  que  versar sobre Direitos Humanos e for aprovado pelas duas casas do Congresso Nacional, em dois turnos, por 3/5 de seus representantes terá hierarquia de emenda constitucional. Art. 5§3 da CRFB.
    *Foi acrescentado pela EC 45, que trata da reforma do Poder Judiciário. 
    Quanto à Revisão Constitucional, prevista na ADCT em seu art.3, somente poderia ser feita uma vez e pelo menos 5 anosdepois da promulgação da Constituição. (já foi realizada em 1993)
    Portanto, a alternativa A, resta como CORRETA.
    a) lei complementar federal, ainda que verse sobre matéria constitucional, não revoga a Constituição Federal naquilo que lhe for contrário.
    Uma vez que toda LEI e todo ATO NORMATIVO devem respeirar à CRFB.   Fonte: Professor Flávio Martins (LFG)                         


ID
761911
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considerando a disciplina constitucional a respeito do controle de constitucionalidade das leis e atos normativos, é cabível o ajuizamento de ação direta de inconstitucionalidade de lei municipal que contrarie

Alternativas
Comentários
  • letra C
    Art. 125. Os Estados organizarão sua Justiça, observados os princípios estabelecidos nesta Constituição.

    § 2º - Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual, vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão.

  • Pessoal é só lembrar do seguinte:

    - Quando o parâmetro (ou seja, o dispositvo violado) for a Constituição Estadual, será competente para o Julgamento da ADI o Tribunal de Justiça do Estado;

    - Quando o parâmetro (ou seja, o dispositvo violado) for a Constituição Federal, será competente para o Julgamento da ADI o Supremo Tribunal Federal;

    Isto ocorre porque a ADI é um instrumento de controle de constitucionalidade concentrado, o que significa que pode ocorrer em apenas um órgão Judiciário (TJ ou STF) a depender do seu parâmetro (CE ou CF).

    Quando uma lei municipal conflitar ou contrariar o disposto em lei federal (ou estadual), isso não será motivo de controle de constitucionalidade, mas sim alvo de ações relativas à distribuição de competências entre os entes da federação, nos termos do disposto na CF, o que poderá ensejar a nulidade de tal lei.
  • Pessoal, só para complementar...
    Caso a lei municipal afete dispositivo constitucional, caberá a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental(ADPF) desta lei, pois a Constituição, a contrário sensu, proibe ADI E ADC de lei ou ato normativo municipal.
    Assim de forma RESIDUAL, permite-se o controle por meio da ADPF.  
    Bons estudos pessoal!!!
  • Ainda com escopo de enriquecer o tema, sem pretender esgotá-lo, e muito menos desmerecer os comentários dos demais colegas, vale ressaltar que também é cabível controle de constitucionalidade pela via difusa de lei municipal peranta o STF.

    Assim sendo, nas ações diretas de inconstitucionalidade estaduais, em que lei municipal ou estadual seja considerada inconstitucional em face de preceito da Constituição estadual que reproduza preceito central da Constituição federal, nada impede que nessa ação se impugne, como inconstitucional, a interpretação que se dê ao preceito de reprodução existente na Constituição do Estado por ser ela violadora da norma reproduzida, que não pode ser desrespeitada, na federação, pelos diversos níveis de governo. E a questão virá a esta Corte, como, aliás, tem vindo, nos vários recursos extraordinários interpostos em ações diretas de inconstitucionalidade de leis locais em face da Constituição Federal ajuizadas nas Cortes locais, a questão da impossibilidade jurídica dessas argüições (RREE 91740, 93088 e 92169, que foram todos conhecidos e providos).
  • Que eu saiba, ADI é somente perante CF, se for perante CE não existe ADI e sim REPRESENTAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE. Ambos não são o mesmo instituto.
    Se falou em ADI seria perante o STF, logo se Lei municipal contrariar norma da CE de reprodução obrigatória da CF, caberia ADI perante o STF.
    GAB. B
    Caberia recurso nessa questao
  • A competência para processar e julgar as ADI será definida em conformidade com a natureza do objeto da ação, qual seja, lei ou ato normativo: Federal, Estadual, Municipal ou Distrital.

    * Lei ou Ato Normativo Federal/Estadual que contrariar a CF = STF

    * Lei ou Ato Normativo Estadual/Municipal que contrariar a CE = TJ local

    * Lei ou Ato Normativo Municipal que contrariar a CF não há controle concentrado através de ADI, só difuso. Há, contudo, a possibilidade de ajuizamento da ADPF tendo por objeto Lei Municipal confrontada perante a CF

    * Lei ou Ato Normativo Distrital de natureza estadual que contrariar a CF = STF

    * Lei ou Ato Normativo Distrital de natureza municipal que contrariar a CF = não há controle concentrado através de ADI, só difuso. Há, contudo, a possibilidade de ajuizamento da ADPF tendo por objeto Lei ou Ato Normativo Distrital, de natureza municipal, confrontada perante a CF.

    Lei Municipal em Face da Lei Orgânica do Município = nesse caso não estaremos diante de controle de constitucionalidade, mas de simples controle de LEGALIDADE, cujas regras deverão ser explicitamente previstas na Lei Orgânica do Município. 


    (Pedro Lenza - Direito Constitucional Esquematizado)

    Bons Estudos a Todos!!
  • Fiquei na dúvida quanto ao emprego da expressão "ação direta de inconstitucionalidade"  já que no caso de lei municipal que contrarie a Constituição, utiliza-se o instituto da Representação de Inconstitucionalidade, devendo ser reconhecida a inconstitucionalidade pelo Tribunal de Justiça do Estado. O TJ apenas reconhece a inconstitucionalidade, cabendo ao STF declarar.

ID
761914
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

O artigo 18 da Constituição Federal determina que a organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos nos termos da Constituição. É correto extrair dessa norma constitucional, entre outras conclusões, que

Alternativas
Comentários
  • a)  ERRADO

    Art. 18 da CF
    § 3º - Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.


    b) ERRADO
    A CF assegurou competências legislativas privativas (art. 22) e competências administrativas exclusivas da União (art. 21).



    c) ERRADO.
    Os Municípios estão sujeitos tanto 
    às normas da Constituição Federal como às da Constituição do seu respectivo Estado.


    d) ERRADO.
    Art. 18 CF.

    § 2º - Os Territórios Federais integram a União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar.



    e) CERTO.
    Os Territórios não são dotados de autonomia.


    Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição.
  • O território federal não é um novo estado-membro, ele faz parte do território da União. Logo, ele não possui autonomia política, pois esta é exercida pela União, onde este se inclui territorialmente!
    Resposta: letra E.

  • Resposta Certa Letra "E"

    Não são entes federativos, mas apenas integram a estrutura da União, na qualidade de autarquias territoriais(possuem apenas autonomia ADMINISTRATIVA - São entes administrativos, mas não entes políticos ou federativos). Justamente por isso, NÃO POSSUEM AUTONOMIA POLÍTICA, NEM AUTOGOVERNO, NEM AUTOADMINISTRAÇÃO NEM AUTO-ORGANIZAÇÃO.

    Fonte: João Trindade

    Vamos que Vamosss!!!!!!!!!!!!!!1

  • Art. 33. A lei disporá sobre a organização administrativa e judiciária dos Territórios.

    § 1º - Os Territórios poderão ser divididos em Municípios, aos quais se aplicará, no que couber, o disposto no Capítulo IV deste Título.

    § 2º - As contas do Governo do Território serão submetidas ao Congresso Nacional, com parecer prévio do Tribunal de Contas da União.

    § 3º - Nos Territórios Federais com mais de cem mil habitantes, além do Governador nomeado na forma desta Constituição, haverá órgãos judiciários de primeira e segunda instância, membros do Ministério Público e defensores públicos federais; a lei disporá sobre as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa.

  • Alguem saberia me informar se o Território FEderal, caso existisse, e contivesse menos de 100 mil habitantes, haveria poder judiciário próprio? E quando ao Poder Executivo, como ficaria??
  • também conhecido como autarquia territorial.

  • Ettore Mendes Azenha, de forma bem resumida, caso venha ser criado um Território, os poderes serão representados da seguinte forma:
    •     Poder Legislativo: Câmara Territorial.

       

    •     Poder Executivo: Será representado por um governador indicado e nomeado pelo Presidente da República, após aprovação por maioria relativo do SF.

     

    •     Poder Judiciário:   1° Até 100 mil habitantes- TJDFT    2° + 100 mil habitantes- próprio TJ

    Espero ter sanado sua dúvida! Bons estudos a todos...








  • Os Territórios Federais não são mais considerados como componentes da Federação, como por engano o eram nas constituições anteriores. A Constituição dá-lhes a posição correta, conforme a sua natureza de mera autarquia, descentralização administrativo-territorial da União, ao declará-los como seus integrantes (art. 18, § 2º).
    Não constituem entidades federativas, pois não são dotados de autonomia política.
  • Versarei um pouco sobre os Territórios...
    Os Territórios Federais integran a União, e sua criação, transformação em Estado ou reitegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar (CF, art. 18, parágrafo 2º). Dessa forma, não são componentes do Estado Federal, pois constituim simples descentralizações administrativas-territoriais da própria União, e consequentemente receberam da Constituição tratamento compatível com sua natureza.
    Observa-se que, na data de promulgação da Constituição, existem três territorios: Fernando de Noronha, Amapá e Roraima. Essa situação foi resolvida pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Assim, os Territórios Federais de Roraima e do Amapá foram transformados em Estados Federados, mantidos seus atuais limites geográficos e instalados com a posse dos governadores eleitos em 1990 (CF - ADCT, art. 14).
    Por sua vez, o Território Federal de Fernando de Noronha foi extinto, sendo sua área reincorporada ao Estado de Pernambuco (CF - ADCT, art. 15).
    Ressalta-se, por fim, que, apesar da inexistência atual, a própria Constituição Federal permite a criação de novos territórios (CF, art. 18, parágrafo 3º), tendo inclusive, com esse intuito, no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, previsto a criação, dentro de noventa dias da promulgação da Constituição, de uma comissão de estudos territoriais, com 10 membros indicados pelo Congresso Nacional e cinco pelo Poder Executivo, com a finalidade de apresentar estudos sobre o território nacional e anteprojetos relativos a novas unidades territoriais, notadamente na Amazônia Legal e em áreas pendentes de solução. Igualmente, estabeleceu prazo de um ano para que a referida comissão submetesse ao Congresso Nacional os resultados de seus estudos para apreciação nos doze meses subsequentes (CF - ADCT, art. 12).

    "Deus te vê, não é indiferente a tua dor. Deus te entende, quer te envolver de amor. Ele quer te fazer feliz, tem muitos planos e sonhos pra ti. Basta confiar, saber esperar e Ele agirá!"
  • Acrescentando...

    Autonomia política e administrativa compreende:
    1) Capacidade de auto-governo = eleger seus próprios dirigentes políticos
    2) Capacidade de auto-organização = elaborar suas próprias leis
    3) Capacidade de auto-administração = administrar sua própria máquina administrativa

    A propósito:
    União não tem soberania, tem autonomia.
    Só a República Federativa do Brasil tem soberania.

  • Vale lembrar que os Terrítórios, que atualmente não existem de fato, têm natureza jurídica de Autarquia Federal, não sendo dotados de autonomia política, pois esta é característica dos entes federados: União, Estados, DF e Municípios.
  • confundi Autonomia política (genero) com Capacidade de auto-governo e errei.

    Isso pq lembrei que os territorios tem Governador!!! (art 33)
     
    e tbm pq o art 18 de que trata a questao elenca CRIACAO para municipios!! e nao qdo se trata de estados, que só podem ser "remanejados" os ja existentes:


    Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição.

    § 1º - Brasília é a Capital Federal.

    § 2º - Os Territórios Federais integram a União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar.

    § 3º - Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.

    § 4º A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei.

    Pra mim que a FCC se enrolou nessa....

  • Princípio da simetria constitucional: é principio federativo que exige uma relação simétrica entre os institutos jurídicos da Constituição Federal e as Constituições dos Estados e mesmo as regras Municipais. Assim, ainda que Estados e Municípios tenham capacidade para se organizar, esta auto-organização sujeita-se aos limites estabelecidos pela Constituição Federal.

    Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição.

    § 1º - Brasília é a Capital Federal.

    § 2º - Os Territórios Federais integram a União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar.

    (Criação, incorporação ou subdivisão de estados)

    § 3º - Os Estados podem incorporar-se entre si, subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.

    (Criação, incorporação ou subdivisão de município)

    § 4º A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei.

  • GABARITO LETRA E

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos, nos termos desta Constituição.

     

    § 2º Os Territórios Federais integram a União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar.


ID
761917
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Presentes os pressupostos constitucionais de urgência e relevância, é constitucional a edição, pelo Presidente da República, de medida provisória que

Alternativas
Comentários
  • Correta: Alternativa D

    CF/88:

    Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: I - relativa a: a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral; b) direito penal, processual penal e processual civil; c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros; d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, § 3º; II - que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro; III - reservada a lei complementar; IV - já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. § 2º Medida provisória que implique instituição ou majoração de impostos, exceto os previstos nos arts. 153, I, II, IV, V, e 154, II, só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte se houver sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada.
  •  Toda matéria tributária reservada à lei complementar não pode ser disciplinada por lei ordinária ou medida provisória, sob pena de inconstitucionalidade em face da violação do art. 146 da CF.

    No que concerne à matéria tributária, compete à União editar normas gerais de observância obrigatória para todos os entes tributantes, restando aos Estados e ao DF a competência suplementar (art. 22 a 24 da CF).

    Segundo art. 146, III, a, da CF\88, cabe à lei complementar estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre definição de tributos e de suas espécies, bem como em relação aos impostos discriminados na Constituição, a dos respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes.
  • Em caso de relevancia E urgencia o Presidente da Repúblcia poderá adotar Medidas Provisórias, com força de lei, devendo submete-las de imediato ao Congresso Nacional. Reservada a lei complementar: Mediada provisória que implique a majoraçao de impostos.
    Questão Correta - Letra D
    Fundamentação Juridica - Artigo 62, Incisso III, § 2 da CF.


  • Medida Provisória - Limitações:
    § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria:
    I - relativa a:
    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral;
    b) direito penal, processual penal e processual civil;
    c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros;
    d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, § 3º;

    O citado art. 167, § 3º, trata dos chamados créditos extraordinários, que são abertos em caso de despesas imprevisíveis e urgentes, a ressalva é feita, pois estes créditos são abertos justamente por medidas provisórias, não se admitindo o uso destas para nenhuma outra matéria orçamentária.
    II - que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro;
    III - reservada a lei complementar;
    IV - já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República.
    Observe que matéria que está em discussão no Legislativo, pode ser objeto de MP. Só não poderão aquelas matérias já aprovadas no Legislativo, mas pendentes de sanção ou veto.
    Observação: 
    Constantemente os concursos cobram se a medida provisória pode ou não tratar de sobre matéria tributária. Veja que isso é perfeitamente possível, já que "matéria tributária" não se encontra entre as vedações do art. 62 §1º. Porém, é importante ressaltar um detalhe: o art. 146 da Constituição diz que cabe à "lei complementar" dispor sobre as "normas gerais de matéria tributária".Sabemos que MP não pode tratar de assunto reservado à lei complementar, logo temos o seguinte:
    Matéria Tributária, inclusive instituição de tributos - Pode ser tratada por MP;
    Normas gerais sobre matéria tributária - Não pode ser tratada por MP, pois é reservada à lei complementar.
    Fonte: Professor Vítor Cruz (Ponto dos Concursos)

  • Suma importância ressaltar que a matéria tributária da União é de competência geral e não de competência privativa do Presidente da Republica, agora a competência de materia  tibutária dos Teritorios, essa sim, é de competência de iniciativa do Presidentes.

    Isso ja foi decidido no STF, Pleno, ADIn n° 724/rs relator ministro Celso de Mello, DJ de 27.04.2001.

  • Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    I – relativa a: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    b) direito penal, processual penal e processual civil; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, § 3º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    II – que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    III – reservada a lei complementar; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

    IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)

  • GABARITO: D

    Art. 62. § 1º É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria:

    I – relativa a

    a) nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral;

    b) direito penal, processual penal e processual civil;

    c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público, a carreira e a garantia de seus membros;   

    d) planos plurianuais, diretrizes orçamentárias, orçamento e créditos adicionais e suplementares, ressalvado o previsto no art. 167, § 3º;  

    II – que vise a detenção ou seqüestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro;

    III – reservada a lei complementar

    IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. 


ID
761920
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considerando a disciplina constitucional do Tribunal de Contas da União, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Constituição:

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;


    Art. 92. São órgãos do Poder Judiciário:

    I - o Supremo Tribunal Federal;

    I-A o Conselho Nacional de Justiça;

    II - o Superior Tribunal de Justiça;

    III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais;

    IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho;

    V - os Tribunais e Juízes Eleitorais;

    VI - os Tribunais e Juízes Militares;

    VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios.

  • Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

    I - apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento;

    II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;

    III - apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão, bem como a das concessões de aposentadorias, reformas e pensões, ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório;

    IV - realizar, por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e demais entidades referidas no inciso II;

    V - fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe, de forma direta ou indireta, nos termos do tratado constitutivo;

    VI - fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pela União mediante convênio, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, a Estado, ao Distrito Federal ou a Município;

    VII - prestar as informações solicitadas pelo Congresso Nacional, por qualquer de suas Casas, ou por qualquer das respectivas Comissões, sobre a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas;

    VIII - aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário;

    IX - assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, se verificada ilegalidade;

    X - sustar, se não atendido, a execução do ato impugnado, comunicando a decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal;

    XI - representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.

  • GABARITO: letra A


     DE ACORDO COM O ART. 71 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL COMPETE AO TCU:

     (VERDADEIRO)
    a) o Tribunal de Contas da União não é órgão integrante do Poder Judiciário, em que pese tenha entre as suas atribuições a de julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta federal.

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:
    II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;

    (FALSO) b) é vedado ao Tribunal de Contas da União aplicar sanções aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, uma vez que essa competência é exclusiva dos Juízes Fe-derais em razão do princípio do devido processo legal.
    VIII - aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário;

    (FALSO) c) é inconstitucional, por violação ao princípio da se-paração de poderes, decisão proferida pelo Tribunal de Contas da União fixando prazo para que órgão federal adote as providências necessárias ao cumprimento da lei, se verificada ilegalidade de despesa.
    IX - assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, se verificada ilegalidade;

    (FALSO) d) não estão sujeitos à fiscalização do Tribunal de Contas da União, os recursos repassados pela União mediante convênio, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, a Estado, ao Distrito Federal ou a Município, visto que apenas poderão ser fiscalizados pelo Supremo Tribunal Federal.
    VI - fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pela União mediante convênio, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, a Estado, ao Distrito Federal ou a Município;

    (FALSO) e) compete apenas ao Presidente da República e a Juiz Federal sustar a execução de contrato firma-do pela Administração Pública federal com ilegalidade de despesa, ouvido o Tribunal de Contas da União.
    ART. 71, § 1º - No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as medidas cabíveis.


     

  • Uma correção ao comentário acima.

    A assertiva "e" está errada não em razão do que dispõe o inciso X, o qual refere-se a ATO, mas sim em razão do disposto no §1º do art. 71, o qual aduz que: "No caso de CONTRATO, o ato de sustação será adotado diretamente pelo CONGRESSO NACIONAL (e não pelo Presidente ou por juiz federal), que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as medidas cabíveis".

    Abraço.
  • 1 - O controle externo é exercido pelo Poder Legislativo (Congresso Nacional), ou seja, o Congresso Nacional é quem fiscaliza as contas dos demais Poderes.
    2 - O Tribunal de Contas da União (TCU) é o órgão que auxilia o Congresso Nacional no controle externo.
    3 - Embora o TCU tenha o nome de "tribunal" ele não pertence ao Judiciário, está vinculado ao Legislativo. Assim, o TCU é um órgão "técnico" e não "jursdicional" - suas decisões, por conseguinte, são decisões administrativas e não judiciais, logo, podem ser revistas pelo Poder Judiciário, devido ao princípio da inafastabilidade do Judiciário.
    Fonte: Professor Vítor Cruz (Ponto dos Concursos)
  • Autonomia e Vinculação
     O Tribunal de Contas da União é vinculado ao Poder Legislativo ou é um órgão independente dos poderes da República?
    A vinculação do Tribunal de Contas da União a um dos Poderes da República não é um tema pacífico no mundo jurídico. Há, na doutrina, posicionamentos diversos.
    Alguns doutrinadores, juristas e professores de Direito Constitucional entendem que o art. 71 da atual Constituição Federal coloca o Tribunal de Contas como órgão integrante do Poder Legislativo, já que a atribuição de fiscalizar faz parte das atribuições típicas do Poder Legislativo.
    Outros afirmam que o TCU não pertence a nenhum dos Poderes e entendem que ele é um órgão independente e autônomo, assim como o Ministério Público e que, ao auxiliar o Poder Legislativo, a ele não se subordina.
    Não obstante as várias interpretações constitucionais, o entendimento majoritário é no sentido de ser o TCU um órgão de extração constitucional, independente e autônomo, que auxilia o Congresso Nacional no exercício do controle externo.
    http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/ouvidoria//perguntas_frequentes/autonomia_vinculacao
    Estou colocando esse tema porque já caiu em outro concurso e EU ERREI. Por isso, gostaria de compartilhar. O TCU se relaciona ao Poder Legislativo, mas também tem a sua autonomia.
  • Galera, a frase final da letra "a" menciona apenas Administração DIRETA. A Administrção Indireta também não sofre controle pelo TCU?
    Art. 71, II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheirosbens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perdaextravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público.

    E ai?
  • macete: DECORAR ART 71, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    ler, reler, ler, reler...

  • Eu acho injusto pois o candidato na pressão não consegue discernir e mesmo assim fica tendenciosa para mim eles só colocaram adm. direta e excluíram a indireta

  • Errei porque decorei. risos

  • Quem pode o mais pode o menos também. Alternativa A é exemplo disso.

  • GABARITO: A

    a) CERTO: Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete: II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;

    b) ERRADO: Art. 71. VIII - aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário;

    c) ERRADO: Art. 71. IX - assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, se verificada ilegalidade;

    d) ERRADO: Art. 71. VI - fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pela União mediante convênio, acordo, ajuste ou outros instrumentos congêneres, a Estado, ao Distrito Federal ou a Município;

    e) ERRADO: Art. 71. § 1º - No caso de contrato, o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional, que solicitará, de imediato, ao Poder Executivo as medidas cabíveis.

  • GABARITO LETRA A

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

     

    II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;

     

    =========================================================================

     

    ARTIGO 92. São órgãos do Poder Judiciário:

     

    I - o Supremo Tribunal Federal;

    I-A - o Conselho Nacional de Justiça;            

    II - o Superior Tribunal de Justiça;

    II-A - o Tribunal Superior do Trabalho;                

    III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais;

    IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho;

    V - os Tribunais e Juízes Eleitorais;

    VI - os Tribunais e Juízes Militares;

    VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios.


ID
761923
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Cabe ao Presidente da República, entre outras competências,

Alternativas
Comentários
  • Letra B correta; segue a letra de lei na qual cabe ao P.Rep:

    XV - nomear, observado o disposto no art. 73, os Ministros do Tribunal de Contas da União;
  • CF Art. 84 Compete privativamente ao Presidente da República:

    XV - Nomear, observado o disposto no art. 73, os Ministros do Tribunal de Contas da União;

    Art. 73. O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros, tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96.

    § 1º - Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:

    I - mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade;

    II - idoneidade moral e reputação ilibada;

  •  (A)ERRADA, O DECRETO NÃO TEM FORÇA NORMATIVA PARA  CRIAR OU EXTINGUIR CARGOS PUBLICOS, O QUE DEVE SER FEITO USUALMENTE POR LEI ORDINARIA  RESPEITADA A COMPETENCIA DE INICIATIVA DE CADA PODER NA SUA ORGANIZAÇÃO, POIS NAO PODE O PR CRIAR UM CARGO NO LEGISLATIVO.

    O DECRETO TEM CARATER HOMOLOGATIVO , RATIFFICADOR E JUSTIFICATIVO, USADO PARA DETALHAR A EXECUÇÃO DE UMA LEI, NA NOMEAÇÃO OU  EXONERAÇÃO DO SEVIDOR PUBLICO POR EXEMPLO , VIA DE REGRA NÃO TEM CAPACIDADE DE INOVAR NA ORDEM JURIDICA.
     
    (C)ERRADA, COMPETENCIA DO SENADO FEDERAL

    (D)ERRADA. É O CONGRESSO NACIONAL QUE FISCALIZA AS CONTAS DO PR

    (E)ERRADA, A COMPETENCIA É DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA INTERNAMENTE, E O CN E TCU EXTERNAMENTE.


    CORRIGINDO A CORREÇÃO DO COMENTARIO ABAIXO:

     PRIMEIRO QUE NÃO SE FALO NA QUESTAO QUE ERA DECRETO AUTONOMO, ESSE CAPAZ DE INOVAR NA OREDEM JURIDICA MESMO QUE DE RARA INCIDENCIA E EXCEPCIONALISSIMO USADO APENAS QUANDO NÃO IMPUTAR QUALQUER DESPEZA A ADMNISTRAÇÃO, SEGUNDO TEM UM "VIA DE REGRA" QUE O COLEGA DEVE TER PULADO NA ORA DE LER O COMENTARIO.  
    •  

     





  • Corrigindo o comentário acima no concrenente à assertiva "a", o decreto nela referido não é o regulamentar, mas sim o autônomo, de sorte que o equívoco que torna tal assertiva incorreta é que ele não pode criar cargos públicos, mas tão somente EXTINGUI-LOS, consoante previsão legal do art. 84, VI, "b", CF, in verbis:

    Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

    VI - dispor, mediante decreto, sobre:

    b) extinção de funções ou cargos públicos quando vagos;



    Abraços.
  • Cabe ao Presidente da República, entre outras competências:

    a) editar decretos para criação de cargos públicos. ERRADA

    Sessão II - Das atribuições do Congresso Nacional:
    Art. 48
    - Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigindo esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre: (EC nº 19/98, EC nº 32/2001 e EC nº 41/2003)
    X- Criação, tranformação e extinção de cargos e empregos e funções públicas, observado o que estabelece o art. 84, VI,b; 

    b) nomear os Ministros do Tribunal de Contas da União, observadas as disposições constitucionais pertinentes.ERRADA

    Sessão II- Das atribuições do Presidente da República . CORRETA
    Art. 84
    . Compete privativamente ao Presidente da República: (EC nº 23/99 e EC nº 32/2001)
    XV- Nomear, observado o disposto no art. 73, os Ministros do Tribunal de Contas da União.
    Art. 73. O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros, tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96.(EC. nº 20/98) 

    c) suspender a execução de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal.

    Sessão IV- Do senado Federal
    Art. 52.
    Compete privativamente ao Senado Federal: (EC nº 19/98, EC nº 23/99, EC nº 42/2006 e EC nº 45/2004)
    X- Suspender a execução, no todo ou em parte, de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal.



    OBS: Não encontrei a fundamentação das outras alternativas.
    Quem as encontrar, por favor, avisem-me!


    Bons estudos a todos!


     
  • Retificando:

    b) nomear os Ministros do Tribunal de Contas da União, observadas as disposições constitucionais pertinentes. CORRETA 
  • Alternativa Dfiscalizar as contas do Congresso Nacional.( ERRADA)

    A alternativa esta errada pois é o congresso quem fiscaliza o Presidente da Republica.

    O fundamento acredito ser este:

    Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
    IX - julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo.

    art.71 CF- O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, séra exercido com o auxilio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:
    I- apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da Republica, mediante parecer previo que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento.

    Sobre a alternativa E tambem nao achei fundamentação.
    Bons estudos
  • Dica:

    Quando tiver algo sobre nomeação será sempre do Presidente da República, ou seja, só o Presidente nomeia.
  • O TCU será formado por NOVE membros.  [Três + Cinco + Um = nove membros.]

     ---> 1/3 dos membros do TCU serão nomeados pelo PR, após aprovação prévia do Senado Federal.

     ---> 2/3 dos membros do TCU serão nomeados pelo Congresso Nacional.

    Os membros do TCU terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do STJ

    Gabarito B

  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 73. O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros, tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96

     

    ===================================================================

     

    ARTIGO 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

     

    XV - nomear, observado o disposto no art. 73, os Ministros do Tribunal de Contas da União;


ID
761926
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A Constituição Federal estabelece regras para a concessão de aposentadoria aos servidores públicos, dentre as quais está aquela segundo a qual

Alternativas
Comentários
  • E)correto,

    § 10. É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. 40 ou dos arts. 42 e 142 com a remuneração de cargo, emprego ou função pública, ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição, os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração.

     

    XVI - é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, observado em qualquer caso o disposto no inciso XI.

    a) a de dois cargos de professor;

    b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico;

    c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas

  • Por quê os proventos de aposentadoria não serão sempre proporcionais ao tempo de contribuição do servidor?
    Teria alguma relação com a invalidez permanente em serviço?
    Ou até mesmo a pensão por morte?
    Ou ainda relativo ao tempo de serviço?
  • Jarbas,

    Art. 40, I, CF:
    I - por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma da lei. Ocorrendo essas exceções será com proventos integrais.
  • Jarbas
    O erro está em "  serão sempre proporcionais", porque existem os proventos integrais.
    Por exemplos:
    Homem: 60 anos de idade e 35 anos de contribuição.
    Professor: 55 anos de idade e 30 anos de contribuição.
    Mulher:55 anos de idade e 30 anos de contribuição.
    Professora:
    50 anos de idade e 25 anos de contribuição.
  • Aldo, é mero detalhe, mas, para ter o benefício de diminuição do tempo de trabalho, só professor que trabalhe na educação infantil, fundamental e médio (e lembrar que o STF amplia para outros cargos na escola, como diretores e etc, desde que exercidos pelos professores):
    Art. 40.
    § 5º - Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos, em relação ao disposto no  § 1º, III, "a", para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio.
  • Falando em detalhe, vale ressaltar que só terá a redução aquele professor que tiver lecionado EXCLUSIVAMENTE no ensino infantil, fundamental ou médio. Ou seja, se o profissonal tiver exercido outra função, ou tiver lecionador por algum período de tempo no ensino superior, por exemplo, não terá direito à reduçao do tempo expressa no artigo.
  • Na minha humilde opinião, só haverá proventos INTEGRAIS nas 03 hipóteses ressalvadas no art. 40, I, CF/88, quais sejam:

    1 - Acidente em serviço;
    2 - moléstia profissional;
    3 - doença grave (ou) contagiosa (ou) incurável, na forma da lei.

    Conclui-se, portanto, que, nos demais casos, os proventos serão PROPORCIONAIS.

    Aliás, caso eu esteja errado, poderiam colacionar alguma fonte que diga o contrário, por favor? 

  • I - FALSA (ART. 40, § 4º) 

     É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo, ressalvados, nos termos definidos em leis complementares, os casos de servidores: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)

    I portadores de deficiência; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)

    II que exerçam atividades de risco; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)

    III cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005)

    I
    I - FALSA (ART. 40,§ 11) 

     Aplica-se o limite fixado no art. 37, XI, à soma total dos proventos de inatividade, inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos, bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social, e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição, cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, e de cargo eletivo. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)

    I
    II - FALSA (ART 40, §1º, I) 


    § 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados, calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)

    I - por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma da lei; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 41, 19.12.2003)

    IV - FALSA (ART. 40, §5º) 

    § 5º - Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos, em relação ao disposto no  § 1º, III, "a", para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. 
    (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)

    V - CERTA  (ART. 40, § 6º)

    § 6º - Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição, é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste artigo(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)
     

  • Comentando a letra D:

    A Constituição Federal estabelece regras para a concessão de aposentadoria aos servidores públicos, dentre as quais está aquela segundo a qual (D) a aposentadoria compulsória aos setenta anos de idade não se aplica aos servidores que exerçam o magistério no ensino superior. ERRADA


    A meu ver o embasamento encontra-se simplesmente no Art. 40, § 1º, II: 

    Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo.

     § 1º Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados, calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17:

     II - compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição;


    Não há exceção no caso de servidores que exerçam magistério no ensino superior.

    A colega colocou o embasamento do erro no Art. 40, § 5º - Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos, em relação ao disposto no  § 1º, III, "a", para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio.

    Este parágrafo trata apenas da aposentadoria voluntária!!

    Art. 40, § 1º, III - voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes condições:(...)

  • GABARITO LETRA E (ATUALIZADA - 15/07/2020)

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 40. O regime próprio de previdência social dos servidores titulares de cargos efetivos terá caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente federativo, de servidores ativos, de aposentados e de pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial.  

     

    § 6º Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição, é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta de regime próprio de previdência social, aplicando-se outras vedações, regras e condições para a acumulação de benefícios previdenciários estabelecidas no Regime Geral de Previdência Social. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 103, de 2019)


ID
761929
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Considere:

I. Ato de autoridade que viole a liberdade de locomoção pode ser impugnado judicialmente pela via do mandado de segurança.

II. O habeas data pode ser impetrado para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público.

III. A ação popular contra ato lesivo ao patrimônio público pode ser ajuizada por estrangeiro residente no país.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • I -  ERRADO,  cabe habeas corpus
    LXVIII - conceder-se-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder;

    II- correto

     

    LXXII - conceder-se-á "habeas-data":

    a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público;

     

    b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo;

    III- ERRADO,

    LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

  • Cidadão e cidadania dizem respeito à noção de direitos, especialmente os direitos políticos, que permitem ao indivíduo intervir na direção dos negócios públicos do Estado, participar de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar ou concorrer a um cargo público.
  • Complementando os bons comentários acima.

    III. A ação popular contra ato lesivo ao patrimônio público pode ser ajuizada por estrangeiro residente no país.

    INCORRETO - A ação popuplar não pode ser ajuizada por PESSOA JURÍDICA, MINISTÉRIO PÚBLICO OU ESTRAGEIRO, mas só pelo cidadão .

    A ação popular é MEIO DIRETO de exercício da DEMOCRACIA.

    II. O habeas data pode ser impetrado para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público

    Correto - O habeas datas só pode ser impetrado ser antes houver requerimento à autoridade competente e, este se recuse a fornecer as informações solicitadas. (SÚMULA 2 DO STJ)



    I - Ato de autoridade que viole a liberdade de locomoção pode ser impugnado judicialmente pela via do mandado de segurança.

    INCORRETO. O habeas corpus é ação de naturreza penal e poder ser repressivo ou preventivo.


    O HC não necessita de advogado não obedece a qualquer formalidade processual e é GRATUITO. Pressupõe OFENSA atual OU potencial à LIBERDADE DE LOCOMOÇÃO.
  • Em relaçã ao item III, o próprio art. 5º, caput, CRFB, determina, que não haverá distinção entre brasileiros e estrangeiros residentes no país, e estes também gozarão dos direitos e garantias fundamentais, elencados no art. 5º e seus incisos, incluindo o direito de propor ação popular.
  • Foi dito que o MP não pode propor ação popular, em princícipio esta correto, pois somente o cidadão (strictu sensu) capacidade de voto ( até o maior de 16 anos) que pode propor tal ação.

    Mas na desistência do cidadão no meio do curso da ação tem o direito dever o Ministério Público para continuar como autor da ação, representando a coletividade.


  • I. Ato de autoridade que viole a liberdade de locomoção pode ser impugnado judicialmente pela via do mandado de segurança.( F: è Habeas Corpus)

    II. O habeas data pode ser impetrado para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público.( Verdadeiro).

    III. A ação popular contra ato lesivo ao patrimônio público pode ser ajuizada por estrangeiro residente no país.( F- pois qualquer cidadao - que goze os direitos politicos: estrangeiro, pessoa juridica não faz parte da ação popular).

    Portanto: Somente II é verdadeira.
  • A paz!

    I. F
    conceder-se-á "habeas-corpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder (Art. 5º, LXVIII, CF)
     
    II. V
    Conceder-se-á "habeas-data" para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público (Art. 5º, LXXII, "a", CF)
     
    III. F
     qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência
    (Art. 5º, LXXIII, CF)


     
  • III. A ação popular contra ato lesivo ao patrimônio público pode ser ajuizada por estrangeiro residente no país.

    OPÇÃO ERRADA, conforme explano abaixo:

    O ponto chave é que segundo a Lei da Ação Popular (nº 4.717/65) Art. 1º, § 3º A prova da cidadania, para ingresso em juízo, será feita com o título eleitoral, ou com documento que a ele corresponda.
    Mas o único estrangeiro que pode ter titulo de eleitor é o cidadão português quando houver reciprocidade, então, como a alternativa nada diz sobre a condição eleitoral, logo o cidadão estrangeiro não é apto a impetração da ação popular.

    Referência sobre titulo de estrangeiro:
    O estrangeiro pode votar no Brasil?
    http://tre-ro.jusbrasil.com.br/noticias/2550818/o-estrangeiro-pode-votar-no-brasil
  • Podem votar e ser votados ( ressalvadas as exceções previstas na Constituição) e, portanto, são cidadãos aqueles têm nacionalidade brasileira, que pode ser adquirida nos termos do art. 12, II, da CF/88. 
  • Considero a III correta.

    Se o estrangeiro por um português e estiver
    amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, nos termos do § 1º do artigo 12 da Constituição Federal, deverá ser considerado um cidadão, portanto pode ajuizar uma Ação Popular.
  • Vale constar que para ser cidadão este deve estar em dia com suas obrigações eleitorais, assim sendo deve ser eleitor, ter capacidade eleitoral ativa. Neste contexto, o estrangeiro não goza da capacidade eleitoral passiva nem ativa, assim para os termos juridicos da colocação da palavra "cidadão", este não poderia ocupar o polo ativo e propor ação popular.
  • Sobre o item III:

    " Assim, excluem-se do polo ativo os estrangeiros, os apátridas, as pessoas jurídicas (Súmula 365/STF) e mesmo os brasileiros que estiverem com os seus direitos políticos suspensos ou perdidos (art. 15, CF)
    Entendemos que aquele entre 16 e 18 anos, que tem título de eleitor, pode ajuizar ação popular sem a necessidade de assistência, porém, sempre por advogado (capacidade postulatória) (...)
    Teoricamente, se houver reciprocidade (art. 12, §1º, CF), o português poderá ajuizar ação popular. Na prática, contudo, como existe vedação da Constituição de Portugal, não seria possível, pois não há como estabelecer a reciprocidade."

    Pedro Lenza, Direito Constitucional Esquematizado
    16º edição
    Página 1061
  • I ( E ) violação da liberdade de locomoção, ou seja, direito de ir e vir ---> habeas corpus

    II ( V ) o habeas data pode ser impetrado para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante.

    III ( E ) apenas cidadão, ou seja, aquele que está em pleno gozo dos direitos políticos, pode impetrar ação popular.


ID
761932
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A intervenção do Estado-membro em Município é medida excepcionalmente autorizada pela Constituição Federal, que pode ser tomada, entre outras hipóteses, quando

Alternativas
Comentários
  • CF Art.35 O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando:

    I - deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada;

    II - não forem prestadas contas devidas, na forma da lei;

  • As hipóteses de Intervenção dos Estados nos Municípios são mais restritas do que as de Intervenção Federal, como demonstra o art. 35 da CF:

     
    Art. 35. O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando:
     
    I - deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada;

    II - não forem prestadas contas devidas, na forma da lei; (LETRA C - GABARITO)

    III - não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde;
     
    IV - o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial. (LETRA D - O correto seria o Tribunal de Justiça e não o Tribunal Regional Federal, como diz a questão).
     

    Cabe ressaltar que a Intervenção é uma medida excepcional, utilizada somente quando se verifica um risco à integridade e à segurança nacional, à ordem e moralidade pública e à observância de determinados princípios constitucionais.

    Por isso, seria desproporcional verificarmos um caso de intervenção por conta de uma condenação de um Prefeito na Justiça (de acordo com a Constituição Federal). Caso contrário, seria Intervenção pra todo o lado... rsrs
     
  • Quadro resumo de intervenção:
    Regra: NÃO INTERVENÇÃO
    Exceções: Exceções:
    União intervindo no Estado ou DF: Estado intervindo em seus nos Municípios ou União intervindo em Municípios localizados em Território Federal:
    v Manter a integridade nacional;
    v Repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra;
    v Pôr termo a grave comprometimento da ordem pública;
    v Garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da Federação;
    v Reorganizar as finanças da unidade da Federação que:
    a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de 2 anos consecutivos, salvo motivo de força maior;
    b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas pela CF, dentro dos prazos estabelecidos em lei;
    v Prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial;
    v Assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais (PRINCIPIOS CONSTITUCIONAIS SENSÍVEIS):
    a) forma republicana, sistema representativo e regime democrático;
    b) direitos da pessoa humana;
    c) autonomia municipal;
    d) prestação de contas da administração pública, direta e indireta.
    e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde.
    v Deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por 2 anos consecutivos, a dívida fundada;
    v Não forem prestadas contas devidas, na forma da lei;
    v Não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde;
    v O Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial.
    Obs.: como as hipóteses acima se limitam ao número de 4, mas fácil será “decorarmos” essas e trabalharmos – na hora da prova – por exclusão, ou seja, não sendo nenhuma dessas 4 hipóteses – provavelmente – será hipótese da União intervindo nos Estados.
  • As letras A e B não constituem hipóteses de intervenção.

    C) correta: Art 35,II , CF/88
    Art. 35. O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando:

    II - não forem prestadas contas devidas, na forma da lei;

    D) Seria hipótese de intervenção Federal. Art 34, II,

    Art. 34. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para:

    II - repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra;

    E) Depente de provimento pelo TJ de acordo com o  Art. 35, IV, CF/88

    (...)
    IV - o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial.
  • GABARITO LETRA C

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 35. O Estado não intervirá em seus Municípios, nem a União nos Municípios localizados em Território Federal, exceto quando:

     

    I - deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada;

    II - não forem prestadas contas devidas, na forma da lei;

    III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde;                

    IV - o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial.


ID
761935
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Segundo a Constituição Federal, as empresas e sociedades de economia mista, que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços,

Alternativas
Comentários
  • Constituição:

    Artigo 173,

    § 2º - As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado.

  • Alternativa por alternativa:
    a) Incorreta: Ela se sujeita sim ao regime jurídico próprio das empresas privadas, consoante art. 173, II: II - a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários;

    b) Correta, como apontou o colega

    c) Incorreta: A resposta está no mesmo artigo citado anteriormente: 
     II - a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários;

    d) Incorreta:Acredito que a resposta esteja no caput: 
    Art. 173. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei.
    Ocorre que, embora possa atuar diretamente na economia, como empresa privada, deve obedecer aos requisitos elencados no art. 173, caput.

    e) Incorreta: Ela não se sujeita às regras do direito privado em relação à contratação de obras... pois que deve observar os princípios da administração pública: Art. 173, 
    III - licitação e contratação de obras, serviços, compras e alienações, observados os princípios da administração pública;
  • O regime jurídico das Empresas Públicas está disposto no art. 173 da Constituição de 1988: “Art. 173. (...) § 1º - A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços, dispondo sobre: II - a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários; ”

    Conclui-e, então, que as empresas públicas que explorem atividade econômica de produção e comercialização de bens e prestação de serviços estão sujeitas ao regime jurídico das empresas privadas, não podendo gozar de privilégios não extensivos ao setor privado (art. 173, §2º, da C.R.).
  • As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado.
  • Não há alternativa certa.
    O enunciado diz:

    Segundo a Constituição Federal, as empresas e sociedades de economia mista, que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços

    Dessa forma,

    a) Está errada porque as empresas públicas e sociedades de economia mista se sujeitam ao regime jurídico próprio das empresas privadas no que toca aos direitos e obrigações civis
    (art.173, §1º, II, CR/88).

    b) Está errada porque as empresas públicas e sociedades de economia mista prestadoras de serviço público, que também constam da questão, conforme se depreende do enunciado, podem gozar de privilégios fiscais extensivos aos do setor privado, como é o caso da Empresa de Correios e Telégrafos(imuninidade tributária).

    c) Está errada porque elas se sujeitam ao regime ao regime próprio das empresas privadas no que toca aos direito e obrigações trabalhistas (art.173, §1º, II, CR/88).

    d) Está errada porque as obviamente as empresas públicas e sociedades de economia mista podem exploradoras de atividade econômica podem exercer atividade econômica.

    e) Está errada porque elas devem fazer licitação para a contratação de obras, serviçoes, compras e alienação.

    Portanto, a questão, a meu viso, deveria ter sido anulada.

    Bons estudos!
  • Eu concordo com o ponto de vista do colega Gabril, exposto acima.

    Mas como a questão menciona claramente "Segundo a Constituição Federal", então podemos sim enxergar como a Empresa de Correios e Telegrafos como em igualdade com as demais prestadores de serviço.

    Os correios possuem sim imunidade tributária em alguns aspectos como os entes da administração direta, mas esta imunidade foi dada pelo STF:

    http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=232199


    Eu errei a questão marcando a alternativa E, lembrando da parte que, em algum momento elas podem contratar serviços sem licitações, mas só em alguns casos previstos.
  • Cuidado com a interpretação da alternativa B (correta):

    As empresas e sociedade de economia mista podem sim gozar de privilégios fiscais, desde que extensivos aos do setor privado. Elas não poderão gozar se não for estendido ao setor privado.

  • GABARITO: B

    Art. 173. § 2º As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado.

  • GABARITO LETRA B

     

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

     

    ARTIGO 173. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei.

     

    § 2º As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado.


ID
761938
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A União pretende adquirir imóvel para instalar órgão público, o qual, pelas suas características, necessita ser instalado em local específico. De acordo com a Lei no 8.666/93,

Alternativas
Comentários
  • Art. 24  É DISPENSÁVEL (LEI 8666/93).


    X - para a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia.


     Gab:. A
  • X - para a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia; (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)
    Sendo a necessidade devidamente comprovada pela Administração e estando determinável imóvel na condição exclusiva de atender, seja por questões de localização, tamanho, tipo do imóvel ou qualquer outra plausível e ainda, com seu valor compatível com o praticado no mercado, é perfeitamente justificável a dispensa de licitação, no entanto, se existir mais de um imóvel que atenda as necessidades da Administração, existirá a obrigatoriedade de processo licitatório.
  • a questão fala em local específico, no local específico não poderia existir mais de um imóvel? como o local específico sendo dentro de determinado shoping center por exemplo
    varios imóveis dentro do shoping estariam no local específico (shoping) e poderia se selecionar entre os "imóveis adequados" da letra C
  • Sim Melissa, caso essa escolha seja esteja de acordo com as finalidades da Administração Pública. Talvez você já tenha percebido em sua cidade centros de atendimento de órgãos públicos situados em algum Shopping. Facilita bastante para a população em geral quando necessita de algo que a Administração possa lhe suprir.

    Desde que o preço seja compatível com o valor de mercado segundo avaliação prévia.

ID
761941
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A extinção do contrato de concessão de serviços públicos, por caducidade,

Alternativas
Comentários
  •         Art. 38. A inexecução total ou parcial do contrato acarretará, a critério do poder concedente, a declaração de caducidade da concessão ou a aplicação das sanções contratuais, respeitadas as disposições deste artigo, do art. 27, e as normas convencionadas entre as partes.
    § 3o Não será instaurado processo administrativo de inadimplência antes de comunicados à concessionária, detalhadamente, os descumprimentos contratuais referidos no § 1º deste artigo, dando-lhe um prazo para corrigir as falhas e transgressões apontadas e para o enquadramento, nos termos contratuais.

  • Em outras palavras,

    caducidade é quando o cara descumpre os termos do contrato (inexecução, ainda que parcial)

    mas, como garantia, tem o contratado, o direito de ser alertado e concedido prazo razoável para corrigir, antes da "decretação" de extinção por caducidade.


    Vale lembrar que, em matéria de ato administrativo, caducidade é o fim do ato administrativo por superveniencia de lei.

    Não confundir!!

    Em contratos => caducidade => inexecucao
    Em atos => caducidade => lei nova
    Em atos => cassação => descumprimento dos termos

    ou seja, a cassacao, em atos, parece com a caducidade, em contratos...

    mas a caducidade em contratos nao parece com caducidade em atos.





  • A caducidade possui duas incidencias:

    - Nos Atos Adm a caducidade se dá c a superveniência de lei nova q extingue os efeitos jurídicos da antiga norma q respaldava aquele ato anteriormente vigente

    - Nos Contratos Adm a caducidade ocorrerá por inexecução total ou parcial do contrato.
  • Encampação: 
    * Retomado do serviço pelo poder concedente antes do trmino do contrato;
    * Baseado no interesse público;
    * Não é necessario qualquer vício ou irregularidade na concessão;
    * Condições para a encampação: interesse público, lei autorizativa específica e pagamento prévio de indenização;
    * Não cabe indenização por lucros cessantes;

    caducidade: 
    * Extinção da concessão por enexecução total ou parcial do contrato;
    * Necessário a comunicação a concessionária da irregularidades encontradas e a concessão de prazo para que esta corrija as falhas;
    * No caso de não correção das falhas haverá a instauração do processo administrativo;
    * A caducidade será oposta por Decreto do poder concedente;
    * Concessionária tem direito a indenização, não sendo, porém, prévia

  • Resposta letra E.
    A concessionaria recebe um prazo, uma oportunidade para corrigir suas falhas. O poder p'ublico "e' bonzinho"  com os concessionarios... 
  • Olá .. alguém poderia me ajudar, não consigo achar o erro da letra B. 

    Pensei na inadequadação da expressão INTERVENÇÃO ... é isso msm ??



  • EXTINÇÃO DA CONCESSÃO


    Advento do Termo Contratual: Extinção normal, ao final do prazo determinado no contrato.



    Encampação: Por motivo de  interesse público mediante lei específica.



    Caducidade: Inexecução do contrato pela concessionária: 



    Rescisão: Inexecução do contrato pelo poder concedente. 



    Anulação: Ilegalidade da licitação ou do contrato.



    Fonte: (Professor Alexandre FLG) 



    Bons Estudos!
  • Respondendo o colega que perguntou sobre a alternativa B. Esta se refere a intervenção, que deverá ser feita por decreto, já a caducidade é declarada por decisão em processo administrativo. Veja o artigo:

    Art. 38. A inexecução total ou parcial do contrato acarretará, a critério do poder concedente, a declaração de caducidade da concessão ou a aplicação das sanções contratuais, respeitadas as disposições deste artigo, do art. 27, e as normas convencionadas entre as partes.

    § 2oA declaração da caducidade da concessão deverá ser precedida da verificação da inadimplência da concessionária em processo administrativo, assegurado o direito de ampla defesa.
     

    Por favor, corrijam-me se estiver incorreta.

  • Fabiana,
    o erro da letra B é que ela fala que a caducidade será precedida NECESSIARIAMENTE  da intervenção. Isso não é verdade! 

    Quando o Poder concedente percebe que a concessionária está descumprindo o contrato, ele poderá, já de imediato, decretar a intervenção, para garantir a adequeção dos serviços prestados, até que os fatos sejam apurados em processo administrativo. Mas isso não é obirgatório. 

    Então, poderá ocorrer:

    DECRETO DE INTERVENÇÃO (provisória)--> PROCESSO ADMINISTRATIVO---> DECRETO DE CADUCIDADE
    ou, simplesmente,
    PROCESSO ADMINISTARTIVO---> CADUCIDADE

    Se, durante a intervenção, for verificado que a concessionária corrigiu as irregularidades, a prestação dos serviços será devolvida para a concessionária, sem dec;aração de caducidade.
  • Só para complementar o comentário do colega Bruno Cardoso:
    O referido artigo 38, no caso, encontra-se na Lei 8.987/95, a qual dispõe sobre o regime de Concessão e Permissão da prestação de serviços públicos.
    BOA SORTE a todos nós! “Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos. Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz”. Provérbios 3:1-2.
  • ORGANIZANDO A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO À MODA FCC...

    a) Art. 38, §2º, da Lei 8.789.


    § 2o A declaração da caducidade da concessão deverá ser precedida da verificação da inadimplência da concessionária em processo administrativo, assegurado o direito de ampla defesa.

    b) Art. 38, § 4º, da Lei 8.789.

      § 4o Instaurado o processo administrativo e comprovada a inadimplência, a caducidade será declarada por decreto do poder concedente, independentemente de indenização prévia, calculada no decurso do processo.

    c) Art. 37, "caput", da Lei 8798. CONCEITO DE ENCAMPAÇÃO (não caducidade).


     Art. 37. Considera-se encampação a retomada do serviço pelo poder concedente durante o prazo da concessão, por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa específica e após prévio pagamento da indenização, na forma do artigo anterior.

    d) Extinção da concessão pelo advento de termo contratual (não caducidade). Art. 35, I, da Lei 8798.

    e) CORRETA.

    Art. 38, §3º.


      § 3o Não será instaurado processo administrativo de inadimplência antes de comunicados à concessionária, detalhadamente, os descumprimentos contratuais referidos no § 1º deste artigo, dando-lhe um prazo para corrigir as falhas e transgressões apontadas e para o enquadramento, nos termos contratuais.





  • a ordem é a seguinte:

    comunicacao à concessionaria dando-lhe prazo 

    instaura proc. adm. com direito de defesa

    caducidade é declarada por decreto.

    (tudo no art 38)


    já intervencao esta prevista no art 32; tbm é decreto (só encampaçao que é por lei ein gente!)

  • b) é declarada por decreto do Poder Executivo, precedido, necessariamente, de intervenção, durante a qual será concedido à concessionária prazo para regularização da prestação dos serviços. (INCORRETA)


    Há dois artigos que poderiam embasar o erro da assertiva:

    Artigo 32, Lei 8987/95:

    O poder concedente PODERÁ intervir na concessão, com o fim de assegurar a adequação na prestação do serviço, bem como o fiel cumprimento das normas contratuais, regulamentares e legais pertinentes.


    ARTIGO 27, LEI 8987/1995

    A transferência de concessão ou do controle societário da concessionária SEM prévia ANUÊNCIA do poder concedente implicará a CADUCIDADE da concessão.

    Segundo Marcelo Alexadrino, trata-se de uma hipótese em que a decretação de caducidade está disciplinada como um ATO VINCULADO

    Em consequência, acredito que nesta última hipótese (art. 27) não parece haver motivo para instaurar Processo Administrativo, como nos demais casos cuja discricionariedade lhe são inerentes.






  • Colega,

    Sempre terá de haver processo administrativo, pois, do contrário, o princípio da ampla defesa será desrespeitado.

    Bons estudos!

  • Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!Eureka!!!!

     

    Tava vendo a aula do Matheus Carvalho e tive uma ideia, olha que moleza:

    O CADU é INADIMPLENTE. O PÚBLICO joga EM CAMPO!!!

    kkkk

     

     

    Continua sem entender? LIGUE-SE!!!

    EXTINÇÃO DA CONCESSÃO:

    1. CADUCIDADE ---- INADIMPLEMENTO CONTRATUAL

    2. EMCAMPAÇÃO ---- RAZÕES DE INTERESSE PÚBLICO

     

     

    - Lucas, qual a fundamentação legal?

    - Amigos, Lei 8.987. Vejamos:

     

    Art. 35. Extingue-se a concessão por: 

    II - encampação;

    III - caducidade;

     

    Art. 37. Considera-se encampação a retomada do serviço pelo poder concedente durante o prazo da concessão, por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa específica e após prévio pagamento da indenização, na forma do artigo anterior.  (O PÚBLICO JOGA EM CAMPO)

     

    Art. 38. A inexecução (INADIMPLEMENTO CONTRATUAL) total ou parcial do contrato acarretará, a critério do poder concedente, a declaração de caducidade da concessão ou a aplicação das sanções contratuais, respeitadas as disposições deste artigo, do art. 27, e as normas convencionadas entre as partes. (O CADU É INADIMPLETE)

     

     

     

    Agora é só matar as questões!!!!!!!!!!!!

     

    ASSERTIVAS DE CONCURSOS TIDAS COMO CORRETAS:

    1. Ocorre a extinção da permissão de serviço público por encampação quando o Poder Público tem interesse administrativo na retomada do serviço. (FUNDAÇÃO SOUSÂNDRADE)

    2. Ocorre encampação quando há a retomada do serviço pelo poder concedente durante o prazo da concessão, por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa específica e após prévio pagamento da indenização. (CESPE)

    3. A retomada do serviço pelo poder concedente durante o prazo da concessão, por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa específica e após prévio pagamento da indenização é, nos termos da Lei Federal n. 8987/95, o instituto da:Encampação. (IESES)

    4. Considera‐se encampação a retomada do serviço público pelo poder concedente durante o prazo da concessão, por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa específica e após prévio pagamento da indenização, na forma da lei.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. (IDECAM)

    5. Caducidade, na concessão de serviços públicos, é a rescisão unilateral do contrato de concessão de serviço público, em razão do inadimplemento do concessionário. (FCC)

    6. A extinção do contrato de concessão de serviços públicos, por caducidade, deve ser precedida da comunicação à concessionária dos descumprimentos contratuais, dando-lhe prazo para correção das falhas e transgressões apontadas e para o enquadramento nos termos contratuais. (CESPE)

    7. A caducidade, uma das formas de extinção do contrato de concessão de serviços públicospoderá ser decretada pelo poder concedente, quando o serviço estiver sendo prestado de forma inadequada ou deficiente, tendo por base as normas, critérios, indicadores e parâmetros definidores da qualidade do serviço. (FCC)


ID
761944
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Proprietário privado de um bem tombado, integrante do patrimônio histórico nacional, que pretenda alienar o referido bem

Alternativas
Comentários
  • letra D - Trata-se do direito de preferência       
    Decreto-lei 25/1937
    Art. 22. Em face da alienação onerosa de bens tombados, pertencentes a pessôas naturais ou a pessôas jurídicas de direito privado, a União, os Estados e os municípios terão, nesta ordem, o direito de preferência.

  • No caso de venda do bem (mesmo judicial), deve ser oferecida preferência para a União, os Estados e os Municípios, nesta
    ordem (art. 22).
  • Na lição de Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo (2011), efetivado o tombamento e o respectivo registro no Ofício de Registro de Imóveis respectivo, surgem os seguintes efeitos:
    [...] no caso de alienação do bem tombado, o POder Público tem direito de preferência; antes de alienar o bem tombado, deve o proprietário notificar a União, o Estado e o Município onde se situe, para exercerem, dentro de 30 dias, seu direito de preferência; caso não seja observado o direito de preferência, será nula a alienação, ficando autorizado o Poder Público a sequestar o bem e impor ao proprietário e ao adquirente multa de 20% do valor do contrato. 
  • O fundamento da banca se consubstância no art. 22 do Decreto-Lei 25/37 que previa no capítulo IV - do direito de preferência.

    O cuidado que deve ser ter atualmente é que o novel CPC (Lei. 13.105/2015) expressamente revogou este artigo:

     

    Art. 1.072.  Revogam-se:        (Vigência)

    I - o art. 22 do Decreto-Lei no 25, de 30 de novembro de 1937;

  • Questão desatualizada! Novo CPC revogou o direito de preferência no Tombamento. 

  • o art. 22 do Dec.-lei 25/1937 foi revogado pelo art. 1.072, I, do novo Código de Processo Civil, de modo que, com a revogação, ficou extinto o referido direito de preferência em favor dos entes públicos. Consequentemente, se o proprietário deseja alienar o bem tombado de sua propriedade, poderá fazê-lo livremente, nas condições que ajustar com o interessado na aquisição, sem a obrigação de comunicar seu intento aos entes públicos.


ID
761947
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

As autarquias

Alternativas
Comentários
  • A autarquia é a PESSOA JURIDICA de Direito público o que significa ter praticamente as mesmas prerrogativas e sujeições da administração direta. O seu regime jurídico pouco se diferencia do estabelecido para esta, aparecendo, perante terceiros, como a própria Administração Pública. Difere da UNIÃO, ESTADOS e MUNICÍPIOSpessoas públicas políticas – por não ter capacidade política, ou seja, o poder de criar o próprio direito. Portanto, autarquia é pessoa pública administrativa, porque tem apenas o poder de auto-administração, nos limites estabelecidos em lei.

     Gab:. A

  • Na administração pública brasileira, uma autarquia é uma entidade auxiliar da administração pública estatal autônoma e descentralizada. É um dos tipos de entidades da administração indireta. Seu patrimônio e receita são próprios, porém, tutelados pelo Estado. O Decreto-Lei nº 200 de 1967, no seu artigo 5º, inciso I, define autarquias como "Serviço autônomo criado por lei, com personalidade jurídica de direito público, patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram para seu melhor funcionamento gestão administrativa e financeira descentralizada".

     
  • AUTARQUIAS

    Criação de autarquias

    As autarquias são criadas por lei para executar, de forma descentralizada, atividades típicas da administração pública. Têm patrimônio formado por recursos próprios.Sua organização interna pode vir através de decretos (emanam do poder executivo); de portarias (ministérios, secretarias); regimentos ou regulamentos internos. São autarquias, por exemplo, as universidades federais. Segundo Celso Antônio Bandeira de Mello: São pessoas jurídicas de direito público de capacidade exclusivamente administrativa.


     
    Diversos são os exemplos de autarquias, federais, estaduais ou municipais, em nosso ordenamento, como: Banco Central, UFRJ, CBMERJ, INSS, ANATEL, ANVISA, INPI, CVM

     
  • Temos como principais características das autarquias:

    Criação por lei; é exigência que vem desde o Decreto-lei nº 6.016/43, repetindo-se no Decreto-lei nº 200/67 e constando agora do artigo 37, XIX, da Constituição.
    Personalidade jurídica pública; ela é titular de direitos e obrigações próprios, distintos daqueles pertencentes ao ente que a instituiu: sendo pública, submete-se a regime jurídico de direito público, quanto à criação, extinção, poderes, prerrogativas, privilégios, sujeições.
    Capacidade de auto-administração; não tem poder de criar o próprio direito, mas apenas a capacidade de se auto-administrar a respeito das matérias especificas que lhes foram destinadas pela pessoa pública política que lhes deu vida. A outorga de patrimônio próprio é necessária, sem a qual a capacidade de auto-administração não existiria.
    Especialização dos fins ou atividades; coloca a autarquia entre as formas de descentralização administrativa por serviços ou funcional, distinguindo-a da descentralização territorial; o principio da especialização impede de exercer atividades diversas daquelas para as quais foram instituídas.
    Sujeição a controle ou tutela; é indispensável para que a autarquia não se desvie de seus fins institucionais.


     



  • Sucesso a todos!!!
  • Olá pessoal,

    Em relação ao mapa mental acima, só gostaria de retificar que o regime de pessoal das autarquias, após a suspensão da eficácia da EC n. 19/1998, passou a ser o regime jurídico único. Assim, atualmente não é possível a contratação concomitante de servidores públicos e empregados públicos pela administração direta, autarquias e fundações públicas.
    Destaco que a suspensão da EC n. 19 foi realizada com efeitos ex nunc. Desta forma, permanecem válidas as contratações efetuadas a partir da vigência da EC até a data da concessão da medida cautelar em ADIN (n. 2135/DF), em 02.08.2007.
    Por fim, saliento que, em qualquer caso, independentemente da época de admissão e do regime de pessoal adotado, às autarquias são aplicáveis as regras constitucionais que exigem a realização de concurso público e que vedam a acumulação remunerada de cargos, empregos e funções públicas.
    Fonte: Direito administrativo descomplicado.

    Boa sorte a todos!!
  • Autarquias São pessoas jurídicas de Direito Púbico, integrantes da administração indireta, criadas por lei para desempenhar funções que, despidas de caráter econômico, sejam próprias e típicas do estado (Carvalho Filho, 2009, pag. 444).
  • Autarquias: Pessoas jurídicas de direito público, criadas diretamente por lei específica. Possuem capacidade de autoadministração, desempenham serviços públicos de maneira descentralizada e possuem patrimônio próprio.

    Els têm personalidade jurídica de direito público (seus bens são considerados públicos, sua responsabilidade civil é objetiva).

    Exemplos: INSS, Banco Central.

  • A 177ª prova da Magistratura/SP considerou CORRETA a afirmação: “Pessoa jurídica de Direito Público, com  autonomia, com patrimônio e receita próprios, criada por lei para executar atividades típicas da Administração  Pública, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada, constitui conceito de autarquia”.

    Decreto-lei 200/1967 (inc. I do art. 5.º): I – Autarquia – o serviço autônomo, criado por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da administração pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada

  • Há três fatores que de fato demarcam diferenças entre as autarquias. São eles:


    1. o nível federativo;


    2. o objeto; e


    3. a natureza (regime jurídico).

  • Autarquias: Pessoas Juridicas de Direito Público que tem,  por finalidade a prestação de atividades típicas do estado, com autonomia administrativa , técnica e financeira, mas sem capacidade legislativa. São criadas e extintas por Lei ordinária específicas . Elas não foram criadas para visar lucro, mais mesmo assim podem ter lucro. 

    Autarquia: 

    Modalidade por Outorga- O Poder Público tranfere titularidade mais execução do serviço.

    Fundação Pública, Empresas Públicas, Sociedade de Economia mista , essas são pessoas Juridicas de Direito Privado. A modalidade delas é por Delegação onde tranfere-se somente a execução do serviços , o Poder Público mantém a titularidade.


ID
761950
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O ato administrativo vinculado

Alternativas
Comentários
  • "Atos vinculados são os que a administração pratica sem margem de liberdade de decisão, pois a lei previamente determinou o único comportamento possível a ser obrigatoriamente adotada sempre que se configure a situação objetiva descrita na lei.

    É relevante notar que tanto os atos vinculados quanto os atos discricionários são passíveis de anulação."

    Fonte: Direito Administrativo Descomplicado

    Autores: Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo

  • Todos os atos administrativos podem submeter-se à apreciação judicial de sua legalidade, sendo essa a consequência natural do princípio da legalidade. Em relação aos atos vinculados, não há dúvida de que o controle de legalidade a cargo do Judiciário terá muito mais efetividade. Ora, se todos os elementos do ato têm previsão na lei, bastará, para o controle de legalidade, o confronto entre o ato e a lei.

    Fonte : Alexandre Magno Fernandes Moreira (LFG)

    Gab:. C

  • Complementando...
    Interessante observar que no ato administrativo vinculado não há que se falar em mérito, ou seja, não se configura esse ato nos moldes daqueles elementos essenciais ao ato discricionário, que comporta Sujeito (competência), Finalidade, Forma, Motivo e Objeto. Nestes, há sempre um juízo de mérito a ser ponderado pela Administração, limitado, por óbvio, aos termos legais, à finalidade, ao motivo, etc. 
    Seja como for, sempre haverá um mérito a ser analisado, que se traduz exatamente neste juízo de oportunidade e conveniência cedido pela lei e em subjacência a ela e aos limites por ela impostos. 
    Nos atos vinculados, entretando, não haverá mérito, mas unicamente a regência legal dispondo pré-requisitos rígidos e fixos para, sendo-os preenchidos, obrigar a Administração a efetivar/desencadear os efeitos que lei a estabeleceu - normalmente a concessão de algum benefício, como um alvará, uma carteira de motorista, etc. Aliás, a CNH é um ótimo exemplo de ato vinculado.
    Perceba-se, então, que quanto aos atos vinculados, não existindo mérito, não haverá materialidade a ser analisada pelo Poder Judiciário senão a legalidade do ato, mas jamais sua conveniência e oportunidade! 
    Avante, senhores(as)!
  • Perfeitos os comentários dos colegas. Apenas para ilustrar...


  • A paz!

    A alternativa correta é a letra C.

    a) pode ser objeto de controle judicial, quanto aos aspectos de legalidade, conveniência e oportunidade.
    Falsa.
    O ato administrativo vinculado não possui questão de conveniência e oportunidade, não há margem de liberdade conferida ao agente público para escolha.

    b) pode ser revogado pela Administração, por razões de conveniência e oportunidade, ressalvados os direitos adquiridos e assegurada a apreciação judicial.
    Falsa.
    O ato administrativo vinculado não pode ser revogado, a revogação ocorre em atos discricionários, devido a questão da oportunidade e conveniência por parte da Administração, o ato vinculado não possui liberdade de escolha, não há margem para o agente público agir com certo grau de opção no ato vinculado.  

    c) possui todos os elementos definidos em lei e pode ser objeto de controle de legalidade pelo Judiciário e pela própria Administração.
    Verdadeira.
    O ato administrativo vinculado possui todos os elementos definidos em lei e  pode sim ser objeto de controle de legalidade por parte do Poder Judiciário, além da própria Administração.

    d) possui objeto, competência e finalidade definidos em lei, cabendo à Administração a avaliação dos aspectos de conveniência e oportunidade para sua edição.
    Falsa.
    O ato administrativo vinculado não permite à Administração a avaliação de aspectos de conveniência e oportunidade para sua edição, não há margem de escolha alguma definida em lei.

    e) pode ser objeto de controle pelo Poder Judiciário em relação aos elementos definidos em lei, constituindo prerrogativa exclusiva da Administração a sua revogação por razões de conveniência e oportunidade.
    Falsa.
    O Poder Judiciário atua no ato vinculado através do caso onde exista ilegalidade insanável, que é a situação da anulação, a revogação ocorre no ato discricionário e é competência da Administração a realização da revogação do ato.


    Fiquem na paz!
  • Vale lembrar que não podem ser revogados:

    1) atos já consumados, que já exauriram seus efeitos

    2) atos vinculados

    3) atos que já geraram direitos adquiridos para os particulares
     
    4)atos que integram um procedimento (cada ato surge, é uma nova etapa e preclui)

    5) meros atos administrativos - os seus efeitos são estabelecidos diretamente na lei.

    :)
  • Tobias superando o carinha do caderno de questões! Mais repetitivo que o próprio Tobias, impossível!
  • Em se tratando de ato vinculado, não há de se falar em mérito administrativo, pois toda a conduta da Administração Pública está definida em lei.

  • 1) SE O ATO É VINCULADO, ENTÃO NÃO HÁ DE SER FALAR EM PODER DISCRICIONÁRIO.

    ASSIM, ATO VINCULADO NÃO CABE REVOGAÇÃO, MAS SIM ANULAÇÃO.

    2) SE O ATO É DISCRICIONÁRIO, ENTÃO NÃO HÁ DE SER FALAR EM ATO VINCULADO PORQUE O ATO DISCRICIONÁRIO É POR CONVENIÊNCIA E OPORTUNIDADE.

    ASSIM, ATO DISCRICIONÁRIO NÃO CABE ANULAÇÃO MAS REVOGAÇÃO.

    3) ADMINISTRAÇÃO E O PODER JUDICIÁRIO PODEM ANULAR UM ATO ADMINISTRATIVO.

    4) PODER JUDICIÁRIO NÃO PODE REVOGAR UM ATO DISCRICIONÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO;

    5) PODER JUDICIÁRIO PODE ANULAR UM ATO DISCRICIONÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO (VÍCIO NO OBJETO/MOTIVO. P. EX.)


ID
761953
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Concorrência é a modalidade licitatória obrigatória para

Alternativas
Comentários
  •  
    Lei 8.987/95:
     
    Art. 2o Para os fins do disposto nesta Lei, considera-se:  III - concessão de serviço público precedida da execução de obra pública: a construção, total ou parcial, conservação, reforma, ampliação ou melhoramento de quaisquer obras de interesse público, delegada pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para a sua realização, por sua conta e risco, de forma que o investimento da concessionária seja remunerado e amortizado mediante a exploração do serviço ou da obra por prazo determinado;

    Lei 8.666/93:

    Art. 23.  As modalidades de licitação a que se referem os incisos I a III do artigo anterior serão determinadas em função dos seguintes limites, tendo em vista o valor estimado da contratação:

    I - para obras e serviços de engenharia

    c) concorrência: acima de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais);  

    § 4o  Nos casos em que couber convite, a Administração poderá utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência.


  • A concorrência é a modalidade de licitação destinada a contratações de valores altos (grandes vultos),ou seja, para a aquisição de materiais e serviços com valores acimade R$ 650.000,00,e para a execução de obras e serviços de engenharia com valores acimade R$ 1.500.000,00.Embora haja por conta da Lei n°. 8.666/93, uma definição mínima de valores para a  concorrência é importante salientar que essa MODALIDADE É CABÍVEL PARA QUALQUER VALOR DE CONTRATAÇÃO.
    é a modalidade de licitação entre quaisquer interessadosque, na fase inicial de habilitação, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para a execução de seu objeto. Esta modalidade de licitação exige fase preliminar da habilitação para verificação efetiva do cumprimento dos requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital.


  • BONS ESTUDOS!!!
  • Uma questão CESPE, certo ou errado, caiu na policia federal 2012 e após recursos a banca anulou tal questao.
    Questão essa que dizia: "...A concessao de serviço publico só é  possível na modalidade CONCORRENCIA".
    Segundo o professor Fabricio Bolzan é cabivel tambem LEILÃO diante de hipóteses de de privatização nesses contratos.
    Peço ajuda ajuda a voces que saberiam me explicar sobre tal assunto.

    Grata.
  • a)     {correta a primeira parte, Lei 8.666/93, art. 23. As modalidades de licitação a que se referem os incisos I a III do artigo anterior serão determinadas em função dos seguintes limites, tendo em vista o valor estimado da contratação:I - para obras e serviços de engenharia: (...) c) concorrência: acima de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais);}{errada a segunda parte, Lei 8.987/95, Art. 2o Para os fins do disposto nesta Lei, considera-se: (...) II - concessão de serviço público: a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado;}
     
    b)     {correta a primeira parte, Lei 8.666/93, art. 23, citado acima;}{correta segunda parte: Lei 8.666/93, art. 23, § 4o  Nos casos em que couber convite, a Administração poderá utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência.}
     
     
    c)     {correta a primeira parte: Lei 8.987/95, Art. 2o Para os fins do disposto nesta Lei, considera-se: (...) II - concessão de serviço público: a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado}{errada a segunda parte: Lei 11.079/2004, Art. 10. A contratação de parceria público-privada será precedida de licitação na modalidade de concorrência, estando a abertura do processo licitatório condicionada a(...)}.       
                            . 
    d)     {correta a primeira parte: Lei 8.987/95, Art. 2o , citado acima}{errada a segunda parte, Lei 8.666/93, art. 19 Os bens imóveis da Administração Pública, cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento, poderão ser alienados por ato da autoridade competente, observadas as seguintes regras: (...)III - adoção do procedimento licitatório, sob a modalidade de concorrência ou leilão.}
     
    e) {errada, não há estipulação de valor para imóveis e a forma de aquisição ainda permite o leilão, Lei 8.666/93, Art. 17.  A alienação de bens da Administração Pública, subordinada à existência de interesse público devidamente justificado, será precedida de avaliação e obedecerá às seguintes normas: I - quando imóveis, dependerá de autorização legislativa para órgãos da administração direta e entidades autárquicas e fundacionais, e, para todos, inclusive as entidades paraestatais, dependerá de avaliação prévia e de licitação na modalidade de concorrência, dispensada esta nos seguintes casos: (...).}


    Se encontrar erros, aprenda com eles.
  • pois é ...  não está sendo usado Leilão para negociar as rede 4G?

  • Questão desatualizada apos, as alterações de valor, dadas pelo Decreto nº 9.412/2018

  • Não está desatualizada, pois a CONCORRÊNCIA realmente pode abranger OSE (obras e serviços de engenharia) acima de 1,5 mi.

    OSE Convite_________até 330 mil

    OSE Tomada de preços_________até 3,3 mi

    OSE Concorrência_________acima de 3,3 mi

    QUEM PODE MAIS (CONCORRÊNCIA) PODE MENOS...

  • Desatualizada: nesse valor 1,5 milhão, a concorrência não será OBRIGATÓRIA. Pode-se adotar a tomada de preços


ID
761956
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

De acordo com a Lei no 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos federais, a penalidade aplicável e a conduta descrita estão corretamente relacionadas em:

Alternativas
Comentários
  • Art. 117. Ao servidor é proibido:


     IV - opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço;

    Art. 129. A advertência será aplicada por escrito, nos casos de violação de proibição constante do art. 117, incisos I a VIII e XIX, e de inobservância de dever funcional previsto em lei, regulamentação ou norma interna, que não justifique imposição de penalidade mais grave




    Gab:. B
  • (Complementando) Os dispositivos que logo transcrevo referem-se, em sua totalidade, à Lei n° 8.112/90; vejamos:
    a) Recursar fé a documentos públicos - art. 117, da Lei; Penalidade: Advertência (art. 129, da Lei);
    b) Opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço - art. 117, da Lei; Penalidade: Advertência (art. 129, da Lei);
    c) Recusar-se, injustificadamente, a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente - art. 130, da Lei, § 1°; Penalidade: Suspenção de 15 dias, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação;
    d) Inassiduidade habitual do servidor - art. 139, da Lei; Penalidade: Demissão (art. 132, inc. III, da Lei); 
    e) Revelação de segredo obtido em razão do cargo - art. 132, da Lei; Penalidade: Demissão.
    Bons estudos!

  • Art. 117. Ao servidor é proibido: (Vide Medida Provisória nº 2.225-45, de 4.9.2001)
    IV - opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço;
    Comentário
    A impessoalidade, princípio constitucional, deve estar sempre presente. O servidor, por razões pessoais ou motivos obscuros, não deve manifestar sua vontade nem usar de artifícios para procrastinar, prejudicar deliberadamente ou dificultar o andamento de documento ou processo, ou ainda o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano material ou moral.
  • a) Suspensão ao servidor que recursar fé a documentos públicos. ERRADA.  O correto: ADVERTÊNCIA. art 129 c/c art 117, III.

    b)  Advertência, ao servidor que opuser resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço.  CORRETA : art 129 c/c art 117, IV.

     c) Advertência ao servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente ERRADA:. O correto: SUSPENSÃO.

               Art. 130, § 1o Será punido com suspensão de até 15 (quinze) dias o servidor que, injustificadamente, recusar-se a ser submetido a inspeção médica determinada pela autoridade competente, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação. 

    d) Suspensão para inassiduidade habitual do servidor. ERRADA. O correto: DEMISSÃO. art. 132, III.

    e) Suspensão para revelação de segredo obtido em razão do cargo. ERRADA:. O correto DEMISSÃO art. 132, IX.
  • pela gravidade das faltas da pra acertar sem decoreba

    recusar fé é uma falta leve, diz rspeito ao trabalho do dia a dia de um servidor comum, igual opor andamento de processo

    a recusa ao exame medico requer uma punição um pouco maior ate para obrigar o servidor a se sujeitar a exame contra a vontade

    ja inassiduidade é tipico dos funcionarios fantasmas e entram e saem ou faltam sem aviso, pra esse só demissao resolve

    e revelar segredo é uma falta gravissima, porque nao é qualquer coisa q é considerada segredo
  • a.recursar fé a documentos públicos.  --> ADVERTÊNCIA 

    resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço.  --> ADVERTÊNCIA (RESPOSTA)

    c injustificadamente, recusar-se a ser submetido à inspeção médica --> SUSPENSÃO ATÉ 15 DIAS

    d Inassiduidade habitual do servidor. --> DEMISSÃO

    e revelação de segredo obtido em razão do cargo. --> DEMISSÃO 

  •  NÃO CONFUNDIR
    Recusar-se a atualizar os dados cadastrais --> (advertência)   
    Recusar-se à inspeção médica ---> (suspensão - até 15 dias, cessando SE cumprida a obrigação)

    Recusar ou Dados falsos - Declaração de Bens - DEMISSÃO (Art.13, L8429 - atualizar anualmente e quando deixar o cargo)

    (art.13, L8112 - na Posse)

  • Para servidor X9 é demissão!

  • Não confundir:

    Recusar-se a dar andamento a processo: pena de advertência;

    Recusar-se a atualizar os dados cadastrais: pena de advertência;

    Recusar-se a ser submetido à inspeção médica: pena de suspensão até quinze dias

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    a) recusar fé ao documento público ---> (advertência)

    b) resistência injustificada ao andamento de documento ---> (advertência)

    c) NÃO CONFUNDIR

    Recusar-se a atualizar os dados cadastrais --> (advertência)  

    Recusar-se à inspeção médica ---> (suspensão por até 14 dias)

    d) inassiduidade habitual ---> (demissão)

    e) revelar segredo em razão do cargo ---> (demissão)


ID
761959
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Autoridade administrativa proferiu decisão que contrariou pretensão de determinado cidadão. De acordo com a Lei no 9.784/99, que disciplina o processo administrativo no âmbito da Administração Pública federal, referido cidadão poderá

Alternativas
Comentários
  • Lei 9784/99:

    Art. 64. O órgão competente para decidir o recurso poderá confirmar, modificar, anular ou revogar, total ou parcialmente, a decisão recorrida, se a matéria for de sua competência.

            Parágrafo único. Se da aplicação do disposto neste artigo puder decorrer gravame à situação do recorrente, este deverá ser cientificado para que formule suas alegações antes da decisão.

  • FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DA QUESTÃO: LEI 9784/99 

    GABARITO: LETRA E
    Art. 64. O órgão competente para decidir o recurso poderá confirmar, modificar, anular ou revogar, total ou parcialmente, a decisão recorrida, se a matéria for de sua competência.
    Parágrafo único. Se da aplicação do disposto neste artigo puder decorrer gravame à situação do recorrente, este deverá ser cientificado para que formule suas alegações antes da decisão.


    Erros das demais opções:

    Letra A: apresentar recurso à autoridade que proferiu a decisão, o qual será, obrigatoriamente, recebido com efeito suspensivo.
    "Art. 61. Salvo disposição legal em contrário, o recurso não tem efeito suspensivo."

    Letra B: interpor recurso perante a autoridade superior àquela que proferiu a decisão, somente sendo conferido efeito suspensivo mediante depósito de caução.
    "Art. 56. Das decisões administrativas cabe recurso, em face de razões de legalidade e de mérito.
    § 1o O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior.
    § 2o Salvo exigência legal, a interposição de recurso administrativo independe de caução."

    Letra C: apresentar, simultaneamente, pedido de reconsideração à autoridade que proferiu a decisão e recurso à autoridade superior, ambos sem efeito suspensivo.
    "Art. 56. Das decisões administrativas cabe recurso, em face de razões de legalidade e de mérito.
    § 1o O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior.

    Letra D: apresentar recurso ao órgão competente, o qual, uma vez indeferido, impede a revisão de ofício do ato.
    "Art. 63.  § 2o O não conhecimento do recurso não impede a Administração de rever de ofício o ato ilegal, desde que não ocorrida preclusão administrativa."

  • Atenção, importante!
    No Recurso a situação do recorrente poderá ser agravada:
    Art. 64. O órgão competente para decidir o recurso poderá confirmar, modificar, anular ou revogar, total ou parcialmente, a decisão recorrida, se a matéria for de sua competência.
    Parágrafo único. Se da aplicação do disposto neste artigo puder decorrer gravame à situação do recorrente, este deverá ser cientificado para que formule suas alegações antes da decisão.
    Na Revisão a situação não poderá ser agravada:
    Art. 65. Os processos administrativos de que resultem sanções poderão ser revistos, a qualquer tempo, a pedido ou de ofício, quando surgirem fatos novos ou circunstâncias relevantes suscetíveis de justificar a inadequação da sanção aplicada.
    Parágrafo único. Da revisão do processo não poderá resultar agravamento da sanção.
    Resumindo:
    Recurso: Agrava.
    Revisão: Não agrava
    .
  • Bem observado pelo nosso colega Pithecus, mas veja que há uma condição:

    Recurso: Poderá ser agravada (não necessariamente o será).

    Revisão: Não poderá ser agravada
    .


    No mais as observações foram bem pertinentes.
  • a) apresentar recurso à autoridade que proferiu a decisão, o qual será, obrigatoriamente, recebido com efeito suspensivo. ERRADO
    ART61 9784 Salvo disposição legal em contrário, o recurso não tem efeito suspensivo.
    ATENÇÃO: PÚ Havendo justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação decorrente de execução, a autoridade recorrida ou a imediatamente superior poderá, de ofício ou a pedido, dar efeito suspensivo ao recurso.

    b) interpor recurso perante a autoridade superior àquela que proferiu a decisão, somente sendo conferido efeito suspensivo mediante depósito de caução. ERRADO
    ART 56 9784 PARÁ 1 O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de 5 dias, o encaminhará à autoridade superior.
    PARÁ 2 Salvo exigência legal, a interposição de recurso administrativo independe de caução.

    c) apresentar, simultaneamente, pedido de reconsideração à autoridade que proferiu a decisão e recurso à autoridade superior, ambos sem efeito suspensivo. ERRADO
    ART 56 9784 PARÁ 1 O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de 5 dias, o encaminhará à autoridade superior.
    d) apresentar recurso ao órgão competente, o qual, uma vez indeferido, impede a revisão de ofício do ato. ERRADO
    ART 63 PARÁ 2 9784 O não conhecimento do recurso não impede a Administração de rever de ofício o ato ilegal, desde que não ocorrida preclusão administrativa.
    e) interpor recurso perante o órgão competente, que poderá modificar a decisão recorrida inclusive gerando gravame para o recorrente que, nesse caso, deverá ser cientificado para que formule suas alegações antes da decisão. CORRETO
    ART 64 9784 O órgão competente para decidir o recurso poderá confirmar, modificar, anular, ou revogar, total ou parcialmente, a decisão recorrida, se a matéria for de sua competência.
    BONS ESTUDOS ;)
  • A letra C seria correta caso a questão se referisse à 8112/90. Nela, a reconsideração e a revisão referentes a processo administrativo disciplinar ocorre da maneira citada na alternativa: a reconsideração é mandada para a autoridade que proferiu a decisão, enquanto a revisão destina-se a autoridade superior àquela que decidiu.

    Alguém concorda?
  • O recurso nao deve ser interposto perante a autoridade que proferiu a decisao? (art. 56, § 2º)
    Então pq foi considerada certa a letra E, se diz "interpor recurso perante o ´rgão competente"?
  • Daniel,

             Se não for enviado ao orgão competente, não será conhecido:

    Art. 63. O recurso não será conhecido quando interposto:

            I - fora do prazo;

            II - perante órgão incompetente;....

    O orgão competente no caso em que a lei se refere, é o própria autoridade que proferiu a decisão:


    Art. 56. Das decisões administrativas cabe recurso, em face de razões de legalidade e de mérito.

            § 1o O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior.

    Isso deveria ser óbvio, mas não é porque o legislador recorre a expressões diversas e imprecisas para expor as situações. Assim, ou escolhemos a mais certa, elimando as erradas e sendo objetivos no momento da prova, ou buscamos um interpretação sistemática da lei no momento do estudo ou ainda buscamos essa ferramentra, o QC, para nos ajudar a elucidar esses pontos com o comentários dos colegas.!


    Abraços

  • Prezada Aline da Costa,
    Eu entendo que não, pois na Lei 8112/90 o servidor deveria primeiramente fazer Pedido de Reconsideração à autoridade que decidiu, em caso de indeferimento então caberia o Recurso para a autoridade superior, cada um com seu prazo de 30 dias, ou seja, Reconsideração em até 30 dias da decisão, e Recurso em até 30 dias do indeferimento da Reconsideração.
    Até porque as hipóteses de cabimento de recurso são apenas duas (I - do indeferimento do pedido de reconsideração; II - das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos) e não consigo imaginar um Recurso cabível apenas a decisões de recursos sucessivamente impostos.
    Acho que a lei quis obrigar uma reanálise pela autoridade que decidiu antes de levar o assunto a autoridade superior.
    Segue abaixo trecho da lei que interpretei desta forma:
    Art. 106.  Cabe pedido de reconsideração à autoridade que houver expedido o ato ou proferido a primeira decisão, não podendo ser renovado.
    Parágrafo único.  O requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os artigos anteriores deverão ser despachados no prazo de 5 (cinco) dias e decididos dentro de 30 (trinta) dias.
    Art. 107.  Caberá recurso:
    I - do indeferimento do pedido de reconsideração;
    II - das decisões sobre os recursos sucessivamente interpostos.
    § 1o  O recurso será dirigido à autoridade imediatamente superior à que tiver expedido o ato ou proferido a decisão, e, sucessivamente, em escala ascendente, às demais autoridades.
    § 2o  O recurso será encaminhado por intermédio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente.
    Art. 108.  O prazo para interposição de pedido de reconsideração ou de recurso é de 30 (trinta) dias, a contar da publicação ou da ciência, pelo interessado, da decisão recorrida.
    Aguardo seus comentários.
    Bons estudos!

  • Essa vai para o: A MENOS ERRADA é a E. 


    C está errada porque primeiro tu apresenta a reconsideração pra DEPOIS apresentar recurso a autoridade superior. 


    A letra E está certa em teoria, mas aplicada ao caso em tela deixa a questão bem errada, uma vez que não foi interposto o recurso de reconsideração... enfim, considero passível de anulação, e devem ter tentado anular, porém não devem ter conseguido. 

  • Caros colegas,

    a questão versa exclusivamente sobre a Lei n.º 9.784/99.

    Com fundamento neste diploma legal, não há que se falar em pedido de reconsideração.

    Caso o administrado não concorde com a decisão proferida, ele deve apresentar recurso administrativo, nos termos do art. 56, § 1º, que ora passo a transcrever:

    Art. 56. Das decisões administrativas cabe recurso, em face de razões de legalidade e de mérito.

     § 1o O recurso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não a reconsiderar no prazo de cinco dias, o encaminhará à autoridade superior."

    Uma vez apresentado o recurso, que deve ser endereçado à autoridade que proferiu a decisão, aquele poderá reconsiderar a sua decisão ou, no prazo de 05 (cinco) dias, encaminhar à autoridade competente para julgar o recurso.

    A autoridade competente para julgamento do recurso poderá ( art. 64 - ...) confirmar, modificar, anular ou revogar, total ou parcialmente, a decisão recorrida, se a matéria for de sua competência. Caso venha a ocorrer reformatio in pejus, é necessária a cientificação do recorrente, nos termos do parágrafo único deste artigo (Parágrafo único. Se da aplicação do disposto neste artigo puder decorrer gravame à situação do recorrente, este deverá ser cientificado para que formule suas alegações antes da decisão.)

    Por esta razão, o correto seria "(e) interpor recurso perante à autoridade a quo, que poderá modificar a decisão recorrida inclusive gerando gravame para o recorrente que, nesse caso, deverá ser cientificado para que formule suas alegações antes da decisão."

  • Eu errei, marquei a C. mas a C está errada mesmo, a banca não errou. o que se apresenta é um recursos à autoridade que PODE reconsiderar, com base no recurso, sua decisão. a lei não diz em nenhum momento que poderá ser apresentada duas peças, um pedido de reconsideração e outro recursal. 

  • Reformatio in Pejus (piorar a situação):  no recurso: sim  na revisão: não

  • GABARITO E 

     

    ERRADA - O recurso NÃO possui efeito suspensivo, salvo quando houver receio de prejuízo de díficil ou incerta reparação e NÃO poderá ser exigido caução - interpor recurso perante a autoridade superior àquela que proferiu a decisão, somente sendo conferido efeito suspensivo mediante depósito de caução. 

     

    ERRADA - O recuso será dirigido à autoridade que proferiu a decisão, a qual, se não reconsiderar em 5 dias encaminhará à autoridade superior  - apresentar, simultaneamente, pedido de reconsideração à autoridade que proferiu a decisão e recurso à autoridade superior, ambos sem efeito suspensivo. 

     

    ERRADA - O indeferimento não impede que a Adm. reveja de ofício - apresentar recurso ao órgão competente, o qual, uma vez indeferido, impede a revisão de ofício do ato. 

     

    CORRETA - Recurso = agrava // Revisão = Não agrava - interpor recurso perante o órgão competente, que poderá modificar a decisão recorrida inclusive gerando gravame para o recorrente que, nesse caso, deverá ser cientificado para que formule suas alegações antes da decisão. 

  • ATENÇÃO, cuidado com essa diferença:

     

    No PAF (9.784)

    Recurso=> Autoridade que proferiu a decisão

     

    No PAD (8.112)

    Recurso => Autoridade SUPERIOR

     

    ;-)


ID
761962
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O direito de regresso da Administração em face de agentes públicos que, nessa qualidade, causem danos a terceiros

Alternativas
Comentários
  • Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
    § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

  • Pithecus,
    Vc está equivocado: o STF admite, sim, a denunciação da lide, apenas ressalta que esta não é obrigatória.
  • Eu entendia que não cabia DENUNCIAÇÃO A LIDE, tampouco LITISCONSÓRCIO.
    O Agente Público responde APENAS frente ao Ente Estatal que está diretamente subordinado.
    Sempre foi a posição nos livros que eu li.

    Há precedentes no STF diversos??
  • O estado já foi responsabilizado, devido a RESPONSABILIDADE OBJETIVA, comprovada pelo NEXO CAUSAL entre a atuação do servidor e o dano. Então, cabe a ele exercer direito de regresso contra o servidor envolvido, baseado na RESPONSAVBILIDADE SUBJETIVA, a qual necessita comprovação de DOLO ou CULPA, sendo que para o Estado é direito imprescritível.

    Alternativa "d".
  • A possibilidade de Denunciação à lide é bastante controversa. Vejamos:

    Texto de : Áurea Maria Ferraz de Sousa
    Data de publicação: 04/02/2011
     
    De acordo com a Constituição Federal, o Estado responde de maneira objetiva pelos atos de seus agentes:
    Art. 37, § 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
    É garantido ao Estado, no entanto, o direito de regresso contra o agente público causador do dano. Daí a questão sobre ser possível ou não a denunciação da lide pelo Estado já na ação em que o particular pede o ressarcimento por seus danos.
    Nos ensinamentos de Fernanda Marinela, a doutrina entende que não é possível, vez que a relação Estado / agente público representa um fato novo no processo, no qual seriam discutidos culpa ou dolo do agente, o que implicaria em demora no trâmite da ação.
    A jurisprudência do STJ, no entanto, vem entendendo que a denunciação da lide na hipótese é facultativa:
    AgRg no REsp 1149194, relator Ministro Luiz Fux, julgado em 02/09/2010:
    AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. DENUNCIAÇÃO À LIDE DO AGENTE CAUSADOR DO SUPOSTO DANO. FACULTATIVO. AÇÃO DE REGRESSO RESGUARDADA. OFENSA AO ART. 535 DO CPC. INOCORRÊNCIA.
    1. A denunciação à lide na ação de indenização fundada na responsabilidade extracontratual do Estado é facultativa, haja vista o direito de regresso estatal restar resguardado ainda que seu preposto, causador do suposto dano, não seja chamado à integrar o feito.
     
    (...)
     
    REsp 1187456 / RJ, relator Ministro Castro Meira, julgado em 16/11/2010:
    PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. HOSPITAL DA POLÍCIA MILITAR. ERRO MÉDICO. MORTE DE PACIENTE. INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS. DENUNCIAÇÃO DA LIDE. FACULTATIVA.
    1. Os recorridos ajuizaram ação de ressarcimento por danos materiais e morais contra o Estado do Rio de Janeiro, em razão de suposto erro médico cometido no Hospital da Polícia Militar.
    (...)
    3. Nos feitos em que se examina a responsabilidade civil do Estado, a denunciação da lide ao agente causador do suposto dano não é obrigatória. Caberá ao magistrado avaliar se o ingresso do terceiro ocasionará prejuízo à celeridade ou à economia processuais.
  • O comentário do Daniel está perfeito!


ID
761965
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

O regime jurídico dos bens públicos determina a

Alternativas
Comentários
  • Alternativa por alternativa:

    a) Incorreta: "a impenhorabildiade não acontece para todos os bens de empresas públicas ou sociedades de economia mista porque são bens privados, só estando protegidos os bens que poderão comprometer a prestação do serviço caso sejam retirados" (Fernanda Marinela, 2012, p. 820) Assim, a regra é a penhorabilidade de tais bens.

    b) Incorreta: Os bens públicos possuem uma inalienabilidade RELATIVA, podendo ser alienado quando dominicais. O procedimento para a alienabilidade é regulado a partir do art. 17 da L. 8666.

    c) Correta, conforme já apontado.

    d) Incorreta: Há vários modos de utilização por partibular de bens imóveis da administração públicas, tais como a) autorização de uso; b) permissão de uso; c) concessão de uso; d) concessão de direito real de uso; e) cessão de uso; f) formas de direito privado, tais como a enfiteuse, locação, arrendamento e comodato (Marinela, 2012, p. 850)

    e) incorreta: A permissão é caracterizada por ser um ato administrativi unilateral, discricionári e precário, não requerendo autorização legislativa.
  • Cód. Civil - art 98 e seguintes, segundo anotações da aula do Grancursos

    Bens públicos - todos são imprescritíveis (não aceita usucapião) e são impenhoráveis.
    Sendo:
    * de uso comum: p/ a comunidade em geral - ex: praças, rios
    * de uso especial: p/ uso determinado - ex: prefeitura
    * dominicais: que ainda não possuem destinação específica

    OBS: Bens dominicais são impenhoráveis, porém são alienáveis
  • Os bens dominicais (dominiais - patrimônio disponível),
    por outro lado, são os que pertencem ao acervo do poder público,
    sem destinação especial, são aqueles que, embora integrando o
    domínio público como os demais, deles diferem pela possibilidade
    sempre presente de serem utilizados em qualquer fim ou, mesmo,
    alienados pela Administração, se assim o desejar.
  • só para completar...

    deve-se observar que o termo INALIENABILIDADE para os bens publicos se tornou, nas provas mais recentes, equivocado, devendo-se falar em ALIENABILIDADE CONDICIONADA.

    tanto é assim que a alternativa C, mesmo falando em inalienabilidade, colocou um condicionante "quando afetados ao serviço público ", o que a tornou correta.
     

  • Gabarito C

    Inalienabilidade

    ART 100 do CC. Os bens publicos de uso comum do povo e os de uso especial sao inalienaveis, enquanto conservarem a sua qualificacao, na forma que a lei determinar.

  • Os bens dominicais ou do Patrimônio Disponível são aqueles que, apesar de constituírem o patrimônio público, não possuem uma destinação pública determinada ou um fim administrativo específico (por exemplo, prédios públicos desativados).


ID
761971
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria Governamental
Assuntos

No processo de governança, o órgão colegiado que tem reconhecido de forma legal a possibilidade de manifestações e posicionamentos de discordância, de forma individual, pelos seus membros é

Alternativas
Comentários
  • Definição de Conselho Fiscal: 

    O conselho fiscal é um órgão fiscalizador independente da diretoria e do conselho de administração, que busca, através dos princípios da transparência, eqüidade e prestação de contas, contribuir para o melhor desempenho da companhia. Pode servir como instrumento legal de implementação de uma política ativa de boas práticas de governança corporativa direcionada especialmente para a transparência e controle dos atos internos da companhia, quando o órgão e os seus membros atenderem a requisitos e regras de funcionamento que assegurem a efetividade de sua atuação e, especialmente, sua independência.

    Em caso de divergência:

    No caso de divergência de qualquer ordem do conselho fiscal ou de conselheiros fiscais, recomenda- -se ouvir a administração e os auditores independentes buscando elidir os entendimentos divergentes. Mantidos os entendimentos divergentes, cabe ao conselho fiscal emitir opinião que ressalve ou rejeite as contas e/ou as demonstrações financeiras. Caso a maioria dos membros do conselho fiscal decida pela aceitação das contas e/ou as demonstrações financeiras, deve consignar no parecer que foi vencida a opinião do conselheiro divergente, expressando no parecer as razões da sua divergência; caso não aceita pela maioria dos conselheiros fiscais a consignação em parecer, deve o conselheiro divergente consignar sua divergência na ata da reunião que examina.

    fonte: http://www.acionista.com.br/governanca/guiadeorientacaoparaconselhofiscal[1].pdf

  • # Função do comitê de auditoria: A primeira função do Comitê de Auditoria listada pelo ACI Internacional é a atuação do órgão como catalisador para a melhoria da supervisão e do gerenciamento de riscos. ... Cabe também ao Comitê de Auditoria questionar o auditor externo sobre a forma utilizada para auditar as demonstrações financeiras

    # Comitê de Administração: é o órgão responsável pelas principais deliberações e decisões estratégicas do negócio. Além de agir conforme os interesses da instituição, o Conselho também é responsável pelo monitoramento da diretoria e realizar a ponte entre os diretores e sócios.

    # Auditoria externa: tem a finalidade principal de comprovar a veracidade dos registos e informações contábeis apresentados por uma empresa.

    # Conselho Jurídico: Receber reclamação contra membros ou órgãos do judiciário; Julgar processos disciplinares e aplicar sanções aos envolvidos; Fomentar práticas que visem a modernização e a celeridade dos serviços dos órgãos do Judiciário.(CNJ)

    # Conselho fiscal objetiva contribuir para salvaguardar os interesses da própria companhia, ao exercer o papel de fiscalizar os atos dos administradores, opinar sobre diversas matérias, denunciar desvios e irregularidades e prestar contas diretamente aos acionistas por meio de pareceres.


ID
761974
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria Governamental
Assuntos

Em relação às condições de impedimento para realização dos trabalhos de auditoria governamental, o auditor, em relação ao ente auditado,

I. não pode ter vínculo conjugal ou de parentesco consanguíneo em linha reta, sem limites de grau, em linha colateral até o 4o grau e por afinidade até o 3o grau, com administradores, gestores, membros de conselho, assessores, consultores, procuradores, acionistas, diretores, sócios ou com empregados que tenham ingerência na administração ou sejam responsáveis pela contabilidade, finanças ou demais áreas de decisão.

II. está impedido de manter relação de trabalho como servidor estatutário, contratado, empregado, administrador, diretor, membro de conselho, comissionado, função temporária, consultor ou colaborador assalariado, ainda que esta relação seja indireta, nos cinco últimos anos.

III. pode ter litígio com a entidade auditada, desde que não avalie a área de contingências da entidade.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • NAG - 3000
    3309 – Está impedido de executar trabalho de auditoria o profissional de
    auditoria governamental que tenha tido, em relação ao ente auditado:
     
    3309.1 – Vínculo conjugal ou de parentesco consanguíneo em linha reta, sem
    limites de grau, em linha colateral até o 4º grau e por afinidade até o 3º grau,
    com administradores, gestores, membros de conselho, assessores, consultores,
    procuradores, acionistas, diretores, sócios ou com empregados que tenham
    ingerência na administração ou sejam responsáveis pela contabilidade, finanças
    ou demais áreas de decisão.
     
    3309.2 – Relação de trabalho como servidor estatutário, contratado, empregado,
    administrador, diretor, membro de conselho, comissionado, função temporária,
    consultor ou colaborador assalariado, ainda que esta relação seja indireta, nos
    cinco últimos anos.

     
  • Cuidado: Não há mais previsão de consanguinidade na norma.


ID
761977
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria Governamental
Assuntos

O auditor externo da empresa Padrão S.A. efetuou o mapeamento da rotina de contratos, no departamento jurídico, avaliando desde a entrada das minutas dos contratos até a emissão e validação do contrato final. Avaliando esta situação e considerando as técnicas de identificação de eventos proposta pelo COSO - (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission), pode-se classificar essa técnica como

Alternativas
Comentários
  • Vejamos item por item utilizando como fonte a COSO Gerenciamento de Riscos Corporativos - Estrutura Integrada 
    a) CORRETA - Análise de fluxo de processo – essa técnica reúne as entradas, as tarefas, as responsabilidades e as saídas que se combinam para formar um processo. Considerando-se os fatores internos e externos que afetam as entradas ou as atividades em um processo, a organização identifica os eventos que podem afetar o cumprimento dos objetivos deste.
    b) INCORRETA - Indicadores preventivos de eventos – ao monitorar dados associados aos eventos, as organizações identificam a existência de condições que poderiam originar um evento.
    c) INCORRETA - Metodologias de dados sobre eventos de perda – as bases de dados sobre eventos individuais de perdas passados representam uma fonte útil de informações para identificar as tendências e a raiz dos problemas. Após ter identificado uma raiz, a administração poderá decidir que é mais eficaz avaliá-la e tratá-la do que abordar eventos individuais.
    d) INCORRETA - Análise interna – pode ser realizada como parte da rotina do ciclo de planejamento de negócios, tipicamente por meio de reuniões dos responsáveis pela unidade de negócios. A análise interna pode dispor das informações de outras partes interessadas (clientes, fornecedores e outras unidades de negócios) ou da consulta a um especialista no assunto, e de fora da unidade (especialistas funcionais internos ou externos ou pessoal interno de auditoria).
    e) INCORRETA - verificação de causa e efeito. – não existe definição para esta técnica de identificação de eventos na COSO Gerenciamento de Riscos Corporativos - Estrutura Integrada
     http://www.coso.org/documents/COSO_ERM_ExecutiveSummary_Portuguese.pdf 


ID
761980
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria Governamental
Assuntos

Em relação ao trabalho de Auditoria, é correto afirmar que a informação

Alternativas
Comentários
  • O processo de avaliação das informações contábeis compreende:

    a) a obtenção de informações sobre todos os assuntos relacionados com os objetivos e alcance da auditoria interna. As informações devem ser suficientes, adequadas, relevantes e úteis no fornecimento de evidências às conclusões e recomendações da auditoria interna:

    1. a informação suficiente é factual e convincente, de tal forma que uma pessoa prudente e informada possa entendê-la da mesma forma que o auditor interno;

    2. a informação adequada é aquela que, sendo confiável, propicia a melhor evidência alcançável através do uso apropriado das técnicas de auditoria interna;

    3. a informação relevante é a que dá suporte às conclusões e recomendações da auditoria interna;

    4. a informação útil é a que auxilia a Entidade a atingir suas metas.

    Gabarito: letra C.
    GabrG 

  • NAGs

     

    4401.1.1 – Informação suficiente: diz respeito à existência de dados completos para o convencimento do usuário da informação, conduzindo-o às mesmas conclusões do profissional de auditoria governamental.


    4401.1.2 – Informação fidedigna: está relacionada com a confiabilidade, integridade e procedência de fonte competente e adequada, constituindo-se na melhor informação que se pode obter usando os métodos legais e as técnicas de auditoria governamental.

     

    4401.1.3 – Informação relevante: diz respeito à importância qualitativa das informações em relação ao contexto do assunto em estudo, alcançando diretamente o objeto sob exame, entre as quais destacam-se aquelas que comprovem a situação encontrada e que ofereçam subsídios para as decisões dos órgãos deliberativos dos TCs, sem as quais a decisão pode se dar de forma equivocada, assim como aquelas importantes para o convencimento do gestor, sem as quais o gestor põe em dúvida a questão apontada pelo profissional de auditoria governamental.


    4401.1.4 – Informação material: está relacionada com elementos quantitativos significativos ou com a representatividade do valor ou do volume de recursos envolvidos em determinado contexto, pertinentes ao objeto da auditoria governamental ou que se tenha deles provável influência nos resultados dos exames.


    4401.1.5 – Informação útil: é aquela obtida para auxiliar o profissional de auditoria governamental no alcance de suas conclusões e também colabora com os gestores, administradores e responsáveis públicos no atingimento de suas metas e objetivos.

  • GAB: LETRA C

    Segundo a NAG 4401.1: 

    A  informação  ou  o  conjunto  de  informações  utilizadas  para  fundamentar  os  resultados  da auditoria governamental devem ser suficientes, fidedignas, relevantes, materiais e úteis para fornecerem uma base sólida para as conclusões e recomendações. Para efeito destas normas, entende-se por: 

    4401.1.1  –  Informação  suficiente:  diz  respeito  à  existência  de  dados  completos  para  o convencimento  do  usuário  da  informação,  conduzindo-o  às  mesmas  conclusões  do profissional de auditoria governamental. 

    4401.1.2  –  Informação  fidedigna:  está  relacionada  com  a  confiabilidade,  integridade  e procedência de fonte competente e adequada, constituindo-se na melhor informação que se pode obter usando os métodos legais e as técnicas de auditoria governamental. 

    4401.1.3 – Informação relevante: diz respeito à importância qualitativa das informações em relação  ao  contexto  do  assunto  em  estudo,  alcançando  diretamente  o  objeto  sob  exame, entre as quais destacam-se aquelas que comprovem a situação encontrada e que ofereçam subsídios para as decisões dos órgãos deliberativos dos TC, sem as quais a decisão pode se dar de forma equivocada, assim como aquelas importantes para o convencimento do gestor, sem as  quais  o  gestor  põe  em  dúvida  a  questão  apontada  pelo  profissional  de auditoria governamental. 

    4401.1.4 – Informação material: está relacionada com elementos quantitativos significativos ou com a representatividade do valor ou do volume de recursos envolvidos em determinado contexto, pertinentes ao objeto da auditoria governamental ou que se tenha deles provável influência nos resultados dos exames. 

    4401.1.5  –  Informação  útil:  é  aquela  obtida  para  auxiliar  o  profissional  de  auditoria governamental  no  alcance  de  suas  conclusões  e  também  colabora  com  os  gestores, administradores e responsáveis públicos no atingimento de suas metas e objetivos.


ID
761983
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Em relação ao Orçamento Público no Brasil, considere:

I. As receitas e despesas de uma autarquia municipal devem constar na Lei Orçamentária Anual do governo municipal a que está subordinada.

II. O Poder Judiciário Estadual poderá propor e aprovar emendas ao orçamento, desde que compatíveis com o Plano Plurianual e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

III. O Poder Executivo Estadual poderá iniciar a construção de uma estrada, cuja execução ocorrerá em dois exercícios financeiros, mesmo que tal obra não esteja inclusa no Plano Plurianual ou em lei que autorize a inclusão.

IV. A receita relativa ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços - ICMS deve constar na Lei Orçamentária dos governos estaduais pelo seu valor total, sendo vedada a dedução da parcela a ser transferida para os municípios.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • Marquei B por exclusão, mas tem um erro no item I quando diz que as autarquias são subordinadas ao governo.
    Item IV - PRINCÍPIO DO ORÇAMENTO BRUTO: (corolário do princípio da universalidade): Todas as parcelas da receita e da despesa devem aparecer no orçamento em seus valores brutos, sendo vedada qualquer dedução.

    · Art. 6°, da Lei n° 4.320/64

  • As autarquias pertencem a administração direta portanto estão inclusas no orçamento fiscal. As autarquias possuem autonomia administrativa e que de certa forma sugere independência, mas as mesmas sofrem pressão politica.

  • Carlos Alberto, desculpe-me, mas terei de discordar. A Autarquia faz parte da Administração Indireta. Agora esse "Subordinada" forçou a barra. O correto seria "Vinculada". 





    Bons estudos!
  • I. As receitas e despesas de uma autarquia municipal devem constar na Lei Orçamentária Anual do governo municipal a que está subordinada. CERTO!

    A Lei Orçamentária Anual compreenderá:

    1. o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público; (DISPOSITIVO DA 4320, porém se aplica ao município devido ao princípio da simetria)
    II. O Poder Judiciário Estadual poderá propor e aprovar emendas ao orçamento, desde que compatíveis com o Plano Plurianual e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias. ERRADO! Quem pode aprovar emenda é o Legislativo, e somente. A proposição pode vir de qualquer um.

    III. O Poder Executivo Estadual poderá iniciar a construção de uma estrada, cuja execução ocorrerá em dois exercícios financeiros, mesmo que tal obra não esteja inclusa no Plano Plurianual ou em lei que autorize a inclusão. ERRADO! Para um obra que ultrapasse a execução de um exercício financeiro sua previsão é necessária no PPA ou na promulgação de uma lei que a autorize.

    IV. A receita relativa ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços - ICMS deve constar na Lei Orçamentária dos governos estaduais pelo seu valor total, sendo vedada a dedução da parcela a ser transferida para os municípios. CERTO! Principio do orçamento bruto: Todas as parcelas da receita e da despesa devem aparecer no orçamento em seus valores brutos, sendo vedada qualquer dedução.
  • As autarquias, embora pertencentes à adm. indireta, incluem-se no orçamento fiscal.
  • Cara Maria Elizabeth,
    Observe o que diz a lei:

    A Lei Orçamentária Anual compreenderá:

    1. o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta,
    2. Autarquias pertencem à administração indireta.
    3. Grande abraço!
  • Acho que caberia recurso no item I não pelo fato do Orçamento, mas pelo Direito Administrativo que diz que a Autarquia está vinculada e não subordinada!

  • "Será penalizado aquela que saber demais".

  • O item I a meu ver está ERRADO, pois ao final fala de subordinação da Autarquia ao Governo Municipal, quando se sabe que neste caso NÃO HÁ SUBORDINAÇÃO, mas vinculação ou tutela ou supervisão ministerial.

    Afffffffffffffff......

    Bons estudos.


ID
761986
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Sobre as receitas públicas é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • As receitas correntes são oriundas:
    - do poder impositivo do Estado (tributos e contribuições);
    - da exploração do patrimônio;
    - da exploração de atividades econômicas (agropecuária, industrial e de serviços);
    - do recebimento de recursos para atender despesas correntes (transferências correntes); e
    - outras receitas correntes.


  • Sucesso a todos!!!
  • Acho também pertinente citar as receitas extraorçamentária. Então vamos lá!

    Receitas extraorçamentárias são entradas compensatórias no ativo e no
    passivo financeiros, que não precisam de autorização legislativa para
    sua arrecadação, e não são utilizadas para cobrir despesas
    orçamentárias.
    A Secretaria do Tesouro Nacional prefere a utilização do termo “ingressos
    extraorçamentários”, ao invés de receitas extraorçamentárias, para deixar
    bem claro que essas operações não afetam em nada o patrimônio público.
    Como as provas podem utilizar ambas as expressões, vamos nos familiarizar
    com elas.
    Outros exemplos de entradas compensatórias estão lá no parágrafo único do
    art. 3º da Lei 4.320/64: operações de crédito por antecipação da receita (as já
    conhecidas ARO) e emissões de papel-moeda. Mas há outras hipóteses além
    dessas: recebimento de depósitos judiciais, recebimento de cauções de
    licitantes para participação em licitações...
  • Mmemônico que aprendi do Prof. Graciano Rocha:

    RECEITAS CORRENTES 
    Receita TRIbutária 
    Receita de COntribuições 
    Receita PAtrimonial 
    Receita Agropecuária 
    Receita Industrial 
    Receita de Serviços 
    TRANSferências Correntes 
    OUtras Receitas Correntes 
    Mnemônico: 
    TRICÔ-PAÍS-TRANSOU 

    RECEITAS DE CAPITAL 
    OPERações de Crédito 
    ALIenação de Bens 
    AMORtização de Empréstimos 
    TRANSferências de Capital 
    OUtras Receitas de Capital 
    Mnemônico: 
    OPERA-ALI-AMOR-TRANSOU 
     
  • a) Os depósitos caução são fontes de recursos que devem constar na Lei Orçamentária Anual. ERRADO
    Os depósitos de caução são receitas extra-orçamentárias, logo, não são previstas na Lei Orçamentária Anual.
     b) a obtenção de um empréstimo, para amortização em prazo superior a doze meses, dá origem a uma receita extraorçamentária. ERRADO.
    A obtenção de empréstimos, que constitui receita de capital, neste caso, possui uma natureza orçamentária, uma vez que o empréstimo ultrapassa um ano civil. Dessa forma, é uma receita previsível e não extraorçamentária.
     c) o valor dos encargos financeiros das operações de crédito por antecipação da receita orçamentária é uma receita extraorçamentária. ERRADO
    O Art 3º da Lei 4.320/64 prescreve que “A Lei de Orçamentos compreenderá tôdas as receitas, inclusive as de operações de crédito autorizadas em lei.” O que deduzo que ela poderá ser considerada receita orçamentária. Entretanto, segundo o profº Paulo Roberto, as operações de crédito por antecipação da receita são receitas extraorçamentárias.
    Prá ser sincero, não consegui identificar o erro desta questão Por favor, alguém poderia explicar melhor esta alínea?!
     d) as receitas provenientes de multas e juros sobre tributos e de taxas pelo exercício do poder de polícia são classificadas como receitas correntes. CORRETO.
     e) as receitas provenientes de aluguel de imóveis pertencentes ao ente público e da amortização de empréstimos concedidos são classificadas como receitas de capital. ERRADO
     A amortização de empréstimo constitui sim a RECEITA DE CAPITAL, mas as receitas originadas de aluguel de imóveis são classificadas em RECEITAS CORRENTES.
  • c) o valor dos encargos financeiros das operações de crédito por antecipação da receita orçamentária é uma receita extraorçamentária. (errado)

    Definição para encargo financeiro:  

    Juros a pagar em virtude de uma dívida contraída.

    Juros a pagar é despesa corrente orçamentária.
  • Complementando o comentário de Talita. 

    c) o valor dos encargos financeiros das operações de crédito por antecipação da receita orçamentária é uma receita extraorçamentária.

    ERRADO, porque segundo o Manual Técnico do Orçamento 2013, os encargos financeiros (ou juros de mora) são receitas correntes orçamentárias que integram a conta "outras receitas correntes".  

    Categoria econômica: Receitas Correntes

    Origem: Outras Receitas Correntes.

    • Outras Receitas Correntes: registram-se nesta origem outras receitas cujas características não permitam o enquadramento nas demais classificações da receita corrente, como: multas, juros de mora, indenizações, restituições, receitas da dívida ativa, entre outras.
  • Juros sobre empréstimos concedidos são Receitas Correntes de Serviços,  a ARO é um empréstimo podendo ser realizada por um banco público, Estado desenvolvendo atividade econômica.

    Prof. WILSON ARAÚJO EVP


  • a) depósitos em caução são receitas extraorçamentárias. Da mesma forma, quando esses recursos saírem dos cofres públicos, sairão como despesas extraorçamentárias. ERRADO


    b) operações de crédito, via de regra, são receitas de capital, exceto as operações de crédito por antecipação de receita orçamentária, que são classificadas como receitas extraorçamentárias. ERRADO


    c) encargos financeiros não são receita, mas sim despesa. Ainda que se considere que a questão tenha tentado dizer que os encargos (juros, por exemplo) de operações de crédito por antecipação de receita orçamentária concedidos pela União a um Estado entram na União como receita extraorçamentária quando forem pagos pelo Estado devedor, também estaria errado, pois nesse caso os recursos entrariam na União como outras receitas de capital. ERRADO


    d) CERTO


    e) As receitas provenientes de aluguel de imóveis são classificadas como receitas correntes - patrimoniais e as obtidas com amortização de empréstimos concedidos são classificadas como receitas de capital - amortização de empréstimo. ERRADO

  • Pessoal, comecei a estudar há pouco tempo essa matéria, e estou bem confuso em relação a algumas coisas.


    Por ex, alienação de bens é considerado como receitas de capital, certo? Mas então por que as receitas provenientes de aluguel de imóveis não pode ser considerado como tal? Alugar um bem não pode ser considerado como alienação? Somente se vender?


    Já em relação à letra C, as operações de crédito por ARO são consideradas como extra-orçamentárias, certo? Então por que os encargos oriundos dessas operações também não podem ser?


    Se alguém puder me ajudar com uma explicação mais fácil de se entender, agradeceria!
    Abraço!
  • Corrigindo a resposta da Giselle TRT

    c) encargos financeiros não são receita, mas sim despesa. Ainda que se considere que a questão tenha tentado dizer que os encargos (juros, por exemplo) de operações de crédito por antecipação de receita orçamentária concedidos pela União a um Estado entram na União como receita extraorçamentária quando forem pagos pelo Estado devedor, também estaria errado, pois nesse caso os recursos entrariam na União como Outras Receitas CORRENTES. >>>> JUROS É SEMPRE CORRENTE, seja DESPESA (qdo pagos), seja RECEITA (qdo recebidos)


ID
761989
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

A despesa com o serviço da dívida fundada externa deve ser classificada na função

Alternativas
Comentários
  •    O Orçamento brasileiro inova, ao criar a função “Encargos Especiais” para agrupar despesas que não se associam  diretamente a um bem ou serviço a ser gerado, como, por exemplo, dívidas e ressarcimentos.

    Exemplos de encargos especiais - conforme o Anexo ä portaria MOG no 42, de 14 de abril de 99;
    - Refinanciamento da dívida interna e externa;
    - Serviços da dívida interna e externa (
    como o caso da questão acima)
    - Transferências;
    - Outros encargos especiais...
  • A referida função é exemplo de órgão que não corresponde a uma estrutura administrativa.
    É exceção à matricialidade entre função e subfunção, pois não possibilita combinação com subfunção que não lhe seja típica.
    Bons estudos!
    Avante, avante!!!
  • Lendo os conceitos fica mais fácil de entender:

    DÍVIDA FUNDADA (Dívida Consolidada) – Dívidas de longo prazo, com exigibilidade superior a 12 meses – em geral contraídas para suprir o desequilíbrio orçamentário ou financiamento de obras e serviços públicos (art. 98, lei 4320).

    fonte:
    http://www.oisaojose.com.br/siteantigo/ago08/parecerago08.htm

    ENCARGOS ESPECIAIS:
    É uma das funções previstas na classificação funcional da despesa. A classificação funcional possui 5 dígitos (XX - FUNÇÃO e XXX - SUBFUNÇÃO). Conforme o Manual Técnico de Orçamento - MTO, a função Encargos Especiais engloba as despesas em relação às quais não se pode associar um bem ou serviço a ser gerado no processo produtivo corrente, tais como: dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras afins, representando, portanto, uma agregação neutra. O termo "Encargos Especiais" também poderá estar associado à subfunção 846 - Outros Encargos Especiais, assim como a Programas, tais como: 0901 - Operações Especiais: Cumprimento De Sentenças Judiciais; 0902 - Operações Especiais: Financiamentos com Retorno; e 0903 - Operações Especiais: Transferências Constitucionais e decorrentes de Legislação Específica.

    Fonte: CGU, disponível em  http://www.portaldatransparencia.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=30
  • A função “Encargos Especiais” engloba as despesas orçamentárias em relação às quais não se pode associar um bem ou serviço a ser gerado no processo produtivo corrente, tais como: dívidas, ressarcimentos, indenizações e outras afins,representando, portanto, uma agregação neutra. Nesse caso, na União, as ações estarão associadas aos programas do tipo "Operações Especiais" que constarão apenas do orçamento, não integrando o PPA.

  • A função é o maior nível de agregação da área de atuação no setor público, é formada por dois dígitos e ao todo são 28:

    01 - Legislativo 

    02 - Justiça

    03 - Essencial à justiça

    04 - Administração

    05 - Defesa Nacional

    06 - Segurança Pública

    07 - Relações Exteriores

    08 - Assistência Social

    09 - Previdência Social

    10 - Saúde

    11 - Trabalho

    12 - Educação

    13 - Cultura

    14 - Direito da cidadania

    15 - Urbanística

    16 - Habitação

    17 - Saneamento 

    18 - Gestão Ambiental

    19 - Ciência e Tecnologia

    20 - Agricultura

    21 - Organização Agrária 

    22 - Indústria

    23 - Comércio e Serviço

    24 - Comunicação

    25 - Energia

    26 - Transporte

    27 - Desporto e lazer

    28 - Encargos especiais

    A questão cobrou uma subfunção, são 109 ao total, "serviços da dívida" está inserida na função 28. As subfunções encontram-se disponíveis na portaria 42, do MOG, 15/04/99

    A FCC faz isso de vez em quando...

  • Contribuindo: A despesa pública tem a classificação Institucional, quem faz a despesa - Classificação funcional, em que área a despesa será realizada, sendo identificadas por funções, subfunções, programas, projetos, atividades e operações especiais, ex: de função: saúde, educação e existe a função de encargos especiais que não se associam nem a bens, nem a serviços, ex:  serviço da dívida fundada externa, como a questão menciona. E ainda a despesa pode ser classificada em estrutura programática: programas temáticos e programas de gestão, manuntenção e serviços do Estado.

  • Eu não li o enunciado com a devida atenção e não vi (não percebi o contexto da palavra "função"). Se tivesse me atentado a esse fato, talvez tivesse eliminado (quase) todas as outras classificações, pois:

    .

    a) Encargos Especiais. = FUNÇÃO 28. 

    .

    b)Administração. = FUNÇÃO 04

    .

    c) Despesas de Capital. Classificação quanto à Natureza da Despesa (quantitativa). A amortização é apenas o principal da Dívida. Quando se falar em "Serviço da Dívida", está se tratando de juros e amortizações (e juros é despesa corrente)

    .

    d) Refinanciamento da Dívida Externa = SUBFUNÇÃO 842

    .

    e) Juros e Encargos da Dívida. Despesa Corrente; GND = 2. Juros e Encargos da dívida.

    Função 28 (Encargos Especiais) - Subfunção 844 (Serviço da Dívida Externa).

    #LeiaOenunciadoComAtenção


ID
761992
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Financeira e Orçamentária
Assuntos

Sobre as disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, considere:

I. O valor das parcelas das receitas tributárias entregues aos municípios pelos estados por determinação constitucional será deduzido do cálculo da receita corrente líquida dos estados.

II. O montante previsto para as receitas de operações de crédito não poderá ser superior ao das despesas de capital constantes do projeto de lei orçamentária.

III. A despesa total com pessoal dos municípios, em cada período de apuração, não poderá exceder 54% da receita corrente líquida.

IV. A operação de crédito por antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro e só poderá ser realizada a partir do quinto dia útil do início do exercício.

V. É vedada a aplicação da receita de capital derivada da alienação de bens e direitos que integram o patrimônio público para o financiamento de despesa corrente, salvo se destinada por lei aos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  •  
    LRF:

    I. Certo. Art 2º IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntese outras receitas também correntes, deduzidos:
            b)nos Estados, as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional;

    II. Certo.    Art. 12.    § 2o O montante previsto para as receitas de operações de crédito não poderá ser superior ao das despesas de capital constantes do projeto de lei orçamentária. (Vide ADIN 2.238-5)

    III. Errado.  Art. 19.Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constituição, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados:  III - Municípios: 60% (sessenta por cento).

    IV. Errado.    Art. 38.A operação de crédito por antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro e cumprirá as exigências mencionadas no art. 32 e mais as seguintes:
            I - realizar-se-á somente a partir do décimo dia do início do exercício;

    V. Certo.   Art. 44.É vedada a aplicação da receita de capital derivada da alienação de bens e direitos que integram o patrimônio público para o financiamento de despesa corrente, salvo se destinada por lei aos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos.
     
     
     
     
  • Pessoal, fiquei com dúvida na alternativa I.
    De acordo com o principio do orçamento bruto, a asservita I não passaria a ficar errada?
  • I - CERTO: 

    (LC 101/2000) Art. 2o Para os efeitos desta Lei Complementar, entende-se como:

    IV - receita corrente líquida: somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos:

    b) nos Estados, as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional;

    "I. O valor das parcelas das receitas tributárias entregues aos municípios pelos estados por determinação constitucional será deduzido do cálculo da receita corrente líquida dos estados. " - PERFECT!!


    II - CERTO: 

    (LC 101/2000) Art. 12.§ 2o O montante previsto para as receitas de operações de crédito não poderá ser superior ao das despesas de capital constantes do projeto de lei orçamentária. (Vide ADIN 2.238-5) 

    "II. O montante previsto para as receitas de operações de crédito não poderá ser superior ao das despesas de capital constantes do projeto de lei orçamentária. " - CÓPIA DA LEI - usando a lógica: não se deve gastar + do que se ganha.


    III - ERRADO: 

    (LC 101/2000) Art. 19. Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constituição, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados:

    I - União: 50% (cinqüenta por cento);

    II - Estados: 60% (sessenta por cento);

    III - Municípios: 60% (sessenta por cento).


    IV - ERRADO

    (LC 101/2000) Art. 38. A operação de crédito por antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro e cumprirá as exigências mencionadas no art. 32 e mais as seguintes:

    I - realizar-se-á somente a partir do décimo dia do início do exercício;


    V - CERTO: 

    (LC 101/2000) Art. 44. É vedada a aplicação da receita de capital derivada da alienação de bens e direitos que integram o patrimônio público para o financiamento de despesa corrente, salvo se destinada por lei aos regimes de previdência social, geral e próprio dos servidores públicos.


  • A assertiva II pode gerar discussões, tendo em vista que o parágrafo segundo do art. 12 teve sua eficácia suspensa pelo STF na ADIn 2.238-5.

  • Também penso assim Gabriel Brinckmann. O correto seria o art 167, III da Cf/88


    Art. 167. São vedados:

    I - o início de programas ou projetos não incluídos na lei orçamentária anual;

    II - a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais;

    III - a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta;


  • I) RECEITA CORRENTE LÍQUIDA. Somatórios das receitas:
    Tributárias
    Contribuições
    Patrimoniais
    Industriais
    Agropecuária
    Serviços
    Transferência e receitas correntes
    São deduzidos :
    *Receitas tributárias entregues pela União aos Estados
    *Receitas tributárias entregues pelos Estados aos Municípios
    *União, Estados e Municípios: a contribuição do servidor para custeio do sistema previdenciário e assistência social


    III) UNIÃO: 50%, ESTADOS: 60% MUNICÍPIOS: 60%
  • Colegas Khiel Pontes e Gabriel Brinckmann, o comando da questão é específico:

    "conforme a LRF"

    LOGO, não é conforme a CF/88.


ID
761998
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria
Assuntos

Os resultados das sondagens de simples reconhecimento com SPT são expressos em relatórios de campo e em relatórios denominados definitivos. Deve ser anexado ao relatório definitivo um desenho contendo as

Alternativas

ID
762004
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Sobre projeto de obras rodoviárias, considere:

I. Para subleitos argilosos, faz-se necessário uma base estrutural sob a base drenante, ou, pelo menos, uma sub-base, com o objetivo de proteger a base drenante da penetração de materiais finos, provenientes do subleito, que possam obstruir os poros da camada drenante.

II. Entre as camadas drenantes (bases e sub-bases) e entre as camadas drenantes e o subleito, caso as granulometrias não sejam adequadas, deve-se atentar para intercalar materiais que tenham função de filtro separador, evitando suas misturas e o
comprometimento de suas capacidades drenantes.

III. O mesmo cuidado em se dispor de elementos filtros separadores para evitar mistura, intrusão de finos e, portanto, comprometimento da capacidade drenante, deve-se ter entre os drenos rasos longitudinais, drenos laterais de base e drenos transversais, nos contatos entre o seu material de enchimento e materiais de diferentes granulometrias, como por exemplo o solo do subleito.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • alguem tem material teorico para essa questao? obg


ID
762007
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Nas últimas décadas, técnicas de drenagem de pavimentos, como, por exemplo, o emprego de drenos rasos longitudinais, foram aprimoradas, com objetivo de proteger o pavimento das águas que possam danificá-lo. Essas águas, de um modo geral, têm procedência nas infiltrações diretas das precipitações pluviométricas e nos lençóis d'água subterrâneos. São características dos denominados drenos rasos longitudinais:

Alternativas
Comentários
  • Drenos Rasos Longitudinais


    Têm por função coletar as águas drenadas da camada e base drenante e levá-las até o local onde essas irão desaguar. O dreno longitudinal possui forma de um pentágono ou então de um retângulo e localiza-se abaixo da camada drenante

  • a) camada drenante

    b) GABARITO

    c) o dreno raso está acima da camada de base, logo abaixo do revestimento

    d) dreno transversal

    e) dreno longitudinal profundo


ID
762010
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Dentre os principais dispositivos de drenagem do pavimento, os drenos profundos são

Alternativas
Comentários
  • Segundo o manual de pavimentação do DNIT, drenos Profundos são dispositivos escavados e enterrados no leito estradal, em corte (mais profundos) ou em aterros (mais rasos), que servem para coletar as águas, tanto de infiltração superior quanto de lençóis subterrâneos, conduzindo-as para fora do leito estradal. Os drenos subterrâneos, em alguns projetos, são construídos conjugados com uma camada drenante do próprio pavimento ou de regularização dos cortes em rocha;
  • -> Drenos Profundos: Para a adequada drenagem da água da plataforma de pavimentos, emprega-se uma série de dispositivos de drenagem. Existem dispositivos escavados e enterrados no leito estradal, em corte ou em aterros, que servem para coletar as águas, tanto de infiltração superior quanto de lençóis subterrâneos, conduzindo-as para fora do leito estradal. Objetivo principal interceptar o fluxo da água subterrânea através do rebaixamento do lençol freático, impedindo-o de atingir o subleito.

    Calma, calma! Eu estou aqui!


ID
762013
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Para atender aos requisitos técnicos e operacionais do projeto de implantação de uma obra de arte especial em cruzamentos com cursos d’água não navegáveis, a folga mínima a ser exigida entre o nível da enchente máxima e a face inferior da superestrutura é de

Alternativas
Comentários
  • - de 1,00 m para condições normais de escoamento;

    - de 0,50 m no caso de bacia de represamento, quando houver controle do nível máximo d’água e não existir vegetação flutuante;

    - de 2,00 m no caso de rios de regime torrencial (supercrítico) e com possibilidade de transporte superficial de vegetação densa.


ID
762016
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

O ensaio denominado Índice de Suporte Califórnia (ISC ou CBR - California Bearing Ratio) consiste na determinação

Alternativas
Comentários
  • O índice de suporte Califórnia é a relação entre a resistência à penetração de um cilindro padronizado numa amostra de solo compactado e a resistência do mesmo cilindro em uma pedra britada padronizada.

    E este ensaio permite também obter-se um índice de expansão do solo durante o período de saturação do corpo-de-prova (4 dias) sob carga de 4,5 kgf, conforme procedimento previsto na norma DNER-ME 049/94.


ID
762019
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Dentre as possibilidades existentes de bases e sub-bases estabilizadas com aditivos, a denominação solo-cal refere- se a uma mistura de solo, cal e

Alternativas
Comentários
  • Resposta: e 

    "Adições de cal e água em solos resultam em reações de cimentação com a formação de compostos hidratados de cálcio, como os silicatos de cálcio hidratados e os aluminatos de cálcio hidratados. Tais reações processam-se em presença de umidade, quando a cal reage com a sílica ou com os óxidos de alumínio, resultando em modificações que podem estabilizar dramaticamente a expansibilidade de solos a princípio não aproveitáveis em pavimentos."

    BALBO, José Tadeu. Pavimentação Asfáltica: Materiais, projeto e restauração. São Paulo: Oficina de Textos, 2007.


ID
762022
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Os revestimentos betuminosos são constituídos por associação de agregados e materiais betuminosos. Revestimentos executados através de uma ou mais aplicações de material betuminoso, seguida(s) de um mesmo número de espalhamento e compressão de camadas de agregados com granulometria adequada, são denominados revestimentos betuminosos por

Alternativas
Comentários
  • Manual de pavimentação do Dnit- Pag:98

    Revestimentos betuminosos por penetração invertida: São os revestimentos executados através de uma ou mais aplicação de material betuminoso, seguidas de idêntico numero de operações de espalhamento e compressão de camadas de agregados com granulometria apropriadas.

    Conforme o numero de camadas tem-se os intitulados, tratamento superficial simples, duplo ou triplo.

    O tratamento simples, com o objetivo primordial de impermeabilização ou para modificar a textura de um pavimento existente, é denominado capa selante.


ID
762025
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Sobre os impactos ambientais significativos potenciais, devem ser levados em conta na fase de projeto das obras rodoviárias:

I. A especulação com o valor da terra e com os recursos naturais destinados ao uso como materiais de construção.

II. O prognóstico de uso futuro do solo nas bacias e microbacias de drenagens atingidas pela rodovia.

III. A avaliação das características geotecnológicas dos terrenos atingidos direta e indiretamente pelas obras.

IV. As detecções de interferências diretas com planos de programas de terceiros, localizados na mesma área de projeto.

Está correto o que se afirma em

Alternativas

ID
762028
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

As vigas de concreto armado submetidas à ação de momento fletor crescente passam por três níveis de deformação, denominados estádios, que mostram o comportamento da viga até a sua ruína. O estádio I é caracterizado, entre outras condições, quando

Alternativas

ID
762031
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

No projeto e dimensionamento de peças de concreto protendido deve-se considerar o estado limite de descompressão parcial que é o estado

Alternativas
Comentários
  • Letra D

     

    NBR 6118

    3.2.6 estado-limite de descompressão parcial

    ELS-DP
    estado no qual garante-se a compressão na seção transversal, na região onde existem armaduras ativas.


ID
762034
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Para o projeto de estruturas de aço, o espaçamento máximo entre parafusos que ligam uma chapa a um perfil, ou a outra chapa, em contato contínuo, em elementos pintados ou não, sujeitos à corrosão, não pode exceder 24 vezes a espessura da parte ligada menos espessa, nem ultrapassar, em mm, a distância de

Alternativas
Comentários
  • Cuidado com a vigula antes do primeiro "não". Ela não existe e muda a questão toda

  • NBR 8800/2008

    6.3.10 ~ Espaçamento máximo entre furos:

     O espaçamento máximo entre parafusos que ligam uma chapa a um perfil ou a outra chapa, em contato contínuo, deve ser determinado como a seguir:

    a) em elementos pintados ou não sujeitos à corrosão, o espaçamento não pode exceder 24 vezes a espessura da parte ligada menos espessa, nem 300 mm;

    b) em elementos sujeitos à corrosão atmosférica, executados com aços resistentes à corrosão, não pintados, o espaçamento não pode exceder 14 vezes a espessura da parte ligada menos espessa, nem 180 mm;


ID
762040
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Após a aplicação de uma carga axial de tração de 60 kN em uma barra de aço, com módulo de elasticidade longitudinal de 200 GPa, comprimento de 1,0 m e área da seção transversal de 10 cm2, o alongamento produzido na barra, em mm, é

Alternativas
Comentários
  • Alongamento = (N . L) / (E . A )

    N = Força  

    L= Comprimento

    E= Módulo

    A= área

    Substituindo acertando as unidades:

    ΔL =    (60.103N  x1.103mm) /   (200.10N/mm2  x 1.10mm

    Corta Geral Sobra:

    ΔL = 60/200 = 0,3mm


    Bons Estudos !!
  • E=TENSÃO / DEFORMAÇÃO 

    DEFORMAÇÃO = TENSÃO /E

    DEFORMAÇÃO = (FORÇA/ÁREA)/ E 

    DEFORMAÇÃO = (60 KN/10CM²) / 200 GPA 

    DEFORMAÇÃO = (60.000 N/0,001 M²) / 200 GPA 

    DEFORMAÇÃO = ( 6X10^7PA)/200X10^9PA

    DEFORMAÇÃO = 0,03X10-² M 

    DEFORMAÇÃO = 0,0003 M 

    OBS. DEFORMAÇÃO = Lf - Li/L

    Lf -Li=(0,0003M * L)

    Lf -Li= 0,0003 M 

    O RESULTADO É PEDIDO EM MILIMETROS E NÃO EM METROS 

    1         M-----1000 MM 

    0,0003 M ------ X   MM 

    X=(1000 MM*0,0003 M)/1 M 

    X= 0,3 MM


ID
762049
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

A curva ABC

I. é uma ferramenta utilizada para o gerenciamento focado nos itens mais importantes do ponto de vista financeiro de um projeto, materiais ou serviços.

II. representa os diversos insumos ou etapas de uma obra em ordem crescente de quantidade e volume.

III. foi idealizada a partir do princípio de que um pequeno número de serviços ou insumos é respon- sável por uma parcela mais significativa do custo total da obra.

IV. é um método gráfico, de fácil visualização e que define com exatidão o caminho crítico de uma obra.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • A curva ABC 


    I. é uma ferramenta utilizada para o gerenciamento focado nos itens mais importantes do ponto de vista financeiro de um projeto, materiais ou serviços. 


    II. representa os diversos insumos ou etapas de uma obra em ordem crescente (decrescente) de quantidade e volume. 


    III. foi idealizada a partir do princípio de que um pequeno número de serviços ou insumos é respon- sável por uma parcela mais significativa do custo total da obra. 


    IV. é um método gráfico, de fácil visualização e que define com exatidão o caminho crítico de uma obra.


     Os recursos financeiros investidos na aquisição do estoque poderão ser definidos pela análise e aplicação correta dos dados fornecidos com a curva ABC (Pinto, 2002, p. 142).


ID
762052
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Em paredes de alvenaria, sem função estrutural de tijolos e blocos cerâmicos, o vão máximo, em metros, para o qual se dispensa o cálculo como viga, de uma verga ou contra verga, em aberturas para a colocação de portas e janelas, é

Alternativas
Comentários
  • A partir de 2,4 m, se dispensa o cálculo como viga, de uma verga ou contraverga.

     

    "Calma, calma! Eu estou aqui!"

  • NBR 8545

     

    5 CONDlÇÕES ESPECÍFICAS


    5.1 Juntas de assentamento


    As juntas de argamassa devem ser no máximo de 10 mm e não devem  conter vazios.


    No caso de alvenaria aparente as juntas devem ser frisadas.

     

    5.2 Verga e contra-verga

     

    Quando o vão for maior do que 2,40 m a verga ou contra-verga deve ser calculada como viga.


    5.3 Peças para fixação de batentes e rodapés.

     

    Recomenda-se o uso de tacos de madeira de lei, grampas metálicas, pregos, parafusos e buchas plásticas e outros.


    5.4 Pampeito
     

    Os parapeitos e paredes baixas, não calçados superiormente, devem ser respaldados com cinta de concreto armado, com altura mínima de 10 cm.

     

    6.4 Planeza da parede

     

    6.4.1 Deve ser verificada periodicamente durante o levantamento da alvenaria e comprovada após a alvenaria erguida, não devendo apresentar distorção maior que 5 mm.

     

    6.4.2 Sugere-se executar com régua de metal ou de madeira posicionando-a em diversos pontos da parede.

     

    6.5 Prumo

     

    Deve ser verificado periodicamente durante o levantamento da alvenaria e comprovado após a alvenaria erguida.

     

    6.6 Nível 

    Deve ser verificado peridicamente durante o levantamento da alvenaria e comprovado após a alvenaria erguida. Esta verificação pode ser feita com mangueira plástica transparente que tenha diâmetro >= 13 mm.

     

    4.3.1.1 As vergas e contra-vergas devem exceder a largura do vão de pelo menos 20 cm de cada lado e devem ter altura mínima de 10 cm.

     

    4.3.1.2 Quando os vãos forem relativamente próximos e na mesma altura, recomenda-se uma única verga sobre todos eles.

     

     

     


ID
762058
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Uma caixa d’água com capacidade de armazenamento de 12 600 litros é alimentada por um tubo de PVC com área interna da seção transversal de 7 cm2. Considerando que a velocidade máxima da água na tubulação seja de 3 m/s, o tempo mínimo para atingir a capacidade total de armazenamento da caixa d’água é

Alternativas
Comentários
  • VAZÃO (m³/s) => Q = V.A

    Sendo,

    V = velocidade (m/s)

    A = área (m²)

    A = 7cm², igual a 7.10^-4 m² ou 0,0007 m²

    Q = 3(m/s)x0,0007(m²) = 0,0021 m³/s

    0.0021 m³/s ­­­­----------- x

       1 m³  -----------1000 Litros

    Vazão em litros por segundo: 2,1 L/s

    12600 Litros/2,1 Litros/s = 6000 segundos

    Passar para minutos: 6000s/60 = 100 minutos


  • Utilizando o dado da NBR6258 (Velocidade máxima em conduto forçado = 3m/s); (Mínima = 0.5m/s) e 1 Litro = 10^3 cm3

    Q = Velocidade x Area

    Q = Volume / Tempo, igualando as duas equações, temos;

    .

    300 cm/s x 7 cm2 = 12600 L / T...                T = 12,6 x 10^3 x (10^3) cm3 / ( 2,1 x 10^3 cm3)

    T = 6 x 10^3 segundo = 6000 segundos

    .

    T = 6000 s / 60 s = 100 minutos

  • Vejamos 12 600 l = 12, 6 m³ (1000 l = 1 m³) e 7 cm² = 7/10000 = 0,0007 m² (1 cm² = 0,0001 m²). A vazão é dada pelo produto da área x velocidade (Q(m³/s) = v (m/s) x a (m²), assim Q = 3 x 7/10000 = 21/10000 m³/s. O tempo é dado pelo Volume do reservatório / Vazão Q, T = 12,6 / 21/10000 =126000/21 = 6000 s. Os 6000 s = 100 minutos. Exige umas continhas chatas para se fazer em uma prova, mas as vezes a FCC cobra coisas do tipo. Reparem que a velocidade 3 m/s é máxima admitida pela norma atual, portanto a banca poderia ter perguntado somente qual é o tempo mínimo para encher o reservatório superior, considerando os requisitos da norma e omitido o valor 3 m/s.


ID
762061
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

No projeto e execução de instalações prediais de água quente, o dispositivo antirretorno

Alternativas
Comentários
  • Letra A

     

    NBR 7198

    3.7 Dispositivo anti-retorno
    Dispositivo  destinado  a  impedir o retorno de fluidos pa-ra a rede  de  distribuição.

  • NBR 7198:93 Projeto e execução de instalações prediais de água quente

    a) ANTIRRETORNO

    b) Registro de Fechamento

    c) Respiro

    d) Válvula de Retenção

    e) Válvula de Segurança de Pressão


ID
762064
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

No projeto das instalações prediais de esgoto sanitário, todos os trechos horizontais das tubulações devem possibilitar o escoamento dos efluentes por gravidade, devendo, para isso, apresentar uma declividade constante.
Além disso, a profundidade máxima, das caixas de inspeção e a distância máxima, entre dois dispositivos de inspeção, são, em metros, respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • As caixas de inspeção (CI) devem ter profundidade máxima de 1 m. e dimensões quadradas, retrangulares ou cilíndricas de, no mínimo, 60 cm de lado ou diâmetro, além de serem executadas de forma a permitir o escoamento rápido dos dejetos Pórem considerando que a declividade mínima é de 1% para tubulações de diâmetro de 100 m em um trecho de 100 m de tubulação ultrapassa-se os 1 m máximo permitido para as caixas de inspeção. Assim, surge a necessidade de utilizar-se dos poços de visita. Esses devem garantir os seguintes requisitos:

    - profundidade maior que 1,00 m;

    - forma prismática de base quadrada ou retangular, com dimensão mínima de 1,10 m, ou cilíndrica com um diâmetro interno mínimo de 1,10 m;

    - degraus que permitam o acesso ao seu interior;

    - tampa removível que garanta perfeita vedação;

    - fundo constituído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formação de sedimentos;


ID
762067
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Para as instalações prediais de águas pluviais, a inclinação das calhas de beiral e platibanda deve ser uniforme e o diâmetro interno mínimo, em mm, dos condutores
verticais de seção circular é

Alternativas
Comentários
  • Item 5.5 da norma 10844 diz que o diametro mínimo para condutores verticais é 70 mm.

  • NBR 10844/89

    5.6.3 O diâmetro interno mínimo dos condutores verticais de seção circular é 70mm.

     


ID
762070
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

O sistema elevatório de água de um edifício é composto por duas bombas centrífugas iguais, ligadas em paralelo, com capacidade de 10 litros por segundo e 35 metros de altura manométrica. A vazão, em litros por segundo, e a altura manométrica, em metros, das duas bombas funcionamento em conjunto são, respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • A vazão das bombas são somadas e o head das bombas mantém-se.

  • lembrando que na prática isso não ocorre e já foi tema de questão

  • Eu aprendi que que para bombas em paralelo, duplica-se a vazão e mantém a altura manométrica.

     

    Em série, mantém a vazão e duplica a altura manométrica


ID
762073
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

No projeto das saídas de emergências em edifícios, as antecâmaras para ingressos nas escadas enclausuradas devem ser dotadas de porta corta-fogo na entrada e de porta estanque à fumaça na comunicação com a caixa da escada, bem como ter comprimento e pé-direito mínimos, em metros, respectivamente, de

Alternativas
Comentários
  • 4.7.12.1 As antecâmaras, para ingressos nas escadas enclausuradas, devem:
    a) ter comprimento mínimo de 1,80 m;
    b) ter pé-direito mínimo de 2,50 m;
  • NBR 9077 - SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

    Antecâmaras

    -Ter comprimento mínimo de 1,80 m;

    -Ter pé-direito mínimo de 2,50 m;

    -Ser dotadas de porta corta-fogo na entrada e de porta estanque à fumaça na comunicação com caixa da escada;

    -Ser ventilados por dutos de entrada e saída de ar;

    -Ter abertura de entrada de ardo duto respectivo situada junto ao piso, ou no máximo, a 15 cm deste, comárea mínima de 0,84 m²e, quando retangular, obedecendo à proporção máxima de 1:4 entre suas dimensões;

    -Aberturas de entrada e de saída de ar, distância vertical mínima de 2,00 m medida eixo a eixo;

    -Abertura de saída de ar situada, no máximo, a uma distância horizontal de 3,00 m, medida em planta, da porta de entrada da antecâmara, e a abertura de entrada de ar situada, no máximo. a uma distância horizontal de 3,00 m, medida em planta.

    -Devem formar sistema integrado: duto de entrada de ar e o duto de saída de ar (devem resistir por pelo menos 2h, revestimento interno liso, fechados na extremidade superior).

    -Entre as aberturas de entrada e de saída de ar, distância vertical mínima 2,0 m medida de eixo a eixo;


ID
762076
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Em geral, as barragens são complementadas por estruturas auxiliares - obras de desvio, vertedouros e obras de geração - muitas vezes com detalhes de projeto e construção mais complexos do que os da própria obra de represamento. Nos projetos de barragens, as obras de geração constam de

Alternativas

ID
762079
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

No ano de 2005 foram aduzidos para uma cidade brasileira 237 250 000 m3 de água, provenientes de três mananciais. No dia 10 de janeiro do mesmo ano, foi registrado o consumo de 650 000 m3, considerado o maior consumo diário do ano. Considerando que a população abastecida pelo sistema foi estimada em 500 000 habitantes e que ocupavam 100 000 domicílios, a vazão média diária aduzida para a cidade, em m3 /dia; o consumo médio per capita no ano, em L/hab/dia, e a relação entre o consumo diário máximo e o consumo diário médio, no ano, são, respectivamente,

Alternativas

ID
762082
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

Considere os seguintes processos de tratamento de esgoto em função dos meios empregados na remoção ou transformação das características dos esgotos:

I. Remoção de sólidos grosseiros em suspensão: crivos, grades e desintegradores.

II. Remoção de sólidos grosseiros sedimentáveis: caixa de areia e centrifugadores.

III. Remoção de material miúdo em suspensão: tanques de flotação, tanques de precipitação química e filtros de areia.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • 3.3 Remoção dos sólidos grosseiros em suspensão: é feita através de crivos, grades, desintegradores, os sólidos sedimentáveis são feitos com caixa de areia e centrifugadores, a remoção de óleos e graxas são feitos em tanques de retenção de gorduras, tanques de flotação, decantadores com removedores de escuma.


ID
762085
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Auditoria de Obras Públicas
Assuntos

O tanque séptico, também conhecido como decanto-digestor ou fossa séptica, é um dispositivo utilizado por comunidades que geram vazões relativamente pequenas e empregado em áreas urbanas desprovidas de rede coletora pública de esgoto sanitário. Os tanques sépticos

Alternativas
Comentários
  •  a) podem ser construídos em câmaras simples ou divididos em compartimentos verticais ou horizontais e são dotados de aberturas para entrada do esgoto e saída do efluente tratado. (GABARITO)

     b) têm como principal função reter somente os despejos domésticos por um período indeterminado, permitindo apenas a retenção da parte orgânica sem que ocorra sua decomposição. (Período de 24 ou 48h)

     c)  são compartimentos abertos onde os esgotos são retidos por um período indeterminado até sua decomposição.  (Período determinado)

     d) são reatores biológicos aeróbios, onde não há reações químicas com a interferência de microorganismos. (Anaeróbio)

     e)  não apresentam tratamento específico para o esgoto, ocorrendo apenas a formação do biogás, que é composto principalmente por gás sulfúrico. (O biogas não é composto por gás sulfurico)


ID
762088
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A qualidade da água está intimamente relacionada a questões como conservação do solo, poluição atmosférica e gerenciamento de resíduos sólidos, pois a

Alternativas
Comentários
  • Essa questão deveria ter sido anulada.
    A assertiva D também está correta, já que a disposição em aterro sanitário realmente evita a poluição das águas subterrâneas por chorume.
    Quando o texto especifica aterro sanitário, entende-se que se trata de uma obra de engenharia que tem como objetivo acomodar no solo resíduos no menor espaço prático possível, causando o menor dano possível ao meio ambiente ou à saúde pública. Um dos principais itens de um aterro sanitário é a impermeabilização da sua base, justamente para o que o chorume não contamine o solo e lençol freático.
  • acho que a leitura tem que ser sequenciada: A qualidade da água está intimamente relacionada a questões como conservação do solo, poluição atmosférica e gerenciamento de resíduos sólidos, POIS a conservação adequada dos solos pela manutenção da vegetação original, por exemplo, minimiza o assoreamento dos corpos de água., E portanto a letra A está correta.


  • Também entendo que a questão possui duas assertivas: A e D.


  • Gente, a alternativa d fala que a disposição em aterro sanitário IMPEDE a poluição da água subterrânea. Isso por si só não irá impedir. Pra que essa poluição  seja controlada, deve haver um eficiente controle da drenagem do churume para seu tratamento. 

  • Porque o ADPF é descumprimento de preceito fundamental, muito mais abrangente que a inconstitucionalidade.

  • Resolvi a questão com a leitura em sequência do enunciado com cada alternativa, como comentado pela colega Ana Beatriz Silva. Assim:

    A qualidade da água está intimamente relacionada a questões como conservação do solo, poluição atmosférica e gerenciamento de resíduos sólidos, pois a

    A) A qualidade da água está intimamente relacionada a questões como conservação do solo, poluição atmosférica e gerenciamento de resíduos sólidos, pois a conservação adequada dos solos pela manutenção da vegetação original, por exemplo, minimiza o assoreamento dos corpos de água. Correto

    B) A qualidade da água está intimamente relacionada a questões como conservação do solo, poluição atmosférica e gerenciamento de resíduos sólidos, pois a deposição de compostos fosfatados, característicos de poluição atmosférica, leva à eutrofização dos corpos de água. Errado. Compostos fosfatados são característicos de compostos orgânicos e não poluição atmosférica como afirma a alternativa.

    C) A qualidade da água está intimamente relacionada a questões como conservação do solo, poluição atmosférica e gerenciamento de resíduos sólidos, pois a decomposição dos resíduos sólidos inorgânicos leva à queda do oxigênio dissolvido na água, prejudicando a biota. Errado. É a decomposição de resíduos sólidos orgânicos e não inorgânicos como afirma a alternativa que leva à queda de oxigênio dissolvido na água.

    D) A qualidade da água está intimamente relacionada a questões como conservação do solo, poluição atmosférica e gerenciamento de resíduos sólidos, pois a disposição de resíduos sólidos em aterros sanitários impede a poluição da água subterrânea por chorume. Errado. A deposição de resíduos sólidos em aterros sanitários causa a poluição da água subterrânea por chorume e não impede conforme afirma a alternativa.

    E) A qualidade da água está intimamente relacionada a questões como conservação do solo, poluição atmosférica e gerenciamento de resíduos sólidos, pois a poluição atmosférica pode resultar em chuva ácida, cujo pH é neutralizado quando atinge os corpos de água. Errado. Pode ser que haja neutralização do PH na diluição do corpo hídrico. No entanto, na ocorrência de chuva ácida, há queda no PH dos corpos hídricos causando, inclusive mortandade de peixes.

    Espero ter ajudado


ID
762091
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Com relação ao tratamento de esgotos domésticos é correto afirmar que há

Alternativas
Comentários
  • Lodo ativado é o lodo resultante de um processo de tratamento de esgoto destinado à destruição de poluentes orgânicos biodegradáveis presentes em águas residuárias, efluentes e esgotos. O processo se baseia na oxidação da matéria orgânica, por bactérias aeróbias, controlada pelo excesso de oxigênio em tanques de aeração e posteriormente direcionado aos decantadores.
    O lodo decantado nos decantadores retorna ao tanque de aeração como forma de reativação da população de bactérias no tanque de aeração. Este retorno se dá na entrada do tanque onde o lodo em fase endógena se mistura ao efluente rico em poluente, aumentando assim a eficiência do processo.
    Questão correta > d) mistura do esgoto bruto com o lodo ativado, de modo a aumentar a eficiência da decomposição da matéria orgânica no reator de lodos ativados.
  • a) Lagoa facultativa – Tem de 1,5 a 3 metros de profundidade. O termo "facultativo" refere-se à mistura de condições aeróbias e anaeróbias (com e sem oxigenação). Em lagoas facultativas, as condições aeróbias são mantidas nas camadas superiores das águas, enquanto as condições anaeróbias predominam em camadas próximas ao fundo da lagoa. Embora parte do oxigênio necessário para manter as camadas superiores aeróbias seja fornecido pelo ambiente externo, a maior parte vem da fotossíntese das algas, que crescem naturalmente em águas com grandes quantidades de nutrientes e energia da luz solar. As bactérias que vivem nas lagoas utilizam o oxigênio produzido pelas algas para oxidar a matéria orgânica. Um dos produtos finais desse processo é o gás carbônico, que é utilizado pelas algas na sua fotossíntese. Este tipo de tratamento reduz grande parte do lodo, e é ideal para comunidades pequenas, normalmente situadas no Interior do Estado.

    b) processos aeróbios, tratamento PRIMÁRIO (dps que passa a ser anaeróbio/terciário)

    c) decantação é processo físico (não químico)

    d) CORRETA: mistura do esgoto bruto com o lodo ativado, de modo a aumentar a eficiência da decomposição da matéria orgânica no reator de lodos ativados. 

    e) tanque séptico ANAERÓBIO (caixa hermeticamente fechada) tratamento de esgotos por processos de sedimentação, flotação e digestão.

  • Discordo que o esgoto é bruto, uma vez que há etapas anteriores à câmara de aeração (como por exemplo o tratamento preliminar, para retirada de material grosseiro); mas por exclusão dá pra acertar a questão.

  • item c): DECANTAÇÃO é etapa do Tratamento Primário (e não do secundário, como afirma a questão):

    Decantação Primária

    Esta etapa consiste na separação sólido (lodo) – líquido (efluente bruto) por meio da sedimentação das partículas sólidas. Os tanques de decantação podem ser circulares ou retangulares. Os efluentes fluem vagarosamente através dos decantadores, permitindo que os sólidos em suspensão, que apresentam densidade maior do que a do líquido circundante, sedimentem gradualmente no fundo. Essa massa de sólidos, denominada lodo primário bruto, pode ser adensada no poço de lodo do decantador e enviada diretamente para a digestão ou ser enviada para os adensadores.


  • A alternativa "D" está correta, devido a recirculação do Lodo Ativado ao ínicio do tratamento pelo processo de Lodo ativado


ID
762094
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

NÃO constitui um instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei no 6.938/1981) o

Alternativas
Comentários
  • Lei 6.938/81

    Art 9º - São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente:

            I - o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental;

            IV - o licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras;

            VII - o sistema nacional de informações sobre o meio ambiente;

            VIII - o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental;

    Para memorizar: o Relatorio de Impacto Ambiental pode ser classificado dentro do inciso 
     III - a avaliação de impactos ambientais.
    Este instrumento é exigido durante o processo de licenciamento ambiental (
       incisoIV - o licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras).

     

  • Estas questões com a letra da lei são perigosas, parece que o formulador não tem conhecimento do tema, note:

    "Art 9º - São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente:

    III - a avaliação de impactos ambientais;"

    A avaliação de impactos ambientais é um instrumento da Política Nacional de Meio Ambiente, dentro desta avaliação de impacto, segundo as CONAMAS 1 de 86 e CONAMA 237 de 1997 em alguns casos é necessário a elaboração de Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). Assim ao meu ver o Relatório de Impacto Ambiental faz parte de um instrumento da política nacional de meio ambiente, só não esta diretamente no texto da lei 1938 de 81, assim como os princípios constitucionais  não estão apenas em um artigo e sim distribuídos pelo texto.



  • Creio que a questão tentou confundir com o Relatório de Qualidade Ambiental, instrumento previsto no art. 9o


ID
762097
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Em relação ao que estabelece a Constituição Federal, considere:

I. A pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva.

II. Os rios que banham mais de um Estado ou que sirvam de limites com outros países são bens da União, desde que não se estendam a território estrangeiro ou dele provenham.

III. A proteção das paisagens naturais notáveis e dos sítios arqueológicos é competência exclusiva da União.

IV. A ordem econômica tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados, entre outros princípios, a defesa do meio ambiente.

V. Ao sistema único de saúde compete executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador.

VI. Cabe ao Poder Público promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino, como forma de assegurar o direito ao meio ambiente ecolo-gicamente equilibrado às gerações atuais e futuras.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • I. A pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva.
    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (...) XXVI - a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento;
    IV. A ordem econômica tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados, entre outros princípios, a defesa do meio ambiente.
    Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios: I - soberania nacional; II - propriedade privada; III - função social da propriedade; IV - livre concorrência; V - defesa do consumidor; VI - defesa do meio ambiente, inclusive mediante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação; VII - redução das desigualdades regionais e sociais; VIII - busca do pleno emprego; IX - tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País.
    V. Ao sistema único de saúde compete executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador.
    Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: (...) II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador;
    VI. Cabe ao Poder Público promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino, como forma de assegurar o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado às gerações atuais e futuras.
    Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações. § 1º - Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público: (...) VI - promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente;
    Fonte: CF/88
  • [Os itens que estão incorretos na questão acima]
    II. Os rios que banham mais de um Estado ou que sirvam de limites com outros países são bens da União, desde que não se estendam a território estrangeiro ou dele provenham.
    Art. 20. São bens da União: (...) III - os lagos, rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio, ou que banhem mais de um Estado(,)sirvam de limites com outros países, ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham, bem como os terrenos marginais e as praias fluviais;
    III. A proteção das paisagens naturais notáveis e dos sítios arqueológicos é competência exclusiva da União.
    Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: (...) III - proteger os documentos, as obras e outros bens de valor histórico, artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos;
    Fonte: CF/88

ID
762100
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A Política Nacional de Resíduos Sólidos define:

Alternativas
Comentários
  • a) Área contaminada como local onde há contaminação causada pela disposição, regular ou irregular, de substâncias ou resíduos de tipos predeterminados.
    Art. 3º Para os efeitos desta Lei, entende-se por: II - área contaminada: local onde há contaminação causada pela disposição, regular ou irregular, de quaisquer substâncias ou resíduos;
    b) Geradores de resíduos sólidos como pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo. [CORRETA]
    Art. 3º Para os efeitos desta Lei, entende-se por: IX - geradores de resíduos sólidos: pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo;

    c) Ciclo de vida do produto como série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, desde o processo produtivo até sua disposição final.
    Art. 3º Para os efeitos desta Lei, entende-se por: IV - ciclo de vida do produto: série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final;
    d) Disposição final ambientalmente adequada como distribuição ordenada de rejeitos em aterros, de modo a evitar danos à saúde pública e a minimizar os impactos ambientais adversos.
    Art. 3º Para os efeitos desta Lei, entende-se por: VIII - disposição final ambientalmente adequada: distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos;
    e) Gestão integrada de resíduos sólidos como as ações voltadas à busca de soluções para estes resíduos, independente de controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável.
    Art. 3º Para os efeitos desta Lei, entende-se por: XI - gestão integrada de resíduos sólidos: conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável;
    Fonte: Lei 12.305/10
  • Inacreditável essa questão! 

  • Nossa, não estou entendendo onde se encontram os erros...

  • A) Área contaminada: local onde há contaminação causada pela disposição, regular ou irregular, de quaisquer substâncias ou resíduos

    B) Geradores de resíduos sólidos: pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo; ( Conforme o texto da lei, portanto, a correta);

    C) Ciclo de vida do produto: série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final;

    D) Disposição final ambientalmente adequada: distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos; 

    E)  Gestão integrada de resíduos sólidos: conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável.

     

    Fonte: Lei 12.305/10 art. 3°

    Se quer algo que nunca teve, faça algo que nunca fez!

  • OS ERROS SÃO QUASE IMPERCEPTÍVEIS:

     

    A) área contaminada: local onde há contaminação causada pela disposição, regular ou irregular, de quaisquer substâncias ou resíduos.

     

    B) geradores de resíduos sólidos: pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo; OK

     

    C) ciclo de vida do produto: série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final; 

     

    D) disposição final ambientalmente adequada: distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos; (Incompleta, para mim, igualmente correta).

     

    E) gestão integrada de resíduos sólidos: conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável; 

  • Sinceramente!!!!!

    Sem a pontuação correta das frases, ficou dificil de entender!!!!

    Mau redigida

  • A Fundação Copia e Cola cobrou (pra variar) a letra da lei. Alguns itens estão, de fato, errados. A letra D está incompleta e como o enunciado pediu a definição de acordo com a lei, incompleto nesse caso é errado.

  • A banca foi muito esperta (sacana)!

  • Cobrar cópia e cola da lei é complicado, viu!


ID
762103
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Economia ambiental pode ser considerada como o campo da economia que incorpora a

Alternativas
Comentários
  • QUESTÃO CORRETA(Economia ambiental pode ser considerada como o campo da economia que incorpora a: e) atribuição de valores monetários às externalidades ambientais negativas.)
    O ambiente natural fornece a base necessária para que as atividades econômicas possam ser desenvolvidas, propiciando ao homem o acesso livre a uma enorme variedade de bens e serviços.
    Os processos produtivos, viga mestra do processo econômico resultam em externalidades negativas, principalmente ambientais. Essas externalidades negativas são definidas por
    Paulani e Braga (2000, p.81) como custos decorrentes da atividade econômica e que não são valorados pelo mercado [...] como a poluição dos rios, do ar, redução das floretas nativas, etc.”
    O dano ambiental ou ecológico surge da violação a um direito juridicamente protegido, ferindo a garantia constitucional que assegura à coletividade um meio ambiente equilibrado. A degradação ambiental e a conseq
    uente queda na qualidade de vida foram os fatores que mobilizaram a comunidade internacional contra a crise do ambiente humano (WCED, 1988).
    A análise de métodos de valoração econômica ambiental, suas características e aplicações são componentes da economia de meio ambiente. É fundamental, portanto, o estudo e o aprimoramento das técnicas de valoração; a avaliação dos fatores que influenciam seus usos, conjuntos ou isolados, e de suas limitações práticas de uso para que elas possam ser corretamente aplicadas e compreendidas.
  • O mercado de carbono não seria um exemplo de valoração dos serviços ambientais, cujos preços são tangíveis, quando usado, por exemplo, atribuir valoração a manutenção de florestas?

  • O método de valoração contingente (MVC) é um método que pede às pessoas para indicar diretamente seus valores, ao invés de inferir valores de opções reais, como os métodos de preferência revelada fazem.


    O MVC envolve perguntar diretamente as pessoas, em uma pesquisa, o quanto elas estariam dispostas a pagar ou receber por serviços ambientais específicos. Ele é chamado de valoração contingente porque as pessoas são convidadas a indicar a sua disponibilidade para pagar ou receber, dependendo de um cenário hipotético específico com descrição do serviço ambiental.


    Fonte: http://www.economiadomeioambiente.com.br/servi%C3%A7os/valora%C3%A7%C3%A3o-economica-do-meio-ambiente/metodo-de-valora%C3%A7%C3%A3o-contingente/

  • Negligenciar custos ambientais produz um quadro distorcido da realidade. Para melhorar a análise de oferta e demanda de forma a incluí-los, devemos olhar por formas de internalizar as externalidades – trazendo esses custos ambientais para dentro da análise de mercado, atribuindo um valor monetário aos danos ambientais.

    Externalidades positivas, benefícios externos, deveriam ter preços positivos por representarem benefícios não apropriadamente pagos. Por exemplo, uma empresa desenvolve um método de produção ou administração de baixo custo que é absorvido gratuitamente por outra empresa. Ou quando um fazendeiro preserva uma área florestal que favorece gratuitamente a proteção do solo de outros fazendeiros.

    Externalidades negativas, custos externos, deveriam ter preços negativos por significarem perda de utilidade. Exemplos de externalidades negativas são inúmeros, principalmente aqueles de cunho ambiental. Um exemplo seria a degradação ou exaustão de recursos ambientais decorrentes das atividades de produção e consumo de certos bens que prejudicam a saúde humana e a produção de outros bens que também destroem a fauna e flora. 

  • Economia ecológica incorpora a análise econômica tradicional, mas compreende que as relações entre empresas e pessoas não podem ocorrer indefinidamente, uma vez que há limites impostos pelos ecossistemas que irão afetar esta relação, como por exemplo a extração de recursos naturais, a obtenção de energia necessária para a produção destes bens de consumo e os limites na capacidade dos ecossistemas de absorverem os resíduos gerados pelo sistema econômico.

    A Economia Ambiental defende que os recursos naturais não representam, a longo prazo, um entrave para o crescimento econômico. Para esta vertente a solução da problemática ambiental está em maximizar o valor dos recursos por meio da análise detalhada dos efeitos que a exploração ambiental vem causando. Para tal, foram desenvolvidos diversos métodos de valoração monetária dos recursos naturais e criadas agências ambientais, pelos governos, para regulamentar o uso dos bens difusos e atribuir responsabilidades aos usuários/poluidores da natureza.

    • Resumindo: a economia convencional desconsidera a natureza como externalidade do processo econômico; a economia ambiental se preocupa em “dar um preço à natureza”, com a tendência de vê-la como amenidade; e a economia ecológica atribui à natureza a condição de suporte insubstituível de tudo o que a sociedade pode fazer (CAVALCANTI, 2010).


ID
762106
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

No que concerne à política ambiental e desenvolvimento, considere:

I. O conceito de desenvolvimento sustentável está associado a uma mudança de paradigma na qual a ênfase no crescimento contínuo da economia deve ser confrontada com a sustentabilidade ambien-tal.

II. No seu capítulo sobre meio ambiente, a Constituição Federal brasileira não considera a questão da sustentabilidade por razões históricas; afinal foi promulgada apenas em 1988, quando tal abordagem ainda não existia.

III. Ao estabelecer regras para a utilização dos recursos naturais, a política ambiental brasileira reforça a vocação do modelo de desenvolvimento capitalista para a conservação ambiental.

IV. Ao tratar da compatibilização entre o desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente, a Política Nacional do Meio Ambiente leva em consideração a ideia do desenvolvimento sustentável.

V. A resolução CONAMA que dispõe sobre a regularização dos empreendimentos ferroviários em operação considera as diretrizes ambientais do Ministério dos Transportes, que estabelece a adequação do setor ao princípio do desenvolvimento sustentável como um dos seus princípios.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Comentários
  • I - O conceito de desenvolvimento sustentável está associado a uma mudança de paradigma na qual a ênfase no crescimento contínuo da economia deve ser confrontada com a sustentabilidade ambiental. 

    R: Correto. Crescer economicamente não deve ser realizado em detrimento da degradação do meio ambiente

    II. No seu capítulo sobre meio ambiente, a Constituição Federal brasileira não considera a questão da sustentabilidade por razões históricas; afinal foi promulgada apenas em 1988, quando tal abordagem ainda não existia. 

    R: Errado. O Conceito de sustentabilidade data de 1970 (Conferência de Estocolmo)

    III. Ao estabelecer regras para a utilização dos recursos naturais, a política ambiental brasileira reforça a vocação do modelo de desenvolvimento capitalista para a conservação ambiental. 
    R: Errado. Modelo de desenvolvimento capitalista não tem por vocação a preservação ambiental.


    IV. Ao tratar da compatibilização entre o desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente, a Política Nacional do Meio Ambiente leva em consideração a ideia do desenvolvimento sustentável. 
    R: Correto. Desenvolvimento sustentável refere-se a compatibilização de desenvolvimento econômico com qualidade do meio ambiente.


    V. A resolução CONAMA que dispõe sobre a regularização dos empreendimentos ferroviários em operação considera as diretrizes ambientais do Ministério dos Transportes, que estabelece a adequação do setor ao princípio do desenvolvimento sustentável como um dos seus princípios.

    R: Correto. CONAMA 349 de 92004

  • I. O conceito de desenvolvimento sustentável está associado a uma mudança de paradigma na qual a ênfase no crescimento contínuo da economia deve ser confrontada com a sustentabilidade ambiental. CORRETO.

    II. No seu capítulo sobre meio ambiente, a Constituição Federal brasileira não considera a questão da sustentabilidade por razões históricas; afinal foi promulgada apenas em 1988, quando tal abordagem ainda não existia. ERRADO. O conceito de sustentabilidade vigente teve origem em Estocolmo, na Suécia, na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, que aconteceu entre os dias 5 e 16 de junho de 1972.

    III. Ao estabelecer regras para a utilização dos recursos naturais, a política ambiental brasileira reforça a vocação do modelo de desenvolvimento capitalista para a conservação ambiental. ERRADO. Capitalismo em nada tem vocação com a conservação ambiental.

    IV. Ao tratar da compatibilização entre o desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente, a Política Nacional do Meio Ambiente leva em consideração a ideia do desenvolvimento sustentável. CORRETO.

    V. A resolução CONAMA que dispõe sobre a regularização dos empreendimentos ferroviários em operação considera as diretrizes ambientais do Ministério dos Transportes, que estabelece a adequação do setor ao princípio do desenvolvimento sustentável como um dos seus princípios. CORRETO.


ID
762109
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Conforme a legislação brasileira relacionada ao licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente é correto afirmar que os

Alternativas
Comentários
  • QUESTÃO CORRETA _ c) licenciamentos da exploração econômica de lenha em áreas acima de 100 hectares, ou menores quando importantes do ponto de vista ambiental, dependem de EIA e respectivo RIMA.
    RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001, de 23 de janeiro de 1986
    Artigo 2º - Dependerá de elaboração de estudo de impacto ambiental e respectivo relatório de impacto ambiental - RIMA, a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente, e do IBAMA em caráter supletivo, o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente, tais como:
    (...)
    XIV - Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental;

ID
762112
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Com relação à exploração mineral no território brasileiro, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Resolução CONAMA nº 23, de 7 de dezembro de 1994.
    Art. 3ºA exploração e lavra das jazidas de combustíveis líquidos e gás natural dependerão de prévio licenciamento ambiental nos termos desta Resolução.

ID
762115
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

Os temas risco ambiental e vulnerabilidade ambiental, frequentemente associados, podem ser definidos, respectivamente, como

Alternativas
Comentários
  • Alternativa Correta: Letra E


ID
762121
Banca
FCC
Órgão
TCE-AM
Ano
2012
Provas
Disciplina
Controle Externo

O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas tem a missão constitucional de fiscalização

Alternativas
Comentários
  • GABARITO E. CF/88. Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.
  • GABARITO E. CF/88. Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.
  • Contábil
    Orçamentária
    Financeira
    Operacional
    Patrimonial