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Prova CESPE - 2013 - BACEN - Analista - Contabilidade e Finanças


ID
1054639
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Julgue os itens que se seguem de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República.

Tendo em vista a correspondência oficial a ser dirigida a Chefes dos Poderes, serão empregadas as formas ‘A sua Excelência o Senhor’ — endereçamento; parte externa do envelope, e ‘Excelentíssimo Senhor’, no texto, propriamente dito, como vocativo, no que se refere especificamente, ao emprego de formas de tratamento indireto de pessoa.

Alternativas
Comentários
  • No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:

    A Sua Excelência o Senhor

    Fulano de Tal

    Ministro de Estado da Justiça

    70.064-900 – Brasília. DF


    O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do

    cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,
    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.

    2.1.3. Emprego dos Pronomes de Tratamento Como visto, o emprego dos pronomes de tratamento obedece a secular tradição. São de uso consagrado:

    Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

    a) do Poder Executivo;
    Presidente da República;

    b) do Poder Legislativo:
    Deputados Federais e Senadores;

    c) do Poder Judiciário:
    Ministros dos Tribunais Superiores;

    Fonte: Manual da Presidência da República


  • "...formas de tratamento indireto de pessoa." ???

  • Certa.

    Breve História dos Pronomes de Tratamento

      O uso de pronomes e locuções pronominais de tratamento tem larga tradição na língua portuguesa. De acordo com Said Ali, após serem incorporados ao português os pronomes latinos tu e vos, "como tratamento direto da pessoa ou pessoas a quem se dirigia a palavra", passou-se a empregar, como expediente lingüístico de distinção e de respeito, a segunda pessoa do plural no tratamento de pessoas de hierarquia superior. Prossegue o autor:

    "Outro modo de tratamento indireto consistiu em fingir que se dirigia a palavra a um atributo ou qualidade eminente da pessoa de categoria superior, e não a ela própria. Assim aproximavam-se os vassalos de seu rei com o tratamento de vossa mercê, vossa senhoria (...); assim usou-se o tratamento ducal de vossa excelência e adotaram-se na hierarquia eclesiástica vossa reverência, vossa paternidade, vossa eminência,vossa santidade."

      A partir do final do século XVI, esse modo de tratamento indireto já estava em voga também para os ocupantes de certos cargos públicos. Vossa mercê evoluiu para vosmecê, e depois para o coloquial você. E o pronome vós, com o tempo, caiu em desuso. É dessa tradição que provém o atual emprego de pronomes de tratamento indireto como forma de dirigirmo-nos às autoridades civis, militares e eclesiásticas.


  • No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:

    A Sua Excelência o Senhor
    Fulano de Tal
    Ministro de Estado da Justiça
    70.064-900 – Brasília. DF
    Paz de Cristo.

  • De acordo com meu conhecimento esta questão esta errada, pois Excelentíssimo só será utilizado quando se tratar de Chefes dos Poderes no ÂMBITO  FEDERAL. Não da para saber o que o CESPE quer, uma hora cobra de um jeito outra hora de outro...
     

  • Marquei errada, pois o sua de Sua Excelência está em letra minúscula quando deve ser maiúscula.

  • O enunciado informa que "tendo em vista a correspondência oficial a ser dirigida a Chefes dos Poderes, serão empregadas as formas ‘A sua Excelência o Senhor’ — endereçamento; parte externa do envelope, e ‘Excelentíssimo Senhor’, no texto, propriamente dito, como vocativo, no que se refere especificamente, ao emprego de formas de tratamento indireto de pessoa".

    Segundo o Manual de Redação Oficial, "o vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo" e o endereçamento será "A sua Excelência o Senhor".


    A resposta é certa.

  • O enunciado informa que "tendo em vista a correspondência oficial a ser dirigida a Chefes dos Poderes, serão empregadas as formas ‘A sua Excelência o Senhor’ — endereçamento; parte externa do envelope, e ‘Excelentíssimo Senhor’, no texto, propriamente dito, como vocativo, no que se refere especificamente, ao emprego de formas de tratamento indireto de pessoa".

    Quanto ao endereçamento, o Manual de Redação Oficial informa o seguinte: "No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Ministro de Estado da Justiça 70064-900 – Brasília. DF".

    Quanto ao vocativo, "O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo".

    Forma de tratamento indireto significa que se dirige à pessoa, porém não diretamente, não pessoalmente. Por isso o uso da correspondência oficial.


    A resposta é correta. 

  • Essas questões do CESPE dessa disciplina, são muito polêmicas, impressionante!!!

  • Como assim tratamento indireto? Alguém explica?

  • Me fiz a mesma pergunta Bruna... Alguém explica?

  • Entendo eu que essa forma indireta seria através da comunicação oficial, já a direta seria pessoalmente.

  • A sua Excelência o Senhor (Indireto) quem irá ler antes da autoridade.

  • pronomes de tratamento indireto = Vossa Senhora, Vossa Excelência. A pontuação dessa pergunta está estranha.

  • Alguém poderia comentar sobre formas de tratamento indireto de pessoa? 

  • CORRETA- Chefe DOS PODERES  a questão fala. Ao analisar toda questão vê-se que em todos os seus detalhes ela está correta. O concurso em questão é para o cargo de Analista - Gestão e Análise Processual-BACEN,  não tem porque levar o candidato a marca-la como errada. 


    Chefe DOS PODERES: Presidente da República, Presidente do Congresso Nacional e Presidente do Supremo Tribunal Federal.


    OBS:

    Os pronomes  de tratamento representam uma forma indireta de nos dirigirmos aos nossos interlocutores. Ao tratarmos um deputado por Vossa Excelência, por exemplo, estamos nos endereçando à excelência que esse deputado supostamente tem para poder ocupar o cargo que ocupa.

    3ª pessoa: embora os pronomes de tratamento se dirijam à 2ª pessoa, toda a concordância deve ser feita com a 3ª pessoa. Assim, os verbos, os pronomes possessivos e os pronomes oblíquos empregados em relação a eles devem ficar na 3ª pessoa.

    Por exemplo:

    Basta que V. Ex.ª cumpra a terça parte das suas promessas, para que seus eleitores lhe fiquem reconhecidos.



  • Que redação sofrível!...

  • Certo.


    A forma de tratamento "vossa excelência (segunda pessoa) e " sua excelência ( terceira pessoa ) " são devidas conforme a necessidade da situação (quem destina o texto...)


    o vocativo EXCELENTÍSSIMO é exclusivo para chefes do poder.....( executivo , legislativo e judiciário)


  • Segundo manual de redação oficial:

     "O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal."

  • Certo.

    Talvez o termo: forma de tratamento indireto pode ter gerado dúvida.

    Forma de tratamento direto = fala diretamente com a pessoa (destinatário)

    Forma de tratamento indireto = fala com terceiro se referindo a pessoa (destinatário)

    => no envelope deve a parecer (*A sua) Excelência o Senhor

    *A sua = para sua.

  • Redação péssima essa questão.

  • De acordo com as aulas da Professora Grasiela Cabral, o termo Excelentíssimo Senhor , é usado apenas para os Chefes do Poder Federal.
    Sendo assim, consideraria a questão errada.


  • Se fosse tratamento direto seria " A Vossa Excelência" > com que se fala

    tratamento indireto " A Sua Excelência" > de quem se fala

  • Quanto aos pronomes de tratamento:

     Vossa Excelência (fala diretamente com a pessoa) no texto da correspondência. Interno

    Sua excelência (fala indiretamente, fala a respeito da pessoa) na parte de fora do envelope.

  • que questão linda cobra dois conhecimento do candidato quanto ao envelope quanto ao tratamento por oficio rsrs 

  • Vocativo utilizado para chefes de poderes:

     

    --> Excelentíssimo Senhor :

     

    ° Presidente da república

    ° Presidente do Congresso Nacional  (ou presidende do senado)

    ° Presidente do Supremo Tribunal Federal

    Obs: Vedado abreviar o vacativo

     

    Envelope utilizar: A sua Excelência o Senhor

  • Autor: Verônica Ferreira , Professora de Português

     

    O enunciado informa que "tendo em vista a correspondência oficial a ser dirigida a Chefes dos Poderes, serão empregadas as formas ‘A sua Excelência o Senhor’ — endereçamento; parte externa do envelope, e ‘Excelentíssimo Senhor’, no texto, propriamente dito, como vocativo, no que se refere especificamente, ao emprego de formas de tratamento indireto de pessoa".

    Quanto ao endereçamento, o Manual de Redação Oficial informa o seguinte: "No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Ministro de Estado da Justiça 70064-900 – Brasília. DF".

    Quanto ao vocativo, "O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo".

    Forma de tratamento indireto significa que se dirige à pessoa, porém não diretamente, não pessoalmente. Por isso o uso da correspondência oficial.

     

    A resposta é correta. 

  • Os pronomes de tratamento são formas usadas no trato com as pessoas. 
    Também chamados de formas substantivas de tratamento indireto de 2ª pessoa que levam o verbo para a 3ª pessoa.

  • Breve História do “C” (para descontrair, guerreiros técnicos/analistas etc.)

    As coisas que estão à disposição de Vossa Mercê que sabem”;

    As coisas à disposição de Vossa Mercê que sabem”;

    À disposição de Vossa Mercê que sabe”;

    Vossa Mercê...;

    Voismecê...;

    Vance;

    Você;

    Ocê;

    C q sab!.

     

  • " O vocativo a  ser empregado em comunicações dirigidas aos chefes de poder é: Excelentíssimo Senhor..."

    "No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma: A Sua Excelência o Senhor..."

     

  • Esse sua minúsculo e essa forma indireto de pessoas .... Cespe do capeta!

     

  •  

     

     

     

     

     

     

     

    Gabarito Certo.

    No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:

    A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal

    Ministro de Estado da Justiça

    70064-900 – Brasília. DF 

  • Como assim? O presidente do senado é chefe de poder e não é tratado de excelentíssimo.

  • Forma de tratamento indireto significa que se dirige à pessoa, porém não diretamente, não pessoalmente. Por isso o uso da correspondência oficial.

  • Autor: Verônica Ferreira , Professora de Português

    O enunciado informa que "tendo em vista a correspondência oficial a ser dirigida a Chefes dos Poderes, serão empregadas as formas ‘A sua Excelência o Senhor’ — endereçamento; parte externa do envelope, e ‘Excelentíssimo Senhor’, no texto, propriamente dito, como vocativo, no que se refere especificamente, ao emprego de formas de tratamento indireto de pessoa".

    Segundo o Manual de Redação Oficial, "o vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo" e o endereçamento será "A sua Excelência o Senhor".

     

    A resposta é certa.

  • CERTO.


    Deve-se aplicar Excelentíssimo Senhor no texto.

  • Gabarito: CERTO

     

     

    Manual de Redação Oficial da Presidência da República

     

     

    O vocativo utilizado para os chefes dos três poderes é Excelentíssimo Senhor, seguido do respectivo cargo:

     


    ~> Excelentíssimo Senhor Presidente da República.

     

    ~> Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional.

     

    ~> Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.
     


    O endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma: 


    A Sua Excelência o Senhor

    João da Silva
    Ministro de Estado da Justiça

    70064-900 – Brasília. DF

     

     

  • Gabarito: certo

    --

    formas de tratamento indireto de pessoa significa que a mensagem é dirigida por meio do expediente oficial ( indiretamente ) e não diretamente para a pessoa.

  • Segue regras do Manual de Redação Oficial. Excelência é acompanho do termo Vossa.

  • Vossa= Diretamente com quem se fala.

    Sua= A respeito de uma pessoa.

  • Forma direta - VOSSA excelência

    Forma indireta - SUA excelência


ID
1054660
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

No que se refere aos princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988 (CF) e aos direitos e garantias fundamentais, julgue o item seguinte.

De acordo com a CF, é direito fundamental do cidadão a livre associação para fins lícitos. Todavia, pode a administração pública, a bem do interesse público, intervir no funcionamento de associações civis e suspender temporariamente suas atividades.

Alternativas
Comentários

  • Olá pessoal (GABARITO ERRADO);

     

    Art. 5º  CF/88 XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

    Continuem firmes...A dificuldade é para todos....


     

  • O erro está em "administração pública". Pareceu que no caso ela iria interferir de forma direta, sendo que só é permitido com decisão judicial em TJ.

  • Associações:

    1- Suspender atividades: decisão judicial

    2- Extinguir atividades: decisão judicial TRANSITADA EM JULGADO!

    Logo, não se pode nem suspender, nem extinguir atividades de associações pela via administrativa.

  • Constituição Federal

    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

    XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;

    XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

    XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;


  • A questão erra ao falar "pode a administração pública, a bem do interesse público, intervir no funcionamento", outras ajudam a responder, vejam:

    A CF veda a interferência do Estado no funcionamento das associações e cooperativas.

    GABARITO: CERTA.



  • As associações somente podem ser compulsoriamente dissolvidas por meio de decisão judicial transitada em julgado, considerando a vedação constitucional de interferência do Estado em seu funcionamento.

    GABARITO: CERTA.

  • NÃO HÁ INTERVENÇÃO DO PODER PÚBLICO

  • A CF veda a interferência do Estado no funcionamento das associações e cooperativas.

     

  • XVII - É plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar.

    XVIII - A criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas, independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento.

  • XVII - é plena a liberdade de associações para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;


    XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, de cooperativas, independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;


    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trãnsito em julgado;

  • Complementando.

    Apenas as associações que persigam fins ilícitos poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou suspensas. Atos emanados do Executivo ou do Legislativo, que provoquem a compulsória suspensão ou dissolução de associações mesmo as que possuam fins ilícitos, serão inconstitucionais. (ADI3.045, DJ 01.06.2007)

  • O erro esta na parte em negrito ja que as assossiações podem ser suspensas e dissolvidas, sendo que neste ultima caso deva haver transito julgado e ampla defesa.

    "De acordo com a CF, é direito fundamental do cidadão a livre associação para fins lícitos. Todavia, pode a administração pública, a bem do interesse público, intervir no funcionamento de associações civis e suspender temporariamente suas atividades."

  • Uma pergunta... ou melhor, duas.

    O poder judiciário é considerado Administração Pública, certo?

    O erro da questão está em "intervenção", certo?

  • A Administração pública não pode intervir na associação.


    O que pode acontecer é a suspensão da associação por uma decisão JUDICIAL simples, ou uma dissolução por sentença JUDICIAL transitada em julgado.

  • O art. 5º, XVII, da CF/88, prevê que é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar. De acordo com o art. 5º, XVIII, da CF/88, a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento. Portanto, incorreta a afirmativa.


    RESPOSTA: Errado

  • Administração pública (strictu sensu) é Poder Executivo. Associação só poderá ter suas atividades suspensas ou dissolvidas por decisão judicial ou sentença judicial transitada em julgado, respectivamente.

  • A dissolução e suspensão das atividades de uma associação estão sujeitas às reserva de jurisdição, ou seja, apenas uma sentença judicial tem poder para tanto e:

    1 - Se suspensão --> decisão judicial

    2 - Se dissolução --> decisão judicial transitada em julgado.

    Percebam que o Poder Judiciário, quando profere uma sentença ou decisão jurídica, não está exercendo seu Poder Público (administrativo) e sim seu Poder Judiciário stricto sensu.

  • suspender, ok. Intervir no funcionamento, jamais :)

  • Não seria uma intervensão fiscalizatória? 

  • Marcelo, o judiciário faz parte da Adm. Pública sim, e é o único poder que pode intervir no funcionamento das associações, porém de forma limitada. Ou seja, o erro da questão está em dizer " a bem do interesse público", pois é só por decisão judicial e esta decisão deve ser sempre fundamentada, respeitado o direito ao contraditório e ampla defesa da associação. 

  • Bem comentada a questão pelo Norton Makarthu, Judiciário exercendo sua função típica propriamente .

  • Andson,

    poderá mesmo suspender, com decisão judicial, o erro da questão está em afirmar que a adm púb poderá intervir em seu funcionamento.

  • De acordo com a CF, é direito fundamental do cidadão a livre associação para fins lícitos. Todavia, pode a administração pública, a bem do interesse público, intervir no funcionamento de associações civis e suspender temporariamente suas atividades.

    Errado - Poder Judiciário pode Suspender ou até Dissolver (trânsito em julgado)

  • Administração não tem esse poder,somente o poder judiciário,que pode suspender ou restringir (somente em transitado e julgado).


  • Intervenção Estatal vs. Fiscalização

    A interferência estatal em associações, cooperativas, partidos políticos e sindicatos é abuso de autoridade. Porém, a fiscalização de suas atividades  é um dever.

  • Art. 5º  CF/88 XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;


    Comentário copiado de Silvia ( sempre ela rs ) só p eu estudar, e ficar no meu perfil pessoal =D

  • Errado.



    A interferência estatal é vedada.


  • Só por decisão judicial.

  • Quando eu vejo uma questão assim, eu fico feliz duas vezes:

    1- por saber que o Cespe ainda manda questões fáceis

    2- por saber que vai ter concorrente errando elas

  • VEDADO= INTERFERÊNCIA  NAS ASSOCIAÇÕES

     

    VEDADO= INTERVENÇÃO E INTERFERÊNCIA NOS SINDICATOS

  • MOLE, MOLE, GALERA!!!

     

     

    → De acordo com a CF, é direito fundamental do cidadão a livre associação para fins lícitos.
        (OK! - CF, art. 5º, XVII)

     

    → Todavia, pode a administração pública, a bem do interesse público, intervir no funcionamento de associações civis e

        suspender temporariamente suas atividades.

        (NÃO! - A administração pública não mete o dedo nessa paçoca aí (CF, art 5º, XVIII).

         Seja para dissolvê-la ou suspendê-la, somente o Poder Judiciário:

         SUSPENSÃO: por decisão judicial; DISSOLVIMENTO: por decisão judicial transitada em julgado (XIX).

     

     

    * GABARITO: ERRADO.

     

    Abçs.

  • XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

     

    De acordo com a CF, é direito fundamental do cidadão a livre associação para fins lícitos. Todavia, pode a administração pública, a bem do interesse público, intervir no funcionamento de associações civis e suspender temporariamente suas atividades.

  • Art. 5º  CF/88 XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

     

     

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;

     

     

    GABARITO ERRADO

  • O estado não pode interferir no funcionamemto das  associações, e so apenas cabe ao poder judiciário suspender temporariamente 

  • É VEDADA A INTERFERÊNCIA ESTATAL NO SEU FUNCIONAMENTO..

  • De acordo com a CF, é direito fundamental do cidadão a livre associação para fins lícitos. Todavia, pode a administração pública, a bem do interesse público, intervir no funcionamento de associações civis e suspender temporariamente suas atividades.

    ERRADA

    Art. 5º  CF/88 XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado; 

  • Ar

    rt. 5º, XVII, da CF/88, prevê que é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar. De acordo com o art. 5º, XVIII, da CF/88, a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento. Portanto, incorreta a afirmativa.

     

    RESPOSTA: Errado

  • XVII - é PLENA a liberdade de associação para fins lícitos, VEDADA A DE CARÁTER PARAMILITAR;

    XVIII - A CRIAÇÃO de ASSOCIAÇÕES e,
    1 - na forma da lei, a de COOPERATIVAS
    2 - INDEPENDEM de autorização, sendo VEDADA a interferência estatal em seu funcionamento;

     

     

    ERRADA!

  • Só quem pode suspender as atividades de uma associação é o poder judiciário. É vedada a interferência estatal no seu funcionamento.

  • Complementando: para suspensão não precisa de trânsito em julgado, o qual só é necessário para a extinção da associação.

  • Gab. Errado.

    Não é a bem do Interesse PÚBLICO.

    - Dissolução - Sentença Judicial transitada em Julgado.
    - Suspensão - Decisão Judicial apenas. 


  • XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;l


    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial , exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado;


    DiSSolução: deciSão judicial + trânSito em julgado

    Suspensão: deciSão judicial


  • Art. 5º  CF/88 XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

  • Vedada a interferência estatal.

    Fonte: Labuta nossa de cada dia.

  • A ADMINISTRAÇÃO SOMENTE INTERVIRÁ, NO CASO DE :

     

     é PLENA a liberdade de associação para fins lícitosVEDADA A DE CARÁTER PARAMILITAR;

  • Errado

    O art. 5º, XVII, da CF/88, prevê que é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar. De acordo com o art. 5º, XVIII, da CF/88, a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento.

  • XVII - é plena a liberdade de associações para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;

    XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, de cooperativas, independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

    XIX - as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trãnsito em julgado;

    Exatamente pode intervir caso não haja prévia comunicação do uso de espaço por possível problema de lojística dos participantes

  • Art. 5º CF/88 XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

    sindIcAto ---> Independe Autorização; assocIAções ---> Independe de Autorização;

  • Reserva de Jurisdição. Apenas o Poder Judiciário pode suspender durante um processo judicial ou dissolver compulsoriamente após sentença transitada em julgado.

  • Direito de ASSOCIAÇÃO

    1. Somente para fins LÍCITOS, sendo vedada a paramilitar;

    2. É vedada a interferência estatal em seu funcionamento e nem mesmo precisa-se de autorização para criá-las;

    3. Ninguém pode ser compelido a associar-se ou permanecer associado;

    4. Paralisação compulsória (independente da vontade dos sócios) das atividades:

    - Para que tenham suas atividades SUSPENSAS: Só por decisão judicial ("simples")

    - Para serem DISSOLVIDAS: Só por decisão judicial TRANSITADA EM JULGADO

    5. Podem, desde que EXPRESSAMENTE autorizadas, representar seus associados: Judicialmente; ou Extrajudicialmente.

  • Administração pública --> esfera administrativa, ou seja, não pode.

    Sendo possível apenas por meio do Judiciário.

  • Onde fica o estado de sítio?

  • Ano: 2009 Banca:  Órgão:  Prova: 

    A CF veda a interferência do Estado no funcionamento das associações e cooperativas.

  • Art. 5º CF

    XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

  • GABARITO ERRADO.Art. 5º XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento.

    DICA!

    --- >Criação de associação e cooperativas independe de autorização.

    --- >A criação de cooperativas é na forma da lei.

     

  • Errado

    O artigo 5º, em seu inciso XVIII, afirma que:

    XVIII – a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;”

    Conforme explicamos no texto sobre o inciso XVIII, uma associação é definida como qualquer união de pessoas físicas ou jurídicas, inclusive as que têm finalidades lucrativas, como as sociedades empresárias . E todas elas recebem o direito de livre constituição de associações.

    Já as cooperativas ão definidas pela  Lei 5.764, de 1971 (que determina a Política Nacional de Cooperativismo) da seguinte forma:

    “Celebram contrato de sociedade cooperativa as pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços para o exercício de uma atividade econômica, de proveito comum, sem objetivo de lucro.”

    Uma cooperativa, portanto, é uma entidade que, ainda que tenha ganhos monetários, não terá a busca por lucro como seu objetivo final, como ocorre nas empresas privadas, por exemplo.

    https://www.politize.com.br/artigo-5/livre-constituicao-de-associacoes/

  • ''Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

      

    § 1º O decreto que instituir o estado de defesa determinará o tempo de sua duração, especificará as áreas a serem abrangidas e indicará, nos termos e limites da lei, as medidas coercitivas a vigorarem, dentre as seguintes:

      

    I - restrições aos direitos de:

      

    a) reunião, ainda que exercida no seio das associações;"

    Alguém sabe explicar?

  • ''Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

      

    § 1º O decreto que instituir o estado de defesa determinará o tempo de sua duração, especificará as áreas a serem abrangidas e indicará, nos termos e limites da lei, as medidas coercitivas a vigorarem, dentre as seguintes:

      

    I - restrições aos direitos de:

      

    a) reunião, ainda que exercida no seio das associações;"

    Alguém sabe explicar?

  • XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

  • Gabarito: ERRADO!

    A administração pública NÃO PODE intervir no funcionamento de associações civis e suspender temporariamente suas atividades.

  • ASSOCIAÇÕES

    DIREITO INDIVIDUAL DE EXPRESSÃO COLETIVA

    CARATER PERMANENTE

    PLENA PARA FINS LICITOS

    VEDA CARATER PARAMILITAR

    CRIAÇÃO

    1. NÃO DEPENDE DE AUTORIZAÇÃO 

    2. NÃO PRECISA DE PERSONALIDADE JURÍDICA 

    3. ESTADO NÃO PODE INTERFERIR

  • GABARITO: ERRADO!

    A Administração Pública não pode intervir no funcionamento das associações. Todavia, sua suspensão poderá ocorrer apenas por ordem judicial. Em relação à dissolução compulsória, essa decisão judicial deve transitar em julgado para produzir esse efeito.

  • ALGUÉM ME EXPLICA POR FAVOR.

    Diz na CF Art. 5º, Inciso XIX, que:

    "as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado"

    Mas uma decisão judicial não é decretada por um órgão da administração pública direta? Um juíz é um orgão singular.

    ?????????????????

  • Além de tudo, para suspender, deve ter ordem judicial

  • Olá, colegas concurseiros!

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    Testem aí e me deem um feedback.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

     


ID
1054663
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A respeito da organização do Estado e dos poderes, julgue os itens subsequentes.

A autonomia dos entes federativos permite que os estados e o Distrito Federal (DF) instituam regimes próprios de previdência, podendo adotar princípios e padrões estruturantes diversos daqueles definidos pela União, conforme critérios específicos estabelecidos pelas constituições, no caso dos estados, e pela lei orgânica, no caso do DF.

Alternativas
Comentários

  • Olá pessoal (GABARITO ERRADO): 

    O erro da questão está em afirmar que os Estados e DF poderão adotar princípios e padrões  estruturantes diversos da União.  A União estabelece normas gerais e os Estados e DF normas específicas.

    CF/88 Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    XXIII - seguridade social;

    Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo.

     

     

  • ERRADA

    De fato, os entes federados poderão adotar regimes próprios de previdência social (art. 40, § 14, CF). Entretanto, diferentemente do que diz o enunciado, compete à União o estabelecimento das normas gerais desse regime (princípios e padrões estruturantes), a que os demais entes federados não poderão desobedecer (art. 24, XII, CF).

    Prof. Nadia Carolina - Estratégia Concursos

    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/gabarito-preliminar-provas-do-bacen/

  • Questão Pegadinha do Malandro (sasi fufu)

    Gabarito: Errado.

    autonomia dos entes federativos permite que os estados e o Distrito Federal (DF) instituam regimes próprios de previdência (os entes podem instituir regime complementar), podendo adotar princípios e padrões estruturantes diversos daqueles definidos pela União, conforme critérios específicos estabelecidos pelas constituições, no caso dos estados, e pela lei orgânica, no caso do DF.

  • Gabarito ERRADO

    Por ser a PREVIDÊNCIA uma competência legislativa concorrente entre a União, os Estados e DF, os Estados e o DF estão obrigados a atender às normas gerais instituídas pela União, logo podem suplementar a Lei Federal com suas peculiaridades.
    O erro está em dizer que: "podendo adotar princípios e padrões estruturantes diversos daqueles definidos pela União".

    Segue o trecho da CF:
    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre
    XII - previdência social, proteção e defesa da saúde
    § 1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais
    § 2º - A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados

    Bons Estudos

  • ERRADA

    No âmbito da competência concorrente, a União estabelecerá normas gerais, e aos estados e DF, cabe a competência suplementar, ou seja, os princípios e padrões estruturantes serão ditados pela União. Vejam:

    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

    XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;

    § 1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

    § 2º A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.


  • Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

    XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;

    § 2º A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.

  • RESUMO PARA EVITAR CONFUSÕES SOBRE AS COMPETÊNCIAS DE CADA ENTE:

     

    Legislar sobre Seguridade Social (Privativa da União) X Legislar sobre Previdência Social, proteção e defesa da saúde (Concorrente da União, Estados e DF)

                         

     

    Legislar sobre Direito Processual (Privativa da União) X Legislar sobre Procedimentos em matéria processual (Concorrente da União, Estados e DF)

     

     

    Legislar sobre Diretrizes e bases da educação nacional (Privativa da União) X Legislar sobre Educação e ensino (Concorrente da União, Estados e DF)

     

     

    Proteger o meio ambiente (Comum da União, Estados, DF e municípios) X Legislar sobre Responsabilidade por dano ao meio ambiente (Concorrente da União, Estados e DF)

                                                                  

     

    Legislar sobre Trânsito e transporte  (Privativa da União) X Estabelecer e implantar as políticas de educação para a segurança no trânsito (Comum da União, Estados, DF e municípios)

     

                                                 

    GABARITO: ERRADO

  • RESUMO PARA EVITAR CONFUSÕES SOBRE AS COMPETÊNCIAS DE CADA ENTE:

     

    Legislar sobre Seguridade Social (Privativa da União) X Legislar sobre Previdência Social, proteção e defesa da saúde (Concorrente da União, Estados e DF)

                         

                         

    Legislar sobre Direito Processual (Privativa da União) X Legislar sobre Procedimentos em matéria processual (Concorrente da União, Estados e DF)

     

     

    Legislar sobre Diretrizes e bases da educação nacional (Privativa da União) X Legislar sobre Educação e ensino (Concorrente da União, Estados e DF)

     

     

    Proteger o meio ambiente (Comum da União, Estados, DF e municípios) X Legislar sobre Responsabilidade por dano ao meio ambiente (Concorrente da União, Estados e DF)

                                                                  

     

    Legislar sobre Trânsito e transporte  (Privativa da União) X Estabelecer e implantar as políticas de educação para a segurança no trânsito (Comum da União, Estados, DF e municípios)

     

                                                 

    GABARITO: ERRADO

  • MOLE, MOLE, GALERA!!!

     

     

    Os Estados e o DF podem legislar sobre regime próprio de previdência social?  S i m !   - competência concorrente.

    Os Estados e o DF podem implementar regime próprio de previdência social?  S i m !   - competência comum.

     

    Então, qual o erro da questão?

    Afirmar que a automomia desses entes podem "adotar princípios e padrões estruturantes DIVERSOS daqueles definidos pela União".

    Agindo assim, os entes estariam extrapolando as normas gerais estabelecidas em competência privativa da União.

     

     

    * GABARITO: ERRADO.

     

     

    Abçs.

  • Não sei de onde o Alex Aigner tirou essa competência comum...

    O Art. 23 que fala sobre as competências comuns não fala em momento algum de previdência.

    Achei muito equivocado o comentário dele, e ainda diz que foi mole, mole...

     

    O erro da questão, ao meu ver, está na parte: (...) podendo adotar princípios e padrões estruturantes diversos daqueles definidos pela União (...)

    Essa é uma competência CONCORRENTE prevista no Art. 24, inciso XII da CF/88. Sendo assim, a União dispõe sobre as normas gerais e os Estados, por terem competência suplementar, vide o parágrafo 2º, não podem adotar padrões diversos dos definidos por ela.

    Bons estudos e a luta continua!

  • Art. 24 Compete a União, aos Estados e ao DF legislar concorrentemente sobre:

    XII - Previdência social, proteção e defesa da saúde.

    Cuidado pois compete privativamente a União legislar sobre seguridade social.

     

    Agora temos o príncípio da simetria onde os critérios e padrões estabelecidos pela constituição federal devem ser respeitados simetricamente pelas constituições estaduais e leis orgânicas. A questão afirma que a simetria pode ser desconsiderada, o que traduz um equívoco. 

  • Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
    XII - previdência social, proteção e defesa da saúde.

  • União: lesgisla privativamente sobre Seguridade social;

    União, Estados e DF: legislam concorrentemente sobre Previdência social;

     

    Mas no que tange a competência suplementar concorrente, cabe à União estabelecer as NORMAS GERAIS e se ela fizer isso os demais entes não poderão adotar princípios diversos como dito na questão, agora se a União nada falasse sobre tal tema, aí os Estados e DF teríam competência para legislar de forma plena.

     

    Sendo prudente lembrar que a superviniência de uma lei federal suspenderia a eficácia da estadual no que lhe fosse contrário;

     

    Este foi meu entendimento, qualquer equívoco me comuniquem;

     

    Bons estudos

  • ERRADO

     

    "...podendo adotar princípios e padrões estruturantes diversos daqueles definidos pela União, conforme critérios específicos estabelecidos pelas constituições, no caso dos estados, e pela lei orgânica, no caso do DF."

     

    Princípio da simetria, as constituições estaduais e a lei orgânica devem estar em harmonia com a Constituição Federal.  

  • Art. 24, CF - Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

    XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;

  • "podendo adotar princípios e padrões estruturantes diversos daqueles definidos pela União".

    não pode!!

  • Gabarito ERRADO

    Por ser a PREVIDÊNCIA uma competência legislativa concorrente entre a União, os Estados e DF, os Estados e o DF estão obrigados a atender às normas gerais instituídas pela União, logo podem suplementar a Lei Federal com suas peculiaridades.

    O erro está em dizer que: "podendo adotar princípios e padrões estruturantes diversos daqueles definidos pela União".

    Segue o trecho da CF:

    Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar

    concorrentemente sobre

    XII - previdência social, proteção e defesa da saúde

    § 1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União

    limitar-se-á a estabelecer normas gerais

    § 2º - A competência da União para legislar sobre normas gerais não

    exclui a competência suplementar dos Estados

  • A questão exige conhecimento a respeito da organização do Estado. Sobre a assertiva, embora seja correto afirmar que os entes federados podem adotar regimes próprios de previdência social (conforme art. 40, § 14, CF/88), contudo, compete à União estabelecer normas gerais desse regime (princípios e padrões estruturantes), devendo estas serem observadas pelos demais entes (conforme art. 24, XII, CF/88). Nesse sentido:

    Art. 24 - Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: [...] XII - previdência social, proteção e defesa da saúde; § 1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais

    § 2º - A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.

    Gabarito do professor: assertiva errada.   
       


  • CF/88 

    Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

    XXIII - seguridade social;

    Parágrafo único. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo.

    _____________________________________________________________

    Art. 24, - Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

    XII - previdência social, proteção e defesa da saúde;

    _____________________________________________________________

    Art. 40. O regime próprio de previdência social dos servidores titulares de cargos efetivos terá caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente federativo, de servidores ativos, de aposentados e de pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 103, de 2019)

    § 14. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo, regime de previdência complementar para servidores públicos ocupantes de cargo efetivo, observado o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social para o valor das aposentadorias e das pensões em regime próprio de previdência social, ressalvado o disposto no § 16. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 103, de 2019 )


ID
1054666
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A respeito da organização do Estado e dos poderes, julgue os itens subsequentes.

Conforme a CF, o controle externo da União e das entidades da administração direta e indireta, referente à fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, é exercido pelo Congresso Nacional.

Alternativas
Comentários
  • Olá pessoal (GABARITO CORRETO):

    CF 88 Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder

  • CERTA

    O “caput” do art. 70 da CF estabelece que o controle externo é exercido pelo Congresso Nacional, com o auxílio do Tribunal de Contas da União (TCU).

    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/gabarito-preliminar-provas-do-bacen/

  • A questão está correta, uma outra ajuda a responder, vejam:

    Compete ao Congresso Nacional exercer a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, patrimonial e operacional da União e das entidades da administração direta e indireta.

    GABARITO: CERTA.

  • Jurava que era o TCU, aguardando explicação.

  • CERTO

    CRFB/88

    Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

  • GAB. CERTO

    CLARO QUE COM O AUXÍLIO DO TCU

  • TCU só auxilia nesses casos..

  • CERTO. O controle externo é de titularidade do Congresso Nacional. O TCU auxilia.

  • O TCU apenas auxilia, porém compete ao CN.

  • Correta.

     

     

    O CN exerce a fiscalização 

     

    >>COFINOROPPA<<

     

    da adm direta e indireta

  • questão incompleta : CESP - CORRETA

  • Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

  • Gisele vc tá desinformando  o pessoal,questão incompleta,PRO CESPE,pode dar tanto certo quando errado.. e não apenas CERTO..ela tá acima do bem e do mal

  • CERTO

     

    ...com o auxílio do TCU.

     

    O Congresso Nacional susta contrato.

    O TCU susta ato.

  • CERTO. Com auxílio do TCU. 

  • Corretíssimo. Não inviabiliza a corretiva do item, o fato de não ter o trecho com o auxílio do TCU, pois a titularidade do controle externo é do congresso.

  • "Conforme a CF, o controle externo da União e das entidades da administração direta e indireta, referente à fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, é exercido pelo Congresso Nacional."

    Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

  • A questão exige conhecimento acerca da organização constitucional dos poderes. Conforme a CF/88, temos que:

    Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

    Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete: [...].

    Gabarito do professor: assertiva certa.      



  • A respeito da organização do Estado e dos poderes, julgue os itens subsequentes.

    Conforme a CF, o controle externo da União e das entidades da administração direta e indireta, referente à fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, é exercido pelo Congresso Nacional.

    VERDADEIRO

    ◙ É exercido pelo Congresso Nacional (responsável, titular pela fiscalização), porém, com o auxílio do TCU, no caso da União. No caso dos Estados, são as Assembleias Legislativas as responsáveis pela fiscalização, auxiliadas pleos Tribunais de contas dos Estados.

    ◙ Há um entendimento do STF, nesse sentido, em que o poder de fiscalização da ação administrativa do Poder Executivo é outorgado aos órgãos coletivos de cada Câmara do Congresso Nacional; e da Assembleia Legislativa, no dos Estados; porém, jamais aos seus membros individualmente (claro que, salvo em que haja atuação por representação de sua Casa ou comissão).

  • Art. 70. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.


ID
1054669
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

A respeito da organização do Estado e dos poderes, julgue os itens subsequentes.

A função reguladora da atividade econômica pode ser exercida pela administração pública indireta, por meio de autarquias, a exemplo do Banco Central do Brasil (BACEN).

Alternativas
Comentários

  • Olá pessoal ( GABARITO CORRETO);

    DECRETO LEI 200/67

    Art. 4° A Administração Federal compreende:

           I - A Administração Direta, que se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e
    dos Ministérios.

           II - A Administração Indireta, que compreende as seguintes categorias de entidades, dotadas de personalidade jurídica própria:

           a) Autarquias;

            b) Emprêsas Públicas;

            c) Sociedades de Economia Mista.

            d) fundações públicas

     

  • O Banco Central do Brasil (BC, BACEN ou BCB) é AUTARQUIA FEDERAL integrante do Sistema Financeiro Nacional, vinculado ao MINISTÉRIO DA FAZENDA. O BACEN o brasileiro é uma das principais autoridades monetárias do país, sendo a principal o Conselho Monetário Nacional (CMN).

    A instituição do Banco Central desempenha hoje papel crucial na política econômica do país, e portanto guarda relevante valor na organização financeira do país, sendo assim toda sua organização para o intuito de melhor aplicabilidade das normas e funções econômicas.

  • Correto

    Bacen faz parte da administração pública indireta e é uma autarquia, mas cabe lembrar que nem toda autarquia é para fins lucrativos.

    Faz parte também da Administração pública indireta:

    Petrobrás

    CEF

    BB

    BNDES


    ETC

  • CERTO, uma vez que o Banco Central do Brasil (BACEN) é autarquia federal, criada pela Lei nº 4.595 /64 e tem como missão assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente. As principais atribuições do BACEN são a condução das políticas monetária, cambial, de crédito e de relações financeiras como exterior; a REGULAÇÃO e a supervisão do Sistema Financeira Nacional (SFN) e a administração do sistema de pagamento e do meio circulante. Não cabe ao Banco Central do Brasil o controle ou fiscalização dos serviços prestados pelas instituições financeiras em relação aos seus clientes.

    Fonte: TRF-3 - AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 7830 SP 0007830-75.2012.4.03.0000 (TRF-3)

  • 1 - A missão do BACEN é assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente.


    Para cumprir sua missão o BACEN possui atribuições legais e regulamentares, entre elas:


    a) formulação, execução e acompanhamento da política monetária;


    b) controle das operações de crédito no âmbito do sistema financeiro;


    c) formulação, execução e acompanhamento da política cambial e de relações financeiras com o exterior;


    Entre outras atribuições.


    As Políticas Monetária e Cambial integram a Função Estabilizadora da Economia por parte do Estado.


    (As outras duas funções de intervenção econômica por parte do Estado são Função Alocativa e Função Distributiva).


    2. Funções do Estado


    O governo necessita realizar atividades de cunho intervencionista na economia devido à existência das denominadas “Falhas de Mercado”. Estas ocorrem quando, deixando o mercado completamente livre, a simples interação entre consumidores e produtores não conduz à melhor alocação possível dos recursos econômicos, gerando desequilíbrios indesejados.


    A base de intervenção do Estado no processo econômico é associada às funções básicas que este deve exercer, assim denominadas de função alocativa, distributiva e função estabilizadora.


    2.1 Função Alocativa


    Atribui ao Estado a responsabilidade pela alocação dos recursos existentes na economia quando a livre iniciativa de mercado, isto é, as empresas considerarem o projeto de investimento pouco lucrativo ou de alto risco (devido ao grande volume de recursos, etc.), mas, que, em contrapartida, traria muitos benefícios à sociedade.


    2.2 Função Distributiva


    A função distributiva é aquela em que o Estado se incumbe de redistribuir a riqueza econômica, por meio de subsídios para consumidores de baixa renda, gastos públicos para áreas mais pobres, etc.


    2.3 Função Estabilizadora


    Também relacionada com a intervenção do Estado na economia, visa alterar o comportamento de certas variáveis macroeconômicas, objetivando alcançar estabilidade econômica que estimule a geração de renda e riqueza. A função estabilizadora está diretamente associada às políticas fiscal e monetária realizadas pelo governo (que fazem parte das atribuições do BACEN).


    FONTE: Resumo das seguintes fontes:


    1 - Cartilha do Banco Central: https://www.bcb.gov.br/htms/sobre/bcuniversidade/cartilhaBancoCentral.pdf


    2 - Ponto dos Concursos - Curso Online – FINANÇAS PÚBLICAS – PROF. FRANCISCO MARIOTTI

  • Correta.

     

     

    1) Agencias reguladoras podem exercer regulação da atividade econômica e;

     

    2) O BACEN (autarquia - adm indireta) é um exemplo.

  • QUESTÃO CORRETA.

     

    Aproveito a ocasião para destacar alguns exemplos de AUTARQUIAS, FUNDAÇÕES PÚBLICAS, EMPRESAS PÚBLICAS e SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA.

     

    - AUTARQUIAS:

    Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA);

    Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);

    Comissão de Valores Mobiliários (CVM);

    Banco Central do Brasil (BACEN);

    Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

     

    - FUNDAÇÕES PÚBLICAS DE DIREITO PÚBLICO:

    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);

    Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE);

    Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

    Universidade de Brasília (UnB).

    http://educacao.uol.com.br/disciplinas/cidadania/administracao-indireta-entidades-que-prestam-servicos-publicos.htm

     

    - FUNDAÇÕES PÚBLICAS DE DIREITO PRIVADO:

    Fundação Ayrton Senna;

    Fundação Roberto Marinho;

    Fundação Xuxa Meneghel;

    Cespe.

    http://gustavoknoplock.com.br/wp-content/uploads/Fundacoes.pdf

     

    - EMPRESAS PÚBLICAS:

    Caixa Econômica Federal (CEF);

    Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT);

    Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO);

    Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

     

    - SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA:

    Petróleo Brasileiro S/A (PETROBRAS);

    Banco do Brasil;

    Banco da Amazônia;

    BRB.

  • Deve-se frisar que não há, na Constituição de 1988, qualquer norma que determine que a atividade de regulação deva obrigatoriamente ser exercida por autarquias; aliás, a Carta Política nem mesmo contem em seu texto, literalmente, a expressão "agências reguladoras".

  • CERTO

     

    O Banco Central do Brasil - BACEN, é um exemplo de autarquia federal, que exerce função reguladora da atividade econômica.

     

    Autarquia Federal: administração pública indireta

  • Pensei de trás para frente...

    O COPOM, que pertence ao BACEN, define a taxa Selic periodicamente. Um dos objetivos é a contenção da inflação....., então.... interfere no mercado.

    Assim, a afirmação da assertiva só pode estar correta.

    Sorte a todos!

  • Questão certa

    Só lembrar que o Bacen é uma agência reguladora (espécie de autarquia especial) que serve para regular e fiscalizar determinada atividade econômica, nesse caso a política monetária e cambial.

    Além disso, vale destacar que a agência reguladora apenas fiscaliza o serviço, não explora.

  • A questão exige conhecimento acerca da temática relacionada à Organização do Estado. De fato, a função reguladora da atividade econômica pode ser exercida pela administração pública indireta, por meio de autarquias. Conforme o Decreto Lei nº 200/67, o qual dispõe sobre a organização da Administração Federal, estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências, temos que: art. 4° -A Administração Federal compreende: I - A Administração Direta, que se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e dos Ministérios.  II - A Administração Indireta, que compreende as seguintes categorias de entidades, dotadas de personalidade jurídica própria: a) Autarquias; b) Emprêsas Públicas; c) Sociedades de Economia Mista. d) fundações públicas.

    Ademais, o Banco Central do Brasil (também conhecido por BC, BACEN ou BCB) é uma autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, sendo vinculado ao Ministério da Economia.

    Gabarito do professor: assertiva certa.      




ID
1054672
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Constitucional
Assuntos

Julgue o item a seguir, relativo às finanças públicas e à ordem econômica e financeira.

O preceito constitucional de fomento à microempresa e empresa de pequeno porte orienta todos os entes federados, indistintamente, conferindo tratamento favorecido aos empreendedores que contem com menos recursos para fazer frente à concorrência.

Alternativas
Comentários
  • A questão trata dos princípios gerais da atividade econômica e financeira. Vejamos o texto constitucional:

    "Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:

    IX - tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 6, de 1995)"


    Bons Estudos!

  • CERTA

    É princípio constitucional da ordem econômica, aplicável a todos os entes federados, o tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País (art. 170, IX, CF). Além disso, em seu art. 179, a Carta Magna prevê que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei. O constituinte, por meio desses dispositivos, busca garantir a isonomia, ao favorecer os micro e pequenos empreendedores, que respondem por grande parte das atividades empresariais no Brasil.

    Prof. Nadia Carolina - Estratégia Concursos

    http://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/gabarito-preliminar-provas-do-bacen/

  • A questão aborda a temática relacionada aos princípios gerais da atividade econômica. De fato, trata-se de princípio constitucional da ordem econômica, o qual se aplica a todos os entes federados, qual seja, o tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País (conforme art. 170, IX, CF/88). Conforme a CF/88, temos:

    Art. 170 - A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios: [...] IX - tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País.  

    Art. 179. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei.

    Gabarito do professor: assertiva certa.      




ID
1054675
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Acerca do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), julgue os itens subsecutivos.

O Sistema de Transferência de Reservas é um sistema de transferência de fundos híbrido, pois reúne características dos sistemas de liquidação diferida com compensação de obrigações e dos sistemas de liquidação bruta em tempo real.

Alternativas
Comentários
  • "Além desses movimentos financeiros, são liquidados no STR os resultados apurados de forma diferida líquida em sistemas de compensação e de liquidação, como por exemplo os resultados da compensação de cheques e de boletos de pagamento. Nesses casos, o Banco Central restringe a liquidação dos documentos emitidos com valor inferior a R$ 250 mil à modalidade diferida líquida, ao passo que os cheques e os boletos de pagamento de valor igual ou superior a esse limite são liquidados entre as instituições, no STR e de forma bilateral, pelos valores brutos agregados (sem compensação)."

    http://www.bcb.gov.br/?STRGERAL

  • O Sistema de Transferência de Reservas é um sistema de transferência de fundos híbrido, pois reúne características dos sistemas de liquidação diferida com compensação de obrigações e dos sistemas de liquidação bruta em tempo real. ERRADO!!

    O STR não é um sistema de tranferência de fundos híbrido.

    "O STR é um sistema de liquidação bruta em tempo real (LBTR) de transferência de fundos entre seus participantes, gerido e operado pelo Banco Central do Brasil."

    http://www.bcb.gov.br/?STRGERAL

    Bons estudos !

  • No texto diz “Sistema de transferência de Reservas – STR”. E aqui:  Sistema de Transferência de Fundos – Sitraf.

    O Sitraf, sistema operado pela Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), liquida Transferências Eletrônicas Disponíveis (TED) com valor unitário de até R$1 milhão.

    Esse sistema utiliza dois mecanismos de liquidação: liquidação bruta em tempo real, que é a forma mais utilizada, e compensação contínua de obrigações, realizada a cada cinco minutos. Por utilizar esses dois mecanismos, o Sitraf é considerado um sistema híbrido de liquidação.


  • o sitraf é o sistema de transferência híbrido....

  • É um sistema de liquidação bruta em tempo real.

  • O STR é um sistema de liquidação bruta em tempo real (LBTR) de transferência de fundos entre seus participantes, gerido e operado pelo Banco Central do Brasil. O STR foi instituído pela Circular nº 3.100, de 28 de março de 2002, disponível no endereço http://www.bcb.gov.br/?BUSCANORMA, e seu funcionamento é disciplinado pelo regulamento anexo à referida circular.


    http://www.bcb.gov.br/?STRGERAL


    gab errado

  • O STR é um sistema de liquidação bruta em tempo real (LBTR) de transferência de fundos entre seus participantes, gerido e operado pelo Banco Central do Brasil. O STR foi instituído pela Circular nº 3.100, de 28 de março de 2002, disponível no endereço http://www.bcb.gov.br/?BUSCANORMA, e seu funcionamento é disciplinado pelo regulamento anexo à referida circular.


    As transferências de fundos, no âmbito do STR, são processadas por meio de lançamentos nas contas mantidas pelos participantes no Banco Central. O sistema constitui-se no coração do Sistema Financeiro Nacional, pois é por seu intermédio que ocorrem as liquidações das operações realizadas nos mercados monetário, cambial e de capitais, entre as instituições financeiras titulares de contas no BCB, com destaque para as operações de política monetária e cambial do Banco Central, a arrecadação de tributos e as colocações primárias, resgates e pagamentos de juros dos títulos da dívida pública federal pelo Tesouro Nacional.

  • O SPB não é um sistema híbrido. Ele é premodinamente um sistema de liquidação bruta em tempo real. Existem outros tipos de liquidação sim, entretanto ao final de todas elas será utilizada a liquidação bruta. 

  • STR ==>  LBTR

  • O STR é um sistema que faz exclusivamente Liquidação Bruta em Tempo Real (LBTR). Ou seja, suas operações são liquidadas uma a uma por seus valores brutos em tempo real, e não há características de sistemas de liquidação diferida com compensação de obrigações.

    Gabarito: ERRADO


ID
1054678
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Acerca do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), julgue os itens subsecutivos.

Entre as funções do BACEN, o monopólio de emissão envolve o meio circulante e destina-se a satisfazer a demanda de dinheiro necessária para atender à atividade econômica. Nesse sentido, a emissão de moeda ocorre quando a Casa da Moeda do Brasil entrega papel-moeda para o BACEN.

Alternativas
Comentários
  • A emissão ocorre quando o BCB entrega papel-moeda para o banco comercial por meio de débito de sua conta Reservas Bancárias para atender às necessidades de saques dos clientes nas respectivas contas correntes. Desse modo, a emissão 

    de papel-moeda pelo BCB reflete a demanda do público por papel-moeda.

    questão Errada!

    http://www4.bcb.gov.br/pec/gci/port/focus/FAQ%2011-Fun%C3%A7%C3%B5es%20do%20Banco%20Central%20do%20Brasil.pdf


  • É importante registrar que somente o BCB emite moeda (a CMB apenas fabrica o 

    numerário). Os conceitos econômicos de emissão/recolhimento monetário 

    referem-se, respectivamente, a colocar/retirar dinheiro em circulação, 

    aumentando/diminuindo os meios de pagamento. 

    A emissão ocorre quando o BCB entrega papel-moeda para o banco comercial


  • Gabarito: Errado

    A casa da Moeda: Fabrica a moeda

    O Bacen: Emite(coloca o papel-moeda em circulação)

    O CMN: Autoriza a emissão da moeda.

  • a emissão de moeda ocorre quando a Casa da Moeda do Brasil

    foi trocado os verbos para confundir, pois a emissão pode-se entender como fazer.

    quem EMITE é o BACEN e quem FAZ (FABRICA) é a CASA DA MOEDA


    gab . errado

  • Vale registrar, no entanto, que somente o Banco Central do Brasil emite moeda – a Casa da Moeda apenas fabrica a moeda.

  • Gabarito: E. A emissão da moeda ocorre quando o BACEN dispoe o papel-moeda em circulação. Em outras palavras, ocorre quando o BACEN libera o malote de cédulas e moedas para a população.

  • O Banco Central detém o monopólio das emissões de papel moeda e moeda metálica. O CMN estabelece os limite e diretrizes para a emissão, mas quem emite os “Reais” é o Banco Central.

     


    A moeda é algo necessário e sua importância, intuitiva. Todas as transações econômicas realizadas no País são liquidadas em moeda. Quando compramos ou vendemos bens e serviços utilizamos moeda para pagar/receber estes bens.

     


    No entanto, a emissão de moeda não ocorre quando a Casa da Moeda do Brasil entrega papel-moeda para o BACEN. Estes valores entregues ao Bacen passam a constar em seu balanço. Todavia, a emissão de moeda ocorre quando estes valores são colocados para utilização junto ao público (setor privado + setor público).

     


    Por exemplo, quando o Bacen compra títulos públicos em posse do setor privado, pagando com moeda, ele está colocando a moeda em circulação, o que resulta no aumento da oferta monetária.


    GABARITO: ERRADO

     

    Prof. Vicente Camillo

  • Sabemos que a emissão de moeda só ocorre quando o Banco Central distribui o dinheiro, o coloca a disposição do público. A entrega de papel moeda impresso pela Casa da Moeda não significa que houve emissão de moeda.

    GABARITO: Errado

  • Art. 10. Compete privativamente ao Banco Central da República do Brasil:

    I - Emitir moeda-papel e moeda metálica, nas condições e limites autorizados pelo Conselho Monetário Nacional ()).

    II - Executar os serviços do meio-circulante;

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4595.htm


ID
1054681
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Acerca do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), julgue os itens subsecutivos.

Em conformidade com a lei que o instituiu, o Conselho Monetário Nacional será presidido pelo ministro da Fazenda, e as suas deliberações terão de ocorrer por maioria de votos, com a presença de, no mínimo, seis membros, cabendo ao presidente o voto de qualidade.

Alternativas
Comentários
  • o CMN era presidido pelo Ministro da Fazenda, que as deliberações ocorreriam por maioria dos votos, que deveriam ter pelo menos seis membros presentes para que a reunião ocorresse e que o Presidente tinha o voto de qualidade. Tudo isto está escrito na Lei.

    Entretanto, observe que o Caput informa que devemos ver a Lei 9.069/95.

    E isso mudou:

    Art. 8º O Conselho Monetário Nacional, criado pela Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, passa a ser integrado pelos seguintes membros:
    I - Ministro de Estado da Fazenda, na qualidade de Presidente;
    II - Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2216-37, de 2001)
    III - Presidente do Banco Central do Brasil.
    § 1º O Conselho deliberará mediante resoluções, por maioria de votos, cabendo ao Presidente a prerrogativa de deliberar, nos casos de urgência e relevante interesse, ad referendum dos demais membros."

    Portanto, o CMN não tem como ter uma reunião com 6 membros, dado que possui apenas 3 membros. Assim, o gabarito da questão é, na minha opinião, claramente ERRADO. Entretanto, o CESPE indica que o gabarito é CERTO e a única forma de justificar isso é porque ele diz que "Em conformidade com a Lei que o instituiu".

    Mas por favor, assim não tem como. Os alunos devem decorar tudo? Até aquilo que já foi revogado? Não faz o menor sentido. Se começarem a fazer prova assim, todos os concursandos terão que estudar tudo que é "letra morta" de nosso ordenamento jurídico.

    Portanto, esse gabarito não pode continuar sendo CERTO.


    Extraído: http://concursos.correioweb.com.br/htmls2/sessao_17/2013/10/25/interna_cesarfrade/id_noticia=42988/interna_cesarfrade.shtml

  • 31  C ‐ Deferido c/ anulação Apesar de o artigo 6º da lei 4.595, de 1964 não ter sido revogado explicitamente, ele foi tacitamente revogado pela lei 9.069, de 1995, cujos integrantes e condições para deliberações diferem das definidas pelo artigo 6º da lei anterior. Por esse motivo, opta‐se pela anulação do item

  • Apesar de toda a confusão na época da prova, hoje podemos afirmar mais facilmente que a questão esta ERRADA visto que a LC 179/2021 revogou este e vários outros dispositivos da lei 4.595/64.


ID
1054684
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Acerca do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), julgue os itens subsecutivos.

No SPB, atualmente, qualquer transferência de fundos entre contas de reservas bancárias é condicionada à existência de saldo suficiente na conta do emitente da ordem.

Alternativas
Comentários

  • No SPB, atualmente, qualquer transferência de fundos entre contas de reservas bancárias é condicionada à existência de saldo suficiente na conta do emitente da ordem. CORRETO!

    "A partir de abril de 2002, com o novo SPB, o Brasil passou a monitorar em tempo real as reservas de seus bancos, não sendo admitido, a partir do dia 24 de junho de 2002, saldo devedor em qualquer momento. Dessa forma, evita-se surpresas e turbulências que possam dificultar o funcionamento do sistema financeiro e da economia."

    Livro Sistema Financeiro e Bancário (Carlos Arthur)

    Bons estudos!!

  •  Com esse sistema, o país ingressou no grupo daqueles em que transferências de fundos interbancárias podem ser liquidadas em tempo real, em caráter irrevogável e incondicional, Além disso, qualquer transferência de fundos entre as contas dos participantes do STR passou a ser condicionada à existência de saldo suficiente de recursos na conta do participante emitente da transferência. Para que haja liquidez e consequentemente um melhor funcionamento do sistema de pagamentos no ambiente de liquidação em tempo real, três aspectos são especialmente importantes:

     • o BCB concede, às instituições financeiras participantes do STR, crédito intradia na forma de operações compromissadas com títulos públicos federais, sem custos financeiros;

     • utilização pelos bancos dos saldos do recolhimentos compulsórios ao longo do dia para fins de liquidação de obrigações, já que a verificação de cumprimento é feita com base em saldos de final do dia; e

     • acionamento pelo BCB de rotina para otimizar o processo de liquidação das ordens de transferência de fundos mantidas em filas de espera no âmbito do STR.

    http://www.bcb.gov.br/?SPBVISGER

    gab . certo

  •   O Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) compreende as entidades, os sistemas e os procedimentos relacionados com o processamento e a liquidação de operações de transferência de fundos, de operações com moeda estrangeira ou com ativos financeiros e valores mobiliários. São integrantes do SPB, os serviços de compensação de cheques, de compensação e liquidação de ordens eletrônicas de débito e de crédito, de transferência de fundos e de outros ativos financeiros, de compensação e de liquidação de operações com títulos e valores mobiliários, de compensação e de liquidação de operações realizadas em bolsas de mercadorias e de futuros, e outros, chamados coletivamente de entidades operadoras de Infraestruturas do Mercado Financeiro (IMF). A partir de outubro de 2013, com a edição da Lei 12.865, os arranjos1 e as instituições de pagamento2 passaram, também, a integrar o SPB.



     Com esse sistema, o país ingressou no grupo daqueles em que transferências de fundos interbancárias podem ser liquidadas em tempo real, em caráter irrevogável e incondicional, Além disso, qualquer transferência de fundos entre as contas dos participantes do STR passou a ser condicionada à existência de saldo suficiente de recursos na conta do participante emitente da transferência. Para que haja liquidez e consequentemente um melhor funcionamento do sistema de pagamentos no ambiente de liquidação em tempo real, três aspectos são especialmente importantes:

  • No novo SPB, trabalha-se com saldos reais, sempre positivos providos das Contas de Reservas Bancárias. Se não saldo suficiente na conta do emissor não é possível realizar a operação de transferência de fundos.

    Gabarito: Correto.

    Mensagem: Vamos lá pessoal, com fé em DEUS e mediante ao nosso esforço obteremos nossa vitória.

  • No STR não há possibilidade de lançamentos a descoberto. Ou seja, não se admite saldo negativo.

    Gabarito: CERTO


ID
1054687
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Acerca do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), julgue os itens subsecutivos.

O papel dos bancos comerciais é captar recursos, particularmente sob as formas de depósitos à vista e poupança, e fornecer crédito para pessoas físicas e jurídicas, ao passo que os bancos cooperativos e cooperativas de crédito estão voltados para a concessão de crédito e prestação de serviços bancários aos cooperados, que muitas vezes são produtores rurais.

Alternativas
Comentários
  • Banco COMERCIAL capta em poupança????

  • Banco comercial não capte através de poupança. Só quem capta são instituições financeiras que fazem parte do SBPE. A cespe não aceitou o recurso contra essa questão e deu como certa.  Ê Brasilllllllllll

  • Banco comercial é um tipo de instituição financeira que presta serviços tais como captação de depósitos à vista, concessão de empréstimos a pessoas físicas  e jurídicas, e investimentos básicos tais como depósitos de poupança.

  • É bem provável que quem formulou essa pegunta copiou do Wikipedia tb....rsrs

    O BACEN não diz que B.Comercial. capta em poupança, so realizam esta operação as instituições financeiras que fazem parte do SBPE

    Os bancos comerciais são instituições financeiras privadas ou públicas que têm como objetivo principal proporcionar suprimento de recursos necessários para financiar, a curto e a médio prazos, o comércio, a indústria, as empresas prestadoras de serviços, as pessoas físicas e terceiros em geral. A captação de depósitos à vista, livremente movimentáveis, é atividade típica do banco comercial, o qual pode também captar depósitos a prazo. Deve ser constituído sob a forma de sociedade anônima e na sua denominação social deve constar a expressão “Banco” (Resolução CMN 2.099, de 1994).

    reposta: certa

    Ia errar feio essa...assim não vale CESP


  • banco do brasil e poupex (exército)

  • GAB deveria ser ERRADO

    Pela regulação em vigor, apenas as instituições integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos e as instituições autorizadas a receber depósitos de poupança rural podem receber depósitos de poupança (arts. 1º e 2º da Resolução CMN nº 3.549). Como categoricamente determina o art. 2º da Resolução CMN nº 1.980, o SBPE é constituído pelos bancos múltiplos com carteira de crédito imobiliário, pelas caixas econômicas, pelas sociedades de crédito imobiliário e pelas associações de poupança e empréstimo. Os bancos comerciais, destarte, não captam recursos com depósitos de poupança. A questão, portanto, deveria ser considerada errada

  • Os bancos comerciais são instituições financeiras privadas ou públicas que têm como objetivo principal proporcionar suprimento de recursos necessários para financiar, a curto e a médio prazos, o comércio, a indústria, as empresas prestadoras de serviços, as pessoas físicas e terceiros em geral. A captação de depósitos à vista, livremente movimentáveis, é atividade típica do banco comercial, o qual pode também captar depósitos a prazo. Deve ser constituído sob a forma de sociedade anônima e na sua denominação social deve constar a expressão "Banco" (Resolução CMN 2.099, de 1994).



    Banco Cooperativo


    Banco comercial ou banco múltiplo constituído, obrigatoriamente, com carteira comercial. Diferencia-se dos demais por ter como acionistas-controladores cooperativas centrais de crédito, as quais devem deter no mínimo 51% das ações com direito a voto. Na sua maioria produtores rurais

  • Desde quando os bancos comerciais captam em poupança?

  • A questão foi dada como certa. Mas vamos ver o que o BC tem a dizer sobre isso:

     

    Estão autorizadas a captar depósitos de poupança as seguintes instituições: 

     

    I - na modalidade de depósitos de poupança âmbito do sistema brasileiro de poupança e empréstimo, cujos recursos são direcionados para a concessão de financiamentos imobiliários, os bancos múltiplos com carteira de crédito imobiliário, as caixas econômicas, as sociedades de crédito imobiliário e as associações de poupança e empréstimo (Resolução CMN 1.980, de 1993); e 

     

    II - na modalidade de depósitos de poupança rural, cujos recursos são direcionados para a concessão de operações de crédito rural, o Banco da Amazônia S.A., o Banco do Brasil S.A., o Banco do Nordeste do Brasil S.A. e os bancos cooperativos (Resolução CMN 3.556, de 2008).

     

    O banco comercial por si so não permite a captação de depósitos em poupança. 

  • Melhor seria captação de depósito a prazo ao invés de depósito em poupança.

  • Bancos comerciais têm como característica a captação de depósitos à vista, a prazo e de poupança e a concessão de empréstimos de curto e médio prazo.

    Já bancos cooperativos e cooperativas de crédito têm sua atuação voltada ao fornecimento de produtos e serviços bancários aos cooperados. As cooperativas de crédito são notadamente mais presentes em regiões de forte produção rural.

    GABARITO: Certo


ID
1054705
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Julgue os próximos itens, relativos aos regimes cambiais e seus efeitos sobre a economia.

Em um regime com câmbio fixo, a expansão dos gastos do governo implica o aumento da renda e das reservas internacionais de equilíbrio a retração das exportações líquidas.

Alternativas
Comentários
  • Em um regime cambial fixo, a expansão dos gastos do governo (política fiscal expansiva) desloca a curva IS para a direita. A taxa de juros interna aumentará, atraindo capital estrangeiro para o país. Como o câmbio é fixo, a autoridade monetária deverá comprar esse excesso de moeda estrangeira, decorrente da entrada de capitais. Isto fará com que o nível de reservas internacionais aumente. Até aí, a questão está correta.

    No entanto, ceteris paribus, não haverá retração das exportações líquidas, pois a taxa de câmbio não muda, uma vez que o câmbio é fixo (o governo compra dólares e ocorre o aumento das reservas internacionais, justamente para evitar a desvalorização da moeda nacional perante a moeda estrangeira).


  • Exportações liquidas é o valor das exportações de um país,menos o valor de suas importações, tambem chamado de balança comercial de bens tangíveis e serviços de não fatores. As exportações liquidas aumentam quando a renda do resto do mundo aumenta porque vamos exportar mais.

  • não entendi..essa mesma frase em outra questão da mesma banca está como gabarito: CERTO.

    Ano: 2013

    Banca: CESPE

    Órgão: BACEN

    Prova: Analista - Gestão e Análise Processual

    Julgue os próximos itens, relativos aos regimes cambiais e seus efeitos sobre a economia. 

    Em um regime com câmbio fixo, a expansão dos gastos do governo implica o aumento da renda e das reservas internacionais de equilíbrio a retração das exportações líquidas.

    ALGUÉM EXPLICA?

  • A expansão dos gastos do governo desloca a curva IS para a direita, aumentando renda e juros.

    Isso divisas internacionais, que terão de ser compradas pelo banco central (aumentando as reservas) para evitar que a taxa de câmbio sofra desvalorização.

    Como as importações dependem diretamente da renda, que aumentou, e as exportações inversamente da taxa de câmbio, que não mudou, haverá, de fato, retração das exportações líquidas.

    Exportações líquidas (NX) = Exportações (Ex) - Importações (Im)

    Exemplo:

    Suponho Exportações = 200 e Importações = 100, então NX = 200 - 100 = 100

    Se Importações aumentar para 150, NX diminui. 200 - 150 = 50 (novo valor de NX)

    Então, de fato, as exportações líquidas diminuem.


ID
1054708
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Julgue os próximos itens, relativos aos regimes cambiais e seus efeitos sobre a economia.

No regime de câmbio flutuante, a expansão do salário nominal não é capaz de afetar o produto de equilíbrio da economia.

Alternativas
Comentários
  • Isto acontece porque o aumento de salário (w) faz os preços aumentarem (na análise OA-DA, a curva OA vai para a esquerda, aumentando os preços).

    O aumento de preços, por sua vez, reduz a oferta real de moeda (M/P), fazendo com que a curva LM vá para a esquerda. Relembremos uma passagem – já trazida nos comentários da questão 37 – de Macroeconomic Theory, THOMAS SARGENT, página 61:

    An increase in the money wage (the Keynes effect): An increase in w causes the LM curve to shift to the left… ”

    Na prática, então, o aumento de salário nominal pode ser comparado a uma política monetária restritiva (que desloca a curva LM para a esquerda). Nós sabemos que, no regime cambial flutuante, a política monetária éeficaz para alterar o produto. Sendo assim, a questão é errada.

    Gabarito: Errado


    Fonte: estrategia concursos

    prof: Heber Carvalho

  • Segundo literatura adotada pela banca, em questões anteriores (questões 34 a 37), um aumento de salário nominal desloca a curva LM para a esquerda (efeito Keynes). Esta foi, talvez, a maior dificuldade desta questão.

    Isto acontece porque o aumento de salário (w) faz os preços aumentarem (na análise OA-DA, a curva OA vai para a esquerda, aumentando os preços).

    O aumento de preços, por sua vez, reduz a oferta real de moeda (M/P), fazendo com que a curva LM vá para a esquerda. Relembremos uma passagem – já trazida nos comentários da questão 37 – de Macroeconomic Theory, THOMAS SARGENT, página 61:

    An increase in the money wage (the Keynes effect): An increase in w causes the LM curve to shift to the left… ”

    Na prática, então, o aumento de salário nominal pode ser comparado a uma política monetária restritiva (que desloca a curva LM para a esquerda). Nós sabemos que, no regime cambial flutuante, a política monetária é eficaz para alterar o produto. Sendo assim, a questão é errada.

    Fonte: Estratégia Concursos

  • Obrigada Danilo muito boa sua explicacao


ID
1054711
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Julgue os próximos itens, relativos aos regimes cambiais e seus efeitos sobre a economia.

Em um regime com câmbio fixo, o aumento do salário nominal decorrente de política governamental acarreta tanto apreciação da taxa real de câmbio quanto redução das exportações líquidas.

Alternativas
Comentários
  • De acordo com o professor Heber Carvalho do estratégia, essa questão cabia recurso, porém não fora aceito pelo cespe.


    Segundo literatura adotada pela banca, em questões anteriores, um aumento de salário nominal desloca a curva LM para a esquerda (efeito Keynes). Segundo SARGENT:

    An increase in the money wage (the Keynes effect): An increase in w causes the LM curve to shift to the left… ”

    Então, o aumento de salário nominal pode ser comparado a uma política monetária restritiva (que desloca a curva LM para a esquerda). Nós sabemos que, no regime cambial fixo, a taxa nominal de câmbio não muda. No entanto, a questão fala em taxa real de câmbio (que depende do diferencial de preços entre os países).

    Pois bem, na ausência de maiores especificações, em regra, trabalhamos com o curto prazo. Se a banca quiser que o candidato trabalhe com o longo prazo, o enunciado deve ser expresso neste sentido. Se não houver especificação, em regra, usa-se o curto prazo.

    No curto prazo, os preços são considerados rígidos, de tal forma que a taxa nominal de câmbio é igual à taxa real.

    Segundo KRUGMAN E OBSTFELD, Economia Internacional, 8a. edição, página 358:

    “Não existe apreciação real no curto prazo, como ocorre sob taxas flutuantes de câmbio”.

    Desta forma, com câmbio fixo, o deslocamento da LM (decorrente do aumento de salário nominal) não altera a taxa de câmbio (real ou nominal), simplesmente porque o câmbio é fixo.

    Outro erro da assertiva está no fato de que, quando utilizamos regime cambial fixo, o termo correto não é apreciação real da taxa de câmbio, mas sim valorização real da taxa de câmbio. Isto, por si só, já torna a assertiva errada.

    Segundo BLANCHARD, Macroeconomia, 4a. edição, página 405:

    “Uma diminuição da taxa de câmbio sob um regime de taxa de câmbio fixa é chamada de desvalorização, em vez de depreciação, e um aumento da taxa de câmbio sob um regime de taxa de câmbio fixa é chamado de valorização, em vez de apreciação.” (destaques do AUTOR).

    Sendo assim, pedimos a alteração de gabarito: de Certo para Errado

    Gabarito: Certo

    Solicitação: Alteração para Errado


  • A uma demanda crescente no mercado interno por conta do aumento do salário nominal diminuindo assim as exportações pois a parte do que antes era exportado ,agora serve para atender o mercado interno.

  • AUMENTO DE SÁLARIO - EMPRESAS PRODUZEM MENOS - EXPORTAM MENOS.

    TAXA DE CAMBIO FIXA (GOVERNO GARANTE COM SUAS RESERVAS) - POVO TEM MAIS DINHEIRO - PODE COMPRAR MAIS DOLAR

  • Quando os salários nominais aumentam, temos um aumento de custo que é repassado para os preços em geral da economia (aumento de P). Com isso, a oferta real de moeda (M/P) diminui.

    (CESPE/2013/TCU) O aumento dos salários nominais (efeito Keynes) desloca paralelamente a curva LM para a esquerda, o que reduz o produto e o lucro das firmas e aumenta a taxa de juros de equilíbrio. Gabarito: certo

    Ou seja, o aumento do salário nominal equivale a uma política monetária restritiva.

    Por definição, no regime de câmbio fixo, a política monetária é ineficiente para alterar o nível do produto. Nesse regime, a curva LM tem a função de determinar, simplesmente, a quantidade de moeda em circulação.

    Pergunto:

    Se, como diz a assertiva, o aumento do salário nominal acarretasse a redução das exportações líquidas, isso não impactaria a demanda agregada e, portanto, o produto de equilíbrio, contrariando o que foi dito acima?

  • Questão objetiva (não merece recurso, s.m.j.):

    Em um regime com câmbio fixo, o aumento do salário nominal decorrente de política governamental

    (+G >>> DESCLOCA A CURVA IS PARA DIREITA >>> + R)

    ...acarreta tanto apreciação da taxa real de câmbio

    (+R >>> -e >>> aumento de divisas internacionais)

    ...quanto redução das exportações líquidas

    (-e >>> -X e +M >>> QUEDA NA BALANÇA COMERCIAL).

    GABARITO: certo

    Fundamentação: SAMPAIO, Luiza. Macroeconomia esquematizado. 3. Ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2018, pp. 893


ID
1054714
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

No que se refere ao plano real e à economia brasileira pós-estabilização, julgue o item abaixo.

De acordo com o regime de metas de inflação, adotado no Brasil no referido período de tempo, caso o valor do IPCA acumulado nos últimos dozes meses superasse o teto da meta, o presidente do BACEN deveria escrever carta aberta ao ministro da fazenda justificando o descumprimento, bem como apresentando as providências a ser tomadas para o retorno da inflação ao patamar estabelecido.

Alternativas
Comentários
  • Art. 4o. – Considera-se que a meta foi cumprida quando a variação acumulada da inflação – medida pelo índice de preços referido no artigo anterior, relativa ao período de janeiro a dezembro de cada ano calendário – situar-se na faixa do seu respectivo intervalo de tolerância.

    Assim, a questão é errada mesmo, conforme gabarito da banca, pois a variação de preços a ser verificadanão é dos últimos doze meses, mas sim do período de janeiro a dezembro de cada ano calendário.


  • Art 4º de onde colega ??

  • Kim Leonardo, o artigo citado é do DECRETO No 3.088, DE 21 DE JUNHO DE 1999.

  • Mas ficou errada, somente pelo texto? Pq todos sabemos que janeiro à dezembro dão doze meses. Essa questão ficou errada somente pq ele disse: últimos doze meses e não Janeiro a Dezembro do ano calendário? noss... q bosta

  • Essa questão não foi bem redigida. Cobrar esse tipo de interpretação é uma afronta aos candidatos.

  • Essa questão é uma afronta mesmo.


ID
1054717
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

A respeito das crises financeiras internacionais ocorridas a partir de 2007, julgue os itens subsecutivos.

No auge da crise da dívida soberana dos países europeus, o Brasil apresentou a sua mais alta taxa de crescimento do produto interno bruto em relação a das últimas décadas.

Alternativas
Comentários
  • A crise da dívida soberana dos países europeus pode ser conceituada com a crise da dívida pública de vários países da União Européia (não é uma crise do PIB dos países, mas sim de suas dívidas, e a consequente capacidade de cada país continuar pagando sua dívida).

    Neste rumo, o auge da crise da dívida soberana dos países europeus ocorreu em 2010. Neste mesmo ano, o PIB brasileiro cresceu 7,5%; um crescimento expressivo, portanto.

    No entanto, a questão não deixa claro o que vem a ser “últimas décadas”. Serão 02, 03, 04 décadas? Enfim,não se sabe. É muito subjetivo.

    Se considerarmos, como “últimas décadas”, apenas as décadas dos anos 2000 e 1990, a questão é correta, pois o crescimento de 2010 (7,5%) foi maior do que em qualquer ano daquelas décadas (2000 e 1990).

    No entanto, se considerarmos a década de 1980, a questão já passa a ser errada. Por exemplo, em 1985, o PIB do Brasil cresceu 7,8% (fonte: IBGE); portanto, mais que em 2010 (7,5%).

    Desta forma, pela alta carga de subjetividade do termo “últimas décadas”, pedimos a anulação da questão, pois, mesmo para o candidato que sabia os dados de crescimento do PIB das últimas décadas, não era possível inferir com grau de certeza sobre a correção ou não da assertiva.



ID
1054720
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

A respeito das crises financeiras internacionais ocorridas a partir de 2007, julgue os itens subsecutivos.

As operações efetuadas fora de balanço dos bancos foi um dos elementos que afetou a crise financeira do subprime. No entanto, apesar dos efeitos danosos sobre a economia, essas operações são legais do ponto de vista regulatório.

Alternativas
Comentários
  • A questao trata das Operacoes Financeiras Estruturadas (ABS, CDO, CDS etc). Essas operaçoes afetaram a crise de 2008. Entretanto, sao operaçoes legais.

  • subprime são créditos conceditos a clientes com alta probabilidade de inadiplência. O termo surgiu nos Estados Unidos na época da bolha imoboliária de 2007 e se referia a créditos concedidos a pessoas que eram propensas a não paguarem os empréstimos imobiliários o que era algo legal do ponto de vista regulatório para a época. Ou seja, não havia problema legal o banco conceder empréstimos imobiliários a pessoas propensas a não pagarem as dívidas.

  • GAB: CERTO

    Complementando!

    Fonte: Celso Natale

    A questão fala da securitização, que consiste no agrupamento de créditos ruins e bons, para sua negociação entre instituições financeiras, migrando para o sistema shadow banking

    Dessa forma, as operações de alto risco somem do balanço da instituição original, sob forma de títulos securitizados, e sequer aparecem nos balanços das instituições cessionárias. 

    Apesar dos danos causados, esse sistema não era – nem é, atualmente – ilegal. O que ocorreu após a crise foi um esforço de autoridades financeiras do mundo todo para compreender, regular e supervisionar essas operações. 

    ===

    TOME NOTA (!)

    SHADOW BANKING:

    • Sistema de intermediação de crédito que envolve atividades e entidades fora do sistema bancário tradicional. 
    • intermediação de crédito não-bancária. 
    • Outros nomes são “sistema bancário paralelo” ou “bancos-sombra” 

    PRA AJUDAR:

    A pena para a prática de shadow banking é de multa ou prisão simples, por se tratar de contravenção penal. (ERRADO)

    • Shadow banking não é crime nem contravenção penal, tornando a alternativa errada

    ===

    A crise global de 2008 foi causada pela descoberta de que um grande banco americano praticava shadow banking. (ERRADO)

    • O erro está em atribuir a causa da crise à descoberta. Embora a prática de shadow banking seja considerada uma das causas da crise, foi a própria crise que evidenciou a prática (e não de um banco isolado), e não o contrário. 

    ===

    No Brasil, o problema é relativamente  mais grave do que em outros países, segundo o Financial Stability Board. (ERRADO)

    • Está errada porque no Brasil, segundo o BCB e a CVM, o problema  é relativamente menor que em outros países, pois as atividades de shadow banking representam uma fração pequena dos ativos financeiros como um todo, além de terem baixa interconexão com o sistema tradicional. 

    ===

    Os fundos de investimentos estão entre as entidades que praticam atividades consideradas shadow banking. (CERTO)

    • Os fundos de investimentos são, em volume de operações, os principais participantes do sistema de shadow banking no Brasil. 

    ===

    O Banco Central do Brasil, como supervisor do sistema financeiro tradicional, não possui autoridade sobre entidades de shadow banking. (ERRADO)

    • Está errada porque algumas entidades supervisionadas pelo BCB praticam atividades classificadas como shadow banking e, portanto, estão sob sua autoridade. 

ID
1054729
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O governo federal identificou que é fundamental para o crescimento econômico do país a construção de ferrovia ligando determinada região produtora de grãos ao porto mais próximo. Os estudos de demanda mostraram que o empreendimento não é viável economicamente para o setor privado, razão por que o governo decidiu adotar medidas para incentivar o setor privado a investir na construção e operação da ferrovia. Nas reuniões para a escolha da melhor forma de incentivar o setor privado, dois argumentos que se destacaram são apresentados a seguir.

Argumento 1:

P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.
P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.
P3: Se a taxa interna de retorno do negócio for baixa, os empresários não terão interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação da ferrovia.
P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação, o governo deverá construí-la com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.
C1: Logo, o governo deverá construir a ferrovia com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.


Argumento 2:

Q1: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União ou toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., e empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.
Q2: Se o governo constrói a ferrovia com recursos da União, remunera o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.
Q3: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.
Q4: Se o governo empresta para o empresário 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, à taxa subsidiada de 3% a.a., então a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade.
Q5: Se a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade, então o empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.
C2: Logo, se é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a., então o governo toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.





Com referência aos argumentos hipotéticos apresentados, julgue os itens seguintes, relativos à lógica sentencial.

A negação da proposição P1 estará corretamente expressa por “O governo não quer que a ferrovia seja construída, não há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção ou haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação”.

Alternativas
Comentários
  • P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.

    Dividindo-se P1 em 3 proposiçoes fica: 
       A: O governo quer que a ferrovia seja construída 
       B: há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção 
       C: haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação
                                             Entao a proposiçao P1 fica: A ^ B ^ ~C.         A negacao desta proposiçao fica ~A ou ~B ou C o que  escrevendo-se fica da seguinte forma:
        “O governo não quer que a ferrovia seja construída, ou não há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção ou haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação”
  • Comentário excelente e questão ERRADA!

  • Caros colegas eu fiz da seguinte forma:

    P: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção 

    Q: não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação

    Atentar para o "e"  "não"

    Logo: P ^ ~Q

    Negando: ~(P ^ ~Q) = ~P v Q

    Logo: O governo não quer que a ferrovia seja construída, não há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção ou haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.

    Resposta CERTO.

    Espero ter ajudado.

    Abraços.

  • Proposição P1: p --> (q ^ ~ r )   - a negação de P1 é expressa por:  p ^ (~q V r )

  • O gabarito colocado pelo QC está equivocado. O CESPE deu como CERTA essa questão. É só olhar a prova e seu gabarito oficial.

  • Até agora não entendi porque a Cespe alterou o gabarito, não seria ~A v~B v C?

  • Nossa, havia uma relação de causa e consequência aí: O governo quer que a ferrovia seja construída, PORQUE (há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação).
    Mas enfim, é a vida.
  • POR QUE P1 NÃO É CONDICIONAL?

  • Questão dificílima. Do tipo pra se deixar em branco. 


    Achei que a vírgula significava o conectivo ''e''. Interpretei assim:
    (A ^ B) ^ C

    Errei.

     

  • Gente, afinal, qual é o gabarito oficial dessa questão? Alguém sabe?

  • Alguem pode me explicar essa questão ? não deveria ter o conectivo OU antes da segunda proposição no lugar da virgula ?

  • É, cada dia vejo mais como raciocínio lógico não tem nada de lógica. Uma hora a vírgula é conjunção, outra é condicional, outra não é nada, parece não ter um padrão, ou seja, uma lógica. Lógica mesmo é o português, um verbo é sempre verbo, um adjunto é sempre adjunto... Desisto dessa matéria, tem que contar com a sorte pra acertar ela na prova. 

  • Mas que putaria!!! numa questão atrás a vírgula era conectivo.Essa banca é um lixo mesmo!!

  • Acredito que o gabarito esteja equivocado, a vírgula nesta questão faz a função de "e", sendo assim o correto seria: “O governo não quer que a ferrovia seja construída (OUnão há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção (OU) haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação”.    Sinceramente, se estivesse fazendo esta prova, marcaria este gabarito com toda segurança e entraria com recurso.

  • INDIQUEM PARA COMENTÁRIO

  • O CESPE CONSIDEROU COMO CERTA!!!! GABARITO DEFINITIVO.

  • -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    Vejam que não há necessidade de se colocar o OU entre a segunda proposição e a primeira, pois caso isso fosse feito, haveria uma disjunção exclusiva.

     

    “O governo não quer que a ferrovia seja construída, não há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção OU haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação”.

     

    O conectivo OU, entre a proposição Q e R já passa a ideia de alternancia.

     

    P^Q^R Negando PvQvR. 

     

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

  • O gabarito foi alterado de forma equivocada!! Quem errou, não se preocupe.. eram 3 conectivos "e", quem recorreu, ganhou na lábia!!!

  • Higor voce salvou os concurseiros aleluia !!!!! 

  • A vírgula num deveria significar o conectivo ''e''::: confuso,..

  • Não. Na  verdade não é uma questão tão dificílima. Só prestar atenção nas preposições. É uma preposição composta é só negar todas elas se estiver afirmando é só negar e se estiver negando é afirmá-las. Na última preposição há uma conversão contrária as outras preposições. Que na verdde está concordando com a presposição anterior podendo ser as duas últimas preposições negadas, pois não se trata de um ou exclusivo, que é aquele em que apenas uma das preposições ocorre. Portanto : P1: O governo NÃO  quer que a ferrovia seja construída, NÃO há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção 'E' ( foi substituído por 'OU') NÃO (foi removido) haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação. Fica mais complicado apenas na última preposição pois ele converte o E por OU substituído  a AFIRMAÇÃO POR NEGAÇÃO na útlima preposição.

    ... as demais  de V -> F 

    nas duas últimas que é o 'x' da questão temos.

     

    (P1 ^ ~P2)   ->   (P1 v P2)

     

  • Não entendi o 2º Não: "não há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção", pensei que só precisava no início da proposição pra efeito de negação?!

  • A = O governo quer que a ferrovia seja construída
    B = Há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção
    C = Haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação

    A vírgula seria "pois" ou "e"? No caso de pois
    P1: A -> B ^ ~C
    Logo ~P1: A ^ ~(B ^ ~C)
    A ^ ~B v C
     

    A Questão fala ~A ^ ~B v C
    Foi justo esse ~A que eu errei

  • Pensei que a vírgula antes do HÁ NECESSIDADE DE VOLUMOSOS... fosse o conectivo "^". Tombei.

  • A questão cabe recurso por causa da vírgula.

    Em proposições é claro dizer que a (,) representa adição.

    Logo, deveria haver um OU no lugar da vírgula.

    Questão estranha do cacete

     

  • Caí com essa vírgula aí....

  • Dica: NEGA todas as proposições e Troca (E por OU).

  • E a vírgula caramba?!!!

  • Como podemos observar a seguir, a proposição composta P1 é formada pela conjunção de três proposições simples:

    P1: (A) O governo quer que a ferrovia seja construída, (B) há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e (~C) não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.

    Para negá-la, usamos a importante relação de De Morgan que afirma que a negação da conjunção é equivalente à disjunção das negações. Ou seja

    ~(A e B) é equivalente a (~A) ou (~B).

    Logo, a negação de P1 é:

    P1: (~A) O governo não quer que a ferrovia seja construída, (~B) não há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção ou (C) haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.

    Perceba que a vírgula pode desempenhar papel de conjunção e de conjunção e a decisão de usar um sentido ou outro depende do contexto e dos demais conectivos usados.

    Gabarito: Item CORRETO.

  • Essa questão de Raciocínio acabou virando questão de Português e não consegui achar a resposta para a seguinte pergunta:

    A vírgula na sentença abaixo tem função de OU?

    "Quero ganhar um carro, uma bicicleta ou uma moto"

  • Vírgula desempenhando função de conectivo OU????  Estou confusa.

  • Estou com o mesmo pensamento da Carolina, errei, pois pensei que faltou o OU explícito antes do "há necessidade".

     

    Alguémmmmmmm???

  • Errei por causa da vírgula também, mas depois entendi.


    Na primeira preposição temos:


    r: o governo quer que a ferrovia seja construída

    s: há necessidade de volumosos investimentos

    t: haverá demanda suficiente


    Então,


    P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.


    Equivale à:


    r ^ s ^ ~t


    Ou seja, a vírgula em "O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção" tem o papel de "E" , um caso de paralelismo porque a listagem acaba com "e não haverá demanda suficiente por sua utilização"


    Já na negação:


    “O governo não quer que a ferrovia seja construída, não há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção ou haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação”.


    Pela mesma razão a vírgula não tem mais o papel de "e", mas de "OU", então a expressão lógica é:


    ~r v ~s v t (guarde essa expressão)


    Bom, então a negação lógica de


    r ^ s ^ ~t , por De Morgan será


    ~ ( r ^ s ^ ~t ) que equivale à ~r v ~s v ~~t


    ou seja,


    ~r v ~s v t. (compare com a expressão guardada)





  • De duas uma, ou a questão é tao difícil e ninguém entendeu, nem mesmo o professor, ou o gabarito está errado.

    Até o professor no vídeo ignora a virgula, que é justamente a chave para saber se a questão esta certa ou não.

    Desde quando que virgula pode ter sentido de E e de OU conforme alguns falaram aqui?

    Eu marquei como errado pois pensei nos dois conectivos, veja:

    Na P1, se no lugar da virgula houvesse o E, a negação estaria errada, pois deveria negar as duas proposições e substituir o conectivo pelo OU. (o que não ocorreu, a virgula permaneceu lá)

    A outra opção:

    Na P1, se no lugar na virgula houvesse um "se então" oculto; para negar deveria manter a primeira proposição, colocar o conectivo E (ou a virgula que ali está) e negar a segunda proposição.(o que não ocorreu, pois negou-se a primeira proposição).

  • caso típico de trocar o "E" pelo "OU" e negar as duas..

  • Aprendi que a vírgula quando não esta compondo a frase no sentido de língua portuguesa é sinônimo do conectivo "E"...

    Não entendi essa questão e nem a resposta do professor, pois ele passou batido pela vírgula... Mas que ela é sinônio de "E" isso é sim...

  • tipo de questão que a banca pode escolher o gabarito

  • Dizer que tem um conectivo "ou" subentendido na frase é dar uma forçada no gabarito, nunca vi o CESPE fazendo esse tipo de cobrança. Típica questão que a banca coloca o gabarito que quiser

  • Eu interpretei a proposição P1 da seguinte forma:

    (SE o governo quer que a ferrovia seja construída), ENTÃO (há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção E não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação).

    A -> (B ^ C).

    Acabei errado por isso. :/

  • A banca quis que a vírgula fosse interpretada como um "ou". Na proposição original P1, a vírgula

    funcionou como um conectivo "e" porque havia um conectivo "e" ao final da proposição composta. Já na

    negação, a banca entendeu que vírgula funcionou como um conectivo "ou" porque havia um conectivo "ou"

    ao final da proposição composta. O gabarito da banca correto. Todavia, em língua portuguesa uma virgula pode significar muitas coisas, adversidade, adição etc. neste caso especifico não da entender que a virgula significa a disjunção inclusiva "ou". questão muito confusa mesmo para quem estudou o assunto


ID
1054732
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O governo federal identificou que é fundamental para o crescimento econômico do país a construção de ferrovia ligando determinada região produtora de grãos ao porto mais próximo. Os estudos de demanda mostraram que o empreendimento não é viável economicamente para o setor privado, razão por que o governo decidiu adotar medidas para incentivar o setor privado a investir na construção e operação da ferrovia. Nas reuniões para a escolha da melhor forma de incentivar o setor privado, dois argumentos que se destacaram são apresentados a seguir.

Argumento 1:

P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.
P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.
P3: Se a taxa interna de retorno do negócio for baixa, os empresários não terão interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação da ferrovia.
P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação, o governo deverá construí-la com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.
C1: Logo, o governo deverá construir a ferrovia com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.


Argumento 2:

Q1: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União ou toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., e empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.
Q2: Se o governo constrói a ferrovia com recursos da União, remunera o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.
Q3: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.
Q4: Se o governo empresta para o empresário 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, à taxa subsidiada de 3% a.a., então a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade.
Q5: Se a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade, então o empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.
C2: Logo, se é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a., então o governo toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.





Com referência aos argumentos hipotéticos apresentados, julgue os itens seguintes, relativos à lógica sentencial.

A proposição P2 é logicamente equivalente a “Se há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, então a taxa interna de retorno do negócio será baixa”.

Alternativas
Comentários
  • Simples essa questão. 

    É isso mesmo P1 só está escrito de uma maneira diversa do famoso "se então". A redação do item só fez reescrever.


  • P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.

    (A ^~B) à C

    CERTO.

    Esta palavra equivalente pode ser vista como equivalente lógico ou também como “é o mesmo que”… e este é o caso.

    Poderia a afirmação até indicar que podemos escrever a P2, em termos lógicos, como….


  • Equivalência somente trocando os conectivos? Nunca ouvi falar nisso. Indiquei para comentário vamos ver.

  • Danilo Capistrano, seu comentario é pertinente, para o gabarito da questao realmente o que houve foi a reescritura. Mas nao entendi essa questao pois quando resolvemos questoes de raciocinio aprendemos que dizer que é logicamente equivalente nao é reescrever de outra forma, com outras palavras, nao é portugues... é lógica!!!! e a equivalência se define de outra maneira, implica em troca de conectivos e nao mera reescritura da proposição.

    peço aos colegas que exponham sua opinião.

    foco, força e fé... inss tá chegandoooo

  • Indicação para comentários urgente! 

    Se algum colega encontrar uma aula explicando essa questão, favor disponibilizar o link aqui, pois estou com a mesma dúvida da Eliane e Gabriella. 

  • A ÚNICA EXPLICAÇÃO QUE POSSO IMAGINAR É A SEGUINTE:

     A BANCA CONSIDEROU EQUIVALENTE COMO IGUAL.

    FAÇAMOS O PEDIDO DO COMENTÁRIO.

  • Gente, eu já vi outras questões do Cespe ser considera equivalente por ela estar somente escrita de uma maneira diferente!

     

    Afinal, é a mesma coisa...

     

    ;)

  • Pessoal, o examinador somente trocou a palavra "COMO" pela palavra "SE". Foi só isso! E está correto! O problema é que agente fica procurando uma casca de banana, não acredita que a questão seja tão simples assim. Essa banca é FDP!! Mas se cair na prova acredite, tenha fé, às vezes eles  dão questões de graça, só pra te contrariar...

  • como = condicional

  • e eu perdento tempo fazendo as alterações , se então com ou / se então com se então!!!!

  • Gente, essa banca da Cespe pede a lógica "sentencial", é a lógica por sentenças (típico português) - lógica por dedução, indução ou argumentação

    Nesse caso, do órgão BACEN e FUNPRESP exe (o edital pede as questões por raciocínio analítico), não a lógica por raciocínio lógico o qual estamos acostumados

    Nesse caso, o equivalente pode ser igual. Cuidado, isso é só pra esse edital (lembrando que a CESPE para o INSS pede a lógica clássica - raciocínio lógico) TEMOS QUE NOS ATER TBM AO EDITAL.

  • apenas repetiu a proposição mudando palavras....

  • Questão "Podi"

    Correta.

  • Ao invés de ficarem dando sermão, postem o desenvolvimento da questão!

  • Parem de procurar cabelo em ovo. Hahaha

  • Ainda não acredito que errei essa questão

  • Hahahaha Pois é Lilia, eu acertei...mas perdi uns bons minutos tentando achar uma pegadinha rsrs

     

    Não me conformava que era só isso

  • Existem 3 formas de se cobrar questões de equivalência:

    1 - Se A, então B = Se ~B, então ~A;

    2 - Se A, então B = ~A ou B (sendo que essa equivalência é negar a negação, ~(~Q) = Q. Pois se nergarmos Se A, então B, teremos A ^ (~B) e se negarmos outra  vez teremos ~A ou B.

    3 - Quando mantém ou passa o mesmo sentido. Nesse tipo de equivalência o Se poderá ser substituído po Como ou Quando, que é o caso da questão em análise.

     

    Bons estudos!

     

  •  Sinônimos!!

    Como.. no início da frase =   ''se,então'' 

    Como.. no meio da frase =   ''E''

     

    A questão repetiu o enuciado e trocou  os sinõnimos ....

    Gab'' C''

  • Vamos dar nomes às proposições simples:

     

    V: há necessidade de volumosos recursos iniciais para a construção da ferrovia

    D: haverá demanda suficiente pela utilização da ferrovia nos primeiros anos de operação

    X: a taxa interna de retorno do negócio será baixa

     

    Como [(há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia) e (não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação), [a taxa interna de retorno do negócio será baixa].

     

    A palavra “como” nos remete ao condicional. Notem que, no antecedente, temos duas proposições unidas pela conjunção.

     

    A proposição P2 fica assim:

     

     

    Reescrevendo.

     

    Se (há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação), então (a taxa interna de retorno do negócio será baixa).

     

    ITEM CERTO

  • Esse é o problema de resolver questões, selecionadas por filtros. Você vem em uma leva de questões, com um pensamento similar, e quando encontra uma que destoa do estilo de análise, por mais fácil que seja você acaba errando.

  • Gabarito: certo

    --

    P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.

    Talvez o examinador tentou confundir o candidato pelo Português. Esse "Como" introduz uma oração subordinada com valor semântico de causa e não de condição, e a última oração do período é a consequência da oração subordinada. No entanto, parece que o CESPE desconsidera o valor semântico da proposição ao se fazer a reescritura. Muito provavelmente é mais um entendimento "cespiano".

    Ah! mais uma coisa. É possível que a equivalência seja a reescritura da proposição original, desde que respeitadas as ideias e os conectivos lógicos. De vez em quando cai uma questão dessa.

    Portanto, a questão está correta.

  • Errei essa, porque era questão de Língua Portuguesa. Se fosse de raciocínio lógico, tinha acertado. kkkkkkkkkkkkkkkk

  • P2=P2 Simples assim!

  • Ahhhhh miséria! Me pegou por besteira.

    Vi o Se e não vi a negação, fui cego cego na ERRADA!

    Próxima!

  • Gente, é o seguinte!

    Pra quem ainda não entendeu.

    O enunciado não está ligado as regras da equivalência de SE... ENTÃO...

    Mas só perguntou se a palavra COMO, é igual ao conectivo SE ENTÃO....

    Ou seja, se ela pode ser substituída. COMO = SE ENTÃO...

    Sabemos que na palavra COMO, está implícito o conectivo SE... ENTÃO, dentro da frase.

    Era só isso, para variar, uma sacanagem da banca!!!!!

  • Uma das formas de equivalência do ´Se..então` é a reescrita.

  • SE ENTÃO É SINÔNIMO DE COMO GARAIO

  • O "e" (conjunção ^) possui alguns sinônimos que são: mas, porém, nem e a própria vírgula (,)

    O condicional "se..., então" (-->) tbm possui sinônimos: portanto, quando, como e pois (pois= condicional invertido; a conjunção pois vem na causa e não no efeito!)

  • AHHHHH!!!!! CESPE...TU É MUITO FDP.KKKK

  • Muita gente erra por não ler o que esta pedindo. Apenas preste um pouco mais de atenção nas perguntas. Esta pedindo lógica sentencial e não equivalência. Questão simples de responder com apenas um pouco mais de atenção.

  • Grande parte da porcentagem que errou esta questão, foi devido à decoreba da equivalência do ''SE,ENTÃO'', e não atentou que há outros métodos de equivalência. Um deles é repetir a frase mudando detalhes que não irão influenciar na ideia. No caso da questão, ela só trocou algumas palavras que poderiam ser substituídas que não alterariam o sentido condicional da frase.

  • o COMO  é sinõnimo do SE ENTAO.

  • “Se há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, então a taxa interna de retorno do negócio será baixa”.

    A: Se há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação,

    B: a taxa interna de retorno do negócio será baixa”.

    g: C

  • Gabarito: Certo.

    A proposição P2 esta escrita com sinônimos do SE.. ENTÃO..

    o avaliador apenas reescreveu a frase colocando o SE.. ENTÃO no lugar dos sinônimos, o que torna a questão correta pois realmente são equivalentes.. Ficar atento pois este é um caso bem comum na banca CESPE.

  • Esses textões é pra meter terror psicológico na galera hahahhaha

  • ''Falar'' a mesma coisa é exemplo de equivalência.

    Método Telles.

  • como, quando, quem = Se..., Então.
  • Se atentei ao conectivo e errei,

    nesse caso esquece o conectivo.

  • Mds pra que um texto desse???


ID
1273813
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Julgue o item que segue de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República.

A formalidade, entre outros aspectos, vincula-se à uniformidade das comunicações, o que implica o estabelecimento de um padrão de redação oficial. Nesse caso, no que se refere a documentos de tramitação interna, vale o preceito de se registrar o teor do documento, no expediente do texto, em “Assunto”, com a palavra escrita em fonte regular, em negrito, sem a necessidade, portanto, do desenvolvimento do texto em parágrafos.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO.

    A questão fala do memorando e vinha toda certinha até pisar na bola falando que não há a necessidade de paragrafação. 

    Vide: Manual Redação Pres. Rep., http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/ManualRedPR2aEd.PDF, Pag 26.

  • ERRADA

    A primeira parte do item está correta. Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, a formalidade vincula-se à uniformidade. Com isso, as comunicações seguem um padrão (padronização). Entretanto, a redação do item está incorreta ao asseverar que não há necessidade de desenvolver o texto. 

    http://www.euvoupassar.com.br/?go=artigos&a=-5aQGgPZqg11FfmNPorwJJGLBpJCBMNbgFX93ieosuQ~

  • O que vem a ser "expediente do texto"?

  • Vamos por partes:

    1) Registrar o teor do documento no Assunto: Errado

    Registra se o RESUMO do teor do documento! 

    2)Assunto em negrito: Certo

    conforme exemplo no MRPR (p.11):

    Assunto: Produtividade do órgão em 2002.

    Assunto: Necessidade de aquisição de novos computadores.

    3)Desnecessidade de desenvolvimento do texto em parágrafos: Errado

    MRPR (P.11)

    e) texto: nos casos em que não for de mero encaminhamento de documentos, o expediente deve conter a

    seguinte estrutura:

    – introdução, que se confunde com o parágrafo de abertura, na qual é apresentado o assunto que motiva a

    comunicação. Evite o uso das formas: “Tenho a honra de”, “Tenho o prazer de”, “Cumpre-me informar que”, empregue

    a forma direta;

    – desenvolvimento, no qual o assunto é detalhado; se o texto contiver mais de uma idéia sobre o assunto, elas

    devem ser tratadas em parágrafos distintos, o que confere maior clareza à exposição;

    – conclusão, em que é reafirmada ou simplesmente reapresentada a posição recomendada sobre o assunto.

    Ou seja, são no mínimo 3 parágrafos!

    Já quando se tratar de mero encaminhamento de documentos a estrutura é a seguinte:

    – introdução: deve iniciar com referência ao expediente que solicitou o encaminhamento. Se a remessa do

    documento não tiver sido solicitada, deve iniciar com a informação do motivo da comunicação, que é encaminhar,

    indicando a seguir os dados completos do documento encaminhado (tipo, data, origem ou signatário, e assunto de que

    trata), e a razão pela qual está sendo encaminhado (...)

    – desenvolvimento: se o autor da comunicação desejar fazer algum comentário a respeito do documento que

    encaminha, poderá acrescentar parágrafos de desenvolvimento; em caso contrário, não há parágrafos de

    desenvolvimento em aviso ou ofício de mero encaminhamento.

  • "com a palavra escrita em fonte regular" "sem a necessidade, portanto, do desenvolvimento do texto em parágrafos"

    Marquei errado por ver esses termos.

  • Encontrei isto: 


    c) assunto: resumo do teor do documento

      Exemplos:

      Assunto: Produtividade do órgão em 2002.

      Assunto: Necessidade de aquisição de novos computadores.


    Acho que o erro está aqui: sem a necessidade, portanto, do desenvolvimento do texto em parágrafos.

  • O erro também está na expressão "estabelecimento de um padrão de redação oficial". Não há um padrão OFICIAL de redação. O que existe, na realidade, é o uso do padrão CULTO da linguagem.

  • Agilizaria minha vida se tivesse apenas que registrar o teor do documento, no expediente do texto, em “Assunto”, sem a necessidade do desenvolvimento do texto em parágrafos, como nos diz a questão.

    Tive que rir aqui sozinho...

  • Erros que encontrei:


    1) "estabelecimento de um padrão de redação oficial" - a formalidade não implica em estabelecer um certo tipo padrão de R.Oficial.


    2) "sem a necessidade, portanto, do desenvolvimento do texto em parágrafos" - por seguir o padrão Ofício, os parágrafos dos Memorandos devem ser enumerados, salvo se estiverem organizados em ítens, títulos ou subtítulos.

  • O enunciado informa que "a formalidade, entre outros aspectos, vincula-se à uniformidade das comunicações, o que implica o estabelecimento de um padrão de redação oficial. Nesse caso, no que se refere a documentos de tramitação interna, vale o preceito de se registrar o teor do documento, no expediente do texto, em “Assunto”, com a palavra escrita em fonte regular, em negrito, sem a necessidade, portanto, do desenvolvimento do texto em parágrafos."

    Verificamos erro nesta questão, pois na verdade não há um padrão de redação oficial, mas sim o uso do padrão culto de linguagem. E o outro erro está em "desenvolvimento do texto em parágrafos". Dependendo do documento oficial, não só o texto deve estar desenvolvido em parágrafos, como também deve estar cada parágrafo numerado, como o memorando.


    A resposta é incorreta. 

  • O erro também está na expressão "estabelecimento de um padrão de redação oficial". Não há um padrão OFICIAL de redação. O que existe, na realidade, é o uso do padrão CULTO da linguagem.

  • Errado.


    Claro que o memorando, quando necessário, usar de parágrafos para a devida formatação textual.

  • O comentário do Sidney vem ao encontro do meu. Uma das técnicas de composição do texto do item utilizadas pela Cespe é vir afirmando tudo conforme à lei, à doutrina, à jurisprudência ou , no caso, ao MRPR; tudo correto até a penúltima linha. Este estratagema pode nos derrubar quando, no momento da prova, estivermos cansados, ou nervosos, ou sem tempo. A casca de banana está em "sem necessidade". Portanto, nunca deixe de ler o texto por inteiro, prestando muita atenção em termos excludentes: "é suficiente";  "basta";  "prescinde"; "desnecessário"; "somente"; "apenas".

  • negrito, itálico... deve ser evitado

  • ERRADO

     

    2 ERROS

     

    1- Não existe "padrão de redação oficial" e sim padrão culto da língua

    2 - O Padrão Ofício ( Aviso , Memorando e Ofício ) - , EM GERAL, é constituido por  Introdução , Desenvolvimento e Conclusão ; caso fosse expediente de MERO ENCAMINHAMENTO o desenvolvimento seria facultativo.

         

  • Segundo o manual de redação oficial:

    não deve haver abuso no uso de negrito, itálico, sublinhado, letras maiúsculas, sombreado, sombra, relevo, bordas ou qualquer outra forma de formatação que afete a elegância e a sobriedade do documento;

    Ta certo que o manual não proibe o uso do negrito, mas é mais um ponto a se observar da questão.

  • Questão duplicada

  • Errada. Não tem essa de fonte regular.
  • O Manual de Redação Oficial da Presidência determina que o "Assunto" seja escrito com a inicial maiúscula, seguida de dois-pontos, com frase após os dois pontos, também iniciando com maiúscula. A frase não deve conter verbo e deve ter de quatro a cinco palavras. Todo o texto referente ao assunto, inclusive o título, deve ser destacado em negrito, e coloca-se ponto-final depois do assunto. Na redação oficial o negrito e o itálico tem funções determinadas pela norma. O itálico, por exemplo, DEVE ser usado quando for inevitável a utilização de palavras em outro idioma ( expressões de uso já consagrado ou sem tradução exata ).

    Regular é um estilo da fonte: Regular, Negrito, Itálico, Negrito Itálico. Se é negrito não pode ser regular.

    Em todos os documentos oficiais, segundo o Manual, devem ser utilizadas as fontes Calibri ou Carlito.

    O assunto deve dar uma ideia geral do que será desenvolvido nos parágrafos da introdução e desenvolvimento do documento. Há, portanto, necesssidade do desenvolvimento do texto em parágrafos.


ID
1273819
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redação Oficial
Assuntos

Julgue o item que segue de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República.

Em todos os expedientes oficiais, a autoridade signatária deve ser identificada por meio do nome, do cargo e da assinatura.

Alternativas
Comentários
  • ERRADO!

    Veja o que diz o Manual de Redação da Pres. República:

    2.3. Identificação do Signatário

    Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura.

     

  • Exceção: No caso do Presidente da República, não é necessário identificação, somente assinatura.

  • As comunicações assinadas pelo Presidente da República não são necessárias que tragam o nome e o cargo. 

    Todas as demais faz-se necessário.

  • O Erro está na palavra TODOS, pois Presidente dispensa a identificação do signatário. 

  • Não, pois o Presidente da República apenas a assinatura é o suficiente.

  • Conforme o manual de Redação Oficial da Presidência da República:

    2.3. Identificação do Signatário

      Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura. A forma da identificação deve ser a seguinte:

    (espaço para assinatura)
    Nome
    Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República

    (espaço para assinatura)
    Nome
    Ministro de Estado da Justiça

      Para evitar equívocos, recomenda-se não deixar a assinatura em página isolada do expediente. Transfira para essa página ao menos a última frase anterior ao fecho.

  • Outras questões ajudam a responder, vejam:

    Em comunicação oficial expedida pelo presidente da República, o espaço relativo à identificação deve conter

     a) apenas a assinatura do presidente

    GABARITO: LETRA "A".


    O presidente da República é o destinatário da exposição de motivos, mas será o remetente de uma mensagem, caso queira comunicar-se com o Poder Legislativo, situação em que não deverá constar a identificação do signatário.

    GABARITO: CERTA.


    Considerando-se que o emissor do documento acima seja o presidente da República, é correto afirmar que não há necessidade de identificação do signatário.

    GABARITO: CERTA.

  • As comunicações expedidas pelo Presidente da República não necessitam.

  • Outras questões ajudam a responder, vejam:

     Prova: CESPE - 2010 - DPU - Agente AdministrativoDisciplina: Redação Oficial | Assuntos: Correspondência Oficial; Signatário;

     As Comunicações Oficiais; Em comunicação oficial expedida pelo presidente da República, o espaço relativo à identificação deve conter 

    a) apenas a assinatura do presidente 

    GABARITO: LETRA "A".



     Prova: CESPE - 2013 - STF - Técnico Judiciário - Tecnologia da InformaçãoDisciplina: Redação Oficial

     O presidente da República é o destinatário da exposição de motivos, mas será o remetente de uma mensagem, caso queira comunicar-se com o Poder Legislativo, situação em que não deverá constar a identificação do signatário.

     GABARITO: CERTA.



     Prova: CESPE - 2014 - ICMBIO - Nível Médio - Conhecimentos Básicos - Todos os CargosDisciplina: Redação Oficial Considerando-se que o emissor do documento acima seja o presidente da República, é correto afirmar que não há necessidade de identificação do signatário

    GABARITO: CERTA.

  • De acordo com o enunciado, "em todos os expedientes oficiais, a autoridade signatária deve ser identificada por meio do nome, do cargo e da assinatura".

    O Manual de Redação Oficial informa que "excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura". 



    A resposta é incorreta.

  • Errado.


    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA  dispensa tal necessidade.


    PS: Como uma questão dessas cai para analista do BACEN???

  • QUESTÃO ERRADA.


    Ficar ligado, na mensagem também não há identificação do signatário(quem assina o documento).


    Manual de Redação Oficial (5.2.Forma e Estrutura da mensagem):

    A MENSAGEM, ASSIM COMO OS DEMAIS ATOS ASSINADOS PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NÃO TRAZ IDENTIFICAÇÃO DE SEU SIGNATÁRIO.





    MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA(PDF).

    http://www.biblioteca.presidencia.gov.br/publicacoes-oficiais-1/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/view


  • PR dispensa indentificação do signatário.

  • O exediente: mensagem - não tráz identificação do signatario.

    Errado.

  • De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, excluídas as comunicações oficiais expedidas pelo Presidente da República, todas as demais devem identificar o signatário do expediente oficial identificado por meio do nome e do cargo. Logo, o trecho foi de encontro ao que está expresso no citado manual.

    GAB - ERRADO .

  • Autor: Verônica Ferreira , Professora de Português

    De acordo com o enunciado, "em todos os expedientes oficiais, a autoridade signatária deve ser identificada por meio do nome, do cargo e da assinatura".

    O Manual de Redação Oficial informa que "excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura". 

     

     

    A resposta é incorreta.

  • 2.3. Identificação do Signatário

     

    Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura. A forma da identificação deve ser a seguinte:

    (...)

  • ERRADO

     

    Presidente dispensa o cargo

  • ERRADO!

    2.3. Identificação do Signatário

    Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura.

  • Exceto o PRESIDENTE DA REPÚBLICA.


ID
1273861
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O governo federal identificou que é fundamental para o crescimento econômico do país a construção de ferrovia ligando determinada região produtora de grãos ao porto mais próximo. Os estudos de demanda mostraram que o empreendimento não é viável economicamente para o setor privado, razão por que o governo decidiu adotar medidas para incentivar o setor privado a investir na construção e operação da ferrovia. Nas reuniões para a escolha da melhor forma de incentivar o setor privado, dois argumentos que se
destacaram são apresentados a seguir.
Argumento 1:
P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.

P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.

P3: Se a taxa interna de retorno do negócio for baixa, os empresários não terão interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação da ferrovia.

P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação, o governo deverá construí-la com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.

C1: Logo, o governo deverá construir a ferrovia com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.

Argumento 2:
Q1: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União ou toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., e empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.

Q2: Se o governo constrói a ferrovia com recursos da União, remunera o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.

Q3: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.

Q4: Se o governo empresta para o empresário 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, à taxa subsidiada de 3% a.a., então a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade.

Q5: Se a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade, então o empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.

C2: Logo, se é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a., então o governo toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá
interesse em investir seus recursos próprios em parte da construçãoe na operação da ferrovia.

Com referência aos argumentos hipotéticos apresentados, julgue o item seguinte, relativo à lógica sentencial.

Se o argumento 2 for válido, então a proposição Q3 será verdadeira.

Alternativas
Comentários
  • Essa questão em seu gabarito preliminar deu como ERRADO.

    Porém a banca alternou para CERTO com todo sentido.

    A questão resolve apenas com teoria, ora.. se na redação do item tá dizendo que o Argumento 2 é válido, é claro que a proposição Q3 é verdadeira e as demais também.

    Veja a justificativa da banca de alteração do gabarito.

    " conteúdo do item está correto, pois, se o argumento 2 for válido, então a proposição Q3 será verdadeira. Por este

    motivo, opta‐se pela alteração do gabarito"

    http://www.cespe.unb.br/concursos/BACEN_13_ANALISTA_TECNICO/arquivos/JUSTIFICATIVAS_DE_ALTERA____O_DE_GABARITO_BACEN_ANALISTA_TECNICO_PARA_P__GINA_DO_CESPE_22_11.PDF


  • Não concordo com o gabarito da banca, pois argumentos válidos podem sim ter premissas falsas. Além disso, se uma das premissas for falsa, podemos afirmar com certeza que esse argumento é válido, pois só existe uma possibilidade de o argumento ser inválido que é o caso de todas as premissas serem verdadeiras e a conclusão falsa. Portanto, alguém sabe explicar melhor porque a banca considerou essa questão verdadeira.

    Sinceramente não sei fazer essa questão. Achei muito difícil, se alguém puder me ajudar agradeço!!
  • Também não concordo com o gabarito.

    Um argumento pode sim ser válido e conter proposições falsas.
    Segue comentário do professor do TecConcursos confirmando o afirmado:

    "

    Fechando a questão, o fato de um argumento ser válido não nos ajuda absolutamente em nada na hora de determinar se suas premissas são V ou F. Nada podemos garantir sobre isso. Portanto, a questão está ERRADA.

    O que a lógica de argumentação nos diz é o seguinte. Num argumento válido, supondo que as premissas são V, então a conclusão necessariamente é V também. Mas determinar se as premissas são de fato verdadeiras não é um trabalho da lógica, sim das outras ciências, como química, física, matemática, etc.

      É interessante apontar que, em provas anteriores da mesma banca, já se cobrou este mesmo tema. Mas, da vez anterior, a banca deu o gabarito correto, ou seja, reconheceu que um argumento válido pode perfeitamente ter premissas falsas.
    "


    Fonte: https://www.tecconcursos.com.br/dicas-dos-professores/gabarito-definitivo-do-bacen

  • Simples. A pergunta pode ser reformulada da seguinte forma:
    Argumento 2 implica Proposição Q3?
    Suponha, por absurdo, válido o argumento 2 e falsa a proposição Q3. Isto é, Argumento 2 e Não (Proposição Q3). A primeira sentença que consideramos válida do Argumento 2 diz que "é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.", mas, por hipótese, assumimos Não ("É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a."). Absurdo, logo, se vale Argumento 2, segue Proposição Q3.

  • Gabarito meio estúpido, existem argumentos válidos com premissas falsas. tentei aqui fazer a validade do argumento e deu inválido... gabarito estupido da banca!

  • será que essa prova só tem essa questão? kkkkkk

  • Trabalhei 30 minutos na questão, mas encontrei a solução verdadeira.

    Como resolvi. Inicialmente transformei todas as premissas em Letras. Encontrei A, B, C, D, E e F. Não transcrevi para a plataforma senão ninguém lê. Façam aí nas suas anotações.

    Primeiro considerei a conclusão falsa para ver se o argumento é inválido, pois, premissas verdadeiras e conclusão falsa, argumento inválido. Houve contradição, logo o argumento é válido. Depois julguei os valores e conferi a Q3.

    Veja como ficou:

    Q1: A v B ^ C            FVV

    Q2: A > D                  FF

    Q3: (B ^ C) v D         VVF

    Q4: C > E                 VV

    Q5: E > F                  VV

    C2: (B ^ C v D) > (B ^ C ^ F)          VVF  >  VVV

  • Na verdade há duas opções do que seria vantajoso para o governo a Q2 e a Q3. Em nenhum momento a Q2 se mostrou como melhor alternativa. A questão já informa que ao argumento 2 for verdadeiro. Houve a confirmação que a proposição Q3 é verdadeira com o desfecho da questão em C2. Lendo apenas o argumento 2 é possível responder a questão. Repare que a resposta da questão está explícita na leitura de C2 Q3 e Q2 apenas.

  • Questão chamada de BRANQUIANA, pois na prova não penso duas vezes e deixo logo pra outro cara perder 30minutos eu só rir do lado.

     

  • Ué, como assim se "conteúdo do item está correto, pois, se o argumento 2 for válido, então a proposição Q3 será verdadeira"???
     

    Isso não faz sentido, se fizesse, a técnica das Premissas V e Conclusão F para testar a validade dos argumentos cairia por terra. Nesta técnica, como todos sabemos e utilizamos, é justamente por uma das premissas dar FALSA que o argumento é considerado válido. Sem sentido nenhum este gabarito.

  • A CONCLUSÃO NADA MAIS É DO QUE UMA CONDICIONAL EM QUE Q3 É A PRIMEIRA PROPOSIÇÃO:

    C: Q3 --> governo toma emprestados 70% dos recursos, juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao empresário à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá interesse em investir.

    SE Q3 FOR FALSA TEREMOS:

     UMA PREMISSA FALSA (Q3)

    COM A CONCLUSÃO VERDADEIRA (POIS A CONDICIONAL SEMPRE SERÁ VERDADEIRA SE O VALOR DO PRIMEIRO OPERANDO FOR VERDADEIRO) F -->F =V / F-->V = V

    O QUE DEIXARIA O ARGUMENTO INVÁLIDO, POIS QUANDO A CONCLUSÃO É VERDADEIRA, TODAS AS PROPOSIÇÕES DEVEM SER OBRIGATORIAMENTE VERDADEIRAS.

    OU SEJA, Q3 TEM QUE SER VERDADEIRA.

    QUESTÃO CERTA.

  • Galera a questão é simples,pois a mesma fala q se o argumento 2 for válido,(então)o q3 também será...ou seja,se o q3 fosse falsa,a resposta seria falsa...VF=F. Espero t ajudado.

  • Método Telles

  • Eu errei a assertiva por responder no automático, mas é questão de leitura mesmo; em nenhum momento a questão pergunta sobre as premissas contidas na proposição Q3, ou sejá, ao afirmar que o argumento é valido, todas as proposições que o regem devem necessariamente serem verdadeiras (não pediu para avaliar as premissas) para que o argumento inteiro seja também válido, caso contrário, iria ficar inválido por uma se chocar com a outra.

    Resumindo: Se um fruto apodrecer, contamina todo o resto, e o saco inteiro se torna inservível .

  • video explicativo por faavoooooooorrr......

  • Gabarito:Certo

    Principais Regras:

    • 50% das questões é para você verificar se o argumento é válido ou inválido e 50% é para você achar a conclusão. O método de RESOLUÇÃO é o mesmo.
    • Às vezes, a banca coloca sinônimos, então atenção, pois 99,9% das questões que aparecerem sinônimos das palavras, você continuará resolvendo da mesma forma.
    • Como identificar se o argumento é válido ou inválido? Passos: 1) Transformar as frases em siglas; 2)A conclusão vai ser SEMPRE FALSA e as premissas SEMPRE VERDADEIRAS; 3) Solucionar; 4) Se ao final, você resolver tudo sem encontrar erro, o argumento será inválido e se encontrar alguma divergência durante a resolução, será argumento válido.

    Ex: A: Igor foi estudou e passou; B: Igor estudou; Conclusão: Igor passou;

    1) Transformar as frases acima em siglas ou termos reduzidos - eu coloquei a primeira letra de cada termo, mas você pode fazer do jeito que for melhor, mas o intuito é reduzir as frases, logo ficará:

    A (E ^ P); B (E); Conclusão (P)

    2) As 2 primeiras sentenças serão as premissas que colocarei o valor final de verdadeiro e a conclusão de falsa. Logo, ficará:

    A (E ^ P) = V; B (E) = V; Conclusão (P)= F

    3) Solucionar

    A única alternativa para solucionar é a premissa A. Logo ficará:

    A (V ^ F) = V ?

    No conectivo "e" quando se tem V ^ F, o final será Falso, logo ocorreu uma divergência.

    4) Divergência, logo argumento válido.

    • Já em relação as questões para achar a conclusão? O método descrito acima é aplicado, porém você deverá iniciar por sentenças simples, depois conectivo "e" e assim sucessivamente. Costumo dizer que é um pirâmide, a cada premissa resolvida, novas premissas serão abertas para você achar seu valor final. Geralmente existem diversas conclusões. CUIDADO: Exemplo: Premissa A: Carlos foi a festa; No momento que você identificar ao resolver que essa premissa é falsa, a conclusão trocará o valor semântico da frase, logo será "Carlos não foi a festa".

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação !!


ID
1273864
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O governo federal identificou que é fundamental para o crescimento econômico do país a construção de ferrovia ligando determinada região produtora de grãos ao porto mais próximo. Os estudos de demanda mostraram que o empreendimento não é viável economicamente para o setor privado, razão por que o governo decidiu adotar medidas para incentivar o setor privado a investir na construção e operação da ferrovia. Nas reuniões para a escolha da melhor forma de incentivar o setor privado, dois argumentos que se
destacaram são apresentados a seguir.
Argumento 1:
P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.

P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.

P3: Se a taxa interna de retorno do negócio for baixa, os empresários não terão interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação da ferrovia.

P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação, o governo deverá construí-la com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.

C1: Logo, o governo deverá construir a ferrovia com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.

Argumento 2:
Q1: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União ou toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., e empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.

Q2: Se o governo constrói a ferrovia com recursos da União, remunera o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.

Q3: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.

Q4: Se o governo empresta para o empresário 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, à taxa subsidiada de 3% a.a., então a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade.

Q5: Se a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade, então o empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.

C2: Logo, se é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a., então o governo toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá
interesse em investir seus recursos próprios em parte da construçãoe na operação da ferrovia.

Com referência aos argumentos hipotéticos apresentados, julgue o item seguinte, relativo à lógica sentencial.

O argumento 2 é não válido.

Alternativas
Comentários
  • Separando cada proposição, temos:


    A: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União

    B: O governo federal toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a.,

    C: O governo federal empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.

    D: O governo federal remunera o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.

    E: a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade

    F: o empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia

    G: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.


    Assim:

    Q1: A ou (B ^ C)
    Q2: A → D
    Q3:  G
    Q4: C → E
    Q5: E → F

    Conclusão:

    G → (B ^ C  ^ F)

    Sabemos que, se for possível termos uma conclusão falsa com premissas verdadeiras, o argumento será inválido. Se não for possível, argumento válido.

    Assim, para que a conclusão seja falsa, Q tem de ser verdadeiro, o que já deixa Q3 verdadeira, mas por outro lado, (B ^ C ^ F) deve ser falso. Logo, basta que um deles seja falso. 
    Então, verificando cada premissa, percebemos que se o “F" for falso, tendo também falso, a Q5 será verdadeira, mas a conclusão falsa. Logo temos um argumento inválido!

    Resposta: Certo.

  • GABARITO CERTO
     

    A: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União

    B: O governo federal toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a.,

    C: O governo federal empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.

    D: O governo federal remunera o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.

    E: a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade

    F: o empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia
    G: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.
     

    Assim:

    Q1: A ou (B ^ C)

    Q2: A → D

    Q3:  G

    Q4: C → E

    Q5: E → F

     

    Conclusão:


    G → (B ^ C  ^ F)

     

    Sabemos que, se for possível termos uma conclusão falsa com premissas verdadeiras, o argumento será inválido. Se não for possível, argumento válido.
     

    Assim, para que a conclusão seja falsa, G tem de ser verdadeiro, o que já deixa Q3 verdadeira, mas por outro lado, (B ^ C ^ F) deve ser falso. Logo, basta que um deles seja falso. 

    Então, verificando cada premissa, percebemos que se o “F" for falso, tendo E também falso, a Q5 será verdadeira, mas a conclusão falsa. Logo temos um argumento inválido!

  • mas não devem ser testadas todas as premissas? Por que só a Q5? Se alguma premissa desse F, o argumento seria válido...

  • Essa prova teve só questões de RLM né

  • Pegando emprestado o esquema da colega Julia Okvibes (legenda no comentário dela):

     

    Q1: A ou (B ^ C)

    Q2: A → D

    Q3:  G

    Q4: C → E

    Q5: E → F

    Conclusão:

    G → (B ^ C  ^ F)

     

    Pelo método da conclusão falsa, se você torna a conclusão falsa e, ao atribuir os valores para as proposições, surge alguma premissa falsa, o argumento será válido. Por outro lado, se a conclusão é falsa, porém, ao atribuir os valores, as premissas são todas verdadeiras, o argumento é inválido.

     

    No caso da questão, para a conclusão ser falsa, teríamos:

    G: verdadeiro

    B, C e F (ao menos uma delas falsa): vamos considerar somente B falsa.

     

    Substituindo temos:

     

    Q1: A ou (F ^ V)

    Q2: A → D

    Q3:  (V)

    Q4: V → E 

    Q5: E → (V)

    Conclusão:

    V → (F ^ V  ^ V) (F)

     

    Percebemos que Q3 e Q5 já serão verdadeiras independentemente do restante das proposições. Agora vamos atribuir V ou F às demais proposições de forma a deixarmos as premissas verdadeiras, se conseguirmos, teremos um argumento inválido (pois a conclusão é falsa).

     

    Então os valores serão os seguintes:

    A, D e E: verdadeiro

     

    Substituindo:

     

    Q1: V ou (F ^ V)  (V)

    Q2: V → (V)

    Q3:  (V)

    Q4: V → V (V)

    Q5: V → V (V)

    Conclusão:

    V → (F ^ V  ^ V) (F)

     

    Se deu tudo certo, o argumento é inválido.

  • Julia, pensei da mesma forma que você. O mais difícil dessa questão era de fato realizar essa estrutura que você montou e perceber que parte das proposições (premissas) se repetiam. Só acrescentaria um detalha à sua resolução:

    Para que F seja "falso", E também deve ser "falso", ou então o Q5 não seria válido, pois é o caso p -> q ( e nesse caso queremos que todas as premissas sejam válidas ). Seguindo o raciocínio, se E é "falso", C também deve ser falso. Isso é possível se em Q1, o A for "Verdadeiro", possibilitando tanto B quanto C serem "falsos".

    Acho que assim fecha o seu raciocínio, que foi muito bom!

  • questão muito trabalhosa na hora da prova creio que não vale a pena, achei o argumento invalido na primeira premissa e para chegar nela tem que resolver todas as outras.

  • deixaria em branco

  • Se saia. Láele. questão pra perder tempo.

  • Esse examinador fumou maconha...só pode. Uma questão enorme dessas é pra desestruturar qualquer um.

  • Questão para sugar o candidato, fiz a tabela e ainda errei.
  • Queria entender a necessidade do examinador fazer uma questão longa assim. Poderia elaborar algo muito melhor e produtivo em apenas duas linhas. Vai entender.

  • covardia da poha essa questão

  • essa questão não é p perder tempo nem aqui no QC. próxima. seeee sobrar tempo na prova vc fica brincando com ela sem compromisso

  • Gabarito:Certo

    Principais Regras:

    • 50% das questões é para você verificar se o argumento é válido ou inválido e 50% é para você achar a conclusão. O método de RESOLUÇÃO é o mesmo.
    • Às vezes, a banca coloca sinônimos, então atenção, pois 99,9% das questões que aparecerem sinônimos das palavras, você continuará resolvendo da mesma forma.
    • Como identificar se o argumento é válido ou inválido? Passos: 1) Transformar as frases em siglas; 2)A conclusão vai ser SEMPRE FALSA e as premissas SEMPRE VERDADEIRAS; 3) Solucionar; 4) Se ao final, você resolver tudo sem encontrar erro, o argumento será inválido e se encontrar alguma divergência durante a resolução, será argumento válido.

    Ex: A: Igor foi estudou e passou; B: Igor estudou; Conclusão: Igor passou;

    1) Transformar as frases acima em siglas ou termos reduzidos - eu coloquei a primeira letra de cada termo, mas você pode fazer do jeito que for melhor, mas o intuito é reduzir as frases, logo ficará:

    A (E ^ P); B (E); Conclusão (P)

    2) As 2 primeiras sentenças serão as premissas que colocarei o valor final de verdadeiro e a conclusão de falsa. Logo, ficará:

    A (E ^ P) = V; B (E) = V; Conclusão (P)= F

    3) Solucionar

    A única alternativa para solucionar é a premissa A. Logo ficará:

    A (V ^ F) = V ?

    No conectivo "e" quando se tem V ^ F, o final será Falso, logo ocorreu uma divergência.

    4) Divergência, logo argumento válido.

    • Já em relação as questões para achar a conclusão? O método descrito acima é aplicado, porém você deverá iniciar por sentenças simples, depois conectivo "e" e assim sucessivamente. Costumo dizer que é um pirâmide, a cada premissa resolvida, novas premissas serão abertas para você achar seu valor final. Geralmente existem diversas conclusões. CUIDADO: Exemplo: Premissa A: Carlos foi a festa; No momento que você identificar ao resolver que essa premissa é falsa, a conclusão trocará o valor semântico da frase, logo será "Carlos não foi a festa".

    FICA A DICA: Pessoal, querem gabaritar todas as questões de RLM? Acessem tinyurl.com/DuarteRLM .Lá vocês encontraram materiais produzidos por mim para auxiliar nos seus estudos. Inclusive, acessem meu perfil e me sigam lá pois tem diversos cadernos de questões para outras matérias. Vamos em busca juntos da nossa aprovação !!


ID
1273873
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O governo federal identificou que é fundamental para o crescimento econômico do país a construção de ferrovia ligando determinada região produtora de grãos ao porto mais próximo. Os estudos de demanda mostraram que o empreendimento não é viável economicamente para o setor privado, razão por que o governo decidiu adotar medidas para incentivar o setor privado a investir na construção e operação da ferrovia. Nas reuniões para a escolha da melhor forma de incentivar o setor privado, dois argumentos que se
destacaram são apresentados a seguir.
Argumento 1:
P1: O governo quer que a ferrovia seja construída, há necessidade de volumosos investimentos iniciais na construção e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação.

P2: Como há necessidade de volumosos investimentos iniciais para a construção da ferrovia e não haverá demanda suficiente por sua utilização nos primeiros anos de operação, a taxa interna de retorno do negócio será baixa.

P3: Se a taxa interna de retorno do negócio for baixa, os empresários não terão interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação da ferrovia.

P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação, o governo deverá construí-la com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.

C1: Logo, o governo deverá construir a ferrovia com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada.

Argumento 2:
Q1: O governo federal constrói a ferrovia com recursos da União ou toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., e empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a.

Q2: Se o governo constrói a ferrovia com recursos da União, remunera o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, que é de 16% a.a.

Q3: É menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar a construção à taxa subsidiada de 3% a.a, do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a.

Q4: Se o governo empresta para o empresário 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, à taxa subsidiada de 3% a.a., então a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade.

Q5: Se a taxa interna de retorno do acionista no negócio supera sua taxa mínima de atratividade, então o empresário tem interesse em investir seus recursos próprios em parte da construção e na operação da ferrovia.

C2: Logo, se é menos oneroso para o governo tomar emprestado via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a. e financiar à taxa subsidiada de 3% a.a., do que remunerar o capital do construtor segundo sua taxa mínima de atratividade, de 16% a.a., então o governo toma emprestados 70% dos recursos necessários à construção da ferrovia, via Tesouro Direto, pagando juros à taxa SELIC de 9% a.a., empresta ao empresário, via banco público de desenvolvimento, à taxa subsidiada de 3% a.a., e o empresário terá
interesse em investir seus recursos próprios em parte da construçãoe na operação da ferrovia.

Com referência aos argumentos hipotéticos apresentados, julgue o item seguinte, relativo à lógica sentencial.

Se a proposição P4 for verdadeira, então o governo deverá conceder a operação da ferrovia à iniciativa privada.

Alternativas
Comentários
  • P4: Se o governo quer que a ferrovia seja construída e se os empresários não tiverem interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação , o governo deverá construí-la com recursos da União e conceder a operação à iniciativa privada. (verdadeira)
    A: O governo quer que a ferrovia seja construída
    B: os empresários tiverem interesse em investir seus recursos próprios na construção e operação
    C: o governo deverá construí-la com recursos da União
    D: o governo deverá conceder a operação à iniciativa privada
    (A ^ ~B) → (C ^D) – verdadeira

    A afirmação da questão diz que se esta proposição for verdadeira, então D será verdadeira.

    ERRADO, pois para que seja verdadeira, basta que o primeiro termo (A ^ ~B) seja FALSO.

  • Confesso, que não entendi, teria como explicar de novo?

  • Anderson,

    A proposição P4 pode ser simplificada da seguinte forma: P4: A → B

    A questão afirma que P4 é verdadeira.

    Quais são as possibilidades de uma proposição do tipo A → B ser verdadeira?

    V→V
    F→V
    F→F

    Note que existe a possibilidade do consequente ser falso (B é falso) e ainda assim a proposição é verdadeira. Logo, é ERRADO a questão afirmar que o consequente da proposição P4 (o governo deverá conceder a operação da ferrovia à iniciativa privada) vai ser feito. Pois ele pode ou não ser feito e a proposição continuará sendo verdadeira.

  • Valeu Diego, obrigado. 

  • É o contrário do que está escrito na preposição. pois fala que o governo tem interesse em contruir a ferrovia e que a iniciativa privada não tem. Como a proposição é dita como verdadeira ou seja, é lida como está apresentado é lógico que a questão é falsa. É literalmente o que está escrito na preposição. ' a iniciativa privada não tem interesse". nem precisa elaborar fórmula apara essa questão - Questão FALSA

  • se vejo isso numa prova nem perco tempo. PULO na hora...

    ohh banca &&%#*%¨¨&(%

  • Questão bem simples,  mas errei por vacilo,  "então o governo deverá conceder a operação da ferrovia à iniciativa privada" ainda que seja verdadeira a condicional, não exclui a condição necessária ter valor lógico V ou F.  Fica a lição kkkk...

  • O erro está em afirmar que o governo "deverá"

    A proposição, na linguagem lógica, seria representada da seguinte forma:

    (A ^ B) ---> (C^D)

    Sabe-se que  V ---> F resulta em F

    Portanto, (C^D) pode ser ( V ^ F) ou ( F ^ V), já que em ambos os casos, a proposição continuará verdadeira 

  • https://www.youtube.com/watch?v=T4wLV_9Y9xI

    1:24:20

  •  QUAL NECESSIDADE DE UMA QUESTAO DESSA? 

  • É uma CONDICIONAL, a questão está dizendo que se a preposição for verdadeira, um pedaço de sua parte posterior do conectivo necessariamente será verdadeira. 

    Ora, sabemos que na CONDICIONAL F--> F : V ,  no caso da questão (A ^ ~B) → (C ^D) - como o colega citou acima-, se a preposição que ela mostra (C) for F, nada obsta da parte antecedente do conectivo ser falsa também e deixar a preposição verdadeira. Questão errada

     

  • Em outras palavras:

    A questão afirma que se P4 for verdadeira a conclusão é válida. Mas como a conclusão é a própria consequência da condição de P4, e sabendo-se que uma condicional pode ser verdade se a condição falsa e que para concluir todas as premissas devem se verdadeira, uma vez que a condição de P4 é uma conjuntiva de outras premissas. Logo, se P1 pode ser FALSO, a conclusão é inválida.

    A Governo quer rodovia 

    B A rodovia é inviável (retorno baixo)

    C Desinteresse empresario na construção e operação

    D Governo constrói e concede operação

    P1 A 

    P2 B 

    P3 B > C

    P4 A ^ C > D 

    C D 

    Tabela (SE)

    VV V

    VF F

    FV V

    FF F

  • facil, res: não necessariamente...

  • só vi o tamanho da questão e chutei e Felizmente acertei..

  • Questão pra o candidato perder tempo lendo. Questão fácil.

  • Questão desse tamanho para que vc apenas saiba quais as possibilidades de P==>Q dar verdadeiro .Vai vendo !

  • GAB. ERRADA

    Não há como garantir que a afirmação é verdadeira, já que a única garantia do condicional é que se V, então F= F

  • Quando a questão dizer que á preposição é verdadeira e pedir para identificar em relação ao texto, basta fazer a regra de equivalência, volta negando. A->B = ~A ->~B

  • Gab. E

    pro pessoal q não gosta de qc grande:

    O canal é ler o comando da qc, não tem para onde fugir!

    Verifique se para responde-lá é necessário ler todo o texto ou só uma parte.

    "Ah... tem que ler o texto todo!" Meu amigo, vaza dessa qc e parte pra próxima, depois vc volta pq, geralmente, questões grandonas intimidam, mas são relativamente fáceis.

  • Minha contribuição.

    Tabela Verdade da Condicional:

    V -> V = V

    V -> F = F

    F -> V = V

    F -> F = V

    Abraço!!!

  • Fui direto na P4, vi que era um Se Senão, ja marquei ERRADO logo.

    Pra uma Proposição com "Se Senão" ser, ela pode ter F -> F, F -> V e também pode ser V -> V, ou seja, apenas com essa proposição P4 vc não tira conclusão nenhuma se algo é válido ou não!

    Questão desse tamanho vou direto na pergunta!


ID
1273876
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A respeito da administração pública, julgue o item subsequente.
As entidades paraestatais colaboram no desempenho de atividades não lucrativas às quais o poder público dispensa especial proteção, mas não integram a estrutura da administração pública.

Alternativas
Comentários
  • Justificativa do CESPE: "Por haver divergência na literatura com relação ao assunto do item, opta‐se por sua anulação."

  • O gabarito preliminar foi CERTO.

     

    Porém, em razão de divergência doutrinária, a banca decidiu pela anulação.

     

    De início, ressalta-se que as entidades do terceiro setor não são componentes da Administração Pública (Direta ou Indireta). E as paraestatais fazem parte do terceiro setor. 

     

    Etimologicamente, paraestatal é aquela que se coloca ao lado do Estado, mas não o integra. As paraestatais se localizam no terceiro setor, o qual é composto por sociedades civis de fins públicos sem fins lucrativos (que se referem a atividades competitivas ou serviços não exclusivos do Estado, como saúde, cultura, educação, etc).

     

    No Plano Diretor da Reforma do Estado, as entidades paraestatais são designadas por " públicas não estatais": públicas porque prestam atividades de interesse público e não estatais por não comporem a Administração Direta ou Indireta. Enfim, não representam a Administração Pública de acepção subjetiva.

     

    Trata-se, na realidade, de verdadeiros parceiros públicos (e não delegatários dos serviços públicos). Desse modo, são regidas por normas do direito privado, parcialmente derrogadas por normas de direito público em situações específicas, quando, por exemplo, sujeitam-se ao controle do Tribunal de Contas, conforme a origem dos recursos. Destaque-se que, como requisito para ser uma paraestatal, a entidade em questão não pode ter intuito lucrativo e a atividade deve ser lícita.

     

    Então, levando em conta o ensinamento anterior, não haveria necessidade de anulação. Ocorre que, na doutrina, há quem entenda que entidades paraestatais são estruturas formais do Estado, o que, inclusive é previsto na Lei 8.666/93: 

    Art. 84: Considera servidor público, para fins desta lei, aquele que exerce, mesmo transitoriamente ou sem remuneração, cargo, função ou emprego público. 

    Inciso 1º: Equipara-se a servidor público, para fins desta lei, quem exerce cargo, função ou emprego em entidade paraestatal, assim consideradas, além das fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista, as demais entidades sob controle, direto ou indireto, do Poder Público.

     

    Perceba que, no contexto da Lei de Licitações, as paraestatais são entidades do Estado.

     

    Comentário Professor Cyonil Borges


ID
1273879
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A respeito da administração pública, julgue o item subsequente.
Uma pessoa que ocupe, por mais de vinte anos e, de forma ininterrupta, um imóvel rural pertencente a uma autarquia terá direito, desde que requeira em juízo, à propriedade desse bem por usucapião.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito errado. Não é porque ele ocupou por 20 anos que terá direito.

    O que diz a doutrina de José dos Santos Carvalho Filho?

    Imprescritibilidade

          A imprescritibilidade significa que os bens públicos são insuscetíveis de aquisição por usucapião, e isso independentemente da categoria a que pertençam.[3280]

          Houve, é bem verdade, inúmeros questionamentos a respeito dessa característica especial dos bens públicos. Contudo, o Direito brasileiro sempre dispensou aos bens públicos essa proteção, evitando que, por meio do usucapião, pudessem ser alienados como o são os bens privados, quando o possuidor mantém a posse dos bens por determinado período.[3281]

          Atualmente, a Constituição estabelece regra específica a respeito, dispondo, no art. 183, § 3º, que os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião, norma, aliás, repetida no art. 191, relativa a imóveis públicos rurais.

          Desse modo, mesmo que o interessado tenha a posse de bem público pelo tempo necessário à aquisição do bem por usucapião, tal como estabelecido no direito privado, não nascerá para ele o direito de propriedade, porque a posse não terá idoneidade de converter-se em domínio pela impossibilidade jurídica do usucapião. A ocupação ilegítima em área do domínio público, ainda que por longo período, permite que o Estado formule a respectiva pretensão reintegratória, sendo incabível a alegação de omissão administrativa.[3282] Por outro lado, não são indenizáveis acessões e benfeitorias realizadas sem prévia notificação ao Poder Público


  • Gabarito ERRADO

    Segundo o Código Civil, sendo a Autarquia uma possuidora de bens de uso especial, a elas é garantidas algumas prerrogativas, como, por exemplo, a impossibilidade de usucapião:

    Art. 99 São bens públicos:
    II - os de uso especial, tais como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal, estadual, territorial ou municipal, inclusive os de suas autarquias;
    Art. 102. Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião

    Bons Estudos

  • Outras questões ajudam a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2015 - DPE-PE - Defensor PúblicoDisciplina: Direito Administrativo

    É juridicamente impossível a prescrição aquisitiva de imóvel público rural por meio de usucapião constitucional pro labore.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2013 - PG-DF - ProcuradorDisciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Bens Públicos; Regime jurídico: prerrogativas e garantias; 

    É impossível a prescrição aquisitiva de bens públicos dominicais, inclusive nos casos de imóvel rural e de usucapião constitucional pro labore.

    GABARITO: CERTA.




    Prova: CESPE - 2013 - ANS - Técnico Administrativo

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Organização da administração pública; Administração Direta; Administração Indireta; Autarquias; 

    Os bens de uma autarquia não podem ser penhorados como garantia dos credores nem podem ser adquiridos por terceiros por meio de usucapião.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2012 - STJ - Analista Judiciário - Área Judiciária

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Bens Públicos; Regime jurídico: prerrogativas e garantias; 

    Os bens públicos, sejam eles de uso comum, de uso especial ou dominicais, são imprescritíveis, não sendo, pois, suscetíveis de usucapião.

    GABARITO: CERTA.



    Prova: CESPE - 2008 - MPE-RR - Promotor de Justiça

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Bens Públicos; Regime jurídico: prerrogativas e garantias; 

    Segundo a CF, os bens públicos não podem ser adquiridos por usucapião.

    GABARITO: CERTA.

  • ERRADA!


    Neste caso, não será valido o *usucapião. (*Direito Maneira legal de se adquirir propriedade móvel ou imóvel)

    Prerrogativas autárquicas

    - imprescritibilidade de seus bens: caracterizando-se como bens públicos, não podem eles ser adquiridos por terceiros através de usucapião.



    "Jesus Cristo te trouxe o caminho, siga por ele e terás a glória"
  • GAB ERRADO


    Questão anterior, nada como a própria banca conceituando.

    Prova: CESPE - 2013 - FUB - Nível Médio - Conhecimentos Básicos - Áreas 17, 19, 21 a 24  Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Organização da administração públicaAutarquias

    Os bens das autarquias são impenhoráveis e não podem ser adquiridos por terceiros por meio de usucapião. GAB CERTO


  • STF - Súmula nº 340 - Impossibilidade de usucapião em bens públicos


    DESDE A VIGÊNCIA DO CÓDIGO CIVIL, OS BENS DOMINICAIS, COMO OS DEMAIS BENS PÚBLICOS, NÃO PODEM SER ADQUIRIDOS POR USUCAPIÃO.

  • BENS PÚBLICOS SÃO IMPENHORÁVEIS.

  • BENS PÚBLICOS JAMAIS SERÃO ADQUIRIDOS POR USUCAPIÃO!!!

  • Bens públicos,a exemplo dos bens de uma autarquia, são IMPRESCRITÍVEIS, ou seja, são insuscetíveis de usucapião.

    Gabarito: ERRADO

  • Errado. A questão trouxe um bem de uma autarquia, sendo a mesma considerada pública, consequentemente não poderá haver usucapião, pois bens públicos não poderão ser objeto de usucapião.

    Bons Estudos.

  • Errado. Os bens das autarquias são inusucapíveis.

  • Os bens públicos são:

    Impenhoráveis, Inusucápiveis e Inalienáveis.

  • Mesmo que more 100 anos, o poder publico pode reaver o bem a qualquer momento, pois este não se perde com o decurso do tempo.

  • As autarquias adquirem personalidade jurídica com a publicação da lei que as institui: 
    - São dispensadas do registro de seus atos constitutivos em cartório e possuem as prerrogativas especiais da fazenda pública. 
    - Como os prazos em dobro para recorrer 
    *Quadruplo - para contestar, 
    *Dobro - para recorrer. 
    - Desnecessidade de anexar, nas ações judiciais, procuração do seu representante legal. 
    - Criadas para o exercício de atividades típicas da administração pública. 
    - São dotadas de autonomia orçamentária e patrimonial. 
    - Não mantém vinculação hierárquica com o ente federativo que a tiver criado. 
    - Existe apenas Controle Finalístico ou Tutela. 
    - Os bens das autarquias são impenhoráveis. 
    - Não podem ser adquiridos por terceiros por meio de usucapião. [Cespe-FUB2013]

  • Lembrando que com as Autarquias não tem PAPO!

    não Penhora (impenhorável)

    não Aliena (inalienável)

    não Prescreve (imprescritível)

    não Onera

     

    bons estudos!
     

  • Os bens das autarquias são bens públicos, logo impenhoráveis e insuscetíveis de usucapião.

  • Os bens públicos, sejam eles de uso comum, de uso especial ou dominicais, são imprescritíveis, não sendo, pois, suscetíveis de usucapião.

  • Os bens públicos das autarquias são IMPENHORÁVEIS e não podem ser adquiridos por terceiros por meio de USUCAPIÃO.



  • Gabarito: errado

    Fonte: Prof. Eduardo Tanaka - Editora Atualizar - Youtube

    --

    Patrimônio das autarquias: são imprescritíveis - não sofrem usucapião -, impenhoráveis - os bens não respondem ao pagamento de dívidas -, privilégios processuais e imunidade de impostos/tributos.

  •  A maioria quase absoluta da doutrina e jurisprudência não considera a possibilidade da usucapião de bens públicos

  • O bem da autarquia é imprescritível.

    Gabarito, errado.

  • As autarquias possuem patrimônio próprio e seus bens são públicos. Os bens públicos das autarquias são inalienáveis, imprescritíveis (não pode por usucapião ) e impenhoráveis. Gabarito, ERRADO.
  • O art. 98 do Código Civil estabelece que "São públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno; todos os outros são particulares, seja qual for a pessoa a que pertencerem". Assim, os bens das autarquias (pessoa jurídica de direito público) são considerados bens públicos e, portanto, protegidos pelo regime aplicável aos bens públicos.

    Umas das prerrogativas de tais bens consiste na imprescritibilidade, que significa que os bens públicos não se sujeitam a usucapião. Por oportuno, cabe destacar a redação do art. 102 do Código Civil: "Os bens públicos não estão sujeitos a usucapião".

    Gabarito do Professor: ERRADO





  • impenhoravel e não admite o usucapião.

  • USUCAPIÃO: É uma forma originária de aquisição do direito de propriedade sobre um bem móvel ou imóvel em função de haver utilizado tal bem por determinado lapso temporal, contínua e incontestadamente, como se fosse o real proprietário desse bem

    Os bens públicos das autarquias são inalienáveis, imprescritíveis e impenhoráveis, POR ESTE FATO QUESTÃO ERRADA.

    NYCHOLAS LUIZ

  • Errado.

    Os bens públicos, que são todos aqueles pertencentes apenas as pessoas jurídicas de direito público não estão sujeitos a usucapião.

  • Ele pode passar 200 anos e não terá direito por usucapião.


ID
1273882
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

A respeito da administração pública, julgue o item subsequente.
A Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal compõe a estrutura da administração indireta.

Alternativas
Comentários
  • A secretaria compõe a Administração Direta.


    . Conceito

          Administração Indireta do Estado é o conjunto de pessoas administrativas que, vinculadas à respectiva Administração Direta, têm o objetivo de desempenhar as atividades administrativas de forma descentralizada.

          O conceito, que procuramos caracterizar com simplicidade para melhor entendimento, dá destaque a alguns aspectos que entendemos relevantes. Primeiramente, a indicação de que a administração indireta é formada por pessoas jurídicas, também denominadas por alguns e até pelo Decreto-lei nº 200/67, de entidades (art. 4º, II).

          Depois, é preciso não perder de vista que tais pessoas não estão soltas no universo administrativo. Ao contrário, ligam-se elas, por elo de vinculação, às pessoas políticas da federação, nas quais está a respectiva administração direta.

          Por fim, o objetivo de sua instituição – a atuação estatal descentralizada – como já vimos e tornaremos a ver logo a segui



    Fonte: José dos Santos Carvalho Filho, pág. 436

  • Gabarito ERRADO

    Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal é um Órgão público. logo ela foi objeto de uma desconcentração, que tem como característica a criação de novos órgãos (Administração Direta)

    Na desCOncentração, criam-se órgãos públicos, Administração Direta

    Na desCEntralização, criam-se entidades públicas, Administração Indireta

    Bons Estudos

  • Errado. Secretarias e Ministérios são órgãos da Administração Direta.

  • desCOncentração, Criam-se Órgãos públicos, Administração Direta

    GAB. ERRADO

    #RumoPosse

  • As Secretarias de Estado, assim como os Ministérios, são órgãos do Poder Executivo, desprovidos de personalidade jurídica própria; portanto, compõem a estrutura da Administração Direta, e não da Indireta.

  • Ministérios e secretarias--> órgãos autonomos--> desconcentração---> não alcançados por nepotismo--> adm. direta

     

     

  • As Secretarias de Estado, assim como os Ministérios, são órgãos do Poder Executivo, desprovidos de personalidade jurídica própria; portanto, compõem a estrutura da Administração Direta, e não da Indireta.

  • A Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal compõe a estrutura da administração DIRETA.

  • Comentário:

    As Secretarias de Estado, assim como os Ministérios, são órgãos do Poder Executivo, desprovidos de personalidade jurídica própria; portanto, compõem a estrutura da Administração Direta, e não da Indireta.

    Gabarito: Errado

  • A Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal é órgão integrante do Poder Executivo e está relacionada com a denominada desconcentração administrativa. Ressalte-se que os órgãos públicos são desprovidos de personalidade jurídica e compõem a estrutura da administração direta.

    Por oportuno, cabe destacar a redação do art. 2º, XIV, do Decreto 32.716/11, que dispõe sobre a estrutura administrativa do Governo do Distrito Federal: 

    Art. 2º São órgãos da administração direta:
    (...)
    XIV - Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal;

    Gabarito do Professor: ERRADO




  • As Secretarias de Estados são órgãos públicos, logo, fazem parte da administração direta.

  • As Secretarias de Estado, assim como os Ministérios, são órgãos do Poder Executivo, desprovidos de personalidade jurídica própria; portanto, compõem a estrutura da Administração Direta, e não da Indireta.

  • A Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal compõe a estrutura da administração direta.

  • ERRADA

    Secretaria é um órgão, no caso da assertiva, um órgão subordinado ao Estado DF. Trata-se da distribuição interna de competências, ou seja, uma distribuição ou organização de competências dentro da mesma pessoa jurídica. A clássica DESCONCENTRAÇÃO


ID
1273885
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue o item a seguir, acerca da responsabilidade civil do Estado.
Para que se configure a responsabilidade objetiva do Estado, é necessário que o ato praticado seja ilícito.

Alternativas
Comentários
  • Não necessariamente, pode ser Lícito ou Ilícito; portanto, o erro está na restrição. Há um vídeo do Saber Direito que explica bem esse instituto. 


    http://youtu.be/WKxERLxi9ok

  • Gabarito ERRADO

    Na Responsabilidade civil do Estado, não necessariamente decorre de ato ilícito, mas sim de dano a esfera de direito do particular, exemplo de ato que é lícito mas que gera indenização é o que acontece quando lei é declara inconstitucional pelo STF,

    Bons Estudos

  • Outra questão do cespe responde, vejam: 

    Prova: CESPE - 2012 - PC-CE - Inspetor de Polícia - Civil

    Disciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Responsabilidade Civil do Estado; 

    A responsabilidade civil do Estado exige três requisitos para a sua configuração: ação atribuível ao Estado, dano causado a terceiros e nexo de causalidade

    GABARITO: CERTA

  • Na responsabilidade civil objetiva não importa se a atuação do agente foi  lícita ou ilícita. O que interessa é exclusivamente a qualidade de agente público, ostentada na sua atuação. 

     Gab errado

  • 3 questões de 2013 falando exatamente a mesma coisa!

    • Q327527 • Prova(s): CESPE - 2013 - DEPEN - Agente Penitenciário

    Para que fique configurada a responsabilidade civil objetiva do Estado, é necessário que o ato praticado pelo agente público seja ilícito.

    Q343660 • Prova(s): CESPE - 2013 - MC - Atividade Técnica de Suporte - Direito

    No que concerne à responsabilidade civil do Estado, julgue os próximos itens.

    Para que fique configurada a responsabilidade civil do Estado, é necessário que o ato praticado seja ilícito.

    Q424626 • Prova(s): CESPE - 2013 - BACEN - Analista - Conhecimentos Básicos - Áreas 1, 2, 4 e 5 • CESPE - 2013 - BACEN - Analista - Análise e Desenvolvimento de Sistemas

    Julgue o item a seguir, acerca da responsabilidade civil do Estado.
    Para que se configure a responsabilidade objetiva do Estado, é necessário que o ato praticado seja ilícito.


  • [...] Pode-se, portanto, dizer que a responsabilidade extracontratual do Estado corresponde à obrigação de reparar danos causados a terceiros em decor­rência de comportamentos comissivos ou omissivos, materiais ou jurídicos, lícitos ou ilícitos, imputáveis aos agentes públicos.

    Maria Sylvia Zanella di Pietro 27°


    (CESPE - 2013 - DEPEN - Agente penitenciário) Para que fique configurada a responsabilidade civil objetiva do Estado, é necessário que o ato praticado pelo agente público seja ilícito. E


    (CESPE - 2013 - MJ - Analista Técnico - Administrativo) Para a configuração da responsabilidade civil do Estado, é irrelevante licitude ou a ilicitude do ato lesivo. Embora a regra seja a de que os danos indenizáveis derivam de condutas contrárias ao ordenamento jurídico, há situações em que a administração pública atua em conformidade com o direito e, ainda assim, produz o dever de indenizar. C


  • A reparação dos danos causados pelo agente público a terceiro lesado decorre de ação comissiva ou omissiva, danos material, moral ou jurídica e atos legislativos lícitos ou ilícitos. 

  • ERRADA !!!

    Pode ser LÍCITO também... 

  • Para que se configure a responsabilidade objetiva do Estado, o ato praticado pode ser ilícito ou lícito

  • GABARITO: ERRADO

     

    Para configuração da responsabilidade estatal é irrelevante a licitude ou ilicitude do ato lesivo, bastando que haja um prejuízo decorrente de ação ou omissão de agente público para que surja o dever de indenizar. Em regra, os danos indenizáveis derivam de condutas contrárias a ordenamento jurídico. Todavia, há situações em que a Administração Pública atua em conformidade com o direito e, ainda assim, causa prejuízo a particulares. São danos decorrentes de atos lícitos e que também produzem dever de indenizar. Por exemplo, obras para asfaltamento de rua diminuindo a clientela de estabelecimento comercial.

    Fonte: Alexandre Mazza, Manual de Direito Administrativo, ed.2°, editora Saraiva.

  • Independente se o ato é lícito ou ilícito, o Estado tem o dever de indenizar quando a responsabilidade for objetiva. 

  • Gabarito: errado

    Fonte: minhas anotações de outras questões CESPE

    --

    Direto ao ponto:

    Seja o ato lícito, seja ilícito, o Estado sempre responderá, desde que não se trate de causas excludentes.

  • Poderá ser um ato tanto lícito quanto ilícito.

  • Errado.

    A responsabilidade civil estará caracterizada quando houver qualquer tipo de dano aos particulares. Logo, não é levado em conta o fato de o ato praticado pelo agente público ser lícito ou ilícito. 

    Questão comentada pelo Prof. Diogo Surdi

  • Atos lícitos ou ilícitos.

    Gabarito, errado.

  • Alexandre Mazza, abordando o assunto responsabilidade por atos lícitos, destaca que 

    "Para a configuração da responsabilidade estatal é irrelevante a licitude ou ilicitude do ato lesivo, bastando que haja um prejuízo anormal e específico decorrente de ação ou omissão  de agente público para que surja o dever de indenizar. Em regra, os danos indenizáveis derivam de condutas contrárias ao ordenamento. Porém, há situações em que a Administração Pública atua em conformidade com o direito e, ainda assim, causa prejuízo indenizável. São os danos decorrentes de atos lícitos e que também produzem o dever de indenizar, baseando-se tal obrigação  no princípio da igualdade (igual distribuição dos ônus sociais). Exemplo: obras para afastamento de rua diminuindo a clientela de estabelecimento comercial".

    Gabarito do Professor: ERRADO

    MAZZA, Alexandre. Manual de Direito Administrativo. 8.ed. São Paulo: Saraiva, 2018.

  • Comentário:

    Para que se configure a responsabilidade objetiva do Estado, não importa se o ato praticado pelo agente público seja ilícito ou ilícito; o que interessa é exclusivamente ele agir na qualidade de agente público, e não como pessoa comum.

    Gabarito: Errado

  • Independente se o ato é lícito ou ilícito, o Estado tem o dever de indenizar quando a responsabilidade for objetiva. 

  • ERRADO

    A responsabilidade civil pode decorrer de atos lícitos ou ilícitos.

    A licitude ou ilicitude do ato não é um dos pressupostos para a indenização.

    Nessa linha, mesmo diante da licitude, se configurado os três requisitos (dano, conduto e nexo causal), haverá o dever de indenizar.

    Fonte: Direito Administrativo-PDF/ Responsabilidade Civil do Estado-Prof. Herbert Almeida


ID
1273888
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Julgue o item a seguir, acerca da responsabilidade civil do Estado.
Se uma professora concursada, ao ministrar aula em uma escola pública, for ferida por um tiro disparado por um aluno, a responsabilidade do Estado pelo dano causado à professora será objetiva.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito correto.

          A marca característica da responsabilidade objetiva é a desnecessidade de o lesado pela conduta estatal provar a existência da culpa do agente ou do serviço. O fator culpa, então, fica desconsiderado como pressuposto da responsabilidade objetiva. Para configurar-se esse tipo de responsabilidade, bastam três pressupostos

    O primeiro deles é a ocorrência do fato administrativo, assim considerado como qualquer forma de conduta, comissiva ou omissiva, legítima ou ilegítima, singular ou coletiva, atribuída ao Poder Público. Ainda que o agente estatal atue fora de suas funções, mas a pretexto de exercê-las, o fato é tido como administrativo, no mínimo pela má escolha do agente (culpa in eligendo) ou pela má fiscalização de sua conduta (culpa in vigilando.

    O segundo pressuposto é o dano. Já vimos que não há falar em responsabilidade civil sem que a conduta haja provocado um dano. Não importa a natureza do dano: tanto é indenizável o dano patrimonial como o dano moral. Logicamente, se o dito lesado não prova que a conduta estatal lhe causou prejuízo, nenhuma reparação terá a postular.

          O nexo de causalidade é fator de fundamental importância para a atribuição de responsabilidade civil do Estado. O exame supérfluo e apressado de fatos causadores de danos a indivíduos tem levado alguns intérpretes à equivocada conclusão de responsabilidade civil do Estado. Para que se tenha uma análise absolutamente consentânea com o mandamento constitucional, é necessário que se verifique se realmente houve um fato administrativo (ou seja, um fato imputável à Administração), o dano da vítima e a certeza de que o dano proveio efetivamente daquele fato. Essa é a razão por que os estudiosos têm consignado, com inteira dose de acerto, que “a responsabilidade objetiva fixada pelo texto constitucional exige, como requisito para que o Estado responda pelo dano que lhe for imputado, a fixação do nexo causal entre o dano produzido e a atividade funcional desempenhada pelo agente estatal

    FONTE: José dos Santos Carvalho Filho

  • Gabarito CERTO

    Como o aluno está na tutela do Estado, ou seja, no seu dever de guardar o menor, qualquer dano causado por este, ou a este, gera por parte do Estado responsabilidade de indenizar por possiveis danos na modalidade OBJETIVA.
    Caso semelhante é aplicável também aos presos e a quem está em hospital público.

    Bons Estudos

  • Um adendo sobre a questão. Não há elementos na questão, evidenciando a menor idade do aluno. O aluno está sob a custódia do Estado, assim como um presidiário. Caso o aluno seja de maior, responderá penalmente e subjetivamente e o Estado objetivamente e civilmente (segundo o direito civil).

  • Prezados colegas, gostaria de entender melhor um aspecto dessa questão: o fato de a professora ser agente do próprio Estado afasta a condição de terceiro, portanto, a responsabilidade civil do Estado não deveria ser subjetiva?

    Ainda encontrei um entendimento de Carvalho Filho que somente haveria existência de culpa administrava na situação em que professora recebeu ameaças de agressão por parte de aluno e, mais de uma vez, avisou a direção da escola, que ficou omissa.

    O.o


  • Neste caso o Estado está na condição de GARANTE, sendo o mesmo garantindo a integridade de pessoas e coisas, as quais se encontram sob sua proteção direta, terá que indenizar danos a elas ocasionados, mesmo que não provocados por atuação de agentes estatais. Assim será, exceto se ficar comprovada a ocorrência de alguma causa excludente dessa responsabilidade extracontratual objetiva, a exemplo de força maior.

    Resp. civil objetiva, em regra = atos comissivos, admite-se atitude omissiva específica (se igualando à conduta comissiva)
     Resp. civil subjetiva = conduta omissiva.

    GAB CERTO

  • Achei um julgado da 1ª Turma do STF. Não sei se tal tema foi objeto do Plenário. 

    Processo:RE 633138 DF


    Ementa: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. CONSTITUCIONAL. ADMINISTRATIVO. DANOS MORAIS. PROFESSOR. SALA DE AULA. ALUNOS. ADVERTÊNCIA. AMEAÇAS VERBAIS. AGRESSÃO MORAL E FÍSICA. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO ESTADO. ARTIGO 37§ 6º, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. REEXAME DE FATOS E PROVAS. SÚMULA N. 279 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. INVIABILIDADE DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO.

    2. In casu, a recorrida moveu ação de conhecimento com o fim de promover a responsabilização civil do Distrito Federal e dos Diretores do Colégio nº 06 em Taguatinga, por terem agido com culpa, por negligência, em agressão sofrida pela professora, provocada por parte de um aluno daquela escola.

    3. O Tribunal a quo, ao proferir o acórdão originariamente recorrido, consignou, verbis: “CÍVEL E PROCESSO CIVIL. DANOS MORAIS. DISTRITO FEDERAL. PROFESSOR. SALA DE AULA. ALUNOS. ADVERTÊNCIA. AMEAÇAS VERBAIS. AGRESSÃO MORAL E FÍSICA. OMISSÃO E NEGLIGÊNCIA DOS AGENTES PÚBLICOS. SENTENÇA. PROCEDÊNCIA DO PEDIDO. RECURSOS DE APELAÇÃO. PRELIMINAR. REJEIÇÃO. MÉRITO. DESPROVIMENTO. MAIORIA. Os réus não apresentaram elementos suficientes que justificassem a declaração de não-conhecimento da apelação da autora. Tratando-se de ato omissivo do Poder Público, a responsabilidade civil por esse ato é subjetiva. Imprescindível, portanto, a demonstração de dolo ou culpa, esta numa de suas três modalidades – negligência, imperícia ou imprudência. O dano sofrido pela autora ficou demonstrado pelos relatórios médicos, laudo de exame de corpo de delito, relatório psicológico e relatório do procedimento sindicante, bem como por meio dos depoimentos acostados. Se a autora foi agredida dentro do estabelecimento educacional, houve inequívoco descumprimento do dever legal do Estado na prestação efetiva do serviço de segurança, uma vez que a atuação diligente impediria a ocorrência da agressão física perpetrada pelo aluno. A falta do serviço decorre do não-funcionamento, ou então, do funcionamento insuficiente, inadequado ou tardio do serviço público que o Estado deve prestar. O fato de haver no estabelecimento um policial militar não tem o condão de afastar a responsabilidade do Estado, pois evidenciou-se a má-atuação, consubstanciada na prestação insuficiente e tardia, o que resultou na agressão à professora. Agressão a professores em sala de aula é caso de polícia, e não de diretor de estabelecimento e seu assistente. A responsabilidade é objetiva do Distrito Federal, a quem incumbe garantir a segurança da direção e do corpo docente, por inteiro, de qualquer estabelecimento (....)

  • Compartilho a dúvida do MuriloMC, entendo que a professora está na posição de agente e não de tutelado... alguém sabe se esse posicionamento (de que o Estado atua na posição de garante tbm quanto aos seus funcionários) é consolidado na jurisprudência? 

  • A professora está no exercicio da função, razão pela qual é possivel a responsabilização objetiva do estado.

  • Tô na mesma vibe do Murilo, até porque, na questão Q353511 que acabei de responder li o comentário do professor que diz o seguinte: 

    Ao menos no tocante à família do preso Valmir, vítima de homicídio cometido por Charles, a hipótese seria de responsabilidade objetiva do Estado, o que torna incorreta a assertiva desta questão. No ponto, prevalece amplamente o entendimento segundo o qual, cuidando-se de pessoas ou coisas sob custódia do Estado, este se coloca na posição jurídica de garante, assumindo, portanto, o dever legal de impedir resultados danosos, inclusive quando oriundos de terceiros, como no caso. Pontue-se, por fim, que, no tocante à família de Vicente, agente penitenciário, não haveria como se invocar a norma do art. 37, §6º, da CF/88, porquanto este não se enquadra na condição de “terceiro”, sendo ele, na verdade, um agente do próprio Estado.

    Gabarito: Errado.  


    E agora? Já solicitei o comentário nessa questão. Fiquei confuso depois dessa! o.o

  • Ta muito estranho. Para o agente penitenciário que for atacado por um preso ( na condição de garante) a responsabilidade é subjetiva.


    Para a professora atacada por um aluno ( que também está na condição de garante) a responsabilidade é objetiva.
  • Ano: 2013 Banca: CESPE Órgão: TRE-MS Prova: Analista Judiciário - Área Administrativa

    Determinada professora da rede pública de ensino recebeu ameaças de agressão por parte de um aluno e, mais de uma vez, alertou à direção da escola, que se manteve omissa. Nessa situação hipotética, caso se consumem as agressões, a indenização será devida

    A) pelo Estado, objetivamente. 

    B) pelos pais do aluno e pelo Estado em decorrência do sistema de compensação de culpas.
    C) pelo Estado, desde que presentes os elementos que caracterizem a culpa.
    D) pelos pais do aluno e, subsidiariamente, pelo Estado.
    E) pelos pais do aluno, em virtude do poder familiar.


    GABARITO: C

    Polêmico...

  • DA MESMA FORMA QUE A ESTADO (escola) SE RESPONSABILIZA PELA TUTELA DO ALUNO, O ESTADO DEVE GARANTIR A INTEGRIDADE DO SEU AGENTE, POIS ESTE ATUA EXERCENDO SUA VONTADE, QUE É DE INTERESSE PÚBLICO.



    GABARITO CERTO



    M.CROW, NESTA QUESTÃO QUE VOCÊ TROUXE, RECAI NA TEORIA DA CULPA ADMINISTRATIVA/CULPA DO SERVIÇO/CULPA ANÔNIMA... HOUVE CULPA DO SERVIÇO (quando o serviço é inexistente, inadequado ou atrasado) A VÍTIMA DEVE PROVAR A CULPA DO ESTADO PERANTE A FALTA INICIATIVA. A RESPONSABILIDADE DO ESTADO É SUBJETIVA.

  • Por vezes, em algumas circunstâncias, o Estado cria situações de risco que levam à 
    ocorrência do dano. Por meio de um comportamento positivo, o Estado assume grande 
    risco de gerar o dano a particulares. Assim, nesses casos, o Estado responde objetivamente 
    por ele, ainda que não se demonstre conduta direta de um agente público. As situações mais 
    corriqueiras decorrem da guarda de pessoas ou de coisas, como é o caso dos detentos de 
    um presídio, de crianças dentro de uma escola pública, de carros apreendidos no pátio do 
    Departamento de Trânsito, de armazenamento de armas.

     

    A doutrina classifica esse tipo de situação como FORTUITO INTERNO

     

    Manual de direito Adm,​Matheus Carvalho 2Ed Pag.337

  • A responsabilidade é dita objetiva pois este aluno e também a professora esta sob tutela pública.

  • Nos danos causados a pessoas sob a guarda do Estado (alunos de escolas públicas, detentos e pacientes internados, etc...), a responsabilidade civil do Estado é objetiva, na modalidade risco administrativo, mesmo que os danos não tenham sido diretamente causados por atuação de seus agentes.

  • EMENTA Agravo regimental no recurso extraordinário com agravo. Administrativo. Estabelecimento de ensino. Ingresso de aluno portando arma branca. Agressão. Omissão do Poder Público. Responsabilidade objetiva. Elementos da responsabilidade civil estatal demonstrados na origem. Reexame de fatos e provas. Impossibilidade. Precedentes. 1. A jurisprudência da Corte firmou-se no sentido de que as pessoas jurídicas de direito público respondem objetivamente pelos danos que causarem a terceiros, com fundamento no art. 37, § 6º, da Constituição Federal, tanto por atos comissivos quanto por omissivos, desde que demonstrado o nexo causal entre o dano e a omissão do Poder Público. 2. O Tribunal de origem concluiu, com base nos fatos e nas provas dos autos, que restaram devidamente demonstrados os pressupostos necessários à configuração da responsabilidade extracontratual do Estado. 3. Inadmissível, em recurso extraordinário, o reexame de fatos e provas dos autos. Incidência da Súmula nº 279/STF. 4. Agravo regimental não provido.

    (ARE 697326 AgR, Relator(a):  Min. DIAS TOFFOLI, Primeira Turma, julgado em 05/03/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-078 DIVULG 25-04-2013 PUBLIC 26-04-2013)

  • Gabarito: CORRETO

    Segundo a jurisprudência do STF, quando o Estado tem o dever legal de garantir a integridade de pessoas ou coisas que estejam sob sua proteção direta (ex: presidiários e internados em hospitais públicos) ou a ele ligadas por alguma condição específica (ex: estudantes de escolas públicas) o Poder Público responderá civilmente, por danos ocasionados a essas pessoas ou coisas, com base na responsabilidade objetiva prevista no art. 37, §6º, mesmo que os danos não tenham sido diretamente causados por atuação de seus agentes. Nesse caso, de forma excepcional, o Estado responderá objetivamente pela sua omissão no dever de custódia dessas pessoas ou coisas. Foi dito “de forma excepcional” porque, de regra, a responsabilidade do Estado por danos que não tenham sido causados por uma atuação direta dos agentes públicos é de natureza subjetiva.

    Na situação descrita no item, a professora e o aluno são pessoas ligadas ao Estado por uma condição específica, gerando para o Estado a obrigação de indenizar a professora pelo dano (responsabilidade civil objetiva), ainda que o tiro não tenha sido disparado diretamente por um agente público.



    Fonte: ESTRATÉGIA CONCURSOS

  • Sim.

    A regra geral é que nos casos de omissão a responsabilidade seja subjetiva. Entretanto, quando o estado tem a posição de GARANTIDOR, no caso deve garantir a segurança na escola, ele responde de forma OBJETIVA.

  • O está assume a função de garante.

    Gabarito, certo.

  • No caso mencionado na assertiva, a responsabilidade civil decorre da chamada "relação de custódia", que é uma relação de sujeição especial. Assim, o Poder Público tem o dever de exercer vigilância e proteção de todos aqueles que frequentam o ambiente escolar (alunos, professores, secretários escolares etc.)

    Sobre o assunto, Alexandre Mazza menciona que "Nessas vinculações diferenciadas, a responsabilidade do Estado é mais acentuada do que nas relações de sujeição geral, na medida em que o ente público tem o dever de garantir a integridade das pessoas e bens custodiados. Por isso, a responsabilidade é objetiva inclusive quanto a atos de terceiros".

    Assim, o Estado tem o dever de indenizar a vítima do dano, mesmo que a conduta lesiva não tenha sido praticada por agente públicos.

    Gabarito do Professor: CERTO

    MAZZA, Alexandre. Manual de Direito Administrativo. 8.ed. São Paulo: Saraiva, 2018.

  • Comentário:

    Segundo a jurisprudência do STF, quando o Estado tem o dever legal de garantir a integridade de pessoas ou coisas que estejam sob sua proteção direta (ex: presidiários e internados em hospitais públicos) ou a ele ligadas por alguma condição específica (ex: estudantes de escolas públicas) o Poder Público responderá civilmente, por danos ocasionados a essas pessoas ou coisas, com base na responsabilidade objetiva prevista no art. 37, §6º, mesmo que os danos não tenham sido diretamente causados por atuação de seus agentes. Nesse caso, de forma excepcional, o Estado responderá objetivamente pela sua omissão no dever de custódia dessas pessoas ou coisas. Foi dito “de forma excepcional” porque, de regra, a responsabilidade do Estado por danos que não tenham sido causados por uma atuação direta dos agentes públicos é de natureza subjetiva.

    Na situação descrita no item, a professora e o aluno são pessoas ligadas ao Estado por uma condição específica, gerando para o Estado a obrigação de indenizar a professora pelo dano (responsabilidade civil objetiva), ainda que o tiro não tenha sido disparado diretamente por um agente público.

     Gabarito: Certo

  • Quando é o ALUNO que sofre a lesão é bem tranquilo compreender a responsabilidade OBJETIVA do Estado.

    Mas, percebam que o aluno, estando sob a responsabilidade do Estado, também pode agredir outra pessoa (colegas, professores, serventuários, etc), neste caso a responsabilidade do Estado é também OBJETIVA porque "permitiu" que o referido aluno ingressasse no estabelecimento de ensino com uma arma.

  • hospitais, escolas, presídios ligados à ADM PÚBLICA = responsabilidade objetiva - risco administrativo

  • Correto.

    E o Estado pode, regressivamente, pleitear indenização em face do autor do crime.

  • Gabarito: correto

    Quando o Estado atua como GARANTE , não importa se a conduta foi decorrente de ação ou omissão , a responsabilidade será OBJETIVA.

  • GAB: CERTO

    TEORIA DO RISCO ADM = RESPONSABILIDADE OBJETIVA

  • Acerca da responsabilidade civil do Estado, é correto afirmar que: Se uma professora concursada, ao ministrar aula em uma escola pública, for ferida por um tiro disparado por um aluno, a responsabilidade do Estado pelo dano causado à professora será objetiva.


ID
1454353
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

    Recent corporate collapses, such as EBS International and Société Générale, have brought about renewed scrutiny into corporate governance mechanisms. Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.
    In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. The approach taken by ISACA appears to be largely based upon two concepts. The first concept relates to increasing the awareness of issues and concepts relating to IT governance in the public domain. The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms. Interestingly, the effectiveness of these best-practice mechanisms in improving IT governance is largely based upon conceptual arguments. As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.
    As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.
Internet: < http://onlinelibrary.wiley.com > (adapted).

Based on the text above, judge the following item.

Although considerable research has been devoted to IT governance, rather less attention has been paid to corporate governance mechanisms.

Alternativas
Comentários
  • "The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms."

  • e-

    As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls.

     

    Portanto, houve atenção dada à governança corporativa.

  • A questão compara a atenção destinada à governança de TI com a governança corporativa. O item diz que a atenção disponibilizada para governança de TI foi muito maior do que para governança corporativa.
    O item diz: Embora uma pesquisa considerável tenha sido dedicada à governança de TI, menos atenção foi dada aos mecanismos de governança corporativa.
     No último parágrafo, conforme podemos verificar abaixo, o aumento em termos de importância da TI está atrelado aos mecanismos específicos de uma boa governança corporativa, o que nos remete a entender que ambas têm importância. 
    As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. 
    Tradução:  A medida que a TI aumenta em termos de importância e difusão nas operações das empresas, está inexoravelmente ligada a mecanismos específicos prescritos para uma boa governança corporativa, principalmente para um sistema sólido de controles internos.

    Gabarito do Professor: Errado.

  •   Apesar de uma pesquisa considerável ter sido dedicada à governança de TI, menos atenção tem sido dada aos mecanismos de governança corporativa.

    Comentários: Pela leitura do texto, fica evidente que, com o aumento da pesquisa relacionada à governança de TI tem sido dada MAIS ATENÇÃO aos mecanismos de governança corporativa. A questão afirma que tem sido dada menos atenção a esses mecanismos e, por essa razão, está incorreta.

            As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.

             À medida em que a TI se expande em termos de importância e disseminação nas operações das empresas, está inexoravelmente ligada a mecanismos específicos recomendados para a boa governança corporativa, mais notadamente, um sistema robusto de controles internos. Assim, a efetiva governança de TI é um alicerce fundamental para um bom sistema de governança corporativa que minimiza as perdas de atividades de uma empresa.

    Gabarito: ERRADO


ID
1454356
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

    Recent corporate collapses, such as EBS International and Société Générale, have brought about renewed scrutiny into corporate governance mechanisms. Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.
    In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. The approach taken by ISACA appears to be largely based upon two concepts. The first concept relates to increasing the awareness of issues and concepts relating to IT governance in the public domain. The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms. Interestingly, the effectiveness of these best-practice mechanisms in improving IT governance is largely based upon conceptual arguments. As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.
    As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.
Internet: < http://onlinelibrary.wiley.com > (adapted).

Based on the text above, judge the following item.

The Information Systems Audit and Control Association have advised against a number of steps concerning the implementation of effective IT governance.

Alternativas
Comentários
  • O texto diz: ISACA have undertaken a number of steps...

    undertaken: empreender, aceitar, encarregar-se de

    A assertiva diz: "The Information Systems Audit and Control Association have advised against a number of steps"...

    advised against: desaconselhar

    Gabarito: Errado

  • Against = contrário , contra (FALSO) 

    No texto menciona que ISACA tem empreendido ( undertaken ... to provide guidace... ) 

  • e-

    Tira o against e a afirmacao esta correta

  • O item diz que a Associação de Auditoria e Controle de Sistemas de Informação desaconselhou (advised against)  várias etapas relacionadas à implementação de uma governança de TI efetiva.
    O segundo parágrafo aponta que ao contrário do que diz o item, que a ISACA desaconselhou etapas relacionas à implementação de uma governança de TI eficaz, ela forneceu orientações na implementação de uma governança de TI eficaz. Portanto, o item está errado.

     In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. 
    Tradução: À luz do aumento da conscientização do público, órgãos profissionais como a Associação de Controle e Auditoria de Sistemas de Informação (ISACA) adotaram várias etapas para fornecer orientação na implementação de uma governança de TI efetiva. 
    Gabarito do Professor: Errado.
  •  A Associação de Auditoria e Controle de Sistemas de Informação têm advertido contra uma série de medidas relativas à implementação da governança de TI eficaz.

    Comentários: Observe, no trecho em destaque, que a Associação de Auditoria e Controle de Sistemas de Informação tem empreendido diversas medidas para a orientação relativa à implementação da governança de TI eficaz. A questão afirma que a Associação tem advertido contra uma série de medidas referentes à implantação da governança de TI eficiente. 

            In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. 

            À luz do aumento da consciência pública, organismos profissionais, como a Associação de Auditoria e Controle de Sistemas de Informação (ISACA) empreenderam uma série de medidas para fornecer orientação na implementação da governança de TI eficaz. 

    Gabarito: ERRADO

  • have undertaken a number of steps

    realizaram uma série de etapas

    =-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-

    have advised against a number of steps concerning 

    aconselharam contra uma série de etapas relativas


ID
1454359
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

    Recent corporate collapses, such as EBS International and Société Générale, have brought about renewed scrutiny into corporate governance mechanisms. Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.
    In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. The approach taken by ISACA appears to be largely based upon two concepts. The first concept relates to increasing the awareness of issues and concepts relating to IT governance in the public domain. The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms. Interestingly, the effectiveness of these best-practice mechanisms in improving IT governance is largely based upon conceptual arguments. As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.
    As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.
Internet: < http://onlinelibrary.wiley.com > (adapted).

Based on the text above, judge the following item.

IT governance mechanisms contribute toward an increased level of overall effective IT governance.

Alternativas
Comentários
  • Where's it on the text? guess the last period of the second paragraph says the opposite.

  • c-

    Questoes que afirmam algo baseado em realidade estao geralmente corretas. Logicamente, governança em TI se beneficia se houver uma formalização de seus processos

  • A questão aponta que os mecanismos de governança de TI contribuem para um nível maior de governança eficaz geral da TI. No final do segundo parágrafo, lemos sobre a eficácia desses mecanismos de melhores práticas para melhorar a governança de TI.
    The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms. Interestingly, the effectiveness of these best-practice mechanisms in improving IT governance is largely based upon conceptual arguments.As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.
    Tradução: O segundo conceito envolve o fornecimento de diretrizes e a identificação dos melhores mecanismos de governança de TI. Curiosamente, a eficácia desses mecanismos de melhores práticas para aprimorar a governança de TI é amplamente baseada em argumentos conceituais. Como tal, torna-se importante verificar se esses mecanismos de melhores práticas têm impacto no nível de governança de TI.
    Gabarito do Professor: Certo.
  •        IT governance mechanisms contribute toward an increased level of overall effective IT governance.

           Os mecanismos de governança de TI contribuem para um maior nível de governança global de TI eficaz.

    Comentários: Observe que o texto menciona que com a expansão da TI, há uma melhoria na governança corporativa. Também cita que a efetiva governança de TI é a base essencial para um bom sistema de governaça corporativa. A questão afirma que os mecanismos de governança de TI contribuem para um maior nível de governança global de TI eficaz, o que está de acordo com o texto. 

            As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.

             À medida em que a TI se expande em termos de importância e disseminação nas operações das empresas, está inexoravelmente ligada a mecanismos específicos recomendados para a boa governança corporativa, mais notadamente, um sistema robusto de controles internos. Assim, a efetiva governança de TI é um alicerce fundamental para um bom sistema de governança corporativa que minimiza as perdas de atividades de uma empresa.

    Gabarito: CERTO

  • As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.

    Errei, pois neste trecho fala em se verificar se os mecanismos afetam a governança em ti, não que necessariamente aumentam, melhoram o nível.


ID
1454362
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

    Recent corporate collapses, such as EBS International and Société Générale, have brought about renewed scrutiny into corporate governance mechanisms. Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.
    In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. The approach taken by ISACA appears to be largely based upon two concepts. The first concept relates to increasing the awareness of issues and concepts relating to IT governance in the public domain. The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms. Interestingly, the effectiveness of these best-practice mechanisms in improving IT governance is largely based upon conceptual arguments. As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.
    As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.
Internet: < http://onlinelibrary.wiley.com > (adapted).

Based on the text above, judge the following item.

Internal control is a central issue on corporate governance.

Alternativas
Comentários
  • "it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls."

  • c-

    O uso de TI remete às boas práticas da boa governança, um sistema de controles internos sendo um destes "mecanismos".

  • O item diz que o  controle interno é uma questão central na governança corporativa.
     Podemos entender no texto  que o controle interno age como instrumento de governança, conforme visto no parágrafo abaixo.
     
    As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls
    Tradução: A medida que a TI aumenta em termos de importância e difusão nas operações das empresas, está inexoravelmente ligada a mecanismos específicos prescritos para uma boa governança corporativa, principalmente para um sistema sólido de controles internos. 
     
    Gabarito do Professor: Certo.

ID
1454365
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

    Recent corporate collapses, such as EBS International and Société Générale, have brought about renewed scrutiny into corporate governance mechanisms. Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.
    In light of increased public awareness, professional bodies such as the Information Systems Audit and Control Association (ISACA) have undertaken a number of steps to provide guidance in the implementation of effective IT governance. The approach taken by ISACA appears to be largely based upon two concepts. The first concept relates to increasing the awareness of issues and concepts relating to IT governance in the public domain. The second concept involves the provision of guidelines and the identification of best-practice IT governance mechanisms. Interestingly, the effectiveness of these best-practice mechanisms in improving IT governance is largely based upon conceptual arguments. As such, it becomes important to ascertain if these best-practice mechanisms do impact upon the level of IT governance.
    As IT escalates in terms of importance and pervasiveness in the operations of firms, it is inexorably tied to specific mechanisms that are prescribed for good corporate governance, most notably, a sound system of internal controls. Accordingly, effective IT governance is a critical underpinning for a system of good corporate governance that minimizes agency losses for a firm.
Internet: < http://onlinelibrary.wiley.com > (adapted).

Based on the text above, judge the following item.

In spite of the pervasiveness of IT in many organizations, it is essential for enterprises to balance risks and detect fraud.

Alternativas
Comentários
  • O problema está no conector "in spite of". 

  • Só complementando: o texto não falou em riscos e fraude.

  • Apesar da onipresença da TI em muitas organizações, é essencial para as empresas  equilibrar riscos e detecção de fraudes.
    "Governança de TI é definida como "uma estrutura de relações e processos para dirigir e controlar a empresa, a fim de alcançar os objetivos da empresa, agregando valor, equilibrando risco versus retorno sobre  a TI e seus processos".
    "IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise's goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes".

    O texto não menciona o fato de que a governança de TI é fator para equilíbrio de riscos e detenção de fraudes.
    O item está errado.
  • O erro é por causa do trecho abaixo:

    "order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.


    O texto não fala sobre fraudes.

  • O correto seria "Given the" no lugar de "In spite of"

  • Apesar da difusão da TI em muitas organizações, é essencial para as empresas equilibrar riscos e deter  fraudes.

    A governança de TI é definida como "uma estrutura de relações e processos para dirigir e controlar a empresa, a fim de atingir os objetivos da empresa, agregando valores, equilibrando riscos versus retorno sobre TI e seus processos".

     IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise's goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes".

     O texto fala sobre equilíbrio de riscos, mas não sobre detenção de fraudes.
    O item está errado.
  • e-

    Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.

     

    O uso de TI, por dever estar alinhado aos objetivos da empresa, auxilia na tomada de decisoes estratégicas, inclusive riscos corporativos

  • Apesar da disseminação da TI em muitas organizações, é essencial para as empresas equilibrar riscos e detectar fraudes.

    Comentários: O texto afirma que o objetivo da TI é exatamente agregar valor enquanto equilibra o risco em relação ao retorno sobre a TI e seus processos. Portanto, verifica-se que o autor não fala nada sobre detectar fraudes. 

            Recent corporate collapses, such as EBS International and Société Générale, have brought about renewed scrutiny into corporate governance mechanisms. Given the pervasiveness of Information Technology (IT) in many organizations, the examination of corporate governance mechanisms also includes IT governance mechanisms. IT governance is defined as “a structure of relationships and processes to direct and control the enterprise in order to achieve the enterprise’s goals by adding value while balancing risk versus return over IT and its processes”.

             Colapsos corporativos recentes, como na EBS Internacional e na Société Générale, trouxeram uma análise renovada aos mecanismos de governança corporativa. Dada a disseminação da tecnologia da informação (TI) em muitas organizações, o exame dos mecanismos de governança corporativa também inclui mecanismos de governança de TI. A governança de TI é definida como "uma estrutura de relações e processos para dirigir e controlar a empresa, a fim de atingir os seus objetivos, por meio da agregação de valor enquanto equilibra o risco versus o retorno sobre a TI e seus processos".

    Gabarito: ERRADO


ID
1454602
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Julgue o item a seguir, de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF).

As instituições integrantes do sistema financeiro nacional devem, mensalmente, apropriar as rendas, como mora, ganhos, receitas, despesas e perdas e, semestralmente, apurar os resultados do período.

Alternativas
Comentários
  • Onde está o erro dessa assertiva? 

    No cosif está assim: "c) fazer a apropriação mensal das rendas, inclusive mora, receitas, ganhos, lucros, despesas, perdas e prejuízos, independentemente da apuração de resultado a cada seis meses;"

  • Erro: "As instituições integrantes do sistema financeiro nacional " - Apenas as instituições obrigadas a utilizar o COSIF

  • Essa pegadinha foi bem FDP!!!!
  • Gab.: (e)


    Alternativa: As instituições integrantes do sistema financeiro nacional devem, mensalmente, apropriar as rendas, como mora, ganhos, receitas, despesas e perdas e, semestralmente, apurar os resultados do período.


    Literalidade do dispositivo: Cabe à instituição fazer a apropriação mensal das rendas, inclusive mora, receitas, ganhos, lucros, despesas, perdas e prejuízos, independente da apuração de resultado a cada seis meses.


    ~ Profs. Carlos Roberto, Iuri David e Enrico Dalla


ID
1454605
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Julgue o item a seguir, de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF).

Se os títulos de valores mobiliários adquiridos há menos de seis meses produzirem rendimentos, estes deverão ser reconhecidos diretamente no resultado do período.

Alternativas

ID
1454608
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Julgue o item a seguir, de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF).

Nas operações com opções realizadas por conta própria pelas instituições financeiras, pelas demais instituições autorizadas a funcionar pelo BACEN e pelas administradoras de consórcios, deve-se registrar, na data da operação, o valor dos prêmios pagos ou recebidos na adequada conta de ativo ou passivo, respectivamente. Se a opção for exercida, deve ser baixado como receita ou despesa, conforme o caso.

Alternativas
Comentários
  • Nas operações com opções realizadas por conta própria pelas instituições financeiras, pelas demais instituições autorizadas a funcionar pelo BACEN e pelas administradoras de consórcios, deve-se registrar, na data da operação, o valor dos prêmios pagos ou recebidos na adequada conta de ativo ou passivo, respectivamente. Se a opção for exercida, deve ser baixado como despesa (pelo pagamento do ativo) e receita (pelo recebimento do passivo) - os dois, não um ou outro.

  • Segundo a circular  n° 3.082 do Bacen:

    II - nas operações com opções deve ser registrado, na data da operação, o valor
    dos prêmios pagos ou recebidos na adequada conta de ativo ou passivo, respectivamente, nela
    permanecendo até o efetivo exercício da opção, se for o caso, quando então deve ser baixado
    como redução ou aumento do custo do bem
    ou direito, pelo efetivo exercício, ou como receita ou
    despesa
    , no caso de não exercício, conforme o caso;

  • Se a opção for exercida, deve ser baixado como redução ou aumento do custo do bem ou direito.

    Gabarito: ERRADO.

  • Se a opção NÃO for exercida, deve ser baixado como receita ou despesa.


ID
1454611
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Julgue o item a seguir, de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF)

As notas explicativas que acompanham as demonstrações contábeis das instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo BACEN devem evidenciar, detalhadamente, entre outras informações, a composição da carteira de operações de crédito, sendo informados a distribuição das operações, segregadas por tipo de cliente e atividade econômica, a distribuição por faixa de vencimento.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Certo

    As Notas Explicativas são complementos às , quadros analíticos ou outras  necessárias à plena avaliação da situação e da evolução patrimonial da empresa.

    A  enumera o mínimo dessas notas e induz à sua ampliação quando for necessário para o devido "esclarecimento da situação patrimonial e dos ". Nesse valor mínimo incluem-se a descrição dos critérios de avaliação dos  e das práticas contábeis adotadas, dos ajustes dos exercícios anteriores, reavaliações, ônus sobre , detalhamento das dívidas de longo prazo, do capital e dos investimentos relevantes em outras empresas, eventos subseqüentes importantes após a data do  etc.

    fonte:pt.wikipedia.org/wiki/Notas_explicativas

  • CAPITULO 6 COSIF

    12 - Devem ser divulgadas em nota explicativa às demonstrações financeiras informações detalhadas sobre a composição da carteira de operações de crédito, observado, no mínimo: (Res 2682 art 11 I/III; Res 2697 art 3º)

    a) distribuição das operações, segregadas por tipo de cliente e atividade econômica;

    b) distribuição por faixa de vencimento;

    c) montantes de operações renegociadas, lançados contra prejuízo e de operações recuperadas, no exercício;

    d) distribuição nos correspondentes níveis de risco previstos no item 1, segregando-se as operações, pelo menos, em créditos de curso normal com atraso inferior a 15 (quinze) dias, e vencidos com atraso igual ou superior a 15 (quinze) dias.


ID
1454617
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Ainda no que se refere ao COSIF, julgue o item a seguir.

O objetivo básico do conjunto das demonstrações financeiras é o fornecimento de informações que visem garantir uniformidade à obtenção e à divulgação de informações econômico-financeiras atualizadas, de modo a atender o maior número possível de interessados no desempenho das atividades sociais do sistema financeiro.

Alternativas
Comentários
  • " As normas consubstanciadas neste Plano Contábil têm por objetivo uniformizar os registros contábeis dos atos e fatos administrativos praticados, racionalizar a utilização de contas, estabelecer regras, critérios e procedimentos necessários à obtenção e divulgação de dados, possibilitar o acompanhamento do sistema financeiro, bem como a análise, a avaliação do desempenho e o controle, de modo que as demonstrações financeiras elaboradas, expressem, com fidedignidade e clareza, a real situação econômico-financeira da instituição e conglomerados financeiros. (Circ 1273)"

     

  • De uma forma simples: as empresas possuem seu plano de contas e as instituições financeiras, COSIF.


    COSIF é uma padronização do plano de contas das instituições financeiras, uma norma contábil expedida pelo BCB.


ID
1454620
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Ainda no que se refere ao COSIF, julgue o item a seguir.

Se uma instituição autorizada a funcionar pelo BACEN controla outra instituição que possui participação societária na controladora, as participações recíprocas e eventuais dividendos declarados entre ambas devem ser eliminados para a obtenção do balanço patrimonial consolidado.

Alternativas
Comentários
  • art 21 "eliminação do valor do investimento de uma, contra a correspondente participação acionária no patrimônio líquido da outra, observada a existência de dividendos declarados entre ambas, os quais devem ser eliminados"

  • Gabarito: Certo

    art 21 "eliminação do valor do investimento de uma, contra a correspondente participação acionária no patrimônio líquido da outra, observada a existência de dividendos declarados entre ambas, os quais devem ser eliminados"


ID
1454623
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Ainda no que se refere ao COSIF, julgue o item a seguir.

Em uma operação de desconto de títulos, na qual o cliente recebe o valor líquido das despesas de juros, a instituição financeira deverá registrar o valor correspondente aos juros em conta patrimonial de rendas antecipadas.

Alternativas
Comentários
  • A pessoa que adquiri o título, seja qual for, tem um direito que é recebe-lo + os juros. As "despesas de juros" mencionada na questão diz respeito a uma despesa a entidade que vendeu o título e prometeu um pagamento remunerado por juros, logo se é uma despsa pra entidade não há o que se falar em rendas, muito menos antecipada.

  • A instituição financeira registra como Receita, certo?

     

  • COSIF - PRINCÍPIOS GERAIS - CAPÍTULO 10:

    1 - Operações com Taxas Prefixadas:

    a) as operações ativas e passivas contratadas com rendas e encargos prefixados contabilizam-se pelo valor presente, registrando-se as rendas e os encargos a apropriar em subtítulo de uso interno do próprio título ou subtítulo contábil utilizado para registrar a operação; (Circ 1273; Circ 2568 art 2º)

    b) as rendas e os encargos dessas operações são apropriados mensalmente, a crédito ou a débito das contas efetivas de receitas ou despesas, conforme o caso, em razão da fluência de seus prazos, admitindo-se a apropriação em períodos inferiores a um mês; (Circ 1273)

    Ou seja, a operação de desconto de títulos é uma operação pré-fixada (o comerciante vai até o banco com a duplica e negocia um valor pelo qual ele aceita descontar o título, receber na hora mediante um deságio, o valor que ele recebe é o Valor Presente do título, ajustado por uma taxa pré-fixada/definida entre as partes, sendo:

    VP = VF/(1+i)^n

    Em resumo, resta configurado que a operação de desconto de títulos é uma operação com taxa pré-fixada, devendo as rendas dessa operação serem apropriadas em razão da fluência dos prazos. Traduzindo:

    No momento do desconto do título (quando o banco faz o contrato com quem tem o título), o banco lança o VP (valor do título descontado pela taxa combinada) a débito na conta de títulos descontados (AT) e a crédito em depósitos à vista/ "conta corrente" (P- pois a conta depósitos à vista é uma obrigação do banco para com o cliente, é como se o cliente emprestasse o saldo da CC ao banco, logo, enquanto o cliente não sacar o valor descontado, o valor constará do passivo do banco). À medida que os prazos fluírem (duplicata vencer), o banco faz a apropriação da renda (diferença entre o valor do título e o valor descontado), pelo regime de competência. Fica mais fácil de imaginar um cheque vencendo posteriormente, perfazendo o valor total de R$ 1.000,00, o banco paga R$ 700,00 por esse cheque e não cobra nenhuma tarifa administrativa (kkk!), o lançamento do banco, no primeiro momento, é:

    D: COSIF 1.6.1 (...) - Títulos Descontados - R$ 700,00

    C: COSIF 4.1.1 (...) - DEPÓSITOS À VISTA - R$ 700,00

    No momento em que os prazos fluírem (cheque vencer), o banco apropria as rendas!


ID
1454626
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Ainda no que se refere ao COSIF, julgue o item a seguir.

O comitê de auditoria deve elaborar um relatório anual contendo, entre outras informações, a avaliação da qualidade das demonstrações contábeis relativas aos respectivos períodos, com ênfase na aplicação das práticas contábeis adotadas no Brasil e no cumprimento de normas editadas pelo BACEN e com evidenciação das deficiências detectadas.

Alternativas
Comentários
  • COSIF, item 1.34.5.28:

     

    28 – O comitê de auditoria deve elaborar, ao final dos semestres findos em 30 de junho e 31 de dezembro, documento denominado relatório do comitê de auditoria contendo, no mínimo, as seguintes informações: (Res 3198 RA art 17 I/V)


    a) atividades exercidas no âmbito de suas atribuições, no período;


    b) avaliação da efetividade dos sistemas de controle interno da instituição, com ênfase no cumprimento do disposto na Resolução 2.554, de 24 de setembro de 1998, e com evidenciação das deficiências detectadas;


    c) descrição das recomendações apresentadas à diretoria, com evidenciação daquelas não acatadas e respectivas justificativas;


    d) avaliação da efetividade das auditorias independente e interna, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à instituição, além de regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas;


    e) avaliação da qualidade das demonstrações contábeis relativas aos respectivos períodos, com ênfase na aplicação das práticas contábeis adotadas no Brasil e no cumprimento de normas editadas pelo Banco Central do Brasil, com evidenciação das deficiências detectadas.

     

    Gabarito: CERTO

  • No enunciado fala em relatório anual, porém no Cosif aparece que devem ser elaborados semestralmente

    28 – O comitê de auditoria deve elaborar, ao final dos semestres findos em 30 de junho e 31 de dezembro, documento denominado relatório do comitê de auditoria contendo, no mínimo, as seguintes informações: (Res 3198 RA art 17 I/V)

    a) atividades exercidas no âmbito de suas atribuições, no período;

    b) avaliação da efetividade dos sistemas de controle interno da instituição, com ênfase no cumprimento do disposto na  Resolução 2.554, de 24 de setembro de 1998, e com evidenciação das deficiências detectadas;

    c) descrição das recomendações apresentadas à diretoria, com evidenciação daquelas não acatadas e respectivas justificativas;

    d) avaliação da efetividade das auditorias independente e interna, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à instituição, além de regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas;

    e) avaliação da qualidade das demonstrações contábeis relativas aos respectivos períodos, com ênfase na aplicação das práticas contábeis adotadas no Brasil e no cumprimento de normas editadas pelo Banco Central do Brasil, com evidenciação das deficiências detectadas.

  • 5. Elaboração e Divulgação de Demonstrações Consolidadas no Padrão do IASB

     

    1-   As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, constituídas sob a forma de companhia aberta ou que sejam obrigadas a constituir comitê de auditoria nos termos da regulamentação em vigor, devem, a partir da data-base de 31 de dezembro de 2010, elaborar e divulgar anualmente demonstrações contábeis consolidadas adotando o padrão contábil internacional, de acordo com os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), traduzidos para a língua portuguesa por entidade brasileira credenciada pela International Accounting Standards Committee Foundation (IASCFoundation). (Res 3786 art 1º)


  • 5. Elaboração e Divulgação de Demonstrações Consolidadas no Padrão do IASB

     

    1-   As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, constituídas sob a forma de companhia aberta ou que sejam obrigadas a constituir comitê de auditoria nos termos da regulamentação em vigor, devem, a partir da data-base de 31 de dezembro de 2010, elaborar e divulgar anualmente demonstrações contábeis consolidadas adotando o padrão contábil internacional, de acordo com os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), traduzidos para a língua portuguesa por entidade brasileira credenciada pela International Accounting Standards Committee Foundation (IASCFoundation). (Res 3786 art 1º)


  • 5. Elaboração e Divulgação de Demonstrações Consolidadas no Padrão do IASB

     

    1-   As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, constituídas sob a forma de companhia aberta ou que sejam obrigadas a constituir comitê de auditoria nos termos da regulamentação em vigor, devem, a partir da data-base de 31 de dezembro de 2010, elaborar e divulgar anualmente demonstrações contábeis consolidadas adotando o padrão contábil internacional, de acordo com os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), traduzidos para a língua portuguesa por entidade brasileira credenciada pela International Accounting Standards Committee Foundation (IASCFoundation). (Res 3786 art 1º)



ID
1454629
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Com relação ao Pronunciamento Técnico CPC 1, que trata da redução ao valor recuperável de ativos, julgue o item abaixo.

Ao realizar o teste de recuperabilidade do ativo, é necessário determinar tanto o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo quanto seu valor em uso.

Alternativas
Comentários
  • CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável 


    18. Este Pronunciamento define valor recuperável como o maior valor entre o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo ou de unidade geradora de caixa e o seu valor em uso. Os itens 19 a 57 estabelecem as exigências para mensuração do valor recuperável. Essas exigências usam o termo “um ativo”, muito embora se apliquem igualmente a um ativo individual ou a uma unidade geradora de caixa.


    19. Nem sempre é necessário determinar o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo e seu valor em uso. Se qualquer um desses montantes exceder o valor contábil do ativo, este não tem desvalorização e, portanto, não é necessário estimar o outro valor. 


    gab: E


  • Um outro exemplo, além do comentado pelo Thiago é o Seguinte:


    "Se não há razão para acreditar que o valor em uso de um ativo exceda materialmente seu valor justo líquido de despesas de venda, o valor justo líquido de despesas de venda do ativo pode ser considerado como seu valor recuperável. Esse será frequentemente o caso para um ativo que é mantido para alienação. Isso ocorre porque o valor em uso de ativo mantido para alienação corresponderá principalmente às receitas líquidas da baixa, uma vez que os futuros fluxos de caixa do uso contínuo do ativo, até sua baixa, provavelmente serão irrisórios." (grifei). Fonte: Item 21 do CPC 01 (R1).


    Vejam que nesse caso não teria lógica aplicar o critério da Estimativa do Fluxo Futuro de caixa, visto que o ativo seria classificado como mantido para venda. Ou seja, para que descobrir o quanto eu receberia de dinheiro, pelo uso desse ativo, ao longo das minhas operações, se eu pretendo na verdade é vendê-lo? 

    Portanto esse é um caso em que podemos adotar apenas um dos critérios para Reduzir o Ativo ao seu Valor Recuperável..... 
  • O grande problema dos CPC´s é que o texto é mera tradução do original em inglês, e fica um texto extremente chato. Na prática o exercício é o seguinte:

    1 - Valor contábil: 1.000,00

    2 - Valor justo: 2.000,00

    Precisa calcular o Valor em Uso? Não. Ainda que ele seja manor que o valor contábil, vai prevalecer como valor recuperável o MAIOR. Se ele for maior do que o valor justo, o trabalho de cálculo foi inútil porque da sua utilização não resultará a aplicação do ajuste por impairment.

     

     

  • Entendo o raciocínio maaaas...como saber se não é necessário determinar o Valor Justo Líquido e o Em Uso sem antes calculá-los? Se algum deles exceder o valor contábil, realmente n terá impairment! Mas para isso, preciso calcular esses valores para poder compará-los com o contábil!

    Logo, "ao realizar o teste de recuperabilidade do ativo, é necessário determinar tanto o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo quanto seu valor em uso" deveria ser considerada correta...pois temos que determiná-los para poder saber se houve perda ou não ao compará-los com o valor contábil.

    Mas enfim, não adianta brigar c a banca...

  • Para fins de teste do VALOR RECUPERÁVEL de um ativo, dois valores são considerados para a comparação com o valor contábil: o VALOR EM USO e o VALOR DE VENDA desse ativo, devendo ser escolhido o MAIOR entre os dois.

     

  • Esta é regra, entretanto, se houver uma perda por desvalorização já contabilizada anteriormente, é cabível a diminuição dessa perda, pela contabilização de um ganho, desde que este não ultrapasse o valor da perda anteriormente reconhecida.

  • Nem sempre é necessário, caso o primeiro que você calcule já apresente um valor superior ao contábil não se faz necessário o calculo do segundo.

  • Gabarito: ERRADO

    O CPC 01 prevê expressamente que nem sempre é necessário determinar o valor justo líquido de despesas de venda e o valor de uso. Observe:

    "Nem sempre é necessário determinar o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo e seu

    valor em uso. Se qualquer um desses montantes exceder o valor contábil do ativo, este não tem desvalorização e, portanto, não é necessário estimar o outro valor."

    Exemplo:

    Valor Contábil de 80.000

    Você calculou o valor de uso e descobriu que este era de 90.000.

    Pronto, não precisa mais calcular o valor justo líquido de despesas de venda, pois já descobriu que o valor de uso é maior que o valor contábil, não sofrendo, portanto, desvalorização.

  • Discordo do gabarito. E se houver reversão a fazer? Questão mal feita

  • Pessoal, questão ERRADA.

    Isso ocorre pelo seguinte fato: se a entidade verificar que o Valor Realizável Líquido (VRL) OU o Valor em Uso (VU) está maior do que o valor contábil, ela não precisa proceder com a mensuração do outro valor. Já que nas hipóteses em que o Valor Contábil é menor do que o VRL ou VU, nada faz.

  • Uma hora oque vale é a REGRA outra hora oque vale é a EXCEÇÃO....

  • Ao realizar o teste de recuperabilidade do ativo, é necessário determinar o valor

    contábil e o valor recuperável de um ativo, que é o maior entre o valor justo

    líquido de despesas de venda e o seu valor em uso.

    errado

  • Outra questão para complementar o assunto:

    Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TJ-SE Prova: CESPE - 2014 - TJ-SE - Analista Judiciário - Contabilidade

    Em algumas situações, para mensurar o valor recuperável de um ativo intangível, não é necessário determinar o valor justo líquido de despesas de venda e o valor em uso desse ativo. Isso acontece quando um desses valores excede o valor contábil do intangível, de acordo com o CPC 01 (R1) – Redução ao Valor Recuperável. (CERTO)

  • só olhar Q40318

  • Olha que pegadinha da banca! De acordo com o item 19 do CPC 01 pode haver situações onde não é necessário calcular os dois valores. Isso ocorre quando um deles já é superior ao valor contábil do ativo.

    19. Nem sempre é necessário determinar o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo e seu valor em uso. Se qualquer um desses montantes exceder o valor contábil do ativo, este não tem desvalorização e, portanto, não é necessário estimar o outro valor.

    Com isso, incorreta a afirmativa.


ID
1454635
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

A respeito do Pronunciamento Técnico CPC 24, que trata de evento subsequente, julgue o próximo item.

Considere que determinada instituição financeira tenha identificado significativos eventos subsequentes ao período contábil e que, dada a natureza deles, não tenha havido ajustes nas demonstrações contábeis. Nesse caso, a instituição financeira poderá evidenciar, ou não, estes eventos subsequentes.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: ERRADO

     


    CPC 24

     

    Se os eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis são significativos, mas não originam ajustes, sua não divulgação pode influenciar as decisões econômicas a serem tomadas pelos usuários com base nessas demonstrações. Consequentemente, a entidade deve divulgar as seguintes informações para cada categoria significativa de eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis que não originam ajustes:

    (a) a natureza do evento;

    (b) a estimativa de seu efeito financeiro ou uma declaração de que tal estimativa não pode ser feita. 

     

     

  • CPC 24, item 21, referente ao comentário da Paula T

  • Assistam o vídeo da Prof Camila Sá sobre este conteúdo, super indico a todos

    https://youtu.be/rKnttHnvVJA

  • A entidade deve divulgar em Notas Explicativas as seguintes informações para cada categoria significativa de eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis que não originam ajustes:

    (a) a natureza do evento;

    (b) a estimativa de seu efeito financeiro ou uma declaração de que tal estimativa não pode ser feita.

    Com isso, incorreta a afirmativa.

  • Errado

    Evento subsequente ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis que não originam ajustes

    Se os eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis são significativos, mas não originam ajustes, sua não divulgação pode influenciar as decisões econômicas a serem tomadas pelos usuários com base nessas demonstrações. Consequentemente, a entidade deve divulgar as seguintes informações para cada categoria significativa de eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis que não originam ajustes:

    (a) a natureza do evento;

    (b) a estimativa de seu efeito financeiro ou uma declaração de que tal estimativa não pode ser feita.

  • O evento subsequente DEVE ser divulgado em notas explicativas e NÃO DEVE ser ajustado (atualizado) nas demonstrações contábeis.


ID
1454638
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Julgue o item a seguir, com base no Pronunciamento Técnico CPC 25, que trata de provisões, passivos contingentes e ativos contingentes.

Os ativos contingentes devem ser reconhecidos nas demonstrações contábeis quando for possível a realização de uma estimativa confiável do valor.

Alternativas
Comentários
  • Quando for provável.

  • Gabarito ERRADO

    Segundo o CPC 25 provisões, passivos contigentes e ativos contigentes:

    Ativo contingente
    31. A entidade não deve reconhecer um ativo contingente
    32. Os ativos contingentes surgem normalmente de evento não planejado ou de outros não esperados que dão origem à possibilidade de entrada de benefícios econômicos para a entidade. Um exemplo é uma reivindicação que a entidade esteja reclamando por meio de processos legais, em que o desfecho seja incerto.

    34. O ativo contingente é divulgado, como exigido pelo item 89, quando for PROVÁVEL a entrada de benefícios econômicos.

    bons estudos

  • Inverteu conceitos.

    CPC 25

    Provisão

     

    14. Uma provisão deve ser reconhecida quando:

    (c) possa ser feita uma estimativa confiável do valor da obrigação.

  • Gab: ERRADO

     

    Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado.Porém, quando a realização do ganho é praticamente certa, então o ativo relacionado não é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado.

  • Ativos e passivos contingentes não devem ser reconhecidos!

     

    Eles não são reconhecidos porque sua existência depende de um ou mais eventos futuros incertos.

     

     

    GAB: ERRADO

  • Segundo o CPC 25, Ativo Contingente é um ativo possível que resulta de eventos passados e cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controle da entidade.

    Nos termos do CPC 25, os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. Porém, quando a realização do ganho é praticamente certa, então o ativo relacionado não é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado.

  • Errado

    CPC 25

    Qualquer termo (contingente) não reconhece no balanço patrimonial!

  • Pelo princípio da prudência o ativo contingente, mesmo que provável, não deve ser contabilizado.

  • OS ATIVOS CONTINGENTES não são reconhecidos nas demonstrações contábeis.

    GABARITO: ERRADO.

  • Gabarito: ERRADO

    Ativo contingente.

    Praticamente certa (o ativo não é contingente, deve ser considerado um ativo).

    Provável (não contabiliza, mas divulga em notas explicativas).

    Possível (não contabiliza e não divulga em notas, não é um ativo)

  • Errado, pois o ativo contingente não é reconhecido no balanço patrimonial; ele deve ser divulgado em notas explicativas.

  • Possível é o que PODE ocorrer ou ser feito. Há possibilidade? Então é possível. 

    Provável, o que DEVE ocorrer, que apresenta probabilidade de ocorrer: Sem estudar, é possível passar no vestibular de medicina, mas não provável.

    É possível, mas não provável, que eu ganhe a MegaSena. Se ele se nega a apostar, não é possível ganhar na loteria.

  •  Gab. E

    Contingentes + reconhecidos = não

  • PASSIVOS CONTINGENTES

    PROVÁVEIS (+50%) - SÃO CONTABILIZADOS E DIVULGADOS EM NOTAS, SÃO CHAMADOS DE PROVISÕES (obrigação presente, estimativa confiável da obrigação, com prazos ou valores incertos)

    POSSÍVEIS - NÃO SÃO CONTABILIZADOS, MAS SÃO DIVULGADOS EM NOTAS

    REMOTOS - NÃO SÃO CONTABILIZADOS E NEM DIVULGADOS EM NOTAS

    ATIVO CONTINGENTE - NÃO É CONTABILIZADO (não se reconhece), CASO SEJA PROVÁVEL SERÁ DIVULGADO EM NOTA.

  • GABARITO ERRADO

    Ativo Contingente: ativo possível que resulta de eventos passados e sua existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um evento futuro incerto, não totalmente sob controle da entidade.

    A entidade não deve reconhece-lo.

    Ex: entidade que reclama um direito por meio de um processo.

    FONTE: Meus resumos, CPC 25.

    "Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço".

  • Segundo o CPC 25, Ativo Contingente é um ativo possível que resulta de eventos passados e

    cuja existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros

    incertos não totalmente sob controle da entidade.

    Nos termos do CPC 25, os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações

    contábeis, uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. Porém,

    quando a realização do ganho é praticamente certa, então o ativo relacionado não é um ativo

    contingente e o seu reconhecimento é adequado.

    Gabarito: Errado

    FONTE: ESTRATÉGIA

  • ATIVO CONTINGENTE = provável = NÃO RECONHECE, MAS DIVULGA EM NOTAS.

    Se sua entrada for PRATICAMENTE CERTA, o ítem deixa de ser Contingente e passa a ser Ativo, devendo este ser Reconhecido e divulgado em notas”.

    Se a entrada for possível - NÃO FAZ NADA

    ————————————————————————

    PASSIVO CONTINGENTE = possível = NÃO RECONHECE, MAS DIVULGA EM NOTAS.

    Se sua saída for PROVÁVEL, o ítem PASSA A SER UMA PROVISÃO, devendo este ser Reconhecido e divulgado em notas”.

    Se sua saída for remota - NÃO FAZ NADA

    abs do Vila

  • ATIVO CONTINGENTE NÃO É RECONHECIDO.

  • Ativo contingente é quando é PROVÁVEL e nesse caso, apenas divulga em notas explicativas.


ID
1454641
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Julgue o item a seguir, com base no Pronunciamento Técnico CPC 23, que trata de políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erros.

Não constitui mudança nas políticas contábeis nem a adoção de política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente nem a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais.

Alternativas
Comentários
  • CPC - 23

    16. Não constituem mudanças nas políticas contábeis:

    (a) a adoção de política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente; e


    (b) a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais.


  • É a típica letra de lei que você passa, não entende muito bem o que está escrito e pensa: nao, isso não.


    Aí o examinador da sua prova passa, não entende muito bem o que está escrito e pensa: sim, isso sim!

  • Como uma adoção de política contábil que seja essencialmente diferente da política anterior não é mudança na política contábil?

  • Vimos que não constituem mudanças nas políticas contábeis:

    (a) a adoção de política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente; e

    (b) a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais.

    Com isso, correta a afirmativa. 

  • Exatamente isso leonardo_marmentini, não achei nenhum lugar explicando de maneira didática esta parte. Parece que é meio obscuro para todo mundo, e ninguém arrisca! É tipo: "decore e acerte".

  • Rita, ocorre que a questão em momento algum trata de correção do valor venal pela inflação. Ao contrário, o item fala em lei alterando o valor venal, majorando, portanto, o valor do imposto.

  • Certo

    CPC 23 raras questões, mas o Leonardo_marmentini definiu bem.

  • Entendi nada

  • Correto

    A entidade deve alterar uma política contábil apenas se a mudança:

    > for exigida por Pronunciamento, Interpretação ou Orientação; ou

    > resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos das transações, outros eventos ou condições acerca da posição patrimonial e financeira, do desempenho ou dos fluxos de caixa da entidade.

    Não constituem mudanças nas políticas contábeis:

    > a adoção de política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente;

    > a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais.

    Fonte: Leandro Ricardo Machado da Silveira

    Estratégia Concursos

  • Leio, releio, leio novamente e tento mais uma vez, mas parece que estou lendo grego kkkkk. Com essa leitura altamente técnica do CPC, até memorizar fica difícil >.<

  • Entendi...mas, não compreendi.

  • Não constitui mudança nas políticas contábeis

    nem

    a adoção de política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente

    nem

    a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais.

  • Juliano,

    basicamente.... "Não constitui mudança nas políticas contábeis nem a adoção de política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente" = não tem nada a ver com o que é feito atualmente, ou seja, é algo novo;

    "nem a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais." = não se aplica ao que já está constituído, ou se constituído está é irrelevante (imaterial), aplica-se a algo novo;

  • #Respondi errado!!!


ID
1454647
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, julgue o item a seguir.

Na contabilização de ativos, os ativos intangíveis serão amortizados e dispensados do impairment test, caso sua vida útil seja definida.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito ERRADO

    De acordo com o CPC 04 Ativo Intangível:

    Item 6. Um ativo intangível deve ser mensurado inicialmente pelo seu custo

                 Ativo intangível com vida útil indefinida

    Item 22. Um ativo intangível com vida útil indefinida não deve ser amortizado.

    Item 23. De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, é exigido que uma entidade teste a recuperação de um ativo intangível com vida útil indefinida comparando o seu valor recuperável com o seu respectivo valor contábil, anualmente ou sempre que haja uma indicação de que o ativo intangível pode estar perdendo substância econômica

    Resumindo
    Intangível com vida útil definida: Faz impairmet e faz amortização
    Intangível com vida útil indefinida: Faz impairmtn mas não amortiza.

    bons estudos

  • Esse Cespe é doido. Ora a questão é errada, ora a mesma questão é certa. Isso tá mais pra casa lotérica que pra banca de concurso.

  • CESPE - 2014 - ANATEL - Especialista - Contabilidade

     

    Acerca dos ativos intangíveis e do teste deimpairment, julgue o item a seguir.

    Caso determinado ativo intangível tenha vida útil finita delimitada com precisão, é dispensável o teste de impairment.

     

    CERTO.

  • Não necessariamente, eles podem ser dispensados, se vão é outra coisa. A questão esta generalizando. 

  • Galera, cuidado com a interpretação: carro-chefe do CESPE.

     

    Na contabilização de ativos, os ativos intangíveis serão amortizados e dispensados do impairment test, caso sua vida útil seja definida. (E) Caso tenha  indícios de desvalorização, deve-se fazer o teste de impairment.

     

    CESPE - 2014 - ANATEL - Especialista - Contabilidade

    Caso determinado ativo intangível tenha vida útil finita delimitada com precisão, é dispensável o teste de impairment. (C) PODE SER DISPENSADO, caso não haja indícios de desvalorização.

     

    5 PERIODICIDADE DE REALIZAÇÃO DO IMPAIRMENT TEST


    9. A entidade deve avaliar ao fim de cada período de reporte se há alguma indição de que um ativo possa ter sofrido desvalorização. Se houver alguma indicação, a entidade deve estimar o valor recuperável do ativo.


    Em síntese, funciona assim: Para os ativos em geral (como os imobilizados), a empresa deve verificar se há indícios de desvalorização no final do período de reporte (exercício social). Havendo indícios, a empresa faz uma estimativa formal da recuperabilidade. Não havendo, esta estimativa formal está dispensada.


    Todavia, existem três ativos que devem ser avaliados formalmente, ainda que não haja indícios de perda. São eles:


    - Goodwill

    - Intangível com vida indefinida

    - Intangível que ainda não está em uso.
     

    Fonte: Gabriel Rabelo e Luciano Rosa (Estratégia)

     

     

  • Dispensados ≠ Dispensável

  • Todos os intangíveis se sujeitam ao Teste de Recuperabilidade, o que já torna a afirmativa incorreta.

    A diferença entre os ativos intangíveis de vida útil definida ou indefinida está na aplicação da amortização naqueles e não nestes. 

    Zé Curioso: “Professor, isso é plenamente lógico! Não há como amortizar um intangível cuja vida útil é indefinida, pois não temos uma variável da equação!”

    Perfeito Zé! Você está corretíssimo! Como poderíamos calcular a amortização de um intangível cuja vida útil é indefinida se o denominador da equação é a própria vida útil, não é?

    Amortização Anual = (Custo - Valor Residual) / (Vida Útil)

    Se não sabemos a vida útil impossível calcular a amortização!

  • O impairment test (teste de recuperabilidade) é aplicável a todos os ativos intangíveis (com vida útil definida ou indefinida).

  • Gabarito: E

    Ativo Intangível

    Vida útil definida: deve ser amortizado

    Vida útil indefinida: não deve ser amortizado

  • Gabarito Errado

    Vida útil definida

    Amortiza

    Sofre teste de recuperabilidade

    Vida útil indefinida

    Não amortiza

    Sofre teste de recuperabilidade

  • ERRADO!

    Questão similar:

    CESPE - ANATEL - 2014

    Caso determinado ativo intangível tenha vida útil finita delimitada com precisão, é dispensável o teste de impairment. CERTO!

  • Art. 183. § 3o A companhia deverá efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado e no intangível, a fim de que sejam: (Redação dada pela Lei no 11.941, de 2009)

    Pronunciamento CPC 04 (R1 – rev. 03) – Ativo Intangível:

    97. O valor amortizável de ativo intangível com vida útil definida deve ser apropriado de forma sistemática ao longo da sua vida útil estimada. A amortização deve ser iniciada a partir do momento em que o ativo estiver disponível para uso, ou seja, quando se encontrar no local e nas condições necessários para que possa funcionar da maneira pretendida pela administração.

  • GABARITO ERRADO!

    .

    .

    SE A VIDA ÚTIL É DEFINIDA, É DISPENSÁVEL O TESTE DE RECUPERABILIDADE, E NÃO DISPENSADO.

    RUMO À TERRA SANTA. DEUS VULT!

  • INTANGÍVEL

    BENS INCORPÓREOS DESTINADOS À MANUTENÇÃO ou FUNDO DE COMÉRCIO ADQUIRIDO.

    1.TESTE DE RECUPERABILIDADE / IMPAIRMENT TEST (CPC 01)

    No mínimo, ANUALMENTE:

    1. INTANGÍVEL INDEFINIDO;

    2. INTANGÍVEL NÃO DISPONÍVEL PARA USO;

    3. Ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (GOODWILL).

    * INTANGÍVEL DEFINIDO → Quando houver INDÍCIOS de DESVALORIZAÇÃO

    2.VIDA ÚTIL (CPC 04)

    DEFINIDA = AMORTIZA

    INDEFINIDA = NÃO AMORTIZA

  • Todos os intangíveis se sujeitam ao Teste de Recuperabilidade, o que já torna a afirmativa incorreta.

    A diferença entre os ativos intangíveis de vida útil definida ou indefinida está na aplicação da amortização naqueles e não nestes. 

    Zé Curioso: “Professor, isso é plenamente lógico! Não há como amortizar um intangível cuja vida útil é indefinida, pois não temos uma variável da equação!”

    Perfeito Zé! Você está corretíssimo! Como poderíamos calcular a amortização de um intangível cuja vida útil é indefinida se o denominador da equação é a própria vida útil, não é?

    Amortização Anual = (Custo - Valor Residual) / (Vida Útil)

    Se não sabemos a vida útil impossível calcular a amortização!

    Igor Cintra | Direção Concursos

  • teste de imperment e feito com intangível com vida útil definida e indefinida , já a amortização e feita com ativo intangível com vida últi definida apenas


ID
1454650
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, julgue o item a seguir.

Para fins de divulgação de participações em outras entidades, a entidade estruturada caracteriza-se por ter patrimônio suficiente para permitir o financiamento de suas atividades.

Alternativas
Comentários
  • entidade estruturada

    A entidade que tenha sido designada de modo que os direitos de voto ou similares não sejam o fator dominante ao decidir quem controla a entidade, como, por exemplo, quando quaisquer direitos de voto referem-se somente a tarefas administrativas e as atividades relevantes são dirigidas por meio de acordos contratuais.

    Os itens B22 a B24 fornecem informações adicionais sobre entidades estruturadas.

    Fonte: CPC 45 Rev 4

  • CPC 45-Divulgação de Participações em Outras Entidades

    B22. A entidade estruturada frequentemente possui algumas ou todas as características ou atributos seguintes: (a) atividades restritas;

    (b) objeto social restrito e bem definido, como, por exemplo, efetuar arrendamento eficiente em termos fiscais, conduzir atividades de pesquisa e desenvolvimento, oferecer fonte de capital ou de financiamento a uma entidade ou oferecer oportunidades de investimento a investidores pela transferência aos investidores dos riscos e benefícios associados aos ativos da entidade estruturada;

    (c) patrimônio insuficiente para permitir que a entidade estruturada financie suas atividades sem suporte financeiro subordinado;

    (d) financiamento na forma de múltiplos instrumentos contratualmente vinculados a investidores que criam concentrações de riscos de crédito ou outros riscos (tranches).

    B23. Exemplos de entidades que são consideradas como entidades estruturadas incluem, entre outros:

    (a) veículos de securitização;

    (b) financiamentos lastreados em ativos (asset-backed);

    (c) alguns fundos de investimento.

  • Se uma entidade não tem patrimônio para financiar suas próprias atividades, como vai se chamar "estruturada"??? Nada a ver essa questão, muito estranha, inclusive porque ela não falou nada tipo "conforme o CPC 45 etc.."

  • Pelo que eu entendi, a empresa se chama estruturada nao porque tenha estrutura propria, mas porque faz parte de outra estrutura maior, daí a insuficiência de recursos, atividade limitada, etc.
  • CPC 45

    B21. Entidade estruturada é uma entidade que foi projetada de modo que os direitos de voto ou similares não são o fator dominante ao decidir quem controla a entidade, como, por exemplo,quando quaisquer direitos de voto referem-se somente a tarefas administrativas, e as atividades relevantes são dirigidas por meio de acordos contratuais.

    B22. A entidade estruturada frequentemente possui algumas ou todas as características ou atributos seguintes:

    (a) atividades restritas;

    (b) objeto social restrito e bem definido, como, por exemplo, efetuar arrendamento eficiente em termos fiscais, conduzir atividades de pesquisa e desenvolvimento, oferecer fonte de capital ou de financiamento a uma entidade ou oferecer oportunidades de investimento a investidores pela transferência aos investidores dos riscos e benefícios associados aos ativos da entidade estruturada;

    (c) patrimônio insuficiente para permitir que a entidade estruturada financie suas atividades sem suporte financeiro subordinado;

    (d) financiamento na forma de múltiplos instrumentos contratualmente vinculados a investidores que criam concentrações de riscos de crédito ou outros riscos (tranches).

     

    B23. Exemplos de entidades que são consideradas como entidades estruturadas incluem, entre outros:

    (a) veículos de securitização;

    (b) financiamentos lastreados em ativos (asset-backed);

    (c) alguns fundos de investimento.

  • Gaba: ERRADO

     

    CPC 45 - B22. A entidade estruturada frequentemente possui algumas ou todas as características ou atributos seguintes:

    (c) patrimônio insuficiente para permitir que a entidade estruturada financie suas atividades sem suporte financeiro subordinado;

     

  • CPC 45

    B21. Entidade estruturada é uma entidade que foi projetada de modo que os direitos de voto ou similares não são o fator dominante ao decidir quem controla a entidade, como, por exemplo,quando quaisquer direitos de voto referem-se somente a tarefas administrativas, e as atividades relevantes são dirigidas por meio de acordos contratuais.

    B22. A entidade estruturada frequentemente possui algumas ou todas as características ou atributos seguintes:

    (a) atividades restritas;

    (b) objeto social restrito e bem definido, como, por exemplo, efetuar arrendamento eficiente em termos fiscais, conduzir atividades de pesquisa e desenvolvimento, oferecer fonte de capital ou de financiamento a uma entidade ou oferecer oportunidades de investimento a investidores pela transferência aos investidores dos riscos e benefícios associados aos ativos da entidade estruturada;

    (c) patrimônio insuficiente para permitir que a entidade estruturada financie suas atividades sem suporte financeiro subordinado;

    (d) financiamento na forma de múltiplos instrumentos contratualmente vinculados a investidores que criam concentrações de riscos de crédito ou outros riscos (tranches).

     

    B23. Exemplos de entidades que são consideradas como entidades estruturadas incluem, entre outros:

    (a) veículos de securitização;

    (b) financiamentos lastreados em ativos (asset-backed);

    (c) alguns fundos de investimento.

  • 4 comentários com o CPC 45. Precisa disso? 

  • R: Errado!

    Para simplificar:

    Para fins de divulgação de participações em outras entidades, a entidade estruturada caracteriza-se por ter patrimônio insuficiente para permitir o financiamento de suas atividades.

  • "Entidades estruturadas são entidades que foram designadas de modo que direitos de voto ou similares não sejam o fator dominante ao decidir quem controla a entidade, por exemplo, quando direitos de voto referem-se somente a tarefas administrativas e as atividades relevantes são dirigidas por meio de acordos contratuais. Uma entidade estruturada frequentemente possui algumas ou todas as características seguintes:

    atividades restritas;

    objeto social restrito e bem definido;

    patrimônio insuficiente para financiar suas atividades sem suporte financeiro subordinado;

    financiamento na forma de múltiplos instrumentos contratualmente vinculados a investidores que criam concentrações de riscos de crédito ou outros riscos (tranches)"

    Fonte: https://assets.kpmg/content/dam/kpmg/br/pdf/2016/10/br-contabilidade-em-destaque-01.15.pdf


ID
1454653
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, julgue o item a seguir.

O valor justo consiste em uma mensuração a valor de saída, contrariamente ao custo-histórico, que se enquadra como uma mensuração a valor de entrada.

Alternativas
Comentários
  • VALOR JUSTO é a existência de preços cotados num mercado ativo (valor de saída). Se o mercado para um instrumento financeiro não for ativo, uma entidade estabelece o valor justo por meio da utilização de uma técnica de precificação. O objetivo da utilização de uma técnica de precificação é estabelecer qual teria sido o preço da transação na data de mensuração em uma transação recente, entre partes não relacionadas, com isenção de interesses e em condições normais de mercado.


    Custo histórico. Os ativos são registrados pelos (VALORES DE ENTRADA) valores pagos ou a serem pagos em caixa ou equivalentes de caixa ou pelo valor justo dos recursos que são entregues para adquiri-los na data da aquisição.Os passivos são registrados pelos valores dos recursos que foram recebidos em troca da obrigação ou, em algumas circunstâncias, pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais serão necessários para liquidar o passivo no curso normal das operações.

    CERTO



  • GABARITO: CERTO

     

    VALOR JUSTO - > base os valores de saída;

    CUSTO HISTÓRICO - > base os preços de entrada da entidade; 

  • CUSTO HISTÓRICO = Entrada

    CUSTO CORRENTE OU REPOSIÇÃO = Entrada

    VALOR REALIZÁVEL LÍQUIDO= Saída

    VALOR PRESENTE = Saída

    VALOR JUSTO = Entrada e Saída

  • Certo

    CPC 46

    O valor justo representa um preço de saída (ou valor de saída) na data da mensuração do ponto de vista de participante do mercado que detenha o ativo ou o passivo.

    Entretanto,, a base de mensuração do custo histórico se enquadra como uma mensuração a valor de entrada.

  • CORRETO

    Valor justo --> transação sem favorecimento (saída)

    custo presente-->fluxo descontado

    custo histórico--> custo de aquisição (valor de entrada)

    custo realizável--> venda ordenada

    custo corrente --> reposição na data do BP

  • CERTO

    Valor Justo: preço pelo qual ocorreria a venda do estoque no mercado. (VALOR DE SAÍDA)

    Custo Histórico: Valores originais das transações.

    • Custo Histórico e Corrente ➡ ENTRADA
    • Valor Justo, valor em Uso (Ativo), valor de Cumprimento (Passivo) SAÍDA

    ---------------------------------------- Já sabe? Pula ----------------------------------------

    ATIVO

    • ENTRADACusto da compra
    • SAÍDA Benefícios econômicos da venda e/ou montante que será obtido com a utilização do ativo

    PASSIVO

    • ENTRADAMontante para assumir um passivo ou transação na qual a obrigação é contraída
    • SAÍDA Montante exigido para cumprir a obrigação ou para liberar a entidade da obrigação
  • Entrada: Custo histórico e corrente

    Saida: Valor justo, Valor em uso e Valor de Cumprimento

    Fonte: Prof. Igor Cintra - Direção Concursos

  • Pensei assim:

    Valor justo -> valor que eu recebo na venda de um bem (eu vendi, então o bem vai sair)

    Valor histórico -> o valor que eu paguei para adquirir um bem (eu adquiri, então o bem vai entrar)

    Caso haja erro, envie-me uma mensagem!


ID
1454656
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral

Acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, julgue o item a seguir.

As companhias abertas são incentivadas a disponibilizar seus relatórios financeiros intermediários no mínimo semestralmente, em até sessenta dias após o fim do período intermediário, dos quais devem constar o balanço patrimonial condensado, a demonstração condensada das mutações do patrimônio líquido, a demonstração condensada dos fluxos de caixa e as notas explicativas.

Alternativas

ID
1454659
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em cada item a seguir é apresentada uma situação hipotética acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, seguida de uma assertiva a ser julgada.

A empresa Alfa realizou investimento no momento da constituição da empresa Beta no valor total de $ 5.000,00 em ações ordinárias, sem mais-valia nem goodwill. O capital total de Beta é de $ 15.000,00, representado somente por ações ordinárias. Durante o exercício, Beta incorporou ao seu patrimônio líquido o valor de $ 3.000,00, referente aos lucros gerados e não distribuídos. No exercício seguinte, Alfa realizou isoladamente um aumento de capital em Beta no valor de $ 5.000,00. Após essa integralização, o patrimônio líquido de Beta passou a ser representado pelo capital de $ 20.000,00 (somente ações ordinárias) e o lucro do exercício anterior totalmente incorporado à reserva de lucros.

Nessa situação, o ativo de Alfa deve apresentar o valor reconhecido de $ 11.500,00 como investimento realizado em Beta.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: CERTO

     

    O % de representação inicial de Alfa em Beta é de 33.33% (5.000 de 15.000)

    Após nova integralização, o capital passa a 20.000. Como Alfa tem participação de 10.000 (5.000 inicial + 5.000), isso representa 50% do total.

     

    PL total:23.000

          capital social: 20.000

           lucro incorporado: 3.000 (lucro de 3000 foi incorporado ao PL, cfe diz a questão)

     

    Participação de Alfa em Beta: 50% de 23.000=> 11.500, ou seja, este é o valor do investimento registrado no ativo de Alfa.

  • Não concordo com o Gabarito. Vamos lá:

    1º Momento: (Constituição da empresa beta): Débito R$ 5.000,00 em investimentos e crédito R$ 5.000,00 no PL

    2º Momento (Final do 1º exercício): Débito R$ 1.000,00 em investimento (Neste momento alfa tinha 33% de beta) e Crédito de R$ 1.000,00 no PL.

    3º Momento (Final do 2º exercício): Débito R$ 5.000,00 em investimentos ( Devido a integralização de capital de R$ 5.000,00)

    Situação final conta investimentos: R$ 5.000,00 + R$ 1.000,00 + R$ 5.000,00 = R$ 11.000,00

    Vocês concordam? Senão, em qual momento eu errei?

  • Felipe, no seu segundo momento A tem 33% de Beta. Quando A coloca mais 5.000 em B, coomo B tem PL=18.000, A está então aumentando sua participação em 27% em B. Como já tinha 33%, com mais 27% fica com 50%. O PL de B passa a ser então, 18.000 (15.000 inicial + 3.000 de lucro passado) + 5.000 (colocado por A) = 23.000.

    Como A tem 50% de B, logo A tem 11.500.

    Acho que é isso.


ID
1454662
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em cada item a seguir é apresentada uma situação hipotética acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, seguida de uma assertiva a ser julgada.

A investidora Delta possui 40% de participação na investida Gama. Durante o exercício 20X1, a empresa investidora Delta adquiriu $ 500.000,00 de mercadorias da investida, com custo de $ 350.000,00. Ao final de 20X1, a investidora Delta apurou a venda de 25% das mercadorias adquiridas da investida, com custo de $ 125.000,00. Nesse mesmo período, a investida Gama apurou lucro no valor de $ 250.000,00.
Nessa situação, o lançamento contábil para o reconhecimento do resultado positivo de equivalência patrimonial deve ser o seguinte:
D participação em Gama
C resultado positivo de equivalência patrimonial $ 55.000,00

Alternativas
Comentários
  • gama Lucra 150.000 com a venda de mercadorias para sua controlada.

    Delta, na apuração da equivalência, percebe que só vendeu 25% das mercadorias compradas na Gama. Sendo assim, precisa eliminar o lucro não realizado.

    150.000*75% = 112.500

    Lucro de Gama = 250.000

    Equivalência Patrimonial = 250.000*40% = 100.000

    Eliminação do Lucro não realizado = 112.500*40% = (45.000)

    Equiv = 100.000 - 45.000 = 55.000

  • Cabe observar que é uma operação ascendente ( a investida vendendo para a investidora), com relação ao lucro não realizado não há diferença entre ser controlada ou coligada.

    utiliza-se essa formula para encontra o REP = (LL - LNR) * % de participação.

    Mas caso fosse uma operação descendente ( a investidora vendendo para a investida), com relação ao lucro não realizado há diferença entre ser controlada ou coligada.

    Caso coligada, a formula utilizada seria: REP ajustado= (LL* % de participação) - (LNR * % de participação).

    Caso controlada, a formula utilizada seria: REP ajustado= (LL* % de participação) - (LNR). nesse caso deduz o LNR 100% independente da participação.

    Nessa questão , como é ascendente, a formula é: REP = (LL - LNR) * % de participação.

    LL= 250.00

    LNR = 150.000 * 75%= 112.500 ( como houve a venda de 25 %, restou em estoque 75%)

    % participação = 40%

    REP = ( 250.000 - 112.500) * 40%

    REP = 137.500 * 40%

    REP = 55.000,00.

  • Venda de Mercadoria da investida para investidora____________500.000

    (-) Custo ________________________________________________350.000

    = Lucro _________________________________________________150.000

     

    A Gama teve um lucro de 250.000

    (40% de participação da Delta)

    Resultado de Equivalência Patrimonial = 100.000

     

    Este seria o resultado. Todavia, é necessário eliminar o lucro não realizado da transação, a questão informa que foi realizado 25%. Portanto, 75% não foi realizado

     

    Lucro não realizado: 150.000 x 75% (não realizado) = 112.500

    Lucro não realizado: agora calcular a participação (40%) da gama nisso: 112.500 x 40% = 45.000

     

    Resultado de Equivalência Patrimonial = Receita de EQP  -  Lucro não realizado

    Resultado de Equivalência Patrimonial = 100.000 – 45.000 = 55.000

     

    D participação em Gama _______________________________55.000
    C resultado positivo de equivalência patrimonial____________55.000

     

    “Quem quiser ser o primeiro  aprenda,  primeiro, a servir o seu irmão” Mateus 20:26


ID
1454665
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em cada item a seguir é apresentada uma situação hipotética acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, seguida de uma assertiva a ser julgada.

Ao realizar uma venda a prazo a um cliente especial, a empresa vendedora efetuou o cálculo das duplicatas a receber, com taxa de juros de 0,50% ao mês. Normalmente a taxa de juros praticada pelo mercado é de 1% ao mês. Para ajustar a valor presente a operação de venda a prazo, o responsável pelo reconhecimento contábil da operação considerou adequado o uso da taxa de 0,50% ao mês.
Nessa situação, a decisão do responsável está correta por refletir fielmente o valor justo da transação de venda a prazo.

Alternativas
Comentários
  • Em ocasiões como a descrita em que há concessão de condições mais vantajosas para financiamento a clientes especiais, a taxa a ser registrada deve ser aquela comum de mercado, nesse caso, a utilizada comumente pela empresa (1%).

  • A taxa especial utilizada não reflete o valor justo, que é 1%, mas, sim, o valor presente (0,5%).

     

    Portanto, onde se lê: "a decisão do responsável está correta por refletir fielmente o valor justo da transação de venda a prazo."

     

    Deveria estar: a decisão do responsável está correta por refletir fielmente o valor presente da transação de venda a prazo.

  • a compra financiada de um veículo por um cliente especial que,
    por causa dessa situação, obtenha taxa não de mercado para esse
    financiamento, faz com que a aplicação do conceito de valor presente com a
    taxa característica da transação e do risco desse cliente leve o ativo, no
    comprador, a um valor inferior ao seu valor justo; nesse caso prevalece
    contabilmente o valor calculado a valor presente, inferior ao valor justo, por
    representar melhor o efetivo custo de aquisição para o comprador. Em
    contrapartida o vendedor reconhece a contrapartida do ajuste a valor presente
    do seu recebível como redução da receita, evidenciando que, nesse caso, terá
    obtido um valor de venda inferior ao praticado no mercado.

  • A questão esta errada porque falou que é pra refletir o VALOR JUSTO, sendo que o correto seria VALOR PRESENTE.

  • errado, é necessário lembrar que o ajuste a valor presente nem sempre leva o valor do ativo a refletir o valor justo na data da mensuração.

    "valor presente e valor justo não são sinônimos. Por exemplo, a compra financiada de um veículo por um cliente especial que, por causa dessa situação, obtenha taxa não de mercado para esse financiamento, faz com que a aplicação do conceito de valor presente com a taxa característica da transação e do risco desse cliente leve o ativo, no comprador, a um valor inferior ao seu valor justo(...)" CPC 12, ITEM 6.

  • Há três técnicas para seu mensurar o VALOR JUSTO: abordagem do custo, abordagem da receita e abordagem do mercado.

    A abordagem de RECEITA converte valores futuros (por exemplo, fluxos de caixa ou receitas e despesas) em um valor único atual (ou seja, descontado). Quando a abordagem de receita é utilizada, a mensuração do valor justo reflete as expectativas de mercado atuais em relação a esses valores futuros.

    Veja, portanto, que a abordagem de RECEITA tem relação com o VALOR PRESENTE de fluxos de caixa.

    O valor presente (ou seja, aplicação da abordagem de receita) é uma ferramenta utilizada para relacionar valores futuros (por exemplo, valores ou fluxos de caixa) a um valor presente utilizando uma taxa de desconto. 

    Existem princípios gerais que regem a aplicação de qualquer técnica de valor presente utilizada para mensurar o valor justo, como que os fluxos de caixa e taxas de desconto refletem premissas que os participantes do mercado utilizariam ao precificar o ativo ou passivo. 

    O Pronunciamento Técnico CPC 12 diz que os elementos integrantes do ativo e do passivo decorrentes de operações de longo prazo, ou de curto prazo quando houver efeito relevante, devem ser ajustados a valor presente com base em taxas de desconto que reflitam as melhores avaliações do mercado quanto ao valor do dinheiro no tempo e os riscos específicos do ativo e do passivo em suas datas originais.

    Sendo assim, a taxa a ser utilizadano desconto é a de 1% ao mês (taxa de juros praticada pelo mercado), e não a efetivamente utilizada de 0,5% ao mês.

  • Alguns pontos importantes do CPC 12:

    1) Valor presente e valor justo não são sinônimos

    2) Em algumas circunstâncias, o valor justo e o valor presente podem coincidir

    3) Se a taxa (usada pela empresa) é igual à taxa de mercado na data da transação ----> nesse primeiro momento, o valor presente da transação é equivalente a seu valor de mercado ou valor justo (fair value)

    4) Se a empresa utiliza uma taxa que não a de mercado ----> para o comprador, o valor presente do ativo será inferior ao valor justo; para o vendedor, o valor obtido com a venda é inferior ao do mercado. Ou seja, o valor presente não é equivalente ao valor justo.

    Conclusão:

    Se a empresa utilizasse a taxa igual a de mercado (1%), o valor presente seria equivalente ao valor justo.

    Mas a empresa utilizou uma taxa (0,5%) que difere da taxa de mercado (1%), logo o valor presente não coincide com o valor justo.

    Portanto, a questão está ERRADA.

  • Gabarito : errado

    VALOR PRESENTE:

    São passíveis de ajuste ao valor presente não somente os ativos realizáveis que tenham sido negociados ou determinados sem a previsão de encargos ou rendimentos financeiros, mas também aqueles que tenham sido negociados ou determinados com previsão de encargos ou rendimentos financeiros, porém com taxas não condizentes com as prevalecentes no mercado para as condições econômicas do momento e para os riscos das entidades envolvidas.

  • Errado

    Valor justo (fair value) - é o valor pelo qual um ativo pode ser negociado, ou um passivo liquidado, entre partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si, com a ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação compulsória.

    Valor presente (present value) - é a estimativa do valor corrente de um fluxo de caixa futuro, no curso normal das operações da entidade. Tal fluxo de caixa pode estar representado por ingressos ou saídas de recursos.

  • COLABORANDO

    Lembrar CPC.12 + Princ. da Prudência (Ativos ==> Menor valor em 2 possibilidades)

    100 / 1,05 = VP: $ 95,23 aprox.

    100 / 1,1 = VP: $ 90,90 aprox. (MENOR VALOR) = Tx. Mercado

    Bons estudos.

  • Por que essa questão não foi anulada? CPC 12 não estava no edital desse concurso.

  • Respondi errado!!!


ID
1454668
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Contabilidade Geral
Assuntos

Em cada item a seguir é apresentada uma situação hipotética acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, seguida de uma assertiva a ser julgada.

Para conversão de participações de entidades no exterior, deve-se utilizar a taxa de câmbio mais próxima da taxa vigente na data da transação, que pode ser expressa pela taxa média semanal ou mensal, mesmo em períodos de significativa flutuação de câmbio.

Alternativas
Comentários
  • Deve ser usada a taxa da data da transação. Mas é aceitável usar uma taxa média (por exemplo, converter todas as vendas de um mês pela taxa média do mês), desde que as vendas sejam distribuídas normalmente e a taxa também não apresente alterações que possam distorcer os dados.

  • Gabarito ERRADO
     

    CPC 02
     

    22. A data da transação é a data a partir da qual a transação se qualifica para fins de reconhecimento, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Por motivos práticos, a taxa de câmbio que se aproxima da taxa vigente na data da transação é usualmente adotada, como, por exemplo, a taxa de câmbio média semanal ou mensal que pode ser aplicada a todas as transações, em cada moeda estrangeira, ocorridas durante o período. Contudo, se as taxas de câmbio flutuarem significativamente, a adoção da taxa de câmbio média para o período não é apropriada

  • CPC-02 Ajuste a valor presente

    Ativo, Passivo = taxas da data do balanço

    PL = taxa histórica do fato (integralização etc)

    DRE (receitas e despesas) = taxa média dos eventos.

    Bons estudos.


ID
1454671
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativos à regulamentação prudencial.

Amparada nos princípios do acordo de Basileia, a autoridade supervisora pode exigir que os bancos operem acima do capital mínimo estabelecido no referido acordo.

Alternativas
Comentários
  • Podemos citar o Brasil como o exemplo que opera atualmente com 13%

  • As normas brasileiras exigem atualmente das instituições financeiras um patrimônio de referência de 11%.


    De acordo com a resolução CMN  Nº 4.193, 


     - DO REQUERIMENTO MÍNIMO DE PATRIMÔNIO DE REFERÊNCIA

    - 11% (onze por cento), de 1º de outubro de 2013 a 31 de dezembro de 2015;

    A projeção de 13% do índice de basileia é para 2019. As alterações do índice começarão a partir de 2016. 
  • Os Acordos de Basiléia são um conjunto de acordos bancários firmados entre vários bancos centrais de todo o mundo para prevenir o risco de crédito criando exigências mínimas de reserva de capital. São organizados e publicados pelo Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia (BCBS).

    Foram criados três acordos de Basiléia:

    >>>Basiléia I - focava em três pontos: (a) Capital regulatório: montante de capital próprio para cobertura de riscos; (b) Índice Mínimo de Capital para Cobertura do Risco de Crédito: capital regulatório mínimo de 8% sobre o volume de ativos em empréstimos e investimentos; (c) Fatores de Ponderação de Risco dos Ativos: o cálculo de exposição ao risco de crédito dos ativos é ponderado por diferentes pesos, considerando, principalmente, o perfil do tomador.

    >>>Basiléia II - teve os seguintes pilares: (1) Capital mínimo. O primeiro pilar trata de melhorar as práticas de gestão de risco com cálculo aprimorado de capital regulatório mínimo. Esse cálculo abrange três componentes de risco que os bancos enfrentam: Risco de crédito; Risco operacional; e Risco de mercado; (2) Fortalecimento do processo de supervisão. O segundo pilar dá aos reguladores ferramentas melhores para supervisão bancária. Também oferece uma estrutura para lidar com outros riscos, chamados riscos residuais, associados à indústria bancária, que não são tratados pelo primeiro pilar. Os supervisores poderão, assim, avaliar a mensuração de risco de cada banco, assim como verificar se as instituições estão mantendo capital regulatório mínimo para o índice de risco que apresentam.; (3) Disciplina de mercado.Esse pilar trata da disciplina de mercado que as instituições devem seguir. Essa proposta estimula maior transparência dos bancos. Resumindo, a Basiléia II deu maior transparência de informações sobre os bancos e trouxe maior liberdade de gestão de riscos das instituições.Houve, também, o fortalecimento da supervisão bancária.

    >>>Basiléia III - A crise de 2008 acabou resultando no terceiro acordo de Basiléia. Teve por objetivo fortalecer os requisitos de capital, aumentando a liquidez e diminuindo a alavancagem bancária. Diferente dos acordos anteriores, que focavam na reserva de capital que os bancos deveriam reservar em razão dos riscos dos empréstimos e investimentos, Basiléia III está primariamente relacionado ao risco de uma corrida aos bancos, exigindo diferentes níveis de reserva para diferentes formas de depósitos bancários e outros empréstimos.Com o novo acordo, os bancos terão de triplicar as reservas de capital para se protegerem de uma crise. Passará a 7% a reserva mínima de capital para proteção contra riscos. Introduziu um índice mínimo de alavancagem. Os bancos devem manter um índice de alavancagem mínimo de 3% sobre o capital total, segundo o novo acordo. Foram criados dois índices de liquidez para assegurar uma eventual fuga de capitais, o “Índice de Cobertura de Liquidez” e o “Índice de Financiamento Líquido Estável”. 

     

    Fonte: www.mundodosbancos.com

  • Perfeito! O acordo de Basileira estabelece alguns requisitos de capital mínimo para os bancos (como manter 8% de suas reservas em Caixa), mas os bancos centrais de cada país podem exigir que os bancos mantenham em reservas capital acima do mínimo estipulado por Basiléia.

    Certo


ID
1454674
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativos à regulamentação prudencial.

O cálculo do patrimônio de referência exigido (PRE) envolve a apuração de seis parcelas relacionadas ao risco a que as instituições financeiras estão sujeitas.

Alternativas
Comentários
  • PRE = 11% (APEPR + APCAM + APJUR + PCOM + APACS + APOPR)

  • Apuração do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) para Cobertura dos Riscos Incorridos

    As IF's e demais instituições autorizadas a funcionar pelo BCB (exceto as sociedades de crédito ao microempreendedor e a empresa de pequeno porte e outras) devem manter, permanentemente, valor do Patrimônio de Referência (PR);

    O valor do PR deve ser superior ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), sendo calculando considerando, no mínimo, as seguintes parcelas:

    PRE = PEPR + PCAM + PJUR + PCOM + PACS + POPR

    onde:

    ○ PEPR: parcela referente às exposições ponderadas pelo Fator de Ponderação de Risco (FPR) a elas atribuído;

    ○ PCAM: parcela referente ao risco das exposições em ouro, em moeda estrangeira e em operações sujeitas a variação cambial;

    ○ PJUR: SOM(n) PJUR, parcela referente ao risco das operações sujeita à variação de taxas de juros e classificadas na carteira de negociação, onde n = número das diferentes parcelas relativas ao risco das operações sujeitas à variação de taxas de juros e classificadas na carteira de negociação;

    ○ PCOM: parcela referente ao risco das operações sujeitas à variação do preço de mercadorias (commodities);

    ○ PACS: parcela referente ao risco das operações sujeitas à variação do preço de ações e classificadas na carteira de negociação;

    ○ POPR = parcela referente ao risco operacional.

    O cálculo do PRE deve incluir as exposições de dependências no exterior;

    Para as instituições integrantes de conglomerado financeiro (nos termos do Cosif), o valor do PRE deve ser calculado de forma consolidada;


ID
1454677
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativos à regulamentação prudencial.

Para fins de apuração do patrimônio de referência exigido, o fator de ponderação de risco dos instrumentos cambiais é de 50%.

Alternativas
Comentários
  • Regulação prudencial:

    Tipo de regulação financeira que estabelece requisitos para as instituições financeiras com foco no gerenciamento de riscos e nos requerimentos mínimos de capital para fazer face aos riscos decorrentes de suas atividades.

  • Gabarito: errado

    Os instrumentos cambiais caem na regra geral, logo, é de 100% (e não 50)


ID
1454680
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Julgue o item que se segue, relativos à regulamentação prudencial.

Para apuração do patrimônio de referência nível 1, deduz-se o valor das ações preferenciais emitidas com cláusula de resgate e acrescenta-se o valor dos instrumentos de dívida subordinada.



Alternativas
Comentários
  • Para apuração do PRE nível I, apenas deduz-se o valor das ações preferenciais emitidas com cláusula de resgate.

  • Pessoal atentar que houveram alterações nos cálculos do PR. Vejam Resolução 4.192/2013.


ID
1454683
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

Com relação à avaliação de estratégias e performance, julgue o item seguinte.

A gestão de riscos coordenada entre as áreas da instituição financeira e supervisionada por um conselho de administração ou órgão equivalente é denominada abordagem por silos.

Alternativas
Comentários
  • A abordagem por silos é definida pelo tratamento individualizado de riscos por cada área/unidade de uma organização. Sendo assim, não é coordenada como indicada na assertiva. 

  • Complementando o comentário do colega @Lazaro

    Essa seria uma abordagem por nichos de negócios, que equivale a uma gestão integrada de riscos


ID
1454686
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Com relação à avaliação de estratégias e performance, julgue o item seguinte.

Conforme recomendação do BACEN, em base às orientações dos acordos de Basileia, a gestão eficaz de capital de uma instituição financeira exige testes de estresse, relatórios regulares e aplicação de processo interno de avaliação da adequação de capital – ICAAP.

Alternativas
Comentários
  • O gabarito é "errado" por um detalhe muito sutil.

    A questão mencionou "relatórios regulares", sendo que o texto da Resolução 3.988 diz, em seu art. 4°, inciso 5°, "relatórios gerenciais periódicos...".

     

     

  • porran!

    Alguém consegue identificar a diferença na frase:

    Eu vou PERIODICAMETE à academia.

    Eu vou REGULARMENTE à academia.

    Na boa...

  • Dava para ser mais ridículo que isso?

    Alguém que não estudou e chuta nessa questão tem mais chances de acertar do que alguém que tem um conhecimento básico sobre o tema.

     

    Isso não mede conhecimento de ninguém.

     

    Muito capaz de o prórpio examinador acreditar que existe uma diferença prática entre os dois termos já que nunca atuou na área.


ID
1454689
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Com relação à avaliação de estratégias e performance, julgue o item seguinte.

A viabilidade econômico-financeira para instalação de uma nova instituição financeira é realizada mediante a análise de viabilidade dos mercados da região em que a instituição pretende se instalar; a projeção de rentabilidade almejada e possível; e as projeções financeiras acerca da evolução patrimonial da instituição e fontes de recursos que financiarão essa evolução.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Certo

    O Projeto de viabilidade econômico-financeira será solicitado, a critério do Banco, de acordo com as características do investimento, finalidade do projeto, tipo de segmento de mercado, histórico do cliente no Banco e valor da proposta de financiamento.

    Deverá ser elaborado por profissional habilitado, porém a escolha é de inteira responsabilidade dos interessados. O Banco não indica consultores, pessoas físicas ou jurídicas como intermediários para facilitar, agilizar ou aprovar operações de crédito.

    O projeto encaminhado ao Banco (agência detentora do cadastro) deverá ser feito na forma física e sob a forma de arquivos eletrônicos (projetos, planilhas e outros anexos). É imprescindível que este contenha as assinaturas dos representantes da empresa e do responsável (eis) técnico(s) pela sua elaboração.

  • ◙ Eu acho que a justificativa da resposta do colega Filipe não corresponde à assertiva em tela; Senão, veja: a questão pergunta sobre viabilidade econômico-financeira para instalação de UMA NOVA INSTITUIÇÃO; ou seja, a questão quer saber em relação à instalação de um banco e não sobre análise de viabilidade econômico-financeira do banco para com o cliente. Minha opinião, posso estar equivocado, mas foi o que entendi da resposta do colega.

    Avante!!


ID
1454692
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Com relação à regulamentação da resolução bancária no Brasil, julgue o item subsequente.

A diretoria do BACEN, em certas situações, pode afastar os dirigentes de instituições supervisionadas de suas funções e impedi-los de atuar como prepostos de administradores nessas instituições.

Alternativas
Comentários
  • Art . 1º As instituições financeiras privadas e as públicas não federais, assim como as cooperativas de crédito, estão sujeitas, nos termos desta Lei, à intervenção ou à liquidação extrajudicial, em ambos os casos efetuada e decretada pelo Banco Central do Brasil,

    http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/LEIS/L6024.htm

    Avante!

  • Fiquei na dúvida do "pode" ou "deve"


  • Tais aspectos estão narrados nas leis que tratam dos regimes especiais de intervenção em Instituições Financeiras

     

    correto

  • Dentre as suas principais atribuições do BCB estão:


    emitir papel-moeda e moeda metálica; executar os serviços do meio circulante; receber recolhimentos compulsórios e voluntários das instituições financeiras; realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras; regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis; efetuar operações de compra e venda de títulos públicos federais; exercer o controle de crédito; exercer a fiscalização das instituições financeiras; autorizar o funcionamento das instituições financeiras; estabelecer as condições para o exercício de quaisquer cargos de direção nas instituições financeiras; vigiar a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais e controlar o fluxo de capitais estrangeiros no país.



    https://www.bcb.gov.br/pre/portalCidadao/bcb/bcFaz.asp?idpai=LAIINSTITUCIONAL


ID
1454695
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Com relação à regulamentação da resolução bancária no Brasil, julgue o item subsequente.

Depósito em conta vinculada pode, temporariamente, ser admitido pelo BACEN como forma de suprir deficiências de patrimônio de referência.

Alternativas
Comentários
  • Art. 6º Nas situações que configurarem desenquadramento nos requerimentos mínimos de capital, admite-se a manutenção de depósito em conta vinculada, em montante suficiente para o reenquadramento da instituição, observado que este depósito:

    I - será considerado para fins de apuração do PR da instituição pelo prazo máximo de noventa dias;

    II - poderá ser realizado em espécie ou em títulos públicos federais, entre aqueles aceitos nas operações de redesconto no Banco Central do Brasil;

    III - deverá ser mantido em conta específica de custódia no Banco Central do Brasil;

    IV - terá sua liberação sujeita à previa autorização do Banco Central do Brasil.

    Avante!

  • deposito em conta vinculada para suprir deficiência de capital (art. 6º - Resol. 4.019/11);

     

  • Art. 6º Nas situações que configurarem desenquadramento nos requerimentos mínimos de capital, admite-se a manutenção de depósito em conta vinculada, em montante suficiente para o reenquadramento da instituição, observado que este depósito:

    I- será considerado para fins de apuração do PR da instituição pelo prazo máximode noventa dias;

    II- poderá ser rea lizado em espécie ou em títulos públicos federais, entre aqueles aceitos nas operações de redesconto no Banco Central do Brasil;

    III - deverá ser mantido em conta específica de custódia no Banco Central do Brasil


ID
1454698
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Com relação à regulamentação da resolução bancária no Brasil, julgue o item subsequente.

A decretação de intervenção em instituição financeira pode se dar em função de prejuízo resultante de má gestão, mas, para a decretação de liquidação extrajudicial, é necessária a declaração prévia de falência.

Alternativas
Comentários
  • Art . 1º As instituições financeiras privadas e as públicas não federais, assim como as cooperativas de crédito, estão sujeitas, nos termos desta Lei, à intervenção ou à liquidação extrajudicial, em ambos os casos efetuada e decretada pelo Banco Central do Brasil, 

     Art . 19. A liquidação extrajudicial cessará:

    d) se decretada a falência da entidade.

    http://www.planalto.gov.br/CCivil_03/leis/L6024.htm

    Avante!

  • A assertiva está errada porque, para a decretação de liquidação extrajudicial, não é necessária a

    declaração prévia de falência. Essa exigência não está na Lei nº

    6.024/74 e é, aliás, incompatível com a lógica legislativa que ampara

    a decretação da liquidação extrajudicial, regime especial que, de

    acordo com a lei de regência, ao invés de suceder uma declaração

    prévia de falência, pode, ao contrário, anteceder, nos termos

    do art. 19, d, da Lei nº 6.024/74, a decretação da falência da entidade

    .


ID
1454701
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Em relação ao apreçamento do mercado de derivativos, julgue o item a seguir.

Uma hipótese importante do modelo Black-Scholes-Merton consiste na presunção de que a volatilidade do ativo é constante durante todo o período de maturação.

Alternativas
Comentários
  • Modelo de Black-Scholes

    O modelo de precificação Black-Scholes de mercado para um ativo faz as seguintes suposições:

    É possível emprestar e tomar emprestado a uma taxa de juros livre de risco constante e conhecida.

    O preço segue um movimento Browniano geométrico com tendência (drift) e volatilidade constante.

    Não há custos de transação.

    A ação não paga dividendos (veja abaixo para extensões que aceitem pagamento de dividendos).

     

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Black-Scholes

     

  • Gabarito: Certo

    O modelo de Black-Scholes é um dos modelos mais usados no mundo para determinar o preço de derivativos de ações no mercado financeiro. Sua formula utiliza como variáveis.

    - O strike da opção; o atual preço da ação;

    - O tempo de expiração do contrato; 

    - A taxa livre de risco do mercado;

    - Volatilidade

    Fonte: Suno Research em https://www.sunoresearch.com.br/artigos/black-scholes/

  • No modelo Black & Scholes, é assumido que a volatilidade será constante.

    Resposta: Certo


ID
1454704
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Em relação ao apreçamento do mercado de derivativos, julgue o item a seguir.

O preço futuro (forward) de um ativo sob a hipótese de mercado completo no instante t para entrega em T, é o valor do ativo no vencimento (K) que faz com que o contrato futuro tenha valor zero em t. Em qualquer outro instante o contrato terá valor não nulo.

Alternativas
Comentários
  • Misericórdia kkkkkk

    questão de 2013 e ngm se atreve a comentar kkkkkkk

    quem é louco???

  • Conceito implicito de VAN...

  • Gabarito: Certo

    Contratos futuros são uma modalidade de derivativos através dos quais um investidor se compromete a comprar ou vender determinada mercadoria () em uma data futura. Assim como as opções, os contratos futuros têm um ativo objeto e uma data de vencimento. Ou seja, todo contrato futuro se refere a um ativo objeto (ou ativo spot no caso dos futuros) e vence em um determinado prazo.

  • Duas formas de resolver:

    1a forma) no momento em que se contrata o derivativo, o valor é nulo porque não há desembolso inicial. Entretanto, a partir da fluência dos prazos, o contrato passa a ter valor e é necessário fazer os ajustes na receitas a receber e despesas a apropriar.

    2a forma) utilizando a fórmula de apreçamento de derivativos

    Ft,T = St * {e ^ [(T-t)*i]}

    St = preço à vista no momento t

    i = taxa de juros contínua anual

    Se T = t

    Ft,T = St * {e ^ [(0)*i]}

    Ft,T = St

    Ou seja, preço futuro é igual ao preço no vencimento. Em qualquer outro instante, o expoente será zero e isso não ocorrerá.

    Gabarito: Correto

  • Esse é o forward teórico - capitalização contínua.

    O valor do contrato futuro ter preço zero em (t), não há arbitragem.

    A questão afirma que o mercado é perfeito, sendo assim, não há oportunidade de arbitragem que é o que garante o preço zero no início.

    Depois que o contrato começa, o preço não é mais zero, pois dependerá de outras variáveis.

    Fonte: Prof. Paulo Portinho - Estratégia Concursos


ID
1454707
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Em relação ao apreçamento do mercado de derivativos, julgue o item a seguir.

A variação do preço de uma opção de compra é menor que a variação percentual do preço de compra da ação.

Alternativas
Comentários
  • Errado.


    A variação do preço de uma opção de compra é MAIOR que a variação percentual do preço de compra da ação.


    Veja um exemplo:


    Situação: uma ação está cotada a R$ 40,00. Uma opção de compra com preço de exercício de R$ 42,00 está cotada a R$ 1,00.


    Se a variação percentual no preço for de 10% em um determinado mês, por exemplo, a ação passará a custar R$ 44,00. Dessa forma o novo preço da opção de compra com preço de exercício de R$ 42,00 deverá custar no mínimo R$ 2,00 (para igualar custo da opção + preço de exercício ao preço de compra). Só isso daria uma variação percentual no preço da opção de compra de 100% (de R$ 1 para R$ 2) enquanto a variação percentual da ação foi de apenas 10%.


    O que ocorre na prática é que essa igualdade relatada acima nunca ocorre e a opção geralmente tem valor superior à diferença entre cotação e preço de exercício.


    Gabarito: Errado.


  • Ótima explicação do Rafael. Mas para simplificar: como a "opção de compra" quase sempre possui uma incerteza maior do que a variação do preço da mesma ação, é lógico que essa maior incerteza tenha um preço mais alto e que vc pague por isso!


ID
1454710
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

No que se refere à precificação de títulos públicos e privados, julgue o item subsecutivo.

O aumento da taxa de juros de mercado reduz o preço dos títulos pré-fixados, sendo essa variação maior quanto menor for a taxa de cupom.

Alternativas
Comentários
  • A minha interpretação é a seguinte: se um titulo está pré-fixado, exemplo a 10%, e a SELIC sobe 1%, então esse titulo vai perder valor devido ao novos acordos estarem pagando taxas melhores, e o valor nominal do primeiro titulo está sendo remunerado abaixo do possível... Quanto maior a variação da tx de Juros SELIC, para menos, maior será o deságio do titulo para compensar essa queda...


ID
1454713
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

No que se refere à precificação de títulos públicos e privados, julgue o item subsecutivo.

Se forem dada a maturidade e a rentabilidade inicial de um título pré-fixado, então, quanto menor for a taxa de cupom, menor será a variação percentual no preço do título decorrente de oscilações na taxa de juros de mercado.

Alternativas

ID
1454716
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Considerando a função utilidade u(x) = - e-αx + ß para todo α > 0 e que ß seja uma constante qualquer, julgue o próximo item, relativos ao comportamento do indivíduo em relação ao risco.

O coeficiente de aversão absoluta ao risco desse agente é igual a rA(x, u) = α.

Alternativas
Comentários
  • Dada uma função utilidade u duas vezes diferenciável, o coeficiente de aversão absoluta ao risco (r) pode ser calculado por:

    r = - u''(x) / u'(x)

    u'(x) = ae^(-ax)

    u''(x) = - a^2 e^(-ax)

    Assim, r = a


ID
1454719
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Considerando a função utilidade u(x) = - e-αx + ß para todo α > 0 e que ß seja uma constante qualquer, julgue o próximo item, relativos ao comportamento do indivíduo em relação ao risco.

Em um nível de riqueza x = 10, o coeficiente de aversão relativa ao risco é igual a α/10.

Alternativas
Comentários
  • Dada uma função utilidade u duas vezes diferenciável, o coeficiente de aversão relativa ao risco (r) pode ser calculado por:

    r = - xu''(x) / u'(x)

    u'(x) = ae^(-ax)

    u''(x) = - a^2 e^(-ax)

    Assim, r = ax. Quando x = 10, r = 10a

  • Creio que o cálculo correto da derivação para funções exponenciais é a que segue:

    U(x) = - (e^ax) + b

    U’(x) = -a . e^ax

    U’’(x) = -a^2 . e^ax

     

    CAR = -1 {U’’(x) / U’(x)}

    CAR = -1 {-a^2 . e^ax / -a . e^ax }

    CAR = -1 {a} = versão absoluta ao risco constante

    ou seja, CAR (10) = CAR = -a = k

    GABARITO: errado

    Bons estudos!


ID
1454722
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Considerando a função utilidade u(x) = - e-αx + ß para todo α > 0 e que ß seja uma constante qualquer, julgue o próximo item, relativos ao comportamento do indivíduo em relação ao risco.

O agente em análise apresenta aversão relativa ao risco constante, de modo que se a riqueza do consumidor aumentar, o percentual investido em ativos com risco se manterá constante.

Alternativas
Comentários
  • U(x) = - (e^ax) + b

    U’(x) = -a . e^ax

    U’’(x) = -a^2 . e^ax

     

    CAR = -1 {U’’(x) / U’(x)}

    CAR = -1 {-a^2 . e^ax / -a . e^ax }

    CAR = -1 {a}

    CAR = versão absoluta ao risco constante

     

    Regras gerais:

    Aversão absoluta ao risco = -1 {U’’(x) / U’(x)}

    Aversão absoluta ao risco constante = - e^ax, a>0

    Aversão relativa ao risco = = -x {U’’(x) / U’(x)}

    Aversão relativa risco constante se a ≠ 1: (x^1-a) / (1-a)

    Aversão relativa risco constante se a = 1: lnx

     

    GABARITO: errado

     

    Bons estudos!


ID
1454725
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Considerando a função utilidade u(x) = - e-αx + ß para todo α > 0 e que ß seja uma constante qualquer, julgue o próximo item, relativos ao comportamento do indivíduo em relação ao risco.

Um indivíduo avesso ao risco com aversão ao risco relativa decrescente exibirá aversão absoluta ao risco decrescente.

Alternativas

ID
1454737
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

A respeito dos riscos cambial, de liquidez e de crédito, julgue o próximo item.

Tratando-se de relação à exigência de capital para a cobertura do risco de mercado, os bancos devem calcular o VaR (value at risk) utilizando a abordagem paramétrica.

Alternativas
Comentários
  • Olá pessoal, 

     

    O VaR possui três métodos ou abordagens de cálculo:

    1) Var Histórico: baseado no histórico de retornos da carteira de um investimento ou de um portfólio.

    2) Var Paramétrico: baseado no método da distribuição normal de estatística, inferindo sobre a distribuição de probabilidade dos retornos.

    3) Var de Monte Carllo: método feito por simulação de computador a respeito de possíveis resultados futuros do investimento ou portfólio.

     

    A questão erra ao dizer que os bancos DEVEM utilizar apenas o VaR paramétrico. Isso vai depender muito da exigência do mercado financeiro.

     

    Portanto, gabarito: ERRADO.


ID
1454740
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

A respeito dos riscos cambial, de liquidez e de crédito, julgue o próximo item.

De acordo com as normas do BACEN relativas à cobertura dos riscos, o fator de ponderação a ser utilizado no cálculo da exigência de capital para o risco de liquidez é de 15% do patrimônio de referência exigido (PRE).

Alternativas
Comentários
  • Este é o Índice de Basiléia

    Índice de Basiléia é a relação entre o patrimônio de referência de uma instituição financeira e o valor dos ativos ponderados pelo risco.

    A atividade de intermediação financeira dos bancos envolve riscos usualmente suportados por capital. Quanto maior o índice, maior a sobra de capital próprio ou patrimônio para a realização de operações de crédito de maior risco. A recomendação internacional é de um patrimônio de referência (PR) mínimo de 8%. No Brasil o índice mínimo é de 11%.

    https://mundodosbancos.com/136/indice-basileia/


ID
1454743
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

A respeito dos riscos cambial, de liquidez e de crédito, julgue o próximo item.

As exposições relativas às operações de crédito e ao arrendamento mercantil com prazo contratual superior a 24 meses exigem uma carga de capital para a cobertura do risco de crédito superior às operações de crédito consignadas com prazo inferior a 36 meses.

Alternativas

ID
1454746
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

No que diz respeito a processo administrativo, julgue o item a seguir.

Considere uma pessoa que esteja respondendo a um processo administrativo e que não tenha atendido à intimação para apresentar suas razões de defesa. Nessa situação, essa pessoa será considerada revel e os fatos contra ela alegados serão considerados verdadeiros.

Alternativas
Comentários
  • "O art. 163 da Lei n° 8.112/90 disciplina que achando-se o indiciado em lugar incerto e não sabido, será citado por edital, publicado no Diário Oficial da União e em jornal de grande circulação na localidade do último domicílio conhecido, para apresentar defesa. Já o parágrafo único informa que “Na hipótese deste artigo, o prazo para defesa será de 15 (quinze) dias a partir da última publicação do edital”. 

    Terminado o prazo de oferecimento da defesa escrita sem que tenha sido esta apresentada, será o indiciado considerado revel, sendo-lhe nomeado um defensor dativo, ocupante de cargo de nível igual ou superior ao do indiciado, que possuirá igual prazo para exercitar o direito de defesa.

    A revelia será declarada, por termo, nos autos do processo administrativo disciplinar e devolverá o prazo de dez dias para a defesa dativa se houver apenas um indiciado, e de vinte dias, quando houver dois ou mais indiciados (Lei n.º 8.112/90, arts. 161, § 2º e 164, § 1º).

    A comissão processante somente deve iniciar os trabalhos do relatório após o término do prazo para defesa, salvo se o defensor dativo, ao apresentá-la, renunciar expressamente ao prazo remanescente.

    Se houver mais de um indiciado e interesses conflitantes, deve ser nomeado defensor dativo distinto para cada um."

    http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/1429/A-defesa-do-indiciado-no-processo-administrativo-disciplinar-federal
  • 9.874/99

    Art. 27. O desatendimento da intimação não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia a direito pelo administrado.

    Parágrafo único. No prosseguimento do processo, será garantido direito de ampla defesa ao interessado.

  • Questão errada, outra ajuda a responder, vejam:

    Prova: CESPE - 2008 - SEMAD-ARACAJU - Procurador MunicipalDisciplina: Direito Administrativo | Assuntos: Processo Administrativo - Lei 9.784/99; Demais aspectos da lei 9.784/99; 

    O desatendimento de intimação para apresentação de defesa em processo administrativo não importa no reconhecimento da verdade dos fatos.

    GABARITO: CERTA.

  • Não confundir com a S.V. 5.

  • COMENTÁRIO DO PROF. EM UMA OUTRA QUESTÃO ( 2013 -cespe- TRT- 17 R - analista judiciario - oficial de justiça avaliador. ) : 


    Instaurado procedimento administrativo disciplinar para apurar a infração, caso o servidor, devidamente notificado, não apresente defesa no prazo legal, ser-lhe-ão declarados os efeitos da revelia, reputando-se como verdadeiros os fatos a ele imputados.



  • O que é a revelia? É o não comparecimento de um acusado em processo para se defender.


    Evidentemente, no âmbito do Processo Administrativo Disciplinar - PAD - o servidor pode, notificado, pode não apresentar defesa. Mas isso torna verdadeiros os fatos a ele imputados? É claro que não. Afinal, o que a comissão do PAD busca é a verdade dos fatos, e não uma mera prova formal que possa resultar na aplicação de sanção. Isso tanto é verdade que nos casos de revelia obrigatoriamente deverá ser indicado um defensor dativo em nome do servidor que não compareceu (art. 164, §1º da lei 8.112/90).


    E, para confirmar isso, veja-se o que preconiza o art. 27 da lei 9.784/99, que tem, no caso do PAD, aplicação subsidiária: "O desatendimento da intimação não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia a direito pelo administrado".


    Portanto, o item está errado!


  • GABARITO: ERRADO

    Complemento
    Vigora o princípio implicíto da verdade material deve-se permitir que sejam trazidos aos autos as provas determinantes para o processo, mesmo depois de transcorridos os prazos legais.

  • ERRADA...

    Mesmo sendo REVEL, deverá ser nomeado um Defensor Dativo.

    Art. 27 da Lei.

     

  • A afirmativa está ERRADA. Se não vejamos.

    O enunciado diz: "Considere uma pessoa que esteja respondendo a um processo administrativo e que não tenha atendido à intimação para apresentar suas razões de defesa. Nessa situação, essa pessoa será considerada revel e os fatos contra ela alegados serão considerados verdadeiros.

    Nos termos do art. 27, da Lei n 9.784/99, o desatendimento da intimação não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia a direito pelo administrado.

    Bons estudos!!

  • ERRADO 

    Não se admite a revelia no Processo Adm Federal ;)

  • 9.874/99

    Art. 27. O desatendimento da intimação não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia a direito pelo administrado.

    Parágrafo único. No prosseguimento do processo, será garantido direito de ampla defesa ao interessado.

  • Errado. O desatendimento da intimação não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia a direito pelo administrado; o direito de defesa será garantido na sequência do processo.

  • No processo administrativo não se vislumbra o efeito da REVELIA.

  • Errado.

    Art. 27. O desatendimento da intimação não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia a direito pelo administrado.

    Obs. Nesse sentido, se o interessado desatender a intimação, seu direito de ampla defesa será garantido no prosseguimento (e não mais antes) do processo, ou seja, a tramitação processual não irá retroceder para lhe dar oportunidade de se manifestar.

    Entretanto, no prosseguimento do processo, pode o servidor apresentar alegações, produzir provas ou recorrer da decisão proferida.

    Esse artigo consagra o princípio da verdade material, e quer dizer que o simples fato de o administrado desatender à intimação não implica a presunção da sua culpa, tampouco significa confissão ou renúncia a direitos que porventura lhes sejam assegurados, como o direito à ampla defesa.

    Parágrafo único. No prosseguimento do processo, será garantido direito de ampla defesa ao interessado.

  • Não existe revelia em processo administrativo.

    Gabarito, errado.

  • Quem deras que fosse assim!


ID
1454749
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

Acerca das penalidades aplicadas ao sistema financeiro nacional, julgue o item que se segue.

Uma instituição financeira estrangeira para funcionar no Brasil necessita de prévia autorização do Banco Central e do Poder Executivo mediante decreto.

Alternativas
Comentários
  • Art. 10. Compete privativamente ao Banco Central da República do Brasil:

    X - Conceder autorização às instituições financeiras, a fim de que possam:(Renumerado pela Lei nº 7.730, de 31/01/89)

    a) funcionar no País;

    Art. 18. As instituições financeiras somente poderão funcionar no País mediante prévia autorização do Banco Central da República do Brasil ou decreto do Poder Executivo, quando forem estrangeiras.

    Devemos conjugar os dois artigos. Vejam que o inciso X alínea a) diz funcionar no País, isto é, qualquer instituição nacional ou estrangeira para funcionar no país depende de prévia autorização do Bacen. Quando se tratar de estrangeiras necessita TAMBÉM do decreto do poder executivo.

    Até porque a estrangeira quando adentrar no país mediante decreto precisará de autorização do BACEN para funcionar no país. Se isso não fosse desta forma estaríamos tratando de forma diferente as instituições estrangeiras das nacionais.

    Por fim cabe ressaltar que não teria cabimento o Bacen ter competência para fiscalizar e não ter competência para autorizar o funcionamento. Quem pode o mais, pode o menos.

    Portanto onde consta OU no art. 18 devemos ler E. Gabarito portanto deveria ser Errado.

    Fonte: Pizza (EuVouPassar)

  • Uma instituição financeira estrangeira para funcionar no Brasil necessita de prévia autorização do Banco Central (ERRADO) e do Poder Executivo mediante decreto.

    As inst financeiras estrangeiras só podem funcionar no país mediante DECRETO do EXECUTIVO.

    As inst financeiras só podem funcionar com aut do BACEN.

  • Uma instituição financeira estrangeira para funcionar no Brasil necessita de

    prévia autorização do Banco Central e decreto do Poder Executivo.

  • Que maldade no coração dessa banca... Mistura ainda o português numa pergunta de SFN.

  • Resumindo:

    1º Instituição Financeira(Nacional ou Estrangeira) para funcionar no país precisa de prévia autorização do Banco Central do Brasil(BACEN).

    2º Se for Instituição Financeira Estrangeira, além da prévia autorização do BACEN, precisará também de Decreto do Poder Executivo.

    Então qual o erro da questão?

    Resposta: o colega Marcelo matou a charada, foi no português que estava a pegadinha do Cespe:"prévia autorização do Banco Central e do Poder Executivo mediante decreto". Não é autorização por meio de decreto tanto do BACEN como do Poder Executivo, mas autorização do BACEN e Decreto do Poder Executivo, são 2 coisas diferentes.


ID
1454752
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

Acerca das penalidades aplicadas ao sistema financeiro nacional, julgue o item que se segue.

O acompanhamento da execução dos orçamentos monetários são atribuições do Conselho Monetário Nacional.

Alternativas
Comentários
  • Competirá ao Banco Central da República do Brasil acompanhar a execução dos orçamentos monetários e relatar a matéria ao Conselho Monetário Nacional, apresentando as sugestões que considerar convenientes.

    Compete ao CMN aprovar os orçamentos monetários, preparados pelo Banco Central da República do Brasil, por meio dos quais se estimarão as necessidades globais de moeda e crédito.

    Fonte: Lei 4.595/64

  • Art 4º 4595/64 § 2º Competirá ao Banco Central da República do Brasil acompanhar a execução dos orçamentos monetários e relatar a matéria ao Conselho Monetário Nacional, apresentando as sugestões que considerar convenientes.

     


ID
1454755
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Bancários
Assuntos

No que se refere ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), julgue o item subsequente.

Decisão proferida pelo COAF que determine penalidade administrativa poderá ser objeto de recurso, que deverá ser endereçado ao Ministro da Fazenda.

Alternativas

ID
1454758
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

No que se refere ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), julgue o item subsequente.

O COAF poderá requerer aos órgãos da administração pública informações cadastrais bancárias e financeiras de pessoas envolvidas em atividades consideradas suspeitas.

Alternativas
Comentários
  • Lei 9.613/98 Art. 14º É  criado, no âmbito do Ministério da Fazenda, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF,com a finalidade de disciplinar,aplicar penas administrativas, receber, examinar e identificar as ocorrências suspeitas de atividades ilícitas previstas nesta Lei, sem prejuízo da competência de outros órgãos e entidades; § 3º O COAF poderá requerer aos órgãos da Administração Pública as informações cadastrais bancárias e financeiras de pessoas envolvidas em atividades suspeitas. (Incluído pela Lei nº 10.701, de 9.7.2003).

  • GABARITO: CERTO

    O COAF possui a finalidade de disciplinar, aplicar penas administrativas, receber, examinar e identificar as ocorrências suspeitas de atividades ilícitas relativas à lavagem de dinheiro, sem prejuízo da competência de outros órgãos e entidades.

     

    Um dos instrumentos utilizados pelo COAF, segundo a Lei 9.613/98, é requerer aos órgãos da Administração Pública as informações cadastrais bancárias e financeiras de pessoas envolvidas em atividades suspeitas.

     

     

     

  • Exceto se for filho do Presidente. Nesse caso, não pode. rsrs

    Entendedores entenderão

  • Atuando como órgão de inteligência financeira, o COAF tem a prerrogativa de requerer aos órgãos da Administração Pública as informações cadastrais bancárias e financeiras de pessoas envolvidas em atividades suspeitas.            

    Art. 14. Fica criado, no âmbito do Ministério da Economia, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras - Coaf, com a finalidade de disciplinar, aplicar penas administrativas, receber, examinar e identificar as ocorrências suspeitas de atividades ilícitas previstas nesta Lei, sem prejuízo das competências de outros órgãos e entidades.          

    § 3 O COAF poderá requerer aos órgãos da Administração Pública as informações cadastrais bancárias e financeiras de pessoas envolvidas em atividades suspeitas.            

    Item correto.

  • GAB: CERTO

    Complementando!

    Fonte: Prof. Amanda Aires

    COAF 

    Regula e supervisiona todas as pessoas para as quais não exista órgão fiscalizador ou regulador próprios, podendo-se destacar: 

    • 1.  Empresas de fomento mercantil (factoring); 
    • 2.  Pessoas físicas e jurídicas de atuam no setor imobiliário; 
    • 3.  Pessoas  jurídicas  prestadoras  de  serviços  alternativos  de  transferência  de 
    • numerário; 
    • 4.  Pessoas físicas ou jurídicas que comercializam objetos de arte e antiguidades, 
    • 5.  Administradoras de cartão de crédito; 
    • 6.  Entidades que distribuem numerários ou bens por meio de sorteios; 
    • 7.  Comerciantes de joias, pedras e metais preciosos; 

    O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) foi criado pela Lei n. 9.613, de 03 de março de 1998. 

    ===

    TOME NOTA (!)

    CVM fiscaliza:

    • 1.  Pessoas  jurídicas  que  tenham,  em  caráter  permanente  ou  eventual,  como atividade principal ou acessória, cumulativamente ou não, a custódia, emissão, distribuição, liquidação, negociação, intermediação ou administração de títulos ou valores mobiliários; 
    • 2.  Bolsas de valores; 
    • 3.  Entidades do mercado de balcão organizado; 
    • 4.  Bolsas de mercadorias ou futuros. 

    SUSEP fiscaliza:

    • 1.  Sociedades seguradoras; 
    • 2.  Sociedades de capitalização; 
    • 3.  Entidades abertas de previdência complementar; 
    • 4.  Corretores de seguros, de capitalização, de previdência complementar; 
    • 5.  Resseguradores locais; 
    • 6.  Escritórios de representação de resseguradores admitidos. 

    PREVIC fiscaliza:

    • 1.  Fundos de pensão. 

    BACEN fiscaliza:

    • 2.  Bancos múltiplos, bancos comerciais e caixas econômicas; 
    • 3.  Bancos de investimento e de desenvolvimento; 
    • 4.  Sociedades Financeiras; 
    • 5.  Corretoras e distribuidoras; 
    • 6.  Sociedades de arrendamento mercantil; 
    • 7.  Sociedades de crédito imobiliário; 
    • 8.  Associações de poupança e empréstimo; 
    • 9.  Cooperativas de crédito; 
    • 10. Administradores de instituições financeiras; 
    • 11. Administradoras de consórcios e seus administradores; 
    • 12. Auditores independentes; 
    • 13. Exportadores, importadores e agências de turismo;  
    • 14. Pessoas  físicas  ou  jurídicas  que  atuem,  sem  autorização  do  Banco  Central,  em atividades por ele supervisionadas. 


ID
1454761
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com base na legislação reguladora dos títulos de crédito, julgue o item a seguir.

O aceite nas duplicatas é uma obrigação do devedor, ressalvadas as hipóteses de recusa elencadas na lei.

Alternativas
Comentários
  • A presente questão poderia ser solucionada com o conhecimento da lei da duplicata (lei 5.474/68).


    Art. 1º, § 1º , da lei 5.474/68. A duplicata conterá:

      I - a denominação "duplicata", a data de sua emissão e o número de ordem;

      II - o número da fatura;

      III - a data certa do vencimento ou a declaração de ser a duplicata à vista;

      IV - o nome e domicílio do ven dedor e do comprador;

      V - a importância a pagar, em algarismos e por extenso;

      VI - a praça de pagamento;

      VII - a cláusula à ordem;

      VIII - a declaração do reconhecimento de sua exatidão e da obrigação de pagá-la, a ser assinada pelo comprador, como aceite, cambial;

      IX - a assinatura do emitente.

    Art . 7º, caput, da lei 5.474/68 A duplicata, quando não fôr à vista, deverá ser devolvida pelo comprador ao apresentante dentro do prazo de 10 (dez) dias, contado da data de sua apresentação, devidamente assinada ou acompanhada de declaração, por escrito, contendo as razões da falta do aceite.

    Art. 13 da lei 5.474/68. A duplicata é protestável por falta de aceite de devolução ou pagamento.

  • Obs: tem-se que o aceite é o reconhecimento da dívida pelo sacado (comprador/recebedor dos serviços). O aceite, na duplicata, é obrigatório (na letra de câmbio é facultativo).

     

    Depois de emitida a duplicata deve ser remetida ao comprador para que se dê o aceite, no prazo de 30 dias a contar da emissão, devendo ser devolvida em 10 dias.

     

    IMPORTANTÍSSIMO - HIPÓTESES DE RECUSA AO ACEITE NA DUPLICATA

     

    Art. 8º O comprador só poderá deixar de aceitar a duplicata por motivo de:

    I - avaria ou não recebimento das mercadorias, quando não expedidas ou não entregues por sua conta e risco;

    II - vícios, defeitos e diferenças na qualidade ou na quantidade das mercadorias, devidamente comprovados;

    III - divergência nos prazos ou nos preços ajustados.

  • O artigo 8º da Lei nº 5.474/68 nos apresenta as hipóteses de recusa do aceite, embora regra geral seja obrigatório. Assertiva certa.

    Resposta: Certo.

  • CERTO

    Enquanto na Letra de cambio o aceite é facultativo, na nota promissória não há aceite, na DUPLICATA o aceite é OBRIGATÓRIO.

    Só é admissível a recusa do aceite da duplicata por motivo de avaria ( por exemplo comprei 500 pratos e vieram todos rachados) ou não recebimento de mercadorias, quando não expedidas ou não entregues por sua conta e risco; vícios, defeitos e diferenças na qualidade ou na quantidade das mercadorias, devidamente comprovados; divergência nos prazos ou nos preços ajustados.

    Salvo tais hipóteses, a recusa não tem fundamento legal e o portador ou sacador atestará a recusa através do protesto por falta de aceite.


ID
1454764
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Com base na legislação reguladora dos títulos de crédito, julgue o item a seguir.

No Brasil, a Convenção de Genebra para a regulação das letras de câmbio e notas promissórias, não foi adotada integralmente, haja vista que algumas regras contidas na Lei Uniforme, não são aplicáveis ao Brasil.

Alternativas
Comentários
  • O Brasil aceitou integralmente a Lei Uniforme da Convenção de Genebra? R.: Não. Com relação ao Anexo II, que consiste em uma lista de reservas acordadas pela Convenção de Genebra, e que podem ser adotadas pelas Partes Contratantes, adota o Brasil 13 das 23 possíveis reservas, descartando as 10 restantes.

    http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAhtgAA/1000-perguntas-respostas?part=16

  • A LUG é uma norma internacional que foi internalizada no Brasil por meio do decreto 57.663/66. Ocorre que a LUG foi ratificada com reservas pelo Brasil. As matérias objeto de reservas são tratadas, em regra, pelo decreto 2.044/1908.

  • Com reservas.


ID
1454767
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o próximo item, relativos às sociedades empresárias.

É garantido aos sócios minoritários de sociedades limitadas que representem, ao menos, um quinto do capital social eleger, em separado, um dos membros do conselho fiscal, bem como seu suplente.

Alternativas
Comentários
  •  

    Art. 1.066, CC/02. Sem prejuízo dos poderes da assembléia dos sócios, pode o contrato instituir conselho fiscal composto de três ou mais membros e respectivos suplentes, sócios ou não, residentes no País, eleitos na assembléia anual prevista no art. 1.078.

    § 1o Não podem fazer parte do conselho fiscal, além dos inelegíveis enumerados no § 1o do art. 1.011, os membros dos demais órgãos da sociedade ou de outra por ela controlada, os empregados de quaisquer delas ou dos respectivos administradores, o cônjuge ou parente destes até o terceiro grau.

    § 2o É assegurado aos sócios minoritários, que representarem pelo menos um quinto do capital social, o direito de eleger, separadamente, um dos membros do conselho fiscal e o respectivo suplente.

     

  • GABARITO: CERTO

    Art. 1.066. § 2o É assegurado aos sócios minoritários, que representarem pelo menos um quinto do capital social, o direito de eleger, separadamente, um dos membros do conselho fiscal e o respectivo suplente.

  • O § 2 do artigo 1.066 permite que os sócios representantes de 20% do capital elejam um representante próprio e seu suplente.

    Resposta: Certo

  • sócios minoritários que representam pelo menos 1/5 do capital social . Tem o direito de eleger , separadamente , um membro do conselho fiscal e suplente.


ID
1454770
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o próximo item, relativos às sociedades empresárias.

É inadmissível a distribuição de dividendos aos acionistas de uma sociedade anônima, se do ato resultar prejuízo ao capital social.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Errado.

    Creio que o erro esteja no §3º do artigo 17 da L.6404/76 que trata das ações preferenciais:

     §3o Os dividendos, ainda que fixos ou cumulativos, não poderão ser distribuídos em prejuízo do capital social, salvo quando, em caso de liquidação da companhia, essa vantagem tiver sido expressamente assegurada.


  • Desde que haja lucro líquido  no exercício  o acionista  terá direito de receber  como dividendo obrigatório. Arts 201, 202 da Lei 6.404/76 (Lei da S.A)
  • O dividendo previsto no artigo 202 da Lei 6.404/76 é OBRIGATÓRIO, contudo pode haver o adiamento da obrigação.


    Dessa forma, em que pese ter errado a questão justamente por ter acreditado na inadmissibilidade do pagamento que RESULTE PREJUÍZO ao capital social, a Sociedade não deixa de pagar os dividendos - apenas protela o pagamento - sendo, portanto, ADMISSÍVEL!


    Art. 202. Os acionistas têm direito de receber como dividendo obrigatório, em cada exercício, a parcela dos lucros estabelecida no estatuto (...)


    § 4º O dividendo previsto neste artigo não será obrigatório no exercício social em que os órgãos da administração informarem à assembléia-geral ordinária ser ele incompatível com a situação financeira da companhia. O conselho fiscal, se em funcionamento, deverá dar parecer sobre essa informação e, na companhia aberta, seus administradores encaminharão à Comissão de Valores Mobiliários, dentro de 5 (cinco) dias da realização da assembléia-geral, exposição justificativa da informação transmitida à assembléia.


    § 5º Os lucros que deixarem de ser distribuídos nos termos do §4º serão registrados como reserva especial e, se não absorvidos por prejuízos em exercícios subsequentes, deverão ser pagos como dividendo assim que o permitir a situação financeira da companhia.



ID
1454773
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Empresarial (Comercial)
Assuntos

Julgue o próximo item, relativos às sociedades empresárias.

Os acionistas de uma sociedade anônima têm direito de preferência para subscrição das emissões de debêntures conversíveis em ações, bônus de subscrição, partes beneficiárias conversíveis em ações emitidas para alienação onerosa, conversão desses títulos em ações, bem como outorga e exercício de opção de compra de ações.

Alternativas
Comentários
  • art. 171. ...

            § 3º Os acionistas terão direito de preferência para subscrição das emissões de debêntures conversíveis em ações, bônus de subscrição e partes beneficiárias conversíveis em ações emitidas para alienação onerosa; mas na conversão desses títulos em ações, ou na outorga e no exercício de opção de compra de ações, não haverá direito de preferência.


  • RESPOSTA E

    Os acionistas de uma sociedade anônima têm direito de preferência para subscrição das emissões de debêntures conversíveis em ações, bônus de subscrição, partes beneficiárias conversíveis em ações emitidas para alienação onerosa, conversão desses títulos em ações, [MAS] bem como outorga e exercício de opção de compra de ações [NÃO HAVERÁ DIREITO DE PREFERÊNCIA].

    #SEFAZ-AL

  • GABARITO: QUESTÃO ERRADA

    Lei 6.404/76 (S/A)

    Art. 171. § 3º Os acionistas terão direito de preferência para subscrição das emissões de debêntures conversíveis em ações, bônus de subscrição e partes beneficiárias conversíveis em ações emitidas para alienação onerosa; mas na conversão desses títulos em ações, ou na outorga e no exercício de opção de compra de ações, não haverá direito de preferência.


ID
1454776
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

No que se refere à aplicação do direito penal no tempo e no espaço aos diversos crimes previstos em leis extravagantes, julgue o item subsecutivo.

Considerando-se a Lei Complementar nº 105/2001, é correto afirmar que somente será admitida a quebra de sigilo financeiro para instruir a apuração de eventual prática criminosa em inquéritos policiais cujo objetivo seja investigar crimes de terrorismo, de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes, de contrabando de armas, contra o sistema financeiro nacional, contra a administração pública e praticados por organizações criminosas.

Alternativas
Comentários
  • O examinador exigiu do candidato o conhecimento da lei seca.

     

    Art. 1º, § 4o, da LC 105/01 A quebra de sigilo poderá ser decretada, quando necessária para apuração de ocorrência de qualquer ilícito, em qualquer fase do inquérito ou do processo judicial, e especialmente nos seguintes crimes:

      I – de terrorismo;

      II – de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes ou drogas afins;

      III – de contrabando ou tráfico de armas, munições ou material destinado a sua produção;

      IV – de extorsão mediante seqüestro;

      V – contra o sistema financeiro nacional;

      VI – contra a Administração Pública;

      VII – contra a ordem tributária e a previdência social;

      VIII – lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores;

      IX – praticado por organização criminosa.

  • Questão Errada

    Considerando-se a Lei Complementar nº 105/2001, é correto afirmar que somente será admitida a quebra de sigilo financeiro para instruir a apuração de eventual prática criminosa em inquéritos policiais cujo objetivo seja investigar crimes de terrorismo, de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes, de contrabando de armas, contra o sistema financeiro nacional, contra a administração pública e praticados por organizações criminosas.

  • Art. 1º, § 4, da LC 105/01 A quebra de sigilo poderá ser decretada, quando necessária para apuração de ocorrência de qualquer ilícito, em qualquer fase do inquérito ou do processo judicial, e especialmente nos seguintes crimes:

      I – de terrorismo;

      II – de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes ou drogas afins;

      III – de contrabando ou tráfico de armas, munições ou material destinado a sua produção;

      IV – de extorsão mediante seqüestro;

      V – contra o sistema financeiro nacional;

      VI – contra a Administração Pública;

      VII – contra a ordem tributária e a previdência social;

      VIII – lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores;

      IX – praticado por organização criminosa.


    O ERRO DA QUESTÃO FOI EM AFIRMAR QUE SOMENTE NESSE ROL DE CRIMES PODERIA SER FEITA A QUEBRA DO SIGILO.

  • Não é SOMENTE, mas é para apurar qualquer ilícito, em qualquer fase do inquérito ou do processo judicial.

  • Questão: Errada amigo

    Eu não tinha certeza da resposta, porém deduzi que não deveria ser SOMENTE nesses casos, pois até CPI pode quebrar sigilo fiscal, bancário e telefônico de um investigado. 

    Lembrete referente a CPI:

    QUEBRA DE SIGILO TELEFÔNICO - PODE.

    INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA - NÃO PODE.

  • SOMENTE - APENAS - SÓ

    Se a questão restringiu muito, então provavelmente estará errada.

  • O erro da questão foi em restringir a possibilidade de quebra para os crimes citados no enunciado. A lista da LC é uma lista exemplificativa, já que a quebra poderá ser decretada para qualquer ilícito.

    Art. 1°, §4° A quebra de sigilo poderá ser decretada, quando necessária para apuração de ocorrência de qualquer ilícito, em qualquer fase do inquérito ou do processo judicial, e especialmente nos seguintes crimes:

     I – de terrorismo;

     II – de tráfico ilícito de substâncias entorpecentes ou drogas afins;

     III – de contrabando ou tráfico de armas, munições ou material destinado a sua produção;

     IV – de extorsão mediante seqüestro;

     V – contra o sistema financeiro nacional;

     VI – contra a Administração Pública;

     VII – contra a ordem tributária e a previdência social;

     VIII – lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores;

     IX – praticado por organização criminosa.

    Resposta: Errada


ID
1454779
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que se refere à aplicação do direito penal no tempo e no espaço aos diversos crimes previstos em leis extravagantes, julgue o item subsecutivo.

Em conformidade com a lei que define os crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo, qualquer pessoa poderá provocar a iniciativa do Ministério Público para que seja apurada a prática dos crimes relacionados na mencionada lei, desde que o faça por escrito e indique o fato, a autoria, o tempo, o lugar e os elementos de convicção.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito CERTO

    Lei 8137 - crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo
    Art. 16. Qualquer pessoa poderá provocar a iniciativa do Ministério Público nos crimes descritos nesta lei, fornecendo-lhe por escrito informações sobre o fato e a autoria, bem como indicando o tempo, o lugar e os elementos de convicção

    bons estudps

  • Esse "por escrito" me matou... essas coisas no direito deveriam seguir o bom senso. Para a pessoa representar, bastasse que fosse oralmente, e ao MP caberia reduzir a termo. Maldita burocracia.

  • Correto!!

    Qualquer pessoa podera provocar a iniciativa do MP, fornecendo por escrito as informações sobre o fato, autoria, bem como indicando o tempo, o lugar e os elementos de convicção. 

  • Tenha provas, a sentença já esteja pronta, o réu algemado no veículo e já tenha providenciado vaga na penitenciária ...
  • Renato , monstro!!!
  • Boa, Daniel :) Por isso que ninguém aprsenta notitia criminis; já tem de levar a investigação completa à Autoridade Policial.

  • Guarde isso:

    Leis como essa - que regulam o combate a práticas criminosas relacionadas a crimes da elite e colarinho branco - sempre favorecem o infrator.

    Desde possibilidades absurdas de extinção da punibilidade, até a necessidade de se fazer por escrito uma noticia-crime.

  • Guarde isso:

    Leis como essa - que regulam o combate a práticas criminosas relacionadas a crimes da elite e colarinho branco - sempre favorecem o infrator.

    Desde possibilidades absurdas de extinção da punibilidade, até a necessidade de se fazer por escrito uma noticia-crime.

  • ITEM: Qualquer pessoa poderá provocar a iniciativa do Ministério Público nos crimes descritos nesta lei, fornecendo-lhe por escrito informações sobre o fato e a autoria, bem como indicando o tempo, o lugar e os elementos de Convicção

    Comentário:

    DENUNCIAR É ALGO SÉRIO: fato e a autoria, tempo, o lugar são itens básicos para se fornecer uma denúncia. Não enxerguei no referido artigo, nada abusivo.

    fornecendo-lhe por escrito: é importante documentar,

    Estes elementos são importantes, até mesmo para que evite-se Denunciação caluniosa, comunicação falsa de crime.

  • Certo.

    O examinador cobrou o conhecimento do artigo 16 da lei, vejamos:

    Art. 16. Qualquer pessoa poderá provocar a iniciativa do Ministério Público nos crimes descritos nesta lei, fornecendo-lhe por escrito informações sobre o fato e a autoria, bem como indicando o tempo, o lugar e os elementos de convicção.

    Questão comentada pelo Prof. Péricles Mendonça

  • (CESPE/PC-SE/2018)

    Pessoa natural tem a prerrogativa de provocar a iniciativa do Ministério Público para que ajuíze ação penal pública em razão da prática de crime contra a ordem tributária de que tiver conhecimento, fornecendo ao Ministério Público, por escrito, as informações necessárias sobre o fato.

    GABARITO: CERTO

  • Art. 16. Qualquer pessoa poderá provocar a iniciativa do Ministério Público nos crimes descritos nesta lei, fornecendo-lhe por escrito informações sobre o fato e a autoria, bem como indicando o tempo, o lugar e os elementos de convicção.

  • Lindemberg, o CTN utiliza a expressão “crédito tributário”, porque enfoca a relação jurídico-tributária, do qual decorre sob o ponto de vista do sujeito ativo da obrigação tributária. Assim, a mesma relação, considerada sob o prisma do sujeito passivo, poderá ser denominada de débito tributário.

  • Art. 16. Qualquer pessoa poderá provocar a iniciativa do Ministério Público nos crimes descritos nesta lei, fornecendo-lhe por escrito informações sobre o fato e a autoria, bem como indicando o tempo, o lugar e os elementos de convicção.


ID
1454782
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que se refere à aplicação do direito penal no tempo e no espaço aos diversos crimes previstos em leis extravagantes, julgue o item subsecutivo.

Consoante a Lei nº 9.613/1998, que dispõe sobre os crimes de lavagem e ocultação de bens, direitos e valores, deverá ser decretada, em favor da União, a perda dos bens, direitos e valores objeto de crime de lavagem e ocultação de bens, sem qualquer ressalva.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito ERRADO

    Lei 9613 - crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro

    Art. 7º São efeitos da condenação, além dos previstos no Código Penal:

    I - a perda, em favor da União - e dos Estados, nos casos de competência da Justiça Estadual -, de todos os bens, direitos e valores relacionados, direta ou indiretamente, à prática dos crimes previstos nesta Lei, inclusive aqueles utilizados para prestar a fiança, ressalvado o direito do lesado ou de terceiro de boa-fé; 


    bons estudos
  • Em Favor dos estados também


  • Art. 7º São efeitos da condenação, além dos previstos no Código Penal:

    I - a perda, em favor da União - e dos Estados, nos casos de competência da Justiça Estadual -, de todos os bens, direitos e valores relacionados, direta ou indiretamente, à prática dos crimes previstos nesta Lei, inclusive aqueles utilizados para prestar a fiança, ressalvado o direito do lesado ou de terceiro de boa-fé

    Palavras como "sempre" e "nunca" são sempre suspeitas. Nesse artigo existe, sim, ressalva.

     

  • E as de competência estadual?

  • Consoante a Lei nº 9.613/1998, que dispõe sobre os crimes de lavagem e ocultação de bens, direitos e valores, deverá ser decretada, em favor da União, a perda dos bens, direitos e valores objeto de crime de lavagem e ocultação de bens, sem qualquer ressalva (ou seja, de forma absoluta).

     

    Nada é absoluto. Questão errada;

  • Te amo, Renato.

  • GABARITO - ERRADO

     

    DISCIPLINA, DISCIPLINA, DISCIPLINA.

  • Em favor da União se for de competência da união, em favor do Estado se for competência do Estado o processo e julgamento.  

  • No finalzinho do Art. 7º  I  diz-se: "... ressalvado o direito do lesado ou de terceiro de boa-fé; 

  • (...) ressalvado o direito do lesado ou de terceiro de boa-fé; 

  • Ficam ressalvados os direitos do lesado ou terceiro de boa fé, portanto, há ressalva, há exceção!

  • ERRADO.

    Pode ser em favor da união ou do estado a depender da competência, e existe a ressalva do direito do lesado ou terceiro de boa-fé.

  • Em favor da União se for de competência da união,

    em favor do Estado se for competência do Estado o processo e julgamento.  

  • EM REGRA É COMPETÊNCIA DO ESTADO.

  •  Ressalvado o direito do

    lesado ou de terceiro de boa-fé.

  • Pode ser em favor da União ou Estado. Depende do caso concreto.

  • Dos Efeitos da Condenação

           Art. 7º, lei 9613/98. São efeitos da condenação, além dos previstos no Código Penal:

            I - a perda, em favor da União - e dos Estados, nos casos de competência da Justiça Estadual -, de todos os bens, direitos e valores relacionados, direta ou indiretamente, à prática dos crimes previstos nesta Lei, inclusive aqueles utilizados para prestar a fiança, ressalvado o direito do lesado ou de terceiro de boa-fé; 

  • Item incorreto. A lei ressalva expressamente o direito do lesado e o de terceiros de boa-fé:

    Art. 7º São efeitos da condenação, além dos previstos no Código Penal:

    I - a perda, em favor da União - e dos Estados, nos casos de competência da Justiça Estadual -, de todos os bens, direitos e valores relacionados, direta ou indiretamente, à prática dos crimes previstos nesta Lei, inclusive aqueles utilizados para prestar a fiança, ressalvado o direito do lesado ou de terceiro de boa-fé

  • E R R A D O

    .........ressalvado o direito do lesado ou de terceiro de boa-fé. 

  • *teoria da cegueira deliberada aplicada aos crimes de lavagem de dinheiro :

    1) O conceito da teoria da Cegueira Deliberada: trata-se de um critério de identificação de condutas dolosas eventuais que tem por parâmetro uma situação de cegueira deliberada em que se coloca o agente a fim de não visualizar uma conduta ilícita que acaba por lhe alcançar juridicamente, vindo a obter, em virtude desta condição, determinada vantagem. A definição do informativo 677 do STF é, literalmente, a situação “em que o agente fingiria não perceber determinada situação de ilicitude para, a partir daí, alcançar a vantagem prometida”

    2) Os sinônimos da teoria: teoria da cegueira deliberada, da ignorância deliberada, das instruções do avestruz, do avestruz, Willful Blindness ou Ostrich Instructions.

    3) Que a teoria tem origem na jurisprudência dos EUA

    4) Que a teoria foi utilizada pelo STF (Min. Celso de Mello) na Ação Penal nº 470 para caracterizar o dolo eventual de alguns réus para fins de tipificação do crime previsto no art. 1º, caput, da Lei nº 9.613/98 (lavagem de capitais)

    5) Que a teoria também vem sendo utilizada para a caracterização dos crimes de corrupção eleitoral.

  • Ressalva : direito do lesado ou de terceiro de boa fé


ID
1454785
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que se refere à aplicação do direito penal no tempo e no espaço aos diversos crimes previstos em leis extravagantes, julgue o item subsecutivo.

Nos termos do atual Código Penal brasileiro, age em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu e de outrem.

Alternativas
Comentários
  • Qual o erro??

  • anulada pela banca...

    justificativa: 112   Certo ‐  Deferido c/ anulação.O assunto abordado no item extrapola os conteúdos exigidos no edital. Portanto, opta‐se pela anulação do item

  • "...a direito seu OU de outrem"

  • O erro é que o elaborador da questão não sabe que pronome possível SEU é usado para 3° pessoas, de quem se fala.

  • A questão está certa. Ela - apenas - não está prevista no edital.


ID
1454788
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2013
Provas
Disciplina
Direito Penal
Assuntos

No que se refere à aplicação do direito penal no tempo e no espaço aos diversos crimes previstos em leis extravagantes, julgue o item subsecutivo.

Para efeitos penais, equipara-se ao funcionário público quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada para a execução de atividade típica da administração pública.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito CERTO

    Conforme dispõe o CP:

    Funcionário público

    Art. 327 - Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.

    § 1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA..  

    § 2º - A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público

    bons estudos

  • CERTO 

       Funcionário público

      Art. 327 - Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.

      § 1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.  


  • NO CASO E UMA AUTARQUIA EM OUTRAS PALAVRAS!!

  • Matheus silva, não tem nada a ver com autarquia, a questão fala de empresa terceirizada para prestação de serviços, não é administração indireta.

  • Certo.

    Art. 327 - Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.

    § 1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública. 

    § 2º - A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia 

    mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público

    Obs1: A majorante não se aplica aos funcionários de autarquias.

    Obs2: funcionários de atividade meio não são equiparados a funcionários públicos para fins penais.

  • Aline, miga, desde que esse terceirizado seja funcionário de empresa que exerça atividade típica da Adm. Púb., ele é funcionário público por equiparação para fins penais, sim, e se encaixaria no §1º do art. 327. Agora, se o serviço prestado pela empresa não for tipicamente estatal, aí não. Não se enquadraria no conceito, p.ex, um vigilante terceirizado, já que esse serviço é atípico.

  • Gab C

    O conceito de funcionário público por equiparação não abrange as pessoas que trabalham em empresas contratadas com a finalidade de prestar serviço para a Administração Pública quando não se trata de atividade típica desta.

  • COMPLEMENTANDO

    O art. 327, § 1º equipara a funcionário público, para fins penais, aqueles que exercem atividade (cargo, emprego ou função) em empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública. Mas o que se pode considerar como atividade típica da administração e o que a jurisprudência tem enquadrado nesse dispositivo?

    STJ tem duas decisões sobre o tema: (a) terceirizado que exercia “função de lançamento de informações no sistema de dados da Caixa Econômica Federal (REsp 1023103/CE)”; e (b) sujeitos que eram “médicos e administradores de hospitais particulares participantes do sistema único de saúde (REsp 331055/RS)”. O STF, nos autos do HC nº 97710/SC ratificou o já conhecido entendimento sobre “médico privado em atendimento pelo SUS”.

    A doutrina de Leonardo Castro, por sua vez, esclarece que “as empresas prestadoras de serviços contratadas para a execução de atividade típica da Administração Pública são as empresas particulares responsáveis pela execução de serviços públicos por delegação estatal, mediante concessão, permissão ou autorização”, exemplificando com o que ocorre com o “transporte coletivo, coleta de lixo e com as empresas funerárias”.

  • GABARITO CORRETO

    Código Penal: Art. 327 - (Funcionário público) Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.

    § 1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.

    REsp 1067653/PR STJ - [...] é possível a equiparação de médico de hospital particular conveniado ao sistema único de saúde (SUS) a funcionário público para fins penais. 

    “Nós somos aquilo que repetidamente fazemos. Excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito” - Aristóteles.

  • Funcionário público

    Art. 327 - Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem

    remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.

    §1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em

    entidade paraestatale quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou

    conveniada para a execução de atividade típica da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA..

    § 2º - A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público

  • No que se refere à aplicação do direito penal no tempo e no espaço aos diversos crimes previstos em leis extravagantes, julgue o item subsecutivo.

    Para efeitos penais, equipara-se ao funcionário público quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada para a execução de atividade típica da administração pública.

    Certo [Gabarito]

    Errado

    Funcionário Público

    CP Art. 327 - Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.

    § 1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.

    § 2º - A pena será aumentada da terça parte quando os autores dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público. 

  • Funcionário público

    Art. 327 - Considera-se

    funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem

    remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.

    §

    1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em

    entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou

    conveniada para a execução de atividade típica da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA..

     

    § 2º - A pena será aumentada da terça parte quando os autores

    dos crimes previstos neste Capítulo forem ocupantes de cargos em comissão ou de função

    de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia

    mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público

  • CERTO

    SE FOSSE ATÍPICA A QUESTÃO SERIA ERRADA!

  • GAB. CERTO

    1º - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em

    entidade paraestatal, e quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou

    conveniada para a execução de atividade típica da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA..

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